Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08308


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Full Text
r
w*m
Jiuoo de 1846.
Ter$a feira 50
O D!dKI0 puhliov-ae todo os dias que ro
ni de t;u*r,'*: Pre da usignitu-.. lie de
iMon Pr 1u,rtel- WJ ^'""Jidos. Os
mcins do' euignante 3o inseridos a razio
a," o i*5 Por lioC*' 40 ri' ** tTP "'fferen-
a* repetirai P*1" ""elide. O que nao l-
"' ssi"nante. P*Kio ,0 reis Por linh, e ISO
2, itpo'diffarentt._____________
piiases da la no mez de jnho.
fnK i!ul bofas e 9 minutos da minna.
i' clin BOnl 5 minuto d tarde
i 4 barate 17 mi. di manha.
da Urde.
PARTIDA DOS COBRFIOS.
Goianna e Paraliyba Segundas e Sellas feiria.
Rio Grande do Norte, chega nts Quartas feira
ao meio di* parte uas raesmas horas Das
Quiotes feiras.
Cebo, *erinhaem, Rio Formoso, Porto Calvo e
Macead no l., II e 21 de cada mei.
Garanhnns C Bonito a 10 e S4.
Boa- isue Flores a 13 e 1.
Victoria as Quintas feiras.
Olinda todos os dias.
PREAMtR DE hOJB.
Primeira as 10 h. e C minutos da manhSa.
Secunda ailOb.clO minutos da tarde.
de Junho.
Anno XXII N. 141.
DAS DA SEMANA.
78 Segunda &ijl SS. Pedro e Paulo, app.
S Cvroe Cassio.
30 Terra S Marcal aud. do 1 do civ. da I.
t., e do J. de pas do i. dist. de t.
1 Quarta S 1 heodorico aud. do J. do civ.
da 2. v e do J. de pal do 2 dist. de t_
2 Quinta S Ollion, aud. do J. de orphos, e
do I municipal da I. vara.
3 Seita S Jaciutho aud, do J. do eir. da I.
t. edo J. de pas do l. dist. de I.
4 Sabbado S. Iiabel, aud. do J. do civel da
I* vara, edo J. de pal do I.* dist. de t.
5 Domingo S. Atbanaiio.
CAMBIOS NO DA 30 DE JNHO.
Cambio sobre Londree 2 '/> d. P 'I
PaniJSO ris por franco.
Lisboa 105 % premio por
Desc. de letras de boas (rias I '/t p '/,
OuroOncas despatilllas llaOO a
Moedas de 6J400 vel. 184(100 a
a ii de CJtOO nov. lfSOO
de lllilu..
Prata l'aiaroess.......
j Pesos culuninare*.
a Ditos Mivicano.
Miuda.......... If760
A croes da Comp. do lleberibe de iO.000
HjruOO a
l)M a
llll'JO
11960
i'Jntio
a60d.
mei.
anies.
SJ^flOO
ii.sann
I ii #4 0"
inJOn
S*r00
simio
||J0
U800
aopar.
PERNAMBUCO
PARTE 0FFICIAL.
Governo da Provincia.
EXPEDIENTE DO DI 16 DO CORENTE.
(Conc/tudo.)
OfficioAo commaoilante dii trmii, icientific.ando-
o de bav.r concedido dou metei do licenca registrad I
PfoOSKS .*'' Olivan, segundo eadete do icgundo
bitilbo deartilharia p.
Dito- AO meimo, lolovlig.oeiendo.o do indoferi
mulo do requer meato, em que JoloCaveleanti d'At-
bui!Wr1ae ^"0i Pr'me,ro Hete primeiro sargento do
guodo bitilblo de irtilhiri a p, MlieH.fl (ros me-
ies i licenco com vencimento, pin ir as Alagoai.
DitoAo inspector di tbesounrii de hienda, decli-
iodo-MKesto doler S. S. mandado por I dipoiicio
docommaodente.dea.rmai chavea doi dous itmi-
2oi, que (icio no fundo do quartel da eiti.cta compa-
nhiado operarioi engajada!, e que esta desliendo pa-
r iquarteUtnento do aeguodo bitilblo de artilbaria a
' DitoAo ioipeetor da theionririi dai renda pro-
linciaei, validando arrematacio, a que, pelo preco de
800*000 ra., proeedeo-ae ente aquella repartidlo, do
leoilimento da barreir da ponte doBujiry.
Hit. Ao eommieiaro-pagador, ordeoandoque, nos
termos da auainlomacio de 12 denlo met, e acontar do
l.-dejulnop luluro. deaconte no aoldei do brigadeiro
Fraeciico Sergio de Oliaeira, pelaa luai contnbuide
ao moni- po geral doa aervidoree do estado, quantia
de 30*000 rs. por qoirtcl Partid oou-se ao secreta -
rio do monte po geral doi ervidorea do eitado..
DiloAo director do aiaenal de guerra, approiando
o contrato, por que Manoel Nunei de Mello obrigou-se
a conduiir para o Cear* en o pitacbo Btlleza-do Suls
t ao Irele de 4|000 por barril, a porcio de plvora
da (abrica eaciooal, que teaa de aer remeltida para a-
quella provincia.
DitoiA'a camarai UMioieipaea do Recite e Oliedtj,
indagando, ae | enviarlo aecretaria do imperio aco-
pia da acts da eleicao, a que, para doui leadora, ae
procedeo, ba pouco, em os retpeclivoi collegioa; orde-
nando, que, le o lirerem (eito, declarem a data, em que
o (rio, e porque via. e, no cato contrario, o motivo
de mu lal omitsSo : e eaigindo com urgencia un ie-
gunda via da mencionada copia, par tranimilli-la a
refi-rida arerelaria.
DitoAo detegado do termo do Po-d'Alho, aigni-
icando, que, como supptenle do juii de paz daquella
villa, pode tomar conta da respectiva vara, lem prejui
zodoaeu aiereicio na delegittiri ; porque, noi termo
do artigo 30 do regulamento de 31 de aneiro de 1842,
he pomvel, que um individuo oceupe ao meimo tempo
enea doui cargo.
PorliiinDemittindo a Ignacio Franciico da Penha
de segundo supplente do subdelegado do primairo di-
tncto da cidade da Victoria, e a JoiFeij de Mallo do
primeiro do do segundo da Eicada. Furto lubititui-
doi: eile por Antonio Feij de Mello, e aquelle por
Claudino Jos de Almeida Liiuoa : e parlieipou-se ao
ebele da polica interino.
DitaiNomeaodO aupplentei do ubdelegdo do pri-
meirodiitric'.oda cidade da Victoria : em primeiro
lugar, a Zacariai Rodrigues de Souza ; em tetceiro, a
Gervaiio Eugenio SimSe ; em quarto, a Jlo Antonio
de Miranda; em quinto, a Jote Mara Dandeira de Mel-
lo ; em leilo, a Matbiat Cadoi de Araujo Maciel; e
paraUreeiro do subdelegado do legundo diatrialo da
A LEA. (*)
por jfrecttco ^oulte'.
PRIMEIRO VOLUME.
X1L
PRiaWA 1 AJIOB.
Foi linde roai trate o seguinte dia. Quando madama
Thor perguniou por Carina, oom quem quena tallar,
nube, -jue bavia sabido multo cedo, e tu oedo, que
iuo recebera urna carta, que fui entregue a aua mil,
e c-in mijo t.ibresoripio reconbeoeo fila a leltra de Arajib.
Verdoiie be, que nada lilil de extraordinaria eiia lalu-
da matutina : Cario viva oro iuloira liberdade. Escep-
to .. a.n.tic.i ..fllciu de bufo, que elle havia aroeilo, ero
un rapa leal, que trabalhava oom telo, qne nlo ae eu-
ilividava, e ae guternava oom baaUnte urdein, par qu
mil lechaaae u olhoi a pequen irregularidade, que
elle algunas veaea tumava a liberdade de ciMunieiler,
e que cuidava niuilo w ter oociilta.
A tal propoeit, onnipro dier, que h gente, que,
blaler- altamente ouiilr a bypoortsia dua mancebi.,
qwe rngau oa pas eoi certa pequea faltas, e un
niais iorla termos qualificto de impudente eite enga-
no, e deplorlu o futuro, que aguarda enea deiavenlu-
() Vid Divv ".* 4-
Eicada i Manoel Caroeiro LeSo. Participou-ie lo
ebee de polica interino.
ideh do da 17.
OfficioAo impector da theaourarii de (atend, di
aendo, repreaento ao tribunal do Iheiouro icerca da ne-
ceiaidade, feita aentir pelo impector da alfandega, de
augmentar-ae a quantia, que, no eorrente anno fimn-
ceiro, foi arbitrada para aa deapeaa da rubrica porean-
lagem, em a meaan allandega. Participou-ie ao ioi-
nartnr Ha alianilHOfl
DitoAo inspector da theiounrii daa rendaa pro-
vinciaea, aeentificando-o de ter re-olvido, de eonformi-
dadeeom informaclo tua, edo eogenhero em ebefe
daa obras publica, que se estibelec urna nica barrei-
ri no oitavo lineo di eitridi do Po-d'Albo, com a la-
xa auloriada pela le doorcameoto provincial vigente.
DitoAo juit de direito do crme da comarca da
Roa Vista, dando-ie por interado do haver S. me. che-
gado aquella comarca, e entrado no exercico do teu cir-
go 5 desto mei.
DitoAo juit municipal de Santo-Anto, deelaran-
do-ie acento de ter S. me. tomado conta da respectiva
vara criminal, em coniequencia de biver vindo o aeu
proprietirioaervir di re'acio, chamado do presiden-
te della.
DitoAo ebefe di legiio di guarda nacional do Pao-
d'Albo, inteirando-o d'haver a reipeetiva cmara muni-
cipal declarado i presidencia, que ia dar ai convenien-
te! ordena, pan aerquanto antea comprado e (ornecido
o livro, que S. me requiitou para a meima legiio, e
que j nao foi entregue, por no o haverem para all
evado poiioai, i que o tem encommendado o aeu
procurador ; e bem aaim o que ae pedio para a lecjao
de batalhio da Gloria do Goita.
DitoAo commandanle superior inrerino da guarda
nacional doi municipio de Olinda e Iguaraii, icienti-
ficando-o d'haver approvado a proposta, que, pira offi-
ciiei do primeiro batalhio da reipeetiva primeira le-
giio, aeompanhou o leu officio de lo do correte.
Dito Aocommar.danle superior da guarda nacional
do Recite, ordenando, mande dispensar de todo o trri-
co do reapeclivo quarto batalhio o amanueote da te-
crelara di preiidmcia. Jlo Policirpo dot Santos
Caropoi.
DEM do da 18.
OfficioAo Exm. mnittro bratileiro em I/iodru,
arcillando recebido um maco de laminas de puz vacci-
nieo.Trantmiltirio-ie aa laminai ao preiidenle do
conceibo geral de tilubridade.
DitoAo desembirgador juiz relator da unta de
uttic, trantmittindo, afim de iciem lubmetlidoa a jul-
gamento final, o proeewoi do loldadoi do quirto b-
talhlode artilbaria I p, Jlo Joi Franciico, Joaqun
Jos, e Manoel Alvri doi Sintoi.
DitoAo impector da tbesouraria de (atend, deter-
minando, faca receber noi respectoa eolre ai quan-
tiaa, que, na rallo de 30* n. por quartel, e a contsr do
l.'dejulbo prximo (uturo, forem deicontada do sol
doa do brigadeiro Francisco Sergio de Olivera. pelas
suai eontril:uic8e ao monte pi geral doi lervidore do
estado.Parttcipou-ie ao commiiiario-pagidor.
DitoAo naneotor da iheauuraria das renda provin-
ciae, declarando, que d'ora era diluir, quando se re-
exportaren! bebida espirituosas do prcduicio cilran-
geira, o depmito da iiupnrianni doi di'eilm, quu de-
veiilo ella pagar, lo aqu foem ooniumida, deve ser
feito can lellras gura, reigauveia, ou pagaveia no da
dn aeu veiiiireento, conforiue f./r, ou n.i, apreacnladi.,
demro do praso marcado pelo 2. do ortigo 8. do re-
gulamento, que, a 27 de Janeiro do 1S45, o pros.dencia
radoa. Madiuia Tbor nlo era dene parecer : ae ni..
nclmv'a aer urna excusa daa fallas de ou filhu o cuidado,
que elle puuba emeiioobri-laa, via maso, ao meuo, um
tesli'iiiuiibo de reipeitu e *ubmi4o.
Talvex em ontraa familiaa vsse ella alguna dotses ra-
pase prugreitaa, que, insulcntos, discuten! com seua
paia u direito, que elle leem, de dormir for, de endi-
vidr-e, do levar sida alegre; ero quem a franquea
do vicio be um vicio alo roaia i alma corrupta, ubre
a quaei a familia nao lem mei acci, porque ni a
rospeitau maia qoanto baste para engana-la, enlendeii-
do que lhea deve tolerar O eacandaloau procedimenl.
Sabia, |uii, madama Tbor daa fugidaa do nina, eem
iiualquer outra circumt.noia, easa saluda ulu lerm
assustadu. Mi ha da, cm que ludo toma um eeper.to
tralo e emeavador: e toda a furca de reaulucio f"i |>-
,M a luadanu Tbor. parauso mandar a casa do Am.b
aber noticia de Carlue.
Eslava ella no roaior auge da aua inquietaclo, quan-
do vio ebegar -^ joven p intor. Com effeilo, ua ve.pera,
como neo. leitoreaaehlo de recordar, Aroab bav.a -
cripto a Carlos. Neasa c.rta Ib pedia elle, Ibe ruase rl-
r a toda a preaaa ; e j doua terco, do da cavilo de-
rorrido, aem que Carloa ve.se appareoido jia oniei".
Aniab, as.ustado de tal auaencia, vinba aber a que era
lio de.se mancebo ; porque .uppuuha com alguroa ra-
,)u uue avmganca de Leona p.deria ter arra.lrado
Cario, a algum. cil.de perigo... Mailu itrio dov.a ser
se temor, qua obr.g.va Vctor a ir a can de madama
Tb.e por Juanto eiflcndia, .,- Julia podan. aUr.bu.r
maa vitit a orna causa amorosa.
_ Pu..bem! lia via elle dito entre ai, e roe derem
...tender, que ho a.im. que torolo a mtnlia ida, rei-
K.,der.. coro tal clare.., que nlo baja. M. dunda,
cerca de saiahaa inleneoe.
Por ..traob. extravagancia, e..e amor queJb.er.
iudiffareote, de oouauo o preocoupava, caaava-lhe
expedio nara a arreoadacan dos mesmo direito, n do- batalhio de artilharia 4 p, Candido oe Souta Barbo-
. __...7Ti__l_____lt..J. ..... __ n__,: _____p__-:..__:j.... j.. al.
oiimentn oumprobaiorio de so hlver realisado a roex-
pnrlacio ; e nlo em dinbeir... oomo detormiua ooilnd
regnlamento, que, neala parte, revoca, oru attenrjo ao
que representarlo oa negociante! deila pra{a acerca do
inconvenientes, que de um tal .y.teina pruvinhio.
Ditoo mesmo, ordensndu-lbe, que mande .niun-
tar o nidos, que tem de vencer o destacamento poli-
cial do Unjo nos metes de jnllin e agosto futuro, o pa-
gar 192,920 rs. a Barlbnlnmeo Franoiaeo de Soma, pela
uiportannia do medicamento, que pelo corpo de poli-
ca ie Iba eoiiiprri.i para a ambulanoia, que acompa-
nlioii o destacaiuentii-, qno mirobuii para a comarca da
Boa-Villa. Parlioipuu-ie ao nommandante garal do
corpo de polica.
DiloAo inspector interino do arsenal demarinha,
.i(niKcando, que ae drspetaa eum na sncnorro, quo o
mesmo arsenal deve prestar embarcacAe, que osti-
Verem em perigo, devem er feilde ciinformidnde eom
o pareuer, que, acerca do cometida em aeu ollioio de (i
desle met, deo .. inspector da ibeanuraria de hienda ad
qur* por uopii Ibe romelte.
DitoAo meimo, validando o contrato, porque Jos
Antonio de Magilbic Bulo se nbrigou fater por nu
...rio do Ki.i-liraiiile-iln-Norte mil alqueires de farinba
de mandioca ; e iioiern.i....o, o sui ordens, ifim do
que parta quanto ante pira lili o navio, que lem do
levir o mencionada firinlia. Olfloinu-so respeilo ao
preiidenle dir Rin-Grande-do-Norte,
Dito Ao preiidenle do concelho geral de ulubri-
dade, declarando, que concede lo respectivo continuo
e porteiro a gratificiciode 10j ti. mensaes, que pro-
p9e, Ibeiej abonada peloeccrescimn de trabilho, que
obre elle va recahir ; e que providenciar Acerca do
conteudo em a primeira parte do officio, em que fez le-
melhante proposla.
Dito A' cmara municipal delta cidade, acornan-
do remella de 18 oflicioa de leeretarioi de collegioa elei-
tor.ea, com ai authenlieai dai actai da eleicio, que
nelleg le procedeo para dous senadorei.
IDEH do nu 19.
OfficioA'camera municipal do Recife orJe-
omdo que laca duaa apurac&ei do voto para a
eleifio do doui senadores por esta provincia urna
com o doi eleilore, declarados nullos pela cmara dot
dcpuladoi, e outra com os dos que (orlo eleitoi em con-
equencia d'esti declararlo ; determinando, que em
nenbuma d'ellaironte com a votarlo do collegio, que
na villa do Pao-d'Alho te reuni em urna caa particu-
lar ; e recommendando, que lome eiia votarlo emu-
parado, para menciona la no lim da acia geraf, que,
com lodoi os documenlot a ette objecto relativos, tem
de ter levada ao conbecimenlo do leado.
IDEH Do da '20.
Officio Ao commandanle das armas, nteirando-o
de haver concedido tret metes de licenca, ptracont-
nuarem leuieitudot.a Frincitco de Feria Lemot.eMa-
noel deFiria Lemot, soldados voluntuioi do legundo
balilbiode trlilbaria p ; com coodiclo de, dentro
d'este lempo, obterem ume outra licenca do governo
imperial. ,
DitoA'camera municipal do Recife, etigindo, o
fim de, not lermot do 10 do cap. 9. dai initrucc8et
de 2G de marco de 182* erem trinimittida a tecre-
taria de estado dos negocioi do imperio, e lilla geral da
apurarlo dos vol paia os doui scnidoret por ella pro-
vincia, etode acorreipondencia, i meima eleicio re-
lativa.
IDEH DO EIA 22.
OfficioAo commandanle dai armtt, retommendan-
do a eiecuciodo inperiil aviso de 13 de maio proimo
ftndo, que manda dar baila ao segundo targentodo.*

