Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08321


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Full Text


Auno de 1846.
Quartafcira 1*5
O DIARIO puhlic-se lodos os dias que nao
farfin de e,u*rt : o preco da nssitrntturi lie de
loo1' rs. por quartel, pagot adiantadm. Os
nniincint dos "Jisig.ia ules to'inseridns a raio
jc JO rit por linfia, 40 res en typi difieren-
te e a. rcpelices pe* mela le. Os que ""o fo-
rtn ataignantes p-go 80 r:s por liara, e 160
C1 iypo diferente._____________
phases nv loa o mea iiejui.ho
I as 7 Horas e 3 minutas da inan'ia.
fresceniei
j,u chote 8 a 8 hora a M mulo da tarde
Mui'oaulea 15 as II hora a 8 miu. damaoUSV
Lua^noT* a 13 as S nor-s e 4J inen. da larde.
Osente II |> I horas e 42 miuutot.da >oaa.
PARTIDA DOS COWtOS.
Croianna e Parahvna Seoin Iis e S-tn feiras,
Hio Guilde do Norte, cl.e;a un Quinas fejras
ao meio da e parte uas mesillas lloras Das
Quintas letras.
Cabo, ^friuhiem;'Uio Rormoso, Porto Calvoe
Slaceyd, no l., II eZl decida mez.
Garanliuiis a ilnuilo a 10 a 24. ,
Boa-Vista e Flores alio 28.
Victoria as Quintas feiras .
Olinda todos os chas.
PRE\M\ft DE h US.
Primeira as 10 h. e 6 minulosda manha.
Secunda as 10 b. e 10 minutos da Urde.
.ful lio.
JAnno XXII N.
134.
DAS DA semana.
Segunda S. Anacido, au 4. d< I. dos or. e
dnJ.do C. da 2. v.,do; M di 2 v
Terra S. Optuciano, and do J do civ. da I.
., c do J. ile pd do 2 disl. da t.
linaria S Oauillo aud. dn i. do civ.
da 2. v e do J. de pal do 2 dist. de t
Quima S. Siicnaiitln, aud doJ. de orplios,
a do I BluaiCipal d.i i. vara.
Sela S Aleuj au,l iloJ. do civ. da I.
v edo J. d |MI do I. dist. de t.
.S,l,l,.ij S Rutilo aud. do 1. lio civel da
I vara, a do J. de put do l. disl. de 1.
Domingo S. Viccn'.e de Paula.
CAUK'O.S NO DA I i DEJLUO.
Cambio sobre .on Ires :9 a 28 '/,'!. p I f a 60 d
Paiis ISO lis por franco.
. I.nhoa IOS /4 premio |a*
Daaw. da letras de noattlrmai l '/, \> *^afoa*.
iim_t ),, he<|.aii"oiat tilfsOd a l.
Muidas de Jllil .el, I0J.1..... |li00
i n de i.aino nov. ififMO a IKfl'iO
li de *!j;IU. 9>2nO
Prata Palaruess..... Ii0*o a 1*090
. PetM o.,lumiares. l|99 a JfOiiO
Dttt>l Mejicanos. if'Jail a l|9C0
a Miuda..-...... ijf7i> a 1*800
Accoei da Comp. do ilelwribe da aOjOOO ao par.
M^I'.-
DIARIO DE PERNAMBUCO.
PARTE OFFICIAL.
Governo da Provincia.
IPBOIIKTB DO DA 4 DO COIRINTI.
OITicio Ao Exm. pretidenle do Rio Grande-do-
Nnrte. solicitando a etpedicio de suts or.Iefls, pira que?,
(omo S. Exo promelleo, quando requililou n mil sic-
cid (arinha, que ltimamente pin lili le remlle-
nlo, se deieonto no lupprifneolo, qus theiourina
"iqudle provincia lem de fater e delta por coala do
inoo finan airo prximo pimdo,' a importancia toUI
ds metma iiiinb.
DitoAocommindinto dis irmn, icienlilicando-o
de tei concedido Irinti din de lieenra com meio toldo
loprimeiro tenenta do teguodo bitilhao da ertilbiria
p. Padro Allooio Ferreira.
DitoAo inspector di tbatoaririi da fuemli, orde-
Dindo, que.em quinto niocbega diilribuicio do ere-
dilo do que no inno financeiro, que priocipiou a cor-
rer, lem de despender no arienal de inirmlii, nian-
aVo supprn com a< quintil!, qu foram indiipeniataii
pira culi orn datan despeas, e nlo eicedorem ai que
pin ellas folio votadaa em o eiercicio ultimo. Parti-
cipou-te ao inspector interino do arsenal de mirioha,
em cootequeocia de cuja repreientacio sa eipedio etta
oidem.
DitoAo mettno, determinando, que ao encarreRa-
do di obra do palacio dos anligos goternadores de Olin
di, para aa deipezas do crrante mez, mande entregar
quintil de um cont de rit.Patticipou-sa ao supra-
dito encirregado.
DitoAo inspector da Ihetourarii das rendas pro-
lioeiaeg ordenando faca ndemnitar o arsenal de RUer-
ri de 3,200 rit, que por all te deipendeo com a factu-
ra de urna chavo de broea para a caa do concalbo (eral
denlubridade. Parlicipou- te ao director do arsenal
de guerra.
DitoAo eommiitario-pagidor, determinando, en-
tregue ao rarcereiro da ci ieia desla ciJade, pera paga-
mento do que no me' ultimo sodetpendeo com doui
piisos pobiri de justia*. indos di liahia, a firn de se-
ren transporta.loi ilba de Fernando, a quanlia de
9,600 leu Parlicipou-se so chcu de polica inte-
rino.
DiloAo director do arsenal de guerra, recommen-
diniloa eiecucio do imperial ivito do ISdejunho lin-
do, que manda dar liana aos sida.los da companhia de
irlifca do niesmo arsenal, Manoel Ciraco da Fonseca,
Paulino Antonio da Tnnd'de e Pedro Aleandre Pe-
reno; e >o respectivo anipe(ada, Ji.o Cardlo da Silva.
DitoAo inspector da tbesouraria da lairoda, oide-
nn lo, inca indrninisar o arsenal de marinha dos lis
356,858. que em o mes lindo te deipendeo com o A
Iricanos livre, ao niesmo artenal rerolbidoi.Pirtiei-
p. u-se ao ni.pe. tur interino do arsenal de mirinha,'
recoinmendando se-lhe a niaior economa com ai des-
peus, quee houverem de fuer eom o mencionados
Alncinoi, e delurminando. despeca o seivenles, qu
desle tralavao, e d'eotre ellei esculla, para ua substi-
lutrein, o que eslivercm lions.
I) loAo inspector interino do arsenal de mirinha,
recommendando, em cumprimento d'oidem m penal,
niocominta, que v Abordo das bateas de vapur da
companbia brisileira, que 6 este porto vierem, pratico,
que uo tenba sido escolhido pela especliva agencia
Delta ciitade
Poitena- Nomeando a Fr. JoJo Cipittrino de Men-
donga, pira, de conformidad com o ten oflerecimento.
teir gratuitamente o lugar de cipellao do corpo da po-
lica. Porli. ipou-se ao inspector da tbesouraria das
reodat piovinciaet, ao eommindanle geral do corpo de
polie e ao nomrado.
DitaAo director do artenal de guerra, ordemndo.
que por empreslimo ormci ao segundo bitaiho da
guarda nacional desto municipio 12 rele coai lerendos
Pirlicipou-ia locommandinte mperior da mesma
guirda nacional. ___________________
INTERIOR.
A LEA. (*)
por jFrEDerco ^oule'.
SEGUNDO VOLUME.
I.
xxvucAt;u.
Antea de narrar o que rrmliou ilua conicllioi de Leo-
na Gustavo de Munriuii, eduaeu ultimo nulluquin cu
Amab, ncceitario he, que digamu >m nutim leilores o
quo ae liavia panado eiu Cas de Tl'ure, durmi ollu
dial, Tainbtiii.lio prvuiau, quo druioa a eaplirafao doal-
'(uinaa circuniataniias, que i'OnviU sere:n Lem rslabc-le-
\l'cidas, para tjbe ae cumprebenda a rrlacAo, que ella
leen com as perionagem deaia hialuria.
E, priiueiru que ludo, apelar du que diiiu 01 opti-
aailtaa, latu bu, aquellei, que iuiIcuiu, que au caluiu-
() Vd. Vtri* n. i.
Rio^de-Janeiro.
discurso,
COU Ql'R O SKMIOIt HINlSTUO DA M ARIMU RF.SPONDRO AO
.'KNlloil FERRt' AQUELLK, CIJA TR vNSCnIPCAO TKIt-
1IINA l OS BM U N. 150.
(Concluidodo numero 153.)
Fadarei agora tohre 01 pitia portes, teguiqdo a or-
.lem do< apontamentoi que tenbo.
Com elfeito. Sr presidente, ettabeloceo-ie aqui urna
turca de teboque de navioi par ot levar a barra e Uj-
ier para dentro A secretaria reclimou leu direito,
que en do passaporte ; lie a reparticio da marinha
quem fitcalisa acerca dos navioi, que enlrSo e sahem.
Nio me contentei com a rerlaqiacio di lecr^tana, e
ouvi o pr curador da corda, a ell date, que erSo de di-
reito o pssiaportei. Com efleito com repugnancia
mioha, annui a ella rclii|aco. e pagarlo fe lorie-
mente taei pitssportet. Reclimou-te ; 01 interetsi-
dot fi/erao sua reclamacSo, e eu tornei a ouvir a quem
competia; e diise-ie, que nio podiau deixar de pagar o
quH eslava estilieleri.lo na lei ; mal examinfii, pergun-
tei quilbeetta liicalitacio, em que consiste, e vi, que
ronsittia no tal passaporte; e entin o quo diz ? O no-
bre deputado est nial infirmado, porque, ba maiade
tre mete, mandei, que sempre quo etta barca se apro-
senlasse na fortaleza da Villegai^oon ae Ibe permil
lisie entrar e sabir, levando, porm, urna escolta de im-
periaes marinheiros, pira evitar quaetquer abusos; e
no te pode deiiir de conbecer, que eslai bateas, no
levar e'Iraier, alguma couta podio fazer; mas nao
pigSo patsaporle. Enlietaolo, devo dtzer, que nio era
urna estonio, como enlendeo o nobre deputado; o lio-
mem da lei foi ouvi.lo, e elle responden, que o passapor-
te era lundado em lei. S<*obores, o direito de passapor-
te, sej da secretaria, seja da capitana do porto, seja
daqni ou d'acol, existe em toda a paite, nio be S no
Brasil, nem he lio oneroso, como te suppe. Toda-
va, aeste negocio nio oacbeijuslo; mas loi fcil re-
mover este eoibarsco.
Agora veem as queslei do concelho do discipli-
ne. Em veidade convtn lomar urna medida cerca
dos processos qur no exercilo, qur na nii.rinha.
t\)uein coohece o loro mililsi, e o uobie deputado nao
pode deilar de o cnihecer saber, que os c. nci Ihos
de guerra loiio sempie of que pronunciaiio not di-
mes militares. Oroncelho lupnnio militar, que o
nobre deputado etligmatiinu e qua athou ser urna
insliluicio lora dos principios conslitucionaes per-
initta-me que Ihe diga que esti pelo contra-
rio, em harmunia enm a oidenanca dada pela cons-
tituicio do imperio. Leii o nobre deputido a cons-
liluicio, e vera que ella'tupro ojulganienlo e le-
coDbece o loro militar. O concello supreno militar
nio pode deixar de ler taes itlrbuico ; elle nio per-
,ia. elle n-odera, applica a le, teguodo as ciicuuis^
lancias.
Sr. FtJrn : E legisla lamlem..
O Sr. Mimuro da Marinha : Nio legisla, esta
engaado ; enliio o governo Unbem legisla, quando da
reglame ntos, Lembre-ie o nobre deputado de cuno
sio feilot os romelliot de guerra, t |uizcs da [ ra instancia ippluo a le, ediieni : o aecusado de
t,l crime, pela lei ten tal pena e nio allende a ne
nbuma circumilancia ; quem atiende a estas circuios
tanriai he o coocelbo tupremo militar, que lem at-
iribuicio de modificar ai pial, legondo as ciicumslan
cas do delicio, altribuicao, que lem qualquer jii no
fdro commum, que podo apphcir a pena luaiimi, me-
dia, ou mnima, legundo as ciicunisleocus aggiavao-
les ou aitenuantes. Nao be asum no fro Militar:
Nela loro quem dena ter esta atiiibunao ? O jun da
ni do cnntinii a aociedade, o que a arha ni..ral, talla
a clieia du virludea, lomarcinna ajil.erdade de fu. r urna
reflesao, qu, por so dirigir impleiinaiile eiariicia
huiuaua, u nio a Boaia urganiaaciu aucial, 11.10 leveui-
fiilder us iUMil.ri.oi Hailglual.
E.ta ub.ervi.ea lie a niaia vulgar de luda*; mal, no
notn ii.uu dr ji.lgar, aproaenla-ino-la man cunio uiim
dearnlpa dn que oumo nina aoeuaacio.
O lioinein, material o moralnienie, be de todoa oani-
,.... ils crcsi,lu oque niaia fatilmanlo ae toma inaen-
aivel. Oque 11 eirravo podo auppurlar de pancada pro-
greinvaineiiie applinada lio inerivel; o qua a hoiuein
,|j tueiedftda eaculluda pode auppurlar do peiarea uior-
laei ullrapaaia ludoa o raleului.
Aasini, a luulher do Tlire, que diiia julgava, que
luurreria, a*u fillio niurreaae, liavia paaaaea Vle du
depuii da ua deiapparicao-, aem precuar ehnmar o nir-
dico. Thur bavia deolarado, que abajara o roo ea Ier-
ra para adiar o hlho, e ea.aa palavraa iiicuiniiieuaiira-
vria, ceu o ierra, 10 liavio circumaoripto a reparlic..
da polica.
