Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08294


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Full Text
Auno de 1846.
Segunda feira 8
O OM'O publlca-se todos os d.'as que nao
i He guarda: o preco da assignaturn he de
iiPiiO rs- P01' qu,rte,i P"BS adianlados. Os
nuncios dos essigiiantes o inseridos a raio
j" 20 >i por liona, *0 ris cm typo diQeren-
t e as repctices pela metnde. Os que nao fo-
rera asignantes paga 80 ris por Ilnha, c 160
[ rjpo differwta.____________
pHASES DA LA NO MEZ DE JTJNHO.
frsenle a i as horas e 8 minlos da manhi.
luaclieia a 0 a 1 hora e 15 minuta, da larde.
Min-oanlea 18as 4 dorase 17 ma. da manba.
La nova a 23 as 1 horas e 37 mi. da tarde.
PARTIDA DOS CORRF.IQS.
Goianna e Parahylit, Segundas e Sextas l'eiras.
Rio Grande do Norte, chega as Quarta ieira
ao meio dia e Rjrta lias mesmas horas as
Quintas feiras.
Cabo, Serinbaeni, Rio- Formoso, Porto Calvo e
Macevd, no l., It e 2| de cada mez.
Garanhuns e Bonito a 10 e*24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 21.
Victoria as Quintas feiras.
Olinda todos os ilias.
preamar de h/s.
Primeira as h. e 30 minutos da tarda.
Secunda as 4 h. e & minutos da manba. '
de Jntiho.
Anno XXII N. 127.
*m
das da semana.
8 Segunda S. Silustiano aud. do J. Hos orl\
edo J. doC. da 2. v. doJ. M. .1. : v
0 Terca S. Primo,, aud. do J. do civ, da I. ,,
c do J de pat do 2. dist. de t
10 Quarta S. Margarida aud. do J. do civ. da
2. vara, e do J. de paz do 2. dist. de t.
11 Quinta >Jc >I< Fesla do Corpo de Hits,
S. B.rnali.
12 Senta S. Facundo, aud. do J. docivel da I,'
vara, e do J. de pat do .* dist. de tarde.
I! Sabliado -t!< 8 Antonio Pndroeiro da
Provincia.
14 Domingo S. Baiilio.
C.XMRIOS NO DIA 6 DE JTJNIIO.
Cambio sobre Londres 2 '/. d. p If
Pai is 360 ris por (raneo.
Lisboa I fli /o premio |iui
Desc. de letra de boas urinas I '/P- /o
OurOncas bespantiolas.. SljbOti a
Mocdadejl'>vcl. ifijSOO a
i) de6t00nov. lOfJOO a
i) a de IJOOu.. 9/ffinn a
Prata Palaces......... i.vi-n
Pesos columnarea.. !# a
ii Ditos Mexicanos... i i'jnn a
Miada........... i jTsu a
Aeros da Comp. do Beberilie de bOsOOO
a 00 d.
mez.
ao ni".
32#00
ISflOO
sjlr.
14900
.3000
-||0S0
I#8u0
aopar.
PERNAMBUCO
PARTE SWlCIAL.
DECRETO.
Attendendo 01 relevante servicos, prestados eom
lingular patriotismo, pelocoDeelbeiro Msrtim Francis-
co Ribeiro de Aodr*d|, a causa da independencia del-
ta imperio, em que mostrou o mais elevado merecimen-
to, e aos esoassos meios de subsistencia, que legara a
ana lamiha. bei por bem elevar a dui contos e quatro-
cenlos mil risannuaes a pensao de um cont e quatro
ceotos mil ria, que actualmente percebe a viuva dodi-
Vo concelbeiro, D. Gabriella Frederica Ribeiro de An-
drade, ficando, porm, esta merc depeodente da ap-
proviclo da assembla geral legislativa.
Joaquina Maroellioo de Brito, do meu coocelbo, mi-
nslro e secretario de estado do negocio! do imperio,
anim o tenba entendido, e lega eiecutar eom os despa-
chos necestarioi. Palacio do Rio-de-Jaheiro. em 22 da
tnaio de 1846, vigsimo quinto da independencia e do
imperio.Com a rubrica deS. M. o Imperador.
Joaquim Marcellino de Brito.
INTERIOR.
F
Rio de Janeiro.
Foi bontem (18 de maio) remedido i commiisio de
cootttuicio e poderes um offiaio do governo, solicitan-
do, na forma do artigo 34 te autoriacio, sim de poder partir quaoto antes para o
sao destino, por convir ao bem do estado, o Sr. Paulo
Barbosa da Silva, oomeado enviado extraordinario e mi-
nistro plenipotenciario junto de S. M. o Imperador de
todas as Rusiisi.
Foi spprovada a emenda empatada, cooiignando 40
cont para seguran? ecouoerto da monlanha da Ba-
bia.
Acamara dosdeputados approou hontem(19
de maio), aem debate, o parecer da commiiiio decoos-
tituic'o conceJendoa autoriaclo solicitada pelo gover-
no, para poder partir quanto ante pira o leu deitioo o
Sr.depulado Paulo Barbosa da Silva.
Consta -no, que o Sr. Jos Mara do Aoaarsl f-
ra Horneado encarragado de negocios na Blgica, sendo
substituido oa legicao junto corte da Huma, de que
era lecrettrio, pelo Sr. Jos Ribeiro da Silva, oficial da
secrettria de citado do negocio eitraogeiroi.
S. M. o Imperiilur dignou-sto nomer oficial da
imperial ordem do Cruzeiro ao Sr. capillo de fragata,
Francitco Soerai Franco, enmmandante da corveta por-
tuguezi I). Jool.
O Sr. Tbeodorode Beaurepaire, chafe de eiqua-
dra graduado da armada imperial, foi reformado no
posto de vice-almirante.
O Sr. Cario Honorio de Figueiredo foi oomea-
do curador doi Africanos livre.
OSr. Hollaoda Cavaloanti, ministro da marinha,
tomuu parle ni diseusiao da lei da fixacSo dai forras de
mar para o anno financeiro de 184647, e deo ao Sr,
Ferraz a informsedes, que pedir na teislo anteceden-
te. Quanto 1 parte poltica, S. Exc. declarou, que o dii-
cursodoSr. Ferrsz Ibe pareceo muito ministerial, me-
nos n'um poni, em que o honrado memoro se tinha
nioilndo pouoo conciliador. Reiervou esta questlo pa-
ra discuti do orcntnento ; mostrou, que he neces-
sario, que todos preicindio um pouco de espirito de
isrlido ; e concluio com esta paleara, que forio aco-
liidas pela caruata com vivo signaos de adbeslo : a Se-
nbore, no meu paiz, o crime desgraciadamente abrga-
le do leio dos partidos ; mal os partidoa nlodevein ad-
millir o crime. Reflictio todos sobre estas pooess pa-
lavrai, e tirem os corollarios da poltica da administra-
do actual,
SS. MM. II. dignario.se bonaar ante-bontem
(25 de maio) com a soa uguila presenca o baile da a-
bertura deCataioo Fluminense.
A reuniio foi brilbantiisima, e a cata estiva rica e
elegantementeaderecada. SS. MM. 11. retirrio-iede*
poisd meia-noule.
Recebemos hootem (24 de maio), por va de Mon-
tevideo, noticias de Valparaso at 19 de marco.
No dia 8, houve urna tentativa de sublevado em San
tilgo, ma foi logo abafada, sendo preoi o cabeets do
molim. A capital tinba (ido declarada em estado de
ilio.
Na data da ultima nolie reioava tranquillidade
em toda a repblica, e nio se recejara, que a ordem pu-
blica lornatse a ser perturbada.
De Montevideo diz urna carta, que temos villa, que
estiva contratado um emprestimo pira minter o ejerci-
to por lampo de seis mezes, e que tinba lido grande me-
Iboraneoto o lyitema de fiscsluacio doidiobeiroi pu-
O general Rivera, accresceota acalla, labio
Freir de Borja Saloma Garfio. Eneas Justo de Barros
Trrelo, Vlauede SimOea da Silva, Joanuim de Paula
Mirtina e Silva, Batilio Antonio de Siqueira Barbad,
Joaquim Leal Ferreira, Joa Avelino da Silva Jacque,
JoiJoaquim de Souza Lobo Jnior, Jlo Cario de
Souza Machado, e Antonio Maooel Fernandos l-'ilho.
Quartel general da marinha, 9 de maio de 1846.
Joi Pereira Pinto.
(Jornal do Commtrcio.)
BAHA.
J deixou de viver u Sr. deaembargador Joaquim An-
selmo Alvea Branco Muiiit Barietto, j aaabuu o pai
desvelado, n amigo sincero, o cidadau preitante, e la-
bio, que, anda cago, nio deixava de esclarecer aos aoui
compatriutaa com as luies d'alroa, fallecendo-lhe as do
oorpo.
Sua familia, essa familia, undeexiitem varfie llu res-
neitavei pnr eu talento, e instruocin, o chura de>-
ciinanlada!
Que elle descanco junto o Supremo Arbitro de to-
dos oa aerea I
Pela carta abaixo transcripta verlo os notsos leitores
ai tarriveii atrocidades, que es zem ter.commettido nosertao. J diiso libamos no-
ticia, quo agora nos foi autbenticada com o documento,
que apreaentamos. datado desse lugare em 22 de abril
prximo panado, sendo tamben) certo, pelo que lam-
ben noi aKieverio, que o Marlioiano fdra morlo logo
no outro dia, o que o correspondente nio di, por nio
ter tido scieocia, seoio depoia da partida de su carta;
mas que oos foi provado por outrs, que se nos apre-
sentou.
He sem duvida para lastimar, que a cada pano se re -
produzio cnuiei delta ordem em nosso paiz !!
Nio coohecemos peisoalmeote ao Sr. Canguc, sa-
nalos apenas dessss desorden coro eiia mulber, temo
meimoouvidodefeode-lo, nSo nos achamoi com juio
formado acerca deste homem pelo que se no tem dito
pro, e contra, que, em coosoienca, temos sempre julga-
do eom grande dse de exageracio; labemoa, que foi
absolvidopor um trihor!, o nio ignoramos, que iito
quasi nio pro a inftoceticia de alguem, pelo estado,
em que ooi ochamos por este estado excepcional, que
faz oiba os ch'ecto? por prns', que empre apresen-
tio corea da oatureza dos deiejos dos protectores, que
'se iotereiilo pelos criminlos.
Anim, pois, se o Sr. Canguc era criminoso nesse
proceno, em que o absolverlo, que immensa responss-
bilidade ps sobre esies julies peraole Dos, o a so-
ciedade I ?
Se o Sr. Canguc era verdaderamente criminoso,
que delicio immenio nio commettrio teu juizes ab-
iolvendo-o ? He oecosurio, pira iilo pralicar, nio
ler religiio, nio ter patria, deiconbecer todo os precei-
tos divinos, e todos os deveres, que se tem a guardar
com a aociedade, que sempre se dave de manler illesa,
e defendida contra os seus aggressores.
Juizes,attendei bem, vos tendes urna consciencia, vi
|uraii parante Deo e os homeos fuer juitica, vede,
que um dia terei de dar contas dos perjurios, que li-
verdes commettido,que tereis de dar contas da maneira,
por que bouverde trstido voisa consciencia, que
Creador vot entregou como a buu li de vossn acede,
que terei aioda de responder pelos males causado pe-
la impunidade i lociedade, que vos confiou o alto en-
cargo de sua defea. Esta conidercSes nada vale -
riO para a mor parte dos juixes delta Ierra deiarnpa
rada? Sim, dzemos, para a mor parte, porque aind
os ba cbeoi de seus devores, que os respeilio mais do
que guardio auas vidas, (guando poder! o cidadau
pacifico e honesto viver seguro ? Quando os aggressores
lemeriS ss leu, e a sua execuco ? Quando a espada da
juslica ba de ferir igualmente ao rico, ao pobre, ao
poderoso, ao fraco ?
Nunca? Obi Esta ideia (nunca \) be bem capaz
de levar a deiesperaclo ao mimo mais fri, ao espiito
mais iosensiial!
essa railo, que elle aqui andou, nio por negocio, esim
refugiado, e urna especie de paz foi, que o lornou para
o seio desua familia, em cujos bracos elle expirou II..
Por ora nio sei de mais noticias; mas he de mppr,
que o meemo iriio faier ao rmiodo morto, o Mart -
nianoodo Moura, par animoCangucs te julgtrem
bem aeguros.
Comta-me, que na Villa-Velba se comprarlo armas
a lodo preco, nio sei o que ser de tantos crimes; e in -
feliimente se Jilacerio a familias sem a lei proteger aos
desgrasados I Asaim ir* indo, t que acabe a melhor
gente do serOi e que s quem assassinos, para elles
mesmos se irem dilacerando uns sos outros. Basta,
e nem pono ler mais extenso (Corrtio Mercantil).
MARANHAO.
A (II AI'AU.
O laoente-coronel Mililio entrou na Chapada com
mais de200bomens, atacnu e aposiou-se do destaca-
mento, cujo commindanle fugio para Caxial, onde che-
gou com um soldado. De Cavias marchou para a Cha-
fada o major Bandeira com 30, ou.seguodo alguns,
com 20 pracas eum atieres, e naquella cidsde, cuja
guarnicao era feita pela guarda nacional, ficavin ao
todo 17 pree de litilia Daqu marcharlo para l SO
pracas commandadas por um (argento !
Se a deiordem da Chapada fr adianle, a culpa ser
do governo, que deixou desguarnecido um ponto lio
principal como he Caxias. Marcha para o Pisuby
contingente do balalbio de fuzileiros, o qual a guarne-
ca; desee psra esta eidade o corpo fixo do Piauby, e
nio se manda oulra forca para Caxias, que be a chive
de lodo o oosso seitio I Que farem all dous mejores
sem soldados para commandar ?_
Todos os desastres, que sollreo a legilidade no prin-
cipio da deiordem deRaymundo Gomes, naicrlo de
se mandar gente anim a formiga para combater o re-
voltosos.
(Da Reoitta.)
PERNAMBJCO.
ble
no dia 1.*; ese a tua operacio tiver o resultado, que se
pera, mu d ir i inteirameote o aspecto daa comas.
Ifoltfi iot guardat marinhas promovido a segundo*
tenemei da armada por decreto de 6 do correnle
(maio).
Jos Carociro de Campos, Luiz Mara Piquet, Jos
Henrique da Silva Fres, Maroellioo Gomes d* Adra-
dee Almada, Antonio Jos da Silva, JoIj Cario de
Souza Jacquea, Francisco Domingos Caminada, Jos
Rodrigue do Sanios, Manoel francisco Correia Leal,
Jos Nolssco da Fontoura Pereira da Cunba, Franciico
MEU AMIGO.
22 de abril de 1846.
A noticia, que nesle momento recebo.e que tanto me
tem incommodado, nio be de deixar sem Ibe como
nicar. Recebo nesle momento cartas da vi|la do R
de-Contas, noticiando-me.que no dia 18 deste,pelas JO
horas da noite, foi tsatindo o Moura pelo Leolino
Pinheiro Canguc, reunido a mais cinco compaoheiros,
os quaea entrarlo pela porta a dentro oa SVM da mora-
da daquelle infeliz, no Bom-Jesus-do-Meira, e, acbao-
do-o no seo quailo, oa cama, e com a chara esposa,dal
li o arraatrio de envolta com a desgranada mulber, que
pedia por ludo: e, apezar disto,um doi aisaiiinoi.qusn-
do j lora, forcea arredou a mulher, e outro deo o .tiro,
ealm disso urna faesda, que aeabou com a vida da-
quelle infelix, deinndo la mulber com 12 filhos,todos
criancas!!.. Pela mulber foi conhecido o monstro
Leolino, ilbo do Ctoguc, assino de profiitsio, que,
quindoainda nio bem aeabou com adeadilo Porcia,
filba do teneote-coronel os Antonio, j eommelleo o
crine mais horrendo, que se pode imaginar I ... A-
quelle crime dex.do impune he que deo lugar a faier
urna familia onerosa desgr.cada ; tirando um pai, que
pouco o milavio, e que sus vida era lio socegada, e
lio particular, que s a sede do malvado podara rou-
bar: bem receio, que elle tinha, e foi juslamante por
Tribunal do Jury.
SESSA EM 27 DE MAIO DE ioifl.
PRESIDENCIA DO Sil. RIGDEIRA COSTA.
Autor
Oconcelheiro Antonio Pinto Chicborro ds Gsroa.
