Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08315


This item is only available as the following downloads:


Full Text
IA uno de 1846.
Q uara feira 8
O DIJMO puWici-Jt todos o das que oo
I for*m H guarde:'o proco da aasipiatura he de
linn rs. por quartel, pagos admntadns. minuocios do assiguanle lo inseridos a rmSo
. 20 ris por lnha, 40 r en typo difleren-
w" e replife pela meta.lc. Os que no fo-
pc'm aitiirnantes pgo 10 ris por liaba, e 180
ein typo'diueroiite.
PIIASS DA I.A NO HEZ DEJULHO.
frseme < es '">rat e 3 minuto da maiihaV
1 t cheia > 8 hora e SO inmuto] da tarde
ajiuoanlea I i ai 11 liaras a 8 miu. da manha.
I ni nova J3 horaa 41 miu. da (arde.
CreieeM* a 91 a 8 hora 41 minutos da man.
PARTIDA DOS COBRflOS.
Golanne e Parahvia Segundas e Sellas f'eiras
Rio Grande do Norte, chega as Quarta feira
ao meio da e parte uai racima h ora na
Quintas feira.
Cahn, Serinhaem, Rio Formoio, Porto Cairo e
Maceytf no l., 11 e 51 de cada me.
Garanhun e Houita a 10 e 24.
Boa-ViU e Plore a 13 e 28.
Victoria as Quinta feira .
Guada todo o das.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira a 4 h. r 10 minuto da Urde.
Segunda as 4 li. e f>4 minutas da manha.
de .ulho.
oAnn XXII N. 148.
PUS DA SEMANA.
. 8 Secunda S. Isaia, au4. di J. dosorf. edo J.
do C. da t-, do J M da 2 v.
7 Tere S Claudio, aud doJ do cir. da I.
., e do J. dr pa do t. dist. de t
Quapta S Procoplo, aud. dn I. do cir.
da 2. r e do J. de par do dist. de l
9 Quinta S Ovillo, aud do J. do ori.hos, e
do I municipal da I. rara.
10 Mita S Januirio aud do J. do cir. da I.
T edo J. dr pai do I. dist. de t.
11 Sabuado S Sabino aud. do I. do civel da
I rara, e do. J. de pu do I.* dist. da t,
IX Domingo S. Nabar.
CAMBIOS NO DA T DE JCI.IIO.
Camliio sobre Londres /, d. p l# 0 d.
' Paif* 3&0 ris por franco.
Lisboa IOS % premio |x>r me.
Desc. de letra de boa fitina I '/, p / mn-
OtiroOnraa liMpaiHiolai "ll|MVl a JOOO
Moeda de 6j400 el. lojrmo a I00
deBitOOnov. I6#20 117400
de 4J0OO... 9/00 a limo
Prala Palaress...... IjOlO a lSOii
Peso eolumnares ijfiron a #ono
. Duoi Mevicanos. ifOSO a If00
a Miuda......... If760 a U800
Accocada Comp. do Reher be da S0|000 ao par.
DIARIO DE PERNAMBUCO
=
PARTE OFFICIAl.
DBCRBTO N. 447 ni 18 db Mam de 1846.
Manda por im erecuedo o rrju/omen/o pura ai capita-
nas di ptrtii.
Coiif'irroando-me C"in u parecer daa terjoea de guer-
ra mariiilia, o de fatrnda dn onnnrlhu d'eatadn, omt-
tido em Cnult de 54 de drtembro do auno prximo
pmadii : hei pur brm appruvar u regulamento pnrellaa
tpprrientad, Pra a rapitaniaa doa porlo, mandailas
ealabrle.cr na diversa provinriaa du iniperiu, pelo de.
cre" u. 358 de 44 de aguato de 1845; e urdenu, que ae
ubarrvr o iiiciiciuoadtt reguUmeulu, que Cota ot bai-
la, a.aignadu pur Antonio Francisco de Paula c Hollan-
do Caveloaiili de Alboquerqoe, du ni cu cun ollio, mi-
piltro e leorotari de raudo do nrgonio da faienila, e
jntrriuanienle enrarregado do da uiarinha, que asaiiu
o icnlia ootendido, e faja circular ooui ui deipacboe
necrasario.
Palacio du R.n-nV-Janeirn, em 10 de maio de 1846
vigetiniii-quinlu da independencia du imperio. Cuan
a rubrica de S. II. o Imperador. ,/nlonio Franciico
di Paula i Hallando Cataicanti di Albuquifque.
IEGUL1MBIIT0 DA CAPITANA DO PORTO, A QUE I REFERE
o DECRETO DE'TA DATA.
TITULO I.
l)oi tmpiegadoi da capitana dotparloi.
Artigo 1." Iloei uiu eatabulecimcntu natal denomi-
nado Capitana doPncto, em cada uma daa pro-
vincia martima do iraperiu, designada no artigo
afgnmtei.
Art 2 Em cada ama pnninr.il do Rio-d-Janciru, Prnianiboco e Par, rr-
iira de capillo do |rorlu u reapeclTo iutpectur du arte-
nal, u qual prrccbrrl, alem do toldo e mai renoinen-
to. que como tal Iba oompeiirem, ama raiiScscao de
400,000 r. pur anuu,
Art. 3.' Na capitana do porto da provincia da Babia,
servir da capitn du porto o reaprclivu intendente,
que, na coiifurmidade doa decreto do 11 13 de Janei-
ro de 1834, acuuiuula ai lunc\de de inapootor, o qual
perrrlieil, aleSi du icii ordenado, a gratificaftu annual
de 4U0 OUU f.
Ari. 4.0 Na capitana dea porto, daa pro.inniaa d
Riii-r.iude dr S.-Hedi do Sol e Saiita-Calharina, er-
vira de capillo do porto uin nflluial auperior d'arinada,
o qual prrci'lii'iA o vencinienlu p maia vanlagun de
embarcado ni navio He guerra.
Ari. 5:8 Eui cada tima deata capitana do por toa,
ai dr que trata u artigo aiilei'i-di'iito, ha ver UIU lecrc-
tariocoiu onrd-nudo .le 400 UO r. por auno; puden-
do lorvir uaquellaa pro vinca, onde lu.uvoi em ar.enara,
o arrrciarioa das nprcc6ea ; e a ate ir abonar, aliu
do aru ordenado, a graliHcacto lie 3UU.U0 n.
Art. 6.0 Ao capitn do porto compete:
1. A P"lioia naval du porto, e aeua aucoradouro :
c lirio aasiui u uirlhuramento, e uonicrvafo do tueiiiiu
porlo.
2. A inapeccu c adniinitra5o do pharei, bar-
ca de loecurrua, baluai, boi, barcia de eac.i-
vacln.
3.0 A matricula da gente du mar, o dai tripnli^ca
empngada na navrgaoAo e trafico du purlo, edaa cui-
tan, pratiragem dcilai o ilas barras.
4. Ini|.i ai inulta pela cuntravencea deite regu-
laiurnlu.
i." Decidir aunimarianienle ai queilfici de polica
nasal, prrjuilua, ou daino cauadu ptlu naiiu en-
tre ai ilrulro do pono.
6.0 Requintar o auiilio da autoridade civil e mili-
lares, c da forca armada, quaudu llie fr precian, pare
faicr effectivat ai dupuaiede du rrgulamento, prender,
o punir na coniraventnrc.
7. Urdrnar aa deaiicias do clbelecmcnlu, denlrc
doa limite, que aunualnionie Uin forcm maruadoi pelo
niiuiaierio da iiiarinha, ou conforma aa orden e aulo-
nacca eapeciaea, qtje pelu mermo ministerio llie furaui
dada,
8." Deaguir nm ou doua inilividuoi doi que ae achu-
ren! umprrgadoa no anenaea, unde ul houvcr, uu
do qoeaervirem perante aa antoridadea judimaes do
l"gr, pura l.iiir<"m aa diligencia ncceaaanaa para ofi-
|ii'dirnle da capiauia dn porlo edo pruceam; ai ignan-
do a cada un a gratiHiocao ale 40 n. una diai,cui que
tiu-n ni lerricu, a qual peroeb'-ra ulm do emolumen-
tos, que deverem ;gr a part, rrgulndoa peloa regi-
nieni.i doa salario judicial-.
*f. 7.0 Ao capitn d parto serio nibnrdpadoi o
Walivulu,,, emprrgadoa na rapilania, nua pbarci, nn
baria de aororra, na da c.cavacao e us que aa eni-
prigio no traben do |n>rlu, riuf, laga, ooalaa e lia
praiiragem d'rtua e daa barrea.
Art. 8.0 O lerrtlirio lert a aeu cargo lavrar todoa o
lirnin, e rritatra-lo, bem tumo a rurreipondencia of-
ncial e nrdeni, que ie cjpidircm, faicr a matricula da
'"pi>la\ci da ruibarcavoui narionaei do cubera, e
oi iiidviduol empregadu na vid do mar, rcgiilrin-
""ai separadan.cnie em livro prunriu, rganiarnu
nm de cada auno civil mappai de lodua u navioa ei.lra-
"1 e labidni, pnm declarlfio daa tripolalacoe, tune-
'B, purtu d'.inde laludo e para onde deilinadni,
' igualmente mappai de todo! o individuua emprega-
d"' i v;J: ds s:sr,:fg--:P.d5 rstnu, s que Oda s per-
lenc.er.
TITULO II.
Da polica doipartu, toa conurvafo e mtlharommta.
CAPITULO I.
Doipastal, con, praiai i racifu na literal.
Art. 9.0 OcapilAu do pnrlu cuidar* coiiiuntemonle
" ooiuervaclo e bol eatado do porto, pelu que per-
ieuoa i tua limpeta, profuiiiii.do o aegurny. pf-
iver c selhoramento delle por todoa oa moioo
eu alcance, prnpondo ao gnverno aa medidaa, que para
ene fin julgnr conveniente, anoinpanhadaa aa auaa re-
prrienta(6ea doa plano daa obras a dui orcameutua daa
deapeaa delta.
Art. 10. O capillo dn porto, nnvida a rripentiva c-
mara municipal, e com approvaclo dn mini-tro da ma-
rinha, deignr6 e mamar nai praiaa e tprrrnua de inn-
rinha, rearrvadoa para logradourua publiaus, uma por-
0*o lufll'irnlo para eataleirm o uulrul uaua dn expedi-
rme do |ioito.
Art. 11. Ningurm poder, dentro dn litoral do pnrlu,
mi icja na parle rrarrvada para logradoiim publico, ou
aeja na parle, que qualquer tetilla afurado, conatruir
embarcacto de cubera, uu faicr cavas para aa fabricar
encalhada, ein que, depui da lioenca da reapecliva
amara municipal, nblenlia adnoapillo du porto, u qual
9 uln dar em trr piaininadn, ae podera uu niu reaul-
tar d'ahi alguiu daino ao porto.
Art. 12. Ninguem poder! tancar eoliilhua na praiaa
uu rae do litoral dn porto, e aim nu lugar designado
|iala cmara municipal. O contraventor aera aubjeito,
alem da multa devida a eamara municipal, a tirar noli a
se o onlullio, quu bou ver laucado, se ouui effeito po-
der serapanliadu naucoasiao, uu so soubcr qncm fui;
mas, quaud se ignore, a capitana do porto, eipcn-
saa do cofre das mulla, mandar ainr esic trabalho.
Art. 13. Ninguem puder fater atorros, ou obras no
litoral do porto, uu rius navegavei, sera que tenba ub-
tido licenca da na/nara municipal, o pela capitana do
porto aejs declarado, depois de feitus os devidus exa-
mes, que iiau prejudicio u bom estado do purtu uu rioa,
ua eiiabult'ciiuuiitus naciunaoa da marinlia de guerra
e os L.graduurua publious, sob pona de demuliclo da
obra e multa, alera da udeiunisa^iu do damnu, que ti-
ver causado.
Art. 14. Ninguem puder depositar madeiraa naa
praias, nein cqjisrrvar nellas ou us caes, pur man de
nico das, ancora, pecas d'arlilbaria, aiuarras ou ou-
Irus quaesquer objocto, que embarnrein o tramita e
servidlu publica, anda que tenlia licenga da cmara
inuuicipal. E quando, para o deposito e demora de tuca
ubjecto, dr licouca o oaptu do purtu, aem prejuito
da aobredita servidlu, se podera taier da bteme do
(reamar das aguas vivss pare cima. Oa roiitraveutore,
tinta da mulla, a que forera sobjuito pelas posluraa
da respectiva camota uhhI ipsn, sent utirigador a raiei
eiiuvar qualquer ar, que se accumule em detrimento
do porto.
Art. 15, Ncnbtiw proprietariu ou arrendatario de tra-
piche puder usar de faobol arrean, quaudo carrego
ou deacarrego enibarcafdei de cabolagem, pudendo
purera usar de lampefies. Os contravooturea serlo ub-
ieitos reparadlo du daiuno, alera da mulla devida c-
mara municipal.
Art. 16. As einbnroacfle, que so amarraren) ,i quatro
cabui junlu de praias, nao lanj.ii no nncuraa em lagar,
que nu preailiar liquein Coberlii. ahm de evitar o d.mi-
no, quu disao puaaa resultar eiribarracoua du trabe,"
du purtu. Oa contra ventores aeran aubjuilus u mulla
.Ir del a unte mil ris, e a rcparar.au dudauiiu, que
huuver,
CAPITULU H,
Dai entradat i tahida doi navios.
Art. 17. Quaudo entrar lio purto qualquer embarca-
cao nacional uu eitrungeira, o ofllcul do registro du
porto entrgala ao uapilao, uu raealre umeiemplai
do regulamento du porlo, quu aer reilituidu na ca-
pitana, quaudu a mbarcoclu louha de e retirar, ou
desmanchar.