ta. Particpou-te ao Exm. vice-preiidenle da* Ala-
go, por cu jo intermedio (o o avilo recebido.
Dito Ao inspector da tbetouraria de laienda, de-
clarando, que, pira lerem aldndegados o trapiche! e
armatent particulares, de que trata em officio de 20
deite mez, preciso he, que ot teut proprietarioa, ou lo-
citoriot para itso obteabio licenca do governo im
perial.
DitoAo mesmo, determinando, mande abrir aa-
seotametiio e prv,a ao comet Jlo Jacinlbo Forma-
do Moura, que (ora engajado para lervir no primeiro
bitalblo da guarda nacional do municipio do Recite,
e cuja (Naci Ibe tranimitte. Participou-ee ao eom-
mandante superior da guarda nacional do Recite.
Dito Ao impector da theaourana das renda pro-
vincias, validando o contrato, por que Vicente Fer-
reira Marinho, aob lianza de Minool Figueira de Fe-
ria, e Firmino Tbeotonio da Cmara Santiago, ioo a da
Jote Duarle Hangel. rncarregrio-ie da illumimt;io
publica j o primeiro, em Olinda, e o legundo, ni po-
voarjio doi AfogadoK e dando-se por nteirado de ha-
ver Smc. marcado novo da pan meima Iluminado
sesta cidade por nln t?rem appirecido licitaetei *
ella.
Dito A' cunara municipil do Recife, recommen-
dando, tomeem c niiderado aimeJid.i, que, pan o
melhoramenlo da mitinea do gado neite bairro, e rio
da Boa-Vista, propfie o preiidenle do eoncelho geral
de nlubridade no odico, que Ibe remetle. Parliei-
pou-se ao presidente do concelho geni de nlubridade.
Dito A administrad dos estabelecimenlos de ca-
ridade, determinando, mande receber e tratar no res-
pectivo grande hospital um Ingle louco, que por par-
te do commandanle geni d corpo policial Ibn I0r apre-
sentado; e bem anim todoi oieolermoi. que d'ur. em
.liante Ihe (orem remedidos pelo meimo commandanle
geral, ou pe chefe de polica. Parliepou-ie ao
commandanle geral do coipo de polica.
INTEBIOR.
nm incommodo, uro onibiraco, de que quera livrar a
un vida.
Veremoi o que reiullon de.is deliberaclo, o du nn-
nera, por que elle a eicoiilou.
Tivera madama Tbor forca de nlo mind.r n casa
do Amab n.ai nlo pode comer a viva ancied.de, quu
fe ir ao encontr do pintor, que, iem duvda, ia
IranqulUsa-la. .
Julia tomou essa aocao por um aeolbimento man niin-
gavel, com que .un mi qu.r. reparar a eipece de in-
juria, que hava feito a Viotor, e Ih'o agradeceo no fun-
do d'alroa.
Viclor reoebeo ena atlenciuia demonstrarlo com
triste timidet.
Estimo rouilo v-lo, diise madama Thore, por-
que ia mindir i sua casa para.......
__ Seubora, nlerrompeo Vctor do promplo, np-
ponho, quo ha um objecto, a cujo reipeo luda a cor-
respondencia eal entre ni acabada ; rogo-lbe e.le
hvvr.
Villon tossio eslrondoiaineiile, e esmagoii orna penna
na carteira.
Fallaremoa esie respeilo com roen marido, dis-
so madama Tbor com bastante fren; i.m *u quera
lber, e Vro. linh valo hje Cario.
Viclur pruturou orculiar o abalo, que Ihe dava eaa
pergunla, e reapondeo :
Nlo, luiul.a aenbora, nlo vi Carloa i eenbavia-
lhe escr.pio, pedindo-lbe, fosie i uiinlu casa.
Nao be esU a aua earta ?
__ bim, senhor : e como nao recebi reipusla. aop-
puuba, que Crio, ealiveaae incuiumudadu, e vinlia aa-
ber nolioia sua.
Fro mortal gelou o curaca den mii, que, em aa-
ber p.rque, previo bornvel di-.gr.ja.
IJue | Vni oto vio boje Ca lo..'
r Me, eoliora.
Rio^de-Janeiro.
CONCLU>A
DO DI.CUISO, QUR EM CAMIIA D" DEPUTilloi, K
SEa>* iif 20 de maio eaoxiMo imssad, p.r occa-
SIAll DA DIUCU.IA DO VuTo DE OMrl, paalSUNCIuU
O SE. FEHIAZ. *
Anda a disousslo do senado, que, lia punco lempo,
liouve sobro a disln(lu de.so gabinete mai. urna pro-
vii iiiii foriieeen di.lo me.mo.
I', en a cmara licenca para lr algn, tpico, doa
di.cur.o. do nobre mini.tro da fateuda c ui.niilia,
e do nobre ei-iuini.lrii du imperio. Ui..e o primeiro ;
Rerebi or i.ni directo de b. M., para lunvar ao obef
eimis olliciaes dnoaqaadr. Di.se islo ao nobre ex.
niiiiialro, elle nioslruu-so um puuoo iigonid.i. Lem-
brou-me, porem, quo poderla ser, que a ordem nlo ti-
vaaM sido ei|iedida, e eu diaae ao cuncellio doi minil-
Ir.i, que, quilquer que tu.|e a de.intelligeaoia, eu to-
mara as orden, de S. M. ; que, e o inulivo da resolucio
do nobre ex-miiii.lro era cal" ordem, lobreella reoe-
beria lamban as orden, de S. M...... Cumpre-nie to-
dava notar, quo i ordem foi espedid! deide o muinen-
lo, em que S. IM. m'a tran.roillio de viva vot em cirai do
tornbidilho da fragata.
Date o nobre ex-ninitro do imperio: A' visl de-
li deelaracio, firme na crenc de que dignidade Im-
perial linlia sido menoscabada ni roinhi pesso, como
mnilro d. coro, embor. oulr* peuta emende o
contraro.......
tem ideia alguma
K ojo
(enca ?
Nenbuma, diise Amab embaracado; porque 00-
nhecia, que oaseu tensores eslavio justifieadoa.
__ io ouvio fallar de alguiu divertmenlu projecta-
do com o a eu amigos ? Nio suppfie, que elle lenha al-
liuiuara.au, ou laln-i alguma....... occupajlo, que o
leve longo.
E. raaneira, por quo madama Thor pronunciou a
palavra ocenpaelo pcrmilli Viclor lom.-l. no
seu maia lito semillo ; era pergunl.r-lhe, se Crio, nie
seri. d<> .rrastr.do ilgum dea.e. encontr., que nlo
teem nomo, para .editar ero pre.enca de urna don-
tella.
Viclor oentendeo; e, por querer ganh.r lempo,
para .aber oque er. fulo do C.rloi, respondi com
nina pt'rlurbacSo, que proceda da mentir., queiadi-
ter, oque madama Thore tomou pelo embar.cu, que
elle experimentan em confirm.r aa sospeiUa do um
mai.
Podo aer, quo elle, corao teohora da, lentia
nlguma oec.p.cao, quo o fava andar por fr. lodo o
da Todava, e..e nlo he o .eu co.tudie elle he
cueto', aooeu eehir niulllcini, como .upponbo,
bol do r'alhir eom elle.
'. Enllo, Vro. no lem nenbum reoeiof
Seulium mal preoiao delle, e conlava leba-lo
iqui; e, como ja Ib disa, ao o acbar em minha eaaa,
maiidar-lh'o-hei.
Vielor levanlou-ie, como para de.pedir-io.
Denle qua elle eulrtra, Julia, de ulho prega doa no
trabalho, nlo crgura cibec. Piriell, a auiencia d.
Cario, era um pretexto, de que Violur iproveilara;
ua precipitada retirada era um aoto de complacencia,
um de.te. .crsili.mo., oom que o aiuaule prooura cap-
tar a benevolencia de urna mai. Leva..ion, puri.uto, oa
olhos para Viotor em r de gradeoimento. Este, quo



Ml

te.