Mu quereinni diser, por cerlo, quo cita dor dsmo-
It.er deTnore nio folie amuera quo etta retolu9ao de
Thor nu fut.e tomada do ba fe. O primeiro di, quu
u poiro araenie tenle eapura, eiiip.iia-io, eaoucaia,
aaha, par. deien.baracar-a luluiudeaac ferro, que o
pioa iiailhaiga; maa persevere o eavalleiro, pro.o du-
rante um mes au nobre cur.el a aua loipuiuuoia ounlr
urna forja luperior, o o cavallo debrar, aubjeiur-ie-
primeira instancia ? Nio; mas o concelho supremo mi-'
litar, composto de militares encanecidos no servico, a de
jui/es idjunctot, que nio teein menos direito de sarem
respeitados por leus conharimentoi e pratioi. Mu o
que fai o cdigo criminal ? Diz, que compele lorinar
culpa a taes e taes juiei, e ios cnncelhos de investrt-
elo. Ora os concelbos de nvesligacio nunc lormlrii
culpa, em muitos rrimei nio exitlio, e mesmo forio
inlrcduzidos quando o exercito inglut eutrou na P.-nin -
aula; t-lles sio neretsarioi, aju.lio muito para habili-
tar o concelho de guerra a pronunciar. O conceHio d
guerra hetempro quem pronunc a, ou despronuncu
eom app.'llo para o coocelbo supremo militar, que con-
firma ou manda proceder novo concelho. Vg-ic, pon,
que he necestirio alterar o art.go do cdigo do proces-
10 cr.iminal, e em.Jugarde diier : compete 10 cu
fl.-lho de nvcstiiacio, diier: compete ao conce-
lho de guerra. Ha, entretanto, nio ha remedio ; nio
h.io ile car dimes militarai impunes, nem nlli 1 >es
ubaliernos a seu bel praier amnistiar crinies oimiis
horrorosos.
Fallare i a respeitn da academia de muinha. Em ver-
dada, eicedi a despera. O que dissa o nobre deputado
-er.i muito bnm, mas ba de permillir, que dig, que
ni.1 considero, que o Hratil consista t no ttio-de-Ja-
neiro (apoiado\). Nio ha s no Rio-de-Janeiro, que os
pais teem direito a que leus filhos aprendi, e que teji
aduiiiii los na marinha;01 das provincial teem igual di-
reito, a nio devem ler reduzidot a etperar, quesees-
talieleca este collegio, em que o nobre deputado (..I
lou. Na academia os examet sin muito severos; nio se
admittem senio | e--o.it muito habilitadas, e as que sao
reprovadas duas tet.es nio \3> para casa, vio para o
exercito.
O Sr. Ferraz : Alguns vio para lentes.
O Sr. Mimilro da Marinha : Algont vio para
!enle*s ? E poique nao ? Porque fui reprovado um dia,
egue-so, que eu nio posan um dia saber? Para que se-
remos injustos? Com eleilo, augmentei a despera; mas
saiba o nobre deputado, quo um pai, que manda um
lilho para a marinha, nio be para gozar, nao be o mes-
mo, que aquello, quo manda para ocurso jurdico;
nio he pala se sentar nesla casa, onde (.inda nio vi um
oflicial de mminba ; be pira fazer trabalho iusano, he
para ser til aoseu psiz.
Mas, diste o nobre deputado, quo vou augmentar o
numero dos oflii iaes. Vio ji o quad'O ? Sabe as vagas,
que ha ? Sio m. il de 160. Tenho (alta de offiriaes su-
balternos. Sat'bl mus o nobre deputado, qua a prono-
1 io de guarda-marinlias s lie fela dep, is de dous an-
Dul de servico Em lugar de o nobre oepulauo me cen
surai por fazer cnsideravel numero de oflicii.es, lalvat
eu devesae ser um peuco ceusuiado pela miuba severi-
dade nesle nbjeclo.
Poda ler, que um homem reprovado duas v^zes los-
senuvameiite admitt'do na aia.lemia; fui eu, que o (iz,
e nio o lit sem consultar. Eu broas |orlas da ecido-
mia militar; estamos no lempo de par, nio temos mui-
tas inslruitfies, eacbo melbor. que a uta moridade
rste|a isludamlo, do que sem lazer nada, 'l'emos con-
iderasel numero de 1 liiiaei a lem do quedio, tamos
IO alteres; e como quer o nobre deputado. que eu ni
eliine, que gente da mii.ha ciaste su iiialrua? Porqo
loi reprovado duat vezn ha de eslar sem fizer nuda ?
yuer esludar, venha estudar.
Fallouie dos lenlei. Eu chsniei para o meu gabine
le um lenle.de quem lou muito amigo, e cujut talentos
dio esp.'ranca de laier algum dia alguma c ua em be
nefitio de meu paiz muito me ajuda. Masdizem, que
(iro ni lentes das lulat ; pdim o que querem, le eu
tambern lui tirado de lente ? Quero dizer, que me a
traso na carreira militar, fiquei om lenle-coronel
por cauta da maldita cideira, e, se nella licasso, seria
talvez coronel, e t-ria urna aposentadora. Mas euta-
hi. actual ministro da guerra preencheo seut viole
n nos ; o inlpedor da cana da amorlisar;io (aiiibem era
lente. Uas para que designar humen, que se teem ti-
ln, e a ilharga dorida ae habituar;) a aoffrer, un uto lef-
frera mala, O earac/lo du homem be, como etse com,
ao principio rebelde ailr; a primeira ves, quo olla o
pung-, rov.dla-ao. qner etpellir a deagraca, que o fere,
agiia*ie cum frca o energa ; nina, tu a deagraea conli-
i.ii.i, o coruja.. ulunclte-u, accoiumud*-te Ouiu ella, e
loma 11 iru curio habitual.
Aaaim aontecia eom a familia .Thor : a dcinpparicu
de Ca loa lora urna rovolucao ; ludo era correr, obrar,
faUaaj a vida luda inli'ira dn catn apenas era uflieienie
para procurar ee fill.u perdido; patiadu. puroin, eaae
primeiro eafure, por ueoeaaidade 10 reconhrreo, qui-
nada te liavia gaiihu ; e o leguiulo nio hara prwduilJu
niellior reaulladji: a turca liiuuaiia au poda bailar
urna etialeneia, que le pasiava em sobresalloi u.invul.i-
vu. Dunaa violentas eia.perairie p..uu-ie um det-
etpero caando, depon 11.ua aucied.ide maia moderada,
e, anda que a desappariflu deCnrlua huuvetve deixadu
um vt-rdadairu fundo de tritteta na vida du familia, o
cuida.lu do negocio, alguma palavrai aventuradas,
eairanhaa oaaa comanlo preucciipacau, haviujaeu-
volio de ideiasa toeuoi lugubrui o trilla tuudo detao
petar.
lima phrase metmo bavia etoapado madama Thor:
Meu Deui nao o veiei eu purvenlura man?..........
E eraa phraau eslava bem longo d'ell'outra : A parda
do meu hlho iualar-iiir-hi. via urna aepullura, uberlapala primeira.......... o techa-
da pela segunda.
rado diquelli academia com grande proreito do pi* T
Ni > neg.i, quo 01 discpulos so retintio um pouco .le-
ais mu laen; mis atindanos i utilidida publica,
comparemos o bens a os males. Q untos lantoi tenho
. nnlie.-i I 1 muito ordininos, que team dado muilo bons
discpulos .' Nao ha plcito aar ranJe lanle para ler
bons discpulos; sempra ha melhor ter bons lentes,
mas os bons lentes sempre si* os melboroi dncipulos
mifistf dorm dtcmh djcttnr. llibiliti-ie mais
gente para o ensin. publico ; mat querer, que se feche
a academia, e que ni) se lance mi dos humeai, que
po lem servir bem ao njU, nio me ptrece diosamente,
nam vejo ato nos cursos jun lieos, qusnJo alias h*
muiligentn variada nal tcianciis jurdicas, em quinto
ha escassez de homem vertidos as sciaocits exactas.
He 1 1 muito tarda ; eslarui prompto pira continuar a
retpooder amanhia.
Ha emenlai na tnssi.inbre ai quaes a noiire commis-
sio leve a hondada de conferenciar connnigo, a as
quaes convim.depoit de Ihe dar 01 esclareiimentis, qua ,
luliu-i necessaros. Eu adopto estas emendas em ludas
as suas parles, nacrtela de que o iervic> publico sari
satisfeito, sendo ellas approvadas.
Disapfiso,
QUE iA rinuil iii nf.ee 1 mu, POR OCCA COSSAd Di V"TJ 11K OHA{AS, PRuNUNCpiU O SKMI R
PAULINO. a
Sr. presidente, serel breve, pirque a discussao. pelo
lado, pelo qual a encare!, e pretendo encarar anda, es-
lquasi exhauida. Tenho. oumtuln, de faier algumai
iIi-.tijie- sobre alguns pontos dalla.
Os importantes d icumentos, que aqu forio lid os
hor.tem.vierio errtamenta Uncir muita lut sobro um
dos actos do ministerio passadn, a mistan do Sr. viseso-
da branles. Antes da produrcio desses documentos,
eu dase, que nio cnmprrhendla semelhante mi 1 1.
Digo, que a nio coinprehendo anda, lato he, nlu cotn-
pnheudo, que Um e lesullado utit della se poderia es-
merar para o pan.
Segundo essas instruccSes, tao lacnicas, ful o Sr.
visconde da Abraotes eucarregado de perguntar aoi go-
vernoi da Flanea e da Inglaterra, quaes oa direit s a
obrKa(Ces, que dirivavao dos tratados, pelos quaes se
obngavao a manter a independencia da Kepublica Orien-
tal, ou o que pretenda 1 Taier no estado, em que se
1. n.nao os ni g.lelos do Itlo-da-Hrata.
Ora, .>> ueeiji....o que isinos pedir, j eslavio
feitas, o mu solemnemente, pelos pruprios ministro*,
doa quaes deviio ser solicitadas.
Heliru-inc s discussdas, que Uvera 1 lugar na cmara -
dos depuladus em Franca, na lo-sgodasi da malo da
I (S i. I .al..u-se nella largamcnle aos negocios do iiio-
da-l'mta, e M. Guiul, o ii.esmo ministro, 10 qual o
governo do Brasil mandava faier aquellas pergunlas,
deo ao listado de IM'iU a nica e veroa.ieira intelllgen-
cia, que, na sua opima.>, devia dar-se-lhe, e declarava,
que nisso eslava de accordo o govemo inglez. A c-
mara me peimiltiri, que lela alguns trabas do discur-
so dessu ministro.
O teur du art, 6. do tratado, celebrado entre lluenos-
Ayres e a Franca, em 'J'J de outubro de 181(1, heuse-
liumie i u tica entendido, que o governo de Buenos-
Ayres conlinuaii a considerar em cftado de peifeila In-
depondencia a repblica oriental do Uiunuay, do mudo,
por que foi estipulado na convenci preliminar de pal,
concluida em 27 de agosto da I8z8 com o Imperio do
llrasil, sem prejulio dos seus din il .s nsturaes, todas at
mu** que pedirem a juslica, a honra e o seguran(a da
fepul/lica Argentina.
.. (Juncino ver ueste artigo 1 diz M. Guiot) a garan-
ta da pai, dada pela Franca a Montevideo, a garanta
Cintra as consequencias da guerra, que a repblica sus-
leolava contra Kosaa ; nada ba de tul.... llosas llnua,
em is.8. deaecurdo cum o Brasil, em convenci de 97
de aguslo, 1. cunii.ci.lo e consagrado a existencia da re-
pblica do Uruguay, e uno estado independenle. O qua
o Sr. de M,n k 1 u qutz de Kosas foi urna nova duclaracio,
um novo recouhecimento dessa independencia, que se
poda teceiar, e com rasan, ver compruoieltua na guer-
ia enlie as dua repblicas. E o que prova he o texto
mesmo do ailigo... ludo quaolo doli se pode tirar.
Un mudo algum pretendemos 111 lancar a menor du-
ela lubre us aeiitiinciiUM do uiadamo I Imr oom aa re-
flexit, que auabamua do later; queremot tmonlo di-
ier, quo ella aaaubjeilava a cuii.iiclo eioauuiii, up-
... laudo a ua deagraea enm nial eienidido n duude-
einio dia, du quu uo pruueiro.
Alm dalo, nio era etta deagraea desesperada ; por-
|iie Amab huvia afTirmadn, que Carloa viva, cuaiquau-
lu neiiliuiua nuliuia man liana dado, porque nada maia
aabia. Leona iiio han iktKi; E* h"ifiu Cala ero
ueu poder, vive....... um da Ihodirei, mb queuoii-,
dielo podeieirunui-lo a aua familia: algumaa vetea
quiten Aiuab uvnbocer c... cuiidijao, mu Len.i havia
empre e.pacad.i ettat iiifuriuaco, e ella nada maia
liavia sabido. Entretanto, ello a va lodut us diaa, dea-
do csso pruiieiro enouutro, viuquc ella o havia arras-
trado epi dp ti. Todo ete lempo liovia Leona eiupre-
;.ulo eiii irritar a ciiriuanladu n doarjul de Vctor, om
aluuoular ..ripuranea, eiu luurlihea-lu Ouiu l.gracea
ale o dia,' em que, certa du aeu imperio, Ihe deu a pri-
meira balalha.