Art. 18. Lugo drpoii He viiada a embarcaclo pela
rcparliio. hacaca, e de salido, u capillo ou meilre ir
u capitana do pono dar cumula, i.ndo o lomara Hui-
do nuiue du cal>iio, da rnibarcaclu, praja uu porto, a
que pertence, do dono uu ronaignaltriu, numero dar
peaauai da tripoltoau, lugar dolido vem, nacau a qui
purteuoe, seupuilo em, tonelada, quaes us passi'goi-
rua, qualidudu e quautidade de lastro. So u cpillu uu
inc.lio uto poder Ir jiesiualmenle, mandar a sobreda-
declaracio por cscriplo, por elle aaaigunda, uu por al-
gum do ollluiaes da embarcaclo.
Art. 19. ludo uoa'pitl ou meslre de qualquer nav>0
lucroaiile, que prelcudur aahir, iru na veaper i.preaen-
t.ir seus deapa.hoa capitana do purlo para enera ah
eiamiiuidna; e, calando crrenles, au IiiV..ih mull
franqua, oarga, e deaoarga, aemln na dntii nltimns an-
enradoiirna subdivididus para navioa, que tonillo denar
regar mi deanarregar gonorn de fai.il oi.mbuitao, e pa-
ra embarsacoes de nabotagem, cuja carga nao for sub-
eta i ilin-itos d'alfandega. Tambera, conforme u usu e
for mai conveniente, designar suoo'adouroa para u
navios, que truhn de fabricar, o, para aquelle, que
lio tenba, dritino. Al cabriss, barcaca, arinairii
navae, e embarenrriea do trafico do porto, amarrar an-
illo nm lugares, e pela forma, que for indicada pela
moma capitana.
Art. 23. Oa navioi do guerra, nacionaei e eitrangei-
rus, anrurar6 onde maia cunvier, fura dos anooradou-
ros destinadus para os navios mercantes nos pi.rt is, ein
que para isan tiserein nommndidade e naqnellea, em
queanlii houver, lomaran tugar no ancoradouro da
fran|uia, e nao p.ulerci aahir do ancoradouro para fa-
bricar, aem que primeiro trem a plvora ; devendo, os
primeiru fnie-lo pur ordem aupuriur, e us srgundoi rc-
qiiilita-|n pela autoridad", que repreaenio o aeu pan.
to minitro e anrretario do tfttado do negocios estran.
geiroa, que solicitar permiliau para u depoiitn ao mi-
nislro da guerra, prevenindo an da iiiariiiha deata inii-
dani;a. Nal provincial taei rcquiijoOi arrio fuilaa aai
reapeotivui preitdeutei. Os iinvim mercantei iiaoionaes
e eitrangeirui praticarao lemellianteniciite, quaudo li-
verem a meima prariilo.
Art. 24. Neubum navio mercante,nacional oueatrau-
geiru, podera pasiar do ancoradouro do franqua, tra-
tendn pnlvora I bordo, iem a dcicarrrgsr, ou toja eita
do carga, uu para uin da prupria defeit : n capillu ou
mostr requeror a depniilo .lilla, nio pudendo tnrnar
a rroeber oque su destinar para aeu uso, senao quando
cativer o respectivo navio oulra ves un ancoradouro da
franqua, o na vespera da partida. Podera, purera, o ca-
pillo du porto permitlir, quo ao conserve na embarca-
ran aquella pequea quonlidade de pulvora, que julgar
precita para signaes.
Art. 25. Todo o n.< vio de guerra ou mercante, na-
cional ou cali augeiro, far cuuduiir a tua plvora de
carga ou do defeta, nnberta enm enceradn, levando a
embaroacan do m uducgu aorada una bandeira encar
nada, e indo teumuauhada de um guarda, quaudu for
mercante.
Ait. -2C. Todo o navio mercante, njf,innl nit nidun.
livro deregiatru u nuiue do OapitSu, nu niialru, dono,
uucuiiiigiialario do navtu, anacao, u numero (las pe*
auaa da tnpolavlo, lenelagcm, u purlu.a que ae deiliuaS
devendu dcpuia cun gar-llie um documento, quo elle
.iiretentara no regiauu do porto, O nietrregadu do re-
slro do purtu notare nu verso des.o documento o da
la sabida, e o noinc. do paiiageirm, enpando-o de-
pois espitama. Todo aquelle, que assim lUo prali. ar,
aern.brigadu pelu regialro do porto ao icu cumpn-
ineiilo, e aubjeito mulla de quairo iuil rea: oa r.gia-
troa e notas Uesfo artigo, e do tnUcodeuie serio tullo.
Krtluilararnlo.
Ari. ii iveuhuro uaio mercante, nacional ou ea-
tr.ngo.ru, d. puii de estirar o eul, uu antes de.to natoer,
podera aahir do i ortu.
CAPITULO Itl.
foi ancoraJaurai.
Art. 21. A capiauia do porto coadjuvsr o quo pj-
laa iciiariicei da aada a da alfandega ealivor determi- radas suaa embircaioei miudil, lenlo ios prtalo, nos
...do a resinti dus ancoradouro de quarciiiein, frau- ,Dcursdourot de csrga e descarga: no de franqua, Ibe
ma carga o descarga i e quando aguma. d.. d.pu.i- ,er, "permltn<|o ler i lancha pela popa. U contraventor
cBs'retpectivaslha pareci inoonveinenies, o enien- r| rou|Ud0 Pm quatromjl ris.
Art. 35. Nenhum navio mercante poder! ler si suaa
etnbaicatcjrs miudas fri do navio, depon do tiro de io-
rolher, salvo por algum motivo extraordinario, que jus-
tificar. O contraventor ser multado em quatro mil
ti.
Art. 56. ibirco do trinco do porto, ompfegadoi
airo, qu esfver hbTsnrorsdouros du csrga ou desesr-
iia, drter ter os paos de bujsrriini gibs dentro; e
nos porto,em que, pela suapequens capacidade.ettive
por isso amarrado a quatro cabos, lerii.alm disso.e re-
tranca dentio, e as vergtt deamantilhadas; e i uin
vespea da sabida para o ancoradouro de (ranquta, a fin
dn envergar panno, poder! amantilhar rergas e deitar
tira os p!os. mrnoi o da giba, que so o poi! no anco-
radouro de franqua. O contraventor acia multado em
quatio tnil ris porcada vri, e perder! o direilo in-
demiiHBi io, do caso de Iba lertin pulidos por sbiirua-
mento
Art. 27. Nenhum Divio podera dar, no acto de a-
marrar-se, outra di recelo s suai ancoras, que nio se-
js a que estiter adoptada pelo uso do porto 0 contra-
ventor ter obrigado a suspende Iss, e dar-Ibes essa di-
rerrau, e quando o nio fiel terl l uso coostrangido. e
depon multado em seis mil ris.
Arl. 28. Todo o nsvio, nacional ou estrrngeiro, ser!
obligado a ter bniss as ancoras dis suss amarraeOes
nio pudendo amarrar espias a eslis boias. O contra-
ventor ser! obrigsdo repsrscio do damoo, biveodo-o,
e alem disso mullido em seit mil res.
Art. 29. Todos e qusesquer navios deveriO, nos di[-
ferenjes ancoradouros, prestar recprocos aunlios em o
acto de amarrar-ie. como leja reeeber uma espii, ir-
ruir a amarra por algum incidente imprevisto, ele.
Ait. 30. He prohibido a todo e qualquer navio dsr
tiros, ou salvar, a nio estat nn ircoradouro de fran-
qua, e neste niesmo o nao poder! faier. levando taco o
luo. Aquelle, que transgredir, seil subjxito I repsn-
clo do dimoo, bsvendo-o, ileiu de ter multado em or-
lo mil ris.
Art.31. Nio ter! pertniltido, dentro dos ancn
dnuros du carga e de.ear.a, conservar fogo bordo,
depois do loque de recolher, alem di linterna, de que
trata o art 133 do regulamento de 22 dejunbo de 18J6,
e de uma luz, que podera ter em linterna fechada oa
estima de cada navio. O contravenlor Scara obligado .
reparacio do damno, que puna biver, e teta mullidu
em dez mil ril.
Art. 32. Nenhum nsvio podera ssbir lobrecirrega-
lo, netn levar carga no conves. que cause pengo. 0 es-
pillo do porto 0 regular oom prudencia, vigiando com
silencio sobre tses oireumstancias; e o espitao, ou mei-
lre se conformar com que elle determinar.
Arl. 33 Nenhum navio mercante podera mandaros
seua boles, ou escleles, I bordo do nsvio, que entrar,
ou sabir ; podarn, comtudu, enviar suaa lanchai para
o rebocar, ou ajudar a amirrir, nio pudendo, porm,
estss atracar io prtalo, e i sim arnarrar-ae pela popa,
em quinto seu servijo nio lor necensrio.
Ari. Si. Nenhum navio mrcame podar ter amar-
nn osrgu a deseirgu, ni podero cirregar gneros
ionio al a linhi d'agoi, que Ibes esliver. marca Ja, a
estando estanques. Todo iquelle arraee, que o contra-
rio obrar, suri punido com um at dai das de prisie),
Art 37 Solienteaoiescalares da alindola, capita-
na do porto, ou registro, sera permittido anda pelos
ancoradouros de carga e descarga, depois do tiro de re-
eolher, em ronds, ou em alnum oul'o aenico. (Qual-
quer bote, ou escaler, que fr encontrado, a nio ser
le nsvio de guerra, ser apprehendido o mullido o res-
pectivo navio, ou dono em dei mil ris, altn das ein
quo iocorrer conforme os regulamenloa daa reparticoei
fueses.
Art. 38 Ninguem poder! rocegsr, nos difiranles
ancoradouros, ancoras perdidas, aem licenca do capillo
do porto, a eite i nio permiltiri seniu por quinte das;
devendo depon a ancora, no caso de schadi, serapie-
sentsda para ae ereminar, ae pertence, ou nio ao u "
acbou, e, no csio negilivo. ficir pin uso ds cspiinn,
ou do irtenal, indemaisando-ie a despea, que se bou-
ver feto com etie trabalho.
Arl. 39. He prohibido nos iscoridourns apraaenltr-
se individuo algum n de dn, por qualquer motivo,
que seja ; eandaram inderenle, o que *> emprega-
rem nn embircacoes do trafico do purto. Ol cuntri-
venlores SciraO subjeit si prisio'pnr tro/ din, a ao re-
orutimento, sendo nacionaes. Havendo ferimento, ou
coostituindo a aceto deshonesta delicio policial, aerio
os individuo preso, a lemettidoi I autoridaJa criminal
de ierra.
CAPITULO IV.
Doi ancoradouro dos siaeoi m fabrico, velkoi, i
isui dnino.
Art. 40. Todo o proprietirio, cuja embucelo m-
tiver com agoa aborta, a que por seu descu'd ftV a
pique, ser! obrigado a tira-la do fundo, e a enculha-
la, ou pin desmanchar, ou pin repara- la.
Ait. 41. No caso do artigo antecedente, le dentro
de quinte din, depoii da inlimaco feita ao propneta-
:io, ou seu legitimo represeplanle no lugar, elle nio
tirar do fundo a embarcaylo, que bavia ido a pique,
vsvrvV.a tato o akVv.tv^nno d'elta, ntrrtv e.ao ftcavk t
cargo da capitana o trabalho e proveilo ; podendo o
capillo do porlo fazer arrematar o desmancho, ou to-
ma-lo a aeu cargo. Em todo o caso, nio ser o propr le-
isrio sonto de umi multa, que cubra u dape/ai, oo
cno de de/icit.
Art. 42 (guando om proprielirio pretender desw
mancbar qualquer embarcaclo. dever! requere lo ao
capillo do porlo, pan esta Iba mircsr o lugir. 0 mei-
n.ii eaniian dn pmlo lar! enlio lavrar um. termo, pelo
qual aquelle proprieliriole obligue, dentro de um prs-
ortsoivel, i fatar o desmancho, sem deixar objecto
algum, que possa contribuir pira ruina do porto.
Art. 43 lie prohibido ios meilres encarregadoi doi
fabrico! dos navios icecnder fugo em suts lancbaa pira
drrrater breo, pite, ele a nio aa letem distsole dal-
les, e de quaesquer oulrss embarcar/dei, o comprman-
lo de unja amarra pelo menos. l contraventores serio
multados em dei mil rail.
Art. 44. He igualmente prohibido noa ancoradou-
ros dos navios em fabrico, e dos sem destino, andsrem
o pesesdoresde noule pescsndocom fichos iccso; do-
sendo ser mullidos os conlrireotore em quatro mil
ril.
(Confuiuar-si-Aa. )
INTERIOR.
Cfles roipeclivaa Ib parecao 11100......=...", ........
u9 qa uu.raa te pudem dar man cunformei aua inle-
rcc. naiUicoi e p.rlicularo, o propurA epi,ci...en-
,0 a |oveVno n. corle, eauapre.ideule naa provincia.,
para te deliberar.
Art 22. Tambem,conforme o uio, e for maia conve-
,.1...........i.ma do pono propor ao governu lugar
mala "propri'o para anooradonroi di qnirentena, da.
Rio-de-Janeiro.
DhCURSO.
QR l CAMAR D"8 SF.NH-TUS DF.rDTAD08 rR"IIOICI<>0 O
>Bmh R FBRRAZ F.M A IEISA& DE 9 DB lOtlnu ULTIMO. POR
UCCASUd DA OI.LUBaAO Do uRCAMBNTu DA MARIMBA.