*
-------------------------------r--------------
O Sr. Goma dos Sauloi: Ella peaoa era o nobre.
miuiairo da Hiariuha.
OSr. /erras: Nl nln pircarlo, n .li(o o no-
bre ili'|iiii.iiln cnnvencer-aa-ha |n-la oumbinncao dos pe
rindo, e propuaicflna aiileoeilnnlee o nonaeqiiuutes.
Ora, en ()ual incr pail, mido 11 v.icm.i ro|iraoiitatTii
marchaste regularmunte, neiihuin tmnium prubine, ne-
nliinii luiuialro, f|no eoobnccc aa auaa obrig icfles, ain-
Jii i:.mi<> vcrdadoiraataoi naulaa, deixaria do nCCIil-
ta-laa lomar aubre li a reapnnaabilidada do f.intu. para
que de m-nlium inodu finaste desatibarte a ostral; mu
enlro na contrarise d, naa minore, omisas uure-
ae iiiii iiiinialri. duer: O inouareh nao quer.
O Sr. Gomes Jos Santal: lata vant de detrlt.
O Sr. Firra* : Venlia donde fifi", a censura coba a
lodua: he um erra, he un,a falta de dignidade |
Disia-te, que o miniatcru patiadu abrira una po-
ca nova, que ua obuioi uaibiirio io deeapparceer {
nina u contrario auuoedeo; ui.n.irca abutiia, rnniuroa
malea liippurtainna.
Ellej SMaiavio 01 minuten.n paitad.la pur ciirmin-
pcrem aa maa eleituraca, mi forjaron! ai eleicSea, o se-
guirlu aquilln nic-ain>, que unaui ,i v.1 ; e nunca vinoa
liiai rea cvmploa de violenoi'ia e corrupcari ; reeoll m
M i liialuria dui eleicOee du leadores o depuladus de
qu.iai ludaa aa provincias.
Anida lia patino, curren ncala caa un imprem, qur
atu-aia o que acabo de duer. (Muitrou um peridico de
l'criiambiico, u Naiareno).
lie Irrrivcl Guala nbrigar um partido a aceitar um rao
dui.ilo pur inora vunladu du minilcrin, un oanddalii,
que,sobre nao ter conhcc.ido ua provincia, lubre n in ter
nella uBVicui a, can pudia reprcaeiilar kmii ulereases,
e se loba un desacreditado pelo acu mo procodnneuto
cuiim uiiuilru. Aa vetes o candidato di-aae iiiiinaleriu
uiu liulia unir rfco/imriendaclu niaia du que ier pren-
le de um uiiiiialru | S'bro vate puutu Inri anda uin;i
ubacivaci I, e lie que o iiiiniaicriii, para ubrigar a curda
n earnlher u n-u candidato, rudcava-u na lula triplica
de M ni du Suma de mudo que a com, para nao ea-
cujcr peaana. ile.Coulieoiilaa, aeiu iuipurlaucia, desp-
danle iniirui can, ica icrvico, via-.e na necesaidade
de ce. Iih r candidato du minirt.Tni.
O Sr. Urbano '. Se ii nobre dcpulado cnilioccaic
ii Sr. Mai|ual e Soma riprimir-tc-liia de entra nia-
ncira.
O Sr. Ferraz : (ut 1 Eu nio me refiro a peisoa
aLiima ; fallei em Manueii de 3ouza, para indicar cer-
tas incapacidades, ou nuilid des, de que se rodeavio o-
codicalos du minitierio ; deita eipieaiAo utio o meut
cou>piovinciirioi, e os iubitanle de Minai, para deaig-
iWfin a pessoai de puuca impurtancia, c desliluidii
de imlrucv'u...... Ma, i>b I nio me lembrita ago-
ra da pijpvmcia de I'er nuiiliuco (risada), releiiaine
eu Idu Grande-du-Morle. O nobre depulado, puiiu,
toan ii u 111 r .j,i ; com a tua provincia acaba de dnr-se
o iiii-iu ii Eu cobo de lr um impresao, que a |ui te
nln), que pJe aer eia|(eradu ; nnlle tejo, que o lio-
tire deput. du couiiiiunirava ao seu puilnlii, que te Ii-
nha ntlo na dura neceijidade, uu ne Inste culluio de
acceilar ci-i lu candidato, por causa do leu grande pro-
tector, e nao era poiiiiel deiiar de fazer a tua unlade ,
qu asiiiii o minuten panado lite linlia i loi(a obri-
gado a acceitnr ene candidato. Duse, que poda ser
eiegrrado ette impietso ; mas o fado ensle, cartas cir-
cuito por luda a paite ncsle sentido, e o nubre depula-
do o nio pode negar.
O ir. Urbano : Vio-M, e conlinba isto, que esta
no inipresso ?
O r. Ferraz : NSo ern do mesmo tcor do ini-
|ireno ; mal declarato a cullisio, em que te virio al-
gum n ,bies depuladoi, a viulencia do ministerio em u-
bnga-los a arciitarem esta candidatura.
U Sr. Ui bao : Enlio mnttre-aa.
OS'. Feriaz : >iau me be ho|e possivel; poique
nao pari em minba mo ; mas os nolires depula'los
nio o oi-gio. Nem su eisai caitai se mustrao : outras
alguem tem visto, alguem lem aprestntado para pro-
var esta (noleiiao, abusando assim de urna lio alta con
Sanca.
Vamns a outro ponto. Diiia-ie, que os ministerios,
que eiislitio anteriormente ao de fevereiro de 1844,
linbio giaode Tome de arbitrio : no emlanlo, uenbuii
b uve, que tanta (orne bouvesse mostrado como o mi-
nislerio pistado. A si lomava ludo : j,< as decitOes sobre
a validado das eleirOes das esmira? municipaei, e jui'e
de pai; ja a inlerprelacio do acto addicional sobre a
quesliu da maiona dusdoui Utvos das aiieuiblat pto-
*incaes.iilo be, te ui dout leicui erao de lodos os men
brua, de que te compoe a assemble provincial, ou un
cairente dos Miembros presente!. 'ludo era arbitrio !
despre va mleiraaieole o corpo legislativo. Ma eieiu-
cao dai leis, o mesmo arbitrio. Decretou a cmara un
le de muas, e loi apresenlada ? Nio : o ministerio nio
quena prestar conlaa, e at duia-ie no relalorio, que
era lato impoaaivel'!
ai K camira labe, que le fatia o orcamento ; mis, apa
zar diiio, o governo quera uma prorogaco do anterior
por aeit niives, e ooemtaoloessSat inteirasestrilmen-
te comumilo ae.
0 eorpo legislativo houve por bem, que (onem rein-
legrajo* os desembargadore Belmonta e Tavares, eu-
jas aposoniadoriai nio firio approvadas : o ministerio
negiu-ea sto, e s eata artigo da lei leve eiecucao,
ha poucus dial, pelo ministerio actual, depoil que aqu
reclamei contra um lal procedimenlo. Honra ao minia-
torio actual pelo respailo,que mostra ii decisOei do po-
der legislativo.
Ha anda outro ponto,lobro oqual reclamo a alinelo
da cmara : o ministerio passado decidi, que os diici -
pulos de uma escola liornas ip a lazar exame as academias de medicina, onde nio le
admitte ninguein a enes eiames, nio tendoieus ttulos
acadmicos. Elle arbitrio be inleiramente contrario i
legulacio existente.
Anda muitai outras couiai poderia eu dizer; mas
ibamare a attencio da caaa lobre o teguinle laclo. A
ui do .-de duseinbro de i S i maiiduu nrganisar o
quadro do eiercito : na eiecucao deita lei injustica lo-
i ni Dinuieili l.is Para remediar.o corpo legislativo ap-
provuu uma resolucio, autorisando o governo a alien.ler
d! i i-1 i r ai 11_ 0 i,.|iii'veii|iri'-enl i--eni dentro do espado de
6 mezes : corno loi executada esta lui ? Quem he militar
he que pude conhecer os males, que proJuxio a execu-
cio desla medida, o abuso desti autorisacio. Nos lti-
mos das, em que etpirava o prazo de leii meses, saino
um decreto, mandando, que o supremo tribunal mili-
lar atlendesie a todos os que mi ultimas inspeerdas de
setle fosiem ulgadoscapozei de servir; considerou-ie
roiiM ultima inspeccio de sade qualquer, que tiveise
sido leita em qualquer poca, e assim lodo o mundo en-
Irou para a primeira clasie, excepto aquelles olficiaei,
que, estando as provincial, nio podiio laber da dii-
posicio desse decreto, e que nio tinbio pastado por
inspeci-Ses ; inultos do quaes loem bailante! servicos,
estio apto! para conlinuarem a servir, e s pas-irio pa-
ra a terceira ou quarla clasie pelo laclo de se lerem en-
volv.lo ciii commocei polticas. E tio ai cgn andou
0 governo, que, poueoidiasdepois, liouve de reformar
um olli. i al, que tinlia passado para a 1 ciaise, nio
ubstanle os seusenmes En uma medida, que vaicau-
ar um translorno extraordinario, e um augmento de
despeza, que anda bem se nio p le calcular. Eii co
'no csie ministerio procedeo na execucio dessa lei, en-
tretanto que rensurava o ministerio passado.
Na orjjaniseyio dos regulamentos,nio atlendia o mi-
nisterio passado as lois existentes! la osl o regulamen
lo dos crrelos, que revogou diposic,es de muitai
1 is e.iin da constiluicio, e onde o poder executivo
reservou para li 0 alterar aa respectivas impnsicda e ta-
las, quandojulgasse conveniente, sem autorisacio do
poder legislativo.
ltimamente, nio poderei deiiar de, como amigo d
impiensa, reclamar a attencio da casa lobre o regula-
incnlo, queconfere um privilegio exclusivo i typogra-
|.hu nacional. Este regulamenlo nio s violou a lei,
que Ibe deo existencia, mus anula eslaboleceo um mo-
nopolio terrivel contra ludo. He esta uma medida in-
leiramente contraria aos interosses do pa'.z e a liuerda-
de de industria Qi o regulamenlo.)
U aitigo35da lei do orcamento vigente autorisou
o governo a expedir o regulamento preciso para larer
eflictivo u privilegio de unpiesiao das leiai, etc.daty-
pugraphia nacional, para leiem vendida! em collec(5ei.
U piivilegiu, pon, era para as rollen o s O que fea o
governo? Esiendeo o privilegio aludo; prohibi a
impressio dos actoi em separado; prohibi a impressao
das leis nos peridicos, que nio fossem olTiciaes ou au-
loiisados para esse lim; prohibi a imprestio por in
teiro em olirai scienlifca, permittindo apenas a sua
nii;i"i, ou extracto un ule lilemente, per accideni 1!
Que benelicio! Ai Iris, pois, u'oracm iliante nio po-
derud com facilnlade ebegar ao cunbrcimento do povo:
ninguem puderi imprimir d'ora em diante qualquer
le comsua anal.yse e coinmenlarios, o que lio til e
de antier be; smente os peridicos olliciaes.ou lavo
reculos felo governo podcrio impriaiir as leis, decre-
tos e as decisoes do governo !!... A analysedette regu
lamento conduzir-me-bia amuito; mal.....
Sr. presidente, acabao de toar 3 horai ... A cmara
ae ai ha fatigada, e nao posto, poi lano, levar ao lim o
meu discurso: mullo anda tenho que dizer, nio .6
pelo que tuca a violencias commettida pelo minnlerio,
ao exclusivismo, que toniou porsystema, em proveilo J.
leus prenles e amigos, ao arbitrio da lubsliluicio do
papel uioeda, aoi desperdicio!, i prostituicio das gra-
cai, e a oulros muilus objectoi ; mas anda pelo que
dii respeito ao nenbum melboramenlo, que durante o
Maa liiinbeni quando mu bmueiu vult, lie felu,
dase madama Tliore, que procrala penetrar os aeiiti-
nii ni. do Anoib.
eipaco de 27 mezas tivero ot negocios a sea cargo:
guardar-me-hei, porm. para outra occaiiio.
OSr. Itibouoai : Justamente.
OSr. Ferrai : Eiinto lar incommodado ao no-
bredeputado: linba elle todo o diraito de retirar-ie.
Nio poss >, i vista do que disse, Sr. presidente, vo-
lar pelo voto de gracas, lal qual se acha redigido.
Correspondencia.
calava prealcan aaliir, esae ulbnr, iiapendeu-ae, cono,
que lie.non, e luinuu a aentar-ae, decidido neate mo-
mento a por < ni necucao ti leu plano de conduela a
reapeito de Julia. Fui enlto tambciu, quo madama Tlio-
r le iembrou, que eaaa visita para ella e para a lilliu li-
nba |;i.niilca ilillii uldiidra : naaenluu de levar a COnVer-
aacao para lunge dua penaanieiilua, que podiio uceupar
a iiiiIh.., e diaae a Vii'lor ;
He parj iil(i,m novo quadro, que Vm. necesaita
de Carina?
Nio, aeiiliura, nio trnbo anda lantoa Iraballma,
que tija ni i q; mili i. i n pi i .; nr nt me ii a di.eipului, eatV
ana graiulea inealrea cabe deaileuliar cerina purniciinrc
de aaae obr .a, para cunlia-loa a ajtua menoa habis do
que aa auaa
Todava, o acodar ieiu duvida prepara algiima no-
va cunipiiiicau:'
Eu iiiiballio aempre, respundeo Amab, acceniu-
iiiiln aa palavraa ; na muilo que l,m i, para vir a nr um
grande arli.la,
Kiuube Vm.ja?
Ub .' nio, inuiba aeiibora, cxrlamuu Vctor cun
calor, e i oniu queiu ae.laucava n'uoia va, ruja barrer
aelde liavia aberlu. He pur uulroi Irnbalhua, uulrua ea-
inii.-i.a que nao os iik-us, que aei liega aisla alta Hu-
meada,a em puleute |iuaicu, que lie a Cuia dua artu
tai. Para aer digno deaae nonio dugrandearliala, connm
ter u animo de aacrificar-lbo repuuau, a aaude.........
a vida, ae lio precito......... anda inaia du queiaiu, aa
ma graiai caperan(aa, a ventura auuhada, que noa aur-
n u di.penar, (juandu aa quer a gloria, l.e luce.aario
laquerer a Inriun, quaai que drarrlar da familia, quan-
du w U m a ven lora uc a poa.mr a vida de um arliala
lieuma p.rjei.i lu.la, uu.a conlmua abiugucau: U
cnudoa ilne.aanlea, viagrua l..nKin.|i,ai, que devufiullia aa luuiiiiiagein, eulili.i as.liruaa lulu il.ifiea de tu
o. aiiiioi da oiucidae, que 0Ulrua ua dcdiuau aua pra-ldu, quaulu ruucia caaa alleitu atollada alria ? Seria ex-
Ipu-la a urna lucia betn duviduaa. E na volta, aocreieen-
Sim, miiilia senbora, fcli, quando aeha lima fa-
milia, a qiiem pude duer : Ki.-aqui gloria, que
irngu i ni cambio du pesar, que cauaou a iniuha au-
aeneia.
Nio piJu madama Tlmr eiiganar-ae acerca da i
lencn, que Vulor punlia em auaa palavraa. Nio havia
duvida, que Amabdcaejava, que cll.ia tivoiaeiu um en-
lido parlicular para aquella, que u uuvia. Era eoino nina
nplicacau du aeua aenlimenloa c prujSOtuS. Madama
1 bore quit, que caaa explicacau foaao lia uniplela,
cuino Viclur u pudia deaejar i e dlaae-llin cun abala-
da vos;
Mai a ternura dn propria familia nio he a uniea,
quem te puna ofteruucr a gluria.
A'eiiaa palavraa Julia poi-ao a tremer, Violor agi-
tuu-ae na radeira a f,.e-la griuvr, madama Tburoea-
peruu. Uiu re.pondeo Viciur inimedialamenle, llu ad-
mirado heuu da entrada, que llie davau. Em lim luiuuu
anima rerpoiidvo :
Niu aua liu vaiduao, que acredite poder inapirar
una etteiciu baitanlu viva........., para ser aiini pa-
'""'r......... a aperar......... uma vulla iucerla.........
lalvei.
Julia abafava-. custava-llie a raapirar......... Violor
cunliuuou:
Porque, a ier pouivel, que alguin leconlenlane
Sri. Redaeloru. Nio posto por mait lampo ser
mudo espectador do desregime.n policial desta comarca:
e me julgaria em pecoido, ts nio revelaste, ou anlet,
a nio juntaste o meu brado aot que te levantio diaria-
mente para protestar contra a perasguicio fe ro, que
exeree a polica de P lo-do-Alh i sobra tudo, quinto be
digno de reipeito e proteecio. Ja nio lio nicamente
ai peisoii, quegemem 10b a brutalidade desiei baodo-
leir.it. a que, por eioarneo, dioaqualificacio de aulori-
dadns praieirai-, as propriat cousas resenlem-se de tua
maligna uilluencia, e deparecem, por teus iofernaet cui-
dados
A agricultura, que noi lustenta, e que nos enrique-
ce, mereceo sempre o maior cuidado dai leii e a protee-
cio maisaitignalada de todos ni governantes : anima-
da pelas adminisiracOes anteriores, protegida pela furca
publica, essa grande f.mle da prosperidade nacional
eaminliava desassombrada nesta provincia, e promel-
lii aoi Pernambucanoi um seguro recurso contra a mi-
seria publica ; mai veio o Sr. Chichorro, e com elle
lodos o delirios de tua polica fazer-nos sentir, que um
genio mo pode influir sobre ascouias anda as mais
estaris. A vinganca desia gente brutal sobe um
tal ponto, que exeree o seui falaes estragos, al so-
bre os objectos, quem a raiio.o bem publico e a eona-
ciencia maodio tributar serio reipeito : infame cani-
balismo !
Nio contentei os policas de Pio-do-Alho de haverem
insultado o Sr. do eogenhoRamos, arrastido-o
(ieranle o tribunal criminal, onde loi reconhecida e
proclamada a sua innocencia; nioiatitleitoi de teremcer-
cado e varejado a tua caa, prendido ot teus escravot,
interrompido os seui trabalhot agrieolat, ciutando-lbe
incalculaveit prejuiot, anda boje pretenden) colloca-
lo na impossibilidadd de tirar as vaotagent, que lio
reservadas Iquellet, que lavrio a Ierra Tendo ease dig-
no culiiuiiu vastas planiacOes, para ai quaes Ihe nio pode
bastar a fabrica, que possue, lanca mi doi servicos de
peisoas livres, que Ihe oflerecem o seus trabalhos, pela
certeza do lioui acolbimeoto o pontualidade na pags.
Este procedimenlo, aproveitando ao proprietario, uli-
iisa iquellei, que achio nelle um meio seguro de ga-
libar a lubiisiencia, e moralisa a populaclo, libertando
muilos individuos da ociondade, quasi sempre fonle
impura de vicite crimet: e uma polica bem inten-
cionada, longe de pertuibar uma obra lio meritoria,
deverii prestar todo u favor e animacio ao proprieta-
rio, queatsim procede; mas a delta comarca, ante-
pondo a vinga e a malignidade ao dever taafaz os
teus odios cum a opprestio da agricultura e a anima-
cio dos crimei. Sob pretextoa miseraveit, ou, pira me-
Ihor dizer, lem motivo algum, prende e persegue aoa
individuos, que o proprietario du engenboRamos
tem oceupadot; ostenta nesiet actos de pura barbari-
dide o apparalo reiervado i perseguidlo e punitao doi
glandes criu.es ; conserva em perenne attedio a cata e
ierras daqu> He cidadio, e ate vai arrancar das Olios do
liomein laborioso, no campo, o instrumento, que at-
iesta a sus repugnancia ociosidade .'
\endotaet loucurat, Srt. Redactont, muias vezes
pergunlo, le temoi leis, .e le temos autoridadei incum-
bidat da observancia desiat meimai leis ? Alguem me
respondeum; mu eu, que observo o factoa, di
go, que pode ter, que existi leis. porm neg a lis-
tnela de autoridades, i quemcumpr observa-las o la-
ze-lai observar ; digo que o actual rgimen s te di-
nguu por aclot de depredacio e vandalismo ; digo
que a polica, em geral, e particularmente a da minba
comarca, tu tem uma missao: a de promover oscrimes
e perturbar a Iranquillidide publica; digo, finalmente,
que be mleliz todo o cidadio, cuja fortuna be lutcep-
livel de mover a attencio da borda de famlicos, que
te elegirlo em mandoei.
Pedindo ibes a imeicio deslat breves linbn, Srt.
Medidores, pens ter cumplido um dever como cida-
dio. e observado um preceilo como cbriitao. Heos
me queira por a abrigo da surte, que lem experimenta-
do a maior parle doi bomeni grados do lugar, que ha-
bito. Sou, etc.
E...
ion elle cum um luipiro, acbar-ie-hii provavelmente
logrado.
Julia eiicariiu-n, o t abaixou ot olhoi ao olhar aeve-
ro, que Mo lancuu a inti. Vctor proaeguiu :
Kiudigu, quu leu ha elle ndireilu de ae queixar
doolnd, cum que u Iraiaiiem. Que se pode dever a
quem l.u prumeaaaa, que lalvet nio cumprir* ? Pde-ae
ruinar cum mu curacio, que prefere aa iucerteai de
uma carreira bullanle, maa arnacada, 4 ventura, que
llio entra pela porta denlru? Pela iniilia parte, minba
ambara (aqu perturbuii-ie a tui de Vctor), ae me fo-
ae jamaii dudu aperar, que alguem me prumelleiie ae-
uii lli.uiie ternura, julgaria do meu dever declarar-llie
que uiu c.iiifiaa-e ua auulioi de tua felicidade a uiu ente*
caprichuau, extravagante, que vive uum o aeu penia-
uieiiiu, cniui eni u aua maia clian ciiinpanlieira ; que
e receiaite de ver perdidas aa suai eajierancaa pur um
de-pul,., por nina culera, em que niu lena parte al-
guiua; que au pediste a aua ventura iquelle, que niu
pode dever-lliu toda a delle; que nio approxiniaaae a
tua alma delicada e fraca dene eapiritu de ferro, que,
laucad,, pela ambicie, cuma urna flexa por um arco p-
leme, raiga e quebra tudu o que ae Ihe uppe, ealgu-
i veica ae quebra a ai meaiuu, auiee de chegar ao
Publicatjao a pedido.
Um. Sr. Paseo, is mioi da vTXoncioj7aT
cloa, que me dirigir os olclaes do I.o batalhi T
guarda nacional da legiio de meu lotorlnocimrnin
capltiei, Ignacio Francisco da Penha, Felii Ferroir,V
Moraet; tenantes, Luli de Andrade Lima, Manuel p
reir de Moraes ; e alfares, Miguel Beierra de Vate"
cellos, Antonio de nollanda Cavaleanto e Antonio J0rn"
Guerra, solicitando, em seus aopraeltodos ofclui nft
intermedio deste commando, demlsilo doi p,ut0's !
luai patentes, como V. S. veri dos meamos odelos-.
lim como, desojando eu tambem oomparlHhirem i.,,?!
senllmeotos com os meus companhalroa oOlclaei n j
missfles, que psdem, tenho Igualmente de a lolidii
por Intermedio de V. S., que tere a boodade de levar/'
conbecimeoto do Exm. Sr. presidente da provincia m
nha demissio ; o que tenho a honra de lavar ao coat."
cimento de V. S., para sua inteligencia. .
Dos goarde a V. S. Engenbo Cacboalrs. tt ,j, -
co de 1840. Illm. Sr. laooel Tbomi de Jasas, can
mandante superior da guarda naelonsl do munie|pi0(j"
eldede da Victoria. Z.tit Martint Pirein Uaunm
major e chela Interino da 1.* legli.i.
///. Sr. Cbegando ao meu cooheclmenlo i n
forma, que acaba de aer proferida palo Bim. Sr. prM"
dente da provincia na pessoa de meu commanaanti
tenente-coronel do I.* batalhio, Manuel Ouarta Cotti
e svmpathsando eu cornos seus nobre sentirnanto.'
desdej tomo a deliberacio de solicitar do mesmo Bi,'
Sr. presidente, por Intermedio dessa commaodo, ds-
missio do pasto, que ora eserco ; protestando, todava.'
de mlnha parto obdienela e adbesio ao throno daS m'
I. e 4a lotlitulcoei, que oonstituclonalmento nos reum'
Daos guarde a V. S. Gtdade da Victoria, | i i,mJ.
de 1816. Illm. Sr. Luiz Martina Pereira Monleiro
major commaodaoto do Io batalhio da guarda nacio-
nal da cidide da Victoria. Ignacio Franciiea da p,"
nha, capltio da 5.a companbia do mesmo batalhio.
Iguaes olDclos lorio dirigidos pela toncle Luude
Andrade Lima e alferes Miguel Beterra de Vatcoocalioa
Illm. Sr. Nesta data acabo de reeeber, eom o /
maior deipraier, a despedida, que me le o rneucem-
mandante o tenente-coronel Manoel Dua re Coila, em
aeu ofllclo de hoje datado, pela entrega, que acaba de
faier, do commaodo do batalhio, por motivo da refor-
ma, que Iba fol pronunciada pelo Exm. Sr. presidente
da provincia ; e certamente, tendo eu acceitado o pos.
to, que ora aierco, fundando-me tio tmenle nos deis,
jot, que me assistiao, de servir com o referido mta,
commaodante, tenho, portento, de exigir do mesmo
Exm, Sr. presidente, por intermedio desse commando
minba demissio, dsndo-me, por conseguate, desde j
por demittido : o que assim tenho a hoora de levar io
conhecimento de V. S., para seu conheeitnento.
Dos guardes V. S. Engenho Ronda, lide marco de
1846. Illm. Sr. Luiz Martina l'ereira Monleiro, nn.
jor com mandan te Interino do 1.* batalhio da guirdi
naciooal da cldadeda Victoria. Flix FemiradtMo-
raet. capitn da 9.* companbia do mesmo batalhio.
Illm. Sr. Nio fol coro menos contentamento, qrji
recebi, como despedida, o ofllclo, que me dirigi o te-
nente-coronel reformado Manoel Duarte Costa, com di-
ta de boje, commuolcando-me a entrega, que fe, do
commando do batalhio aoseu succesior, o cidadio Vir-
ginio Carneiro Leio ; a nio me convlndo, poli, conti-
nuar por mait tempo no servico da guarda nacional,
tenho uesta data de solicitar do Exm. Sr. presidente di
provincia, por Intermedio de V. 8., demissio do posta
de minba patente: oque me cumprecommunlcaraV,
S>, para aeu conbecimenlo.
Dos guarde a V. S, Eogenbo Ronda, 19 de marcte
I8iri. Illm. Sr. Luii Martina Pereira Monleiro, majar
eommandente Interino du 1.* batalhio da guarda nacio-
nal da cidade da Victoria. Manoel Ferreira de Mo-
ran, lente da 5.* compaohia do mesmo batalhio.
Illm. Sr. Acabo de reeeber neita dala o ollic/o,
que me dirigi o Sr. tenente-coronel Manuel Duarte
Costa, cemmunicando-me a reforma, que Ibe fol profe-
rida pelo Exm. Sr. presidente, deixando, por conte-
guinle, de continuar no commaodo do batalhio; lenbo,
portento, de declarara V. 8., que, visto ter o meu res-
pectivo commandsnle sido Injustamente reformado, a
nio me convlndo aubjeitar meus sentlmentos ao capri-
cho de outro ebefe, que teoha de commandar o bata-
lhio, dou-me, portento, desde o momento, em que re-
cebi sua parlicipaco, por demittido do posto de minhi
ptenle; podendo todava V. S. dlgoar-se solicitar do
mesmo Exm. Sr. presidente da pruvioola, por interme-
dio do Illm. Sr. com mandante superior, nimba demis-
sio : o que asaim me cumpre communlcar a V.S pan
seu conhecimento.
Daos guarde a V. S. Quartel na Sorra- Grande, U dt
marco de 1846. Illm. Sr. Luii Marlini Pereira Mon-
leiro, commandante interino do 1." batalhio da guarde
nacional da cidade da Victoria. Antonio dt Hollandt
Cavalcantt, alferes da 4.* companbia do mesmo.
Igual uulclo dirigi o alferes da 4.' compaohia, Ma-
noel dos Prsteres Mello.
Illm. Sr. Agora mesmo acaba de ser reformado,
pelo Exm. Sr. presidente da provincia, o meu coonnao-
Maa tu enlio nio o cumprehendesle, eiclamuu
mai patinada, elle ata a partir, e o dieie.
I'uia bem nimba mai, diae Julia com orgulliuu
alegra, eu o eaperarei,
Quando o incendio tem indicienlemenle lavradu, tu-
do Ineaproveila, ate a agua, que extinguira ais fraeo
br.neiru : u meaiuu inccede eooi o aniur.
Madama Tliore oaluu-ae ; Vilion eaculava. Tinhi
Vieiiir fallado aiuceranienle ? Madama Thui u creo ao
principio, o admirava ene liumeai, que lo aacriliciii
para curar urna ferida, que havia feilo lem u querer.
Maa, au ver que tudu isao t linha feitu exaliar mais a
paulo de Julia, duvidou, e a ai meiiiiu perguuluu, sa
nio Iratava cum um seductor de superior liabilieWe.
De nutra parle, madama Tbor nio ae entenda cum ea-
aa lingoageui altiva e louura de Amab.
eom u puueo, que valhu, er Vm. nimba aenhure, que
tu saje 14 lulu, para esperar, que caaa afl.icJo reai.ta
" au.tnna........pi. que em bieve t.ei de partir? Qu
I t)du a Uiu tranca de um pubie artista vaKauuudu con-
alvu.
Julia trema a faier raedu a aua mai, que, decidida a
ourlar a cunveriafto, ditae cum aupplioante Vui:
Vm. tcint.lveira.au; maa Cartua nio appare-
....... Se Vm. quieaae ter a buudado.......
He verdade, iiiiuba lenhors, acudi Vctor de
prumptu, eu vuu protura-lu, e prumellu-llie, que o lic-i
dn adiar.
t saliiu, Julia niu pudia raaia respirar. A mii, toda
aasualada, dia.c-llie baixmliu:
bvuliu! uuvialc-u P
h luinliaiuli, diaae a duniclla, dando largaaao
ooracio, una elle b grande e nobre!
Para ella agluria, a fama, rio lmenlo palavrai Aoas
de sentido, e nada entenda desiaa eubliuiidades religio-
aa, que cerloa eacriplorea teem puatu era iuuda,_rei-
poita de arle o de arliitai. Compreben'lia, que le lr>-
balhaaao rauito, que, por amor du trabalho, aa deipre-
aaaaeiu prazerea, al suilher, e, em oaiu de neoeaaidaile,
amante maa lato, no aeu eilyl, nu aa chaina va iuWi-
mea abnegajea, ardentea luetaa. Para ella uta piula'
era um pintor ; niaa uiu um aacerdulo da arta, para-
mentado nai auaa cclealea inapiracea e miaau divuii-
Nio acliava iiso ridiculo, puia para tiolu niu conhecia
bailante ua artilla! ; mas julgava-o inooiiaiderado, '"*
certu, e, ao ver a fillin enamorar-ao drsas liiiguagera
meiaphiirica, aentio-ie inleiramente deaanimada. Lem-
brou-ae, que seu hlhu a poda illuairar, guiar, e recabio
na aua pnu.cira iuquieta(au, au reparar, que a hura du
jamar ra panada, equeCarloa anida niu havia eppa-
recidu.
(Cantil
-
ate


