Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08307


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Full Text
I^nno de 1846.
Sabbado 27
0 VUKIO puhlicv-se lodoj os das que nSo
i tn, de guarda: o preco da assignatura lie de
jlOO" rs. I101' qu,r,c'i VaSos "dantados. Os
'uncios dos assignantes *lo inseridos raio
, jn res por linda, 40 ris en typo diflercn-
\ t |i repelieres pe melade. Os que nao fo-
-m asignantes pago 80 ris por liulia, e 100
[ PHASES DA. LA NO MEZ DE JUMIO.
Creso
lite a 2 as 3 doras e 0 minutos da manha.
elisia a 9 a I hora e 15 minutos da tarde.
ijjnjonlea 16 as 4 dorase 17 mi. da manda.
Ijii nova a 23 as I horas a 27 mi. da Urde.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Goianna e Paradvl>a Segundas c Sellas l'eiras
Rio Grande do Norle, edega as Quartas feiras
o meiodia parle as mesnias horas as
Quintas feiras.
Cado, Seriuhacm, Rio Formoso, Porto Calvoe
Maceyd, no I.", It e 21 decida mea.
Oaranduns e Kouito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria as Quintas feiras .
Olinda lodos os ilias.
PREAMAR de moje.
Prmeira as 7 li. a 42 minutos da manha .
Segunda as 8 h. a C minutos da Urde.
de .lunlio.
Anno XXII N. 140.
DAS Da semana.
22 Segunda S. NJoBaf, and. do I. dos orf.
do J. do 6, da :. v. do.l. M. da 2 v.
23 Terra S Agripina, nud do J do civ. da I.
v., c t\o J de paa do 2. dist. de t.
24 Qunrt >; t. lnd. nos Conv. do Carmo.
25 Quima S "impero, aud. do J. de orphios, e
do I. municipal il.i (. vara.
211 Sema S. Virgilio aud do J. do cir. di I
v edo J. de pal do I. dist. de t.
27 Sdilnd.) S Ladislao, aud. do I. do civel da
I.' vara, edo J. de p do i. dist. de t.
28 Domingo A Pureza de Maesa Sendora.
CAMBIOS NO OlA 20 DF. JDNIIO.
Camliio sodre Londres 21 '/, d. p. If 0 d.
a 1'aiitlSO reis por franco.
Lisboa 105 % pi eolio Por ""*
Desc. de letras de linas linnas I '/, p. 7#oinei.
OnroOncashespanholas UJ..00 a Sfooo
Mi..lix de J*nO vcl. laUTOft lt.*80fl
a n de atoo nov. indino a l#400
ii de taimo.. i'000 a I*
Praln 1'aUruesa...... I*M* a 5J000
.. lv,n, coliiiiiiiares. IJIO'JII a JfOiiO
ii llii'- Mexicanos. ifOliO a HUSO
Miu la... ...... Ijliw i I1S0O
A croes da Coinp. do flelieribe de 50jOOO aopar.
DIARIO DE PERNAMBUGO
PARTE OFFICIAL.
Governo da Provincia.
EIPBOIEHTE DO DA 15 DO CORRETE.
OfficioAo chele de polica interino, ecientifiean-
do-od'baver mandado por em liberdade, por ser alei-
jado daa mios, o recrula Francisco Pereira di Cru',
liodo de Goianna, e cuja romeis* S. mo. accus-iu 13
daste mez : e recommendando, advirta ao delegado sup-
plenle daquelle termo, nio continne a reerutar inJivi-
duoi, que te aeharem nee circuinstancias do de que ae
trata; poia que, nio sendo ellee aptos para servirem do
eiercito e armada, cumpre evitar-lhea o incommodo, a
que le oa auh|eita com a aua inda 4 eata capital, e pou-
pir A aienda as deapeai supeifluas, a que, neite caao,
heorcada.
DitoAo inspector interino do arsenal de marioha,
ntelligenciando-o de ter mandado efleituar pelo arse-
Dil de guerra a conferencia daa mil saccas de farinha de
mandioca, cuja compra, e remessa para o Rio-Grande-
do-Norte, S. me. autorisado pela presidencia, con-
tralou.
DitoAo inspector da theiouraria das rendas pro-
vinciaes, validando oa contratos, por que Jos Philippe
lie/erra de Meneiei, aob (anca de Haooel Paulino de
ouva Muniz Feij, e Jacintho Patricio Fernandes,
sob a do Dr. Pbilippe Carneiro de Olinda Campello, se
eocarregiro : o primeiro, doa reparos da ponte de
Goianna, pela quanlia de 5:929*925 ris ; o segan-
do, daa obras do 12." lanco da estrada do Po-d'Albo,
pela de 0:319^890 ris.
DitoAn mesmo, autorisando-o a mandar adiantar
300i000 rit para aa deapezaa da cobrante da divida ac-
tiva provincial.
DitoAo mesaio, determinando, que a Antonio da
Astumpcio Cabral, procurador do individuo, que na
comarca do Limoeiro fornece de vveres os presos po-
bres de justita, (ac entregar 401320 ris, pelo que
com semelbante fornecimeoto se te despendido.
Psrlicipou-se ao chele de polica int' rio.
DitoAocommandanle superior interino da guarda
nacional de Goitnna, devolvendo a propona, que, pa-
ra dous ofliciaet do respectivo sexto batalhio, acompa-
nlmu oteu officio de 7 deste mez ; porque, para que se
ella d, preciso be que se considere vago um dos poitoa
de alferes da seila companbia do nieamo batalhio, o
que se nao verifica, pelo simples Iscto de estar crimin-
lo o individuo, que o oceupava.
PortarasNomeando supplentes dojuizo munici-
pal d'orphos:em Aooa-Preta, a Zeenoo da
Cunba Bastos, Antonio da Cunba Bastos, Joaquim Jo-
te Ferreira di Cosa. Sebaelio da Cunba Accioli Lins,
Joaquim Tbeodoro Ferreira da Cota, e Antonio Viei-
ra Calado: no PiikjV a Manoelde Mello Albuqurrque,
Antonio Francico Cordeiro de Caivalho, Simeio Fer-
reira Le le Cardeal, Antonio Alves Campos, Lourento
Id-zarra Cavalcanti, e Antonio Cordeiro Velloso : na
villa da Floresta, Francisco deBarroa do Nascimenlo,
Jos Rodrigues de Monea, Hanoel Lopes Diniz, Mano
el Salvador da Cruz, Manoel da Silva Leal, e Morder-
lo Gomei doa Santo;. Fizerio-se as parlicipatoce du
esijlu.
lilis I!, formando a Francisco Msmede de Almeida
Jnior no posto de quarlel mestre da primeira legiio
da guarda nacional do municipio do Recio. Partici-
A LEO A. (*)
por frentico ^oulte'.
PRIMEIRO VOLUME.
XI.
A X.XOA A' CACA.
Quii o acaau, que esae encontr livease lugar de urna
niaiiriia waia fcil, du quo o eaperava madama Thor.
Anidas, au enirarem no ermaitin, achirlo Villon mullo
uiTiipadu en ioatallar, aua oldua de una bella dama, aa
isaie riraa merradoriae da raen.
Tudo iaio de (titila halla, diii esta dama ; alo lie
urna rasa rica, ao que vejo. Mr. Thur est ettabeleci-
do, ha inuitn trmp?
He nina das anais anligaa caaaa de Paria. Mr. Tho-
r herdou-a de aeu pai.
- Ah ditia a joven dama, ao examinar um apparc-
llin, dcrnllo um mancebo ?
Nao, madama, oiu.
He casado ?
Sun, Bcndora....... Veja iato; os Inglctca nio teera
nada, que chrgue a celes reourlee......
Sim, na verdale.......he muitu bonito....... E leiu
fildoe, Mr. lliuiu?
Siui, senbora.
() Vide Diari *.' 139.
pou-se ao eommandante superior da moima guarda na-
cional.
dem do di a 16.
OIHclo Ao inspector da thesourarla da fatenda, va-
lidando o contrato, por que Domlngoa Caldas Pjres
Ferreira, aob danta do doutor Ignacio Nery da Fonse-
ca, e pelo preco de 65 centesimos por canto dos rendi-
mientos da alfandega, de que se dedm porcentaxem,
encarregou-ae do servifo da capatazia da mesoia alfan-
dega.
Dito Ao inspector da thesourarla das rendas pro-
vfnciaea, ordenando, que dispnsifo do chefi de poli-
ca inlerino, para indemnisafio de despeas com os
presos pobres do justita na cadela desta cldade, mande
por a quantla de 1:033^970 rs.
Dito Ao ebefe de leglSo do Po-d'Alho, declaran-
do, deve aer compollido ao servifo da guarda nacional,
em quanto pelo jury de revista nio fr declarado mal
qualillcado, o guarda Antonio Francisco Ramos, que,
sob pretexto de ser subdito portuguei, se quer eximir de
um tal aervito, e cuja papeleta, segundo averlRUacdes,
a que procedeo o chele de polica Interino, parece ter sido
oblida, com oceultacio da verdadeira poca, em que el-
le les o seu primeiro desembarque em trras do llrasil ;
e significando, que dito Ramos Mea subjeito s disposi
tdes do aviso de 3 de Janeiro de 1834, se, antes da ser
proferida semelbante deelaracio, e de haver evidente-
mente provado, que smente em fevereiro de I8i > fui
que pela primeira ves aportou a este Imperio, se obsti-
nar a nio querer servir.
INTERIOR.
Riode-Janeiro.
CONTINUAgO
do nrrcuaeo, que em acamara du deputad ia, ka
SEAfl DE 20 DE MAtO PROXlM" PASSADU, P"R l'CCA-
siii da DiacuaaA oo voto de i.iutah, paexuNCtuu
O SR. FEBRAZ.
Quando se propoz o bil, do que trato, no parlamen-
to inglez, o nosio ministro, em Londres, contra ello
protestou : o seu protesto nao loi allendido, na mi -
nha opiniio esse ministro devia imtnediatamente pedir
os seus passaporles. Aa relarOea diplomticas deixav&o
de existir, aa commerciaes continuao. do que ba
exemplo em todos os pjizes, e na prnpria Inglaterra com
Portugal; mas o nosso ministro continuou a residir em
Londres 1 o que uao aei se devo louvar. Eu nio M,
Sr. presidente, se posso basear a minba opinio com o
procedimento do proprio governo portugus. O bario
de Moncorvo ere ministro portuguez junto de S. M
lirilaonica : dado o acto da passagem de urna lei igua
contra Portugal, nio pedio os seua paasuporles e conti
nuou a residir em Londres; mas elle parece-mo, qui
foi demittido. Ora, eu atsentava, que este caso era o
maior, que se podia dar para justificar ocaso extremo
do pedido de psisaporles, outro maior nio sei, que ae
possa dar; e por conaeauencia, aeporoutras causes mui-
to menores se di o caso de se pedirem passaportes, co-
mo nio dar-ae neate ?
Outro ponto, sobre que chamo a altencao da cmara,
he, aquella, em que. o Sr. es-ministro no seu propiio
protesto declara, que o nosso governo esta prompto pa-
ra entrar em negocim;oes. Eu acbava, que o govorno
nio devia mostrar esle empenho, e, quandoae mostras
se, como sempre se mostrou.disposlo a ajustes lees, de-
via immedielameole declarar, quosa isto se prestarla,
com a condicSo da revegacio do bil [apoiadot).
O Sr. Junqutira: Debaixo de condico nenhuma.
O Sr.Ftrraz: Achava mesmo este objecto
alheio de um protesto, que foi communicado a todas
as na(>s.
Senhor presidente, permita a casa, que eu pergun-
te o quo valem ennvenedes com o governo inglor. ? Nio
tinhamos nos a convenci de 1826 quo po< em vi:or
todas ae convenedes e artigos addicionsos anteriorei.
confeccionados e celebradla com Portugal a res^eito
du trafico ? O que Valerio elle* ?
Em 1829, o governo ingles propflz urna convenci
addicional, afim do declarar-la, que o apretamcnlo
teria lugar no caso do indicio do ser o equipamento de
urna embircacio proprio para o trafico; pouco dopois,
em 1815, nova propista foi leita nesle sentido; em
poca posterior, se enladolirio negociacOes a este res
peito, que nio forio avante, e o g verno ingloz, por
este e outrns actos, rnconheceo claram.-nte, que os
nicos casos, em que podia ter lugar a apprehensio de
um navio brasilleirn : era a echada de escravos a
bordo, ou prova clara e innegavel de que o barco
aprisionado linhs condolido escravos.
O Sr. Ferreira Fra*;a: Naquell vlagem.
O Sr. Ferros: Naquelle viagem.... lembrou
muito bem o nnbre deputado. Isto era expresso nos
artigos addicionaes de 1817 e 1823. Mas de que
maneira procedraoascommissOes muas, existentes em
li itrenles lugares em virtude des mesmas convenedes ?
Abieetioos relatorios des commissOes mutas de serra
Leda c do Brasil; ahi existem os papis, que se distri-
iiuein lnd s o; .nios n i perlamento inglez: delles ee
, que a meior parle das prozas forio eilas nicamen-
te por indicios do equipameeto ser proprio para o
trafico, indicios nio adrnittiJos pelas convenctics exis-
tentes; todas as nossas embarcacocs lorio aprezedas,
pelo simples indicio do equipameolo, e assim julga-
das boas presas.