Rio
Joaquim Bonilacio Pereira, editor ieponsvel do pe-
ridico denominado Carranca.
Crimi.
Abuso de liberdade de imprenta, commettido no n."
60 do peridico Carranca, em o artigo, quecomeca=
O Sr. brigadeiro Sergio, etc. =e acsba=Nlo ba de sei
de lerro=.
(Continuado Jo n. antecedente).
Dada a palavra ao advogado do reo, o Sr. Borges da
Fonseca, disie :
Senhore jiiradna, antes de entrar no exime da mate-
ria, que e.i ul.jeita au vuo jnlgamcnl, peaassaat
do ineii dever .preseiilar-vo alguma roiiaid.irncOca,
par justificar a mirba apparifi ueste lugar, como ad-
vngado do reo. .
V abrs, que nesta provincia a pnpular;ao esta di-
vidida em dua. oppiuicfie, urna muiinrcl.ua, 'P'f/eii-
tada pelii iornae, que pnblclo a. imprenta do /'<
de Fernambuco, e o denouiin-di. DaUlo. e a .i|.|.....{lo
democrtica, qne he representada pelo Naiareno, pnbli-
rulo na tipi.graphia dose n.,ine, o de cuja Mnn en
aou redactor. Aaain: ealabelrcida n divi.ao, vo. latvia,
que a de.Dl.osicao adoniiiiacloarliinl: una, e lio munar-
ohica, que tem toda a roi.aideri^a... vrnerapo e re.-
neito a formula marcadas na coii.iilinv" d im|ieni.,
qurr que ella ejSi. firliiuntc guardada, o e |iroii.m-
cia contra a dominacao actual, porque nao sjuard ;
auuira t^poiijlo t.unbeni re| eita a constituicu do
rsiadu, porque Ihe nao be dudo d modo algiim sabir
della; desejoaa do pai, ma. taubcm deaejoaa de liber-
dade, nio pode jimai estar de accordo SWSB a domine-
actual, quo, preacmd.ndo dotiidaa a. rera. do ju.-
e do lione.to deve alcaucar, vm rtullado, a oni-
,.. qulaclo da liberdade, o lamliein a niquilacao do tbru-
r:" no, da iiiimarchia actual, que queremo. su.lenlar, no
, inlores.e de tuda aaiaoeiacloi por reii.cgu.i.le linje,
ai.rrsentando-ine aqui, vonho defender o. direitua da
ininren.a, ameaeadj e violentada pela doniwacl.. ar-
inal e lenho a meu lado o meu nobre amigo (Dr. Foli-
cea), reprcentante dee grande partido, de que, ba
ouco, fallei, quo seguramente forma k maiona da
iiopiilacio da provincia. Dada esta esi lica^u, Senbo-
res, vuu entrar priuieiramoiite na analyau de.le pro-
coto dfcpui. que luo.trar a tu. preci|iit.eo, tratare,
da defran d" reo.
O reo, Senhore jurado, foi citado para cumparecer
na teeret.ria da polica, a explicar o artigo, quo publi-
cara, debaixo de ma reirjion.abilulade, no peridico
CaVrtUtM s. 60, de 27 do Janeiro do crreme nii.o e
cate deapacho, que te acha a falla dettet autut, lew
a dala de 3 do Janeiro do mctine auno, e no verso se a-
eha ma ceidlo do Sr. eterivio Aprigio, que he da 3
dafevareiro ; o deipacho be de 3 de Janeiro, anterior .
publicarlo do artigo. Isto, Senhore, o que prora f
Prova a precipitario, com que te fci etto proceso;
prov., quo nio era a ratio Iranquill de um juii tevero,
que prenda i forniacio da colpa do reo, que itta pre-
tenlo ; e uio vo. adm.rei. dirto, porque eu vejo, benho-
ret, que nem poda ter de oulru modo, quandu o autor
era o presidente d i provincia. O pro.ideute, que inlo-
reatava na decitin dette pleito, e tuppuulia, quo itso
era conveniente aOt te.it i.itere-tes pirticul.ires. Dj
pr.icett te t maia, quo no dia 4 te l.vra o ter.n do
rcvolia ilo rii, e boje dii-ae, quo o r nAi o tmoaree.eo
para dar a oxplic.ce. exigida!, porque oorlainente
quii eiinfiriiiar ten eterito, eaggruvar n torta do autor,
que ettav atroimeuto calumniad pur elle.
O reo, Senboret juradot, compareca para dar aa es-
plicacet, au para dar ae ratees, porque nio poda ex-'
plicar-e; porm, acliaudn-ie .lente, apra.eola um re-
qucriniento, attignadn pelo ico advogado, o Sr, Aveli-
no, que na turma d.i cdigo, nio poda deixar de aer at-
tignad.i pelo advogado, ou pela parte, pedindo, quo ao
enp.ic.itse o leu nomparrciiueiito para outra audionoia;
ni.it o Sr. el.el'u de polica, di.te, depcit de urna larga
pratira, qne nio ett.va dentro da llura ...arcada ; alia
diitn, que a certidao d medico ura tal, que nio eximia
o ron de comparecer na audiencia : a certidao do medi-
co lie etl, que vou ler, para que vot julgueit, io poli-
ca, a vitta dril, poda, ou niu, njuiar, ao o reo poda,
OU nio, comparecer (l"o).
iiic.lioo,q..c aqui ett nttignndo, he o Sr. Dr. Porei-
i .i iln t'arino, oujarespeilabilidade, cuja rapacidade njet-
m.l lias materias medico, be feralmente reuonhro.da,
i.*.i tO nqui, convi no Kio-de-J.iiieiro, atindp onicluio
ten rtludni, eiuetiuu en. luda parte, anude ello i te-
lilla ipretentadu. Quanto u tua respeilabilidade, a tua
i.-. i l.nle i.iesu.n, nao ei como alguem pode uu.ar po-
la em duvida; porem o Sr. el.efe de pulinia nio o en-
feuden asiro : oro, Seohure, icnd.i o lucdioo dito, que
n Btoleatia rffectivnmenle privnva o ru de ..bir, de an-
dar expolio au tl; tendo ello chamado, para compare-
cer, a 10 borat da niaiibia, na secreturia da pulicia ;
tendo o medico a pettua nutoriaad. para reconliocer o
impedimento do reo, o ditendo este, que'o mi, Ibe faxia
il.iui.io; aendo a hora marcada a.iuello, rui.qiio u tul
dardeja com mala forca j uio tei como a polica Hulla
direito de diter, que a certidio nio o nbibia ducoiu-
pareeer: itto tudu prova o atropello do prooetto, com
juradot una coinlemnac.Su iniqua, iiijutta ; visto que
to contava eo.a o jury, quo te liavi.i formado e.te auno,
na qualifteacao, que e tinba frito lio .cutido do urna
farcio.....
OSr. Juis Prndente: Chamo o Sr. advogado a
ordem; o rogo-lbe toda a randera;! natexpretlOea.
O Orador: Bem : queria-ae a eoiideiuuncio do roo
a lodo o cutio: anda nao ficou aqu: o reo, SejtfcaMS,
interpo recurto, arratoou em lempo, foi cora vitta a
parte adverta, que tinba tcia diat para arra.o.r, e ar.
raaoouj mat, teiidn-ai' ron.proiiictlido a apretenlar o re-
corto prrante o tuperior tribunal, a rilarlo do difiri-
lo demorn em tua mo o i rocen inn.t din, quea-
quelle morcado pela lei; deforma quo, quando foi
preiente o reourto .. relacio, diese ella : Nio veioera
lempo, uio piiiiu tomar ronbeciiiiciito do reour.o.
Aqi.i etl o occordln (ida),
E uulai, Senhore. jurado, que, procurndo-e, por
parto dn ron, do c.criva rrtpeclivo o aiid,iHicnl do re-
cnr.n, e (in lampo, ditte etto j le-lo entregado ao Sr.
tari da reloc.ii, em quanto que o havia confiado
ao advogado do aeeuaadtir, que eaeim pretero o eu
curto legal.
Ora, Senborc, qual cria a ra.io, por que o utor do-
.....rou i apreaenlaolo do reearao no tribunal tupmorP
Nio sei a explicacio, que pona dar-so-lbo: he o autor,
ro i... re..,no, porque era dellr, *t" recorr., que
demora o pmoi....., para quo o tribunal nio too
iil.e.i.ueiil.i dellc; e porquo'r uto sei : cada um
avolio a roifiet, quo para itto haveriio.
Astin, poi-, vo tenhn mostrado, como este protesto
t-.ta ("do otropell.do ; que ho fill.o do capriobo ; be um
pr.icetto do prepotencia para e.magar o reo, quo sita
prevente ; ron fraro, a quera, u.1 r.toe de reourto, o
amorinnn.lnii chamar u, farroupilha, como eum ci-
dadio, im goto de eu direito poliucoi, tenha alguna
mira ditt.nrcirt, quo nAo teja u de leu roereoimentnt
evlrtnde. Porque-paite da pre.idencia da provincia
lima exprsalo de.to. f Uto ei; ma. parece-rae, que el-
la be um pouco t jra do. principio, con.lilucionae, um
posteo indecente.
Agora, Senhore, vou entrar no exame do faelo,
que tanto incommodio a S. Exc, o Sr. presidente da
provincia ; vainm ver, te o reo leve Miet sulicienlos,
para aulurisar o dito, quo escreieo ; vaitiot ver, te el-
le levo rai5ci aiifllcienloa, par jutlificar tuai atier-
coet, e elle, h.nge de ter un iluminador, Foi um or-
gln riel da upiu.au du pait.
V.tabei, quo l.a.ia i.ecessd.do de no.near cora-
n.ndanto para a llhl de Fernando, e ,,... e.ta >~5
leo lugar a divrrtat duvida. nlro S. to., o ar pre
.idente d. provincia,eS, Exc., o Sr.coni.n.nd.nte da.
arma. : o Sr. ....i.ui.iiidante daa .rim, a q.am oum-
pria, pcloogulainr,,.... a MiOOfto do oflic.al. que de-
,1. ir commandar Fernando, bavia **"
ver; ... o Sr. pre.drnte d. provincia nio o
indicacin, que te Ibe le., J, de tu. '"i""dtJ\"l"'2
eorouel Mar,,,,., rn.i. Senboret, te d,.- ger.l nen
uarid.de, v.qi aaoraw, p-.r i.ao .!. de ..be,
que ,.lo ni. becou., -Irg- bJ. "te Irib...,
time co-
..... do vot
foi vo. cuntante, l..g.. que .ppareoeo etto c.nd.d.lo,
que o Sr. cmniandanle dai iiuai levo a franqueta de
d'iier ao Sr. pre.idenle.: eu i.l- poaio nomear ene
oficial, que V. Bxo. qurr ; porque be publico, que el-
le offlrial Ja da oulra vet, quo cominandou a liba, com-
meroi.iu nello, e lite nio be conveniente; e por e.te
luotivii, e pelas diligencia, que elle tem feto, para ob-
lei de nevo este eiuprego, nio pono nomear tal indi-
viduo : mat S. Esc apetar detta raiSe, nnmeou-o.
Depon dvala iiiiiucaclo, o Sr. Martini preparou-e pa-
ra partir para femando, o netta moma ocoaiiio S.

M
m



*
xc. pop portara do 9 de outubro de 1S15, mandn,
"lie ae ibiuiaiteni, por nriinntanientn, no dilu coronal
'ln.iirii conloa do ii'u : li.i dononieiito panada pelo oho-
frda rrpnriic-lu, por onde case abono se fifi, pngadn-
ria ; tambein, Senderea, neaac ineanin da, 3. Exo. cx-
prdin nuil-i (loriara para a repartici da iniriolia, di-
tcuilo, ijim1 smenlo le embarcassem generes, que Ibe
foaaom np'eseniadnt de orriern do Sr. M.iriiiu, 011 -de
orriem delle preaideule por parlo da id fosa, roqueren-
te conidio de-a |>' ri.i i i.i a i j.. > i-111 .1 da marmita, po-
rem o empregado enearregnilo de dar lal oerliriio ne-
guu-ae, e por iim nio n npretcnto : e en nio sei te ei-
lou no mea direilo, rcqiicrcndo no Sr. Dr. juix do diroi-
lo, que faca requintar aquella ordem, qns fui negada
an reo, para ao llie tirar ete meio de ricfcia ; emfiui, -
prctente o fado, a iinloin nate, mal nin nuil dar.
E o que quurdiier ctaa arden mi facultando ao noronel
Marlnt e a presidencia o diruilo de embarcar gneros
para aildade Fernando?
Dit-ae, que nao he permitlido eniunierniarem part-
culare unquella Iba, e que o onmipcrcin ao fai por con-
ista* rilado ; mni llevo terebrar ao nobre patrono rio
Exin ncciisador, que, nena mcsnia embaroacao, o vin-
gem do coronel M'iriii, embarenu un liunrailo negn-
uiaule iicila prona, mn cnrrcgauentn do carno accoa, a
quem consignado nao aci; nina corlo cas negociante
nao commuierria por cunta do rilado, pode | entretanto
fazir urna IraniafcSn qualquer por conia de queiu lli'a
encomendar, por cxcniplo, dcS. En-, o Sr. preaidente
da provincia, Antonio finia Cliiollurrn ib Gama, ou
de S. S., o ir. coronel Francisco Joto Mallim, ou de
emboa oonjnnctaavente,
h, Sriiliorca, a reipeito di prontacio adiantnria, don
quatro coltlua ao Sr. Martina, so den n oppnilcio do Sr.
contador da theiourarii geral, nia dolaroa a oxiiten-
ca do sobrns na illia de Fernando ein poder do c.oin-
rnaiidaiilc, n qiiem ia u Sr. coronel Martina substituir,
e, nao obalalile embargo, que oppoi, por parle da fa-
icnria publica, o honrado CitnUdor, S. Exc. maodou,
que >o adiSjnti.....m diun quatro conloa ; porque lom el-
le nao ie poda faxer nina viagem dai|ucllaa rom pro-
veno. Toca-voi, Seudorc jurado!, a apajafllcao do f.n>
loa di-ita ordem, para rccnndeccriles, ao oreo justa-
liionio, ou lian, conaideroii o Exm. remador como no-
ti?auienlc interc.ailo nexo commerrio da illin de Fer-
nando, no liin de proteger o aeu amigo, o correligio-
nario.
Ora, Senliorei. se lio un facto cominillo, nvarinvel,
do qiuil nunca iiiij;uriii duvidou, do que todoi na com-
inan.lanic. di illia de Fernando negocian, e que nio a
na eoiniHiiudanica, como lamben 01 Ilieiaes, debnmi
la admilfSStraau do conimamlante, i lijo coui ellei re-
parle un lauto da renda all drapendiiU, n aquello qu
d mu lercu ja ec repula bom ; ae tato lie frn do duvi-
ila, aaaioi cuino o cal, que da nutra vrt, que aquella
ma Con.......iriiiii, o Sr, ei.roiul Marina negociou, nao
te pile .1 ii \ a.lnr, que deala vil lambeni negociou, p.ls
saben lodoa, libe teda a gente do i oininorciu, que o
Sr. Martini, cmumiudaiiln nieailn pela Sr. Chicharro, comproii muiliii gcuorui, e
ii cinbarciiu para aquella Illa,
DiasruMubre Idrogado patrono do niitur, que na
liba o> l'einandii ie negocia*! purennta du guveriin;
nao aci, que tal uegoi lo pur Cunta do golerno autori-
tario aej j aei, que pon.....la do estado ae reuieltein u-
verea para ii gente, que nlli cita, c lamben loldm ; que
r.Mi meiea rcmeliid.., pelo (o ver no ncbau-ao ifiii-
pre nimio cedo, nunca >.i.. bnalnniea. e que cnlo sup-
preni ai vendaa do coinuiandauto ila Iba eaia talla de
genero*) cito hu o faci, faci, que niiigucm podo cun-
leitar.
