Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08291


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Full Text
Auno
de 1846.
Quinta feira 4
O DIARIO publici-te lodos os diu que nao
de guarda; o preco da signatura lie de
iinOO rs. por quartcl, pagoi adtantados. Os
.:. dos assigoanles sao inseridos a raio
Tioti* por 'n''. ** <"" lyP e s repetices pela metade. Os que nao fo-
assignantes paga 10 ris por linb, c 160
te
^vpo'diOerente.
SES DA LOA NO MEZ. DE JTJNHO.
PHA
Cresc""1
|in,.oaniea 16 4 bomt 17 r
,u."ovi-23.borM 1T
2 as 3 horas e 0 minutas da manlia.
a 0 a I hora a l minutos da tarde
7 min. da manlia.
min. d Urde.
PARTIDA DOS COR'RF.IOS.
Goianna e Parahyha Segundas e Sextas feiras
Rio Grande do Norte, cliega as Quarta. feiraj
ao meio dia e parte uas mesmas lloras as
Quintas feiras.
Cali, Sei-inliaem, Rio Formoso, Porto Calvo e
Macevd, no l., 11 e 21 de cada mez.
Ganliuns e Honito a 10 e 24..
Boa-Vista a Flores a 13 e 28.
Victoria as. Quintas feiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR de HUJE.
Prmeira a I h. e 18 minutos da tarde.
Secunda a I li e 42 minutos da manha.
de Junho.
Auno XXII N. 124.
DAS DA SEMANA.
I Segunda '.' oiUTa, S. Firmo S. F.
tinto.
5 Tercas 5." oitava, S. Marccllino, S. (rai-
mo.
i Quarta S. Ovidio, and. do J. do civ da 2.
vara, e do J. de pax do 2- dist. de tarde.
4 Quiula S. butrino, aud. do i. de orphaos e
do J. muuicipa] da I. vara.
5 Sexta S. Marciano, aud. do i. docivel da I.'
vara, e do J 0 Sabbado S Noliniu, aud do I. do civel da
I vara e do J. de paz do I. dist de tarde.
7 Domingo 8. Roberto.
CAMBIOS NO DIA 3 DE JTJNHO.]
Camino sobre Londres 2 '/a d. p. I# 0 d.
Paria SO ris por franco.
Lisboa 10.'i "/o premio por mei.
Desc. de letra* de boas urinas I '/. P- */o meI*
OumOnras liespauliolas.. Jlf600 a 33#ono
Mo'cdas de 0J410 vel. lOjTon a I8fl0
de ejtonnov. lU/VllOO a |i|l>()
>i de taimo.. H'ono VJO-
Prata rlacucs....... I49T0 I9!!0
a Pesos columnares.. l^-ISii a Sjiiiio
Ditos Mexicanos... ijjlOJO a lf70
u Muida........... Ij7(i0 a IftOO
Accesda Comp. do Bcberbe de 0*000 ao.par.
DIARIO DE FERNAMBUCO

PARTE OFFICIAL.
I
Governo da Provincia.
KXPED1BNTE D't DIA 25 00 PAI.ADO.
OfllciniAu ouininaiidanicda. arm.s, renommendan-
dn rseoncan dus avian imperiana, que manda dar
lnix.iao particular ..rgeiito-ajuiUnle do quino bala-
lliin ate arlilharia i fi. Frimciacii Xsvior Rodrigue de
Miranda, o ao toldado do dopotitu, Manuol Correia da
Crnx.
\),inAo mearan, participando, quo, declarado icni
Viin n aviso do 9 do marco dc.tonnno.iiiio ordeuou.ie
.olhesse ao r.poctvo oorpo o cirurgito-ajudante do
,,.,;iiiiiln bataltiao do arlilharia 6 p, Antonio Jos da
Fonseca Leasa, fuello Horocadu para aervir no hospital
reginieutal da Baha.
DitoAo meaiiK.', aoientincanilu-n de havar aalaita-
uodn Ex o. Sr. ministro da guerra na eiolareciinento,
de que S. Eso dit precisar para solver a 'luvida do ooia-
pandanle do primeiro batalbao de oacadnrea, aoorna du
jiiihIi'Io adoptar para o fjrdamcnln das pra9.1t do tuot-
iiio balalhia.
DitoAu mtisma, iiitelligenciandn-n de lar S. M. n
Imperador rc.olvdn, que aot marenhne. do campo, le-
nenlei-gcneraeio maro-haei do exernito, qn.111 lo om-
baroadut, to abunem na rocimni oomcdorai do ombir-
qne, a que, pola tabella no 20 do dciombro do 17i>3.
teorudireito ot cliefoi-d'rtqii.idra, vioo-almirantei, e
almirante, iato he; 4.000 rt. diariut aot primeiro,
4,800 aot teguiidoi, e 9.6000 rt. aot ultimo.
DitoAo metiuo, rcoummandando o uumpr menlo da
ordem imperial, que inunda expedir guia de pattageni
para o elimo bal.lhau do rapadora, aot cadetes da uoiu-
panhia fixa de cavallaria dotta provincia, Jolu Caruoiru
da Cunlia, e Manuel Fernando du. Sanio Frauou.
Dito-Aomotmu, inteiratido-u d'haver parlioipado
au governo iinperiil ter S. Uto. tubiuellidu nouoelho
do guerra o egundo argento do primeiro bitilli.i do
cacidorel, TcleferoGuiicalve do Barro.
DitosAo inetmo,o au coinmittario-pagador, toion-
tincanilo-o do ter S. M. Imperador pcrmitldo, quo
o ten-nic-coronel do o.tado-maioe da prmeira lats
do excreito, Sebailao do llego Barro, anda meimo que
se rindo a sua licenca, coiiliiiuu a rctidir ncata provin-
cia. i
liii.iAn dctemhtriradiir iuix relator da junta dojut-
li<\i, ir.iiismitliu.lii, parn terum defenlivamcnte julga-
dus, a prnoeitot dot eoldadot do texto batalhao de co-
jidiire, Antonio Jote da Silva, o Jos Marquet Bai-
ci 11. -
DitoAo eiiuarrogadu da agencia dat baroat de va-
por, duterionando, faca por diapulicao do chufo de
polica interino o tentenoiado Lauriano Lourenco Pinto,
que o vapor Imperador trouxo da Bahil.OITloioii-te h
retpeitoa j!rttideiilo da inenoioiada provinoia, o un
chefe da polica interino detta.
EXTERIOR.
ESTADS-N1DS.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
WASUINGTON, 19 DE MARCO DE 1846.
A nova tarifa.
A QCF.STA5 DA TARIFA, lilo he, a proposls para se
teduiir a alta tarifa actual, que lolepprovada em 1842,
a um padrao de renda, he Uliei de la man ha impor-
tancia para oaco americana, como qualquer oulra
dattraodes medida promettidas pela actual admiois-
tracao, e por meio da quae marchou ella tnuoipbante
o poder.
A America he um pait estencialmente agrcola, e o
povo americano, ob a iiiOueocia do litre espirito de
euas lnslitulc6e, he naturalmente aveno a un> Tate-
ma, cujo eilabeleclinento o liga a urna eiislencia res-
trictamente disciplinar, semelhanle atcravldo. Oc-
dadio americano degosla-ie logo da conatante unifor-
Bidade do Uabalho, que Um de extcuUr ; a posicao
subordinada, em que elle be obligado a mover-se, tor-
na-te um lardo peatdo para elle ; e flea privado desta
ventutlldade deespeculacio e empresa, para as quaea
o seu povo lem, talve mal que uenhum outro, natu-
ral propensSo. o seu espirito, na eiecuco de deveres,
todo machinaes para elle, Oca desoecupado ; o eu
corpo carece do necessaflo exerciclo, e o ar, que elle
respira, impregnado do miasmas de espato acanha-
do, augmentados pelo chelro, ioevitavelroenle oQensi-
o, das machinas de apor, o proslra e fas adoewr. u
noiot cooeldadiot nunca irA0 a ser boos opeiarlo ; e
oque te tero dito te batanle para objectar A extensao
da manufacturas a.tal ponto, que lhes graogeie o titu-
lo da povo manufacturelro, por maia que so experiuien-
te e torne a experimentar. Nao ba para nos probabili -
dade algum. disso. em quanto hou.erem tastas regitet
de (erra desoecupadas. que possamo adquirir por pro-
cos comparativamente diminutos, e em quaolo poder-
moi ter ot HlimiUdo ocano para navegar.
Eitat obieccoe nao sao lacis de retolter, """
Americano querera ubjeitar-e a flc.r por nuib anuo.
hirilo .0 mame .y.tema da '^":" V
-. n- tua uo.icao he IntloiUinenle inelbor do que
do. operario.-europeu; .lie .inda estremece--
orr{4o daa misarla, de que he ioloriuado. que enes
solTrem ; compara a po.lcao d.quellcs inleliie com a
ua, facha cert.menle urna dilTereoca ; P""la
-Por ventura, durat ,empree,te melhor estado d$eou-
m da noua parte? NSo poder* elle ver-.e redundo 4
n.e....lrlbuf.c6e.e i coudic&o de qua. P";;.
/ que te aebo o obrelro. euiopeu. 1 N4o querertd
oT.ieos proprieUrloa do etUbelacimento, onde elle, ir.-
ualha, eondu.ir analmente al cou... a um tormo_ -
am4. i Assio. discurre elle, e determioa-se a Uo-
ctr mi de aJgum ouu come, logo que pom. Ol
para um parete ou amigo, que, ba pouoo anooa, com
pooco meio, acha-se boje senhor de algum js geiras
do (erra. Bata hornero as lem cultivado e elevado a urna
Oorecente herdade ; colbe ricas caifas ; tero construido
para ai um cummuda habitacn na trra ; he feliz com
urna amavel espota e lindos fllhot era torno de si ; na-
da ibe falta ; he o que deve ser, um cidadao america-
no ans H0HBM senhor de si, guiando de todos os
privilegios de hornero llvre, de cidadao I Com um tal
quadro diante dos oibos, continuar* o nosso obreiro a
jungir-se alegremente roda de fiar, 10 hiras por
41a? Nao, tres veies'oio, digo ; elle o oao far !