Era condicio expressa, que os cruzeiros ingleses
nio podiio, no nosso territorio martimo, exercer o
direilo de visita, busca e aprezamento; mas, debaixo
das nossas lottaletas, o ni nosso territorio martimo,
essos aprezamentos tiverio lugar, e, o que be anda
oais, a trpol.icio ingle/a iallava no noso territorio
i-iinlinenlal, deva huecas nae casas inmediatas as cos-
tas, e pie/BV.i os navios fundnados juntos com a torra,
encostados as margena dos nnssos rios o portos, &c.
Ho um fado verificado, quo o governo ingles se
comprometan a ndemnisar todas as f.erdes solfrida
por subditos brasileiroe, por injustos e inievidos epre-
einenlos, conforme as deci'es dos trihunaes respecti-
vos, dentro de um anno. ao mais tardar; mas qual hi
o subdito lirasileiro, que al boje lats conseguido in-
demnisatio ?
Aqui est o rclalorio do Sr. ministro: delle se v,
que o governo inglez se tem negado a estas indemnisi-
tdes, e a satisfatoea de muilos oulrue actos de violencia
de seus cruzeiros. Indemnisuu o governo ingloi as
perdas soflridas pelos subditos brasileiros com o incen-
dio des suas fet. ras, do proposito aleadas pelos
/eiros britnicos?
Senhores, chegio as violencia* a tal ponto, que os
nossos nanos teem sido julgados pelos tribunaee bnlan-
nicos, e os gastos e se cuate* dos processos, no ceso de
injusto aprezamento, rerahem sobre os seus proprieta-
rioe I! Isto ecaba de succeder com o brigue 'J'rtum
pkanie, julgedo pelo tribunal do vicu-eluiiranUdo de
Madama Ido re cnlrava com Julia, uu momelo, em
quo a dama fniia eana pergunla.
Ahi esli aua aenhora, o aua filda.
A compradora voltnn-ee, e nio jide comer um vivo
movimento de aorprea, ao aapeuto deraae dainne. Exa-
uiinou-ue com urna niirnr.oi, que Irria poiaado por in-
solencia, ee nio liouveeao ahi do miatura eingular ndiui-
rafio, o cxpreaelo de colera. Entretanto, Julia e eua
non entrrio para o eeeriptoriu, depuie do havervn
aaudado a dama, quo diaae baixinbn a Villon :
Ad do madama o litada niuisclla I lime!
Sim, eciidora.
Parece-iuc, que Viu. nio liavia dilo, que Mr. Tdo-
r linda um fildoP
He verdade, que o tem ; mas eu crcio nSo haver
anda fallado di lie a eendora.......
Pode ecr, terei ouvido mal. Queira niaudar-ine le-
var eete appurcldo de cdi.
Uode:'
A dama parou eo momento, em i|uo ia reeponder.......
Nao m'o remella, faca-o empaoular, que o virio1
procurar uin deslee diea......... Diga-me o preco, que
h'o quero pagar,
E, ao diter lelo, fileve ella Julia, com auicajador.i O
prcaaio e neo earduniro.
He eacoeadu, diese Villon, qnando a eendora o
mandar buecar.......
Mi, eenliur........ eu parto para o campo........,
prefiro negar........; pessoa, que vier por eata purcel-
lana, m'a remelter........
Eolia, eehopare o campo, rainda eendore, eor
preoieo acondiciona-la em um cauio, b eccreacenlarc-
inoe o eeu cueto.
Accreecenle o que quiser, dieee a dama impa-
ciente. ,, ,
Durante tudo eaee lempo, nio havia ella lirado oa
olhoa de Julia. .
Mademoiselle Julia, dieee Villon, qneira faier a
factura do apparelbo ingles n. 5.......
Julia lomou urna faclura, madama Thore um Iivro.
__ A aenhora quer urna faolnra especificada f
__ Smii, ai.....lime a dama com exquisita vot, eim....,
desejo urna factura especificada.
Villon uffrrereo-lhe urna endeira no eacriptorio dae
dainaa ; MIS ella recuanu-o, o fieou fra daa vidrnjai,
euiituaiilo aniii e a filda cacrevilo o que Villuii Idea
dielava.
M i.l.iiii.i Tlmie olhiiu nlgumae vetee, para ver, ae c
sa niullier ceiiliiiuava aoWerta-laa com a ineaiuo enrio-
eidade. Mae ella calava adaorla fin prufundas reflexc,
e ou perquo se reoordaaac do fMBHllo, ou porque me-
j'itaeeealfUfll prujeelo futuro, podia-ae julgar, pela car-
repada expreaeo do rueto, i|ue crueia leiubrancaa llie
uneurrilo, U eaperava lerrivel viiigauca.
Apenaa Julia aeabou, paesou a facture por um poati-
gnindo, duendo :
Aqui tem, madama.
Ktla tomou-a, i xjiniiioii-n com urna nltcn(io, que
lena felo diter a Tlioro, que **** mullicr nio pagavn
.em verificar as conlae, e quo quasi que fes Hiedo a ma-
dama l'lior ; dohriiii-a cuidadosamente, e, laucando a
importam-ia eobro urna ealaute du eecnptorio, relirou-
., rapi.lamciile, *cm diier urna palavra, que livoeee re-
lac.il) com a compra, quo neabava de eftecluar, acia ia-
ier una inelinaci para correaponder M.cifil c com-
mcri'iaee aauda(es de Villun.
Ninguem pe uaava, q M com eaaa niulder liavia enlia-
dona i.in.i una donivel de>gra(a.
lleno 1 diaie o c.iixeoo, o guardar o dinbeiro
posto sobre a estante ; ora ahi cala urna exquisita Fre-
guesa.
Singular, com etTeito, diese maderos Thor, que
entregou au ceixeiro oe bilbetea, que Victor Ihe liavia
oltado, e que accreecentuu :
D entrada cm caixa a eaaea oitoecntoa mil rie.
Eetee oitoceutoe....... mil......., dieee Villon es-
tupefacto.
Sim.......
Como hei de Faxer este lancasnento ?
Eu lomei-lbe eete dinheiro deroenhia, entrego-
urna das colonias inglezas, creo, quo o cabo da Boa-
Esperante.
Ora, ao o governo iogloz sempre mnstrou, que nio te
imprtala om cnnvent;8es nem tratados, para que nos
havenms dn subjeitar a convencas, que nos queira elle
diciar 7 Nio temos nos o exemplo d is nezoelaedas eo-
taboladas palo ministerio de i > de ni irc i ou de julho,
que nio podrio ir nunca ivante, em virtude das exi-
gencias exageradas dos ministros ing'oies ? Nooca nos
podemos entender com o guvarno inglesa respailo de
certas cousai. O que podemis, pois, esperar de taes
einvencOes?
Sr. presidente, outrs psrte relativa aos negocios os-
trangeiros, da que p^sarei a ocsupir-ms, vem a ser o*
negneios do Rio-da-Prata.
Sr. presdanle, tenh i a maior magoa possivel, quan-
do trato de nogoclos desta nalureza, potqite necossarla-
menle as miinias reil >io -s nio p dem anradar a alguns
d s mcjs collegas, a quem desejo sempre tratar da ma-
neira a mais urbana.
Eu enlendo, que a poltica, .pie o Brasil deve ter a
respelto dos estada vuinhos, devo sor urna p ililica de
franqueta, de benevolencia, de proteccio e de inflencia,
influencia benigna o benvola ; e que o que nioestlver
de accordo com esta pnlitica nio pode ser de modo ne-
nhum provoitoso ao llrasil. Nestes principios, a respel-
to de todos os nossos viiinhos, sccrescentarel, que urna
tal poltica deve sel especialmente applicada aos nossos
viiinhos d > Sul, s repblicas da margem do rio da Pra-
ta ; que temos urna necessidade imperiosa de segulrmos
esta politice.
Todos sabem, quoquasi atis margeos dorio Negro
os campos otientaes sio povoados de Brasileiros, que
possuem grandes proprioiadis e riquezas: a lingoa, os
costumes, quasi quo, nesses terrenos, sio nossos, at
ae relaedes, pois com estas repblicas devem quantn
mais se tornar intimas ( permitia-se-me a expressio );
devemos inteitamente procurar ligara povoatio brasi-
leira com a oriental, e conservar entre ellas as lucidores
relat5esde Intelligeooia e amitade. lia urna necessida-
de a respelto, e eu creio aloda mais, que para o futuro,
conservada a paz, mor numero de Brasileiros nesses
campos habltaii, e por consequencla possuio anda
maior aomma de Dens, propriedades e rlquetaa ; assim,
pois, a poltica da benevolencia, protecti" o franqueta
se torna ainda mais necessaris a respelto daquelles po-
sos : temos limites a litar, e ainda a poltica de fran-
i|u/ ha ornea-tana aobre etto attumplo.
Senbores, nos devemos demonstrar da maneira mal*
franca, que nio temos vistas de cooquista a respeito do
lerritorio dos nnssos viiinhos, devemos trabalhar por
filar nossos limites, desprezando at a vantagem de al-
gum terreno, que adquirimos por conquista, pala de
estabelecermos limites naturaes, e de modo que ee pre
lem i lis -aii-ac 11 de nossas ail mil 'g,i<, o igualmente
pela vantagem de vivermos em paz o harmona, do Int-
pirarmos a maior conrlanti i (uelles p ivol ; em quan-
to nio se persuadirem os nossos viiinhos de que o go-
verno do llrasil nio lem vistas de conquista sobre o seu
territorio, subslstiri sempre a fatal deecunflanta, prio-
cipal ou antee nico motivo das violencias, que tof-
ttemos do Kslado-Orienlal.
Eu desejrs, quo o governo do Brasil tomaste um*
posicio tal, quo podesse diier a respelto de seus viii-
nhos o quo disso um orador inglez respeito da F.urop
que nao se devia dar um tiro na America Meridional
sem scieucia do governo braslleim, ou mesmo aem au*
llcene*. Ora, para conseguimos esta posicio, be n-
cessaria e-la poltica.
Posto isto, Sr. presidente, eu me vejo na necessidade
de censurar a poltica seguida a rospeito dos negocloa
desses eslados.
Que o gabinete braslelrocbmou as nacSes europeas
Id'o detardo, lio esousedo, quo ato epptreca noe li-
vro*,
Perde, eenhora, diaec Villou afTlicto, o artigo ee-
li |an(*do, cu nio pn**o tirar dinheiro da caixa, eeiu
faier o devida **erlptur*Q.......... Mo pueeo recolhe-
lo, aem pralicar a ineania couea......; e a aenhora bem
eabe, que o* litro* de oummeroiu nao admitilo raepa-
ilnra........ lie, portento, preciso, que eu aaiba........
__ Senhor........dieee mactotM Thor lmja*u>ait*.
He precian, que a eendora ae digne diter-me, re-
plicn Villon, abanando a codera, como devu eu........
Pois brm! diste Julia, com ares do motejo, lan-
ce: par haver recusado receber aquello, a quem er*
declinada a quanlia.
Doverne! diaec Villon, com alterada voa, e filan-
do mac1.mi.i Thor,
Bita, reepondeo eete, he a verdede. Faca ieeo,
como o entender.
Villon nada ditac, pegou no dinheiro da poroellana,
e noe bilhetes, foi para o eeu eacnpluno, onde pri-
moiro laucn a venda do apparellio de cbi, e depoia,
no acu caderno:
. Becedidoe de Victor Amab, a quero crio *j-
dna, o quo oe recu.ou.............."M**"00
Aocecrcvcrcisearligo, Iremia-lde a mi, e, oque
talvct jauaiaconicccu a um livru de oominercio, urna
lagrima do amor e deaceneraciu po* urna mancha ucee*
Miiaulia dooiloceulue mil roia.
Enlrelaulo, dnia bamnliu Julia a aua mil:
__ O pobre Villon nio coniprelieude eaee orgulhoao
detniercaae.
__ Cala-lo, Julia! cala-le......... tiitende-o maie
do que tu cuidae.
O reelo do dia foi tritio e penueo pare todoa. Carloa,
contra o aeu coetuine, rocoldeo-se muito Urde.
(Cntimutr-m-k:\


p* ra intervirem no nrgorfnj do Bin-rta-Prata, he neg- Dizia o nobre depulado, justificndose, que o Cierno
c* >. .)' pire i llariibjeito ao il unilo das quest' tf, '(,*leio ;irjli3 apenas meoJedq eoodar 01 gorernos in-
tl'ei p frincei aceren ele suas vistas sobre o negocios dai
repblica! do Rio-da l'rala. e que, no cato delles quo-
h tilla dn memorndum dn S'. tuconlo d branle,
ii'i P'iolcili di-en, qae ha contrario ip test-imunli >
.!< i-i- n<;* que Sitlarto, que nunca f este o pensarnen-
11 da gabinete Imperial, A cao se ha de lenibrar das
ral daq lelle oiolslfo franre : u A F'anca disso
retem defender a independencia da Banda Oriental,
in.inda'Sfin inslrucroe'i aos seus ministro! msla corle.
'"";" ......,";"';......?,; '..... Di|, eon,enfioosreio OBI o Brasilsobro esto impor-
e le na i tinh.i e n ti-la enl.-o'nellor-'o nos negocios dn i'" c .
n i.nin nundi: uui' tii'l a ini'-an i nsr, tisconde de A-
liii a -P'ala, ni o era a iss i chamada por interessc al- "nl P' < '.
