Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08320


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Full Text
Auno de 1846.
Terpafeira 14
O Df/AVOpulilicv-se lodos 05 das que nao
for'ni di guarda: o preeo da assignatura lie de
iffpOO rs. Pr quartel, pngot adtnnladns. Os
anuncios dos assignanles sao inseridos a raio
de jn ris por linli, 40 iis eii typo difieren,
te e a* repelices pela melado. Os que nao To-
rdo assignantes p-go 80 ris por liaba, e 160
(i ijpo differeute. ,
PI1ASES DA LA NO MEZ, DE JULHO
Crescenie a I as 7 horas e 3 minutos da inao^ia.
l',u clieia a 8 a 8 hora 40 minutos da larde
|li i a'oa 11 te a la as II horas el mi. da manhV
La nova a 13 as & horas e 42 min. da tarde.
Crescente a 31 as 8 horas e II mii:utos da man.
PARTIDA DOS CORP.FIOS,
Goianna e Parnliyna Secundas e Sextas reiras.
Rio Grande do Norte, chaga ni Quartas feiras
ao meio dia e parle lias mesmas horas as
Quintas Tejas. .
Cali, erinhaem, Rio Eormoso, Porto Caito e
Macey no l., 11 e 21 de oda mea. '
Garanliuiii e llnuito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 2.8.
Victoria as Quintas Teiras .
Olinda todos os dias.
PREAMAft DE ioJB.
Primeira as 9 h. e 18 minutos da- manha.
Secunda as 9 h. e 42 minutos da tarde.
de aFullio.
^Anno XXII N. 155.
das da semana.
3 ^egiindaS. Amuleto, au I. d > .1. dos orr. e
doJ.do C. d2. v.,dol M dai y.
t Terca S Optuciano, and do i dociv. da I.
v., c do J. de pal do I dist. de t.
5 '.,)liarla S Gamillo, aud. do J. do ir.
da 2. v e do J. de pal do 2 dist. de t
Qulota S. SUeoando, aud doJ. de orplios,
e do I municipal da I. vara.
T Sexta S A lean mil iloJ. do cir. da I.
v e do J. dr paz do I. dist. di' t.
8 Sabbado S llulilo. aud. do I. do circl da
I Vara, e do J de pai do l. dist. de t.
9 Domingo S. Vicente de Paula.
CAMMOS NO DIA 14 DEJDLHO.
Cambio sobre Londres J6 a 21'/jd.p l|a 00d.
a Paiis ISO ris por Tranco.
a Lishoa IOS % premio |ior inez.
Desc. delalrasdehoas limias I '/, p */> mct.
OuroOncas hespanliolM HJMV) a 320000
a MoidasdefiJlno vel. lOjilOO a I6HU0
a deujtonnov. iO#200 a 1110101
a n de IsOllu... 9/D00 a 9-JOn
Prala Pataroess....... llOlO a U99II
a Pesos coluinnares. 1*990 a JfilOO
Ditos Meiicanos. l#9S0 a 1*960
Miuda... ...... 'if0 l'so"
A croes da Cosnp. do Delieribe de SOJOIIO ao par.
DIARIO DE PERRf AMBUCO
INTERIOR.
Rio"de-Janeiro.
DISCURSO,
COfct Ql'B 0 SKM10R MINISTRO DA MARINIU RESP0NDRO AO
SENHOR FKRRK AQUELLR, CUJA TKMVSCtUPCA TRR-
MINAMOS hM UN." I'BO.
(Con/nuacdo do numero 151.)
A legunda arguico, quo le< o nobre deputado, oi o
defeito do presente oicamento acerca da diltribuicio
dss verbii de despera, o po ie meiaio le dille, que
ilguma cooia ji hourera de melhor. Nio sei; inii.se
al.uma cousa bouve de melbor, i culpa oi de eu nao
< nlir'cer esta melhona, porque nio be aillo eni que
eu tiie maior empenbo, oio porque nio Ibe d muila
importmeia, mas porque tejo ai difflculdadei par con-
irguir aquillo, que quer o nobre deputado, 0 nobre
deputado quer, que le aprsente o 019menlo di mari-
nha pela meima mmeiri, por que 10 aprsenla na
Franca: eu deiejiria nlifa/-lo niito. Coneuo, res
peito a coolabilidade Iranceii bi muito a aprender
india, o eu muito deiejaria approiimar 10 que ba a el-
le respeito; mu eu pe'rguntarei te itto estar s na
Diinba mi, apezir do longo lempo ja da mioba ad-
moislrecio ? Longo lempo...! Poucoi din ba, Se-
nhore,. alm de doui annoi Mis ai nosiai couiai sio
Les, que doui aonu de iilminittrscSo j sio um lon-
go lempo Km erdade, raro he o ministro, que lem
(ido doui incio! de adminstracio. Mj, se o nobre
deputado (que tintse inlorina di repartilo di mari-
nha, o que muilo me liiongeii, e be ohjecto de espe-
1 incas pan o paii, poil estuu persuadido, que 000-
bre deputado nio limita 01 leui eitudoi s a eita repar-
tirn, pon m lobro muitii outrn, e do leu diicuno
tejo que procura bem iolornur-ie ) tivesio a for-
tuna de nio virem iuii inforniitOes tanto de relacdei
especian. ..
OSr. Ven ai : Do relslorio de V. Eic.
O Sr. Mmiiiro da Manka i Do meu relitorio 1
Parece, que o nobre deputado o vio por vidroi um pou-
co prevenidos; mas poderla faier mesmo reparo lobre
mais alguraa cousa, porque eu loria muito des- jo de ou-
vironohre deputido fuer uma censura. Senbores,
deigri(ido do ministro, que teme, que o ceoiurum ; be
pela censura, que te ve 111 1 cunhecer a verdade ; he a
censura, que garante o bornem nesn perseveranca, que
o nobre deputado tanlo reclama. C)uem tiver certeza
de oio ser censurado, como ha de perseverar, se nio po-
de ter uii do leu procedimtnto T Se, poii. o nobre de-
putado procuraste eilai informacOc de um canal mais
imparcial, havia de ver, que nio lem mu i la rasio. Km
verdade ai verbal doi inenaei de marinha accuaiulao
diversas drspezai, que podiio estar melbor extramadas
do que presentemente le ichio ; lodavia ainda peco li-
cen(a para diier, que estao boje melboi eitremadas do
que nunca esliverio. (Juein quurr esludar 01 negocios
da mennba, meimo estes deipem englobada! debaixo
da rulirica=arsenaei, nao be preciso ir mais longe.
De I, co, para inspccloi doarseoal de marinha boje
no nosso piiz se requeren) grsndeicaparidadea ; otjec-
t"s muito diversos e variados se arliao debaiio do las
itlribui^Oei. Eu pego ao nobre depulado, que d at-
teiico crea^io da capiliuia doi por tos ; e veja, que
capacidade nio be neceisarii para ser inspector de ma-
rinha.
Um Sr. Depulado : At direilo martimo devem
saber.
O Sr. U. Cavalcantt ( ministro da mirinba) : Os
odiases do marinha nio sei, que tendencia para o direi-
lo omito teem, que de ordinario sibem tio bem ou me-
lbor do que 01 idvogadoi; eu vejo, que 1 grinde mes-
Ira, a Gr&o-llrelanba, lem almirantes, que labem apre-
sentar se perante todoi 01 goveroos, e diier o que be
dueito martimo.
A LEA. (*)
por f reDerco feoulte'.
PRIME1R0 VOLUME.
XXIII.
OS AMIMABI FXBOZES.
Eslava o conde de Monrion licitado em uro rico snfi,
quando Leona entrnu impetuosa em ana casa ; tinha
ella na olhoa filos no tectii, e o cachiuibu, apagado
antea de acabado, llio havia escapado dna Ditos ; u que
pruvava estar elle obturlu em prufnodiaiiiiat refle-
>0M.
En que penia eulio o senhor ? disse-lhe Leona
cun ar de descomente ; va para oito das, que nio le-
iil>o noticias suas i ueiu me eicreveo, iiciu fui a minba
casa!
Ab! por aqai1 disse-lhe (juilavu; eu a erpe-
rava.
{) Vide DiatU o. 151.
Elle rimo di capitana doi portoi nio exista entre
nos, sendo elle objecto da exclusiva allribuicio do um
bomem e entretanto o que lazemos? Incumbimo-la
aos inspectores de anenaei. Asiim devemoi principiar.
Nio lemoi tantas capacidadei; i proporrio que co-
nbecermoi ai necenidadei, e se lorem formando os nos-
sos homeos, enlio pouco a poueo iremos divdindo,
marrando aquellas attribuicOes, que compelirem a taes
e taes individuos, e que he melbor, que lejio repirli-
dsi do que agglomeradas em uma s pessoi. Mil a islo
veem tambem muito os argumenlos de economa t nio
se querem e'tas crea(0es, eem parte teem raiio ; por-
que, confesseino-lo, ern geral a maior parte dai crca-
cdei, que le teem feito, teem sido mais pan arranjar
peiion do que cousas. Eu me vejo itripalbado com a
execucio dai leii.
O Sr. Franfa Liitt: Porque nio ha industria no
paii.
OSr. H. Cavatcanli(ministro da marinha) : Ai-.
sim he ; couiai nio se conseguem senio com tribi-
Ibo, e nos queremoi vencer ludo sem trabalhar. Nio se
(ormio oDiclael, um inspector de arsenal, uma autori-
lade como nos queremos, de repente ; isso nio te i 111
proviss.
Mas oque tenho dito sobre capitana de portol riio
lie umi novidade ; lempre eiiitirio estai capitanas. A
legislarlo da marinha portuguesa lem servido de mo-
delo a muitai nicdei do mundo o que se fa; lioje nio
he novidide ; nioie di mais do que reisuscitar eou-
aii, que eitivio no abanduno e no esquecimeolo ; digo
mesmo, que com eite regulimento se deo quasi uma
nova vida repirticio da marinha. Depois, temos as
construccOei navaei. Entre 11 construccOes navaes e
as civil ha, lem duvida. umi grinde dllerenca, e o ins
peclonlo arienal he chele de ludo sto : he chele ; mis
quies sio os ofliciiei, quaes 11 pessoal habilitadas, que
temos as construeces navaes, mesmo civis marilimas .'
Temos um corpo de engenbeiros no Brasil, composto de
mocos de mrito e talento, mocos de grandes esperan
(ai ; o que s falta he dir-lbei occaslio de um da po-
derem prestir grandes servrjol 10 paii. O mesmo se
pode di/er a respeito da mondado empre'gada 01 mari-
nha ; mas homeni leiloi, atlribuicea extremadas nio
lemoi. Querer crear lmenle para arranjar ere turas.
Dos nos livre disso ; vamo-nos arrmjando, vamo-uoi
servindoda prata de casa ; (cimos nossos rsforcos, e,
quando as cousasestiverem no estado de marchar, crie-
mos enlio os lugares ; mal por or nio ha remedio le-
nio agglomerar mullas tllnbuicdei em um su indivi-
duo. Nio temos engenbeiros civis ni reparlicio da ma-
rinha ; ai veres se lanca mo de um engenbeiro mili-
tar, e outias ve/es de algum eslraniteuo : ni repailiclo
da marinhi lenbo li j um eslrangeiro.
Nao mandei ainda 11 cisa alguoi orcimentns, algu-
mai plantas de Irabalbos, v. g do dique, da (undulo
de (erro e de oulros pequeos trabalhos, que todos so
felossempre vista de paJlaeoicamento, sem oque
nio ensueliendo obra alguma.
Ha mais outra singularidade : nio he no Rio-de-Ja-
neiro, que se faiem estas obras, nio he s aqui. que ha
esta confusio, a que o r.obre diputado se refere, he em
muitai outrn provincul do imperio, bi na (Suba, em
Pernambuco, no Par eoutras provincias como he,
que so vio azendo, como be. que se cassificio estas
despeasT Eu assevero ao nobre diputado, que nada se
fas sem maduro exame.sem consultar, qual he o melhor
meio do se faier. Nem cuide o nobre depulado, que
eu tenba a vaidade di univeinlidade : lenbo bul*ole
tenso commum para nio ter esla vaidade ; e ji que use
delta palavra, direi, que o seoso commum he oque
maiiierequcr em um ministro. Nio le se muito lber
be bom pan um ministro ; talvcx nem uma nem outra
cousi.eque baste a grande quilidade deaher lervir-
se das pessoas, que teeo babililatio, e consultor os pe-
ritos em cada cousa (ajioiadui).
le
_ Para que?
Para diser-lhe, que o que me pedio lio inteiranien-
ropuisivel.
Pobre moco I rcplieou Leona, encnlliendo 01 hom-
broi, e laucando mbre uma tadeira as luaa e o chico-
i- iumde-iue dar alguma cousa, quo eslou murta de
une. ,.
Gustavo tocou a campainha, o o criado, que Monrion
havia denunciado a Vctor cuino pulido por Leona,
appareceo iinmediatainenle.
Faja o que a aenhora llie ordenar, Ihedisia Mon-
rion, tomando a deitar-ae molleiuenle.