Sr. presidente, eu nio tinba tendi alguma de tomar
parle nesla disoussio ; mss bontem, lendo ouvido o no-
bre deputado pelai Aliadas proferir uma proposi(o,
que, a ter verdadein, Dus deve collorar em umi posi-
cio difirante diquelll, que boje oecupimol, live voo-
ttde de oflerecer algumil considerarOei I eamara Umi
outra risio houie : o nobre ministro da marinhi pro-
melteo-me, ni discutsio de foren de mir, dar-me ago-
ra oa esclarecimenloi. que au Ibe bavia pedido : bon-
tem mesmo se dignen diter-me, que ru oceupatse a
tribuna, que elle me dara estes eselarecmentos. Por
estas ratOes, poil, oceuparei alguns momento)! csaa.
Senhores, propoiieio do nobre deputido pelas A-
ligon me lorprendeo om pooco, e o aparte do nobre
minttro di marmol, em resposla a em propoi(io,an-
da nuil me lorprendeo. A propoiifio do nobre depu-
isdo foi seguinteot ministros ds fizendi, marinba
imperio esli personifictdls era umi s vontide.
Esta proponcio, endendid de om modo, me fot receiir
de que iodo i iT.r.:.t.' mi v.'sjaC p;scn:Mcsuoi eol
um s peosaoteolo, em orna so tontada, o que be om
dos ponlos msisesseoeise oa orgintstcio dos gsbine-
les, e psn boa marcha doi negocloi publico!. A rei-
nosta do oobra ministro lindi foi mais ftissnte ; disse
Helomele oa ministros di Calenda e marinba esto
personineidoiam umi i vonlide. Eu enlendi, que
o penismealo do gsbinete doria lar um s, que a ron-
tsde do gibinete detii ser umi unici. Sendo este om
ponto esiencul, ponto, sobre o qusl ja cbimtri a itten-
olo di cmara o oobre depuido por Miau, que ioi mi-
?



Oittrodo negocios estrang-iro, vejo-me na necessids-
d* de pedir so noliie ministro dt marinha, que noi
q.ier* e iplicar uo proposicio, e> o mesmo lempo tu
no Me depulado i't-fd 4lgna, que qU'ira-nos alguwa
cou>1 d./.er cita respeito. Tambero eilou dispntto a
pnJir o nobre depulado por Minas que rumpra a la
p; i ra : elle no< disse. que, te acaan o pentainenlo do
g.,t,-rnn nio folie um nico, te o ministerio nio fossv
[i.-nii'> e:n u- tenliiiirnlos, coi tuaa n| m o lia
va de nr(U cali pedir contal au oobre ministro orga
niador do meinio ministerio.
R. Seohoret, e eatai rouiai to verdadeiru, chn,
que tila* not devem detanimar um pouro ; eae nio lio
verdadeiras, nio aei com que fundan enlo slo aqui Ira-
lidM Nada melhor a um depulado do que a fnnque
ja, naila melhor do que ai psi<,d>i francas e clara( u-
poiesjot) ; tjame franco: lomen o a po*i(lo, que no
he conteniente : ela guerra de alindes nao be una
guerra Tranca, leal, qual deve cer piulessada na tribuna,
qual^onveni o pif.
Feilela nllrsoet tobre t poltica geral ou inter-
ne, nt'tndono enme do ortn>enln epreenlado pelo
nobre ministro, eu lenbo de pedir Ibe que considere
11 in pira o i.tcamei lu de la sua re aiti.S apretenladt
este anno :;he o man impeifeito pnnivel. V.m ludo o
panel liebalhe-se para speileicoarem-se oa orcamen
toa, especialmente o* da repulido da marinha ; entre
nos. se ascousti lolre etle ponto nao vio a prior.
un nada I un n i Ihor. du. Na Franca, pot exempln.
ooicanentu da rrparlicko ila niaimha Vm 1822
frito tobre buei inuilo icgularei. tbarrmu te a e.teor-
csmenlo ureamenlo mdelo: nio te contentarlo, po
rin, com itlo ot Frenrczei; htjvoi tnelhorsnirnlos fo-
lio lodot o> a mos inlrodu'indo noa leu orcamento,
quaai de| nit de tinte annot eni 1811, o orcamenlod
mennlia somo que tomnu urna lace nova, multo me
Ihor, tobre batel n ai teguraa, rom en lareciu emo-
maia eieiloi : ocorpo legislativo loi hahiliti-do para
drcielar ni meies nicei-anoi para aier face is dcape-
/'> publica ; e eiladitlas lia, que anda te ctuplo em
apeifeiroa-lo : enlie n acontece o cunt ai 10 ; le n|.
temo rclrogiadado elguma couia, etlamot iilacmni-
rio*, poique nun ji le eprcscntiu aquel es dados, que
folio eligido! poi urna le, e ludo i>o> be iprecenlido
seiii syslema e iem melbinlo Ha urna grande con!u>io
na rlatiilicecio daa despea eonfnime ni servigo : ues-
pe/as bar, que n*o eitio capitulada! convenientemente,
Esquecia-me tornar anda mal notavel a falta desyu-
tema deste trtbalho, pelo que vou referir Ao passo que
na rubrica de navioi desarmados veem as despezas c un
cubilas, ele., abl vemos, na rubrica rsenaei al
das barcaeai deagoa, navioi, qu* serven para querena,
que fio pmprlemento rabrlai, etc ele; de serte que n
resultado de ludo lito he, que o dsdos aposentados
pelogovtrnn, no leu orcamento, nSo teem fy-tema. ni"
capitulan I em ai despeas, e nos nSo podemos bem
aaliar o montante das despeat. tem que haj um or-
camento sy-temaiico, sem que cada despeta eite| cnl-
locada na rubrica competente. Ja que o nobre ministro
tein urna contadura geral bem montada, celo, que de-
vomot etperar melhoiei dd, melhor orcamento para
o futuro.
Notaiel outra coma : ha orna mistara entre os mate-
ritet para as notas construyes e para o* conertns ; o
indo esla mistura, nio t a letpeito do que he neres
tarto para conslruties ntvaet. mas tambem paia o
proprloa edificios clvit. quand > devla hateruma rub'l
oa toparada-para cada un deltas cousas. Asslm, nio
podemos calcular quinto ho de mlsler para ennstrurein
de urna rmbarcecio, e quanlo te deve gastar no fabrico
paicial daa embarceoes, que se vio damnificando.
O deleito do orcamento anda he demonstrado por
oulio Irdu. Mo teu relalorio, o nobre mlnistrn declara
que s rnmp"r hm de aprendlirs marinhefro, nio s rt
U i ou pela, mal al que tuu de excesso 118 pracas. e
que por consequencia he de misler a creacSo de nova
com aina. Mat. nio penando medida tlgurna a o-t"
n nino na le da fliafio dat lonas, donde o nobre ml-
nistrn tirar a cuntlgnaciu para esta 1 8 pracas ? Qual
he a aulorisacio, que lem. para rite *ervico ? De ceito
que he de miater urna medida a este retpeito. E per
Hu ti mala ao nobre mu Uno: he certo. queS. Eir.
tem appllctdo errtus- fundos ao srrvico scientifico, i
Magem m le tilica de algunt i Iticines, i instruccio d
culos operarios ? Se tem. donde lira esta rorisignncan?
Da vriba dos aiaeuais, rio; pulque esta despea devr
ser capitulada em oulra veiba.
DIr-se-lia talver, que e t-s coosat sin pequeas, mas
eu eniL'iidii, que a prlmrira obiigacio do governu he
apie.M ntar-se is cantaral rom es seui pedidos multo
bem denii nslradot, muito bem classnHcados. E te Ira-
b.ilbo tem u: Ir. tildo m atienciio e o eludo de bomens
mullo lelilues ; o nuble minitlro. no teu relatorln,
irai a opimou de um liomein eminente, qu fol minit-
tm da iiiinva em IS-J2. Eu pefo ao nobre ministro, que
atienda pura a opinio drsle lioinern ; o bu io Portal |
qi e considere a npiniBo de oulra pessoa retpeitavel
esie espeilo, que he o bariu Tupinier; ellrs demoni-
ii, so n neressidade, que ha, de seren os orcamento
esobieisto, tu peco ao nobre ministro, que oie !-|rp,Ftentadt>s as cmaras aiuito bem clatsifleadoa. Ora.
tenda.
Subre a verbaarsenaeie arromula ludo quanlo
be drspeze, lem diitmnio a'Kun.a, qur srja pinpri -
nuile de alienis, qufir nio; he esta verba, por assin
dner, o di psito de ludo : assim, barros e cairelas de
orcorro, paliOes-mrel dat banal, i u ajudaile, a-
lalaiadoies, ierro irutdu serve o dol'pialico, piloto das
barra e mil outra cnusia, mleuamenle disparatadas a
conaignacio de arsente, abi eslo arcumulada, e al
arrun uladal em inicua opiuisirao ao nielhoilu adopta-
do pilo ptopiio orvamtnto. Pnocipiaroi pelat oapita-
ni.i ilos pililo.
A lei, relo que de 15 ou de 16 de agosto do anoo pal-
iado treno as capitanas dos pollo e subjeiluu a esla
repailicio ai barcas de i ccorr, ns phaioet, ai baica
de i tea vacio, ludo que dli esi eilo i polica dos nulos.
a tu* iiiiiu ok( itiellioiaineulo. Iralego dos puilali
das cotlat, pralicagem di ala e da barias, imlioes- mo-
les, etc., etc. O que, poim, vemos nT Em um para-
grapho, ai drspeai dat capitanas d> pollos ; em nu-
tro, dislincto e separado, as que se devem fater com ot
pharor e aereas de toccorro : na verba relativa arse-
naes, cotral de sorcorro, palides-mores, piaticos e pi-
llo das barras, atalaladorts, a drspeas daa embar-
tacfiea proprlas dette servico dat barras, e luda guan-
tas m manda a polica do porto, esli englobadas na
vi rbu = iii-eiiiu's =. Ora, em um orcaoienlo bem cin-
oii limado i o deve islo dur se
l'que vrmot na veiba dut navios armados e desarma-
dos?Vemos aqu (/e* | para guarnecer esles navios
di saiii ,-idot i inclusive a cabria, baifas, laithas, etc..
tanto. Ora, peigunlo, cabiia, a barca dt eacavacio,
a que rubrica dttrm perlencer ? Cutamente eos arse-
naes, porque sio estas embarcare necenan para a
coiisiruitoes navaet, e nio poilem ser consideradat
navios desarmado. No eiilant.i, o que be.vrldade
he, que toda aa despeat de enlrelenimenlo, tripolafiu
e coutervacio deslat euibarcatfiet, cprrem pela cuntig-
naiio de nai iu desarmado. Pode-te em regia Itlo dai?
Neta niesma verba veem conteniplada as de-peas
da barra de etca vacio, quaodo ellas devem Bahir da ver-
ba Capitana de porto.
Eu nao tenho outro Um, faiendoettis reflesoes e ou-
tiiis, que ateresecntarei, leno pedir ao nubre ministro,
que applique a tua alientan para a confertio deslea da-
ili s. I'or que 'asi veem o invlidos na lubrica dos
ar>enae ? Pul os invalido io i pe arios do aisenal ?
Ah e-lao na rubiica dos aisenee do Kiu-Grande do
Sul e de Saola-Catbarina e de oulrut lugaiet.
Anda piosiguire nu etaoie da \uiba navios des-
anudo --. Esli otila contemplada at despeat da
nio Pedro II, que itive de escola, e da escuna flota.
destinada para o servico de insliucrao dut impenaes
maiinlitiros. Em legra, ai degella devem ser Cunlem-
plada na verba da actdruila de niarinba, ea desta na
do curpo de impelais manrbeiio, e jum.it podeni
ser piopiiamente contldeadas natos desaimadut.
Al tonviii Itlo, para que postarnos bem avallar quan-
lo cuita a Imtiuicao de um alumno da academia de
niarinba e ue um imperial marinlieiio.
^a ii esma veiba furio contemplada ai detperas doi
navios condemnados, un coja guarda seoccui ao 79 pra
iis. Vejamos, entretanto, qual o destino e ei vito des-
le navio, para vemios, ej suas detpeas devem sa-
bir detla verba.
A liegala Imptralrit serve de esbria ; a fragata Cam-
pista, de baivv i a toivela Amamnai, de simairoi
naval ; o biigur-baic Stle de-Seltmbro, de loccoiru na-
val ; v bngue Imperial Pedro, ue quaitel do csciams
da i ain. euiprtgauos loaiatual ; acbariua Dcuxfeii-
de-Sarfo, de deposito naval; a canbuneiia yuuje, de
bateiau ; ot bngue Conslanfa, Moer. Iriri, e oa pata-
chos Patagonia e Bellico, no servlcu da alfoudega.
Do que acabo de referir, 'que coihl do mappa n. 5,
que anda tnnexo ao relatorfo do oobre ministro, v-ie,
que as 7 prlmelrai embatcaedet peiteocem ao servico
do srssoal, 6 :; sss: afem devem, portsoto, cstre
pelrverba arsentes e a 6 ultimas, ao lervicu dt
allaodega, e que as suas detpeas devem correr pelo
nimsimo da taiendt. E pde-se ajsioi dlier bem con-
lecciooado o oicameoto tpreteutadu ? Ceito, que nao.
Cu.pie tambem lembrar, que nos navios desarma-
do eslo contemplada at barcal de totearlo, e assiui,
pulanlo, temoa despea para barca de toccorro na ver-
ba ais. naas na verba pnaies e na verba
navios desarmados.
nos, que, na poca actual, estamos no progresto em tu
do, havemo de oesta paito, estar aempre no regresso ?
estai mu | re estacionarios ?
