Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08302


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Full Text
Auno de 1846.
Sabbado SO
0 DIARIO publici-se lodos O dias qut nao
fortn de. guarda: o prer.0 da signatura lie de
iJOOn rs. P01' 1uarte'i Paf(s odiantados. Os
'nuncios dos assigoantes o inseridos a ralo
j, jo ris por linua, 40 ris eii typo diflercn-
e as repetirles pela metade. Os que nao fo-
rero asignantes pago 80 reil por llnba, e 160
eBi typodillereott.
PI1ASES DA LOA NO MEZ DE JUNHO.
(rscenle a 2 a boras e 9 minutos da aaanba.
i'u rlisi a 9 a I hora 15 mininos da tarde,
lljooosnte" '8 horas e 17 min. da manha.
i.,, nova a 23 as S horas e 27 mi. da (arde.
PARTIDA DOS COBREOS.
Goianna e Paraliyl*, Segundas e Sexas i'eiras
llio Grande do Norte, cl.ega as Quartas I'eiras
ao meio dia t parte lias mesmas horas as
Quintas I'eiras.
Cali, 9erinhaem, Rio Formlo, Porto Cairo e
Macer, no l., 11 e 21 de cada mu.
(Jaranlimis e Knuito a 10 e 24.
Boa-Vista e Floros a Me 28.
Victoria as Quintas feicas .
Olinda todos os dial.
PREAJUR DE HOJE.
Primeira as 2 h. e 6 minutos da tarde.
Secunda as 2 h. c 30 minutos da manha.
de Jim lio.
Anno XXII
N. 15.
DAS da SEMANA.
I & Segunda S. Vilo, and. do J. dos orf.
edo J. do C, da 2. v. do J. M. da 2. v.
IV Terca S. Auieo, and. do J. do civ. da I.
\f'i v-> '" *" "le l,J1'' !- -'"- ^e '
\v 17 Quarta S. Thcre:a, and. o J. do civ. da
* '-'. vara, e do 1. de pax do 2." disl. de t.
18 Quinta Leoncio, aud. do J. de orpbos, e
do I. municipal da I. vara.
I .Sexta ^<.i< SS. Corarn de .'"SUS, S, Julia-
na de Falcoiiki:.
20 Sabbado S Silverio, aud. do I. do cirel da
I vara, e do J. de pal do i.* dial, de t.
21 Domingo S. Luii (Jonzaga.
CA Minos NO DIA i a DE JNHO.
Cambio sobre Londres 2n '/.^ d. p. ij
l'aiii 1S0 ris |>or franco.
Lisboa 105 /. premio Mir
Dse, de letrasdelinas fumas I p '
DuruOnras despatilllas.. 31 J.oin
Modas de Ojian vri.
i u de i'.>toi. nov.
de Ijonu..
Prnln Palacoess. ....'...
a Pesos coliimnarcs.
u Hilos Mesitanos.
Muida..........
a 0 .1.
mez.
anmez.
|}IM
loftoo
'I-'.'II.
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JfOOO
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Acresda Coinp. do Hehcribe de 10JOOO aopar.
16 ,- ... i
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84000 .1
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DIARIO DE PERMAMBUCO.
* INTERIOR.
Rio-de-Janeiro.
DISCURSO,
Qt'B BM A CMARA DOS DEPCTADOg PRONUNCIO O SR.
D. MANOEL, A SF.SSAO DE 16 DE SIMO
PRXIMO PASSADO.
Sr. presidente, eu nio leoclooo oceupar a attenrio da
cmara, dtseorrendo aobre todaa aa rubricas do orea-
mrrito do imperio ; lirnltar-me-hei a quatro: 1., ins-
truceio publica considerada noa seus trea d Ulereles ra-
Ifoi; 2.*, co'loniacao ; 3. cathecheie o cvilisacao
doi indixenas ; i.', obras publicas.
Convencido de que a primeira necessidade do pait he
a IDI morelidade, eu nlo posso deiiar de chamar em
particular a atteocio do governo para os tneioi de a
promover, arrancar o pait do estado, em que Infeliz -
mente se acha. Un daquelles mel he, sem duvida, o
derramamento das lotes por todos os pontos do impe-
li, he o mel, de que se oceupao, com especialidsde,
aquellee ovemos, que s teem em vista, nio o egos-
mo nem o espirito de partido, mas os verdadeiros e le-
gtimos loleresses do pait, e a gloria e honra de seu mi-
me. Esse famoso imperador da Aliemanha, Jos II,
dina constantemente em soas cobversaedes com os seus
ministros : a A miaba maior gloria consiste em con-
correr, quaoto me lor possivel, para a lllustracio do
mi u imperio ; he para este ponto, que voa ordeno, que
principalmente deis toda a vossa atteneao ; porque, em
quinto a Providencia me der momentos de vida, nurffca
o perderel da vista. Bu desejava, que o governo do
Brasil seguiste nessa parte os dictantes e eiemplo desse
monarcha, aoqoal sem duvlaa nao falleca vontade neo)
deifjo de fater prospero e felli o teu povo.
Senbores, eu vejo, que todos os ministerios se oceu-
pio em seus relatnos com a Instruceio publica ; mas
desgracadameote tambero observo, que he um objeetc,
ao qual, na pratioa, multo puuco se allende. Quem di-
r, que o imperio, que conta vlnte e tantos annos de
etistenoia poltica, ainda nao tem na stia capital urna
universidade 1 Entretanto, todos os ministerios teem
reeonhecidn a necessidade da creacao de um tal estabe-
cimento. Tempo houve, em que o governo pareca que-
rer cuidti seriamente de tao importante objecto, e at
no senado fui apreseotado um projecto, creando urna
universidad* nesta cnrln ; mas nio sel, por que falell-
dade um ministro de estado pedio adiamento daqueile
projecto, prumettendo olTerecer outro, de que se occu-
pava o conceiho" de estado, projecto, que at liojo nao
ppsreceo! Coro deiprazer noto, que no relatorio, que,
ba poucos dias, se apresentou nesta casa, nio se falle
nene objecto, nlo se chame sobre elle a particular soli-
citude do corpo legislativo.
Com eflelio, be fatalidade, que preBramos os inters-
su particulares de urna ou de duas provincias aos int -
resses geraes do Imperio 1 A rasan principal, por que,
no meu couceito, esse ministro pedio o adiamento do
projecto do senado, (oi talvet por considerares para
com alguos dos representantes da naci pelas provin-
cias, onde se acbio ectabelecidos cursos jurdicos, os
quaes representantes nio se mostrio muito inclinados
ao eslabelecimento de urna universidade na curte, na
persuasio de q Je Ocio extinctos os ditos cursos jur-
dicos.
Se a rssio do adiamento do projecto he a que acabo
de eipeoder, parece-me, que ella nio tem grande fun-
damento, porque os interesses geraes do pait nao de-
vem ser sacrificados aos interesses particulares de duas
provincias ; e digo rr.cimo, que a honra e gloria do paiz
eiigem a creacio de tio necessario eslabelecimento.
Eu, Sr. presidente, nio quero agora demonstrar a
necessidade da creacio de um tal eslabelecimento ; se-
ria abusar da paciencia da cmara diier cousas, que
nioguem pode ignorar. Eu nio quererei apoiar a mi-
nlia asserelo com eiemplos do que re passa no velbo
inundo, porque o velbo mundo couti centenares dn se-
culos de existencia ; mas ntreos notsos viiinbos da A-
merics bespanhola nos vemos,que em slguns dos estados
ja etittem universidades fundadas : o Brasil at boje
Dio tem na sua capital urna universidade. nem mesmo
ba esperanca de que ella se venha a crear! Ora, quere-
ra o ministerio actual trllbar a senda de seus anteces-
sores? Querer ceder i tnesqulnbas considerares, e
deltaro imperio sem um tio til, tio necessario este-
telecimento ? Espero, que nio : espero, que o governo
convencer a eises Senbores, que, levados por nimio
mor a suat provincias, persuadidos, que o estabeleci-
inento de urna universidade talve faca eitinguir os cur-
sos jurdicos de S.-Paulo e Olinda, que o governo, di-
go, laia conbecar a esses Senhores, que he necessario
uor de parle considerares particulares, para attenderao
orn geral do impeli, isto pelo que toca i inslruccio
'uperlor.
Pelo que dli respelto i Inslruccio secundarla, o que
he ella no nosso psiz ? Qoasinada : na capital do im-
perio ha, be verdade, um eslabelecimento, que mullo
hooia ao governo, que o lundou, eslabelecimento, que,
Pelara ato ter anda aquella rtgulandade, queesta-
Mecimeolos de tal oaturea teem nos paites cultos da
Europa, todava j val imitando a alguna, e he de espe-
rr, que a mi do lempo, a solicitud do governo e do
erpo legislativo o tornem um vi rdadeiro collgio de
'nitruccio secundaria, a maneira, por esi.mplo, do col-
lo de Heorique IV e de Luis XIV. Mas, Senhores, o
la ba a ostruccio secundaria, dada por esses colle-
ios, que exlstem no Rlo-de-Janeiro ? Eiamioai-a, e
res ero geral, sslvas algumas excepedes, que se di
por promplo um moco, que Ignora quasi os primeiros
rudimentos do ltiro, do franeei e do mais, quefrma o
cuiso da instruceio secundaria ( apoiadot). E nio he
'"do, Senbores ; isto he muito pouco em comparacio
do que vou diier. Iolerrogai os meoioos sobre a con-
ducta moral desses collegios, e vs Acaris arripiados
00 que ellea vos contarem I Os mocos sabem de casa de
seus psis com aquella moral propria de meninos, quo
recebrio a melhor edueatio, e em poucas annos se
pervertem ; e porque ? A rasio hadara ; porque o go-
verno nenhumi flscalisae.ioexercita sobre taes collegios.
O Sr. Meirelles : Apolado.
O Sr. I'. Manod: Apparece no Brasil umestran-
geiro, em quatro das aluga urna casa, aobre cuja porta
pde urna tabolela com as palavras Collegio de ins-
lruccio de meninos ou meninas : os joroaes annun-
ciio, que ero tai ra eslabeleceo-sa um collegio coro
tantos ramos de instruceio secundaria. A' primeira vis-
la todos flcio seduiidos, suppondo, que, com effeilo,
vamos ter esses lamosos collegios particulares, de que
tanto se ufana a Franca : nada disto ; maia du/a de
charlalies, que sabem pouco mais que os mocos, eis os
mestres, els os profassoret!...
O Sr. Meirelles: Muito bem ; est direito.
O Sr. D Manoel: Agora perguntaria eu : nio es-
t o governo obrigado exeresr sobre esses collegios
una salutar Bscalisacio ? liir-m.i-liii > alguns : nio,
porque a liberdade da industria he tio lata, que o go-
verno nio pode metter mi nssj ; mas eu Ibes respon-
do, que nioguem tulhe ao mercador vender suas merca-
dorias. Mas Aliiuem d direito ao mercador de vender
veneno por pao ? Nio, applical o caso : ninguem pro-
hibo, que uro bomen), sulllcientemente instruido, com
boos attostados, tend) solTrido um exame, eslabelcca
uro collegio, e oo caso de haver nelle moralidade, de
preencher o Om da iostituicio, continua oesto ramo de
iosdustris ; roas, por ventura, podar o governo Bear
tranquillo, quaodo sabo, que oesses collegios, em lugar
d'mstruccio e de moralidade, se adquirem mos hbitos,
se tornio os homens perversos dede os seus mais ten-
nis annos ? Por ventura a constituicio, concedendo a
liberdade de industria, poda nunca prender os bracos
do governo para exercer salutar Bscalisacio sobre laes
collegios ? Nao era possivel ; mas pergunto, exerce o
governo essa Bscalisacio ? Deseropenha a cmara mu-
nicipal um dos deveres, que Ihe Incumbe a lei de sua
creacio ? Senhores,. he urna desgraca Nio sei como
anda ha pais, quo se resolvi a entregar seus lilhos a
bomens ignorantes, aos directores de taes collegios.
Passemos, Sr. presidente, instruceio primaria.
Ah, Senbores, as cousas apresentio um quadro ainda
muito mais lgubre! Objecto de tanta magnitude, que.
tem at boje oceupado nio t a attenco de todos os
governos, mas tambero as lucubraedes de muitos sabios,
a instruceio primaria, est entregue no oosso pait ao
peior estado, que se pode imaginar I Nem professores
habis, moraliasdos, nem competidlos adequados ; nio
s a aprendizagero dos rudimentos, que forman a ins-
truceio priniaria, senio tambero a cultura dos meninos
pelo que loca moralidade, nada disto existe Alm
disto, nio ba a menor fscalisacio ; aa cmaras munici-
paes, que parecetn nao ter existencia para se oceuparem
de objeclos desta monta, remettem-so ao silencio ; o go-
verno nciibuma fiscaliSBcaoexerce, a nio ser talle! sobre
urna ou outra aula, que est prxima capital. as
provincias, Senhores, be, em geral, tal o estado da ins-
truceio primaria, que os presidentes, por mais activos,
por mais telosos quesejao, nio podem exercer fscalisa-
cio, e digo mais, nao podem acb.r bomens, que se
queiro encarregar de urna tarefa lio laborioss, por-
que, com efleito, no nosso paiz o magisterio de primei-
ras leltras be muito mal recouipensado. Mas, Senhores,
conbecemos todos o estado,em que sescha entre nos es-
te imporlantissinio ramo do serviio publico, e nio pen
sainos nosmeos de lira-lo desle estado, e leva-lo ao
ponto,em que deve chegar, anda que lentamente Por
ventura diflkil be melliorar, e melborar consideravel
mente este imporlantissimo ramo de servico i' He jus-
tamente uro dos objeclos, sobre o qual mais se tem es-
cupi, e de urna maneira salislacloria. Em verdadu.
lodos podem colligir as bellas ideas, que se encontrao
ja nos escriptores, j mesmo nos rexulimentos exped
dos pelos dillerentes governos.O imperador, de que, ha
pouco, lallei, dava tal impoituncia a este ramo desrti-
co publico, que consultou a diversos escriptores sobie
elle, e depois de colligir as dillerentes opioides assen-
lou, que o nico meio de melborar a instruceio prima-
ria de seu imperio era o estabilecimentuda esrulas nor-
mis uos principaes ponlosdelle: dessin escolas he que
sabiio aquelles, que se dedicavio ao magisterio, lando
lodosos requisitos, que os regulemenlos exigiio ; e nio
serio subejamente compensados com ordenados, io-
nio tambem com honras.