Leona deo as suai ordena, e dina Monrion.
A prnpoiilo, como be, que eu o acho lio cedo lo-
ra da rama?
la deilar-me, quando voss chc-gou.
-v Passuu a nuute no club ?
__ Paisei-a em niinlin casa; o senhor Joio, seu espa,
Ih'o pode atlestar.
__ K ein que panoli oseshor enlio a nouter
Levei-a qui, ueste sof, a imaginar.......
senbor ae engaa, iniorroiopeo Leona, senlan-
do-se mesa, em que Ihe baviio servido u almoeo, vos-
a eiopregou a nuulo em ciludar a palavra iaipoisivel,
que outr'ura diiia haver riacado do diccionario,
Engaiia-ae voss, dina i.egligenlomeiita Guslaro,
culhendu a longa serpento de seda com cabera de m-
bar, que servia de luboao caBlifrobo, mo aprend o ler-
1110, reconheoi, qno elle tai um aeolido.
E quena llio exoliuuu enlio eise aeolido ?
Eu s.
O negocioi todoi, 1 que te referi o nobre deputado
acerca di contabilidad e da deipoia, nio lio ordena los
por mini, lmpleimente 1 meu cipricho ; os cheei di
repartirlo da marinha sio ouvidoi em lo los estes nego-
cios^ cidi um concorre com seucontingente, pira quo
as cousas marchem,segundo lrmais conveniente ao ser
ico publico ; e eu ou muilo feliz om estar muito su -
tisfeito com taes chefei, eem coofesnr 1 cooperario,
que me teem prestido no ser vico nacional.
Poderia ainda terse extremado mais a classiRcicio
das desppzai a cargo doi arsemei : nio dutudo ,* mal
sabe o nobre depulado o que he, que se tem feito ? Pa-
rece-Ihe, ou di a entender, que esta ociosa a maior
parte doi empregados da repartidlo da marinha ; mis
digo 10 oobre deputado, que be por nio ter querido um
da ver qualquer desln reparlir;des. A contadura di
marinha, que he onde se laiem estes orcunentoi, e que
pireco lo nobre deputado, que nio trahalhou muito,
deve-lho merecer maisalguma benevolencia. Eisa con-
tadura, ha um anno, que fo creada no papel; nio exii-
tia uma contadura geni na marinha, mas sim contsdo-
iin subordinadas ,-s intendencias, sem a precisa unilor-
inidade na classificacao das despezas da marinba, que
erlo apresenladas a repartirlo do thesouro, que mal
poda agglomerar estes esclarecimentos, e aprsente-
los as conlas, dedous em dous innos, rontis, que lin-
da nenhuma cmara tomou lloje as despeas todas da
marinba passio pela conlsdoria goral, que tem de co-
nbecer da moralidade dellas, e a providenciar sobre os
erros, sobre abusos inveterados; o expediente desta
repartilo nio te limiti a copiar ; ha muilo a providen-
ciar, a corrj;ir; nada estiva leito anteriormente ; e co-
mo diz o nobre deputado. que como o oriniento nio
veio com 11 verbal extremada!, romo se faz em Franca,
a cootadorii nio lem que fater ? Saiba o nobre depu-
lado, que essa ronladuriu (o cresda, ba um anno, e
ainda seus empregadoi nio esli creados definitivi-
menru, anda esli com vencimenloi muilo inleriore
.muelles, que a le autorisou ella nio loi executada
pata so Bcommudarein aflhados ; bes para acomino-
dar quem tiver merecimento e loubcr bem desempe-
nhir svus deveres. O proprio regulamento, leito pan
ssa contadura, fo oiganisado pelo seu rontsdor inte-
rino, e submctlido i coneci'io e exime de pessoas com-
petentemente habilitadas ; loi ipprovado, conbecendo-
si', que este regulamento era obra digna de ser adopta-
da. E 111 un minino da contadura, de reconbecida capacidade.
Amigamente, quando enirei pira a reparlicao da
marinha, nlu eiin s as ronludonas, quo eslavio nesle
estado ; um individuo reuma todas esUi atluhuidei;
nspeclur do arsenal, encairegado do quallel general e
ajudanle de ordens do ministro ; e o que se jhiuvi en-
io pe quaitel-general, t> o que se pasta boje ? Convi-
do o nobre deputado a que v:i dar um passeio ao quar-
lel-general, a ver se os empregadoi esli depernss cru-
zadas, ou se deilio de desempenbar os seus deveres.
l'doi esles mappai, todos estes trabalhos, mesmo taes
quaes forio apreientidos, serlo talvez compiraven com
os que anteriormente so apresenlavao ? Eu digo, que
eslascilraf, esle individuos exislem, c pono respon-
der por eslai couni. Islo so nio (ai sem Irabilbo, leu
esforfoi.
Em verdide, he um principio plausivel dzer :co-
mo bei de votar por vossai verbn, se nio vejo 1 conla
das vossas despezas r1 Podis v-las no baleoco de
Itv.'tI84i, quo vos ho agora apreientado. Compa-
rai, e Cde em que ha diflerenra, e enlio podereil fu-
zerumjui/o; mu nio digis limplesinente, que nio
podis votar, porque nio vule 11 cuntas, porque assiui
miaste* sempre ; o quo nao he buin : mas qui.es sao
os meios necessirioi para apreivnlir e- tus conlas T Al-
guma cuusa se lem leito: existe a contadoria, que mos-
tr um oielburamenlo consideravel na scalisacio, e
Islo he, replicn Leona, frnnundo o aobr'nlho,
que o quo Iho en ped ho imposaivel, porque vuss re-
cunlierco a ana insuflieienoia para fni-lo.
Voss nio est folia esta manilla, disse Gustavo,
laucando aos ares una fumarada ; o quo voss me pedio
ho impussivel, porque eu nio quero fas-lo.
Ligeira ooniraeco altern aa feroi de l.ena, quo
replicou no loro o maia inaulentrmente indifferenle:
A vonlade he a grande pretendi doa fraeos.
Pode aer, disso Gustavo ; e vuss, quo pretende
ter uma volitado do fviiu, dvvo ser e&oelleme juil na
que.lSo.
Gabo-roe, respoudco Leona, porque quanto lenbo
qaarido, tenho lido.
Poia bem repliuou Gustavo, alijandoindifferen-
te o caehimbu, nio lerei eu aquillo, que nio quero ter;
cuido, que isto lem a mesina forqt.
Vess lem onvelhccidu muito em oito din, disse
Leona.
Nio, por Dos I disse Gustavo; nunca me sent
lio moco.
Em que fonle do mocidade ao iiiorgulhou voss ?
N'uin olhar aiul, ii'uraa vui anglica, n'uuia au-
reola do innocencia.
Ah! eiclaruou Leona, rindo; he isso? amito
bem i ja vejo, que nio tenho quo faior aqui, a au ser
que o senhor roo queira acecitar por confidente; he um
einprego, quo desejo experimentar, jlu v-io lomar o e
Coln na opera-comioa.
Aa divinas e perfumadas ambrosia*, dille Gustavo
coui alegre fatuidade, raqnerem vasos de um cristal
mesmo na apreenticlo dn eonlas. LJe o relilorio do
ministro, e tereis ai reipoitn i vossas pergunlai
O nobre deputido icbou at duplcalas nn despezas
dos arsenaes de mirinha.
O Sr. Ferrat di um aparte, que nio ouvlmos.
0 Sr. Ministro da Marinha : A despeza para 011-
rlnhagem he calculada porcada individuo.
O Sr. Ferrax: Eu admiti este calculo.
O Sr. Ministro da Marinha: Esta despeza be cal-
culada com as muoices pelo lempo, que estio embar-
cadas.
O Sr. Ferrat: V. Etc. nio me comprehendeo ; se
di liconca, eu explico. Em que consisten*! as muniedes
navaes, que lio calculada; pira cada prac 1 ? No vea-
me, maisame e oulros infieres necessarlos para o ru-
len do navio. Donde sio lirados esles velantes, massa-
mes e mais roisteres ? Nao he dos arsenaes, para 01
quaes esli consignados diobeiros para a compra destes
objectos ? Sem duvida : mas, ao mesmo lempo que so
consigna esta despea para os ar uma quota para cada praca, para muirles navaes; de
modo que ha uma verdadeira duplcala.
O Sr Ministro da Marinha : Eu respondo, que o
nobre depulado est completa mente engaad): o quo
se pede na rubricaarsenaes he municOes navaes
para os navios novos ou fabricados, quo tenhao da ar-
mar, e nio para os que so adido armados ; o quo Sea
demonstrado, i vista di quantilativo p idido; ou por ou-
tra, uma despeza he para a cousorvacio das cousas, o
outra para a creacio.
II 'S arsenaes se tirio outras muitas despezas, quede-
viio ser estremidas. Essa despeza, a que se referi o
nobre deputado, ooin a instructio do mostres edo ope-
rarlos, sem duvida he tirada dos arienaei.
0 Sr. Ferrat: Podia ser especia I.
O Sr. Ministro da Marinha : Seria inolhor ; mas
nio be fcil extrema-la, nao pode ser calculada do anle-
mio ; lem ido i proporcao que ai circumslancias o per-
mlttem. Sempie que occasiio si lem aprusentado, Si.
presidente, eu tenho lancado mi dos houicns para
manda-Ios aprender ; he necessarlo cjnhecer os mais
habilitados, e mermo aquellos, que quereos, porque ba
mullos, que nio querem.
Nio poderei seguir oa apontamentos, que tomei, mas
irei fallando sobre os difluientes objectos, i medida que
me forem lembrandu.
I'crguutou o nobre depulado, se eu posso diier quin-
tos navios se hio de por no estaleiro este asno. No es-
lou habilitado para isti> ; digo, porm, que lenbo os
homens habilitados, eque tenho mesmo os navios, que
poderei construir, porque sem duvida os fabricos entre
nos infellimente nos levio urna despea considerase!, e
nos nio podaremos construir novas embarcacdei, quan-
do all oslamos lio necessitsdos de aprender. Os fa-
bricos podiio ser menores, se os navios armad is, desig-
nados para cortil cominissdes, fossem mais apropria-
ds para ellas, e mesmo se tivessemus homens rnail ha-
bilitados para al comtrucves ; enlio as nossas cons-
trueces nio serlio tio repelidas.
Nao temos deposito de madeiris pira construcelo,
vamos corlando madelra velha ; nio lemos mesmo os
depositoi necesarios, para que estas madeirai eilejio
satunadas para a ennslruc(io.
O nobre depulado nio fesenao a compararan da en-
liga admlnislracio com a actual : eu nao neg, que es-
sa administrarlo fosse lento ou mais telosa do que eu ;
mas o que he verdade he, quo o quo existe hoje do mi
veio de Iris, e que eu procuro melhorar o quo posso,
como eslou cerlo que meus antecessores Qierio.
Nio lema o nobre depulado o anniquilamento da noi-
sa marinha. Em verdade, o termo medio da duraco
dos nossos navios tem sido, como disse o nobre depula-
do, qualorze anuos ; mascitou persuidido, que, sa nos
llvessemos tldo attencio ao dosempenho dos deveres dos
cunstructores e dos olliciaes dos navios, quareola anuos
nio serla grande durafio. Ah estao navios portugueies.
Nio sel se hoje posso diier isto, mas nio ha muito lem-
po, que eu vi navios poilugueies, construidos no l'ara,
no lempo de 1). Francisco de Souza Coutlnho, havia
mais de 60 aonos. "-enliore, ai nossas raadelras nio
lee.in nenhutna inveja das madeiras da outra parte ; po-
dem durar quarenla annos, comquaoto aconteceo, que
um navio nono, feito em Santos, fes vlagem para o
puro e lmpido ; ao novo amor, qno sinlo, cunvem por
confidentes alma camin \t o Humenles.
Voss perde a eabefla, muu charo, cora ai suas
poesas pailoris, replicn Leona, rindo-se; as suas ani-
broiias nio passio do qneiju frescos, que ao preparao
em ignobeia potes de barro; mas, visto o ollcio do pa-
p, fabricar-lh'oi-hloem puruellana.
(11.lavo fes um gesto de impaciencia, quo occullou
o melbor, que podo, alijando onlrn vez ocauhiiubo,
que alias arda ptimamente. Lenn conliniiou :
SabevoM, que eieTnore pode lervir-ilie uo um
bello aogro P
Sogro! como oenteode von? perguntou Gui-
tavo.
Na accepcio natural do termo ; eu Ihe roguoi, qua
teniii.se o que podia um ftdabjo elegante, o espirituoso
110 coracn deasa Julia Thur, e sei o quo pode uma
burgueiinha bens ensinada aobre um pobro moco bein
paleta e bein crdulo. Ha oilo dial, quando, na falla do
retrato em Virgnu dessa bella, retrato, que voss nio
pode obier de A mal), eu Iho ped, que roubaase o mode-
lo ao pintor, j que uao poden alcaucar-lhe a copia,
disse-me vuis, que era negocio do oilo dias, e parti
cuino conquistador. Conhei-iuu uo (aenlior. diego ;
creio achar um iriuiuphador, encontr um sencido.
