Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08306


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Full Text

4nno de 1846.
Sexta feira 26
0 Pl-^tl/O publc-se todoi os das que nao
. m de guarda: o preco da aasii-nalura lie de
lnO" rs I101' I""1""1'" P"?0* "(titiritadas. Os
nuncio dos assigoanles sho inseridos a raiiio
i ;n ris por linha, 40 ris en typ difieren-
1 i>> icpeticoes pela metade. Os que no fu-
ti assiirnaotes P"(i"0 80 l01J P1"" liona, e 160
[, iTPQ difloreate: .,'
PIIASES DA LA NO MEZ. DEJTJHHO.
frsenle a 2 as 3 lioras e 9 minutos da manha.
i ,i* clieia a 8 a I l(ora e 15 minutos da tarde
'jni.oaniea 16 as 4 llorase 17 mi. da manha.
Lua^uova a 23 as 3 hora e 17 mi. da tarde.
PARTIDA DOS CORRF.IOS.
Goianna c Pariilivi>a Segundas e Sellas foi raa
Rio Grande do Norte, etiega as Quartas feiras
no meio dia e parte as mesmas horas oas
Quintas feiras.
Cabo, Seriiihacm, Rio Formlo, Porto Calvo e
Maceta, no la*, 11 e 2 I decida me*.
Garaniutns e Hn ni lo a 10 e24.
Boa-Vista e Flores a Me 2S.
Victoria oas Quintas feiras .
Olinda todos os dias.
PREAMAR de hojr.
Prime ira as 0 h. e 54 minutos da manha
Secunda as 7 h, e 18 minutos da tarde.
de Jiinho.
Anuo XXII N. 150.
DAS Da bemana.
22 Segunda S. Mecas, atid. do J. ilos orf.
edo J. 23 Terca S Agripnia, aud do 3 do civ. da I.
v., c do J de par do 2. dbt, de t.
24 Qoarta jXt-2 >-ciiieiilo de E J'-'o lliptis-
la. |nd. nos Com do ('armo.
25 Quima S Prospero, aud. do J. de orphSoa, c
!a I municipal ila I. vara.
5U Sexta S, Virgilio aiil do J. do civ. da I.
v edo J. de pac do I. dist. de t.
27 aabbadoS LadilUo aud. do I. do civel da
I vara, e do J de pu do I,' di.it. de t.
28 Domingo A Pureza ae N.ssa Sctihora.
CAMHIOS NO OA 24 E JCXHO.
Cambio soiu-e Londres : '/a d. P 'i
ii a Paila ISO rea por franco.
Lisboa 105 "/o | >
Dase, de letra* da boaa firmal I1 p "'
Ouro < ii llfaOO
> M ., laa d Sjlno vil. II
ii SftOfl mi'.. iGjF2nO
ii .le Ijlillu..
Prata PataroeJa.......
a Pe-iis columna ts.
o Ditos Meitcanos.
Miuda...
60 d.
mes.
.ni ni/.
|6#IM
.1 B -i'--
iittn ., -ji'im
i a 2000
IfMO a i iflCO a IjBIIO
A croes da Comp. do Helierihe de JOjOUO aopar.
DIARIO DE PERHFAMBUCO.
INTERIOR.
maranhao.
ESTADO DO INTBRI0H.
estado das comarcas da Chapada e Pnstos-Bons he
uo mmenlo n elindroso, e exige a mai seria atlen
rio da parle do govoi no Segur. !c o j?ml iense do
16 do correle, corriio boatos de que houve um grao-
de combate entre as turcas de Csmpo-Largo e as do
Militio, mcimo na villa da Chapada, mai nio ae labia
lo certo quem lora o vencedor o o vencido.
I'nt cartss de Pastos Boos.accrescentao mesmo jornal,
soo-la, que, nlo lendo deaapparecido o grupos dos vin-
'gniures do fallecido Neiva, acba-ie eita ultima villa em
triste situacio, eoscidadios paciHcoi em grande al-
los. Km um dos ltimos dias de abril, fo de noute a-
licada a caa do vigariu por quatro facinoroioi, com-
roandadol por um mulato daquelle fallecido, osquaes
lorio gravemente feridoi por um tiro disparado da
dentro, quaodo tontavio arrorobar a porta do parodio.
Consta igualmente, que chegario officios do Militio,
em que eite caudilho blasona de achar-ae a frente de
400 borneo!.
Em data de 8 do corrente, luspendeo o governo pro
ricial do eiercicio do posto de teoente-coronel da
guarda nacional, edocommando interino da legiSoda
Chipada, ao referido Militio, e demittio o delegado
iupplente daquclla filia Romualdo Jos de Brito-, e o
iupplente do subdelegado Mannel Henriquei deSiquei
ra, por se lercm reunido aoi sediciosos ; mas estas me-
didas, que podiio ier de grande importancia, quinto ao
efleito moral, pouco ou nada aproveitario, lendo dosa-
compsnhadas de lOrca,
As 50 prac.il, que daqui se enea m i n hiri 6 Caxias,
com deslino para a Capada, be fon; a maisqueinsufficiente
para tiaier ordem a urna s daquellas extensiisimas e
remotisiimai comarcal,quintomaii ai duas; muito prin-
cipalmente, quando se atiende a que Caxi.s.quehe acha-
re de loto aquella ierlio, e o ponto maii imprtenlo da
provincia, depois da capital, est inteiramento dei-
guaruecida, porque marchou para o Piauby o contin-
gente do halalhio o." de fu/ileiros, o qual a guaroecia,
e deseco para aqui o crpo ixo do l'iauhy. que o ubs-
liluia. Ja, quando no9cheirio as prtnieiraa noticias
dsdesordem da Chapada, nosoecupimos com a insuffi-
ciencia desle meios, e agora, que essa desordem parece
tomar vulto, nio cessaremos de lemhrar ao governo, que
destaque lrca, e lotea respeitavel, para Caxiai, porque
i 111 de ir mandando gente a fornnga be muito preju-
dicial, cmo provrio os desastres, que lolTreo a lega-
liilade no principio da rev. lia (le Itaymundo Gomes.
Guarnega-se convenientemente aquella importantsi-
ma praga, que he o meio de ter em reapeito todos os
leiloes circumvmnhos.
Se Caxias, que, pela sua posicio, he o emporio do
Maranhao e Piauby, e de cuja segranos depende o io-
cego dcssai duas provincias, tivesse guarnicao sufficien-
te pata rebater a invasio, que i ffreo na passada guerra
civil, certo que nao lora lastimosa pro/a dos rebeldes,
A LEA. (*)
por frcDertco ^oultc'.
PlilMEHO VOLLME.
X.
FROTAS DOLOROSAS.
Cumpre-noa ngnrn diter o que se hasia passado nn f.i-
milia Thur, iluranie casca iliius dia*. Sabein oa nusios
leitnrrs, que Viclor ao procnltra cm ana caaa nu iiio-
itm dia, em que recebrn de Julia u inyosutia o anior-
perfeilo; que no encontrara nnigiieni, c ae retirara,
deixando o sen bilhete do visita.
Quniido madama Thor se reculheo, cnlregirSo-o i e
por oerlu o lorio ella necultado, se o iinirido c nio
achaase presente. Mas Thur era un desses lluDICOI,
cum quriii nio lie dado tenlsr esprtela, porque toiem
iinniedialanienle um.i (russena.
Se madama Thor nao llie honvesse panado u bilhele
de Amob, leria ello lugo perguntadu cm olla ti U que
craiasn, c, se a niulher I lie huuversc respuiidido, que
ao depuis llie dira, quereria elle sabe-lo no ruesmo ilu-
tante,
Que cocliicho* ilu i'iii'i nlii ? teria ello gritado
porla-cucheira : o continuara ao subir a escuda:
Aborrego aegredoa. Todo o mundo pudo saber quem
rioa vem procurar i en auu como aquello, que qnerin ha-
bitar urna caso de vidro, e a nimba, gratas a Dos, n&u
denjsdouaer..... &.O., c.
Madama Thnie, que no quera fatcr'sle urna aimplc
visita um caao gravo, eiilrtgou o bilbele ao marido, que
extlaniuu:
lio de Amab! Ab! eHo veo c ; cu eaperava por
sao........ Dovia fasc-lo........ Sebea tu, quo esae rapaa
nos esta ein grandes obrignciSes ? Eu, niinha hllia v tu
alcaiicar-lhe-heruos urna nuroeoda........ Eatimorei beni
(} Vide Diario n." 137.
nem Ihei fornecera, pela ma entrega, amploi meioi de
poderem continuar a lucta com vantagem. F. a espan-
tosa dosordem, quo la derramou entio quasi goralmen-
le, por urna e nutra provincia, teria encontrado naquel-
le forte baluarte iniuperaveii diquei li sua furia assnls-
dra. Escarmentemos nos passados erros ; e sirva nos
hoje de lir;io, para gurdennos ponto lio principal, os
males, qu>* j suiTieiiiCi, por h:rermn desconhecido a
sua importancia.
No jornal Caxieme, de II do correte, vem trans-
cripto um officio do ex commandante do destacamento
de Pastos-Bons Joaquim Luii Teixeira Lopes Ma-
heiros no qual se acha descripto o grave estado de
inquietacio delta ultima comarca, com as suai causaos.
Abi se succedem o< assassinatos, ou tentativas de assas-
sinatos 5 e ai vinganca, e represalias toem armado nio
s o particulare mai ai proprias autoridades. Ah
vfl-se um delegado de polica, que, segundo refere o tal
ex commandante se dispunha a atacar o quartel do
destacamento a frenle de urna rouniio de homens ar-
mados Nj Chapada, j vimos como dotts agentes po-
iciaes tomaran parte na desordem. CJi/e bella polica,
iue, temos, Sr. Cerquoira Pinto '
Tal be a situacio das comsreas da Chapada e Pastoi-
Uoni, que este estado de cousas pode ir empeiorando de
dia em dia se o goierno nio cuidar em* atalhar o mal,
|ue j vai tio grave dando promptas e enrgicas pro-
videncias as quaes cifrio-ie, em nosso entender, na
emesia de forra e mais frca. Caxias, sobre tudu, he
ponto, quo, por caio nenhum, se deve deixar desguar-
necido, como est, na proiimidade de taei focos de
desordem. Convm, que o mesmo governo geral, se
convenga deque a seguranza desse rico mercado nio
s importa muito aosoc'go ilo Maranhao, mas anda
mais ao socego doPiauhy que a da propria cidade de
Cairas.
Coiro, que tamhom a Chapadinha so acha em
desordem, e que marchio para li frcas. Mas serio
esses commaodantos militares lubjeitoi a agontes po
iciaei queso portiocomo os de Pastos-Bons o Chi-
pada ou, pelo menoi, ignorantes? Receamoi muito ,
que assim succeda ; e'ness" caso, pouco ou nada so la-
ra porque com laes merdomos nio se pode ser jui.
( A fevitla. )
PERNAMBJCO.
Cmara municipal.
SESSAO EXTRAORDINARIA, DE 20 DE JUM10
DE 18*6.
l'lil.-Il/MH DO M-MI ll BP.Gii ALDLQUEI1QUP..
Prsenles na Srs. Mello Cav.ili'iinli. Hamos, Cintra,
Carnciro'Monlciro, Barros, o Alna l'erieir.i, fallaiidi
com cu>a ns mais Srs., ubrio-au a sossao, o fui lula e
aiiprovada a acta da antecedente.
Continuarioo* trahalbos da apuracSo geral dos vo
tos para doussenaiWri por esta provincia; e a urna
horada larde, pouco mais ou menos rocebeo a c-
mara um tfllciodo residente da provincia ordenan-
v-l....... .. tcnlio iiinn nliservaelo a faier-llie acerca ilu
retrata de Julia, porque he Julia desfarcada em Sant)
Virgen........ Sim, notoi certa eosaa: o quadro he na-
ni rico do quo o noisua........ Edo mais........ puieiu
eu Ilu- direi tildo isso.
Emi|uanln o pai despejava esta cufiada de nsneiras,
ilui.i Julio:
__ Mr. Amab veioci?... ...... Ab| elle dovia fa-
io-Io.
_ KntlO porque? disae-lbe a mii.
__ Ah! pomada, disse Julia, que radiava do preter,
Viclor hova, poia, comprcheiidido a remessa du
Iflior-uerreilu e do myosnlis; poia quo liaba apparaol-
,|o nesse dia, quando bavia niaia do qoiuie quo nao
vinha.
E ella eilava orgulhoaa, senlia-io fclu, julgovo-se
amada. De surte que o ausencia nao hovia influido nes-
a exultasio, quo easustavo n inadaiiiii Thoro, que pen-
.iiii ter lempo do turnar uiuu dcliberacSo, e auscitar una
plieacao.
No mitro dia, aprsenlo u-se man i edo no nriimciii,
e fui dirtilo ao eieripluriu de Luit Villuii.