Ainda nao pari ah os defeitos do orcamento. Fol
empieiiisiume incluir na forca Uvada pela respectiva lei
aquella maiinhagem, que he desiuu d para guarnecer
ot navio desaunados, e pia guarda dos navios con-
demnados. Viii de outro modo poderla er itlo consi-
derado, porque, importando o maior ou menor nun u
io de muii lenos necetiarlos para o servico da nossa
marinha urna medida legislativa, um tributo pessoal,
dado o recrutamento para oble-lo, ou tributo praunla-
rio, lancando>-e, para esse tlin. mi do meio doenga-
jamenlo, de inist r he, que esla Torca fja Diada annu-
almenle. na Irt icspectlva. Ora, assim entendrio nu-
tro miui't ros, e lano que em 18*3, perguntando n
nobre depulado por banla-Calhaiina, le na quantial
rocifco-a |ia foiga naval ge comripenda o que era
ntcessaiio para sustento e soldadas ans manntie lo
empiegados na forea pastiva, reipondeo-llie o mimsiro,
que tuu : tanto he assim, que, prupjr.du-me eu a exa-
minar o infmenlos anteriores, ahi vi, que nunca se
eicedeu da forca, que era Atada. Em 'j.l 4* tuda nn-
rinhagem, tompither didas as placas de todas at clatses
empregada na nos.a armada, nio ia alm do numero
ile 3,liiH) |in cas un lempo etlraoidioario; em 44 tS
3.; lio ; em 'ni ''6, do metmo modo. Mas o que vemoi
nos agota ? O nobre ministro pede, para o lempo ordl-
n.iiio, 3,0011 piacaa. e assim pastou ; entretanto not
vemos *,(HIO pracas I! 3.: 00 em os navios ariuadol e
00 para ot d< taimados I Nio aclio c lU.paluel c un o
principio do tyslrma repreienlativo, que se esceda a
loica alm daqueile numero, quu he determinado, se-
an eiu casu eiliaordinano, e menos devenios consig-
nar os fundo, como pede o noble mlnuiro.
Non. re anda oulra c usa. Aqu se fas o calculo p
ra iniinicocs navaes do< traospoiles do mesaio modo,
que se fai para os navios de guerra; lai-se do meimu
modo para ot navios detirmldoi, e para o naviotcon-
deinnado. Ora, eu creio, que este calculo nio he eiac-
lo ; ba uille enea entre o gatto com um navio armado
em guerra, eo que be de misler paia um navio, que
leive de mero Uanipoite ; a dilleitnc ainda etisle para
o navio iieiarmado, e para o navio coridunn >do, que
niu piesla servico alguin. Como, poia, te pede pira ot
navio desaimailut, condemnadot, cabria, munitoei na-
vaes, etc., na latan de 419 rs. pala cada pi ata diana-
mente? hedilennc mullo notavel. Como se pede
ao metmo lempo 0.651 n por rada ornea dos nanos de
guerra, e 3 551 para os navio de lianspoile ? Melle
ineiii o oiciiiniuio enconlr uina duplcala, cuino nu
deicunslrar. Donde labem o miteriaet, que conili-
iiiem ti muni<,0i llames V Da quula doi arienae ;
elle lio o producto dos Irabalbut dut operariot dot ar
seneet, e da* obrai prunas comprada pelos metmoi ir-
te ntet. Ora, leudo nos j dado urna cunsigoavio para
os araenaes, pata melenas prunas, pira trabalbus dos
operarios,como agola vainoi.na verbaforga naval--,dar,
na rtsio de 3,651 rs. mensaliiiinle para cada prca, o
que hede niisler para miinaous navaes ? He Ulna du-
plcala lem duvida. O que conslilueni eslas niunici'.-
navaes? O veame, m.tsaiiie, eoidoagem, etc.; por
onde to faiem estai deipezat, a compra uestes filatelias
primas ? Pelos acenses ; como poi agora le pede man
3,561 rt. para cada prava dos navios armado
ctda praga do trantpoilet T
A itr.ltdu dist.i e manifests pelas proprias expres-
ses do orfamenlo. Arsenaes. Pare mastanio dut na-
vio, que aimtrem de novo.e para eoneeilo do que asis-
tir peiteoceule i difiranlas embarcares, do veame
das uietuiai, a laber: ele etc.
Forca naval.Municoes ntviei por moi a cada prt-
ct a 3,651 rt., etc
n0 entin fuer eeissr esta calculo, deiaodo bji sre-
nac | qnsnlit respeeliva.
Tmo. roiv. que netta psrte ainda o oresmento dt
marinha nin tem progfdido eomo (leve; msieovou
lemonslrr ainds a, lodss M luzei o deleito .leste orc-
nento. pelo qu toes sol vapore. Todo ubem, que
os calculo para avaliir o que be de mister pra o m.
lariai de um vapor nio slo o mesnvra, que lervem pi-
ra um navio 4 vela ; o viporoontom outroi materiaet,
lem neeessidsle, oosseaseoneertns.de ouirosmateriaei,
ine ni teem m navios i vela; qoil o methodo sesjuido
em todo o psi/es ? He eonsi.unkr s despeis conforme
a forc dot vtpore; mu o qoe vemos aqui ? Miilura-
da com ai dos navios de guerra ai detpezis das muni-
c8envse de 6 vapores, e oesrvio, o cmbuiliiel e
man matrri oeeegssria vem na verba do sr.enaes ;
ecnmovem ? Ser* ppr um osculo P Nio; eotretsnln,
nadi h msis fcil de ser rdusido s calculo do que o
que he da miter para um vapor estar constsntomente.
luanle um anno. em servico, conforme si tonelada
de carvlo. que gesta por hora, e msis msteriaei, que
demanda. Mas o nobre ministro pede-oos urna qoto-
tis a eimo prs o vaporei.eveem elleioonfuodidoi com
o ovioi a veis. a
Assim poii. tenho dnmomtrsdo, que n temo, oes-
te sssumpto. itsdo etacionrios lo nio temol re-
trogradado. E.o que fazem etes empiegidos, que o no-
bre ministro tem por lio babeit ? em que te oceupio
elle ? Em apreientar o orementoi desta mtneira ?
Bem disce o oobre deputido pelas Alagoas, que o orci-
menlo he ums eipecie de chimara, porque nio temos
lei de ronta nem dados necesssrios psra bem confec-
ciona-lo. Ru chamarei a alinelo da caa, vala del-
ta propo'ieio do nobre depulado, par o qoe tuccedeo
com o ministerio de 2 de fevereiro. Urna lei eligi a
apresenlatlo das contal, que deviio ter inotividis com
raiSe do tccressmo ou ds diminuido da despera ; mes
o que lez o nobre es-ministro da fazenda ? Diste no
-eu re-torio, que i-ti ers imponivel Impottivol a
um ministerio dar contal ds sus gerencia ? Hecouis
notavel I
Assim, venhnrrs, os oresmentos tpresentidoi nto
nos pndem fornecer os dsdos oecettirios para orientar
consciencinsamente o nono voto; o vol, que darnos em
favor de qualquer do orcamento, vem a ser um voto
meramente de confanca Ru darei eite voto deeonfi-
aiica ao nobre ministro, mat nio o dou pelos dados a-
preientados; peco a sua alinelo para os defeitos drile
orcamento, pito-lhn, que fa(t trabalbar os seui em-
preusdos para confeccionar um orcamento syilemtlii o,
com asclassificacet devidti, eslremadas as deipezai e
eapiuladas competeotemente. Mas u o oobre minis
tro linda nao not apresenlou, speur ds soa looga vida
no ministerio, um orcimentn completo, o que deve-
mos esperar no futuro de ministros, que apenat lenlio
V nai cadeirtse logo te despedem ? Nada, absoluta
mente nada.
O oobre ministro exige psra o mvios desarmado.,
para o< condemnados e para os transportes, 600 prtcas
de toda ii rlstse. Actualmente nesteiervico o nobre
ministro tem empregada 301 prac*, conformo o teu
mappa, a saber ; nos navio deitrmadoa, 230; nos
conilemnidoi, 79; nos transpoites, 92. Ora. parece-
me, que este tervi(o oiu exige maior numero de pracas,
je tlgliimt erulmumOi-e deaarmadis, e
ioitlro. Poderi a frgil Paraguain, nuateta29
annoide idide. poit qoe loi feita em 1817 esa o
mi. dorar muito lempoT Poderle fragata Princti
Imperial, que eilajahricendo desde s"2, qoe fuj f,^
em 1826 em um dos portnt das Estados-Unidm '.
que por consequencia lem 20 anoos de idads, piN'i
muilo servico ? Ue certo que nio. A matma frigii
ConelituicSo, que j.v tem a idade de. 20 annoi, wto "
que brevemente tem de. ser desarmada Onde, p0 '
o nobre ministro acbar pos oavmt dessrmados o boom
ro neresiano para laxar face ao vacuo, que hao i, f
xar inlallivemente muilas embarratSes, que esla (,:"
em estado de efleclivo armamento ? Easn escom n, ,
oo Rio-Gnode-do-Sul o oobre ministro mindoei,.
der ? Estas eanhoneirii e essas pequeas embarcirOei
que nio pcidem servir lenio pira ot nonos rio); quj
em alto mar blo de ter a maima sorte, que leva tem-
lia reacio chamada Dous-lrmdoi. quenaufrgnu
a Bella-Americana, que tambem nuftagou ? Da'cer-
to que nio; onde, "poia, ha de achar 37 embarcicoe, p,I
ra armar T O nobre ministro d pouco p|0, f,j "
eslnticos ; mss os dados ealatuticoi em t ido os .,j.
xet lervem de bsse psra as grandes medidas; t no
diz respeito so msterisl da mtrinha slo mtii pontuo.
Nio sebo, que o nobre ministro possa montar i |UI5,
qoe desejs, e julgo, que o eu pedido be excetsiio
engerido.
Continuar ss-ae.
iue se ni li.io fabricando, leem guarni(io de sobia; por
ejemplo, a fragata Principe Imperial, que deide 1842
tem a quantidade.norme de 107 pracas de guarniclo !
Paroce, poit, excestnlo o pedido do nobre ministro, e
assim o calculo Oitdespe/ai relativas.
Igualmente o nobre ministro exige a lomma necet-
ana para conservar em efleclivo armamento 37 navioi.
K'tou, que o nobre ministro nio pi ule conseguir o que
desejs. (In le os navios T U mappa. que vem annexo ao
re loriodo notne ministro,menciona rxislirem arm dio
35 navio-e 3 canbnneirai, do Mtlo-Grosao.tem tiipo-
lacao.qui' por consequencia nio sopodem di/erarinadas.
(Ira. cunlorme ai obseivaees do metmo mappa, deste
35 navio, 2 (o brigue Tret-de-Mato e a eteuna liio
('randenie)luiio i condemnadot; reilio, por tanto, 32;
deste uiu esta latineando e dous precalo de fabrico e
conceitoi; rednzem se, pmtanto.ot prumptoi a 29. Po-
der, porirn, ter em i flectivo armamento o oobre mi-
nistro este numero de vatoi durante o ann s futuros ?
I'areoe-me, que nio. He calculo exacto que aempre no
decurso de un. anno pelo menos o terco dos navios ar-
mados piecisio de fabricar, e lio desarmado!, edaqui
vem, que tempre nos paiies culloi le lem em reserva o
le (o dos navioa armados pira lubttituir oa que te viu
arrumando ou damnificando. Assim pois, evidente be,
que nem dot que actualmente exitlem anuidos pod o
nobre ministro ter em efleclivo ai mmenlo o numero
de 29. \ c|inos agora, te he postivel, que realne o nu-
mero de 37 com ui que se achio desaunados, ou com
algun, que frem-ie conslruiodo. Dire tambem, que
nao sera isto postivel. A nica embarcauio desarmada,
de que o noble miniilr poderi co*m promptidio lao-
Car mi, be a etcuoa Iegalidade. E leii acaso outra ?
par*
Cumpre atleoder ao que se observe nos oul'os pii-
/e, na Frtncs e Da Inglaterra. Abi, em verdade, toma
w poi bale cada prava para avali conforme o termo medio dos tres ultimo annos : e diz
um grande escriptor, que esta base he to exacta, que
quati nunca o calculo be desmentido na pulios* Seo
nobre ministro admita lito, d. ve neo tatiiiinenle la-
tei aba ter na verba dos antnaei 4 quaulia corretpoo-
dsote pira roalorii prima, etrsbtlhoi dos operarioi,
Paiece-me, que nio. Po~er aimar a lia.ita Pitncipt-
Imperial ou a Paraguasi ? A primeira dettat Iraga-
latileiue 1842, que esta fabricando, eo sec concert
da lem augmenlado -, esta Irrgeta jl cunta alm dalo
seos 20 anno de existencia, e porlaoto ji nio pode
prestar grande servico. Todos tabeen, que o termo me
dio da vida lo um navio mercante be 12 aouos. Pode-
rei fundar ella opiniio com aquelle scnplo, que ter-
vio de apoio'ko orcamento apirientado em Fraoca em
1822; eniio nio te diiia lmenle, que os navioi mer-
ca ntet tinlio esta vida; di/ia-se, que o navioi de guer-
ra tambem a liobio ; mal por ultimo, depoii dot cui-
dado!, que teem bavido, e doi proceuo, por que psalo
as embarcar,oes em teu labrico. em teu trmainenlo. efll
ludo que du respeito I tus conservado, se calculou,
que o termo medio ds vida de um navio de guerra na
uiopa em a ser de 20 innos; isto noi ptizes da Eu-
ropa.