Tuduf ua diaa te avittava tarobem Amab oom madama
Tliur, e nuvas eaporaucat Ihe dava a re,pullo de Car-
io i mina aiuda de reipunder a quealei, ooiou ne pri-
oieiru da ; mat, quando Aiunbjurou uioa, duaa e trea
vetea, que nada maia poda dixer, quandu allinuoii oont
p.dna de huura, que nio poda descubrir a pastoa,
quo tiuba Carloi ooculto, aeuataniiko-ie a eaeaa'vagae

,-
sea, n 1


T
T"T
bem que no estaje lllferal, formalmente escrlpln, he
orna obrlgaeln para a Franca de reivindicar a indepen-
dencia de estado de Montevideo, ae llosas o conqulstaa-
ae en quitesse incorporar a confodcracio do Prala. Els o
verdsdeiro seotiJo do artigo ; outro se Ibe oio poderi
achar.
E o mafi he Sr. presidente, que he eita a mesma n-
telllgencla, que lem sld > dada pelo governo imperial i
convenci preliminar de pat de S? de agosto de 1628.
celebrada entre o Braail e a repblica das provincias
unidas do Rio-da Prata. E o nobre ex-minisirn doa
negocios rsira'ngelros a levou a tal ponto, que nio duvl-
dou declarar, em orna das notss jun'.ss ao relatnrio de
sus reparllelo, que. anda metmo que a prc de Mon-
tevideo eahiste em poder doa tinadores, nio destruirla
Independencia da Hepubllea Or'ental
Continuemos, pntm, e vamos i hypolbeseda media-
to. Prosegue M Gul'ot:
Els aqu o que o Sr Thiers me parece Ignorar I Pe-
dio e'le. no flm do seu discurso, como cousa nova e de-
cislvs, que poda pr termo i lucta, que a mrdieeio
da Franca e da loglaterra inlervietse, A medlacio da
Franca e da nglateira (oi propntta n'uma poca doa
dous govrrnot : f.ii rejeitada pelo de liuenos-Ayret ; ti-
nha elle por certo o direito de rejeitar. Vivamente Isttl-
niimoi. que o fliesse, forte mente Insistimos ; mas tloha
elle peifeitamente o direito de lejeitar,
O que tenda, que. pelo tratado de 1840, a Franca nio tnhs
direito nem obrigaclo de inteivirou mediar na guerra
nilenle entre Rosas ea Banda-Oriental, e que aquelle
estsva no eu direito rejeilaado a medlacio....
Vamos a outra hypotbese, a da inlervencio armada.
Dli o referido ministro :
Con prlrfa que essa medlacio se torna'se armada ?
Cumprlria impo la pela forca aos dous governos. fuer
a guerra a Rosas, para que elle fi/esse paz com Monte
Y :o? Elsaquestio.
Senhoret. para assim Intetvir entre dous estados,
e Ihes fmpor sua medlacio pela torca, sio precisas gran-
des raides de interesae nacional Ji tinhamoa experien-
cia do que be urna guerra no Prata. Tinhamoi f 'ilo a
guerra a Rosaa por es par; de trea annos. desde i 8 7 ole
1810. O que Consegualos? O tratado de29de oulubro
de 1810. Seria cousa serla coinprdmctler-te em urna
nova lucta, e por urna causa, que Ja nio era nn*s. que
nio era mala o iniciese grral I ranee/. J nao linhamos
que pedir uo prndente Rotas, quedhse Franca o ira-
lamento de nucdo man favorecida; j nao tinhamot
que pedir the indemnisacOes para ot franceses, que hou-
tessem toffrido injuslicas t txiorsOtt I iiihaini s que f <-
ter-lhe a guerra por urna causa, que nos era eslronha :
era gravlttmo leamos, .que nio ora nen prudente,
nein junio, nem exigido pelos interesses da Franca, cau-
sa unir legitima de qualquer guerra.
Sendo re, nio Tomos os nicos, que assim pensa-
mos : A Inglaterra o pens como nos. Quando se
tratou de converter a n.idi.ei em guerra, ein media-
fio Imposta pela forca, o gabinete ingle tembem nio a
quii, persisti na neutra I idade. deo-a por instruccoes
sus reua atientes. T.rilu persisti, que urn honradissi-
mo ulllcial de marinba, deque inulto fallou ante-hon-
lem o Sr. Thiers, o commndore Purvls, a quem o go-
verno ingles le plena josiicn, pelo telo, com que sus-
tentou os inleretses ingieres ; o commodore l'urvis,
acaba de ser iludido do enlomando do Peala, porque
nio observou com sufflcienla eiactidio a neulralid.de
naa margena do Prala.
Est, poitanto, aqu marcado, com toda a precisio e
ciareis, o caso nico da intervenan, mas ds interven-
Co armada ; a saber: quando os lulereites franceses e
ingleses a esigis.em.
He preciso notar, que (odas as declaracd'-s, que orio
leilas posteriormente, tanto as cmaras francesas como
no parlamento, pelos respeclios ministro', esto em in -
teira cor.formdade com aquellas. Em 15 de Janeiro
desle anoo, disia Mr. Guiiot. fallando da inlervencio
armada no Rio-da-i'rata : Ci o lim, o nico (m, que
nos propozeo.oe. Este fim he proteger ellicarmenle os
iuteressesdos Franceses nesse paii, qur d.quedes, que
psrtem da Franca, qur daquelles, que residem rus
margenado Prala.
Nem taes declararais erio precisa. Urna de duss.
Senhures. Uu os interrsses da Franca e da Inglaterra
chernaao>sas potencias a interrir nos negocios do Rio-
da-Prala, ou nio... Se as chama vio, era intil a mistan
do Sr. visconde de branles, porque ellas ls irilo, sem
elis esem nos, erscusado era, que fotsemoi poslos de
psrte, como lomos. Se nio as cbamsvio, cerlau.ente el-
las Ih nio inio pata nos lser favor e promover os nos-
sos inleresies.
Oque he notvel, Senhores, he, que estas declera-
(Oes solemnes e lio positivae, que acabo de rtlerir, (ci-
tas em 31 de maio do 184i. lorio aqu publicadas no
Jornal do Commercio de 12 de agosto desse metmo
snno. Esses declaraces retelavio cltrameote o pen-
samenio do governo francs, e o accordo do govetoo
britannico, e a maneira, por que ellea entendiio oa di
reilos e obrigaedes resultantes dos tratados, pelos quaet
se baviio obrigado a oienter a independencia da Rep-
blica Oriental do Uruguay. Entretanto, as instruccoes
do Sr. visconde da branles sio de 23 desse mesmo mes
desgotto de 184*. Se o fim da nimio do nobre vis-
conde era tmente o indicado, nio te pode compreheo-
' Pode ella qualifiear-se pela seguinte maneira.
Em 23 de agosto manrlava-se o Sr. visconde de bran-
les pergunlar aos ministros da Franca e da Inglaterra
aquillo, que o primeiro, de accordo com o segn'o, j
linba explicado, ettsmlo estas esplirs{3es pulilicadas no
Jornal do Commtrcio de 12 do metmo mei e enno 1
Isicbatta para quaficar a lembranca de semelbante
gusalo.
Cbamsrei a alinelo da cmara para as palavra,
que, ha poueo, rpf-ri. aJA nio linhamos que pedir so
presidente Rosas o tratamento da naci mus favoreci-
da, j| nio linhamos que pedir-lhe indemnisaeSes
Em 1840. as loicas francezas retirlrin-se do Ro-rls-
Prata, depois que ohliverlo o tratado de 29 de outunro.
o tratamento da naci mais favorecida, e indemniss
cflis. Deixavio ainda access a guerra enlre Rosas e
Montevideo Queris saher, qual be a queslio de boje ?
Al ntrnrc5es dsdas ao conde de Saint-Aulaire. em-
baixador do >ei em Londres, a eiplicin. Concluem
ellas assim: P.oleramos reclamar tmente, como con
equencia accessoria da notsa inlervencio, a applicacio
dos principios eslshelecidoi pelo congresso de Vienna
para a livre navegselo dos rins. aos ros, que deicem
Prala.
Su ss potencias interventoras conseguirem itto, e fi-
rerem algum arranjo ventajoso, he muilo para receiar,
que se relirem, como a Franrja'em 1840, deixando a
inda eceesa a guerr no Rio-rls-Prata. Na se.-si da
camera dos"lords, de 19 de levereiro deste snno. diiia
lord Aberdeen : Muito recntemenle o general Rosas
lez novas proposiedes, as quaet, ainda que nio teji
admitsiveis, be possivel que ptalo levtr a um srranjo
aniigavel.ii Com essa linguagem coincide a de M. Gui
sol na sessio de 15 de Janeiro dasteanno.
He fcil tirar as contequenciaa do que leso dilo, e
por isto nio me demorarei mais sobre esse assumpto.
Passsre agora a ftser algumis ohservai-Oes tobre s
defea, a que em urna das sessdiis precedentes recorreo
o nobre ministro dos negocia ettrangeiros, deputado
nele Baha. Vamot primeiramente a questio do lull.
Ditseelle: O que poderia eu esperar da tentativa d
intii alguma negoriacio. de urna nova negociadlo,
que detia ter necessariamente lonxa T Mas nsn negou
o nobre es-ministro, que esse gabinele de 2 de leve-
reiro, a que peitenceo,linba encelado estei negociacoe*.
Encetou-as, porm, em 2 de julhn. fra de (empu.
pois que o liill pattou em 8 do mer seguinte. O nobre
et ministro dos negocios ettrangeiros, deputado por
Minas, disse hontem, que o governo imperial devia
negociar, nio obstante o bil. Creio, que com efleito o
enverno ba de se ver obrigado a isao, e pela minlia
parle nio. o renturarei, se o fuer. Acompanho nest
opiniio o nobre es-ministro. Nesle ponto sou mais
ministerial do tiue o nobre ex-mmitlro deputa-
do pela Rahia, o qual, te nio quera, que te negociasse
antet,muilo menos o deve queier depois O que eu disse
e lomo a diier, he, que, se nos linhamos de negociar
depois de ter passsdo o bil, se tinhamot de pastsr por
baixo das forcas caudinas, deviamos ler recorrid a* ne-
goeiacSes antet da proposifio e psssagem do bil, para
evitar ette insulto.
Mat ditse o nobre ei ministro : Porque o nao ti
restes, quando eris ministro ? Oh 1 Senhores! Pois
o nobre ex ministro, que esleve no poder duiante o
paco de um arno e um mez, anteriormente i espiracio
da convenci de 1817, e que nio tratou de renovar
es negociaiet, he de-cupalvel, e aquelles. queetliverio
no ministerio anteriormente a este anno e mes, he que
teem culpa Pode detconheier o nol re ex-mimalra,
iue a approiimaclo do termo da expirafio da conven
Co refer ia facilitava quaesquer negocia(dea para tup-
pri-la ? Que era a occasiio mais arada para itto ? Que
era muilo natural, qne a Inglaterra denejando sup-
prir por novas estiplalo t urna convenci, que ia ex-
pirar, preterase decer de algumas pretenr;des etagera-
das, a lancar mi. peranle osolbos do mundo, de una
violencia mqualilicavel. Porquanlo, como muilo bem
ae disse nesta casa, as nacOes, anda as rnais 'rlese
mais poderosas, nio querein pstsar por injustas, po
curio temple dar aotteut actos urna iflr de ju-tica, e
tmente recorrem i violencia clara e aberta, quando
nio encontrio outros meioa. -
(Continuar-te-ha. )
Tinhio-se recebido em Liverpool noticies dos Etta-
dos-TJnidot at Ifjfele maio. das quaet constava, que
eslava declarada a guerra formelmenie enlre aquella
potencia e o Mxico, em conseqoencia de haverem eo-
mresdo as hostilidades no rio Bravo-do-Norte, lando
o axercilo mexicano atravetsado a Ironteira americana,
n cercado um deslacamento de 63 hnmena dos Estados-
Ui.idos, que foi eompellido a depr as armas, depois
de urna parala eontideravel.
O principe Luis Napolelo evadio-se da prisio, em
que se srbava m Han, no dia 25 de maio.
Osjnrnaea, que nos Irmixo i brigiie Rohim, vindo
de Liaboa, e que final entrn himlem, de data an-
terior a di|urllea.ileqoi' exlrneiinnna aa milicia, qae,a-
cerna de Pnrtngul-, tenma Iransmillido ana nnssna Icito-
res : jinr ia.o nada I ella ailianlio, nin aer dea-
nri|i(lo rireiinnlaneiada do ielm, que preoedriu a
rrie minislerial, n ni darrmna ora niilr inieiein.
COMMEBCIO.
Alfandega. .
RBNnmmTo do di* 14................6:760i328
Desearrego kojl 15.
RrigueA/i'osrbacalbao.
Hr'gueSharrmut farin'ia.
Polaca /.eonidemercadoriai.
I'uldcaLigure dem.
IMPORTACAO.
N'CER hrigue americano, vindo de Terra-Nova,
entrado no crranle mes, a consignadlo de llenry Fois-
ler& Compsnhis, manileslou o seguidle :
2,724 barricas bacalbao, 1 caixa cootendo um car-
ro aos'consignatarios.
Consulado.
Rendihento do da 14.
I 'Til I...........................
Provincial.........................
Diversas provincias.,
..........
l:1S7i9S
488*127
5*805
1:fi5l127
ilovuiieutu -HMBiii iit: rtnviiim i;h.
der
teguranca. A certera de que Carlua viva ji Ihes tervi
de eoiiai.lacSo.
No ini, havia Virlrir feln ludo para destruir as tu,
peilaa de madama Thnr, aaquaesrlle metmo Ihe liavia
aiitciladn nmirs madama de Cainbnre. U infrlii iirrsi-
. lia, ruin ffeil.i. na incrivrl resoliicln de te turnar ena-
morado de Julia ; e lano niaia |-er.iti*, quaniu ludua
tiadiaa maia dnrninadn ae va |mr L> 6h.