_ genlior I,mi, disse-lho rila, d-me oitocciitos mil
Lu fitou-a admirado ; a conlabilidado de Thur li-
dia invariavcis coslumes. Hn printipio de cada mes,
, cais-o eiiliegava a madama Thor a peoeia mensal, que
devia ser siillieieolo a ludas as despcias da caso. Nunca,
ilesdf loiiguS anuos, Villon tuilin visto madama llinie
taier-lbe O mail pequeo pedido do diiiheiro.
__ ^ senhora dit ?......... pergiinluu Lu com una
(.,..,de do terror.
__ Pcdi-lhc oitucenloa mil rea.
__ h para que?......... Perdoe replicnu o coixeiro,
ao abrir e cotre, com liemur convulaivo, cm quo cunta
devo laucar rata quanlia?
_ Na miiba.......
_ Ah! beni....... muito bem.......noauacouta.......
bem dis'ie inda elle, ao pegar de um grande caderin-,
muilo bem, epa.sartmos este artigo.......audi.no.......
por....... Uespeas possoaes. ,.*,-.
E, ao d.ier iato, aprestnloii, com mo trmula, h ma-
daiu'a Thoro o d.nhtiro pedido.
Eslo oLservou o caixeiio, o nio aoubo o que pensar
do seu terror. .
- Mai que ten. entao Vm? Ibe di.se ella.
Eu.ioi.hora? nao tenho nada... Vm. pede-me
o.tocenioi mil ris, ho xaeu dever dar-lh oa.
do-lhe, Ihe osse remedido o resultado da mesma apu-
racio, logo que estivesse concluido, para ser trans-
mitido ao governo imperial e fieou inteirada pro-
eguindo nos mesmns trahalhoi, at que, sendo quasi
S lloras, o Sr. presidente os d-o por lindos marcan-
do a rontinuscio delles pira o d>a seu.iinte e levan
tou a leatio. Eu h So lote Fnrti'a dt guiar ,
secretario, a subcrevi. /t'S" Albuqutrque presi-
dente. /e//o Cariile mil. i mira Manotl..Rit-
mot. Carntiro Monleiro.
I ARIO DE PER V lilil Til.
Forio-nos, em fin entregues hoja os jornoes do
Norte, de cuja falto de recepcio bonlem nos queix-
mot! c por isso vamos transmiltir aos nossos leitores
as noticias, que ellei contem ; as quaes, supposto vio
um pouco tarde, nimia vio todivia a lempo, pois quo,
antes de nos, ninguem as deo.
No Maianho a Iranquilli lado publica corri.i muito
risco.
Na Chapsda. como minuciosamente consta de um
artigo da /fiviila, que em outro lugar lici transcripto,
anda nao linha terminado a desordem promovida por
Militio, quo cada vei rrfnrciva mail a horda de faccio-
sos, de que so souba lazer sercar, o quo, com o desfa-
BatnentO proprio do mais ousado bandido, leve o ar-
rejo de officiar ao governo, declarando-se em compo, o
em Irento de 100 orientes.
Na Chapa linhu e em Pastos-Bons tamhom alguns
(Dovimentos sediciosos so manifestaiao.
Visto como, a crermos o mencionado peridico, sao
fracase impotentes as medidss, que loen a | residen-
cia all adoptado para sullocar esses motn', smenla o
dedo invisivel do Omnipotente Ibes poder por termo ;
pelo quo fau-mos os mais sinceros votos.
OCearn contini victima ila peste, da fome, do
mais escandalosos assossinstoi, o dos actostde barba-
ria os mnil revoltaiiles.
Em Gado-llrab i, termo do S. -Bernardo, o msjor
Aegelo da Silva Lima loi estaqueado, no meio de seus
tensos o innocentes lilhns. qtJO jnal lillllo inii,
de quem era elle o nico arrimo, por urna qui-drilha
de 12 faciaoroKW, que, depois le he liaserem atran-
cado vida, ;i miiilos e repelidos golpes, cortara -
Ihe urna orelba, e romsigo a levrio !
EiiiQuciuramolmn, nlin do tres h .filicidios per-
petrado, dentro de mui pouco lempo ocomamaior
Iroeidlde, foi surrada urna moca, cuja honestidale
Hinca um correspondente do Pedro //. por umdos
Robertos <>u Britotdl Birra, a quem n autoridades do
lu^ar non lOBltrio Tontas desse acto de barbaridado,
babillUndo-o usim a arrojr-se a praticar outros do
mesmo, e al maior quilate.
Pela Nova-Aurora, entrada ante-bonlem da Babia,
recebemos ga;clas at 15 do corrente, as quaes o que
de mais interesso adiamos foi 0 resultado da votacao
doseleitoresdo Ourirury, comarcada Boa-Vista, pa-
nssaaasja
rt os do tu senadore por esta provincia, de cuja elei-
vo so acab de tratar, o de que se oceupa o Commireio
noseginto artigo :
ELEigAO DB SEMVDOHRS POR PF.RXiHBt'CO.
Collegio da lina-Vtila,
Tivemos por JoaieirO DOtHril da eleicio de senado-
res no colb'sjo da ltoa-\ isla da provinci* do Pernam-
huco, A 19 de mam lindo, r Ouiirury. li) da Hoa-\ isla, % de Cobroli, o 1 da fro-
Kueiia de S.-Jos-do-Recile, o obliverao unanicoida-
dn ilo votos
O Exms. Voloi.
Bario da Boa-Vista.........110
Sebastiao do Bego Barros.......110
Pedro Francisco de Paula Cavalcanti .de Alhuquer-
que............. 110
llurio do Itamaraca ... .....1)0
\ igario Francisco Ferreira Brrelo .... 110
\ isconde de Goianna.........110
O collegio foi prcsidiJo pelo coronel Ribeiro Granja,
o mais anligo o respeitavel dos servidores do estado d'a-
qtjella comarca, Oieleitore foro lorcados aban-
donar a villa, e a irem votar na capaila dos llemedins
da mesma fregUOlia, por saberem, que a tilla eslava em
armas com toda a foroa, de que o jui/ >Io direito Arru-
lla, c o delegado de polica podiio dispor. O delegado
da Boa-Vista rom 0 di comarca de Flores ja tintino.
tas vesperal das eleiri's, percorrido a comarca, dando
majo* nos casas dos mais influentes cleitores do parti-
lo.que tem por chele o bario,como na dojuil dopoi o
lenenlo-coronel de Ouricury.Pacifico Lopes do Siquei-
ra, na do visitador ecclesiastico, Pedro Francisco An-
tonio da Cunlia P.'reira, e na do juiz municipal o do
orpliios do termo, piorurando com todo o esforeo, para
prenderem, o eleitor de .-Jos do Rccilo (eleilor Ho-
rneado pelo partido praieiro quo nio quit votar ni
chaado presidente Cimborro) bacharel Tlioin Ma-
Jeira,
Al consta, que o lenenlo-coronel Jos Severo Gran-
ja fora com tropa, afim de varejar a casa do seu pai, o
coronel Granja, c prender o eleitor Thoni MaOena,
por di'crcn que li e-tivi liospodado ; porin, que
ile-Mira disto, leii'lorrri.ia du nilo SO ochar ese elei-
tor pin casa do seu pai: consta, quo ae toinaro ota se-
parado, os votos de SS eleiioresdo Ouricury,quo linhio
diploma da segunda eleicio all feila por oidora da c-
mara doi deputaJul, o quo estes 88 votoi rccabirJo nos
mesinos candidatos, quo liveroo os 110. Odiada apu-
racio lina I linlia-sn oceultado na Boa-Vista aos eleito-
res, quo nio erio praieiros. Ellei lorio ameacados
com mulla de cem mil ris, o quarenta dias de pselo,
,e nio votassem na villa, onde eslana a lorQu do go-
veroo.
SSavallBHMIMSkaK'1'-a -
Si ni din ida i mus Vm. parece admirado doee
pedido! ,i,
De moda oleom......... oh! meo Dos, bem me
lembru, qne eili obegado u lempo, em que atea pedi-
dea ae hlo de repetir........ < apaoolro........ alen
da em que sabannos acontad.......io banquer, Go-
berl, dul cenlo O tinte a ccnio o cincuenta OOHtOl........
Obi ho un bello dote!......
Coroprehendeo, em m, madama Thor o terror de
Luir, que nao havia acbldu nutra jiislihe.icao a mu pe-
dido repentino de eitocenlu mil res, seno aa deape-
ruximu casamentu....... Era um
tas causadas por un
comeen doenxoaal.
Nao, reapondeo-lheamigarelmenlemadama ino-
1V) alo letraia de eaaar Jul....... Se Ibe 11090 calas
niloeonloi mil res, be porque ha Dina divida, que 1 M"-
iem raito temesqueoido, oque iedore pagar nt-
ilialamenlo eu vou timar este iluilieiro a Mr
Amab.
A' Mr. Amab, disse vivamente o oaixeirn, eslcn-
dendoa miu, como para temar a lomar o dinliciio.......
e para que.
lio o prtjo do retrato de iiieu
niarido t- do
ni.1 ii.......
E sem dovida linilctn o da Santa Virgem, que elle
fes, porquo. Vm. nao Ibe ha do deixar na mao rclralu
do madiimuisella Julia, Creiu eu.
Hfiu sei do que qurr fallar, disse friamcnle mada-
ma i'hoie....... Vm prevenir* o Mr. Thoro da disposi-
c ni, i|ue til, tirata qusnlia.
__nu, un........ laoea-le-he no diario; eemtodo,
atcrescenlou elle, pondo os uliim no dioheiro..........
uiiocciiloa mil rois por duas ou mi lemanal de traba
Um, he muito......... Foi o preco, porque se ajualouf
Porque, a nio ser assim, aeiia exorbitante. Mas. deaW
modo, erse iiien senhnr g.nil aiia viole o tantos eolitos
de rene por auno.
lia advogadui, que enriquecrio noofllcio do pairar,
qucaclitu, como Vilion, que um artista, que g"io tle
nomeada, est anflicieniuiueiile retribuido na vida com
nos duna mil crinados por anuo ; o cases advogadoa sio
depulados, paasio por homtna inlelligenles, o Mt**M
leia depuis de os liaverein desfructado : cousa ui.lo be
essa para a musa trra.
Madama Thuie eslava mais adianlada do que esses 10-
11 llores, norquo reapundro a Villon: ..
lie um preju mdico, maa ou o julgo aufliciente ,
MME^CtO
Alfandega.
BnDIMiHTO DO Da 'o................4:210^211
s.imrw- .aiiw lawarn "iiisi'assii'iiiistsBPeBaBBsmssisss
fui que elle pedia a una lenl.nra, que recumu pa-
;ar-lll'i.
l'.-i.i l.'-iu....... muito bem, disso Villon i mas ou
entend, que isto loma esses mena seuhores buin in-
oivii.
__ Air. Ani:il> me pan.....u muito pulido.......
__ Elle, miolii aonlioral exolamou Villon: ello!
masellle auppoi....... Oh! Vm. nio libe....... Ello le-
ve a inaolenrla de penaar.......
Entio n que ?.......
_ Na vcrilade, iao nao he da minha eonta.
__ Bxpliqne^ae, diaae-lhe madama Thoro i tem Vm.
1 -a 1 de queixa de Mr. Amab '
__ Nunca Ihe dirig ulna palavra.
Quo Ihe fez elle eolio?
_ Oque me tri'' Polde, miiilia aenhora, queiru
perdoar; mas en hnaia leppoalo..... liaba pensada.....
|.,,r nilii hC una preleu^au louoa.....; msalo odia,
era que > atocoequi antrou ..... en era como da m-
milu...... Vm. tao boa se niuslr.iv.i para ooiumig....... e
OU tima a cu 111 ns 1n.11, bntoei, <{* Ul um da..... ,
em fin nao linha raso.
Eaoutara paoiente madama Thor eataa phrasaa, an-
treei riadas do grandea mapiroa, de olhoa pregados no
edo. del.....eii poatoa una pr cima do. ouim., deli-
ro, de.folhado.. E. fin, u eaiaoire lernoe ao se- lu-
ar, depuis do fechar com viulei.eu o cutre, o coiiti-
nuou a sua estripturafo, exclaiuandu em tuiu deses-
'"' Cont o quatro molbciras de ramagom.
a:;m:v;:r.;:;podod,.,x.rderi, ^^^
Ul Sb-IrtC Z2L Hh formal...
a7:::::;;::::-""'-"---"'-'"o-i--^'uu
ineir.iilio ir.iii.easodinhciro.
1 Como disse, minha aenhora ?....... Ho proco
',Ul"|o preciso, que Vm. falla meu marido,ante, que
MHadama Thor baria entrado para o sen aaeript.fi.
partioolar, deiaa.de Villon aturdido, ebrio, louoo.
Ja. momento depuis, app.receo Julia, e f.i senlar-ie
j.nlo a ana BBti. E.la e.creveo urna carta dealgiima. Ii-
libaa, teihou-a, o lucluiou.leiiaivaucnl.! o.duu. bi-
Iholc. do banco, quo acabara do recebor deVillon; pot



1 I
mt


k
fc
Deicarrego hoje 26.
Sumaca Nova-Aurora fumo e cbirutos.
IlrigueConcicn de Atarapen.
Barcalhomai- Mello'i mercaduras.