^""
*3
I, o tenente-corooel Minoel Doirte Coila ; e desejando
eu timbera compartilhar com reforme, que Ihe Tai
profeilda, desdeja lolicito do mesmo Eim. Sr. preil-
dpnle de provincia, por iotermedio desie commando,
demlssio do posto, que ora terco : o que assim o com-
muniro, para eu coobecimento.
Dona guarde a V. S. Engenho Tabocas, 12 de marco
de 1846. IUm. Sr. I.uiz Martina Preira Monleiro.
iiij">* com mandante interino dn l. batalhlo da guarda
nacional da cidade da Victoria. Antonio Jorge Guer-
ra alle'es da *.* compaohia do mesmo batalbio.
1- IUm. Sr. Bu) consequencla do olliclo, que me
dirigi, com data de II do correte met, o teoente-cu-
ronel Manoel Duarle Costa, relataodo-me sua despedida
nela entrega, que fes, do batalbio, por motivo da refor-
nu, que Ibe Col honrosamente pronunciada pelo Eim.
presidente da provincia ; em lata, pois, de seu etpen-
dido, e preando-me eu, na qualldade de ofcial do
mesmo batalhlo, partilbar da sorto, que Ibe coube em
semelhante reforma, tenbo da significar V. S., que,
Dio rae cootlodo entrar em nova lucia com os senli-
menlos d'ura oulro chefe, de ideias oppoatas as minhas,
que. wnha ducommandar o referido batalDAo, nesta da-
ta solicito do mesmo Eim. Sr. presidente da provincia,
por inlermeilo de V. S., demissio do posto de mioba
plenle
Daos guarde a V. S. Eogenbo-Novo, 18 de marco de
1846. IUm. Sr. Luli Martina Pereira Monteiro, me-
jor chele interino da <. legiio deste municipio. Do-
mingos Martin Pereira Monteiro, alfares da 2.* com-
panhia do 1. batalbio da guarda nacional da cidade da
Vctor!*._______________
carita sal e palba ; ao propietario Joaqun de Sou
Ribeiro. Passageiros. Manoel Jos Delgado. Joio Cle-
. monlino Serpa, e Luiz Francisco de Jess, com 1
escravo a entregar.
A'amo taido no mesmo dia.
Rio Grande-do-Sul ; brigue brasileiro .Ventor, eapi-
. tiojoequim Francisco da Silva, carga sal eago'ar-
dente. Passageiros, Jos Vidal, Hespsnhol; Bene-
dicta Pereira de Castro, com 8 escravos a entregar.
Edital.