U linmena aie vnniadn enrgica e raeieeinn fri Irem
extraveganeaa bem ainjfnlare ...... Iuea tic qnsra-
rein o que Ibra lia ei.iiveanenl; e quererem-,., Ila,, ,.
niente a de.jieilu de eslraurdiiiariiia nbalarulu, nia- ale
aprtar de auaa naluraraaiitipatlii'. Conlieco uoj In,-
iiiem, que lem eorfrid Irinta indigeiAea, nln por aa-
tiafater uiaaciavrl ap|irhlr, mas pura aa aonalumar
comer brefaieaks, |n>rque era ridionl, lina ella, ci.k-
nin iMiiIraio euiaer beefalerk, ronin Indoa ua n.ar,
t., praanaa Sn rura; niaa, em fim, aenipre aa lia.
Ora, Aiuab era deaaa especie dina, que, rumo lodu
aruavu a bellexa, a ruucidada, a virtud, tanibem elle
aa davia amar i havia adiado en Julia ludo, qssaulo pru-
netla a um marido ventura e tunaidrraca, a quera
poatuir essaa esoellenlea causa, e ia aabarea-laa aa mai.
Pela barca Primita recebemos jornaes ingle/es, cu-
ja ultima dala he de 30 de maio ultimo; e dos quaea
nio podemos dar um estrado mais estenso por falla de
espaio : o que faremos n'outro nuo ero.
As noticias mais impoilanlet, contidat naquellesjor-
naet, sio : o parlo da ramba, que deo i luz urna prin-
cesa no da 25 do maio tarde, e a paassgem da refor-
ma das leis tobre os cereses, em segunda leilura na c-
mara dos lords, para onde ji havia passsdo da dot com-
munt, depois de um lorjgo curso de qualro meses, ha-
vendo-te declarado por ella naquella cmara uma maio-
ria da 47 volos no dia 28.
Navios entrados no dia \b.
Lisboa ; 38 das, hrigue porluguez fobim, de 170 to-
neladas, espillo Antonio Pereira Horge- Jnior ,
equipagem 10. carga vinbo e mais gneros do paix ;
a Tilomas de Aquino Fonseca Pesssgeiros, Agotli-
nbo Eduardo Pina.cnm duas irmias, Antonio Frsn
citco de Miranda, Bresileiros.
Babia; Odias, barca americana Pilot. de 200 tone-
ladas, capillo Josepb Swift, equipagem 11, em las
tro ; a II. Fortter & Companbia.
Declaragoes.
ARREMATACOFS. QUE PERANTEATIIKSOU-
BARIaDVS RENDAS PROVINCIAES SE TEEM
DE EFFEITUARN'CORRENTEMEZ.
ol
As obras da eadeia da villa do Brejo, de novo orrada
na quantia de 7:713,i337 rs. inclusive o augmento dt
dcima paite i favor do arrematante.
Disimn dos coros no municipio do Cabo, elevado por
um novo lanco a 634*666 rs.
AVISO IMPORTANTE.
O administrador da Diosa da recebedoria das rendas
geraes internas avisa sos collectsJos dos bairros do He
cife, Santo-Antonio, Boa-Vitta, e A logados, para que
venbio pagar o imposto do banco de 1845 a 1846, fin-
do no ultimo de junho prximo passado; pena de se
proceder a execulivo contra aquelles, que o niofcereni
no prefito praio de quin/e diasda data.deste, e cuja re-
lacloj se acbapromptapara ser remedida. Recebedoria,
II de Julhode 1846.
Francisco Xavier Cavalcanti de Albuquerque.
Inereslravaganle, caprirbnaa, impudente, apaisanada,
toberba, deadrnlmaa. Esquec.ev-uua dter, queoiujei-
1", que quera gualar de beef.u-i.ke, como ludo n m.ni-
de>, goslava. maa que niogiieni, de pinent, de Inri,
e da maia ardeniea eapreiaria do Oriente,
Fra uwa Ineln eurn.a ea lid* de Ainab, teneln
raiivi ra .rnenle elle envolvido ; TDaa, acm nln ganhar
nada, perda urna poLre iiinuna, unjo iiiiiucenl eur.-ici.
e driiava lesar deaafTala apparriiria. Deaavenlu-
rada alma illudida, que durara prnjeiru ura miIh>,
c unva uma comedia. No mai, ni ira J .ti Tiioa,
que .e i liganva ; nem Tliur neiu aua mullier duvda-
sa mai do anuir deAinb. Havia ambo tratado dea-
e i.l.jeel.i, e nem um nem unir imlio. echado ubjec-
* Theatro publico.
SABBADO, 18 DO COR RENTE.
ANNIVFK.-AI1IO DA ACCUMVC5 DE S. M. I. E C.
Se repretentar pela pniueira vez um novo drama in-
titulado
O CONCELHO DAS FURIAS.
Ornado rom coros de musios propria, apparecendo,
em uma brilhaote Iran.formecio da espbera, o retrato
de S. M. I., canttndj-te b*mao nacional.
Seguir-se-ba a representaeto da mu sublime peca
A KM,LITADA,
nuilo apropritda as furfas da companbia, que espera
drtempenha-la.
U ewpiezario ocaba de receber de Lisboa 25 pecas
dramticas com as mesmas propon-oes da peca A
Eigeitada entre eliei o /s.pido de Vneta, a
na oaaa nio, quererooe diser
de de Menrnn entrada
rnlraila n arinaiem.
lito de reoordar-se ot notan leitores desse da, em
que Gualas prniuelira a Violar forca-lo a baler-ae
(din elle, insultando. una bosque, aaaini como duen-
nonlro de Auinb com L< ua, equee.l, ao ovr a vos
de Monriun, lora ter cen elle, e deaavnlTa a iuau, que
uo da antecdeme havia armado contra Anah.
No dia, que ft csss se segu, miras Monrion em
casa de madama Thor, que bavia saludo. Villn eatava
normpoi Tiiure obstrua a anle-oamara docli.fode
p-lii'i de segurante Julia menlu be, que eslava no
armaseni om os eaixejrubaliernu(. Ia Gustavo ve-
mais linde que lem apparecido neste theatro, a as ng.
a actual eompanhia vai ellectivamenle repreaantar "
O espectculo principiar aa horas dojuatume.
Em beneficio seu o bartono JoSoToselly p,eie ,
apresentar com o auxilio de Mr. Grosdidiar, di S
Anna de Oliveira.e do Sr. Antonio Rodrigues Viajn '
respeitivel publico pernambucano um variado eipl"
taculo lyrico pela ordem teguinle. f c"
Pritneira parte,
N. 1. 5ymphon N. 2. Inlrodueylo da opera Marina fatra,
compositor Donireisss
Marino Faliern, doge de Venera, com o aoiilio da
um amigo seu, chimado Israel, tramou ums cnniai
raflo contra o celebre concelho dos das; mas, por [,|J
de recursos, e pela traillo oe alguna cobardes, fuidei
i-oherlo o trama, e seu autor e cumplices decapita.'
dos.
A primeira ceos e todas as dentis se passlo n'mj,
arsenal.
I'ertonagent. stores.
Olrlciaes calafates eesrpinteirosCrtro.
Israel, ebefe do arsenal Julo Tosellj.
Estevlo, chele do. des -[[^f+'
N. 3. Symphonia por orebettra.
N. 4. Seguir-se-ha seena a aria, tirada da opera di
NabucoJonosor, do compositor Verdi.
. Esta peca loi recebida com grande enthusistsso ea
Pars como se pode ver dos (ornees francotes a M, I
do Rio-de Janeiro Nabucodonotor, sabendo, que /i. I
tendilo mstar ums sos filbs, que muito awava, cff4 I
acompanhado de alguna cavalleiros, a fin de litra-li, XJ
Personaaeae, Aderes,
Nabucodonotor....... Tosellr.
Cavalleiros........ Coro.
N. 5. Symphonia por orcheslrs.
N. 6. Seguir-se-ha o terceiro acto di opera da Ton
quato Tatso, por Donielti.
Torquat-i Taaso be um dos genios msisdittineloi
que a humanidade lem possuido em poesa, Leonor
irmia de Altonso, duque.de Ferrara, eoncebeo por
Torquato Tatso uma vivissima paixio, que foi corral,
pondida no mesmo grao, da paila do poela; mai i
categora de princesa, e a kumldad da nascimenlode
Tatso, figuro que a duquesa e o poeta concadenara,
um ao outro no intimo do paito, o amor, que ambos
aentilo. Ora, Torquato Tassnjiio pudn aolTrer as
chammas, que o abraiatio, e 0 maio, que julgnumtii
proprio psra eonfestar o que senta, loi oompr um
poema, em que pinlou de tal sorle o seu smor pela
princeza,qua,londo-o em sua preience, ella eompreben-
deo fcilmente tudo quanlo se passava oa tima do poe-
la, e no metmo instaole revelou-lhe tembem a paixio,
|ue ello Ihe infltrala. Dentro em pouce lempo achila-
se o orgulhoso duque de possa do segredo dos doun-
mantes; e como julgess, na sua vaidade estpida, que
uma prinoea nin poda aer amada por um poete, a
um poete, que velia mais que milbdes de duquei de
Forrera, clauttrou Torquato em um carcere, e Irtlon
Je oaaar Leonor com o duque de Mantua; mas a pno-
cesa.sabendo da prisio do amante e do casamento,<|ue o
irmio pretenda faier-lbe, endoudeeeo, e em poueo
lempo espirou, vid ma da ignorancia humana. Ais
ma do poema de Taaso alcanjou Ihe a liberdade; a,
'i-jando es Romanos ae preparavlo pera coii-lo no
monte Capitolio, morreo o poeta, devorado de saudades
por aquella, que, em toda a sua vida, liaba sido o
seu uoioo sonbo da noule e o peosamenlo do da,
Psrtonagens. Aclorss.
Torquato Tatso .......Tosellj.
Csvalleiros romanos a .Coro.
Ssgunda paite,
N. 1, Symphonia por orchestra.
N. '.Seguir te-ha a tcena e barcarola A Saloia com
coro na apera o Bejo, do Compositor Frondoni, eie-
eutado em portugus pela Sra. Aona de Oliveira, e o
cOro, e o beneficiado.
Actores.
. .A Sra. Anna de Ohvciri.
, .JoSoToselly.
, .Coro.
N. 3. Overlura por orchestra.
4. Barcarola com coro ds opera-Prigioni de Edim-
burgo, do compositor Rieci.
Coro de contrabandistas, escondidos n'uma grus
espera do ebefe; e como ette te demore, suppdein si-
les ter-lhe acontecido alguma couss; enlio p8em-*ss
maldizer a vida de contrabandistas: neste enlreltnlo,
sppsreceocbelel edil aos companheiroi, que coo-
vm lugira toda presse, efim de nao lerpm presos ea
morios por ums patrulba, que le eslava reunindo.
Pereonagens, Acloree,
Normano, ehefe dos conlrsbandistss.Tosellj.
Contrabandistas '......Coro.
0 beneficiado ludo espera ds generosidade desta il-
lustrado publico, e da ejmpalbia, que sempre por ello
lem o metmo mostrado.
_.J.I......J-... amaeeee.a.a.aaaaaaaa^a.
Pereonagens,
Josnninhs Saloia.
Manuel Saloio .
Saloios .
ama, eunhucia, que Aiuab nin amasa nquella, quo elle
areiendia adorar. Se Lu Villun eslive..e orrlo d amor
de Vctor, oeder-lbe-bla Julia ; l.nlo elle amava a e.n
bella menina, ca.xe.ro ..i,, aborrec, a Araab .rnen-
le, de.pret.va-o. |>ur niaiUa vesea Ihe oocorreo pro-
curar nxa a Violor, para pedir-lhe aaliafaclo da aua aa-
vese. que pedia, para aaacn.lum.r i el|aa> Olhav. .iduidade aem amor. Por outra. tama, aun de.erlax de
para Julia, admirase-*, e, f..rc* de admira-la, cun- oaaa, mas em ludas as vese* uma cwuaa Iba duia n., full
cluia por |M-r..iadir.ae, que, ,, terd.de, eslava dcllaldu do eur.oa : C.la-le, e conaerve-le ah, Jul IBril
enatacradu; mas. quando aal.ia de... lucia oem.ig.j .aaeraaiddu de li. .
^,?J!j* <,.,u'U" red"' l'l-ntaia, ua seue de-1 Oulr* aconleciiuci.to de grave importancia bava li
pravaM..n.uoioe otollavio par. Le.a, par. a mu-la. lugar na cata de Thor; ara a eoir.d. nell. do oon-
Jjaacha - .'..*! ""i""}"'"" ll''PVH<"'"hfmilenlu real I forca d ierra: havia perdida us UeW .km. oo.lu-
Sn vr.ll \ T "'""'" l"' niaa euiitervadu bas maneira. T.ulrra elle
que, en, e.ae lacle hornero, q.,e|e.,e armase,, onde .ua pesa, era apasta .oonhec-
d, pergnutaiidu ouui a maia a.aavcl pol.de* por Mr.
I liure.
Este bata aabido.
Madama Tbur ?
Tamben.
Quena fa as auaa vesea ?
S madeinoi.etla Julia. ^
F'fa, que Ibe en pn..a fallar.
E oni i.tu a Uuv'i'i ennduxido ao etoriplnrin, onde
Julia .e rilara j a qual, habituada a aemell.antri vial-
la, i.eabuma perlurbacao aeuliw ouui a eua ajip.ricao,
o perguoua o que doaejaia.
Penle, mademoiaolla, dase Gustavo, ae na ti*
veiee Unto einpei.hu no que pretendo, nio a ii.coiiinio-
daria por unta bvgalella.
Noa ealamoe s rdeos dea peisoat, que nos que*
rem honrar rom a ua oonflai.ja.