A opiniau publica aecuinii Ingn S. Exc. o Sr. pres-
deme, deilc patronato para cun o coronel Martina, e
lodoa aquellei, que e-crevciu para o publico, labem
mullo beui, Senliorea, que a raao deaeua eaoriplul lie
miiilaa vetes bateada en boaloa, priucipaluiuutj cm
lempo de criio, nu quaniio, como entro un acontece,
ni partidoa ae extreman, loacampao, e francamente ae
comba le m : 10 Caica boaloa nao aer vi rem a o eaeriplor pu-
blico, par ouiiter o aeua advcra.irioa, a impiciua leui
de ie calar purque nada poderla diier, au, quando li-
veae de fallar de urna auloridado publica, nao u podea-
ao faxeraem citar Munido de ludoi 01 ducumeuloa ne-
ceiaarim pala provar csici tac loa: eolio a mprenia
uunca pollera iletcuder os direiliia dn povo porque
quando, to quiioaao aceuaara mn empregailo d'alta clua-
e, ou na aeua aiiborilioadoa, ellea o ncgnno a dar ai-
aci dncumeiilna, como auccedeo com a urdein para o
embarque, e que, lia punco, fallei ; maa, Sonliorea,
nSo beiluio, que iuj admira o que oie admira lie, q'c
o partido do governo d'lioju o venliu queixar agora de
exceiaua da impriman.
Senliorea, nos preaeucimu o que lo cacreveo anlc-
riormenle, alo be, n qou dlaae eiae inesiuo parlidn,
quanilo 0|ipoaicao. Como eatranlilo ai cemuiaa, felaa
.un aclui ile S. txe., e noae recurdlu cnei indi vid ou,,
que "un proceden!, do quo hieran reapoite din nme-
cenore de S. Eic. .\,i.. foio ellea tau alroimeule
pcraegnidui, pela iuiprcuaa luimaterial buje; ho torta
ciaea auteceaaorea do S. Exc. tanibeni naicimeulii nao
tiverao tambcni educacao; au terio tambein bunio i
nio leiiu laiubeiu lentinientoi generlos o nubrei ludo
no, que hoja ie du, que toiu S. Exu., o Sr. preiidenio,
e que eu nio cunteato ? E pin como a uppoaic'o de en-
i.io, hnju niini.iiii.il, nao se reuorduu desie oleiueut
de ordem, deilaa uousidera^ua, que devia ler pela un-
tvridade publica, para maiiler a aua res|ieilabilidjdu, a
hu duque a urdciu,e a pax podeaio aer luaulida'' Mai,
nesau lempo, a nppuaicio ao eiqueceo dv ludo iitu \ o
Seuliore, nao ic ciqueceu i nena occaaiao : a oppoai-
cao de eolio, boje minutcrial, quo cita com ludia tor-
ca .i ana diapnaifau, que cala armada du ludus us iliciu,
u poder, para ennagii leus adversirius, nindn nlu cuu-
lenle cun uto, contina cm mu ayiteuia de infamia 01-
Ininiii.i", couaa indigna em quem guverna. Vua, que ealam
nu poder, que luis tortea, porque 9l0 din o exemplu ?
Poiquo querra, que a uppnsifao proceda de un mudo
diHurenle daquelle, por que procedis ? No tundes ra-
ao, toa uto sola juilua.
Ma, Senbore, conliouarei com o ficto: o governo
de 9, M. o Imperador, a quem loi presente etie con-
flicto entreS. Exc. e o Sr. cominandaote dai urinas,
nomeoii um lerceiro, pira decidir ene conflicto tein
ckocara tusceptibilidade, qur de um, qur de oulro
----------------------!------------- -'--S
tubro de 45, anterior i nomeQ5o do Sr. brigadeiro Ser-
gio ; esia ordem, Senbores, ditpSe a reipeito do em-
prego dos navios disestucOes maritimai no imperio; mis
vi todoi ubeii. que anda e eitacSo do Norle niocst
estabelecida em Pernambuco ; ese, poii. o overno im-
perial ordeniva S. Exc o Sr. presidente, que dsae des-
lino ao Sr. brigadeiro Sergio, mandando-o para Fer-
nando, nio poda ter en. vista, que elle ssbisie n'umi
embarcjco da estacio naval, quo nao exislii nesta pro-
vincia ; nio poda querer, que S. Exo. mandaste ao
Rio-Gran-de-do-Sul, ou eoRio-da-Pnta chamar urna
emhaicacao.
O Sr. Promotor : A Baha...
0 Orador : Nem i Baha, Senhore; be rfpenai
pretexto; muito mail, quando todos sabemos; que os
antecessores de S. Esc, quando qunro f.zer remostas
para Fernando, Iretavio embarcarlos particulares, e
S. Exc tneimo, quatro das depois que libio o Se.
Sergio, mindou frotar urna embircicio particular, pin
manjar generoi, e romas necssarus pera Fernando ;
nra, se, pois, o presidente tinh ordi* exprossi, que
Ibe determinav fuer sabir para Fernando o brigadeiro
Sergio, e nao tinha aqu no porto embarcaciodo esta-
do; era de sua obrigacio larer (retar lima embarcado
particular, para Ibe dar o destino, que o governo de S.
M. Ihe ordenata, dsse
0 aviso de 29 de outubro do anno pamdo, que or-
dena a remessi do Sr. brigadeiro Sergio para a i Iba de
Fernando, bem que declare, que o laca em navio do
estado, todava o objeclo principal delle era o embar-
que do Sr. Sergio, e este se devra edectuar, e se nio
efloctuou entretanto, nio obstante estas, no porto o bri-
iii' .'Ini/o'inAa. Sabe o nobre advocado patrono do
autor, que, das depois quo appareceo essa aflectada re-
sistencia do cominandinle desse brigue ii ordens do seu
cliente, sabio dito brigue, de ordem do mesmo seu cli
ente, o Sr, concolheiroChicborro, pino Rio-Grande-
do-Norte, em consequencia dn que a voz publioa ro-
clarnou, que o brigue /fndoiinha u nsar o coronel
Martin, do golpe imprevisto, que Iho dera o nobre mi-
nistro da guerra; eque, portanlo, rasio sobrada liveri
o reo para lancar-lbe ai arguicSe, que ihi se Ifiom
nesse n. 60 da Carranca, que lao imprudentemente
fui chamado a uizo.
Srs., dii-se no artigo, que da parte da presidencia
se lom manilestado sempre urna especie do divisio ; a
presidencia se presta,favorece,est de aecordo cotn parle
do ministerio, ou com essi parte, que oahio; maiesi
cm opposi(8o rom a outra parte do ministerio, isto be,
com esse individuo, a quem ltimamente S. M. en-
oarregou a formacao de um novo gabinete ; este laclo
lao importante be lilho, cuino vos sabis, de um es-
pirito mes (uiiihi), de um espirito, anti-social, de um
espirito bai barn, e que be o credo geralmente seguido
pela gente actualmente dominante ; diz essi gente :
ludoquano he ('acalcan!t deve $erproscripto, ludoht
aiiamno, ludo he ladro ; uaqui he, que tein resulta-
do a indisposicao de S. Exg. contra o actual ministro
di fazenda, e interino da marmita; e dahi nasce essa
desobediencia, essa rolenjao do Sr. Sergio aqu por 5
me/es.
Ora, se esta isto bem demonstrado; se nio pode res-
tar duvida, Senbores, que os eominandanles da liba
negnciarao sempre, e que elTectivamente, nesta ultima
nomearAo, o Sr. Mrtms negucinu ; so disto nao pode
restara menor duvida; se lodos o sabem; seS. Exc.
le lulo, quanto pJe, para retardar o Sr. Sergio o
(umpo preciso, para que csses gneros reeip rlados pa-
ra a illia de Fernando livessein a precisa curan V), pa-
ra que nao fcassem alguns ; o que so segu daqui 1
Segue-se, queS Etc. prolegeo francamente essccoin-
meicio; e nem oulri conclusio pode tirar, Senhores,
un jais relio ndo, com espirito mparcial, tranquillo e
consciencioso, que s ouca a verdade, a rasio e a jus-
liya, e que tenha dado um juramento du s ler diante
dos olbos Dos e a lei, e de votar segundo sua consci-
cia, .ein attender a que o autor ha o presidente da pro-
vincia e o reo, (como Ibe chama a presidencia) um
farroupilha.
Senhores, tambein o nobre advogado patrono do au-
tor quiz dizor, que o seu cliente eslava calumniado,
quando so disse, que, com o dinheiro da necio, se pa-
gata ao Reverendo padte mostr Miguel do Sacramento
Lopes Gama, para escrever contra todos os homens ho-
nestos e honrados da provincia; eque, nosle caso, S.
Eic. eslava sempre calumniado ; porquo, ou esse di-
nbeiro era dado, por empregados subalternos, que es
tavodebaixo de sua nspecelo, ou era dado por S.
Exo. mesmo; em um e oulro caso S. Exc. era crimi-
noso, provando-se; porque, devendo S. Eic. fiscalisar,
o nao liscalisando, coRinielteo ocrime de prcvaricacio;
logo, pois. nio se pronndo, he calumnia: e omesmo
na segunda hypoihcse Ora, veremos, se posso provir,
que S. Exc. pagava, com o dinheiro da necio, ao mul-
lo Reverendo podre niestre, para escrever contra pes-
soestespeileveis, em favor das quaes, em 18H, elle
havia e.cnlo no lempo das aleitO, em que quera
ser deputsdo ; dizia enlao este Reverendo padre me.lie
10 Sr. Juu Mauricio da Rocha Wanderley, que o Srs
Cavalcanles etio nohres o rao granJes, e o que os outtos
nio erio nada etc.
2
cenca para que ? para eicrew o Sele do Sitembro, re-
eehondo, com a capa da licenca, o ordenado de lente
da lingoa nacional. Ora,pois, est timbem provado,
que o reo nio fez nenhuma calumnia a S. Exo, nio
Ibe imputou (actos falsos. Esta provado que* o Sr.
presidente da provincia nfioa admioiitrou, como de-
via....
O Sr. l'reiidenl* : Recommendo a Sr. cdvoga-
do lodi a prudeocia, afm de que ene nio veja obli-
gado a chama-lo a orden. -
O Orador : Sr. doutor juiz de direilo, V. S. me
perdne esti reflexio, que vou fuer. V. S. muito bem
libe quanto o reipeito; mu j me cbamou a ordem, e
agora me previne moderacio; porm me parece, quo
aindi nio tenho (litado ao reipeito devido ao tribunal,
nem i pessoa alguma ; preciso defender o reo, nio se
mepdetolhe.r a ilefesa, embura alguma vez isso vi
ferira adninistracio actual, ou os principios da admi-
niilracio; nuito maii, quindo o reo he acornado de
ter atacado ao presidente da provincia, e S. Ex, be
quemoieeuia: he urna questio toda pessoal, tenho,
pois. de fallar no nomo de S. Exc., no seo proced-
monto como presidente di provincia. .
OSr. Juiz Pretidtnle: Bem; porm rogo-lbe,
que usado toda a moderacio nal suas palavras, quan-
do tratar dessasexplicacdei; alus, lerei de o chamara
ordem, todas as vezei que me parecer, que o Sr. ad-
vogado sai della, isto para manter a decencia do tribu-
nal.
OOrador : Bem : Senborei. o rio est aecusado
pela admioistracio da provincia ; reo he cidadlo bra-
sleiro, e portme a um partido poltico, em que a na-
ci est dividida; (amelle, pois, como qualquer ou-
lro cidadio, o direilo de manifestar suas opiniOes o
sentimentos, nem ha ninguem, que o pona tolber,
nio ha quem Ihe posia por obstculo!: or, Senbores,
se, por ventura, o reo (em escrito contra S. Exc, e
S Exc. diz, que foi calumniado, e leudo esse escri-
tos tratado a S. Exc, nio como hornero particular,
mas como pr'si lente da provincia, be claro, que nio
pJe, na sua defesa, prescindir de analysar o actos da
presidencia; e iqui est a rasio, porque falloi desses
actos; e quando. ainda ba pouco, falloi em faccio,
quiz denominar o partido dominante, por isso que
ontendo, que elle nio hemaisdo que isso; porm,
como nio pusso continuar a servr-me desse termo, ser-
vir-me-bei do trrmo partido, em lugar daquelle de
/acedo, que, nesle caso, tica sendo ivnonytno.
Senbores jurados, desgracadameole asociedade brasi-
lera est dividida em partidos, e esses partidos lio lio
desarrosoidos, que, quando eatio no poder entendem,
que s podem segurar-se por meioda violencia, por nieoi
velatorios, mu, quando stio (ora do poder, todos ellea
aganio-se com o povo, todos proceden) em nnme da li-
berdade e da justica; e desta pecha podem ler argidos
os partidos polticos de todiiis momrebas, e, por des-
grana, nio foi disso isenlo o partido actualmente domi-
nante no pai/; o esse partido levou a tal ponto a aua re-
aeco, qua a accio demiisoria chegou al a ultima escala
da gerarchia social, al aos porleiros e cootinuoi; e ludo, >~S?o, que o fes de.x.r a prudencia, o 8. Ex....
hio fgido; eate he o tacto eite, repito, be um din
tem por provincias, que nio a do seu naieioiento, r(,
tido o lugar de representante da nar;8o, eqoen'nn "
tem sido molestado na sua vida publica; que, p0st qj!
a rasio, por que boje o era T '"
Senhore jurados, pareee-me, que conheco mi|
vida poltica de S. Etc., o Sr. preaidente, do que o rio'
bre advogido de S. Exc. : Senhores, eu nio trato S. Exc., como magistrado, eu creio bem, que S. ,('
como migistrado, be urna penoa muito recpeitavel; n'
vl sabis, que elle nio est aqui como magisi'ria'0'
mas sim como homem poltico, mas sim como home,!
en'carregado di admioistracio deumaptovineii^ej,,,,!
homem poltico, como administrador. queS. Exc. n
est livre das pechas, que teem cabido sobre todoi g,
homens publico! e polticos, que teem figurado os,.
na brasileira. S. Exc., depois da revolucio de I83|
foi despichado presidente das Aligon....
O Sr. Juiz Presidente: De novo recomoitBuo l0
Sr. advogado toda a moderacio na expolelo, q% (|.
(aser, desses fados.
0 Orador : Sim. Sr.; parece-me, que nadi din,
ue merecesse a censura de V. S.
O Sr. Juiz Preiidmtt : He una preveocio, qu,
Ihe faco, e nio urna censura.
OOrador: Sim, Sr. ; mas he preciso qn,le
note, que eu vou fallar de S. Etc., como adminitr,.
dor da provincia, e nio como homem ; porque, como
tal nio tenho delle o menor aggravo. a menor oflenu-
nio dira, poii, couaa, que podease oflender ioSr. Cbi-
chorro. ..
0 Sr. Juiz Presidente: J dine, que be medida da
prevencio.
0 Orador (continuando) Dizia eu, que S. Ex. nSr.
preaidente di provincia, riepnis da revolucio de Ja3{'
ato lie, depuis da queda rio priinoiro ministerio, eonhav
cido por mintarta Feij, quando subi ao podar o a>,,,
niaterin doa 20 das, ou dos qoarenta, en fim, un idi-
oialerio inulto pequeo, que ah liouve, fui S. Kx. inin.
lado de preaidente para provincia daa Alagoaa; ahi
S. Ex. levo de aoffrer alguna embarnec antea da ii,n,,r
Cunta, por parte du partido, que l aa ohamava rnlM
liberal, o S. El. aiiuilou-io tanto om iito, quo qait
donar de tomar poaae da presidencia; maa aeuantecoi-.
ur Ibe diste : nio, Sr., eu hci de leguir o meu desi
linu ; nio quero, que ao diga, que minhi inBuenoa
he, que ie deve eate inuviincntu : e foi iilo, queubrigou
S. Ex. a aceeilar. Depoiadolrea nieici de citada all,
quando a eleiniu j ae estiva (atondo, aabio S. Ex. elei-
to deputado pela provincia daa Alagoaa; ni fui o Sr,
Cliiohurro, fui o preaidenlo das Alagoas, isto he bem
para onlender-io; vaaabeia cuino iito mecede entra
nos: be auturidade, manda elegei-so, aoja Ii quero tur;
S. Ex., nio aendu oonhecido na provincia, nao pndi
aereleito por aua peaaua; foi-u pela aua auiuridade
elego-ae eata, tenha ou nio inorcoimento : e nio voa ad-
miris disto, porque nem sempre o merooimento he
ountemplailo pelua governos, un, por outra, nem por-
que o lioioeiu lie preaidente ao pode diter, que elle lera
merecimenlo.