COMMERCIO.
Alfandega.
RBIDIHBRTO DO DU 27...............11:0594666
Detearregdo koje 30.
HsrcThomai-Mellare -mercadorias.
BrigueSublime-' cebollas.
Consulado.
Rehdihehto do du 27.
Geral............................ 681*685
Provioeial.......................... 144,791
Diiersis provincial..................
826*476
PRACA DO RF.CIFE. 27 DE JNHO DE 18*6,
AS TRES HORAS DA TARDE.
Fl E VIST \ SEMANAL.
Cimbioi Continuio as Irinsicioes reglatela 26'/>
d. p. l ra.
Algodio Pequeas entradai.
Aiucar Entradas moderadas, e pequeas vendas a
1 j200 n. por arroba sobre o Ierro do bran
en encallado, e l# rs. do maicatado ; de
2*300 a 2*800 rs. a arroba do branco em-
barricado e eniaccido e a 1*550 rs. do
maicavado dito.
Couros Pouco procurados, e sio ollerecidos de 130 a
135 rs. a libra.
Ago'ardenle cuaca Vendeo-se de 52* a 55* rs. a
pipa.
Bacalbo O deposito he de 4,400 barricas, e o con-
sumo limitado.
>arne seca Exislem no mercado 52,000 arrobas, e
as vendas lorio diminutas de 2* a 2f400
ra. a arroba.
Firinha de trigo Nao houverio entradas, e o depo-
sito be de 7.000 barricas.
Knifjrao drpois. da ultima revista 7 embsrcacOea ,
eiabirlo 19, esiitindo boje no porto 51: sendo 1 ame-
ricana, 1 austrisca, 33 biasileiras, 2 belgas, 1 franco
zi, 3 inglesas, 1 napolitana, 3 portugueiss, e 6 sardas.
rO lllm. Sr. inspector da thesooraria de faienila,
em cumprlmento da nrdem do tribunal do thesooro pu-
blico nacional, n. 107. de 23 de agosto ultimo, man-
da novamente fazer publico, que do 1.* de selembm
de 18*6 em diante se principiar a fater nesta pro-
vincia o descont, de que trata o artigo 5 da lei de 6
de outubro de 1815. as notas de 2,000 ra. da 1.a es-
tampa. Seeretaria da tbesourgri* de fazeoda de Per-
nambueo, 27dejunho de 18*6.
O oflleiel-meior,
'____________ Ignacio dos Santos da Fonteea
Declaraces.
O eacrivlo e administrador da mesa de rendas in-
ternas provinciaes fax constar a todos os Sra. proprieta -
tios de predios urbanos dos tres bairroa desta cidade e
povoaQio doa Afogados que, nio pode presente-
mente mandar receber em suss casas o importe de
seus dbitos, como antecedentemente ae praticava; pois
que esta repartirlo tera um agente privativo para a
cbranos, o qual tem de perceber a multa de tres por
cento sobre o valor de seus dbitos, ae por ventura dei-
xarem de vir pagar na mesa, dentro dos 30 dias marca-
dos na lei, a importancia da decima de suaa proprieda-
dea do aegundo semestre do correte anno financeiro de
18*5 a 1846; e por iiso os convida a viren com prs-
tese solver seus dbitos, visto estar s concluir-se o ci-
tado praso. Recita, 20 de junbo de 18*6-
Jo Guedes Salgueiro
Perante a tbesouraria provincial tem de ir i prava,a
quem por menos fuer, no da 5 do prximo mex de u-
Iho, as obras da cadeia da villa do Brejo, oreados na
quanlia de 7:738,00* rs., j incluidos os 20 por cento
a favor do arrematante.
O abaixo assignado, encirregado do oonsulado de
Portugal nesta provincia, e igualmente d'agencia da
companhia brasileira de paquetes de vapor,declara, para
coobecimento de quem possa interessar, que o Sr. Sa-
lustiano Augusto Pimenta deSousa Peres nio be em-
pregadonem naquelle, nem nesta.
Pernambuco, 27 de junho de 18*6.
Miguel Jos Alises.
Avisos martimos.
Aloviiuenlo do Porto.
Navio entrado no da 27.
,siU; 29 dias, patacho brasileiro Unido, de 123 to-
neladas, capitiojoio Pereira Ramos, equipagem8,
carga sal ; a Gaudino Agoslinho de Barros.
A amoi saludos no mesmo da.
uboi pela ilba de S. -Tbom; brigue portugus Rio-
Ave, capitio Joi Rodrigues Dias, carga assucsr ,
tabico e ago'ardente.
S.-Malheus; lancha brasileirs Senhorada-Penna ,
capitio Luis Alves da Cunba carga sai. Leva 10
escravos do caisa.
Pbiladelpbia ; brigue-escuna americano Cumberland,
capiio L. Cassan carga assucsr e couros.
Boilon; escuna americano LocKiel, capilio J. Moynes,
earga assuca e couroi.
Navto; entrados no dio 28
-smoiin ; 60 dias, sumaos brasileira Emilia, le 60
toneladas, capitio Jos Manoel Rodrigues, equipa-
gem7, carga sola; ao capitio. Passsgeiro brasilairo,
Joi Antonio Barros, com 1 eaeravo.
kracalv; 17dias, bistebrssileiro Novo-Otinda, de 86
toneladas, capilio Antonio Jos* Vieira, equipagem
10, earga sola e cooros ; a Jlo da Silva Santos.
Pesssgeiros, Manoel Jos Pereira Braga, Portuguei;
Eugenio AmancioPaisioe Silva, com sus fssnilis e
2 crisdos, D. Isabel Mara de Jess, com 2 filbos me-
nores, Brasileiros, e 15 escravos a entregar.
m ; 32 das, sumsca brasileira S.-Benedieto, de *3
toneladas, capilio Joaqun. Jos da Silveira, equi-
pagem 7, oarga sal ; so capitio.
Barcelona e Malaga ; 52 das e do ultimo porto 30,
sumaca hesfanhola Ceiitmra.de 195 toneladas, ca-
pitio Antonio Matero, equipageo 12, carga vinbo,
aieite, farioba e mais gneros do pau; a Naseimen-
to SebseiTer de C* .__ ,
triaste ; 47 diaa. escuna sueca Teide. de 13o tone-
ladas, capitio A. G. Silsorslolpe.equipagem ll.ear-
gsfarinbajaN.O. BiberiC*
Hsil; brigue brasileiro l*do, de 170 tonelsdss, espi-
llo Antonio Rodrigues Gsrcis, equipagem 12, car-
ga sal; a Gaudioo Agostinbo de Barros. Passageiros,
Jos Fereira da Silva, Francisco Ferreira de Ol.ve-
ra, Brasileiros, e algons escravos a entregar. Ven
arribado, e segu para o Rio-de-Janeiro.
Navio soliido no mmo da.
iRio-de-Janeiro ; polaca hespanbola Caumira, capi-
lio Antonio Malero: carga a laeims que trouie.
. Navio entrado no d,a.29.
iw; 30 diss, sumses brssileirs Felictdade de 70
toneladss, capitio Jos de FreiUs, equipsgem 10,
Psrs Lisbos, com muita brevidade, vai sabir o
lindo e inuito veleiro brigue portugus Sublime, for-
rado e encatilhado de cobre: quem no mesmo preten-
der oarrogar ou ir de passagem, para o que tem excel-
entes commodidades, pode dingir-se ao seu capilio,
Joio Francisco de Amor, ou a Oliveira Irmios & C.,
os ra da Cruz, n. 9.
=Pera o Aracaly pretende sabir.com a maior brevi-
dade possivel, o bem coobecido e veleiro patacho nacio-
nal Laurentina-Braiileira, forrado de cobre: quem no
mesmo quier carregar ou ir de passagem, dinja-se a
seuproprielario, Lourenco Jos dos Neves, ra da Cruz,
n. 64.
Para o Aracaly partir com brevidade o brigue
Fiel; recebe carga por menos 25 por cento dos (retes
regulares do cottuine : qualquer Sr., que tenba a re-
moller aiguma earga, enlenda-se com o proprietano
r'irmino JosO Flix da Rosa na ra do Vigario ,
a. 23. t>
Para o Aracaly ssi.impreterivelmente at 20 de ju-
Iho, com a carga, que tiver abordo, o brigue-rscuoa
Santa-Ciuz; quem no mesmo quier carregar, dirja-
se a Movaes S C., ra do Trapiche, n. 3*.
asi Para o Aracaly segu, at 4 de julbo, a sumaca
Santo-Antonio de-Padua do lote de 7.6 toneladas,
forrada o pregada de cobre: quem pretender carregar ou
ir de passagem, dirjase a rus do Vigario, armaxem,
n. 5.
= Para o Ass, com escala pelos Tnuros, est a sabir
o brigue 'ocieoWa: quem quier earregar, ou ir de pas-
sagem, dinja-se a ra do Vigario, armazemn. 5, ou ao
capilio. a bordo.
Para o Rio-de-Janeiro segu, imprelerivelmon-
tn por esles6 dias, a bares Firmeza ; para aiguma
oarga, passsgeirose escravos a Irete dirijio-se a Gau-
dino Agoslinho de Barros, na pracinha do Corpo San-
to n. 66.
Para o Rio-Grande-do-Sul ssbiri breve o bri-
gue-escuna Neto ; recebe carga a frete escravos e
passageiros : quem no mesmo quizer carregar pode
eotender-se com Amorim Irmios ra da Cadeia ,
n. 45.
Para o Rio-Grande-do-Sul sai com brevidade
o brigue Vmbelma ; recebe carga e escravos a Irete :
quem quier carregar, dirija-se a Joio Framisco da
Cruz na rus da Somalia-Velhi n 13*.
=ParaoRio-de-Jaoeiro pretende sabir breva o brigue
escuOao/>o/ii>ina,epara isso recebo carga a frete: quem
no mesmo quier carregar, pode tratar na praca com o
capitio Antonio Pereira Martina dos Santos, ou na ra
do Trapiche, casa de Gomes & Irmao.
Para Lisboa sai, no dia 23 do prximo julbo m-
preterivelmenle, o bem coobecido brigue porluguez
Concerno-de-Mana: para carga e passageiros. para o
que tem os menores e asseisdos commodos, trata-se
com o capilio Manoel da Costa Neves, ou com o con-
.ignstaiioTbomaide Aquino Foosecs, ns ra do Vi-
gatio, n. 19. -" \ ___t_
A visos diversos.
_ Antonio Jos de Sonta Campos convida a todos
os seus credores. psra que compareci em sua casa, n.
63 na rus Imperial, no dia 22 de julbo prximo vin-
dou.o, as des bor.tda manhia.afim de trataren, de seu.
pagamentos, e tomaren, conta do. bens. que es.st.rem;
f, o presento, para que oenbum dalles allegue .gno-
""= Na loia o. 58 da iua Nova, se dir quem di a
premio at dMotos ail rii, sobre peobores deouro.
praca, oucuas terress;e ns mesma lojase venden, qua-
tro arrobas de cobro, brome, e lati usado, assim como
urna barrica com goma muito clara.
Preciaa-se do um cruji para todo o lervico do
un. homemsoltoiro, que se|i bom, e d fador a sua
conducta ; paga.se bem preferindo-se estrangeiro
em Olinda, ra do Amparo, caa contigua a igreja, e
no Recife, ra do Livramenlo, o. 38 primeiro an-
dar.
Alugio-se 2 sitios ns campia o ra da Casa-
*.' ,n,hos com muito boas acrominod.toes ; o
primeiro andar do (obrado amarello da ra Augusta;
2 casiobas na traveisa do Monteiro; os terceiro e quar-
to andares do sobrado da ra do Amorim, n. lo : a
tratar no primeiro do mesmo sobrado.
Joaquim Goncalves do Cabo avisa aos seus ere-
dores, que, por ter fallecido a sua consorte est prn-
cedendo a inventario pelojuio do civel da segunds
vara escrivio Milla; o pede a seus credores, se ha-
biliten, no Jilo inventario para seren alten lidos.
Aluga-se um preto robusto para todo o ser-
vico ; na prsca da Independencia 3.
Lotera da matriz da Boa-Vista.
Antonio da Silva Gusmio thesoureiro desta lotera,
paga todos os premios sabidos na exlraccio da primei-
ra quera parte da terceira nova lotera boje, das 6 as
10 horas da manhia ,e das as 6 da tarde ; e do da
primeiro de julbo ( amanhia ) em diante continua
no mesmo pagamento a quslquer hora do dia.
= Quer-se comprar a i eoda sita na ra do Aragio,
n. 43, pertencente ao Sr. Jos Machado Soares: quem
tiver algum direito a ella annuncie por esta folha ,
ou dirija-se a ra do Rangel, n. 11 ou a praca da
Boa-Viita n. 10.
Casa da F,
na ra estreita do ltozario, n. G.
Ocaulelistadacasa cima lai atiente aos seus fregue-
ses que Ibe compririo cautelas da lotera da matrix
da Boa-Vista., que elle principia a pagar as cautelas
premiadas da dits lotera, boje, 30 de junho, das 8 llo-
ras da manbia at as 6 da tarde e continua todos os
dias uteis as inesnias horas. Na mesma casa achio-se
a venda as cautelas da bem acreditada lotera de N. S.
julho prximo fucturo : *s cautelas sio de dcimo a
1000 rs e d vigsimo a 500 ra.
bio-ie700* rs. a juros de 2 por cento ao mesmo
sobro bypothecas em casas terreas ; na ra do Collegio,
botica n. 6, se dir quem di.
f Aluga-se o segundo andar da casa n. 16 da ra
do Trapiche : a tratar no primero andar do mesmo
sobrado.
Quem perdoo motado de urna correntedo quro ,
de relogio ; no lugar do Corredor-do-llispo, dirija-ie
a prapa da Independencia livraria, na. 6 o 8 que ,
daodo ossigoaes Ibe ser entregue.
Furt&rio, em 18 do junbo, do engenho de agoa
de Araripe Ircgueiia de Iguarasi 4 cavallos a
saber : um ruco cardio oulro pedret e oulro cas-
lanbo tapado, com esto ferro -G- e todos novos, ten-
do o ultimo o mesmo ferro em ambos os quirtos o no
queixo ; e o quarlo cavado be rsstanbo com dous
ps calcados estrella na testa a ponta reila cortada e urna belide em urn r.lbo; tendo o
lado esquerdo ferrado com um A com Iravessio : quem
dos mencionados cavallos tiver nolcia ou appre-
bende-los tere de cada um 10* ra. levando-os ao di-
10 engenho a seu proprietario OU a Boa Vista ao
r. us Antonio Alves da Silva.
I'recisa-sn fallar ao Sr. Jni da Silva Loio, ou a
quem suas vezes fizer : annoncie.
O abaiio assignado tendo ol.tido, pelo jui'O de
orpbios senlenca de nulidade da permuta, que, por
abuso do sua boa l o menoridsde, conseguir f-ier
seu ex lutor Manoel Anlero de Souta Res, sobre as ca-
sas que locou por, bernca de seus pais ao annun-
cianlo siles na ra do Pilar, dobairrodo Recife, ns.
112 o 114, e ra dos Guararapes, n. )3 previne
ao publico, que ninguern compre permuto, bypnle-
que e nem faca oulro qualquer negocio com o dito
Manoel Antero de Sou'a Res, sobre as ditas casss;
porque todo o qualquer contrato sera nullo o de ne-
nhum vigor, segundo be espresso em direito a vista
da erileriea que o annunciante obleve.
Jodo Aikanatio Diat.
Preciss-iede dous caixeiros para venda, efue te-
nhio balenlo pralica : as Cinco-Pontes, n. 21.
Rogase a peisoa, quo tlrou una carta do tormo,
por engao,que,eitando eila no seguro, queira a entre-
gar ao seu dono, Leandro Beierra Monteiro no con-
vento de S. Francisco, em Olinda, ou na ra da Ma
d;e-de-Deos, n. 9, no Recile, que te Ibe fica multo
obrigido.
Roga-se io Sr. thesoureiro da lotera da matriz
do SS. Sacrameolo da Boa-Vista nio pague, ceso sais
premiado, o meio bilbete de n. 2593, que se desenes-
minbou no da 10 do correle, e est firmado no verso
com o nomo de Anna da Silva Pnooira 4 tilhos.
ss Quem precisar de um moco portuguei para cai-
xeiro de venda, que tem bastante pratica, c da fiador
a sua conducta,dirija-se a ra do Collegio, venda da es-
quina, n. 25
Quem precisar do um bom destilador e rostila-
dor ou mesmo para administrador de engenho, an-
nuncie.
"W laETCJaESS-
pSe a todo o servico e tem quem a (mee sua condue-
la diri;a-iea praca da Boa-Vista n. 30, primeiro
andar.
= Os abaixo assignidoi Ia7em publico, que Ventora
Pereira Penna deixou de administrar a sua luja de sel-
l'iro. sita na ra da Cadeia do Recile, n. *9, desde o
dia 21 doeorrente, o poroso so acba inhabilitado de
passar recibos, ou fzer outra qualqajer tranaaecio em
nonio doa abaixo assii>nadoa, e bem assim no que al
agora gyrava, de Joio da Silva Braga.
Braga Silro f Comfonkio,
= Preeisa-se de um cria lo que aaiba tratar da
cario o cavallos no Ale'ro-da- Boa-Vista n. 36.
= Precisa-sede urna mulher que ae proponba a
farer o servico interno de urna casa de pequea fami-
lia ; no Aterro-da-Bos-Vista A. 36.
Alugio-se as seguinles casas: o sobrado de um
andar na ra do Sol, n. 25 ; nutro dilo com eolio ,
(fiotal c cacimba ns ra do Soba n. 50 por 30r
annuaef ; os dous terceiros andares dos sobrados ns. 4
6,comsotio, no Aterro-da-Boa-Visla por 300#
rs. annuaes ; o segundo andar e lejas do sobrado n.
20, na ra do Rosario ; urna casa terrea com quintal,
cacimba e mais commodos para grande familia, na ra
do Seve n. 3; outr dita pequea, na ra da Solo-
dado n. 37 por 6* rs mensaei: quem as preden-
ter, dirija-se ao escriptono de Francisco Antonio da
Oliveira & l:il ho na rus da Aurora n. 26.
- Trnca-se um lindo e sadio cabrinha, crioulo, da
idade de 10 annos por urna negrinha prelermao-ie
de naci : a quem convier esto negoeio, dirija-so a
travessa do Veras, na Boa-Vista, sobrsdo n. 13.
Agencia de passaportes.
Na ra do Collegio botica n 10 e no Aterro-da-
Roa-Visla luja n. *8, tiro-se passaportes para dentro a
forado imperio,assim como despachio-seescravos:ludo
com brevidade.
= Precisa so alugar urna ama ecca, branca ou de
cor, que seja bem aflivol a de biins costumes, para tra-
tar smente de meninos. Dirigir-se i ra do Rangel,
n. 59, segundo andar.
Precisa-se alugar um escravo que seja fiel e
diligente para o servico externo de urna casa ; no
Alerro-da Boa-Vista n. 36. .
* O Sor. Joaquim Izidro da Coits Gomes Vieira
queira vir buscar ao escritorio de Gaudino Agosli-
nho de Barros unta carta de seu ioteresse vinda de
Lisboa. ^
A pessoa que tem urna carta para Joaquim
Gonc.lves ds Silva queira annuncisr, paira ter pw-
curada.
= Precia-ie de urna ama para o servico do urna
casa de pouca lamilia : nai Cinco-Ponlsi ct'ia pin-
tada de verde, n. 12*.
= Precisa-se alugar urna preta para o lervico in-
terno de urna casa ; na travesa da Concordia n. 19.
Precisa-ie de um foitor para um litio ; nn C,n-
co-Pontai, n. 16. \
--= Precisase alugar urna ama de leito : no Becco-
Largo da Main o. 1*, primeiro andar.
Quem annunciou querer comprar a biitoria Jo
Brasil por o general Abreu Lima dirija-se ao -sr-
go do Collegio, n, 6.
ATKKKO DA BOA-VISTA
N. 5.
POMMATEAli, CUTILEIRO,
tem a honra de participar aos seui honrados fregue-
es, que acaba dereceber do Franca pelo navio At-
mo'igue, um dos maii bellos, ricos o escolbidos lorti-
menlosde culelaria, nunca vistos at igora nesta capi-
tal de Pernambuco, um lindusimo faqueiro do ul-
timo gnsto, com as seguintei pecas: 18 talbere, com
cabos de prala lina 18 facas com cabos o folhai de
prata pira lobremesa 18 laca de ciboi de pra-
la, folbasdeaio, para sobremesa, um par de ten-
tadores de cabos de prata, urna colber do prata para
servir a pelxe, um tenaz para servir o assucar em pedra;
nnvosorlimenlo de navalbas de barbear do melbor ac,
garantidas pelo seu autor o qual obleve urna meda-
Iba d'ouro na ultima espnsicio da industria em Paria;
pustom'Sesde 3 e folbas para cavallos, freios, espo-
ras e chicotes do ultimo gosto; tesourai pira jardines-
ros, ditas finas para bordar, de lodos os lmannos,
lamben, para allaiates, il i las curvas e direilis psra ci-
rurgia, eslojos de todos o ferros necssariol para ei-
rurgia e para dentistas; scarilicadoroi para ventosn;
caniveles de urna a oito (ulhal do mell.or gosto; esto-
jo* para lirnpar denles alicalinhos e limas para toi-
lette. Cor.cerla Inda a quslidade de obras de ico, con-
tina a amolar dual veies por semina, as quarlai o aos
sabbados.
Fspera, que o futuro dari a conhecer aosSrs. leui
Iregueiea di(lerenca, que existe enlie a iua culelaria
e a de qualquer oulro, que tenba vindo at o dia de hoja
a esta capital.
Aluga-se uro armazem ni ra da Semilla ,
n. 96.
No botiquim junio ao tlieatro conti-
nuar, a haver os Lons sorvetes de dilTeren-
tes l'ructas, inclusive o ginipapo ; todos
09 dias, das 4 "ras l,a larile em diante,
e tambem nos domingos e dias santos
de manhaa, das to horas em diante.
Preciia-se do um homem portuguoz que niba
parfeitaniente tratar o plantar borla pira um enge-
nho periodo praca : na ra Augusta^ n. 50.
- Di-so diobeiro a premio sobre penbore do oo-
ro, prala, hypotheca em casas terreai, ou boas firmal ;
na ra estreita do Rozario o. 30, segundo sndir, te
diri quem di.
Preeisa-se de urna ama de loite para urna casa
eitranieira ; em Fra-do-Portai, o. 82.
Quem precisar de urna ansa parda que w pi o-1 Alte Guerra.
O abaixo asignado tocio e caita do contrato
do impoilo do 2500 rs. em cida cabeca de gdo vae-
cum que for consumido no municipio da cidade do
Recife uiando da faculdade quo Ibe concedo o art.
43 de lei provincial de 2 de maio de 1838, fai publi-
co por meio deste annuncio, para coobecimento da-
quelle a quem competir a sua execucio, que toda a
carne das rezes, que forem mortal nos n.atadouroi p-
blicos deste municipio e forem eondusidsi pirs os
acougues casas particulares ou embarque doveri ir
acompanhada de urna guia impressa que sari passsda
polo administrador do contrato, que existir no mata-
douro respectivo a quil i valeri no dia de la data ,
eaicirnes, que forem acbdasiem competentegua,
qur na condcelo pira o acouguei, qur noi aei-
inoj, terio apprehendida por qualquer emprega dodo
cootrato ou peisos do povo e levada presenta do
Sr. doator juii ds direito do crime mais prximo,
para proceder na lrnia determinada.o art. 8 do re-
gulamento de 23 doietembro de 1833. O mesmo aa
praticari com aa retes vivas, que forem para os ranchos
dai embarcac*1! e com a carne daquellal, que hou-
verom sido moras clandestinamente fra dos maladou-
ros pblicos; e depois que forem julgsdaa boa ap-
prebenslo, o apprehonsor pagar! o impoalo eitabeleci-
do e ficari com a carne ou re apprehendida lie-
dle de Pernambuco, 1.' de junho da 18*6. = Manoel

