Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08304


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Full Text
-JS-
Auno de 1846.
Terca fera 25
O DIAHIO publicase todos os dias que olio
fi>rf m da guarda: o pree da assi|-natura li de
4WOO rs. po" quartel, pagos adiaiitados. Os
.'nuncios dos assignantes sao inseridos a razo
e 20 res por linh, 40 ris ei typo difereo-
M c ,\ repetices pela meta,le. Os que nao fo-
rt'm sanantes pgo 80 ris por liulia, e 160
tai ypo PI1ASES DA LDA NO HEZ DE JUNHO.
Crescenle 2 as 3 horas e 9 miniaos da menta.
i, w elisia a 'Jal hora e 15 minutos da Urde
Heosme l6*ss llorase 17 ma. da manlia.
).ua"nova a J3 as 8 horas e 17 mi. da larde.
PARTIDA DOS CORRFIOS.
C.oianna c Paralivl* SeRundas e Sextas leiras
Rio Grande do Norte, oliera as Quartas feiras
ao meio dia e parte n.-is mesinas horas as
Quintas leiras.
Cali, Serinhaem, Rio Formoso, Pnrlo Calvo e
Macey. no l., II e2l de cada raez.
Garanlmns e llonito a 10 e 24.
Roa-Vista e Flores alie 2.
Victoria as Qo iotas feiras .
Olinda todos os dias.
PREAMlR DE HOJB.
Primeira as 4 h. e 3a minutos da Urde.
Sesuda as 4 h. e 64 minutos da manha.
de .Fimho.
Anno XXII N. 157.
DIAS l)A SEMANA.
22 Segunda S. Niceis, aud. do J. dos or',
e do J. do C, d 2. v. do J M. da 2 v
23 Tere S Agripnia, aud do J do civ. da I.
v., c do 1 de pal do 2. dist. de I.
2) Quarta >i la. hu. nos Cnnv. iln ('armo.
J5 Quinta 3 Prospero, aud do J do orphios, e
do I municipal fia I. vara.
20 Sexta S Virgilio aud do J. do civ. da I.
v. e do J. dr paz do I. dist. de t.
31 S.ud.i S. Ladislao, nuil, do I. do civel da
I vara, e do J de pa do i." dist. de t.
28 Domingo A Pureza ue N.ssa Senhora.
CAMl'lOS NO OA 22 DE JUNHO.
Camino sobre Lon Irrs 21 '/3 d. p if
Paisa 360 res por franco.
. Lisboa 106 iy0 premio por
Dtsc. da letras de bou firmas i '/i P /
OtirriOnoas hcMMtiltolsil llfaO
Meadas lie MA* el, IfljTtH) i
i n de njlflil oov. lUJUOO a
. o de Ijoou... Of 000 a
PrataPalacuess...... 1*090 i
l'csos coluinnares l'Jona
Ditos Mexicano*, ifuno a
Miud.t.......... lf7U0 a
Acedes da Coinp. do Reheribe de 50,1000
a 00 .1,
mes.
io met
il/Mo
ll.'Siu)
I
IfCOO
Ifaoo
#">
Ij8m>
aopar.
PARTE OFFICIL.
Governo da Provincia.
EXPEDIENTE DO Da. 8 DO COMIENTE.
[Concluiao.)
OITloio Ao cninniaiidaiite da armas, acensando ro-
rsn He nina eopio d.i avian da rrpnrticio da guerra de
10 de Hiaiu findn, pelo qu.il te declara mimo se devs en-
lender, qiianto anl militares, o nutra de 25 de st*temhro
l.i sum prximo paseado, que explin u maneira, pnr
que a* presidencias deveni uaar da faculdade, que,
nr nuimederem licencas ele irex metes, llics confer
o 14, artigu 5.*, da le n.O 38, de 3 do outubro de
1834.
DitoA mesmo, inioirando-o de echar-te o primei-
mi'irn cadete Aprigio Jutlinianiio da Silva Goimarica
licenniadu pelo governo imperial, para cuntinuar sana
chulos ii lyi'ii do-lu cidade.
DitosA presidente da relnfo ean inspector da tho-
snur.iria de faienda, remetiendo oopia dn derroto impe-
rial, que reintegra deseinbargador aposentado da ines-
uia rrlacao, Gregorio da Colla Lima Belinnnl, o deler-
iiiiiiii, que pause liea terexorcico na du Maranliin.
IIIKM DO DIA 9.
OITlnioAo presidente da rebe", acienlifioando-n
di'liaver iinmondu anpplentea un juii municipal e d'or-
phaoi do lermo dn Santu-Antu : em primeiro lugar,
ao Coronel Tiburliuo Pinto de Almeida; eni segundo, ao
capitn Zaparas Rodrigues de Snuia ; ein terreiro, a
Amonio HayiuiiiiiIi de Mello ; em quinln, no capitn V-
. ente Ferreira da Coala I eera sexto, ao mojor Joto
Francisco de Arnujo. Igual cmniunnioacao so fet ai
inspeulor da ihesuuraria de faienda. ao juit de direilo du
crino, e ao municip! de Sauto-Aiitio; e bem assim
respectiva cmara.
DitoAo inspector da Iheaoiiraria de fatenda, decla-
rando, deve ser tiradu do pruduclo da arremalacan dns
tervicnt dos Afric.inus livrea, reculliidos auarten.il de
mantilla, a qiianlia nrnetsara para pagatiientu do que
ae lem espendidu com o seu alimenlu, curativu e ves-
tuario. -
DitoAoiiispector inlrriiiu dn nrn'nal de mariiilia, ic-
cuniiiicnd.iiidn, inlrire a Joio de Deus Cabral de ter aidn
imlrlri ido ii requcrimcntii, em qno ello pedia a S. M.
Imperador, Ifio maiidnsse abunar a gratiticacao diaria de
1,000 res pelo servido, qno, cuino amanuense, presta
no uiesmn arsenal. .
linoAo mesmo, determinando, agencie a compra
u reiuessa para o Rio-Graiide-du-Norte, de mil saceai
de Lunilla de niaudiiica. OIieinu-so respeito an ins-
jierlor da Ihrtiiuraria du fatenda.
I'urlariaUrdeiiandu, que a Jnse da Costa Arnujo
pas.e palcnle para o pnslo de rapitioserrelnriu gcral da
guarda nocional du municipio da lioa-VitU. P.irtici-
puii-sc au respectiva cotamanttente auperior.
Contiuaiido das A nnas.
EXPF.DIKNTB Do DIA 9 DU CoRRENTE.
0 ffi i- i o Ao presidente da pruvincis, signitieando-
Ibe, que o piiuieiro cadete, Joaquim Matia Mascare-
nli.i- Hozado, que, por aviso da reparticoo da guerra de
t!i'i n."ile cava lia na da edite, acba-se no go/o do ties mo-
zes de licenfa, que oliteve do Eim. presidente da pro-
vincia daParahba-do Norte; motivo, por queainda nan
se Iba avrrbou, no priineiro balalliao de cavadores, a
pasisgem determinada em anterior aviso.
Hilo Ao mesmo, enviando-lbe a rolacOo nominal
dos individuos, que. no mei pronaio rindo, ssientrio
prni-s nos corpos de linba da guainigio, sendo ties vo-
luntirios, e um recrulado.
DitoAo Riesmo, participando, qne liven bonlem
(8J e\ei ui.o oavuo da repariiiio da guerra de 14 de
maio prximo passado, que mandou servir no teguado
balilbio de srtilbaria p o reverendo capellao du lor
lalea du Bruna, Chrittovao de Hollanda Cavalcaoti; e
que liavia nooieado temporariamente para exercer suas
respectivas lunccOes naquella lortaleza ao reverendo ca-
pellAo do rxercilo, Fr Jote de S. Jacintho Mavignier.
Dito Ao mesmo, informando a peticiu do padre
Mauricio llorges da Coila, que supplica exercer o lugar
A LEOA. (*)
por jfreDcrco ^oultc'.
PRIMEIRO VOLUME.
IX
COJARUrOMDENCIA.
No dia seguinte ao ero quo esta serna brutal te pena-
ra, nieditava Vctor, no ten aposento, sobro a aventura
escandaloaa de Leona, e a cotia retuesta de Julia e a sua
vaidade ae cuiupratia ueste duplo riumphu. De um la-
do, essa encantadora doiuell j, lio pura, tao modesta ;
dn nutro, esta garrida raulber, lio bella, lo altiva, lau
otfouta, ambai oflereceiido-ae-lbe. 8orria-ae o te or-
gulhu ; e com effeito, nlo tinha elle inais du que que-
() Vide Diario n. 136.
de oapellio interino da fortalexa doBrum, com oque
se acba expresiado no olilcio antecedente,
DitoAo mesmo, informando o requerimento do
soldado voluntario d > segundo hatalhio d artilharia '
p, Francklim do Reg Cavs|0tnti de Albuqueniue
Barros, que pede liceoca para continuar os seus estu
dos preparatorios.
DitoAo coronel enmmandsnte do segundo batalhio
de artilharia a p, exigindo urna relacao nominal das
pracat de pret tob sea commando, que frequento di-
versas aulas nesta provincia, com' licencia da presiden-
cia, declarando desde qusndo, que disciplinas estudio,
e aonde. No mesmo sentido se officiou ao coronel
commandante do primeiro batalbii de caradores, e
ao capitio commandanto da companhia de cavallaria.
DitoAo mesmo coronel commandante do segundo
batalhio, mandando apresentar os patanos Francisco
de Faria Lemos, e Manuel de Faria Lemos, filbos le-
gtimos do fallecido major reformado Francisco de Fa-
ria Lemos, para que Ibes abra asiento de prica vo-
luntaria no batalbio soh seu commando.
DitoAo tenente-coronel commandanto do quarlo
batalbio de artilharia a p, determinando, que o sol-
dado Joio Bento Carneiro, vindo do Maraohio, ficasse
addido, at que podesse ser enviado provincia da
Babia, d'omle desortou, segundo as nforamaco;)S,que a
respeito dava S. S em seu officio desta data.
DiloAo capitio commandante da companhia pro-
visoria de guardas nacionaes em destacamento, man-
dando excluir o segundo sargeoto Herculano Alexan-
drino de Mello, que vai servir voluntariamente na com -
panhia lixa de cavallaria de linba.
iHBBSSHSBBSSBBBBSBBBBBBBBBBBSBSSSSSBHBBBSBSBSISIBBtBSIBBaHiaBSSBMISBSISSBBSBDBa
INTERIOR
Rio-de-Janeiro.
DISCURSO,
QUE EM A CMARA DOS DEPUTADOS, NA SKSS\o DE 30
DI MAIO PRXIMO l'vssum, POR OCC\SU5 DA 1113-
CUSSAO DO VOTO HE GRAQAS, FRONUWJIOO O IBNHOB
FF.RRAZ.
Sr. presidente, oos governos representativos, um ga-
binete, quilquer que elle seja, deve terum peosamento
poltico e urna vontade, que Ihe seja proprla e pessoal :
o lunar proprio do desonvolvimento ou antes da mani-
festacin deste pensamento, he o discurso da cora. Nos-
te discurso cabe ao governo dar a conhecer com fran-
quea, precisio e elaroia, quaes as medidas, que julga
urcessarias para a boa marcha da administrafo, ou os
projeetns prioclpaes, de que nos devenios necupar du-
rante i sessao. Esta manlfestapao deve trasor mcessa-
riamenle as adbesdes, ou resistencias da maioria e da
minora.
Infellimente, Sr. presidente, a falla do throno, a que
vamos responder, nao pode preencher este llm. O gabi-
nete nio eslava nrganisadn, quandu se deu a abertura
des cmaras: permanecamos anda em urna crise, e pnr
consequencia era impnssivel, que o gabinete, que anda
rio eslava organisado, que ainda nio tlnha urna exis-
tencia regular, indicasse a. neressdade das medidas,
que julgasse convenientes pata a boa marcha dos Dedu-
cios pblicos. Desta falta se retente inulto u contextu
do mesmo discurso da coia, e tanto, que nelle se dei j
xa i cmara o cuidado de escolher as medidas upporiu-
nas e acertadas para proteger a riquera do patz; r tanto,
que nelle se dit, que a cmara espere pelos relatorios,
para tomar em consideraran aquellas medidas por elles
lembradas. Recorrendo aos relatnos, vemos, que lo-
rio elles conleccionadot pelos mioistros transactus, e
e nio pde-nos servir de guia, por se acharem quasi au
todo baldos da indcacio de medidas, que por veolura
furem necessarias para a boa direccau doa negocios p-
blicos
J v, poit, a cmara, que nao potso, por maneira
Iguma, manifestar o meu pensamento, a minha opi-
niio a respeito de um ministerio, cujas medidas ein-
tencoei anda nio contieno ; e at por outra rasao, por-
que oa nobres ministros nesta casa teem, por mais de
urna vex. reclamado, que esperemos pelos fados, para
dirigir-nos no voto, que devemes dar.
Nestas circumstancias, pols, br. presidente, eu nao
tomarla a palavra nesta discussio, se por ventura a
materia, que conim o voto dagracas, nio me suscitas
se certa repugnaocia em darlhe o meu voto, e nio mi
cnllocasse na dura necessldade ds rebater certas dou-
trlnas, a nio cnniivesse urna aputheose ao ministerio
passado. Aproveitarel esta occasiio para auradecer e
applaudir a nobre commisio. pilo (seto de ter espera-
do pelos relatorios dos mioistros, e por documentos, a-
llm de brn fundar e formar a sua opiniao, para apre-
sentar um trabalho digno <1 -stn casa.