Mas de loda as suaa bas qualidadea de oulro lempo,
pumo, que ao menos Ihe restar urna, be faier perfeita-
eute aa uuusaa, quando aa quer fazer. Nio licuar,
paranla, incompleta a sua derrota, e suppouhu, que
'Ju'i'.i! algum das, ae iis'o j nio aoonteteu, u souiur
marques de Moutileu le apreientar em ana |de Tbore,


Wo-de-Jinelro, e ol condemntdo. Ai fragatas ameri-
cana* a que o nnbre deputado te referi, Principe Im-
prtale Constituido, leem SO annos de es.stencla, e
podcrllo vier uulroa Tinte .nns, ie nfi,. fuiern expol-
ias is querenas, que as flierio alquebrar, por (alta de
utn dique
O Sr Sleirellet i A Paraguait he bem velha.
USr. Htmilroda Marinha: Ku eslava na India,
quando te cun.truio, ha 24 aonm. Aleda be bom na-
to, c nsiruidu de eicclienle madeires.
Nao p6de, pola, servir de calculo o aeu termo medio.
Se nSo ae der Mtenco conservaran doa navios, ni
ehexarid a II annos ; mas. ae a dereni podero durar
40 ou 60 annoi. A fragata Conttitmco. cuja madelrai
mandel laminar, anda pode durar 21) annos: o aeu
concert nao he grande cousa ; a diftiouldade he livra-
la de urna querena e melte-la em um dique por 15 ou
20 das ; podendo fabricarse na Europa ou nna E-la-
doi-Unldu. Mu pieauma o nnbre deputado, que esta
despea aer ia > grande. A malur despeta he, aem du-
vida, c un o augwunt'i de sold em paii estrangeiro ;
quero que t bogue a 800:000/, porque 170:000/ sio pa-
ra diflerenca de cambn.
O nobredeputado disae : Faiel navegar os nonio*
nados no alio mar, e procural Instruir o pes-oal delles;
mas eu le.ubro au nobre deputado. que esta despeta
nio he so para construir, mas la o be in para Instruir,
qur no alto mar, qor nos estabelecimentoa de na(rs
mais adiantadaa ; e ao mesmo lempo tai a fragata fa-
er este pequeo concert.
Peiguntuu o nobre deputado. donde sania rata despo-
sa : respondo, que dos arsenaes. Se eu podesse, feria o
reparo aqu, e enlio eotiana a despea na verba ar-
senaes ; mas nio o pudendo fuer, mando fate la To-
ra, tirando comprthindlda teuipre na roesma verba esta
despera.
O .Sr Ftmi di um apiri*, que nio ouvimos.
U Sr. Almiaro da Marinha : Ha d ius aspirantes
embreados em duas fragatas inglesas, cinco na nio
Columbio, que esli na Chioa. e que deveri eslarde vol-
ta poi estes dous ou tres metes ; temos oulro, que esli
em urna corveta, no Sul ; sao ofllclses empregadoa no
servico ; teem di Iteren ce da aoldo ; e asaim, v6 o nobre
depulado a analoga, que lein a despea com a verba
respecllva.
Ma o nobre deputado, comparando esta despeta.que
se le* de lei-r rom a fragata Conililui^Uo e seu fabn-
eo, cha, quesera rnelbor comprar vapores, ediz, que
no temo, necessidade de vapores, e que cun pro prestar
toda a alinelo sos vaporea, que nio leinua e o Seu a
p- rfeicoarr.enlo, lio essenci.l na repartirlo da mari-
nha O nobre deputado diz, que nio temo vapores;
mas eu digo, que temos simia do que nunca tivemos;
porque, se quizer ver onde esli os vapores, que cuita-
lio tanto dinheiro d um passeio para S.-Gonc.lo.
pane pela armario, e veri onde etilo as pecas, que Ihes
peitenccm.
Os vapores, que acbei, conservo-os, melhoroos: e
au eaiio su*s pecas quebrada e guirdades/jara isso nio
queierri eu rouiprtr vapores.
O Sr. Ftrraz di um aparte, que nio ouvimos.
USr. Umilito da Marinha : (guando enlrei na
adriiinisliacii acbei um macbnists de vapores, ganhan-
do bom dinheiro, que, bavia um anno, eslava concer-
tando um, que, quandusabio, nio pode marchar; man-
dei lser no casro o reparo, de que cerecia, e tern anda-
do nio 5, mas 7e 8 milbas.
Sr. Ftrrai da oulro aparte, que nio ouvimos.
USr. AJinutroda Maunka: Foi i Rabia contra
a mulo, e arrihou ao Etpirilo-Saoto; nunca les via-
geni melbores.
O vapor Jhetii, de pequea forca, ha 8 para 10 me
zes, eila no Par!, conslanleuienleem servico.
O Sr. Souta Franco : Nio fas nada.
S>. Miniifo da Marinha : Vei ao Marsnhio
e volla, corre a coila e vi ao Ceari, e nio faz nada !
Quando sin parado nio fas nada (ruodii). Nio he
all preciso ? Nio sei. Eu desejaria muito ter no Para
maii algum vapor, para nio acontecer como aconteceo
ltimamente com um navio, cujo nooie nio me lembra
agora, que foi para o alto Amatunas, e chegou la per-
dido, e quaii est em risco de ser con emnado. A
maiur parle dos navios da estadio do Norte, em con-
sequencia das aguas, e oulraa circumslancias apo-
diecem muito depressa, e coeviria maia ter all 3 ou 4
vapores de ferro, aiods que fo8>em de pequea forca.
F.u nio sei, se reslissreio queleoboprojectado a tal res-
peito.
Acbei a barca Urania no arsensl, incapaz de ir a
llaxuahjr, tendo-se feito enormes despeas com ella,
deiejando-ie abandona-la e vendfl-!a por lodo o preco ;
mas cipero, que, em menos de dous metes, ella rivalne
com et de lorg* de 70 cavados, comlruindo-se no ar-
senal peca n.ais dihVeis. No momento, em que eu
vir, que eslamoi habilitados para costear aa barcas de
vspor, nio acbarei inconveniente, que se compre algu
m de maior forca, o guerra propriameote dita;
mas, em quinto ru nio vir islo. oio-volarei, que se
gaslem centenas de conlos com baicss, para se mette-
rem suas machinas nos armareos.
O Bio-Graode leu. urna pequea barea de 12 caval-
los; nSosei.se a eonierurei: (alve o eommereio es
reca della; e, se schssie quem a compraste, Qao duvi
laria vendo la, porque, ainda que pona prestar para
correio entre o Rio Grande e Porto-Alegre, be muito
caro. ToJavia.com as pequeas bsress, que.lemos. seris
bom eitabelecer correios (Tactivos entre o Rio-de-Ja-
neiro o o Rio Grande-do-Sul. entre o Rio-de-Janei-
ro, Rabia e Pernambuco, e entre Pernambuco e Para.
He recestario, Senbores, fazermot algum esforco psrs
nos liberlarmos das companbias de vspor ; sao muito
caras f>o necesssrias, sio muito necessariss ; mis
convim, que o governo se eslorce, para que pona fater
ette servico por sua conta.
O nobre deputado achou escessivo o numero do na-
vios emprenadoi, e depois cliou, que oio linhamo*
navios. Digo ao nobre deputado, que elle reipondeo
a si mesmo. O numero de navios empregados poderia
ser menor, mas nio julgo conveniente desarmar : sebo,
que seria mais conveniente termos 10, 18 20 navios
hnns, do que 40 ou 50 mal guarnecidos, porque nitlo
nio ae admitle mediana j mas onde estn os bons ?
O nobre deputado quer al, que vio navios cruiar no
allomar; mal Ibe pude fuer a ventado ; nio ha 15
dias. que pude mandar duas crvelas a Santa-Helena.
Muito detejra, que notsa bandeira se apreientasie
em loduas psrtes do mundo, mss nio tenho meios
para iito, nio por falta de navios, mas por (altas, que
too lempo nos ha de habilitara superar.
Os nonos vapores nio se podem chamar vapores de
Ruerra ; mas nio eilio lio mal eomo o nobre deputado
quer. Nio tenbo comprado nutra, mss lenbo con-
servado e melhorado os que achei.
Sobre oaengenheiros navaesqu^r o nobre diputado,
que os tendamos. Se se spreientassem homens habili-
tados, mesmo eslringeiroi, ru os rereberia de todo o
i'or. cn. Tenho leito urn grande esforco para melho-
rar as nossss oflicrnas; mss ba inconvenientes terriveis,
e um delles he,que estet homens com alguma bsbilida-
de entrio para o arsenal; mas depois os particulares os
querem, os pagan rnelbor, e desapparecem ; nio ha
estabilidade. A noiaa mocidade deseja aprender, temos
algum mnem de muilai esperances, e, quando admitle
estrangeiros, be para educar os Urasileiros; mas iitu nio
ie fa| de repente, tomo ja ditse, tenho nisis esperan-
C nos que furio sprender i Europa, e que venhio aqui
entinar o que sprenirio, do que mesmo nos estran-
geiros, que se nos apresen lio.
O nobre deputado j.i de outra ve, fallou aqui na gal-
vanisacio Eu.oioquiz responder, deiiei i lo, pus de
parle este esesrneo, com que fallou na materia ; boje
lorna a tocar nella, e devo dizer, que a tninba opiniio,
l I ve errada, sobre a galvanisacio das balas, smds con-
tina a prevalecer; talvrz eu tenba um desmentido, se
na pratica, ou em eiercicios proprios nio se apres-nta-
rem estas vanlagens com quanto ainda nio houvesse
lugsr de fazer estes eiercicios ; se algum da elles se fi
zerem, enlio conbecer-se- ba quern tem rasio. Mas per-
mita o nobre deputado. que eu diga, quanlu galva-
nisacao do ferro, que eu a julgo de grande vanta-1 ,, 0e soldado.
algum inconveniente. Urna reforma ji fi, i qual nio
sei eomo o nobre deputado nio ae referi.
Era costume distribuir ama porcio de acido ctrico,
ou caldo de limio, que se dizia, que era bom para evi-
tar o escorbuto ; mas a quanlidado distribuida onnbe-
ceo-se, que era exceisiva ; era muito caro e nSoiea-
ehava muito no nosso mercado Fis esta roduecto, como
estarei prnmptn a reduiir qualquer oulra despeta, se o
nnbre depulado me der algumas informiedet a este res-
peito, o seeu vir, que he preciso alterar elgoma cousa.
Eu nio f nada ao meu capricho, obrei am virlude de
represen lacio dos chefei, ouvidos os peritos compe-
tentes.
Diite o nobre depnlsdo, que eu eleve! no regulamen-
lo o lempo de servico dos imperiaea marinhoiros. Nio
tenbo ideia disto He verdaile, que eu oio pode contar
lempo de servirn a urna crianza de 11 anona deidade,
que, lendo tenido 4 annoi, e eslsndoeom 16, oio esli
aioda habilitado para o servico, e oio se prde comide-
ra, que tenba preeoebido o seu lempo. Eu nin posto
ter todss estss especies de cor, pode ser. que me enga-
e; mas, segundo me lembra, depois de 6 annos de ser-
vico, o regulamenlo diz, que se Ibes dar permissio pa-
ra navegarem em navios mercantea por 4 annos, de-
vendo depois reverter para p servico da armada, suppo-
nbo. que por outros 4 annos. Isto be muito ventajoso;
porque nio be s nos navios do guerra, ou antes he nel-
les, que menos marinheiros ie fszem. Nos navios de
guerra ba mais formulas, e os particulares eiigem um
lervico miii adequado aot seus interestes; lazem mes-
mo cargas e descargas, e arrumarles de porSes, que nio
se acbio nos navios de guerra. Depois de terem servido
alguns annos na marinha de guerra, estes homens pa
sio para a marinha mercante, e nio so vio babililar-ae
melhor, mais al tirar maia algum proveito; com o que
le Ihes mostra, que nio ba smenle desojo de ae apro-
veilar do seu servico, mas de os habilitar para a profis-
lio, edepo'i tornio para a marinha. Em lempo de
guerra nio se dio tses licenr;ai.
Oulra alierrr/io, que oio loi feita por mim, mis, que
assirn achei, be nos castigos corporaes, em virlude das
deserr;ues. Senho'es, ha quem se arripie muito do css-
tigo corporal ; a Franca o nio admitte, mas a Ingla-
erra e os Estados Unidos toem castigo corporal. Olhado
por cerlo modo,elle be odiosissimo; mss. praticado com
disrnco praticado eomo em familia, nio Ibe tenho
esta repugnancia He marinheiros, que teem dotedeser
(Oes : ora, be praticavel baver urna mulliplicidade de
processos, e (car um homein preso por maia lempo, do
que a pena.em que tem incurrido?O castigo da primei-
ra deiercio bede leismezeideprisio;entretanto seguin-
do o processo do coneelho de guerra, tem um bomem
multas ve/es estado preio um anno antes de ser senten-
ciado, e assirn vem a sua pena a ser muito aggrsvada.