Consulado.
lil NIIIMKNT0 DO DU 23.
Geni............................
Provincial..........................
364*341
262*457
66j798
.llovimenlo do l*orlo.
Navio entrado no da 25.
Aii ; 27 diat, brigue braileiro S.-Maniel-Auguilo,
le 236 tonelada*, capitio Mnoel Smea. equipa-
gem 18, carga tul ; an pronrielario Kernardo Arito-
nio de Miranda. P.isgi'irn, Manoel Jone1 de Mou-
re, Portufluei; Manoel Jo Kernandei Jnior, Rra-
ileiro, e 3 escravos a entregar.
\ avos saludos no mnmo dia.
Ro-Grande-do-Norte ; hiale brasileiro Fere Fogo ,
ca'ilfio Raymundo Cardoio iJa Silva, carga arinba,
por conla do governn.
Rio-do-Janeiro por Mncei e Rahia ; vapor brasileiro
Imperador, rommandanle Jos Mara Falcio. Pas-
sageiros: para a llahia, Pedro Nolaico liaplista, la-
nado ern ua cnmpanhia Antonia Mana da Concei-
cio, frei Joto Hapltsla de Sania Helena, Hrasileiron;
Nicolao Itamiano. Antonio Rodrigo, H'spanhoet ;
Manoel Jn Per-ira Gnnifl, Porluguc; : para (
Rio ile-Jneiro, Kelaiminn Fui Lulo de Mcndnnca,
Jote Teiieire Baitoo, Antonio Jote Pedro, llrasiiei-
ro; Joio llenrique Kaagen, Portuguez, e o que
uer.i i do Norte para o Sul,
De
t laracoes.
O Hlin. Sr. npector interino do artenal do marinha
manda fazer publico, que contratara, com quem por
i-1 n fi'cr, o fornecimento de pi, buluclia aieite
dore, carne verde, toucinbo, agn'ardente, cal mol
do. hacalbao, vinagre, arroz, e inilho muido, para a
embarcaidos da armada.
As peisoas, a quem convenha laior o fornecimento
de cada um desse ohj'ectoi, de primoira qualidade,
pelo lempo, que e julgar conveniente, e lr conven-
cionad'> no acto do contralo, sin convidadas pelo Illin.
Sr. inspector, a comparecerem nesta secretaria, com as
suas propottaa eni carlaa fechada-, no da 30 do corren-
te mez, polas 11 horas da manhia, declarando nella-
oa nomes dos seus fiadores.
Secretaria Ha inapercio do arsenal de marinha de
Peraambuco, 2odo junbo do 18 46.
O secretario,
Alejandre Rodrigues dot Anj-t.
Olllm. Sr. coronel director do arsenal de guerra
de novo convida a todos o ufficiecs espingardeiros, que
quierem trahalhar no mesmo arsenal pagando-se
Ihes vanlajoaot jornaes a compareceoin no dito arse-
nal. Arsenal de guerra 22 de jolino de 1846
No impedimento do escripturario o amanuense, Jvao
/icarIo da Silva.
i)//iciot exiilenle nn nJmintttravo do crrelo, de par-
liculare intereses dos Srs. abalxo.
De Manoel Ambrollo da Conceicio Padilha ao
leu ministro da marinha.
De Jos Ignacio dad ata Monteiro, ao Exm. ninis-
tro da fazenda.
De Jos Maria Fernandeae Silva, ao dito dito.
Pe Jote Pires Vianna. ao ilito dito.
De Jos da Silva Praga, ao dito dito.
De Antonio Joaquim de Kreitas (segundo sargento)
ao htm. ministro da guerra.
De Jacinlbo Jos de Mcndonti e Silva (soldado1)
dito dito. "
De Joo do Vargai (anspecada), ao dito dito,
De Jos Gregorio (soldado; ao dito dito.
De Matbias Cerneiro Ligo (cabo), ao dito dito.
o lobreioript, a laofoo negligente a carta obre o mata
i do Julia, diiriiiln-lhe :
Manda exn carta a aeu des lino pelo cobrador.
Julia |" i;i.u na rarl, c, apetlM pot oa olliot no n-
breicripto, aolton um giito abalado,
>tu dco moatraa madama Tbor de ouvi-lo, maa pe-
dio a Vlllon, que fuaae lenuinar, cm oolro arninirm,
una ver.ficaf o, que pedia iiiuilo lempo ; quera dar a
Julia a libi rdade de fallar. Vilion tablo, madama Tliu-
rrapernu. Julia i.ko diate palavn,
Olbva-a de tur......ad.ur Tbor. Julia niu tirata 01
ollio. da carta, que era a merina em que l.\i........
i luido doua bilbettl de banco, a Olame, que llie liana,,
dito, luandFc levar pelo cobrador, como ae flia OvOi
una facluia, ou rncoinmcnda....., e ca carta ca diri-
gida n Ainnb.
Era lato una anata, que Julia nio onmpreheoda
maa que a na.u.lava, c l.uuiilliatu lamben, EuUv ullloil
clin para mil, como para bem ae certificar, que era
ella quem liavin coniiucilidu rita i.....iinnl.il,., c,,, ef-
feito, Julia trra jnlgado cu pni capa da tCOielbanle
brulnlidnde, maa, ji.,r aun mii, pan Ca lile inerivel
Ora, bem! Tbor.
Julia heoii por momento* indeoiaa, maa conievo a
pergunte, que llie veio aua labiua, e reajiundeu cum a-
inai(.i eipreuin.
Kunaoprnao..... procuro o rucu dedal.....
Tu o lena no dedo.
He vcidade...... como calan cu!...... leohoauai
ludo. *
E rniitiniioo a bordar, com oa denle aperlado., para
6b.>fr ot tolucoa, a rab (a baila, para o cuitar ai |.,-
gnin.a no (albor lia mii.
Eatcve madama Tlior prcalca a cbama-la acua bra-
co, para mn,ola-la. I mha mortificado Julia, aciu con-
aeguir f.je-1. fallar. Todava tiltil avahar cato amur
pelo valor, cun que Julia oceultaria a aua dr, e calou-
ae. Lugo depuia, cunliecco ella quanlo era poderoso,
quando, ao apparecer o cobrador, Ibo diaae Julia com
vut clara e vibraniu :
Leve itlo ao aeu deatino.
Ealn obediencia .celia... nina revolla. Todava, ma-
dama Tlinr cuii-r
De Rento da Coila Soare, ao Exm. ministro da jai-
tica.
De Daniel Rodrizuei de Sant'Anna, ao dito dito.
De Elias Gomes Ferreira, o Francisco Antonio de
Lima, ao dito dito.
De Francisco Lopea Caitollo-Rranco Florencio de
Souza, e Pi Rodrigue, eoditodilo.
D>' Jo* Veira da Silva, no dito dito.
De Manoel Dionirio, aodito dito.
De Podro Alve dai Cbagaa, ao dito dito.
De Po Rodrigues doi Santos, ndito dito.
A administraran geral dol eitahelecimentoa d
eirdsde manda fazer publico, que, nio tendo bivido
lie tantea ao fornecimento da carne verde no dia 22
doc rfento, como havia sido previamente annuncia-
do de novo convida aos interesados a apreientarem as
suas proposita no dia 27 do torrente no lugar e
lloras j designados.
Adiiiinistraeao geral dos estabelecimentos de carida-
de, 23 de junbo de 1846. O escripturario,
Francisco enlomo Cavalcanti Coutseiro.
O esrrivio e administrador da meta de rendas in-
ternn provinciaes taz constar a todo os Sr. propieta-
rios de predios urbanos doi tres bairrot desta cidade r
posalo dni Afosados que nio pi'ide presente-
mente mandar receber em suai casal o importe de
eus dbitos, como antecedentemente se praticava; pois
|ue cta i 'i': rdi Ti i tem um agente privativo para a
cnbranea, o qual tem de perreber a multa de les por
cenlo sobre o valor de seus debito', ae por ventura dei-
v.rem iie vir pagar na meaa. dentiojo 30 das marca-
dos na lei, a importancia da dcima de suas propieda-
des do segundo semestre do correte anno fnanceiro de
Ls ii a IS-li; e por uso os convida a virem com prs-
tela solver seus debito, vislo estar a concluir-se o ci-
tado praio. Recito, 20 de junbo da 1846.
Joi Guedei Salgueiro.
Oabaiio assignado, chanceer encarregado do
consulado de Portugal nesta provincia, faz publico, por
ordrm doseu governo, para conbecimento do commer-
co e rnive.'M ao, o eguinte :
Extracto do decreto de 26 de novimbro di 1845.
Artigo 108. Todo o capitio ou mestre de navio,
i|it" entrar em algiim ponto deslo reino, ou dai tibes
alijrenlos, he nbrigado :
\ I A irar, em ponto apparente do seu navio, urna
Imndeira ainarella, quando assim Iho fflr ordenado, e a
conserva-la inda, at que seja admittido a livre pratica;
2. A impedir toda a communicafio com o seu na-
vio, e desle rom a Ierra, em quanto nio fdr adrnttlido
i livre pratica;
3. A conformar-te com o regulamentos sanita-
rios, e a subjeilar-se asorden, quo Ibe lorem dadas
pelas autoridades sanitarias do porto ;
4 A lundear no lugar, quo Ib" for determinado
para qua/entena ; e a atravessar o seu navio, ou meimo
a lundear para visita, quando o tempo o exigir, o assim
Ihe lr ordenado nos termos do regulamentos ;
; '. A comparecer, logo que assnn Ihu lr eligido
pelo guarda-nor da laude do porto, na casa da estacan
da satde, servmdo-se.para o seu transporte, do seu pro-
prto 0Mllw lancha, ralraia uu barco, e arvorando riel
le, em ponto appaiente, urna (lnula, ou galhardele a-
marello, que faga cunbecer o leu estado de suspetcio, e
toipeilir toda a communicacio ;
Si 6 A apresentar as anlnriMado tanilariaa lodoa oa
papis de bordo; a responder aos interrogatoiio, que
Ibe forem leilos, prestando previamente juramento d-
dizer a verdade, o de referii todo6 os lacios, que live-
rem ebegadu ao seu ronhecimento, e de dar Indos o es-
clarecitneiilos, que eslivereni ao seu alcance, o que pos-
sio intetessor a sade publira.
Arl. 138. Todo o navio, qualquer que leja a la
nactunalidade, proco delicia edeslino, que aportar a al
gum do potlos desle reino, e seus dominios, be obri-
Kadu a apresentar carta oe sade, da qual conste nao
o o estado sanitario dos lugares, donde procede, mas
o da mi.i tripularan, e o numero dos passageiros no mo-
melo da partida, salios os casos de lrca maor, nos
termos desle derrelo.
Arl 13'J. As caitas de sade tao facultativa psra os
navios, que sabiiem dos porlos de Portugal o ilbas ad-
-'ffStliraMiT.II'.t TT
Tbore de repente. Vinbn elle com rolla grave c ape-
lo d'iniporlaiiea, ullios irritado*, c andar impetuoso.
Percorria u vaato irmatem ero ludo o onmprimont
e de rada vn que paiaava por il|ante do eaeriniorio, cnl
que Irabtlhtvlii a taolbcr a a Hlbo, lallaTi um enorme
aspiro, ou nina mrda exelamaolo.
Ernil.ro, que cap raa, que nina queatao qualquer
auna drill Im...... igilactu Ihe dtie uniiiahidat
colera, que u amniasn. Mu. a Bill! calavn mullo oceu
[dadeaiini.....a, para dar por eaara groiieiro iniue-
je, amadama Tin re nJo quena acudir n.....and
llmre, embado dent prudutir u mencr cfFeil,
mu n maiua niiiia enrgico, e put-to n fallar .6. '
He couaa iiirrivel! niunalriiua J indecente!
E cumo madama Tbor au levantan aeabeea, io-
niouilloum pralo, atiiuu-o,furioio, ao oblo, eei-
rl.iilion :
Ne oontentirei, que i.to ae paaae mito !
Oh! men bou, D.oa! u que l, | ? perB..ntou
",a....." 1,ll"e. '|c..au pudn purmail lempo faier-e
cega a aurda.
qnu ha, miaba seohora?....... o quo ha
Vm.uaabe, auppouboeo........ Dm cameiro, qaele!
l.erdadu, de improviso......... ., ,, ,.....,.,,., foj.
uiidar, para ler algunsa ideia ,la. oiinha. nleu-
acentes, e serio, nenes portos, expedida polo facul-
tativo, que para iuo tiver delegacio do coneelho de
do no porto, donde o navio lahir. Not portos estran-
geiros poJero seretpeddaa eos navio, que so detti
narem ao porto de Portugal o seus dominios, pelos
agentes consulares portugueses.
As carias de mi le, quo forem eipedidis nos portSi
estrangeiroi pelas autoridades do paiz, serio visadas pe-
lo igenle consular porluguer, que nelle residir.
Art. 140 Os navios procedenle do portos estrangai-
roi. onde nio bouver agente consular portuguez, aio
ohrigadot a trazar carta de lida, expedida pelas iuIo-
ridadei do paiz, e a aze-la oisar peloi agcole comu-
lare portugueze no portos, com os quaes comniuni-
carem, se ahi o houver.