O Sr. Urbano: Obrigado.
O Sr Ferraz : Fol sompre mlnha opiniai, quo o
voto d>) gracas tu irn (| i( i i poltica, que devla res-
tringlr-se iquillo, que era necesario e preciso, q i ni >
era um discurso de mero comprimento. mas sim urna
materia, que devia envolver, em todo o caso, pena-
mentns politios, a approvacio ou reprova?io do sys-
tema dn gabinete. Fui sempre minha opima i, q ie esta
era a occasiio proprla de instltuirmos um exime aobre
os actos da admJnUtracau exame, que. no principiu
de cada sessio, a cmara dos Srs doputados deve faier,
& vista do art. 171 da constituicio do imperio.
A nobre oommissio, no anno passado, luctou commi-
go sobre a necessidade deste eisme ; mas feliimenle este
aono merece todos os applausis, por recjnhecero ver-
dadelro mrito e llm de u:na di>cjssiu coido esta.
O Sr. I.impn de Abren : Peco a palavra.
O Sr. Perras: Mas, Sr. presidente, se eu applau-
do commissao por este lad i, nao p sso deixar d \ en-
carando em geral o seu trabalho, laier algunas obser-
v.ices. ji quanto & sua forma. Ja quanto i materia, que
coiitm.
Emquanto forma, Sr. presidente, direi, que. quan-
du tratamos de responder a um escriplo ou discutso,
nevemos multo atteoder : l.', ao contexto do mesmo
escripto ou discurso ; em 2. lugar, forma ou estylo,
de que devemos usar ; e em 3.. no caso presente, or-
ganisacio.ao pessoal eao systema do gabinete existente.
Devemos altendei ao contexto do discurso, que temos
de responder, aflm de que respondamos com clarea e
precisio, e sem subterfugios, cooformando-nos com as
uplnioea da maioria, sem que accroscentemos cusa al-
guma, que nao seja para approvar ou reprovaro pen-
samento do governo, ou indicarmos um melhor cami-
nbo e chamarmo-lo a >r is dese'es. Segundo a opiniio
de parlamentares distinctos, a respotla 6 falla do thro-
no deve ser urna simples paraplirase da mesma falla, e
em todo o casodevociogir-so as ideas e aos tpicos,
que ella conten.
E me parece tanto mals conveniente seguir esta regra,
quanto he minha uplniio, que nio se deve desnaturar
o voto de gra?as do carcter poltico, que Ihe heessen-
cial, para dar-selheu carcter das felicitacoes e do dis-
cursos de mero iiiripriinentu
O Sr. Marinho : Peco a palavra.
O Sr. Ferrai: Nislo parree-me, que a nobre com-
missao st'gum outra vereda. Nio sn nio restringio-se
ao penssineiitn, s idelas da enra, nao s accrescentou
rer, du que escollier i e urna seria a honesta cumpauhei-
ra de sua vida, ou uutra a esirundota manle, qun II.e
invejariio os mais rico., os mais nubrra e os mua bel-
los. Mas esta, liavia elle repellido e ou fome porque a
ideia de ver essa mullier, para sempre perdida para elle,
irritaise ette genio voluntario e abtolutu, ou porque es-
te l'iimeiii de ooracao de -lo uecesslasso de ardenlea
incenlivot, para arranotr-te eterna oenlemplacu de
si nirano e du teu futuru, leve pesar de que Leona Ihe
houvesse escapado. E, por outra parte, au era esa lm-
beos urna belleta admiraTel da ar du urienla e do m-
bar, de cabellos aiiuell.idoa, de ollios coruscantes? M
era um maravilbuau modelo, de que poda tirar urna
estupenda Pliriuea f
Julia havia-u encantado. Hat nio linba elle oblido
quanto della quena ter ? No uuaflinacso de.se I.......m
extravagante, Julia, de quem havia copiado a iuiagem,
e.l.iv.i no caau de una amante, enjos favores su conirca
a desdenhar, quaudu de Luu.ia uacestitava elle para o
uadro, que acabava de Ihe vir k ideia.
Nio procuramos dar explicaces acerca de Viclur
Aiuab, descreveuio-lo tal, qual o couheceiuos a nalu-
rea u liavia felo, por assim diter, de uro s melal o
que abi havia de liga, que diversifica todot ut oulros in-
dividuos, era apenas sensivel; aeiuelbaules homena ra-
ras vtjxes ae ciicuntru uat arlet; a poltica oouta-us
mais veies, roas abi tambem s um poderiamot citar.
cousas, que nao corresponden! i* Idelas eontidas na fal-
la do Ihiono, mas anda a rospello de certus ubjectos
nao esprmo se con, aquella clarera. que bode ailler,
No segundo purjudu du dlKUrso do Himno se nos dia.
que a puca da reunan dos representantes da naci he
sempre aguardada cum justa confianza pelos lliasi-
leiroi.
A commlssao responde, quo acamara hadeompe-
nbar-se em iiirrespuiider i c mflanca da cora c do pau.
Parece-me, que deviaiiios esponder cor forme o texto
do discurso do Ihrono a ..-ounanca dos Itrasileiros.
No perindu sexlo, a cura, depois de annunciar, que
ludas as prusincias go;ao de pat. indica-nus ente estado
de par como propicio para a execurau do medidas, que
protejan a riquea do pai.
A nobre commisso desviou-se inteirnmente do pen-
samento da coii ; e depon de Mtlgniill cssa pai co-
mo beneficio da poltica do ministerio passado, proinet-
te leis, que llrmem esta tranquillldade, e assrguia, que
se aproveitai drsle mesmo estado para a adnpco de
medidas, que prolejoa liquea do pall.
Aqu ha dous pensamenlos, que nio me parecem
muto claros. Aproveilar-se-ha o estado de pat para a
adopeo de medidas de prolrccao i riquea do paii, e
na porque tste estado facilita a esecutau oessas me-
did.is ? Em segundo lugar, preciso be que a commitso
explique o seu pensamento, no que loca i prumessa de
leis que drinem a pai, de que go/anms. A nobre com-
misso aliribue esla paz i poltica de clemencia, de
Cogtate Amab, por que naioa conseguira tornera
ver-se cun Leona, o aaseulava qno nunca mais poder
apprniimar-.e della, quandu um caneiro de Tliurc se
I lie aprcacnluu com nina ciirlu de sua ama. A caria dizia
atsim i
a MONSIEUll,
Eu nada enlendo do valor real dos ubjoctoi d'arte ;
te fotse precito paga-loa aoqua .lies Veleta pila glo-
ria, nunen ou podara pr-mo quile para com Vm. ,
pelo meu retrato c pelo de meu marido ; crcio, pn-
rem, saber, que Vm. estima em bem diminuto preco
o lempo, que da s anos ubras, e este prcr;u I lio re.
niettu. Se roe liouvrr engaitado, nio me euver|ruiiha-
t re de que m'o digan, e tslarei sempre prompla a re-
parar um erro, que s proceder da niiuha ignoran-
cia, .loo 610. *
Mr. \ ilion, ditse o caixeiro, me recoiiimenduii,
que exigisse eu um recibo.
Viclor cncolheo ot bumbrot, e pot-to a eterever.
Eit-aqui asna respottt.
a MADAMA,
. Suppunha, que Carloe Ih. houveste dito, que eu
. nio cuntava receber dinbeiro.pelo retrato de Ym. ,
moderacio, do justicia e equldade ; se a que basta a p^rseveranct nesta poltica, psra Armar es-
te estado ds tranqiilli lale. Qjerer a n ibre c immis-
sio, que sa ad-ipte o sjntons opposti di represio mo-
ral, de effecliva punicao, de carleta de penas, syitema,
qun a nobre commssio lem tanto estumstissdo ? |i -
sajara, pois. que a nobre commtssi > n )s in licisse quaes
as ni 'dulas necessarias para tornar mais oitavel esta
pai, de que goro as provincias.
A nobre e.,,r..T.;;;ao n3o responde) ao periodo dci-
mo do discurso da cori. Din), que nio respon loo,
porquo oiit p iss i cror, quo o parilo sexto ds rop na
pissa ser applicado e cirrespjnd'ir ai poniamehto 1 <
mes no periodo declino da falla do Hirooo. e a o c>m Va-
rio parec) uma rasan de ordem dar reposla ao perodo,
que die respaito is nossas questoes com o governo In-
glez.
O Sr. Urbano: Peijo a palavra.
O Sr. Ferias : O quo diz a Dorl Tenlio pporu-
rada cultivar relaeSai du boa InUlligenoia aaai tudoa
01 governut da Europa oda America .. Oque respon.
ilao a Rubra commisso \ i l.i porque o periodo en-
tre os beneficio da cvisjc.io do seculo actual, Scnliur,
cuinpro reconhecer, ouiu um dos mais importantes,
aquella, que lubjeita com igiialdada todas as naeoot au
tribunal da bpioiAo do inundo. K-i.i npiniu), au nseauxo
lampo i|ue generalisa ns relajos de boa ntelllganeia u
militado entro os csUdu, rurtitica o direilo de u.to ceder
a ng;resses injustas .iu a prcleucoes cxugmad.is p i.
roc.e-mo lulo mais um c.iliee irm do oiiirn periodo, do
que n resposla do periodo 10.0; oanlo in.ii* quanto as
suas iiliiiuaa p.ilavraa su as sc<;uiiites: A sahedoria
de V. M. 1. lem eoinprelicii.lido estes priunipins eos
lem segiinlu, nli.f.uendo sssim os votos e osde.ejos da
naci,Sancciona o principio da resitlenoia, qnandoat
u.iei'iei, por ventora, queirio quebrantaros djreitoae a
independencia do pas. Sanccioii.uido estes principios,
servo na queslao relativa ao pruccdiiiieulo da Inglater-
ra, que poriima le sua tubjoitOU os navios brasiUirut
i jurisdiccau inglesa.
bu peen a nobre commisso, que reflicla, so por ven-
tura esle periodo corresponde ao periodo l'enlio pro-
curado cullivar rel.icies du boa inielligencia ooiu todos
os governos. Ku erein, que a eain.ira o que devia res-
punder lie que na vcrd.nle lie ulil e nee.eusjrin culli-
var l.a's rclaccs | v devia applaudir ac.oo.i, o jpivcr-
iiu, por Icr |,i-.o'iii.iilu ca reluciies de boj iiilelhgcii-
Cia com as nacoea ilu Europa O da America | ma. u uu-
bre Oommistlo nn Iraluu ditto.
Slobor preiideule, anula podirei explieacdel a nobre
eoniiiin.o, tobre um muro periodo, 0 veui a ser, o pe-
rindo 8. du repoala. A oou'u diz no periodo 11 bel
ao eiupeuno coiilriliidn do pr lerinn ao trafico do
n Africanos, nio dallara oosnloda O meu governo de
m deten,ler as prarogalsai da uiesiua cora o osdiiei-
los uaciunaes. A Mubra unmiins.in parece nao
queier, quo a uamara prometa, que t.ua ludo quinto
iur de un.ler pjra aatlttaci du rmpeolio eonlraliidu,
.ubre n eXliUOOslu do cuiiiiuereiu ; pois que apenas apre-
cia a fidelidad do coverou) mas aala Ddi lidada deve ser
anulada de medidas lettislaiivaaj aasseroiuuieis aoaaa"
iiiieff e.t'.trcos i e portante nuoasaario se loma, que o po-
der legisl.nivo in.initisie lambain eata empenho, a ateo
ure ll .ll.l fidelldade.
Iinei a nobre roo mssao, que tanto mais necestario
.nbava, que a cuinuiissao u,anileslasse o feu pensamen-
to n ste sentido, quanto vejo, que, depois da cessacio
da cootencao d 2 de noveinbio de 1820, misler he
providencias legislativas.
OSr, Franca Lide : A|ioiado.
O Sr. Ferraz : Os nossos tribunaes se acbio a
respailo desle pont i sem medidas e sem regras. lodos
Salem o que, anda lis pouco lempo, aconleco sobre o
|u gainento da embarcacao !>ubi \ todos sabein as du-
vidas. que se ti..... suscitado ; todus tabem, que os tri -
uunaes nao lee ni uma legra, urna norma, para se di-
rigirem no que toca ao apieamento de taes embtr-
caces.
O Sr. Paulino : E mesmo sobre a maneia de
processai.
U Sr. Ferraz : E al quanto maneira do pro-
cetso, porque a le de Portugal relativamente a isloca-
ducou, ao mesmo lempo tyuu caducro asconvenres
porluguezas, que eslavo em vigor por elleito da coo-
^saHaaaiBtMattBatHiitsaa^ .....io pelo do tenlior seu marido. Carlos lie mais que
i discpulo meu, he mea amigo, entro ao artista* ba
i urna fralernidade, que nao admiti mercados em quo
um vendo, eOOUlro paga. Permilla-me, senbura, que
. Ib'o digo, Vm. eg6on a ventura, quo en senurt em U.
. xernlguiu servieo aos pas do meu amigo. A sua car-
t la poi-uie due.ne. Demais, so Vm. pen.a, que lo-
. du o trabalho merece salario, eu Uve o meu, iii.ms
a rico, maior, mais magnifico que ludu, quanto a se-
. nbora me pode olf.recer. (fio fo. em sua casa, i.So
. tu. ionio a Vm. que eu acl.ei o mdelo ideial da v ir-
. eom Sania, que lanlot applausu. me prudui ho,e?