Has entre n este calculo pode ser sdmitlido ? Ru
crio, que nio. Ha a opinu respeitavel de um Portu-
guet por nome Quntela, quo servio por muito lempo
no nosso piL, contra esta opioiao : diiia eile, que o
termo da ida de um navio em estado de trabalbar, no
Brasil, era de 7 anooi. E na verdsde, pelos deleito di
oossa construecto embarescoes ha, que teearT vivido
muito menoi De orna lembro-me agora, que s deo
urna viagein do seu estalnirn a esta corte. Admitla-se.
porui, que o teimo medio be 12 a 16 annos, e este da-
do fai siada ba pouco reputado verdadejrn pelo sobre
LIIABIO DE l'EHUlilil,^
Um do miis ricos capitalistas dests cidsde ; un dot
mai lories accionistas da rompanbia do Beberioe
que muito concorreo, a fin de que lema leuda a eflito
etis emprett, loda patritica, e pbilantrapica; o met,
bro da commissio directora dis obras do oosso Ibealro
publico, que msis se sftnou, para que cargaste rila
ao eslado, em que boje se teh, adiantandu-lhe alo
pequeois sommas di su al^ibeira ; o homem, que j.
oais neiiou de dar tos seus fundos urna appliccio, dt
qual, ao meimo t- mpo que resultaste o seu inleresie
proviene Itmliem urna utilidade publica, eqoej4linhi
lumintdo e communicado 4 alguna amigos o proirelo
de um eilaheleeimento de raminbot de Ierro, que lici-
liiaise a commonieiclo do Recite com Olindi, roa
a'gumts dit comarcal eenlraes, e bem assim o de oa
baoco de commercio nests capital, para o qual ia coa-
prometlia a entrar com o maior numero de iccde; o
Pernambursoo, que por maisde urna vei encbugouu
lagrimal, e airancou dti girrss da miseria i algunt dos
teua patricios, e metmo ii eitrsngairot; o presidente dt
itiociaclo commercial delta prsca ; o cnsul de Dioa-
marra netta provincia ; um dotveretdores di cimart
deste municipio ; oeommendador Jo4 Rtmos de Oli-
ve ras. eaifim, jl nio exilie I I
Urna espinha, que Ihe apparerfira no naris, pelt par-
to interior, e da qual fura trttado peloi mai hibtit
mediros, que entre nos bsbilio, produzic-lbe t iviie
em bem poucos diai.
Fallereo pelas qustro boras da manbtt de boalem,
depois de te htver tubjeitado retignada e pacientemen-
te a dolorosa operacio, eicarificacio oo ro.to, ds
que, diiiio tlgns dos teui anillante!, dependa a iui
si I vacio, e i qual nio ebegou a sobreviver viole equi-
tro horas.
Esti sepultado em urna du ctlicumbit di igrejt nu-
triz da freguena do aotitsmo Sacramentu da lio-Vis-
ta, de que en irmlo, para o bnlho de cuju templo
coopero* com avullada e repelidas etmola, o nade se
Ibe fes um magnifico funeral, com ai bomas militare,
que erlo devidn ao pollo de lente-coronel, que uc-
cuplra em a extincta 2 lioba, o ao qutl cumpsreceo a
gente mais grada da eidtde.
Sus esposa, a quem eixou tres fiihinhoi, e cejai mo-
lestia! ainda ti.ais ia iggruatlo com lio mfautio acon-
tecimento, jaz inconiolavel, e. tsseverio nui, que Itlvez
dentro eoi pouco Ibe vi fazer cumpanbia ns manilo dos
ju'los.______________
COMMEHCIO.
Alfandega.
Rbndimuito oo di i 7..............
Druarregdo koje 8.
RarcaThomat- Mellon carvlo.
Bngue Ou tolalar inba. *
Patacho '/'i/dfarinba.
PolacaEdwtrd$morcadoriai.
Consulado.
RENDIMRMTO DO DA 7.
laerat. .,**,*
Provincial.......,................
Diversas provinciss................
..6:630j86
1:484#739
5194098
7(il3l
2:0*9j968
llcviiueiilo do l*oi u.
A'aeio enredo no dia 7,
Macei ; 40 boras, crsela de guerra bnieira D.-l*-
miara, commandante o capillo de fragai- Jlo Ms-
ris Wendencolk. Vem estacionar neate porto 'l'rss
a seu bordo : 14 preoi do exercilo iaelunve 4
desertores, e 1 preso de juitita sentenciado.
Navioi takido.. no metmo da
Cabo-Verde ; barca sarda W.atKington, capillo Anto-
nio Copula, em laitro.
Genova ; pulsea urda Joiepkina, cepillo Joio Cbiopp,
carga atiucar e Oaiua
Rio-de-Janeiro; brigue-eseuna brasilsiro Leopoldina,
capillo Antonio Pereira Martina dos Sanios, ctrg
sal, estucar e cooros. Condui 12 eteravo a entregar,
dem ; barca bratileira Firmeza, capillo Narciso Jos
de Ssnl'Anni, carga tai a man genero. Pattigeiros,
Jacinino JoteCabral. Portuguei; Joaquim Jote dol
Sanlot, com tu familia, e30 esersvos a entregar.
Declafagoes.
0 IIIhi. Sr. inapector interino do arsenal d m-
nha mnndn faxer publico, que, no dia 9 do C""enle me,
oonlrilar a noinjiru de una purcln de barr de imen-
lo, e de cal pret, para a ubra do ciea, que se eia f-
seodo ssc puiio; assim cuuio a do assa puro *



600.) 000
tteile done, proprio par > eocisumn o ph*rol d bar-
e outra de curvlit de pedra, pr o el ferrara de-
Tf'nd'i <\atl 1P P'P"Brrin vendar cade mo.deeae ..b-
>r,t>i* apreaentar *"* l'r"P""'' '" "i*' f"niia-
V. <" e^:^r,,''', Mo 10 lirae rfo referido liu.
5'frrr|jri J.i napeCc" rf.i nrienal lo raarinha da Pef-
,nbuoo,. de julho do 1840.
O secretario
Alesanre Reirigun dos Anjt.
RREHVTaCOFS, QUK PERANTE A TlIRSOU-
rs.HI v IMS RENDAS PROV INCIAES SE TEEM
ijK EFFEITAR N CBRENTE MEZ.
BU 13.
Por tre annot, contados do 1 rfeifi m ao w/f
moty/niiAorfl849.
O dUimJ dos o*0' nos/municipios da :
Goi.nn................P' 300*000
K,o Fo-tnow............. 200*000
Scr.nhi.m- ......-------- 50*000
Producto d b*rreir* da ponj* do Bu|*-
r, t**li*doem.....*
* da 27.
Pilo mismo prato cima referido, do mamo mo-
, do tomado.
Dirimo dos cocol nos municipio* di Boi-
VitseEi.............por 70*000
Por doui asmo, contados do I.' de oulubro de
1846 30 de junho de 1849.
Bendimenlo dii collectories de :
Flotes e Floraste.............por 600000
Bonito................ 000,000
Bo-ViU E............ 400*000
Vinlo por cenio d'sgo'srdeoto de coniumo ao* mu-
nicipio* de:
Cimbre*................por 20*000
flore ePIoreita............ 20*000
|o. ViiUeEi......... 20*000
Porum anno. contado do \. do eorrente mu ao
ultimo de junho de 1347.
Produelo do imposto de 2*300 11. por esboce de ga-
do vseeum, cobravel lmenle doi que ia I harem cerne
p(r negocio, em os municipioi de :
Bjo................por 3:000*000
Cimbre.............. 1:000*000
Caranbun............. 3.000,000
Boi-Vi.uoE.6........... 3:600*000
s=0 brigue Sagitario recebe t mili pira o Rio-de-
Jineiro, boj (Sj as II hora* do di.
O primeiro batalhio de. cicadores de primeire
liaba precita de 30 lardas de panno azul ; aquella
penoa (|ue quier forneca-la al o dia 1S de agosto
tindouro poder* comparecer na leeretiria do bata-
IhSo rui de Agoaa-Verdea n. 86 no dia 10 do
crranle ai 10 hora da machia apreieolindo a
oitru do panoo. Igualmente preeii de 300 bar
retinas; quem le pruposer le/e-las apreaente-ie
Do meeoio lugar a dia com urna para amosira.
J0S0 Gonfaln Sello,
T> nente agenta.
> Para o Aracaly sai, al 20 do crrante o bri-
goe-eaeuna S.-Crus : quem 00 .mesmo quirer.carie
hrar, dirije-n a Novaos & Companhia na ra do Trs-
pirhn 0.3.
-Para o Rio-de-Janeiro aai, na presente emana, a es-
eon Joven-Demetria: anda recebe eliiuma carga,
passegeiros o escravos a dele: quem pretende* embar-
car, en te nd-se com o capillo a bordo, ou com Ma-
noel Ignacio de Uliveira, na ra da Cadria, n. 40.
Para o Rio-Grande do-Sul aeguirl cero brevida-
ds o patacho GuapOf quem na meamo quiaer earre-
gar, ou embarcar escravos. ple entenderse com Amo-
nni Irmins, ruadaCru>. n. 45.
1 f ~
Theatro publico.
DIA>, 18E23 DOCORRENTE.
AKHIVKK8AR10S DA ACCL MIaC*5 B COROACaO
DS
'SOA HAGBSTAD8 IHPESIAL B CONSTITUCIONAL.
Se re|ireeDtaruO duaa ublimes petas novas intitu-
lado
A ENGE1TADA
E A
NOVA VALERIA.
Chegada recentetnenle de Luboa.
Os camarotes e bilhetes se teodem no holiquim junto
10 tbeatro.
PUBLICACA LITTERARIA.
Os terceiro e quarto lomos das Memorias Histrica!
de Petosmbueo esto sobre o prelo, e I revemenle se-
rlo dados a luz. Conlim o terceiro lomo a continua-
cl" da guerra bollaodeza, e a bistona da guerra oiiil .
denominada dos masestes em 1710 motivada pela
creicao da tilla do Itecife ; e o quarto tomo conten a
Dirracio de todo* os lacios histricos, que liverao lu-
gar neils provincia sobo governo de todos os capi-
llas geneiaei que govemlrio esta provincia al o fim
do leculo XVII. Tanto a guerra do* mscales como ei-
tei felos nunca lorio impressos.
Pre^o psra os aasignsnles lmente 2* n. por cada to-
no, com urna estampa fina Ijlliograpliada.
Contmuio-se a receber aisignaturas para ests obrs,
Di prava da Independencia,' hvraria ni. 6 e 8.
Avisos martimos.

Leiles.
=Para o Rio-Grando-doSul asi com hrevidideo
brigue Unibehna; tecebe carg eesrrs.osa lrele;quem
quirer carrejar, dirijs-se a Julo Francisco da Cruz, na
ra da Semilla-Velhs, n. 134.
= l'ara o Rio-de-Janeiro sabir*, no dia 10 do cos-
iente, o bligue americano Oeceola ; tem commodo su-
renorea para seis paaaageiroe : entendi se com Heory
Foriter le C., ra do Trapiche, o. 8.
Pura o Ak, com escala pelos Touros, psrtir,
impieterivelmebls 00 da, 18 do correte o brigue
Fiel; recebe carga a lela por commodos precos :
ospreteodenlesdiiijlo-se a J. Rodrigues Piobeiro, ou
iFirn.ino J. F. da Rosa* Irmio.
Vende-seo trigue-escuna ReVa-Viroinia, lor-
iado e pregado do cobre, ebegado ltimamente do
Rio Grande do-Sul, ancorado *m frente do caes do
toll. gio : a tratar na ra da Senialla-Velha o. 134.
com Julo Francisco da Crui.
l'tra Merenbio aahu em poneos dias o patacho
iurfiin, pregado torrado de cobre, cepillo An-
tonio Gercnano dai Neves ; tem a maior parte de seu
carrrgasneolo pro'pta : pasa o resto ou pissageiros j
>injo-eio seu proprietano Lourenco Jo. das Neves.
ou a Manuel Duarte Rodrigues ra do Trapiche,
n. 26.
Para Lisboa, al 23 do correte pretende sa-
bir o Lligue pultuguez ulWmt; ainda recebe iguaia
rg miuda ben romo passageiros para o que tem
os melhores coenmodos : quem no mesmo qoiicr ear-
mgar ou tranipoUr-e dinjs-ie a ro* da Crus ,
n. 8 a Oliaira Irmlos & Companhia ou na praca,
1 seu capillo Jlo Fr*oci*co de Amor
Para s Babia, com bresidade, segu a seleira su-
miea/foeo- Autora; quem na meama quier eairegar,
pode IraUr com Amorioi Irmio*, roa da Cadsia, o. 45.
= O eorretor liveira. ar leillo por ordem do
juio eompetente e para pagment> dos credoiei
de Joaquim Goneilves Cselo de toda a mobi
lia da caa deile e de sneis iluni esoravoa : bo-
je., 8 do eorrente as 10 horas da manhla no
armatem de larinha dos Sn. Matbcus Anstm & Com-
panhia. na ra da Senralla-Velba.
O eorretor Olivira far leillo Y01* ordem e
em presrnca do Sr. cnsul da Blgica ,e por eonta e
risco de quem perlencer da bares belgs Amelii, de
cerca de 379 toneladas com todos os seui perlences ,
inclusive duss andainas de panno e ludo no estado
em que se schs : sabbado 11 do correte ai 10
huras da manhia abordo d* metma barca, fundoa-
da delronte do trapiche do algodio no Forle-do-Mat-
to, onde 01 Sr*. pretendeotes podem ir eiamins-l an-
ticipadamente.
Avisos diversos.
ALERTA, QUE O PR-AZO EXPIRA !
Cinco-Ponas, n. 13.