Com o pouco, que elle tiver ecoaomtsado por espaco de
alguns aooos, seguir o exemplo do outro ; e assim
acontece com a mor parte dalles.
Longo de miro advogaro total abaodooo da Industria
manufactureira : tal 04o be a mlnha intenta> Pule
fsso faier-se n'uui paii recheado de populacio, e d'uma
populacio, que tnorre de lome ? Certo que oiu ha ah
cousa nuil judioiosa do que o estabeleciraaoto de ma-
nufactures de todas as especies ; mas entra nos, onJo
ha um territorio de perto de 35,000,000 de imillas qua-
dradas para urna populacio de cerca de iO,000,000 de
habitantes (ou 10 para urna milita qladrada ha ca-
ramete losensate e prematura a introduces do svste-
ma manufacturelro, Ora, ni devenios restringir-ms a
nio fabricar senio o que favoreesro progreiso do nosso
palz, como, por esemplo, a arohilactura naval e civil,
os objsctosde uso immediato, evitan lo cuidadosamente
o empregar nelles a raulbere, cuj > temparamento lio
obremaoeira dbil pira supporUr trabalu >s, qur ar-
duo, quor tedeotarios.
A tarifa ora proposta por Mr. Robeitsoo Walker,
oosso hbil secretario do tbesouro, estabelece tasas
qussl iguaes sobre todos os ganaros; aiodi que a
passagem della tenha de ser fortemante obstruid! pelo
partido whig, que est Intimamente identificado com os
Intersjjsos manuf ictureiros, ha de vira r lei do paii.
A oova tarifa propoe a adopcio do pairdo de renda
como o prioelpio, sobre que devem de ser, daqui em
diente, estabelecidos os direitos. Por psdrio de renda
euleoda-se aquella tasa de direitos, seguodo a qual
produilr o objeclo ou genero taxado a maior somma
de renda, em relacio ao thesouro, e oio 6 proteccio de
manufacturas domesticas, ou outros intaresses espa-
ciaos. He esta a doutrioa de Mr. Mac Duflie e da escola
deCarolina-do-Sul ;'so fr levada a efTaito, ravolucio-
oari o systeroa ora em vigor, e pode produtlr um des-
arranjo momootsu uua oeKuoua r.one'.rina a indus-
triaos do palr ; mas em breve se colberad os fructos de
urna medida, que he evidentemente destinada ao bem
estar da oacio. Abolir-se-hio os direitos empecneos,
que serio substituidos por direitos uii valoran.
Os vossos agricultores de estucar deverd particular-
mente estimar saber da sua passagem ; pois que os di-
reitos sobre esse genero serlo materialmente reduiidos,
e o seu consumo ser dest'arto augmentado ; ao passo
que os plantadores de caf do Rio terio de pagar de 10
a 20 por cento da sua prodcelo, que at agora era li-
vfe de direitos.
Sabeodo, pelas gatetas, que esta (arde sal um oavio
de Ballimore para o Rio-de-Jaoeiro, fecho j esla caria
e remello-a por aquella via, que suppoohn ser t3o r-
pida como se directa fosae, visto haverahi urna lioha
regular de vspores entro os dous porto, 'ora em dian-
te lhes communicarei os acontecimeotos ootavet e im-
ponentes, que occorrerem, e versarem sobre oa pootos
m questio. Os lempos ettio preobes ae grandes suc-
cessos, e uestes dtemeles, que se seguem, teremos de
ver realisarem-so mudencas, que n'oulras eras deman-
dariio vintenas de t nnos para se verificaren!..
A ooss actual posicao para com o Mxico he parti-
cularmente Inlaressaote ; esse paii he, na realidad,
digDO de compaixio. As dissencoes internas daquella
enflaquecida repblica, a sympathia pelo aeu governo,
semelhanteoiente constituido, teem feito com que os
Ektados-Uoido te portera, a reipeito della, com extre-
ma rnodercio. Todava, os seus ltimos actos esgol-
rio inteiraroente a paciencia doTioSam, e progridum
demonstrabas da real lotecclo de castiga-los. Entre-
tanto, do alarma do cidadio mexicano 4 borda do mar,
creado pela apparicio de urna poderosa etquadra dien-
te de Vera-Crut, Inferimos, que o povo e o governo do
Mesico teem chegsdo a pensar, que os Estados-Unidos
detem solTrer tanta loucura e tantos insultos, quaotos
ae pude esperar delle.
FRANCA.
DISCURSO DB MR. THIERS SOBRE OS DEPDTADOS FUNCCIO-
NARIO, PIIONOKCIADO NA CMARA DOS DEPUTADOS A
17 DE MARCO PASSADO.
(Continuacdo do n. 123.)
Tenho vislo d'uin pane ccrlotfunccinnarot modes-
to, oom pouco espinlo; se aasim o entendeia, mas com
opirito iiecottariu 4uat fiinreAet, l|p|iO-t ot
.eiitilevcret, ocrultando-te, etperando u cu odanla-
Nietito o ilua aeut tervico ; o de oulra parlo certo
funocionariot, com rueo ctpinio do tua funecoe,
poruiniaiteeperlot, poucu aiduut nut teut devere,
porein tratando do oblcr rclacet MI pait, ond etlatio,
amdo ter deputadut; porque tabiio, que, uiua vci<-
leitut, nao t ettnvau livrc do urna iciuimo, 111a._lam-
ban! de qualuuer prclerifu, o quo osis depfVt.a Fatiu
a tua oarreir. Ene o niolivo, por que ot f.incciuiiariot
uuerem ter depnlido.
Con.egoinieraen.e,onlreo.eleilore. coi.veno.do de
e o imperio detopimoe. deve ceder .0 imperio d...
,.r.....P.quojulgo. que u.n funcc.oo.r.o o. aervo
melhor jun.u au governo, entre "''Ie'1"';^
cion.no, quo pretende -na garant, d* l.dc, par. aeu
lugar e de rtnidei para eu accewo b. um. perle.t.
ven.enci. ; a em urtude della c.da vez .er m.ior <
mero do deputados lunoeiontnos netta camar.
Fallo aqu de coutas claras, certas, univert.es,conhe-
cidtt, que to los salais, e ape/.ar de as nag ir. sents no
fundo do totsas conscienciat, qua sio ver la Jairas. Nio
he, pois, por a Ih -sii > .0 governo, que sio eleitot mui-
to< ileput.Jos funecionarios, ha peh convoniencia na-
tural entre o aloilar a o funccionirin, que voreraoi ca-
ja di. rn.is augmentado o nuraeri dos deputados re-
vestidos de funcroes publica*.
Anda iato nio ha ludo : fallei dos (uoccionaros, que
querem un gar.intia na deputapio ; e se ou fallaste sem
personalnlaJe, som olTensa de ninguem, dos deputados,
que querem ser fuoccionarios ? (Movimenlo \
Se nicamente se tratatie destes deputados, que voem
a |ui, pela va i.li modestia o da lealdaJe, rocolher um.
parte das funcco.'g publicas, o.d. ou pouco dira. II i
mens, que, por 15 nnos n. maiori, recabem urna re-
compensa do ministerio, que sustent rio com tinceri-
dade, cora talento r..'al. he admissival. Mis, quaodo ve
jo ebegir aqui por va da oppoicio a da arroitancia,
muitss vozes cora a incapacidaJe por toJo o seu mrito,
homens, que. nio tenlo a ten favor, Mal Liento, nem
lSannoido fiJolilade as tuas opiniOes, seapret-ntio
mimados da um ardor extraordinario, como iOliDigos
irroconciliaveis ja da poltica du governo, j da prodi-
galidado do oicamento. o depois sbrandarom do rapen -
le por um emprego, dgi, que isso he um escndalo,
(approvafdo na esquerda) um grande escndalo, o de
inais, ura perigo serio par. a adminislrtfio.
lia ao tribunal de contal, .0 concelho de ostaJo, .os
estados maioros do exercit-i. e osculai todas .s ver,
que bouver urna vacatura a todoi os empregados dat
dilTerunles roptrtiedes, a todos os coronis de regimon-
I01, e os acharis na maior anoiedade, te suspeilao, quo
lia umi ambicio parlamentar, que apoteca o lugar, que
ilies he devido. (lie verdadt muilo bem.)
Se nio acuds de prompto, Seohorci. fallo agora
mais como governo, do quo como opposirio, se nao a
cudis de prompto, a administrarlo aborrecer o rgi-
men administrativo, porque se ver continuamente sa-
crificada. K nio me fallis da necetlidude dos (uneciona-
rios pblicos na cmara, para estabelecer a uniio entre
o governo e a representacao nacional ; porque de facto
em lugar de uoiao haver afiasUraento, porque a admi-
niitracao ser victima da ambicio dos deputados.
i)iz6, qu opiaiio publica reaislir a este genero
du abuso. .
Deix.i-me, Senhores, diier-vos a verdtde. A opiniio
hoje nio lem poder ; e o governo. coofiando mullo em
si, presta-lhecada vez menos allencio.
Nao quero atacar nenbum dos homens assentados no
banco dos ministro!. Sio verdtdcs gor.es, que quero
di-er, verdades, queleem por si 60 annos do demons-
trado continuo em nosso paiz. Sabis como comecio
os governos ? Comeeio todos por terrasao. Poique?
porque veem paia satisfaier s grandes necesidades dos
povot, para sustentar .grandes verdades, que repre-
sento. Ellesaslazom triumpbar, querem uter dellas
em seu proveito. Comecio a exagera -lo, lermioao por
comprometle-lM e calleen.