Ora, Senhores, esto systema be o que justamente me
parece atado ; eu desejara, que o governo tslabclecrSie
nesta capital urna escola normal, tato be, urna escola
dirigida por processos, que tendi a facilitar a Ir. dicio
dos rudimentos das sciencias, e ao mesmo tempo a com-
prebeosao e loielligeocia das pessoas, que a ellas se de-
dicio. Nesta escola, dirigida por um homem de r| U-
lacao illibada, de coobeciuientos vastos, a quem se de-
varia gralilicar com geuerosidade, se devenio habilitar
todos os mocos, que se dedicatsem ao magisterio. Ha
ainda urna ideia, que devia ser aproveitada, e para a
qual nio recuso o met voto, isto he, chamar das difTt)r
recles provincias mocos de boa moralidade, com talen-
tos paravirem estudar na escola normal os conheci-
me'nlos piecisos, e depois traiiimilti-los mocidade.
Nio duvido, que leria necessario fater alguma deipe-
zi, mas ella despeta seria amplimeote cou.Le.nada pe-
la .mmen-a vanlagem, que dallas deveria resultar ao pait
e I moralidade publica,
Eu com islo. Sr. presidente, oio quero diier, que
excluimos todoi o bomem babeii e moralisidoi que
queirio eslabelacor eolb-gioi no nono put ; o que dese-
jo be, que o governo nio s exerca Sscalisacio sobre ai
aulas pagas pelo estado, senio tambem tobre as aulas,
pin as quaes o estado nao concorre, que sio mantidas
pelos honorarios, que os respectivos piis ou directores
pigao aoi mestres, que edueio seui filhos. Se por ventu-
ra o governoexercitasse esta salutar fscalisacio, nos nio
veramos o que infeliimento vemos ni capital du impe-
rio : eu estremezo. Senbores, qutndo miro o que se me
conta, c du certu nio ba de ser nesics collegios, que he
de educar meus flhos ; nao os quero wr corrompidos e
perdidos.
l'assarei, Sr. presidente, i catechese ecivilisico dos
indigenss. Mu entondo, que he este um dos objeclos,
que,ern geral,pouca atlenc;io teem merecido do governo
edo corpo legislativo; as provas, que para isto lenho,
he o estado deigracado desses infelizes, meimo nal pro-
vincias mais contiguas da capital do imperio; e ai di-
minutas quotis, com que o enrpo lei(islativo tem con-
currido para esto importante ramo do servico publico
Al o anno passaJo se consignaviu nao sei >> n ihi!,
de ris para a catechese e civilisacio doa inlig''iii ; eu
disse de meu lugar, que Isto era a i lea mais triste, que
se poda dar, do pai/; que melhor eia nio paitar t>! ver-
ba do que volar 6:000,1 de ris | ara a civilisacio do mi-
Ihare de nle/.es. que vivem errantes as maltas. He
vurdade, que depois de certo lempo a esta par; as cu -
sas um puuco melhorrio, digo um pouco, porque nao
melhorlrio como deviio. Nos conhecemos pralicamen
te, que sem a coadjuvaco das missOes a catechese se-
ria nenhunia, nenhum passo daramos para este lim ;
entao o corpo legislativo sabiamente conredeo loteras
para com o seu pioducto chamar da Europa eises padres
to respeitateis, para virem calecliisar o> Indios do nos-
so paiz. Com elleito, Senhores, alguma cousa se vai lu-
cranilocom sto ; mas tio diminulo he o nunieio por
ora dos missionarios C.apuchinbos, que sao apenas sen-
siveisot beneficios, que teem vindo a catechese.
Quanto civilisacio, nio ado grande difliculJade
em civilisar os IndivS ; nao be s com pomposos reg-
lamenos, em que al 8o dio honras de brigodeiios, le
nentes-coroneis, etc., que bavemos do conseguir aquel-
lo fin ; be mister fazer uiais alguma cousa.
Senhores, para mostrar aos indgenas, que o seu es
lado he mo, compre, que lies eipeimientem todas as
vantegens da vida social: isto he do s mples inttiioAo.
(guando moslrarmos aos indgenas, que a sua posico
no estido da sociedade e muito superior posico des-
grac-da, em que elles vivem nas maltas, nsem breve
vcren.os ai no-sas cidades e as nussas villas povoadas
por oaaea individaoi ; e qoal lia Meio, Sr. preiidenlef
Daaldeamantoi; < metmoi, qua applaodirlo eztinc-
cn doa jeauitaa nao negarG, qua eilefo o mciu roaii
proBooo, .!' qoe elle u lervirio para civilisacio dos
Indigenai por comequeneia ippliquorooiqaantiaaain-
da meamo conaideraveii, para que o governo pona ti-
toriiaraoi prndentela mandar fiteraJdeamentoa nos
lugares mai. conliguoa s luatlll, em que vivem aquel.
lea deigrseadoi. Rio crrlaroenio; naila'deromoi ape-
rar "em querer do Irabalho do ludios de maior iilado
falto d'i que llio he mais naaeilirio ; cu desejava, pnr-
tanto, que nlio si'i sodiMtu no jjoveriM u quo ello podo,
mas a'e, o fosse posiivel, maia vot.inoui m, Siuliorc*.
o ffiivernu deve-se aompanatrar aita aramia verd.nli^
lilla as bises, aobro quo dovom Blisntarie os projoolos
no nelhoranentni materiiea, mornoi o intellaolaaea do
paia.aln ednoieln publica, bm vina do ountrounioaeiii.
intmiliiec.i'i de braaua livrea. Sio eilaa ns objnct,,
aobre il quaea o governu deva l.iuc.ir as Stiai vislaa ruin
urgencia, o Ihe peoai enoarueidansenta, que veja so po-
do passnr no sen.nl.i a pr^puota, quo f.ii denla cmara,
aajiraealoniaaalo, parquea btuara vai deflnhandapM
falta do braOOSt e so atienda as modulas, mo au teem
ampregado para nbatnr u traftoo, eoBvanau-ma de qua
om brava eliv testara ; c cria illa nm.i felicid.ide, se,
por ventura, ugivoruo o o corpo Icjimlauvu tivoaiom
niiniprid.i aaaaprlnflpaca devoraa, cutre os (paos esta-
rn rasar, in^o depois da indepandencia, lea adeauada
a ovloniaacln, !:-. quo aasegarasioin ao aatranajelra
inelbnr bem-eatarda que aqnelle, quo su liiu nercoe.
I,mili.ii ci aqui as niiihai renexffea acerca dua poflloa,
|un indii|uoi no principio du mou dlaOUTeo. Agora,
oslo po nao estoja prosouto q Sr. iiiinilro do impe-
lo, diroi algaini COIiai acorra do pr igr.uniua do ini-
nisiorio, e das reflcx6ai| quo par oooilila ilelle se tiio-
lo u.i cmara.
Si'iiliuros, ou eonfllo, que, qunndo uiivi au Sr. mi-
uisiro da inalica, aohci o prngraniiiia niuito juato, mui-
iii bello, A exeonoaoda cunstituiclo, a obsarvauoii das
leis, a eoneiliafiu ; nada mala bollo | Acraditei, i|uo
mltava o Braail ana dial du reinado do Saturno ; mas
i|ii.iii'Jn o mesmo Sr. ministro us disse, que ustu era
priigramma do minutario panado, que ministerio
actual noria continuador d.i polilioa do gabinete passa-
dn, reonei. uve md. Entreunta jalgaai, que fusso um
la|inii to lingoa, pnrijue julgo multo lioneslo o Sr, mi-
iiii.li i> ila iualjaa, para ser conliniiador do tal pninira.
Ella piagrmala fui etpliaadu por don* dos Sr. minis-
lro. pelo Sr. ministro du imperio, e pelo Sr. loioutru
da fatouda,urganiadur daaolual gibinato ; acata ot>
plloarjn ful, que na BOCeglIll.
Senhores, eu devo distinguir duas opinas do minif
leiio passado : a poca, em que o ministerio loi urga-
nisado com seis iiiembros, lies dos quaes sabirio, ea
poca, em quuentrou p.ira o ministerio o nohre depu-
lado por MinasGerars. I.u nio quero farer accusacei,
quero fazer urna re.'leao, e refl lio para lecer um elo-
gio ao n.lino diputado, islo que hoje nao h mionlro,
o eu nao goslo du louvar ministros em (rente. Nio me
orcupare com os actos do ministerio, atea poca da
entrada do nolirc deputailo ; mas, para mi tu, nao pa-
dece a menor duvida, que, quando o nobre deputado
por linas entrou para o ministerio, foi com o lim de
sosegar a muita gente, quo eslava desaioccgada, para
por termo a um systema, que nunca mereceo a mioba
ipprovieio, eque na tribuna nio ccosure acremente
por consiileruvoes, que no podem escapar aos Srs. de
putados; no que eu liiesse opposi(io ao governo, por-
ue entend), que um deputado consciencioso nio pude
In/er opposi^'io ao governo, entendida a opposicio co-
mo eu entendo o como eiitoiidem muitos. islo be, nu-
iato acriu nei eaiaria
que cual qiili'ti >}io *"V
mesmo sem
F..I
i astea devemoe dar-lhaa todos oa oommodoa, sem exi-1 gr ao governo do pait, qualqucr que seja, o meios
iir dellcso menor nioniniudo. lie com os moco, qnel necessario para fuer marchar a adminislratio pu-
lios onnliouaremoi i obra doa aldeasMotoa, das plan-Jb|IMi
Eu nesta parte sigo a opiniao de um dos homens mais
distinclos, mais traquejados nos negocios, que > u co-
ndece; f< lio de Uailleuil. Di/, elle que he dado ao
liepuladu iiju l censuiar ao governo in.s accusa-lo ;
nao le he pernnltido recusar sua conscicncia enlonde, quu lio precisos para facilitar
o andamento e marcha da udminislracio. I'.sta opiniio
!cz-me tanto peso, que eu bem depresia fui comprar o
livroe li-o com a Dtioi avidez, porque ha muito lem-
po, que nao lia um litro, que roe enchesse tanto as me-
didas. E nesta parte eu divo tocer um elugio a oppo-
snaoda casa o anno pass. do, porque tal loi o seu pro-
cedimenlo;censuruu lorleiiienle ao governo, mas conce-
deo-llie os meios, que pedio para administrar o paiz :
esta manila be verUadeiramenle constitucional.
Senhoies, anda repetirei a expressao de um bomem
dislincto. Quando na cmara Irance/a so Iratava do or-
can.eiito, um deputado disse : Este governo be o
maior tyraono, que tem pisado o paiz; eu nio Ihe dou
um sei til, nao Ihe dou nada. Entao um deputado,
creio, que De Leure. leantou-se e diise : Eu nio
hei de dar ao governo oque elle pede, s porque elle
pede; mas eu deto diier, que o nosso direito nio che-
ga al negar o orcamento, podemos examina lo, com-
bina lo; masa carta nos ordena, que filemos a dei-
peza, bavemos do lia-la, nao bivenios deixar o go-
verno sem meios de administrar o piiz : nos que nio
temos conlianca no governo, bavemos de examinar ai
verbal urna por urna, bavemos do fazer ai leduccdes,
que julgarmoi uleis eo pai/; mas o seobores, que teem
plena conlianca no goveino, dem-lbe tem eme to-
do us meios. tudo quanto elle pede; eu nio. hei de
dar s o que julgar necessario para admioistrar o paiz.
--Estai autoridad*!, Senbore, me lirmirio maiie mais
no proposito, em que eslava e eslive len.pre, de nunca
negar ao governo o meios, que eu entender necessario!
para farer marchar a adminiituc,io.
Agora, deiando eite incidente, voltirei ao oobre
deputado por Minas. O nobre deputido entran-
do para o mioislerio, quiz fazer sem duvida uro ser-
vico o paiz quit encelar a poltica da conciliacio,
i tanto assiro, que leve a lelicidade de merecer os rea-
peiloi, issympalbiai de lodos os bomens, quo eitavio
em oppoiicao ao ministerio, de que elle fatia parte. Es-
lacoeaparaoseuaiiatenlo e de seus |...... Dcsla manei-
ra, Se.....es, cuereo, que a civili-acau daia panol
raidoa. o que em pouco. annospndereinoaarrancar das
mana, la.........MitM, '..... ncllai lu.li.l-i.. Ora. pan
Hiladas lommil: NAo; oieio,
erioroi s nossis torca, e
saerifloio podem.> obter o lim deiejulo,
Po7tant."'se.......ca, a oalcolicae o civilisacio do. indi-
>ania eoniitiewu daos pomo : o primeirn, lia ehainai
es.o. reapeiuvel padre, que se dedico com tanta fer-
*pr i caieoheao: nao Umoa entre no eooleaiaeluwe, o
iiiimer.i dellea !"- diminoi, nem meamo ohcglo para n.