Ainda osaiin, Senliorea, durou pouco lempo a admi-
niilraco de S. Ek. porque, pouco depuia, luuivo uonj
ludo loi considerado como objecto do vinganca de um
partido, que se diiia justo : be ene partido, que se a-
p-esonta obrando de urna maneira odiosa, indigna, im-
propria, e que nio pode ser adoptada pelo homem so-
cial; que boje, com mal aflectada hypocrisa, vos vem
fallar de excelsos, de abusos, quando os abasos pirtem
.'o leu governo, do autor mesmo, que os tem levado i
um ponto, a quo nunca chegou partido algum. Quer-
se prohibir o pensamento Tudo, quanlo nio eit de
ccordo com o sentimento da dominacao actual, he mo:
a imprenta governaliva alaca a aeus idventfioi, nio
com raides, matcom insultos, com diatribei de toda a
easla: ludo quanto lio da opposicio, na opiniio do par-
tido dominante, he ladrio, he assiisino,eso pelo sim-
ples fado de se oppr aos principios da dominacio ac-
tual : nio se di nuior deiarrisoameoto. E, nesta si-
luacio, Senhores, o que (ex a opposicio ? Juntou lo-
daiassuai lu vas para resistir, e ninguem dir, que
ella obrou mal; invoco o testemunho dos proprios in-
Todoi vs sabis o que vou dizer-vos; comtudo, um
documento se devra ter trazido : mas oenisempre tudo
lombra, e, em verdade aqu as discustoea ollerecem
mullos lecursoi. Um documento devra eu apresenter,
e era de que o muito Reverendo padre meslie Miguel
lo Sacramento, pmfessor da lingoa nacional no Ijco
desta cidide, nuoca se imporlou com o lyio, la nio
foi, nio deo I icio aosalumuos, mas, apezir disto, os
seus ordenados foro proinpumentc pagos, e por elle
recebidos : ora, um empregado, que nio cumpre as
suas ohrigaedes, que nao he proceisado por essa falta,
e que recbeos seus vencimeolos, tem-os recebido il-
egtimamente ; deviio do estar nos cofres pblicos,
mas, nao o esli, e por quem ferio recebidos todevi
^^zf"';lrJT-'i-::!^^^^
ra dar-te em coifisin ; vulo, que o governo depositava
igual eonliinja em um e oulro empregado; e por nao
noneouoSr. bngideiro Sergio; mal qual foi a con-
ducta de S. Exc., o Sr. presidente da provincia T S
Exc.oSr. presidente, releve aqu, por alguns mezes,
o Sr.bnguleiro, aob diverioi pretexto!, mas todoi pre-
texto! frivolui, e Uo Involos. como aquellos, que se de
du-no dessi idem. que, ha pouco, loi liria pelo nobre
advogado, patrono do aulor; fallo delta circular n. 75
. -- ----- '"-vi-i I \J HiariltS, iHOD UI--I
de 17 de outubro de 4B. Ota, Senhore, e... ordem, cV-uero.uppo
que serte de deleii ao Sr, presidente, be de 17 de ou-lda a meu favor. I,*
hvra a primeira auturidade da provincia da respootabi-
lidade, que Ihe compete nesso lacto, ainda qieimo que
nelle nio fosse connivente ; porque todoi sabem, que
o Sr. padre mostr Miguel andiva a toda ahora no
Re.-ife, que estava bom de ude, pitieindo, diver-
tinrio-te, indo aos clubt do autor, ios theitioi, etc. etc.;
te, pon. elle eslava bom, te todos o limos ah por toda a
parle, segue-se. que elle nio ia ao lyco, porque nio
quena. .Mas diz-se-ha : o presidente deo-lbe liceo-
"r, que se Ibe deo licenca, isto be ain-
ividuos desse pulido, que nelle esli de boi (, pan
que digio, se atiim nio be ; eu mesmo, Senbores, que
me icbo (ora do ambo! ot lados, em que a provincia el-
la dividida, nio pude escapar deste cutello ; tenbo lido
arrestado constantemente pela ra da amargura : ettou
salisleito, nio me importa ; tenbo feto o meu dever,
tenho reagido com lrc,a contra o poder, contra o po-
der lorte, armado com a legislacio do paiz, ecom a
(orea publica ; que tem querido esmagar os direilos do
povo, os direilos da socedade, ot direilos da imprensa:
e, Senhore, nio sei porque, mais que nenhuui oulro
partido, o dominante tem tanto odio, tanto rencor a
unprensa, quando sobe ao poder ; nio sei, porque a"
primeira couta, de que trata, sempte que est no po-
der, be de calar a impronta, be de considerar, que to-
dos os que nio eitio de seu lulo esli (ora da lei, e que
devein ser severimante cailigidos, por nio quererem
partilhar aa suas doulnnas, nio digo bem, porque dou-
iriiias nio vejo nesse partido, mas seus caprichos, seus
odios niisquinhos, seus devineius.
A opposicio, pois, perseguida, reagio com os meios
legaes, a imprensa; e nao ser possivel, que vos, Per-
nambucauos, nao secundis o exemplo das outras pro-
vincias do imperio, que teem repellido esta perteguicio
do poder contra a impreosa peridica. Hoje. ainda ago-
ra, sube de um laclo, que corrobora esta nimba asser-
cio, e be o de, no da 13 do correte, ter sido levado
; erante o tribunal doi juradoi da Babia o Guajcu-
r, secundo em 8 nmeros de leus escrptos, e all un-
nimemente absolvido; e aisim tuccedeo, aperar de todo
o odio, que tem contra tio exceden lo peridico o pre-
sidente aquella provincia. Senhore, vede, quo o prin-
cipio dominante por toda a parte he guerra a impreosa;
mas lambeiii he principio correute, quo o paiz repelle,
por meio de seus trbunaei, essa guerra.
Nio me demorarei, Senhore, a demonttrir, que o
reo tem pnticido um acto, que Ibe be permitlido pela
legislacio do paiz; porque, pela.legislacio, o cidadio
ibraiilem pode censurar os actos da presidencia, a api-
lenla los ao publico, e tendo elle aecusado a presiden-
cia do Sr. Cbichorro, be porque tem julgado, que essa
presidencia nio tem procedido de aecordo com os in-
lereisct tociaes; e leu juizo, vos acabo de moslrar, as-
senla em felos reaes.
Agn, sou forcodo a considerar S. Exc, o Sr. coo-
celoeiro Pinto Cbichorro. Diue o nobre advogado, que
por, queae me ueo licenc, uto be ain- i. -------------, T------7----------.''"
he mais a favor da defesa: deo-lholi- f ." J I"" n",,lr,dJ hon"do' I" *? n''Cl'
factu da vida administrativa do S. Ex. Na poca, que
riisae, Senhore, rctiraudu-io S. Ex. para o Riu-dc-jt-
neiro, e havendu tuiitor nrgiiiiiar-io um iiiiiii.lcriu,
oniiiii aquello, que dovia dar a demiiso ao lulur de S,
M I. villo quo n Sr. Aureliano da Suma UUeira Cuu-
liuho te havia turnadu campean cntio de mu partida
(ligo eiiliu, porquo al au aalur do Rio-de-Jauuru nio
o cunliecia tal uoine, que do repeino appareceo na ace-
a), foi S. Ex. u uomeado miniitru do ira|ieru : mis,
porque succedeo iitu P Porque si Se Aureliano tinha cm
nata inotler u curpe- de polica donlru da typugrajihia
doSr. Viaima, o quiilira-la, conio fez ; porque tiuliaeni
villa deiuillir du lugar de lulur du imito joven inonar-
cha no venerando Sr. Jnae Bonifacio de Audrada Ma-
chado c Silva, bomoiu probo a luda a pruva, e isto para
aer nomcado tutor de S. M. o Sr. marque de Ilanbaem,
que se limilava a subscrever a tudua ua acioa do Sr.
Paulo Barboaa da Silva, desao homeiu, cujo mimo odi-
lo he condecido de lodoa oa lliaailuiroi lionr.idoa ; por-
quo convnhii, Senhiirea, r.oinu te dme em 31, nacerlo
du Rio-rie-Janeiio, o ninguem cunlealou, nem pur par-
te do niiuitterio, nem por parto do niinislru da juslica,
quo era o Sr. Aureliauo, reduiir n casa imperial a ui
estadu de degrada cao ; porquo convinl.a, quo u Sr. Au-
reliauo oiuveiio brinoaudu cun ai nnssai auguiiat
princeaa, iatu disse-se ein 44, o nem foi contestado,
nem foi chamado i resputiinbilidado quem u duie.
0 Sr. Aureliauo cucarreguu-io do la ter tirar a tuturia
do Imperador daa luios do priineiru Bmaileiru, do hu-
meiu modelo de vriudu, o Sr. Joaa Bouifaciu, |uracntre-
ga-la a um humen aWboohudu o torpe, qual case Paulo
Barboaa ; ato diase-ae entio, niu a pela imprenta da-
oiucralioa, como pela mona reliioa, o Sete de Abril, o
outrua jurnaea, quo faziao uppoiicio au governo ; em
Rin, tudoa ui partidos, oonsttiiteuiciito accusrioS. tx.
de, na qualidado do ministro da cu roa, ler mbicrevidu
ene loto de tama verguliba para oimperiu; era um
lulur (ditia eulio a oppoiicio, tanto a dcuiucraliea,
como a ninnarohica) quo um pai, leudo de abandonar
teu Klbo, Iho hi|ii dudo naquelle mun.entu, e Ihe havia
dilu : noui ella eite menino Ionio, e talvet infeliz; s de
tuai mos o confio be mu tutor deata ordem, que a ai-
aeiubla geral, bem que ncilo mumoiilu citveste deiau-
oraliaada, cunhnuuu, que caso partido, que cniumanda
uSr. Aureliauo, uiiuigo de luda a ordem uu pan, en
leuden dever sacrificar, para ficar de pniae da nasa itn-
perial, curo o fim de a legar au puii em eaiadu de degra-
dafio A bnudude de cos preterou-nu desto mal.
E uto era icm fim esse irabalho, a que ae presin infa-
memente o aulor. Em verdade, quo comidera{iu te
loria pur urna uionaroiiia, cuja oasa iiuperl, uu cuja
mngeatado, ou cuju iudividuo, que a magealado icpre-
senta, niu huuveate tido a uduoaclo preeaa parta reger
u pait?
Ora poit, Senhore, te S. Ex. ainda be retponaavel
por eate aclo infame; so S. Ex. nio o juiliflcuu, apciar do
aer acouaado, em face, na caara ; ao, apoiar de inter-
pillado, ae coiiaervou mudo o quedo, Oomu ae dii hoje,
quo S. Ex. osl ooin urna vida publica llibatla Depon
note-so, que, snalo demiltido o Sr. Candido Jus do
Araujo Vianna, penoa milito retpeitaviil, o quem dc-
vo niiilaa conaiderlcos, do lugar de iiiinislru da faiou-
da, inicriuamenlo Occopuu esta paila S. Ex.; maa nada
fe ueise lugar, nada, repito, absolutamente nada. Ora
pois, aonda esliu oa acta de S. Ex. como liomeni pol-
tico ? Diisc-ic, quo S. Ex. recebeo louvuret da regen-
cia ; ora, uto lie com couiiiiuui ; quando u mililitro
c*i, aempre te dii: alleudendu ao que ie repreaen-
lou, &c. ; aempre be este o outtume, embura elle nio
teailia pedido a deininiu. No Brasil toba um faci, que
dix reipeito auSr. Candido Jo.o de Aiauju Vianna, quan-
------U------- ^ -----------------i 1 ------------------- ib|'a.iiuv>>^i, \jiiihiu \i ivau nv ii' -.--^ -j----
lado o primeiroa cargos de estado ; que, alim dalo, |do eu 34, 'por aiu querer irahir aua oooieienoia, aeui
Ai


=3
.pliegan manderuo-lhe nro decreto cnm a tal formula
.IfHleno, mas elle, lendn, diaae: naja, lohauma
(.dude, nao pedi a minha demisido; mandn o ri-lti ii r< 11 > r 'i'"' se Ibe mandaase outro conformo ao
fjeio; depois do trea das, g toa ero pnd i torios, &o. ,
.,j o decreto "Ora nne parlero; elle sahii satiefeito
honrad. Dcpoia, rabiu eaao nefando ministerio, o o
inl'T, soltando nullidade. de i|iie n'nnoa devora ter aa-
hjdo. ahi 'e onntervou al 1845. dondo fui tirado pelo
0nr ,|ni rriminiio, o ex-ministro Jos Carlos, para
nll.jeier-lho o ernpenlio de nullifioar eata importante
pfHfinnia, de quebrar-lhe ua brioa, de atrooida-la. Eia,
s.......ri jurados, n que he <>autor, oEira. ennoelhei-
XVI,
Existe contri o reo clrcatnstincia aggravante de
premeditarlo ?
OJury respondeo : Nlo por 7 votos.
XVII.
Existen circunstancias attenuantei a'favor do reo ?
O jury respdndeo : Nao por 8 votos.
Flnda a leltura, o Sr. juii presidente' do tribunal la-
rrou e proferio a segulnte
SENTENfA.
A' villa da deolsio do Jury, abiohro do crime, de
que he accusado, ao reo Joaqulm Bonifacio Pereira, a
m. por liso, mando, que ae paste altar de soltura,
presidente deata provincia, Antonio PintoXichorrolc sed baixa na culpa, levanlando-se, caso se tenha a
da Gm
Rciihore jnradot, parece-me, que tenlio dito, quinto
he bastan" I'*" defender roo, que eiti preaente, para
,(,.|,.nilrr na iolereaaea da imprensa do misan pais, ron-
Ir '" j-<""."."*** do partido, que a persigne pnr todoa
os linio Estandoprovadas la imputacda fintas, no pe-
rjudico loenaaslts, a S. Ex., he manifest, que o rea esta
Hnrente ; nsoii do um direilo; e, sendo assitn, o es-
imulu voa, como me peranado. convencido do que em
Fernando ae negociou, que o Sr, brigadciro Sergio foi
drniiirado aqui de proposito, quo o P'iueatre Miguel dci-
loude cumprir aeus deverea, eatanilo na inlimidade do
autor, &c. deveia abaolte-lo, porque elle nlo cnlnm-
iiniii, porque elle provou todos quamas irapulacoes
f,-i Kxni. autor, como ordena o art, 339 do cdigo
criminal.
Se trnlio n reo por innocente, vedes, que roe oflo de-
todrier com as aggravantes. Nimoa se dii motivo fri-
iiilu n reprovadn, quando um cidadao, crendo os
agentes do poder aooinl detregradui, oacenaara, oa an-
fxusta procurando asaini mantur uadireilua da aocicdi-
de,a que perlence; e nem lio pouco, quando iiiun auto-
ridailo so pdu aeiinn da lei, se desrngra, e ae oonstitue
iln ti de uin partido, se pode niaia oonsiderar com di-
n-i i m de su|ierioridade sobre os me mbros da sooiedade,
s iineniaggrava com seua crimes, e eilorses.
S n h o i tu, vede quem vos falla hoje em nonio da ro-
giilaridade, e da ordem. Ilypocritss, que, apesar-does-
ijri-in no poder, nlo respeilao oa direiloa dos aeut
tuses, quo do ludo abusa, que ludo oorrorapera o do-
i'.i.io, uto podem agora terdirei lo para impr-vos em
iiciroe da justifa. Vede bem, ae o governo, lendu todos
oa nieios oo sou alcance para m aaaaorar o povo, fic.i
niaia rom o da imprenaa; elle su, e'selle pode desoom-
nor, insultar, e calumniur, e ni o floa aos bou adversa-
rios ao lueuoi este recurso, digu este direito franco de
manifestar a oppnaicio seua penisamentns por raeiu da
imprenaa : ai de vos todoa, que arannhii estaris inde-
fesns, amarrados no pelourinhn infamo da vil gente, que
domina '. .Vio, S nliorc, nlo n fiareis.
Me, julgai u roo innocente, o tereis procedido de
accordooun os principios do Justina,e de conveniencia
social. Eu aasim u espero, trn nquillu e seguro ero vus-
a independencia, o no voaso carcter, embora aposi-
to elevada do autor, e a mesquinha posiclo du reo,
Depols de hsverem replicado os Srs. advogados,
O Sr. Juiz presidente fox o rea lorio das provss pro-
ducidas pi e contra o reo, e, fi ndo elle, entrego j o pro-
cesso com os quesitos ao presidente do conceibo, que,
paisadas algumas horas na sala das conlerencias, reco-
leo-e a dos debates, onde o mesino presidente do con-
celho leo o seguinte:
I.