Ksta be a nossa historia, ha sessento annos: a revo-
luto fiancea nao velo para urna grande legitima ne-
cessidado dos povos, a reforma da sociedade T A irrila-
cao, que Ihe causou a resistencia do seus adversarios, a
obr.gou .0 tingue e an.rch... E N.poleio quando
appareceo. nio 00. veio Ir.ier a ordem e a victoria, de
quetinb.mnsentoama.or nocesi.dade ? Como aca-
bou ? A oidem degenerou eo. deipolismo. e a victoria
irouxea derroto : de M.rengo e de Auslerlitz passou a
Leipsick e a Walerloo. .....
A reitauaci t-mbem tinha urna idea |usta, quando
veio, depois de 5annos de revolucao, diier a Irania :
Fu'os trago a estabilidadebsle principio da esta-
bilidade. que eltl va na legitimidade, mereca ser to-
mado e.n contiderafio. (ue fez depois ? tslabeleceo o
arlrgo 14 da carta, infatuou-se com os seut direitos, e
pnsou. que su pretendida legitimid.de a auloi.sava
a destruir nossis mstituicoes
Assim, lodos estes governo pr.iicipiario bem, e aca-
baran o,.l. Novo. admireit, urna tal marcha be do
coravo humano, est o. naturea da.cous... Conten,
preveni la. eevita-la.
Succede-vot igualmente o que tem succedido a to-
dos os governos. Haveiscomecado por urna idea justa,
aquel adher plenamente. Esta ideia era -
a a contidencio por lodos os inleresses
que adoptasteis a
a prudencia,
Era natural,
noderacio como o principio da vossas
con-
o ou-
aecoea. Mas que haveis feito ? N80 quena ofender-
lo, mes deio disa-lo, prudencia vos lem condut.do
fraque.. E quanto contideragio pelot inleresse ; sa-
beis al onde balis chegado i' A' sua deieaco.
A oppotigio com u. costum.da vebeo.enc. disso-
vosislo mu.to cedo, por uso nio a acred-iai. agora i
Porque a oppos.co nunc. he .creo.t.da, quando o de-
te ser. quaodo o goveroo etl prximo di sua queda.
Etlou piolundamente convencido de que digo aqu a
ardida ao meu paii, e que mais Urde ae recoobecer a
rtsio do que tutlento ; e o governo nao tem mai. uo
quecorrigir-tep.ra.es.lvr; porque, se nao quiieres-
cut.r a oppoticio. quaodo esta lem por i a ratio. o go-
veroo ficar perdido. Mat elle setalvara pur nt, por
teut verdadero amigos. (Atfoei'menfo divinostnier-
rupedoriso no ce'nlio.) ..
Se algn risos incrdulos me teem nterromp.do, eu
retponderei : oio lio estes perigoso '"'""" ticu c,
t.iio rest.ur.9l0. Avante I Avante! N4o esse. a- *
migos pergosas, que lorio sempre do seu voto ? Elle '
oio sio 01 que a salvara >. ou, para fallar mais exacta-
mente, que a teriio salvado. Hoja, que ja a bi.toria pro-
nunciou. nio be a ella que ella randa boraeaagem, be
timaos qua era IS27 reiistirio por um momelo i
(en lenci.i insensatas
Qdindu nut ditaia, que a opiniin he um nb.l.eulo
contra na abiiao que deiiuuoio ; repondo, que no e-
l.do, a qae havei ehegadn, cmn 1 cimnup, qua lem
...1. Ma f.irc.. omn a inarclulid.ido, com quo aculhe a
petaVrai da eppsaican, nao ha garanta ruulra o abu-
so ," o o uiu te pruvidenoiar com as leu ana Iraiutor-
IIO, que ame.ic a ailininittrncSi, alia tora indianamen-
te t rii li.-.il.i, e v vo aoliarei no futuro n'uina aitna-
e.lii, de ipie nao aahireii lenSo por inudanca equiva-
lente ,1 urna revoliicflo.
C<,\i di oio, de|ioi do ter onebido o cmara da fo.no-
ei.inario, quo acnnlanrra no dia. oiu que bouver urna
mudanca tarnitlerial? Como, dltia M. Itomilly, he pre-
c.i.o, qua lima iiioJ.inc do niiiiuieri 1 tej umi coma
bmn tria, eja urna pollina auixlituut 1 a nutra. Ura,
en vejo todo ni da, con petar, preparar-o eta re-
iillailo, qoaiido perocb 1 um g.ivonu, l.hlllil d 1 rovo-
lucio.lomar- o milito niiis quu iiiiuiplioo,tiirii a coiitra-revoliicflii. [Ktclnnacdo 110 centro, approvt-
i;io no antro esq'Urdo, e si'iirtla.l So 011 miar o pro-
eeilimento doguviiruu a roipxito du ulero, nmilienereii,
i|uo a iiiioH.su oiprottoe, posto quo overa, tan }ulat
c bem cabula.
Eilini, portento, oonvenai.lo do que ai inmlancii mi-
nilleriiei irirAo para o futuro eunsuquaueia bailante
eri.is. Puro 11 eolio, quo firao na fuioniiiniriiu, quo
deiai a.i;;ni--iii ir inooniilerad.imeulo ua cmara ? Sut-
leiilaioo novo niuiiilerin? JunliHoara, nntia nato, o
que diiemiil da tua depenilenoia. l'.m.ii-.u'i para a uppo-
ivao ? (juil er, iii'o cao, a allilude do podor diaiila
ilullua P Uoveria suSie-ln oumo uJipOltoto' Soria o
irao.torno do toda a liicraroliia. Djinilliria lo.l u os
f1111cr.1nn.ri11 uppiuicinuuli r Soria una rev.ilin;ai> a,|-
inmiitrauva ; a eomtudo marcha ratalaeiia para eae
iiltiuiu reiultadu lio absurdo em poltica como era boa
idiuinislracao.
ire agora nlguma palavra tobro 1 medida om ti
meiraa, o mbro o meio imaginado para chogar ao fim,
que 10 [.1(1,1! -.
Niu leniu peMido, em pretenoa do uumoro lompre
aineudeiile dot fiinrciiui.irius, a limitauiu do iiuuierii,
tila nao lio parece potaivel eiuo pelo meio, que a ei-
perit-iuoi. .a rcproTsdi'. S" "" nnuaeiiiioiicia de umi
uleicio gernl, o numero do fuucuionarioi for ni.iur
quo o pi-cicripln, he iiecoatario decidir pila turto 01
que devem sabir ; e j e obaervou, por mulu exein-
plu, quo cite meio utfoudia a tutceptibilidada da c-
mara.
II -corremos cntio ao meio da cxcluiWi, ou como la
deiigna, da inoompalibilidadet, A le, quo temua, ji
pronunoloa ilgumai excluir}. Apoiadua nena le, la-
mo paifIlutad, hatera na funccoei publica alfil*
mas ol.ttct de luiicejiinario, cuja uluaco o poda
comparar com a do pn-lrito ? O prrfoito l obriga-
du a adherir alo t a polilica geral do go'crno, iiias t
aniieeiilidade dea poliuoa, Alom dillU ellm ato obri-
gado, pelo leu Iralialliu ndmiiiutralito, quu be da lo-
do ua di, a coii>ertarcui-u un aeu putu. So outro
fiiiucion.ilios elo cin igiiae circumitaiicia a do pro-
feito, exolui-o,
Na enmara ba anula liouieni, quo pcrlcneeni A idiui-
nialrac.o oentral do mioiiierioi, Nio iainlrel tobre
um l.nilu, j iiiuila Veta citado, da ilem do hon-
r.-ido M. Ilriiiiyu de 1'lluy. Pin da, em que ello fui de-
iiiiliido, priiclamou 11 iiiiuulru dni negocio cstr.ingei-
rut, quu o un o. 10 o. d* ailminialracao ventral eren o-
brigado a iitenlar a poliliea geral, eopeei.l do aj-
tenlo. {Humores no Centro) O mJBttlCO tolloeou ctci
hiiniiiuiario u'uiii.i tltuaCao, que lie intutleiitavol i o
una dinamo : exclu 1U Lamara o fuicciunariut per-
leiut-uie u admiiuitriccie. ceulrae..
Diltemoi riiialuienle, quo lia boiucni tin iiecenarioi
nua lugares, linde hiiu uat funCCCie, por exemplo 01
eugeiiliuiru, quo cria ridiculo uliama-los aqui. Para
quo vi entilo ui eleilure? para taier poltica? ocrla-
menlc nao ; porque m eleilure tegueiii ui nterettet
muleriae. Lugo teiuoa motivo para aua excluiiu.
Nao oilabuleceiiioi um > prineipio nuvu, tmenle
umpliaiuo os priucipiu ja oumagradm pela le, que
Ve rege.
Depui lomo inlruduiido na lei propuita du regra.
de moral ailiBiu.lrativa ; a prmeira, para quo oalunc-
ciuii.uiut depulldoa nao talteiu dou grao na hierar-
,-i,i.i aegund.1, que prulilbo au depuladu liu lunc-
ciunario u pud-lo ter por va dldepulacaO. Sera ulo
___ro Ser urna exiguncia uijutta? Ala, enliore,
uto lio uo rcrdadeirii, que tina veruuiilia dcuiuu.lra-
lu. O enunciado di ludo.
Mas diicm, ludo isio nao reiuedea tenlo p.rlo do
Bm ic, que, quando obsliriii.u au mal, qua podom
euioiuuller 01 depulailo. em.eu prove.tu, elle, o com.
metieran em pruvnio d. u taoiilia. Ale .0 dit, que ha
a ealu repello ataque, pesnoe. cunira no, bu u.e.-
pero U-e, que u depuladu olicilari para ou
prenle, depuM para tea fl.Uure. d.l-.o, que, la a.l-
vaiuu. a candidatura dod.tei.a reparuce, uo !.-
reiiiua oulra..