Os senhores, que teem servido no Para, devetn saber o
que faz all umsoldsdo. O soldado prosla bom servico;
mas, sendo convidado psra urna das leslas, que nio sei
como se charnio, larga a espingarda e deserta, nio se
importa. Ora, vi fater ooncelbo de guerra a um Indio,
Consulado.
Rehdimikto do da 13.
]er,.'-v;........................ ,:593i1ftQ
lw,il.......................... jooJJS
Al o viiiiciito do Pono.
-
A'an'o mirado no dia 13.
Yuille, Iogleies; Jos Ajrreide MeneeY,Vr|"'C0
A'act'o satiido no metmo ira.
Rie-de-Jtneiro ; patarho americano Haibiq(r -,
lio Edward Wencheater. carga a metma, qj, iL,'"
UbiirvacaO. %
No da 12, nio ootrou nem sahio embireicioaU0<.t
Declaragoes.
ARREMATACORS. QUE PERANTEATlIpso?
RARIA D\S RENDAS PROVINCIAES SE Tm,
DEEFFEITUARN'CORRENTEMEZ.
di* 15.
Al obrai da cadeia da villa do Brejo, de novoorcidH
na quantia de 7:7I3|337 ra. inclusive o augninto di
dcima paite favor do irremitiole.
da 20.
A iclura de um maro que ampire os sierros di
passsgem doSalgadioho, oreado em 1:107*040 ri
du27.
Pelo prato di Irei.annoe. contado* do \.' dtjulho
eotrenit a. 30 dijunho di 1849.
Ditimo dos cocos nos municipios da Boi-
Yiilae Ei.
por "OiOOO
Hhi de pe l ir-1 lie milito humildemente a mi de au*
tilda par o joven conde Guatavn de Mnnriuil.
Iaao nau ae fes, diaie Gustavo, e iiso nio ae
fari.
He tambero aem duvida urna impnnibilidade?
Multo pelu contrario, grande reccm leria de u
ounseguir. lo quero mal a caa encarnadura me-
nina.
Ouanle, diste Lcona, ule quer ar.reitar a he-
ranfa de Amad : inaa, uvate caso, que quer eutlo fater
da sua pana o?
II ni mullo, dine Guilnvo, ileilaiidu-ae.
Tem inda a ramio, a grande prudencie humana he
aber dearjar aumente aqmllo, que se pode obler; o,
cu,o aa i ealidadea do amor e Julia prrleuceui a Amad,
vud-au por t'clu cni p.,a uir a jiarle; que pode
aspirar.
Leona, dine o mancebo coi ligeiro deidein, de-
salde escarnece von, Julia lie um anjo de innocencia
de candura.
Eia-abi a phraae, por onde voss devra come-
ter, ll,o dine Leona; ler-noa-hia ella poupado a em-
boa a uitentaclo de falto engeiiho, que aoabamoe de
ser, e mim, sobreludo, ai palavraa, quo uio tiesa ler
dito.
gem, que o preco nio be lio grande, como diz o no-
bre depulado ; nio importa talvet, em inuilas obras,
em 5 purcenloda primitiva; poique, muitas vetes, Sr.
presidente, se lauca meo deum prego de cobre, que
tem um valor muito superior ao de Ierro, quando com
urna bagatela se poda ter um prego com as tnesmas
qualidades, que o de cobie. Na verdade parece, que
nio bouve inuita inlelligencia entre o inspector do ar-
senal e o meslre da olkina, ou porque elle nio fsie
muito perito no seu oflicio, ou por outra rasao ; o eu
acbei mais convenienlo suppriinti tsl ollicma ; porque
me parecen, que os empregados della nio deaeirpenha-
vio os lilis, a que eu mu propunba, e que a galvaoisa
cao nio era bem feita ; masque be de grande vanla-
gem eslou persuadido. Nos pai/es civilissdoa, semelban-
tu descobeita fui dngiande vantagein para o melhora
menlo da industria ; isto be urna couia indupulavel:
mas o ensaio nio eslava a meu goslo, e eu acbei mais
conveniente supprimir eits olTicina. Oulras ba no arse
nal, que teem lido melboramentos, e eu quera, que o
senbores, que orio ao arsenal em 1838 e 1839, loisern
agora. Niu he grande cousa, mai o que eiislia tem si-
do melhorado. Nio se podem conseguir as cousis de
repente.
O nobre depulado 'ellou tambom oas recdei. Nio
me acbo muito lurte nesta queilio ; nio emendo de
hygiene, mas tenbo esta, que dizem, que tudos o ho-
mens de 40 annus deve conhecer ; mss oque digo be.
que contultei o peritos, que acharao, que carne lecca
carne salgada lodos os das nio era vaolajnia para ai
lnpul..( oes, e que le Ibet devia dar alguma* vetea can -
gica. Ora, na verdade islo he de muita nutricio ; eu
goito muito, e eu nio sel te o mirinbeiroi nio gotlio;
pira lodoi os dias nio, nem gallinba ; mas eila vane
dade acbo boa, e ai pesspsi, a quem consultei. lambem
asnm o diseiin. Sanio fr assirn, ae bouver repre-
sentacio em contrario, verei o que devo fazer, entiu
reformarei, se liver de reformar. Mas mito pode baver
beleoidn, ba una coma, pila qua| lendo emprcguar-
dado um profundu cintero re.peilo, he a paisio be.ni
i nlnl.i. de o amor,
Sim, he verdade, tlinn Gustavo, e Ihe ouvi a eato
reapeitu detoulpar aa maiores eatravagancia pelas mal.
iniligiiatmulderea, quando um vegu amor era duau a
oauaa,
Sitii, aenhor cunde, replicn Lcua, aeriamente,
leni-mo uuvid fallar aiaim, e vino obrur de ..coordo.
O Sr, Ftrrat: Eu digo, que be preciso, que o
corpo legislativo apprnve.
U Si. Hollanla Cavalcanli ( mioitlro da marioba):
O regulamenlo be d> peodenle da approvicio dooor-
po legialativo.
O nobre deputado nio pode ignorar, que o csitigo
corporal be admiltido no eiercito e na marinha ; e be
couia digna de te ver a gravidade, com que te fizem
esle cattigni nos navio-aiueucanos. Eu lenbo mui-
to recommendado .. Hoje niu tenho oslas queisas,
maa anligamenle ouvia diier, que qualquer oflicial de
apitoettava de calabrote, dando pancada em lo Ka; boje
nao ae con-ente tal ; quem commette delicio deve
ser castigado, na hora competente, oa piesenca de seus
superiore ; feito o castigo, voltio para o seio de seus
camaiadas, sem que baja nisso o menor deiar ; o pro
prio castigado tica convencido dequemeieceo o castigo,
e tem un. estimulo, por assirn dizer, psra nio tornar a
cummetter o crime. Eu desejaria, que fosie approva J
do este regulamenlo : se Oa/iubre depulado quer me
ajudar, propooha que eu muilo me liiongearei em
que se pralique na marinha. Elle castigo be necessa
rio no enercilo. A mulliplicidade dos procesios fst com
que estes desgravados solliio muito, ou entio (az com
que teji perdoados, mesmo anlrs de procetsados, co-
rno tem aconlecido, poique muilas circumslancias con-
corretn, para que le prolonguen consideravelmeole taet
processos. {Continuar-H-ha.)
Por doui annoi, conladoi do l. de oulubro di
1846 a Odejunkodt 1849.
Beodimenlo das collecloriai de :
Florea e Floresta............por 600OOO
Bonito................ 000*000
Ivoi-ViitaoEi............ 400*000
Vinlo por cento d'ago'irdeole de coniumo nos mu-
nicipios de :
Cimbres. ..............por 20*000
Flores e Floresta............ 20*000
Boa-Vista e E............ 0*000
Por um anno. contado do I." da cor rente meiao
ultimo dejunho de 1847.
Producto do imposto de 2*500 n. por cibeci de ga-
do vaccom, cobrivel lmente dos que tslbarem carne
para negocio, em os municipios de :
B".............. ... por 2:000*000
Cimbres
Garanbuoi. .
Roa-Vista e El.
Flores o Floresta.
1:000*000
3:400*000
3:500*000
3:400*000
CIrlMERCIO.
Alfaudega.
Rbnmhbnto do ni i 13.............
eicarrttto hoje 14.
RrigueNtgerbacalhao.
Polaca Leomde mercaduras.
Polaca Lia uri i Jom.
.684*160
AVISO IMPORTANTE.
O administrador da mese da recebedoria das rendn
gerses internas aviva aos collectados dos bairros do Re-
cife. Santo-Antonio, Boa-Vista, o A Togados, psrs que
venhio pagar o imposto do banco de 1845 a 1846, fio-
do no ultimo de junbo prolimo panado; pena de te
proceder a esecutivo contra aquellei, que o nioli/erem
no prefijo prato de quinte dias da data desle, e cuja re-
lacio ja ae acba prompta para ser re'mellidi. Recebedoria,
II de Julhode 1846.
Franciico Xavier Cavalcanli di Albuquuque.
Thealro publico.
DIA>, I8E23 DO COR RENTE.
ANNlVERSAnioS DA ACCL\MAC*5 E COROACA5
Da
SUA HAGESTADB IMPERIAL E CONSTITDaoKAU i
Se representara dual sublimes pecas novas intitu-
ladas
A ENGEITADA
E A
NOVA VALERIA.
Cbegadis reeentemente de Luboa.
Os camirolei e bilbctei se veodem no boliquim junio
ao Ibeatro.
tu
GniiFcHO, que he pur aua culpo.
Gustavo, voat nlu he nem generlo, nem eiper-
. replicou Leona. Fas-me uiu crime da ventura, que
me devo, e ubrtga-ioe a dizer-llio, quo o nio lui.punlia
lio siiuplorio.
n.plorio tai-me o favor de diier en. que?
Ido .liase, que niu quera locar na aua f ; por-
il ,, Lo r. I.
!>i
Ja
que o ventura de a le.
., EnUo pcraialo em nfllrmar, quo Amab be odia-
nu...>.,...bll.oprelelo.lea.Diia.lo, ou de fa.er ..v.-jorelu ..iiam.idea... rapariga? '
Pneo-lhe anida, que eaqueca eaaa luppoiiclu, que
PUBLICACA LITTERARIA.
O terceiro e quirto lomoida Memorial Historien
Pernambuco estio sobre o prelo, e I reveniente se-
rio dados I luz. Contm o terceiro tomo a coniinui-
cie di guerra bollandeza, o a historia da guerra civil-,
denomioida doi mscales em 1710 motivsds pela
creaeio da villa do Recife ; e o quarlo tomo contm a
narrado de todos os lacios histricos que tiveiio la-
gar neila provincia lob o goveroo de lodo* os capi-
lies generaos que goverolrio esla provincia sli o fim
a
Ah! de veras? dine Gustavo : e quaea alo essaa
lavraa T ^
pal
~~ Vo*' cundcoe, dio Leona, es* lom serio e
U'ciuusu, aabe,
"da vida
qoo
aabe, que uu a.eio dua deaiuauuhua da mi-
"i, iui revelar a un. doinem aa fallai de urna mu...,,
quo elle aduraieo, nem a una mull.er aa inbdelidade
daq.elle, un. quem ella livokief. Se asauu t.bro, ae-
nlior conde, be porque nu inai.iinoa o amor por aiae-
lliaaiie. n.eiu., lori.a-.uo-lo .ornelo ,|.,|oroaw u en-
vo, que o aculo. Euteuil.., que so lire a vida uo ule
maligno, quenusfaiiual; nu iaa acooiumudo c-.iu .
tortura, que pial padeoor odeisa vivr. Pevo-lh,-,
porUl.to, perdi daa lupp<>ii9 sim.a que t acerca do. .more, de Julia Tbure o Am.b.
Useitbur ama Julia, rcapeilu-a oo amur do senhur,
vejo-a, ooruo ao .enl.or Ido aprai ,-la; antea quero a
aua ventura, do que a minha viugaiiCa.
fculo voai linda que vingur-ae della t
Nio lena eu de vingar-ne hojeP
(no Ihe linda ella leu.., ba o.lo diai?
fVA.i me loma ella boje ene aeu curayjo ?
N. loiaava Gusiavo i...... ii.ie.iene nem pelea piiaB.i
nem |ielai (.-ulive.iiui.uija de Ledua
, -._ punte.ucncias ue 1.1 Ou, i- pr uso uu le
mori|1U.VdrVon.,n l"'" Pr""P'oi. aomeujvouw.,. longo aa auai queitoea, e respondn iuip.,-
muraei, aodos oulroi muones, que tenbo eila- 'livel: p
me eauapuu.
Maa em que a funda voia?
Leona encolheo os humbroi, e reipondeo :
Vnaa lie dolido, Giulavo, de ouiuu o meninos
curioso, que querem aader abaulutamente o argredu da
bonecra, quo ua diverte; tanlaa volla lite dio, qfle
aoahiu por quebrarla; von ha do quebrar o aeu
iduio.
Tem medo de aju.lar-me a inop
iim, por jtie voas m'o oio perduaria.
Que espera eutiuP
O leu. ni de grande mealre.
Se Ihe eu padiaio mn oouaelho, Leona ?