Sabio Julia desdo a infancia e.sa formula de merca-
der, que repulira a urn | rincipe, oomo a um oarro
cairo.
Anda maa perdOea Ihe peco, raademnaella: o qne
tenhu a pedir-lhe be uu. poueo longo, e ser! lalvet bera
sjiffleil.
Qoeira expliear-se, dase Julia, sontando-se a
lUiiilraudo a Monrion urna oadeira.
Eio rnciisuu-a por urna inolinacld reepeoluoas, a
proseguiu:
So o que eu tenhn a pedir-lhe fuete tmenle orna
phanlatia, ufo viriawu imonrlui.ar a Mr. Thor, a, n*
aua au.enci., a aeuhura, jiur omisa t*u pequea.........
Maa he lal iiupori.iici., que a uso dou......... be uius
recordaran.........
Julia fes orna leve inolinsclo, que quera duer:
a Sari u q.t oaanhor quixer, po. que me be indilfe-
renl*......... a
Oll.ava-a Gustavo, e>aaa bellexa aerena deeteraida
. esscanlava, e faiia-ll.e'quati duvidar do que Le*ne. Iba
liatia dilo. CoiitiouoO :
CoN.rrv de miiiha tos, que he fallecida....
Viva cinucao alleou a vos de Gustavo, uu te 10-
mento pela saudade de sua rali, ou pelo remorso de
J MUTILADO


m*m
*-
r-
,
m
=K

O* bilhates vendem-s em cana do beneficiado, jun-
to ao diestro, n II; e, no di* do espectculo, no thea-
Iro.
Principiar ti 8 borne meia.
Odia aera annunciado (res dial antea porettc jor-
nal. _____
tmmmmamu i. -u-----1, i. JBwaa
Avisos martimos.
** Pfeciia-ie de am amistador ; na padaria da raa
da Praia doC-ldeireiro ou na tanda n. 31.
Litio de Soma lubJilo portugus, vai ao Are-
etfy.
Na larde do dia 16 de jnlho correte, a n porta
do respectivo jaii, se ha da arrematar por venda.pnr lar
* ultima praca, um sitio na estrada d,o Rapinheiro. em
cilios proprioi, cnm 1302 pal mea',de lundo e 610 de
Mente, eom urna baita com manguea, que tem 500 pal
-Para a B.h.i IM a.um.ea .-/W.clo. delotemos. can, casa, n. 111. cnm 37 palmoade fr.n.ee72
de48 loael.des; tem parte de aua carga prompl.: qoeml.l. fudo. a..l ad.. ludo em4;000.000 ri.e penhorado a
quizar c-rro.ar ou ir rl. p.a.egej, d.r.,s-te a bordo da Sabatino J da Sil. Braga, por eiocucio da f.tende
meima, ou na ruado Vigaro, ti. 5.
O hhte /Veao Odi aeguira eom bretidade para
o Araealy : quem nelle pretender earregar, se poderi
entender com o medre d metano AntonioJoi Viaona,
Do trapiche novo.
Para TrlaWe tegua tiagem.no dia 20 dette mez, a
polaca aarJa Eratitm/i: ouem quizer ir de pisssgem,
diri|t ae a ra da Cruz, n. 5 a Miar com Jos Joi-
quim de liteira,
Frea-se, para qualqaer porto do Norte ou Sul,
orna harcaee, de lote de 41 can.s; e tambam te tende :
a tratar na tnetmt, ancorada delronte do eaea de Jna
Ramos, ou na ra das Trinoheirts obrado n. 10.
Vndese o I rigue-eicuna Relia-Virginia, for-
rado e pregado de cobre, chegado ltimamente do
Rio-Grande do-Sul ancorado em frente doeaeidn
Coll'gi" : tratar na ra da Semalla-Velba o. 134,
com jlo Franciico da Crui.
. Para o Aracaljria. at 20 do crranle o bri-
nle-cun S. -Cruz : quem no mesmo quirer cane-
PJr. dirija-a a Novaes & Companhit na ra do Tra-
picha o. 31.*______________ ________________
Leiles.
=0 eorrelor Oliteira traniferio o teu leilo de litroa
impreitot, para quinti-feira, 16 do corrente, ai 11 lio-
rasda mat.bie, e teri lugar no leu eicriptorio, na ra
da Cadeia.
=N. O Bieber & C. ferio leilio por inlervenclo do
eorretor Oliteira, e pnr ennla e risco de quem perten-
eer. de urna pnrclo de barricas de larinlia de trigoSSS,
atiriada, a bordo da cacona tueea Ttddt. tinda de Tri-
aste: boje, 15 do corrate, ai 10 borai da manhia,
no armazem do Sr. Araujo, becco de Manoel Gonciltei,
no Recife,
aapaaaaaj
Avisos diversos.
OSAQAREMA.
0 n 6 icbar-ie-ht a tenue a 1 bora da tarde, na pra-
ca da Independencia, litrara na. 6 e 8.
O NAZARENO N. 32
estar a venda,reo meio da, na prata da Independencia,
litrara, nt. 6 e 8, e na ra estreita do Rozar o, casa da
Fe. n. 6.
Contida-ae a leilura, por traier erligoi lobre aiub
missao do Nunei Machado, Rio-da Prata, Diotjmrntn
portuguez, proceiso do subdelegado delta freguetie,
supplentea de Iguarast. e neerologia do Sr, os Ra-
mos de Oliteira, tigario Luis Jos e cutios.
Quem quizer engajar-se para sertir na typogre-
phiaNatareoa, eppereca na rafa do seu proprielario,
ruada Cadeia em Santo Antonio, n. 2. ou nalypogrephn,
das 8 horas em diante, na ra da Florentina, n; 8
s Ensina-ie frenen c m toda a pereicio : na ra
do Rangel, n. 37. daa 7 horai da manha as 11, e de
tarde dal 2 ai 6; e para aquella! pesioas empregadat
no rominrn io laiiibem se dio ii ooute, ludo por prcc,o rnn.modo.
=Alua te urna casa terrea na ra do Araglo, com
tres qiraitos, duas salas, eozinha (ora, quintal e ca-
cimba : na praca da Independencia litrara, ns. G
a 8.
=Qiiem precisar de um forneiro, ou de um homem
para masieira, dirija e a ruada Florentina, n 3, ou
tnouncio por eile. Diario.
TrocAo-te duti iroigeni de Christn, encarnadas de
noto, e obra muito bem leste ; quem ai pretender, di-
rija se a ra Di re te, n. 87.
Da aedmbeiro a premio tobre penboret de ouro
ou prata em porcdei de 10,000 a 60,000 rt : di ra da
Alegra, o. 38.
Sorvcte
com loda a perfeirio e isneio a 160 rs. cada calis;
na Iratessa da ra do Vigirio o. 1 lodos os dias
das 5 horas em diente.
Olferece se um menino, de lannoi, paracai-
xeirode ra ou loja de miudezii do que tem bas-
tile pralica e da liador a sua conducta ; quem de seu
presumo se quizer utiliaar annuncie.
=s Preciit-tede um feitor potluguez pira Iribi-
Ibar em urna otaria ; aa roa INov, ny* n. 62.
Amonio Perene de Mirandi lar aber ao col-
lector de capim eao publico que deiiou de tender
capia;
protincial Aasim mais, se ba de arrematar.de renda an-
nual, urna casa de dout andares eita na ra da Senialla
Nora, atahada em 300.000 n. ; urna eM terrea na
ra do Caldeirairo, n. 84, ataliadaem 96.000 n ; um
sobrado de tres andarea na ra da Crui do Recile, n. 3,
atsliado em 450,000 r.: urna casa terrea na ra Bella,
n. 7, ataliada por 96,000 rl. ; tres casas terreas na
ruadaPai, ni. 2, 4 e 6. a primeira ataliada em 96*
<:, asegunda em 00 000 rs.. e a terceira em 66 000
rs ; urna casa terrea na ra da Gloria, n. 28. ataliada
em84 OOOra.? urna dita na Ra Velba, n. 13. atalia-
da em 48.000 re.; urna dita na ra Irs da matril da
loa-Vista, n. B6, ataliada em 80,000 r.: urna dita
na ruaVelha, n. 83. ataliada em 100,000 r.: nma
dita na ra daSanta-Crui, n 4, ataliadaem 100 000
rs.; urna diagaa ra Imperial, n. 80. ataliada em 98i
n ; oulra dita na meima ra, n. 82, ataliada em 100*
rs ; um sobrado dedous andares e olio ni trataste do
Queimado, n. 9. avahado em 330.000 re.; um dito
de um andar na ra do Vigario. n. 6, avahado em 170.
re.; urna c
da em 84,000 rt. As casas seguintei di praca da In
depeodencii, o. 1. por 160,000 rs.; n. 2, pnr 160.000
rf. n. 3, por 1-20,000 n.; n. 4. por HO.OOOrs.;
n. 6, por 120,000 rs. ; n. 6. por 90,000 ri; n. 7.
por 120,000 n.; n. 8. por 90 000 rt.; n. 9. por601
n.; n. 10. por 60 000 n. ; o. II, por 60.000 ra.;
n. 12, porCO.OOOrs.; e na. 13, 11. IS. 16. 17. 18.
19, 20. 21. 22. 23. 24. 25.26. 27 e 28. cada urna
or 100,000 rs.; n. 29. por 80.000 rt.; n. 30, por
50.000 ra.; n. 34, por 120.000 rs.; o. 36. por (40a
56, por 140.000 rs ; ns. 37 e 38 cada urna
ra.; n.
por 140,000 rs.; ns 39 e 40. por 160.000 cada urna;
(odia de| rend annual pnr eiecucio da lizeodi pro-
vincial contri dtonos detednres i meima.
Recebi doSr Manoel Joaquim Concllele Silva,
Ihesoureiro da sociedade Ibeatral Melpomeneoae, por
conli da subicripcio lirada nesta cidade em lavor dos
deagracadoa da provincia do Cear, a quantia do cenlo
e oiio mil rriaem cdulas. Recife, ISdejuIho de 1846.
Ri108,000
Pelo Ihesoureiro Josepp Latbam.Philip Jutby.
=?Alogi-ieume boa cala, com grande quintal
plantado com o maior aiseio cacimba com boa agoa
de beber, a melhor, que se tem visto eom parreiraa,
fiuriraa rnmeiraa, n muitn mai arvnre de fructo ja
dando no prin-ipio da ctlrada dos AfTIictni jnnto ao
lio de I). Laurianna ao pe do Manguinho ; outra
a terrea com solio corrido muito reca por ler
4 |inellaenvidrca.!a, sita no becco do Serigado ; a
tratar na ruada Cadeia do Recile n. 25.
Alnga-ae om prelo bom tocador de aiiucir e
Irahalhador de emeda por ter disto pralica em ra-
llo de ser cria de engenhn ; tamhem esli plo para
servir em qualquer pad'jo. ou era qualquer ouiro aer-
rvir;o de earregar, poit he noto e lorie : a tratar P*
ruada Soledade n. 29.
- Aluga-ieum armazem muito proprio para re-
colher gneros por ler bom desembarque na porta ,
ailo na frente do contento de S. Franoiseo, n. 2 ; urna
casa terrea sita no becco por detrs da Ribeira da
BorViita ; e oulra na ra Augusta ; ludo por com-
mndo aluguel: a tratar na ra do Greipo, o. 12, com
Joie J aquim da Silta Maia.
= Perdeo-ie urna letlra da 40,000 rt. sacada
por Anselo Franjeo Carneiro, em o primeiro do ju-
nbo de 1814 a 3 mezea, acceita por Joi^ Manoel dos
Santos Vital : queme acbou.e a quier restituir, tis-
lo nao Ibe servir para nada pnr estar asilado o ac-
eitante paga a nlo pagar, ple manda-la entregar,
na ra da aurora, no eicriptorio do dito Angelo que
e pagar o echado, te for pesaos, que o ekija.
Ni ra di Viracio casa confronte ao lampelo,
junto de oulra que tem n 25 mora urna mulet de
Itos conduela ; a qual te oflerece para ama de cuide
pouca familia oceupando-se em engommar e em
lodo o trrico interno de caa.
Teodo-te contratado a compra da parle da caa
do pateo da S. Crui, na Boi-Visli, n. 4 pertenren-
Melpomenense
Lilla doi tocios, que concorrro para beneficiar o i-
ftlixtl Ce, rensei.
A uber:
Jos Joaquim de Oliteira.....
Francisco Xavier de Oliteira .
Manuel Joaquim Goncaltei e Silta .
Antonio Jone Moreirt Pontei ....
Jnio Ilipliili Fragoso Jnior ....
Antonio Jos de Castro......
Francisco Jo> de Paula Jnior .
Peoro Garrido....... ,
Jos Ignacio Soire de MecJo .
..'oso Jote de Lima.......
H'il............
Jos Antonio de Oliteira .....
Virante A beiiino.......
Tbeodoro de Almeide Cuita f" ,
Aleandre Pereira Coeluo.....
Jos l)iat SimoV .......
Francisco LuizGoncaltei
Jos Nicol-o Nunet Selle
Um inonyiiiO
30 000
10.000
10.0110
6.000
5.000
5.000
6.0IK)
5.000
6 000
5,000
5,000
4 000
2,000
2.000
2.00O
2 000
2.000
2,000
2.000
Rl. 108 000
fazicienle por eta folha, para, no caso de bater al-
guin impedimento ler ipresentado no praro de 3
dias lindos o quir-i, se effeiluar esta compra.
= Ni padiria defronle da forea, preciia-ie de urna
pesioa que tenba freguezia de pi : di-ic prelo pira
earregar.
Na padaria defronle da orca d-iepio de tn-
degem a qu.lquer prelo ou prela, ficaodo leui lenbo-
rei de fiadores : paga-ie bem.