(luoi ; ni i-, Iiikii que gubiiicte brasil -tro a con Id iu
para inlervir nell-s. lugo qu.i a Frang leve ceiiea de
que n novecno do Itrasil tmh i a iateoclo de inlervir. e
de que int Ttlrla, anda que Inste a sos, a Franca Dio
poda dellar de dreidir-se pela intervencin os Inte-
rastel sla Franca, n Influencia, qudete ler naquellas
lO-nes, leus interesses roiniiierciaei, o demndala, a
Oa :s nao ser t-nlade. que o Sr. visconde du branles,
no 'no memorndum, pedio esta Inlervencio em oome
di Basil. oque, neg-undo ai pecas ulliciaei r presenta-
das pelo Sr. ministrados negados eslrangeiros, paree
cello, cabe-rne notar, qae necatMfio era, que as ins-
Uucii-s dadas sobre esle objeclo, que ja he negocio fin-
do e a c 'pa do memorndum do Sr. tisconde de Abran-
I-!| Pistero presntela casa. Se he, pun., crio, como
disse, que o Sr. tisconde de branle! no seu memoran-
da Minio esta inlerverico, dlrel, que nao podemos, de
mam ira neiiliiiina, dutidar, que loi esta a irilengao do
gutemo brasilriro, poique nesla casa, quando l'illei a
prlnclri vet nesie negocio, o ex ministro d>s Degoeioi
eslrangeiios, o Sr. Ferrelra Franca, r8o se dicfarou de
una niancira p isiliva e clara, e da segunda tet disse,
que as insirucvoi's do Sr. tisconde de Atirantes nao li-
dian a palatra inlertencao O Sr. cx-minislro
dos negocios eslrangeiros, depulado por Minas, lani-
l,i ni il-1... r..u. que o un ni un por maneira neribuina ti
i.h.i pedido esta inlerverico. Mas cu disse enlao, como
t cala he iesteniuiiba, que, le o Sr. visconde de Atiran-
tes pralicou actos contrarios a suas inslrucvoes, devia
ser deniitld i ; e nos veinus, que, ape/ar de havcicm
usas pretences, e da eclaracao multo solemne fdta
pelos ministros de Fraila e de Inglaterra, o Sr. tiscon-
de conlinuuu na sua couimisso
Ora, diqui o que ih pude deduzir i' Falla de eiecu-
cao d. s iniliurc,oei, no que o nosso ministro seapar-
las-e da regra, que lile loi eslahelecnla pelo goiemo
breeileiro? Pvgo. absolutami nte Dio. iNoliirc 11, i .1 nu-
Ira circunstancia. A o usao puncipal do mi su o Sr
tisconde de branles era tratar cun o governo prustu-
r o sobre a liga di* allandcgac ; n.es ello pstilO cloque
mili lanli pressa e arnd. nimio, que lio letnu irislruc-
c^'dcs algum as para esta missao, as qtiai s I lie folio reiret-
Inlos mullo posteriormente. I', re pos, que lodo o
seu lini loi tratar desla intertenrio, lano que se diri-
gi l.ig.i a Inglaterra, e depois a Franca ; lano, que
acnit lao os laclo!, que buje ninguem i.nora. Cr-
tanlo, islo parece lora lie duvida, e s nos podcninos
ci nvencer do contrario, quando lernms as MllfUCCOei e
o memorndum, porque al consta, que esle memoran
n tn 11 i lein (netos inetaclos, e que no lnn te pedio po-
Silivanienle a inlervencio. Se esse ministro assioi ohio,
dina continuar ion urna missao destas i' Eu crtio, que
isla lie mcompititel ruin a lealdsde de un invern.
tirantes loi nesle sentido. I1.os bem, o que prstirrio
gotern! europeos, dada eita hypolhese T Nao le
uiipoilarao enm o Brasil, nio quizerio, que tomaiie o
nosso goterno parte na inlervencjo, e apresentou-ie
na rnargens do Prala rom forras o inlertindo por meio
Ja guerra, lem que o Brasil, que, alias he garante da
independencia da Binda-Orienlal. rujo fundamento
iinli i ilaln para esle pissn, loise ouvido ou attendido :
abandonarn inteirarnenle o Brasil, que alias era a po-
tenza, que. dada a necessidade de una inlertencio,
leveria inlervir rom resao e direilo.
Nao |i sso conrordar com o nnbrc ex ministro ds
neg icini eilrangeiros, depulBdo por Minas, na opiniio
i)ue legue, deque a Inglaterra tumhem linhs obriga-
pto de defender independencia da llanda-Orienta'
Ku peco-lhe licenga para tratar desle ponto.
Donde veio cite direilo ? Do tratado de paz entre o
Brasil, doqual loi mediador o governo inglez? Nao ;
poique apenas nniliou para a reoniSo dol plenipoten-
ciarios e aju-tei enlre si, mas nao asiignou, i orno de-
tia, o ministro respectivo; ao contrario, lord l'on-
orillo derlarnu so ministro plenipotenciario do goterno
argentino, que o gi temo ingle/ de maneira nenbuma
eiegsrante do menno tratado. File documento esta
nos urrbivol do goterno argentino, e mail de ums vez
lem sido publicado. A Franca lambem por maneira ne-
nliuma poda inlervir ; n tratado c< lehredo com o go-
terno aigenlinho de 1840 nao llie d esie direilo. Mr.
GuiZOl, o mais iiifluenlo dos ministros do gabinete
Irantez, declarou rni 1844. dianle des camirai fran-
ceZSI, que fundamento nenlium (lata eise tratado
Franca para urna iiiterven(o.
Foi um puso, que ro pode ler explicado pelm re-
I0M communs, e que pode ler explicado peja mar-
cha do ministerio seu iiulor, pela la marcha lem
norte a respailo de todos os negocios pblicos, pela
maiclia taciHanle, e inleiramenln destituida de sjsle-
ii.a, que elle seguio eai Indas as ciiUIhS.
AproteiUndo esla occaoao, eu, cjue lenbo tomado o
proposito de, na actual se-sio, oceupar poural tezel a
alinelo da cmara, tejo-me na necesiidade do peder
slgumal informaioei a respeilo dos ncnsos negocio! com
o Paraguay. Itelleilirei, de passagem, que, quando o
ministerio pastado cbamavo as putenciuS eslrangeiras
para inleivir nos negociol do Rio cla-l'rata, o Dlioietru
lira>ileiro no l'araguay rio recebia urna s coni-
n mu an deile puso, nein inslrurrei apropiiadai.
au le, se lie verdade, mal o laclo lie, que, durmi a
idtnioittricio do Sr. depulado pela ininha prrtincia,
creio, que um s papel nao loi dirigido a este miniitro,
Ouiros lados apparecem, que indicio, que a verda lenlrelanlo que, se o Brasil leve o pensamento de inler-
cieira inarrba do governo fui no sentido da interno can:
islo se ileduz da |iu(ii iiu dada a luga do general I'",
e se deduz mais da maneira, por que o ministerio |iro-
cedeo, quando instado pelo ministro argentino, paiaque
se ii i I -i.i.-e, se lal pedido ele inlersenco boutn l'js
as peras ufliriaes (inustrando o relalorio dos negocios
esiiangeiios) tu lu luchado no auno passado como
un i iiini iii'.ni'.n da wiUbv; porifuu dtfsv, i(u
grande negNgeocni e deaeaidos dominrvao a ropeiii-
cao dos nrgui ios eslrangeiros; mas eii-abi os docu-
menlc.s, pussrao se i, (i, e l me/es, sein que ai no
las do ministro argentino los-ein resp .i.didas ; pstta-
rao-se a respeilo do oulnsniais 3, mais 4; o donde
parda islo .' Dios o sabe
Ums dos o.,iimcs dilTiculdacles, que o ministro ar-
gentino le ve de vencer, foi o obter una roposla sobre
esle punto, delnngai. Urgiveisaidel, o ouiros recursos
drill orclem se polPfiu em arrio. K islo o que in-
dicava ? Orlan enle a teidade dos boaloi, (|ue cumio.
Amda ouiro faci : o armamento natal apresmla-
do as margeos du l'rala, armamento superior ao que
as nece>tidadei ordinaiii siexigio, amela maior do que
se imagina, jorque at foi lirada urna parte de tropa
de linln para guarnecer o navios da armada, laher
destinada a algum desembarque. (Jra, islo demons-
tra, que o pe san enlo do governo desse lempo loi o
da inlerte-irio. e depois arripiou caneira, conbecen.io
o precipicio, em i|ue se ia abysmar, lano mais, quanl.i
o loa.M de o nena nenliuna deve chamar as nacoet
europeas, para inleivir nos nossos negocios domsticos
dos estados da America Meridional; n>6, meus Se-
i.Imii-, n inlertenc,io existe o a responsabilidado nao
sei sobre quem de ve recahir.
A inlertencao lem produzido n les incalculatcis.
O que leem ello os intertentorcl? Apiesenlio o go-
verno oriental Iraco. coino lie, i testa do lodos os abu-
sle irregularidadei, e n rvemte delle i un o de ini .i
manivela, (^uanlos actoi extraordinarios e contrarios
ao direilo das gerilei se podem imaginar, aquello go-
terno platica Asmiii, cimlia lodas as regras de dlrel
lo das gentes, a navegacao do Pacana o do Uruguay
foi pelas potencias inleventoras al ma a todo o mun-
do ; mai um decreto de l(i de oulubro do auno p su-
do eslabeleceo, que nenbum navio podena navegar
nosse ros, sem passapoite do governo oriental, e sem
o tisto dos cnsules fraDCC! ou inglez. Ura esla
pralica lie conlrOria inicuamente ao direilo das gen-
tes, be infractora de Indas al regras c enlrelanlo as
| Iiu i, a intervenloral lanmio min da manivela desle
governo sem bale, sem carcter de nacionilnlade, exil-
enle em Montevideo, para commcller quanlo im.gi-
no, lem reiponsabilidade alguna; e notemos de passa-
gein o que estes liomeui, que vinbao ledamar os di-
reilos da buuiaoidade, teeru leitu. Ui propnot olliciaes
europeos lias suai cartai oarrio lartol indigooi de una
niciociviluada l o templos lio prolanadoi ; vtrda-
ileiras urgas all e fa.em : atropa luxilisdora com
mella ludo islo. Mu sou eu, que o digo, cartas de
olliciaes europeos o retalio, e mesmo no retii da c-
mara dos paroi da Franca iito nio foi contestado.
Ora, a reiponiabilidadeijeile facloi sobre quem do-
te recibir? Se boje o rioi Uruguay c Pirana esli a-
bertos nitegicio de loda ai oacdei, daqui a doui
dial o Amazonas e seui confluentes, por iguaes meiol,
pela fule,'", podera s< r ahci tus i nategavio de lodas
as nceles [ufoiado$), e queui be o responsavl ? A-
quelle, que loi chamar o goteinos europeo para in-
lervir nui negociol da Auierica Meridional; e deque
vir naquelles negocios, um dus passos eS8' nciaei era por
de cturdo o governo do Paraguay, cuja independencia
aciluva du reconhecer, e lem proposito firme de lus-
leotil yual o resultado dislo i' Nio sei, Sr presiden-
te, sesera verdade ; mas o laclo bu, que o nosso minis-
lio, alias liil ii peilOI que tein grangeado o espeito de
todoi, nada lem podido fuer, ou lem leito alguma eou
ia fin dti>i>iuvottii nosmi.
Tocando as reliedei com os gofurnoi do ltio-da-
l'rata, nao be cousa lora de proposito Irazer memoria
da casa o que succeJeo a respeilo das nossai uogocia-
e.'a din a repblica do Paraguay, sobre limilci. O Bra-
sil esleta em ciicumslanci s laes na repblica do Para
guay, que pocia extreer urna influncia legitima mul-
lo pceipic ia aus nossos ioteiestei ; mas, pnr I .lia de ins
Irucce. propreas. e de urna regia lita de proceder, es-
le mioiliro laluv linlia le lo algumas cnusas, e ndado
de incido, que lem merecido acref censuras, e al o no
bre ix-rninislro de estado, depulado por Milla!, oaiirn
plisado Ibas le/, o que dado, i .iii..,11-mi' grande aduii-
rafio, ni esse mismu humiin dtipacbado dcieuibBrga
dor, e ..ssiin premiado.
Sr. pie-id i nie, i tinta disto, eu peen a alguns dos no-
bles ministros, que dCein a camera Iguns esclaieci-
melos sobieas nemas iclsccs rom o Paraguay. U Ira
ladoaii da nao loi raCliiicacio, nem o poclia ler, poique
a respeilo da divisa., ele limites linba tomado por bale a
de 1777. I'.in que puiio, pois, ui negocio! com esli re-
pblica nao posto bem collier a tisla do relaturio.
'1 aiiiliem nenliuma inloriuBCio tein o corpo legislati-
vo sobre oulros negocios, abas importantes, sobre nos-
sos limites com as colonias Iranceza e mgleza ao norte
do Brasil. Desejara igualmente, i|ue a cmara outitse o
que ba a este respeilo.
l'assarei agora ao le retiro e ultimo pooto. Negocios
intenoies.
Tucarei antes de ludo no periodo, que diz respeilo
fume no Ceaia e oulras provincial do N' re. Nio pos>o
deixar dt leuvar o empenlio, que o ministerio pastado
leve ltimamente, para salisfazer ti necesiidadei destas
provincial; mas, i nucanlo, nolarei, que os males des-
le provincias pudiio ser aitenuados, e mesmo preveni-
dos c ni parle, se acato com alguma previdencia tivusse
olhado o ministerio pasado para as memas pruvincias
Km caiol e-es nio se deve lauto recelar fume como
o lernor della. Mal appaicco o lemor da lome, oicul-
iivauures guarni o le us productos, os especuladores
escndelo u que podem adquirir, e us consumidor s fa-
Zem suas | ii.v i-o. s ; o povu acredita em tudos us boatos,
por mais absurdos, que sejio, e o resultado be, que' os
borruret da miseria apparecem anles du tercio espera-
dos. O que cuuipna lazc r ei6, logo que a primein no-
ticia appareceu, nudir de prompto com bstanles proti-
ses ; mas islo nio se fez : jii larde o goterno cuidou
em mandar algumas protitOes, u j enlao ca impossi-
vel suecutrer a alguna puntos do centro. Al houve pre-
iidciitu, que declarou, que nao queria protiiOei de Loe
ca, quena dinbeiro
O ir, l'mto da Alindonga : Nio be exacto o que
di/.em a esle letpeito.