Fuurcoai narachiaoa, poique proiinoiai ha, om que al-
.una freuMii '" l''lau providaajde panilioa, por
ralla de pudro. ; .oicluine.ile u........" pal, .. .ejJ p..r
,.,. do eduoeclo,.... seja porque o calado clericalInt..
nlleieco fauUgem, pao........d|saaa dedicaos elle. M-,
Seuhure, ho aeceaiaria loppnreata talla, ho necean
no remediar Uta mal, rlia..u.i..ln para aqu o. vc.dadei-
roa caiecl.i-tas, que ." us bsrbadinhos.
larei agora sobre a CuluoilieiO. lie para lastimar,
eudo e.la una da mais urgelllei occeilidaS do
incluida! I'ass.ni nesla casa un
que,
nail, ainda nao estoja
.roieelo .obre a OoloiliWClu ; val para o .enado, ab.
un. romm...l c.peeial apieaanta emenda, nu. o go-
rerno dii, que q1'"- meditar ..bro a uiaieria por ma
acia da; do-ia-lho o ni. da e mua, e o governo
ainda nao medilnu, ni aa apresa en. pedir au prn-
denle do .enado, que d para ordena do Oi.i .lo objec-
lu-demodo que por ora nao temos nina su medida,
un. .6 rovo ellioa |ara promover a introducoio de bra-
co livrea no pan I Hoi, Scnlu.re......neiu do preopn-
ee.los, que na turupa ,e prnpablo do pnq.naitii ciilra
no para impedir a viuda de Lrao... iiidaUrinaue, nao do
temo fater nada para remover ie uUtaoulu > Para
niolrar, que i.enliulli pll du mundo uilerece au eUaO-
..eiro indi.sirii.si. o nioralisado o. recursos, que o Biu-
,'il oHerecc ? Hois e.a le, que exilia nu sanado cun a.
iii.i.lifieaci.e., que o senado em aua sabedona julgar
ronn mente taler, nao ..rlerece esto meio ? Porque des-
prezar Irabalho (lo impurlanle, para nu oceupar nica-
mente de interesse in.lividuae? Parcce-u.c, que nea-
la parteo governo nio reiunbece esta lo urgente ne-
< essidailo do pan, cada vet mais urgenle, porque o tra-
fico vai cei.wdo, e talvet cu. brevoar.be inicuamente.
Obra publica.. 5r, presdeme, eu creio, que ludo,
quanto a amara conceder para c.lo ramo da serv.co
nio sera intil, porque nmgucn nega, quo o pait osla


loa persuadido, que o nobre ei-ministro rio fez quin-
to deiejava later;-masera un contra trea, e por iaso
lezpouco. Eu confesso. que sent, que o nnlire depu-
putado dcitasse o ministerio; tintn confianra nelle,
julgava que cnm a tua influencia em ambos os part
dos, que por desgrana nns.a etislem no pan, elle podes-
se fater urna conciliacio, podesse fazer parar o carro,
que marchara precipitadamente para o ebysmo.
Senborei.eu deploru o estado do paiz, vendo-o divi-
dido em doui partidos. Se eu sempre recuei ante a idei
deassociar-me a um pailido, muito ni ais (irme fiquei
neslepropositi com a nbservecio dos facto, que appa-
recem entre nos. Urn paii noo, um paiz lio dolad"
pela natureza de (antis recursos, mas com pouca gente
habilitada para os einpregns, ruin p lo diidir-se em
partido*, romo acontece naquclles pai/es, onde ahun -
ilaoos howen de conheciuientos; mas nos queremos
imitar esses |i.ues em luilo e por ludo, e he por isso
i|ueraaiiii>i WO eloaanua. ruii, Sciinuira, M BU iiuaSu
pai lallio homens para muilos empregos do estado,
inda quando nao hnuvesse partidos, o que nio succe-
derS.se, hasrndo no paiz dous campos, se disser:__
este nio serve para nada, nem para alferes da guarda
nacional, porque nao lie dos nossos ; aqualle serse pa-
ra tudo porque perlenee a nossa communliio. (ja\
ser o resultado de seirielhanle poltica ? He obvio; he
veros empregos orrupados, nao pelos mais instruidos e
moralisadoi, mas por idiotas, por dcsn oralisadrs
Ora, quereraalgum Brasileiro, que an>a a sua pa-
tria, que continu urn tal estadu de cousas? Nao; be
indispensel, que chamemos para os empregos os ho-
nirns de n.erito, os liomens da consliluiro. ewhora
lenbaoeste cu squel.lc modo de pensar. O ministerio
actual, que entrou, ha poucos das que> nio praticnu
anda actos, pelos quaes nertca censuras, est d certo
bahilitsdo para levantar a bandeira da conciliacio ; elle
pule diter, que nio se importa rom o que fez o seu an-
tecessor; que he conciliador; que, a diflicil trela, que
toroou.nio pode ser desempenhaila sern chamar em tur-
no de si todos os Hrasileiros, todos os que leeui talen-
tos e virtudes.
Acredita alguim, Sr.presidente, que um honiem ho-
netl> va Irahtr an governo, que o charnou, e que delle
i aceilou um empregoiWio be possivel. t) governo, por-
filo, pdedizer a lodos, que sao honestes, inlelhgenles
vinoeajudar-nie nesta trela diflicile laboriosa.
Se o misterio tem tencio firme de promover a concilia-
(5o dos llrastleiros, sem duvida merecer as heneaos
nao de facciosos, nao de egostas, nao e partidistas,
mas de lodos os Brasileiros, que de vi ras amio o thiono
e i n enanilla. Senbores, no momento, em que a co-
ra nos pede nossa coadjuvacao, princip. luiente para
sustentar a honra, adignidade, e os direilos do paiz,
desrespeitados por csse injusto acto do parlaminto in
glez, cumpre esquecer os nossos resenlimenlos, e, reu-
nidos todos em derredor do Ihrono do nosso augusto
oonarcha, preslarmos ao governo a coadjuvacao, de
que elle necessita para poder dignamente repelHr a>
injustas eiigencias da Inglaterra.
Sr. presidente, eu resumirei dizendo, que todos os
males do Brasil proveen* de suas dissen(,oes. Porque.
Senbores, tem o Brasil at egura marchado tiio Icnla-
ment na carreira da civilisecao ? Por causa das nossas
dissencOes Porque se tem derramado tanto sangue em
quasi lodas provincias do imperio depois da n ,ssa inde-
pendencia? Por causa das nossas dissenroes. Porque,
Senbores, alguns governoseslrangeiros lean descnnhc-
cido o nossos direilos, sinda os irais imperscripliveis?
Por causa das nossas dissencOes. Porque Senbores.
se nos ilirigem as olas nuil oflciisivas, do decoro do
governo e da naciio ? I'or causa das nossas d sscm Oes.
As nossas dissencOes teem produzdo todos os males,qut
soffieo Brasil.
Se eatn be a causa primordial, lento nica, de loiloa
oa limaos malea, o i|ne doren fater oa llrnailciros?
Deairuir a oauaa de lanloi malea por mcio de ama linea-
ra ounourdiai aera iatu ImposiivrH Neo: O qoenai di-
side? .4n o principios? N", nao, uno. Se alo ni prin-
cipie,que noi dividem, | orquepn nriu m nobre do-
puiadoi ii nmia lenl e decidida ouadiuvecio an minele-
rio paasadi'P ai ni porciuia doa principio!P Nao. mi
niilrrio aprrariilon prinoipioi nppoelus as administra-
efles iraneaciae? Nio.; neia imi diseursoe, nem noi re-
Utoriui, nem naa propona. O que ripenvi cbiii nota-
vel reainria, queepnla ..governo? Eeperava, que di
iiiiiiiaierin parliiaen a rcuigaie denai leil, que. al-
guinio alguna aenliorea.leeiii caMiada n de-grnc.i (lupail,
porque ao itlentalvriai da oonililaicln e das liberdailei
publican. (J niiiiiaici in paasadn epreantou llgunil prn-
pitlainaia Caa, durante i>i nuve mete do lealo, rea
tiva aeilaileii? Nio le oontcniuu o nobre minilteria
d.i jii.iic.i de eolio, unidos liomens njail liabea, que le
llioa, nao ae cuiileolou, (ligo, cun fater uiinlo auuples
obscrvarcs aobre eaaBa lea, oLwrTafSe, que nao cu a-
pariiu a penetreelo de i|iial>|uer pcaana, que ti Veno il-
gnmconheciiuenioda materiar Logo, Senhure, jen
('.que nio aao oa priucipioa, que nui diviilem, purque,
ae nanean, rmlu nie deverleii preitar a rom coidjuva-
{* ii goserno, ijue.eni ludo e por ludo, leguio na priu-
Clpioa d..a ailininiilrncOei pnanidae, quero ilner, que ob
erfou, que lualentvu a. ditaa leu, contra na quaei tan.
lo e lew elaaiadu. Nao aiu oa principio!, que n desu ; lie a ade rdeme de tiupri gol, lie a cubica, lio a
ambicau. O que noa temo! t'cilii lie correr mu veo ao-
bre o principius, ncpri z.i-i e deisir-nu nicamente
guiar pelo e,pirita departido. O que no. lemos vialn
lie o niiiliuiu iuu do. inti r.n.ea niau vilaei do pait,
Um Cicriptar mui diitioota de Franca aa.uu diioori la a
reaj.eilo doa partido!, que dmillao aquello pait, em uio.i
i .n in l,i ii. not.it I eteriplu asi .Lio viai nudo de Cha-
teaubriand : Quando, duia elle, etegaremoi nos
ideiaa aoa parlidoa, e o inlreaiei legituiiua o reaei ai
eguiaino e i cobifa dialarend.i l'uoi a maacuiH do patrio
Hamo ? > Crein, que ao pode bem applienr no nuaau pan
<> penainiieiiiu daqucilo diatincto caenptur Ullu de
Arniaod Carrel.
Si ni,ore, nada lie in.iia l'uneito do que o espirito de
partido ; e a reapeito dos partido!, cu pedirc liceuca
o cantara para lr a deseripcio, que dellea fai um do.
boiiieua n,.u. diatinctua d.a noaiuidiai. N'4u be dado
aul partidua u lerem em sena vnlua nii.dci'.ie.in e pru-
dencia, avaliarcni com tiri iiiiispecijn ai vaiilagem,
que le apreieutiu, eceiian m uui bem inesperadu, que
Hita lie cuerenlo, e tatereni i este bem o lacnBcio de
um eitidu oiellior, liiitai veiei illuiuiio. Um igual ea-
furju uso cata em seu poder, c sena contrario a soa na-
tureta, Nio pode atiitir partida irniu ooia a condic.au
dciercegu eiurdo; de marchar para o alvo, que ful
deaignado, sem ciliar em roda de ai ; dedeapresar ou de
desd-nbar tudo quantu uto marche invariavtlmeiite
aobiecati linln turen i- aoiubn, ijue fui tricada; de
rtpellir teda a idcia da conuliajiu, tuda a pomliilidide
de approtimacin. He preciio, que um partido mile ou
eja ni, rio. A vida cominnra oom outro, f.iase ella alia
felit o d 'ce, llie pnreeo lima mnneirauM ohimera, cujo
penaamenta uietnm elle julgn inniimisiivel. I)i.*;;r.n .i li,
poil, deagracado > paja, que ( partido! divdelo Para
elle nn lia maia rcp.iuso "em pas, A guerra eterna ou
ii mol te, cii o drama, de que ello lie desunido a ter
i mi.Milln,illli- lllC.ltrO.
Vio-ia j nina ileacripjio maia eiacta di que he par-
tido? (Rilad ii). O nnbre depntadoi le riem nonveita
i'ilacao ; se ie riem da citagao, l,,.. de me perruitir, que
Iheidiga, com toda a rVanqoea, que nao conheoem o
eseriptor, de que eu a cxlrahi. Hou viscoude doM.tr-
ligiiao, ama dni (lorias da tribuna franecta, no reinada
deCarloaX, que, lo tiveaae seguido na cnnieliina da-
|uelle mbdito leal, (alretSSlO ao vase n'ongniln adeixnr
i FriOfli e com ello o tlirnnn. A mernorin, que Mar-
lignaouffareuao nonnderncao il rei, na qunl pinta*!
com verd.idi-irna enn-a n emdn de Franca, eindicava u|
tocios de pravanr eisraavfalliiariol aennlpeinieolna
de julhu do I Sol, fui deaprcinda caeguidos oa coniclboa
de orna catiini ilha eega o cbatinailn, que diriga aquello
intcln ilion,ni I,a. A obra i\n viaennde do Martiguao, da
qual oopiei .i |i.i.--.i;;i'iii anima, intitula-ia Eusiio his-
trico sobre a reolnrso de Heipinha,
Ku nao nao poaao deixnr paiaar em silencio algumas
propoicoe, que ouvi contra a doutrina, que arabo de
expender. Sinto vivamente, que ellas fuaseiu proferidas
por um i o i o deputado, que ccrtaiuento lie um dos or-
nameiiloi di ala eaia. Eu nao li o Jornal de Commercio,
mas prcatci t.,1 tuno.,o an diacursn deaae uubre depu-
tado, que crein, que p "dere apreacular, se nio aa pa-
lavras, mas aa ideiaa de nina parle do seu iliacurao.
O lo ore deputado nau adiuilto a poltica da coiicilia-
Cio, a que chama utopia. Foi ni.na lunge, diase elle: -
en niialia provincia uo dcaejn, qun um a do lado con-
trario no que periene,o, uecupe pmprega alguiu, nem
nieimO de uflimal da guarda nanioitol.