Ik-ui uliciuiao para u j.rctc, para sea! elei-
lure. quaiidu nie pudercm tulicitar paran? Ma que
iruvaiu.' MppyubaUHM o mal milito grande, voto
jul-'Ji maior anida. Deularai, quo lio numen.o, epur
O ubalei-vu. di.ulo delle o dueuvisto er Uu gran-
de, nao ir.teuiut do diminuir (Riso geral). Ua. he
1,111 abturdu. Poia vitto o mal ii tiu grande, maior
uua iiuaginamo, .era ueceitario .uoa-lo pela
*

<



M
Hnaqni, Srnhnrea, no moio den., que n. exrmplo.
de preterala .id uinii rterigneo. Quand rleolheis uro
tcn.ni.-|;.nori>l, que i"S" deverioi c>c .|her, quando
prumovrit um prnnrilr|r!H| que ni hedigno a
driuaohot *eojl *<> oora um rapioVa perign.a
e funesta, dc.de u primciru al u ultimu gro da luc-
rnn le.
Jlo n')ni quo o .'templo se torna PirnudaUso, c que
contribu* para eoredlter eia ideia delt'stavcl, que as
u|.....i") > paialu d'iiiua cliiiucru, o que nada ha lefio
ii'iiau oa interesaos,
i .i.. 3n u ni..lili, noe quac a medida ao apnia; o
qui' ..li'in dial ao ai'lia completada p ir nm.i omeiidn -
m j 11.111 pelo honrado M. U.irrot. \AUemlio.
Disscran-mo, o tri peemolmonle quu e.t. emenda li-
1111 -i raimado nina grande irrt.iclu.
I) -.'Ir iiii.iii, hu un deser de Icald.-ide declarar aqui,
A face do pnii e do lodoa podere do estadu, quanlo
oniilribu para ella. iOucao'! Oucao'!)
isiu aiiu u en .mi i, ni.i. kiii mulo aon cumplico,
que me pesio cennidcrar coinu niitor. [Profunda sensa-
cao'.) Eslaciurnda rcipnnde pelad UpilliOee de luda a
inhiba vida; esluu prompto anualenl.i-ln era tudat as
poca, e ijiiaudo na pcrguuturiu ae apoiaria, declarei
que aim. (Motimtnto.)
Venhn I luje eumprir a pal.ivra. Nao me Iludo, bcni
prevrju, que nlll paaiarenioa discuielu dua artigos.
Urna ro : Que sabis'
Mr. Thiers: Tnntii nielbor ao paaiarmui. Oque
per,u he, que nm m; hijn vcrgiinliniaitiente diente da ver-
dade, que lauta vcic. tenliu reennbecido.
enhorca, nao te (lira tiesta Iribuna, inaa dliM-M
ii'onlr.i parle, que no queranlo alaear na honrados
ineiubrii, a queui a emenda so refere. Mu niu liaveria
de lloran parle ulguuiii QOUN de bein pueril, ae quiceac-
iiio aunar dei uu dmo do iihohhb i i.l l' t;-' !* i (pie !
ipi.indo i|iiereinoa a iiolusu do algiinl fiiuceiuiiurio,
lie ponpie ijiiereinoa IFcude-lo ? Iiu porque queremo
lu -lu pea-Kinlnieiile !
M. Chemieux : llavci. offendido o prefeilui, ei-
ciuiid.i-ua |
Mr. Thiere: Nio, nada lia aqu de pcaaoai para o
humena, que perleneeni a casa do rei e do principes.
Teueidii pelo colilicciincnl... que lenlm, de leu earurlcr
u de toa .punan, de que nao lie ua qimlidadu i lli -mi,
que decide du Lauco,no qnal ae as.-na.., "'"S "' aiocv-
ra Oonvicclo, A ialu respuiide-ac iuu> voseo aUqiae
vio nuil allu, dirujuni-au n realei.1.
Pois uj queremos atacar a realcia! Esle novo
re. libios boje lo ardenle, onde eilaviu no lempo da
restauraran, quando, sem preferencia pelas pessoas, que
noi eiao desconliecidas, dinamos, que agrande lucta
enlie a revoluto e a caa de Bouibon acBbaria pela
queda do ramo inait velhu ein pioveilo do mais novo, e
que sustentavamos iato a todo o risco? Unde eslean,
durante a revolucao de Jullio, quando se egitava de
urna niHiieir.i enrgica a queslao, se a Franca seria una
re| uli!iiii ou una iiionnrchi i' Oue fanio ,quando ep-
plicavamos todas ai nusiaa loicas para faier pievahc r a
ideia da munarciiia ein prstilo da casa d'Urleani ? E
quando finalmente (ui precito defender a realeza as
ras de Pal li, onde cstavio es-.es tea I islas lio zelosos
lluje?
Ha 3 annos, na discussio da lei da regencia, quando
nos, unidos 8 opposieo, nio recelamos comproineller
essa uino, para acudir a roda, segundo nossas cunvic-
rdes, aondu, peigunlao anda, onde estavao esses rea-
lislai? (Inlerupeo.) Confessarei comaallivrs habi-
tual da innilia tima, enveigonhu-uie quesi de leuibrar
i- ttulos, que posso ler a coniianca da realeza actual
i i.ii'(--. r vus-hri osegredo do u cu coratio? So eiscs
realistas, iiludindo-se a n propriui, rhegareiii a enga-
ara realeza, e a lazo la duvidar da minha adhrsao
eiperimenlo lo grando allive', que nao tratara de
de-i u.-iih-Ij. .1 ii ,. i tralare de convencer da Dil-
n ia i.lleuiii auuelles, que della duvidaiem. (Muilo
btm.) Ejulgais, que nos, os p itidislasdesta realeza ein
todas as pocas, a todos os riscos, mi, a querellamos
atacar! I'ois que! M M Tbiers, (peranlti, que me
i" n.ce primeiro) MM 'l'bieis, de Uemussat, Duver-
gier, de lluaranne, Vitien blilant, e nessa opposi(So,
chamada ilynaslica, apezar do grilo de lodosos partidos,
M. (Jdilon I i.iiint, que todos os dial proteila lio ener-
gicamenle pelos scus verdadeiros senlimentos, serien
iiiin.iens da realeza) Se isso losso lao vedado como he
falso, seria necesuno ucculla-lo con o um lerruel se
gredo; mas dize-lo quando no he, liuuma insensatez
{Muilo btm )
l'nieiii uiihIj se vai maii adianto, diz-se: N3o, nao
queris atacar a realeza nem os meiiibros da cmara, a
quema medida diz respeito; tendea querido faier um
ataque indirecto, o que se cbama uina malicia; peco
desculpa deste termo vulgar. Ha malicia, quando ba
um pensamenlo secreto, que nio se quer manifestar.
Mas o nosso pensamenlo, be claro como a luz. (uerc-
ooi o goierno representativo em toda a sua erdade; e
M. Guizot comprehende-me; porque muitas vetes te-
mos fallado juntos a eale respeito. ( /Cuoi da eit/uerda).
Queremos o governo representativo em todo o seu ri-
gor. Vou buscar meus etemploi n'um paiz vi/inho,
na Inglatcra, all passa se urna revulurao inimensa.
Vede, con que regularidade, com que sigursuca para
todos! He verdade, que nesse paii, todos os partidos se
ligio nio s a h tira da cousliluicio, mas ao leu espiri-
to, os partidos e o poder. Nio nuvireii dizer, queuns
san li'gitimistas e outros republicano. Tndos quereni
adrnaslia existente o a monarebia. Ha wbigs e radi-
aes, he verdade; mas lodos querem a u.esina cousa,
querem as relormaa sociaeg em differenles tiraos. Ha
algum lempo, que elle queriio, mais ou menos, a abo-
lifio das leu sobre oscereaes, agora todos a querem in
teira. Porm, se ae dislinguem pelo (rao de volitado
em proseguir na* reformas, todos pretendem a mesma
cousa. Nease pai/ livre tamhem so ligio i luttra a ao
espirito da cousliluicio. Techo estado em Inglaterra
em dulcientes reinados; estiva li pouco lempo. Agi-
ta-se urna quealio immensa: jamis ouri di/er, que a
rainba queria ou nio quera a abolicio dos cereaea.
[Muilo beml Mulu bim). Jamis ouvi dizer: a rai-
nba quer isto ou quer aquHlo. Ao contrario, ouvi di-
zer iiiii.f vrivil Mi. 'cel i'uiii ci rrsi!u;ao, lord
J. Kussell lorn.ou esta outra. Significa isto, que a al-
tiva Inglaterra, que nao quiz submetter-se i vonlade
hereditaria de urna descendente dos Sluarls, dos Nas-
sau, dos Brunswick, se subjeilava vonlade individual
do Ilustre filbo de um ta jor de algodio? Nio: issu
seiia um ispectaiulo impe tante.
Po.m. o que sao MM. l'eel e Russell ? Sio a vun-
dencia azem a sua opiniio, e obedecetn um paiz, nio
grosseiremante, como se obedece a um alvoroto, mas
romo a rasio esclarecida obedece i verdade, que deseo
hre e reconhece (Prolongado! tttrondosot applautoi
em muilat parle da tala).
Essas illuslres personagens, por um momento, por
alguns dias, por alguns annos, sio o paiz feilo homein;
ellesgovernio, he o paiz, que governa por elle. Por
i sio attendei a sua admiravel seguranza! A niaior das
revolucies, aquella, cftio enlende com todas as fortunas,
que despoja, por assim dizer, uos a favor dos outros,
efleclua-se, sem que neja um conflicto, sem que se
out;a um grito contra a rainba. Klia passa tranquil-
lamente por meio de todas as difficuldades, rodeada do
respeito e la alTeicio geral. Sua Vida be preciosa a
todos ; o se o destino, cioso da tantas protpeiidaJes,
viesie ferir esta joven soberana, sua morte causara um
pezar profundo em Inglaterra; e'la nio seria para nio-
(cueiu um ubjecto de alarme {Profunda i'ntacao').