*

*
t
MUTILADO
.


{
!
Quem ir uigar com direito a 120 cun con
olhaidn Flmdreo. a 3 amarras, vlndat de Liverpool pe-
la barca intUr.i Thomus-.Wellori, consignadas ordem,
baja de ipreientir-te em caa dpicoatignatarioi da mes-
ma barca Runell Mellon & Companliia oa roa da
Cadaia do Rccife n. 39, para pagar o frete e man-
dar despachar as amarra! que nio podern vir para a
. trra un que primeramente assimso tenha feto.
= Aluga-iefrt casa terrea na ra Bella, com 2
lalai, 3 alcoai coiioha fra quintal e carimba : a
tratar na ruado Collrgio n. IB, *egdjpdo andar.
- -'-:-
i la I e
junde
Compras.
^- Comprio-se, para lora da provincia eicrivm de
mboioi leoi de 14 i 20 tono*, com habilida-
des ou em ella* ; lendo de bonitas figurai, pigio-se
beni: na ra dao Cruiet, o. 22. a guodu andar.
Compro se 12 collicre.de Joup.i e urna Jaiva
para 1 a 3 copm ludo de prata, e sem (eitio na ra
da Cidea do Itecife laja de fazendas, n. 60.
Compra- iim banc com siTteira orno oda
auJ* do entino mutuo annunciem ou dirijad-ie a
ra daH'raia de S, Hita, o. 25.
aaa Compra -te escravos mocos e lidiot com offi-
cioiesem elle, e eicrava mofase prendadas para
fra da provincia: na ra da Cruz, o. 66, te diri
quem compra.
Compra-te* medicina, curativa, ou melhodo de
purgante pin Le Hoy segunda edic,io ; oa ra larga
do Roiario n. 24. \
Compra-seum torrarlo! de caf, usado, e em
bom otado ; na ra estieila doVozerio venda n. 8.
Compra-se qualquer panda de vdro bem quei-
brado lerroi velhos, nao sAdo fundido chumbo
lati, ou cobre ; na ra "-'M. Croi, venda n 1.
Comprio-se dual com cria e boas lei-
teirai : na ra do VigarojT o. 23.
islas.
Vendem-te tr^molequei de mui linda figuras,
de 12 a 14 anuos purfro msii oii melis; urna mulata prnpria para lo
do* termo de oflsi, e um negro do .10 -nnos, pouro
o i no iii"ii(n;lii los sem vicio nem achaques: na ra
da Cadeia do h/irro ile Sanio-Antonio, n, 25.
Vende-* vinagre tinto, a 4> 000 rs. a pipa ; di-
to brinco, a/o,000 r. dita : na ra Imperial, n. 7.
__=. VindJein-ie meiai barnca com farinha gallega;
ni, ==*
12 a iiannos; um relogio de puro patenta ; Mt
ciuroi miudos; bezerros ; cera da carnauba ; caitas
do tartaruga; umi porcSo do Jipatos para hoonem ,
leilot no Cetri : na ra daCruz no Recifo q. 26
venda de Luir Jm6 de Si msu]o.
Vende-te 1 piano de muito bou vozei de for-
te conitruccio ; umacadeira de arruar, forrada de te-
da ; r.iscaco. para arrumar carj;a ; encerado! para co-
brir generoi: na ra do Amorim, n. 15.
Vende-ie um eicravb de bonita figura, bom
offieel de carpina ; 1 dito perito coznheiro ; 4 dito*
de trrico de campo ; um pardo moco de bonita figu-
ra bom carreiro e serrador; 1 ptimo moleque; 1
eicrava de naci boa eo.inb"ra; 3 ditas mocil, de
bonitu figurai, com varia! babilidadet; urna negri-
nba de naci de 12 annos: na ra ireita, n. 3.
Vendem-se un ps de porreira por cotnmodo
prego ; na roa do Caldeireiro, n. 70.
Vendem-se 3 escravos lendo : um moleque, de
18annoi; urna prata, de 35 annos; um preto, de 40
annoi ; todo! de naci de bonita! figura! e em

ni ra
V
lo
apiche Novo, n. 8.
im tetemos de livroi em brinco, pro -
qualquer casa decommercio; 1 chronometro
autores d>> Lonlret: na ra da Cruz '
eicriptorio de Repiguiy Jamiion & Compa-
pnos p
dos me
o.
nhia_
Vendem-ie, na ra da Senzall-Velha, n. 114,
bu pin garrafas e garrafdes de primoira qualida-
cbegadit ltimamente do Estrello, por proco
mudo; e tamhem oidinariai, para frascos e gir-
ii, por muito b.into preco ; e 3 pipas de arcos de
despejidas nestei dial.
Vendem-se charutos regala cabezudos, e prin-
cipa, em potro de calas e a retalbo por pceo
raooavel ; na ra dai Crutes, n. 40.
=: Vende-se um esclavo pardo, de 22 annos, bom
olllc al de alfaiate it-m vicios ; na ra do Hospicio,
odiante do quartel n. 10.
Veodem-ie superiores chpeos franceoi do ul-
timo goslo a 7500 ii., e outroa da>leganles formal,
a 6000 n. ; ditos de mansa fina a 6000 e (000 ra. e
de oulns quilidadei at o diminuto preco de 2500 n. ;
diiide cutor de boas formii a 000 n. ; ditoide
pilhi do Chile de 7000 rs. ate o diminuto preco de
3000 rs. : no largo do Collegio loj n 6.
ss \ endi'-se oleo de linhsca em botijas de 3 a 4 ga-
lOei, 210 ri. a libra ; na ra do Vigario n. 25.
Vendem-se lacen com firelo a 1280 n a ar-
roba ; no eaea da allandega arinaiem de Franctco
Diai Firreirs.
Vende-se oleo de linbaca a 240 n. a libra, len-
do em botija, ea retalbo a 260 n. : oa rui da S. Crui,
n. 1.
= Vendem-te 4 escravos mocos bons pon o tra-
ballio de campo e da praca ; 2 ditoa de 30 aonoa, por
30flj rt. cila um bom para trsbalbsreni em litio ,
e tralireiri de vaecs, por estirem a ato acostumados ;
1 moleque de 15annos em dcf.ito i.uin ; 4 pie-
tu de 30 annoi, a 300 ri. cada urna connhio ,
lavio e vendein i.a ra ; urna moleca de 10 annoi,
muito linda: ni ra do Crespo n. 10, primeiro an-
dar.
s Vendem-ie 2 pretal ; urna parda ; um mole-
que ; lodos de muito bomlai figuras: ni ra do Li-
gamento n 3G. lorceiro andar.
Vsnde-ieirancinhe para delmum de lapatoi e
pira trancar nos meimoi; dadoi de marlim : na ra
di Cadeia, n. 16
Vende-ae urna preta de bonita figura ndi boa
lyadeira, e oom principio decozinba : na ra do Tra-
piche, n. 34, segundo apdai.
Vende-ae um preto de naci robusto e qued
480 n. por da : na^rua da Senzalla-Velha n. 138.
= Vende-ae farinha da Ierra muito superior al-
queirepela medida do mar a 3200 ri. : na ra do
Caldeo eiro o. 80.
=Vendem-se Setcravoi lendo : urna eteriva de
naci Coila de 24 annos, ptima quitendejrs, e boa
para servir a urna caa ; um pardo, de 22 annoi de
bolilla figura oplimo canoeiro e carniceiro ; um et
cravo de naci Angola d* 25 annos hom trabalha-
dor de campo ;. dous ditos crio.os, de 30 40 anuos,
de todo o servico de campo ; lodos muito sadios e em
defeilos: na ra dai Cruiet n 22. legundo andar.
Vende-ae urna cala de negocio em um doi me-
lliores lugaret delta cidade com poucoi fundoi e
com cooimodos para familia ; est bem afreguezada ;
querenduo comprador i os utenulioi, tira-ie o maii :
ni rui do Caldeireiro n. SO. le dir quem he o dono.
Vende-te car y so de pedra em porce peque-
nal, a 8000 n^ a tonelada, entregue no porto do,
comprador ; na ra tiova, n. 7, primeiro andar.
reode-ie por preciiio urna escrava crioula
bem de tibio e
virina nem achaques : ns rus u Ciicoidia passamlo
a pnntezinba a direila tegunda casa terrea.
= Vende-te um escravocaba bom carniceiro e
carreiro, moco rebullo, sem falla alguma livro o
desembaracido ; vende-ic por precitio : oa. ra de S.
Jote ,o. 16.
Fardos em saccas muito
grandes, chegadas ltimamen-
te: nos armazens de tiuma
raes e do Bacelar, defronte da
escadinha da allandega.
- Vendem-se os mais as-
seiados cortes de cassas pinta-
das, com 7 varas cada corte,
peto barato preco de 5^000
res: na ra do Crespo, loja
ii. 1*2, de Jos Joaquim da
Silva .llaia.
- endo-te um ptimo cirrinbo de duat rodas,
por preco commodo ; na ra do Aragi coebeira ,
n. 17.
a Vendem-io tpalos de borracha capachos de
todas as qualidadei, esleirs do Angola de todos 01
lamauhos, superiores navalhas, a contento ; na roa
lorga do Rotario n. 24.
_ Vende-se um armario grande dous balcoes e
urna carteira ; na ra da Cruz. n. 53.
- Vende-ieCElU EVI VELAS do Rio-de-Janei-
ro aortment de 1 a Itiem libra ; ni ra da Seo-
Zilla-Velha. n 110.
=Vendem-se as obras completas de Luiz de Canicie,
em 5 volumen aman rica e ntida edicio que lem
appancido, pelomaii mdico preco, que bo posii-
vel ; na ra da Cadeia do Recile loja da viuva Car-
dlo Ayre; e nis livrariaid esquina da ra do Colle-
gio, e pateo do dito, n. 2 ; na praca da Independencia,
ns.lieS; no Ateiro-da-Boa-Viita, lojs n. 11.
- Vende-se gdo ; no brigue ameri-
cano, que se ocha Tundeado em frente da
escadinha da alfaiidt'ga, onde se achara o
lile do incsiiio brigue, para conduzir
|ara bordo os. compradores.
=: Vende-se urna porfi de escravos, que a vista os
compradores se dirio as habilidades, e verao II figuras;
urna preta panda de 3 tnezes : na ra Nova n. 21 ,
[irjmeiro andar.
(A