O abaisoassignado tilo obstante azer o leu ajuste
a reto fechado oom as peisuas que Ihfl erhpenhSo
ouro prits, &c. &c. todava previne a todaa a<
pessoas que leem penhores vencidos que hajio de
os resgatar 00 prato de 8 dias; pois que taes objetos
aervem mais para seus donos do que para o abaiin
usignado que nenhuma utilidade tira maii do que
vender a peso segundo o seu vslor. Tamhem previne
a todas as penioas que devem a casa sem que te-
lo denado penhores que attendio, que taes quan-
tias oio gsnhio juros ; e que, oio querendo ver us seus
nomes por ests folha, cumprio cos os seus deveres, no
praiu cima Paminam di Ateredo Coutinko.
O NAZARENO N. 30
estira % venda, ao meio di* infalivelmente, na loja de
livroi, 01. 6 e 8, e ra estreita do Roiario, casa da
Fe, n. 6. Est como costuma.
* )uem precisar de una mulher branca psra ama
do servico interior de umajuf* por ter disto pratica ,
preTerindo bomem solteiro dirqa-ie a ra do Roia-
rio da Uoa-Vista n. 2, que ahi se dir quem be.
= Saluitianno Psi de Reseode faz sciente so collec-
tor do imposto de capim e ao publico que deixou de
vender capim.
Preeisa-se de um feitor psra um sitio : as Cin-
co-Ponas n 16.
Presiss-se deum Portugus;, de meis dado e
que tenca bons costumes pars feitor deum sitio fura
da provincia : n* ra do Vigario, em csss de Firmino
Jos Felii ds Rosa & Irmio, terceiro andar.
Precisa-ae de um caiseiro portugus, de I2^a
lian nos, para urna venda ; no largo do Pilar, n. lo.
= Oflerece-ae um bomem casado para ciiiriro de
qualquer estabelecimento e mesmo pira engeobo :
quem o predenter dinja-se a ra Imperial padaria
n. 43 ou annuncie.
atr Jos de Mello Costs Oliveira comprou o bilbeln
n 199 da primeira parle da terceira nova lotera a la-
vor das obras de N. S do Livramento de sociedade
com o Sr. S'vermo Gomes ds Silvs da provincia do
Rio-Grande-do Norte.
Aluga-se um sitio na estrada do Pombsl, legun-
1I0 10 entrar no becco a mo direila com casa de vi-
vend* bulante* rroredo* de fructo e trra* para
plantar, cacimba com boa go oe beber; quem o pre-
t nder dinja-se a ra Direila padaria n. 40.
II 'je, 8 do eorrente be a ultima prava do ter-
reno e olaria da ra do Cotovello penhoradol a Frao-
ciioa Mara do Carino, por encoclo do Fa-ncisco Va*
de Pereira ; e porque teja a referida praca para adjudi-
cedlo, fa-ie o prsenle para quem quitar arremeta
lu, dirigir-ieao Aterro-da Boa-Vista na porta do
Sr. doulor Nabuco as borai docoiiume.
. '_ ptr( oSr. Fraociicode Paula Sales, e*''te urna
carta, lindado Urejo-ds Madre-de eos os ruada
Gloria, aobrsdo o. 59.
Romeos Alves Pereira declara que deiiou de
continuar a vender agurdente desde o oa 8 de u-
Ibode 1816
sst O Sr. que veio a ru* Direita sobrido de um
andar o. 33, encommendar urnas csslanhas coofeila-
das, seasquer, couio lambem o mais quedisse. que
queris, appareca, aiimdese ajuslar.
Preciss-se de um caneiro psrs vende que SU*
lends alguma couia desle negocio, pr*fere-se peque
no, o rus da Sen7*lla Nov*o, 4:alralar*a ruada
.Senzella-Vrlbe, n. 50.
a Quem precisar de urna ama psra cela a qual
coie, engomo* e eo/ioha dir|a-se a ra dos Bairroa-
liaaos casa terrea o. 32.
Aforo-e terreno* 00 (lio d* T*crun com
frente para a estrada nova, que vai para a cidade de
Olinda : a tratar 00 Aterro-da-Boa-Vits o. 47, le-
gundo andar.
= Una pessoa hbil, e que tem boa lettra e a ne-
cesuria capacidadepara entinar primeirat lettras, e st
slguns principios de latoi se offerece para o lazer en.
sl^um engenbo oda que distante desla praca ; tam-
be o f jrl por cas* particulares squi r, prses s si*
e ubjeiUil ser c*neirodecobrov** de algum Sr.
negocenle e da ludo da fdor a tu* conducta : quem
o precisar annuncie.
Jos Sosrcs de Medeifos de bo|e em dinte se
atsigoar Jos Soares d* Silv Pimcntel.
Aluga-se o terceiro sndsr com grande solio d* casa
d* ra estrelle do Rozno, n. 30; o qual, *lm de ter
muito* commodos e ser muilo fresco, *ch*-se ptoUdo
de novo ; e cujo aluguel be mdico : a tratar na fue
do^ueimado loja o. 13.
A manha liaver sorveles
com todo o asseio e perfeico, de
dififerentes f. utas, a cento e sessen-
tars o copo: na ruada Aurora, n.
02; e continuar a haver iodos s
diasem (juanto houver gelo.
-- Fazem-se chapeos do ulti-
mo goslo, o mais bem foito possi-
vel, tanto para senhoras, como
para meninas, por preco cnmmo<
do; na ra Nova, sobrado n. 7,
segundo andar, defronte do oilo
da matriz.
-- iNa ra do Queimado, loja
nova de ferrrgem n. 37 A, de
Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za Jnior, vendem-se cartas de
jogar, francezas finas, e porlugue-
zas, e urna banda de seda em
bom uso, para oficial.
No da 4 do eorrente, de sobre a
meza do corrcio, furtrao uma boceto de
tartaruga, de figura quadrilong, tola co-
berta exteriormente de urna tarja em re-
levo de prata e ouro, e apenas nella appa-
rece smente as beiras e o fundo da tar-
taruga: a pessoa a quem lr offvrecida a
poder tomar, tenilo a bondarfe de a levar
a qualquer dos empregados do correio,
de quem receber urna graliicacao.
Jos Marquei da Costa Soare*, administrador di
cas* de seu finado pa, o coronel Antonio Marquesita
Costa Soares. lar icieoleso respeitavel publico, que o
Kngenho Dous-Bracos, do finada Luiz Jos do Arsujo.
be devedor ao casal de rs. 7:386,98, de suppri-
mento e juros de seis por cento al 30 de agosto de
1842, louipo em que deiiou o annunciante a admi
mstracin, por ter lindo o prazo ds dita admoistra(io:
e como loise novamente nomeado pelo juit dos orphios
administrador da case, fas este srinuncio, para intelli-
gencis dn publico, e do quem possa tocar o negocio.
Aluga-ie.por 8* rs.,0 rollo da cass da eiquioado
Livramento, n. 52, concertado e pintado de novo,
inulto fresco, u com villa para tres frentes : tem una
sala, qualro quartot, cozinba com fogio de ferro, e
outros commodos msii e por lio multo sufloiente
para 6 ou 8 pessovs.
No becco da Viracio, n. 31, sobrado d um andir,
na loja, ha quem fac comer para qualquer cass de
bomem.solteiro, almogn. sotar eceia. com perlnicin
= Quem precisar Je um rapaz brasiloiro para ca-
xeiro de ra ou de outra qua quer uecupieio mes-
mo lern vencer ordenado diri|:i-se a ra do Collegio,
botica a. 6, de Cyp-ianno Luis da Paz.
= Alugin-se dous negros psrs qualquer"servico : na
ra do Csbugi, n. 16.
Aluga-se o terceiro andar da rasa da ra larga do
Resario n. 30 com commodos sufflcientes pura uma
grande familia : a tratar na prega do Commerrio loja
de cabos n. 15 ou na roa Velha travessa de Jlo
Francisco n. 6.
Custodio Jos Lourenco subdito portugus ,
retire le para o Hio-de-Jeneiro.
Na caa de tre andares de ra da Praia de S. Ri-
ta ha urna ama com muito bom leite par* se elugir.
SE A nova lubrica e Inja decbapeo que ensila no
l*rgn do Collegio ,"n. (T, lrnlerio-so par* a rus do
(ueimado n. 38 onde conliRulo-se s vender cha-
peos supenore e de todas si mais qualidades lan-
o em porches rom., a retalho por preco commodo.
== Na ra Nova loja n. 58 e na ra do Collegio,
botica do Sr. Cypnanno Luii da Pas, le dir quem
di umconio'e dutentos milis, a premio lobre pe-
nhores de ouro e prats ou liypotbecii em casas ter-
rees.
as O baiso ssignsdo faz publico, que sppareceo
ha sua caa, no dia 5 do eorrente uma negrinha de
10 a 12 annos procurando-o para compra-la ; quem
for seu dono appareca na olaria do aterro do Giqui ,
defronie do sitio de Rento Bandeira ; pois o annun-
ciante nio se responishilia pe fuga da dita eicrava.
t'ranetACO Jos dt S. Anna,
t= G. Schilbict relira-ie desti provincia.
(uilberme Augusto llodrigues Sel-
le mora nu ra do Rangel n. 4^, pri-
ineiro andar.
(I arrematante do Imposto de 20 por cento sobre
o coniumo ds* sgoas srdentei de proaueclo brisileiri
avisa sos Srs. que simia nio pagarlo dito consumo,
veohio fsrel-o nei Jiss8 (hoje),fl, 10 e ll do corren-
te na rus Direita n. 80; undosos quaes, se proce-
der ni lrm da lei contra o que deisarem de pi-
gsr.
= Jlo di Silva Regadas embarca para o Rio-de-
Janeiro O seu eicravo Junta de naci Cacange.
= Bernardo Jos da Csts embarca para o Rio-de-
Janeiro o seu escravo Antonio de navio Congo.
= A pnioa que annunciou ler para vender tres
mulatinbos tres preles mocas tres preloi d>los, e um
moleqoe, de 16 aono6, querendo vender lodos a pia-
io de 12 a 24 metes veneendo todo o capital o pre-
mio de um e meio por cento al o lempo do pegamento,
annuncie, que, elm do premio que te paga, da-ae
fiador a contento. Elle negocio *e Uri com dita pe*-
10a ou com outra qualquer que lenhs e queirs
vender 10 ou 12 esersvos mocos.
Agencia de passaportes.
Na ra do Collegio numero 10 e no Aterroda-
Roa-Vsta loja n. 48, tirao-se pasaaportes para deolro e
forado imperio,assioi comodespacbao-seescravos:ludo
com brevieaSe.
Os abaixo asiignado*, teiUmenteiro* do Bmdo
Frtnciico dj Silva aviilo s toda* as pessoa que ti-
verem contal com a ena do dito fillecido que eili
iucumbidode todaa. as combrsncas Antonio da Costa
Ribeiro e Mello ; e que smente serio atlendidos os
recibos que por esto forero oassadoa. JoSt Jote 4$
Carralho Mvaes. J.llo Xepomuceno Bairoio.-~
Uarcutmo (loncalret da Silva.
Anilla esia para alagar a loja da ru da Cadeia,
n. 40. onde esleve o Sr. Ca*cio; tem uma elegante ar-
macio, que pe'tence a loja. e por iiso oflerecn maior
comino f lilaila a quem a aluuar, por nio ler dmheiro a
despender: quem preteoder lalle na mesms casa,
pnmeiro anda.
Na nbeira da Boa-Vista pra? da farinbs, n.41,
ha uma porcio de larinha de navio, propria para aoi-
inan,' e rnuilo em corita .
AgoslinhoFernandesCilantiode VaseoneeHos ,
primeiro piloto pela academia imperial do* guardas
msrinhas prpp6e-e a ensinar a navegaclo pratica,
splicando os rudimentos Iheoricns necesssrios so
desenvolvimiento da niesins arte quHes que pre-
t'ndeiem subjeilar-se aos eiames afim de ohlerein
a complanle carta ; as pessoa que se quizerem uti-
litar de seu prestimo dinjio-ie f> ra Imperial,
n. 39
= 0 abaivo asiignado, fat',ndocienteo publico, que
tem'entregado ao seu rred >re o seu eslehelTmen-
lo de droga e as rompelente divida activa roga
ao seui devedores, hj!o de reni r os dehitos, que com
elle liverem ao Snr. Julo Jos Gonziga Pereira poi
a este Sr. pertencem, em virlude de ludo haver com-
prado ao seus rredores.
Domingos Jos di Oliveira Soaru.
Aluga-se scasi e siho lo largo de N. S. da Paz,
nos Afugados n. 17 com hadante arvoredosde fruc-
to e com os fundos at a maro: a tratar na ra do
Qiieimado loja n. 13.
Preciss-se se slugar um prelo, que siibi fs-
ter rompr is e tratar de um cavado e igualmente de
oul'o, rozinheirn, qur sejio forros, q'ir esptivo, para
urna casa eslrangeira : na rus da Crus o. 47, botica
de Lu* Pedro das Neves.
Fazem-se quaesquer eortinidoi, qur *ejio se-
ibo* ou modernos ou de quslquer leitio que sejio;
e temhem todas de aopbis, cader* de halanco ou OU-
trss armai de camarim ( ou lenture ) ; em fim, lu-
do quinto be concernenle lapeciria com a maior
promptidfio poiaivel : na traveisa da Concordia n. 13,
atrs do Carrno.
Conceriio-se as alampadas rbsmadas earrellea ,
com machinas, com toda a perfeiclo e promplidio ; e
se respons'abilisa pela falta do andamento, por preco
commodo : os travessa d* Concordia n. 13, alris do
Osmio.
Compras.
Compra-e, na prensa de Joaquim Jos Ferreira,
um braco de balance para pissr saceos de assucar com
seis arrobas,o juntamente pesos da ferro,que estejio em
meio uso.
Comprase um prelo coiinheiro : na rus doCsI-
deireiro, aliiidoi Marlvrioe, aobradmho, o. 4. deum
andar.