Una niiilder nio oa di na puaici. ora qne eu ei-
lou, todoa a cieiu riuaa, e dirilu, que .. aul he eicuru,
ae eu rsoaa o iiiuilraiae oom a punta du dedo, dixendu,
que elle alunita.
EnUo voss j menlo tem mail amor?
Ja o nio a ano tanto, ue morra pela ua indeli-
daiie, nem auu lio aua amiga, que odefenda contra uml
aaiieira uu una desgrana.
Von me illude, Leona, von deleita esta Julia,
quer perd-la, aiaini n.'od.sse; e Cuma sabe, que ea
nunca, pur meu guato, emprehenderei a durcn rio
nina menina nortea le o pura, calulunia-a para deifa-
ser oa mena escrpulo.
Coi.feno, quo a caliimniei.
E com que intuito?
Para perdc-la, vuas o dilse.
Eagura?
Agora que falbou o meu plano, confeiso, que a
cjlumniei.
Eiai.iinava Guslsvo o roalo deLens, cuja esprenio
desesperada e irnica pareca oetullar, uu urna vilenla
colera, mi urna profunda ilr.
L. una, braduu Guiiav, vust he urna creatura
infernal' Pui. bem ann, amo ei.a doniella, amo-a cu-
ino um luuco. Nio ouiupui porta, eu Ih'ojuro, o aa-
|. paixlo ainda deiiou trine veatigia ; easa serena lmpi-
dos da vot, echo da lmpida aerenidade de aua alma;
eaaa virgindade do olhar, onde radia a virgindada do
penaar ; ludo iaao prudus, em lorno deaia in.bree bella
menina, una almuapl.era amena, freoa, embalsamada,
que me reanimuu a vida. He a deliciosa lenaayio du fe-
liricilai.le, a quem ie pernniie mu dando de agua freica
e perfumada. Voas n, Leona ; mas, depoia que cu 00-
nl.eco Julia, vivo ruelbor........ Tnho maia rcfolgado o
peito ; cuido, que nlu niurrerei Uo oedo.
Eolio qao quer tosi oiii dine LaOni.
oh


do spcuIoXVII. Tantos guerra dos maecatei como el-
le! fados nunca forio impretioi.
Preo p*ra ua assgnentes lmenle 2 n. por cada lo-
mo, com urna eitanipa lina Ijthograpliada.
Continuii-ee a receher asa'gnaturee para cata obra-,
na preca da Independencia, linaria na. 6 8.
1 "- ... .. -' i
Avisus manlnnos
do restituir, he favor, ficindo com o 1,000 r. que di
o prejudicado: e quando nio queira restituir ep-
pe lia elle para o tribunal ditino, que pagar bem pago ;
pois nito servenvesteiecentoi a ninguein, eaaun no
prejudicado.
A luja de Julea Colombier C. na Nova, n.
2, receheo ltimamente um bonito sortiftmn'" r>eon-
leitoi e amendoaa em Iraicoipequenoa, camnhai de va-
rioa padidei, propras para prstales, lento de seda pa-
ra mos, ditoa deaetim e sarja, e d caaaa para grvala,
cbapeoa de *ol para homem e aenhora, agoa do Qofpg
nia, banha de auperior qualidade, candieiroi de ala
e de parada, ditoa de (rea Incoa e de leti >, proprioe
O hiale Vodo Oindi seguir com hievdade para
o Aracaty : quem nelle pretender carregar, ae poder;
entender com o meslro do mesmo Antonio Jos Viaooa,
DO trapiche novo.
Para Trieste etgue vegem.nuistia 20 desle mez, a I para eiludantea, chicotea, bengalea, eapelho grandes e
polaca aarJa Emttitna: quem quizer ir de passegem, I pequeos, e muitaa outraa galantera, por precoa muitu
dirija ae a ra da Cruz, n. 5 (aliar com Jos Joe-|commodoe.
quim d" Oliveire,
Freta-ae, para qualquer porto do Norte ou Sul,
urna htreaca, de lote de 2i cenas; e tamliem ae ende :
a tratar na meama, ancorada delronte do cara de Jos*
Ramo*, ou na ra das Trincheiraa aobrado n. 19.
Vende-ee o I rigue-escuna Htl/a-Virgima, for-
rado e pregado de cobre, ebegado ltimamente do
Rio-Grande-do-Sul, ancorado em frenle do caea do
Coll. gio :'l tratar na ra da Seoialla-Velha n. 134,
com Jlo Franciaeo da Crui.
Para a Babia, com brevidade, segu a veleira su
maca .Vota- /wora; quem na meama quier cirregar
pode tratar com Amorim Irmloa, ra da Caiteia, o. 45.
== Para o Aracaty aai, at 20 do torrante, o bri-
gue-escuos S.-Cruz : quem no meamo quirer carie-
gsr, dirija-an a Novaei & Companhia na ra do Tra-
piche n. 3>.
Para o Rio-Grande-do-Sul seguir* com brevida-
de o patacho Guapo; quem do mesmo quier carre-
gar, ou embarcar eacravoa, pode eoleoder-ie com Amo-
nm Irmioi, ra da Gru, o. 45.
Leilocs.
=N. O Bieber & C. fario leilio por olerveocio do
corretor Olivera, e por ennta e risco de quem perteo-
cer, de una porfo de barrica de larinba de trigo SSS,
avsriaJa, a bordo da escuna meca Teddt, inda de Tri-
este : quarta-feira 15 do correte, a 10 horaa da
maobia, no armazem do Sr. Araujo, becco de Manoel
Goncalvea, no Recife.
O corretor Oliveir fari leilio de varia farendaa
de loja do fallido Joaqun* Gongalvcs Calcio arresta-
das peloa credorea deste e aaaim maia de algurnaa
obraa de ouro parle com brilhantei n diamantea, e
de um relogio de abnele : hoje 14 do crrente,
ai 10 horas da manilla nu eacriptorio doi Senbo-
res Matheui Aualin & Companhia ra da Allande-
ga V-'lba.
,tvisos diversos.
Pertleo-se, na noute de 7 do cor-
rente, na matriz da Boa-Vista, um maco
de cartas ; as quaes nao podem ser de uli-
lidade algums, se nao a quem esli es-
cripias : quem as tiver achado e as quizer
restituir, pode annunciar por este Dia-
rio, para ser procurado, ou manda-las en-
tregar, na ra da iSeiizalla-Velha, n.
t3tf, onde o portador ser generosamente
gratificado.
O LIDADOR.
Tempelte & C., roa Nova, 4, cabio dereeeber
um rico sorliuiento de caiimires elastioaa, do melhor
goato e qualidade, cortes de colletea de velludo, gorgu
rioe seliin, rcenmele bordadoi. Na meama loja acha-
te um grande ao> tmenlo de pannos francezea, marinos,
lpim, alpaca, brim branco e de corea, e tambem caaacaa
e lolire-cauoaa, caloae o colletei de toda aa qualidadea e
precns.
Deseja-ae aaber ond<< existe Franciaeo Vieira de
Mello, filbo de Ramiro da Mello, natural da freguetia
de Santa-Mara do Lival, hispido do Porto, a nego-
giodeieu internase: a peaaoa, que aculier, queira, por
favor, dar parte na ra estrella do llozario, venda
n. i-
Fas Hoje vai apracadoSr. doutor uiz da primeira
vara no pateo do Carmo, por ultima vez, para ser ar-
remata ou adjudicada a casa de doui andaros e aolio,
d. 31 na ra do Vigario de 37 palmos do frente ,
o meamo no lundo que deila para a rus do Hurgo,
e 117 de fundo em chaos proprios.
= Precisa-ae de urna ama de leile ; di ra de Do-
mingo* Prea, n. 29.
= D. Conslantina Jacintba da Motil avila a quem
e julgar com direito lubre nroa p>rle da caaa da ra
Augusta, n. 72, pertencente e Tbemoleo Pinto Leal
Jnior que o dito Themoteo quer contratar ne-
gocio com annuncimte, obre dita parle : e quem
se acbar com direito a ella por bypotbeoa penho-
ra ou oulra quAlquer cousa annuncie ou dirja-
se a ra eatreita do lio/ario n. 30, aegundo andar.
= Urna preta forra, com muito bom leite ae of-
ferece para criar; quem deseu preilimo le quier uti-
linr, dirija-ae a ra do Coideireiro n. 48.
Jos Valentim da Silva recebe alumnos para la-
tini na ruada Alegra n, 40. Autores latinos, que
o annunciante emprega em aua aula : oa provec >s
ito Livio o priineiro lamo de Horacio e arte po-
tica ; oa lemi-provecioi Salualio e o segundo tomo de
Virgilio; oda primeira Gornelio e Pbedro ; os da
segunda o .'asumo do compendio por Moura. A regras
la Iraduccao aAo hem etplicadas o resumo be todo
argumentado de cor e a aula he publica a quem quei-
ra ver. O annunciante ba 10 annos, que ensina e
lem (ido a honra de ver que aeua alumno aio sem-
pre plenamente approvados na academia de Olinda.
= Preciaa-ae de um Portugus com prelerencia
daa ilbaa que queira Irabalbar no campo ; paga-ee
bem ; na ra do Collogio, venda n. 21.
Aluga-se urna caaa terrea, na ra do Cotovello ,
n. 6, com duaa salas dous quartoa connha lora ,
i|uinial com alguna arvoredos, e cacimba propria : a
tratar na rila da Crut. n. 12. primeiro andar.
0 n. 120cha-se a venda na prega da Independen
ca livraria ni. 6 e 8.
Na ra da Cadeia n. 45. deieja-so saber da re-
ldencia do Sr Jos Egido de Oliveira Mendes para
receher una cajtotes vindoi da Baha na lumaca
Nova-Anrora.
= r'urtaro, no da 6 do correte, da caa, o, 6, do
patio do Terco, um balainbo com aa seguirles pecas :
cinco eslidos, aendo um de metim prelo, e osoulros
de diderentescores, quatro camisas de tenbora, urna
aaia de lavannlo, um collele de lia urna calca de
brim de quadro, quatro lencos sendo um de seda e
bes brancoa com lialra esul, um lencol, 6,000 ra. em
cdulas, e maia papis de rircumatsncias, como recibo
de csaa, e algurnaa rousas miudaa, que ignoramos ;
quem disto aouber, pode dirigir-se a mestna casa, onde
leoebera slvicaras
No da sabbado, 11 do correte mezde|ulbo,
pelas 7 horaa, perdeo-ae urna carteira coro varios acen-i
tos, e um mil res; urna caia grande do madeira lorie,
amarello; um lenco colorube: quem a cbou, queren-
(> Sr. F. A. P. queira pagar 0 que deve An-
tonio Diaa Souto.
Precisa-se de urna ama de leite sem filhos ; na
ra larga do Rumio loja de miude/as, n. 55.
I'revine-ae so Sr. A. S A. J. assim como a toda
a panellada, que 0 rodeia que ae deue de importar
rom vida alhei. pos melhor he, que cuide em seu
Mgpcio : do contrario ser maia bem recompenaado.
O Oburvador.
s: Antonio Dial Souto faz publico que nio le res-
ponsables maia por ledras endcadas pesaoa alguma.
euueai pesioai, em cujas mios se echio. queirio eli-
gir novo endonante.
, = Precaa-ae alugar por festa ou annualmente
um sillo, que lenba banbo, perto desta preca : quem o
tiver, dirija-so a ra Nova o. 4i.
O Reverendo Sr. Sebaatiio Jos Ribeiro Peasoa
tem urna carta, viuda do Aracatv na roa da Cruz no
Recile n. 23.
- Precisase de um caiieiro de 12 anooi para
urna venda ; na Roa-Vista ra daS. Cruz, n. 3, ven-
da da calcada do pedra se dir.
Quem precisar de um homem para feilor de si-
tio, do que tem bastante pralica, dirija-ae a ra do Ho-
zarlo venda n. 1.
Precisa-ae de um menino braaleiro ou ettran-
geiro para urna casa de plvora logo adiante da
Magdalena ; na ra ra larga do Rosario venda
n. 33.
Hoje. 11 do correlo tem de er rrematada ,
A porta do Sr doutor juit do civel da 1.* vara, no pateo
do Carmo, a escravajoanna,penhorada por eiecuciodo
fioado Joio Mara Seve bojea Viuva Seve & Filhos,
contraJoaquim da Fonsuca Sures >le Figueiredo e
ua mulher : oa preteodenles dlrijSo-ao, a 4 horas da
tarde do referido dia no lugar indicado.
Alugiu-ae 2 sitios no lugar do! Remedios com
boas casas de vvenda cacimbas com boa agoa de be-
ber muito boa trra pira plantario ; lat-se lodo e
qualquer negocio : na ra do Hollejo n. 6.
Preciaa-se de um caiieiro, para tomar conta de
urna venda por balanco e> que d fiador a sua conduc-
ta ; dcfronleda Ribeira de S. Antonio, n. 5.
OsSre. Pimeolel & Cruz queirio procuraruma
caria, na ra Nova n. 12.