> endero-se bichas prc-
tas, de mnito boa quali-
dade, e por precio com-
modo na ra dus Clru-
zes, n. 41, primeiro an-
dar.
No Aterro-da-|*oa-Vista, loja
de fazendas, n. 1.4,
vendem-se pannos pretos de cor fin, a -ij e 5200 n. ;
merino preto de duas larguras a 1400 n.; princeza
muito superior, a 1000 n. ; casimiras dobradas', de
algodio de quadros e liitru pelo birititiimo pre-
co de 500 rs. ; brins de quidroi e liltril de qualquer
(r que o comprador quier pelo barato pre?o de
200, 220, 240, 320 e 400 n. o corado ; bretanhii de
rolo com 12 jardas, a 1600 n ; casta lisa larga, a
280 ra. a vara ; e oulrai fazendas por mais barato pre-
co de que te teem vendido; eos Sn. compradori,
que nio poderem vir em dita loja podem mandar bui-
car imoitris tanto deilai como de qpalquer outra ,
que i rompan.ente Ihes serio dada* e juntamente o
teu ultimo preco.
DEPOSITO E FARINHA
No armaiem de porta larga do caet do Collegio ,
ha farinha de mandioca novamente ebegada de S. Ma-
IheuteS. Calharina, a retalbo, ou em grandel por-
tfli, por preco c rmodo pela medida velbaj e tam-
ben! arroi pilado o caf. *
- Vende-se farinha de tri-
go SSSF da marca verdadei-
ra, chamada llamo, em pe
quenas e grandes porcoes, a
vontade dos compradores : no
ansucar, para vipor ngoa e bestat de diverso! tsma-
nboi por preco commodo ; e igualmente taita* de
ferro coadoe batido de todos os .tamandoa : na pra-
i;a do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmont &
Compaohia ou na ra de Apollo armazem, n. 6.
o Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve
Ida: na fabrica da ra Imperial,
n. 7; ra Direita, n. 53, venda
de M. Miranda; rio Aterro-da-
Boa-Vista, fabrica de licores de
l'rederico Chaves; e na ra do
Trapiche, armazem de molhados
do Nieolle.
- Vendem se ricos cortes de vestido! para lenhori,
de laienda victoria imitando .^eda inaia p*rior,
que tem apparecido tanto pelos booitoi gostoi co-
rei fian c de muita durara, como pelo diminuto pre-
co de 4000 n. cada corle ; rica mantas de leda para
senbora cbegada pela ultimo navio de Franca, o mais
superior que ha nesta praca ; chale* de seda gran-
des e pequenoi, de bom goito, e por preco commodo ;
iiimcomo um novo sor liinento de cortes de vellidos de
dillerentes qualidades cores filis e gostoi muito mo-
dernos por preco maii biralo do que em outra qual-
quer parle; um novo gortimento de corteide casimiras
pira calen fazenda a maii rica, que tem apparecido,
em goslo e qualidade por muito barato prego ; novos
cortes de colletei, tanto de velludo e letim como de
gorgurioe aeda tudo por preco muito em conta; hons
futldes pan collele a 800 n. o covido ; urna nova
faienda para roupa de escravos por ser de cor escura
e de muita duracio pelo diminuto preco de 180 n. o
condo ; mim como outrai muitai fazenda de difie-
ren tei quilidides que serio patente! aos comprado-
re! e se venders por preco muito commodo : na ra
d i Creipo loja nova n. 12, de Jos Joaquim da Silva
Maia.
Vende-te um moleque de naci de 15 -annos,
pouco mais ou menoi proprio para o aerviro de cam-
po por ter bailante reforjado; na ra Nova loja
n. 18.
= Vendem-se 3 mulatinboi, de 12 annos ; 2 mu-
lilinhai, de 11 annoi; 3 pardal, que cosm, engom-
inao iotinhio e lavio ; 3 pretal, proprin para o ler-
vi(o de campo; 5 pretos, de 20 annos ; um moleque,
de 16 annoi; 1 preto perito cozinheiro ; todo* por
preco commodo : ni ra da Cruz armazem n. SI.
=Vendem-se caiiinhas com 100 -charuto! d* me-
Ibor regala que aqui tein vindo ; ditos meia-rega-
lii ; dito jaj ludo che gado ullimiments, pela iu-
maca Nova-Aurota por menoi do que em outra
qualquer parte por ter em primeira mi : na ruada
Crur, armaiem n 54. ,
Vndese, por preco commodo urna casa ter-
rea construida a moderna lita no bairro da lloi-
Viita a qual te acha caiada e piolada de novo ; na1
ruada S. Cruz, n. 38.
Vende-ie, pela quantia de 200f ri. um preto
de na(io *-iem vicioi nem ai baques, e robusto; na
ra do Nogueira n. l'J, segundo andar
Em casa de Fernando de Lucca, na ra do Tra-
picho n. 54, acaba-ie de recebar o teguinte amai-
na cerejai, pastas miuda de Corintho conserva! .
como fruclai peeegot, mortqgos Iramboiiei gro-
dilas em lata! de diversas qualidadei, vomp-
1 baleio ; 1 balanca pequea ; um temo de pe
8 libra* para bati j um.eandieiro a polka, nmi \
gareiro de Ierro ; tudo por preco commodo :'a i, ,
na rus Velba, n.20, com Silverio Manoel. f |
Ao barato!
=Vendum-sa cortes de caita azul e cor dea
com 7 varat a 2500 n. ; merino r de vlnho V
duai largura a 2400 n. o eovido ; corte* de lirt., '
na, a 4000 n. ; ditoi de cana preta 260Q
fustao branco pari collete a 600 ra, o cond0 i
ruado Queimado,n. 42, loja da Jote Joioni Vi
Coiti. H a i
j= Veade-M por prtxjo commodo, umi
com duai junln de boii, capaiei de trabalbareaa '"**
qualquer aervico ; no principio Jo Aterro-doj.^fo'*
doi, o. 16. ""
Vende-ae im eienvo moco, robusto. -j.
na rui da Cadeia-Velha, n. 30. m"> I
a Vendeie urna farda para offlcial de goird,
ciooal, anda nio uitda por nio ter servia. ?"'
no; na ra do Ccctpo loja o. 14, de Joii Frinu^
Din. *
Vende-ie urna parelhi de eicravoi, Bg|g -
toioi e optimoi para pilaoquitn vendem-M J'"
saldar umaeonta : no Ateiro-dos-Afogodoi, n. 47 '
Vende-te umi cita meia-ogoa 00 lgir'd
Afogados ; e um terreno oom a* frentei, e tltun, nj '
teriieseiiitentoi da con cabida do caet do Maebadn"
oa ra do Queimado n. 57.
Escravos Fgidos.
le de Livre perdriz. arli chota etc. pepinos e ce-
bollas ein conserva de vinagre, as libras a/eitonn de
Sevilbi, iiuvitiei em banba aalame de Bolonba ; et-
tes objecloi sao chegaiios ltimamente no brigue fran-
cez Armoiiqut : tuperiorebi hyuun e gunpowdre ,
dito preto ( Souchan) vinhot dai seguitei quilid-
dei: Cberry Malaga. Madeira, Porto, Rheno, Bor-
deaut, llaut hanoc Cognac de luperior qualidade ,
agoa mineral licorai de diverin quilidades aieife
duceiuperfino, charutos regala e oulrOi objeclo,
que, como tudo o mais, te vendem em percio e a reta-
lbo por preco commodo.
Vende-se salitre refina-
do a 240 ris a libra e a 20
em han s: na ra do Cabug,
botica de loao Moreira Var-
ques.
DE6 PORTASWJ%
Nula loja dai boat pachinehai, continuio- a
se a anderos lindos cortes de catsa de cores, a 2600 e 3000 ri. ; diloi de ebita 01 miis **
bonito* padroes, e de paonoi muito finot,
2800 3200ra. ; um grande torlmenlo de cria-
da poUo. a 2600.2900, 3*, 3200, 3500. 3800, 4
ojp 4j, 4500, 4800 e 5t, e muito fino, a 6000 rs.; L
jm um bello lurlimento de ebilu a 140, 1-60 e
3 '80 rs. e muito final, de coral fuaa a 200
4 ra. ; panno preto muito fino ; cortes de eolle-
f le do gorgurio e de velludo de cre, 01 mait
* bonitos ; eoutras muilia laiendat, como te-
la : casimira*, borlioi, prioceoa o Iraoklin. jt
Kosenmund,
ra
da Cruz,
de 26 innot, de bonita figura lava
vaplla ; na roa daiCiuiea n. 4.
Yende- um eicravo muito postn te moco A^' *"'
proprio pi.. todo o servico ; 3 lindo* muJatinho*, ^| = Vea4im-*e moesda. do fw^r. gormo.*
ltoupes,a l^500rs.
Vendem-ic corles 'Com 3 covados o meio de/(a eacel-
lente faienda por aet muito encorpada e file muita
dura pelo mdico preco de 1300 .; caliniiras de
lia, lia, com tres corados o meio o carta, 1400 11 ;>
eSCnplOriO de Kalkmaiin & 'w 1'nho*, do lupariur aualidde.*1700-ri.o
oite de muito bonito* pidrdei : na ra do CuJIegio,
n. 1.
Vende-ae um caiiio grande proprio para pa-,
dara ; 2 dito* mii* pequeoot; 8 barroca! vatiai ; 1
tornt de roedukt de peo do meio U|mk pin Uuo
Continuio a estar fugidoi, detde 21 de abril, di
bordo do brigae Mentor, 01 2 eicnvoi marinbeirot;
Jos*, de nicao Gabio, repreienta30 annoi, eatalurabai-
e birbado; e Manoel, de nicioCongo, representiCI
e tintm annoi, baixo sem barba : aquella foi ater-
vo da caa do coronel liento Jos da Coila a (o educ-
tor do legando e conheeedor detl* provincia: aoado
*e achai be provavel se inculque por forro. Kaaon.
mendi-se a toda* ai aotoridadei aa auai captura, boa
como aoi eapiliei de aimpo offereee-te de gniifi.
cacao 150,000 n. a quem 01 trouier recenhaoando-ti
teretn 01 proprioi; oiquaei se psgio di ra da Cadeia
- 43, em casa de Amorim Irnvioi.
Achi-ie fgido um pardo de nom Francisco,
official de padreiro canteo cose dalfaiate Ii, en-
treve; be baiio grooso, cor euura amirellidi, lotlo
redondo com batlantei mareas de beiigai, tem tur-
ba, cabello* pegado* no cachaco olhoi pequenoi o
pretot lobrancelhoi grotiai, nariz nio muito afila-
do bocea pequea beico* medimos ps 1 mico
grandes, orelhas pequeas de 23 snnos : quaai o pa-
gar, leve a botica de Vicente Jos de tirito ni roa da
Cadeia do Reeife ou ao segundo indar da cata o. 1
da travessa do Vigario que se gratificar.
Fugio, no da 3 de evereiro do rorrenle inno,
um preto, de nome Caeleno de nato. Angola de 3!
annoi pouoo maii ou mino! eilatura regultr, muito
ladino, cheio do corpo cor nio muito pela; quinde
falla parece que est rindo-ie fazenda rugs na teda;
tem barba aerrada e meiu luinai ; trnhi, na oeiiilo
da fuga, i lerida em urna das pernos, poim pequt-
nn : quem o pegar leve a seua tenhore, ni roa
da Cadeia-Vclbi n.24, que receberi 100j rt. do
gratificacio.
Fugio, no dii 27 do crrante um prelo orion-
lo, de nome Bernardo de 28 a 30 annoi; Itrou co-
misa de algodiozinho calfai de algodio enlrincido,
tudo ji remendado ; tem 01 pi battintei ipolhetidoi
de bichos ; he lito e bem corpulento ; falla muito er
pilcado : quem o negar, leve 4 ra dai Gruzet, a i*
iregar 1 Jote Antonio de Mtgalbiet Baito que reeom
pensir.
Fugio, no dia 22 do crranlo o eicravo Un,
cando, de 40 aonoa, de afio Angola, bono,
neceo do corpo nariz afilado ; levou calcas de km
escoro de quidros com ilbuies Camila de algodio
chapeo de pilha meio usado: quem o pegir, le
casa terrea, logo a entrar oa ra do Hospicio, o 34.
Fugio, no da 3 de anaio prximo pamdo ua
moleque de nome Joaquim de narjio Gabio; upri-
senta ter 15 annos pouco mai* ou menos secco d(
corpo meio corcovado ; quando anda cocbeia potco
de um p ; tem grandes marcea de besigaa pelas coitos,
imitando 1 marca de relbo ; o qual venda doce di
goiab em urna bandeja pequea de manbia, ea lu-
de velas de carnauba ; levou crnica de algodio di
trra, de mingai curtas, o caigo* do istmo, azul: que*
0 pegar, leve a ra Augusta caa terrea sem ouae-
ro qus seii recompensado.
Fugio, no dia 25 do crrante di olirii ',*
de Bemfici junto* ponte do* Remedios um "c"'
10 de nome Antonio CJuittaman de boa estaturi.
repreaenti 50 annos pouco maii oa menoi; b* <"
pouco ful* ; tem filia de dente* adiante folla bosUi-
te groHa, loma muito tabico ; tem tieinolvti un t"
to finas; levou cimin e ceroulat de algodio de f"
roga-ie toda* ii aoloridadea policiaca e pe*toti p"'
liculare*. por quem posst ser encontrado, o mandan le-
gar o entregar no dito litio, ou oa ra doiQnirteii, f-
d*rii n. 18,onde te recompeoiari oom generoiid""
1 quem o pegar.
= Fugio, da caa do olio i 10 aiiignado umi t*"1'
va crioula, de come Domiogai de 36 annoi. P1"
maii, tecca do corpo com falta de dinte* adianl
levou vestido de roadoj* utado, taia prelada eos.'
10 tahia ra compras e ai veres com umi en"?1'
andava calcado ,'e por ene motivo alardean de '"'"
suppoe-ie eitar occulla em alguma caa : quoa" P**
gar, leve a ra da Cruz o. 48, que te redoaip"Mrt'
Aioipho SehmtU.
= Ausenlou-te do poder do abaiioasiignido. *
dia 21 do correte 11 Africana de nome 'Eva de "''
annoi, tecca do corpo rollo tirado ; levou vestido e
Chita escura i eocbunlbado ; supeila-ie qui *"
ja aceitada : roga-ie 101 agentes da polica, e 101 P"
prehendedore, que a peguem levem a roa dii >rin'
cbeirai o. <8. 2.'indir, oode serio oompetenteB"11"
recompentidoi.=Froaeiico neai Firrriru.
1^,
MOV
mutilado!
l
/
MPN. i W^TT. J'. F- M FA^IA
^-i84<
_^


A uno de 1846.
Segunda fera 2 de Junho
DE
PERNAMBUCO,
(SOB OS AUSPICIOS DA SOCIEDAD! COMMEhCUI..)
N. 26.
1A2,
Snbscrere-se na Praca da lodtpendencia, loja de livros n. 6e8, por xafooo ris por anno pagos adiantados.
tfVJ^? a^ilaui'JiJfua ll tfus&^&u (Corregido Sabbadoas 5 horas da tarde)
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Agoardeote Caxeca
Algodo I- sorte- -
. J. ----"
(Assucar brinco en canas -
mascando -
tu) barricas ou sac-
eos, branco -
malcarado -
Couros seceos salgados. -
Meios do sola -
Chifres da ierra -
ilo Itio Grande -
Colln I. quality -
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Sugar in cues while -
a a brovrn -
. lor Barris or Bags
wbile -
a broivn. -
Dry salled hides -
Tanne bids----------- -
Ox-horns -
IfOOO 65*000
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2|000
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4*600
Pip.
Arroba.