(JSr. Urbano : Eu nao duse isto.
O r. H. lunvtl: Peidoe-ine, perdoe-aie (n-
taat.)
U Sr, Lbano : Est engaado.
O Sr. l>. Manotl : LA vou ; mai nio me dem
afiailes, nao me interrompiu; eu J estou corrigido, e
bom be, que os nobres deputados tsmbeni secumjo.
Eu vou moslrar, que o quo eu dtsse bu a consoquencia
necessaria das palatras do nobro deputado. O nobie
iiepuioJo principtou leeendo o maior elottio ao paittdo.
a que pctlence, e nio contente com isto fez Ireoieodas
iccusacOei ao partido opposlo.
Demoiistrou o nobre deputado esta sua assercio com
OS fatt s : ernquaiilo em l'ernsmliuco ( nio sio estas as
palavras, mas be o sentido das palavras do nobre de|iu-
ludnj, uinquanlo em i'ernambuco eslava no poder o
partido opposto ao meu, oa roulios, os essassinalos, oa
crimes ruis atrozes su perpelrasao <|uaai diariamente, e
li .un impunes : boje, que os empregos esli oceupa-
Jos pelas pessoas do meu lado, as eslslislicas demons-
trio, que esses entiles t em diminuido muitu, e quo as
punicoes sao rnais frequentes. Logo devem continuara
estar nos empregos os bomens do pattido do illuslre de-
putado, e nao os do partido opposlo.
(JSr. Urbano: Nio disse isto: a conclusio he ar-
bitraria.
06r. D.Manoel: Eu entend daquelles bancos,
em que eslava assentado (apontando), que o noble de-
putado tmba dilo islo : talve corngis?e. ..
U 'ir. Urbano : Nio corrigi ; e-ti engaado
U Sr. 1). Manotl : ."vo be eriom
(JSr. Urbano : Nau comgi; naoliveesss neces-
sidade.
U Sr. I). Manotl:Eu vou adiante : eu quero
analtsar nao as palavras, mas o sentido das palavras do
nobre deputado. U nobre deputado quer em Pernam-
Luco a poltica da conciliario? nu a quer. Acceila es-
ta miaba proposuio ?
U Sr. Urbano : Nem no impeli todo do modo,
por que a entenda o nobre depulado pela Babia. LCa o
meu discurso.
(JSr. I) Manotl: O ministerio quer conciliar os
Brasileiros, quer chamar a lodos os honestos e honro-
sos. ... O nobre depulado nao quer o programla do
governo I Ueso nolar ao nobre deputado, que a sua
propoiiclo caosou neail casa a man prolunda sensacio.
(JSr. Uibano : Esta engaado.
OSr. I). Manotl : E a prova he, que ella so me-
receo apomdos dosSrs. deputados por aquella provin-
cia, que teoni inleiesse nessa poltica,
Eu nao preciso demorar-me para mostrar as funes-
tsimas consequencias de semclbanle opiniao; mas ob-
servarei, que be extraordinario, que,exisliodo nesta ca-
sa mullos nieuibros, aos quaes lalvez nao posta agradar
essa poltica, uenh'jm ae levantasse para sustentar as
ideias do nubre deputado. Querem, que o governo sais
do estado excepcional, um que estava. Nao sei, le os no-
lues deputados teem odireito de prescrever ao governo
un ,i lin funesta poltica. Diz o nobre deputado, que o
paiz esta em aoctedade.i cerca da marcha, que o gover-
no ha de seguir em I'ernambuco, mais dos Sis. deputa-
dos por aquella provincia; e labe \. Exc, porque, Sr.
presidente? aqu esla: porque urna oulra poltica, nao
digoopposta, mas mostr modificada pode oflellder os
inleresses de um paitiuo, inleresses, que nio podeni,
oetJi devem ser preteridos aos grandes interessosdo paiz.
Se eu Ituha horror a poltica do nobre depulado ,
quando a suppuz applicada s a Pcrnambuco, muito
maia horror lenbo agora, porque o nobre depulado es-
tende i lodo o imperio : diego a duvidar, que isto fos-
ee dito.
O Sr. Urbano : O horror esla na imagioacio de
nobre depulado.
OSr. Manotl : Nos, be que estamos ancio-
loi....... nio bu o Brasil: o Brasil nio se importa,
que v Joan, Jos, Antonio ou Anio [ruadas) presidir
a una piovtncia. Eu desojara, que o nobre diputado
nos tranquillisasse, que uiostrasse, que nao reputa o
programuia do governo...
OSr Urbano: Leia o meu discurso.
OSr. I), Manotl: ... nem nega o leu ipoio ao
governo, por ler apresentido como lazeodo parle do pro
gramma a conciliario dos Brtsileiroi.
Senbores eu concloirei.pedindo encarecidamente ao
governo, que empreguo todos os meios, para que leja
bem eiecuiado o prognmmi, que apresenlou ; peco
ao governo, que nio conainla, que continu esle estado
decuusas; que nio coosinta, que o paiz estoja dividido
em dous partidos iniruigos; que chame todos o indi-
viduos honestos e tulelligenle para os empregos do el-
udo: e eu afianco, que esses bomens bonestoi e inlel-
ligenles oo trabuau 10 goteroo, porque, se enteudo-
------------------------=3
r*m, que nio podem servir cnm um governo, cuja* opi-
nidaioio partilhin, ferio a coragem neeessaria para di-
zer: Sr. ministro, a vossa opiniSo he esta, eami-
nha heest'oulra; nio posso lervir, nio posso acceitar a
nomeaejo, porque nio quero trahir a nimba coniei-
encii.
Senbores, aindi, ba poucos din, nal folhas fnrn pa-
blicadoi os debates dacamari dos deputados francen.
Eu adopto inteinmenle a inscripcio que na tua ban-
deira pdz um deputado notivel, o Sr. OJilom Birrot. A
minha bandeira compOa-ie de duai palavrai probi-
ilade e indiligencia. Sio estes ai duas palivras, que
b governo deve nscrever em sua bandeira ; ese elle
marchar na senda dajustica, ha de echar homeni ho-
nestos, que o ajudem a carregir a croi da administn-
rio. Nai cireumstanciii, em que est o paiz, urna pal
ta he um peso extraordinario, e para os ministros po
(lerem carrogar com esse peio neeessitio, nio so da eo-
adjuvscAo de um s partido, mis de lodosos Braseirua
de talentos e virtudes, como le expreiia a nossa consti-
tuirn
PERNAMBUCO.
Cmara municipal.
SESSAEXTRAORDINARIA.DE 14 DE JNHO
DE 18*6.
PRESIDENCIA. DO SKNHOR REG ALBOQUERQ.CB.
Proicniea oa Sn. Ramoi, Carnero Monteiro, Cintra,
Reg Barrm, Mello Caralcont, faltando sem causa oa
maia Srs., e oom ella u Sr. Oliveira, abria-ie a sesso,
o fui lida e approvada a ar.la da antecedente.
Deelarou n Sr. presidente, que, aendo o fim di pro-
lenle lesaio faser a appuracDo eral doi votoi pan os
loua senadorea por esti provincia, em lugar do conoe-
Iheiro Ai.tiniio Carlos Ribeini de Andinda Machado e
Silva, e de J.ae Cirios Mairink d Silva Ferro, acaba de
rereber um oflieio ilo Eim. preiidente da provincia, (pie
fui litio, em que eipaca a dita apuracao para o dil 19
ilo crrente, por filiaron anda aljimuai antlienticas de
colli-gios cleiluraca Ficou a cmara inteirada.
Ueliberoii-se, quo n lerrelarin catranhasao aos em-
primados da leeretaria, por nu Iciem cnnipareeido a
hora, que Ihea fui preacripta ; fieaudu advertido! de nio
continuaren! no ineamo proccdinieulo.
Eu. Joo Joi Ferreiru de Aguinr, ecretario a esere-
vi. l(rgo Albuqutrque, preaidente. Humos Cornai-
ro Monteiro.Mello Cavalcanli. tartoi Cintra.
rente anno; cojo forneeimento ser dividido pela for
eguinte : "'
1 Pi de trigo oom qaalro onpascada um, bol
chi do tamanho, que fflr designado.
2. Carne verde de segunda qualidade.
3. Farinba de berso com tanto que teja boi
sucar refinado, secco e alvo, dito por reunir, minie;'
francera, de primeira qualidade.ohi da India, de-w.*'
da lorte, toucioho de Saotoi, de primeira qualidid"
cafemgrto, aieite de cirrapato, lenha de mingue
aehii regulares, arroz brinco, de segunda qualida'd '
gallinhai ou capdes, vinagre tinto de Lisboi.de prim,*'
n qualidade, masin (aletria ou maeirrio), aiaii/"
ce, de primeira quslidide, labio preto, de pritoai,"
qualidade.
Os pretenden les deversS compirecer, no dii ja .
correnle, na tala dai leisea da meima administra..
pelas 4 horas da tarde, munidos de mas propoifu .'

CCMIVIErtCIO.
Alfandega.
RENniHKNTODO di* 18...............12:049^311
Consulado.
Renuimento do iiia 18.
Geral............................ 1:924*006
Provincial.......................... 701^698
Diversas provincias.............-..... 35,9765
Administracio geral dos estabeleoimentos de carirji
de, 15 dejunho de 1846. Oeseriptursjio,
Franctico Antonio CavaleanliVottmin.
AVISO IMPORTANTE AOS COLLECTAOOg.
O ailministridor da meta da recebedott ^e> rendas
geraes inlernai avisa ios collectidoi doilU^idoRe.
rile, Santo-Antonio, Boa-Villa, e Afogidos, quaei.
lo a dever o imposto do banco taxi de rjcnvor i(-
geseearrinhos, botes eeanoas, terrenos de mariai
dcima de mi mora, para que veohlo pigir iia q
lim do correle mez o que estio a dever; peni de ie
proceder a erecutivo contra os omiiios.
Recife, 17 de junho de 1846.
Francilco Xatitr Cavalcanli d* Albuquirgut.
=0 collector da eidade de Otinda avisa aoa Sn. pro-
prielarios de predios urbanos da referida eidade (com-
prebendendo os limites annoociados por vetes), qat '
no dii 3 do crranle me<, principilo-se i contar os 30
din para o pagamento a bocee do cofre, nio s di res-
pectiva dcima do segundo semestre de 1845 a 1846
como dos mais imposlos i seu cargo ; e que, Goda o
referido prazo, esli ocursos oa mulla de 3 por canto
sobre o valor de seus dbitos.
'Collectoriade Olinda, 3 de jnobo de 1846.
O eolleclor,
Franciico das Chagai Salguiiro.
Companhia de Beberibea
s Srs. accionistas, cujas entradas
se achao em atraso hajo de as realisar
(|iianto antes.
O caxa,
Manoel Goncalves da Silva.
Avisos martimos.
iUoviiuentu do loi lo.
' Navioi tntradoi no dia 18.
Alar-Pacifico, tendo sabido de New-London, ha 21 me-
tes, galera unei icaria Vtiptr, de 322 tonelada!, ca
pilao Wtlliain W. Clark, equipigom 32, cirga azei-
te ; au capitSo.
Rio-frande-do-Sul; 30 din, hrigue brasileiro Ftliz-
Dtittno, de 207 loneladis, capilio Manoel Pereira
de Sa, equtpagem 12, carga carne; a Pedro Das
dos Sanios.
dem ; 28 d.as, brigue brasileiro Jpiter, de 248 to-
nelad a, capilio Antonio Jos dos Keis, equipagem
17, csrga carne ; a Antonio Goocalve Ferrein.
.Varios saAidos no intimo dxa,
Lisboa; escuna portugueza /'i/ix- Untdo, capilfio Jos
Francisco Mandes, carga assucar, couros e mais g-
neros.
Macer; brigue inglez Ltatn-Lop,capilio JimeiCrowe,
i m lastro
Genova ; barca larda Maria-Luigia, capillo Guelo
L'ezcurnia, carga a niesms, que Iroune.
Coik, ou Falmoutb ; brigue inglez Utbdtn, cipitio
John Longridge, carga a inesma, que trouse.
Navio tnlrado no da 19.
Pala!onia ; 34dtas, patacho inglez/focer, de 136 lo-
nelida, capilio Alexandre Taylor equipagem 9,
carga guano ; ao capilio. Condui 1 capilio, e 10
marinbeiros de um navio, que naufragou na coila da
Palagoni.
A avies laliidos no mtimo dia.
Cabo-Verde ; brigue dinamarquez Neiord, capilio A.
Kaumam, em lastro.
Liverpool por Macet ; brigue inglez Eurjdict, capi-
lio Arcbibald Brown, em lastro.
Rio-Grando-do-Sul; brigue brasileiro Victoria, capi-
lio liento Jos de Almetda, carga sil e estucar.
Coodut 9 escravot a entregar.
Cork, ou Faloioulh ; biigueingles Plata, capilio R.
Pringle, carga a mesma, que trouie.
dem ; brigue inglc-t QutbtcPacAil, capilio Roberl
iledder, cirga a mesma, que trouxe.
New London ; galera amencan Ftiptr, capilio Wil-
liam W. Clark, carga a mesma, que trouse.
Cena |nlac: o brasileiro S.Joi-Americano, capi-
lio Jos Antonio Matosziobo, carga a mesma, que
Iroute, por conta do governo.
Ueclarages.
A administracio geral dos eslabelecimeotos deciri-
dade manda fater publico que, tendo sido deaignadoi
os din 15 e 22 do correnle para a arreaiaia(io do furo
das caitas e fechos de assucir, e por olvidacio incom-
petentemente arrematada no dia 16; de novo ir a pra-
va no referido dia 22, no lugar e hora marcada, Pican-
do em vigor a arrematagio feita, no caso de nio com-
parecern! licitantes.