- Joio Cirneiro di Cunha tendo de retirar se
pin a provincia do Rio-Grinde-do Sul e nao poden-
do, pela prrea, rom que o faz, deapedir-se pessoal-
inenle de todot oseus amigos, roga-lhes Ihe dei-
rulpem esia falla involuntaria ,e naquelle lugar Ibes
oflerece o acui pequenna eervicoi.
Deseja-se fallar ao Sr. doutor Julio Cezar Andre-
ni, para negocio de importancia: por isso, quuira an-
nuociar pnr este Diario a sua morada.
Drieja se fallar com o Sr. .Vicente Ferreira da
Costa Miranda morador no engenho do Poeta, ou
Caehangi a negocio de leu interesge ; di rui da Ca-
deia do Rcife, loja de ferragena n. 56, ou 61. Na
meamaendem-se 23 (raves de sapucsia a massarandu-
ha de 45 a 50 palmos de comprimento e 10 a 11
pollegadas de grosiura
Aluz-ie um litio ni Passigem-da-Magdalena,
com boa casa de vivrnda bailante terreno para plan-
(aro>s otaria a barro junio a mesma para o fabri-
co de lijlo alm de urna grande haia para capirn ,
muilas errores de fructo como sejio : larangeirai,
ciqueiroi, mingueirat, romeins, jaqueiraa, fguei-
r.>a, iSc. : i tratar oa ra larga do Horario, loja de
miuderai n. 20. '
Na ra da Cadeia n. 45 deseja-se lber di re-
sidencia do Sr Jos Egidio de Oliteira Mendrs para
rereher una caitotes tindoi da Babia oa lumica
A'oea-iluroro.
Aluga-ie um prelo que cozinba sollrivelmente ,
tabo lavar bem roupa ; lem jeito fiara tratar de crian-
eat eeil babil para tratar do tervico domeitico de
qualquer casa qur de muila qur de pouca fami
ha : a tratar oa ra da Suledide, n. 29 ao p da
Trempe.
= Preciaa-se de duaa costoreirai, que entendi de
costuras de allante para Irahalbarem em urna casa,
de manhia al a noule ; d-se aimoto e janlar e pa-
ga-te bom : na ra Nota n. 60.
= Deiappareceo no dia 5 do mez passado di ca-
li do Sr. genenl commandanU daa armas, urna ca
delinha de raa pordigueira cor parda : roga-se
quem a agaulhou i hondide de manda-la restituir.
- Alugi-se urna pequea casa, entre as ruai do
Hospicio e Aurora por 4000 rs. maulles: na ra
Nova, loja o. 58. se dir quem aluga.
entiilver rite nome agrario ero tima alucie amoroaa ;
o crrlo lie, que rana |irrtuibr Diaratilhaa. Julia ulbou para elle, e deu-lbe maiaal-
teiifiu.
Cnaervo de minha mii, repeli elle, elgamaa
porrcllanae, que laltea uto ejlu que crio rl teu ue parlicnltr. P.nireelUa lia nina chi-
cara ile baioiii......... Nena, acrretrcniou elle eom
eaForeo, fui, que ell liben e ultima guita do reme-
dio, que au a p'le talsar; be o ultiiuu uLjectu, que
oa auaUbioi lucario.
K lalve a quebrro? acudi de promplo Julia
Niu, aiae que-la una peaaoa, a quero oto a puelu
recuiar.
E en lio?
Quitrra aaber, se no ba meio de me tmerein ou-
lra ebi'iluteruenle igual i miulia......... emu oa aeua
drfeita, com ludas aa auaa meourea parlicuUrida-
d...........
Uro que eu aupponho aor muila diflicil.........
', Devo preveni-la, qne, ae o eoaaio nio dr
rehilada, nem por iitn eafriarri no uieuinienlu.........
pagTiudu......... Prrde......... O dinlieiru he uui ar-
luniriiifi lio groaaciro, que ha aempre aoanhaaienlu
ew iraje-l.. pur di.nte......... Pagarei dncnaaiaa.........
vate, trala.........
Podo u cnluir o..nfir-noa eaaa chicara ?
Se a eenhura litetae pur quem manda-la recebar
amioha casa?.........
Oiulo mora o enhor?
Maa a triihura drto avallar qnanln eu ealimo eaae
oljeclu......... Mande nlgucm, que arja iutellgciile, ae-
giro.
Ha de haver o maior cuidado......... o nome d
aeuhurp
Conde de Monriun, mademoiaella.
Ah......disie Julia, que niu pode oonler-eo de
fitnr eB inancehn, rujiia dnfeilus, vida etcandaluaa e
roslumea relasadin liuha utido cunlar, o que a saudou
com u niaia profundo reapeil.
Ao rhegar i ca, dase Mmirinn aoe seos criados;
Su algueni me prueurar da parle de M. Tbor.
nio raloii em cata.
Quera elle ler nialivo de voltar ao armasen).
Eia-aqui como Guatavn havia entradoem raa de Tho-
r, que, advertido da |>haiilaaia du joven cunde, uian-
ilSr 'lia cuna....... Purui nunca mais o chatio......
O cunde viiUou, e, a Livor da lagarellioe do Thor, auu-
he a deaeppiini;o 00 Carlos, aproveilando curo iao e
nceasilu de offerecar o eu |inliaW, e lurnuu a voltar
para aaber milicia, e de ludaa aa vetea tinha valo, ou-
nrlo e adiniradu a Julia.
Duciva esle ardil, hatia oilo diaa; mas a eenhura
Sedure, emu diici ua rnmance eaeuderioa, a ae.
itiura Si'dui'cio, ero ruja onrapanilla aabira Gustavo a
'nqitla deaa diintclla, havian nobarden>rule iibao lu-
nado. A indigna aunliar hara felu anda pcior, pat-
aou para o iniraigo, a, no fin de oilo din, cativa Julia
= Furtrio, no dia 6 do correnle, da cita, n. 24, do
paleo do Terco, um balainbo com ai teguinle pecas:
cinco vestidos, sendo um de metim prelo, e os nutro-
de diderentes corea, quntro camisas de senbora, urna
aaia de lavarinlo, um collete de lia urna calca de
lirio de quedroa, quatro lencos, trnilnuai de seda e
lies brincos com listra mu. um lenrol, rJ.OOOn. em
cdulas, e mais papis de circumstaociai, como recibo
de caa, e algn,as rounat miudas, que ie ignora ;
quem disto souber, pode dirigir-se a meima casa, onde
receber eliicaras
-- Alupa-se o segundo an-
dar c soto da casa ti. 4i!, da
ra da Cruz: trula-sc no pri-
meiro andar da mesma casa.
Aluga-ie urna casa terrea, na ra do Cototello
n. 6, com duas salas, dous quartoi corintia lora
quintal com alguna arvoredos e cacimba propria :
tratar oa ra da Crui, n. 12, primeiro andar.
- l'renss-SP de um caiieiro de 12 I 16 IDOOI
ni ra da Senzalla-Nota refinafio o. 4.
bem tranquilla a respeilo de Mourion, o estoja renorao
e nn.iloiir.nl.i.
Todava, nan ae liuha elle anda affuntadn a ir caaa
de Tliore, ena.i una lioraa, coi que eitata o armaicm n-
linrio. Dnpoia du janlar, aa huraa privada, as lioraa da
familia crio reservadas i Ainab, que reprnaenlava entao
a ua comedia. Madama Tlmrc tinha uido deisas iailaa,
e procur(va etquadrinhar u que > inlia o ounde de Mon-
n.io (ser aua oaaa. Nio era elle quem qoisera'com-
|irar,* imagen de ua tillia, o ufferecora por ella um
|.rfcn ennrmo? Niu era, on niu havia aidu n amante de
ajama de Cambure?. ... E eala niu liuha ido priiun-
ro doignada por Aruab cu ojo quem poda aaber o que
era foilo de C-rloa ?
Ma reuniio de todas estas (uircumaUnoiaa havia un
sentido orculto, maa certo ; madama Thor se eafalfata
i'in cuiiipreheod-ln, o, depoia de hater eombinadu oe-
ae figuraa o cirniiinalancaa de mil modos, uliegata
cee r-aniacn de eapirilo, que colma um horurm, de-
pava de patar urna nonio, sen reaolladu, a recoo.truir
urna figura do culebro jogu, quebra.oe.beca ohines.
E ae agora qiiiierem saber dnode hatiio parlidu ludo
esle aruuteciniculus, poutu de partida bem frgil e im-
prrreptivrl, lunliiu a buudade de e recurdarem .da.ro-
HexSii de Leona acerca desaa chicara, religioaaroeoie
pinta ubro om motel no aposento deGuaiatu. Eia-aqui
a i|uo cirounnlaonia alludia eaea n-Heilo.
M'iiu da de ouibriagort, em >|ue, carnada do ver u
joven aoiante prodigaliaandu-lho em medida a fortuna,
a vida,.o futuro, aborrecida de ver coiu que taoiltdade
Aluglo-sedousobrados da um andar, acaba
dos da noto na ru da Praia tratesa do Carioca : i
tratar not meemos ou ni rui do Rangel, n. 45.
Di-te dinheiro premio cnm penhore de 0B>
ro, mesmo em pequeas quintil! ; aa ra do Rin-
gel.n. 11.
Alhert Rostiach retira-te para a Europa.
A loja de Julos Col.....ier & C, ra Nva, n.
2, recebeo ltimamente um bonito snrlimento deeon-
I (eitos e amendoas am Irascos pequenna, eaiiinhaa de va-
rios padtdea, proprias para prrteoles. lencos de seda pa-
ra mios, ditos deselim e urja, e de casta pira grtala,
chapeos de sol para homem e senhora. agna de Colo-
nia, banhade superior qa'lidede, candieiros de ala
e de pan- le, ditos de tres nicos C de lati, prnprioe
pira esudanlel, chicote!, bengalas, espclbot grindes e
pequsnos, C tnuitisoutris gilanteriis,|por precJ muito
com modos.
"=Tempelte & C.. rui Nota, 4. acabio de recebar
um rico sorlimento de casimiras elsticas, do melhor
goslo equalidade, cortei de cllele* de velludo, gorgu-
rioe tetim, rietmnete bordillos. Na mesma loja icbt-
e um grinde soi tmenlo de pinos francezes, marinos,
lapim, alpaca, hrim branco e de cores, e tamhem eilieil
e obre-casacii, calcas o colletei de (odas ai quilididei e
precos.
Deseja-te lber ondeetiite Frinciien Vieira de
Mello, filho de Ramiro de Mello, natural da fregueiia
de Sanla-Maria do Lival bitpido do Porto, a nego-
giodeteu toteresse: i peno, que souber, queiri, por
favor, dir parte di ra eitreita do Rosario, tend ,
n. 13.
Urna prata forra, com muito bom leite, te of-
ferece para criar; quem deteu preattmo se quiter uti-
lisar, dirija-se a ra do Caldeireiro., o. 48.
Jos Valenlim da Silta recebe alumnos pan Is-
lim na ruada Alegra n. 40. Autorea latino*, que
oannunciante emprega em iui aula : os provecto!
lito Litio o primeiro tomo de Horacio e irte po-
tica ; o lemi-protecloi Seluslio e o segundo tomo do
Virgilio ; o da primeira Cornelio e Pbedro ; pi da
aegundi o resumo do compendio por Moura. At regna
la tndurcio lio bem eiplicadii, o reiumo be todo
argumentado de rr e e aula he publica a quem quei-.-
ra ter. 0 annuncianle ba 10 anno< que entina, a
lem tido a honra de ter queieut alumnos io sem-
ine plenamente ipprotidot ni icademia de Oliode.
= Precisi-se ilugir por lesti oa ennuilmente,
um sitio, que lenhi hinho, perto desti praca : quemo
liter, dir i jasn a ra Nota o. 44.
O t-verendo Sr. Sehsstiio Jos Ribeiro Peitoi
tem urna carta, viuda do Atactlv ni ra da Cruz ao
Recile n. 23.
Precisi-te de um caiieiro de t anuos pan
urna tema ; na Boa-Vista ra daS. Cruz, n. 3, ven-
da da calcada do pedra te dir.
Quem preritir de uro homem pira leilor da li-
tio, do que lem bastante ortica, dirija ao a ra do Ho-
zarlo venda n. 1.
Ptecita-se de um menino hrasileiro ou ettrao-
gi'iro para urna casa de plvora logo adianto da
Magdalena ; na rui larga do Rosario venda nume-
ro 33.
Alugio-se 2 sitios no lugar dos Remedios eom
boas casas de vivenda ctcimhas com boa agoa de be-
ber mutlo boa Ierra para plantario ; fai-ae todo e
qualquer negocio : na ra do Coile.n n. 6.
Aluga-ie, por preco commodo o ermaiem di
cata n. 20 por delris do Ibealro eom frente para a
mar i a tratar na ra "la Cadeia do Recife etcripto-
rio de L. G. Ferreira yC.
Nos abano assignadoi declaramos ao respeila-
el publico quejlo Feneira Goacalvet deisou de
ser nutto ciiieiro desde o da 12 de julbo nio por
molitii alguna por elle dsdoi ; mis sim porque nio
precisamos dos leui servicoa.
Victorino & GuimarHei.