Arl. 141. O navio, que sa demorar maii de oito
lias, depois de expedida ou vitada sui carta de laude,
ou seja no porto da partida, ou no da escala, oa arriba-
da, onde cotnmunicar, beobrigado a relormir a carta,
ou o visto,
Arl. 142 Asearlas de sade com raiurai, entreli-
nhai, ou quaesquer outras alleracdei semelhintei, sio
reputadas cartas suspetas, e subjeitio o navio i quiren-
lena correspondente, e o capitio a proceiso.
Arl 143, He prohibido a todo o capitio, mestre, ou
ommandante de navio:
1. Largar de li carta desmide, que tiver rece-!
bido no porlo da partida, emquanto nao tiver chegado
ao do si u destino ;
2. Receber e ler a bordo outra cart da satiJei-
lm daquella, que Ibo foi expedida no porto depar-
tida ;
3. Receber a bordo marinheiro, que pareca doen-
le de molestia contagiosa ou epidmica, das que lio
subjeitas a quarentena ;
4. Receber a bordo roupas, vestidos, ou faiendas,
lein ler verificado a la procedencia, o reconbecdo, que
nio servirio a pessoai atacadas da molestia contagila,
nem procedem do lugar inleclado.
Art. 144. Todo o capilio, meitre, ou eommmdinte
de navio be nbrigado a tomar noli, no jornal do bordo,
de toda ai moleitiai e mortes, que se mtnifeslarem ou
uccorrercm durante a viagem, asiim como dos lympto-
mas, que observar nos doentes,
nico. No cato du baver facultativo a bordo, a
elle toca mus particularmente eita obrigacio, pelo que
respeila as molestias.
Art. 145. Jcapiles, ou commandintei de toda ai
embarcacei, sao obrigadoi a fazer mencao, no jornal de
bordo, da execucio das providencias estabelecidas neite
decreto para aisegurar a sua lauda, dai communica-
<,oes, quu liverem no mtr,o de todas e quiesquer oc-
cur rrnria*, que poisio interessar directa ou (inderecta-
mcnle a sade publica.
Arl. 202. Todo o individuo, que communicar de um
navio para a trra anles da visita denude, anda que
ello venba a ser logo admittido 6 livre pratica, ser pu-
nido com a multa do 50| a 200a r., sem prrjuizo das
penas irais graves, em que possa incorrer como iofrac-
or di quarentena ; e 6e i curnmunicacio fr da Ierra'
para o navio, pagar smenle metade da mulla, (Icar.i
subjeloa lorie do oavio.
Sj 1. Estas penas sio applicaves aos individuos, que
receberem, com conbecimento de facto, quaesquer pes-
soas, ou cousas, procedentes de navio, quo nio tenba
? ido visitado.
Sj 2 Exceptlo-M dai penal desle arligoi os pilo-
tos, e o guardas da alfandeg, que, nol termos das res-
pectivas inslruc(8e, enlrarem para bordo por motivos
de terviio, e que ficio subjeitos i seguir a lorie do na-
vio, at que elle seja admittido a livre pratica.
o. Se o navio vier a lofTrer quarentena, o trans-
gressor solrerd no Lnareto igual quarentena, e no fim
deila lera rem ttido.debiito de prisio.ao juiz compelen
le, para llieser imposta a pena, em que tiver incorrido.
^ 4. 0 periodo, quo medeia entre a ebegada dona-
vio a barra e a sua admissio i livre pratica, be equipa-
rado quarentena, para Ihe sereui applicaveii as diposi-
tOes du artigoantecedente.
Art. 205. Otcapitaes, meilre, ou commandanlea
de navio, que apresentarem carta de sade com rasuras,
entrelinbas, ou quaesquer outras alteracoes semelban-
tei, que possao indozir luipeili do laliificiclo Hrt
proceisadoi como preiumidoi autore della, p'osjj
com is penas, que Ihes couberem como falaifcador T
documento pblicos. '
Arl. 206. Os individual, que. por omisio ou
gligeneii, expoierem a laude publica, oa infrininH
ou deixaado infringir ai dipoic8es legislitiva, 0u '
gulamenlires, e n providencin. que a puderiio pra/'"
var, serio punidos com a molla de 20j r.
S 1. Noslermosdeitearligorfo compreheoilidoi
meslres, ou cosnmandantes de navios mercantes
nio tiouxerem carta de sade, ou a Irouxerem '
lar, ainda que o navio nio venbi loflrer quarrntn ,
mal a mulla ser tmente de 10) n i a o navio lr. J'
miltido i livre pratica de 15# ri., lo Ibe fr impon
quarentena de obiervacio; o do 20# n^io i quireobj1
na fr o rigor.
2. Quando o mostr, ou rommindinte do m>;
poderjuitificir.com prov iitisfielorii, ponotai i,"
procadeo de accidente, ou oceurreneia imprevista ai
suflrera pena algoma. a
Consulado de Portugal em Per ni m buco, ios |9.
maio de 1840. MigutlJot lve, chancellar eor-
regado do consulado.
THEATRO PUBLICO.
HOJE SEXTA TEIRA a6.
Em beneficio de Manoel Innocen-
ci Fereira Candozo subir a acea
a grande peca A chime e Rachima.
Entremez, os tres carcundas ensac-
cados. Todos os Srs. que tiverao |
bilhetes para o dia i podem se m\
apresentar com os mesmos bilhe- |
tes, que sao validos.
Manoel Condozo. m
Avisos martimos.
olhe
Jia-
\' De que leve elle cutan o de.cooo ?
- le-nora-o Vin?......Mentir-me-l,i com a ultima
impudencia, quaiitio, Oa ver a miaba iidijnacio, ouaou
duer-me. que Vni. o bavia auloii.ad....... quedlfoOO
...iioiiMilof .... que Vm. Ilie havia m denado que*
Meollo elle? .....
- Nto, meu amigo, dflM brandamento ma.lani.
i boro; be verdade....: eea lappanbater teito bem
julgava ler obrad,, no Molido doa acua prnjectin
Nem ludo, oa projeo..... que a gente turma, te
"'""*........ ha urna manera, convenienio.... ,ni, conveniente
he u.ermo....dc.....de h.ver-.e nis.o. M.aiemalium
pr.po.tto r ,,n,ni# qu,m (
con. crrente, diaer : ge,ra perdo.r, ti'nho que
lio fallar n ni.,, con., 1.,||e, n.eu abara, falle. -
Pni. rntto, mea leiibor quizei. pedir-lhe n ,,,ao d. .e-
eiudaVllloo iJlr^'!1""1"!1 imrqoehav.acx- nhora.ua ltl. a Hclm f ialom pro^ito"'
Jcrlc.tu ...ene.u rem.va e.U.e eUa. ; ,,eq, llcni [%? ? """ ''"" *"""""" M-
ouir. ,e .cha,, coa, an.nto do r.mpe-.., q.ndu eillru | ^ qu., ,ne dig0.. Ablulu
oto ilia tamul nina caixa a expedir,
Julia tiirnoo-M- paluda o iii.iuih el ; Thor onnliniinii :
E he Vn.,, minlia aenhura, quc.n autoriauu o Sr.
V.llon a ubiar comn.igu com cata incivil .cm-cere-
monia ?
So vust .niibea.o.. ., diaie madama Thor.
Sel, replico u marido em ton. aolciune, que a a-
inei, que aeapoaei, na quo nao proced ai.im ; nu fu.
gritar a Sr. aeu pai : Ah! aenliur, ouca c.......O'
'a !......en quero cai.r cum .na Alba ....... Porque
quanto mai. i.ia.o pento, inait me revnlto...... Fui tra-
tado .....
M>a, aenliur...... dase madama Thoi.
Srohora, replicn Thor, rom terrvcl inagriti-
U; mea pni dirigio-ie nlllcialmenle ca.a do .en, e Ihe
fe odie Mmenle u pedido de ...a mo. Sen pai re.pon-
deo-llie lavuravrliuente Eiilo, o aumente cnttii, ouiei
en expliear-me.....Sem tallar no. prelminare antorio-
re acate impnrlanlo pa.io....... oa aviiot partcula-
rea....., en liavia sondado n terreno, .abia por onde
i,i.... Commign,eheglo-ie mim, ei, pedem-roe inj-
nha Blba, romo nina duna de prali>a. K lie iniuli. mu-
llierquem nutori.a aemelliantc. in.ultot.... Em que ae.
culo vivemos n. Que coalume, ni cu Deo.I quo coa-
tume.!
E.ta tirada havia e.gotado a forfa pulmonar de Tho-
r, que calilo aobro un,a cadeira, csbaforidu, a pretex-
to de tutpirar.
Coiiiprvhcndo, diaae com brandura a miilher,
compreheudo o eu agialaraonlu contra un. proceder,
que por serlo nao he du. mua melindroso ; ma rogn-
llic, qui; refln (a, que, ha milito lempo, contidera voasd
couvrnenle ea.a iiuiiu.
Pdeaer....
Veja, quo Villa! et longo de ana familia.
Eacreve-.e..,.
Nio caqueca, que o amor he inconsiderado.....
Ooltinr, quo madama Thor lancou seu marido,
eontinha um mar de reminiai enca.. Segundo ea.o o-
Ihar, podin-ae allirmar, que a Icnlaliva oflicial do pai,
iu pompo.amente citada, havia .ido a eoii.equenria de
alguma tentativa particular. Tbor liveiim aaauroo de
sobarba latmdade, crguco-se, cliegnu-se ao cacripluri
c diaae:
Meu Deo! en a quero a felcidade do meu li-
Iho.. ..; ma. lan.beiu be precito, que aa couaaa se fa-
ci em regra.
= Para o Asi, com escala peloi Touros, est uhir
o brigue Socledade: quem quizar carregar, ou ir de pn-
lagem, dirija-ie a ra do Vigirio, irmtzemn. 5, ou lo
capitio, a bordo.
Para o Rio-de-Jineiro legue, imprelerivelmoo-
tn por eiles 6 dial, a birc Firmeza ; pan algunu
carga, pamgeiroi e esersvos i Irete dirijlo-se i Giu-
dino Agoslinbo de Barros, ni pracinha do Corpo Sig-
lo n. 6t.
= Para a Babia tabiri impreterivelmenle sibbido,
27 do correnle, o hiato Santo-Antonio Flor-do Hit;
recebe carga e passageiros : trata-te com Jos deUli-
veira Campos, ra do Cjorimado, o. 4.
- Paro o Kio-Graode-do-Sul sabiri breve o bri-
gue- escuna Ncro ; recebe carga a frele eicravoi
passa reros : quem no mesmo quizer c.negar podo
enlender-se com Amoro) Irmiot, ra da Caden,
n. 45.
= Pin Lime a polaca urda Btrculet, pregada
forridt de cobre preleode sahir no piimeiroi.disi
de julho ; falla -Ibe s um terco di carga : a tratar ni
rui do Trapiche o. 10, terceiro andar. Pode tim-
bero levar alguns passageiros.
= Pan a Bibit ni o hiele Flor-do-Reafi, pregado
e forrido de cobre : quem nelle quizer carregai ou ir
de passagem, dinji-ie a ra do Vigirio, irmiieo,
n. a.
= Pan o Rio Gramb-do- ul teguir no decurio
da presente semana nio bivendo inconvenieotei, o
brigue Mentor o quil podo receber ilgumi carga a
lem bons commodos pin escrivos : quam pretender,
pode fallar com Amorimlrmioi na ra da Cideii,
n. 45.
Para o Rio-Grinde-do-Sul tai com brevidsde
Oh I meu Jeau eqiiec.e-ae a regra, quando a pa-
xio arroalra..., diaae madama Tlinr. Tu menino nJi, .-
ri.baa do e.querer, que a ultima pea.oa, dimite de quera
poda, dar .einclh.iile espectculo, era a noa. Julia,
que nao sabe oomo ter-.e, lio perturbada cata ruiu I
.na ventura?
Julia levontuu-te, fitou madama Thor, e deimu 0
armaiem, duendo com rpida vot.
Vmo. be cruel, minlia mii.
Fieoii madama Thor aterrada com ealaa palavra,
Thor pergunlou-lhe :
Quo quer ella diierP
Lugo Ihe cnniarei i.o, meu amigo ; agora he pre-
ciso, que eil falle iinnli.i filba.
E aeguio Julia a apo.cnlo ; onde a aohou uu tea
qaarlo, paluda de dr ecolera.
Qneaignificio, Iho diaae ella, aa palavraa, que pru-
OUUOiallO, ao deixar-iue?
Julia doniinou a violenta ernocio, que a agitan, a
reapundeo :
Obrei mal em Ihe fallar, como o fis ; obrei mal em
.ahir do armatem, pefn-lhe perdi.
Maa, em quo, como tna teuho eu nio.Irado oruel I
leu reapcit ?
Obroi mal....., j o dino a Vn...., cu lava doli-
da...., fi mal.....
Eao calamento le de.go.lar
Julia beaitou em responder. Neno inonicnu, eolrou
o pai, que liulia uuvidu a pergunta, e repeli.