Aluga-ee, por prego commodo o armaiem da
caaa n. 20 por delrAs do tbeatro, com Ireole para a
mar : a tratar na ra da Cadeia do Recife eacripto-
rio de L. G. Ferreira f C.
Aluga-ao um prelo muito bom cozinbeiro e
para todo o aervico de cozinha, tambem ensaboa ; e
se fas negocio com quem o quizer comprar: a tratar
na ra da Penha n, 29, primeiro andar.
Nos aliaiao assixnados declaramos ao respeita-
vel publico que Joio Ferreira Goacalvea den. u de
ser nosso caiieiro desde o da 12 de ulho nio por
motivos algn por elle dado ; mas sim porque nio
preciaa-moa dos aeua servicos.
Victorino& GuimarSei.
Oque en quera era nienua, disae Gustavo, proco-
randa nr-.e; era nio terouviilii o que voas medate.
Oh nio cjuero repreaenlar una f.irca e.ora vust, Le-
"'i nos jiirruna serums francos um oom O nutro no
lia, rm ijue ruinpeeaenius ; purlnnlo acrci franco, poia
1"c voeid, nomo mu disae, nio meama maia........ He
'rilarle; amo a Julia, Leona ; snna, n.inn meamo on-
fantado por ella, tinto teinpre, mo grailo meu, agola
d'agua grlada, que redut a chliva esto doce vapor, em
I"" a iiiiuha alma nada. Uro phanlaama hediondo como
que ru lanfa dn coniinuo um olliar mufadur iras o dos
'i'ioe e rosas detara fretooa vergria. Vivo em diiridaa.
Qvosa aj-idar-im-p quer lraiiqiiilliar-me?
Nio o puteo maia, (juelavo, Uitte Leona: peraro-
sa n reaeohrc, mae be rerlo : e anda quando llie ju-
'stte, que Julia he innocente, e que cu lio, qe invenlei
'a eiippotia pajito pnrAmab; anda querido Iheaf-
Sri:me, que he falto ler elle .intado oiu ronferenciat
"cretas eete quadro enoantailnr, que nio quit vendrr-
se e Hic diateeee, que era a vingan(a quem me fea fal-
ler, vut> me uto arretlilaria. Nao he o loateiiiunho de
"lia uiulhrr abandonada, que pode juslirienr a rival,
que tuolivou eeae abandono. A aeu pinar, a detpeiio dn
'. quetelve anda lea era miro, vust tupporia, que
uiu pi naarhenlu ocrullo, e cheib de impostura nm iiidui
fallar ataiiu, e lalse tiveaae ratio.
Que I poia vi.ee ouea cnnfetaar, diaee Gntlavo,
ue. falcado iutlica a Julia, comnieltera telvea um trai-
Cto?
Aqui par* nos, responden Lena, rindo, auppo-
l'o, que oto calumniar a Julia que melhor vinganca
A commisio adiiiiniatrativa marcuu o da de boje
(14) peles 6 hores da tarde, para receher aa pro-
postes de convidados para s partida de 25 do cor-
rete me/. : e adverte-se, que, pasaado o dia marcado ,
uao adrnittir propoata algums.
- Precisa-ae de um caiieiro de 12 a 16 annos
na ra da Senalla-Nova refinada n. 4.
- Albert Rosbacb retira-se para a Europa.
--- Aluga-se o segundo an
dar c slito da easa t. 4tt, da
ra da Cruz: trala-se no pri-
meiro andar da mesma casa.
- Breve teem de sahir a lut os nornes de certos ca-
loteiros que devem a loja de louca o. 68 airas do
corpo Sanio; ialo, se nio pagerem dm 15 das.
O Sr. lente Joio do Reg Barros, comman-
daote do lorie do Pao-Amarello queira vir ao Reci-
le, a fallar com Antooio Diae Souto, que llie quer par-
ticipar negocio, que muito o interesas.
BaaaaBaBaamesaiBBB,saBBaaeBsa**aLsaa
poderia eu turnar da tua indelidade do que impelli-lo
a uapoear a amante de.derihada do Sr. Violar Aniab?
Confeaeo, disto Guelavn r.om ar csrraiieudo, que
me nii> havia OOCorridu a ideia delta viiigaucn.
Ninguein podo prever ludo, replicn Leiina ; mas
o que vuts por certo veri clarameuto he, que n un
negocio como eete, em que euu parle lo intereetndii.
nio poeto driiar do eer cuntelbeira impela. A vust
Inca ver, tnber, adivinhar. Nao tero easa rapariga um
iriuto, a quem voat cum eagaciuudo faca fallar ? .
Cura erfeito, rcepondeu Gustavo, lembra-ni ago-
ra, que tem ella um irmjo, quo deaappareceo, ha urna
ou rluaa aemanae, e do quem me fallarlo em termos,
que me derem fairr err, que eunlieco e autor da dea-
ppanfAo deseo rapaa.
bruto ba noticiaa delleP perguntou Leona.
Au que parece,
Por via de quem?
De Vctor Ani.ib, rcspnndeo arrebatado o conde,
romo ee Ihe tora odioso pronunciar eeee nome.
Entio eebe onde elle rala ?
Sisa*, eeiu duvi'Ja, replicuu Goetavo cada vea mas
impaciente, parece, que elle pruineltco realilui-lo i aua
familia.
A uppr, disse Lrflna oom aree de quem procura
combinar elgun problema diflleiilloau, a enppr, iiue
esee rapes toube.se do tegredo de Amab e da aua bella,
u Imuveate meneado deaeobri-lo, nto aeria mal acliailo
faie-fu desipparccer, e .ri.vavelmenle nio tortura a p-
parecer, eeuio quendo liouverem oblido delle friual
protneaia de nio diier nada.
jse Precisa-se de um feitor portugus para um
engenho diatanle desta praca 20 leguas ; na ra lar-
ga do Rozario n. 118 aegundo andar. No meamo
eompra-se um relogio patente inglez de cana de
piala.
Preciaa-ae de um criado para lodo o aervico do
um liomcm aolleiro, que seje bom, e d fiador a aua
conducta; pagase bem, preferindo-se eslrangeiro :
em Olinda, ra do Amparo, casa contigua a igreja, e
nu Recife, ra do I.mmenlo, n. 58, primeiro an
dar.
- Em respnsta ao annunrio deste lUaiio n. 149
em que se diz, que mngueni faca negocio com Terlull
snna Mana da ConceicAo vitfva do finado Jos Fran-
cisco Peroira, sobre os hena que ficirao por falleci-
mento de seu marido temos a diier, que esse annun-
cio be infundado, e s lem por fim incommodar a viu-
va e prevenir ao publico, que.com tanta rasio, f-
cilmente se receia de qualquer inrrepario de fraude e
in IA. Entretanto, eaiba o publico, que a primeira
mulber de Pereira morreo com testamento e, nio
tendo herdoiroa ascendentes e descendentes o dei-
iou herdeiro de sua meiscao : ah eatio no carlorio dos
fetoe o inventario o testamento. I'ereira nio tendo
tambem herdeiros aseendenles uu descendentes, fez le
t miento e deiiou A sua mu Ib r Trrtulianna Maris da
Cunceico a aua iiieimjo : ah estn no carlorio dos fe i -
loa o testamento e inventario. Nenbuma demanda con-
tra a validado dos testamentos spparece ; porque ,
em verdade aeria ieso loucura. Agora veja o publico,
ae -ao infundados etses annuncios e que fim leom el
les. Com esta declararlo responde-iea eaaas impostu-
ras.
Na ra do Ttangel n. 9 cootiouio-se a tirar
paasaportes para dentro e fura do imperio, e despechio-
se eacravoa para qualquer provincia ludo com a manir ?
brevidade e por preco muito commodo.
Ore, isso be um emito do Afi7 e urna noutei, qu
voat ubi est nompondo !
Nio eou en, que o cmnpnihn, etli composto ; nm
njaneebo assim deaappnrceido, e que ninguein pode rtee-
olii ii ; Amab, quo eabe notieiaa delle, e quo entretan-
to n iu pode, ou rito quer iiiiinedialamcnle retliloi-lo A
sua lamilla, islo uto he uro cont, aujqionho cu; ou se
o bu, nao son en quu o invenlei.
Na reulidade, voat lem rasio, Leona, diaso o con-
de ; te to pudeeee ver eeae Carlos,.... julga vust cutio
impuetivcl detcobrir eato mancebo?
Confeaeo, que, pela nimba parle, na eei c.iii.n
niteo me houvejte; poeeo, porein, diicr-lhe tima cou-
sa, e he, que voai lem a aeu eervie um humera, me-
nos adiaulado todava que vust, poie que ainda nio
rrimnlieeeiija potencia da palavra imposiivel; o qnnl, se
se quier envolver nitto, creio en, aera pur a| tomis
hbil, do que nos ambnt,
Mae esse homem. quo est a ineu aervico, Ihe per-
tenee, e.onio eu o eei, diese Cusa fu.
Nada do quu he eeu me perlence maia, dase Leo-
na cum trale digmdade ; em qnaiito vuts me amon, <
quo baalava para mu engaar, proeisava eu de uin es-
pito junio a tua peasoa-, "gura, porm, quo vots o-
qui! uieimn diter a verdade due seos senlioiinlos, lor-
mi-se-iiie esse lioiueni intil; dinj i-te vos. a elle, ou
a quem quier. Adeot, Gustavo, uto fao" votos por voa-
t ull,-mlen-iiic mullo, e pur itao nto poeto diier, que
dusejn francamente v-lo reliij amo-o anda miraV, '
assim nio p.nso qucrcr-lhe mal. Espero, comtudn, ae-
oreteeniou ella com amargo eorrito, que esee desejo
em breve o terei. Adeos.
Trsncelins de qusiquer mdelo, snneis, filas, flores,
aderecoi, pulceiras, brincos, &c.; tudo o uiais bem
leito postivel e por preco mdico.
Aluga-ae a loj i da esquina do boceo da Viraclo ,
por mdico preco : a tratar oa ra de Agoas-Verdes,
sen-Ja n. 15.
Precia-ie libar, se ha algum emberaco, ou by-
nolheca na casa da ra da (ihria, n. SI. QuereO Jecla-
ra-lo, no p'azo de :| diaa, ou dirigir-se a Soledade, o.
20 a fallar com Praociaoo Simo -s da Silva ; pois so
pretende fater negocio com a dita casa.
Na ra do Rangel, aobrado o. 9 tirio-seseo*
leen copia-ie qualquer papel e faz-ee em fim lo-
da a qualidade de escripturagio tudo uto com certe-
ra de orlbographia e boa leltra: prouietle-ie uiuita com-
'ii' lid.i ie no ajuste.
Agoslinho Fernandos Catanho de Vascoocelloi ,
primeiro piloto pela academia imp-'rial dos guardas
marinhas propoe-io a ensiner a navegacio pratica ,
eiplicando os ruilimenlos Iheoricos neceaaarius ao
desenvolvimiento da mesma arle aquallea que pre-
tenderen) suhjeitar-se eos mames afim de ohlerens
a comptenle caria ; aa peasoaa, que ae quizaren) uli-
liaar de leu prestimo dinjio-se a ra Imperial,
n. 39.
Fabrica de chapeos de sol,
rifa Joio Louhet tem a honra de participar ao respeita-
vel publico, que acaba de recebar de Franca, pelos lti-
mos navioa francotes, um bollo eorlimento do ultimo
gosto, sendo a chapeos ile sol para homem e senbora ,
le seda lise Uvrada, e fuafts-cres com cabos e cas-
loes muito ricos ; sedas lo lodts as cores e qualida-
les panninbos enlrancadus e liaos; tudo para cubrir
chapeos de aol ; chapeos de sol de panninho de todas
as cores psra h imeiii com cab ii eaales ricos :
tambem concerta os meamos, tanto de homem como
desenhora; pois tem lu lo quanlo he neceaaario para
os ditos e promeite inuila hreviJade, para feer quel-
|uer concertu ; tudo por prec,o commodo.
A officina de encedernacn que o padre Lemos
e Silva dirige eme ra de S Francisco, antigamen-
to Mundo-Novo n. 66 echase provida de lodo o
necessnrio para o bom desempenho de qualquer obra
de encadernacio por mus nca que arja, aeeitn como
tem u aprompta qualquer emblema apropriado ii
mesmas obras.
- Troca-se um lindo e ssdio cabrinha, crioulo, de
idade de 10 annos por urna negrinha prelerinao-is
de naci : a quem convier esle negocio dirija-ae a
travessa do Veras, na Boa-Vala, sobrado n. 13.
**+**.># *,*,*, -*)SS
st
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
4
sS
4
*
*
4
4
4
4
4
Joaqun] Lopes tic JWrO. Ca-
bial, pintor senognijihico e retra-
tista, (ai st enic ao publico, que tirt
retrnto a creo por 12.S00, ditos
colmillos a josooh, miniaturas de
3osooo, 4OS00) 5oaooo e Gos'ooo,
e a oleo a 3o.sooo, 4osooo, 6o'ooo, |
So.fooo, ioo/ooo, cVc, conlorme os
tamanbos das telas : e conliria a f?