O reo Joaquim Bonifacio Pereira he o autor respon-
savel de um artigo, publicado a 97 de Janeiro do cor-
rente ,inno, oo o. titi do peridico denomioaao Carran-
ca, que principia = Esta o Sr. brlgadeiro Sergio = e
tcibi m Nao ha de ser de ferro asa ?
Ojuryrespoodeo : Sim por UDanlmidade devotos.
II.
O reo, no inesmo artigo, attribuio ao autor, na qua-
Inl ni.' de presidente da provincia, o fseto de ter, por
omlssio, deixsdo de cumprir, sendo-lhe posslvel, urna
ordem legal de outro empregado ?
O jury respondi : Sim por 10 otos.
III.
O rio provou a mencionada ImputacSo ?
Ojuiy rcspondeo : Slm -- por 7 votos.
IV.
O roo, no mesmo artigo, attribuio ao autor, na qua-
lidade de presidenta da provincia, o lacto de ter demo-
rado, para promover interesse pessoal seu, as providen-
cias de seu ufllcio, que Ibe forSo exigidas por autorida-
de publica. ?
O jury respondi : NSo por 7 votos.
O reo provou a mencionada imputacao?
U jury respondi : Nao por 9 votos.
VI.
O reo, no mesmo artigo, attribuio ao autor, na qua
lidade de presidente da provincia, o Tacto de ter com-
merciado directamente, dentro do distiieto, ero que
ficrcia as suas fureces, em effeitos. que nao erao pro-
ducn de seus proprioi beos ?
O jury respondeo : Sim por 6 votos, e NSo
por igual numero de votos.
VII.
O reo provou a mencionada imputacao ?
U jury respondi : Sim por 6 votos, e Nao
por igual numero de volos.
VIII.
O reo, no mismo artigo, attribuio ao autor, na qoe-
lidsdi di presidente da provincia, o fado de ter tolera-
do, para promover interesse pessoal seu, os crimes e
ddeilos ofciaes de seus subordinados, nao mandando
proceder contra ellos ?
O jury respondi : Sin. por 9 votos.
IX.
O reo provou a mencionada imputacao ?
O jury respondi : Sim por 8 votos.
X.
O reo, no mesmo artigo, attribuio ao autor, na qoa-
lidade de presidente da provincia, o fado de ter ixpedi-
do urna ordem illegaI?
O jury respondi : Slm por 6 votos, e NSo
por outros tantos.
XI.
O rio provou a mencionsda imputacao ?
"jury respondi : Slm por 8 votos.
XII.
O peridico denominado Carranca, em que foi pu-
blicado o mesmo artigo, distribuio-se por mals de 15
paiioas ?
O jurv respondi : Sim por unanlmidade.
XIII.
Existe eontra o reo a circunstancia aggraviotu de ter
Ido impellido por um motivo frivolo ?
O jury espoodeo : Nio por 8 votos.
XIV.
Existe contra o reo a circumstancia aggravante de ter
faltado ao respelto divido i idade do offendido ?
O jury respondeo : NSo por 8 volos.
XV.
Existe contra o reo a circumstancia a .gravante de ba-
tir no offendido a qualidade de seu superior?
uJuryiapoijdto: Nio poi 7 votos.
elle procedido, o secuestro dos impressos querellados ;
e pague o autor as custas, em que o condemno.
Recife, 97 de malo de I 16.
a Jote Nicolao Rigueira Cotta.
IIIIRIO DE PEimtlRUCO.
Pelo brigue Conceico-de-Maria recebemos folbas de
Lisboa, que alcan(So a 9 de malo ultimo.
SS. MM. e AA. continuavio a passar no paco de Be-
ln), sem novidadsem sua importante saude.
A cmara dos deputados occupnu-se, nos das 17 e
18, com um prnjacto para a suppressfto dos juixes or-
dinarios, e nova dlvlsio judiciaria.
ContinuavSo asdesordens dos sublevados oo Mfnho,
os quaes dsvio vivas a I). Miguel, gritavio abaixo as
ieis novas, viva > as leis velhas c institua > autorida-
des suas nos lugaras, de qui se apoderavSo. incendia-
viio todos os papis e impressos, que encnntravSo nat
secretarias das repartieres publicas, e tinbio tldo di-
versos ataques com a tropa do governo, que os batia
per toda a parte, deixando grande oumero de morios e
feridos ; e assitn, forc* de armas e da medidas e-
traordinarlas, se la restabelecendo a traoquillidade pu-
blica.
No da 20 apresentou-se o ministro do reino na c-
mara dos diputados, e diste que em alguns concelbos
da provincia do Minho se lia va manifestado urna grave
conspirado, e que se haviSo reunido forcas sublevadas
em numero de mais de 9 ou 3,000 pessoas, entrando
na cidade de Braga, equerendo tomar de assalto o quar-
tel do regiment 8, etc. Passou depois a ler duae pro-
postas de lei ; urna para serem suspensas as gaiantias
em todo o reino, por espato de 60 dias, fleaodo o go-
verno autorisado a usar di- poderes discrecioosrios e ex-
traordinarios a suspensao da imprensa, menos dos
jornaes Iliterarios e scientifleos, dos diarios da cmara
e do governo : a outra para serem os crimes de sedicao
julgados em coocelho de guerra, e passados pelas armas
os sediciosos. Pedio, que a cmara se conservaste em
sessSo permanente at seram risolvidas estas propostas;
eassini sefex, sendo urna dallas, a da suspentSo das
garantas, approvada em ambas as cmaras e saoccio-
nada no mesmo dia, em que tambero passou na dos de-
putados a outra relativa a forma do processo a seguir-
se, a qual rol votada pela cmara dos pares e sancio-
nada no dia seguinte.
Por carta regia de 21 de abril, foi o ministro dajusti-
Ca, o Sr.Jos Bernardo da Silva Cabral, Investido de po
deres extraordinarios sobre as autoridades do norte do
reino, para as exonerar e substituir, como Julgasse con-
veniente ; a parti para o Porto com trepas, segundo
se l no Patrila do mismo dia { ultimo oumiro publi-
cado), o qual annunclava a sua partida, sendo interi-
namente substituido na sua ruparlicao por seu irmSo, o
ministro do reino.
IlaviSo-se espalbado em Lisboa proclamac5es incen-
diarias, coocitmdo o povo revolta e a um armamento
geral.
Na cmara hereditaria leo-se, no dia 30 de abril, o
decreto, pelo qual S. M. houve por bem prorogar as
cortes at o dia 31 de maio. P.ntrouem discussSo opro-
jecto, que tlnha ido da outra cmara, autoriaando o go-
verno para, de aecordo com as autoridades ecolesiasti-
cas, proceder reforma das collegiadas.
Na cmara electiva prosegua a discussSo da lei do
ornamento. No dia 1." de maio apresentou-se nesta c-
mara urna proposta do deputado Augusto Xavier da
Silva, para serem modificadas algumas disposiedes da
lei de saude, a qual, assim como a da repartirn da
contributcSo, serviSo de tbema aos revoltosos. Hesol-
veo-se, que fosse a una commissSo especial de nove
membros. que devia ser elella pela cmara na sassao
seguinte.
Por urna parle telegrapbica, recibida de Paris im
Bayona, soubi-seem Lisboa,' no dia 30 de abril, que, a
16, tinha um novo regicida attentado contra a vida de
S. M. el-rei LuizPhilippe, no parque de Fontaincbleau ;
mas que feliimente o crime nao leve o funesto resulta-
do, que o seu autor esperava. N'outro numero trans-
creveremos um artigo da i'olha Lilographada, quo d
ampios pormenores sobre este horroroso attentado.
As noticias de Londres, recebldas em Lisboa, alcan-
cavao a 18, as de Paris a 19, e as do Madrid a '6 do
abril.
um projecto, que sutorias a presidencia a emiltir a-
poltcis at o valor de duzntos conloa de ris para oc-
correr ao pagamento da divida provincial, o i hypo-
tbecar, para seguranza Jessai plices, a renda do meio-
dirtmodosgioeroido producco bratileira na exporta-
dlo, do principio do anno linanceiro de 1846 a f& ao
fim do de 1850 a 1851.
Os do MaranhSo alcanco a 20 do passado. Alm
da desorden, que na Chapada promover, e continua-
a o ten.nte-eoronel Militio, e cujos pormenores re-
lata o artigo d fensia, que em lugar competente (ka
copiado, consta, que o Sr. Moura Magalbiel, man-
dara processar ao ex-promotor da capital Domingos
Baplitta da Silva, por ba.er esta dito no offic.o, em
que si diclarava inteirado da sua demissio, qun Ibe
Idra ella dada para puni-lo de haver denunciado, e fei-
to condemnar a 8 annoi de gales, a dous cscravosde An-
tonio Corris de Aguiar, intimo amigo do mettno Sr.
Moura, e a quem aisentou elle de, por use meio, ma.
nifestsr a grande parte, que tomara no seu resentimin-
to, por vir-se porhnto tempo privado dos servicos
dissis captivos.
A ultima data dos do Cears be de 30 do supracitsdo
mei. Contina aIIi a mais pronunciada e lorte oppo-
sicSo administrarlo do Sr. Vasconcellos; e pouco ou
nsda tem melhorado a secca, e por conseguinte a sorte
daquelle povo.
No Rio Grande-do-Norte, segundo carta particular,
que de la recebemos teem etcasseado ai chuvas; de-
senvoWeo-se urna terrivel praga de lrgalas; a orne de
novo ameaca a provincia; apeste das bexigas ha pro-
duxido espantosa mortandade; e loi suspenso do lugar
do chofe da policia o doulor Claudio, por negar si ao
cuinprimento de ordons da presidencia, e procurar at
ridiculiriss la.
CMMEftClO.
Alfandega.
Rbnduibnto do di 6.................3:903j36
Deicarregdo hoj 8.
Rrigus l.tven-Lanmercaduras.
Uriguilemabacal o
Consulado.
ItKMIIMKM'O DO DA G.
Geral..........................
Provincial........................
Diversas provincias................
I:623i936
279i00G
374i
1:806*706
Os jornaes do Rio do-Janeiro, quericebemos pelo
vapor .-Salvador, que, procedente dos portos do Sul,
enliou hontem no dista cidade, ebegio a 27 de maio
prximo lindo, a os da Babia a 3 do corrente.
No Rio eslavao as cousa no eiiniu quo : disculia-se
o voto de grecas oa cmara dos deputados, onde bu-
llanles discursos erio pronunciados pelo Sr. Forras, a
quem, respondendo o Sr. llollanda Cavalcanti, daclarou
que suppunba um delles muito ministerial, como me-
Ibor vfio os noisos leilurcs de um artigo do Jornal do
Commercio, que era outra parle transcrevemos, e pelo
qual ionlirnia-se a idea, manilestada pelo Sr. Marcel-
lino de Unto, de ser das intemes do gabinete actual
sustentar urna poltica toda du paz e concillaran.
S. M. o Imperador bavio, com toda a corte, toma-
do luto por setedias, a contarde 27 do mez ultimo,
em signal do seu senlimeolo pela inorte de S- A. R., o
principe Guilberme l-'redertco Carlos, irmSo do rei dus
Paizes-Btixos.
O Sr. Paulo Harbota ficavaa partir para a Russia, a
cumprir sua missao.
A pensao da viuva do Sr. Martim Francisco bavia si-
do clevaaa*e 1 'tOOtOOO a 2:i00i000 rs.. como cons-
ta do decreto imperial, que Da parte ofTJcial deixamos
estampado.
Na Babia, segundo um artigo do Mfcaniil, que
tambero copiamos, um tal Canguc celebrisava-se, em
um dos serles daquella provincia, por actos da mais
requintada pirvirsidsde.
Appsnctoafinilovapor Penambucana, que se es-
perava do Norte. Entrou hontem ; dniou em tran-
qurllidsda as provincias, por que psssou ; e trouxe-nos
jomis.
Os do Para chcgSo a 20 de maio.Eslava all aber-
t a aisembla provincial, entre cujoi tribilboi nott-w
PRA^A DO RECIFE, DEJNIIO DE 1816,
AS TRES HORAS DA TARDE.
RKVIST\ SEMANAL.
Cambios As transaccoes da semana lorSo moderadas
a 26 i d. p. 11 rs.
lia compradores ao prego de 5s500 rs. a
arroba de i.' sorte, o 5* rs. de i,*, nSo
exislindo deposito.
Assucar O deposito lie limitado, e as entradas lo-
rio pequeas, o tem apparencias de nao
obler nem mesmo 1*300 rs. sobro o ferro
do branco, e 1*100 rs. do msseavado eo-
caix ido. por falta de compradores.
Couros Sem alterat,So.
Itacalho CbegrSo dous carregamentos, um sog'uio
para o Sul, e o outro de 400 barricas d-
se que foi vendido a 8*700 rs. a barrica.
Carne sicca Nio bouvero entradas, e o depo-ito ho-
je he de 48,000 arrobas, sendo as vendas
reculares, sem dilleienca de preco.
Cerveja Vendeo-se ae 4* a 1*100 rs. a dutta de gar-
rafas da branca.
Fsrinba de trigo Apenas entraran '200 barricas de
Glasgou, e as vendas InrSo regulares.
Entrario durante a semana 10 eiiibarcacocs, e sahi-
rao 16, enstindo boje no porto 68 : sendo 3 america-
nas, 1 auslriaca, 30 brasiluiras, 1 bremenso, I belga,
I dinarnuruueza, i francezas, 6 inglczas, 1 napolita-
na, 5 portuguezas, 9 sardas e I sueca.
Brome porCaws, 37 dias, e do ultimo porto 33; brigue
bremense llelme, de 143 toneladas, capitJo J. Gra-
ban, oquipagem 10, carga (tiendas; a K ilkmann &
Rosemmund. Passageiro, Luis Erederick Kaikmano,
com 2 filbas.
Vaviot lahidoi no mesmo dia.
MaranhSo, brigue-escuna brasileiro Laura, capitSo
Antonio Fernandos da Silva Santos: carga assucar.
Passageiros Francisco Joaqulm de S. Francisco, Jos
Antonio Albino, com um escravo a entregar.
fiavim entrador no dia 7.
Par, MaranhSo, Cear., Rio Grande-do-Norte, e l'a-
rahiba, 15 dias, e do ultimo p brasileiro Pernambueana. de 210 toneladas, coro-
mandante JoSo Militio Hrnrique equipagem 30.
Passageirps : para esta provincia, D. Iva Joi Fer-
reira da Costa Antonio Germano das Neves, dou-
lor Allomo Albuquerque e Mello, Antonio Vicente
de Magalhies, e Antonio dos Santos Coelho, Brasi-
leros; Francisco Gongalves da Costa Cabral, Por-
tuguet, i pracas de prot, e 7 eicravos a eniro-
gar: para os portos do Sul, o cirurgio da armada
nacional JoSo de l'ohoi Carvalho, os segundos l-
enles nadita liras Das da Costa, e Jos Gregorio
AHonso Lima, us commisaarios da dita Jos Joaquim
Ferreira Magalliaes, Jos Paulino de Almeida Albu-
querque, e Antonio Jos Ce/arino, osaicrivSis da
dtts Manoel Jos de Amorim, Justino da Rocha Fia-
Ibo, Jos liaptista do Oliveira Gama, Jos Coelho
da Costs Motta, o Antonio Jos Pereira l.inJ m ;
Francisco Xavier Castro e Silva; o mestre, o guar-
dio, 2dispen"eiros, \\ pracas para o crpo de im-
periaes marinboiroi; 141 pracas de pret, o 9 escra-
vos a entregar.
Terra-Nova, 37 dias, escuna insiera Don-Juan, de
103 toneladas, capitn llenry William, e |Uipagem
10, carga bacalhlo: a M. Calinont Salem; 37 dial, patacho americano (Jtho, de 132 to-
neladas, espitio ilenry Towne, equipagem 8 car-
ga finolis, fazendas, plvora taboado e mais g-
neros: ao rpita.i.
A'ut'ioi sabidos no mesmo da.
Falmutb, barca ingleza //ir/i Indian, capitio Robeit
Bews: carga a mestna.
Aracaly, patacho brasileiro Flor-da Verdad; capillo
Luis Goncalves Victoria, carga latinba.
Babia, sumaca brasileira Sania-.inna. capitio JoSo de
Dos Pereira, carca varios gneros.
Phtladepbia, barca americana Navarro, capitio Ilenry
dio, carga assucar muros.
Aracaly, patacho brasileiro Neriide, capitn Manoel
Joaquim Perrira, carga farinha e mais gneros.