En n.'in tenho liircito, du.o Julia, do reiponder i
meu.pai, que um calamento, que elle, aohio conveni-
ente, me de.agrada ; maa doclaro-lhca com lodo o rei-
peito,que a Vio. lenho, meu pai, a Vin. eeuktr*.......
Janiaia..... nao, jauai. raaare ei.m M. Villoo.,.. Quite-
ra....oh aula, quiara morrer!
To Arme e .cora reapoala altala va, entretanto, o im-
perio, quo Julia guardava .obre ai mema. To lerrivel
er .gil.co, lio borrivel a pallidei, quo ai palavra
cro r.umpaaaad.a, ero re.co ao abalo, que aenlia. Tho-
r .6 vio nmo urna repula, que aeliu.u llmente auda-
eio.a. Madama Tlior lenlin ahi nina cruel cenaur..
Viudo de .cu pai a propo.ta de aen.ollianle eaaanieulo,
Julia o nio admirara ma, parlindo de aua m, parc-
ela.Ihe te-la lerido alraicoadanienln. Julia emita va cun
ana mii, para eacapar ana projeclo. du pai, e era ella
quem dava prot.a exeuacau. Eiitrotanto, Tbor, quo
acabara apena a toa fervorla lirado contra o alrovi- j,


I

0 brifjun mMina; recebe carga e etertvot i (rel :
uen qoiier carregar dirija-te Jno' Francitco d
q,0t ni ru da Sentalla-Velhi, n. 134.
-=Para o Rio-de-Janeiro pretende aabir breve o brigue-
etfUnaono/f"a,epara no recebe carga a frete:quem
,) mesm quiser carregar, pJe tratar na praga com o
eapiio Antonio Pereira Martin dos Santoi, ou na roa
do Trapiche, casa de Gome 4 Irmio.
Avisos diversos.
() n. 117 cha-ee venda na prega da Independen
,;, linaria na. 6 e 8.
A CARRANCA.
O n. 82 icha-se a vende, na praca da Independencia.
h'iraria na. 6 e 8.
O POSTILHAO.
O n. 8 (er a distrihuicSo da mala, e aeba-ie a renda,
na praca da Independencia, iivrara na. 6 e 8.
O credoret de Antonio Joaquim da Silva Caitro
lio convidado para le reumrem boje, pelai 12 horaa
do dia, na tala da atiociscio commrrcial.
:= Os ebaiio assigntdoi luem publico, que Ventura
Pereira Penna deiiou de administrar a tua loja de tel-
leiro, aita na ra da Cadeia do Recile. n. 49, detde o
rjii'21 docorrente. e por o e acha inabilitado de
piuar raciboi, ou fazer outra qualquer tramaccSo em
ouoie doa abaiio auignadoi e bem aiitm no que at
.tora gyrtvt, de Jlo da Silva Braga.
fraga Silva A/ Compankto.
ss Preciia-e alugar una ama aecca, branca ou de
cor, que aeja bem atlavel e de boaa coitumei, pira tra-
tir lmente de meninoi. I)irigir-ie ra do Raogel,
n, 69, egundo andar.
ARMAZEM DERECOLHRR.
Na ra da Seoitlli-Velhi. n. 108, etiile ora eicel-
lente armaiem notamente reparado, para depoeittr fe-
zsodss, e genero de eiliva, com especialidade farinba
da trigo; eite lugar be ptimo para obleromprornpta ei-
Irsccio o genero depositsdo.s, por ler em ra muito
tramitada, e protima da almdega, o ler deiembarque
i toda a boia, no fundos do mesnio armaiem : a tratar
o lado, com Alvea Vianoa, no armaiem da ra da Sen-
lalla-Velha, n. 110. .
Precia-e alugar um escravo que e|a fiel e
diligente para o tervico eiteoo de urna casa j no
Aterro-da Boa-Viata o, 36.
OSnr. Joaquim Izidro da Cota Gomes Vieira
queira vir buicar ao eicriptono de Gaudino Agotli
nho de Barro urna oarta de leu intereiie vindt de
Liiboa.
= Prceia-se de um cria Jo que aaiba tratar de
cario e cavallo no Aterro-da- Boa- Villa n. 36.
=s Precita-iedeuma mulher que e proponba a
fater o tervico interno de urna caa de pequea fami-
lia ; no Aterro-da-Boa-Viata n. 36.
= Avita-ieao proprielario de um tobradinho oa
ra de S. Bom Jess daa erioula que de i la o fundo
para a ra da Roda no queira perder mai aluguei;
puiiquem Ibe lomou aa ebave nao tem com que pa-
gue ; cobre de quem eta dentro e despeje-o.
)e um amigo da raido.
Alug8o-e, por preco commodo dua caaa ter-
rea tita na ra da Alegra da Boa Villa una com
,5quarto cozinba., ala independente e forrada ; e a
'outra com dou quirlos duis talaa cotinba e am-
bi catadas epintedei de novo ; no e duvida abatei
ilguma couia noi alugueii, endo para peisoa capaz ,
que aa oto estrague : a tratar na ra da S. Cruz ,
t. 38.
= A pessoa, que annunciou querer comprar o rri-
meiro tomo da bittorii Sagrada por Beioardino Frei-
r dirijt-te a ruado Raogel, n. 60.
A peuoa que tem urna carta para Joaquim
Goncilve da Silva queira annunciar, para er pro-
curada.
minio do caiteiro, quis lgo entrar em campanha con-
tra a dembediencia da fillin.
F.nllo, como heia.n?... .Elle relmenlo nunna
le ha de faior, dit Vn,. ? Saiba a aoiiliuritn, que unco
he una palavra, que ae niu acba no diccionario dan me-
nina ln'iii criada......
Meo pai, dmc-lhe Julia, eom humilde temara,
Vm. hecheio de b-ndade.....Vm. .. que quer lio a mi-
nlm felicidad*.....Poi boiu I juro-llic, quo ah nio et
ella......niu pude estar..... Vm., im, nio lio Vm., quf
me ha du forcar a calar com um humoso, que eu nao
amo, que nunca hei de amar. Prrrfne-mu n termo.... i
Contuso, que eere bem infelis, ae fi.r obrigeil a deso-
bedecer-Ihe no me coiiitranj rcaiatir-lli.....{ te-
i:li ri.mpaixau de liiim, p.....
Madama Thiir oiivi a filha, OOM pungente dor. O
cuidadu, que Julia pun. rm cxclui-la da lupplien
que uno pai diriga, moalrava-lhe, tob noto aepeclo,
cata alma do menina, que ella .alia eialluda, na que
lii julgava lio re.ulula.
Tlior linha muito a peito eo calamento ; era um
projecto, que elle runiiiiava, ha rouilo lempo. Cnnhc-
oia o valor commcrcial de Villon, e tabla tambem, que
elle devia herdar bem ba fortuna ; maa, como ja o di-
aemua, era inrapas do resistir a unte lagrimada mulher
ou da filha. Nao ae acnliu, purlanto, cura animo de rea-
pondcr-lhe com firmea ra, como era nocciiario ra-
lbar com algueui, vollou-o para mi.llier.
Naverdadc, fe vo urna billa embatsodal Ah
tem ana filha em praul, Villon cni fala policio...., eb-
olulamenle falte.....Eu n.etmn, que quer vo.e que cu
f'J ? Eu no poaio coniervar ene rapa.....era ii.iuha
caa......, he preciao que o de.pcca, ello he o fecho...,
im, o fecho da abobada doa mcua negocio.... Que do-
to eu laier? Ora, falle I je que fea o mal, aoha-lhe al-
Kuni remedio.
Bem 1 aenhor, dille madama Thor, en aupponho,
que Vm. nao diuc a Villon, queme daria parto daa auaa
intence. ,.
Aa auaa intenS6ef, tabo-aa Vm.. poia que lliea deo
alent, _.
Sera duvida mal Julia poda ignora-la. Diga a
Villon, que nte he anda oocaaili......, que dop.........
Ganhe lempo. Agur quitcr cmircr.ar com Julia.......
Nadn.kaineaca., principalmente com eua hlha,
inda le.y.icnia de miimidnr, quero, qee a nunlia Ju-
lia irj l. evenluro.a...... Upara dia.Hr, quaudi.
ella i,ver refl.xii.lo, eu tambem Ihe fallare!.
. Vro, que ha de atiender a reto.
, e....ea-
= Prceita-se de orna ama para o tervico de ama
cata de pouca familia : nai Cinco-Ponta caa pin-
tada de verde, n 124.
= Preciia-ie alugar orna preta para o lervico in-
terno de urna caa ; na traveiia da Concordia n. 19.
Sahhado, asi horas da tarde, 00 Aterro-da-
Roa-Viita na praga do Sr. doutor juii de direito da
segunda vara do civel ie hJo de airemitar varios ei-
cravet penhoradoi i Antonio Joi Perein de Men-
dooca por ter a ultima praca.
Precisa-* de um feitor para um litio ; na Cin-
co-Ponta o. 16.
Preeiaaie alugar ama ama de leite : no Becco-
Urgo da Matrit ,0. 14, primriro andar.
Quem annunciou qaerer comprar a hittoria do
Bruil por o general Abreu Lima dirija-te to lar-
go do Collegio, n 6.
Arrendio-te 8 eaat terreat, pequen, umt pa-
daria por precot mdico, tit na Paitigem-da-
Maedalena junto a ponte grande : a tratar na ra da
Gloria inbrado n. 69.
a Precia-ie de um caiteiro pan um depoiito de
gneros da trra ; na ra Direita n. 18, segundo an-
dar.
Da-se dinheiro a premio meimo em pequea
quantias sobre penbores; na Camboa-do-Carmo ,
n.33.
Urna mulher de bons coito me se encarrega da
nriaco de meninos de peito impedidos e deimpedi-
dos, e tambem recebe meninos para deimamar,
no que promette esmerar-se : quem de seu prestimo
se quirer utilisar d'rija-se a ruada Palma, n. 17.
Na meima casa vendem-se 3 varas de bico largo com
recortes e ramagens e um berco em bom uso lu-
do por preco commodo.
Hoje be e ultima praca, para te arrematar a
casa n. 31 com 37 palmos de Irenle, pela ra do Vi-
gario outro tanto pelo fundo que deita para a do
Burgos, e 117 de fundo em cbos proprios, com 2
andares e solio ; o que se eleituara a porta do Snr.
doutor juit de direito interino Ferreira'Gome, no
pateo do Carmo.
ATPRRO !>A ROA-VISTA
N. 5.
POMMATEAU, CUTILEIRO,
tem a honra de participar ana seus honrados fregoe-
ae, que acaba de recebar de Franca pelo navio Ar-
moriona, um dos maia bello, ricni e cscolbidos orli-
mentoade cutelaria, nunca viito at aflora nesta capi-
lal de Pernambueo, um lindiiimo faqueiro do ul
limo gotto, com aa seRuintes pefis: 18 tslheres, com
cabos de prata fina 18 laeaa com cabos e folbas de
prata para sobremesa 18 lacas de cabos d pra-
Precisa-se entregar umss carias do importancia
to Sr. Manoe Antonio Vianna por iso. queira an-
nunciar a tua morada psra o Ibe entregar pessoal-
mente.
= Fai-e certo ao respeltavel publico, que a caa
n. o lita no Aterro-da-lti-a-Viala es embargada
para garanta >le urna lellra rs. e os premin. que trein ilcrnrriiln; .aceita por a-
cintho II 'oderio .le Marlyr-do Souia, e garantida por
Joaquim de Oliveira e Sonta, ao abaiio aaiignado, &c.:
e para que atiim conste o fai o pretente annuncio.
Anlonio Tritlo dn Sirpa Btandto.
Precita-te de um caiieiro de lia 16 annoa
4 Joaquim Lopes de Barro*. Ga- t>
| bral, pintor senographico e retra- fl
4 tista, faz sciente ao publico, que tira t>
retratos a creo por 12S00, ditos #
J coloridos a uosooo, miniaturas de +
^ 3os'ooo, 4f000i Sosooo e Gosopo, i
t e a oleo a .'{o.snoo, /iumuhi, Gosooo, ^
% 8o^'ooo, ioosooo, cVc, conforme os i
tamaitos das telas : e contina a +
? leccionar o desenlio e pintura a oleo, >
\ e encarrega-se de fazer os desenhos *
4 de quaesquer edificios ou proprieda- ?
9 des dehaixo de todas as regras de ar- i
4 chitecturae de melhorgosto; assim 1
p como os planos e boa distrihuicSo %
% dos ditos: quem do seu prestimo se *
** quizer utilisar, procure-o na rus *
1 d'Apollo, n. ao, primeiro andar, das ?
4 q horas da manlia s a da tarde. >
m
Agencia de passaportes.
Na ra do Collegio botica n. 10 e no Alerro-da-
Boa-Viila loja n. 48, tirio-se passaportes para dentro e
fora do imperio, assim como despacbio-se escratos: ludo
com brevidade.
O cirurgiio-mr Joi Fernandet Umbuzeiro mora
na rut do Rosario di Boa-Vista, n. 53 aonde pude
er procurado para as unecoes da sua arle. Tambem
di consultas grat uitas aos pobres em sua casa, das 7 as
9 borat di mtnbaa.