Compra-se robre virilha-fuoda a 700 rs. a
libru ; na praca da Roa-Vista, n. 13.
= Compra-ie uma cora do ouro que sirva para
uma imagem. de um palmo de altura ; na roa Direila ,
n. 82. segundo andar.
Compilse, para fra da provioeia esersvos de
amboi os setos: lendo de 12 a 20 aonoi e com boa*
li.iires, pagio-io bem : na ra Nota loja de feria-
genv, n. 16.
= Compra-ie efectivamente eicravos de ambos os
skoi de i a 25 annos; pagio-se bem agradando :
na rus larga do Roiario n. 24. primeiro andar.
Com|>ra-se urna bagatela em bom u-o ; na lo-
ja- do niarceneno ao p da cadeia n 12.
= Comprio-se dousescravos de meis idade psra
urna encoinmenda ; na ra da Fi"brentna n. 34.
Compra-se um casal de escravos, em boa dade ;
na ra do Collegio, n. 19.
t'ompr. 0 se, psra fra da provincia, escravos de
ambos os setos de 12 a 20 annos com habilidades,
ou sem ellas, sendo de bonitas lifiurei. paglo-ie bem;
isum como um escravo de bonita figura bom olH-
cial de calafate: na ra das Guies, o. 22, 2.* andar.
Vendas.
Vende-se um mulequinbo ciioulo de dade de 10
s 12 annos, pouco mais ou neno, multo bonita figu-
ra, pmprio para pagem, ou para aprender qualquer
oflicio: na rus do Livramento, loja do (alendas, n. 18.
Vende-se arroz bramo superior por pieco Com-
modo : ns rus da Praia, venda, n. 46.
Vende-se uma porcio de espidas seccas por preco
commodo: na prensa de JYiuiui Jos Ferreira,no For-
le-do-Melio.
I\o Alcrro-da-Boa-Vista, loja
de fazendas, n. 14 ^
veodem-se pannos pretos de cr fin, 4# e 5200 r*.;
marin prelo de du*a larguras, a 1400 n.; princeza
muito sup-rior, a 1000 rjLj cnimiris dobrada*, de
algodio, doqusdrose lisiras ; pelo baralissimo pre-
so de 500 r*. ; brins dequsdrose listres de qualquer
rr que o comprador quuer pelo bsrsto preco de
200, 220, 240 320 e 400 rs. o covsdo ; breUnhas de
rolo', com 13ardil, a 1600 n ; ease lis* larga, a
280 r* vara ; e ouliai lazoda por maia barato pre-
codoqueie teem vendido; e o Sr*. compr*dorei,
que nio. poderem vir em d.la loja podfm "ndar bu-
cr sinoslras tanto de*l*s romo de qualquer outra ,
que i ron.plan.enle Ihes serio dada* e juntamente o
seu ultimo preco
AZEiTE de CARRAPATO.
Vendc-sc todo o antio, cm
grandes porces e s caadas,
c lambem purifteado, proprio
para uso de candieiros de sala:
no deposito da ra da Senzal-
U-Velha ii. 110.


Allencao !
Venda e i 1 -JO. 140 e lO ri. o otado de chita;
cas clutai pira uieiunaa a IODO la. o curte e
maiorra a 2/ra ; zuarte de, wa di- largura 2h0
ra. o covado ; oscedos transidos a 200 ri. o covado ;
cembr 11 ba lin.'. a 30 e 5500 ra. h pee; brele-
nhai de linho de 6 varas final, a '2800 e 4000 rl. a
peca ; casia para hallados a 3|' ra. i | <<-. ; brela-
nho de rulo a 1600 ra. ; pecas de panninho mullo
lirt i a 5500 ra. a peca ; grvelas de setim, a 500 ra.;
brim trancado tranco, de puro linho fino, a 1 i() i -.
a vara ; eiguiio fino, de puro linho a 1600 ra. a va-
ra ; inuiai paraienhora, 280 ra. o par; madapo-
loes fin., a 4*. 4500, 4800. 5200 e 5500 rs. a peca;
algodno americano 220 rs. a vara, largo ; peca
\\ de cbilaa a 4500, 5000, 5500 e 6000 n. ; e oulra*
rou'tns lerenda : naa I |alda ruado Collegio n. 1,
na do Queimado, n. 5.
Casimiras clsticas, a 1,000 rs.
Vendem se supcriore casimiras elsticas de
bonitos p-i Iiks. pelo barato prec,o de li rs. o covado ;
01 mu bem acreditado cortea de roupdes, com o cova-
rios e meio, a l3Q0ra ; c siimnis de lia com 3 en-
fados o nieio a 1400 rs. ; cotSes de linho, a 1700
is .corle : na ra do Collegio, loja n. t.
Vende se fariuha de tri-
go SSSF da marca verdadei-
ra, chamada llamo, ein pe-
queas c grandes poredes, a
vontade dos compradores : na
ra da Cadeia do Itccilc, n
l'.K ni no caes da aKandcga,
a fallar com loatjnim da >il-
va Lopes.
Vende-se, na rna ila Cruz, n. a
6o, e na ra da Cadeia, armazem i
de Fernando Jos Braguez cera r*
etn velas, chocada nltiinaineiite do &
ltio de Janeiro, d'uina das me- H
Ihores fabricas, e he ptimo soiti- H
nienli, por ser de meia libra ate
G etn libra e em caixas peque-
as, e por preco mais barato do
que em onlia qunlquer parle.
PELI.E DO IHAhO. A 1*410 Ra.
Na loja da piquia da ra do Cullegi > com trente
para o aren de >. Antonio vendem-se rorles para cal-
cas da azenda appelhdadapelle do dinho, com 3
i ovados e meio rada um a quatru pateca! e meia :
esta \-i. nila be tecida a algodio e la aua i^rutsura
eirede a da lona aa auaa cores e |> ili. a ritalialu
com as mais modernos casimiras franozas ; so 1>aslan-
te escuras, e por isso mullo prnprias para o uso d p< a-
aoaa e o.|.reliadas em siniaiens, o oulros traucos Jo com-
mercio, e liem assim para montar a dores, que pretendrrern ver na tobredilns cortes, pode
Diandar pedir as amostras que promplariiente se Ibes
darao. sob o conipelente peahof.
Vende-se vinho do Rlieno,
Hoclilieimer, de superior cjua-
Iidado, em caixas de duzia as-
sim como viulio de Brdeos, de
JMadeira e de Malaga engarra-
fado, e cerveja da laviera, per'
feilamente conservada : em casa
de Kalkmann & Rosenmund ,
ra da Cruz, n. 10.
&&rfe&$a*romro'''
f. Neita Inja eontinna-se a vender mada- Jk
polo.a26no. 2800, 3#, 3200. 3600.3800, K
4J.4B00, 4800 e5.e minio fino, a POOOrs.;
' chitas, a 140, 160, e 180 e muilo lina de S
" corea fitas a 200 rs. ; ditas para cuberas, ***
'J mudo superiores, de cores rias, e'240 e28llra.; $
Vf cortei decae-'hilae. a 2600,;2r<00e 3200; ca- W
<} simira, a 1100 ra. ; cbnpens de anl de seda, a vj
L 5800 rs. ; pearorinhos a 320 ra. ; luva de 3L>
Sse.la, para aenhira, a 720 ra.; alm rie.las, tem ,>
unirs minias l-jendas muito prnprias rara
^. raervos cono sejf.li : ganga azul, a 100. *
5 120 e 140 ra. ; calcas e |i|uelai faite*, de pan- 2
*V do o uito eocorpado a 010 ri. ; e cbapeua, Hf
jJJ a240ra. Jg
= Vender um cavado novo boro passeiro, ecar-
reaador; na roa eatieila do Rosario d. 43 segundo
andar daa 6 ai 9 borat da oienhia.
Vendcm-M Seicrevos, sendo : uros prsta, de 50
anooa ; um preto. de 60 annoa ; urna preta, de 26 an-
uos engomena e lava ; 2 pretos para1 lodo o iervico ,
e que gnbio na ru 640 ra. por dia : na ra da Ca-
deia do Recite o. 59, a tallar com Jos Diss da Silva.
MU ETES DA LOTERA DO RIO-DE-JA-
NEIRO ,
veodem se ca la di Caaeta caa do cambista Vieira,
etimbem meioi, qntrtoi e oitavoi.
Baratissimo !
- Vendem-se meias casimiras fatanda muito
encorpada pelo mdico preco de 720 rs o covado;
na ra do Queimado loja n. 42, dejse Juaquim da
Cosa.
- Vende-se a armario, mostrador, livros bancos
e mochos i botica da ra da Crui n. 60 bem 00-
1110 n 111 snpha, 12 cadeiras de palhinha 2 banquinbas
urna niesa do meio de sala, urna cama de armaio coni
. olrlioes e degrao urna cnrnmoda um brrgo um
liiuc dor iem vidro tudo de Jacaranda e em muito
bnrii estado; urna meta de amarello, grande, coni
aliase gaveta um par de mangas de idro lavrarias :
na ra da Cruc na mi ama b tica n. 60, ou no Moo
dego d< fronte do pnrtu do Sr. Lili* Gomes.
=Vrndeoi-se 4escravns boos para oservipo de cam-
po sendo dous por 300j rs c da um; 3 eecravas rom
boas habilidades ; urna dita de 40 aonns por 150*
rsv boa para Irabalhar em sitio e botar sentido a elle :
na ra do Crespo n. 10, primeiro andar.
CARVAOANIMAL
do mais puro e da prirneira qualidade para a refina-
co do aisucar decoloracio dol tarops, vinho, vi-
nagres, ou liquido qualquer desenterrlo dua agoas-
nrdentea, do espiritoi* dfc a 2000 rs. a arroba ; no
sitio do Pise em Olinda : queui tomar de 20 arrobas
para cima o receber ern casa.
- Vi-ridein- se 4 a 6 carros de lenha de manRoe ;
um lileiro para tt-r em cima de balcio por preco com-
mndo ; no Aturro da-lio 1-Vista fabrica de licores,
n. 26.
= Vende-se cha hytaon de Lisboa muito superior,
a 2880 ri. a libra ; dito mais baln a 2400 ra. a li-
bra : na ra Oireita novo deposito de assucar, o. 78
junto a padaria da viuva do Machado.
= Vende-se urna eacrava d nafo Angola de boa
figura engomma, cose cbio, cozinha o diario de urna
rasa e lava de sabio ; um escravo de 40 annoi, mul-
lo poisanle, para todo o servico ; um pardo, de 22 an-
ona canouiro e carniceiro : na ra das Cruzes, n. 22,
segundo andar.
Vendem-se o aepuinles escravos: um mulati-
nlio de 14 .innos, pouco mais ou menos; duas par-
dal de 16 a 20annoi proprias para todo o iervico
da una casa ; dous pretos de todo o servico de campo ;
urna pu-la, de 16 a 20 a o nos boa engommadeira e
eostuieira ; lodoi sem victos nem achaques ; na ra da
CiQi'ia de S. Antonio n. 25.
Vende-se urna venda sita no becco do Peize-Fri-
to hoje travesa do Queimado n 5, com bastante
freguezia a qual paga o aluguel muito commodo ;
vende-se por seu dono retirsr-ie para Lisboa : a tratar
na ra larga do (turarlo padaria II. 18.
= Vendem-se sobre-casacas de superior merino
preto; colleles de selim preto de superior qualidade;
diloa de gorguriodecAre, de lindos padies ; jaqueles
de panno fino ; tudo por preco muito commudo : no
Aterro-da-Uoa-Viila luja de altaiale na esquinado
becco.
\ i'inle-se um mnleaote de 18 a 20 muios de
i-lcellenle figura sem vicio! nem achaques; o mo-
dn da venda he o nono ter t pagar una divida nes-
ta praca : em Frira-de Portas ra dos Cuararopui ,
n. 40, delronlo do sobrado, que tem venda
= Veiideiii-i.1' 83 de Irav. diver os comprim Ros, as
quacs se ai'h&<> ao po da prensa do Sr Mendonca 00
Forte do-Matto ; na ra das I.arang' iras n. 18.
=^ Vende-se a obra do Moral do btapo Monte rica-
mente unradernada ; na ra de S. Franc.sco antiga-
mente Mundo-Novo, n. 66.
Vende-se, por preco commodo um paido mui-
to bom canoeiro e eisellente ra reno ; na ra do Cres-
po loja n. 10.
x\os fabricantes develas.
Vende-se sebo refinado em harria, (hegados l-
timamente dos I stados Luidos minio pmprio para
com|inaicao de selas de carnauba a 240 rs. o libra;
no armaiem do bacelar cnnlionte a eicadinba da
allandega.
Vi nile-se um molcque ; um prelo para todo o
sen ico todos ne iiu(fin de bonitas figuras e sem vi-
cios 1 em achaques : na ra da Concordia passandoa
poteimha a direila, aepuoda casa terrea.
= Vendem-se sophas de Jacaranda ditos de angi-
co cadeira.s de Jacaranda ditai de angico marque-
zas camas, comino las de angiro ditas de amaiello
meiai-rommodas de dito bancas de angico dos me
llioies moldes ditas de meio de sala, cadeiras para
meninas um lierco de angico hanquinbus de ama
relio, lavatorios de dito tudo por pieco commodo;
um banco para torneiro doui dilos para marceneiro
com toda a trramente con pela una serra para im
prensa e nutras mullas Ierran.cutas para trabalbo de
marceneiro ; puebadores para gavetas por preco mais
commodo do que em oulra qualquer parte : na Cam-
boa do Carmo csiade marceneiro, n. 8.
Vende-se- urna armacao a um balcio de venda 2
pipas arqueadas de Ierro, urna por<;at> de arrobas de
ceia da Ierra e pedrea de moinbus de niilbo ; na rus
larga do Koiario, n 29.