-.. ..!i,. .. oi c verdadeirn miiilelo do go*erno roprc-
aentativo. Pela ininha parte, eu o deaejo desde a minha
inoculado; desdo a rcsiaurai.io, purqun nesaa opuoa,
eu nin deiejava oulra minia. Km enll muitn obsouro,
e nao pii.ii i ser conhecido dni peraonngeni auguatai,
daa quaca nina nrcupava cnISo o throno, e nutra devia
oecupa-lo no fuluro. Eu na deacunliecia igualmente, e
uo poda avahar aeus menina diversos. E porque hio
tenliu decidido tan affoiiiaueolc por um contra o nu-
tro ? Eslava soh o imperio de una ideia ; tinha eaorip-
to eaae dito, quo e tomn 16o celebro o rei reina e
uno' governa cacrevin-o em l,Vy E o quo canruvi
enilu, eu o penan agora, e u pemare aempre.
Maa lia espirito soberbas, que me iliiem Descnnlio-
ccis .i ililcrcin.a i|ue existo entro a Franca, ealugla-
lerra. Kn, Inglaterra ha nina ariatocracij : em Franca
nao a ba : lugo na dnus pain-s nio p d.ni aer governa-
dua do ineinio modo.
Ea (liftcrenca, io foaae precian diaculi-la, luvar-me-
ln.i uiiniii longo. Comliiilo, creio, que nina aristocracia
nan cumulo Sempra em grandes aeuliures pnisuindo tre
uu qualrn iiiilliea de renda. Jolgo, que, quando ha una
olees* (|ue resiste, quo nao quara quo a vociedado va
inuitii depremi, ein prcaenca do oul'a claaac, que pro-
tuuve ii mu rpido an laui.-iii..,li.i iilTioiciito aristocracia
para servir de ronlra-peao democracia, a tornar poaii-
el a muaarnhia repreaentativa.
Al;; iiin.ii. v'ion tenhn exaininadil n II .llanda, ha pur
acolara all grandes senlioro, Com CaslellOi foudae,
Ovni grandes rorliiiia? N3o.
Ha una nlasaa Oiiiapuata de auligna negociantes, que
Dlcrto a soa fortuna, que ao tornaran ricoi, que nao
|nereni a dcsordeiii, c que dcfondein laiubuui coiuu
' senliiire feudae na cmara dua lords do Inglalcrra.
vejo, pur coiiseguinle, lauta ilillercnr i entro a In-
PAnlS, 23 DE MARCO.
Ai prisSes coutinuio noi districtos de Posen ;
logo a imurreifiu ainda oio est terminada. Os in-
surgentes oceupio osKarpatbei;sioai gazelas alinales,
que os auigoalio naquelles pontos. Ai 'olbas aus-
tracas assegurio.que os paizanos doidaGalitzia enlrio
na ordem ; os jornaes prussos firman inteiramenleo
contrario. A Garata de Anyiburqo diz,que nio houve
rt-vo'ia na Hungra; o Ubieivadordo /tasnoailirma.que
a agtacio contina nos condados, equa a Austria di-
rige para all todas ai tropas, de que pode dispr, e
a (iazela dai puitai do Francfort confetis, que che-
gou a cstalar urna revolta na Hungra, masque foi
logo suflocada.
Os iiiovimentos da Italia central A sio acreditados
por lodos. (Juanlo i Bohemia, a Gaicla di Colunia de
20 de marco declara o seguinle:
Os acontecimenlos graves, que all tiverio lujjar,
pareciio indicar urna decidida sympatbia pela revo-
lufio da Polonia; o o govorno sabe os esforcos, que se
glaterra e a Franca, quo sejamos deatinadoa, uns a "*o|euipregar50 parg ,j8,iac,r Bohemia da casa da Aus-
ler aeiiAn a Hecao do goverun roproaeiitalivu, o outrua a I. .
Tenho ourido diser a milita gentePraticai o mearan
'le era Inglaterra. So uro minilerio novo aohar algum
dependente dalistn civil na oppoiicflo, quo o demilla.
He rerdado, isto fa-ae em Inglaterra; mas oonsultai
nonoa enaturnes, oomultal vonoi senlimentol aeoretoi
e respondei. Se mu noto mioiaterin, nodia daaut for-
maciu, pedisia i realesa a mudanca doeous ajudantei de
oampo, lecomo Mr. Peel e lord Wellingtnn, elle qui-
teise mudar at as darans da corlo, nio fallara quera
entre vos, e ora todo o pas nlamasie oontra a lyrannia,
que esse gabinete queria oxercer sobre a realeza.
Em lugar de sacrificar a realeza, que pedimos ni?
I1.'.linios, que lesacrifiqueml os homoni, que esli ao
eu -ervic. i. Ni dizomua, que he mclhor exclni-loa da
cmara, do que exigir a aua dominio, quo antes que-
remos sacrificar ua njudantea de campo do rei, do qu
o rei.
Olhainos isto como um passo oonsideravol na oar-
reira, era que estamos empenhados, e no fim da qual
vemos em perapeclira verdade dogoverno repreaeo-
tativo. .
Dizein-nni muitas vttaa, uno um tal estado vira, inaa
que viri lardo. Puis beiu, aeja asiim.
Lembro-ine neato momontu da nobro lingosgom de
uro escriptor allemio, que, alludindo a upiHifiea doati-
uadas a iriumplier tarde, diaae cataa hellaa pal.ivr.ia que
vna peco a permiisSo do citar Collnoarei roen na-
vio aebre o promontorio o mais elevado, e raperarei.quo
o mar ao eleve lio alio, que o fca fluctuar.
He verdade, que, auslcntanilu cata opiniio, enlloco
o ni u navio n'un pomo bein alio, roas nio supponho,
que o (eolia pinto n'uin logar inaccesiivel. (Eitrondotoi
applauot, longa inlerrupgo.)
.Na.i
ler a realidade. Maa, ae asaiui time, Scnlmres, se u vor
dadeiru gnvernn repreaemativu [.me im >uaivel em
rranea ; li| era preciso dite-ln ein jolln du 483C (fi-
vat acclamaro'es, bravos prolongados.) Era proel
'ucr-nus, nesse da, que iainn arruuar uoasaa oabuca,
'uaiaa vida por nina illnoo ; era preciso ndverlir-uoi
(lesna ilill. renca prufuuda entro a Inglaterra o a Franca,
i'itlcrcnca, quo dcitiua una ao verdadeiro guveruu re-
pro.cnllivo, i.nir.i ao guverno repreaenlalivu illusu-
rio..... benlioros, ao o governu reproseutalivo, era luda
a sua realidade, nao he possiiel em l'iai.ca, esqueceis
litio, que Icria nial salido nao fajer uina revoluta.i ?
foiaqne! niu puderemns ler enao as forma etleriu-
rea du governu representativo Mas, por sua Arele, pur
sua mentira, aresiauraolo era preferivelj ella linda
anlageni de situaran inouncestaris, tanto dentro cuino
tora do pas.
Por li.lid, Scnliorc, decidi-mn, porquo julgava, que
i govcruii repic.cnlalini era putsivel j mas eu vou pre-
venir nina (il.jccco, ipie me i, ... de faier. Taiubom
vos viris, como uui linmem generoso, M. f.afliie, fazer
a derlarscdo, iiuu lauto deploradme, i|uo ae arrependu
de liasc Conliibiiulo para a revoluva i de jullio? Tau-
i.i i., vos vu urrependeii ?
Vou palenteiir-vus, a os.o respeito, o fundo do roeu
craco. Nio me arrependu do que til; o u furia nutro
ver, se toase precian.
Mas ral.ei.- porque nao me arrependu? he pi.rquii ni.,
penan couiu vos) (tico tensaedo, be porque cirio na
pnssibiliiladu du gnierini rcpreiuutativo ein Franca.....
Ab ae piusa.ic ooiuu sos, ontrii sena u meii petar!
U Ministro do interior ; Queai peina aqu de uulrn
lll.ul.t '
Mr. 'hieri: Sr. ministro, tuestes mal do iiilcrruiii-
per-n.c ; pul que leude a tribuna para me responder,
e em todu (. casu, lalu tieii-vus ilieiio bem, ipiu a oulr.i
qualquer; porque eu au digu uqui ienio u quo vu
iculio dito ceiu veiea, quuudu umbua eslavamoa na op-
poaicau.
Creio, que o goveruo repreienlaliro no uieu pi he
ln pu.n\el com., ein Inglaterra, epur rase muiiro ollio
a reviilucJii de jaiba cuino um prugressu. Poioui eituu
cunveucidu de quu anida reata nioito que faier. Estuu
crrtn, que u faicuius, quaudu sicroill aqu uiuitus lio-
mena capaie de dar piusa de independencia, o do hde
lidade, niu pur algum da., m.i. por inulto lempo, pur
luda a sua vida ; eulu tenliu uunlianca do que lici de
obler u resallado, que den jai a ein jullln de lrt.il).
Agura prccisu unislrur-viia a relaoSa, que lia cnlro a
doulrina, que asaba do enunciar, e a emenda prupuata.
Segundo esta duutrma, que prcien.lc? Quo a realesa
ealrja tura du noMoa debate, que nellea au ajauareca
mi!, lornia alguiua, que lila caleju niela ucculla, que fi-
que itteclivaiuciiic tura da queiie.
Quando lu depuiados quo, eu o re lonheco, nio aau
naturia niimaleriiil, punpiiu sej.i.i depeudeutus, Illa
A imprensa allemia contina a oceupar-se da mor-
tandade, que Iem bavido ua Galitzia.
O Observador publica uina correspondencia de Vien-
na, que diz assim :
a Segundo o nsrraclo- dos viajantes chegadoa boje
i'Hde maryo) de Lemberg, todos os habitantes ainda
Iremem da ideia do que te propunha s nobrozaO
fithoi do AUtmiti nio decido etcapar no ido de tuat
man, ele.
Ji te v, que a Austria adoptou o lyitemt do defeza
de accuiar o insurgentes da intencio de coonmetteiem
contra o Allemies os cnmei, que ella cotnmetle contra
os Polacos.
Isto nio Ira smenlo infame, he estpido,
(Courrier Francais.)