Administradlo geral do eslabelecimento de caridade,
17 de junho de 1846. O eseriplurario,
Francilco Antonio Cavalcanli Coueiro.
= A idministracao geral dos eslabelecimenlos de ca-
ridade contrata o for oec i meo lo dos viverra abano de-
Para Lisboa sai, no dia 23 do proiirtio julho im-
preterivelmente. o bem conhecido brigue portuguez
Concticio-dt-Maria: para carga e passageiros, para o
2:661*469 que (em os mlbores e isieiidoi commodos, tnli-ia
com o capillo Manoel da Coala ISeves, ou com o con-
signataiio Tbomai de Aquino Fonieci, na ra do Vi-
ga i io, n. 19.
= Para a Babia ssi o hiate Flor-do-Rteift, pregado
e forrado de cobre : quetn nelle quuer estregar ou ir
de passsgetn, dirijs-se a ra do Vigario, artnitem,
n. a.
Para o Havre a barca frmceza Zilia, cepillo
Renouf segu al odia 6 de julho: quemquiterir
de psssigern, pode entenderse com os cuosignslstioi,
Lenoir Pugct & C.
- Para Genova segu, em poucos dias, a polaei ur-
da Gitiuppina de primeira marcha forrada de co-
bre novo; pude receber inda 500 saceos de ma-
cir, a um frele raioavel: Inla-se, para este fim con
os consignatarios, Lenoir Pugel i C.
= Para Lisboa sai. mprelerivelmente no dis 24 do
correle, o brigue portuguez S-Domingoi, eiindi re-
cebe alguma carga, issiin como passageiros, pin os
quaes tem escolente! commodos : os pretendentes di-
rijio-sea ra da Crus, o. 64, primeiro andar, ou se
espillo Manoel Goncalves Via mu.
=Para a Babia pretende ubir breve o brigue escuna
Leopoldina, e pira isso lecebo carga a frele : quem no
inrsmo qoiter cirregar, pode tratar na pra(a com o ca-
pillo Antonio Pereira Martim dos Santos, ou ns roa
da Cideia, n. 45, casa de Aniorim rmeos.
= Para o Asi sai, com toda a brevidade possivel,
o brigue Sociedad, forrado e encavilbado do cobra,
de primeira marcha : para carga e passageiros trata-so
na ra do Vigario n. 5, ou com o capillo a bordo.
Para o Rio-de-Jaoeiro sai, com brevidade a es-
cuna Joven-Demetria ; recebe carga a frele, e escri-
vos : quem pretender embarcar falle com Manoel
Ignacio de Oliveira na ra de Apollo, n. 18, oacoD
o capilio a bordo.
Precisa-sealugaruma barcaca, de 12 a 20 eli-
jas por anno, ou por semeitie ; a qual deve estar
prompla a navegar que da mesma forma, se eniegi-
ra que he para navegar deste porto al a Parabiba :
quem e tiver, dirija-lea ra larga do Roiario n. 20.
Previne-sea todas aquellas pessoas, que teem coo-
tas com a barca franceza Emily, capillo Laeombe, em
reparafio nesle porto, bajo de apresenta-laa sem fall
alguma, at ao dia 23 do correla, no escriplorio dos
Srs. Avrisllrtnloi, rus da Crus, n. 20. afim de le-
rem verificadas, e immedialamenle pegae; pois que,
passado este dia, nio se Hienden maia a redimi algu-
ma, visto dito navio ler de sabir no dia seguiote, 24 de
junho.
A bsrea fraoeeza Emily, capillo Laeombe, tendo da
sahir para o Havre-de-Graee,oo dia 24 do correnle, oj-
anos a sus bella > espseosa cmara, com grandes e
magnficos commodos, a todas aquellas pessosi, que
desejarem tomar paingem a seu bordo : Irata-ie para
este fim em cesa dos Sn. Avriai limaos, ra da Cruz,
o 20.
Avisos diversos.
. AO REVERENDO CLERO.
Oa edilore do Kalendario Rninaim adverlem, que o
ion lulor, leudo, como devu, Iriniferido o oflieio de S.
Norberto para o dia 9 do crrente junho, legundi ves
clarados, paia o semestre de julho adezembro do cor-1 mandou retar do nomo santo ao dia 33. Desieeogano


T
eiult*" ontroi, aoi q" Joto ocoor;er, retando-
' ., Snnto transferido nni din abaixo indioadoe.
,0 Juniu$.
ft-Joan. aS. Faoiin.1. C. rlap. (II huj.)
27Baiil. Ej>. C. D. dnp (i4 huj.)
Juliiu,
3 _Trea. Regio. Vid. dup. (17 itni.)
g _Julin. da Falooa, V. dii|i. (19 jon.)
o -do 0. dio oct. S. Eliaab. ... .
Adfcrto-io lamben, que no meimo Kalendano aa dei-
u de declarar, que u dia 14 de novembro he de je-
j
SJ3933333
BOIVS SORVETES DE FRUTAS,
|m pelo preco de aoo rs. o calix, das
[j| 5 horas da tarde em diante, no
MUITO INTERBSSNTB.
Oabaixo signado, depoii de 1er recebido do ajne-
nlo habilanliw dest. capital taotai prona da sulelo,
cjd que ?e dignarlo honra -lo, e estando prestes a re-
linr-se pifa) a'-Maranbao, sent prolundamente, que
murtal famHUt, que Ibe mioilestirao seus deie-
jo por o verem trabalhar do tbeatro publico desta
cidada, foiaem privadas dfsse prater pela chuva, que
Infliimente sempre cahia as noites de seus espectcu-
los : aaslra, tein reolvldo, pira as iitlsraier, trabalh ar
ni casa daquelles Senbore, que para isso o quitaron)
cootratar. promeltendo elle usar de todas as bellas a ad-
airaveis patsagena mgicas, igualmente de duas en-
caDtadora pbantaamagoriaa. urna daa quaes recebeo. na
oouco, da Franca ; moatrar tambero os Insectos ebl-
chiohosconteadot na rais pura eorlstalina gota d agoa
notavel, e outra* ooutas maravllbosas e nunca islas
oesla cidade. As pasin, que ta quitaren) lervlr dot
Dltimos momento do sbslxo asslgoado oesta lio bo-
oitaleira provincia, e gomera de suas locomparavel
habilidades, bajo de o procurar na ra do Vigario, om
tasa do 3r. Lu Pistor, onde o acbariS, para tratar do
ajusie. G- F- Walter.
% Joaquim Lopes de Barro*. Ca- t>
? bral, pintor senograpbico e retra- 1
;' tista, faz sciente ao publico, que tiru t>
retratos a creo por msoo, ditos *
coloridos a ao'ooo, miniaturas de +
< 3osooo, 4ofooo, 5o'ooo e 6o?ooo, i
fea oleo a 3o'ooo, 4|000 6o'ooo,
a So'ooo, ioojf/'ooo, f tamaitos das telas : e contina a 1
4 leccionar o desenlio e pintura a oleo, te
Q e encarrega-sede fazer os desenhos j
t de quaesquer edificios ouproprieda- fc
h des dehaixo de todas as regras de ar- *j
2 cbitecturae de melhor gosto; assim ,
< como os planos e boa distribuico fc
[I dosdilos: quem do seu prestimo se a
1 quizer utilisar, procure-o na ra i
f| d'Apollo, n. 20, primeiro andar, das g
a 9 boras da manba s a da tarde.
= Joio Pinto de Lemo embarca para o Rio-de-Jt
Beiro os eienva Ignacia a Margarida de naci An-
gola de nropliedade de Jos Antonio da Rocha.
a ni-iedinbeiro i premio tobre penhores de ouro
e prata ou hypotheca em cata Ierras ou tneamo
com boa firma; na ra eitreila do Roiario n. 30,
fgundo andar, ae dir quem da.
Antonio Martin Ferreira anbdilo poituguez,
relira-se para o Rio-Grande-do-Sul
__ Ns ra do Fogo ,. n 41, eosem-se camisas, cal-
ca e jaqueln para lojas por prego muito mis com-
modo do que em outra qualquer parte.
= O absiso aiiigoao, isbendo, que Jos Razilio de
Fraila pretende vender a parles i|ue elle tem no en-
genbo Buranbem (reguexia do Cal o declara, que a
ditas parles do eogenho eitao penhorada por execu-
Cio que o abaito assignado moie contra o dito Jos
Baiilio: apara conbecimento do publico be, que se
t o presente annuncio afim de que depon alguem
nSoqueira an\parar-te com ignorancia da eiecuco e
peohora. = Joio de AHntno Citntiro,
Precisa-se de um criado que atiba andar coro
carro e tratar decavalloa ; no Alerro-da-Boa-Vsta,
n. 36. ,
Precisa-te alugar um moleque que teja bem
experto fiel e tem vicio ptra o tervico etlerno de
urna cata de pouca familia. Uirigir-ie ra do Rangel,
n. 59 segundo andar.
- Humpnrey H. Seuft, cidado americano, reti-
n-se para os Ettadoi-Unidot.
= Deienctminhou se no dia 18 do correte um
cachorro grande, deTerra-Noia cor preta com pat-
n brtneat no pnito ; quemo acbou leve no arma-
zetn n. 44 ra do Trapiche que tere generotamen-
te recompensado.
Fa*em-se bolo de S. Joio coro rica capella
dealfinim, por prego muito com modo ; a petsoa ,
que quiterero dirijiote ao tobrado da etquma da rut
da C'uzet por detr da praca da Independencia a
ftzerem tuat encoromendat com tnlecedenea para
se aierem ai capella de alliuim.
' Aluga-teoieaundoindirdo sobrado n. 15, da
roa de Apollo o. lorto-das-C.no. com tgffieieo-
letcommodot para familia eorocotmha fora e mul-
lo areij.do, por prego mdico: irttar no terceiro
andar da metma cata.
= Oabaiioaaignadorogaaot Sn., que rtwl-
rio o terceiro volume da traductio do curio de pbilo-
opbia de Couio, e que ainda nio pagrio talisUcio
a ultima pretlacio por quinto o abaito a.s.gnado let
grandes deipetaa para eita pubhcagio e tem de aiia-
titfater. O traductor.
Ensin8o-ie meninaieom loda a perfeiclo a ta-
ber: primeirta leltiai, grammatic. nacional, ar.tbme-
tica doutrioa ebrislia bordar, marcar fater la-
rinto; anim como tambero ensinio-ie meniooi, tan-
to particularmente como em suii ai: quem le qui-
zar uiiln.r, dniji-ie rna AoguiU n. 7.
ella para
Diario, se
facto.
= Precia-te de um boroetn que tenba algama
inlelligeocia e que taiba bem ler e eicrever, para cai-
teiro de um deposito de pfio e bolacha, e o maii que
se Ihe olereeer; cojo deposito ja esta bastante afre-
gueido : quem estiver neatai circunstancias dando
(iidor a su. conducti, dirija-so a ra lrga do Rota-
rio n. 20.
Quetntiver para alugar canoas abertal, para cno-
dutirera entulbo, falle oom|Antonio JoiGomes doCor-
reio, que precisa de algunas
Tendo alguem, qne gratuitamente
s se oceupa em detratar-me e caltim-
niar-me, espalliado indignamente (va-
lendo-se da minha posico ) que eu tinha
ido casa de um Sra. D. Feliciana pe-
dir-lbe varios objectos de valor, titulo
de conrerto-los. eaue nSo os entregara
. 7 e sendo isto a mais atroz calumnia,
que se possa levantar, desafio a quem
qur que teve semelhante arrojo, mes-
ma Sra. D. Feliciana, ou alguem por
que declarem por este
he verdadeiro semelhante
Silivestre Ros.
= Divide Alve do Sacramento Silva deixoudete
siigoar pelo nome cima, ficando anigoando-ie pelo
de Davide Alve Filco Taquei.
Havendodesipparecido d'entre os papei do abai-
to atiignado urna ledra de quatrocento mil ris, que
loi sacada a 21 de maio do anno de 1844 pelo meimo
bailo assign.do, e acceila pelo coronel Joaquim Ca-
talcanti de Albuquerque, a qual letlra te achava ven-
cida desde 24 de junho do anno prximo pastado; por
isio, o meimo abaixo anignado declara, que ninguem
negocie dita ledra, por isiu que o acceitanle j-i se acha
prevenido, tornando-te por conseguinte invalida qual-
quer negociacio a reipeilo.
Joj Lint Caralcanti de Jlbuquerqut.
No dia 30 de maio protimo pttsido, perdeo-ie
na cidade de Olinda o seguinte: um par de brincos de
ouro com ramagens, e sobre cada um dos ditos, dous
diamante!; urna med'lba tambern de ouro, cortada,
com um diamante; duat volt.s de cordio fino com ci
cooitavas; uro annel de pedra, grande; e urna caixi-
nba quadrada de prata. A pessoa, que tiver ach.dodi-
l.s pecas ou que dellai tiver noticia, querendo-is en-
tregar, teiiabondadededirigir-se a casa n. 8, ao p
de S. Podro Maityr, na mesmecidade, quesera gene-
rqtamente gratificada.
No botiquim da ra das Cruzei dio-e jaolares, al-
mocos, e sei.s por proco commodo, juntamente cabi-
dellae mi de vacci, aot din untos e domingos.
Precisa-se ainda de um bom foroeiro ; na pa-
daria da ra doCaldeireiro.
Da-se pi de veodagem, e paga-so bem ; na
padaria da ra do Caldeireiro.