... -------------------- r*| ** rniiifau uo Ui vaiaoiiv ( v re aw ,
la,, lolhai de ac para sobremesa, um par de trin- qoe tenba praliea de venda e de fiador a tua cooduo-
ta ; no Aterro-da-Boa-Vula n. 5i.
Precisa-te de um caiteiro de 14 a 16 annos:
a fallar na Cinco-Pontas, n. 50.
Alogn-sc a casa terrea da ra da
Ponte-Vcllia, n. p4 quem a pretender,
dirija-se a ra do Trapiche armazetn
n. 19.
O doutor Lobo Hoscoso,
medico, mudou-separa a ra
da Aurora, casa n Vi, conti-
gua ao Sr. Francisco Antonio
de Oliveira.
Thor diapin.lin-ao e sabir 110 inearoo ilutante,. em
1110 cuiravn 1111 criado, que Iraiia amadama Tliui o
carta do Vctor.
__ Una carta coimnorcial, aem iiuvida, dioe Tlmr.
Dac, pi que he precise, quo eu Icnhi cuidado cu.
tuda a cosa.
Mi, incu amigo, he carta, que he precito lalve
inoatrar a Julia.
__ Que ii.yilerio rnlio lio eio?
Eu Ihe direi dvpoia.
Como com io, die Thor, e rclirou-ie. Co-
mo e fra eua caria mu puderoio auxilio para a ci-
plicaciu, que a n.i quera ter coiu a Klha, madama
Thoiapreaaou-ae a abri-ln. Oa don bilhetea de haneu
niu en iiprli.ai. olhar de Julia, e um lurrilo de ti ii.1.1-
pho II.e iihiiiiiiu no labio. A mil Ido a caria, e na
i.ode diaiiuular deipcilo, que (611110. Ilavia adivi-
nliado o individiialiiinu de A1n.1L; mas uto era capai
de coii.prchruder calculo afTuuto, pelo qual qucriacl-
|e chegnr ao vu fim.
C.iiiaervuii-io por muito lempo lilencioia, hciitavn
urna duvida o llio havia aprvienlado ao eapiriio ; con-
iulto.1 eomsilje meania, ae io nao enganaria acercad.:
cerecter de Vctor, e, queren.lo eii.B.n aahir 1I.1 eitra-
nha policio, em que ao achava para com aua filha, ci-
lendcu-llie a eart.
__ |^ 1,1.0, Ihe liaseella, o franca commigo.
J11I1.. lomou a curta. A' pallidci, que llio cobria o mu-
lo, (iiccedou una branda aninafio, depoia vivo rubor,
e final vierio-lhe a lagrimo ao ulhoa ; olhou para o
mai, quo, carinlioja, Ihu eatendia na bracua, e a bello
monina correo a lancar-e nellei, diiendo-lhe :
Oh he vedado.....tim.....eu o amo.
Pobre menina I Ihe dine a mii, a abraca-la, felii,
por cutir libreo pcilo o coracao da filha, quo o havia
por um momento aparado della ; anda trule, porque
nao havia perdido a convirjio de quo ce amor era una
deagra(a.
Depois disse-lhe Julia, no roci daa lagrioiae o doa
beijo:
_ Perdoe-me de Ih'u nlo haver dito.
Ai eu o aabia.
Vm. oaabia! die Julia, oom grande aorproia,
na oin reseiiliiuent.i do que aoabava de loffrer, por-
tadores de cabos de prsta urna colher de prata pin
lervir a peite, um tenaz para tervir o assucsr em pedn;
novo sortimenlo de navalhss de barbear do melbor no,
garantidas pelo seu autor o qnl obleve urna meda-
Iba d'ouro na ultima eiposicio de industria em Paris;
pustomSes de 3 e 4 folbas para cavallos, freios, eipo-
ras e chicotes do ultimo t;osto; (esourss para jardine-
ros, ditss finas para bordar, de lodos os tamanlioi.
tambem para alliiatea, ditas curvas direita paraci-
rurgia, estojo de todos os ferros neceitario para ci-
rurgia e para dentistas; scarificadnres para ventosas;
caivetes de urna a oito folbss do melhor goito; elo
jo.4 para limpar denles alicatinhos e limas psra toi-
lette. Concert toda a quahdade de obras de eco, con-
tina a amolar duas veies por semsns, s quarla e aoi
stbbados.
Espera, que o futuro dari a conhecer aosSrs. leu
Iregueie a diflerencs, queetiite entre a sua cutelaria
ea de qualquer oulrc.qu: teshs vindo at o dia de hoje
a esta capital.
Perdeo-se, no dia 20 do correte, na igrrja de
N. S. da Penha na occaiiio da misas, uma carteira
contendo 35j rs iendo 5 cdulas de 5j rs. o uma
de lOj rs. ; estimeomo duss lettra, en lo urna de
280 rs. e a outra olirigvcao (|h 60 e tanto mil ri e
outro papis de pouca importancia: roga-se s quem
achou dita carteira restitua as mencionadas lettrss ,
fiesodo com o dinheiro pelo echado podendo entre-
gar as lettrss na thetouraria provincial, a Themotheo
Pinto Leal Jnior, ou no pateo do Terco na casado
menino, n. 12, primeiro andar, ou enlio botar, a nou-
te por liniso da porta da casa cima, quo muito obri -
gado se Ibe ficar.
Aluga-so uma ama para tratar de um mocosol-
teiro em Beberihe ohrigsndo-so a fa/rr i - vido : na ra larga do Rosario botica n. 36.
Eslo para se alugar os segundo, terceiro e qusr-
lo andares da casa n. 41 na ra da Cadeia do Recife;
dio-SH baratos a quem quier os 3 andar : a tratar na
loja de faiendas da mesms propriedsde.
Aluga-so um armszem na ra da Semilla ,
q. 96.
Aluga-se o primeiro andar do sohrsdo da ruada
Cadeia-Velha, n. 17, por preco commodo.
= Toma-so a juros de um o ineio por cento a
quantia de quatro contos de ri, com aeguranca em
um eiuenli 1 moenle correle e dosembaracado e
alin ditto se da nests praca conhecimento da capaci-
ili.le da pessoa que os quer: a tratar atrs da matrii
da Boa-Vista n. 26, segundo andar.
Precisa-se de urna mulher para ama de um me-
nino, sendo csciava, sera preferids; na ra do Aragio,
n. 12.
Alugio-se as seguinles etnt : o sobrado de um
andar ai ra do Sol, n. 25 ; oulro dito com olio ,
quini.il e cacimba na rus do Sebo n. 60 por 3u0c
annuacs ; os douslerceiros andaros dos sobrado ns. 4
e 6 com solio no Aterro-da-Boa-Vista por 300j
r. annuae ; o segundo and..r e lojas do sobrado n.
20, na ra do Rosario ; urna caa terrea com quintal.
cacimba o niais eoinmodos para grande familia na ra
do Sevo n. 3 ; oulr. dila p.-quena, na ra da Sol
dade n. 37, por 6* rs mensaes : quem as preJen
ler, dirija-se ao eicripturio de Francisco Aotoniu de
Oliveira & Filbo na ra da Aurora n. 26
Precna-so de um caiseiro para venda ; na rus da
S. Crut venda de calcada de pedra n. 3 se diri
quem precisa
Compras.
Compra-ie a obra de D. Qusole de l.amencba ,
em segunda mi ; na rus da Senzalla-Velba arma-
zem n. 106.
ComprSo-sc, para lera da provincia eterava de
amhnsot sesos, de 14a 20 annos, rom l1.1Lil1d.1-
ilesou seui ella ; sendo de honitis figura, psgio-te
bem : na ra das Cruies, n. 22. s gundo andar.
Comprio-se 12 colhcreido soup.i e urna salva
para 1 a 5 copos ludo de prata, e sem leitio ; ns ra
da Cadeia do Kecife loja de fazendas, n, 60.
Vendas.
- Vcnde-se um casal de pacas muito manas ; na
Camboa-do-Carmo n. 33.
= Vende-se uma casa do negorio em um dos me-
Ihoro lunares desta cidade com poucoa fundos e
com commodos para familia ; rali bem afreguetada ;
querendo o comprador s os utensilios, tira-se o mais :
na ra do Caldeireiro n. 80. se dir quem be o dono.
= Vende-te feriaba di Ierra muito superior al-
queire pela medida do mar, a 5200 is. : na ra do
Caldeiieiro n.80.
=Vendem-se oescravot sendo: ums escrita de
naci Costa de 2i annos, ptima quitandeiri, e boa
para servir a urna cass ; um pardo, de 22anno, de
bonita figura oplimocanoeiro e carniceiro ; um es-
cravo de ii.n,10 Angula de 25 annos, bom trabalha-
dor de campo ; dous dilos criou os d 30 a 40 tnuot,
de todo o servico de campo ; lodos muito sadios e sem
defeilos: na ra da C> u/es ti. 22. segundo andar.
= Jo Caetano Martina dos Sanios vende um Li-
Ibar com todos os seu perlences proprio para ser
serv.!.) ; no becco do Abreu casa de pasto o. I.
mmm
billdi.de a niue-
coiifeiiar uino
sar; puupou e alma, cuja viva em
drontava, r reipuiidon-lho, ..mudo :
Fu bem, peii fi o que te obrigou 1
coma, que, h......iloleiupo, in'.i devia ler dalo,
Bunfn nnaov.... Bem va, que Vm. nin gla-
va de M. Vctor.... Oh! o V.n Ihe lin-.e. 00 menoe,
OWIIM amiiade, quo lema M. V.llon, a quem nlo Me-
ta do elogiar.. .. eu Ihe teria dito ledo.,., Ma, P1 rqiie
Hie ll.o agrada elle?.......|lie Ihe I-I '. <]< lh d..-
Sl.?..... Sera porquome ama, sem Ihe haver pedido II-
cenca ?....
Madama Thor tomn no bmeo a filha, e apcrloii-
Ihe a rabeja oolllra u peito; quena occullar-lho ... I..
grimaa, quo Iheexcitava a luuca confiaiica de Julia,
Peada-me, lunl.a filha, de le ni. l.aver, h maia
lempo, pcrguntodoi. leu segred......; ma proniclle-ni.-
uiua eoull......ho que nunca dirs uma palavra, nao
dars ara paaae, por naiaindiaferenle, queaej, sera que
mu informe primeiro, ohretudo a reapeho do M. A-
mab.....
A doniclla obaixou oaolho.
_ Ni., me repuiide?.... Nao querea faier-mo ctn
uc luda ama colera havia de.apparer.do, a vitta d..a
..g.in.a. da mil; Vm. labia-u, e fol quem di.it- ill.
Villon, quo pedil.e a n.n.l.a mo?
Niu julgou madama Thor prudente por em auitoa o
corajio de tua hia, vina du que ae acabare de pal.
prometa r
Oh I diaae Julia, cunfun., a|iir.i dir-lhe-hci ludo...
__ Xu eolio nao me illi.eile ludo .',...
Nao...., luda no.....
Ea bella menina, trmula, corada, licitando, acarici-
ando a mu, lurccndi. aifilaa du cinto, conlou-llie, t-uim.
o havia deiiado olhar por Vi.lor, o depoi, romo llio
havia enviado eaio aiiior-perfeilo, o esie udo mt es-
quefa'.
__ E no escrevesle?
Oh I mana........
E poderias, ao fuete ireoiin, diier, quo no f.nle
tu, que mai.daile ea flore ?
Meniir?....'e para que?
M. Aunb nlo cali certo de quo fosto tu quo aa
mandaite.
Ol I elleadiviiihou, porque na meima noite veio
e.
Nlo importa, deve ignora lo ; tu no devea oon-
feir-ll.'o ; eu le pr(o, Julia. Crd-me, minha fllha, Ble
fallo do Ainab, ou de qualquer outro; maa neiilium !-
iiiem perda o 11.ua mulher a imprudencia, que por amor,
delle cominear, aiuda ...ando a mlicia o.i.n ardur ;
olan ciui.re a gcnle perde alKuiua coma de ua tliui.
e algumas veses ale do seu amor. Confiale-me o teuj
carasio, deixa-me guia-lo.
Ela muita superior matea de vinho champagne ,
muito conhecida na Europa o nos Estsdos-Unidot da
America, acaba de cliegar a esle mercado e vende-te
na ra da Cruz n 20 cata de Aerial Irmio.
Oh brigada, minha mii, obrijada die Julia
alegre.
Ma logo, cnnlendo-ae:
E qu" figura vou eu agora faiercnm M. Villon?
Deve teppi*, que ignora o que elle fes; oonier-
va-to, prtenle, e.et elle eereo daotet...., natural o
bnn.... ; lieiiin lioiuem dehem, lem do que, ello padece Tu ein.la no labei o que he
amar e er de|.retado.
E lamben), para S aa luureira, o a mnlhere malignil he, que per-
.1 ...i ;i 1 homein, que alo iimiu, o ama-lai; ilin a diver-
le. A ingenua, a de luellior goniu lo lein compaislo
para oa importuno de.ta eapecin.