Passageiros, Je/uino de Arruda Cmara, Brasileiro:
Manuel Netto Nivel, Pascosl Jos Martiniano
TbeoJorico da Costa Portugueres: Francisco de
Paula Tarares Coutinho.
Triesto, polaca sarda tonsfanis, capitSo P. Romsg-
nio, carga assucar e couros. _________
Ueclaragoes.
Eslabelecimenlot de earidade.
linje serio eflectuadas as arrematacOis, quo at anta
hontem lorao annunciadas.
O vupor l'ernambucana recib as malas para os
portos do Sul boje (8) as 2 horas da tarde iuipre-
tenvelmente ; as carlai, que vierem depois desla hora ,
pagarado porte dnbrado, conforme determina o regu-
lrmelo geral do correio.
Avisos mar 11 mos.
Dot pricoi correnle do lUarnnbo, em dala de 23 do
panado, colhemoi o seguxnle :
O mercado eslava inteiranienta lalto de cgo'ardenle
do Eslreilo de 33 graos, e da de Franca e Portugal; a de
Pornarnbuco vtndia-se de 30/ a 3o* rs. a pipa ; o bar-
ril doazeite doce, do qualroem pipa, do Estreito ven-
dia-sede 50* a 55* rs., eodeottavo de dito de Por-
tugal a 30* ri., nio bavendo do de peixe: tambom nio
haviao no mercado aieitonai, allaiema rouxa, bacalho,
batatas, bolacha fina americana, velas de sebo, psssas, e
queijos flamengos.
O algodao de primeira qualidade vendia-se de 4*000
a 6*000 rs., a arroba; arroz de vapor a 2*00 rs., a ar-
roba; cinlres de 1*600 2*000 rs., o cento; couro
salgados, da Ierra, de 110 a lio rs. a libra; fsrinba
de mandioca de 900 a 1* rs., oalqupire; fetjiode2* a
2*500 rs. o dito ; gomma de 1*600 a 2* rs., o dito ;
panno de algodSo de I9j a 22* rs., o rolo; taboado de
costado de 160 a 220 rs. o palmo; do bacori do 10*
a 11* rs., a duzia; do cedro de 10* a 16*500 rs., a
dita; de lou-o"de 8*500 a 9/400 rs. a dita; e vaque
las de 1*600 a 1*650 rs., una.
(J camino sibre Londres eslava a 27 d. p. 1* rs. a
prata dellO a 95 pur cento de premio, modas de6ff400
rs, da 16*800 a 17,i000 rs., a de 4* rs. de 9*000 a
9*200 is.
= \ endi'-so urna baresca que carregn 32 caixas ,
bem construida ; e tambero se Irela para algum porto
do Norte ou Sul: na ra do Crespo loja de Antonio
Luiz dos Santos & Companhia.
_= Para o Rio-Grande-do-Sul sabirs breve o bri-
gue Victoria ; pode receber escravos e passigiiros :
quem no mesmo quirer carregar ou ir de passagem ,
pode entender >, para osles com o capitio, e psra
squelles com Amorim Irinios, ra da Cadeis, n. 45.
= Para o Rio de- Janeiro sabira hoje, 8 do crren-
le, nio havendo inconvenientes, o patacho Felicidad* i
o que se fazierlo a quem no meimo quer embarcar
escravos.
__ Para o Porto sabir muito breve o brigue
porluguej MariaFeh: capitio Antonio Luix Gomes :
quem no mesmo quite' carregar ou ir de passagem ,
dirija-se ao dito capitio na preca do Commercio OO
a seu consignatario Antonio Joaquim de Souza Bi-
beiro.
visos diversos.
\lo\ iaicnlo do Porto.
Navio* entrado* no dia 6.
Rio-de-Janeiro, Babia, e Maceta. 9 dias, e do ultimo
porto 19 horss; vapor brasileiro S.-Salvador de
300 toneladas, commaodante o 9. tiomte Antonio
Carlos dt Aieredo Coitinbo, equipagem 33. Passa-
geiros brasilairos : para uta provincia, o allenida
fuzileiro Augusto Jos Pupe, com siu camarada ,
. Malinos Teixiira de Paiva, Joaquim Victorino Coe-
lho, Jacintho Coelho, o Hamburguei, M. Amberg,
eoPortuguez. Jaciotho Jos Cardozo : para o Ma-
rauhio, Jos Narctzo Lopes, Brasileiro : para o Pa-
r, Arislides Justo Mavignier, F. Joaquim Jos da
Silva Cosa, o cadete Fernando da Ssiva Goocalves
Campos, BraaiUiros.
=0 novo proprieterio do butiquim da ra das Cro-
les, n. 33, munido de umexcollente appsnlho, e todo
o mais necessario, fazscienle ao respeilavel publico,
que no mesmo so achara, lodos os dias de nunba, bom
caf com Inte, asaim cono de tarde; as quintas e do-
mingos, niio de vacca ensopada a moda frenceza, e
diflerenles qualidades de peltscos, assitn como bervss,
ovo?, pene frite ensopado, de escabeche, cabidella,
ludo mais quo te possa fa/ercom promptidlo e assno :
o mismo proprielarto,confiado no bom cozinheiro cha-
gado, ha pouco,nio duvida aflirmar aos smigos dosbons
prtiscos, quo ficara salislntos. No mi mo se farem
jantares para Iota, levaiido-so as cssas, com mullo
asseioe por preco mais commodo do que em oulra
lualquer parte. Esl aberlo do dia 10 do correle em
diante, ateas lOborasda noule.
=0 Sr. cadete T. da 2.' companhia do I." balalhlo
de cacadores, queira ir no Hospicio, na venda do Leio-
de-Ouro, para negocio, que o mesmo Sr. nio ignora: e
nio indo, se publicar* seu nome, a qua! o negocio.
=zPerdio-se, da rus de Apollo praca do Com-
mercio al a ra do V.gario, a quant.si de umiconto de
ris. em daas cdulas brancas, de 500,000 rs. cada
urna : quem asacbar, e restituir a Antonio Francisco
llandeira Jnior, ou l-va-iai a meama roa de Apoo,
rmaiem, n. 2 B, ser* generosameolo gratificado.
aasa Precisa-se comprar, ou alugar um rooleque, oo
negro, queentenda decozinha ; Das Cinco-Pon tas, pa-
lian i, n. 38.
Francisco de Assis Gar-
rido c Silva rctira-se para
Lisboa.


^
.
h
Lotera da matriz do lloa*Yista.
A* rodal deita lotera aodio infallivelmente no dia
20 dj correte mez embora (quem por vender : e o respectivo tbetoureiro espera que
com esto terceiro anouncio, desengaados os amadores
de.ste jogo de que a lotera nao deia do correr no
referido dia concorran a comprar o resto dos bilbe-
les, que existe nos lugares ja declarados.
Piecisa-se do urna pon Su de leito de peito espre-
mido para urna pessoa beber diariamente, as horas,
que se convencioor quem Ibe coovier, dinja-se atrs
da matru da Boa-Vista, n. 22 te Ibe dir quem pre-
cisa.
O abaiio assigoado actual administrador do
vinculo do ensenlio S. Andr da freguezia de Mutibe-
ca, Tai publico para conhecimento de todos, que ai
terraa denominadas Moogongas sio pertencentei
ao mesmo eogenbo, e que por mo uu pdcrii ser ven-
didas O abauo assigoado protesta contra qualquer
venda que seja feita acerca das referidas trras, que,
com os ttulos bem claros do vinculo revendicar de
quslquer comprador.
yintonin da S t Alhuqutrqut.
Precisa-se de urna ama para casa de muilo pouca
familia que eogouimc e compre na ra dando co-
nbecimento de sua pessoa : no pateo de S. Pedro ,
n.22.
Ainda est por alugar e aluga-se por prego
commodo o armazem da casa n. 18 da ra da Crui,
no Itecife : a tratar no secundo andar da mesma casa.
Aluga-se urna casa de 2 andares no Alerro-da-
Boa- Vista que fi do fallecido senador Jos Ignacio
Borges ; lem rnuitos commodos : a tratar no mesmo
lugar, no primeiro andar da casado Bernardo Jos
Carneiro Monteiro.
ts Arrenda-seu sitio Jacar uin pouco adianto da
Crui-de Almas com muito boa casa bastantes ar-
voredos, capim em abundancia e eielleoles bailas:
quem o pretender, dinja-se a ra do Queimado n.
18 loja, que foi do Sr. Jos Pedro do liego.
Aluga-se um bom sitio na traveisa da Crut-de-
Almas com boa casa de vivci.da bastantes arvore-
dos, baiia do capim e boa agoa : a tratar com Fran-
cisco Carneiro da Silva na ra de S. Goncalo, n. 4.
Aluga-se um segundo andar com grande lalo,
na ruado Amorim n. 48 no bairro do Kecife, por
preco muito coaimodo : a tratar na ra de S. Bita,
0.89.
Precisa-se fallar com o Sr. Jos Serapiio dos
Sotos a negocio seu ; na ra da Mi.cda, no Becife ,
escriptorio o. 15, ou annunne -ua morada.
= Aluga te o primeiro andar da casa n. 17, da ra
do Oui'iin.ido : a tratar na loja da mesma casa.
\ viuva do tallecido Francisco Antonio de Besen-
de avisa aos credores do mesmo, que bajo de compa-
recer, om sua casa na ra da> Cru/.es n. 35 no
dia 14 do correle, as 10 horas da uianba u nego-
cio de seus inleresses
Alugiu-se 4 pretos de todo o servico : na ra
Nova n. .'2, primeiro andar.
Mantel Lucio da Silva vai ao Ats.
=r Offerece se urna mulher para ama de urna casa ,
que roiinha, engomma, e he muilo capaz para lomar
conla de urna csa quem de seu prestuno se quner
ulilisar. dinja-se a ru das Larangeirafi n. lo.
Precua-so deum feitor para um sitio perto des-
ta pra<;a e quetenha puuca familia : na ra Nova ,
labrado, n. ;'>J.
(i abaiio assigoado, vendo, no Dtarin-n. n. 122, a
pergunta do Sr. Peigunlador, apr ssa-se a responder-
le : queS. Me. laltou a verdade em todos os pontos,
que lazem o obiecto da n.esma ; poil que o Sr. inspec-
tor, na occasiio do abaiio aisignado ir a sua c<>sa dar-
Ibe i aite, de quo anula continuava doeote ( o nio pe-
dir-lhe licenca ) fallando sobre servicos da reparti-
do nada irais disse, do que quo ignorava o moti-
vo por que algumas pessuas procuravo inlriga-lo
c nenbuma outra conversaco maii, ou pergunta leve
lugar. Julga o abano assigoado que algum seu des-
nlK i(oa Jo teve em vista com semelbante pergunta in-
dispo-lo para como mesmo Sr. inspector; mas esta
lambem certo dequcesseSr assiin como o respei-
lavel publico conbecendo olimdo Sr. l'ergunlador ,
e desprezaodo o, Ibe (ario justifa.
Juai/uim Alvti da Silca.
Prccise-io de urna criada para todo o servico de
urna casa de pequea familia ; na ruada Assumpcao ,
n. 08 ou annuncie.
= Aluga te a loja da cata da ra da Guia, o. 17 ; e
a casa terrea, na ra dos Guararapea, em l'ra-de-Por-
tai o. 13 : a tratar com o propnetano Antonio Joa-
qgim doSouia Bibeiro na ra da Cadeia do Becife,
o. 18.
Dio-te 50,000 is. a premio com penhores de
ouro, ou prata e meamo com boa firma ; no prin-
cipio do Aterro-dot-Afogsdot, n. 61.
Fugio, no dia 4 ao correte urna ovelha preta ,
mocha o prenbe com una colleira de couro, e urna
corda no petcoco ; quem a pegar, leve a ra da Praia
do Caldetreiro n. 9, que sedara inetade de teu va
Jor.
Ot abaiio astignados, administradores e encarre-
gados da liquidacaoda eiliocla loja do Sr. Manoel An
tooio da Silva Anlunes fazem publico, para conbe-
cimeoto de quem perlencer, e mu particularmente
dos dtvedoret do dito Antunet, a eicepcao dos Srs.
Claudino Jos de Almeida Lisboa e Gregorio Son-
res Meirelles, que o Sr. Jos Joaquim da Silva Maia
be a nica pettoa competentemente por nt autoritada
e habilitada para a cobraoca de todat as dividas, que
aquella eaiincla loja deveni, por termot como mesmo
Sr. Maia feitu transacfiio; e Ibe colemos todo o direilo
o dominio, que iai metniat fichamos e nol obrigtmos
a faier firme e valiosa dita traosaccio. Peroaoibu-
co, 15 de Abril de 1846.Por GeoigeKucorih&C.,
em litinidigio finngtri Cic-n.
Alugio-se at catas teguinlet : os primeiro e ter-
ceiros andares dot tobradoa na. 4 e 6 do Alerro-da-
Boa-Vnia com soto por 3J rs. anouaet ; o se-
gundo andar do sobrado n. 24, na ra da Aurora, com
quintal, cacimba e estribara para dous cavalloa ; o te
gundo andar do sobrado n. 20, da ra do Bozario;
duat catat lerreat na ra do Sebo, n. >2 e na Soleda-
de n. 37 por 6 e 81)00 rt. mentaet : quem al pre-
tender dirija-lea ra da Aurora n. 26 eteriptoiio
dja Iriaocitco Antonio de Oliveira Filho.
Aluga-so o segundo andar de urna can na ra
do Trapiche por preco muilo commodo : a tratar n8
inesini ra n. l6.
PerdrSo-teunicoraeide bracoi, enfiados em
ouro, com scui riquififes e enfeites do meamo, desda a
a ra.do BtzariodoS. Antonio, casa, que vende co-
ra, at' a ra do Sebo ou lugar da Trompe : quem os
acbou que rendo entregar dirija-te a ra Nova n.
18, segundo andar, que se dar o acbado.
0 biipo reiignaterio a quem pessoa deiconhe-
cida e que nio labe aonde mora, convidou por carta ,
para contribuir para a mpreisio de um drama apun-
tando que desdej itcrevia o nome do mesmo his-
po na lista dos aisignantei declara que nao assente a
este convite, porque o leu estado Ib'o prohibe.
No becco do Campello cata da esquina, por ci-
ma da venda primeiro andar lava-see engomma-ie
roupa, com pcrfeic,aoe por preco commodo.
Deseja-se saber onde existo o Sr. Joaquim Pe-
reire natural da fregue/ia de S. Sebastiio de Pedrei-
ra da cidade de Lisboa filho de Antonio de Jess
e de Genoveva de tal; o qual suppe-ie existir nesta
provincia.
Vicente Jote Correia despedio o teu caiieiro, Bi-
cardo Jos! de Preitas Bibeiro.
Precisa-se de um ou dous aprendizet de cbarutei-
ro ; em Fra-de-Portas, ra do Pilar, n. 94.
Precisa-so de um caiieiro de 12 a 16 ennps,
que lenha pratica de venda : na ruada Gru, no Be-
cife n. 06.
Jos Xavier Faustino llamos mudou a sua resi-
dencia da roa Nova pan a do Aragio no bairro da
Boa-Vista, n. 27.
Aluita-se o segundo andar do (obrado n. 3, do
largo do Terco por preco commodo : a tratar na pra-
ca da Independencia loja n. 3.
Ua-sedieheiro a premio com penhores mesmo
em pequea? quantias; na ra do Bangel n, 11.
= Na botica da ra Jo Queimado n. 15, aluga-se
o lerceiro andar por cima da mesma, pintado, caa-
lo e concertado de pouco.
Quem annunciou querer comprar duas pedral de
NUraragoa sendo inda queira dirija-ie a ra da
Praia, n. .12. No mesmo armazem vendein-te 4 p
pinpri.ii para agoada de navio.
Hoga-se aquellos irmos ca rutan-
dade do Divino Espirito Sanio que
tiverem em Keu poder capas e branddcs,
se sirvao mandar entregar urnas e outros
ao respectivo lliesouteiro na ra do
Queimado, n. 7.
= Precisa-se de urna ama forra ou oaptia que
tenba bom leile ; na ru.i Direila, n. 10-
= Frediricolirewenitz, tubdito mccklemburguez,
rolira-sa pata o ilio de-Janeiro.
I'rei'isa-se alugar urna escrava, que sirva para
andur carregando um taboleiro de fazenda, pagando-se
o aluguel por me/, ou vontade de seu senhor; oa ra
do Crespo, esquina que vira para a da Cadeia, loja 0.