Hjpotheca-se um sobrado por um cont de ris ,
a uro e nieio por cenlo entregaudo-se o sobrado ao
hypotbecario, para tirar o dinbeiro dos juros e o
que crescer dos juros para ir abatendo-se no princi
pal ; cu|odinbeiro be pira pagar urna hypotheca e
urna execuco, que no meimo existe : a tratar na ra
da Roda n. 50.
= Alugio-ie os 3 andares e lolio di propriedade da
roa do Trapiche, n. 44, e pasta-ieo irrendamento com
segur anca : a tratar na ruado Queimado n. 1 com
l'eixeira Bastos & C.
Precisi-ie de um trabalhador para matseira e
vender pi as fregueiias da cata ; airas da matriz da
Boa-Vista, n. 22.
Alu.a-se o teguodo andar do tobrado n. 44, sito
na ra airas da malriz da Boa-Viita coro solio lava-
do e com o mesinus arranjot do tobrado ; a fallar na
ru. doMondego n. 27, coro o capito de artilbaria,
Joio o Reg Barros b'alcio.
__ Aluga-se o segundo andar do sobrado da ruada
Peoba n. 29 com commodo e muito fretco por
10,000 rs. mensae a tratar na uiesroa ra, venda por
baixo do sobrado do coronel Joaquim Bernardo de Fi-
gueiredo.
= O numero 2928 da primeira quarta parte da ter-
ceira nova lotera da malrix da Boa-Vista perleoce ao
padre Antonio Jos Gomes de Brito da villa do Cabo.
rs Precita-se alugar uro preto para o senico de ca-
sa que seja fiel e diligente; no Aterro-da-Boa-Vit-
ta n. 36.
= Precia-iede urna ama para cata de pouca la-
milla queengomme e compre na ra dando conhe-
cimeotode sua pessoa : no pateo de S. Pedro, n. 22.
Prccisa-se de urna mulber para stua de urna casa
de pouca familia para o lervico interno srndo j de
idade e que leja de boni.eostume ; na ra larga do
Rozario n. 32.
= Roga-sea penoa, que acbou urna carleira com
perto de 500j r. em cdula que e perdeo em casa
do abaito assignado no Poco-da-Paoella sabbado
passado a noule, que faga o obsequio de mandar bo-
tar a dita carleira com os pipeii que eslatio denlro
(e que a elle nao tervemde valor nenburo), por bnxo di
porta do armaxem o, 44 na ra do Trapiche.
Joo iJowtty.
= Precisa e de umcapellio para celebrar a mina
diilOhorai, na malriz de S. Fr. Pedro GonciUe ,
no Recife que be dita ooi domingoi e din tanto ,
por 2000 r. cada urna ; os preleodeote diri|ao-se
a ra da Aurora n. 4.
=Perdrio-e uns bolde de ouro lavrados, para pu-
nbode camisa com o nome de Jos Joaquim da Silva
Maia pela paite de dentro dos mesmos boioes ; quem
os acbou e oa quixer restituir dinja-ie a ra do
Crespo n. 12, que tera recompensado
Aloga-io, ni cidade do liud ra do Ampa-
ro um sobrado rectificado de novo com muilo bons
cormodos, tendo pp.dena com todoi o. pertences, pro-
prio para qualquer familia que se queira estabelecer
o mesroo negocio ou tem a dita p.d.ri. : quem o
ouUer ver diiij.-w ra l.rg. do Rourio n. 24 ,
mimeiro a rd.r, que te d.rio loda. a. mform.goe.
P OSr. Ser.DmJo. Correi.de Si tero urna carta
oa praga da Independencia, liviana ot.6e 8.
= Na ra Nova luja o. 58 ie d.ra quem di a
premio at dous conlos de ris, mesmo em pequeas
quanlias, sobra peohora do ouro, prata ou bypo-
Ibeca so cata terreas.
Preciia-ie de um caixeiro de 14 a 16 anno,
que tenba pratica de venda, e que d fiador a sua con-
ducta ; noAterro-da-Boa-Viili venda n. 54.
O HOTEL FRANCISCO
temiorvete, boje 20 de junho a 11 horai do
da e de tarde.
=Alugio-se 2 sitios um na campia e outro na
raida Casa-Forte ambos com boas iccommodicoes;
assim como os terceiro e qoaito andares do sobrado da
ra do Amor un no Recife n. 15 : a tratir no pri-
meiro andar do mesmo aobrado.
=D. Candida Joaquina Velloto de Aievedo tem jus-
to e contratado enm o Sr. Joio Fernandei da Silva
Reinou comprar-lhe a iui casa terrea, sita na ra do
Fogo desta cidade, n. 50: s ha pessoa, que se julgue
com direito a dila casa, a excepcio da Sra. D. Loni-
tantina Jacinta da Molla, que se esta certa de sua hy-
potheca, queira annunciar por este Diario, no pra/o de
iri dias; passados os ouae. no ser Hmidida recli-
maeSo alguma.
- Faxem-se quaesquer cortinados,qur sejio velbos ou
modernos, ou de qualquer qualidade que sejio; e tam-
bern todas as furaedes de seges, cadeiras, solas, cadeiras
de balaoco, e outraa armagoes de c.marim ( ou (entu-
re); em fim, tudo quant'> be concernente a tapegaria .
se fai com a maior promptidio pnssivel: na travessa da
Concordia, n. 13, atrs do Carmn.
=Concerlio-se as alampadas chamadas c.rcellas, com
machina, com toda a perfeicio e promptidio, o se res-
pontabilisa pela (alta do andamento,por prego com-
modo : na travessa da Concordia,n. 13,atril doC.rmo.
Sorvetes, na loja do Bourgard, de boje em dian-
te de manliia.
Aluga-se, por prego commodo o armaiem da
casa n. 10 da ra Vigirio e o segando andar da
casa n. 1, do beccodo Campello : a tratar n. ra d
Cadeia-\ elba casa da viuva Seve & Filhos.
Casa da F,
Na ra estrella do Hozario, n. 6.
O caulelista da caa cima laz vernos amantes di jogo
dai loteras que esta marcido o dia 26 do correte
mez para o andame.ilo das rodas da lotera da matriz
da Boa-Vista cujos bilheles achio-se a venda e as
rodas correrao infallivelmente no dia cima, liquem ,
ou nao bilheles. As cautelas tamliem inleresio pelo
seu diminuto prego de 500 e 1000 rs. que chega pa-
ra todos os que gostio deste ogo.
Lotera da matriz da Boa-Vista.
As rodas desta loteria andio inlallivelmenle no dia
20 do correte mez embora fiquem alnuns bilheles
por vender : e o respectivo Ihesouroiro espera que
rom este terceiro annuncio, desengaados os amadores
deste jogo de que a loteria nio deixa de correr no
referido dia conconio a comprar o testo dos bilhe-
les que existe nos lugares ja declarados.
Aluga-se urna boa luja na ra da Cadeia, n. 40,
em que esleve o Sr. Cascio e ji lem armagio para
l.i/. -rnl.is em que o alugador nio tem a faicr despe-
zas: (rata-se na mesma loja, ou na ra du Apollo,n. 18.
ATERBO DA BOA'MSTA
N. 5.
POMMATEAU, CUTILEIRO,
lem a honra de participar aos seus honrados freguo-
zes, que acaba de receber de Franga pelo navio Ar-
mo'n/ut, um dos mais bellos, ricos e rscolhidos sorli-
menloa de cutelaria, nunca vistos at e;ora nesla capi-
tal de Pernambuco, um lindissimo laqueiro do ul
timo gosto, comasseguintes pegas: 18 talheres, com
cabos de prata fina 18 facas com cabos e folhas de
prata para sobremesa 18 lacas de cabos de pra-
ta, folbasdeago, para subremesa, um par de tiin-
xadoresde cabos do prila urna rolher de prala para
servir u peixe, um tenaz para servir o assucar em pedra;
onvo soitirnento do navalbis de barbesr do melhor ago,
garantidas pelo sou autor o qual obleve urna meda-
Iba d'ouro na ultima aiposiclo de industria em Pars;
puitomovsdc 3 e 4 lolhas pare cavallos, freios, espo-
ras chicotes do ultimo gosto; tesouras para jaidinii-
roi, ditas linas para bordar, de lodos os latnaiilios.
Umbem para aliaiatei, ditas curvas direitas para ci-
rurgia, estojos de lodos os foiros necessarios para ci-
urgia e para dentistas; scarilic.dores para ventosas;
caivetes de urna o oito ulhas do melhor oslo; esto-
is para limpir denles alicatmhos a limas para loi-
lelte. Cor.cerla toda a qualidade de obras de igo, con-
tina a amolar duas veiei por semana, s quarlas o sos
sabbados. _
Espera, que o futuro dar a conhecer aosSrs. seus
Iregueze a dillerenga, que existo entie a sua cutelaria
e a de qunlquer outro, que tenba vindo al o da de ho|e
a esta capital.
=Pilulas univers.es do doutor Mouson.--Recommen-
da-te ao publico esta medicina, composta lio s-
menles do vegetis e bervas medicinae, que, nio con-
tendoa mais pequea partcula de mircurises. e nutras
mullas nocivas a nalurexa humana, e sendo por esta ra-
sao peifeitamente innocmto cidequadaa m.is lenra
idade, e a mais dbil conslituicio, nulbarc de curas
lem lilo. O doutor Mouson est seguro do patroci-
nio do publico, pelo bom resultado^ que dcllas lem ti-
rado. Achio-se a venJa na ra da Cadeia. n. 46.
-Madama Theare, modista, ra Nova n. 32, tem a
bonra de participar ao respeitavel publico, e em par-
ticular aos seus fregueies, quo acaba de receber do
Franca um lindo lorlin.enlo do ultimo gosto, como
chapeos pi.ra seuhoras, sodas, fitas, flores, plum.se
p.ssaros muito ricos e bonitos p.ra enfeitesdo noivas.
bicos do blond brancos e pretos, filos brancosepre-
los, esp.rtilbos, elore para lulo : na mesma casa l-
cba-so tambero um sorliroooto do marrafss e cresetntes
de cabello
=Segundi-feira. 22 do corrente. vii i praga, por
arrendamento annual, acatan. 16 da ra do Apollo,
propria a loja para um grande arma/ero de estucar, a
qual he do tres andares, entrando todo na arreroala-
gio por 1:400.000 rt. : o licitantes podem ir linear
na praga, que dar o Sr. doutor juit de orphios ni ra
da Praia, no referido da, i tarde.
__Precisa-se alugar urna escriva.que iliba vender na
ra e fazer algum lervigo de cata; aluga-ie por mez:
quem tiver annuncie, ou dirija-e a ra di Linngei-
rat, n. 24. .
_Oflereee-e urna criooli par do UM de ho-
rnero tolleiro, qual cozinha, emgomme, lava, cose
cbo, e obriga e a comprar: qnem a pretender, diri-
j-so ao Becco-lirgo, casa de rolula verde, delronle do
sobrado da esquina da Semalla-Nova, onde moiu um
inglei.
OSr. Flix Fraoeiseo de Brito queira annunciar
SUl morada, a negocio de leu intereise.
Alugi-ie umi padaria com os principaes utensi-
lios,bons commodos para o estahelecimento,tendo a casa
assobradada, e commodos para morada, na ra Im-
perial, contigua a labrica de Sabio : na ra ireila,
n. 82, primeiro andar.
,M.noel Innocencio Pereira Candoso faz ver aos aeui
protectoie. que o leu beneficio be lexti-fein, 26 do
corrente; e lodo o Srs que t iveiio bilheles pira o
dia 11, podem ir com o mesmos bilheles, que sio
validos.
O abaixo astignado.cnmo credor da viuva do talle-
cido Francisco Antonio Ramos, declara, que lodi e
quilquer pessoa. que te acbr com direito aot Leu da
viuva do sobredilo Ramos, se deveri entender com o
abaixo assignado, na ra da Cadeia de. Sanlo-Antonio,
n. 13, dentro do prazo de seis diai, coniadot da dila
deste; do contrario, nio ser attendido com direilo ao
bem dadita viuva, por assim ler publicaJo o presen-
te. Recite, 20 de juuh'id^ 1816.
Frtderico = Urna familia estrangeira moradora em Ponte-
Je-UchOa, desoja alugar, para o senico interno, e prin-
cipalmente para tratar de duas crimcsi urna preta
captiva: quem tiver, annuncie para ser procurado.
= Da-so dinbeiro a premio com penhores de ouro e
prata ; na ra do Rangel n. 37
Di-se dinheiro a premio mesmo em pequeas
quanlias ; na ra do Kangel n. II.
Koga-se ao Sr. ',amphibio ) mondor ni ra do
Vigario que tome cobro em si; pois, nio o lateado
pude ser que pisse por algum desgmlo ; isto Ihe pede
Um dot offtndidts.
Compras.
Comprao e um moleque cozinbcir e outro
oflicial de sapaleiro que sejio do bonitas figuras; pa-
gao-se bem, urna vez que agradem : na ra da Con-
cordia, lado direito passando a pontexioba segunda
casa terrea.
- Comprao-se, effectivanienle, escnvoi de ambot
os sexos de la a 25 omos agradando pagao-se
bem: n. ra larga do Rozario, n. 21, primeiro andar.
Cornpra-se um moleque de 10 a 12 innoi, sem
achaques nem vicios; ni ra da Cadeia de S. Antonio,
n. 17-
- Compra-se urna collecgio de modelo! pira prin-
cipiantas no desenlio ; e um marco de duas ou qua-
tro libras: na ra da Cadeia-N elha loja n. 26.
_ Compiio-ie oscrivos de ambos os lexoi de 12
a 30 annos ; na ra ireita, n. 3. ____
Vcijflas.