Madama Thor e.if.uloo-o um punco oom filha;
mae leva lambeta de Ihe ouvir o rall.oi pur cama daa
prevenjc cunlru Victur ; porque, embora o nio dia-
aeite, Julia Ol adiVinhevaj liana rnleudido, qu"'" I10'
huuiill.a-hi 11.1 cu a.ni.r pur Vctor, quo ua niti -he lia-
lla eaeripto na ua prceni;a, r tiiiu.i encarregado de
mandar levar a carta a o dinheiro, que ela continlia.
Madama Ti.ore dcixou-a iliirr lado, qunnto iiiormura-
va de reeelu etpcrauvaa H0 fundo dote amor ; ouvio
fallar eua juvenil imagiu..(o, que e deaabrocl.ava em
nhua encauladi.rea, tilunflOS, oprasivei. A ventura,
oom que eonUva eeae eoraelo ale erianea, era tto can-
dida! Eraeaao amur inefgolavel, quo de continuo da, e
lio pouco pede em cambio, quo llio parece, que nada ae
llio podo reeotir. Era urna vida inleira, arranja.la de
nlen.loc.om ume.pmo, una familia, com o grandea
cuidad... c ... pequen.. dengo.l..., que ella co.n.igo er-
ran. E lal era a purea etM e.pirilo exaltado, que
nada havia de mai Otilo do quo c.a doniella a tallar .le
eu marido, de ua ca.a, de eu filho., ludo futuro ; el-
la era como o. -njo, 'i ledo o de ce,. | a pea an-
da te i.io havilo ron.pnreado no.....a do mund, a. a-
tae anda o nlo havilo roto no .fiado, gnuica d... inle-
rette* egolta. adejtte em una ..ti.ii.u.pl.cra lmpida e
MIll,a..... K.ua mii ae.oulava aempro, adiuirando-
a aeaim, edoreeeVa Pr lana confianca, e entritlecen-
do-o lodavio, ao pen.ar, que talves e aliraa a uro al-
vo, em quo adiara rido terreno, e ar gelado.
Bata*, inlerroiiipeo-lliea mii eua agradavel looaoi-
dade e, par nio deisar augmentar o acanhamento de
.1111 eiicui.lro cutre Julia e Villun, dando-lhe tempo de
ielloei.re.il, prdiu a filha, que deicenc immedialareen-
tcao arinatuiu.
I




(.Canlseuor-ta-fce.


fk
A o m ais barato !
Vende-se \M, 1WK) ICO rs. o covado de rhita ;
SUpeiiorescmtes dn casaa-cbtas para lueninni pelo
nsodico proco de 1000 rs ; diloi in.nnres, a 000 rs. ;
jijarlo tzul de vara de largura 2t>0 H, o cavado ,
de superior qu.vi.Iade) p.8ra vestidos dn proles; algodao
trancado aiul o,csclado muito encorpaJo a 210 rs.
o covado ; algoioyinbn americano largo, o de supe-
rior qualidade a 220 r. a vara ; riscadinhos traca-
do$ boa lait'Dda para meninos a 1200 r. o corado ;
superior can.braia lisa, do vara e tanto ile largura, mul-
to lina, a 5500 rs. a pee ; ditas entestadas linas a
3500 rs. ; pocas do bietanta de linlio de 6 var
2800 rs. ditas mu,tu finas, a 4000 rs. ; cansas de
quadrose lislras para babados a 3000 rs. a peca
en vara a 320 rs. ; pecas de bretanba do rolo 1600
rs. ; superiores bretanhas de linh'>, n.uito finas para ja-
quclas, a BO, 640 e 720 rs. a vara; panninlio muito
lino de vara e tanto de largura, a 3600 ri, i peca;
superiores casimiras el.sticas de exceilenlct pidrVf,
pelo Innato preco do 1000 rs. ; grvalas de selim arela
oo .Macso a 500 rs. ; superior brim trancad,, bran-
co fino, de puro linbo a 1400 rs. a vara; efuio
muito lino a IdOOra, a vara ; metal paraeenbora a
280 rs. o par ; madepoloei muito linos, quisi guaei
o panninho chamados de jardas, a S500 rs. u | cea;
e de oulras rnutai qualidades, por rceos (ndicos:
0 tdveite-se aos compredore serem estas lazendaalim
pas.ede b as qualidadrs o 8 lem deslas fezendjs ,
existe un tortimeoto completo o por menos proco di.
que ein outra qualquer parle : as lujas da ra do Col-
legio, o. I, na doQueimado, n. fj.
Vende se um boin porta licor ptimo para al-
gama aociedade, por ter urna bonita c,ixa enveroisa-
da, corr molas, em que sustenta o meamo porta-licor,
por.'proco o mais conunodo possivcl ; na ra de llortas,
casa terrea n. 02.
Vendem-te 5 estratos sendo: um prelo, para
o lervico de campo ; 3 pretas mocas, eom habilidades
precisas para casa de familia urna engOltims ; urna
arda do tOanoot, cosco coznha : no palco da \la
Itiz sobiado n. 4.
Vendem-se tres n oleques de mui lindas figuras,
de 12 a 1& anos de idade; um mulato de '14 annos,
poueo msiiou menos; uma mulata propria para lo
doonriicode casa, e um negro de 30aDDOS, poueo
mala nu menos; lodos sum vicio nein achaques: na ra
da Cadeia do bairro de Sanio- Anlonio, n. 25.
- Vciide-se superior fo da China, em caix.is de O carias,
por prego conunodo: na na da
Jadeia de S. Antonio, n. 25.
- Fardos ein saccas id i i i lo
grandes, ehegadas ultimameii-
le: nos armazens de tiuifna
raes e do Bacelar, (le ron te da
cscadinia da altaiidega.
.,. Vendcni-sc os mais as-
seiados cortes de cassas pinta-
das, eom 7 varas cada corte,!
pelo barato preco de 5^000
res: na rua do Crespo, loja
ii. Ti, de Jos Joaqun! da
Silva Alaia.
Ropocs, a fl$.">oO rs
endem-se corles con. 3 covsdni c meio desla cx-
Cellenle a/enda por ser muito cncorpa.la e de mul-
la duraiio pelo mdico preco de 1300 rs. ; casimiras
de ISa.com 3 covedos e meio o corte a MOO rs. ;
colSes de linbo do superior qualidado a 1700 rs, o
corto de mudo bonitos yadrdei : na rua do Colleeio ,
lojan. |. *..
Vende se vinagre tinto, a 45.000 rs. a pipa ; di-
to branco, a 36,000 rs. dita : na rua Imperial, n. 7.
= Vendem-se meias barricas ruin lerinba Ralle
na rua do Trapiche Novo, n. 8
"v rnde-se um ptimo carrinho de duas rodas,
por preco commodo ; na rua do Aragio coibeira ,
n. 17.
Vendo se superior psllia de carnauba ; na rua da
Crui n. 64.
= Vendem-se sapatos de borracha capachos de
todas as quididades esleirs de Angola de todos os
tamanhos supriores navalhas a conteni ; na mi
larga do Roiario n. 24.
Vende-se um armario grande dous balcoes e
uma certeira ; jia rua Ja Cruz, n. 53.
Vendem-se, na cidade de linda, rua do Mathias
Ferreira ns. 5e 6 dous sobrados, que, alora a lar-
gura dos ditos sobrado*, que lem 50 palmos de frente
lem mais (0 palmos o quintal de largura na dita Ircnl
da rua o o fundo bn grande todos murados ,
uma cacimba do boa iig.a que faz boa roupa de
gem eom varandas de ferro : a tratar na mesma rua de
VI.lina, Ferreira n. 38, que se vende por preco com-
modo. ,
Vende-se CER V EM VEUS do Rio-de-Janei-
ro, sortirrento de 1 a I6cm libra ; na rua Ja Sen-
zalla-Velha. n 110
= V rndem se as obras completas de Luiz de Can.Se,
em 5 volumes a mais rica o nilida edicao que lem
appar. cijo, pelo mais mdico i reco que be pnsii-
el ; na rua da Cadeia do Recile loja da viuva Qar-
doo Ayre; e as livrarias da esquina da rua do Colle-
gio, e paleo do dito, n. 2 ; na praca da Independencia,
ns.eS; no Alerro-da-Boa-V isla, loja n. 11.
Vende-se gelo ; no briguc ameri-
cano, que se echa tundeado em frente Ja
escadinha da alfandega, onde se achara o
hote do .mesmo brigue para conduzir
para bordo os compradores.
= Vende-se o superior vinho da Medcira, em quar-
tolaide 2 e empipa; na rua do Vigario armazcm
o. 4, de Rolle & Bidoulac.
= Vende-ae uma por9io de escravos, que a tisis dos
gallego
compradores se diroo as habilidades, e verlo as figuras.'
ama preta parida de 3 mezei: na rua Nova, n. 21
primeiro indar.
s= i saccas de farinlia fina o grossa ; dila-
deerrux branco e vcrmelho ; iitf.s do dito cum casca ;
lilas eom milbo : na rua da Cadeia do Recife aruia-
icui o. 8.
VenJe-se urna boa cscrava recebidl por divida ;
na rua do (Jahug, n. 16.
Continuio se a vender chapeos finos de castor;
na rua do Trapiche. Novo. n. 5. casa de Joao Stewarl.
DEPOSITO DE FARISUA.
No armazem de porta la'ga do caes do Collegii) ,
ha farinha do mandioca novamento chegada de S. Ma
tbeus e S. Calbarina a relrlb >, ou m grandes por-
i.es por prec i c n modo pela medida velbe; o lam-
bern arroi pilado e caf.
Vende se farinha de tri-
go SSSF da marca verdadei-
ra, chantada Itamo, em pe-
quenas e grandes porches, a
\onladc dos compradores : no
escriptorio de Balkmann &
Itoscnmund, rua da Cruz,
n. 10.
x= Venileni-se mr.endas de ferro pr.ia engenhos de
taiucar, para vapor ogoaebeslai de dierioi tama-
nhoa por preco roinmod; e igualmente taitai de
ierro cnado e balido de todos o lamanboa': na pra-
va do Corpo Santo i. 11. emeasa de He. Calmool St
Lompanbia ou naiua de Apollo irmazem, n. 6.
-- Vende-se
nacional, a 400 rs.
I lia: na fabrica da
n. 7{1rua Direita, n.
de .M. Mu ma; no
Boa-Vista, fabrica de
l'rederico Chaves; e
l rauiche, artnazein de niolliados
do VicolIe.
--- Vendem so ricos corlea de vestidos para senbora,
di I elida victoria imitando eda o mais superior,
que lemapparecido, lano pelos bonitos gosroi co-
res Ras, e do mui la durarlo, como pelo diminuto pre-
'.'i de 4000 rs. cada corlo ; ricas mantas rjo seJa para
senbora i beg ubis pela ultimo navioda l'i.inga, o mais
superior, que ha nnsta pracs ; chaletde seda, gran-
des pequi mis. de bom josto, a por pri co commodo ;
sisim coma o in novo iorliaieolo de cu es de vestidos de
dilleientes qualidodes, cOres fuus o gustos muito mo-
derno! por preco mais baralo ilo que em outiu qual-
quer parle; um novo lortimentt) de corles do casimiras
pura calcas, fazenda a maii rica, que lem apparecido,
em gusto e quali lade por muito barato prec > ; novoi
cortea de rolletes taoto da velludo e setim como d
gorguro e soda todo por preco muito em conla; bonal
fuslOes para colleto, a 800 rs. o covado; uma nota
faiendi para roupa de eaerai t, por ser do cor escura
ede minia duraclo pelo diminuto preco de ISO rs. o
covado; >iain>comooulrss mu,flai lazendaa do dife-
rentes qualidadea que serio pal ules aoa comprado-
e se venders por preco muito commodo : na rua
oja nova n I2.0ejo.se Joaquim da Silva
n'godSo de iu:.dros e slras, pelo barstissimo pre-
Co de 00 rs. ; brins de quadros e lislras de qualquer
er que o comprador quier pelo barato preco de
200, 220, 240. 320 o 400 rs. o covado ; bretanhas de
rolo eom 12 jardas, a 1600 rs ; cassaiisa larga, a
280 rs. a vara ; e outias fa/endas por mais barato pre-
co de que se teem vendido; eos Srs. compradores,
que n8o poderem vir em dita loja podem mandar bus-
car amostras, liiiil) de-las romo de qualquer outra ,
que i rompan.ente Ibes sero dadas, e juntamente o
eu ullin.o preco.