O Sr. Ferro : Senbore, lia nin lopie.o n respei-
lo de ralas linaiien, obro u c|ual ainil.i pee; a allmi-
(lo un imii. Siniu, quo o llirnno ie cxpiuniie elciia
maneira (lefo):
o Ser-tot-ba npretenlodo o or{auicnto da receill e
deipezn. Por elle euubeoereii o augnieiito, quo ai|uel-
l.i lein lulo, e os cttorcna, que tciu t'citu o mec governo
para cslabelceer, Dur meio du reuc. Oes judiciusas, o
indiipeniatel equilibrio entre a renda si a doapeza do ei-
u.i. iiuaucjjvuv, u auiciivi mee luiouai ; v uo ujuu iiuiisiiciitavci cquiuuc iu uiieiu a iuuum u a
maneira! E como oeste negocio o goterno Lraiileiro ? I lado, lem o grvame de no vis impoiicoe
Aqui le d como cerlo, que o gntrrno Imperial ten.
fet,. eaf.ircni por eslabelecer o aqnibrio entre a re-
nrita o n de.pe.a. El, Se presidenle, Tilla do rel.to-
r,. ,l,i n..bro minilrstda farendn. nodo, que ietfl ni. he
Piaolo. A m.bre enmmil.ao lano o ranonheeeo, qne.
re.prnideml. aeiluleepieo. ledeiviou inteiramente do
i.enaanientn do &..torno : en Iho aeho raiSo ; a nommii-
sln nao nnanheoe ealea esfurgna, que o npregoSo, e
pnriiin apena prolosloii coadjurar o goterno neile
raf.ircoi. .
O ministerio enganmi-ic lobre eito poni, enlo he
esta a vez primeira, em que esle engao se d.
Quando,nn anno pialada, nni foi preiente o orcaman-
lo e relalorio do nnbre ex-mini.lrn da fstenda, ae di-
lia, quo o dficit era apen.it de 022:231,576 rea. O nn-
bre depulado pelo Rio-de-Janeiro (o Sr. Saturnino) de-
inontlruii, qne issn era impostitel, e reiiillad f.ii,
q.io andn por orna quanlia maior de doui mil o lantnl
minina, .....le 2,2'lfi:792,000 n em que iiiiportata a
bepea d atnoriiuelu da divida publica, e de man
752:7S,97 rs., em que andata n exoeno dai man dei-
peas, coinpai.iou.....u n auiBma rccci------------------
.....isl do dficit do 2.999:550,497 ra.
Anda ale anuo laboran o goterno neilo engao, e
Unta bo trrdide, que tejo n proprio rotatorio Sr.
ninislro, quen uiiic reduce., qua le d, he 61:000/
de reii : teja te a pagina primeira do relnlorio.
Ora, linio nao be terciado, que so derao ottei eifor-
COa, que o menta minilei io ditie, quo a dficit bode
2.479:897 914 'n, qae pollera fiear redolido a reit
135:531,944. deiando-ae deconiignar fondos para a
ainuilisacto da divida publica. Como, paia, dixor, que
o |;overno lem fcito esfucol para comeguir elle equi-
librio ? F.u lauto n nnbrc coramina ; ella nao poda
ree.iahcr eile eiforp.., e apenas prometi a mi coad-
i.iv.'i-ni pina ubier esle retallado. Crer detiamo oilel
esfaicoa ponitei, e resollad 000*0 cerlo, cora a ex-
lineeia da guerra, qoe Hagellato a proeineia de S.-Po-
rlro; maaqnaei aa reduefe, que to fixerin ? Andan
i-lUa em 6;.S79,S7t reil. o que pelo repartiese da guar-
a f'.ii absurvidu pelas deinaii reparticOei, qiienugmcn-
lr.. una dc.peins. Quaci eilei elfarjol, do que lano
u al.n i i '
Nio posso estar de accordo com a nobre enmmissao,
uem louta-la quando ella afirma, que o augmento da
receila be o multado da poltica de psz, de clemencia,
juslici o equidado leguida polo minilterio pinado. Se
ciaaiinarmos is tabellas apreienladas no snno psissdo
e nesle inno, veremos, que esle augmento be princi-
palmente filho do augmento deimpoiloi, quo leve lu-
gar em 1843, oda nova paula dn alfindegai. e fol-
ie o resultado da paz, enlao nio se data, que no Rio-
Giandedo-Sul, quando eitata a guerra no maior p, a
renda dai alfandegas e da exporlarao tinbio augmenta-
do consiieravelmenle Algum augment que tete a nos-
sa receila, al cerlo poni creio, que he detidoa boa fa-
ce que netles ltimos annos leem lomado noisn relacdei
commerciaei, e a noisi expoitiio ; mas o maior aug-
mento be detido ao augmento dos tributos, k nota pau-
ta, melboria dos crrelos, etc. lsto he demonstra-
do em lodo! 0! relaorio!, que aqui estio. Vejamos is
tabellas.
Oreodimeoto da exportacio cobrado pelnmeissdo
consulado montou :
Em 18U a 1842 em 5.422:687.000
Em 1842 a 1813 em 3.442:G3,000
Em 1813 a 18V4e.n .... 3.67::v90.000
Eml8lta 1845 em .... 3,'J9:'J73.000
O lio-Grande-do Sulera o theitio de umi guerra
loftlmJorm, o paranlo eumpru ver qual o reml unen-
lo da exporiacio oeitei annoi, e antei da poca de sua
pseifioecio.
Eu. 1841 a 1842...... 267:I4,000
Em 1842 a 1843...... 291:451.000
Em 1843 a 1844 .: ... 333:657.000
Em 1844 a 1845...... 471:348,000
Vamos vCr agora u rendimeuto das alfindegai de to-
do o iopeno.
Km 1841 a l82andouem. 12.037:848.000
Em I842i 1813 em 11,145:402.000
Km 1813 a 18*4 em 12,2u:3i4,000
Km 1844 a 184o em .14 811:133,000
\ejiniui piilicularmeiite o dai ellaiidegn do Rio-
Grande-du-Sul.
Em 1841a 1842 andouem. 300:551,000
Eu. 1842 a 1845 em .... 318:001,000
Em 1843 a 184 i em .... 510:034.000
Em 1844 a 1845 em .... 9/9:250,000
Pvao irei man a.iante, e do que bei dito e prota,
que nao se p le dizer que o augmento da receila
he o feudo da poltica do ministerio pasudo; e se a
iiol.rt coma.istao quer una prota mais flan, consulte
n lal.di... do lendimento den correini, e dai meiai de
renda, ou recebedorin, e tea quinlo augmenlirio
cun os nuvoi imposto! csiss rendas, e especisluienle a
do sello.
I enlio, pnitanln, provado, que nio be exacto o acer-
t da nobre commitiio.
Aqui remilaiia, Sr,prelidente, o meu discurso, le
por vcutura o tolo do grcil, que diicutimoi, nio im-
poitnse urna apotbeoie ao ministerio plisado. Peco
aoi lu;,i es depuladoi, que n flicliiu lobre eileieu tro-
bulbo, e igualmente sobre o actos do gibinele de 2 de
letereiro, e lenbo a intima conviccio, de que com im-
|i rcialidade nio pdenlo jaman dar como justos o elo-
gios, que Ibe lecem : quaesquer que teji os serviros,
que a seu pulido Ibei preitatte ; qualquer que sejio
as obiigsvdes, que Ibes detio por modo algum podena
elle merecer ella apollieote.
Pan bem demonstrarse a injuslica e psrcialidad
com que neite ponto a nobre commiiiio le bouve, mit-
in be, que uiemoremoi o procedimenlo do minilterio
pastado, que o encaremos, ja quanto a sua origem e or-
gaoiacao, ja pelo que toca aoi seus actos, inteirimen-
le alheios doi principio! do syslema repreienlitito ;
que o consideremos, qur pelo lado doi teus actos ar-
bitrarios e pernicioioi, quer finilmeole pelos nenbuos
benelicioi, que truuxe ao psii, ou ainda pelos nenhuns
nielhoramenlos Icilos ii reparticdei e oegocios aaeu
cargo.
Nio sera demiiler ciniir-me muito, para bem svali-
aniio-io pelo lado da tus organna^ao : sobre o que a
eile reipeito bouve, a canina esta muito ioleirada, e
baila, que de pungen) lembremo-noi, que morreo
como nasceo; a uieima ciuia, que Ibe deo vida, Ibe tiou-
xe a moi le.
Todos nbem a que lado pertenciiooi membros des-
le ministerio, e quaei crio ai uai idein; todoi sabem,
que elle inteiramente leenttegou nos bracos do puli-
do, que nio eitata eolio oceupaudo ai poii(5es ofljciaei
do paiz, por urna mera oeceuidade de vida, e oio por
eonformidade de principio, eenlimentoi, on opiniSu
Hitia urna barrelra osoperavel entre as opiniQea do
cni'iilorio pasudo, e a opiniio desse partido, qne nio
eslava oceupando ai posicoes ofliciaes: no entinto, fcil
Ibe foi trocar de veites, adoptar notos principios, don.
tsropiniSes, que al enlln- havia repellido, eeitigm!
lindo, porque leufim nico era manter-se no poder"
Lancou-se, com a maior volohilidade, nos bricosd',,
psrtido opposto ; ereflicta a nohra commisiln snbrt
mareha, qoe legoio.tomindo a diinteira e direerlodei-
se psrtido. Fex maisdo que fario os homens de esti.
do, e ai primeirn capacididei do mesmo partido. D0.
cil inslrument de urna reacelo, persegoio aoi leos in.
tigoi sllisdos, nio respeitou o decoro, nem a dignidi-
de, menos a amiade e o senlimentos de grilidio; t0.
do deitruio.para rehabilitar os teut novos alliidos a para
conservar e no poder.
K asi m ligado.lio identificado com este psrtido. pro-
curou acaso reilisar algum dos penssmentos politieo*
ilguma dai medidas,que esse partido demonstrsvs taml,
neceisirias ao psiz P Nio. absolutamente nio; eoaser-
tou ludo como existia. Nem a reforma das leii, q0a ,).
terminirin resistencia armada em S.-Paulo a Minn
nem a reforma de todn n mndida,contra as quies com
tanta forg se tinhio declarado enas populacOas, nem
mesmo o programma, que Ibe impoi esta cimira ni
primeira respoita dada ao diieunoda corfls, no inno
pamdo, a nada sstisfez. nenlium empenho lerio, ne-
nbum ponimiento politieo salisfei, o seu uaico fin foi
viver; ao que ludo sacrifieava.
Caminhava sem norte, inteiramente vacilante dos
negociosos mais imprtenles, a respeilo deludo, menos
porm, no syslema de perseguir e de destruir, editij.
pir. Niosei, se poderei com verdade e jualica alTlr-
mir, que o uoicn pensamento, que tete o minilterio
a nica marcha, que adoptou, foi entregar as posicoes
ofliciaes das provineiss aos partidos, que adoptou, t ,
pedir-Ibes,que o deitsssem andar sobre quilquer terre-
no, que o deixsiiem ir vivando.
Pediroi aindi, que a cmara se record do qoe ene
minilterio praticavs aqui e no sensdo.
0 progrsmma do ministerio actusl, dira o nnbro
depulado por Minai, relator da eommiislo (o Sr. Mi-
rinbo), yem a ser a harmona dos poderes; icno, po-
rm, deo ene gabinete um s pino para atlingir esla
fim:' Ao contrario, por tua ineptidio, urna lucia se tri-
tnuoinno pnsadn entre os dous ramos do poder le-
gitlatito; lucia,que poderia sor eviladi.se capicidade nij
tontide houvene de sui parle, de manter em birmo-
nia; lucta, em que, meus Seobores, eata cmara muito
perdeo !
Digo maii, que nunca esse ministerio comprehendao
o qoe era syslema ropreientitito. Lembra se a cma-
ra de que os ministros votavio aqui por um modo, a
no senado por outro, e davio assim prosas de qua nem
eslavo de harmona, nem crio solidarios, nem pro-
lenatio os meimos principios : deo-se mesmo o espec-
tculo de um miniitro votar contra is propriai ideiu
do seu collega : e sun opiniO i neita casa ario con-
trarias is opinin da maioria, com que se bata idenli-
ficido. No leado, se nio Irabalbou, ao meos eonlii-
buio, pde-seatsim di/er. para que os actos desla ti-
mara cahnem em deicredito, e foiiem desaeitidoi, ji
votindo pela legalidade de certas eleicoes sonullidii
neiti caa, i votando na queslio da fusio, de urna mi-
neira dillerente da maioria da camira doi depuladoi;
losan, quo aqui promoveo, lazeudo, que a uiaiuril t0
tme por um projecto tio elesacreditido oa opiniio pu-
blica e indigilado como alimento de nonas ambicei.
Um minilterio, que anim pratica, poderia por ventura
ler algum dia o pensamento de barmonisaros poderei 1
Se lote algum dia em voolade, nio liaba capacidsde
de o comeguir.