Iccciouar o desenlio e pintura a oleo, <9)
e encarrega-se de fazer os desenhos j
de quaes(|tier edificios ou proprieda- *
des tlebaixo de (odas as regras de ar- j|
cliitectura e de melhor goslo; assim ^
como os planos c boa distribuicao #
dos ditos: quem do seu prestimo se ^
quizer utilisar, procure-o na ra i)
| d'Apollo, n. 20, primeiro andar, das S
? 9 horas da manhaa s i da tarde.
S
Nio tornarei a v-la mais? diste Gustavo nomo
quem nio quera carregar coiu a responsabilidad da
um rompimenlo abauluto.
Quando vost quuer, Ihe responden Leona; etta-
<-i t-su Paria pruvaveluienle toda a semana, a qualquer
hura, quo ee presentar, hem Sabe, que, quando astasj
em casa, a miiiha |iorla esli aempro abarla aue homsna
do espirito, e d'alia plana : sao ttulos, acoreaoentoii el-
la comligciro eurriso do irorii, que o aenhur, capero
eu, nunca perder em nimba caea.
Aqui parou Leona, quando ia a enhir, o ulhou para
urna ehicara, piula aobro nina almufada do velludo ou-
berla do nina manga dovidro. Era a mesma, em que os
ulnas de Gutlavo ae havio filado por tanto lempo, no
da da diaouatiu com aeu lio. A alocara ora mediocre,
e nio pareca merecer lio particular prutecc,io, uciu
lugar tao 00.
_- Ah murmnrou Leona, Fol oaao frgil po.laco da
barro branco, quo ouraej m a abalar o meu puder.
E taliio eem etpcrar retpoete de Gustavo. Quando
nastoii pela nte-aniara encnlroii J.,io.
_ A' uoule, que voiu, na Batlha, ditee-llte ella em
vusbaita. ...
La "ul- responden o criado, que immciliatarnonto
uuvio a campanilla de aeu amo, que o chama va.
Leona a uuvio, e, enuulheiido oa hmbroa, diese antro
ua denlos :
Oh I pobre 100901......
FIM DO PRIMEIRO TOLUMB,
(C'#rUiu'ir-et)Ji.>


*mm^^
A
Aluga-ie uma cus tarrea m rui Bella coas
2ial*i, ttqurrlot, cozinlil fra, quintal e cacimba;
a tratar n* ra du Collegio n. 15 segundo andar.
as CWm quiter dar 700j is. a premio tubre uma
bypolbeca em uma caa hro e detembaracada an-
nuncie, ou dirija-te a ra do Atagio n. 7 que se
dir quem precisa.
AlugaO-ae o primoiro e terceiro andares dos so-
bradoi na. 18 e 20. teodo amina hons commodoa para
grande lamilla na ra larga do Kuiariu*. amigamen-
te dos Quarteis. a tratar na metma ra padiria n. 18.
Preciaa-se alugar uma casa da dous aojares ou
rnesmo dous andares oas ruaa do Cnllegio Cade>a ,
Cruiet, Queimado pracmba do Livramento larga
do Roiario e Nova : na ra do Queimado n. 13 ,
Precisa-se saber, qual saja nrgta praca o corres-
pondente do Sr. BernsrJino Jos Arsoles, senbor do
engenbo Carneiro, no Rio-Formlo, para te Ihe en-
tregar urna caita de inleresse.
= Preciaa-se de duas costureirat, que entendi de
costuras de aliante para trabalbarern em uma cats ,
de manilla al a noute ; d -se ai moco a janlar e pa-
ga-fe bem : oa ra Nova n. 60.
a D<'sappar<'ceo no lia 5 do niez pastado da ca-
sa do Sr. geoeial commandaota daa armas, uma ca-
delinha de rata pordigueira cdr parda : roga-ie a'
quem a agasalbou a liondade de manda-la restituir.
Aluga-se uma pequea casa, entre as ras do
Hospicio e Aurora por 4000 rs. mensses: na ra
Nova Inja o. 58. ae dir quem aluga.
Precna-sede um homem quesaiba lotear for-
migas na ra de Apollo, n. 10.
Aluga-se um preto fcorn socador de aiiucar e
trthalliadur de tozada por ter disto prelica em ra
ato de ser cria de engenbo; tambem cali apio para
servir em qualquer padejo. ou em qualquer outro ser-
vico de eanegar pois he noto e lorie: a tratar na
ra da Soledade n. 20.
Aluga-ie um prelo, que cozinba loflrivelmente ,
sabo lavar hem roupa ; Icm f>eila para tratar de crian-
(>t e est hbil para tratar do ten ico domestico de
qualquer raaa qur de rnoila qur de punca fami
lia : a tratar na ra da Soledade, n. 29 ao p da
Tren pe.
= Oflerece-se uma mulher paia o servio interno
de urna caa id- h inrm lolteiro ou casado com pou-
ca familia ; (|uem de seu presumo se qui'er ulilisar ,
dinja le ao becco do Padre n. 24.
.ompt-as.
Comprio-se, para fra da provincia, escravos de
ambos ni seins ,'de H a 20 annos com haliiliuadea
00 sem ellas ; sendo de linnilai figuras pauSo-se liem;
asnoi romo um escravo nnw de bonita figura que
teja liom ofli -mi de calafate : na ra daa Cruzea, u. 22,
segundo andar.
Compra se uma eicrava meca de bonita figu-
ra com hahilidadee, principalmente de coser e en-
gon.mar ; oa ra da Cadeia o. 38
Manuel Antonio da Silva Molla compra 25
travs de 32 palmo al 46 e tambem 100 encharnela
de 25 a 30 palmos d comprido,
Compra-se um'eicravo, t.om flicial de carpina
em Fora-de-Portas ra dos Guararapes, n. 6, ou
anouncie.
=Compra-se um par de brinco, com 3 a 5 oilavaa
de bom ouro : na ra Nova luja n. 68.
Vendas.
0 L1VRO DE TODOS
ou
MANUAL DA 8ACDE ,
Contendo
todos os asclarecimentos tbeoricos e pralicoi necem-
rios para poder preparar e empiegar sem o toccono
do profeisor os remedios ese preservare curar-se
promptanienle com pouco dispendio da mor parte
das molestia! curaveis e conseguir um allivio quasi
equivalente saude, as molestias incuraveis.
Seguido
de um (raimiento especifico conlra a coqueluche a de
regras higinicas para prevenir as molestias ;
pelo doutor G. de Ploeiquellec.
Pre(o 4000 rs. em broebura.
O auppl- ment, indispensavel a quem tem a obra ,
d-se gratuitamente aos compradores. O dito suple-
mento Irai aa Iras dilTerentes receitaa pira a eomposi-
cln da agoa sedativa esle precioso remedio que
tamanba reputarlo tem ganbo e que deve liilir
cm todat aacasas para remediar promptameote aus acci-
dentes e incommodos repentinos.
Vende-se na praca da Independencia livraria ,
di. 6e8.
Balceroiras.o cova-
do a 320 rs.
Na Inja da eiquina da ra do Collegio cbm frente
para o ar:ode S. Antonio vendem-ae bale-miras de
lia para vestido de tenbora A tobredila fazeuda h
manufacturada de lia e estampada com ricos dse
nhos o mais modernos que os abridores d Londres
apreaenlrio nesle eono aos saus fregueses, finalmen-
te um labyrinlo escuro e bem disposlo loma a re-
ferida duenda aseas recornmendavel para que ai ii-
nhniaa facao uio della em vestido! ni presente eila-
gao : dio se amostras a quem ai pedir pin tniit ve-
racidade do aonuncio.
= Vende-te eicellente vinbo de Bordoiui, em eai
xas de 12 garrafal, por prreo coinojodo : na ra da
Crut, o. 6.
Vende-te uma ncrivi de Angola de boa figu-
ra! euiionuua, cosa chio cozinba muilo bem e lava
deiabao; um esclavo de nscio de boa figura, e de
loto o aervivo de ra ; um pardo, de 22 annos bom
eanoeiro e cerniceiro ; lodos muito poetantes e tedios:
na ro daa Cruiet n. 22 aegundo andar.
= vendem-ie iijoioi de marmore pelo commodo
preco de 00 n. cada um ; airea do Ibeatro armazem
de serrar madeirat, do Sr. Joaqun Lopea de Almeida.
Vendem-se 6 escrivot (sendo : 3 pretal bem
mocw com habilidades; um preto do servido de cam-
po ; 2 ditos canreirot, e 1 dellet por 220i n.: no pa-
teo da matrit, tobrado n. 4.
= Vende-te a venda da ra do Collegio, n. 21 ,
eoin pnuciis fundos, a dmbeiro. ou a prazo, com boat
firmal : i tratar na mesma venda.
VltClH'Ao !
Vende-se rap de Lisboa ebegado
no uilimo navio muilo superior, como
lia muito, nao tem vtulo; os compradores
o podem alTirmar, tomando da boa pitada;
superior cb hysson a i^uo rs. a libra:
na ra da Cadeia, loja da esquina, n. 5o.
Vende-se um bonito molecole de 18 annos, com
officio de carpina proprio para pagem por ser de
figura elegante ; na [iraca da Boa- Villa veodt n. 3,
ae dir quem vende.
Vende-se um escravo moco muilo reforcado ,
perfeito eanoeiro lano de canois grandea como de
pequeas ; um dito coiinbeiro e de lodo o servico ,
amli s de conducta afiancavel ; uma parda de 20 an-
uos ; uma preta, por commodo preco : na ra larga
do Rozario n. 24, primeiro andar.
= Vende-ie ni praca da Independencia, livraria,
ni. 6 e 8 livroi em brinco de diflerenlet tamanbot,
feitos em llaniburgo de papel duradouro pr pre
co commodo.
Vendem-4e2preloidenacio.de bonitas figuras;
na ra da Concordia pastando a ponterinha a direi-
ta segunda cass terrea.
= Veodem-ae un ocubs de armario de ouro de
tai ; na ra Nova ao p da ponte ultima casa da
paite do Norte primeiro andar.
= Vende-se um mulalinlio, natural du Ico. de 9 an
nos, sem vicios nem sebaques; na ra da Cruz, do Re-
cito n 27.
Vende-se um psr de btliocei do cobre; na ra
de Mortal, n. 86.
VenJem leduas camas, uma de condur ea outra
de amarello, com suas competentes arinac-Oei; na ra
de lio/tas n. 86.
Vende-ae sola superior couio de cabra, lorti-
ifo dito de porco e bejerioi, ludo de superior qua-
lidule por preco commodo ; na ra da l'raia n. 7.
Vende-se, ou Iroca-se por uma oegrinba, de 14 a
l annoa uma prela de naci de 24 annos, sem
vicios iit-ni achaques cozinha, lava engomma e cose
cbio ; na ra da Cadeia do Recife loja de ferrageni,
n. 56 ou 54.
Vende-se umaescravade meia idade lavadei-
ra, que coiinba o diario de uma casa e traa ptima-
mente de meninos ; na ra do Collegio, no segundo
andar do sobrado da esquma de 4 andaros.
Veude-se uma poicio de cera de carnauba, em
porcaoo a retalbo ; larmha do araruta ou matarana;
ag ; tapioca; cevada ; cevadinhi de Franca ; panal ;
amendoas; nozei ; aieile de coco a 2880 n. a cana-
da ; dito doce a 3520 rs. ; maranio; lutria ; bo-
lachinba fina de Lisboa ; cha bynoo superior ,
2560 iOOOe 1600 rs. uchim ; tal de Lisboa
1600 rt., medida velba ; presunto! ; paios; liogoicaa;
e lodos os maia generos,de venda, por preso commo-
do : na ra Nova, venda n. 65.
= \ endem-se dous imleques, com bonitas figuras ;
Ires negrinbas muito lindas com varias babilidadea
ilunditai coiinheira ; um escravo perito coiinbeiro;
Ires prelos, ptimos para o servico decampo; na ra
Direiia, o. 3.
= Vende-se urna das melhores vendea, por leudo-
no se querer retirar sita em Fra-de-Porla*, n. 92 :
a tratar na mesma venda.
Vende-se uma caia de msica, para ilgibeira ;
na ra do Livramenlo venda n. 38.
Vende-se uma batanea com braco o pesos ; 2 ca-
vados desella bons : na ra da Conceicio di Bos-
Vista o. i '-(i.
Nesta loja das boas pechinrhas continua se a
JB vender um grande lorlimento de madapolSes 6
fjp por differentrs precos de 2500 a 6000 rs. ; Qi
a um completo sorlimento de chitas, a 140, l60 f>
e 180 ri. e muito finas, de cores filas, a 200 *
ara. ; ditas final para cnbrrta, a 280 ri e mais tn
ordimriai, a 200, 220e240n. ; ditai fro- gj
ceras; riscados de muilo bom goito, a 320 rs.; *
J faienda para habito de terceiro de S. Fran- 8?
r cisco, a800rs.; luvas de seda para senhora, **'
Sa 320 rs. ; meias pretas para meninas a 200 rs. ; casimiras de iiuadroa a 1100 rs. ; golas
ju e pescocinhot, a 320 e 640 n.; ganga azul, a ga,
100 e 120 r. ; algodio trancado azul, muito g
. encorpado, a210ra. ; alm deltas, tem oulrai j
muitas fazendas finas bem como : panno fi- (
** no piova de limio; cortea de colletc de gorgu- **
JJ rio, muito superior e de velludo de luirs; *&
Qt e chiles muilo modernos. (f
- Vondem-io 4 earravos, bons para o servico de
campo ; dous ditos a 300,000 rs. cada um ; 3 escravas
com boas habilidades um deltas de 40 annos, por
180,000 rs., boa para trabalbar a botar sentido a um
sitio : na ra do Crespo n. 10, primeiro andar.