4, se dia quem precisa.
Aluga-te urna ama deleite sem Gibo: oa ra
larga do Buzario, o. i.
Acha-se justa e contratada a compra da cata ter-
rea n. 41, sita na ra de Motcolouih, na povoaco
do* Afogudos:queui se achai eoni dneilu a ella, an-
nuncie no prazo Je tres ii.it
- Aluga-se una casa l' rrea, sita no bairro da Boa-
Vista na ra da Alegra com 5 quartos tala for-
rada, corredor independente coiinba lora, quintal e
cacimba aiha-so catada e pintada de novo pelo di-
minuto preco de 11,000 rs. mensaes : a tratar na ra
da S. Ou, n. 38.
Temi o nieu escravo Luiz achado, no lugar deno-
minado Ponle-Velha, tres collieros de piala, e que-
rendo eu restitu las, declaro, que quem fr dono el-
las, appareea na Kua Yelba, n. 39, que, depois de ler
dado os signaes veidadeuoi Ibe serao entregues, pre-
cedendo as clausulas necesarias para nimba nao res-
ponsabilizado. Jui fiustaijuio Vieira.
= Aluga-se um sobrado de ous anuare e solio no
largo do Parado : na ra larga do Kozario, sobrado
de 3 andares, n. 30, segundu andar.
- Precisa-so de um caiieiro para venda, que d fia-
dor a sua conducta: no patio da Santa Cruz, o. 2.
Fa/em-se coliis elsticos com toda a perleicao e
promplidao, concerttO-se os velhot e faz-se tam-
il m qual-,uiT guarnico, ou furacio de assentos, como
cade:ras, so s, marquezas, de halanco ou do qualquer
modo ou feitiu que seja;tambeo> se fai qualquer cortina-
do, como de cama, sala ou aruiacao de camarn), ent-
ino tudo quanto for concernente a tapetara, por preco
commodo: na Iravessa da Concordia, o. 13, atrs do
Cumio.
Concerlao-se as alampadas chaniadaicarcellas.coo
machina, com toda a pe leu o e promplido, e por
pregos commodos ; na Iravessa da Concordia, o. 13,
atrs doCarmo.
= Becebem-se escravos em commiisio nio te le-
vando nada por comedorias e t3 por cento de coui-
uusso, para o que te ollerecem todat as tegurancaa pa-
ra os escravos, na ra Nova n. 21 primeiro andar.
Precisa-se de urna ama lorra que lenha bom
leite ; pagase bem : na ra da Crui no Becife u.
18 segundo andar.
do Becife loja de firragens, de Antonio Fraociico de
Moraes.
Compro-se 8 bois mansos para carro, tlovoi ,
e robustos; na ra da Cadera do Becife loja de fer-
n gens, de Antonio Francisco de Moraes, OU annun-
cie.
Vendas.
Vendem-se luperiore cortes de cassa-chitai .de
cordio e Itstrai avelludadas, pelo barato preco de
2500 e 3* rs ; ditas, a 24 rs. e a vara a 400 rs.; al-
gndo eteuro, muito encorpado, proprio para escra-
vos e meamo para trabilbadore, a 180 rt. ; casimiras
de algodlo pelo diminuto preco de 500 n. o covado
eoulraimuitai faienda: oa ra do Cretpo, o. 14,
loja de Jote Franciico Dial.
Vende-se, na ra da Cruz, a. Co,
cera em velas, vinda do Rio de Janeiro,
de urna das melhores fabricas ; he ptimo
sortimento por ser de 3 at 16 em libra ,
e por preco mais barato do que em ou-
tra qualquer parle.
Vende-se um preto crioulo de 23 annoi de
bonita figura muito bom carreiro e canoeiro ; no
Aterro-da-Boa-Vista loja de bahus, n 55.
=Vendem-to dous lindos cabrinhas, de dade de 12
annos, pouco mait ou menos; urna negra boa engom-
madeira e cotinheira, de 20 a 24 annos; urna dita boa
lan deira, o um negro peca de 20 annoi, todos sem
vicios oem achaques: na ra da Cadeia do bairro de
Santo Antonio, o. 25.
Venden' se luces leccoi de caj mangaba, s-
drao, e de outras qualidades eastanhai confeitadat;
tambem se faiem docei d'ovos papos d'anjoi, podios,
Iremedeirai, tortas bolot chamados de S. Joao e de
S. Antonio enleitadot com capellat a ramos de flo-
res tanto de alfinini como do mesmo bolo ; bandejas
com holinhos para cha tudo com a maior perfeifio e
commodo preco : na ra Dtreita lobrado de um an-
dar ao p de doui de verandas douradai.
Vondem-ie dual canoas de cooduzir agna que
tambem servem para qualquer outro servico ; e urna
bomba; tudo por preco commodo: na ra da Praia,
n. 35.
Na ra do Crespo o. 8, loja de Campos &
.Maia, existe um grande lorlimenlo de catta-chilai,
muilo mndernti, e de cre lisas pelo muito barato
prcr;o de 2560 rt. cada corte ; ditoi de dtai com 7 va-
ral a 5200 ri.; colioi de puro linho para calcas, pe-
lo muito mdico preco de 1600 rs. o Corte ; assiin co-
mo outras muitai fazendas por menos preco do que
em outra qualquer parle.
Vende se urna negrinha de 12 anoot; dual ditai,
de 20 annoa engommio e coziobSo (re ditas, de 24
annoi, co/inhao bem o diario de urna casa e avio;
una parda moca, com bonita figura engomma e co-
zinha ; dout molequet muito lindoi; dout pardos ,
tendo um de 18 annoi, ptimo pugem e outro bom
carreiro ; 3 eicravoi de servico de campo : ni ra L>-
reita, n. 3.
Vendo-se um cabrinha de muito bonita figura,
de 8 a 10 annos, muitosadiu ; ua iu ua Cadeia do
Becife loja de Joio da Cunha MagalbSes.
Vende-ie um bonito moleque de 14 annos ,
muilo esperto; na ra eslreita do Horario, n. 10.
Veode-sea venda da Camboa-do-Cermo n. 3 ,
muilo afreguezada para aterra, muilo bom lugar: a
tratar na mesma venda.
Dompras.
- Compra-te um prelo, que teja perito cozinheiro,
que teja moco e de bonita ligura ; paga-se bem : n.
ra da Gru, no Becife o. 51, a tratar com Joio Vai
de Oliveira.
sai Comprio-se giat vivas e semivivas as primei-
ras a 40 rt. e as turundas a 20 rt. ; na S. Crui pa-
daria de urna so porta se dir quem compra.
- l'^eipra-se, para frs ds provincia asi escravo
bom oflicialdealfaiate quetaiba tambem cortar per
leilarutle toda e qualquer obra de seu oficio : oa ra
da Cruz n. 45, cata de Nascimeolo & Amorim.
Compra-so um cordio grotto, de ouro de lei, letn
feitio e que tenba 30 oilavat, pouco man ou menos:
na ra do Collrgio armazem n. 19.
Comprao-ie, para lora da provincia escravoa de
13 a 20 anuos; tendo de bonitai liguras, ptgio-ie
bem : na ra da Cadoia de S. Anlooio, lobrado de
um andar de veranda de pao, n. 20.
gCoBipro-sesementei de trigo; na ra da Cadeia
Nesta loja dat bou pee hinchas vendem- i
~$t techitai a 140, 150, 160, 170 e 180 n. 3
e muito superior, de core fitas 1 200 rs. o H
covado ; peuat de madapoln, a 2600, 2900 !
3000, 3200, 3400, 3000. 3900, 4000. 4200 *>
4800 e 5000 rt. o muito fino a 6000 n. ; 5
A castas o cambraiai d" cores de differentet qua- ***
H lidadei a 360 e 480 rs. a vara ; borlint do j|3
> muito bonitot padrSes, fazenda muilo propria CjV
para calcas, a MOe 1600 rs. o corte ; luva >Jt
jjg) de teda para tenbora, a 320 rs. alrn destai y
fiem outras muitai faienda bem como cba- ju
let de muito bonitos padrdei e de goilo mo- y
_ derno ; ptnno preto muito fino ; cobertores
W bespanbes riscadinhos e chitas francezas ;
*** cortei de cassa e de chita muito superiores ,
n pelo preco j aoounciado antecedentemente.
= Vendem-se ricot cortei de vettidoi para aerihore,
de lazenda victoria imitando seda o maii superior,
que tem apparecido lano peloi bonitos gottoi c-
rot fias, c de multa duraeao, como pelo diminuto pre-
co de 4000 rt. cada corte ; rica mantea de seda para
tenbora ebegadas pela ultimo navio de Fraoce, o mait
tuperior que ha netta praca ; chales de seda grao-
des e pequeuoi, de bom gosto, e por preco commodo ;
assiin como um novo sortimento de corles de veilidoide
differentes qualidades cores fixaie goslos muito mo-
dernos por preco maia baralo do que em outra qual-
quer parte; um novo sortimento de oortei 4% casimiras
para calen fazenda a maii rica, que tem apparecido,
em gosto e qualidade por muito barato piego uuvw
cortei de colletei, tinto da velludo e letira como de
gorgurio e leda tudo por preco muito em oonla; booi
fuilSet para collele, a 800 rs. o covado ; uma oova
fazenda para roupa de escravos por ler de eflr Mura
e de muila duraco pelo dimiouto preco de 180 n. o
covado ; aiiim como outria tnuitu fazenda de diffe-
rentes qualidades que serio patentes aos comprado-
res e te venders por preco muilo commodo : na ra
do Cretpo loja nova n. 12, de Jos Joaquim da Silva
Maia.
as Vendem-se 8 etcnvoi, nodo : 3 pretoi robui-
to ; 3 negrinhat com habilidades; urna negra h
liohera de raeia dade,, por preco commodo ,,'
mulatioha de 1S annos de bom comport^ln-Illl!,,
cote cbio : no pateo da matriz de S. Antonio 1 '
do o. 4. ,0|it,
es Vende-se leile lem miitura, lodoa 01 diat d,
nhia : no viveiro do Muoii, no Aterro-dai-Q "'"
Pon tai. "* I
Yende-se umi eicrm de naci Bebolo d,
aunoa cotioha o diario de uma caa e engoman
lem vicioi nem achaquei; na travest da ru, ,j0 |.*
rio ugundo indar por cima da loja de barbeij8''
DEPOSITO DE FARINHA.
No armazem de porta larga do oiei do Colla,
hi farinha de mandioca oovameote cbegadt daS. kv
iheuieS. Cathtrina a retalho, ou era grmj,,"' ''
coes, por preco commodo pela medida velha-,\ '
hem erroi pilado e caf. '*'
mm Vende-te um escravo eabra de 28 anoos
algumai habilidades, por 300.000 rt, ; o motivo?
venda se dita ao comprador: na etquina da Penhi, ,t"'
da por biixo do lobndo do coronel Joaquim Bernia
- Vende-te 1 cata terrea n. 9, da travetia do Si
patel; na ra daiCroxei loja o. 32 dat 9 bom/
manhiaem diaole.
' Tendem-ie ririot eicnvoicom habilidades,^!,
gadot prximamente do Aracalj. por piepo comrjodo
na ruada Cruz,armaiem, n. 51.
Vende-ae um pardo calado de 40 annos, e0|(||_
dnalguma cousadecarpina ea mulher he preti,,),
30 innos cote cotioha e lava, por preco commodo
na ra da Cruz armazem, n. 51.
= Vende-ie uma molecci de Angoli que ),,
eoziohir e lavar ; no fim di ra di Aurora n. 4.
- Vende-ie urna escrava moga em estado de g.
videz ji de 6 metei, e lerve para o mallo, por ler 10.
do de li em ptgamento : 1 fallar com Jos Joaquim di
Costa.
=Vendem-io etcrsvoi mocos de bonilla figurii,
e ilgum com habilidades ; 3 pretal peca: oa ra No-
va, n. 21, primeiro aadar.
= Vndese urna caa terrea sita na rus Direiu
delta cidade n. 38 ; oa rui da Cadeia do Becife, .
criptoriojde Amorim & Irmio.
Vendem-se charutol de regala muito bom (
tambem das mais qualidades por preco commogV
no -armazem de Joiquim Goncalve Vieira Guraaraes.
oocaeida Alfandega n 1.
= Vende-se uma escrava de 30 a 55 annos, Ui
lavadeira cotiobeira e propria para todo o servia,
na ra da Viracio n. 1.
= Continua-ie vender igoi do Prata 1 20 rt, 1
caneco itiim como do Monleiro ; esta agoa, quinta
he pastada pin o deposito, be coada e por itto m tai-
na muito limpa : 00 lim do Becco-Llrgb, tenqae jun-
to ai taixai.
Vende-se uma canoa de amarello vinhatico, eos
50 palmos de couiprimento propria pin cooilruccio
de barcaea, por ler mais de palmo de grossuia nos en.
colamentos; na ra de S. Amaro, n. 8.
Vende-se fio de licum proprio pin redes di
pescara ; oa ra do Amorim, vend n. 9.
= Vende-ie, por um cooto de rii, uma eiti Ih-
rea conttruid a moderna sita 00 bairro da Boa-Vi-
ta tem precitar de concert slgnm rjtta renda nitn
mitris mensaes ; na rui daS. Crui, n. 38.
Vndese um guirda-louca.um guarda-roupa pin
tenbora um bote inglezcom 4 remoi e velas iodo
novo por preco commodo, na ra da Matni d$ Boa-
Villa o. 33, legundo andar.
= Vendem-ie 3 negriobas, tendo umi principio
de cottun e fiz todi 1 qualidade de renda ; outra
menor tem habilidades ; e outn que sabe engom-
mar, ensaboar e cotinhar propria pan o irnnjo da
uma casa : na ra larga do Bozario, venda n. 25. Ni
mesma se vendem queijos muito novot, de boa mista e
frescos.
Vendem se superiores vinhos en-
garrafados de clarete, e burgundy, em
caixinbas de duzia, as mais dliciosas que
se podem encontrar no mercado ; assim
como champagne tambem desoperior qua-
lidade tudo por prcro commodo : em
casa de Adeniton Howie ra da A-
fandega-Yellia, n. 42.
Vende-se marmelada su-
perior : na ra da Praia, n.
94.
> Vcndem-sc os mais as-
seiados cortes de cassas piula-
das, com 7 varas cada corte,
pelo barato preco de 5#OO0
ris: na ra do Crespo, loja
ii. 12, de Jos Joaquim da
Silva llaia.
= Vende-se um ptimo carriobo da dual rodn f
prego commodo ; na ra do Artgio cocheira, 11. 17,
Escravos Fgidos.
Fugio, na manhia di 19 do correle rbio,
escravo Cbriitovio, de naci Benguela altura p>
maior do regular ; parece ter 35 annoi de idade ; ei'i
lita tem barba, olhoi afumacadoi, naris e I/Osea >*~
gQlare uma dat pernts um pouco mal ornni que 1
outra, p.t bstanles grosso, chalse cfnieotot*; le-
vou camiii de madapolio duas calcas1, sendo un
branca, e outra de algodio de Ifllrai: este eicravo ji
foidoSr. mijor Ertevio, mondor em Apipocos, e
depois em Beberbe ; quem o pegar, leve na liot-VnH,
rui dot Coelhos n. 3, ou oa rut de S. Goocilo 0.
4, que ser bem recompeondo.
PERN.
;NA TYP.
,----
BE M.
F," DE' PARIA 1^46
-


A nno de 84&.
Segunda feira 8 de Junlio
SI
bE
JPERNAMBUCO,
(SOB 09 AUSPICIOS DA SOCIEDADE COMMERCIaI..)
N.25.
Subscreve
-se na Praca da Independencia, loja de Hvroa n. 6 e 8, por 11S000 ris por anno pagos adiantado.
9^3(9S&3Srt?33 2><& 5>i&(|..;. (Coi regido Sabbado as 3 horas da tarde)
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.1

AgoardeoU Catee -
Algodo I torta-
J. -
' Auucar bisoco ero ciim -
mascavado -
em barrica ou ac-
co, branco -
a mascavado
Couro seceos salgados. -
lleiot do sola -
Chifre. da trra -
* do II10 Grande -
Rum -------
Cotton I. quelily- -
.. -
Silgar n cases whi'e -
a browo -
. tor Brrela or Beg
wdiU -
browa -
Dry salted hides -
Tanne hidf------------ -
Ot-horns -
UfOOO
IflflO
I|l00
IfJSO
l|00
I" '/
IfeOO
00
IfOOO
SOJOOO
a/SOO
efOOO
I #150
lia
4|i00
Pipa.