Recebemos noticiai de Argel do 1." de abril, que
annunciio urna victoria impoitante alcancada pelo ge-
neral Cavaignac lobre sua (orea considera sel de rabes
a seis legoai de Tlomcen Nesla povoacio tinba recebi-
do o general Cavaignac um desafio de um novo kalifa,
desejoso de medir suas forca com a dos Franceses, no
qual designuvao da e lugar, em que te acbara com
suas tropas. A 23 de marco, da aprazsdo, sabio o
general Cavaignac de Tlemcen.com um corpo de caval-
aria o sua columna, e so dirigi ao sitio citado, onde
ji oesperavio os rabes em numero de 1,200 carelios e
2,000 .infantes. 0 combate comecou logo, e durou
duas boras, as quaei us rabes pelejrio cncarnica-
damente.poim finalmente, derrotadoi completamen-
te, pozerio-se em fuga, deixaodo maii de 200 mor-
ios no campo. Diz-ie, que pela nona parle experi-
uicni.niios tambem algumas perdas. Falla-ie da morte
de um comuiandanle de batalbio e de varios ofliciaes.
(Sudde Mancille.)
pie, a aeu peiar, au iiblaule a aun independencia o a
niradei de seu carcter, quando ae levauliu, quaudu
Sf iisseutai., dan uiua cena iilo.i, niu du mi.i upimu
Ota d una nutra upimu, que nao deseiDo oonlieccr.
(Humor no centro. Approtafo naesquerda I
Qu..ndu lia depuludua ueslu llllaiao, mr mais qi
cllca faciu, por mala que digu, ubrigiu a una aianoia-
ciu de i.lea. involuntaria du parte du pan; u.du veni
tallos unir cuua mullo difforonte ilollei. Ne.te oa.u
oigo, quu lia iiicoiivouiculu para enea deputadua, u
inaior .uii.l.i pura eaae poder, que us cliaiuuu au aeu er-
teo. [Jpprovaco na eiquerda.)
Seuli..re, una auppuiiciu. Iniagiuai, quo un doi lla-
men, deneiideino, .Ja |j,l,. |,|| ,,, uui)ueiu.
(jue ae iliri? Nin acachara islo etiranlio? NaiVee dir,
|ue a eura ae separa du nninsteriu t Niu dsria istu
-gara mil conjeotura iiiuuiivenieula e (iosagradaseis ?
Quando i.tu acnnlcceeui Ingliiterra, deiuille-.o u fuuo-
iionarin da I MU civil, ou.para diter luelhur, ella niu ca-
pera a ana ileuiis-in. Aqu ui dependentee da lula civil,
que niu .ao exeluidu. do parlaiueirtu, fioau aujcilua a
datae vicis.Mude inmistcriacai uu o reliruo, quan-
INGLATERRA.
LONDBKS, 24 DE IIARCO
Na cmara dos commun houve um forte debate, ao
discuir-se o artigo relativo diminuicio dos dreitos
sobre madeiras de conslruccio, urna das materias de
primeira importancia das pautas britanoicas. A op-
posicio allegou o interesse da marinba inglea, que
actualmente poisue o monopolio do transporte de ma-
deiras do Canad, o qual perder no da, em que os
navios ruisos, tuecos e noruegos posilo cooduzir aos
portos da Grio-tirelaoba madeiras procedentes das
costas do Baltieo. Que seii do Csnad, disserio os op-
posicionistaa, se Ibo tiris o mercado da mii patria pa-
ra as suas abundante! madeirai, as quaca Serio de ho-
je em diante que luelar com a concurrencia das da Eu-
ropa Septentrional? So Ihe restara um recurso: o de
loncar-ie nos bracos de seus poderosos viiinbos, os Es-
tados-Unidos, incorporaodo-se a elles como a repbli-
ca de Tesas.
Alas, nao obstante osles argumentos, a maioria mi-
nisterial permaneceo infleiivel, e a diminuicio dos di-
reilos foi approvada por 232 votos contra 109. Mas,
em quanlo na cmara dos communs vio pastando, uns
apsde outros,os arligos do plano fioaoceiro de Sir Ro-
berto Peel, na dos lords orgsnisa-se contra elle urna
oposicio vigorosa, a cuja frente parece acbar-so defi-
nitivamente lord Stanley, metnbro, nio ba muilo, da
administrado actual.
O estado da Irlanda cootina a ser mu triste : a
miieria.a lucia dos partidos, o seu mi estado social es
lio dando lugar a crimes (erriveis o ia mais lamenta-
seis scenas. estado da Irlanda pede quanto antes u-
ma refurma, mas esta tem sido a he arada boje una
daa maiores difliculdadei, com que Iem que luctar o
gabinete deSir itobertoPeel.
pira as coilas de Frsoca. A rainha de Inglaterra dei,
visitar Venalhes, Saint-Cloude, Neoilly e Paria.
(Sfondart.)
DUAS-SICILLIAS. .
[APLES, 17 DR MARCO.
A dosis bella capital reda inda com as salvas de lr.
tilbaria, que acabio de dar-se em honra da chegm,
da imperstriz de todas as Ruasias. Com um lempo de-
licioso, S. H. a imperatrii se embarcou hnnlem i tar.
de em Palermo a bordo da fragata rusia KamisenUa
emcompsnhia da gro-duqueza Olga sua filha, d|
grio-duquesa de Mecklemburgo-Scbwerin, sualroiii
e da princesa Mara, filha delta ultima. A's nota i0.'
ra da minbla de boje, o cistello de S. -Telmo sonoa.
ciou a approiimsclo da fregada rusia Kamisinika,e ai
dez esta fragata, que trazU arvorada a baodeira mp.
ra I, dobrava a ilha deCapri para entrar na barra da
iples- O rei, acompanbedo de todoi o principe)
di familia real, embircou inmediatamente no escilet
ras!, para ir receber a imperstriz da Russia. A. ;
legoi de distancia do caes, o esesler foi aleancado p|,
fragata rusia, que manobrou pira abordar-.
A impenlrit di Russia aehavi-ie lobre a cober
edeocordises sgrsdecimentos ao rei de aples pf
sua alinelo A imperatrii, sua filha, irmla a sobii.
niu paisirio logo ao escalar de S. M. Siciliana par |(.
zerem a sus entrada na nossa capital, passindo pelo
arsenal da marinha. EntSo os castellos de S.-Tilmo
de S. -Genaro, e o castalio Novo derio a salva do eat lo, i quil correipondrio a frigiti A"amijn/*j, t,
eiquidr ruin, que, hivi tre din, tinha ehegida di
Liorne. Todos os nsvios de guerra ospolitinos, assim
como os mrcenles surtos no porto, estivo embande-
rados, e o mirinbeiroi nai vergn darlo nomeroso
vivn. Diante da entrada principal do arsenal eslava
as eirruigeni reaes, ciperando a imperatrii e lu comi-
tiva. A imperalriz, a gilo-duqueza Olga, e o rei se
Nspoles tomarlo ssenlo na primeira cirruagem, a u
segunda a grio-duquau de Merklemburgo-Sebwerii,
iui li I ba, o conde de Siracusa, e o conde de Aqnili.
As dsmn e cavalbeiroi da comitiva da imperalriz a da
grio-dupueza de Mecklemburgo-Scbwerin oceuprio n
outrncirruigeni.
O cortejo, escollado por doui esqusdiSes da eavalla-
ria da guarda real, dirigio-ie 10 pilicio do rei de Nl-
pol es, onde, ao deicer decarruagem.foi recebida a im-
peralriz da Russis pela rainha do Nopales, pela raiihi
mii, e peln outrn prineezai. que condutirlo as iuii
augustas hospedas aos magnficos aposentos, que le
Ibei tinhio preparado para babilarem, durante a sus
permsnencia em Nspoles. A grio-duquea de Metk-
lemburgo ea sua filha alojarlo-ib tambem no palacio
de Cbiutimooe, a oa ntemhroi da familia real, par
deiiirem todo o palacio dispolicio da imperalriz,
psssirio psra o palacio novo, que est em freole do
palacio do principe de Salerno, na praca de S.-Francis-
co-de-Paule.
Nio se ssbe ainda qusnto lempo tem determinado
'permanecer nesta cidade a imperalriz da Russia; mu
ssbe-se com certeza, que S. M. I. ir assistir is ce-
remonias da semana-santa era Roma, He mais, que
provsvel, que o nono rei a acompanbar at quella ci-
dade. O grio-duque Conatantino, filbo do imperador
di Russia, que si icbi em Romi, eipera-se iqui to-
dos o din.
(Gaulli dei Deux-Sicilia.)
AUSTRIA.
VIENNA, 18 DE MUCO.
Escrevem dss msrgens do Danubio, com data t 11
do crrante mez;
U./.-so, que vai sabir um funecionario superior pa-
ra S.-Petersburgo encarregado de una minio. 0 nos-
so governo desoja conferir com ogabioele de S. -Pe-
lenburgo, intei de nomer urna commissio mixta pin
julgir os revoltosos presos.
Escrevem da Galitzia que a ordem se cha all
quaii restabelecida, e que os camponezes tornio a oc-
cupar-sede seus trsbalbos. Mais de cem districtos so-
nboiiaes carecem de administracio, o que nio bada
estranhir, puis que em consequencia da revolueio tan-
to os proprietarios como os individuos empregsdos ni
cultura dos seus campos, mesmo os que niotomirio
parle nelli, preferiio ibiodonar ai aun moradas a
fugir. Muilss pesion. que se julgiviomoitai ou priiio-
neiras, ji regressrio aos seus lares, desde que se res-
ta beleceo a ordem. Excepto o prisioneiros, cu jo nu-
mero monti a mais Ae dous mil, oio ia encontri o
menor veitigio de sublevados na Galitri. Comtudo,
diz-ae,que algumas partidas andio errantes pelos mon-
tes Ksrpssos, muem breve le verlo obrigados ea-
iregar-se. (Gazille Allmanit)
Secundo as nolicias da Galitzia. que alcaneioi
28 de marco, os paisano! dos districtos de Rresbowi
deTiroow ainda nio voltario s suas tarefii ordina-
rias. As autoridades imperuei mandirio lr em to-
das ai parles urna proclamado do imperador, exortsa-
alo os paisanos a voltarem ia sual bibilacdes. Esperio
urna nota resolucao imperial; de todaa as partes che-
gio tropas. He falso o que se disse de receberein eatai
ordens para retroceder. Comtudo, a tranquillidadea-
cha-se compl lamente restabelecida. Duem de Lem-
herg.que o principe Sipieha roolini a ser vigiado i
seu palacio. A bolaa de Vienna ainda existe iob s ii*
fluencia do pnico ; nio le eocontrio compradotn
li accoei doi cimioboi de ferro.