Nio pirou aqui o seu procedlmeoto. Peco i cmara,
que se record de que esse ministerio fatia ai deipeui
conforme quera, lem attender nem i le e nem pedir
crditos; conhecia, que certas medidas nio podiio ser
materia de regulamento, que para adopta-las nio eita-
vi lutorliado, e, nio obstante, publicava em aeui de-
cretos, que se cumprissa ludo o que em laea reguli-
menloi se continha. lem embirgo de algumai disposl-
coei df pendeiem da approvacio do corpo leglilallto :
a prova disto nos fornece o regulamento do crrelo
sem embargo I dii o decreto, que o mandou por em
eiecuco, de 91 de detembro de 181* ) de lerem os ir-
ligos laes e taes da competencia do poder legislativo ;
as materias mais vilaes nio se imprtate com o poder
legislativo; vinha neita casa faier alarde dedargulpe
de estado, de estabelecer a polica dos saldes, e outrn
cousai, de que a cmara foi teilemunha ocular. Ainda
una nota prota de que enea mioiitroi nunca podero
comprebender o lyilema representativo nos fotoeceo
a discussio batida no senado, nio ha mullos das,
por occasiio de se iodagarem aa causas da dissoluci
do ministerio. Que espectculo ante o mundo olTereii-
rio enes senhores! Neiu eu iovocava a aua autoridide,
diiia o nobre ex-miniltro do imperio ; a autoridadeera
de governo, elle havia de cumprlr. Est engaado, ral-
pondia o nobre ministro da fatenda e marioba.
Ainda urna outra prova. A cmara io ba de lembrir
da mauelra, por que se Uslavao os representantes ai
rucio, e o despreio, que e mostrata ler ii maioriti.
Malorlas aiem-se exclimava no leado um deise mi-
nlslroi), lemoi muito dinheiro, mullos empregos e mul-
las honras, nio me importan essas malorlas srtiuciiti:
a Iheoria dai maloriai he l para oa Esladoi-Unidoi,
que he o tal goterno das meiorlas. Ai do nos, se oio
houtesse no Brasil algum poder mais etlatel e mal io-
teiessado no bem do paii II E na verdade, aesltn sue-
tedia. Esse ministerio foi aquello mesmo, que mandou
apupar oa representantes da naci da cmara dlssoltl-
daem 18441
Mullos outroi fados ba a referir. Esse ministerio nio
i e embocara com o mani da coioa, para saltar a loa
responsabilidad?, mas at a descobria e a compromellia.
A cmara ha de eitar lembrada, de que em 18*4 duse
um miniitro no senado : Eita emenda ( traan io de
urna emenda oltarecide ao vol de gratas) nao be accel-
ta pelo Imperador I Foi ainda esse mesmo minilterio,
que disse no senado, para adquirir o triumpho de ums
medida nos merecemos picoa cooflanca da coroi M
A camera ha de ae recordar aioda, de que se rrcom-
mendavio, em oome da cor6a, candidatos a certas la-
fluencias eleltoraes, especialmente para senadores: car-
tas exislem as provinciaa nesle sentido, comprooiel-
tendo-se assim o nomo daquelle, que de oeobum a>oio
deve ser comprometalo, e que a conitituicio quer, q'
seja loipeccavel IJ
(Con/iimor-aa-Ao.)


PERNAMBUCO.
Cmara rnunic;pal.
sfSS*0EXTRAORDINARIA, DE 21 DE JUNHO
DE 1816.
PREHDKNCI. DO SKNHR REG ALBUQUP.RQCK.
Prsenle > Sr. Mello Cavalnnnli, Kamna, Carneiro
Mnirin>i Cintra, e Barrne, fallando na maiaSre., brio-
,c a aculo, foi lida e spprovada acia da antece-
dtnie. ...
0 Sr. presidenta deeliroo, que, vitoter-ie ultimado
oo da antecedente spuracao dol votos para oa dous
,,, dore, i* proceder-ie i factura da teta reipectiv:
loco o Sr. vereador Cintra fea o aeguinle requerimento
que Toi approvado quanto a primeira parte lmente.
R-queiro, que e envi ao governo imperial .
,:,i da dua lilla lettuplas dol eleitorej de 1844 e
[1845. nuil dua: um, incluiodo o collegio de Pio-
j i- A'ho que le formou ob presidencii do reipeo-
tivO j'"( \'*- 3 qUG iiir jS2C.?<.0 pC.S pGiii 6
iicluido da apuraclo geral, por ordem eiprea do Etm.
niiJenteda provincia,contra ai terminante! disposiedea
i le; outra, evcluiodo a votacao dos 30 eleiloreida
[ Gloria reunidonema presidencia da autoridade pu-
blica ; afim de meihor orientar o illuitrado governo de
S. M Imperial.Seisio de 21 de |unbo de 1846.
[Oiereador Cintra Manoel. a
Ultimado! ujnto'lni o Irabilhoi da'mancionadaspu-
ncio o Sr. preiidente levantou a aenlo. Eu, JuSo
\Joii Ferreira de guiar, secretario a subcreri.
\ft< Albuguerque preiidente. Monleiro. Ra-
Iswi. Cintra fanoel. Millo Cavalcanti.
Publicaban a pedido.
Um. Sr. Quando o teoente-coronel commanda nte
\6 .' batalhao de artilharia a p mi le saber, n i ni i -
T Vn do da 21 do mes panado, que a guarda da honra
o i Etm. governo da provincia, ollocsda na cala d'a-
raidarua dos Pkei, ni) tinhi fnt> a V. 9 cootlnen-
cli. na occaiilo. em que panou p ir aua frente, proce-
diraento. de que V. S. ae reienlira, procurei-o, para
dir-lho urna satisfar >, que electivamente dei. Persua-
di-me. que eite act> de eivilidada tivee cabalmente
iahsfeito a V. S,, e lealo a aua convicta de que j-
naisquii priva-lo de honras, que as leii Ihe concedem,
em rasan do posto e dn conieaoracoes, com que o So-
baran j o tem agraciad ; enganei-me, porm, pola que
V. S., reputando-ie anda oflendido em seus dlreitos,
juliou proposito enderecar-me, aobre esse mestno
obj'Cto, a sua rapreientacio de 4 deste mei.
Ouvi ao mesmo teoente-coronel sobre a materia nella
contida, e sua inf jrmacio, aqui junta em proprlo origi-
nal, fari convencer a V. S. da purea de minba in-
leocdes a leu respailo, quando ordeoei, que, ao sabir
V. S. da caita d'agoa, Ihe fliesie aquella guarda a pre-
tendida continencia, que nao pode ser levada a effalto,
parque V. 9 sabio em mlnha companhia e da deS. Etc.
Kaierendisslma.
Dos guarde a V. S. Quartel-general na cidade do
It.cili', lOdejuohode 1846. Illm.Sr. FranciscoJa-
cinlho Pereira, commandsnte superior de guardas na-
ciooaes do municipio do Recife.
Antonio Corra Sera.
Jllm i Exm. Sr. Em devida observancia k or-
dem de V. Esc. de 3 do correte, para que Inlorme
acerca da represeotacio, que o commaodante superior
da guarda nacional deila capital dirigi Vossa Etc.,
lobre a falta de continencia, platicada, no dia I do
pujado, pela guarda de honra, que Vossa Esc man-
dou postar na caita d'agoa, na ra dos Pires, cumpre-
me diier a Vossa Excedencia, que, prescindindo da
queslao de direito, so tratare! do facto acontecido, a aa-
jer: que, segundo a determtnscio de Vossa Etcellencia,
Ji ordem ao capitn aun manda nte da dita guarda, que,
eslaodo com Olena bertas, mandass; apresenlar ar-
mas aos Esms. presidente, biipo diocesano e V. Etc.,
e que, nao estando presente alguma deltas autoridades,
mindasse hombro armas a lodos os commandantes dos
carpos, vindo em reuniao com sua respectiva oflciall-
dide ; porm, como o dito commandanle superior vles-
w nicamente com seus ajudantes de ordens, enlendeo
o cr.pltio commandente da guarda, q je nao eslava com
prehenJido oa ordem, por vil solado, o por Uso n5o
Ihe mandou fazer a continencia, que flea ulliroamente
indicada, ncm ao coronel Cypriano Jos de Almeida, e
i,ini mesmo ao Etm. barao de Suaisuna, a quem he
inquestionavel de direilo perlencer-lbe, em qualldade
de dignltario da ordem impeilal do cruzeiro. Eu, po-
rm, que me apercebi desla oceurrencia, dei parte a
V.Etc, que ordeuou-me, mandasse, que, aosahir o
dili comuisndanle superior e o Eun. baro de Suassu-
iia, se Ihei (iresse a mencionada continencia ; o que se
nao realisou, por sahirem todos reunidos a V. Etc. eao
Eim. biipo, e nio isoladamente.
Hs o que me cumpre Informar s V. Etc.
Quarlel do 4. batalho de artilharia a p de primei-
ra linba no Hospicio, em Pernambuco, adejunho de
18*6. Jote Viente de Amorim Becerra, teneole-co-
ronel cominacidante.
COMMEHCIO.
Alfandega.
Benmheiito do di* 26...............12:084*976
ieicarrega koje 27.
Barca7Aoma-/e//Vamercadoriss.
Consulado.
Rendimnto uo du 26.
Geral. ......... 1:298*525
Provincial' Y.'..'...'.'.'.'.'.'.I'........... 644>?i0
Dueas provincias.................. 53*565
1:896*130
llvituento do Por lo.
f/atio takido no dia 26.
Canal; barca ingleta Sierli*g, capilo Roberto Ricuer-
ly. ciriia meinia. que troute.
Uet laraces.
C^cioi txiilenttt na adminntraifio do comi, dt par-
lieulare inttrtutt dos >rs. abaixo.
De Manoel Ambrosio da Coneeicio Padilba ao
Etm. ministro da marinha.
Dejse lgoacio da Costa Monleiro, ao Exm. minis
lio da lazenda.
_ De Jos Hara Fernanda* Silva, ao dito dito.
De los Pire Yisnna, ao dito dito.
De Jos da Silva Braga, ao dito dito.
De Antonio Joaquim da Frailas (.egnnJo sargento)
ao Etm. ministro da guerra.
De Jaciolbo Joi de Mendonca e Silva (soldado), ao
dito dito.
De Joio de Vargas (anspecada), ao dito dito.
De Jos Gregorio (soldado) ao dito dito.
De Malbias Carneiro Lilo (cabo), ao dito dito.
De Rento da Coila Soare, ao Etm. ministro da jui-
tica.
De Daniel Rodrigues de Sint'Anns, ae dito dito.
De Elias Gomes Ferreira, e Francisco Antonio de
Lima, ao dito dito.
De Franciieo Lopes Caitello-Branco Floreociode
Souza, e Pi Rodriguea, aodito dilo.
D-Jm Vieira da Silva, aodito dito.
De Manoel Dioniio. ao dilo dilo.
De Pedro Alve das Cbsgai, ao dito dilo.
Da Pi Rodrigues dos Santos, aodito dito.
A adminutracan gerai dos eitabelCimentoa de
caridade manda lazer publico, que, nio tendo havido
lie tantea ao (ornecimento da csrne verde oo dia 22
do enrente, como hsvia sido previamente annuncia-
do de novo convida aos interessadoi a apresentarem as
sus propoHas, no dia 27 (boje) do crrante, no lugar e
borai 4 designados.
Adminiltracio geral dos esUbelecimentos de carida-
de 23 de junbode!86. O eicriptunrio.
Franciieo Antonio Cavalcanti Coutseiro.
O eacrivo e adminitrador da meia de rendas in-
ternss provinciaei las constar a todos o Sn. propieta-
rios de predios urbano! dos tres bairros delta cidade e
povoaglo do Afogados, que, no poda presente-
mente mandar recober em ua casa o iinpoite de
seu debito!, como antecedentemente lepraticava; poii
que esta repartilo tem um agente privativo para a
cobrance, o qual tem de perceber a mulla de tre por
centoiobre o valor de eui debito!, e por ventura dei-
taremde vir pagar na-neta, dentro doi 30 dia marca-
do oa lei, a importancia da dcima de iuas proprieda-
181.5 a 1846; e por no o convida a virem com prs-
tela lolver seus debito!, visto eitar a concluir-se o ci-
tado praio. Recife, 20 de junho de J86.
Jo' Guidei Salgueiro
==A adminitraco gera! doi estabeleeimenloi de ca-
ridade maii'l fuer publico, que, de conformidade com
a decisio do Etm. presidente da provincia, de 25 do
correle, ir a praCJ o rendimento do furo dai caitai e
fechos de aiiucar, avallado em 4:296.000 n., para ser
arrematado a quem maior preco olTerecer, boje ,
27 do correte, na sala de suas seisoes, pelai4 horas
Ja Urde.
Adminitragao geral dos estabelecimentos de carida-
de, 27 de junho de 1846.
O escripturario,
Franciieo Antonio Cavalcanti Coiseiro.
PUBLICAgES LITTERARIAS.
O terceiro e quarto lomos dss Memorias Hiitoricas
de Pernambuco eitao sobre o prelo, e trevemente se-
rio dados 4 luz. Contm o terceiro tomo a cootinua-
cie da guerra hollandeza, e a historia da guerra civil ,
denominada dos mascates em 1710 motivada pela
creacio da villa do Recife ; e o quarlo tomo contm
narrarlo de todos os lacloi histricos, que tiverio lu-
gar neita provincia sob o governo de lodos os espi-
lles generaei que govomrio esla provincia at o im
do sculo XVII. Taolo a guerra dos mscales como es-
tes fados nunca Torio impressos.