Arroba
s farro
Libra.
Hum.
Ce ii lo
CAMBIOS.
Londres....................
Lisboa ...................
Franca.... ..,............
Rio de Janeiro....................
PK ATA miada....................
Paiaces Braiileiros........
Pesos Coluronarios.........
Dilos Meticanos...........
OORO. Moedas de 6400 veldes...
a Ditas ditas novas...
s Ditas da 1000............
Oncaa lies pandla........
DiU* Patriticas..........
Letras.........................
36 7, d. por 1| i*, a Odia.
10b por canto premto.poT ancla I eOecluados
liO rei por franco.
4 por ctuto descont.
l#70 a Ifloi)
IftBO a l*0.
IfVO a Iji'O.
I#o0 a 14980.
l#O0 a 164900.
l6|StO a I6I40I.
foflO a |J00-
IJ&OO. a J000
II#0P0 a llfaOO
l '/, porcento ao mas. ^^^^^
FRETES.
A8SDCAR.
. Liverp ol................\
Cau.lenlre AmburgoeHavre.....
'I a iocluindo porlos Inglesas ...II. II.
lGenova em saoees .. ...... !' *"
IHamnurgo caitas...............>
<. Bltico.......................I''
i Trieste para caitas............. 1|
Itladoa-iiidos.................I < nao lia
'iffi::::::::;:;:::.:::::: V. mi^-*
aprcenlo de priin.igem
Portugal...
K ranea ...
Inglaterra..
Barcelona..
ALGODAO.
800 por (t> sem primagem nominal
110 por @e 10 p J" aocamd. de 160 p Ir nominal,
'/, p e p. */ de primagem
uOp (ge lOp.'/.aocanib.lOOopes p. fr
COUROS.
Inglaterra
I* rauca ..
I'.sta.los V
Seceos t
nidos. ..
t a io o
por tonelada e S por rento.
100 cada liumelOp "/ cainb. 160 > fr.
Nao lia.
Da da II da Novembro de lili liante pagar 60 p. c.o r.pou tabaco
de pd, os charutos ou cigarro, o fumo e.u rolo ou em follia.
rasquino, ou
l i niiiriuicio, w vii.i -5"- .---------* __ ,
oulros licore, a o vioho de qu.lquer quahdade e precedencia.
teanna ou composicao, as ameixaa, ;
rm frascos ou lata, secca, em calda, ou em espinto, o chocolate de cacao ordinario,
o vinagre, o carrinho, carruagen ou caia jogo, rodas^_arreioi' P"r^u'^
011-
f(Ot OS IIC VICHO IMUlUaou wiooi-1." .--- -------- ------,--- ..
,, ,.h. e semelbanles os de video liso moldeo ou levrado, de fundo cortado ou liso,
coin molde ou lavor ordinario ; os callees para Champanhe ou cervrja, as caeras,
conos riireitos de III a I em quartilho. a garrafa, de vidro al I quartilhc ou mais,
.enro todos este ol.iactos de ns. I e J as garrafas de vidro preUs ou escuras da
mesina capacidade, comprehendidas as que scivem para licores ou Le-Hoy j os copos
,.ar- laberna ale urna caada, os frascos de vidro ordin.no coro roldas do mesmo
'l 3 libras ou mal* ou em ralba at I libra, ou mais, os de boca lama com roldas
lo un sino .t 4 libras ou mals, ou sem rolda para opodeldoc os vidras para a-
lampadas ou caudeiros. as Uboas ou folbas de mogaoou oulra madeira lina, e Iras-
tes de qualquer madeira.
de qualquer narSo, que sobrecarregar os genero brasileos de maior djreilo, qo
iguaes de oulra naci.
Os artigo nao especificados na pauta pagio o direito ad n/orem sobre a laclua
presentada pelo despachante 1 podendo poim ser impugnados por qualqurr oflicia
da Alfandeg. que em tl caso paga o impone d factura ou valor, e os direilos.
>o caso de duvida sobre a classificacn da mereadona, pode a parle requerir
arbitramento para designar a qualidad e valor da pauu. que Ine compete.
Soiaentas de diieitos as machinas, ainda nao usadas no lugar, em que foieai
importadas.
EXPORTACAO O direito pago-se sobre a avaliaco de lima "pauta sema-
nal na mi seguinle : Assucar 10 p c, Algodo, caf, e fumo IJ p c. Agoar-
dente. curot, c lodos 09 mais genero. 7 p c. Alem destes direitos pag.o se as
tata de 160 r ero cada caiva, da 10 is em cada foeho, de JO rs. e.u cada barrica,
ou sa :cos de assucar, de 10 rs em cada saeta de algodo.
Couros a todos os mais genero sao livre de direito* par o portos do imperio, a
eicepco do algodao, assucar caf, a fui, o, que pago Ip e. e aa usas por volunr
Os metaes preciosos om barra p.g'o de direilos Ip e. sobre o valor do mer-
cado, e a prala e o 011ro amoedado nacional na eslraugeiro paga nicamente '/j !' c
Os esclavos exportados pagio k^OnO por cada um
DKSPEZA DO PORTO As mbarcacaes nacionaes, ou esli-angeiras, que
navego para fora do Imperio, pago 00 rs de ancoragein por tonelada; cas
nacionaes, que n.vego eulre os diversos porto do Brasil 90 r. A que entrare
em lastro e aahirein coni carga e vico verla, pagarn inriade 1I0 imposto siipra e um
terco as queentrarem, e saturen em lastro; e mesmo as que entraren) por franqua,
011 escala quer enuem em lastro, quer com earga Oesla iinposicio poi jooiua;
isentas as que importaren! mala de 100 Colonobranco, e aiqueentraeirem poi anillad
fofeada com tanto que estas nao earreguem, ou descarreguein s mente OS gneros
iiecessarios para pagamento dos repaios, que Bierein.
fagaiiolo p.c. oaco, alcatro, tinco em barra ou em '" ""T^ e" ^ I VEN^S DK NAVIOS-A. emb.rc.cde. e.lrangeira. que pass.rem a Mr
encol, esunlio em barra ouemverg.........}^ri^n^^S^^T^J!^j^^i e a. nacin..,, mudando de pVopriel.no, ou de bandea,
I pago b p. c. .odre o valor da venda.
0,a)80i
cnvcriiiados, couros de poico ou boi, salgado ou seceos sola ciar, fif ssprte ro
ou correeira, cobre e caparrosa.
Pagani JO p. c. o trigo em grao, barrilh, canolilho, espiguilha, (ieiras, fio,
franjas, lanliiouU, palheU, patwainane, endo de ouroou prala eutrehna ordina-
ria ou falsa : galoes da meaina nalurew, ou lecido com reros, buho algodao ou
seda, rendas ou ntremelo de algodo nao bonlados ; rendas de lil, as de algodn,
relro 011 troc.i lencos de cambraia de linho ou algodo, a bandas de retro de
nalha
Pagarn 10 p c os livros, manpas e glolm geograpbicos, inslrumentos malbe-
malicos, depbysica ou chinaca, coi tes de velido de velludo 011 damasco, borda-
do de piala ou ouro Hno retro* ou tracal, e cabello para cabelleueiro.
Pagarn 6 p c. o cnulilho, cordo de fio espiguilha, finia, (ios, franjas, ga-
lio de lio 011 palheia. lanlijoulas, pall.ela. rendas, cadarcos e lodoso mais objec-
los desta nalureta, sendo de ouro e praU fina,
Paga-ao i p. c. o earvo de pedra, ouro para dourar, ou quaetquerobra e
ulensis de prata,
Pagani 4 p. e. as joias de ouro ou praU, ou quaesquer obra de ouro
Pagar ? p. c. os diamantes e outras pedias preciosas solas semeules, plan-
as e 1 aras novas de animaet uleis.
Psgar 30 p. c. todos o. mais objectos.
Os generas reexportados 011 baldeados pago I p. e. de direito. alero da rmate-
r-;;m; e o despacbanU presta Ii anca at a approvaco desU medida pela Assem-
dio.. GeraU
Concedem-se livres de armazenagens, portadlas, as mercadoria de Estiva, e
don mete a outra ; e fiados estes pistos, pagars '/, p. c. ao mei do respec-
vo valor.
Os rdireilos das fatendas, que pago por vara, deve entender se vara quadrada.
O direilos nao podem ser augmentados dentro do aono financiro mas o Go-
veroo poiter mandar pagar em inoeila de ouro ou prata urna vigsima parte das que
tarem maiores de 6 e menares de SO p. c. dos precos das mercaduras, ou n esmo
diminuil-os, segundo Ihe parecer
O Governo esU autoi-isadoa estabelecer um direiu difiereocial sobre os gneros ;
REVISTA SEMANAL.
CAMBIAS Transacces moderadas a 56 '/, d poi l/il00 ris.
ALGODAO Uiminul.s entradas, e sem depsitos, bavendo con.pudcies
.o 10 eco quotado. ... a.
a'SSOCAK Entrada pequeas, e deposito limitado, particularmente do
branco, davendo todas -sappareucias de declinaiem dos piecos quotado, por nao
liave.eui compradores a el es
CODROS Sem alteraco.
FAR1MIA DE TR1G Po ebegou carregamenlo algum durarte a se-
mana, e vendas regulares aos precos quolado. Cbegro comtudo 200 barucas de
Glasgow.
BACALilAO Chegro dus carregamenlos, bum d s quaes seguio para^o
Sol, e o oulro eoan .400 barricas foi veudido dir-se, que acerca ue 64700 a
bairica. __,
CARNE DE CHARQUE Nao bouverio entrada esta semana; o deposito
actual lie de 48,000 arrobas, e sendas regulares aos precos quolados.
JV. Tem bavido ebuva, nao em grande qu.nlidade, lando as meimss
sido boje mais adundantes.
Retamo da* Embunacei existentes neste porto nodiaid* Junto de 1&46.
Americana.... ................"
A us uiac......................"
Brasileiras .................... .***
Breniensc...... ...*..........*...............*.*'*"**"**
bIk .....................................................
Dinninifrquezi .............................................
I* riflCCZlft a*..*)ao*a*la*)a>a-a** ******
Inglesas .......... .............
Wll'Otna....................aooooa>sa.**o*o**aoa.>a.a.
Poriueueras.........................................................
Sarda..............................................................
Sueca.................................................................
61
A Provincia gota Iranquillidade.
TeUl


(5)
LISTA das Embarcares existentes nesle porto at o da 6 de Junho de 1848
iHTIWDAf.
DONDE VI.
1816 M*
M Phlladelphia
30 Phlladelphia
1 Boitoo
CISCO.
*
. ;
: y
Maio
|l
Junho
1146 Abril
Maio
Junho
Maio
Junho
Mao
mis Abril
Maio
Junho
Marco
Abril
Maio
Ah,I
Marco lf
mi. Junho
Maio '
5
II
I
16
>
:e
37
*
&
37
37
II
31
J

19
18
TritfM
Sania Calharioa
Assu
Perahyba
Rio Grande do.
IIio Grande do S
SanU Catharina
Rio Grande do S.
h Grande do S.
R. Grande do S.
R. deJaneiio
San! Calliarina
Babia
S Malheuj
Aia
j Malheui
K lie a. I". do S.
Rio de Janeiro
i Mait tu
IIio Grande do S.
Asjii
l'ahia
II.Grande do Snl
Rio de Janeiro
tracal)
R Grande do Sul
R. GrauJedotu
Aracaly
S Hatbeua
Carav. p Uania
A asa
Cainvell s p Bah.
Aiacaly
Asn
Parahvba
Rio de Janeiro
Porlos do Sul
Antuerpia
Ri fnense eCowe
ilambugo
Valparas*
Hsvre de Jrao
Babia
Triaste
Kalaaouth
Glasgow
Terra-Piova

Terra-Ni.ra
Londres
Lisboa
lasboa
Lifb pS.Thom
Lisboa
Lisboa
barca
b.-ec.
escuna
barea
liria ue
brigue
I iate
I ir ig ue
sumaca
escuna
patacho
brigue
brigue
paUclo
b.-rsc.
b -esc
patacho
sumaca
brigue
sumaca
b-esc
h.igue
sumaca
brigue
IllalC
sumaca
brigue
patacho
hiate
b.-esc.
b esc.
sumaca
*
a
brigue
patacho
sumaca
brigue
hiate
brigue
vapor
galeota
brigue
brigue
barca
brigue
loica
Trite
Genova
Maiselli a
Londres

I.011. p Falinoiilh
Montevideo
Genova
Ro da Janeiro
NACAO.
Ameri
A.DSI.
Brasil.
batea
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brigue

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Irigue
bngue
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brigue
baria
..-;.;..
[.-esc.
brigue
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liare.
bigue
bilgua
Haiga
llrem
Dn.
Franc.
Iagl
Nap.
Port.
Sarda
KOMIS.
Sueca
Navarre
Cumberland
Lockei
Glimbcnloat
Athlanle
Soarct
boa-Viagem
Argos
Beiiexa do Sol
Jove llemetria
Felicidida
Victoria
Mentor
Temerario
ero
Leopoldina
tapo
Santa Mara Boa Sorte
Socledade
Constante Amiada
Santa Crus
Austral
lloiariode Mara
IJmheli
Concrico Grande
SanU Anua
Flor do bul
Oveira
Nereida
Cacique
Vi finia
Sania Rosa.
Mara T'liieeta
Bom-Fim
Feliz Destino
Flor da Verdade
Santa Crux
Minerva
F.spadaite
Fiel
S. Salvador
Mercator
Helena
Nieta
Emely
Armorique
Basque
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F.mma
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Zabuln
F.urydicc
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S. Domingos
Rio Ave
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Conceico de Maris
Constante
Guisipi'ina
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Luis P. Casaos*
John J. Hayos
P. Paulavicb
Custodio Caetano
Jos Antonio Cabral
Josa Antonio da Silva
Jos da Costa l'iraenta
Manoel Goma*
Justo Mar Lustacha
Antonio Joaquim Alves
Rento Josd*Aliiieda
J Francisco da Silva
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Antonio Mariano Grant
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Jernimo Jos Falla
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Antonio da Fonseca l'uuha
Joaquim J s Taixeira
Venancio dos dantos Braga
Francisco de C istro
Jomo de Dos Pereira
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Jo.s Das Con ciada Silva
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Manoel Pereira Jardiin
Malhias Ferreira Braga
F Caetano de Almeida
Jos Antonio dos Sa los
M. F. Montero
Jos da Silva Qu resma
Luis GoucaUes Victoria
Jos Joaquim Alves
Lats Munit da Costa
Joaquim Jos dos Santos
Manoel Marcianno l'eneii
C. o 2. T. A. C. de A. C.
H. V Coppenolle
J. Grabrau
327 A K'ufmam
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231 P, BeriDdoaqus
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188 Thoinas Packwood
184 J. Crowe
180 D M l.ellow
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211 A. Brown
Ignacio Risso
Antonio Luis Gomes
Manoel Goucalves Vianna
Jos Rodrigues Das
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Miguel Baggio
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Francisco Dodero
Paulo Solari
Antonio Copla
Antonio Girandelo
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G. L Berqnin

CONSICNATAR109.
L. G. Ferreira kC.
Malheus Ausiin k C-
Henry Foisler ic C.
Johuston Pater k C.
Manoel Ignacio de Oliveir
G. A de Barros
Joa Mara Vianna
Asnoris Indios
Amoiia Irraoa
Manoel Ignacio da Oliveira
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Manoel Ignacio de OltVein
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Joa Francisco Collares
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Joo Vas de Oveira
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M Joaquim Kamoa e Silva
C uadino Agostinho de Barros
M. Joaquim Ramos e Silva
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M- J. Gomes de Carvalho
Caetano da Costa Moreira
Manoel Ignacio de Oliveia
Joo Pinto de Lemos Jnior
F. J. F da Rosa & Irmos
Os agentes da Comp.* dos V.
Me Calmont k C
Kalkmann k Rosemund
N.O Bieber kC.
A vral Irmos
Dedier k Colombiar
B. Lasserra k C.
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James Crabtrae kC.
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A. Joaquim de Souie Ribairo
J M. Guimares Ferreira
M. Joaquim Ramosa Silva
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Pemambuco na Typo4raphi. de Si. F. de F.ria l4.


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