(Observador do H he no.)
(Ua ftttluctto di Seiembro.)
'------- .'
Correspondencias.
Srs. Redactores. --Embora despreze, com todal II
lorcitdi minha alma, oa ultraje! e o juizo, que da
nnm laZ o Sr. Pedro Allonso Ferreira, em iui cor-
respondencia inserta no Diario-novo de honlem; com-
tudo respeito muito a opiniio publica, para deiiar di
arrndar a* mirn n l.li... .Je dcMnr: e smenle por esls
consideiieio, declaro aos homeos, que esli as cir-
cunulanciai de me julgar, que desde i cbegadi do
Exm. Sr. geoeral Sean i esta provincia, aindi ci
live a menor conversacio com S. Exe., o nem occi-
siio de lubir muiiescidii. Appello pan o teitemu-
nho de S, Exc cujo carcter preio, e coja boora ic
Para os (ini de maio sio esperados em Windsor o I vaco.
ajue e a duquesa da Nemours, os quses partirijtoda L_.
em jucho com a raioba Victoria e o principa Alborto) con Indo Cintra.
tad. do paiz formulad, na cahec.de um boo^m. EI-|doTu.^^^^^ mt\ '1 al""m 6m W--" o I voco Hemeueo.lnme and.r inerme oe.t. idaaV.
les preveem as nece.sid.de. d. Inglaterra, de... previ-I.em com elle. / oemiiudo,. .e niu vui.a-j Juiqi^ i^wH, Nemoar,, MJjum pirfrtgjtoaa hora, por ..lo pode, em qualquer parte, ser eo-
m^
-a


Sn. Redactores. Com luieeptibilidide digna de
ettraobea, eppareceo no D.-novo o Sr. Belarmino,
procurando fezer odiar ao Sr. Regueira Costa, eccu-
jando-o de grosseiro e incivil, sob o fundamento de
barer, em um requerimento, deiignado-o por um tal.
q Sr. Belarmino ou nio vio o requerimento, e, com
precipitacSo iodeiculpivel, ferio a quem o nio olien-
do nem conbece ou leo, e quii, com eulpabilidade,
jmp'uur fado, que nio eiiitio. Noprimeiro calo, o
bonmni bonaito de ve entregar aodeipreio urna tal re-
criminecio; e no segundo, perdoar por ceridade. O re-
querimento abaiio transcripto,que ida com o deipacho
et>rado pelo Sr. cbefe de polica, contraria, lem maii
commenlo, a imputacio do Sr Belarmino, cujoi cog-
prelo, e o hornern esta paiieando, e com o leu diploma
para matar e roubar com ai licencias necefiariai.
Nio anda por abi o filbo do inlelii Manuel Luii No-
gueira, cago, pobre, viveodo de esmolai e at recolbi-
do no hoipital I Anda; equem era aeu pai ? Era um
desses desgranados, que padecerlo na Praga-Nova pela
libordade do leu paii e pelo throno da aui soberana! E
porque Ibe nio da o tbesooro urna pensio para salvar os
diai deste desgranado, que Icou orphio por urna lio
nobre causa ? Porque Isso tem bem que vflr, porque
o pobre rapaz nio tem padriobo, nem no banco dos
ministros, nem nal cadeiras dos paia da patria !
Em fim, lia Michaela, nada se alcance sem jpadri-
nhoa ; nio bavendo proteeclo, nio se pilha, nem o lu-
ornei sendo ignoradoi foi caracterisado por empre-' gar de offeial de diligencias. J vio, que o povo nomt-
giduds repartidlo da polica. Avalie por elle o pu- ana para deputado algum eidadio virtuoso, obscuro.
blico, equalifique a imputacio do Sr. Belarmino.
Um Sr. Dii Jos Nicolao Regueira Costa, que,
i-mlo V. S. mandado paaiar urna certidio requerida
p|o supplicenle.foi, para esse tiro,entregue seu reque-
rimento, ba quasi 15 das, a Belarmino de Ul,emprea-
do deisa repartirlo o qual at o presente ainda nio
cumpno o despacho da V. S. :'e como o lupplioaole le-
cha necessidade da meimacertidn, para, em termo certo,
juitifJcsr-M da urna arguicio, que ae Ibe fai, requer a
V. S., que baja de maodar, que dito empregado pas-
te a referida certidio, no prazo de 24 horas, contadas
depoia que por offeial dejuiticilbe lor intimado de
V. S., sob as penas da lei. Pede a V. S.. Hlm. Sr.
desembargador chele de polica interino, astim Ibe de-
fi. E. R. M.
Jote Nicolao figueira Costa.
DES PA CU O.
Retpooda o primeiro amanuense da secretaria. Re-
cite, 25 do maio de 1846 Peixoto.

Variedade.
QUEM TEM PADRINHO NAO MORRE NA
CADEIA.
O espirito de proteeclo esta, tis Mensela, levado en-
tre n< ao maior auge; ae os noisos avs diiiao quem
tem padrinbo nio morre Mouro o meamo, e com
talvez mais raaio, diiemoa nos. que somos os aeus netos,
a que vivemos em um seculo Iluminado pela lut dos
peridicos, que alo actualmente oa lampen do genero
humano. liso beverdade, mestre, antigamente nao se
oonheciaesla illuminacio dos peridicos, e por isso os
domos avs andavio s escuraa, e asescuraa deacobririo
el les a trra de Santa-Cruz, que di ouro e produi dia-
mantes, e conquitlrio a India : boje ninguem anda
s escuras, olhe, que he ludo urna claridae clara ; ca-
da peridico he om pbarol, urna luminaria permanente;
porcm, nio descubrimoscouia, que geito tenba, a nio
ler a arte de pilhar diobeiro, que, fallando a verdade,
esta levada ultima perfeieio.
(^)mi he boje, lia Michaela, o malfeitoi, ou o ficino-
roso, que, tendo padrinbo, dalia de pbilantropisar a pe-
na do juiz, e da escarrar na cara i senhora justica. He
verdade, que l apparece de vez em quando algum un-
ieran I, que paga o pato, mas, ou nio teve padriobo,ou
foi sacrificado a alguma necessidade. Pois olbe, mes-
tre. em lempo oenhum se fallou mais em leis do que no
tempo presente I Nunca Portugal teve tanto magistra-
do, bota autoridade, tanto empregado publico) Nunca
bouve entre nos urna fabrica de faier leia, que dase
msis lorlimento nunca como agora se fallou noa di-
reitoido bomem, noida mulher ninguem falla E noi
deiores do hnmem como boje : maa estou persuadids de
pedra a cal, que he ludo tbeoria e nada de pratica, la-
relorio no caso.
Estamos de accordo, como diz o meo Aodriioho ;
beverdade, que a carta constituiciooal falla em .premios
e castigos : que falla, tia Michaela, nio ha duvida, que
a tenho eu lido de cabo a rabo ; mas, nio bavendo pa-
drinbo, aondevioVmc. a virtude premiada ? (motos
piit de familia nio conbecemos nos, que cabiri'o em po
brea, e que jaieni por abi embrulbadoa no eilarrapado
capole da mendicidade, bomena alias com virtude e com
prestio : aondeesta abi a mi, que Ibe cobre a ou-
dei, que Ibe mata a fome e i mulher e sus filhos, que
Ibe da um emprego e urna fatia de pi I O pobre mor-
re como ooarrapsto na lama ; em quanto o facinoroso,
o immoral be bem quisto, dio-lbe um emprego rend-
lo, se Ibe nio dio a condecoradlo indispensavel; e por-
que ? Pelo seu merecimeolo ? CJual carapura. porque
teve padrinbo na cotinba.
Olanlas viuvas nao ha por ahi desvalidas, que le lli
nienlao de lagrimas, e que repartem suspiros com os
seus lilhinhoi use esfomead. i! E quem ae chga pa-
ra ellas, se eio virtuosas ? Quem as protege, nio tendo
ellas urna faia soflrivel, e nio te luhjeitando s circums
Inicias! Neste cato, apparece o padriobo; mai olhe,
que nio he para amparar a virtude, mas para goiar do
vicio. Quantoa emprrgados pblicos nio vemol nos de-
miltidos pelas senboras reformas, que todoa os das le
inveollo para accommoder afilbadoi, carregados de fa-
milia esemmeios de a sustentar, e por mais que se
queiiem, que le amesquinhem, e sem que ninguem
Ins d a mi: e porque he isso, tia Michaela T Por-
que nio teem padrinbo; e ae nio, veja oulros, que sin
Dos vadios, como puli, como tioempregtdoa e esli-
midoi E porque ser isto ? Porque sio virtuosos e
teem meriloT Qual historia! Porque teem padrinbo.
Nio v Vmc. por emi ras pedindo esmola estes of-
ficiaes militares, que derio a sua patria os bellos das do
Buuaco, de Albnera, de Salamanca, de Victoria e de
Orthei! Sem que os governos olbem por ellos E por-
que? Nio se ai bao ellet condecorados com a medalbe
gloriosa de gueira peninsular que Ibes deo anaci?
Porque ainda nio achirlo padriobo, nem noa minite-
f'os, nem nai cortea. E aonde Dio ha proteeclo nio ba
justica, nem murrio rasio, nem bumanidade.