I s.ferro
Libra.
Hua.
Ceulo
CAMBIOS.
t-ondres. ..*,!..........
sboa .............*
I ranea. ...................
Rio de Janeiro.*.............
PK AT A miada...................
Peteces Brazileiros.....,..
Patos Colnmnarios.........
. Ditos Mejicano...........
OORO. Moedas de 6*400 vellias. ..
Ditas dilas novas...
Dilas de 4*000............
Oncas hespanholas........
Ditas Patriticas..........
Letra..........................
I !
M */i 106 por cento premio.por metal tfleeliudoi
160 ris por franco,
ao par
1*700 a IfSOO
1*990 a 2*000.
1|90 a 2*l'O0.
1*800 a 1*980.
16^600 a 16*800.
I8|0C0 a I6j;o0.
9^000 a 8**200-
11*600. a 11*000
a nono a n#600
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por
cenlo ao mea.
FRETES.
100
A8SDCAR.
. Liverpool...................\'' -
! Caualealre Amburgeilavre.....<
1 > ncluindo portos Inglezes ... II. <*
\ce..ov.-em saceos............(o. I&. O
lllamburgo caixas...............>
B.Itico.........................I*-
(Trieste para caixas..............\\
I Estados-Unidos.................'loaoha
(S.';:::::::::::.""'.:::'.::' < > ..o y.* ***
Spor cenlo de primagem
ALGODO.
Portugal..
Franca....
Inglaterra.
Barcelona.
..........
600 por (3> sem primagem nominal
160 por (ge I0p/,aocamb. de 160 pfr nomina
6u0p.@e I0p.*/aocaml>. SOOo'pea p. fr
CUUROS.
Inglaterra
Franca...
Estados U
Seceos I
nido*....
i I 10 0
por tonelada e & por cento.
160 cada lium elOp. "Ajcamb. 160 I fr
Nao ba.
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D. di. II de Novembro de 1*44 >. dian.e pagar 60 p. c.o r.poil tabaco
de pd, os charutos ou cigarros, o fumo e.o rolo ou em lollia.
Pagar&O p. c. os saceos de canham vetes em* irm. Se punb.l, as.lmof.das paracarruagens, as pedra.burrada. parsU-
odo, as pedra. decanta.!, para ,.rles, portas ej.m-llj,,, as pedr.s l.vr.d.spar.
SncnamenlM, cepas, cunhaes e cornijas, o assucar refinado, crysul.sado ou de nusl-
quer inaueir. conleitado, o cha, a ago.rdente, a cerveja a cidra, a genebra, o mar-
rasquino, ououtros licores, e os vinhos de qualquer qualidade e precedencia.
bal
ra i
Pagarn 40 p. c. as alcatifas ou tapetes, o canhamaco ordinario ou grossaria, a
ancas de qualquer qualidade, e roupa feita, nao especificada na tanr., asearlas pa-
ioiar .. esevas de cabo de marlim, o fogo da Chin em cartas, ou qualquer ou-
irntoSo de artificio, o papel pintado, pr.teado. ou dourado, sendo de q 'sj.d'des
linas, o papel pintado para fonar salas em colleccoes ou p.izagens o papel de liol-
Undi, imperial ou outro nao especificado na tarifa a plvora, os saboneles, o saiwo,
o sebo em velas, as velas de Slearlna ou composico, as amellas, ou muras (rucias
em frascos on lates, seccas, em calda, ou em espirito, o chocolate de cacao ordinario,
o vinaare, os carrinhos, carruagens ou caitas. jogos, rodas, arreos para urna e ou-
tra cousa as esleirs para forrar tasas, os carros para conduzir gente, os sociaveis,
oj silhoes, os areieiros e tinteiros de porcelana, e qualquer objeclo de louca nao com-
prehendido na Urifa ; os lustres, os cal ees para licor ou vinlio de vidro liso ordina-
rio, os de vidro moldado ordinario lavrdo ou moldado e lavradn ordinario da Alle-
minlia e seinelliantes os de vidroliso mdldado ou lavrado, de fundo corlado ou liso,
com molde ou lavor ordinario ; os calices>ara Chainpaplie ,'o\cervrja as canecas,
e copo direilos de 10 a I em quartilho, as garrafa* de vidro al*l quartilhc ou mais,
sendo lodos estes ol.jeclos de ns. I e 5' as garrafas de vidro pretal ou escuras da
mesma capacidade, comprehendidas as que servem pira licores ou Le-Iioy os copos
para tabernas at ama caada, os frascos de vijro ordinario com rolhas do mesmo
li 3 Irbras ou mais ; ou sem rollia al J libras ou mais, os de linca larga com rollias
do mesmo, al 4 libras ou mais, ou sem rollia ara opodeMoc os vidroj para a-
lampadas ou candeiros, as uboas ou folhas de molino ou outra madeira lina, e Iras-
tes de qualquer madeira.
Pacaro 26 p. c. o ac, alealro, xinco em liarra ou em folha, chumbo em barra
baira verguinlia, chapeo
lio em
sal-
ou lencol, esUnlio em barra ou em verguiolia, ferro em baira verguinlia, cha
linguados para fundico. folha de Klandres, galba d Alepo, lala em folhas, latSi
chapa, marhm, salitre, vime, bacalho, pene pao, e qualquer oulro, secco ou
gado ; bolacha, carne secca ou de talinoura, herva-doce, larinha de trigo, pellicas
branca ou pintadas, cordoves ou cortes de beierro para calcado, bezerros e muros
envernizados, couros de porco ou boi, salgados ou seceos j sola clara para sapateiro
ou curreeiro, cobre e caparrosa
Pagarao 20 p. c. o trigo em grao, barrilhe, canolilho, espiguilha, lieiras, fios,
franjas, lantijoulas, palhetas, passamanes, sendo de ouroou prala entrefina, ordina-
ria ou falsa : gales da mesma nalureza, ou tecidos com relroz, linho, algodo ou
seda, rendas ou entremeios de algodo nao bordados ; leudas de fil, as de algodo,
reros ou trocal lencos de cambraia de linbo ou algodo, e bandas de retro de
malha.
Pagar5 10 p c. os livro, mappas e g'obos geographicos, instrumentos malhe-
maticos, de physica ou cbimica, coiles de vestiilos de velludos ou damascos, borda-
dos de prata ou ouro fino ; relroz ou trocal, c cabello para cabelleireiro.
Pagaro 6 p c. o canulilho, cordio de fio espiguillia, fieira, fios, franjas, ga-
llo de fio ou palbeta, lantijoulas, palhela, rendas, cadairos e lodoso mais objec-
tos desta naturcia, sendo de ouro e prata lina.
Paga-afi" i p. c. o carvo de pedra, ouro para dourar, ou qnaesquer obras e
utensis de prata,
Pagar 4 f. c. as jolas de ouro ou prata, ou quaesquer obras de ouro.
Pagarao 2 p. c. os diamantes o outras pedras preciosas soltas sementes, plan-
las raras novas de animaes uteis.
Pagar 10 p. c. todos os mais objeetos.
Os gneros reexportados ou baldeados pago I p. c. de direilos alm da armaie-
^an; e o despachante presta Sanca at a approvaco desta medida pela Assem-
bla GeraL
Concedem-se livres de armazenagens, por lidias, as mercadorias de Estiva,
dous meses as outras ; e findos estes praios, pagar vo valor.
Os rdirekos das faaendas, que pago por vara, dtre entenderle vara quadrada.
Os direilos nao podem ser augmentados dentro do anno financeiro ; maso Go-
verno podar mandar pagar em moeda de ouro ou prala urna vigsima parte das que
lorem maiores de 6 e menares de 60 p. c. dos precos das mercadorias, ou mesmo
diatiouil-os, segundo Ibe parecer.
O Governo est auloraadOa eslabelecer um dlreito diOerencial sobra oa gneros
de qualquer naci, que sobrecatregar o geueros brasileiios de maior direito, qot
iguaes de outra naco.
Os arligos nao especificados na paula pago o direito ad valortm sobre a fulon
.-.presentada pelo despachante i podendo porm ser impugnados por qualqurr ofliciil
da Alfandega, que em tal caso paga o impone da factura ou valor, e os direilos.
fio caso de duvida sobre a classificacio da mercadoria, pode a parle querer
arbitramento para designar a qualidade e valor da paula, que Ihe compete.
Sao iseutas de dheitos as machinas, ainda nao usadas no lugar, em que lotea
importadas.
EXPHTACA.O Os direilos pago-e sobre a avatiaco de urna pauta senil-
nal na razo seguinle : Assucar 10 p c. Algodo, caf, e fumo II p c. .*_Agoai>.
denle, couros, e todos os mais gneros 7 p. c. Alem destes direilos pagao-ieu
tasas de 160 rs. em cada caita, de 40 iS. em cada fecho, de 20 rs. eui cada barrica,
ou saceos de assucar, e de 40 rs em cada sacca de algodo.
s e todos os mais gneros sao livres de direilos para os portos do Imperio,)
o algodo, .assucar. caf, e fuii'0, que pago lp.ee as tatas por volunc
Os metaes preciosos em barra pago de direilos 2 p c. sobre o valor do mtr-
cado, e a prala e o ouro amoedado nacional ou estrangeiro paga nicamente '/> P- c
Os escravos exportados pago 6^000 por cada um
DKSPE'/A DO PORTO As embarcarles naclonaes, ou eslrsngeiras, que
navego para fora do Imperio, pago 00 rs de ncoragem por tonelada : e es
nacioiuies, que nnvego entre os diversos portos do Brasil C rs. As que entraren
em lastro e sahirem com carga e viceversa, pagar mtiade do im posto suurae na
terco as que entrarem, e sahirem em lastro; mesmp as que entraran por franquie,
ou escala, quer entrem em lastro, quer com caiga1' Desla imposico porm sers
isentas as que mporlaremmais de 100 Colonos brancos, e asqueenlrarem poi arribadt
Toreada, com tanto que eslas nao carregurm, ou descsrreguem mente os general
uecessarios para pagamento dos reparos, que lizeiem.
VENDAS DE NAVIOS As embarcaos ealrangeiras, que passirem a ser
nacionaes, pago 16 p. c e as nacionaes, mudando de proprlelano, ou da bauden
pago 6 p, c.sobre o valor da venda.
Couro
excepeo do algod
REVISTA SEMANAL.
CAMBIO Contlnuo as lrans^oes a 26 /, d. poi 1/000 rls.
ALGODO Pequeas entradas
ASSDC AR Entradas moderadas e pequeas vendas aos precos quolados.
COUROS Poucj procurados, e sao oflerecidos s quotaces.
FAKINHA DE TRIGO INiohoUve o entradas, sendo o deposito cera
de 7:000 barricas ,. ,
BACALHAO O deposito he de 4:400 barricas, e o consumo limitado
CAHNE DE CHARQUE O deposito be ae 62 mil arrobas; vendas dnm
mitas aos precos notados.
Resumo das Bmbartacoet existentes ueste porto no dia !1 i$ Junho di 1946.
A mericana...........................................
Austraca...............................*............................ .
Brasileiraa...............................................I.....I......
Belgas ...........................................................
Francesa ..,...........*.....*.............
Inginas........................................................
Napolitana...........................................................
Portuguexas..........................................................
Sardas............................................................!
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A Provincia goxa tranquiilidade,
Total


o
()
LISTA das Embarcaces existentes nesle porto at o da 27 de Junho de 1846.
iJuiilio 12 I Boston
,,46 Junn


Sino
22 I Anvers
Junho
Marco
Junto
Jutibo
Malo
Junho
Mao
/
Abril

Malo
13
18

23
2 i

H
2
4
10
II
I
li

21'
22

*
2i
27
casco
Perahyba
Santa Cathsrina
B. Grande do S.
Rii. de Janeiro
Santa Calliarioa
Bahi*
S. Matheus
A su
K de S. F. do S.
Rio de Janeiro
. Malteus
R io G rande do S.
I\.Grande do Sul
Itio de Janeiro
R Grande do Sul
R. GranJedoSul
S. Matheus
Cara*, p Babia-
Parahvba
Rio de Janeiro
Aracaly
Acarac
Itio Grande do S.
Assii
Caravellas
(lio Graode do S.

Ass
Aracaty
R. de S.
Baha
Ass
Ass
1846 Abril 22
Junho 6
a 24
NACAO.
Franc*
Antuerpia
G.bo
Havre de Graca
Trieste
Terra-Nova
Liverpool
Londres
LUboa
Lisboa
. liago
brigue
patacho
liiate
escuna
brigue
b.-ec.
b -esc.
patacho
sumaca
brigue
b-esc.
hiigue
sumaca
brigue
brigue
patacho
b.-esc.
b.-esc.


hiate
brigue
biate
..lUr.ho
brigue
biate
a
bricue
a
patacho
sumaca
sumaca
sumaca
barca
biigue
galeota
barca
barca
batea
brigue
barca
brigue
1 rigue
brigue
brigue
Ameri
Aust.
Rrazil.
N0HE8.
rrieite
Genova
Trieste p Gibral.
Lon. p Falmonth
Montevideo
Genova
barca
polaca
Colaca
rea
bigue
Belga
Fraoc.
Ingl.
Nap.
Port.
Sarda
Hichmond
Minighin
hoa-Viagem
Jove Demetria
Mentor
ero
Leopoldina
Guapo
'anla Mara-Boa Sorte
Sociedade
Santa Cruz
Austral
Ho7ariode Mara
mbeli.a
Flor do Sul .
Oveira
Cacique
Viigmia
Mara 'l'bieeza
Bom-Fim
Espadaite
Fiel
Varia Firmina
r:r.-.:'i::-o
Deos-te- luarde
Floi-doRecife
Peusamfnto Feliz
Felii Destino
Jpiter
Laurectna
S. Antonio de Padna
Andorinha 2.*
Nova Auiora
Firmeza
S. Manoel Augusto
Merca tor
Amelia
7.ilia
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Iceni
Thomas Mellon
Ignacio
Mara Felil
Gonceico de Mari
Sublime
Guisippina
Eride
Ernestina
Washiogton
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MESTRE.
Roberto Knox
Antonio Sassusich
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lit
CONSIGNATARIO*.
Jos Antonio da Silva
Justo Mar Lustache
J. Francisco da Silva
Joan Marquus
A. Pereira Muir, doa S.
Antonio Mariano Grant
Msr.sc! Joaqu ^ ScS
Jernimo Jos Feliz
C F. da Cunta Bitancurl
Antonio da Fonseca Cunha
Joaquim Jos Teixeira
Venancio dos Santos Braga
los Iguacio Pmenta
Jos Uias Correia da Silva
Manoel Pereira Jardim
Malillas Ferreira Braga
Jos Antonio doa Sautos
M. F. Mnnteiro
Joaquim Jos dos Santos
Manoel Marcianno Feneira
Joo Bernardo Rosa
Aulouiu Guinea Fc.m*
Manoel Jos de AevedoS
J. M. Malheiros Braga
M. A Ivs CousinoBibi
Manoel Pereira de S
Antonio Jos dos Reis
J M. dos Santos Cardozo
Manoel Jos Ribeiro
PatiicioGuill.ermede Carv'
Domingos Jos da Silva
>arcizo Jos de S. Anna
Manoel Sime
H. V. Coppenolle
E. Nodsoo
Reoouf
Rol ert Crotket
D M Lellow
R. Bruce
Ignacio Risso
Antonio Luis Gomes
Manoel da Costa Nev
los Francisco do Amor
Joo Baptista Chioppc
Miguel Raggio
Paulo Solari
Antonio Copol"
Antonio Girandelo
H. Risso
DKSTIHO.
Henry Frosler S C.
Jos Joaquim de Olive ira
Jos Mara Vianna
Manoel Ignacio de Oliveira
Aniorim Irmios
Aniorim Irmos
O Mestre
Amorim Irmos
Qi Vcoio boarca
Jos Francisco Collares
Joo Francisco da Cruz
Amorim limaos
Manoel Jos Teixeira
Jos Francisco da Cruz
Amorim Irmos
Joo Vaz de Oliveira
Amorim Irmos
Joo Francisco da Cruz
Cuadino Agostinho de Barros
M. Joaquim Ramos e Silva
Joo Pinto de Lemos Jnior
F. J. F. da Rosa S Irmos
Jos Antonio Bastos
Manoel Goucalves da Silva V.
Hallar S Oliveira
I.uiz ltorges de Siqueira
O Mestre
Pedro Uias dos Santos
Antonio Gooraives Ferreira
Lourenco Jos das Naves
Luis Boiges de Siqueira
O Mestre
Amorim Irmos
Guadiuo Acosliuho de Barros
Bernardo Autuuio de Miranda
Me Calmont & C
A Ordem
Assii
Rio de Janeiro
Rio Grande do Sul

Rio Grande do Sul
Lenoir Puget. k C.
Lachara S Hibbert
James Crabtree & C,
Kussell Mollors t C.
Frederick Robilliard
A. Joaquim de Souza Ribeiro
i bomas de A quino Fonseca
Oliveira limaos S C.
Lenoir Puget ti C.
O Mestre
Jos Joaquim de Oliveira
F. Robilliard
M. Joaqun- Ramos Silva
Jos Sapority
Rio de Jaueird
Antuerpia
Havre
Liverpool.
Liverpool
Para
Poito
Lisboa
Genova
Cabo Verd
Afretar
Pernsnsbuco na Typogrepbia da M. F. de Faria, l.


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