Pre^o para os aisignante rnenle 2* r. por cada to-
mo, com urna eitampa lina Ijtliographada.
Conlinuio-iea roceber a68ignaturi para esta obra,
na praca da Independencia, linaria ni. 6 e 8.
- Para o Rio-Grande-do-Sul abira breve o bri-
goe-eicuna Ncro ; recebe carga a frele, eicravoi e
panageiros : quem no meimo quizer csrrogar pode
entender-se com Amorim lrmos ra da Cadeia ,
n. 45.
1T= Para Liorne a polaca ssrda IJirculti, pregada e
forrada de cobre pretende labir nos primeiroi da!
de julhn ; falla-lhei um terco da carga : a tralar na
ra do Trapiche n. 10, terceiro andar. PJe tam
bem levar alguns pauageiros.
Pera o Rio-Grande-do-Sul ia enm brevidade
o brigue Umbtlina; recebe carga e eicravoi a frele :
quem quiter carregar, dirija-te a I lo Franciieo da
Cruz, na ra da Senialla-Velha n 1)4.
=Par o Rio-de-Janeiropretende sabir breva o brigue-
escunaLeopoldina,e para ino recebe carga afrete:quem
no mesmo quiter carregar, ple tratar na prafa com o
capillo Antonio Pereira Martina doi Ssntos, ou na ra
do Trapiche, casa de Gomes & Irmio.
Cryptograpliia Revelada.
O
arte de liaduzir i deei/rar ai eseriplurai obicurat,
quatiquir nut stjdo o caraclert empregadot.
Acbio-ie a venda os etemplare delta obra na livra-
ria da ra da Crut, n. 56, e na da praca da Indepen-
dencia, ni. 6 e 8, pelo prego de 2,000 I*.
O escriplor da crvptographia revelada adverte aoiSrs ,
queasiignario esla obn, oainia a nio mandrao bus-
car na livrana da ra da Crut do Recife, queiilo fa/e-
tOquanto antes, para que elle poisa marcar u dia, em
ue ue\i ni cumecar as eiplicac,de*.
.ivisos diversos.
Precita-se de dous caiteim para venda, que te-
nhio bailante pratica : na Cinco-Ponte, n. 21.
- Ruga e a peuoa, quo tirou una cariado correio,
por engao,que.estando eila no seguro, queira a entre-
gar ao seu dono, Leandro Beterra Monleiro, no con-
vento de S. Franciieo, em OUnla. ou na ra da Ma-
dre-de-Deos, n. 9, oo Recile, que le Ibe fica multo
obrigado.
- No dia 13 do correte mei, deiappareceo. ou fui Ij -
rio do sitio do! Coelhoi, um civallo de sella com os
aignaei segumtei: russo rolado, com pintas de pedret
na cabeta, principalmente no que'to, do lado direito;
tem as dina! pretal, o topete ou marris branco, o um
caroco alto debaito do dito topete.que. s apalpando.se
conbace; nio ho grande nem peiiueno; tem o pescoco
grosio e curio, a cabera um lantii grande, os oisoi bai -
tos; p le tur oilo a nnve annos; tem na curva da peroa
eiquerda um ervo, pela parto do dentro,um pouco en-
i'olln lo, e licalrisado de um arnubode corda; est bai-
lante descarnado, por ter lado doenle, e he bailante
ardigo de sipo e ospora Quem o acbar nu delle ou-
ber,ilinja-ie a ra dosCoelhos.ein caa Je Adelo Jos
de Mendonca, que lera recompemado.
Preci!a-e de um bomem, que enlenda de planta-
coei de litio, e que so tubjeilo a trabalhar ; quem qui-
ter, dirija-e ao Aterro-da-Boa-Visla, caa, n. 39.
- Roga-io ao Sr. Ihesoureiro da lotera da malriz
do SS. Jacrainenlo da Boa-Vilta nao pa^ue, caso sais
premiado, o meio bilhete de n. 2593, que ir desenca-
ininbou no da 10 do correte, e esta firmado no verso
co.ii o nomo de Anua da Silva Pnoeira & Kilbos.
O NAZARENO N. 27
estar a venda, ao meio da, na pracada Independencia,
lojadelivros ni. 6 e 8 o ra eslreila do Rosario,
casa da K, n. 6. Entre oulros srtigos, Irat um sobre
o estado actual da provincia.
= Quem precisar de um moco porloguet para cai-
teiro de venda, que tem bastante pratica, c da fiador
a la conducta,dirija-se a ra do Collegiu, venda da es-
quina, n. 25
,,_ Quem precisar de um bom destilador e restila-
dr, ou meimo para administrador da engenbo an-
nuncie.
= Todas as pesioai que subsrreirao para a pro
cissio do Divino Espiro Santo podera ver o balanyo
da receila e doipezs e inais documentos, que eslartd
(.resentes por espago de jU das depon da publica-
cao deito, para todo os Sn. que subicretrio pode-
rem r ver na pracada Independencia, ns. 21, 26
e28
M.-tV-Xa^JaE'^^M:
Avisos rnaiilimos.
= Para o Aracaty pretende sabir.com a maior brevi-
dade posiivel. o bem conhecido e veleiro patacho nacio-
nal Lawiniina-Braiiliira, forrado de cobre: quem oo
meimoquiiercairegar ou ir de paiiagem, dinja-se o
seu proprietario, Lourenco Jos das Neves, ra di Cruz.
n. 64. ,.
__ pir( o Aracaty parliri com brevidade o brigue
Fiel; recebe carga por menos 25 por cenlo dos fretes
regulares do cosluii.e : qualquerSr., que lenba a re-
metler alguma carga, eolenda te com o propietario
Firmino Jos Felit da Rota ua ra do Vigario ,
__Pira o Aracaty ssi.impreteiivelmenle t 20 de ju-
lho.com a carga, que tiver abordo, o brigue-ncuna
Sanla-L'iuz; quem no mismo quiter carregar, dinjt-
le a Novaei & C., ra do Trapiche, n. 34.
= Para o Aricaty segu, al 4 de |ulho, a aumaca
Sanlo-Jnlomo de-1'adua do lote de 76 toneladas,
forrada e piegada de cobre: quem pretender carregar ou
ir de pnagem,dinjae a ra do Vigario, aruieiem,
n. 6.
= Pare o An, com eicala pelo Touro, et a ahir
brigue Sociedude: quem quizer carregar, ou ir de pn-
isgem, dinja-ie a ra do Vigario, armazemn. 5, ou ao
cipitio. a bordo. .
Para o Rio-de-Janeiro legue, imprelerivelmon-
to por eiles6 das, a barca l\rmtza ; para alguma
carga, pais.geiros e escrsvoi a Irele d.r.|lo-se a O.u-
dino AMUinho de Barroi, na pracinha do Corpo S.n-
dino Agosl
to n. 66.
= Para o
da preiente lemana
Rio Grande-do-Sul eguiri no decurso
nio bavendo inconveniente o
'btiau MtVloT, o qu.l pode recebar alguma carga e
tem bon.commodoi par. eicr.vo. : quem pw^ml" ,
pode lallar com Amorim Iimo. '" wden ,
o. 45.
Nu botetjuim junio ao theatro con-
tina liaver os Ijoiis sorveles, de difieren
tes inicias, inclusive o ginipapo ; toilos
os dia, das 4 lioras da larde em diante,
e tambern nos domingos e dias santos
de manbaa, das to lloras em dmile.
__ Preciia-te deuui pequenu de 12 a 14 annoi ,
para caiieiro de urna padaria : o* ra ireita pada-
ria n. 21,
= bilbete da primeira quarta parle da terceirs
nova lotera a favor da mal i ds lloa-Viita, n. 2915.
perlenceao Sr Manoel Jos Pereira Guiu.anos do
Maralo.
AITENCAO !!
Quem quiter consultar pbiiosopbia, dissorUvSes so-
bre a iiiesnia e nolai do cartas amoiosas dirija-se a
ra Nova da cidade de Uhnda que l adiar com
quem tralar; tendo ludo yrolu e por poucos dias ;
poique eila pesioa lem de reliiar-se para o seminario.
Um Qudam.
__ Piecisa-se de um caiieiro de U a 16 annos ,
para urna padaria : emOlinda, ra do Amparo, oa
ineima padaria.
_ Precisa-e de um bomem portuguez quo inba
peieilamenle tratare plantar borla, para um enge-
nbo perto da praca : na ra Augusta, n. 50.
- a-se dinheiro a premio sobre penhoro dn ou-
ro, prata, hypolbeca em caas terrea, ou boa firma ;
na ra eslreila do Rozariu o. 30, segundo andar, le
dua quem di.
__ Precisa sede um ama de loite forra ou eicra-
va e lem lilho : em Olinda, ra de Mathiai Ferreira,
em casa do professor publico de primeirai letlra.
__ Precna-ae de urna ama de leite para urna caa
eilranreir ; em Fra-de-Porlal, n. 82.
(uem precisar de urna ama parda que le pto-
poo a lodo o ervi(0 e lem quem afiance sua conduc-
ta diri;a-ea praca da Boa-\ta n. 30, primeiro
andar.
O abaito aiiignadoi faiem publico, que Ventura
Pereira Penns deitou de administrar a sua loja de sel-
eiro, lila oa ra da Cadeia do Recife, n. 49, desde o
da 21 docorrente, o por ino ie acha inhabilitado de
paliar recibos, ou fazer outra qualquer traosaccao em
nome doi abaito asiignadoi, e bem aiiim no que al
igora gyrava, de Joio da Silva Braga.
Braga Silva A/ Compankia.
z= Precia-se de um cralo, que ssiba tratar
cario e cavalloi no Aterro-da- Boa -Villa n. 36.
= Precia-iede una mulber que se proponba a
faier o servico ioleroo de urna caa de pequeoa fimi-
lii; oo AUrro-da-Boa-Vista n. 36.
de
Precisa-se alugar urna ama lecca, brsocs ou de
cor, que ieja bem ail.vcl e de boni eoitumei, para tra-
tar lmente de meninos. Dirigir-e i ra do Rtngel,
n. 59, segundo andar.
Precia-ie alugar um escravo que sejs fiel e
diligente para > lervico etteroo de urna casi ; no
Alerro-da lioa-Viila n. 3t.
- OSnr. Joaquim Isidro da Costa Gome Vieira
queira vir buscar ao escnplorio de Gaudmo Agoiti-
nho de Birroi urna carta de leu intereite vinda de
Luboa.
Alugio-ie, por pr^co commodo dun caaai tar-
reas lilai na ruada Alegra da Boa Viita urna com
5 quartoi cozinba sala independente e forrad i ; e a
oulra eom doui quirtos duas alai cotinha e am-
bas caiadas e pintadas de novo ; nio io duvida abiter
alguma coun noi aluguen sendo para pessoa capaz ,
que as nio estrague : a tratar na ra da S. Cruz ,
o. 38.
A pesioa que tem urna carta para Joaquim
Goiicaiies da Silva queif auiuuciar, par- ser p?3'
curada.
= Precia-se de urna ama para o servico de urna
casa depouca Ijmilia: nai Cinco-Ponas, cata pin-
tada de verde, n 124.
= Precisa-ie alugar urna preta para o servico in-
terno do urna caa ; na travesa da Concordia o. 19.
Hoja as 4 hora! da tarde na Aterro-da-
Ros-Vista na prac,a do Sr. doutor juir de direito da
segunda vara do civel le h3o de arrematir varios e-
cravo penhorados a Antonio Jos Pereira de Men-
donca por ser a ultima praea.
I'ieeisa-se le um felor pira um silio ; nil Cin-
co-Pontii, n. 16.
= Precisa so alugsr urna tma de leite: no Becco-
Lsrgo da Matru n. 14, primeiro andar.
Quem annunciou querer comprar a historia do
Brasil por o general Abreu Lima, dirija-se ao lar-
go do Collogio, n 6
Arrendio-se 8 ca-as terreas pequeas, urna pa-
daria por precos mdicos, sitas na Passagem-da-
M iicl,ilena junto a ponte grande : a tratar na ruada
Gloria inbrado n. 69,
= Pracia-ie do um caiieiro para um deposito do
geneos da (erra ; ns rus Direita n. 18, segundo an-
dar.
Da-ie dinheiro a piemio meimo em pequeas
quinlial si lue | enhuie- ; na Camli a-do-Carmo ,
n.33.
Urna mulber de bom coilumei se encarrega da
criaeao de meninos de peito impedidos e deiimpedi-
doi, e lamhem recebe meninos para desmamar,
no que prometi esmerar-ie i quom de leu preilimo
se qui/er utiliisr, d'nja-so a ruada Palma, n. 17.
Na mesma casa vendem-ie 3 varas de bico largo com
recortei e ramagens e um berco em bom uso lu-
do por preco commodo.
ATERRO DA BOA-VISTA
N. 5.
POMMATEAU, CUTILEIFVO,
tem a honra de parlicipar aoi seus honrados fregue-
zei, que acaba de recebar de Franca pelo navio Ar-
mo'iqut, um dos mai* helio, ricos e escolhidos aovli-
menlos de cutelaria, nunca vistoi al spora neita capi-
tal de Pernaiiibuco, um lindusuno faqueiro do ul-
timo gosto, com as ieguiotei peca: 18 talbere, com
cslios de prata fina 18 facas com cabos e fblbas de
prala para tobreinesa 18 facas de cabos de pra-
la, folbaideaco, para sobremesa, um par de Irin-
tadore de caboi de prata urna colber de prata para
ervir a peite, um tenaz para tervir o aisucar em pedra;
novo sor lmenlo de navalhas de barbear do meihor ac,
garantidas pelo seu autor o qual blese urna meda-
Iba d'ouro na ultima etposicio de industria em Parit;
pustomoes de 3 e 4 lolbas para cavallos, fruioi, espo-
ra! chicotei do ultimo gosto; tesourai para jardinei-
rm, ditas linas para bonlar, de lodos o lainanhoi,
lambem para alfaiales, ditas curvas direitai para ci-
rurgia, estojo de lodoi os ferro! necenarius para ci-
iw-'ie fiara dentistas; scanficidore |.ara ventosas;
caivetes de urna a oilo folhas do meihor goilo; eito-
jos para linipar dentel alicalinbol e lunas para toi-
lette. Coi.certa (oda a qualidade de obrai de ac, con-
tina a amolar duas veiei por semana, as quarta o aos
sabbados.