Em resposli io innuncio deste Haiio o. 149,
em que se diz, que nmguem faca negocio com Teitult-
inna Marta da Conceicao viuta do finado Jos Frao-
ci.co Peroira, sobre os bem que fcirio por falleci-
mento de seu mando Ii-mus a duer que ene tnoun-
cio he infundado, e so lem por fim incommodir i viu-
va e prevenir ao publico que, com tanta rasio, f-
cilmente se receia de qoalquer increparlo de fraude
m f. Entretanto, laihi o publico, que a primeira
mulber de Pereira morreo com testamento e, nio
tendo herdeiroi ascendentes e detcendentei o dei-
sou berdeiro de sui meiac3o : ibi cali no carlorio do*
foiloio inventirio e leilamenlo. Pereira, nio tendo
tambero berdeiroi ascendentes ou detcendentei, fez tes-
tamento e deisou 4 iui mulbrr Tertuliiona Mara da
Conceicio a sua meico : abi eslo no carlorio doa fui-
toa o testamento e intenlario. Nenbuma demanda con-
tra a validada dos testamentos tppsrece; porque,
em terdade serfisso loucura. Agora teja o publico,
se sio infuodadoi essesinnuncio! e que fim teem el-
le. Com esti declararlo responde-sel essas iapoetu-
rai.
Ihe hatia feito romper a maia aineeraa rrl.ic.rtoi, aa affai-
rdea df familia, aa amiiadea de infancia.......eaquadri-
uhou LeOoa nu paiaado deaae huineui alguma ouuta,
que elle estimaase mai do que o presente, o aeu ca-
pricho recamo neeaa chinara, que deaejou, etigii, O
Ibe fui rcnu-ad.i. Fui no dia erguinle a easa reeua, que
ella ranreteo a Ainab a caria, que deo lugar a luda eata
historia.
Nio perdona l.rina i Gualaro ene oliimo reapeilo i
urna reourdnclo do Bnadue, Na alma detse mancebo ha-
via, poia, anida algurna coosa, que ella nio poda at-
tiogir ; a sua colera niu oalouluu roaia nada quil dei-
\a Go.lavo, porui pnr um hoiuein, ouja gluria hurai-
Ihaaae u'draprrsadu. J.i se eabe ero quo parou eeaa ten-
tatira. Fui entao, quo Leona quia p.xaureaao quadru,
que a lotera a amar Amab. Piraeutia, que era o retrato
de nma rital. Guitavo, nomo so hlu de lembrar, pus
em aatiif.ner eae detrjo de Leona a vaidade de um ho-
mem, que quer protar, quo pode ludo' orificar, ex-
cepto honra. [ioueunai'guiu, e reoebeo a incumben
na do aodolir a Julia. Segoio-o a derrua por loda a
liarle; noa u tiinut amante a prnalradu, quand Leona
Uta foi pedir cunlaa desaa conquista, que Iho elle pro-
leltre fater Leona; maa eala ni e'i tutilher, que abaudouaasa a
viugaiica, que intenlava ; a nella hatia trabalhado no
eu ultimo culloqulo Oum Guata to, Eia-aqui como ella
a pruaeguiu.
tCaististtsor-ie-aa.)


'*
e
Preoii-sede um bomem queaibi (oletr for-
nica! ; na ra de Apollo, n. 10,
ompras.
C<>mprio-se, pira Tora da provincia, eicraioi de
ambos os setus, de 14 a 20 annos, cum babiliaade
ou sem ellas; sondo de bonita figura pagio-se bem;
titiin coma uin escrevo moco de bonita figura, que
leja bom oflhiel do calafate : Di ra da Cruzel, n. Ti,
tegunrio andar.
Compra se uma escrava moca de bonita figu-
ra com habilidades principalmente 'g coser e en-
gommar ; na ra da Cadeia 08.
Manoel Antonio ,' gilta Mulla compra 25
trate* de 32 palrn,,, ,le 45 e tambero 100 eocbas.eis
x ie 25 a 30 (11|rn0, de comprdo.
Compra se u ni ucraso, bom ofliciil. de carpios ;
em Fra-de-Portas ruedoi Cuarafipe, n. 6, ou
tCeuneie.
=Com'pra-te um par de lmeos, com 3 a 5 oitavas
de bom ouro : na ra N-vs |0ja n. 68
Cornpra-ie urna cubra de leite (nicho), que tenha
eabri'.C pequeos ; njuem tiver, annuncie.
Compra-fu um pao para tipoia ; no Aterro-da-
Boi-Vista n, 18, leroeiro andar.
Comprio-se eicraipi de 12 a 30 snnoj; pagio-
ie bem : na ra Direita n. 3.
= Comprlo-se 2 pretil de rneia idade para uma
encommenda ; na ra da Florentina n. 34.
Compra le uma canoa pequea dai do carreira,
que pegue Je 8 12 peisoss, e que teja de um a pao
e estoja aern defeilu ; quem tiver, annuncie.
Coiuprio-ie, para fura da provincia escravoi de
ambo o geio; ten Jo de 12 a 20 annul e com boas
figura, pago-ie bem : ou ra Nova, lujado ferrageni,
o. 16.
= Comprlo te 6 [toneis que sejio ja aertidoi,
mai em liom eslado a que loiiem de azeile de peiie ;
na ra de Apollo n. 31.

Vendas.
(., PANNO COURO a 1800 r.
Vendem se corte para calvas com 3 V' ovados da
fatenda | (icllidailopanno-couro a 1800 ri. : esta
superior fazonde lorna-ie recommendavel pela tua que
lid.Je. e duragio e porsor pa lides muilo escurut; -uar-
ta de Tira de largura 280 r. o covado ; elgodo
trancado nul e enrielado touito encorpado 240
ri. o otado ; superiores casimiras elsticas a 1000
ii. o cutido; superiores, brins trancados.de puro h-
nho, tinoso do lislr.i a 1200 ri. a tira; peca de
brelanha le rolo a 1600 n. ; corle de casimira de
Ha a I4'M) rs. ; cortos de domesticas muilo encur-
pada, a I300rs. ; pecas de h'etanba de linbo puro,
fim.cin. > varase Unto a 2800 a 4000 ra. ; pesja
de rana para baliadoa a 5000 ra. ; chita, a 120, 140
I :'i() ri o cotado ; madapo dea fino a 4000, liOi) ,
4800 5000 e 5'iOOra. ; ditos muilo linos, de sup-nor
qualidade. OO ri. ; pecas de cblta a 4500. OOO.
.iXJ f liOOO rs ; i orlo de chita com 10 cotadoa a
1600. 1800 e 2000 n. ; e nutras muilai la/onda : na
ruadoColiegio loja o. 1.
Balceiviras.o cova-
do a 320 rs.
Na loja da e para o >r:o de S. Antonio, vendem-ae bsloemirai do
lia para vestido do aenhora. A lolirvdita fazenda he
manufacturada de lia e estampada com ricos dse
obo ,oa mais modernos que os abridores do Londres
epresenifcrio nesie anno aoa seua tregete!. Finalmen-
te um Ubynnlo escuro e bem disposto torna a re-
lenda farenda ass i recommend-ivel para que el B-
ohuras faco uso dola em volidos na presente esla-
gio : dio se amostras a quain ai pedir para mais ve-
jacidudo doannuocio.
= Vende le ezcellente tinbo de Bordeauz, em eli-
jas de 12 garrafas, por preco commodo : na ra da
Crui, n. (t.
Vende-se uma cicrava de Ango'a de boa figu-
ra engommi, cote chio co/.inba muilo bem e lata
de sabio ; ucd escrato de naci de boa figura, e de
todo o lertico de ra ; um pardo, de 22 anuos bom
canoeiro e carniceiro ; tu los muilo pulsantes e ndios:
na ra dai Cruns n, 22 segundo andar.
= Vendom-se lijlos do mar inore pelo commo.lo
preco de 200 r. cada um ; atril do Iheairo armazem
de serrar madeirai, do Sr. Joiquim Lopri de Alenla .
\ endem-e 6 escravos sendo: 3 pretil, bem
nocs e com habilidades ; um preto do servigo de cam-
po ; 2 diloa canceiroi, e 1 dellea pul 22j n. : no pa-
teo da matriz lobrado n. 4.
Alteiicao!
Yende-se rap de Lisboa, ckegado
no ultime navio muilo superior, como,
ha muito, nao tem vindo; os compradores
o podem afiirniar, tomando da boa pilada;
superior cha hysson a 2.^00 rs. a libra:
na ra da Cadeia, loja da esquina, n. 5o.
= VDde-ie um bonito molecote de 18 annos. com
officio de carpina piopno para pagem por ser de
figura legaste ; na praca da oa-Visla veoda o. 3,
se diri quem tende.
Vende-ie um seravo moco muito reforcido ,
perfeito canoeiro Unlo de canon grandei como de
pequeas ; um dito cotinbeiro e d Suuu o ervicq ,
amb s de conducta afiancatel ; uma parda de 20 an-
co ; uma prela, por commodo preco : na ra larga
do Rozarlo n. 24, primeiro andar.
Vendem-se2prelosdenacio.de bonita figura;
na ra da Concordia pallando a pooltfinita a dirc
U, segunda asa terrea.
=V eode-se um mlslinho, natural do Ico, de 9 an-
bos sem ticios nem achiques; na roa da Cruz, do Re-
ifa.n 27
Venda le um pir de biliarias de cobre; ni ra
4 Hurtas n. 86.
Vende-se uma porcio de cera de carnauba em
poreio e a retalho ; lanoha do araruU, ou maUana;
-------------- --------1
ig ; tapioca; cetida; cetadinha de Franca ; putas;
nnendoai; nozes ; aieite de coeo a 28S0 rs.'a cana-
da ; dito doce a 3520 rs. ; maranSo ; lelria ; bo-
arhi'iba fina de l.'sboa ; chi byssoo superior a
2560. iOOOe 1600 rs., uehim ; sal de Lisboa, a
IU0 ra., medida teltia ; presuntos; paioc; Imgoicas;
o todos os msis gneros de venda por preco commo-
io : na ra Nota, tenda n 65.
Veodem-seduis esmas, uma de condur oa oulra
de amarello, eom si>s competentes armaedes; oa ra
de llortat, n. 8i.
Vende-^e sola superior, couro de esbn lorti
lo oitr; e porco e bererrol, tudo de superior qua-
Isda'ie por preco commodo ; na ra da Praia n. 7.
fcVendem-se 2 estallos gordos notos e com bous
andares; na ra da Alegra, n. 42.
Continan -se a tender chapeos finos de csstor;
oa ra do Trapiche-Noto n. 6. casa dojoo Slewsrt.
No rmaiem da ra da Sanzalla-Velha n, 144,
ten le-se arroi do casca e farinba de tapioca, de su-
perior qualidade.
Veodem-se dous pretoi, sendo um dellea canoei-
ro e o outro propno para todo o sertico ambos de
boa conducta : na ra larga do Rotara, n. 39.
= Vende-se urna prela moca, de bonita figura e
sadia cozinba ptimamente latadeSBbio e tarrol-
la e he muito diligente em todo o sertico; na ra
da Conceicio do Recile n. 51, primeiro andar.
=Vendem-se dousecratos. de llaSiajnnos, pou-
co mais ou menos ; na ra di Cadeia- Velha n. 30
= Vende-ie a obra da moral pelo biapo Manoel do
Monte; na ra do Cabug, loja de miudezis de Jo-
s Brandio da Rucha.
Vende-se um balcio para tenda com 21 pslmos
de comprimeoto e 2 e moni de largura ..guarnecido
do tidroi por cima tudo de amarello eotern/ado ;
uin eacriptorio, que oceupa 4 peisoas com mas
grades ludo de amarello e com 12 gateloes no inte
rior: no Aterro da-Boa-Vista defroole da matriz ,
o. 88.
<* Veodem-se por preco commodo Ires mora-
das de casas nos Afogados juntas ou separadas uma
ilas quaes tem quinial cacimba, e alguna arvoredoi
de Iructo de ns. 3, 4 e 5 : no paleo de S. Pedro ,
esquina que volts para a ra do Hurtas, n. 6, senuo-
do andar. Na misma casa elugk-ie urna morada de ca-
sa em Olioda na ra do Vsradouro n. 15 com
commodos para familia e quintal murado.
Vende-se doce de todas as quatidadet, lano
calda con.o scco garrafas de tamarindos; assim co-
mo le laiem de encommenda, e tambem pasten de na
ta podms de toda! as qualidadel lelria d otoi: na
ra da Alegra n. 22. Na mesura alugio-se pretil
para venderem na ra.
== Vende-se, por necessidade, uma escrata de 26
annos, de bonita figura corintia o diario de uma ca-
sa lata bem de sabio etarrella na tua das Cruies,
R.4.

Na ra da Cadeia, loja'n. 5o, confronte
a ra da Madre-de Dos ,
vende-se um restante dos lindos cortes de casiai de co
res fitai. pelo barato preco de 2400. 2600, 2800, 3000
3400 o 3800rs. cada corle com 7 taras ; dilos novo
e de bonitos pidros a 3200 rs ; ditos de tarlala-
na ricos gustos a 4500 rs. o corlo de 7 taras; lin-
dos corles de chitas paetas de lislras assetinadas, a 2800
rs ; superioies linn>|fioos, do cies e Iranios, a 1700 rs.
atara; dito trancado muito fino, de cr amarella-
da a 1600 rs. atara; merino, preto, muiti fino,
a 4000 rs. o coado ; lencos de fil de 3 pootu ,
720 ri. ; ditoi de fil de linbo de 3 ponas a 900
rs. e de 4 a 1200 rs. rada um ; algodio trancado
americano, largo, a 300 rs ; dito liso encorpado a
920 rs. a tara ; algndi trancado azul ,' a 210 rs. ;
dito metclado a 240 rs. e r;scado a 230 rs. o ci-
tado ; ganga riul franceza a- 120 rs. o covado ; e
outras multas fazendas por preco mais cornmoao do
que em oulra qualquer parte como sejio : bons ma
dapolOes hamburgos lencos para tabaco suspen
Bonos damasco de lia boas chitas plililhas .
um sortimento de algoddeszinhos muito baratos, para
negocio.
Vendcm-se cortes de
casimiras, limito superiores,
a iS.^OOO res : na ra deia do Uccifc n. 513, loja de
Vicente Cardoso Ayres, &C.