. Acba, quo pago omilu caro a minha gloria, rogaiido-
, Ihe guarde es.es dos modeslot relraiot, que Mr.
. Tlire jitedignmiaeceilar? Agora, te Vm. contar
. o que gantiei na Iroc, nunca eu podere enrnnirar
, proeo, quo cnni|icnse. Sirva-se, perianto, minha te-
, nbora, tornar a receber este dinlieiro ; envargnnhar-
i toe-liia eu do acceila-lo, Vm. teria cruel em ui'u ut-
tererar onlra vez.
Tenbo a honra, &c-i &o.
Huitn o recibo? pergunlou o caixeiro, que o
atchava multo luugo.
Nio be precito recibo, disse Vctor, induindo
na carta os biI Leles de banco, d tudu illo a madama
Tbore.



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venci de 1X2G [apoiadoi.) Asiim, poii, juleavs eu pura que se emprego om estylo conveniente a sua po"
#!,''
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n ,---n -ni. que a amara i r pare satisfazer a esle emprnbo ; mas como responden
s nubre commissao a e>te tnpien .' Diz : A raneara,
apreciando a fidelidade, rom que o govprn.i do V. M
I. lem procurado lalitfatM o einpenho rontrali:do
a coiii a iao-Bretinha, acompan' a lamliem a V. M.
I, e afiance a leal e unnime coadjuvagio do Hre-
filenos na sustentara., das pierogAtivas da corfla .
etc. ; ira? nio di!, que ha de cnadjuvar o gover-
do netteempenho de por trrmo ao trafico de escravos.
U Sr. Mnrihlin : Fac favor do lr o periodo
lodo, e eiamino-o coni lealdade. ..
OSr. Ftrrat: Sr pie -idate, se o nobre depula-
do reclama a minha lealdade, neste caso, desamparo a
discussio, porque importa de certo modo llu urna im-
pulagio dedeslealdade, e aleja persuadido^ que nio
deaiju oa ducusiio oflender a aenbum d meus colle-
gas, ni'in ser ofTendido.
Sr. presidente, anda ha oulio periodo, a respeito do
qual peco eiplicaioVs a nohre commissiu, e he aquelle,
que diz respeito s nos.as nlacOes com as repblicas do
Hio-da-Piala. Ogoverno musir, que li-m seguido, ou
deca, que lem seguido, e prnmette que ha de seguir
os principios de neutrahdade na questo do Rio da-
l'rata. A nubie commissio, neste caso, como interpre-
te, ou como a eif reslio da maioril da casa, detia de-
clarar, que pala poltica era a mais conveniente, era a
mala aceitada, e que so della nos devenamos apartar
no cato de que os intercsses, ou a dignidad da naci
o exigissem. A nobre commiisio deita de confirmar,
de apprntar esla politice, deia ao arbitrio do gotecno
o seguir a poltica, que adiar nielhor, e essun, como
que parece nao pprovar essa poltica.
. O Sr. Urbano ; A COR) milito pprnva a poltica.
O Sr. Ftrrat',Eu des.jira. que guille esle (ionio
f.'ssemos mai explcitos [a potadnt); porque sonera is-
lo de regia ao goterno e lalia conhecer a ess.s nges,
t- meso.o as mi oes da Europa, que rom mo armada
leen, ililciiindo ns negoeiol do Rio- da Pi. la, que I
cmara dos diputado* do II asi I por ni> n- ira alguna pi-
do ap| ioi,i tala inleitencio fmtri/" apoiadot). Cirio,
que subte osle ponto dee haver meior ciar' za e pre i
lao, porque lanibem n-e peisuadn. que o discurso da
coto ea ic.pnsla leem | o fin- principal faer rom que
o ilous ramo* do poder legislativo se declaren) muiln
i'lprraiiie queside deala nalu z, para bal i-
lilai o goterno assua nperaid-s diplomalicas.
Pi imilla-ne agina a roble conmusao. que eu Ibe
nao appl-uda quarlo ao (ai lo do inseiii nesla reipoila o
ullm o periodo, (I ulluno periodo, comquanlo ronle-
ti. a em si a manihslsco dos senlimentos, que aDin io
a cada tim do n*, nio concsponde, comludo, a periodo
al. uin do discuiso da cota.
O rillos desla rala, oirslylns mesmo da nohre com-
niisio. sa cingiin>o-no inleuaim ule ao ditruiso da
coio... Ei'-aqui (musitando papen) as dtias re-postas
dad pela nol.ie ri>iiims5o as duaa ses. t pastadas i
nao apresando un s | eiiodo, que nao seja em leleien-
ria outro | emulo do discurso darnifla. Agora Se a-
handona rsleesljlo seguido desde 1827, < aiciescenta-
tt un periodo, que nao conlm pensammtn elgum po
lineo, que me pateco mais pioprio de cada um de nos
como subditos do m peno, e nao de nos como represen
laliles da iiaro, reunido-, na camaia dos deputados. Es-
le periodo dr: a camata dos depulados. Senhoi, de
posiUnco anle o ihionr oe \ INI. I. o comanle Inho-
lo de i. I / vuli.s pela prosperidad--, gloria, ele.
Nao cotirsponde, repilo, a ninhum periodo do dis-
curso da roi6a ; he um accrescenlumento no usado al
boje, desde que temos reptceiitacao nacional no pail,
Eis-aqui as duas rcapottas da nobre commissao; na se-
cietana a nohre commissio echar bellos exemplos,
dignos de lerem imitados.
Sr. piesidinle, depoisdo eu ter tratado do primeiro
ponto quanlo ao conleito, um i agota alguma cousa
quanto ao i >t\ lo.
Senhoies o esljlo deslaspcgss d(*e ser conciso; as
palanas nella.s contides d'-iem lmenle ser a nesma
exj es-fio 1:0 | eii.saineiilo poltico da camcia dos depu
lados. Eslcenlylo beieguido pol lodaa as nacoes. Si-
nos coniu limpies cidadaot til- asemos de dwigii urna fe
licilacio, se ele escupto nio losse urna pega essencial
e nicamente poltica, enlio comera essas palavias, pa-
ses franjas de ibel tica, de que abunda o esciipto, qui-
ote din iiini os Eu o echo muito bem redigulo em (s-
tylo de fehcitacio. n un nao em rslylo ptoptio de un
oto de gracas, de una peca pol tica.
O ealylo dos escupios diplomticos e dosla ordem es
t subjeilo a celias tegtas ias, das quai s nio deu-mo-
nol apattar. Nio be o bello e elegante, que i eviamo.s
piocutar, pata compor esle vulo de grabas, mas sim a
concisio, a correccio e puteza, um ealylo taave, despi-
do de franjas de ib' lotice ; que tiieg dignidade e de nnhreze, pioptio dos representantes de
uoi grande povo, quo se dingem o piimeiio tepresen-
lanle do mesmo povo !
lleve >e, por reto, em laes occasioes allender muilo i
posilio da pesaoa,;i qu- m aeduike u discurso,pala guar
dar se o deudo acatao>enlo, e de pessoa que o duige,
tifio e dignidade. E para que abusos so nio dfiem, que
estabelecSo precedentes, do que os nossos indouroi, em
desproveilo do publico e do systema representativo, lan-
cem nio, hequo eu constantemente peco cmara,
que conserve ao voto de gracas o sou veidadciro carne-
ler. como pscriolo, que unicamenlo deve conter a ex
prei > de pensamenloe polticos, a approiacio ou re-
provacio do prucediinento dos ministro! e de luai me-
didas.
Se apatlarmo-nos delta vereda, lemo muilo, que taes
pe(-ssejioao futuro simples Picriptoi de comprimentos,
povosdos de meras palavras e franjas de eloquencia ; le
mo, que callo no mesmo desctedito.em que leem cahi-
do as fehcii-coes, ou. conforme chamio os Francezes
--S addressesem que boje nioguein er, e que nenhu
ma significacio boje teem.
Desej) igualmente, que lujamos muito do emprego
e uso de certas palavras, que, pelo seu ahusu, quamlo
eni|iregada, nnhuma valia ja hoja leem; e 0 desrjo,pa-
ta que a en ie.sio dos nossos senlimentos teja sempre
lula por verdadeira e aisim acrediladas as nosiai pro-
messa.i.
O descrdito, em que bio cabido os escriptos e dis-
cursos de meto cumplimento, he lio conbecido, que
julgn-iiie livie da nbrKar;io de o demonstrar. Nio ca-
leeeiii ir muilo ao longe, os lacios e: lie nos o provio,
e especialmente satislacloria demonslracio fomecor-
nos- ha a ln-loiia da Franca. Lnmbro-mo agora a esle
respeito de um dito de lcatd-i C'.omwell. Ao lempo em
que este individuo looiotl conta do poder na Griu-Bre
lanba de lodes ns paites das i'has hrilanmcas roncon-
tao innuiiieras (eliclacdcs. Todos estes discursos e es
criplos o dele o matan a felicid'iJf do pvo ing/ez. R-
cenlo, abdicando o poder, leve o cuidado do guardar
em duas malas lodos esle i-nrrii los, e na guarda des-
la dual malas linha o maii-t lelo, A'^ueiii bouie, que
Ihe pergunlaste, que Ihesouro conlinbiu ellas, e com a
maiol sinu-lea Ihe rupoodeo o filbo deCronvveil :
cotilm a f> lic-dade do poto inglez Reinado do ba-
lido da cid. de. e gOlindo da vida campealte, das ba-
ta, que Kicatdo letoitia osla suas malas, e lirava, pata
It-i os seus vizininis. algumas pecas, uue conlinbio es-
te- aulutos, fi-giindo Clialeaubiiend, da baixeza hu-
mana e dos eapril los da lottuna,
O Sr Frute He S : Ml applieado.
O .Sr. Fetrtl : O ii< bre (lepnliid-, que ai-mpre me
lem lo.orado ioni aun Plllma, eoiu cale aparlo n;l.. aei
o que leve por hin. J,i que t> nubre depiilado ae dirij;!'
a nulo, ronanla, que llu- il'ga, que eu jaiiinia poderla
pu' iiiiincirj alguma mppAr a ineu reapeilu nello o iieo-
aaieeiili, ou o aeiiliiiieulo, que io;..r,i pclu aeii apolle si*
pode siiapeilar.
I.lo..I a iipplii ai;iu ? Que, vala do d'-ieredilo, em que
! en e.,h d.i i .o s (! iptua, oa leprctii-iilaiiles du oaijao
braaileira devem luajir de ua.ir de palavras o txpreaaoVa,
que, pelo iibuau, niio |ioileiu ser aciedilndja ; que dc-ve-
iiioi lu(iir de rroar prcredenle desla ordem, i-uu tu tu-
luro, ilnilna na eliicciei como intie lio acliiiiliiienio M
laiein, pudeni aer relata ao Tatema reproetMativo,
Seiiliure, ii ineu reeei, nia lie pol,, prsenle, lie pe>
lo futuro, ni lie por uOa neo prla BUMuala peasoa a
'*r oo seu leio um nome proprio, condemnado i impo-
tencia do bem. Nada cabe-me diter nem obre a or-
ganisarjionemiobre o peisoal do gabinete : be tarafe
esla, que me pareca reservada ao nobre depulado de
Pernambuco, membro dacommisslo, villa da ap
orehens5es, que declaiou ter obre o peiioal do minii
qoini t-ale eierplo be dirigido. Nio puf (crio: o ico
earacier, osanaaioaei no* deaaiombrtu de ie lewo-
rea. 'lean, no l'iiluri-, do prupriua elailoa da n.igao, du-
da n permanencia derae riMBule Vlenla du el, icoe,
que entre una vega ; e leiuii a tula do-. I'acloa, ipio
apicM-nia .i liirti,ii:i di.....Iro- pane. ; lemo pelo ejem-
plo Iris-te, qucdeiio O'J depiiladaa das curie. Iiespnuliu-
fas, pciiindii n Fernando MI, queaiabaese eom a coiis*
lloiga,, c coiii ii lilicnlailc Ou aeu ptis,
yUgunt Seulioret : Ol | nll
O -Sr. t'trraz: Nio, ineua Senborri, nao he rou
E, qnando o icciiai-;i iro partid, Vnlur diaau en-
tre si:
Carlos ha de laber dalo; fall.ar korrivrlmenle
a eu coUnine de lingunreiro, e nio publicar, que cu
rrcoaci u pa^anienlu dcaaca rftfj|us <> (nao re repetir
e iatu me daii ccrla iiliiiuoe. Verdade he, que 0 negu-
co me cuala ilorciilna mil roa.
Vlflor icpcllio deadeiibnii, i le pcmanii lilo. Knlri-
lanto, >- ln ii.cn. wolielatii a furiuiia, ma-, nio tuina
aim r ao dinhriru. Quera serricu, inimenaaiuenle neo,
porque a riqucla, ncale noaao eciilo, lie nina represen.
lacio da potrnria du lalenio; ma essa lorinti.i un, r
nceeiaaria n aad-f.io do sena deaejo, Amt nln li-
jilia iicccaaiiiailea ; alem de qoc era iiaqucc, une l'n-
ii ni jogu da fortuna em grande escala. Qi.iei.m,
rom i ti- no, rasea ullurenlua mil tcia laata qucio con.
iata i ni brete dar lias obra um valor, a que ao oa
rea e > principe do diulirru piolen,,,, clngar ?