Espera, q......futuro dar a conhecer ao.sSrs. ieut
Iregueiei a dillerenca, queetitle ende a sua cutelaria
e a de qualquer oulro, que lenba vindo at o dia de boje
a esla capital.
Aluga-ie urna ama para tralar de um moro tul-
l rn em Hrl'ciii'o ohrigando-io a lazer tedo O Ser-
vico : na ra larga do Rumio botica n. 36.
Aluga-ie um armazem na ra da Somalia ,
96.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da ra da
Cideia-Velha, n. 17, por preco commodo.
Precia-ie de umi mulher para ama de um me-
nino, sendo esclava, sera preferida; na ra do Aragio,
n. 12.
Precia-ie de um caiteiro pars venda ; na ra da
S. Crut, venda do calvada de pedra n. 3, te diri
quem precita.
= Precisase de um caiieiro de 14 a 16 innoi ,
que tenha pratica de venda e d fiador a lu conduc-
ta ; no Alerro-da-Boa-Visla n. 54.
Aluga-se a casa terrea da ra da
l'onte-Velba, n. c>4 : quema pretender,
dirija-se a ra do Trapiche arniozein
n, 19.
Compras.
Comprio-ie. para lora da provincia escravos da
an. bni os setos, de H a 20 unos, com habilida-
des ou lem ellas ; sendo de bonitas figuras, pagio-se
bem : na ra dai Crutei, n. 22, s-gundo andar.
Coinprao-se \i colhere.Jo soupi e urna silva
para 1 a 3 copoi, ludo de prata, e sem feitio ; oa ra
da Cadeia do Itecife loja de fazendas n. 60.
= Compri-se urna casa terrea, no lugire teguin-
lei: pateo do Hospital, dito da Penha, dito de S. Pe-
dro, e ruadss Cruzei que nao tenha (obrado pare-
de-meia e num nos fundos; oa ra do Oueimado ,
o. 57.


F
Mi Lomprin-se cicratos mor;os o iadiol com ofli-
ci i; soin elle eieravas mocase prendadas, para
('>< ila provincia : na ra quem compra.
- Coinp'u-su a medicina ouraliva ou melbodo de
purgante pur Lo Hoy segunda edigio ; na ra larga
do lo Compra-te um torrador de caf ujado, o ein
li ii i'-i.i iii ; na ra eslieita do lio/ano venda n. 8.
1= Compra-so urna prela daa que cbegrao no
ultimo vapor do Norte, latiendo colindar ; na ra do
Cullegio n. 4.
Compra-ie qualquer partida de vidro bem que-
biiido, ferros veiboi, ajo seralo fundido, cbumbo ,
lati, ou cobie ; na ra da S. Cruz, venda o. 1.
Couipiao-se iluas vaccas com cria e boa le
tenas na ra do Vivario n. 23.

Vendas.
Ao mais barato !
Vi'iide...... I-i'. I 101) rs. o cova.lo do chita ;
superiores cortes de eassa-chilas para meninas, peto
mdico preco du 1000 rs ; ditos minores, a "2000 rs. ;
zuaile izul de vara de largura a '280 rs. o covado ,
di? superior qualidade para vestidos de proles; algodio
trancado aiul inescladn inuito encorpado a 2)0 rs.
o rovado ; al^odio/mlin amoiicano largo, e de supe-
rior qualidade a 220 rs. a tara ; riscadinhns tranca-
dos boa lalcnda para monillos a 200 rs. o covado
superior cmbrala lili, do vara o tanto'Je largura, mu
tu fina, a 5"00 rs. a pc(a ; ditas enfe-ladas linas a
:! jod rs. ; pocas do bietanha do linlin de C varas, a
2800 rs. ditas mullo fins, a 4000 rs. ; cassas de
quidms o luir para babadns a )000 rs. a poca e
ni vara n ,'V20 rs. ; pecas de bretanba de rolo n 1000
rs. ; Superiores brotanlias de linbo, n.uito finas para j i-
quel is, a t>(i(>, 640 e 720 rs. avara; panmnho mullo
lino de vara o tanto superiores casimiras elsticas de excedentes pudines ,
polo I,ralo proco do 1000 rs. ; grvalas co solim proto
u'o Macan a 500 rs. ; superior brim ir m. id hian-
co fino, de puro linbo a 1-iUO rs. a vara; esgUO
muito fino a IGOOrs. avara ; meias para senhora
'280 rs. o par ; madapnles muito finos quasi iguae.s
so panmnho chamado- do ardas, a 5500 rs. a peca;
e de nulras multas qualidades por procos mdicos :
adverte-se eos compradores seren estas lazondas lim
pas.edu b as qualidades, o alrn dcslas fazcndaa .
existe um sortimonlo completo e por menos proco do
que em outra qualquer parle : as lujas da ra do Col-
Irgio n. I, o na do Oucimado, n. o.
- Vendo-so um casal de pacas muid) mansas ; n
Camboa-do-Carmo I). 33.
as Vende-se urna cbs< ile negocio om um dos me-
Ihoros lunares desta cidade com poneos -fundos o
com enmmodos rara familia ; osla bem afreguezada ;
qiicrendn o i-oinprador l os ulensilioi, lira-16 o mais :
na la do Caldtjireiro n. SO. se dir quem lie o dono.
-= Vendo se farinh.da Ierra muilo superior al-
queire pola mi ilid i do mar a 5200 is. : na ra do
Caldeueiro n.80.
=Vendom-se 3 escravos sendo: urna escrava do
naci Costa de 2t annos, ptima quitindciri, o boa
para servir a una casa ; um pudo, de 22 anuos de
bonita figura ptimo canoeiro o oaroioairo um es
cravo do nacao Angola de 25 annos bom Irabalha-
ilor de campo ; dous ditos criomos d .10 I 10 anuos,
de lodo o servico decampj ; lodos muito sadios o sein
di filos : na ra das C>u = Vendem-se 2 prelas ; uina pirda ; um mol
qii" ; lodos ib) muito bonitas figuras : na ra do Li-
na melo n 31, lercoiro andar.
= Vende se urna escrava do 17 annos pnuco mais
ou menos, di nacao, de muilo bonita lisura cuse,
engoiiima Cozinba o la/ monis tudu com perfeicio,
ho muito propria para mucama por ler sido edu-
cada por urna senhora portugue a ; o motivt) da sua
venda he ter-se a aita senhora retirado para Portugal :
na ra do Livramento, n. 36.
Vemie se Irancinha par delirum dn tpalos, e
para trancar nos meimos ; dados do marlim ; na ra
da Caileia, n. 15
V*nde-se urna prel de bonita figura tadia boa
lavadeira, o com principio de cozinba : na ra do Tra-
piche n. 34, segundo andar.
= Vende-se um preto de naci robusto e que <
480 r. por da : na ra da Sen/alU-Velba n. 138.
= \ endein-sc 4 escravos mocos bons para o tra -
hlho de campo e da praca ; "2 ditos do 30 annos por
.'lilil rs. cada um bons para trahalharem em sitio,
e Iralarem do vaccas por estarem a islo acoquinados ;
1 molequn do 15 annns som def. ilo elgum;4pro<
tat de 50 annos a 300 rs. cada urna oojinbo ,
lavan o vetidem i.a ra ; urna moleca de 10 annos ,
muito linda: na ra do Crespo n. 10, primeiro an-
dar.
tm Yende-se oleo de Mullica em botijas de 3 a 4 ga-
loes a 2 id rs. a libra ; na ra do Vigario n. 25.
Vendem-se laceas com farelo a 1280 rs a ar-
roba; mi.....i da allandega armozem de Francisco
idas Ferreira.
Vende-se oleo de linhaca a 240 rs. a libra, ten-
do ern botija, ea retalbo a 260 rs. : na ius da S. Cruz,
n. 1.
Vendem-se charutos regala cabezudos, o prin-
cipe em pon ao de caiia6 e a retalbo por preco
racoavel ; na ra das Cruies, n. 40.
= Vende-se um escravo pardo, de 22 annos bom
offcial de alfaiate tem vicios ; na ra do llotpicio ,
diante do quarlel n. 10.
Vendem-se superiores chapeos francezct do ul-
timo gosto a 7500 rs., e outros de elegantes Idrmas ,
a 6000 rs. ; ditos de massa fina a 5000 e 6000 rs. e
de oulras qualidades at o diminuto preco de 2500 rs. ;
ditos de castor de boas formal a 8000 rs. ; ditos de
palba do Chile de 7000 rs. al o diminuto preco de
3000 rs. : no largo do Collegio loja n 6.
Vendem-se (ernos de livros em brsnco pro-
prios pira qualquer cita de cotnmercio; 1 cbronomelro
dos melhores autores de Londres : na ra da Cruz ,
o. 13, eseriptorio de.Repiguiy Jamison & Compa-
nbia.
= Vendem-se, na ra da Senzalla-Velha, n. 114.
rolbas para garrafal e garrafies de primoira qualida-
la ebegada ltimamente do Ettreilo por proco
rafal, por muilo bsralo preco; e 3 pipas de arcos do
pao, despejadas nestes dias.
Vendem-sc, na ra Augusta n. 34, casaes do
rolas de llambuigo brancas e mestizas por pieco
co ni modo.
Vendo-so urn bom porta-licor ptimo para al-
guina sociedado por ler urna bonita cana pnvernisa-
da, o com molas, em que sustenta u inesmo porta-licor,
por'prefO o mais comuiodo possivol ; na ra de Hurlas.
casa terrea n. 62.
Veiidurn-to 6 escravos sendo : um preto, para
o servido do campo ; 3 pretas mocas, com habilidades
precitas para casa de familia uina engomma ; urna
parda de 10 annos, cote e cozinba : no pateo da Ma-
triz sobrado n. 4.
Vendem-te tres moloques de mu lindas figuras,
de 12 a 14 annos de idade; um mulato de 24 annos,
pouco mais ou menos; urna mulata propria para lo-
do o servico do casa, e um negro de 30 annos, pouco
mais ou menos; todos sein vicio nem achaques: na ra
da Cadeia do bairro de Santo-Antonio, n. 25.
- Vcnde-se superior fogo
da China, i;m caixas de 40 carias,
por prego commodo: na ra da
Cadeia tic S. Antonio, n. 25.
Fardos cm saccas muilo
grandes, chegadas ultimaoien-
lo: nos armazensde Guima
raer, e do Bacelar, .lefroulc da
cscadiiiha da i! la i niega.
--' Vendem-se os mais as-
seiados corles de cassas piula-
das, com 7 varas cada corle,
peto barato preco de 5.^000
rls: na ra do Crespo, loja
ii. l, de Jos Joaquim da
Silva iMaia.
Vendo se vinagre linio, a 45,000 rs. a pipa ; di-
to branco, a 33.0U rs. dita : na ra Imperial, n. 7.
-= \'ondem-te rucias barricas com farinba gallego ;
n,i ra do Trapiche Novo, n. 8.
v ende-se um ptimo carrinho do duas rodas ,
por proco commodo ; na ra do .Vrag.i cocheira ,
n. 17. '
Vondesc superior palba de carnauba; na ra da
Cruz. n. 64,
= Venilem-so spalos de borracha capuchos de
todas as qualidades esleirs de Angoli de todos o
lainaubos sup 'riores navalhos a contento; rfi roa
larga do Hozarlo n. 24.
Vende-so um armario grando dous halces, e
uina carloira ; na ra da Cruz, n. 53.
Vendem-se, na cidado do Oiinda, ra do Malinas
Ferreira ni. oeG dous sobrados, que, lora a lar-
guia dos ditos sohradoi, qun tem 50 palmos do frente ,
tem mais (0 palmlo mu I de largura na dita frcnlo
da ni c o o fundo bu grande todos murados com
una cacimba da boa an >a que faz boa roopa de lava-
lom com varandas do ferro : a tratar na mesma ra de
Malinas Ferreira n. 38, que se vende por preca com-
fiuido.
Vcnde-se CF.IU EM VELAS do Rio-de-Janei-
ro, sortirrerito do I a lem libra ; na ra da Sen-
zalIn-Volha. n 110
= \endcm-sc as obras completas de l.uiz de Cam5e<,
em 5 volumos a mais rica e ntida odieao que tem
appan cido pelo mais mdico ireco quo lio possi-
vel ; na la da Cadeia do llocile luja da viuva Car-
duzo Ayres; o as liriritl da esquina da ra do Colle-
gio, o paleo do dilo, n. 2 ; na praea da Independencia,
ns. 0 e 8 ; no Ateiro-da-lloa-N isla, loja n. 11.
Veinle-se gelo ; no briguc ameri-
cano, |tie se Bclia fiindeailo cni lente I
escadinha da alfandega, onde se nchar o
lile do mesnio brigne para conduzir
para bunio os compradores.