PARA IHTUETBNIMBNTO AS NOI-
TES DE S. ANTONIO, S. JOO
E S. PEDRO.
Na praca da Independencia, livraria
ns. 6 e 8, vendem-se os segtiintes livros
de sotles : Acasos da fortuna, ou livros
de soites divertidas; as quaes se mostia
o estado, riqueza, licr.mc.is, amizades,
&c, que ha de ter quem os tirar; e
augmentado com o melliodo de iazer ver-
sos por meio de dous dados.
Livro dos Destinos, para ser consultado
emanoiledcS.ioao, escriptopela infalli-
vel Sibylla, a qual prometle grandes dons
a qnem a consoltar.
Divertimento campestre simples, ou
Descobrimenlo da sorte de cada pessoa; tra-
zendo no lim urna parte da mythologia
dos deoses fabulosos.
Novo divertimento, que contem duas
partes: primeira, livro -losDestinos, nova-
mente escripto pela Sibylla de Cumea;
segunda, o Manual de alguna jogos de
sociedades, ou prendas.
Estes livros sao inteiramente diversos
nnsdosOtilios, e ollerecem o mais innocen-
te recreio s familias, as 15o leslcjadas
noites de S. Antonio. S. Joo e 5. 1 edro,
sendo inseparaveis dos bollos, para COJO
consumo concorrem grandemente.
_ Vende-ieum bom porta-licor oPltn.opr al-
guma neied..le por ler uros bonita "'" J^
5a. e com mola, em que sustenta O **!V*%
por prego o mais commodo poss.vel; o. ru. de Ilorlai,
casa terrea o. 62.
Presuntos
.uperlore, em qu.lid.d... *W H.mburgo: vendem-.e no arm.tom do Gu.m.ri.s, do
S00U0C:.m dec."..'. uro negro de 30-nnos, pouco
^u menos; todo. se... vicio ero .chaqu.:
Cdeii do bairro de Santo-Antonio, n. 25.
Vcnde-se superior togo
da China, em caixas de 40 cartas,
por prego commodo: na ra da
Cadeia de S. Antonio, n. 25.
I
-sUssl stasBLasl


r
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A
Vendn-e farinha da trra muito superior, o sl-
queire pela rm-dida dojbarco, a 3200 r., sern acc, e
rom aacca a ,1520 rs. ; ns ra do Caldeireiro, n. 80.
=Vendem-se oa loja da ferragens da roa da Ca-
deia do Hecife n M cordas de tripa para violo o
rabeca chegada proaimamente do melbor aulor ;
dita pora piano; cartas de traques da India, muito
novos, a 160 rs. as ferragens e miudeai, por prego commodo.
-= Vendem se rico corte de vestido para enhora,
de farenda victoria imitando-eda o man superior,
que tem apparecido tanto pelot bonito gostos co-
re fita e de muita durarlo, como pelo diminnto pre-
go de 4000 n. cada corte; rica manta de ceda para
tenbora chegadas pela ultimo navio de Frange, o mais
luperior que ha nesta praga ; chale; de seda, gran-
des e pequeo, de bom gosto, e por preco commodo ;
Ijsim satfiu un novo lortimento de cortes de vesiJuiuS
difiranles qualidades cores filase gostoi muito mo-
derno, por preco ma barato do que em outra qual-
quer parte; um novo sortimento de corte de casimiras
para calca fazenda a msi rica, que tem apparecido,
em gosto e qualidado por muito barato prego ; novo
corte de colletes tanto de velludo e elim como de
gorgurio e leda tudo por prego muito em cunta; bons
fustdea para collete, a 800 r. o covado ; urna nova
faienda para roupa doescravos por ser de cor escura
e de muita durago pelo diminuto-preco do 180 r. o
covado; atsim como outras muita (agendas de dife-
rente qualidades que sorSo patente aos comprado-
re e te venderd por prego muito commodo : na ra
d Crespo loja nova o. 12, de Jos Joaquim da Silva
Maia.
Vetide-se, na ra da Cruz, n. Co,
ceta em velas, vinda do Rio de Janeiro,
de tima das melliores fabricas ; he ptimo
sorliinenlo por ser de 3 at tGem libra ,
e por preco inais buato do que em ou-
tra qualquer parte.
--- Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve-
Ilia: na fabrica da ra Imperial,
n. 7; ra Direita, n. 53, venda
de M. Miranda; no Alerro-da-
Boa-Vista, fabrica de licores de
Krederico Cbaves; e na ra do
Trapiche, armazem de inolliados
do JNicolle.
Fardos em saccas milito
grandes, chegadas ltimamen-
te: nos armazens de Guaina
raes e do Bacelar, dclrontc da
cscadintia da aHandega.
- |Vende-ae urna gr..za e uieu duna de lima de
ac fundi.lo sorlidsi aulor >climte as maiores
leem 7 puliegadat, e as mai pequeas teem 5; na
ravessa do Concordia, n. 1.1, alias do Carmo.
- \ end iii-si- 8 escravos mocos ptimos para o tra-
balbo de campo e da [naca ; 2 nioleques da 14 a 16
annos ; 2 muladnhos bons para pagens, de 12 a 1
annos ; 6 escravas moca bas para lodo o Servico ;
2 negunbas de 12 annos, muito lindas para seren
educadas ; duas pardas de 20 annos boas para o
servico de urna casa : na ra do Cie.po, o. 10, priuiei-
ro andar.
as loja du ra Nova ns. 5 c 28 e oa ra da
Cedeia do Bicife n. 49 pertencenlcs a Draga Sil-
va i <-t.in|> .ulna se acba um completo sortimento de
tellint de toda is qualntades; silbes para montana de
tenbora; loros ; caber.adas roluas ; silbas inglezes do
patente; ditas chatas, de couro de lustro branco; tal
lio e cananas ; barretinas ; espadas de todas as quali-
dades ; couro de lustro branco para correiarnes de fu -
zilrirose guarda nacional de cavallaria ; dito paraca-
nliDe de hutas de criados ; dito prelo superior para
calcado ; colchos de todas as qualidades ; e todas s
oais lazendas pertencentes as ollicinas de selleiro col-
chueiro, e uniformes militares : aonde tambem se fa-
jero s concerlao-se ditos objectos coro a inaior perlei-
cio e preco couimudo.
- Vende-se sag de boa qualidade,
e por preco commodo : na ra da Cruz,
armazem.n. !\ti,
= Veodem-se varios escravos chegados prxima-
mente do Aracaly teodo entre elles um perito coii-
nbeiro ; peona de ema ; cera de carnauba ; tola ;
bezerro ; couio de cabra ; caitas de tartaruga tu-
do por preco commodo : na ra da Cruz aruiazem.
a. 51.
Vende-ae um espellio de qualidade, grande,
prasela, por prego commodo ; oa ra do Aragao ,
ii. 1.
um offlcial de carpira ; ola ; couro miudo ; bezer-
ro ; um relogiode ouro patente : na roa da Cruz ,
no Iteeife. n. 26, venda de l.uiz Jos de Si Araujo.
=Vende-so urna porcSo de lebo muito bom ; na
ra do Rangel. n. 40.
Contmuao-so a vender chapeos finos de castor;
na ra do Trapiche-Novo, n. S, caa de Jo3o Slewart.
Vc-nde-s? um armario grande dout balcdei, e
umacarteira ; na ra da Cruz, n. 53.
=V>nde-se um eseravo de nacao de bonita figu-
ra ; na ra Nova, n. Id.
Vendem-te charuto de boa qualidade por pre-
co commodo em caita de 225, chegados ltimamen-
te da Babia ; na ra do Trapiche n. 34 segundo
andar.
Vendem-e a Refleides do estado de (nangas do
Brasil e a substituicio do (rabalhodos escravos por
rabalh liftje no Brasil por iienrique Veiioio de G-
veira 2 folheto, a 600 rt. cada um ; na ra do
Trapiche, n, 31, segundo andar.
Vende-e urna preta de bonita figura propria
para todo o sorvigo, por preco commodo; em Fra-de-
Portas n. 85.
= \ endem-se a obras completas de Luiz de Cm5e,
em 3 volume a mai rica e nitida edico que tem
apparecido, pelo mais mol ico preco, que be possi-
vel ; na ra da Cadeia do Recile loja da viuva Car-
dlo Arres; e as livrarias da esquina da ra do Colle-
gio, e pateo do dito, n. 2 ; na praga da Independencia,
n. 0 e 8 ; no Aleiro-da-Boa-Visla, loja n. 11.
Vendse a Theologia do Padre Monte nova cn-
cadernogo; na praga da Independencia livrana
ns.ti e8.
Vende-se CKR A EM VELAS do Rio-de-Janei-
ro, tortirrento de 1 a luetn libra ; oa ra da Sen-
zalla- Velba. n. 110.
asa Vende-se o superior vinho da Madeira, em quar-
tolas de 2 c i em pipa ; na ra do Vigario armazem
n. 4, de Kutie & Bi.loulac.
= Vende-se, ou troca-se por urna escrava um ter-
reno com alicorees para duas moradas de casas, no Ater-
ro-dos-Afogados, coro 36 palmos de frente e 150 de
fundo ; na ra Nova n. 21.
= Y ende se a venda da ra do Collegio, n. 21, com
90O a 1:000^ de rtsde fundo a iluiheiroou a prazo:
i tratar na inesina venda. Na mesma precisa se de um
I'orluguez com preferencia das ilhaa para trabalhar
e administrar 4 a ti escravos, distante delta praca 6
legn,
- Vende-so uir. preto de nago, de 40 annot, pou-
co mais ou menos ; urna preta, de 16 anno tambero
de nacao de bonitas figu'as; o preto be seirador : na
ra di Cruz, defronte da cacimba, venda de Manuel
de Sa Araujo.
- Venileui-ie 44 varas dn lagedo preto ; um uiole-
quo de 14 annos, com principios de sapaleiro : na
ra da Cadeia do Iteeife loja o. 59 a fallar com
Jos Das da Silva.
Vende-se urna pon lio de escravos, que a vista dos
compradores se .linio as habilidades, e verio a figuras;
urna preta parida de 5 mojes : na iua Nova n. 21 ,
primeiro indar.
ss Vende-so urna venda em muito bom lunar com
poucos fundos muito boa para se principiar a di-
nheiro ou a prazo com boa firma ; um sjbradinbo de
2 andar silo na ra d> Burgos n. 3 que rende
monialmeiile 22j rs. por 2:'>00j r. melado a vista
e niel .di. a pr.izo com boas firmas ; urna parle de urna
casa terrea na ra da Semalla-Velba que rende
mensalroentc 4 rs. por 500j rs. : na ra do Amo-
riui venda n. 17.
Vende-se gelo ; no brigue ameri-
cano, que se cha Tundeado em frente da
escadiuba da alfaudega, onde se acitara o
bote do inesmo brigue para conduzir
para bordo os compradores.
- Vende se superior marme-
e tambem se vao aplicar, por difTerente prego: na
ra estreita do Rozara defronte do becco do mesmo
nome loja de barbeiro.
= Vendem-se mei'as barrica com farinha gallego ;
na ra do Trapicbe-Novo, n. 8.
= Vende-se urna armacSo de loja, propria paraqaal-
quer estahelacimento ; na ra da Cruze, n. 11.
Vendem-se 3 caa pequea tita no Coelbo,
na ra do Jasmim que rendem um por cento ao met,
com lions commodos por ter 2 sala 2 qoartoa co
zioha quintal e cacimba, cada urna feitas a moder-
as e acabadas ba 2 anno livres e desembarazad, I
por serem feitaa pelo vendedor, em cblot proprioi; na
ra da Concordia sobrado de um andar n. 5.
Vende-se um piano de muito boas vote e de for-
te conitrueco ; urna cadeira de arruar ainda nova e
forrada de ieda ; .cco; psra ruiai caigas; enco-
rados para cobrir genero: na ra do Amorim n. 15.
DEPOSITO DE FARINHA.
No armazem de porta larga do caes do Collegio ,
ha farinha de mandioca novamente chegada de S. Ma-
theus e S. Cathirina a retalhn, ou em grandes por-
gdts, por prego commodo pela medida velba; e tam-
bem arroz pilado o caf.
-Vendem-se2negrinhadencSot de bonitas figu-
ras; na ra da Concordia, lado direito paliando a
pontezinha na segunda caa.
Vende-te urna II tula muito boa de bano com
7 cliavet toda apparelbada de prata ; na roa de S.
Amaro n. 8.
Vendem-se 3 eseravo sendo : 1 preto crioulo ;
urna parda ; urna negrinba de 10 annos : na ra da
Cadeia casa de Jobo Jos de Carvalho Moraei.
Vende-ae vinagre tinto, a 45,000 ra. a pipa ; di-
to branco, a 35,000 rs. dita : na ra Imperial, n. 7.
Casimiro Garnier, relojoeiro, na ra Nova ,
acaba de receber pelo navio Zi/ia um sortimento de
bijouteria do ultimo gosto; aderego de brirhante,
esmeraldas, &c. &c. ; brincos, allinete com camafeu;
correntes de toda* a qualidade para relogios; relogios
de ouro e prata patente inglezes o suisioi; anneit
com Molanles ; loneta de ouro ; caitas para rap ; e
uro grande sortimento de oculo para todas as vista ;
adverle-se aos fregueze que se dar tudo mais em
conta posaivel.