Ealata Virtur aalialeilo e eguia, no futuro, o (ffeilo
deaaa reeifaa. :, qual leueiunava em breve dar lal gei-
10, que Ihe valriie una aureola pneiica, quandu e llir
apri-aenlnu den,,,o tu larau de libre, que Ibe entre-
; u ou, L, Hiele: driiiro da capa bata ameii le mu |ia-
pclinbo, no qual etlaviu e.cripta, cala, palatraa :
(( R.-Ka-.e ao.cnlior Viit..rAmb ti favor de dm-r
. .-" pi .liad, r o ii.iiic Kiiatuu, da in-esua, a.uucui
cedeu o eu lugar, ha poucos das. .
sa inipossitel, e nem esse exemplo umcainenle noa lor-
nece a hialoria.
Fallvaeu. Sr. prndente, quando fui inlerrompi-
do polo nobre depulroo pelo Maranbio. noeslylopro
piio deale eierplo. Aim de algn.aa palavras e expfes-
oci, que o voto de grecas conlm e que eu nio echo
prepnas, nolarei piincipalmente o periodo pii.neiro
e u lino.
No primeiro prriodo, a cmara agtadece coma o
prater, que ella mamleslou ti-r pelo fado da reuniio
doi lepreieolaoles da naio. Achata, que, devendu
mi Me prawr reciproco eolre iodos os u-pteseniantes,
detianiOI nicamente manifestara cora, que nos com-
paililbaiiios cale prazer em todas as pocas, em que,
pela teuniso du corpo legislalno, vemos o primeiro re-
prrsentenledu Brasil, rodeaoo dos demeis representan-
lea da naiao. Nao echo proprio eso egredeclm- nio.
ultimo periodo parece-me ebsolulamente eslra-
nhu do objeclo e fofo do eslylode taes pecas.
igualmente disse eu, que, quando tenhainoi de res-
ponder ao discur.so da roioa para pron-eltermos apoiar
um tninisletio, nnsler ere, que atlendesscmos a orga-
niiaeio, ao pesioal e so sysleuia adoptado pelo mesmo
niinistcriu.
Acho islo conveniente, quanlo i orgenisacio, por-
que nos governoi paramentares convin, que a opiniio
das cmaras seja atlendida na composiciu de um gabi-
nete, (uantu ao pessoal, porque nos govetnos des
maiorias a queslo de nomei l.e muilo importante, e
be um mal para um gabinete (como diz um estadista)
Qnem niaudou esta bilheie? di.-.u Viclor dea-
pelo.o.
Minbaaina, madama de Cambure.
Que inora na ra J i.Lierl......
Sim, enhor.
Aqui lem enderece, disse Amab, xangndu
Oerladoreliruu.se, Amab Beuupensaiito.. con,
brete deaoontente.
Ca loa, diaae elle enlte ai, lie bello, legre, meco
a ledo niliua.a.iiiu dtaaa looll.cr ,e ,|i,, ,,r, 0 |.
".....I""'"' '!" "e ama. Ir,,,,, da.afWovaliartfo
II erro. Ur ad.-o, nio pcn.e.....a maia ui.ao.
Maa era ra.c dia de i o r. .pendencia.. I), x minutu. de-
1..... 'I"1' ""'" "' 'ciiiou, ebrgiiu un. portador usL.
""'"'"""""""""i I' "' de,.a era tia.volui.,.1.
I .opi.U publico. Vic.orpc.uu, 4Ut.|.it ullu t.,.
.......5"'V ,,'""ftr'"'. "ni- aaaignaiura.aaea,.. ....
wra tardada, nku o era inle.ruien.c, pu.uiie a Vi.lur
bel era eonlucer quem a t.tiba e.cnplo. E,.-a.,ui u
tt-stu deaia carta : r '
lerio. Julo. porm, que devemos allender muito para
o seu syslema.
O ministerio actual inda nio noi apreientoa fados,
por onde noswmos julger ; elle meimo appella para
ni seos acloi; e como he que a Ilustre commissio Ibe
protesta a ounlinuacan do meimo leal e franco apoio,
que prestou ao gabinete, que eahio ? Eu ma admiro ,
Sr presidenle, linio maii, quanlo isieotata, que o no-
hre depulado de Pernambuco aiiignado na mesma
falla, pormaneira alguma poderii preitar eite apoio.
nio i combinando a reipoila dada peloSr. ministro
do imperio i ui inlerpelbcio. mal ainda porque,
tendo esle appellado para os lados, ainda esle fados
se nao derio. He verdade, Senhores, que ( eu assim
o enienilnj o nobro depulado considera esta pega como
um escripln de mera corlezia e comprimento.
O Sr. Urbano : Nio apoiado.
OSr. Ferrax : Se nio a considera de mera corte-
a, enlao, como bota philologo, applicou a palavra
continuarna devida eccepgio. Ospbilol-gos dio i
pelavraproseguira signilicacio de leguir avante,
ir tempre andando apos, o que mppde alguma rede
xaai e detei minado proposito em quem prosrgue nao
bra comeceda : a palavrapeneveiar conlm estas
iubi idriasproseguir, nao s com animo refleclido e
determinado proposito, maa at animo determinado e
firme de nio mudar.A palavrapersistirainda ac-
crescenla oulra ideia, a da obslinagio em nio mudar,
a de proseguir com constancia e afinco; a palavracon-
linu.r, porm, segundo oa pbilologoi, traz a ideia
de ir fazendo o quo um da le comecou, por mero habi-
to pelo coilume, nio havendo reflexao, e menos ani-
mo determinado, islo bo, pelo coslume de se faiera-
quillo, que se contine.
O Sr. UrbanoA Creio, que seremos todol igual-
mente maleriiei, se ni o tomos.
OSr. ttrrai: Nio he de meterialidade, queeu
bccuij a nobre commissio ou ao nobre depulado, ao
contrallo, de lublileza ; porquanto, oaoempregendo
alguma das palavras persistir ou perseverar, e lmente
acontinuar, da a entender, que nio promette um
apoio firme e comante.
Ora, lano mais me convengo dislo quanto o nobre
depulado, na discussio batida nesla casa enlre elle e o
Sr. ministro do imperio, nao colbeo va ni ge m alguma, e
nio poda (car litre de suai apprebense e desconan-
c.is. Euaproteilo eda occaiiio para responder a outro
nobre depulado de Pernambuco, que est collocado
em fente de mim, sobreest poni ni parle, quecon-
vdciuu, que a rriposla do Sr. miniltio do imperio
Ibe foi satisfactoria, e deo segundado nobre depula-
to da provincia de Pernambuco. Eu cieio, que o no-
bre deputado be victima du urna illusio; que esla res-
posta, em vez de tranquillo, Ibe devia deixar o espirito,
muilo mais inquieto. Recorramos aos factoi. O nobre
depulado por Pernambuco declarou, que apprebensdei
bavia contra o Sr. ministro do imperio no que tocata
aos negocios do tua protincia ou contri a marcha,
que elle bavia de leguir a respeito da meima provincia;
que eslai suspeilas te tornavio mais fui ti s em conse-
quencia de haver o nobre depulado dito, que a poltica
da conciliario era o norlo do gabinete actual, e de ler
sido entendida por oiim em um sentido, que nio po
da pro.iuvn oulra cousa meii que a anaicba. Disse
mili- o i ubn- depulado, que essa politice neslesentido
nio poda ser admiltida oa sua protincia. porque os
partidos eilavao inteiramente extremados, e que antes
quena, que pertencessem lodos os empregedos publi
i os eo lado opposlo, do que se dsse essa poltica da
coticiliegao, islo be, a de seiem tiredui os em pregados
publico da masa dos cidadios, sem reipeitu ii suas u-
pinioes, conforme leu metilo e suas vitludei. ra
u que ie| uiuieu o Sr. ministro P Nao disse, que a po-
ltica, que bata de continuar, nio seria a liie.ma du
minisletio pasiedo ; elle digse aquella, que seguira em
ludas as provincias, uto be a da conciliario,' e que os
empregos seriio dadoi a quem titesse vitludes, mrito
tlenlos, mes que por maneire oenhuma leriio coo
cedidos aus que buslilisasieui o governo e embaragas-
setn a sua n.arcba. Logo o noble deputado por ma-
neira neobuma poda estar satisfeito can este resposte.
Atindanlos bem ao que disse o nobte depulado, e o
que lespoudtu o nobre ministro (o orador l.)
Eis a palavra do noble deputado:Deto decla-
rar urna te.rj.de, e urna tetdade, sobr a qual chamo
aellenciodo goterno e da cmara, e be que a pro
tiricia de Pernambuco le acba dividida em doui parti-
dos muilu exlteinadus ..O guternono lem meiotermo;
ha do escolber entre os dous; e su ja mosttei, que eni
todo o impeli oao te pode verificar a utopia do nobre
deputado, muilo menos ahi...
O nuble deputado (o Sr. Li bao) ulgou ainda miis
absutda urna tal poltica, o al anarebica, a de esco-
Ibetem-se pata ai luncedes os liomen, pelos seus me-
rec melos e tirludes e sem reipeilo as suas opioidei
polilic/i, e a final faz a seguinle interpallacSo. ,.
goterno actual pretende continuar em Pernam'baeo
nolilica do minilterio panado, ae pretende modi? '
eila poltica, ou le tem de seguir urna poltica <,"
posta. '"
Vejamos a reipoita... escotado be dizer quil.
polticas reipeilo de Pernamboeo; poii qoN(, !
urna protincia do imperio... Para todaaellas o sjovero*
est no firme proposito do seguir o meimo espritu d"
justiga, concliagio e concordia...
Vejamoslambem eemoentendeo minilterioeinv,|'
tici de conciliagSo.Diise o nobre minislru etnreip,,,!
nobre deputado por Pornambueo : Quinto ljcij
particulares, o goterno procura infbrmacoei.. ,.
Iitica de concilisgio e concordia he aquella. qU dt,,.
a ai perseauiges e reacgOei. que comidera \nn 0j
cidadios iguaes parante a le, e aptm par todm nn
empregos, conforme o eu mrito. Nio se pfe, po.
rm, entender, que o governo deva chamar para ni'eil.
pregados importantes a de confianga oa teui iaimi..
os que procurarem empecer a sua marcha.
Nio disse. pois.o nobre ministro,que bavia deiefar
a mesma poltica adoptada pelo minilerio p>su;0 ,
respeito di provincia de Pernambuco, aocontur0
disse, que seguira a poltica, que o nobre deputado
tacbou de abiurda, anarebica a de mera utopia. Como
poit, promeller o mesmo franco e leal apoio, cono mi
o nobre deputado satisfeito ?
O Sr. Urbano : Eitou muilo,
O Sr. Ftrrat: Folgo muito, que eitej tHii.
lo, eeom seu coragao descansado, apazar deonude-
clarsgio lio franca e eipreisa a respeito di poltica, que
io vai seguir.
OSr. Urbano : Ao menos, etlou maii tranquillo
do que o nobre depulado.
O Sr. Ftrrat : Do que au ?. Bata engasado.
Eilou muito tranquillo e lempre estite, e linio miig
tranquillo, quanto apreanlando-me netti eimiri,
nio venho carregado com o peso da retponiabilidiJa,
que me impd um partido tio engente como o do no-
bre de pulado.um ptriiio, qu- seguarreia lio desabri-
damenle com outro igualmente forte, como diiem.
O Sr. Pfunts Machado : Tem urna signiGcicSo
poltica.
O Sr. Ftrrat: Sr. presidenle, o procedimento do
leado, quando reipoode a elle tpico he digno dsiar
louvado : nio conheceodo ainda o tenido ai vistas po-
ltica! do minilterio, e tendo o minilterio eppellidi
para os fados, o senado reupoodeo, que rndobnrii os
ipui eiforco, para corresponder ditnamtntt i all coa-
lianga do monarche, entretanto que a cmara dotde-
putadoi dii: que continuara o mesmo leal apoio, que
lem dado at bo|e. Seri iito obrar dignamente ? A ci-
mera, que responda. A cimera dos deputados mJi
ainda pode conhecer, e declara continuara dar on-a
apoio. (6'oniinuar-ie-Aa.)
PERNAMBUCO.
not a Dm-jii-.c encoiiira-lo ani.ubaa, ao mtu di, D
bouletard Boi.ro. o, com IcMcinunlu. e arma.. ^
- peastM, quo u lia dec.pcnir voui a .ua., calara em
- carruagem, eu frente dv icrreiro publico, jauto
i.n,....., que borda o canal. Fcil Iho era acha-la,
ae nao ver nidu. Julga-au dever avcrli-lu, que,
a ,c rccu.ar e.te driuK, exp-T-.e-lm dcgclua, que
a o fariao pciar-.u eleruaiuente de ter ido duaa veiea
- cotarde u inf.Hie. >
Nao caba a Vietor a mpulagao deoutardia, antea a
virtude contraria| todava, repuguou-llie r.i,< provoca.
gio niaia do que o cerina de ulna briga periguaa. Ha ue-
caaiea, em que o huiiicui iin.i. indiflrrenle au. uogo-
coa de huma, loma .ua pea.ua em mu alia con.ide-
rngo, pura arriaea-la Icviaooin.-nlo com o primeiro, que
Un: apparre. Vielor taiav nc.e ca o ; cra-llie, pur-
taulo, muilo dc.ogradavel uiu laber do queiu proced
ea.a protocegu.
Nao dinloata elle, quo Leona a bouvetee (incitado ;
iv.ii.-. deaej.tn adiviuliar a que rapecie de liomem I... % i a
tila prdido a ana vmganga. Se foaae ao puni marcad,
Ulvet ae aulisMe com um dea.ea euornies gaialua, e.ia-
daclnn, quo pagio com a espada aa ba gracaa, que a
velbice paga com o ouro, Victur cunlieoia, que, cliega-
do a ee punto, nJo aena mai. aeulior de auapender oa
rc.ulladoa de una risa, que poda pioceder dua mai
gru.teiru. uliragea ; lem deque, o tacto de all apre-
enl.r-.e eia u nitaiuo, que auueilar o adveraari, que
enounliaxe. Hc.olteo, |iurtaiilu, linio ir; maa nuou
na tuaior iou,uieuclu.
Cmara municpal.
SESSAO EXTRAORDINARIA, DE 17 DE JNHO
DE 1846.
PRESIDENCIA DO SKMIuR REG 1LBUQUERQUB.
Presentes os Sr. R.mo, Mello Covaloaiili, Cintra,
Carneiro nl.-iiieiro, e Regu Barroi', fallando com eai
oa lllltrol Sra. ibriu-ac- a aeaao, leudo appruvada a an-
ta di antecedente.
I.cu-.c mu uflji'io do Exin. pretidentn da pmtinria,
exigiudo, que a cmara informe qnaotaa auihanlica
eiisitm no arohito d.t incsiu.-i cmara, da eleice. dua
doua senadorca, e ordenando, que e Ihe participe at
o da 19, aa que Inicio rccebidaa. Mandou-to rci-
pmiiler eoin o que cunataaae.
Outro do meaiun Exin. Sr., exigindn nformaglo, se
fui reiiirttnla a aerretaria de ealadu do. negurioa du im-
perio copia aulhcuiira da acia do rwllrgiu eteitural
di-Sla eidade, por que va, e rxigindo utua oulra copia,
Maoilou-e rraponder e aailaf.iicr.
A.i;naiau-e niaudadua, e deapacliiriu-ae aspriigoes
de Theoloiuo J.mquioi da Coala, e de Antonio Joa-pIH
Paoasao. Eu, Joo Joii Ferreira a"/taar, eerrl-
rio, a e.ercvi. Reg Albuquerqw, pie.nluite, ler-
neiro Mont'iro. Hamot. ttarroe. Cintra Ha-
noel. Mello Cavalcanli.
CCMMEHCIO.
Alandega.
RENniMEiiTo do du 22................4:530j906
Detearrego huje 23.
BarcaThomai- Millnmercadoriai.
ItrigueConceicdo-de -Alariaidem.
Consulado.
Remiimento do da 22.
Geral............................ 2:236j052
Pro.ineial.......................... 581*733
Ditersas provincias.................. oOiiKW
27868*091
Cun effeito, lie urna poaicio in.upportatel o ter di
receiar, un ra, em una ca.a de paalo, no paaiei", '1U
lliealrn, una injuria, quo deve partir de um imho'"
deaconhecido, que pode vir a lodo u momele*
Observan. todo o olhar, inquicla-iioa luda a altengeu,
pooio-noi em defea contra lodo o humen, que le nui
approxima, ou que para dianl de n. He uan udiov
upplicio.
Todava, Vctor o preferio ao rico de e avillar em
alguma ignobil altercagio ; ron, pela priiueira vrem
'ana vida, nio ealava contento oumaigo nieimu. Hti-
Ihe f.lhado a prudencia, a dignidado, o caloulu, e ache-
vajuilo, quo a bella Leona de Cambure e iugaaed
..Iguiua maneira. Enlio. veiu-lliu de repente au pcu-
iiirnlo, iine Cario estivelsa taltei rumpreheudido u^-
e plan-i do tnganos, e que, pediudo-lhe o nome e re-
.ideucia de* mancebo, Leona, em duvida, linha o
unicu intuilu de allingi-lu maia depieasa. Vctor levo
um nioiueiito de crio temor. Carlos nao linha vndu a
oflicina, e era j larde ; esoreveo-lhe pelo crrelo, (er-
que nio quena apreienlar-.e, nem mandar ningueni a
aua caa, tepuil da troca de carlaa, qoe aeabeva de ter
lugar cutre elle e madama Thore. Eaperuo, prtanla,
na maior impacieucia o dia eguinle.
(Ctntimmr-ta'hm.)


Slovimento do Porto.
Navioi tntradoi no dia 22.
Aner; 47 dial, patacho austraco IMinighin, de 133
toneladas, capitio Anlonio Saponch, equipageun 8
em listro : Jos Joaquim do Oiiveira.
iricaly ". 20 din, umaca brasileira Santo-Antonio-
de-l'adua, da 76 toneladas, capitio Manoel Jos Ri-
beiro, equi|)irem 10, carga eourot e sola ; Luir
Bor^ei de Serqueira. Pattageiret. Miguel Ferreira
do Anjot, Antonio Joaquim Mana, Braiileiro,
10 escravos a entregar.
Ro-d-S.-Fr*nciico;3 dia. tuoiaea branleira Sijun-
a-Aadorinha, de 93 tonelada, capito Patricio
GuilherinedoCarmo. equipagem 8. carga pedrasde
amolar, feijao e lenh; ao capitio. Paiiageiroi. Ma-
noel Jo de Barro, Manoel Joi de Saot'Anna, Bra-
aileiroi.
/Voeoi $ahido* no mamo da.
Rio-Grande-do-Nnrte ; hiato braiileiro Concticio-
Grande, eapilip Manoel Gomes do Naaciment, car-
ga farinh, por conta do governo.
Rio-de-Jaoeiro ; brigue brasileiro Soare capitio
Joi Antonio Cabral, carga faiendes. Pasagoiros,
George Sutton, com um filboe um criado, Inglezes,
e quatro eserevot a entregar.
S.-Maiheu; sumaca brasileira flozorio-de-Maria.c-
pitio Joaquim Jos Teixeira, em lastro. Passegei-
ro, JoSo Jos da'Graca, Urasileiro, com dous escra-
vo. e Hou di loa a ntrei.r.
aHBjaaajaaaaaHaJBaajaassBHa!
Edilal.
0 r. Joii Nicolao Rigwira Coila, jai* de direito inte.
ria da eigundataia do crese da comarca do Hecife,
porS. Af. 0 Imperador, que Ueot guarde, eto.
'co ber, qno segunda eea*.i il.ijiiry, que, aob
a iiiinlia prceidonci, levo ltimamente lugar yeste trr-
oi.i, aisUtirlo r.mu asaidoidade oa Sra. joiica do fne.lo :
tenen'e Juo Areenin II.ir luna, Jus Mtia du Jeaua Mn-
nn, Manuel di FnnaOaa do Araujn Luna, Maroellino J-
le' L"pe,Jo Vieira Brasil, Manoel Ciiellin Cintra, Ma-
nui'l Alve G"rr Jnior, Lus Jos Nunea de Ca.ti-o,
J.it Joaquim de Saol'Anua Fi *>, Manoel Ignaeiu ale
Olneira, coioii''l Manoel CevelnaiiU de Albuquen|iie,
Jos Juaqinm Xavier Sobrvira, Joa Ignacio do Reg
Montoiro, Franoiaco Jo. Arante, Malinas Munit Ta-
ftras, Franriaoo Augusto d Coala Guimarae, l.udge-
ru Teixeira Lle, r. Mnnoel Duarte de Fan, Anto-
nio Bernardo Rodrigue Selle, Ignacio Marque da Cos-
ta Soarea, coronel Joaquim Camilo de Figuoiredo, Dr.
LuiideCarallioP de Moraea, Joaquim Jos do Abroo Jnior, brigadeiro
Antonio Rodrign de Almeid, Joaquim Teiieira Pei-
loto, Rodulplm JoSo Birata de Almeida, M>noel J"'
dos Santos, Jos Franciaco do Reg Rangvl, Candido
Emilio Pereir Lobo. Jos Maria Seve, coronel Jeto
Francisco de Cbabj, Franciaco Sergio de Mallo, Fran-
cisco Jos Silveira, Antonio Joaquim de Mello Pache-
co, Caetano Gomes de S Francico de Paula de
Queirs Fonieca, Luii Antonio Vieira, JoSo Fernan-
da da Silva Guimarie. Claudino Benicio Machado,
Jes Hygino de Souia Peiie, Joio Jos Lopes Jnior,
doulor Dellinc Augusto Cavalcaoti, Amaro Benedicto
do Suma, Manoel da Silva Ferreira Jnior, Antonio
Francisco Xavier, Emilio Xavier Sobreira de Mello,
Virissimo Antonio de Mallos; tendo ido multado na
quanlia de cenlo e dei mil ris, a rasao de des mil ri
por di; os Sr.: Antonio de Patria Braodo Cardoso,
Joio do Reg Berro Falco, Jos Goovalves Ferreira.
Cliudiuo Perora de Carvalbo, Aolomo Policarpo da
Silva Pmlo, JoSo Paulo de Soutr Antonio Claudino
de Miranda, e o deulor Miguel Arcbanj. da Silva Cos-
ta, por nio terein compaiocido, nem apreieulado escu-
sa alguma.
E, paraconttar, mandei lavrar o preente,.que sera
publicado pela imprima. Dado e pamado netla cidade
do liedle, sob o meu sigoal esello desle juizo, ou va-
Ibatem sello, ixeauu, aos 8 de julbo de 1846 tu,
Jote Al/onio Guala Alcanforado, etciivao do jury, o
licioyi. Jote Nicolao liegueira Co Dei lu ages.
Olllm Sr. coronel director do arsenal de guerra
de novo convida a todos a ufflciee espingardeiros, que
quilerem trabalhar no mesmo arsenal pagando-se-
Ibes vantajoao jornes a comparecerom no dito arse-
nal. Arsenal No impedimento do eecriplurario o amanuense, Joo
Ricardo da Si leu.
O etpiivo c adminittrador da mea de renda in-
ternas provinciae lai constar a lodo 01 Srs. propieta-
rio de predios urbano dos Ir.s baures dela cidade e
povoc.io do Afogados, que, nSo pude prescnte-
mente mandar receber em sus casas o impoite de
seusdebilos, como antecedentemente se pralicav; pois
que esta repailigio tein um agente privativo para a
eobrance, o qual tem de perceber a multa de tres por
cenlo sobre o valor de seus dbitos, se por tenlura dei-
itrem de vir pagar na uu'a. deolro dos 30 da marca-
do o lei, a importancia da dcima de ua proprteda-
de do secundo semestre do correle nno linanceiro de
1845 1846; por isso os convida a virem com pre-
tea solver seus dbitos, viilo estar a eoncluir-ie o ci-
tado prao. hecife, 20 de junbo de 186.
Joi Guedti Salgueiro
O Sr.deiembtrgador Joquim Teiieira Penlo de
Abreu Lima chefe de polica interino desta provincia,
manda lser publico, que e acba presentemente resi-
d.ndo no Aterro-da-Boa-V isla, n. 45, egundo e ler-
ceiro aoJare.
GBINE7E~LrrTERARI0.
0 Sn. tocios do gabinete queirSo satisfaier, deolro
do praio de 30dia, contado desle data, assuatcon-
tribuicOe vencid at o ultimo de setembro do anno
passado, sendo a menlidde na rio de 500 r me-
Ude da que eslava marcada. Todos aquelle. a quem
fr apreseotado o recibo, que as nSo satislnerem no
ditopraio, perder8 o direito de ocios, conforme a
diipoticlo do ettatulo, e a decisSo tomada nareunio
de 17 do correte. Recile, 22 de junbo de 1846.
tbesoureiro interino,
Btnto Jote Ftrnandu Barroi.
i A usos nianliiuos.
27 do corrente, o biate Santo-Antonio -Flor-do-Hio;
recebe carga e pattageiro : trata-se com Jos de Uli-
veira Campo, ra do (^ueimado, n. 4.
= Para a Babia lai o hiato Fhr-do-Rfcifi. pregado
e forrado de cobre : quem nelle quirer carregar ou ir
de pasiagem, dinji-se a ra do Vigario, armaiem ,
n. 3.
- Para o Rio-Grande-do-Sul tahir breve o bri-
goe-eicuna Ntro ; recebe carga a frete eicravos e
ps*ai:eiro : quem no mesmo quizer carregar pi'xle
entender-e com Amorim IrmSj ru da Cadeia ,
o. 45.
= Pro Rio Grand-do-'ul eguir no decurso
da presente semana ni hsvemlo inconvenientes o
brigue Mentor o qual ple recebar alguma carga e
tem bontcommodos para escravos : quem pretender ,
pode tallar com Amorim Irmios na ra da Cadeit ,
n. 45.
- Para o Rio-Grande-do-Sul sai com brevidade
o brigue Umbelina; recebe carga e escravos a Irele :
quem quirer carregar dirija-te a JSo Francisco da
Cruz na ra da Senzalla-Velha n 134.
- Vende-so o muito veleiro e bem cuntiendo hiate
Ptntamenlo-Filit mettre Manoel Alve Ferreira
Hibi ,com700alqueire de (arinba do mandioca, de
superior qualidade ; na ra do Creipo, n. 10.
= Para Lisboa asi, impreterivelmente amanhSa, 2v do
correte, o brigue portuguer. S.-Domingo! eainda re
cebe alguma carga, assun como pasiageiros, para o
quaes tem ezcellontea commodos : o pret'ndentes di-
njSo-sea ra da Cruz, n. 54, primeiro andar, ou ai
capitao Manoel GoncalveS Vianna.
=ParaoRio-de-Janelro pretende sabir breve o brigue
eacunaoBo/iiino,epara isso lecebocirga a frete: quem
no mesmo quner carregar, pode tratar na praga com o
capitSo Antonio Pereira Martins dos Santos, ou na ra
do Trapiche, caa de Gomes & IrmSo.
Previne-sea todas aquellas pessoas, queteemcon-
tas com a barca franceza Emily, capitio Lacombe, em
reparajio nette porto, hajio de apresenla-la em falta
alguma boje 23 do correte no eacriploro dos
Srs. AvriallrmSos, ruada Crui, n. 20, afim de te-
rein verificada, e immediatamente panas; pois que
ssado estedia, nSose attindera mais a reclamSo algu
na visto dito navio ter de sabir amanhSa 24 de
junho.
A barca francera Emily, capitSo Lacombe, tendo de
sabir para o Havre-de-Grace, amanhSa, 24 do corrente,
oflerece a sua bella e espacosa camar, com grandes e
magnficos commodos, a todas aquellas p.'ssoas. que
desejarem tomar pasiagem a seu bordo : trata-se para
este fim em casa do Srs. Avrial IriuSot, ra da Cruz,
o, 20.
Avisos diversos.
= Para 'Beba aabir, mprelervelmenle abbado,
Perdeo-te, nodia 20 do corrente, na igrrja de
N. S. da Penha na occasiio da missa, urna carteira
contendo 35 rs. endo 5 cdulas de o) rs. e urna
de 10* n. ; astimoomo duas loltrat, tendo urna de
280 rt. e aoutra obrigacio de 60 e tantos mil ris e
outros papeit de pouca importancia roga-se a quem
achou dita carteira restilua a mencionadas lettra
ficando com o dinbeiro pelo echado, podendo entre-
gar ai lettral na thetouraria provincial, a Themotbio
Pinto Leal Jnior, ou no paleo do Terco na easa do
mesmo, n. 12, primeiro andar, ou enlSo botar, a nou-
te, por baizo da porta da casa aciaia, qui muito obri
gado te Ibe ficar.
Na ra de llorn, casa n. 142, segundo andar, ha
urna mulher, que le ofleiece para ama de leite de qual-
quercaia. A mesma casa cima precisa de urna pessoa
que, dando fiador a tua conducta, te reiponsabilise
pela criacSo de um menino.
Na ra de Hurlas, casa terrea n. 62, marca-se
roupa e se bordSo lencos com ponto de marca, a von-
lade dos pretendentes ludo com a manir perleicio ,
que lio possivel', e por preco uiais commodo que oulra
qualquer pessoa po-sa lazer.
Aluga-se uina ama para tratar de um mocotul-
leiro em Bebeiibe obligando- a fa/rr t do o Ser-
vico : na ra larga do Roiario botica n. 06.
= Precisa-sede urna ama que lenha bom e bai-
lante leile i na ra das Cristel, o. 22, segundo andar.
= OSr L A. M. F. baja de pagar o seu vale d
quanlia de 107*000 rs.. vencido a 20 do maio proli-
mo paisado ; e, se o nao fizer, no f rao de o das, serA o
seu nome publicado por eitcuiu, e usar se-ha dosmeio*
|udiciaes.
Lma Senbnra com a instrurcio necessaria pira o
fim, a que se dedica. e offereco para dar lico, em ca-
sas parliculare de grammatica portugueza e france
ib geo^raphia historia, muica canias e tiordadus:
a dita Senhora roga ai pessoas que houverem de a
procurar, dse dirigirem a toja dos Sn. Santoi Neves
& GuimarSet, oa ra do Crespo n. 17, que ah su
dir com quem se devo.lralar.
Joaquim Candido de Moraes te olfercre para fei-
tor de qualquer cngenho e tem boa conduela : quem
de seu prestimo se quier ulilisar, di.ija-se a ra do Pa-
dre Floiianoo, n. 58.
= Na ra das Tnncbeirii, n. 25, faiein se boloi di'
S. JoSo oroadot de capella de alfim por preco com-
modo ; assim como se dio de vendagem pagand>>-ie
por cada pataca quatro vinleni.
tn resiiosta ao annuncio do Inimi-
so da Calumnia no Diario de hontem,
tenho a diiei que vend a Senhora D.
Felicianna um piano por 4&>/ W. cuja
iitantia recebi na mesnia occahio, en
moeda de ouro ; e que lie falso o que.
se tem espalhado sobre tal venda ; pois
nao tendo eu recebido favores algune da
mesnia Senhora nao I he poderla fazer
tal offerta. Silvestre dos fiios.
Precisase entregar umat caria de niporttncu
ao Sr. Manoel Antonio Vianna-, por isto, quein an-
nunciar a mi morada pra se Ibe entregar pessoal-
mente. a i i
__ Para amanha, da de S. Joao, a-
ver vitella e carneiro muito gordos e
em conta ; na ra larga do Rozarlo ,
acougue novo, n. 38.
Aluga-?e um sobrado de dous an-
dares e sotSo, Lastante fresco, sito no
largo do Para izo : na ra do Rozarlo
larga, n 3o; segundo andar.
Na roa Nova, lo'p franceza, n. a3,
esquina di triressa do Carino, araba de
receber um grande sortimento dos se-
guintes objeclos: bicos de blonda, den-
telle preto, bico de seda brinco, lindis-
simas flores de todas as quididades, a
muilo boas luvas de pellica
senhora, como para homem, leques," se-
das para chapeo, creps de todas as core-,
perfumaras muito linas, aljofes, chapeos
de sol de panninho, e de seda para todo
preco.
-- O Sr. ciouor Manoel Nu
nes Bahiense lenha a bondade
de nao
retirar se, emquanto nao
acabar de concluir o negocio, (jne
llie diz resneito, na ra Nova,
n.26.
Precita-se de urna ama para homem solleiro, e
como he para poucot dial, paga-so bem : be para ar-
ranjo* de casa. Na rus da Soledade, no sobrado, n.
30, indo pela Trompe.
- Prrcisa-se de um caiieiro de 14 a 10 annot ;
na ra Direila n. Si.
Esli para te alugar os segundo, terceiro e quar-
to andares da casa n. 4t na ra da Cadeia do Recife;
ilio-ie bar,los a quem quier os 3 andaret : a tratar na
toja de faienda da mesma propnedade
Jor Antonio de Miranda vai ao Rio-de-Janeiro.
Ss Alug-ie a casa terrea da ra da Gloria n. 41
a tratar na ra dai Trinrheiras, sobrado n. 19.
Iloga-se a pesioa, que recebeo p.,r engao un
maco de jurnaes e brochuras francezas, da mi de um
prelo ganhador, quo os levava para entregar a Mr. Vau-
Ibier, engenbeiro em chele, queira reslilui-los na ra
da Cruz, n. 2o; pelo que se Ibe ficera obrigado.
Toma-se a juros de um e meio por cenlo a
quantia de quatro conlos de ril coui seguranca em
um engenho moenle crrenle e desembarazado
alm disto se da nesta praca conhecimento da rapaci-
dade da pessoa que ot quer: a tratar no Aterro-da-
Boa-Vista, n. 26, segundo andar.
Jos Goncalves Ferreira Costa embarca para o
Rio-Gramlo-d-Sul 5 etcravoi, de nomesjotquim, An-
lonio e Pedro.
Faem-se bolo de S. JoSo, cangica de milbo
verde muito bem leita ; em Olinda nos Quatro-
Cantos, sobradinho n. 18.
Precisa-te de um Porluguet para eitor de um
engenho, em SerinhSein preferin,lo-te caado: na
ra larga do Roiario n. 40, tegundo andar de ma-
nhaa at a 9 horas e de larde al as 2 hora.
Aluga-te um armazem na ra da Senzalla ,
ii. 96.
= D-se dinbeiro a premio sobre penhores de ouro
o prata ou hypotliecas em ratas Ierras ou mesmo
com boas firmas; na ra eslreita do Roiario n. 30 ,
segundo andar, se dir quem d.
Antonio Martina Ferreira subdito poituguez ,
retira-te paia o llio-Grondo-do-Sul
__ Pie. isa se de um criado que saiha andar com
carro e Iralar de lavallos ; no Alerro-da-Roa-Visla,
n. 36.
Precisa-se alugar um molrque que seja bem
Hiparlo, li I o em vicios, pareo ertiyo Biltroo da
urna casa ue pouca familia. Dirigir se a ra do Haogel,
n. 59 segundo andar.
Bntioio se meninas com toda a perfeicAo a sa-
ber : prunelas lelties. grammalica DacioOal, arilbme-
lica .doulrinacbristaa, bordar, marcar, laier lava-
rmlo ; assim como lamben, ensinao-se menino, lan
lo particularmente como em sus ca*as : quem se qui-
zer ulilisar dinja-se a ra Augusta n. 7.
Havendo desapparecido d'entf os papen -lo aba.-
io assignado urna lellra de qu ,lro conlos de ris, que
,oi sacada a 2i de maio do anno de 18 ti pelo mesmo
abano assignado, e acce.la pelo coronel Joaquim Ca-
v.lc.nli de All.uque.que. a qual lellra se chava ven-
cida desde 24 de julbo do anno prximo passado; por
,.,o, oii.esu.oabai.oassigoaJo declara, que n.nguem
negocie dita lettra, por isso quo o acce.tanto ase COI
prevenido, lomando-te por conseguinte invalida qual-
quer negociato a respeilo.
4 Jvd, Lint Oiraleanlt de Albuautrque.
ss Precisa-se alugar um preto para o Mtico de ra-
sa, que teja lile diligente ; no Aterro-da-Boa-V..-
ta o. 36.
Casa da Fe,
Na ra estreita do Rozario, n. G.
O cautelisla da cata cima lai v.rao amantes do jogo
da loleri. que esta marcado o da 26 do coi
mez para o andamento das rodas da lotera d
viuv do ohredilo Rams, e deveri entender com
abaiio assignado na ra de Sanla-Thereza nume-
ro 2. dentro do praio de sei das, contado da dsta
dest; do contrario, nio ser attendido com direito aoi
bnt Ha dita viuva, por assim ter publicado o presen-
te. Recife, 20 de junho de 1816.
Frtdtrico de Sonta Ciomt*.
=; D-ie dinheiro a premio ro>n penhores de ouro e
prala ; na ra do Kingel n. 37
Ds-e dinheiro a premio mesmo em pequeas
quanlia ; na ru do Rangel n. 11.
I- Madama Tbeard, modista, ra Nota n. 32, tem a
honra de participar ao reipeitael publico, e em pr-
tanlo para licular aos eu fregu/es. que raba du receber de
Franca um lindo mrtimento do ultimo godo, como
chapeos para seuhoras, sodas, litas, floret plumas e
paliaros muito ricot e bonitos para enfeiteide noivat.
bicot de blond liranrot e pretos, filos'brincos e pre-
los, espartilbos, e florea para lulo : r,a metma cata a-
cba-se limbem um sortimento de manad e creieente
de cabello.
-Precisa-te aiugar urna Meran,rjae nfbl vender na
ra e fajer aigum servido decaa; aluga-ie por mei:
quem tiver annuncie, ou dirija-se a ra das Larangei-
ra, n. 2.
Compras.
Compra se urna escrava de idade ; um habito
de Cbrislo : quem tiver, annuncie.
- Compra-te a historia do r.r.nl por o general
Abreo e Lima ; quem tier, annuncie.
Vendas.
Vende se urna mesa de amarello com 9 palmos
de ,v.m rmenlo 4 de largura e com 2 gavetas ; na
tua Direila, n. id.
as Vende-se farinha de S. Milheus de superior
qualidade, por pier;o coniniodo em porrau de 20 al-
queires para cima ; na ra da Cadeia junto ao aico
da Conceicio toja de fprragens de Joaquim da Sil-
va Mourio
Vendem-tc, na ra Augutta n. ">i cataes de
rolat de llambuigo brancas e mesti{as pir preco
commodo.
Vendo-te um escravo ciioulo do t\ a 25 annos,
sem deleito algum ; ua ra da S. Hila t n. 29, pri-
meiro indar.
Na casa de pasto detrs do qutrtel de polica,
vende-se 1 bilbar com todot os seut pertencea, e muilo
proprio para levar para o malto.


matriz
-Boa-Vista, cujosbilbelesacbao-so a venda, e as
rodaicorreraoiofallivelmenlenodia cima, liquem ,
ou nao bilbeles. Al cautelas tambem interessio pelo
seu diminuto preco de 600 e 1000 is. que chega pa-
ra todot os que goslio deste jogo.
Lotera da matriz da Boa-Vista.
*.s roda detta lotera andio inlallivelmenle no da
2C do correle mez embora fiquem alguns bilhele.
por vender : e o respectivo tbesoureiro espera que
com este terceiro aonuncio, deseogaoadoi os amedoret
delte jogo de que a lotera nio dena de correr no
referido dia concorro a comprar o leato dos bilhe-
le que exilie no lugare ja declarado.
_Aluga-te urna padarla com os principaes uleMi-
liot,boni commodo para o estabelecimento.lendo a casa
assobradada, e commodos para morada, na n I*-
labrica de sabio : na ra Direila.
penal, contigua
n.82, primeiro andar. ...
-O .l..ixo ...igo.do.como credor da .o.a do 1.1le
cido Fr.oci.co Antonio Kamot. declara. que loda
qualquer pea.oa, que ae acbar com direito ao neo. d
Vendm-tel;ndoiror!eide birege da ullima mo-
da para vestidos de bailes ; e ricos chales de teda a
polka
- Vende-te a toja n. f da praca da Independencia,
com poucos fundos bem surtida o bem efrogueada ;
esta situada em Imiii lugar por ter duas frentes urna
para a ra do QueimadO e oulra para a praca ; o do-
no a vende, por ler de retirar- se para (ora, a tratar de
sua saude : a Iralar na mesma luja.
= \e.idem-ic 2mulatinha de 12 snnos pro-
pri..s para se pilucarem e para mucamas de alguma
menina ; urna preta do 20 annos debonila figura ,
engomma. cnrielia laiade saliao e cose chao ; uina
dita de todo o servico moca p. r 380 n. ; urna par-
da de 20 annos. do bonita figura ; um prelo mui-
lo reforcado de 20 a 22 annos, perfeito ennoeiro :
na ra larga do Rolllio n. 24. primeiro anJar.
= Vende-te uina preta moca de bonita figura ,
t"in achaque algum ; no paleo do Coliegio, n. 31, te-
gundo andar.
Yo Atcrro-la-Boa-Vista, loja
de fazendas, n. 14 ,
vendem-se pannos pretos do efir fixi, a \t e 5200 rs. ;
meiin preto de duas larguras, a 1 -400 rs.; princeza
muito superior, a 1000 rs. ; casimiras dobradas, de
olgodo doquidros c listras, pelo bareliisimo pre-
co de 600 rs. ; brins dequadrote listrts de qualquer
cor, que o comprador quier pelo barato preco de
200, 220, 240, 320 o 400 rs. o covado ; hrelanba de
rolo com 12jardat, a 1600 n ; eassa lisa larga, a
280 rs. a vara ; e outras lazendas por mais barato pre-
co de que se leem vendido; e ot Srs. compradores,
que nio poderem vir em dita loja podem mandar bus-
car amostras tanta dcstat como de qualquer oulra ,
ue i-romptaii.enle Ihes sero dadas e juntamente o
seu ultimo preco.
Veodun-se 3 escravos sendo: um moleque.de
18 annot; urna preta, de 35 annos; um prelo, de 40
annot ; todot de nacao de bonitss figuras e sera
vicios nem achaques : a fallar com Jote dos Saotoa
Souia.
1
. < . ti
<'l
('
. <'!
'.1
-a
Vcndcm-sc bichas pre-
tas, t\c muito boa quali-
dade, c por preex) com-
modo na ra das Jru-
zcs, n. 41, primeiro an-
dar.
-^S^-*s V^
>o3-J*i
.


A*
ifa/A3 soasas
DE S. JOAO.
Papis de sortea de diferen-
jj tes qualidades, propt ios para se
| enrolareniem rchucados, para
os clis das noiles de S. Joao e
*^Jj S.Pedro, ou para se oTerece-
<^j{ rem em cestinha.s com doce
*$|jj! a quem quizer consult.tr a sua
j sorte; a qualro vintcns cada
'j^A papel : na praca da lndepen- ;r^
-> delicia, iviiia na. 6 e 8. IK
\ WW A WW s-
Roupocs, a a^SOO rs.
Vendem-se curtes com 3 covadoi e meio dcsta ei-
cellento la/enda por ser multo encorpa:|i e do mui-
la duraco pelo mdico preco de 1300 rs. ; casimiras
de 18a, com 3 covadoi e meio o corle a 1400 rs. ;
cotdes do Imbo da superior i|iialidade b 17(10 rs. o
corle de muilo bonitos vadroes : na ra do Collegio .
luja ii. I.
Vende se vinagre linio, a 45.000 rs. a pipa ; di-
to tranco, a 3.',000 rs. dita : na ra Imperial, n. 7.
sa Y'endcm-se rucias barricas com (arinba gallego ;
na ru do Trapicho -Noto, n. 8.
= Vende se urna ermacio de loja, propria para qual-
quer esta 'lelecimento ; na ra das Crozes n. II.
\ en de ni-se 3 casas pequeas sitas no. Coelhos ,
na ra ilo Jasmim que rendem un porrelo >o me/,
com bons roinmoilos por tiT 2 .la. 2 quarlos co-
zinha quintal e carimba, cada urna feilasa moder
na eacalmdas, ba 2 annos livrese desembarcadas,
por seren fei tas pelo tendedor, em chaos proprius na
ra da Concordia sobrado de um andar n. 5.
I
Vendem-se os muilo
superiorese mais modernos
borzeguins{jaspeados, fian-
cezes, para liomem; ditos &
pan senhora; os milito a- ,
creclados sapatoes de be- B
zerrt de ames de Susr ; I
dilos de tres solas ; um sor- |jj
tmenlo completo de calca- j^j
'os nglezes, para o invente;
mente do Aracaty tendo entre elles um perito cozi-
nheiro ; peonas du ema ; cera de carnauba ; sola ;
Lezerroi ; couios de cabra ; caitas de tartaruga lu-
do por pravo commodo : na ra da Crui aruiaiem ,
n. SI.
Vendem-se as RefleiSes do estado de finangaido
Brasil e a subslituicao do Irabalho dos escravos por
trabalho livre no Brasil por Uenrique Velloio de Oli
veira 2 olhetos a 600 r. cid* um ; na ra do
Trapiche, n. 34, segundo andar.
ContinuSo se a vender chapeos finos de castor ;
na ra do Trapicho Novo, n. fj. casa de JoSo Stewirl.
V'ende-se um armario grande ilous lialcoes e
urna carteira ; na ra da Cruz, n. 53.
=Vendem-se 8 escravos mocos ptimos para o 1ra-
balbo de campee da praca; 2moleques, do 14 a 16
annos; 2 mulatinhos bros para pageos, de 12 a 16
annoi ; 6 escrava moca* boai para lodo o servico
2 negrinhss de 12 annos, noito lindas para jerein
educadas ; duas pardas de 20 annoi boas para o
servico de urna casa : na ra do Ciespo, o. 10, primei
ro andar.
as lojas da ra Nova ni. 6 e 28 e na ra da
Cadoia do Rrcife o. 49 pertenceolei a liraga Sil-
va A Compmhia seacba um completo surtimenlo de
sellins de loda as qualidades; silhdci para montara de
senhora; lros; cabeeadas rolicas ; silbas ingleses de
patente; ditas chatas, de couro de lustro branco ; tal
lins e cananas ; barretinas ; espadas de todas as quali
liaoes ; couro de lustro branro para correiarnei de fu-
llleiroi e guarda nacional de cavallaria ; dito para ca-
olines d botas do criados ; dito prelo superior paro
raleado ; colclies de todas ai qualidades ; e (odas .
mais fazendas peilencentes as oDicinas de selleiro col
rhni'ir i, e uniformes militares: aonde tambem se fa-
"in o concerlio-se dilos objeclos com a maior perfoi-
' a.i e preco commodo.
Vendem-se, na cidade de Olinda, ra de Malinas
l'errcira ni. 5e 6 dous sobrados, que. afora a lar-
gura dos dilos sobrados, que lem 50 palmos de frente ,
li'in o...i-, (!0 palmos o uinial de largura na dita Ircnle
da ra e o fon..' i bu grande todos murados com
urna cacimba de boa agua que faz boa roupa de lava-
-i'in com varandas de ferro : a tratar na misma ra de
Malinas Ferreira n. 38, quo te vende por prefo com-
modo.
Km casa de Fernando du Lucca, na ra do Tra-
piche n. 34, acaba-se de reetber o leguinte : amai-
zas, cerejas, passas miudas de Corinlho conservas ,
como fruclai pecegoi, morangos framboises gro-
seillei ditas em latas de diversas qualidades vomp-
te de Livre perdrii, arli chols 'etc. pepinos e ce-
bollas em conserva de vinagre, as libras, azeitonai de
Sevilba ,iauvisses em banba salame de Bolonba ; es-
tes objeclossSo cbegadoi ltimamente no brigue Iran-
cez Amoiiou* : superior rh liysson e gunpowdre ,
dito preto ( >ourhsn) vinhos das seguites qualida-
des : Cherry Malaga, Madeira, Porto, Kheno, Bor-
deaui, llaut Karsac Cognac de superior qualidade ,
agoa mineral licores de diverm qualidades, aieife
iloce superfino charutos regala e oulros objectoi ,
que, como tudo o mais le vendem em porcao e a reta-
lio por preco commodo.
\ ende-se urna machina de vapor da brea de 4
cavados ; umaierraria vertical; urna dita para fazer
lijlos; um engcnbo para hestai; avistado compra-
dor se Is-r qualquer negocio : no Aterro-da-Boa-V ista-
n. 3, primeiro andar.
coro
i I
1 DEft PORTAS N?h
| sapat sdecordovo, de Lis- fk
boa, para senhora,a800rs.; B
g ditos de lustro, para meninas
j de 8 a 10 annos, a 800 rs.
chiquitos, a 120 rs.; e ou-
! Das militas qualidades de
calcado por preco com mo-
ja! do: na ra daCadeia do Re-
|fe cife, n. 35.
i
= Vende-ie urna venda com poucoi fundos muito
bem afreguojada e tem bons commodos para n orar
familia na ra do Fagundes n 7, a dinbeiro ou a
pra/o com boai firmas; vende-ie por seu doli retirar-
se para a Europa : a Iralarna meniiB venda.
Vendem-se ofli-.ios de N, S. dt> Carmo de S
Francisco de Assir. das Almas, e do >r. dos Afilelos;
na praca da Independencia Iivrarie, ni t e 8.
=- Vende-te pao de bano campeche e dontei de
marino ; na ra do Trapiche armazem n. Z't.
= Vendetn-se sacras de lannha Roa e grossa; ditas
de arroz branco e vermelho ; ditas de dito com casca;
ditas com milho : na ruada Cadeia do Itecife arma-
lem n. 8. |
Vende-se gelo ; no brigue ameri-
cano, que se aclia fundeado em lente da
escadinha da alfandega, onde se adiar o
bole do mesmo brigue, para conduzir
para bordo os compradores.
= Vende-se o superior vinho da Madeira, em quar-
tolesde 2 e 4 empipa ; na ra do Viga no arma2em
n. 4, de Bolle & Bidoulac.
na Veode-ie urna pon ao de esrrovos, que a vista dos
compradores se dirao ai habilidades, e verao as figuras-
urna prela parida de 5 niezei : na ra Nova, n. 21
primeiro indar.
- Venoe-seCERA EM VELAS do Rio-de-Janei-
ro, lorlirrento de I a Itjem libra ; na ra da Seo-
zalla-Velha. n 110
= Vendem-se as obras completas de Loiz de Cimdes,
em 3 volumes a maii rica e ntida edico que lem
appancido, pelo mais rrlodico i teco que be possi-
vel ; na tuada Cadeia do Recife loja da viuva Car-
dlo Ayres; e as livrarial da esquina da ra do Colle-
gio, o paleo do dilo, n. 2 ; pa praca da Independencia,
ns.6e8; no Aterro-da-Boa-visla, loja o. ll.
Vendem-secharutoi de boa qualidade por pre-
co commodo em caiai de 225. cbegadoi ltimamen-
te da Babia ; na ra do Trapiche n. 34 segundo
andar.
Vende se urna preta de bonita figura propria
para todo o servico, por preco commodo; em Fra-de-
I'on.i, o. 83.
Vendem-ic ricos chales e moios ditos de seda para
senhora ; li nr;oi de 6eda para dita a ig a 3i n. ri-
cos cortes de collete de gorguiio seda e de vellulo ;
ur.ivalas de seJa do ultimo gslo e outras multas fa-
zendas e quenquiiherias a previ muilo barato : na
prava da Independencia loja n. 39.
= Vende-so urna cscrava de nuc,&o Costa, dn 24
annos ptima quitandeira e serve bem a urna casa ;
um pardo de 22 annos, bomoanoeiro e carniceuo ;
um escravp de naci Angola de bonita figura de 25
annus bom trabalbador de eniada fouce e macludo :
na ra das Cru/.es n. 22, segundo andar.
ss Vendem-se spalos de borracha capachos de
todas as qualidades, esleirs de Angola de lodos os
(amanhos superiores navalbas a conteni ; na roa
larga do Rozarlo n. 24.
Vende-se um moleque de nacSo, d idade de 18
annos proprio para lo.lo o servico ; 2 cabrinbas, sen-
do um de 10 annos e n outro de 12 annos ; um pre-
lo de 30 anuos can.ieiro : na ra do Rozarlo venda
H
Nesla loja dai boas per-hinchas continuar-
se a venderos lindos cortes de cassa de cores, '
a 2600 e 3000 rs. ; ditos de chita os mais
Donilot padrdes e de paonns muilo finos a !
2800 e 3200rs. ; um grande sorlimonto de ma- <
dapolao.a2600.2900, 3, 3200, 3500. 3800, *J
4J.4500, 4800 e5s,e muito fino, a6000 n.; ^
um bello sortimento de chitas a 140, 160 e ,
180 rs. e muito fina, de creilhai, a 200 !
n. ; panno prato muito lino ; cortes de colle- '
le de gorgurio e de velludo de cores, o mail i
boniloi ; e outras multas laiendas como se- f
jan: casimiras, borlios, priocea e franklin.
guma sociedade por ter urna bonita caiza nve
da, e com mola, em que sustenta o mesrno poiU '|0"a-
por'preso o mais commodo possivel; oti ru4 d '
caa terrea n. 62. qo,li,
Vende-se ums escrava moya, so m vieioi
habilidades, bastante sadia e de bonita f..'
ra larga do Rozario n. 26, segundo andar "
Vende-se superior palha de carnauba- n
Crum. 64. ru d,
VendeTpe por preco commodo pir, c ..
certas determinaciies, um sobrado de 2 andire '
na Iravessa da Madre-de Deus, n. 7, ultimirneni'0"0'
dificado de novo e quo rende annualmenla .'"9
rs ; tambem se receben) algumai caas terreas e
ga ment : ba ra da Crui, o. SO.
= Vendem-se 2 moleques, lem defeili, ,^
de 14 a 18 annoi; na ra da Cadeia-Velha n <
Vendem-se 5 eicravot sendo : um ptgio
o servido de campo ; 3 pretil mocil, com hibil/j!1
precitai para caa de familia, urna engomma n*
parda ', de 16 annoi, cote e eozioha : no Daten i
tris, tobrado o. 4.
.000
no palio di Mi.
Ao mais barato!
Vende-se a 120, 140 e 160 rs. o covado de chila ;
superiores cortes de cesia-chitii pira meninas, pelo
mdico preco de 1000 n ; ditoi miiore, a 200p n. ;
ruarle azul de vara de largura a 280 n. o covado ,
de superior qualidade para vestidos de pretas ; algodao
trancado aiul mesclado muilo eneorpado a 240 rs.
o covado ; algodio7nhn americano largo, e de supe-
rior qualidade a 220 rs. a vara ; riscadioboa tranca-
dos boa laienda para meninoi a 200 n. o covado ;
superior camhraia lisa, de vara e tanto de largura, mui-
lo fina, a 500 rs. a peca ; ditai enfettada fins a
3500 ri. ; pecas do bietanba do linho de 6 varal, a
2800 n.; ditai muito finas a 4000 rs. ; cassai de
quadroi e luirs para babadoi a 3000 n. a peca e
em vara a 320 rs. ; pevas de bretanba de rolo a 1600
ra. ; superiores bretanhas de linho, muito linas pira ja-
quel.s. a 560, 640 e720 n. avara; pannmho muito
fino de vara e lano de largura a 3500 rs. a peca;
de
da ( mu i n. 39.
Vendem-se os corles da rica fazends a rainha yic-1'"?"'""* c"sin,ira laicas
tnria.os mais ricoi padroei, cbegadoi a e.la prava. pel0-'"
de cores fias prova de limSo pelo barato prtco de
4500 rs. ; cassa -chitas de bonitos p drOei a cores ias,
ocoite com G varas c urna quarta a 2500 rs e em
vara a 400 is. ; nscdus linos e esr'ocezes, de quadros,
e padrdel eiuai nanos cores fitas pelo diminuto pie
Presuntos
mperioret em qualidades, cbegadoi proiimimjrH,d
Hamburgo: vendem-ifl no armaiem do Guimirle h '
fronte da escadinha da alf andega.
Vendem-se tre moleques de mui lindii f[Mr
re 12 a 14 anoo-s de idade; um mulato de 24 lnn '
pouco mais ou meppi; urna mplata, propria. p,ri ^
do o servico de caja, e um negro de 30anoos, p0UcT
mais. ou menos; todos serri vicio nem achaquei;'(,, ru
di Cadeia do bairro de Si nio-Antonio, n. 26,
- Vende-se superior fog0
da China, em caixs de 40 cartas
por preco commodo: na ru di
(Jadeia de S. Antonio, n. 25.
- Vende-se um moinbo grande de moer caf Qm
torrador; urna balance grande com 6 arrobit de
pesos; dous taitoi, de arroba cada urna ; ludo junio
ou lepirado, por preco commodo: ao Aterro-da-Uoi-
Vista, n. 21.
Escravos Fgidos.
Continuio a estar fgidos, desde 21 da abril, di
hordo do brigae Mentor, o 2 escravos mirinheiro,
Jos, de nacao Gahao. representa30 annos, estalurabii.
la, e barbado; e Manoel, de navio Congo, repreiaoti20
e lanos annos, baixo lem barba : aquello loi deri-
vo da cisa do coronel Rento Jos da Cosita e foi seduc-
tor do segundo e conhecedor deila provincia : aoodi
te adiar he provavel le inculque por forro. Recoti-
mendi-se a todas ai autoridades ai iuai capturas, beei
como aos espilles de campo eoflerece-ie de grilifi-
cavo 150,000 ra. a quem o trouier reeonhecendo-N
serem o proprioi, o quaea te pagio na ra da Cadeia,
o. 45, em casa de Amorirn IrmSos.
Fugio, nodia 13 de meio o prelo Antonio di
Angola de 26 annos, pouco mais ou menoi illa,
barbado com urna empigem na testa, ligoal por on-
de pode ser bem conliecido : quem o pegar, leve
qual-
co de 2i0 rs. o covado ; al jodii mesclado entramado
a 180 rs. o covado ; liretaiiba de rolo a 2000 n. ;
riscados france/es muilo largos a 280 rs. ; algodao
americano muilo eneorpado, a 220 rs. a vara; ma-
dapoloes entestados, muilo linos, a 5800 is. ; uar-
le azul muilo laro a 240 rs. o covado; e oulras
mullas (alendas por prego muito barato: na ra do
Crespa loja n. 14, de Jos Praociico Dial.
\endem-se boriicbruli.s de retalia, princi
ecbecuuo todo mais em conla que em oulra
quer paite ; na ra das Crujes venda n 40.
Vendem-se 2 relogros sobooeles, patentes ngle-
zes sendo um depuro e outro de prala, e quasi no-
ves ; na ra do Rangel, n. 37.
v i nde-se um ptimo carrinho de duis rodas,
por preco commodo ; na ra do Aragao coibeira ,
n. 17.
Vendem-se cliapos do Cbile, mui-
lo finos, e pelo barato preco de 4s5ooe
5sooo res : na ra do Crespo, loja n. i/J,
de Jos francisco Dias.
quem o pegar, leve a ca
eicellentei pididei, lia deten senhor, Joaquim da Silva Castro na ra di
grvalas de lelim preto | Cadeia de S. Antonio, n. 21 que recebera 60,000
ae .Macan a 500 rs, ; lupermr brim trancado bran- n. de gratificacin
co, fino, de puro linho a 1400 n. a vara; esguo
muito lino a 1600 rs. a vara ; meiai para senhora a
280 rs. o par ; madapoles muilo finos quasi,iguaes
ao panninho chamados de jardas, a 5500 n. a peca;
e de oulras muitas qualidades por precos mdicos :
adverte-sej.os compradores serem estas fazendas Um-
ps, e de I) as qualidades, o alm deslai fazenda ,
eiisle um aortimenlo completo e por-meoos proco do
= Vendem-ie varios escravos, cbegadoi proxima-
=V ende-se um carro americano, de 4 assenloi,
para um ou dous cavallos; na ra do Hospicio e.. 22.
Vende-se, na loja do Sr. I'omoteau culileuo
no Aterio-da-Boa-\ isU n. 5 urna copia feta em
Roma da virgem de Raphael propria para repella*
Na ra Nova, lo|a n. 35, junto a fundico de cal-
deireiro se ach um grande lortimento de mullas di-
versai faididas para vestidos entre ellas lindos cor-
lei da muilo superior barege, faienda ella de
muilo bom gosto ; lindos coites de casis com listras
de seda; cortei decasia-cbitai ; cambraias adamasca-
das padies muilo lindos, para colimados de cama ,
setim macao de muito boa qualidade, pata cutete ;
corles de cbitai de muito bom gotto ; dulas frenre-
w, de muito boa qualidade ; cortei de setim lavado,
para vestido ; setim liso de diversas cre; merino pre-
lo muito bom ; princeza ; corles de cilcii de caii-
miras luas e de quadros; corlea de tarlalaoa de lindos
pedroei; rucadinboi francezei ; cortei de cana muilo
lina, com 6 varai ; cambraia lisa muilo fina ; esguio
muilo lino ; brelanba ; e oulras muitit fazendas, que
le veodend por prevo commodo.
=Veodem-se os diccionariosde latim e franeei.de fran-
cei e latiov, tambem o diccionario grego e francez, de
francezegrego, da decima-terceira edico obra mu
rica e ultima hlteratura ; na ra do Crespo, n 11.
Chegrao livraria da esquina do Collegio on-
de se vendem, alguna ezemplares do diccionario de trie-
rapeutica publicado, ha pouco em Portugal pelo
doutor Joio Ferreira da Silva Oliveira 1 v. em
lo, de 2 columnas.
le em outra qualquer parte : as lojas da ra do Col-
legio n. 1, e na do Queimado, n. 5.
PARA ENTRETENIMENTO AS NOl-
TES DE S. JOO ES. PEDRO.
Ka praca a Independencia, livtaria
ns. (5 e 8, vencJem-se os segnintes livros
de sorles : Acasos da fortuna, ou livros
de sorles divertidas; as quaes se mostra
o estado, riqueza, herancas, amizades.
&c, que lia de ter quem os tirar ; e
augmentado com o melhodo de fazer ver-
sos por meio de dous dados.
Livro dos Destinos, para ser consultado
em a noile de S. Joao, escripto pela infalli-
vel Sibylja, a qual promette grandes dons
a quem a consultar.
Divertimento campestre simples, ou
Descobrimento da sorte de cada pessoa; tra-
zendo no fim urna parte da mylhologia
dos deoses labtilosns.
Kovo divertimento, que conten duss
partes: primeira, livro dos Destinos, nova-
mente escripto pela Sibylla de dimes;
segunda, o Manual de afguns jogos de
sociedades, ou prendas.'
Estes livros sSo inteiramente diversos
unsdosoutros, eofferecem o mais innocen-
te recreio s familias, as t3o festejadas
noites de S. Joao e S. Pedro, sendo inse-
paraveis dos bolos, para cujo consumo
concorrem grandemente.
v ende-ie urna caa de 2 andare, aa ra dai La-
rangeirai, n. 5 e oulra tambem de 2 andares, na ra
quar- |da Moada o. 13 ; quem ai pretender, anouocie.
Vende-se um bom porta-licor, ptimo par i-
Oabaizo aisignado morador.em Olinda, na
ra de Matbiai Ferreira rogaa todas ai autoridad!
policiaca e man pesioai a apprebensSode urna escra-
va, de nome Luzia com os signaes leguinb 11 crioo-
la de 30 e tantos annoi, bstanle alta eipadaud,
eita magra desdentada na frente da parte superior ;
tem urna cicatru na face eiquerda e no rosto, em om
dos lados, urna marca,que parece ser queimadura, eqoi
pouco apparece ; levou um papel no qual declaran
600,000 rs. ultimo preco e o cobre-nome Guodoi;
labio deide o dia 12 do correte ; quem a pegar ser
generosamente recompensado = Antonio Joaqun di
AlmtiAa Guetlii Alcanforado.
De bordo do- l'a(acho Conceic&o
fugio, em j5 de marco do crtente anno,
o mulato claro de nome (liristovo, es-
clavo de Boaventura 'Jos Rodrigues,
da praca do Dlaranhao o qual tem por
signaes : estatura baixa, cheio do corpo,
cabello annelado, tem as nadegs alguna
signaes de castigo, de idade de M\ a 35
annos, he ollicia de alfaiate ; e consta estar
trabalhando, pelo o/licio, para a parte di
Boa-Vista, tambem he marinheiro de go-
verno, cose panno, e he cozinheiro:
quem delle tiver noticia ou apprehender,
queira dar ou leva-lo ra da Moeda,
no bairro do Itecife, defronte da, casa
n. xj, que ser generosamente recompen-
sado.
- Fugio, no dia 11 do crrante, um prelo, de co-
me Antonio de naci Angola, representa 28 anoos;
levou camisa e calcas brancas ; temos lignaes seguin-
tes : alto, cheio do corpo, rosto comprido, pouca bar-
ba ; quaodo falla he com ar de riso ; lem um dedo d*
urna das mu os um tanto ncolbido pea, apalhetarfo*.'
roga-ie a todas ai autoridades policiaca e ai pessoas, por
quem possoa ser encontrado de o appreli-odereni a
manda-lo levar a leu seohor Jo.quimJos Uiai Pe-
reir, no Aterro-da-lloa- Vista n. 21, que so te-
compeniarS.
Fugio, nodia 22 do correle, as 3 horas, usss
preta cnoula de nome Domingas, de 30 annoi, pou-
co mais ou menos lecca do coipo, com falta da deo-
lei; levou veslido de chita de listras escursi ja des-
botado : quem a pegar, leve a casa de Joio Miguel da
Coila na ra da Cruz n. 48 que ser bem recom-
pensado.
PEB. Jj^TYP'.- Dfe f. r. DE FABA 1846


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