.Vendem-se 2 n.asiros proprios para qualquer em-
barrar ao de 300 a 350 toneladas ; na ra do Tra-
piche n. 44.
Vende-se 1 completo sorlimento de livros em brao-
rnaie barato duque em outia qualquer parte ; bem co-
mo un. snrtimenlo de espanadnres mu liem fetot :
na ra do Cabugt loj.s de Peieira & Quedes.
Conlmua-su a vender chocolate novo a 240
rs. a libia ; cat unido a 200 rs.; dito em grio a
160 rs. ; cevada a 100 is ; letria a 160, 200
210 rs. ; macarrio. a 160 rs. ; espermacele a 800
rs. ; telas de carnauba de6,7e9em libra, a 320
rs,; sebo de Holl nda de 6 em libra a 320 rs.;
cha hynoo a 2240. 2560 e 2880 rg. ; dito perola ,
a 2400 rs. ; dito uchim a 1600 rs. ; maoteiga ia-
gleta a 1120 rs. ; dita Irancea ,*a 480 e 7U0 ra. ;
banba de porco a 360 rs. a libra ; alpiila, a 360 ra. o
quarteirio ; toucinbode Lisboa, a 240 rs. ; queijoi
oovos Ircicaes a 1000 ra> ; doce de calda de tudas as
qualidades ; e lodos 01 mais generoi de venda, pelo me-
nor preco possivel : no pateo do Carmo esquina da
ra de Hurlas lado direito n. 2.
s= Vende-se um escravo crioulo de 23 annos de
bonita figura aadto, e de boa cooducia ; na ma do
Queimado em cata de Antonio da Silva Guarni.
MAZEN E JLOJA,
k?63gac.
AIJFAIAT
BUANhVA
Nesta bem acreditada Ir ja continulo-se a fater ca-
sacas sobre-essaeas calcas e jaquetai de todas as
qualidades de tatendat ; e alm disto vendem-se fei-
tas ai seguintes obras: casacas de panno muito fino,
sobre-casacas de merm e de alpaca colleles de vel-
ludo e gorgurio fino calcas e aquetas de psono e de
brim d linho fino ; assim como superiores cortos de
casimiras preta e. de corea do melhor gosto. Assegora-
e o hom deaamp enho inherente ao nfRcicio de alfaia-
le alm do agrado, e commodo preco.
= Vendem-se ps de rosas : maxiie, perola, peito
de Venus, mimo das grabas Pedro II, duque de Or-
leans cravo pomponia carmim viva-lembraoca,
harriburgue/a. marrnquista victoria de toucar tres
rusas amarollas, e de nutras quahdades ; pl de ana-
nares abacachi ditos de dalias de todas as qualidades :
na ra da Soledade indo pela Trerpe lado direito,
quaii ao p da igreja n. 7.
= Vendem-se lingos nnvas e boas, indas do
Rio-Grande, por preco commodo ; na Iraveasa do
Arsenal, srmasem n. 5.
Vende-se um bonito molecote de 18 annos,
nffi.-ial de carpina e ptimo para pagem, por ter tima
figura elegante sem vicio algum ; na ra da Con-
ceicSo da Bes-Vista n. 9.
Na esquina da ra do Crespo, ap
p do reo de S. Antonio, loja da viuva
AJTonso &c C'oinpanhia vendem-se su-
periores loalhas de linho adamascadas,
para mesa e de roslo, chegadas ultima-
mente de Lisboa, no Conceico-de-Ma-
a.
Vende-se um escravo, de 22 annos, perfeito ca-
noeiro tanto de canoas grandes como de carreira ;
um dito de todo o servico bom trahalhador de ma-
chado efouce; duas pretas de bonitas figuras com
habilidades, que e diri8 ao compradores; urna parda,
de 20 annos, propria para mucama : na ra largado
Horario, n. 24, primeiro andar.
Na ra Nova, esquina da travessa
do Carmo, aloja IVanceza n. a3 acaba de
receber-se um grande sorlimento dos se-
guintes olijectos : bicos de blonda, den-
telle preto, bico de seda branco, lindsi-
mas flores de todas as qualidades para
guarnicao de vestidos, e enfeites de ea-
beca, chapeos, &c.,; as muito boas luvas
= Vende-se a loja de miudens da prara d, i.j
pendencia n. 8, com toda a fazenda que lirrr j
tro por ser muito vendavel, e 0S0 ter em si .i^'J"
algum propria para qualquer pessoa que ,0r e
principiar sua carreira no negocio, por ter potito |u '
doi ; vende-se com algum dmheiro a vista e o "
prajo conforme o ajuste; na nieama luja tt> i'
com unem se dove tratar.
Vende le na ra da Sensalla-Velba, B. |||
sellante para pillo con todos na pertenec
. Vendem-se Diabetes, meios
e oitavos "da lotera do Hio-de-Jaoeito ; na rus /
Cideia.o.38. *
= Vendem-se carias de jogar, francejas, moiiot.
as; caias de tartaruga de cbapa do melhor |m|0~
na rila larga do Rozario n 34.
Km caa de Novae* rjf Companhia na roa d
Trapiche vendem-se charutos regala munlibaooi
e'uperfinoa, por preco. commodo em caiiinS|l(j'
100, 200 e 260, tanto em poiclo como a retalho.
BETROZ. AIIjOOORi.
Na loja da esquina da ra do Collegio, com if#flll
para o arco de6. Antonio vende-se relroz do Porto
prelo. azul ferrete e sortido a 111 n. a libra ; NJ
pe branco aparado a 2800 rs. a resana.
Vende se vinagre tinto, a 45.060 rs. a pipi (^
lo branco, a 35,000 rs. dita : na ra Imperial, n, 7
Vende-se CERA EM VELAS do Rio-da-Jmti
ro sorlimento de 1 a I6em libra ; na ra da uta
zalla-Velha. n 110
Continulo-se a vender cbapeds finos de entor-
na ra do Trapiche-Novo n. 5, casa de Joto Stawirl,'
Farelos em saccas muilo
grandes, chegadas ullimamen-
le: nos armazens de tiuiua
raes e do Bacelar, delroiite da
cscadinha da allandega.
Vende-se gelo ; no brigue ameri-
cano, que se acha Tundeado em frente da
escadinha da alfandega, onde se achara o
bote do mesmo brigue, para conduzir
para* bordo os compradores.
= Vendem-se nioeodas de ferro para eogenboirJe
assucar, para vapor agoa e bostas de diversos Umi-
nbos por preco commodo ; e igualmente lam
ferro coado e batido de todos os lmannos : di pra-
ca doCorpo Santo n. 11, emeasa de Me. Caluma!*
Compaobia ou na ra de Apollo armazem, n. 6.
Vendem-se os ra da Seuzalla-Velha, n. 1H,
rolba, para garrafas e garrafuei deprmeira quilidi-
de chegadas ltimamente do Estreito, por preco
commodo; e lainbem ordinarias para frescos egir-
rsfas, por muito barato preco ; e 3 pipas de arcos di
po despejadas oestei das.
Vcndo-se um ptimo carrinbo de dual ro3"
por preco commodo ; na ra do Ansio coebeira,
n. 17.
Vende-se a verdadera potassa di
Iiussia, e cal virgein de Lisboa, muito
superior: na ra do Trapiche, n 17
de pellica para senhora, e para homeni,
1 1 1 Vende-sc leite puro, a 4o *s. a me-
nos le-ities, setas para cliapeo dese-l,-, ,. r,
1,1 dida, todos os diasas 7 horas da manlia:
nliora, creps de todas as cores, minias
l>ei lomaras lins, aljofares, chapeo de
sol de 1,'iiiiiiiilni lino e de seda, e outras
muitas qualidades de fazendas franeczas,
tjoe se vendero por preco commodo.
Vende se urna caa de pedra e cal leita a mo-
derna envidregada muiln boa para se passir a testa,
por ter o rio perto com 29 a 30 palmos de frente
30 ditos de fundo com duas salas 2 quarloi cozi-
nha fura copiar : a dita casa est collncada em um
i- rreno que lem 70 palmos de tiente, e perto de 600
ditos de tundo rende 8000 rs mensaei e be aila
na Cspunga, sitio do Jacobina : na ra larga do Ro-
iaiio. n. 32.
Vende-se chs hysson de superior qualidade ,
25(50 rs. a libra ; dito sequim a lt'00 rs.; charuto
regalia em canas de cem por mil rs. e a retalho
h douipnr um vmlem ; espermaceti', a 800 n. ; le-
iria a 2*0 rs.; lelharim a 200 rs.; cevsde, a 100
rs.; cevadiuhe de Franca a 160 rs. ; tapioca, a 100
ra ; araruta a 210 i*. ; manleiga a 700 n. a li-
bra ; queijm superiores a 800 e 1000 n. ; lingoi
as a 400 rs ; alpina a 320 rs. o quarteirio ; ca-
l em grio a 160 rs. ; toucinbode Lisboa superior,
a 2H0 n. e de >anloi, a 200 n. aem carne ; leijao,
a 100 rs. o i|usrtir!o; grexa a 16(1 rs o bmao ; ba-
nba de porco, a 360 ra. a libra; superiores vinbos
de todas es qualidades por preco muilo mais em con-
la do que em oulra qualquer paite : no largo do Fer-
io venda n. 7.
Vendem-se varios eicravos chegados ltimamen-
te do Arecely alguns com habilidades, e enlre elles
urna mulatmba de 13 a 14 ancos; na ra da Cruz,
n. 3.
PARISIENSE, O COVADO A 320 Rs.
Na loja da esquina da ra do Collegio com fren-
te para o arco de S. Antonio vendem-se parisiemes
para vellido de senhora ao mdico preco de pataca o
rovado. A parisiense he manafaclurada de lia e algo-
dio oas de bina tal mmieira que illudo ser leda
alouquineda ; o desenboi so fingindo as sedal escoce-
zai, de quadros; leem a largura de 3 palmos e meio
leforcedoi. Na primavera pasuda, loi a parisiense a
faienda, que eileve mais em voga em Paris, tanto para
vestido de senhora como para roupai de crianca; por
motorna-ie aisaz recommendavel para que aqui se
use della na presente estacio : as pesioas, que preten-
deieni veras amostras, mandem n pedir que promp-
timenle se Ibes dariO.
= Vendem-se 6 eicravos, sendo : 3 pretos robus
tos seodo um driles bom canoeiro ; 1 mulsliobo de
12 annos ; 2 pretas una das quaei jtem 14 annoi,
cose e coxinha : no paleo da Malrii de S. Antonio, so-
brado n. 4.
= Vende-se, por 200,000 r. um preto de oaflo,
sem vicios nem achaquea e robusto ; na rui do No-
gusira b. 19, segundo andar.
na venda de Joo Jaciutho, ra dds Cru-
zes.
Escravos Fgidos.
- Do engeobo Morojo te.acba fgido, deida o
dia 14 de abril um escravo de nome Ignacio rnoulo,
lula, alto ps meios grosios : quem o pegar leve io
dito engenho ou a roa da Cadeia do Recite n. 46,
que se recompensara.
= Ausentouse, hs dial, da en* deieu tenhor, o
eicravo Juio pardo trigueiro de 15 a 17 annoi,
cara grande olhos regulares bona denles; bem co-
nhecido, por andar frequentemenle fardado: quemo
pegar, leve ao Mondego a seu senbor, L. G. Ferrti-
ra que ser generosamente recompensado.
= Fugio, do engenho Canzanza da freguezia di
Jabuatin un moleque de nome Rerneb crioulo,
de 18 annos estatura regular bem prelo. olhos pe-
queos muito regmla : quem o pegar, ou delle tuer
noticias, dirija- se ao dito engenbo, ou ao Aiarro-a-
Boa-Viita, n. 26, segundo aodar, quo sera bem re-
compensado.
Anda continua a estar fgida desde o dia 6 de
agosto do anno prximo pausado urna eserava de no-
me Marcellina de 36 a 40 unnos, de naci Cabioda,
alta bastante, cara eompnda e feia ps baitanli
grandei mal feilos e atomezadoi mal arranjada do
corpo pellos pequeos com algum cabellos brin-
cos : quem a pegar, leve a ra larga do Rozario o.
24, primeiro andar que sera gratificado.
Cuntinuo a estar fgidos, desde 21 de abril, da
bordo do brigue Mentor, os 2 escravos oiarinbeiroi:
Jos, de naci Gablo, representa 50 annos, catalurabli*
xa, e barbado; e Manoel, de naci Congo, representado
e tantos anooa bsixo sem barba : aquelle loi escra-
vo da caaa do coronel Brnlo Jos da Costa e loi seduc-
tor do segundo e conhecedor desta provincia: aoode
se adiar be provavel se inculque por forro, rleeooi-
mende-ie a lodas aa autoridades aa suas capturas, bem
como aoa cepille! de campo eofter*ee-s de gratifi-
eacio 150,000 n. a qum o Irouxer reeonbecodo-se
tereo o pioprios; o quaei se pagio ni ra da Csdea,
o, 45, ei caaa de Amorim irmos.
Fugio, no dia 2 do correte O preto Atn'
de nielo Cabunda estatura regular bem preto ; '*
vou calcaa de algodio camisa de meia de algodio, bo-
nete velho denles limados; be canoeiro ; quando fo-
ge costuma andar pelaa vendas de garapai Oto no
llecie como 5. Antonio e lloa-Villa : Juem o pW>
leva atri do hospital do Paraiio que lera recompeo*
ido generoiamenle.
da
PERI. ykl TYP. DK H. F. DESFAMA lq6


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EV71WHWFF_CH2QMZ INGEST_TIME 2013-04-26T22:32:38Z PACKAGE AA00011611_08315
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES