Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08292


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Full Text
Auno de
Se*ta feira 5
O VIAMO publict-se (odi os das que nao
fo-em do guarda: o preco da signatura lio de
\(it\n rs. por quartel, pagos'adianlad/rs. O
nnuucins dos assigoaiitcs sao oseridos a razio
de jn res Por liona, 4.0 ris e-n typo difieren-
te e as repetices pela ihetade. Os que nao fo-
rera asignantes paga 88 ris por linfia, e 160
era typo differenu.
PI1ASES da." la no mez de juivho.
Crctcfiiea J a8 taaru e 9 minutot da nanlia.
l,u cluia a 9 al hora, e 15 minutos da tarde'
^1111.40a ule a 16 as 4 barate 17 min. da mauha.
La ora a 23 as 3 horas e S7 min. da tarde.
4 ***&
TARTDA DOS COnTlFlOS.
Goianna e Parnhvl a Segundas e Sextas feiras.
Rio Grande do Aorta, chega as Quartas feiraa
o meto da e parte uas mesinas horas as
Quintas Cairas.
Cobo, Serinhaem, Rio Formlo, Porto Calvo e
Macej. no I.*, II e2l de cada mez.
Garanbuns e Houito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores lie 21.
Victoria as Quintas feiras .
Olinda todos os'dias.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 b. e 6 minutos da tarde.
Secunda as 2 h. e SO minutos da manha.
de Juaho.
Anno XXII N. 1*3.
DAS DA SEMANA.
1 Segunda 8< ifc i." oitava. S. Firmo S. F-
linto.
2 Tere {SI"* oilava, S. Marccllino, S. Eras-
sao
& Quarta S.Ovidio, ud. do J. do civ da 2.
?ara, e do I. de pal do .2.* dtst. de tarde.
4 Quiuta S. Qiiirino, aud do J. de orplios e
do J. niunicq>iil da I. vara.
i Seita S. Marciano, aud. do 1. do civel da I '
vara, e do J de pa do I." disl. de tarde.
Sabbado S Notierto, aud do I do civel da
I rara e do J. de pal do I. disl de tarde.
1 Domingo S. Roberto.
C.UIMOS NO DA 4 DE JDNHO.
Cambio sobre Londres 28 ''., d. p. If a Ci) d.
PaiiJSOris por franco.
* w Lisboa 105 Yo premio por mes.
De ".-.(Juras bespaulinlas.. I500 a 32f00n
Moedas de r.jtno vel. iSjTOO a I afino
> deBHOOnov. iCfonO a I#8fl0
>' a de J0(li/.. efeoo a 0 Ma
PralaPaiace......uo'n a 1*990
a Pesos cnlnmnares. limo a 2fA00
Ditos Meiic.no... if'JiO i#7 0
Miuda........... 1 760 a ||8U0
Aceces da Comp. do Bcberibe de 50,1000 ao.par.
DIARIO DE
PARTE OFFICIAL
Commando das Armas.
EXCEDIENTE DO DA 14 DO PASSADO.
OReio Ao presidenta da provincia, enderezando,
competentemente informado, o requerimento do padre
cepellio Bernardo Lucio Paitlo, que ao governo impe-
rial suppiica o pagamento do vencimentoi, i que se jul-
ga com direilo.
Dito Ao meimo, inlorn ando o requerimento do
efundo sargento do segundo batalbio do artilbaria
-pe, Mareimno Marques dos Santos, que ao governo im
perial pedeescuta do lervico, por tur tintinado oaeu
eng'pmi'nto.
DitoAo meimo, informando aobre o requerimen-
to do coronel Pranciieo Jos Martina, que pretende dei-
nr a aua familia tima prestacio.
DitoAo cnosmo, informando o requerimento do al -
feres do quinto batalbio de cagaJore*, Haooel Porfiro
de Catiro Araujo, pediodo o pagamento de toldos, que
lem vincido.
DitoAo mesmo, acerca do armamento requilitado
para o destteamento da ilba de Fernindo.
DdoAo brigadoiro commandanle da ilba d Fer-
nando, cammuhicaodo-lhe, que, pera a meima ilha,
ieun agora o alteres reformado, Jotqtlim dos Santo*
Noves, que obtivera permiisio do Exm. Sr. presidente
para all residir.
DitoAo inspector do arsenal de tnarinha, rogaodo-
llif a expe.dic.io de tuat orden, pira que foitem condu-
tidos para bord do brigue dioamarquez Fortuna os
olumet de fardamento, e outros objeetot, que to re-
mettilns ao destacamento da ilha de Fernando,
DitoAo coronel commandanle do segundo bata-
lbio deartilbaria p, eiigindo a copia da tabella, por
que no batalbio to regulados actualmente os precoi
dos arligos de frdagem.
Dito Ao meimo, mandando, que foue posto em Ji-
berdade o soldado Manoel Antonio Marcellino, do ba-
talbio do teu comoiando, logo que houveste finilisado
a tua .-enlenoi.
Ulm.Sr. Dando a lolucio, que Y S. pede no
leu ofllcio de H do correle, comprebendendo tres
quililoi sobra a precedtnoia entre 01 offlciaes effeclivos
o addidot, qur nos commandos de couipanbiat, qu'r
nts forinaluras. lonbo deeigniOcar-lbe quinto ao 1." :
Ouo, nos commandos interinos, du companliiii, ja-
mis devem ler preferidos oa eflectivot os aggregidot,
ouaddidoa aellas, qutndo eitei teji niais antigot.
Ao 2. : Que, nst formaturtt, precedem-se os offi-
ciiet tem dislincio de aggregados, e addidot, segundo
ai suas graduarles, ou anliguidades
Ao3,: Que os commandot interinos das compa-
ohiat devem ser commitliJoi aossubalternos respecti-
vos, ainda que aggregados e addidos ios de igual ou
loperior graduadlo de outrat. Dos guarde a V. S.
Quartel general ni eidade do Becife, 14 de maio de
1846. Antonio Corrtia Sedra.Sr. Jos Vicente do
Auiorim BeierTa, tinento coronel commandanle do
qutrlo batalhio de artilharia p.
DitoAo mesmo, mandando contiderar addido ao
batalhio do seu commando, at quetivesse destino, o
detertordo batalhio provitorio da Parabiba do Norte,
Joaqoim Jos de Sanf-Anna.
DitoAo mesmo, remeitendo-lhc, pera 01 lint con-
enieotes, ot procetios rrbaeijulgadot pela junta de
justict, pertencenlel a 11 pracat do batalbio do seu
comiriindo. aaaber: Filippe Jos Ferreira, Jos Luiz
de Franca, Feliciinnn Jote de Mello, Antonio Jos de
Moura, Antonio Alves Peiioto, Jos Pedro Evangelis-
ta, Manoel Cailot Duarte, Manoel Pereira da Silva,
Simplicio de Ctrvalho, Jos Faustino, o Honorio Jos
da Kocba.
DE
QUARTEL GENERAL NA CIDADB DO RECIPE, 4
JUAHO DE 1846.
Oriem do da n. 105.
Fico publico, que o Sr. alferea Manoel Joaquim
Gomei timoi Brito, do 1." batalhio de oacidoreg, se
acba auiente deide o dia 2 do correte mei, por excei-
so de tret meies de licenea, que obleve pela presiden-
cia da provincia dai Alago.n, ondosa aeliava deatacado
Antonio Coma Sidra,
Brigadeiroe commandanle das armti
EXTERIOR.
O ultimo apor francei, que chegou a esta eidade,
rindo de Marselba, troure varios presentes de grande
riquea, enviad*! pelo duque de Mootpensier a S*ib-
pacha e Abba<-pach, lilh 1 e neto de Mehem.'l All.
Consisten) em espadas com ricas gurnlc8es, pistolas,
porcellanas de Setres, e outras preciosidades.
{Sudde Marmlk.)
(Da Revolutaj dt Selembro.)
INTERIOR.
Rio.do laiiciro.
I DEI'L'TADOS
BLGICA.
BRUXELLAS. 26 DE MARCO.
O re Leopoldo espedlo um decreto datado de 21 de
marco, pelo qual sio prorogados as cmaras belgas pa-
ra 2U de abril. Esta medida foi tomada em eoosequun-
ca do rei ha ver rejeitado a combloacio ministerial, que
Ibe foi tubmettida por Mr. Rogier. Sua Magetlade nao
se conformara com o progrmala do novo gabinete.
He provavel, que o Intervailo, que val mediar at 20 d
abril, se aproveltari para fuer propos'as s notabilida-
des da faccio moderada do partido liberal, nico, que,
as coinplcaces proseles, conts c im a probabilidad*!
dealcancar urna malorla no parlamento.
( 'mancipacin.)
TURQUA.
CONSTAHTINOPLA, 17 de marco.
Reina aqui o maior tocogo na politice. Todas as
questdaa, que estavio ni ordetn do dia, se achiire-
solvidas, ou prximas a resolver-te ; e nada se oppSe i
marcha do minitteno, nem o impede de empregar ex-
clusivamente tua atleneo ni administradlo inlerna.
0 tratado de eommercio, que se negociava com a
Runia, esti concluido, e he provavel que em breve
le verifique a troca dai ratific{m.
Em contequericia de urna conferencia, que o embal-
xidor de Franpa teve com o ministro d"l negocios
eiirangeiroa tbbre a queito do Lbano, leem bavido
varia communicacois entre a porta e a diplomacia
Seja qual Or o xito desti negociapio, pode ataegu
rar te desde j, que no seguimento di mesma rei-
nirio a boa f e a Iranquea, que caraclerisio a poltica
externa do nosso gabinete.
(('azttte de Augibourg.)
i

Foifltiiif.
A LEOA.
por jfre&enco ^oule'.
PRIMEIRO VOLUME.
I.
A riMlLIl THOl.
Ha algnns snnoa a eata parte, via-se na rna de Para-
div-Pnii,uniere (Paria), orna lab a(nni|,Mi|iii(lu o ci'nliirnu da verga da porta-oocbeira,
com em, tres palavraa : Armnicm de purcellana. Havia,
ao entrar da caaa, nm grande paleu, cuiu Ipendrea dos
ladn, que t6deixavia pam,>gvni a una carruagem. Ri-
ea alprndrra, quo chcgavlo o primeir andar, crin
t'i>ii,,,ini..,.,. nn.Ur.,,lui por dianle. e denavio ver
* pilliai de pnrrrllaiia, que cobrilo a> prateleiraa des-
" inimeimia arniairua.
Enirava-s pura u da eiquerala luir urna porta de oai-
xillim. Ncu grande gaiula do vidios, liaviAu, em frente
Ul entrada liana uniocarleira de carvalho de duaa face, e
"S-ilo alta, que prrmiiiia aua aixeirna eaoreverem, un
p, ou empuleiradua em grndea moxua de nenio
r.'duio; e, em raao daa duaa facea, Vulladua di-
'-Me um para ua uulro. No tundo do recinto cstavao
muitai prateleiraa, a an cofre de ferro, que podia dcia-
EGYPTO.
ALEXANDRIA, 10 DE MARCO.
Mebemet-Ali oiudou de traje depoii da ultima vla-
gem. e, em vex do aingello gorro encarnado eo vealldo
nizam, uta hvje turbante e o traje dos aoligos mame-
lucos. S. A. gota de urna excellente saude.
Sir John Pino levo varias conforenciai com o vice-rei,
acerca da concessin do transito para a India alrats do
Bgvpto, a qual Mebemel-AII parero querer guardar para
ai exclusivamente. Comludo, Sirjobn Pirle conseguio
do vlce-rei, que possio ooipregar-se Europeos, e com
preferencia os Ingletes, oa dirrecio dos negocios da
compaohia. O vlce-rei determinou igualmente, aue se
compre, por conla do estado, o barco de vapor Delta.
desuado para a navegacio do Nilo, a cojo aervico por
aquella rio elle te oppjnhs, em quanlo loase proprie-
dade da compenbia peninsular oriental,
O preco do transito atrais do Egvplu tirar reduxidn,
segundo te dii, a dote libras esterlinas, quando actual
mente se pagSo quiote.
dar ladrOes, e deanobridorea de legredoa de focbaduras.
All se consrrvav&o, no ninmento, em que oonirca rt
narrafln, dous lunuens, o primeiro do'uns cinunentn
nuil, era Tbor, dono da nasa, oni cujo asprntu ro-
sunibrava a quielude e oiintenlaui'nto do i pmprio, <
da sua boa poaifiu cummereial. Era u nutro Luii Vil-
Ion, aen eaixeiru. Tbur era o melbur e o mois fraeo
dos domen, mse linba vcrlm principio de proceder,
ni virtude dos quse fain tudoa usefor(ua para on-
cnllnr o seu gemu disia, quo s com implaeavel aere-
rnlade a levavio bem o negocio ; pelo que luvia-ae
habituado a fallar om tom aguatado o bruacu.
Neaao dia, Tbur, de ralo carregado, oum nrutovel-
u apoiado na carleira e a cabrea pahua da mu, ein-
niioatu ua livrua, que llie apreaenlava, um e um, ojo-
ven caixeiro, collucado em frente delle, o voltava aa tu-
lla con) grato do meo humor, cm quanlo Luis Villon
o aeguia com ulhua o aorriau ululo. Elu era un* man-
cebo de tinte e eincu amina, elaiurn alta, bem teito,
mm de um roatu cuiiiiuum, ainda que aitin bello. Au
v-lo aiufilu, diaaereia urna deat almas bonradaa,
francas, e que ae nio dispeiiiau du um 6 dever do
vida,
O palrio, lindo prreurrido, du principio au fin, um
dos livros, que verificava, atiruu-u cun mu mdn an-
bre urna loeaa, e, au tomar uuiru ua mlua ci cai(< iru
laacuu ol iillio para a oulra gaiola, elu que ae cbaitii
duaa luulllerea, que filavlo, aorrimlu-ae. A xpreaiiu
du sorrisu da maia idusa pudia-ae Iradusir por catas pa-
lavrai:
L eii meu marido, representando a aua tarca.
E a do da maii ranea, por esl'outras:
a Pur mai que p|>a faca, uto adiar motivo de re-
prebende.- o leubur Vlllon.
Thoro lorprendoo a uiulber e a filba a etauinartn-o
PROJECTO DA II i:-P 'TA DA CAMAIA I)
A' PAILA DO TIIH..N...
Snhor. \ Cmara dos depuladotouvio com o man
sincero ri'crnhecimenlo a manifestarlo do prater, que
V. M. Imperial sent, ao ver cm torn i de si o< repre-
tentanteada afio; acamara, Sesenhor, ha de em-
penhar-te para corresponder a confinca, que V. M
Imperial eopaii depotitio ni leuniio do corpo legis-
lativo.
A camira dot denudlos se congratull de que V. M.
Imperial, as provincial de Santa Catarina, S.-Pedro
do-ltio-GranJe do Sul e S.-Paulo foste teslemunha
occular da espontanea bomenagem, que os Brasileiros
tribuan ao tru monarcha, tua iii'penal familia e
conslituicio do eitado. A gralidio, que V. M. Impe-
rial exprime, pelas demonttracdesde amor de teu povo,
segura i V. IM. Imperial e ao pan om grandioso
futuro de felicidide ede reciproca confanos.
O conhecirnenlo exacto, que V M. Imperial ad-
quiri, dot immentoi recursos, de que a nilure/adolou
esla fecunda regin, muilo deve concorrer para o maior
deseovolvimenlo da prospeiidade e civilmcio do paiz,
para o que pode V. M. Imperial contar com a irais
decidida eoadjuvat}io da cmara dot deputados.
agradecen lo, como um beneficio di Providencia, a
pir, de que boje gorio Indas as provincias do imperio,
a cmara ios depuladm reconhece, quee si pai lio lain-
bem o resultado necestario da poltica de moderac&o,
de juttica, de clemencia e equidnde, que no niais rem-
lo futuro Tirio lembrar o nome tempre adorado de V.
V. Imperial; a cimari dot deputados empi-nhara lodo
o zelo pera tornar ainda mais firme, por meio de le,
que teji a fiel exprcsiio di vonlide nacional, cite
estado de Iranquillidade, do qual se aproveilari, con-
correnio com o governo de V. U. Imperial na adnp
vio de medidas opporlunat e acertdst para proteger
a riqueza do paiz.
Bem penosa he para a cmara doi deputados a
td-'ia do terrivel Qagello, que cahio .ubre ilxurnaa pro-
vincial do imperio ; consoladora, purem, Ihe be a se-
guranca de que o governo de V. M. Imperial prucuruu
minorar malet lio grave, enviando para aquellas pro
vini'ias desolada! ol loccorrns, de que pudia dupor: e
inuito apraz cmara, que o mesmo governo esteja na
intencio de continuar laestoccorros, eaiquanto forem
necossirios.
Entre os beneficios da civilisarin do teculo irtual,
Senlior, cumpro recohherer como um dot mait impor-
tantes aquoile, que rubjeila com igualdade (odas a
nafoes ao tribunal da opiniio do mundo. Esta opi-
niao, ao meimo tempo que grneralita as relaci' Oe
boa' inteligencia e mi7ade entre ot diHeienlet estados.
fortifica o direilo de nio ceder a aggressOes injnslstou
a preleni'Set exageradas; a tabedoria de V. M. Im-
perial lem coniprehendido etle- principios, e os lem
seguido, satisfazendo assim os volse os desejos da na-
to.
A notificarlo, feita pelo governo de V. M Imperial
ao daGrio-Bretmhi. de que hiviio cesssdo as medidn
eilipulidit entra o Brasil e a l^iatorra, t'-n Joules a re-
primir o tralic* da eterivoi, era urna consequencia na-
cessaria da expira^-io dascinvencdas, que existiio entre
os dous govnrn is, eregulavio este usiumpto.
A camari dos deputados considera inoonciliavel com
os principi s de inlepundoncia e soberana nacional o
acto do parlamento hritamuco, que aubinita juris-
diccio de tribunaes estrangeirui ot navios brasileiros,
suspeitosdese einpregirem nsquelle trafico ; eporitto
ppiaude, e toma parle no protesto, que o governo deV.
M. Imperial ipresenlou contra ette acto. A cmara,
apreciando a fidelidade, com que o governo de V M.
Imperial tem procurado satiilater o empeoho contra-
linio com a Grio-Bretanhi, acompioba tmbeme V.
M. Imperial, e afiatica a leal e uninime coidjunpio
dus Brasileiros na suslentacio du prerogatint da co-
rda e direitoi nacionaet.
Lamenta a cmara dot deputados, que dure ainda a
luda sanguinolenta, tratada entre ai repblica! vilinblS,
o, formando c un V. H. Imperial votos, para que cedo
termine urna uluacio lio afllicliva para a bumanidade,
confia, que a sabeioria de V. M. Imperial, quo. no
moio dos maisgrave conflictos, tem mentido al agora
o derorn e a paz do impeiio, seguir em lodoi os caos,
com prcvisio e fnrlnlera, o poltica, que comier aot in-
leretsesA a dignidade da naci.
0 desciment das rendas, Senhor, he ainda o fruc-
to delta poltica, que deo a paz k> imperio, e o re-
sultado da circuiiispeccio o moralidade do governu de
V. M. Imperial. A camaia dos deputados ha de es-
lorcar-se por co*d|uvar o governo no empenho de ni-
velar despera com a receila do estado, por meio de
prudentes economas. A cmara examinar com escr-
pulo os relatnos das diversas repartieres para conver-
tir em leis as medidas, que forem indicadas, e que
Ihe poreceram uleis e convenientes.
A cmara dol deputados, Senhor, continuar ao go-
veino di V. M Imperial o mesmo leal e franco apoio,
que Ihe tem prestado, convencida do quo atsim con-
tribuir, para quo se eleve ao grao de protperidade e
grandeza, a quo a Providencia a detlinou, a notsa patria
commum.
A cmara doi deputados, Senbor, depoiilmdo ante
o tbrono de V. .M. Imperirl o consiente tribu de sua
ealdade e adhesio sagradi peisoa de V. M. Impe-
rial sua augusta lanuda, lai votos pela proiperidade
e gloria do reinado de V. M. Imperial.
Paco di cmara dos depuladm, 15 de maio de lH;'i6.
J. A. MaiinhoA/anoel .V de Soma Franca.
Urbano Sabino Ptisoa de .Mello.
O Sr. ministro do imperio respondendo intur-
pellacio feila lionlcm (II do maio) pelo Sr. Urbano,
ditse quo l'i riiiiiiiln.cn. tendo provincia do imperio, ha
de ser governado pe. a inetmoi principios, que regerem
o gabinete a rcspeilo das nutras provincial, pon teria al
absurdo, que o ministerio live.se nma poltica excepci-
onal para esta, ou aquella provincia. Ueolarou, qu o
governo trata de informar te du, estado e circunstan-
cias peculiares das provincias, o que nao d. itera de to-
mar (mas as medid, s ironselbailai pola prudencia e pe-
lo intense publico, nio cando nunca esle interetse su-
bordinado ao interesse innividual, por uto que o mi-
nisterio nio irguu a poltica das individualidades, mas
sim a dos principio!, que bio de nr os mesmos para to-
das as provincias do impeli. Asseverou, que o actos
do ministerio serio guiados pela prudencia, pela mode-
ratio e pela jutliea, A poltica do gabioele he a da con-
cordia ; nio quer peneguicoes, nem reacc.oet. Todos
os cididioi lio iguaes perante a lei, e apios para todos
' i -i__:.z;__-_ -"".....'
im, com rea quaii de molcjo, o exolamnu num vm
terrivel:
__ Eulao, que faiem vosss ahi ?......... Pcm.'ia, que
saiin |uiiijiIi' he, que havunmi do acabar eile b.i-
Idafol
A io.'ii o a filba abaixrin mai que depresia a caluca
iirn o livros, que couipula.i vio, e Tbur CMitinuuu,
encarando Luit Vlllon.......
EVm., eiihur nieu, julga, qac est em dio.......
Nao nli.nxoii Lint ua ollio nulo ejse ulhor aiueafador,
e rcipoudeu milito sereno :
Pode Vm. cerlificr-ic.
Lu i bem..... eata bem, rrplicou o pairan, rnnli-
lioaiidu u lua iuspercAu : Ora, aqni lem..... Ueim .'.. ..
en.llnu tnlh) qui eat..... (e voltou nutra] esle
triiinpnrie..... Na, O lrnprle uta direitu (e vnllon
ouirn liilba ; e coiilinnoo, roiuungndii, cum inin-
br'i.lbu franiidn, procurando, mu dcb.lde, Igiimu
e.uus, que ccniurasie, e deapeiluin de nao jiuder titos*
ii .o n aua oulridde.
Durante eale lempo, a duaa mulherri bavlia cunli-
ii'iiidn u un irabalb, tirando rm f.illut volante, por
deve e lia do linter, a contal do tregelos da ruaa.
A gaiula, em que ellas eaUvao, fic.n.i junio v nli.v.i
que ilav para o pateo, e era mubiliada con, oerl luto;
aa oarteir. crio de jounrunda, u asauallm t.ipn.do, ai
cadeirns de elegante chIuHo, e um cxcellente foglo a
nqueuia, elm du grande, que dava calor .< todu o arina-
sem. Alm daa curleiras e eitautn, que miibiliaviu cie
gabinete, bavia In um tear do bordar, e uma mean de
uuilura, que annunciavau ni er a occupac.au des*
enhiirai nicamente a do eacrever.
Madama Tbor era una uiulber de qmrenla nnoi,
a quem a Irauquillidade do urna vida hnrala e laburi-
a bavil deixadu quaii lda a brllrta. A iddc bavi tra-
vii; poriu nena nina ruga pparoria neio rosto de um
desenlio correctn, aeren e fidit, U lalbo nao linda raais
flexibilidade, poriu a ainplidau cer uinis delirada ; ua p u maui iionirvavu-ie en-
canladorc. Minia o inniln innllicrc pailiu na alia
auciedndo por bella, e faiem dilto a lia vida, quo nio
nnio para e enmparnr com ello ; na era fcil do ver,
que neiibuma prcleuclu linba a repcilo do ua Indicia,
e quo devia a sua elegancia ao cuidado perfeito, que ti-
ntn de ana pciaua, v por ueiibuui iniidu au deivjo da
gradar, e ler reparad.
E iito era una felicidade paro ella; por quanto, le
lo.uvera ndo una deseas Imireira, que uslo de auaa
vaiilagem t a ultima, litera adiado em aua filba nina
rival, quo fura precito arredar, b pena do i ver inter-
ceptar lodo, o.nlbare, a cnnficr-lbe todas ai boine-
nageni. Julia, ennulfciln, era um lonbo debelleu:
nlil, esbelta, flexinl, linda, me.mo lempo, a magei-
lado do rniub.i o a greca de iiiiuf ha. O rtu linba uia
rectidiu do de......o, que inulta vetea be t una bella
mascara, que encobre a nullidade do espirito e a iii.en-
.ibilidade d alma. Em Julia, pelo conlrario, u pen.a-
mentu habilava Ihe fronte, a pauau a.iirov-lhe oa
olbua, o |iint dava-ibo grc "u .nrruu era um an-
jo, milito maiquoiirooiiji>, era una uiulbor bella e en-
Tinha Julia dessete annoa, e uaava deiia idade oora
modoi.i liberdade de uma lina bem formada, de
m eoracio aimplea e puro ; teda e tooegada, liuba,
ludavia, Iguuia verligriit di infancia, quo a falli
indi correr, cuino nina criancinha fulgaxuua, peloa
immrnaus armasen do pai, arui reipeito i ina aeabada
Indicia, e re de moca, lato lliu aconteca sobretodo,
quand u irmio Carina vnliava da aua oflicuia, e tratia
Iguma flor ou drseuhu, que Ihe ella tort.it, aeiu cotn-
lido a gordura ; ai facei erio cor de rusa tuiiiquuvi- paixio pelo dtnino, que llic eatava roiertado, Eulio


o empregoi conforme o seu mrito: Indina nio le de-
ve entender, que para os cargos importantes e de con-
fianct chamar 'o averno os seus adversarios. S. Exc.
appi'llou fnalmenlopara o fados, que valem mas do
quo palavras e pomposa promessas.
O discurso do Sr ministro, ao qual a camar preitou
a maior atiendo, foi vivamcnlo ap nado.
S. F.xc. declarou, antes determinar, que se achio
reintegrados 01 dous desembsrgadores, cujas aposenta-
donas foro rejeitadat o anno passado.
Recebemos hontem ( 13 do passado) MI; as e cartas
de Montevideo, at 30 do passado (abril). Na praca na-
da llnha ccoorrido de Importante.
I)j Corrientes nio hnvla noticia* recentes. De Paisan-
d tinhio-se recebldo cartas at 19 de abril, annuncian
do a morle do Sr. Ardiuil'e, commandanla do brigue
de guerra Irancet Taclique. ein urna escaramuza junto
aquella ciliada. Nu da 9 ctiagri i a Mmtcvilo ut
restos mirlaos desse olTicial, o forao depositados na
igreja matrit.
Una carta do Montevideo, do dia 30 .' de abril J, affir-
ms, que o general Rivera devia aahir naquella noute
para a campanha, com o batalho n '1. coin duas com-
panhias do vascos e algn, soldados de cavallaria. Nao
ae sabia positivamente a que ponto so diriga, mas jul-
gava-se, que ia a Colonia e dalli ao Salto.
._.______________ 1 Do J. do Cnmmercio.)
PER NAIVI BUCO.
Cat
amara mumcpal.
QUINTA SESSl') ORDINARIA, DE 29 DE
RUIO DE 1816.
PRK'IOKNCIA Di SRNH .R RP.G-. ALBUQURRQUR.
Presumes os Sr. llamos, Cirneiro Monteiro, Bar-
rol edoutor Nery da Fonseca, faltando com causa par-
ticipada otoulroiSri, abr;o-a a settlo, e l.n I1.I.1
appiovada a acia da antecedente. O secretario declarou
nao havi-r pi'diente.
Veruva a nossa divergencia sobre a donagacio, que
latiels vos e alguns do vosso lado, do rilrelto, que nos
competa, de votarmos para a formacio da mesa do col -
leglo eleitoral, e tal f.il a vossa obstinacSo, que, for
mulando urna npinlo inteiramente nova, e procurando
sustenta-la a todo o casto, nos quiostes excluir, apetar
de todas as considerarles, do exercicio deise direito
constitucional, reconhecldo eexeeutado no pait, desde
que nelle existe o svslema eleitoral. Bntio, tundo pro-
iluido. com o calor, que dove animar a todo o ctdadio,
que sustenta o seu direito, as rasdes, em que me funda -
va. para nio desistir do meu, vi-rae toreado, depois de
urna discusso infructfera, a onvidar-vos para vent-
lennos, pelo prelo, aquella questio ; e procedendoas-
slm coin a lealdade e franqueza, que me caraclensa,
vos disse, que subordinarla as mesmas idias ao Impe-
rio da opiniao lllustrada do meu pait, com tanto que
nutro tanto Dresseis vos, aflm de sabermns qual de nos
havia propugnado pela causa da lei e da raso.
!J -ji euoapro a mlnha palavra ; e vos pseo. qufi nio
entendis, que tenho porflm alardear de jurisconsulto,
como vos : 118), as minhas vistas sao rumprir a pro-
messa, que vos fli, e ao mesmo tempo sustentar o di-
reito poltico, que a constituyan do paiz me coofere, na
qualidade de eleitor, assim como dar una prova da re-
gularidadn, com que proced.
issestes vos, que, na firmado da mesa do collegio
eleitoral de qualquer municipio, s podem interviros
eleilores do mesrno municipio, e nio aquelles, que,
perlencendo a outros diversos, all comparecerem para
volar; e com esta simples proposito, fundada ein de-
dceles irregulares, pretendestesexcluir-mo e aos rneus
coinpinheiros daquelle direito, que alias sustentamos
com a llrmea, que vos nio ignoris. Dir-vos-hei, pu-
rm, que, apetar das habilitado is, que a vossa carta vos
d, avancastes um paradoxo tanto mais nocivo aosvs-
'.ema, que nos rege, quanto as suas consequencias offen-
derlao um dos mais nobres direilos, que a cunstituico
lo estado, e as respectivas leis orgnicas e reglamen-
tares, concedem ao eieltor braslleiro. Eu voto pro-
re rol.
outrlna lie constante entre todos os legistas, que o
que a lei nao distingue nao nos he licito distinguir.
leesei.io. Eu, l.iuz di Frunc e le'lo Jnior, g8-
ciH-iio interino, a i'-cevi. liego Albnquerout, pre-
sdanle. -Dr. J\'e-u da Fomecallamos. Carneiro
Monletio Hanoi.
III(MU II t. l'EIIVAIIlil'CO.
Ohaequiirl-.-nu. mu na numeru. do Jornal do Cotn-
ourcio il 3 .1 18 du paiaailu, Irati.l.i. ,,,-n, brig-.o bra-
lo.lo bontoin do Bio-du-Jaiioiro, cun
ail.no F el
10 lisa iln n.inn.
N-nla linvia iM'i'nrriilii do novo na corto : a eamaraa
oonlinuarao a trabalhar ipgiilanueulo; 118r, Hollanda
Cavalrenti anda ncoupiva miei-in nueiu,. .1 pasta di ra-
ruiha; enatlii liavia apprt.vad.1, em terneira disous-
*". I......." llSTtfan, >. pi.j.-ilo da aun reapo.la
n 1.1..1 du ilirmiii, e em segunda a r.....I..9 nula ama-
ra lina di>|iii*ils, que manila va vigorar por aaai* seii
llirx.'H II uicauent i urinal.
Di-ixamos em otitru lugar transcripto nqoeallitle
niai- impuriante au sabia respeitu de Montevideo 11
pr.-jeclo lia rrsposla ra cmara lina ileputajna H falla lln
Ihrwiiu ; e urna ilucUrafln du Sr, miisialru du imperisi,
eni a araslu de 14 <|......ajabiiselo ala ilispnatn a adoptar para n.uu esta
|.r.inin 1.1 ,li i'.lnrjcni, mi que in.ul.i eoilflim.is, pii
do Sr, M-rii|iMio ib- II r 1 tu, il'cojos priiiuipioa em. prudeimia e imidorafo, j.i livemua exube
Despai 11 1 ,- us r:querimenlos deManoel Joaquim Jra. as intrucv*s de 6 de marco de \SH, no cap. i.,
Carneiro da (lunlia. e Manuel Jos Vinira e lev.intou- SS 3-. 6-. 6.. 7. e 8., eslabelecflro o direito, que
lein lodo o eleitor, de votar (ora do s^u respectivo col-
legio, e ni) limilou o exercicio desse direito. nemes-
cluio do eleitur, que o uleree, lunccio alguina comer-
nenie ao acto da elelcio ; logo podo elle, como qual-
quer outro, votar pira a lormavio da mesa do collegio
oleitoral dj municipio, em que,liver de dar o seu voto.
A opini j contraria a esta, nao so he excntrica ao sen-
tido natural e lgico das instruccdes apuntadas, como
dara um resultad 1 urna dunlnuico de direilos da parte
d 1 elellor, quo houvessu de volar f6ra do seu munici-
pio, e neste caso nio existira a plenitude do exercicio
da facoldade constitucional, nem lo pouco a igualdade,
que deve haver da parte de todis os eleilores de provin-
cia. Ncsla hypolh.^se, o pensainento do poo, a sua
volitad real (icaria impeifiitamenle manifestada, e o
vicio radical dosylnma, que llvesse por base seine-
Ihante opiniao, derrocara inteiramente essa vanta-
-i'in. deque goiio os deldaos de u 111 estado livre. E
julgais tos, que lossem estas as vistas dos nossos legis-
ladores? Entendis, que he possivel, constilucional-
rnente (aliando, darem-se eleitores com menos e outros
com maisdireitos ?! Nao, nao he ptssivel. A localida-
de. rendo, como h, urna circuinstancia absolutamente
accidental ein relava > ao elellor, nao pode jamis pri-
va-lo da menor partcula de seus diruiios, e como um
delles lie volar para a fumacao do collegio eleitoral,
segue-se que, em qualquer lugar da pruvincla, ein que
elle se apresenlar, podera, em uccasij opporluua, et-
'' r o>se direito, cuncorrendo, cum os demais, para
aquulle fin.
lunlio, at aqu, vos apresontado os prioelpaes argu-
menlus, ein que se unda a uiiniia opiniao, e coin ijuan-
lu jua diicussai, que coiiivoscj Uve,- os Uedutisse,
mas sem ter a honra de ouvir una respaila vossa, quu
me setiszesSt), todava espero, que, cumpiicdo a vossa
proinussa, lavis por convencer-me, esplicando os vos-
sos pensameiHos a ruspeilo, e respondendo a quanto
ni.Mu de dai .ti nvo a causa, que advogais, e taris a sallsfavio de
ver iriuuiptiar a vossa opiniao. Sou multo venerador
Finiendo Jos Carneiro Atonteiro.
Recifa, i.dejuol)u de ilit.
"> pitada, qoo mutuamente seoflerecem, vsi estsbele-
cer relaedes, vai consolidar negocios, e o mais be, qu
s'com os proprios inimigos de semelbant vicio, por
i'so que b pergunta o Sr. gasta? tuccede-se ums
'osposta, ou seja affirmativa, ou negativa, e atrs da
rosposta vem usualmente mais alguma couia. Se ooftV
rente nio acba companheiro, preambulisa-se a pales-
tra, sustentando as vantsgens do uso do tabaco, e se por
fortuna depara com um parceiro.comecio acruzar-fo os
lugos, e pitada vai, pitada vem, temos oonverss para
lloras, isto nio s n'uma sala, mais anda n'um tbeatro,
ou at mesmo n'um templo.
Nao queremos sustentar, que seja a pitada quem de-
cida 01 negocios, mas sustentamos, que ella os encami-
nba.e que poucos serio aquelles, em que nio tenha en-
trada. Ora, fgurai-tos n'uma companbia (sonde o aria
tocratico charuto nio be admisaivel), ecalculai as van-
tsgens. que vos proporciona urna caixinba de rap em
sendo liem manejada. So queris entabolar palestra
om um liiimem, cuja posicio voa pode ser prestavel,
Ungs, que inadvertidamente vos cncontrsis a seu lado, e
sacando a caixinlis da algibeira dais-lhe a primeira a-
liordada : V. S. gasta?... Elle acceita, e vsapro
veitais o ensejo para dizer alguma cousa. Se he vers,
exalla-se o calor, se invern, o Irio; (aliis do numero-
so concurso, que guarnece as salas, do brilbantismo,
com que esli ornadas, do modo como all vos achais,
e palavras nio sio ditas, est o negocio em prava.
Eu boje nio poda dispr de mim, mas inslrio-
me por tal maneira...
V. S. ( tratamento a que di jus a simples quali-
ilade de vestir casaca ) he seguramente empregado n'al -
guma repailiciio, o trabalbos extraordinarios...
Iiiiei a V. S.....eu ( aqu segunda pitada)...
nio tenbo a honra de conhecer a V. S. ( o que he men-
tir* ) ; mas, para entretermos o tempo, farei urna bre-
ve eiposicio das minhas circumstancias. Meus pait nio
me deixsrio riquezas, quero dizer, nio me deixario
predios, nem Ibesouros ; porm etmerrio-se encui-
dar muilo da minha educa^io ; fallo Irancez e inglez,
tenbo o curso da aula do commercio, j tradun um ro-
mance, e julgsva-me habilitado para exercer um em-
piego de lazenda, comtudo...
Esta reticeocia bu o chamariz de urna pergunta, que
o outro interlocutor precisamente las, ede que lieim-
mediala consequencia um olTerecimento da sua protec-
v"io e bont ollicio*. Comcca-te por urna pilada, e fna-
lisa-se muitas veres por um despacho.
Se nos olamos para um lado diametralmente oppos-
to, iguaes vantagens topamos ; pois que apilada, que
seoflureco a urna da ou as, Irax como appento por li-
nba um elogio ao bom genro ; e ao costumado com-
primento excellente rap sigue-se a immediata
resposta : a mioha caixa est dispusigio de V. Exc.
(tratamento a que di jus um chale, ou urna romeira),
opilada agora, pitada logo, temos em nosso favor a avo
da neta. E quem ba, que desconbec> qusnto pode
urna at, com especialidade, te he afleicoada polka P
A nelinba, tagat como todas as netas, que frequenlo
parlilhado fungar a sua pitada e oOerecer aos amigo,
dizemos tamben c em segredo : quanto pode ae,'
lisacao !
Has he lempo de concluir este artigo, e nos o varam
laier, dirigindo um tupplica aos Ubaqaeiros, e ia*
ser, que nunca depois da pitada sacudi os dedos '
primeiro lugar, porque he um signtl de desprero e ia
ralidso; em segundo, porque arremedio 01 locador,
de castaobolas ; e em t-rceiro, porque esta tacudide|
sempre exige um topro, e he indecencia aasoprtr en
publioo. (O ///mirador.)
[Pirueteo ios Pobres no Porto )
COMMERCIO.
Alfandega.
Braniatinnx do di 4................13:257(aVia
eiearregao naje .
(irigue Ieven- Lnn mercador ias.
IlrigueZibulon haca I bao,
BrigueI f nadoferro.
Consulado.
Rendimbnto do du 4.
Geral........'....................
Provincial..........................
Diieraas provincias.. ,
>........
2:l8l,9o
618*871
108J847
2:93778
illovimentu do Porlo.
Navios mirados no da 4.
Macei; 21 horas, galera ingleza 6o/umws, de 32fl
toneladas capillo Daniel Creen equipagem (9
cara assucsr e algedio ; a M.' Calmont & CaJ
panhia. Pattageiro, o sobrecarga, H. Low.
Rio-de-Janeiro; 16 das, brigue brasileiro Fiel, de
200 toneladas, oapitio Manoel Marciano Ferrtiri,
equipagem 14, carga gneros do paiz ; a Firmiao
Jos Flix da Roza.
Declarages.
Lisia geral das carias entradas, no comi desta ciieu
de, em todo o met de mareo de 1846.
Anna Jacintha B. F., Amerco Jos de Medeiror.
Alejandro de Oliveira. Augusto Pereira Ramalho, A-
mador Antonio da Cunta, Antonio Auvutlo de Medei-
ros, Antonio Cardoto da Silva, Antonio Furlado da
.Memmica. Antonio Pereira Nunet, Antonio Francis-
co Ramos, Antonio Francisco de Sou'a Lelo, Antonio
Gomes da Silva, Antonio Joaquim de Oliveira, Anlo
nio Jos Augusto, Antonio Jote Aolunes de Csrvtlbo,
Antonio Jos Fernsndes C., Antonio Jote de Oliveira,
Antonio Jote Pinto Guimarict, Antonio Jos liuilri-
is bailes, vem com dsfarce para o p da velhs, e apro-guet Brigueiro, Antonio Jos do Reg, Antonio Joi
ihi-
vinii.i, uroiarao i, um
BIT
ord
tea provea, quaiidu entre nos aaleve emtarrejrado da
pnvni.iii-i.i, e i|nr f..i ii-iin t-aia resposta 1 seguidlo nler-
jK-lUaku do Sr. Urban :
.. S" o (nvii ni 1 in-iui.l pretende continuar em Per-
n iinli.ino pnlitlna du iiiimaturiu paaaadu ? Se pretende
muiliBnaresta pulilira, mise lem Jo seguir una polti-
ca intuiraniente epputta? Desrjo, diwo o uradur, da
parte do Sr. ministro urna reapoeta clara epri-oita! e
trullo -lir.-ii,. deeapura-la, purque enteisdn, que ato -
tenia ufan em um liomoin deealadoi que lem eunaeieu-
cia da juttica e enntrnienria da ana pMilida, iirueurar
iliKsiiniila-l.i un ubtciirou-la por tneiii de pliraacs va-
gas, sem tigiineaeaOi mi quu poasau adimitir diversa
itttrlligenoia,
Coiiuiiuiiicado.
AO SR. MI. JOAQOIM niCINO DA MOTTA ilLVEIRA.
O promellido he devido.
Tendoeu, na rleivo du da 17 de malo pruiimo pas
sado, 1 .11 |iiiii-ido nu collegio eleitoral de vossa (regue-
Zla, para ah volar em seia candidatos par senadores
por esla provincia, tive occasiio de sustentar comvosco
um largo debate a rrspello da rxclutao, que pretendleis
estabelecer contra mim e cuntra uulrns, que, de diver-
sas freguezias, baviao alli comparecido para o mesmo
Om.
crio i-arrriraa, risadas, gril-t, e ama l.nll.i a taier r.-
Ircniri rr lila a pnrerlla, K Tlim e ana niullicr, e Lmi
Villon ulhavlu-, de bocea aliena, rmn um aciilimeuto do
ali'gna inaudita, para ratea duna bilhis r graudra inriii-
111.a n liriuriirriii }|ililut nnibni fiieanlailurra, alegres,
desoiiiduau, aeabandu aempru n ua lucia pur mu (Vall-
en .-bn-j.i fraternal, dipoi. du qual {amala deixatt Car-
lita dr ilitrr :
Pur ti< je va, j que me turnaste istu | malpara
unir vrs agiitlnr-nir-lit-i,
K oasu piiui-ar, e Carina nio aeogaalava.
Ouirut trae parela Julia perrtativa, maaeom s men-
ina ingenuidad*, .....11 l|Ue cr alrgin. Km que prua.ifn
o ett-t 11n.u1111i1.11 ? Em nuda: respondera ella ,u iuter-
1 ;;.11.1-1 ni edira a verdade. Purem eaae nada tem un
II..IIH-, .{ni- 111.1......1.1 iiik. ...ln.i; me nadaba uineog-
uil >, qur 'liiiiiin ludaa aa aluua liuffaa, tem quu i-l|,i,
t.nlia.. ii..iulr parle rasa vut, neiu para mide as quer eun.
diiiir. JmIih aiiidn te nftu linvia pi-rlurbadu esim a prr-
ni.fa 1I1......gurui, niiid* ae uSu li.it 11 embaladu ro ra-
peranca'alguma, nem uecupndu de una Iriiiliranca.
'1 inlia multa affrioau a Luu Vlllun, por ser mu mugn de
bem, que lial.iva adniiriivelmeiiie palj mu iiiinra rin rom elle. Qiiamlo na veudat cuiu-
lereiaea oa ubrigatiu a conferir f.imuraa, uu trrihrur
cuulaa junlot, Julia repela mi reapundia ooni tus niara
e tiriur, cuino u lena fritu um raisriru i:ia u aeu Culle-
gn, rm i|iiamu o rapa 1 nao dina uiua pnl.ivia tem Irr-
inrr, 011 nrapalhar-an, prinr.ipaliiiriilu quaudo ealavi.
aoa. Tnili-,u Julias aprrcibido da... f llr provavi-l :
11.... a perturbarlo duraner,, pur muda alg.ua a eiuba-
racata ; ltu lite rasata nrn, rjumnailUv, uein enr'adu :
era o cumulo da iniliti'errnea.
Fi.... Tu.,re algunas vetea nbsereer .ua mullirr 0.
tii'l ir.,, de Y Ilion, e u tei: ull.ar Mllafcite pareca du, r,
quo ta tuiu luaztr uui aiuur. nuu II................. __
Viiriedadc.
O POER Uli UMA PITADA.
Se os homens liem considcr.ssem e rellectisfem sobre
o que vale a pitada, qur esla seja de osluiro, qur Si-ja
de aiiinslriiiba, princrza, ou uiussaroca, certos ettamus
de que I lio prestariio o mximo ruspeilo, e que lodos,
sem excepeo, Si-nao tabaqueiros. (na pilada ollereclda
a lempo, que vem a ser, coin seus visos de casualid-.de,
musirs d.. indinVronva, equivale ao mais poderoso au-
xilio, e lem sido ongem de inrsperadat lortunas !
Esli n'uma sala dous borneas detconbecidos, e urna
cun praxer uui aiuur,
genro hmiradu eoapat, um seeio exeellenle, um tur-
oessur, que cunliuuaria 1 proaperidade da casa Tbur,
um lirrduir.i. ruja turlun.i pu>..i| arria alg.nu di.i u..u-
tldrratol. Mat dr urdiuarin a mullo r rri.pondia a ctaet
ulharet runhduiiri.iea, iiirnruudii a Cabaca braudaiuenlu.
Man a.ibrr oousa alguma positiva, teiltia rila, quu a ven-
lura de aun hllia nao pudia vir dalli.
Quaudo Tlioru quena .alirr at raadea detta upiniio,
via-au rila bem embaracad para dar-lb'al. Julia, ouniu
j dlaaenios, liiiba tfficlu o estimava Luu Villun ;
imiilaa ve- a alo u ilulrndiu, niriij.an, entura n Ungido
nio liiiiu.ir drarup.ii) pi.icm, lora di.lu, maia uad.i
Irfcliaj uaun mil sabia, que aa iiiullirira Ireiu no oura-
V-4o pura com aquella, a quem sedealinl, alguma cuuaa
maia do que una elacu jualijn. Acaso aiiuu.ao ella.
sem r.i.a.., qumu .em ru.ao u d. f.-iidein ; f.ueui-ilie um
.rime hojr daquillu, que na trapera lliepedirao/j .1 e.-
ao cliaaqurdu, Ij.ini.ao, llc.deuliai. a ette, ein Km,
.imn.
Tliore rlirgavn a diier, que era impuativel, quu Julia
nio amasan a Villuu, a ul aer, aocreseanlava, Mando
uiilh.r un. ufllar, quo cllu Suppuiilia protiiuiiaiueii-
lu e erntadvr, a u.. aer, quu ella amaste lgum uutru.
Ma Julia amng.ium amara, a mai o aflirmava. e ella
liulin a cerlea ; e ludaTi, algu.ua. resaH ,j niotlrav,
mtiMUva, e quandu a mu a iniurpellafa ne.te tileuciu,
Julia ii.ru.ita-.r vuruirlb
veila a occasiio para conversar com o smante ; e o nos
so cavalheiro, que l Paulo Kock, be socio do delirio,
u ssbe aproveitar o veolo, repele as suat piladas, coala
qualrn plaa i velbs, eei-lo de pedra o cal no seu na-
iiimo platnico.
Ora, em vista de tantas vantagens, quo d urna pita-
da, anda baveri inconsiderados, que ousem atacar o
seu immenso poder, e que digio como por'mofa la-
so nio vale una pitada de tabaco ? Vinde c, ho-
mens inconsequentes, o disei ? O que presenciis em
todas a? remudes, sonde se toma tabaco. Que oulro pro-
tector conbeceit para proteger um namoro ? Que outra
resma mais propiia para dar n'um arco, desles, que s-
finao cerlat rabecas sem cordal ? Que outro padrinho
mais valedor para um requerimento pendente ? Que
outro auxiliar mais lurte para um inquilidor de vidas
albeas?... Poderosa e retpeilabillttims pitada, tu
vales mais do que pesas, e inuilo uiait do que cultas
( embora, que nio cuitas pouco), e le 01 homens um
da le cuiibucerem, talvex que te levsntem altares.
Pelo que a nos respeila, declaramos e com a maior
franquea, que sentimos, do fundo d'almi, todo o valor
de uina pilada a lempo, e graduado este segundo as s|-
luiei's, e mesmo ai gurarchiat. Vendo o saloio sacar
da sua algibeira a caixa do atmonte, observamos,que as
suas leic,des se enchem do seriedade, al acreditamos d.-
ns para nos, que o patrisrebas do tempo de Movi*
la ii.t.i.ni loniavao simona. Se temos o Gallego, esse ly-
po lio recommendado, lirar do bolso o cbeirsdor, e cun
a seriedade de um tribuno rumano, dar duas sacudide-
lai ao p alli cuntido, dizemos em particular: altn es-
t o economista, o bom administrador, o boinem epro-
veitado. Se temos, finalmente, um cavalheiro bemei-
ii.... il.i.|uullr niino. Entretanto, havia ellu acabado
etama de auaa oonlas, e cmiaervava-a* abturlu 0111 uro-
liiuda meditacu j aa feiedra liaviiu cuntervadw a ex-
preaalo do mu vito deacoiilriilaraunlu. Com cffeitu,
eoniu.u hmiradu liuineiu nada ti.n ia adiado quu cen.u-
rar, ora-lbe impua.iiel ralbar cum o caixeiru, edar-lhe
una i.c.i.i lirada da tua propria maurira du adininittrar
ua nrguciua, eatava documenta. Lnii Villun cuntidera-
va, aii.nlu, u palr.i, desde que ette lancera, enfadado,
u uliiino hvru Julia e ana mii eiperaTiu a explntlu,
ulu Inquietas, mat curiuaat. De repente, carreguu-ie-
Ine uarmblante, o fruste enrnguu-se-llie, as tubrance-
lliiis niiir.'iM-i', o, emn estes iiiuTiiuentua, ergue, arre-
batado, a cabrea, pfie um ulhar ternvel om Luis, e Ihe
diz com vut aapera :
Quanto ganba u irnliur em miuha cata ?
Soares, Antonio Leite, Antonio Martini Goncalve,
Antonio Marques Pedro F., Antonio Monleiro Curnis
de Oliveira, Antonio Machado Diaa, Antonio de Oli-
veira Rorgei, Antonio Pereira llcit, Antonio Humano
Franco, Antonio Rodrigues Fernsndes V tetra. Antonio
Beiende Reg. Anlonio do Rcgo Mello.
Ilernurdino Ferreira Lima, Bernardo Francisco Coa-
val ves, Bernardo Jos Teixeira, Bernardo liocca, Benlo
Francisco Pereira.
Caetano Alberto Teixeira C, Candido doi Sanloi,
Cuitodio los da Silva Moreira.
Delfina Candida. Digo Mtgnu, Domingos Cris de
Oliveira, Domingoi Ferreira Maya, Domingos Heoti-
quei Gomes. Domingos Ruzario.
Emilia Teixeira, Erminda G. Carvalbo, Eulario
Dominguet Sobreira, Evariato D. Santos B.
Francisco Xavier, Florencio Martina da Silva, Fran-
cisco G irlo/o, Francisco Jorge de Souza, Francisco
Pedro do Kego Brito, Fianciico de Paula Pereira, *
Francisco Soarea Cordeiro.
Goncalo Vieira, Goveroador civil Y. M.
lzabel Filippina E. F., Ignacio Guedel, Ignscio
Joaquim G. Jorge Magna Falcfio. Jacmth j Jos de
souia, Jeronymo Jos dos Sanlaa B., Jaiques Sechino,
Joaquim, Joaquim Aureliano da .Costa, Joaquim de
Souza Pinto, Joaquim Francisco Duarte, Joaquim Jo-
s Ferreira, Julo do Amaral R., Joao Aolonio Alvei.
Joio Csrdozo Rehallo, Joo Domingos ds Silva, J o
Hiplito Couto, Joio Jos Pereira, Joio Jus de Paisa,
Joio de Oliveira, Joio de Souza, Jos Ambroiio de Car-
valbo. Jos Airvedo de Andrsde. Jos Antonio Cidtda,
Jos Antonio Ferreirs, Jos Antonio Marques, Jos
Antonio Mattoi, Jos Antonio Pinto, Jos Bsiboza Li-
JPas-
e dina seiupre, quu nao pun-
.nti. r,n nada. A iuli iiiutira.a acrud.la-1.., o eviiara
aprrta-la emu perajnnlaa : era muitu p.udeule, para ar-
iitriir-.c nu dar um nomo r um .rundo a eaaea iii.pul-
to. Tagua do nun.pira,, u du uu. ouravl iiuTri,, q,,,-
..-nl.-ii. aer clirgada abura, em quu nova vida se I lie.
abre.
Il.l.iiiiv.io, j.orlnilo.iiii aciu de..a familia a aereuida-
le u aegnraiica, ur.aa veulur.i errara para Tlioro, ruin
Como tuda a casa oummerciol de Tlior se corapunlia
du l.uii, duna ciiciriulioa, c duus reeebedures, o diguu
i'.iiiiniurciaoiu aabia muitu buin, qual ura u ordenado dr
Vill.ui; enlretauln cate, muitu admirado da pergunta,
re,pon.lu.-Ilie iiuuiediataiueiile :
Mai, trnlior, eu gaubu seit centus rail res.
Ett uiu, di.su Tlioro, au sabir do etcriplurio, do
mina airas, a maueira de Napuleiu; etl bem, lioa o sau
alario riera lo a um cuniu duris.
Ah aenhur, he multa bundado, exolamou o oan-
Cebu..... o O uirii rriMiiburiiuuiitn.....
Baila, date tulaiuiieaienlo o patria,..... eu mu
juttn. Tuinus buje alguiuaa pesauat a janlsr..... Saqui-
ier f.uer-uut coinpaiilna.....Tem lempo de ir turnar urna
uaaaca.
bnele da mulher, que Ihe apenara amS o, em quanto
Julia, lunfa ndii-ie-|iie nut bra(nt, I be disia i
O que Viu. fet, pap, lie muitu bonito.
Fui astil, nada maia que justo..... replicou Tho-
r em tu ni aeiitcuriuao. Vusts me cunbeceni : impls-
navel, e al cruel oum ut preguicmoi e uim, grande
e generlo cum uilioni e trabalbadores...... jntlu.......
sempre justo.......
E eu digo, que Vra. he bom, ditte Julia, abraesn-
du-u de iiutu...... Queru, que Vai diga, que be bum.
Vamna la, diste Thore, Vm, nau sabe u que d
senhora muca....... Mas eu niu queru disouttSea ein mi-
nlia cata....... Sio cinco huras, e he lempo de se irem
vestir.
J vou, dine a donzrila, dispundu-ta a arranjir
oa livrut exemplo du eaixeiru.
Vai, minha Hllia, II.e dine a mii, eu arranjarei
ludo itau ; tenho que fallar a leu pai.
Julia taino do arinatem, tallando cuino urna corta, e,
lena, aubio a o.cada, que ia dar au ptenlo do primei-
ro andar. No palaumr e junto ajauclla, donde te avi.la-
va, prla vidraja, o armasom, quo acabara de deixar,
aohuu ella Luu Vlllun, oum a cabega baixa, o abiurlo
em trille ponaainrulu.
Bonito, auubor Villon, Iba dase ella alegremente,
ulo ett Vm. pur ventura cuiilrule '
"~ Eu..... diaae cate ealremecendu.....Ah o tenhor
seu pai me fes mis do que inereoo..... e bem ingrato
aeria eu, ae.....
Talvex que Ihe esturvo as intencSrt o juntar cum
noscu..... e se aiiiin he.....
Niu tciiliu iuieiicua algiimat, retpnndea o man-
He muita honra, diste o raanc-ebu, au arranjar, da loebn, e pur et-rlu me aullo muitu liunradu e frlix oum oT-
naneira a mai. deaordenada, livroa e pennaa, e eaca-loiiiivite du aouhur auu pai i
puu-ie imiuediatameute du arinairm. Hvl,
4ue Ihe prumuttia ,ai o magiuhco resultado dal.ua. tranJocOo. oom'me H^ZfTTi 'tVW"' ^ ~ ?*> H-af, porque bem ..be. que om
uVe. oummer-| Neajajaeniremeniet, baria fluir entrado para oga-/eu nem mautin gaetamoe oiu.lo lempo em no. veitir.



mi, Jos Coelire da Silv Araujo, Jote Correia de Mel-
lo Jo< Cardoio Ga do Espirito Santo, Jos Feij de Moli, Jos Ferreira
Lima, Jos Francisco dos Iteis. Jos Joai|u(n de A-
breu, Jos Juaquim da Coila M.. Jos Joaquim Con-
cilles de Oliveira, Jos Joaquim Marque!, Jos Mar-
lias Pedral, Jote de Medeiroa Tavsres, Jote Moreira
da Sil'. Jos Mello, Jos Mullo da Sil, Jos de Oli
aira Ramos, Jote Luii Teiieira, J.it Pinbeiro, Jos*
Pmam de Mendonca, Jos Pedro Rapoio, Jote de Sou-
HGuerra, Jos de Souia Piulo de Oliveira, Jos Ta
tarea Paseeo, Jos Teiieira da Souia, Jos Thoma/
Malheiroi, Jote Vieira de Carulbo.
Leandro lleterr* Monleiro, Lourenco Correia de Si,
Luiz Annei, Luii Jos Alvet Ferreira F. A., Luii An-
tonio Gonclvei, L'uiz A. Jos Lina de Olieira.
jrlaria Joaquina da Cooceiclo Maria Filicianna ,
Miria Joaquina de Sant'/inna L Maria Marroquina de
Jisui Naiarenp, Mareoiioo Pereira deSouta B., Mainias
Cetario Karrelo, Matbiaa da Silva, Matimiano Antonio
pinto de Oliveira, Maoiel Monleiro, Manoel Alvet Cas-
lello-Braneo, Manoel Antonio de Cartalho, Manoel An-
tonio da Silva, Manoel Cario* Teiieira, Manoel Cirva
|ho de liveira, Manoel Ferreira de Arruda, Manoel
Faria Barbota, Manoel Figueiredo Brandio, Manoel
Francitco Roma, Manoel Ignacio de Atevedo, Manoel
Joaqaim Brandio, Manoel Joaquim Lena, Manoel Jo
quim de Oliveira, Manoel Jos Rodrigues, Manoel Joa
de Araujo, Manoel Jos Martina, Manoel J. Paia, Ma-
noel Luit Ferntjpdet Ferreira, Manoel Martina. Ma-
chado Rodrigues, Manoel MerquetOrdoro,Manoel de
tiivnira Macado, Manoel Rodrigues, Mano-I Sanio Se-
pulchro, Maooal Tbomai de Albuquerque M,, Manoel
Xavier de Figueiredo B.
{fistro Jos da Fonaeea.
i'arcina de Nataretb, Pedro Ivo Velloso da Silveira.
Kaymundo Florencio Vai, Ricardo de Santa Rita.
Salvador Caitaobo, Sebastilo Jos de Oliveira G.,
SMiattiao Ponte e Arruda, Seram Joa Correia, Sa-
bino Henriques Loureiro.
Tbomaz Francisco de Miranda, Thomiz Jos Fran-
citco B.
Uchoa CavalctDte.
Valentina Francisca Cordeiro, Vicente Jacintho de
Jouis, William Purell.
leiro Minerva ; pode receber alguma carga e pasta-
geiroa : quem pretender, trate com Manoel Ignacio de
Oliveira na roa de Apollo n. 18.
- Para Santa-Calharina sai, muito breve, o pa-
tacho Temerario ; recebe carga por Irete muito com-
modo : quem pretender entenda-ae com o capillo
Pratea, a bordo ou com Maooel Ignacio de Oliveira ,
na ra do Apollo n. 18.
- Para o Cear sai com brevidade o patacho Belle
ta-do-Sul; recebe carga al S do torrente: quem nelle
quizer carregir, pode tratar com Manoel Nunea de
Mello, ou com Jos Joaquim Carneiro, na ra da Crur,
d. 43.
Venderse o muito velei-
ro brigue-cscuna americano
Cumberlaitd, de lote de 164 to-
neladas, forrado e eneavilhado
de cobre, e promplo a seguir
viagem a qualqucr parte : os
prctendentcs dlrijo-se Ma-
Ihcus Austin & C.. ra do
Trapiche, n. 56.
Para o Rio-de-Janeiro seguir breve o patacho
Felicidad!, por j ter lastro ; podendo, porm, receber
earga eescravos: quem pretender carregar, i Jo tratar
com Amorim rmeos, na ra da Cadeia, o 45.
I'ara o Havre pretende sahir, al o
da 15 do correte inez, a barca franceza
Basque; recebe passageiros smente, pa-
ra o que tem excclleales commodos : os
pretendentes dirijSo-se a B. Lasserre &G.,
consignatarios da mesina, na ra da Sen-
salla-Velha, n. i38.
Leila.
Theatro publico.
SABBADO, 6 DE JUNHO.
OSr. Walter, cedendo aoa pedidos de alguna Senho-
ras, que o honro com a sus estima o affeicio, tem re-
sollido offerecer ao respeitavel publico detta cidade
urna representarlo de mgicas, jogos malabares, equi-
librios Indianos, e pbantasmagoria, que aer atsim di-
vidid* i
1.* PAKTE.
Linda e magnifica variedad de patiagen* physicas, e
iDetamorphosas.
JOO DE PRATOS REDONDOS R TRAVESSOS ,
E BACAS de louq,
qoeserjo atlradoa an ar urna eitraordinarla altura, e
aparados pelo Sr. Walter, em a ponta de urna flecha de
dous palmos de comprmanlo.
2.* PARTE.
O Sr. Walter, presentes em o scenarlo qaaeaquer dos
espectadores, que o quiterem. far diversas llgeireaa
manuaea. bem como a de REST1I L'IK A U l GALLO ,
ou a uura qualqucr ave ACAUECl, quolbebouver
sido corlada por algutn desses espectadores.
3." PARTE.
DANSAS CAMPESTRES,
por um enhor e urna tenhora.
U Sr. Wulter deaempenbar maravllhosamente o pa-
pel de
MARUJO BEBAD3,
sobre pernea de peo de sel* pt de altura.
4.' l'AHTK.
Dar fim ao espectculo urna bella
SCE.NA PllA.NTASVUURICA
de vlnle e cinco sombras dilTerenle, que augmentarn
e decresceid gridualmente, aeropre a com pico de mu-
sica ; e qua acabar cum mostrar o Sr. Walter os di-
versoa Inaectos, coutidos na ni ais clara e pura gota de
agua pota el.
-V. B. Os intervallos serio preenchldos com mui har-
mooiosas eescolhidas pepea d msica, ejecutadas por
urna orchestra, cuidadosa e capriebosameoto combi-
nada.
Os preco* dos bllhetes de camarote serio os do costu-
ro e ; os de platea, porm, variars a lavor dos Srs. es-
pectadores, queusoblerd pely preco geral de 1/000 rs.,
nos lugares, onde leem aldo vendidos oa di Sr. Sutton.
O espectculo principiar s 8 1/2 boras da noule.
O corretor Oliveira fara leilio da maia rica collec-
cio de livros iropressos em diferentes idiomas, no in-
gles principalmente, aendo a mor parte lindamente en-
oadernada, e dos autores mus acreditados: sabbado,
6 do correte, l U horaa da manbia n'um dos sa-
ldes do hotel Francisco, ra d'Alfandega-Velba.
Avisos diversos.
Avisos maritimos.
Para Santos sai, muito breve, o brigue brasi-
E Julia entrn, cantando, para O aposento, eni(|uanti>
Luis, triste, mbia liar n quartit, que em cima oroupa-
va : e, ni tullir, prrguutava ello a ai mriiH.i, le nao le-
fia prudente da tua parto deiiar a caa do Thor ; por-
que romprelieudin, que o enrayan da encarnadura don-
aella, to boa e lio franca, jamis llie retribuira a me-
nor articula du apiituiiadiisiinu amor, quo por ella
Mola.
Entretanto, firra Thor com tua mulher ; e parela
padir-lhe cuntas da liberdade, que tomara de o fater de-
murar para fallar-llie, acm o liaver prevenido.
Ora bem, minho chara, que coua Cena tu a diser-
me lu iro|ii.rlnlo? ditie elle, lontando-ie como um
re, que d audiencia ao leu vatiallu.
Nada maia importante do que sobar quem temoa a
jmtar. *\
Creio que o aabea, poia fitelte oa oenritee. V
Scui dnvida: couvi'Jei Bolichera! e iua mulher e
f'lha, Lampin e aua mulher..... Porm Carloa nao Irat
tom.igo ale urn ?
Quem'dio ThTir.
Ora, quem? aeu mealre, o pintor, em oojn ofllcin*
eiie irabailia.
Que pintor '
Oh 1 u.eu boui Dooa, diao madama Thor, Violor
Amab.
EmSo, porque perguntaa tu iquillo, que aabea ?
repeli Tliur.
Pergunlo-n, date a mulher, enoolhendo branda-
mente na liuniliriii, porque aei o mimo e occopac* det-
Jhomem, p..im nao n Aonlircu, nem nunca o vi. He
( ni anula, e depnis que Carina (frijn a pintura ir
i'ireellaua, para iraballiar cm pintura de hiatona, eu-
,"-lhei| r.,ni.ilat palasraa, ranlaralar uraaa canli-
8*a Uo deanaadaa, oonlar algunas vetea I Viilon histo-
ATTERKO DA BOA-VISTA
N. 5.
POMMATEAU, CUT1LEIRO,
tem a honra de participar ioi seus honrados Trege-
les, que acaba de receber de Franca pelo navio Ar-
morif u, um dos maii bellot, riem e escolhulos sorti-
mentosde culelaria, nunca vistos at agora nesla capi-
tal de Pernambuco, um lindusimo faqueiro do ul
timo gosto, com aa seguintes pecas: 18 lalheres, com
caboa de prati fina 18 faca com cabos e folhas di
pnta para aobremesa 18 lacas de cabos d- pra-
ta, folbas de ac para sobremesa, um par de imi-
tador de cabos de prala urna colher de prata para
servir a pene, um tenaz para servir o assucar em pedra;
nnvosortimento de navalbas de barbear do rnelhur ac,
garantidas pelo seu autor o qnal obleve una meda-
Iba d'ouro na ultima eiposicAo de induttria ern Parit;
pustomdes de 3 e 4 folhas para cavados, freios, etpo-
raa e chicotes do ultimo gosto; tesouraa para jardinei-
ros, ditaa linas para bordar, de lodos os lmannos,
tanibem para allaiales, ditas curvas o direitas para ii -
rurgta, eslojoa de todos os ferro* necestarios para ti-
rurgia e para dentistas; scanficadores para ventosas;
aniveles de urna a oito folhta do inelhor d-Ih; eslo-
jos para limpir dentea alicalinhot e lunas para toi-
lette. Coi.certa toda a qualidade de obras de ac, con-
tina a amolar duaa vetea por semana, s quarlas o aos
tabbados.
Espera, que o futuro dar a conbecer aos Srs seus
fregueses a diHerenca, queeiitle entre a aua cuteluria
e a de qualquer nutro, que tenba vindo al o dia de boje
esta capital.
leudo o meu escravo Luiz acbado, no lugar deno-
minado Ponle-Velha, (rea colherea de piola, e que-
reodo eu retlilui las, declaro, que quem lr dono del-
las, ippareca na Rua-Velba, n. 39, que, depois de ter
dado os tignaes verdadeiros Ibe sero entregues, pre-
cedendo.aa clautulaa neceisiriaa para nimba nio res-
poosabilidade. Jvt Eustaquio Vttxra.
riat de rapatei lio eilraiagantet, que lenbo ruedo de
ludo, quanto le chama artilla.
Senhura, eu iei quem dero, e quem pono convi-
dar para mulla caa, dine Tliur, approvaudu-io afaj
menino com um meneio du cabrea.....Conhcr; petaual-
meiile Violor Amab, qumiiu deimerece da nuia aocie-
d.ule, pi que o eonvidei.
lulo he, periiiiiiole a Cario Irate-lo oomiigo.
lie a moma couaa, uiinha ohara.
Tena raito; mai para que pedio agora ene mnpo
a Carina, que traballia em aua oflicina, \ um anuo,
aer-ne aprcacotado, quando nunoa eio anona caa ?
He um f.mir, que elle devia ter lolioilado luaii
cedu ; maa, enifin, ludo tem um principio.
51 ni, liin..... repeli madama Tlior em vea bai-
xinlia, ludo tem um principio.....erufim.'.....
Que qiier ino ducr ? dine Thor.... Queiignifica
eaaoeii'Kinr.....
Nloiei.... peniava n'outra coma.... Vou veilir-
iue, oacomellio-le, que facaa o raetmo.
Madama Thor entrn para o aen apnientn, trillo e
deicontcnie; lodavia nada do extraordinario liana oc-
eorrido, a nao ler o que vamoi referir. Oilo dia. aiilea,
acliava-te a familia I'hore em um camarote da Opera, >
Carloi iiuduu um mancebo, que t-ilava na platel u-
perior purguntou-lhe a mli quem era aquello inofo,
o que Carina raapundeo ier Viotor Amab. Deo ella
niaiaattencao para ene lado, e pareceo-lhe, que o tal
Amab contmplala Julio com urna eapeoio de admira-
clu Julia nao .nube nada disto, to alienta eitava re-
preieulaca'u. Acabado o acto, a m* de Julia quil vr,
a.Ainbaiobicrfari do hoto ; maa ene lnvia ileaap-
^ houveaio
SfcZ"
Aloga-se um sitio na estrada de Joio de Barros,
bastante grande, com boa casa de pedra e cal, toda
pintada de novo, com bastaajtes commodos para urna
grande familia, muitos arvoredot de ruclo*. e por nre-
C* oommodo: na ra D.reita. n. 3.
- Aluga te um ,obrado de dous andares e solio no
largo do P.rao : na ra larga do Rosario, sobrado
le 3 andares, n. 30. segundo andar.
- Frecita-se de um ciiieiro para venda, que d fia-
dor a sua conduela: no paleo da Santa f.ruz. n. 2.
-utlereee.se um homem purluguet.filho delavrador,
dbannos de idade. que ha $ .nnot, que eiitte no
pan, tam sempre servido de feitor actual de fabrica de
engenho, o por i.so tem muit* pratic* de plantar ranna
de arado e de todo o modo, que o Sr. de engenho de-
terminar: (abe ler, eserever e contar, e rata prouipto
a lu.lilioar a sua eonducta com os meimos Srt. do en-
genho, a qucm voluntariamente lem pedido sua do-
minio: precisando dellfl algara senhor d,. rinaenho para
o meamo emprego, venba na loja de Joio Cavilcanli de
Albuquerque, na ra da Praia, n. 60. Nio ajusta teu
ordenado senio no fim do mes, para ser jus'.o avista
dosernco, que apresenlar.
- O aluno assignado, procurador de Mariinho d.
Borges, negociante da provincia do Cear. laz conttar,
por moio deste, peisoa, em cujn poder te achio os au-
tos de arralo, que, a reqoenmenlo do Reverendo viga-
rio Lourenco Correia de S, te fes na eterava Anna
que, no prato de 21 horat, leve ao carlorio do eterivn
Souia, afim desaliar da responsabilidade ao Sr. dou-
lor Joaquim Jote da Fonaeea, e do contrario se usar
dos meios, que a lei permille contra quem dedireito for:
d'dara-SH mais, que os ditos autos nio estio em casa
do dito Fonseca, e menos em casa do Sr. doutor
Ihiapina, como consta por documento.
Jodo Gomei Martins.
-O ahaiio assigntdo las ver a seus credores em ge-
ral que sendo sorprendido no dia 25 de mam pro
timo, por parte dos meamos, com embargos em sus
taberna, com frente para o Pasteio-Publico, as ledras
da outra, que bavia vendido, com Irente para a ra do
tollegio, e na mobilia desua cata, e ludo isto sem ser
o abaito assignado chimado a conciliacio e nuil ter-
mos da lei, e finalmente anda de man obtido, com fal-
sos preteitos, um mandado de priaio contra o abaiio
assignado, ficando por eite meio privado do apresenlar
seu estado o lodos os direitoa, que a lei Ihe conerdesse.
que oblevn contra-mandado de prsio, e por isso esla
proinpto a comparecer e mottiar o seu etlado, em um
praio de lempo possivel, para o mesmo fim, no cito que
os mesmos Srs. seus credores Ibe concedi etta graca,
tem coaccio.
Joaquim da Silva Maura.
Pergunla-te ao Sr. socio e caita do contrito do
imposto do 2,500 rs, por cabrea de gado consumido
nesle municipio, quedettino deveri ter aquelU carne,
que, lenifo tido compulenteinenle despachada, aconlu-
cer o conductor ou camieeiro ter perdido a guia; mas
quo devora constar do respectivo livro de acentos do seu
fiel?
Na ra de Santo Amaro do bairro de Santo Anto-
nio, faiem-te, pelo inelhor gotto da moda e a preco com-
modo, vestidos do tenhora gravita! para homeni, e
todas aa qualidades de costuras, com brevidade e asseio:
caaa, n. 30.
Fe/em-se colsdcs elsticos com toda a perfejcio c
promplidio, concertr-se ot velhot e fa/-'0 tsm-
li'in qualquer guarnicio, ou fuiacio de asientos, como
cadenas, so s, marquetas, da balanpo ou do qualquer
modo ou felio que teja;laiulieiii sefat qualquer cortina-
do, corno Jo cama, sala ou arin iCjd do camarim em -
liuitudo quanto for concernente a tapecaria, por prucu
coinmodo : na travetta da Coocordia, n. 13, airas do
Carmo.
Concerlio-se as alampadas cbamadaicarcellis.coiu
miebina, com toda a peileiiio e proinplidao, e por
precos commodos ; na Iravessa da Concordia, o. 13,
atrs do Carino.
A Uvraria da esquina do Gollcgic
eerelieo |ieln .lirnor que, entre outlIS obras do direiln
publicadas recen lo mente em Franca, alguna eiempla-
res da seguinle, multo importante aus |ulgadoret v ad-
vogados :
Tratado tbeorico e pratico das provas em direito ti -
vil e em direito criminal por M. E. Donnier, pro-
fetsor oa faculdade de direito de Paiis, e edtogauo no
tribunal real18441 vol. 8., de mais de 700 pa-
gina.
Nesl* obra o aulor refere-so aos cdigos das di-
versas iincrs, inclusive o do llrastl, fa/endu um juizo
couiparalivo driles cm materia do provas.
Precisa-sede urna petsoa, que teja (janeada. p>ra
e encarregar da cobranca de duaa leltris de 800,0U0
para
lirerido iiiiineilialemenle. Suppunha, quo fallo
elirado, quando, peroorrendo euin o nllio* *
ion no fundo do corredor da veranda, que Ibe Aoa
fronte, um mancebo perfrilanienle elegante, que nao ti-
raia o oculo do teu camarote. Eiho mancebo era A-
mab, que, vendo, que nrlle repararSo, Tolioii-to ; ma
eiiiquanlo diiruii a representaban, cnniervou-se un ntea-
uio ln;.'r ; e, plalo quo tintine ilAo tirar oa ollios d,i
mena, a mii de Julia, lli'oa lorprcudon, maia de viole
voiea, filoi no leu camirolc.
Vale o prnfeaior de leu irniio '' perguiitoii ella
Rllia, logo que chrgrau cata.
Aundc? dino Julia.
ta Opera.
Carlos moilrnu-lli'o replicn a dentella.
Sun. Estala defronlo de nt.
Nio tinha cu mai* quo ifir, dille Julia alegro; a
Judia he lio bonita Ah I |oibre Rachel... engaada !...
o por itio morre___aiiiin devia ier.. Oh! aun, ella fet
bem tu morrer!
A iu.li de Julia arreduii-llic dopenaamento a pnaican
do Racliel, o o encontr do Amab, e ella meinn j ae
nao leuibrava di.ao, quando joalanioule un dja, em qtie
nouieca ciaa luiloria, Carina, an partir dciuaulii.i para
ua ullicina, I lio coiniuiuiicon ler oblido de aeu pai u
punuiaiiu de oooviilar Amab para jamar.
Kaa* apreienlacftn, depon daquellu eneonlro, mui-
lou a uiad.una Tlior, e f.'i por laso, que IciUoii infur-
uiar-ie de leu marido de quem era eaae Vie.lor Amab;
mai pela maneira, por quo Tbure llie reapondoo, julg'io
propoiilo 0*0 fater-lhe a cunll leuci.i doa aeua receiua,
porque de eerlo leria ello felo dino uoi oam de gran-
de uiiporUncia ; talvez huuieae prolubido a hlha de o-
Ihar para Amab, e nio teria deitado, como latom lodoa
ualolui(paii ou maridos) de crear o perigo, quo nio
cgiaiia.
Quando uiadama Tliur entrn para o (en qnarte,
eh.iu hlha a prrgar-lu u um grande rnpelho. Julia vul-
toit-te, ao ouvir eiursr a mii, e llio disae cuiiteoto :
rs., na comarc* de Garauhun: ni roa da Cadeit, loja
d. 6. de Cunh* & Amorim.
=0 abaito assignado deitnu de ser medre da caa
do Sr Manuel Venancio deSouza, oo Aterro-da-Boi-
Vists, esquina do becco dot Fern-iro*.
PaulmoJot Tavaru Lira.
Precita-se de um moco portugus, que seja capar,
d fiador a sua conducta, e aaiba retinar assucar; na
ra da Cadeia, loja, n. 50.
Francisco de Assis Gar-
rido c Silva retira-se
Lisboa.
O cirurgiio-mr Jos Fernandos Umbuzeiro mora
na ra do Rosario da B >a-Vista, n. 63, aonde pode
er procurado para as funrefles da sua arte. Timben
la consultis gratuitas aos pobres em su* cita, dss 7 a*
9 horas da manbaa.
asa Precisa-te alugar urna escrava para o servico de
urna casa de pouca familia que seiba comprar, cozi-
nhar ensaboar eengommar ; dando-se-lbe o susten-
to e lOj rs. mensacs: na Soleds lo. indo pela Trom-
pe lado esquerdo n 42, casa junio das do Sr. Her-
culano.
Jos de Oliveira Campos comprou e remetteo
psra o Passo-de-Comsragibe por conta e ordem do*
Srs Antonio los Marques dt Compsnbia omeiobi-
llietedi lotera a lavor das obras da matriz da Boa-Vil-
la de n. 1087 e por conta e ordem do Sr. Maooel
Rento Teiieira Marques, morador no mesmo lugar ,
us meios bilhetes da mesma lotera, de ns. 487 e 2252.
= Recebem-se escravos em commissio nio se le-
vando nada por comedorias, e s3 por cento de com-
missio, para o que se oflerecem todas as segurancia pa-
ta os escravos oa ra Nova n. 21 primeiro andar.
Olfereceae um oflicial de cbaruteiro para tra-
balbar em qualquer parte ; quem de seu prestimo se
quizer ulilisar, dirija-te a Fra-de-Porlat, n. 114.
Deseja-te filiar ao Sr. Manoel Teiieira : no ar-
maren do Cuimarics defronte da escadinha da al-
findega.
t! hio. ou tirrio da algiheira de urna pessoa ,
oa noute do primeiro do c >rrenle na igreja do Car-
mo, urna carleira conteni 120,) rs. em cdula*,
e alguna apontsmentos e lemhrancas em diversos pa-
pis : quem a achou querendu rnstilui-la dirija-*e
ao pateo do Carino, n. 11 segundo andar, que te Iba
dar nielade do valor de alviraras.
Precisa-se de urna ama para cssa de homem sol-
teiro: na ra do Vigano, n. 25. primeiro andar
O Sr. que mandou concertar um carro de dus*
rodas un oilio da Matriz du Santo Antonio, loja n. 2,
va buscar, no prazo do tres das, poit j est prompto,
ha muito lempo, e pretende-se esvasiar a cas*.
= A quem faltar urnas lacas de cabo de osso que
forio lomadas a um preto, que asandasa vendendo por
um preco, pelo qual te ju'gou seren furladas, dinja-se
a ra do Cotovello, n. 51. que, dando os signtes, e pa-
gando o valor eligido Ibe soii > entregue!.
O Sr. Tilomas Thuacbo queira annunciar a tu*
morada.para se Ihe fallar.
s*s Dio se 500}' rs. a premio sobre penhores de ou-
10 ou prata ou toda quantia ou em pequ as por -
os corno convior : no pateo da S. Cruz padaria
n. 8, se dir.i.
D-se dinlieirop juros com penbore* de ouro e
prala mesm i em pequeas quantias ; lambem se re-
nalem sidos e ordenados : na rus do Hangol n. 37.
Deseja so filiar com o Sr. Manoel Lourenco de
Mallos a negocio de seu inleresse ; na ra dj Crespo ,
n. 14.
Precisa-se de urna ama lorra qua tenha bom
leile ; paga se bem : na ra da Crut no Recife o.
18 segundo andar.
Prerii*-iede umiamadR leile forra ou captiva :
na ra I rga do Roztrio, n. 40. I 'andar.
Aluga-tn a loja da ra da Cadeia do Recife em
que morou o Sr Cascan : trata te na mesm* cssa, ou
na ra de Apollo, n. 18.
= Na ra do Cotovello, n. 7., precisa-te de um*
ama de leile.
as Na ra Formosa n. 1, precisi-te de urna cria-
da para o servico interno de urna cata.
.inicia de passajxirles.
Na ra do Collegio botica n 10 e no Aterro-da-
loa-\ isla loja n. 48, tirio-se passaporlet para dentro e
forado imperio,astimcomo despacbio-seescravos:tudo
com brevidade.
Vm. bem r, que nao gaitui muito lempo. Estou
bem lealidar
Tanta graca, tanta in ra menina, e tao adminivel era de belleta e juvenilulado,
que a mii pa'ou um momento o cnntempla-la. I n mu-
vintenio dualiivet e prater llio paiaiiu pelo corceo;
mas, quaai ao mesmo leiupo, um pensaineuto trille com-
primi eno aisouio de orgulho materna.
Vamos, ande, diae a dontclla por ana NI, quero
V*elila, e po-l.i bonita.
Tu beru me deve ino, llio ditto a mii sorrindo-
ie.... porque....
Eolio o que ?
dada, reapondeo a mii ; aviemo-noi, o convida-
do! nio lardan.
Nio quit ella, que a filha podene acabara phrase,
que llio haviao inspirado rssai palairas : a Ando, quero
pu-la bonita a, US quaea Mli* reipondiil" : Tu bnni
rae de ves lato. C......-Soit, na devia Julia algaaa*
cu..,, a ma.lam.. Toore. que li.....illa a Hiera.... bella
lomar a mai aiminia ? B, cm,. dina o vellui madura da
familia uil.mior J.ina.in : belfa fater' meara r A et-
l.rea.4o'cr..jo.la pnrque mona, rea bavia mada-
ma do Tlu.ie aSo.ladi. des.a perfeic* < inuitaa vetea
entre si havia ilit" : que saatt bellni nUraliiria a Julia
demasiad bamanagena, para que n vetatn/a de aua i-
d i paasa.so pura u intacta un mulo de taiitaa adur*9fiea.
Apenas ie acabara ol* de venir, que onvio b*ter na
porta.
Quem est ahi ?
Soii cu, iuiiiu.iii, reipondco alegre o sonora voi.
Podes entrar.
} (C*ntinuar--ka )


*w
/
A
- Prei-iu.se de umi ama quetenha bom e bal-
itte lene ei.ja deiimpedida; oa ra das Guzes ,
D 22, segundo andar.
Antonio Pereira V'eiga Porlugoez por achar
oulro d igual nome de boje em diante se assignar
Antonio Pereira Vianna.
Anda est por elugar, e aluga-ge por prejo
commodo, o armazem da caa n. 18 a ra da Ciui,
no Hecife : a tratar no lexundo andar da meiina esta.'
Na tarde de boje 5 do crrenle, a porta do Sr.
dout.r Fi reir Gomes no pateo do Carmo vai a
prava, para ser arrematada quem inais der a casi
n. 31 de 2 andaree e olio com 37 palmos de (ren-
te pela ra do Vigsrio e oulro tinto pela do Burgos,
el 17 de fundo, em cbios proprioi.
= l)io-se 500.000 ri. a juros sobre penbores de ou-
ro ou prata : na ra d > Quwmado, n. 71.
~* Aluga-se mentalmente um preto para tirar,
junio com oulro, sgoa cm esnojs o faicr oulro qu*l-
quer snico; da-se-lbe de comer : a tratar com Ma-
nuel Antonio da Silva Molla, na ra de Apollo o.
34, tanque d'agoa.
Precna-se de urna ama para casa de muilo pouca
familia que eogomme e compre na rus dando co-
nhncimento do sua pessoa : no patea de S. Pedro
d. 22
Precisa-se fallar com o Sr. Ribu irmio dofil-
Jecido Joo Ribas : na ra da Aurora n. 44 ou an-
nuncie.
= Quem precisar do urna ama, que engomis, co-
zinha lava e cose, dinja-se ao becco do Padre, so-
brado de um andar n. 3.
Deseja-sesab-r a morada do Sr. Diogo Baptista
Fern*ndei, para se Ihe fallar.
IIi para alugar um bom servente ; na ra da
PraiadeS. Rita n. 3.
Entinio-ie meninas com tuda a perfeicio, a sa-
ber: primeirai lettraa, rammitica porluguea arilb-
metica Joulrina cbrista* fa/er lavarinlo bordar e
marcar ; sstim como tambem en tanloem particular como em suas casas: quem disto
quiter ulilisar dirija-so a ra Augusta n. 7.
Aluga-se urna casa de 2 andares, no Aterro-da
Hoa Visla que foi do fallecido senador Jos Ignacio
Borges ; lem inultos commodos : a tratar no mesmo
lugiir no primeiro andar da casa de Bernardo Jos
(arneiro Monteiro.
= Arrenda-seo sitio Jacar um pouco adiante da
Cruz-de Almas com muito boa cata bastantes ar-
voredus, cap n em abundancia e Mllenles bailas :
quem o pretender. dir js-se a ra do (ueimado o.
18 loja, que loi do Sr. Jos Pedro do llego.
Aluga-se um bom sitio na travesa da Cruz-de-
Almat, com boa casa da vivoi.da bastantes arvore-
dos billa de capim e boa agoa : a tratar com Fran-
cisco Crnoiro da Silva na ra do S. Goncalo, n. 4.
Aluga-se um segundo andar com grande Silgo,
na ra do Amorim n. i8 no bairro do Hecife. por
preco muito commodo : a tratar na ra de S. Rita ,
n. o*f.
Pedro Nolasco Baptista retira-se para os porlos
do Sul. '
Deseja-se saber onde etisle o Sr. Joaquim Pe-
reira natural da fr.>gU"iia de S. Sebastiio de Pedrei-
ra .la cid-de de Lishoa filho de Antonio de Jetus ,
e de Genoveva de tal; o qual tuppoe-se asistir nesta
provincia.
Vende-6e urna escrava de naci Rengela ,. de 22
annos ; oa ra do Pilar em Fra-do-Portas n. 85,
segundo andar.
= Veodein-se si obra/ principe* du droit de Ir.u-
turaet des geni, par J. J. Rurlamaque, 5 v. 10,000
rs. ; e a obra de droit de lanature et des geni, par M
le professour de felice 2 v. 4000 n.; o Piloto ins-
truido 4000 n. : oa ra doCreipo, livraria, o. ti.
Vende-ieumaetcrava de naci Rebolo, de 23
annoi coiinba o diario de urna caa e engomma|. Dio
tem vicios nem achaques ; na travesa da ra do Viga-
rio no segundo andar por cima da loja de btibeiro.
=Vende-ie um escravo de naci Angola moco ; na
ra la.-ga do Ro/ario, botica de Bartbolomeo Francisco
de Soma, se dir a raiio.por que se vende.
Compras.
- Compra-se um preto, que leja perito cozinheiro,
que soja moco e do bonita lisura ; paga-ie bein : n
rua.laCrui.no Recife o 51, a tratar com Joo Vas
de Ol.veira.
- Coinprio-se duaspedras de filtrar tgoa sendo
boas; na ra da Moeda, deronle da casa n. 9.
=- Compra-te urna escrava preta ou parda com
tria, ou sem ella que tenha bom e bstanlo leite ;
lia ra das Cru/es, n. 22, segundo andar.
= Cimpiio se, para fra a provincia escravos de
ambos os sesos de 1 4 a 20 annos com habilidades ,
ousem ellas; sendo de bonilas figurai. pagao-se beu. :
na ra das Cruies, n 22. seguudo andar.
Compra-ie uma.cadcira do palhioba para meni-
na; quem tiver, annuncie.
Vendas.
Vendem-se superiorot corles de cassa-cbitsi de
cordSo e li.tra. a.ellud.d.s, prlo barato preco de
2500 e 3 n. ; ditas, a 2* n. e a vara a 400 rs.'; al-
godio eicuro, muilo encorp.do proprio para escre-
voi e me.mo par. ti.b.lb.dore a 180 n. ; caiim.r.i
de aigodio pelo diminuto preco de 500 rs o covado
eoutrasmuitaifaiend.s: ni ra do Crespo, n 14'
loja Ue Joi Francisco I) as. '
= Continua-se a vender agoa do Prata a 20 n o
caneco assim como do Monleiro la agoa. quando
o p.ssada para o deposito, becoada e por issose tor-
na uiuilo limpa : no (m do liecco Largo, tanque jun-
to II lanas. ^ "
==Vendem-ie eicravoi mocoi de bonitis lisuras
e algun cum hab.lidadei; 3 pretal peca, : na rui Nu!
va, n. Al, primeiro andar.
Vende-le urna rede de linba de linbo muilo
superior ; no armazem de Francisco iai Ferreira no
caeida Alfandega, se dir quem vende.
=. Vende-ie urna casa terrea sita na ra Direjta
deila crdade n. 38 ; na ra da Cadeia do Recife, es
criptoi io de Amorim & Irmio.
= Vendem-se 2 eicravas urna de naci Angola ,
connbeira, en jommadeira ctpaz de le Ibe entre-
gar lodo o arran/o de urna caa e a oulra be crioula
boa lavadeira de v.r relia ; ambas de ptima conducta '
na ra ealreila do Kozario n. 31 priaaciro andar.
- Veode-ieuma escrava moga em estado de gra-
videz |i de 6 meiei, e ierre para o mallo, por ler viu-
do de la om pagamento : a filiar com Jos Joquim da
- Vende-ie a can terrea n. 9, da Iriveiu do Sara-
.h. "' '*? d" Crui" ,0I 32 d 9 ">" d-
manhia em diente.
=- Vendemie 30 .cae. da comp.nbi. de Beber,
be peusu.entr.d.; n. IU. d. Concordia u. 16.
Vendeii.-M u.eai barrica con, larmha alieno
na roa do Trapiche-Novo, n. 18. 8 8
Vendern-te riquinimoi chalet de seda da maii iu-
penor qualidade que tem apparecido ltimamente
nesla provincia ; adverte-se aoi fregoezei das casan de
listrai deie.Ja que linda resti para vender um carlio,
que conlm ot melliore goslos.
-"= Vendem-se 4 escrava moca com boas habili-
dadei, orna be rerolbida cose, engomma e coiinba ;
urna dita, de 40 annos por 250 000 n boa ven-
dedera : urna rnulalinba de 12 annoi ; 4 escravos
bons pora o Iralialbp do campo ; um moleque peca ,
de 19 annos ; um miilatinho, de 16 annoi bom pa-
gem o he do boa conducta ; um dito de 12 annoi :
na ra do Crespo o. 10. primeiro andar.
Presuntos
le e 6 lihraa cada um de superior qualidade; no
arrr.;em do Guimariet .defronte di eicadinba da al-
landega.
Vende-seum sobrado de um andar, com bons
commodos e com cacimba na ra de Apollo n,
31 : tratar na rus da Sen/alla-Noia venda dejse
Pereira, que daras informacOc necesiariaiiobre a dita
venda.
= Vende-te urna prela de naci de bonita figu-
'a propria para lodo o Irabalhode urna can do que
lem bastante habilidade sabendo lavar e ensabnar per-
eilamento sem defeilo algum ; na ra da Concor-
dia pastando a ponteiinha a direili na segunda
casa terrea das 8 ai i0 huas da manhia, e das 3 ai 6
da larde.
Venden so chapeos de castor branco ,' talvet o
mais superiores que ba nesla preQa, pelo mdico pre-
go de 6000 n. ctdt um ; tstim como lencoi de cam-
liraia de linho o mait rico possivel e muito propri.s
pan noivas : na ra do Crespo loja nova n. 12, de
Jote Joaquin da Silva M >ia
= Vendero-te moenda de ferro para engenhns de
assucar,.para vapor agoa e bostas de diveraot taina-
iihoi por preco cominodo ; e igualmente laixas de
ferro c.ado e batido de todos os tarnanbos : na pro-
(,'a do Corpo Santo n. II, em casa de Me. Calmool &
t.ompanliia ou na rui de Apollo armazem, n. 6.
= Vcni.'e-se um tcl.rado de doui andares. com bons
commodos, o .le bonita vista sito na la da Sem. Ila-
Nova n.,18: a (ratar na ra da Senzalla venda de
Jos Pereira, que dar as nlormatei necessariassobrea
ita vend...
Fardos em saccas muilo
grandes, chegadas ullimamcn-
Ic : nos a rmazeos de Rufina
raes e do Bacelar, delroulc da
escadiiiha da allandcga.
Vendem-te 7 escravos sendo 4 machos e 3 fe-
beas : na ra da Cadeia oo Recife n. 21 loja de
Luis Antonio Siqueira.
Vendem-e vano> escravoi com habilidades, che-
gados proiimamente do Aracaly por pufo commo'do :
na ruada Cruz, armazem, o. 51.
Vende te um pardo casado de 40 annoi enten-
dealgumacousadecarpina e a mulber he prela.de
30 annos cose cunnba e lava, por preco rommodo :
na ra da Cruz armazem, n. 61.
Vendem-se, ou troceo te por escravot 3 casas ler-
rea> pequeas, com bons commodos sitas na ruado
Jatmim que rendem om por cento ao niet, urna na
ra dos Prazeies glande com bous commodos ; lo-
daioovaa, leitai a moderna em chaos proprioi, e
livres e deienibaracada, por sereu, Kilis pelo vende-
dor : oa triveisa da Concordia n. .
Veode-seuma prela, de 15 muios, cote, coii-
nba e fez renda de bumla figura ; um preto de 18
innot de bonita figura uilimo para todo o lervico :
na ra daaCiuzes, luja o. 14.
Veotie-se urna ca roca e um boi para a meioia ,
por preco couimodo; narua>ova, n. 33, te Oir quem
vende.
Vndete vinagre tinlo, a 45,000 rs. a pipa ; df-
lo branco, a 35,01)0 rs. dila : na ra Imperial, n. 7.
as Vendem-ie duai dunat e meit de lorro de luuro ,
muilo secco poiaie acba terrado ba perlo do doui
anuos; duii uunai de costaneiai de atsoalbo de ama-
iellu ordinario ; tre Luyas de costado de vmbatico ,
de largura de tres palmos; urna duna de coiladmbo
ordinario ; ludo por preco couimodo pala lechar con
lat: na rus Oa Concordia n. 15.
= Vende-te um nlio oa Capunga com alguna ir-
vor.doidelructo, casada v.venda cacimba de boa
agoa e em bom lugar ; na ra Direita n. 16 se
Jira quem vende.
Veodem-ie 2 canon de condcelo, abertal, sen -
do urna man j equena de que a oulia ; a ruis pequea
serve para cooductao oe cepim, poi |-eg em oOO irjo-
los ue blvi'Mia grossa.ehe i. uito leve de coia e
a oulra pega em JOO a 900 lijlo de .l.eo.na grou, .
una cinoi do carreira de um t pi que podo con-
dutir de 6 a 8 pesioat, muito Lem feila : ni rui da
Concordia, n. 15.
- Vcnde-se farinha de tri-
go SSSF da marca verdadei-
ra, chamada Ramo, cm pe*
quenas e grandes porces, a
vontade dos compradores : no
cscriptoro de Kalkmann 8c
Kosenmund, ra da Cruz,
n. 10.
= Vendem-se e tlugio-se bichas, por pre{o com-
modo ; no pateo da S. Cruz loj debarbeita.
Vendem-ie bons cavallos de sella ; na ra da
Coacevao da Ba-Viits Q. 60.
Excelltnte nlabelecimenlo para quim principia por
depender de pouca.i fundos livredt corrupcOo e
deixar para mais de 50 por eeno de lucro.
Vende-ie a fabrica de faier papolao, da ra dai Cm-
eo-Pontai, n. 33 por prego commodo ,'i dinhelro ,
ou a prazo com bou firmas ou com outra qualquer
leguranca; tambem so vende urna marqueta decondur;
duasiabiaea, tendo urna da malta e oulra da praia ;
um caial de rolas bamburguerai de boa prodcelo ,
com ai competentes gtiolai ; ludo te vende, por leu
dono re(irar-se para fra da pra(a : a tratar na meima
fabrica dai9 horas ao melo-dia.
Veiiclcm*se muito ricos
chales c mantas de seda, lu-
vas, metas, cassas de listra de
seda, e pintadas, cambraias
de bom gosto, chitas muito
finas e de modernos padres,
alm de outras militas fazen-
das, que se vendem por prego
commodo: na ra Nova, n. 35.
=Vende-ieum moleque de bonita figura, de 16 a
18 annoi, sem pona de barba, official de marceoei-
urna preta moca lavadeira e propria para o
10
servico do campo ; urna parda, de 16 a 18 aonot ou
Irocs-se por urna moleca do 12 a 14 annoi que le-
ja bonita ; urna mulatinha muilo bonita sem defeilo,
ou vicio, propria para mucama de algumi menina ,
que ande na escola : na ra larga do Roztrio n. 24 ,
primeiro andar.
Na ra Bireita, n. 9,
ha saccas cora superior farinha de S. oletheut, e a da
Ierra por preco muito commodo.
Vendem-ie 4 escravos sendo : urna preta de 16
snnos de bonita figura engomma, cozinba e lava ;
urna dita, de 24 annos de naci Costa ptima qui-
taodeira ; ummulatinho, de 17 annoi, ptimo pira
ptgem ; um dito, de 22 annoi carniceiro ecaooeiro:
narua daiCruzei, n. 22, legando andar.
= Venda-te urna rnolecca de Angola que labe
co/iohar e Javar ; no fim da ra da Aurora n. 4.
== Vende-ie ou troca-te por telhat, ou lijlos de
alvenaria um relogio de ouro horizontal muito
bom regulador ; na ra nova de S. Amaro otta nova,
em que mora o Metquita.
Vendem-se 162 palmot e meio de Ierra, pela
frenle e mail de 50U de fundo no becco dasliarrei-
'at com lgumaivoredosde ruclo cacimba e um
alicerce na frenle para casa todo murado onde j
tem urna casa que paga de loro 320 n. o palmo : na
ra da >. Cruz n. 66.
- Vende-se urna preta de naci da Costa de 18
annoi de bonita figura engomma o coiinba o dia-
rio de urna casa e be muilo diligente ; outra dita de
naci Benguela de 20 annoi. de bonita figura en-
gomma e cozinba o diario de urna oaia e he boa qui-
lanacira e muilo diligente : narua do Ctldeireiro ,
por detrae dos Marlyrioi, n 66.
DEPOSITO DE FARINHA.
No armazem de porto larga, do caei do Collegio ,
ha farinha de mandioca novamenle ebegada de S. Ma
tbeus e S. Calbarina a retalbo, ou em grandea por-
es por prac cummodo pela medida velht; e tam-
bem arroz pilado o caf.
= Vende-ie o mappa geographico, histrico e mer-
cantil contendoot limites, etlentio, povoictO go-
verno loberanos divisoet, eapitaei, principies cida-
dei ordent milittrel, universidades religioes, eter-
cito, mannha &c de todos oscilados da Europa e
dos Eslados-Unidot da America &c. por Giraldei
pelo preto de 4000 n. : na praca di Independencia .
livraria ni. 6e8.
Vende-se um escravo cabra de 28 annoi, com
algumat habilidades por 300.000 ra. ; o motivo di
venda se due ao comprador: na esquina da Peoba. ven-
da por bano do sobrado do coronel Joaquim Bernardo.
- Vendem te 2 p.r.ios um de 18 inoos, e ptimo
pigem e oulro de 22 annos bom ctrreiro ; 3 pre-
los; 3negnnhai, de 12a 22 annos com virus ba-
bihdadet ; urna parda, ptima para ama de urna casa ,
poner de boa conducta e tr varlal habilidades : na
ra Direita, n. 3. delronte do becco de S. Pedro.
Vende-te urna obla de breviario! ha pouco en-
cuadernada por preco muito commodo ; na rui de S.
Goncilo n. 10.
--- Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve-
Iba : na fabrica da ra Imperial,
n. 7; ra ireit, o. 53, venda
de M. Miranda; no Aterro-da-
Boa-Vista, fabrica de licores de
Krederico Cbaves; e na ra do
Trapiche, armazem de molhados
do iNicolle.
= Venderte um ptimo carrinlio deduaa rodal, por
preco comjuodo ; ni ra do Aragio cochein, n. 17. (jrtSHK,
Vende-seum preto crioulo, de 23 iDOm
bonita figura muilo bom cirreiro e caooeir ^
Aterro-di-Boa-Vitla loja de babui, r> 55, 0
Colins de linho, a '2^400 rs
Na loja da esquirla da ra do Collegio da C -
rici Serafim & Companhis, vendem-se cortes eoro""''"
m e meia de colina de linbo pira calca, p,|0 *''.
co preco de 2400 n. : etla fazeoda ha da liabo,, **
ans briol tanr;adoi, mas difiere no gosto por u*
mais modernos 01 deienhot, que lio etcuioi,- de |{,.
Juadros, epor isso he mui propria da presente eit,ci
ar-ie-hloamoilrii, recebendo-ie a' compelam,
gursnea.
=\ endem-so rieca chale e mantas de sedi do oii
gosto, vosprtos de superior qualidade, e diSe,^
tes tarnanbos,sedis escocezas.a 1280rs. ocovaiUlj
brancas pira vestidos de ooivados, bioos de b|
Je todas si Liguas, g=ri;5cs d? H?re; p:r; -
dos, Iotas de pellica brincas e de doretpara aenbonM
lindos corles de cica pira vestido, burteguinj J
senhora 6 homem, tpalos de lustro pira senu"
ditos pan bomem, chapeos pretos Irtnceiet pi J'l
mem, cJitot depalha para memnu e seohorts, e"
trai muitag fizendaa de gosto : na roa Nova \ s
ni piquia dama do Cabugi, o 11, de Aninu!
Pinheiro.
= Vendem-se dout lindos cabrinbat, do idadadeljl
annos, pouco maii ou menos; urna negra boi eni01.
mtdeiri o cozinheira, de 20 24 aonns; umidiuul
llvsdeira, e um negro pepa de 20 annoi, todtn H.l
viciosnom achaques: na ra da Cideia do bairrod*I
Stnto Antonio, n. 25.
= Vende-te eticado de bsnvem e tenbori; (amheaj I
e recebem encommendit pira toda ai qualidadtia I
obrat, que te prometa fuer cois promptidio, pai! -1
ci e gosto doi fregueiet, e nio hiveodo fall ptn01
dia que le prometter ; e timben se vende caba4l t I
toditas qualididet : em Olioda rut de S. Baila I
loja aov, o. 45.
Champagne da marca C & C, rio. I
do no uilimo navio de Franca, veide-iel
em pon cs e a retalho, em casa d He. I
Calmnt 5 G.
-* Vendem-se caixas de do-1
ce secco, viudo de Lisboa, por I
melade do scu valor : na roa I
da Cadeia do Hecife, ti. 6, pri-1
meiro andar, I
Defronte da ra da Ha-1
dre de Dos, loja n. 50, na I
esquina, de Cunha & Amo-1
rim, vendem-se lindos corles I
de cassas de cores, pelos har-1
tos precos de 2#800 ris cothls fraiicezes, I
podrdes escaros e bstanle I
encorpados, a 480 o covado, I
cb hisson suprior a 2^400 a I
libra, rap de Lisboa, do mais
novo, dito novo lisboa, meu-
ron, gasse e americano; as-
sim como outras umitas ta-
zn das por precos mais com-
modos, que em outras partes.
Escravos Fgidos.
*
Fugio, no dii 31 de maio urna preta de o-
meCeletlint, crioula, de idade de 30 annos, pouco
mait ou menoi, edr lula, baja, ebeia do corpo, roa
falla de um dente na Irente cara redonda ; lem oral
cicatriz no queizo ; levou varioi vettidoe brinco de
chita e de riicado a/ul: rogi-se aoi capitlet de etapa.
i tutoridadet policiaet e aa pessoai particuliret. i
pprebendio e levem a ra Augusta, i Funcitco Xavier
Civalcanti de Albuquerque.
" Fugio oa maohaa de 19 do p. p. o eicravo
Clinstovao, do naci lienguelt altura pin maior do
regular; parece ter 35 annoi de idida ; esn lia, tem
barba olbos aumacadoi, nariz e bocea regulares,
mi du perntt um pouco mait grotsa que a ouiri,
p a bastan le gromos, ehatot e cinzenloi; levou cami-
sa de madepolao dan cilfjss sondo umi brinct B
a outra de algodio de littrit : ette eicravo ,j foi do
Sr. major Ettevio, morador em Apipucoi e depoii
em Beberibe : quem opegar, leve a Boa-Vitta, ra dW
Coelbot n. 3, ou na ra de S, Goncalo,' o. 4, que ta-
r b> ni recompensado.
Fugio, no dia 3, para amanhecer no dia 4 do
correle do Arraial, um escravo crioulo de now
Antonio, de estiluri regulir, secco do corpo paraat
fiou pt pequeos, de 24 annot, pouco oim o
menos ; letn um quirto cattinbo com estrella n
leita um p branco e urna pquena matadura di
cangalha jt encaballada com Cabellos brincoi; cojo
eicravo fbi comprado a Joliao Leocadio de Lima no
da 7 de maio do correte aano ; julga-i ter ido piM
Garanbuns e levou tambem um S Antonio, de mi-
deira com man de palmo de altara e linba umi
cruz d prata dourada e Um reiplandor de prata : iog-
* a qualquer pesioa particular ou empregado de po-
Jicia o favor de o apprebaoder e levar ao dito lugar, a
u seohor, Antonio Francisco da Gama ou oo A*-
rb-de Boa-Viste na botica da Braulio Bodrigcet Tti-
Wira e o conductor, ou a quem delle dor eblrcia cer-
l, e qne teja apprebeudido o dito estrato tari bu
'tjompenno.
J-1J .....-------------iin r1 mi
NA TtP DE H. r. DE KA BU a/6


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