= Vendem-se 2 mulalinhas de 12 annos, pro-
ii s paia se oducarem e pera mucamas de alguma
menina ; uma preta de 20 annos de bonita figura
engommn, corintia lata de ssb3o e cose cblo ; uma
Ma de Indo o sen ico mofi pnr 350j rs. ; uma par-
da de 20 annos de bonita figura ; um preto mui-
to reforcado de 20 a 22 annos, perfeitu canoeiro :
na rua larga do .'(otario n. 24, primeiro andar.
v :,::.. ,.,
h

vinagre
branco
a caada ve-
nia Imperial,
5-5, venda
Alerro-da-
licores de
na itia do
Vcndero-se bichas pre- i
las, de muito boa quali- i
dade, e por preco eom- |
nndo na rua das Ou- :
zes, n. 41, primeiro an-
dar.
nHsaaaaaBBBaaaaaVanaaBaaaaaaaaBBaaasaVKS
Km casa de l-'ernando de l.ucca na rua do Tra-
uiche n. 54, acaba-se de receber o seguinte : amei-
xas, ceiejas, passas miudas de Corinlho conservas .
ionio fruclas pecegos, morangos Iramboises gro-
eillel ditas em latas de diversas qualidades vomp-
tede (Jorre perdrit, artichots etc. pepinos e ce-
hullas om conserva de vinagre, as libras u/eilon.s de
Sevilba .aauvisso embanba salame de Bolnnha ; es-
es objei lns slo (-llegados ltimamente no tingue Iran-
oex Armotique: superior cha hysson e gunpowdro ,
dito preto ( loueban) vinho das seguiutes qualida-
dea: Clierry Malaga, Madeira, Porto, Rheno, llor-
deaui, llaut Karsac Cognac de superior qualidade,
agoa mineral licores de diversas qualidades aieire
doce auperfioo charutos regala o outros objeclos ,
que, como lodo o mais se vendem em porcSo e a reta-
Iho por preco commodo.
fc& y^mmmmi'm
pintada
camiiinl
le
rom
Im',.i-
r. s ,
d.i Crespo
Mata,
Vende-so um braco de blanca de liorna i & C. ,
eom quatro palmos de rompimiento J na rua do Tra-
piche n. 19,
Vende se urna casaca de panno fino prelo a mo-
da mais moderna, por preco muito oommodo que
fa/ conta an comprador ; na ruado (ueimado, n. 10.
= Vendem se os mais modernos corles de oambraia
de cores fijas, a2500ia. ; ditos de cassa
1280 r>. lil,is ne .. rv i a 80 rs. a vara
de meia, para enancas. a 2i0 ra.; peililbos decam-
! raa, para ustidos, a so is.; d eia casin ra (rance-
ias, elsticas de bom goslo a 1000 rs. o covado ;
I tono ./.ni de boa qualidade 3000 is. f> covado ; a
oulrts muitas arendaa, por barato |irer;o : na rua do
Crisp, loja ii. Idolejo, Joaquimde Freitasduima-
rScs.
Ainda cata para vender.so um oratorio eom '
gens; na travesa doi Bspoatoi b. 8, das 0 es 8
es da manbla a tlus 2 ns 4 da larde.
Veodem-ae 8 escravoa sendo: um moleque, de
18 anuos; uma preta, de 35 nonos; um prelo, do 40
annos ; todos de naco de bonital fi^ur,.s o lem
vicios nem achaques: na rua da Concordia passando
a ponlezinl a a direita segunda casi terrea,
Vendem-se os superiores charutos
de regalos Jos legtimos da fabiica
Groa tilos de regala ,
Otilias milis qualidades
comino,!., que en, .
na roa Aova, n 3l.
- ^ende-se por precisao, uma prcla crioula .
de 26 anooa de bonita figura lava bom de sabio e
varrella ; na rua da Crol n. 7. segundo andar.
=- Vende-se um iseievo, de 1i nios multo re-
lorfd de boa figura bom lraln.|hador u
ca,, eiro ; na rua larga do Horario n. 24
Nesla loja das boas pechinchas continuio-
se a vender os lindos cortes de cassa do cores ,
^ a 3600 c 3000 rs. ; ditos de chita os mais
^3 bonitos padrOes e do pannos muito finos a
V 2800 e 3200rs. ; um grande iortimenlo de ma-
^ dapolao.a26ft0,3900, o, MOO, 3500. 3800,
j 4j. 1500, 4800 e5f, c mu,lo fino, afiOOOrs.;
M um bello sorlimento do chilas a 110, IGO e
% 180 rs. e muito finas, de cores fitas, a 200
rs. ; panno prelo muito fino ; corles de colle-
le de gorguro e de velludo de cores, Os mais
bonitoi ; a nutras muilas la/endas como sa-
ja > : CHsimiras, horlins, princea e Iranklin.
a ii .t -
lm-
1
ama-vii, c de
, por piei'O niis
outra qualquer pane
perleito
, primeiro
andar.
Vende-se por 500.000 rs. urna preta da Coa-
la boa quilandeira ; na rua de 5. Hita, n. 85 de-
pois de meo-da.
Vende-se uma bonila cabliuha de 10 annos,
con. princp.o de costura ; no paleo do Carino, aobii-
do de um andar n. 13.
= Vende-se urna preta moca de bonita figura
semaclaque algn. ; no pateo do Collegio, n. 31, se-
gundo andar.
No Aterro-da-Boa-Yisla, loja
de azendas, n. 14,
vendem-se pannos pretos do cor lita, a 4 o 6200 rs.
.merino preto de duas larguras, a 1400 rs.; princez
muito superior, a 1000 rs. j casimiras dobradas, de

ttt
Na botica da rua do Itangel vendem-se os re-
medios segumtes dos quaesa eiperiencia tem confir-
mado ns me.boros ceilos : denti'ico que lem a pro-
priedade de lunpar o dental cariados, o restituir-Ibes
a i or esmaltada em muilo poucos das ; o uso do di-
to remedio tonifica as gengivas o lira o mao chairo'da
horca, proveniente nio t da carie, como do trtaro,
que so une ,10 peaeoco desles orgioi ; o remedio he
designado ptloaoumeroi l.e 2.': orchala purgativa,
mu til as enancas e as pessoas de toda o qualquer ida-
de ; he composta de substancias vegetaes nio conten,
mercurio, nem droga alguma que possa prejudicar :
remedio para curar calos em poucos dias; dito para
curar dores veneras antigs, e que tecm resistido ao
trutamento geralmentc applicado ; dito para provocar
a menstruacio, e accelerar a accio do ulero nos partos
natura, em que nio se precisa dai manobras fcien-
tilicas da arte ; dito para resolver tumores lympbaticos,
vulgo glndulas; dito para curar bobas e crevos sec-
eos, o mais cITicaz que so conliece ali aqui; dito oii-
rnel de ierro muito ulil as chloroies vulgarmente
chamadas frialdades ; pos anli-biliosos de Manoel Lo-
pes ; capsula: do gelatina, contendo balsamo de cu-
pabiba ; ditas de oleo de recinos purificado; ditas de
cubebas em pr fino ; ditas de assalelida ; ditas eom pos
purgantes ; ditas de ruibarbo da China ; ditas de sul-
piielo de quininode 1 e 2 (>roi cada capela; alga-
leas, volinbas elsticas; pilulasde sal de cabacinho ;
agoa das Calda, chegada prximamente; remedios que
curad a Irialdade dentro de 40 dial, mesmo estando in-
cbado ; maeella nova, a 240 rs. a libra ; pilulas es-
pecificas para curar ki gonorheas chronicas quando
a lalo nio passa da ureta ; igualmente um xa
anti-bernorragico
eom poucos fondoi, bem lortida e bem areauei.i
est situada em bom lugar por ter duas frentes '
para a rua do Queimado e outra para a pre^a- 'oT'
no a vende, por ter de retirar-se para (ora a i)
sua saude : a tratar na mesma luja. Ir ^
=Vendem-se seis escravos mopos.com bonit fiB
entro ellos um bom coiinbeiro de lomo e rn, "'
scia prctas de idades de 12 a 28 annos eom vari"1!,' '
bilidadra: na rua Direita, n 3. "'
Yendem-se ricos corles de
cassas pintadas eom sete varas ca
da corte, pelos mdicos precosflp
2^400, T600, 2#800, 3^000
3^600 e 3^800; cortes de chU
tas pretas para luto, muito supe,
riores, tanto em fazenda como em
gosto, a 2#800 rs. o corte; bfira
fino de linho puro e lindos pa.
droes, a 1^700 rs. avara; gan,
gas azues francezas a 120 rs. o
covado; riscados francezes a 260
rs. o covado ; cha hysson muito
superior a 2^400 rs. a libra e
oulras limitas fazendas por precos
mui baratos: na rua da Cadeia do
liecife, n. 50, loja de Gunha
Amorim.
= Vende-ie um escravocabra bom carnieeiro
carreiro, moco robualo, lem falta alguma livra*
desembarcado ; vende-se por precisio : ni rua de S
Jos n. 16.
Vende-ie um moleque de naci de 16 anooi
pouco mais ou menoi proprio para o lervico de cim-
po, por ser bastete reforcado; na rua Nova, loj
n. 18.
=Vendem-ae 3 mulatinbos, de 12 annos; 2 mo-
lalinbas, de 11 annos; 3 pardal, que cosnm, eogom-
mi :orinhio e lavio ; 3 pretas proprias para o ser-
vico de campo ; 3 protoi, de20 annos; um moleque,
de 16 annos; 1 prelo perito coiinbeiro j todos por
preco commodo : na rua da Cruz armazem n. 51
V endem-ie caixinlias eom 100 charutos di me-
Ibor regala que aqui lem vindo ; diloa meii-rcgi-
lia ; ditos jaj tudo chegado ullimamenls, pela su-
maca Nova-Aurora por menos do que em outra
qualquer parte por ser ero primeira mi : na ruada
Crur, armazem n 64.
Vende se por preco commodo uma casi let-
ra a construida a moderna lita no bairro da Boa-
Vista aqualseacbi caa la o pintada de novo; ni
ruada S. Crua, n. 38.
Vende-ie, pela quanlia de 200 ra. um prelo
de najio lem vicioi nem achaques e robusto; na
rua do Nogueira n. 19, segundo andar.

Escravos Fgidos.
arope
que se
Continuio a estar fugidoi, desde 21 de abril, de
bordo do brigae Mentor, os 2 escravos mirinbeiros,
Josa, de naci Gahflo, representa 30 annos, estatura bai.
xa, e barbado; e Manoel, de nacioCongo, representad
e tantos annos baixo sem barba : aquella Ini escra-
vo da casa do coronel liento Jos da Costs e (oi seduc
tor do seguido o conhecedor desla provincia: aoode
se adiar be provavel se inculque por forro. Hcc ia-
menda-so a todas ai autoridades as tuas capturas, bem
como aos capiliei de campo e ollerece-se de grata
cavan 150,000 rs. a quem o trouxer reconhecendo-ie
serem os proprios, os quaes se pagio na rua da Cadeia,
n. 45, emeasa de Amorim limaos.
De bordo do 1'alacho ConcekSo
fugio, em a5 de marco do correntc atino,
o mulato claro de nome C'hrislovao, es-
cravo de Boa ventura Jos Rodrigues,
da praca do Maranhao o qual tem |>or
signaes : estatura baixa, cheio do corpo,
cabello annelado, tem as nadegas alguna
signacs de castigo, de idade de V| a 35
annos, he olficial de alaiate ; e consta estar
trobalhando, pelo olTicio, para a parte d
lioa-Vista, tambem be marinheiro de go
verno, cose panno, e he cozinheiro:
quem delle tiver noticia ou apprehentler
queita dar ou leva-lo rua da Moeda,
no bairro do liecife, defronte da casa
n. g, que ser generosamente recompen-
sado.
= Fugio, no dia 23 do crranle, do Recife, un
moleque crioulo, de 15 annoi alto e magro, cor lula
uma marca do boba no rosto do lado esquerdo, e ou
Ira no direilo porm esta p. uco visivel muitasoal
applicado nos casos, em ,
deila sangue pela horca : o preco de lodos estes reme-1 PerD"' lt"", na Puco. curada, cabellos raloi: roga-M
dioabemui raioavel e osbons resuliados da sua ap-1? too'B uloiidadea policiaca, e Sn. de engenho.aa-
plicucio beque deven, fmer sua apologa. ja6 de o pegar, e fate-lo condoair, eom toda a *-
ranea, a ruado Livramento, n. 20, que se gretilicara.
v Acba-ae fgido um pardo de nome Franciito,
oflicial de pedreiro canteo cose de alfaiate l, *"~
creve; ha baiio grosao, edr escura amarellada, ios'0
rodoodo eom bastantes marcas de bexigaa tem bar-
ba, cabellos pegadoi no cachaco olboi pequeos s
pretos sobraocelbaa grossai, narii nio uiuito alia-
do bocea pequea bei(os medianoa pea e anoa
graedea, orelbaa pequenaa de 23 snnos : quem o pa-
gar, leve a botica de Vicente Jos de Unto na rus dl
Cadeia do Itecife ou ao segundo rodar da caa o> 1
da travesa do Vigario que ae gratificara.
AZEITE de CAKKAPATO.
Vende-se iodo o auno, cni
grandes porces e s caadas,
e tambern purificado, proprio
para uso de candiciros de sala:
no deposito da ruada Scnzal-
la-Velha n. 110.
-Vende-se uma meta de amarello eom 9 palmoa
de comprimenlo 4 do largura e eom 2 gavetas; oa
ua Direita, n. 40.
- Vende-se a loja n. 5 da praca da Independencia,
PERN. : A TTP. DE H. F. DE FARIA lfiXl


Full Text
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