=Vende-ie arroz branco pilado por preco commo-
do ; ni ra larga do Roiario venda da esquina, ao
vi llar para a ra eilreita do Rozario n. 52.
= Vende-ae uma caaa de pedra e cal.|(eita a moder-
na com 29 a 50 palmos de frente e 30 de fundo i
qual esta rollocada em um terreno que tem 70 pal-
moa do frente e 600 de fundo aila na Capunga, no ti-
fio do Jacobina : na ra larga do Roiario n. 32.
=Vende-te urna clirineta de do. por preco commo-
do : na ra do Cabugi loja de ourives n. 9.
Na ra larga do Rozario o. 33 iabrica de cha-
rulos^acbe-se um sortimenlo de eharutoa di Haba,
de vanas quslidades comosejio : regala le priniei-
ra e segunda qualidade fama da Babia meia-regalia,
tudo por preco commodo em porfi e fetalho.
Vendem-se IQeicravoide ambos ot aera, che-
gadot proiimimente do Aracaty, de 12 a 24 annoa
entre elles lem um pedreiro um bom cozinbciro e
um alfaiale e aapaleiro, proprio para pagem por ser
do bonita figura eeiperto tem vicioi por ter ven-
dido no Ancaly por necessidade ; caiaa de tartaru-
ga ; pennasdeema; couros de cabra; beierrot. so-
la ; cera de carnauba ; tudo por preco commodo : na
ra da Crur armaiem n. 51
=Vendem-te latas rom 27 garrtfat de aieitndoce
de Lisboa muito superior e era conta ; no arma-
iem de francisco Das Ferreira aop da alfandega.
= Vendem-ae varios escravoa de amboi ot kxoi ,
de 12 a 20 annoi. com habilidadei ,^ou lem ellas
ea ra Nova n. 21, segundo andar.
CARVAO ANIU*.L
do mail puro e da primeira qualidade para a refini-
ciodo aitucar decolorscio dot itiopet, vinhos, vi-
nagres, ou liquido qualquer desenfeccio dai agoas-
ardentes dos espiritoi, dio. a 2000 rt. a arroba ; no
sitio do Pila em linda : quem tonar de 20 arroba
para cima o receberi em cna.
Na esquina da ra do Crespo, ao
p do arco de Santo Antonio, loja da viu
va ATonso & Companhia vendem-se
pecas de.panno de linho com ai varas, o
mais superior, que neste mercado tem ap-
parecido.
I\o Alcrro-da-Boa-Vista, loja
de fazendas, n. i 4 ,
vendem-se pannos prelos de cor fin. a \i e 5200 rs.;
merino preto de duaa larguras, a 1400 rs.; princeza
muito superior, a 1000 rs. ; catimirii dobradat, de
algodio, de quadrose ultras pelo baratiasimo pre-
co de 600 ra. ; brins de quadros e Metras de qualquer
cor que o comprador quier pelo barato preco de
200, 220, 240. 320 e 400 rs. o cosido ; brelanhii de
rolo com 12 jardas, a 1600 rs ; cana lisa larga, a
280 n. a vira ; e oulrn fazendas por mais barato pro-
co do que se teem vendido; e ot Sn. compradora*,
que nao poderem ir em dita loja podem mandar bus-
car amotina tanto dettas como de qualquer outra
que promptamente Ibes serio dadn ,-e juntamente o
leu ultimo prego.
Vende-se um ptimo eirrinho de duas rodil
por preco commodo;m ra do Aragio,cocbeira,n. 17
- Vende-te vinagre tinto, a 45,000 ra. a pipa ; di-.
lo branco, a 35,000 rs. dita : ta ra Imperial, n. 7.
Vende-ae CEU \ EM VELAS do Rio-de-Janei-
ro tortimento de 1 i 16em libra ; na ra di Sen-
zalla-Velba. n. 110
Vende-te ou permuta-te o sitio denominado
Setbaliio Lope =, junto a eidade de Olinda com
grande casa de vivenda muilo pioprio para levantar
umeogeoboca boas trras para plantar e para pasto ;
lem Djiuilas arvores fruclilerai, casa de farinba, eatii-
karia e com modos para escravoa ; na ra da Cruz
no Recile, ns. 26 e 52.
= Vende-se arroz branco superior, por prego com-
modo ; na ra da l'ran, n 46.
Vendeoi-se divenoi escravos, inclusive um com
oficio de serrador; na ra da Cadeia do Recito, o. 21,
loja de Luiz Antonio Sequeira.
Vende-te cal virgem, em meias barricas, chega-
dat proiimtmenle, por prego commodo; na ra da
Moeda armazem n, 15.
=.Vende-te um pelo eanoeiro peleador de rede
linba bom trabalbador de eniada, e robusto ; na ra
da Cruz n. 3.
Vende-te grienmitici francesa de Lbomond
uova edicto corregida e augmentada de muitas regrai
sobre ortbographia e de um quadro de preposicoes,
adverbios, e conjuncees: oa praus di Independencia ,
livraria ns. e 8.
Farelos em saccas muito
grandes, chegdas ltimamen-
te: nos armazeos de (iuinia
raes e do Bacelar, deloiilc da
cscadinha da aliaudega.
as Veode-se, por 200,000 rs. um preto de naci,
sem vicios nem achaques e robusto ; na ra do No-
gueira n. 19, aegundo andar.
Vende-se urna eterna de 20 annos pouco
maisou menos propria para o servico de engenbo ;
na ra da Cadeia do Recile n. = segundo andar.
Casa da F,
na ra estreita do Rozario, n. 6.
No estibelecimenlo di cm aciuia acbio-ie a venda
as iolereissntet cautelas da loteria de N. S. do Livra-
menlo cujai rodal leriO o seu inlallivel andamento no
da 28 do crrenle mei, ou antes le se venderem o*
burieles. O prrcoi daa cautelaa lio os do coslume, de-
cimos a 1000 rs. a vigsimos a 600 li.
Vende-se, na ra da Cruz, n.
\ 6o, e na ra da Cadeia, armazem
y de Fernando Jos Brguez cera
^ em veas, chegada ltimamente do
52 Hio de Janeiro, d'uma das inc-
|a inores fabricas, e be ptimo sorti-
I ment, por ser de meia libra at
16 em libra, e em caisas pe'que-
as, e por preco mais barato do
M que em outta qualquer parte.
pan o arco de S. Antonio vendem-se eoriei pan Cl|
Cas da fazenda appellidada pella do diabo, C0(n l
eovados e maio cada um a quatro patacas o mei,.
esta fstenda be lecida a algodio e lia sua grosinr
eicede a da lona as suai corea e padrors livalisj
com a't mais modernas casimiras francezat; ilo ln,|,
le eteurat, e por isso muito proprias para o uio de pP|"
aoas embregadas em ai mizeni, e oulrot Iraficosdo eom!
mercio, e bem assim para montar a ravallo. oieornnt,"
doret, que pretenderen! ver o lobrediloi cortat, pode n
mandar pediraaamottrat, que promptimeete saib
dara. tob o competente peuhor.
Vende-ie i armario, mostrador liaros biocoi
e moclioi da bolita da ruada Crui, n. 60, bem co-
rno um aopba, 12 radeirai de palhinba 2 banquiobii
uma meia de meio de tata, urna cama da armario con
colcho e degrio uma commoda ,- um berr loucador aem vidro tudo de jacarand e en uito
bom catado ; uma meta de amarello grande eora
alus e gaveta um par de mangai de vidro livndss
na ra da Cruz oa mrama botica n. 60, ou no Moa-
dego delronte do portio do Sr. Luiz Gomes.
= Vendem-se 30 olbn de ptpel muib [iodo
proprio para torrar tala por preco commodo; o m
dai Cruzei n 34. aa loja.
Vendem-te latas de todot ot tamanboi com ao-
lachinhaa de araruta de tuperiur qualidade; na rus
Uireitt,, venda o. 2, defroole da torre do Lini-
mento.
Vende-se gelo ; no brigue ameri-
cano, que se acha Tundeado em frente da
escadinba da alfandega, onde se echar o
bote do mesuio brigue, para couduzir
para bordo os compradores.
= Vendem-se moenda de ferro para enganhos de
assucir, para vapor agoa e bestas de diversos tami-
nhos por preco commodo ; e igualmente tai vas da
ferro eoado e batido de todoa ot tamanbot: na pra-
ca do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmool ft
Companhia ou oa ra de Apollo armazem, n. 6.
RETROZ, AlliOOORi,
Na loja 8a eiquina da ra do Collegio, com frente
pira o arco deS. Antonio vende-se retroz do Porto ,
preto, azul ferrete e lorlido a 1 la rs. a librs ; e pi-
pel branco apando a 2800 rt. a reima.
Vende-se arinha de trigo
de SSSF, da marca verdadeira,
chamada Hamo, em pequeas e
grandes porcoes, vonlade dos
compradores: na ra da Cadeia
do Recife, n. 29, ou no caes da
alfandega, a fallar com Joaquim
da Silva Lopes.
Vende-se rra de carnauba de muito
boa qualidade, chegada prximamente do
Assit, mesmo em pequeas porcoes : na
ruada Madre de-Deos,venda n. 36,defron-
te da botica.
Continuase a vender, na ra Nova,
u. 31, os superiores charutos rega-
los, da fabrica de i'. Grs, ditos regala
e famas, e outras mais qualidades por
preco mais commodo do que em outra
qualquer parte.
Escravos Fgidos.
Vendem-se os seguiules escravos: um mu lan-
cho, de 14 tnnos, pouco mais ou menos ; duas par-
dal de 16 a 20 annos, propriss para todo o servico
de uma cass ; dous prelos de todo o servico de campo ;
ua> pieia, de 16 a 20 annos boa engommedeira e
coitureira ; lodoi aem vicioa nem achaqei ; ni roa da
Cadeia de S. Antonio o. 26.
PELLE O IABO, A 1#*40 Ra.
Na loja da eiquioa da ra do Collegio, con rtele
Continuio a eittr fgidos, denle 21 de abril, dt
bordo do brigue Mentor, ot 2 eicrivot marintaeiroi:
Jos, de naci Gabio, representa 30 annos, estatura bai-
la, e barbado; e Manoal, de naci Congo, representado
e tantnt annoi bino tem birlia : aquello fui escri-
to da cata do eorooel Benlo Jos di Costa e foi seduc-
tor do segundo e conhecedor deilt provincii : toodt
ae adiar be provavel te inculque por forro. Becum-
menda-se a todas aiaolorididei as suas capturas, bem
como aos capities de campo eoffereoe-se de grilifj-
cario 150,000 ra. a quem o trouter reeonnecmdo-M
terem ot pmprios; os quaes se pagio na ra da Cadeia,
n. 43, em casa de Amorim Irruios.
- Fugio, em Janeiro desle anno, di eass de Msnoel
Firmino Ferreirs uma escrava, de nome Msria,
Angola, de 25 annos, pouco maisou menos; levou vel-
lido de chita de flores amarellaa ; be de estatura rega-
lar bem parecida ; tema falla um tanto embanca-
da : quem a pegar, leve a trivesit do Queimado o,
3 que le gratificar generosamente.
Ausentou-se, no dia 6 do correle,
o preto Anastacio, crioulo, de altura
regular, bastante reforcado em todo cor-
po, cor fulla, de physionomia bastante
carregada, representa ter a5 annos de
idade costuma andar de chapeo de
couro ; elle he bem conhecido por andar
ganhando na ra : quem o pegar leve-o
ra da Moeda, a seus senbores Silva &
Grillo, que ser generosamente rectju'
pensado.
esappareceo no dia 6 do correte d c,sl "
abano a'aiigoado morador na ra Augusta UID
preta de oome Mara da Conceicio, ella.feicoes groiiUi
fula ; lem no peito etquerdo uma ciealriz de umi'""
di, que leve, ba annoi : quem a pegar leva a di
cata.- Francisco Xavier Cavalcanli i* MH^'I^
a Deaappareceo. no dia 7 do correle do ii
fallecido Peixulo na estrada doa Afflicloi um v1*
qoe de nome Joiquim ; repreteoli 16 innot, .te'v
regular, rollo comprido; levou eilcu e c,n"".. .
brim brinco com lulrai atuei on ebipeode pa
roga-se a todas autoridadei policiaca s capiliet de es
po que o peguem e levem a ra da Cruz, n. 10 > 4
serio recunipeniidoi.
rtRU, ; wa f p. de m. rs ra rAitu
k.104^*


Full Text
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