= Vende-se una porcao do escravos, que a visla dos
compradores se dir5o as habilidades, o verao a figurass;
una prela panda de 5 inezes : na ra Nova n. 21 ,
primeiro andar.
__ Ainda est para vender-te um oratorio com ima-
gens ; na Iravessa dus Expostot n. 8, das 6 as 8 ho-
tel da mmlila o das 2 as 4 da larde.
__ Vcndem-se os superiores charutos
ile regalos dos legitimos da fabiica F.
f.ros, ditos de regaba, fama-va, e de
mitras mais qualidades por preco mais
commodo que em outra qualquer parte ;
na ra Nova, n 3i.
__ Yende-se por 200,000 rs.. urna preta da Coi
ls boa quitandeira ; na ra de S. Rila, n. 85 de-
poit de me'o-dia.
__ Vende-se um braco de batanea de Romlo 4 C. ,
com qualro palmos de comprimento ; na roa do Tra-
piche n. 19.
= Vendom-te os mais modernoscorlps de cimhraia
06 cores qxs> zovv rs. ----------- -- r
1280 rs. ; fitas de garca a80n.a vara; camisinbas
de meia, pira enancas a 240 rs. ; peitilhos decam-
braia, psra vestidos, a 80 rs.; meias casimirai Irance-
tas elsticas de bom gosto a 1000 rs. o covado ;
a 3000 rs. o covado ; e
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commodo; e tambem ordinarias, pira fraicot e gar-
Vcndcm-sc bichas pre-
las, de muito boa quali-
dade, e por preco com-
modo na ra das Cru-
zes, n. 41, primeiro an-
dar.
\o Atcrro-da-Boa-Vista, loja
de foseadas, n. 14 ,
vendem-se pannos prelos de tr fin, a i j o 6200 rs. ;
merino preto de duas larguras, a 1400 n.; princeza
muilo superior, a 1000 la. ; casimira! dobradat de
algodio doquadros e hslrai, pelo baratitsimo pre
co de 600 ri. ; brins de quadrose lislras de qualquer
cor que o comprador quuer pelo barato preco de
200, 220, 240. 30e 400 n. o covado ; hretanhas de
rolo com 12 jardee a 1600 n ; cana lisa larga, a
280 ra. a vara ; e oulrai fazeodas por mais barato pre-
co de que le teom vendido; e o Sn. compridoret,
que nao poderem vir em dita loja podem maodar bui-
car amostras, tanto deltas como de qualquer outra ,
que i romplan.enle Ihei lerio dadas e juntamente o
teu ultimo preco.
=- Vende-te um esenvo, de 22 anuos muito re-
torcido de boa figura bom trabtlbador e perleito
canoeiro ; na ra larga do Rosario n. 24 primeiro
andar.
panno azul de boa quolidade
oulras ininta* farendas, por barato preco : na roa
Crespo, loja n. 10, de Jos Joaquim de FreitasGuii
riel.
Vende-te urna boa escrav recebida por divida ;
na ra do Cabug, n. 16.
DEPOSITO DE FARINIIA.
No annazem de porta larga do caet do Collegio ,
ha farinha do mandioca novamente ebegada de S. Ma-
Iheus o S. Calbirina a relalho, ou om grandes por-
tones por prec/i c immodo pela medida velbi; e lam-
em arroi pilado o caf.
- Vcnde-se farinha de tri-
go SSSF da marca verdadei-
ra, chamada Ramo, cm pe-
quenas e grandes porces, a
voutade dos compradores : no
eseriptorio de Kalkmann &
laoscnmund, ra da Cruz,
n. 10.
= Vendem-se nioendat de ferro para engenhoi de
assucar, para vapor ogoa e bettat de diversos tama-
nbos por preco commodo ; e igualmente taitas de
fero cnado e batido de todos os tamanhos : na pra-
ea do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmont &
i.ompanh ', ou na la de Apollo trmazem, n. 6.
-- Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve-
llia: na fabrica da ra Imperial,
n. 7; ra Direita, n. 53, venda
de -Vi. Mir.inda; no Aterro-da-
lioa-Vista, fabrica de licores de
l'rederico Chaves; e na ra do
Trapiche, armazem de moldados
do icolle.
=s Vendem-te ricos corles de volidos paratenbora,
de la/enda victoria imitando ^eda o mais superior,
que I,'in a| parecido lano pelos bonitos gostot co-
res fiat, c de multa durieSo, como pelo diminuto pre -
V'o de 4000 rt. cada corte ; rica mantai de seda para
senhora chegadas pela ultimo navio de Franca, o mais
superior que ha nntta praca ; chale; de seda gran-
des e pequeo! de bom gosto, e por proco commodo ;
assim como um novo soriiinenlo do cortes de veslidoide
diflerenles qualidades cores fitas e gostos muito mo-
dernos por preco maii baralo do que em outra qual-
quer parle; um novo sorlimento de corles de casimiras
para calcas fazenda a mais rica, que tem apparecido,
em gosto e qualidado por muito barato preQo ; novos
corles de colletei, tanto de velludo e selim como de
gorgurSo e teda ludo por preco muito em corita; bom
(ustOet para collete a 800 rt. o covado ; urna nova
faienda para roupa de escravos por ser de cor escura
e de miiila duricAo pelo diminuto preco de 180 rs. o
covado ; estim como outras muilst fszenda de dife-
rentes qualidades que serio patentei aos comprado-
e se vendero por preco muilo commodo : na ra
guintes objectos: bicos de blond, der.
telle preto, bico de seda branco, linclis-T
simas flores de todas as qualidades
multe boas luvas de pellica, tanto nara
senhora, como para bomem, leques se
das para chapeo, creps de todas as core
perfumaras muito finas, aljofares, cha!
pos de sol de panninho, e de seda par~
todo pre$o.
Escravos Fgidos.
do Creipo loja nova n. 12, de Jos Joaquim da Silva
Hiia.
Vendem-te 3 escravos sendo : um moleque, de
18 annos; urna prela, de 35 annos; um preto, de 40
annos ; lodos de naci de bonitas figuras e sein
vicios nem achaques : ni ra da Concordia pastando
a pontezinl'i a direila legunda casa terrea.
= Vende-te um escravo cabra bom carniceiro e
carreiro, moco robuilo, tem falta alguma livre e
desembarazado ; vende-se por preciso : na ra de S.
I se n. 16.
Vende-te um moleque de naci de 15 annos,
pouco mais ou menos pioprio para o servico de cam-
po por ter bastante reforcado ; na ra Nora, loja
n. 18.
= Vendem-se 3 mulatinhot dolannos; 2 mu-
latinbas, de 11 annos ; 3 pardas que cosnm, engom-
mSo :onnbio e lati ; 3 pretil propriat para o ser-
tico de campo; 3 prelos, de 20 annos; um moleque,
de 16 annos; 1 preto perito cozinheiro; todos por
preco commodo : na ra da Cruz armazem n. 51.
V endem-so caiiinhat curn l() charutos da me-
Ihor regaba que aqu tem vindo ; ditos incu-regi-
lia ,- diloi jaji ludo ein gado ltimamente, pela iu-
macs A ota-.aurora por menos do que em outri
quilque'r pirte por ser cm primeira mi : na ruada
Crur, armazem n 61.
Vendte, por preco commodo tima casa ter-
rea contlruida a moderna sita no bairro da Boa-
Vista aqualieacha caiada e piolada de novo; na
ra da S. Cruz, n. 38.
Vende-ie, pela quanliade 200f ri. um preto
de nar;ao tem vicios nem achaques e robusto ; na
ra do Nogueira n. 19, tegundo andar.
Na ra Nova, loja franceza, n. a3,
esquina di travessa do Carino, acaba-se de
receber um grande sortimento dos se-
CootiouSo a eilir fgidos deide21 de abril d,
bordo do brigue Mentor, os 2 eicravos mirinhairoi
Jos, de nicio Cabio, representa50 annos, Uturabi
M,u(..i.-vi ....,_. iwOW( .cpmsflruj'ijj
o tantos annos bailo tem barba : aquella fui e,er.
vo da casa do coronel Benlo Jos da Costa (0 juc_
lor do seguido e conhecedor desta provincia : aonde
se adiar he provavel se inculque por forro. Recom-
menda-se a (odas as aotoridades as iuii capturas, hem
como aos capities de campo eofferece-se de erati(l-
cafio 130,000 ra. a quem o trouier reconheeando-j,
serem os proprioi, o quaes se pagio na ra da Cadeia
n. 4o, em casa de Amorim Irmaos. "**-" \
De bordo do l'atacho Conceico
fugio, em a5 de marco do correntc an'no
o mulato claro de nome C'hristovo, es-
cravo de Boaventura Jos Rodrigues,
da praca do Maranbo o qual tem por
signaes : estatura baixa, cheio do corpo,
cabello annelado, tem as nadegas algnns
signaes de castigo, de idade de Vi. a 3Sj
.nios, he oficial de alfaiate ; e consta estar
trabalhando, pelo offcio, para a parte da
Uoa-Vista, tambem he marinheiro de go
verno cose panno e he cozinheiro:
quem delle tiver noticia ou apprehender,
queira dar ou leva-lo ra da MoeJa,
no bairro do ttecife, defronte da casj
n. 9, que ser generosamente recompen-
sado.
= Fugio, no dia 13 do corrente [do Recife, un
moleque crioulo, de 13 annos alto o;migro, cor fula,
urna marca de boba no rosto do lado esquerdo, ou-
tra no direilo porem esta p uco visivel muitiioii
pernaa, todai. ha pouco, curadas, cabelloi ralos: rogi-ie
a todas ?s luloridadei policiaes, e Srs. de engenho, bi-
jadeopegar, e faze-lo conduiir, com toda a lega-
ranea, a ruado Livramento, n. 20, que te gratificara.
Acba se fgido um pardo de nome Franciico,
oflicial de pedreiro canteo cote de alfaiate id, -
creve; bobaixo, grosso, cor escura amarelladi, zosto
redondo com bastantes marcas de bexigas sein bar-
ba, cabellos pegados no cachifo olhos pequeos e
prelos sobrancelhas grottai, nariz nio muito ifili-
do bocea pequea beicos medianos ps e miot
grandes, orelba pequeas do 23 annos: quem o pe-
gar, leve a botica de Vicente Jote de Unto ni ra di
Cadeia do Recife ou ao tegundo indar da caa a. 1
da Ira tena do Vigario que se gratificar.
- Tendo, no dia 24 do corrente vindo vender
urnas cannas urna prela de nome Cietana nio tol-
ln mais para cata ; temos signaes seguinles : de 35
annos, pouco mais ou nienoi baiza ; tem uina pei-
na incitada de erisipela um lignal no losto, filli5-lbe
os dentei da (rentado lado luperior : quem apegar,
leve ao sitio da eilrada nova, no lugar denomioido
Zumb de Antonio de Hollinda Lavilcanli que
gratificar.
= Fugio, da caa do ahaiio assignido umi eicn-
vacrioula, de nome Dominga! de 30 annos, pin
mais, tecca do corpo com falta de dentei adianto;
lerou vestido de liscado j undo, taia prelada coi t
s labia la a compras e as veiei com urna cranos,
andava calcado e por ene motivo alardeava de forri;
tuppde-ie eilar oceulta em alguma cata: quema pe-
gar, leve a ra da Cruz n. 48, que se recompensar*.
Adolpho chmtdt.
Fugio, no dia 24 do corrente pelas 8 horudi
manhia do bolel Franciico um escravo de nome
Fihppe de nicio Beoguela de 20 annos, de boni-
ta gura odios meios gzeos o beico superior com
a cicalri/de um tilho ; be um pouco gago, e, quin-
do se to aportado, gagueija man : quem o pegar, leu
ao dito hotel, que receber 30j rs. de gratificacio.
Fugio, no dia 25 do corrente da olirii e lilio
de Bombea junto a ponte dos Remedios um escri-
to de nome Antonio CJuissaman de boi estatura ,
representa 50 annos pouco mais ou menos; be um
pouco fula ; lem falta de denles adiante falla bailan-
te groisa, loma muito tabico ; tem aicanellas um lin-
io linas; levou camisa e ceroulal de algodio de fura:
roga-ie a todas as autoridades policiaes e pctsoii pal'
lioulire, por quem pona ter encontrado, o mindem pe-
gar e entregar no dito sitio, ou na ra doi,C)nirleii, P<*
dara n. 18,aonde se recompensar com generosididi
a quem o pegar.
= Ausentou-se do poder do abiizo asiignado
dia 21 do corrente a Alricana de nome Eva de 1>
annos tecca do corpo roito tirado ; levou vellido *
cbilaeicura, j encbutalbado ; lupeita-ie que eiU-
jaacoitada : rogase aos agentes da polica, e aos p-
prehendedorea, que a peguen e leven a ra dn Trm-
ebeiras ji. 48, 2.a andar, onde serio competenteoio"'
recompensados. =*Francitco Luca Ferrtiru.
Fugio, oo da 2 de maio prximo pissado un
moleque de nome Joaquim de naci Cabio; pre-
senta ter 15 annos, pouco mais ou menos secco do
corpo meio corcovado ; quando anda cocbeia pouco
de um p ; tem grandes marcas de bexign pelai coln
imitando a marcas de relbo ; o qual venda doce da
goiaba om urna bandeja pequea de manbia, ea lar-
de velas de carnauba ; levou camisa de algodio di
Ierra, de uiangai curias, e calen do meimo, azul; 'lul'"'
o pegar leve a ra Augusta caa terrea sem nume-
ro que lei recompeotado.
PEBN. } V TYP- DE M. F. DE FAMA l1v


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