Vende-se, muilo boa potassa,
americana em barris pequeos, e
tambem cal de Lisboa de muito
boa qualidade, tudo por preco
commodo : na ra do Vigario, ar-
mazem, n. g.
Casa da F,
na ra esireita do Kozario, n. 6.
No estabelecimenlo da casa cima acbia-se a venda
as inlere>ntecautelas da lotera de N. 8 do I.tr-
menlo cujas rodas terO o seu inlallitel andamento no
da 28 do correte me;, ou antes, se se venderem os
Inliieiei. Os prrc,oi dai cauieiai sio os do cosiume, de-
cimos a 1000 rs. e vigsimos a"500 is.
Vendem-se o teguintei escratoi: um mulati-
oho, de 14 irnos, pooco mais ou menos; dual par-
dal de 16 a 20 annos propriai para todo o sertico
de uma eaia ; dous prelos de todo oservico de campo ;
uma pieta, de 16 a 20 aooos boa engommadeira e
eostureira ; todos sem vicios nem achaques; oa ra da
Cadeia de S. Antonio n. 25.
= Vende-se, por 200.000 rs. um preto de niego,
sem vicioi nem achaques e robui'o ; ni ra do Nu-
gueira n. 19, irgundo andar.
Vende-se uma escrata de rneia idade litadei-
ra, que coiI o diario de urna cafa, 0 trata ptima-
mente de meninoi; na ra do Collegio no legando
andar do sobrade da esquina de 4 andares.
=Vendemse dou? mqleques, com bonitas figuras;
Ires ncgrinh'as muilo indas com varias habilidades;
las ditas cotinbeiras ; um oscravo perito coiinheiro ;
Ires pretos, ptimos para o sertico decampo: pa ra
Direiij, o. 3.
= Vende-ieoma das melhores tendal, por seu do-
no se querer retirar sitiem Fra-de-PorU*. n. 92 :
a tratar na mesma tejida. %
Venderse uma caita de msica, pira ilgibeira ;
na ra do Lmarhento venda n. .38.
Vendem-se 4 escritos, bom para o sertico de
campo ; dout ditoi a 300.000 n. cada um ; eacratas
com boas habilidades um dellai dn 40 annoi por
150,000 rs., boa para trahalhar e botar sentido a um
sitio : na rus do Crespo n. 10. primeiro andir.
=Vende-se arroi branco pilado por preco commo-
do ; na ra larga do Rorario yenda da esquas, ao
t' llar para a ra esireita do Rozaiio n. 52.
= Vende-se uma caa de prdra e cal.|feita a moder-
na com 29 a 30 palmos de frente e 50 de fundo a
qual esta collocada em um terreno que tem 70 psl-
mos de fronte e 600 de tundo sita na Capuoga. no li-
tio do Jacobina : na ra larg dolorario n. 32.
Na ra larga lo Roza.rio n. 32 labrica de chi-
rulos acha-se um sortimento de charutos da Babia,
de taries qualidade, como sejio: regala de primei-
rae segunda qualidade lanuda Babia meia-regalia,
tudo por proco comino lo em porfi e a retalho.
Veodem-se 19escravosde ambos os sejos, che-
Kados pronmamente do Aracaly. de 12 a 24 annos
entre eMes lem um pedreiro um bom coiinheiro e
um alfaiate e aapateiro. proprio para pagem por ser
de booita figura e esperto sem vicios por ser ten-
dido no Araeity por necessidade ; csiias de tartaru-
ga; ponnas d la ; cera de carnauba ; tudo por preco commodo : oa
ra da Crur, armazem n SI.
= Vendem-se latas com 27 garrafas de azeile. doce ,
do Lisboa muito superior, e em conta; no aruii-
tem de Francisco Dial Ferreira ao pe di alfaodega.
= Veodem-se vario' escravos de ambos os stxos ,
de 12 a 20 annos. com habilidades *ou em ellas ;
na ra Nova o. 21, segundo andar.
CARVAOAM.M\L
do mais puro e da primeira qualidade para a refina-
cio do aasucar dccoloraco dos jaropes, tinbos, vi-
na res, ou liquido qualquer desentecho dos agon-
ardente. dos espirito, t&c. a 2000 rs. a arroba ; no
sitio do Pisa, em Olioda : quem lomar de 20 arrobas
para cima o receberi em casa.
No Aterro-da-Boa-Vista, loja
de fazendas, n. 14 ,
vendem-se pannoi preloi de cor fin, alie 5200 n. ;
merino preto de duai larguras, a 1400 rs.; princeza
muito superior a 1000 ra. ; casimiras dobradas de
algodio, doquadrose iistras, pelo barilissimo pre-
vi Jo 50(1 rs. ; brins de quadros e Iistras de qualquer
cor que o comprador quiter pelo barato preco de
200,220,210 320 o 400 ra. o covado; bretanhai de
rolo com 12 jardas a 1600 rs ; catsa lisa larga, a
280 rs. a tara ; e outras fazendas por mais barato pre-
co do que se teem tendido; e oa Srs. compradores,
qu-' nao pnderem tir em dita loja podem mandar bus-
car amostras tanto dcslas romo de qualquer outra ,
que i rompan.uni Ibes serio dadas, e juntamente o
seu ultimo proco.
- Vcndo-seum ptimo carrinho de duas rodas,
por preco commodo;na ra do Aragi,cocbeira,n. 17
Vndese tinsgre tinto, a 45,000 rs. a pipa ; di-.
lo branco, a 35,000 rs. dita : na ra Imperial, n. 7.
- Vende-se CER AM VELAS do Rio-de-Janei-
ro sur tmenlo de 1 a 1 ti em libra ; oa ra da Seo-
zalla-Velhi. n. 110 '
Vende-se ou permuta-se o sitio denominado
= Sesbaliio Lupe =, junto a cidadn de Ulinda com
graodecasa de vivenda ynuio pioprio para levantar
um eugenboca b. as terral para plantar e para pasto ;
lem mullas arvon s (lucidoras, casa de farinba, estri-
bara e commodos para escratoi; na ra da Cruz ,
no Recile, ns. 26 e 52.
Vendem-se diversos escritos, inclusite um com
oflicio de serrador; oa ra da Cadeia do Recife, n. 21,
loja de Luiz Antonio Sequeira.
_ Vende-se um pelo canoeiro pescador de rede e
linba bom trabalhador de enxada, e robusto ; oa ra
da Cruz o. 3.
Vende-ae grasnmatica francea de Lhomond ,
.ota edicio corregid! e augmentada de muitas regras
sobre oribograpbia e de um quadro de preponioes,
adterbios, e ronjuncedes : na prava da Independencia ,
ivraria ns. 0 e 8.
Fardos em saccas muito
grandes, chegadas ltimamen-
te : nos armazens de (usina
i aes e do Bacelar, deronte da
cscadinha da aandcga.
Vende-se urna escrata, de 20 annos, pouco
masou menos propria para o sertico de eogenho ;
na ra da Cadeia do Recite n. = aeguodo andar.
eieede a da lona as taU coral e pidrSes rinltf
com as mais modernai casimiras franceaa; i}0 b,i. '
u.
le escuras, e por isso muilo proprias para o uto de n,,[
oaempregedasem ai mazeos, e ou I ro trficos do coa
osercio, e bem assim para montar a retallo, oicornp,,.
dores, que pretenderen ter os sobreditoicortei,,p01j,'
mandar pedir as amostras, que promptamente ee lkn
darSO. sob o competente penhor.
> Vendem-se 30 olbas de papel ,- muilo liado
proprio pin forrar sala por prego commodo; nit|i
dai Cruzei n 34, oa loja.
= Vendem-se Dendii de ferro pare engento,;,
mocar, para vapor ,*egoa e beatas de disertos tsm,.
oboe por preco commodo ; e igualmente liiiu i,
ierro cuado e batido de todos o tamaohoi ; Q, p[j_
ga do Corpo Sanio n. 11, em caa de Me. CiIdiooi
Compiobia ou na ra de Apoll armazem, n, t
.. 8ETR0Z, A HfOOORi.
Ns loj da esquina da ra do Collegio, com fra0i
par o arco de S. Antonio tende-se retroz do Porto'
prelo. azul ferrete e lortido a llar*, a libra ; e M'
pe braoco aparado a 2800 rs. a resma. v '
Vende-se farinha de trigo
de SSSF, da marca verdadeira
chamada Ramo, em pequeas e
grandes porgues, voniade dos
compradores: na ra da Cadeia
do Kccife, n. 29, ou no caes d\|
alfandega, a fallar com^ Joaqu/Vi.
da Silva Lopes.
Vende se rra de carnauba de muito
boa qualidade, chegada prximamente do
A8S, mesmo em pequeas porc5es: na
ra da .Alatli e dc-Deos, venda n. 3G,defron.
te da botica.
Coniintia-se a vender, na ra Nova,
n. 3i, os superiores charutos rega-
los, da fabrica de I''. Grs, ditos regala
e famas, e outras mais qualidudes por
preco mais commodo do que em outra
qualquer parte.
= Jos Caetano Uirtioi dos Santos tend um ti-
Ibar, com lodos os seus pertencei, proprio para ser
lertido ; no becco do Abren casa de pasto, o. I.
!C
Escravos Fgidos.
Vende-se. na ra da Cruz, n,
, 6o, e na ra da Cadeia, armazem
de Fernando Jos Braguez cera
j em velas, chegada ultimameote do
) Kio de Janeiro, d'uma das me-
i Ihores fabricas, e he ptimo sorti-
mento, por ser de rneia libra at l
16 em libra, e em caixas peque- M
' as, e por preco mais barato do m
que em uulta qualquer parle.
PELLEJOlJlABO, A 1*440 Rs.
Na loja da esquina da ra do Collegio com frente
para o arco da b>. Antonio vendem-se orles para cal-
vas da fazenda appellidada pelle do dilbo com 3
(ovados e meio cada um a qualro patacas e rneia: I
esta fHend he tectda algodio e lia sus groiiura I
Oesappareeeo, no da 12 do correnta, palas S
bom da tarde, da caa eonlronte ao palacio de 8. Eis.
Reverendissima uma preta, de oome Maris, da 171
18 annos estatura regular, cheia do eorpo rosto
redundo, beicosanerix pequeos, olbos regulares;
levou dous vestidos, sendo um de roelim szui, a o ou-
tro de chita rouxacum palmii encanadas: e cono
a dita prela nao lenba conbecimenlos por lar rero-
Ibida e nunca ter sabido s a ra, roga-se a quil-
quer pessoa que por acaso a tenha refugiado, pur ig-
norar quem se jo seu senbor uueira anouncur, oh
avisar na dita casa ou na ra da Crui, n. 28 que
qualquer deapeza que lenba feita, se satisfar. Igus!-
mente se recommenda a qualquer capillo de campo,
que a pegar que aer recompensado.
Ao amanhecer do dia 13 do correnta, lugirio
do engenbo Pirauhira fregueiiada E>cda Iris e-
cravoaiioulos : Manoel Pilippe alto, corpo regular,
roslo liso ps grandes : Manoel, a Malbeus, ambos
de estatura mais baia que o primeiro, bm grossos
do corpo ; tendo o ultimo na perna eiquerda um ojio
algumaeousa sabido : levarlo camisa de algodio e da
hila ceroulas de algodio e mais aluuma roups
um malote de couro de ovelha que cooduiirio; lorio
armado de chunos e espadas e levirio um csroeiro ,
que matar". Esle eiersvoa vieiio do Ico, lorio
vendido! nesla praca pelo Sr. Fraocisco Joquim Csr-
doio eiuppde-ie lerem procurados estrada do ser-
lio. Roga-ie as autoridades policiaes, e apilies di
campo que os appreheodao e os mandem ao do
engenho a seu senhor, Roque Ferreira da Costa ou
ruado Collegio, n. 12, a Sebastiio Jos Gooiei
Penna que generosamente gratificar!.
CuntinuRo a estar fgidos, desde 21 de abril, de-
bordo do brigje Aftnlor, o 2 escravoi msrinbeiros:
Jos!, de naci Cabio, representa30 annos, eitalura bai-
la, e barbado; e Manoel, de naci Congo, reprsenla JO
e lanos annos bailo sem barba : aquella (ni sers-
vo da casi do coronel Rento Jos da Costs. e loi seduc-
tor do segundo e coabecedor desti provincia :, aoode
se adiar he provaSel se inculque por forro. Kecom-
menda-se a lodas as aotoridades as ua capturas, bem
como aos espilles de campo e oflerece-se de grli-
celo 150,000 rs. quem os trouier reconliecendu"
serem o proprios; os quaei le pigio ni rus da Ceden,
o. 43, em caa de Amorioi Irmioi.
Ausentou-se, no dia 6 do correte,
o preto Anastacio, crioulo, de altura
regular, bastante reforcado em todo cor-
po, cor fulla, de physionomia bstanle
carregada, representa 1er a5 annos idade, costuma andar de chapeo s
couro ; elle he bem conhecido por andar
^aullando na ra : quem o p*gapJeve'
ra da Moeda, a seus senhores Silva o
Grillo, que ser generosamente rccoi
pensado.
Fugio, no dis 10 de deiembro de 1815 i "
lio Chico-Piolo no engenbo Conceiio um mu.
tmbo de 10 a 16 annos; parece, pelo corpo. tr w~
or idade corpo tecco pernal e pl pequeo.
dos seceos e comprados olbos ivos e alumicado;
do ido levar urna caita ao eapilio"Jos Botarlo T ^
eebido reiposla : quem o pegar, leve o di'o ,lUur,d|
sera recompensado e sendo nesla puf* > Dl '"''
praca da Independencia, n. 1.
PttN., } KA TIP. DE M. FJ pif rAaUA-T *0*


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