Itoupocs, a 1^500 rs.
lada: na
n. 24.
ra
da F
raa, armazem
= Vendem-se o muito superiores e mai modernos
borzeguins gaspeadot francezet para bomem ; di-
tos para senbora ; os muito acreditado! tapatous de
bezerro de Naotes de Susr ; ditos de 3 solas ; um sor-
timento completo decalcados inglezes, para o n.verno ;
spalos de cordaio de Lisboa, para tenbora a 800
rt. ; ditos de luslro, para menina de 8 a 10 anuos
a 800 rs. ; chiquitos a 120 ra. ; e outras multas
qualidades de calgado por prego commodo : na ra da
Cadeia do Recite, o. 35.
=Veodem-se cbarutoa regala de prmeira e segun-
da qualidade, fama-va principo, cabecudo, chega-
doi ltimamente da Babia : na ra larga do Rozario ,
fabrica de charutos n. 32.
Vende-ae urna preta moga, propria para qual-
quer servico por 350a ra. ; um preto de 20 annos ;
um lindo moleque, de 14 a 16annos, oflicial de hiar-
ceneiro; duat tuulalinbas de 12 annos, muito bo-
nitas propriat para mucan.es de alguna menina : na
ra larga do Rozarlo n. 24, primeiro andar.
Vende-se, ou troca-se urna preta crioula de
18 annos de bonita figura por um moleque da mes-
ma idade ; na ra do Collegio, venda n. 12.
Vendean-s2 eternos, muito robusto, sendo
= Vendem-se moendas de ferro para engenbotde
assucar, para vapor (igoa e bestas de diversos lma-
nnos por preco commodo ; e igualmente laixas de
fero coado e balido de todos os tamanhos : na pra-
ga do Corpo Sanio n. 11, em casa de Me. Calmont He
Companhia ou na ra de Apollo armazem, n. 6.
ase V enile-se ou hypotbecs-se um eseravo de naco,
robusto e sem vicios ncm achaques por 200 rt. ; na
ra do Livramenlo, n. 36.
Vendem-se 3 escravos sendo : urna preta de
iOannos; una dita, de 16 annos ; um moleque de
17 annos; todos de na\io de bonitas figuras e sem
vicios nem achaques ; as prelas coznho de todas as
qualidades, es5o peritas engommadeiras : na ra da
Concordia, passando a pontezinha a direita segun-
da casa terrea.
= Vendem-se saccas de larinba fina e grosta ; ditas
de arroz branco e vermelbo ; dilasde dito com casca;
ditas com milho : na ruada Cadeia do iteeife arma-
rem n. 8.
Vende-se farnlia de tri-
go SSSF da marca verdad ei-
r, chamada Ramo, em pe*
quenas e grandes porces, a
vouiadc dos compradores : no
escriptorio de Kalkmaiui &
Kosenmund, ra da Cruz,
n. 10.
Vendem-se os mais as-
seiados cortes de cassas piula-
das, com 7 varas cada corle,
pelo barato preco de 5^000
res: na ra do Crespo, loja
u. la?, de Jos Joaqun, da
Silva llaia.
Vende-te urna grande porcao de bichas, iguaet
Vendem-se corte com 3 covadoi e meio delta et-
cellento fa/enda por ter muito encorpada e de moi-
la duraro pelo mdico prego de 1300 n ; casimiras
de lia, com 3 covadoi e meio o corte a 1400 n.i;
cotae de linho do superior qualidade, a 1700 ra. o
curte de muito bonito* padrSet : oa ra do Collegio ,
loja n. 1.
Vende-e muito luperior vinho de Champagne ,
e Clarete cngarralado cbegadoi ltimamente pelo
Armorique ; em casa de Frederico Robilliarl ra do
Trapicbe-Novo, aonde so continuSo a vender ot seguid-
les gneros : plvora em -barra T, 1F, HF; pos pre-
to ; er ; colla superior ; cha hytson ; papel de ma-
china azul e branco ; etcellente vinho de Cberez, em
casco e engarrafado ; ago'ardente de franca ; cerveja
branca e preta ; panno de algodio grosso, proprio pa-
ra ensaccer assucar ; e um variado sorliinenlo de fer-
ragens
Vendcm-ie cassa-cbitai de muito modernos pa-
droes o de cret fitai, pelo muito barato preco de
2300 rs. o corte ditos de littrat a 3000 rt. com 7
varas; ditos de cambraia de lislras de cret, a 3200
rs. com 6 varase meia ; cotim eicuroi, de puro li-
nho muito pioprios para caigas a 1600 rt. o corte ;
e outrat mui.'S fazendas: oarua do Crespo n. 18 ,
luja de Campos & Vlaia.
= Vende-se calgado de bomem e tenbora ; tambem
ae recebem encommenda para tojas at qualidades de
obras que te prometa fazer com promptido perfei-
go e g tto dos freguezes e n8o havendo falla para o
da que le prometter; e tambem te vende cabedal de
todas as qualidades : em Olinda ra de S. Dent ,
loja nova, n. 45.
= Vende-te Um eicravo de 22 annot de bonita
figura, perito oflicial de carpina ; um pardo da mei-
ma idade bom correiro ; 4 ditos do servico de cam-
po; umacabrinba, de 13 annoi; 2 negrinba, de
12 a Hialinos ; 1 dita, de 22 annot ; duat dita boa
cozinbeirai e engommadeirat: na ra Direita n. 3.
= Vende-ie urna venda com poucoi fundos muito
bem afreguozada e tem bom commodos para mortr
familia na ra do Fagundei, n. 7, a dinhero ou a
prazo com boat firmal; vendc-ie por teu dono retirar-
se para a Europa : a tratar na mesma Venda.
Vendem-te cbapeot de palba do Chile pelo ba-
rato prego de 2 a 4000 ra., e dette preco para cima at
9000 n. : as loja de chapeos, de Joaqun de Oli-
veira llaia oa pregada Independencia os. 24. 26
o 28.
Vende-te um terreno com a frente para o Hoipi-
cio com principio ja aterrado; na travesa do Loba-
to n. 18.
Vendem-se ofbios de N. S. do Carmo de S
Franciico de Astil, das Alma, e do Sr. do Afilelos;
na praga da Independencia bvraria, na. 6e8.
=Vende-se muito superior bolacbinha de farinha de
araruta por muito commodo preco tanto em latas
como em libras ; na ra Nova venda n. 50.
=- Vende-se pao de obaoo campeche e dentes de
marfim ; na ra do Trapiche armazem n. 3.
Na ra Nova loja o. 10. de Hiplito St. Martin
& C., recobeo-se, como de coitume por lodo navio
franceze, do Havre-de-Grace sortimento ue fazen-
das franceza .assioi comunico de blonde, sedas para
vellidos chapeos fitas do prmeira qualidade flores
para vestidos e para cabeca de scnbora assim como
luilotoiiorlimentos de fazenda do melbor gosto de
Paria; jogo de domin de viipora de damat e de
chadrez e tudo o mais que perleoce aa lojaa maii aor-
lidaa, pelo prego mais commodo.
Veode-ie um relogio de ouro do nao, bom regu-
dor; 1 eicrivininba de prata ; cordoe ; brinco ;
traocelim ; anneldea ; medalbit da tenbora ; e outrat
multas obras de ouro e prata dasj annuneiada, de boro
gosto, por prego commodo ; pralot, a 880 rs. a du/ia;
copos, a 120 rs. ; quejoa, a 960 r.; paios, a 280 ra.;
uriooea, a 210 e 320 ra. e outroi muitoi objectoa de
venda por preco commodo : oa ra do Baagtl, o. 11.
Vendem-te, na eidade de Olinda, roa de Mathiat
Ferraira, ni. Se 6, dooilobrados, que, afora a i
gura dos ditos sobrados, que tem 50 palmos de fren
tem mais 60 palmos o quintal de largura na dita I*,'
da ra e o fundo bo grande todos murado T
urna cacimba de boa agoa que faz boa roupa de'u*
(em com varandaa de forro : a tratar na mesmi ra'
Maturas Ferraira n. 38, que ae vende por preco cog
modo.
Vendem-so ricoi chales e meios ditos de seda
aenbora ; leogoi de seda pira dita a 2 e 3j ri '
coi cortes de collete de gorgurio seda e de veluj"!
rivatas de teda do ultimo gcito e outrat rauilu I '
zendat e quenquilberias a preco.muito barato'
prag da Independencia loja n. 39.
= Vende-te urna oscrtva de nagio Costa de ai
annoi, ptima quitandeira e serve bem a unte,,.
um pardo, de 22 annos, bomoanoeiro e carniceir
jrsc:=r:TO i: ssgio Ananla n> vnrut.s --- ;
annoi, bom trabalhador de ensada fonce e machia
na ra daa Crozea o. 22, segundo andar..
Vendem-ie eapanadore de superior qualidij.
por prego commodo eicolhidoi a vonlade do coa.'
dor ; na ra Nova n. 51.
= Vendem-te tipstot de borracha Machos
todaa aa qaalidadea esteiraa de Angola ^ s todos J
tamanbos, superiores navalbas, a contento ; na ra
larga do Roztrio a. 24.
Vende-te um moleque de nagio, de idade de 18
annoi proprio para todo o tervigo ; 2 cabrinhn, |IB.
do um de 10 anuos, e o outro de 12 annos un ^
to de 30 annoi, caooeiro : na ma do Rozario veadi
da eaquina, o. 59.
Vendem-se oa cortea da riea fazenda a raiaha Vic-
toria o maia ricoa padroei chegados a esta pn
decores fita prova de limao pelo barato prego d,
4500 r.; cassa-chitas de bonitos padre's e cret Sin
o corte com 6 varaa e urna quarta a 2600 rt. a tai
vara a 400 la. ; riscados finos e escoczes, de quadroa
e padrea encarnadoa, corea fiaa pelo diminuto pa'.
go de 240 rt. o covado ; alzodio rneaclado entrangado
a 180 ra. o covado ; bretanha de rolo a 3000 rs. '
riicadoi francezet muito largot, a 280 ra. ; algodio
americano muito encorpado, a 220 ra. a vara ; mi-
dapolea enlejiados, muito finoa a 6800 rs. ; iDar.
te azul muito largo a 240 ra. o covado; e outraa
muilai (alendas por prego multo barato: oa rus do
Craspo, loja n. 14. de Jos Franciaco Oiaa.
Veodem-ae bons cbarutoa de regala principe
e cabegudo tudo naait em coola que em outra uusl-
qur parte ; na ra das Cru/es venda n. 40.
Vendem-se 2 relogios soboneles, patentes ingle-
zes sendo um de ouro e outro de prata, e quasi bo-
voi ; na ra do Rangel, n. 37.
Na ra do Rangel n. 42 vendem-ie dous jo-
goi da gloria com suaaetplicagea por prego com-
modo ; ette jogo be proprio para |qualquer fociedade ,
na noute de S. Joio e be muito fcil de te aprender
a joga-lo e te o comprador quizer, se Ibe ensin r,
nao obstante a etplicagio qu o jogo leva.
Vende-se um ptimo carrinho de duat rodal,
por preco commodo ; na ra do Arsgio coebeira ,
n. 17.
Vende-te urna preta quecozinha, engomo a
faz todo o mais servico de orna caa ; na ra do Colle-
gio n. 15, segundo andar.
Vende-ae a fabrica de fater papelio aa ra du
Cinco-Pontat n. 33 por prego commodo por sen
dono retirar-ae para lora da praga ; tambem vende-sa,
ou arrenda-te um pequeo titio na povoagio dos Alo-
gadoi, com bailantes pi de coqueiros e nuitoi ar-
voredot dediflerentea Iructas : a tratar na meima fa-
brica daa 9 horas ao meio-die.
Vendem-se chapeos do Chile, mui-
to finos, e pelo barato preco de 4.s'5ooe
5sooo res : na ra do Crespo, loja rr. 14>
de Jos Francisco Dias.
Escravos Fgidos.
, De bordo do Patacho Conceico
fugio, em .>.5 de marco do correntc anno,
o mulato claro de nome l'hristovao, es-
eravo de Boaventura Jos Rodrigues,
da praca do MaranhSo o qtial tem por
signaes : estatura baixa, cheio do corpo,
cabello annelado, tem as nadegas algtins
signaes de castigo, de idade de 34 a 35
annos, he oflicial de allaiale ; e consta estar
trabalbando, pelo ofllcio, para a parte da
Boa-Vista, tambem he marinheiro de go-
verno, cose panno, e he cozinheiro:
quem delle tiver noticia ou apprehender,
queira dar ou leva-lo ra da Moeda,
no bairro do Iteeife, defronte da casa
o. 9, que ser generosamente recompen-
sado.
Fugio, no da 13 d maio o preto Antonio de
Angola de 26 annos, pouco mais ou meooa alto,
barbado com urna empigem na teata, aigoal por on-
de pode ter bem conhecido quem o pegar, leve a ca-
aa deseu aenbor, Joaquimda Silva Castro, na ra da
Cadeia de S. Antonio n. 21 que receber* 50,000.
rs. de gratificagSo.
Cu'otiouo a estar fgidos, deide 21 de abril, de
bordo do brigje Mentor, os 2 escravos marinneiroi ,
Jos, de nagio Gabo, lepretentaO annos, estatura bai-
la, e.barbado; e Manoel, de nagio,Congo, representa20
e tantos koooa bino tem barba : aquello loi etera-
vo da cata do coronel liento Jote da Coila e foi teduc-
lor do seguodo ecoohecedor detta provincia: aonde
ae adiar be provavel te inculque por forro. Hecom-
anenda-ie a todaa aa autoridadea aa auat capturas, baan
como aoa cpitaes de campo e offereae-ao de gratn-
cacao 150,000 ra. a quem ot Irouxer reconbecando-ie
loreui oa propriot, o quaea ae pagao na ra da Cadeia,
o. 4o, em cata de Amorim lrutaot.
MRN. } HA *TP. DE M. F* Pl FAMA 1^4^


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