Entremos neises Inhumes : o faquilts de profiiio,
cuja lei be o leu punbal, o aiiassino de cilicio, cuj
esrta he o seu bacamarle, be preso e levado pennie o
jury ; logo encontr padrinhon, que oran por ella, e
que o pSem nutricio da rus. linee quite, e sem vergonha
nenhuma. A aua soltura depende daa teilemunbii; dea
tt umaa comprio-te a dinbeiro, odlraa levio-ae por
empenbos, promeisai e amiadei, e al alguoiai por a-
meacaa de lacadas, de tiros, etc. Os paJnnbot atado
o jurados, e cales, ou por modo, oa por empenbos, fa-
>em conieieociosimeote do [preto branco e do brinco
mettidoi comsigo ? Nada; poderi ser bomem multo
capaz, labio, probo e independente; mal, 10 nio ti ver
proteccio, se nio arranjar padrinbo, nio seri deputa-
do por mais, que ae esfalle, Eu julgo, que o mundo loi
sempreassim. Ha rouitos annos. morreo em Lisboa o
andador da irmandade de S. M.ntinho, que ae com
pos de pretoa ; um branco pedio o lugar e apresen
lando o leu requerimento ao juiz da irmandade, que era
um pretalhio como aaevicbe, este, tendo lido o reque-
rimento, virou-se para elle.e disse-lhe. Procure quem
me falle, que porei o$ meue ota de piedade!
Tudo islo, minba amiga, e o maia que Ibe eu pode-
rla acarretar querdizer em portugus claro, que se
me apresentario doua rapases para aprendizes de bar-
beiro ; um be o protegido de Vmc., e e outro nio lem
proteccio ; eale sabe lor, eicrever e contar, be bom
rapaz esocegado ; pelo contrario, o afilhado da tia Mi-
chaela tem urna pbysiunomia aparvalhada que iodia-
I e mullo nio labe nem o A B C, mas joga o piio,
e est bsstante adiantado na pelisca. Agora veja Vmo.
0 que quer, que laca ? O negocio pende da aua resol u-
cio Que quero, que faca I Ora essa be boa ; o que
deve fater, servir-me ; tomar o meu rapaz, para isso
lou a aua madrioba. Que le nio dira ae o meu ali
1 hado fsse preterido Como eu nio (cava deifeiteada!
Mas outro lem maia merecimeolo, tia Michaela! l)e
maii beorpbio, em quinto o seu afilhado tem pa e
niii, ehe mesmo, louvado Deo, que o fez, um grande
parvo.
Nio duvido disso, Sr. mestre, mas a queitio nio be
com o rapaz, becommigo; o favor nio be ao tal gaia-
to, mas i sua amiga tia Michaela, que aempre o tralou
bem, e a quem Vmc. nao digo deva favorea, mas no
menos ami/ade.Mas eu falto i recompensada virlude,
e a tia rVIichaela depois ba de dizer, com o seus bo'.Ses.
Prega urna doutrina e segu outra Nio he lano
assim, mestre, como Vmc o calende;' tudo neste mun
do depende das circumitancias, e de mais nio ha regra
sem eicepcio : sirva-meVmc. o meu afilhado, que bo
o que eu pretendo, e o outro, que espere pelas med
das gerac E a opiniio publica ? Ta Michaola e a
opiniio publica 1 Ejn |ornaes? E a minba contciencia?
A respeito da lenhora opiniio publica dir-lbe-bei,
mestre, que se nio molla com ella, que assim faz mul-
ta gente, e deize correr o mundo. Em quinto os jor-
naes, nio Ihes responda, que ellos, nio Ibes dando pa-
pa, callo-ae ; agora a respeito da sua coosciencia, isso
be mais serio ; mas lembre-ie da nossa amizade, lem-
bre-se que somos almocreves, e que na estrada nos en
conlraremos. Quer perder a sua amiga por lio pouca
cousalBem, muitobem, tia Michaela, est servilla ;
o en afilhado esta admitlido: assim vai o mundo! Dci-
ia-lo ir.
(Peridico dos Pobres no Porto.)
SCEU PHANTASMAGORICA
ae vinte e cinco sombras differeoles. que augmentares
e decrescerS gradualmente, aempre a oompaco de mu-
sica-; e que acabar! com mostrar o Sr. Waltei os di-
versos insectos, comidos na mal clara e pura gota de
agoa potavel.
iV. B. O intervalloi serio preenchidos com mu bar-
moniosas e escolhldas pecas de msica, ozecutadas por
nada 8, cuMado" caprichosamente combi-
Oi precoi dos bllbetei de camarote serio oa do coitu-
?e.',5" P'"a' Prem' "rlerio lor dos Sra. es-
pectadores, que os obterifl pelo preco geral de 1*000 rs.,
noa lugares, onde teem aldo vendidos os do Sr. Sulton.
O espectculo principiar is 8 1,1 horas da noute.
PUBLICAgES LTTERARIAS.
Os leree.ro e quarto lomos daa Memorias Histricas
de Femambuco esliaobre o prelo, e rrevemente ae-
rodadoailuz.Contm o terceiro tomo a continua-
rte da guerra bollandeza. e a historia da guerra civil
denominada dos Mscales em 1710 motivada pela
creacio d. .,11, do Itecif,, ; o qusrts tomo eoBtm s
narragio de l .ios os fados histricos, que tiverio lu-
gar nesla provincia sob o governo de lodos os capi-
lies generaos que goternirio esla provincia at o fim
do sculo XVII. Tanto a guerra dos Mscales como es-
tes fados nunca foro impraasos.
Preco para os attignanti s smente 2000 rs por cada
lomo com urna estampa fina Ivlhogiaphada.
, Conlnua-ae a receber assignaluras para esta obra ,
oa praga da Independencia, hvraria ni. 6 e 8.
"A CRTPTOGRAPUt KEVU.nn,
Eta imprtame e curiosa obra tem por fim mi-
nar, nio s a escrever de um modo obscuro, como
lambem a decifrar ai escripturnt foilas.qur pelo systema
de J Ceiar.quer pelo de lord Hacon.ijur pelo deScott,
qur pelo do conde Grofeld, quer pelo dos divisores,
qur pelodo t.lograpbo, qur pelo do parallelogram-
0, qur pelo dos Chinores, qur pelo de mullos al-
phabelos. elc.OsSrs. asiignantea podem mandar bus
car os esemplares, que awgnara, a rasio de 2 000 rs.
cada um, na hvraiiada ra da Crur do Socife, n. 56,
onde Umbem o vende a mesma obia, n.s.m como na
praca da Independencia, livrria, ni. 6e8.
A a pessoas, que cumprarem a cryptoraphia reve-
apaalodia 6 de crrente, obriga-se o eicriptor a
explicar graluilauenle as difliculdadet, que oella possio
encontrar,declarando ellas seus nomes no lugar, em que
comprare! a obra.
lvisos marilmios.
COMMERCIO
Alfandega.
Rrndimbnto do da 3...............;. 6:002*460
Ducarrego hojt i.
BrigueIgnaziocarvo e ferro.
Rrigue l.iven-Lanfarinha.
EscunaLockitl idem
BrigueFelii-Uniiomercadorai.
Brigue /cenabacall.io
Consulado.
Rendimknto do da 3.
Geral..........
Provincial.........
Diversas provincias.
3:021,788
1:426,316
184,029
4:634,733
llovin.eiilo do l*orto.
Babia
M.'
Nato tahido no da 3.
; brigue inglez Ann-Johnion capilio
Noill, oargaa meima, que trono.
James
Theatro publico.
SABBADO, 6 lili JIMIO.
O Sr. VValter, cedendo aos pedidos de alguns Senho-
res, que o honrio com a sua estima o sffeicin, tem re-
aolvido offerecer ac respeilavel publico delta cidade
urna representadlo de mgicas, jogoa malabarea, equi-
librios indianos, epbantasmagorla, que seri assim di-
vidida :
1.* PAUTE.
Linda e magnifica variedade de passagens physicas, e
metamorphose.
JOO DE PRATOS, REDONDOS E TRAVESSOS,
E BACAS DE (.011(4,
que serio atirados ao ar i urna extraordinaria altura, e
aparados pelo Sr. Waller, em a ponta de urna flecha de
doua palmos de comprmanlo.
S PARTE.
O Sr. Walter, presentes em o scenarlo quaesquer dos
espectadores, que o qulierem, fra diversas llgeireas
manusea. bem como a de RES'Ml UIK A V ti GALLO ,
ou a outra qualqutr ate A CABERA, quolbebouver
ido corlada por Igum ds:sc: c:pec:;d=.'-;.
3." PARTE.
DANSAS CAMI'ESTRES,
por um tenhor e urna senhora.
O Sr. Waller deiesnpeobari maravilbosamente o pa-
pel de
MARUJO BEBA I) J,
aobre pernis de pao deiels psde altura,
a.* PARTE,
ari Om ao espectculo ame bella
Para Sanlua sai, muilo breve, o brigue brasi-
leiro Mmer 'ti ; pode receber alguma carga e pasta-
geiros: quem pretender, trate com Manoel Ignacio de
Oliveira na ra de Apollo n. 18.
- Para Santa-Calharina sai muito, breve o pa-
tacho Temerario ; recebe carga por Ireto muito com-
mudu : quem pretender entenda-se com o capitio
i'rat's, a bnrdo ou com Manoel Ignacio de Oliveira ,
na ra do Apollo n. 18.
Frela-ae para os portos do Sul ou Norte a bar-
raca S. -Benedielo, de 40 canas, e mesmo carrega a
(rete ; assim como le lai negocio por urna morada de
caa : os prelendentes dirijio-so a ra da Cadeia do
Kecife n. 54.
- Para o Cear sai com brevidsde o patacho Belle
za'o'Sui', recebe caiga 0 '> SOCOiTG&te; ijc nc'lo
quizer carregar, pode tratar com Manoel Nunea de
Mello, ou com Jos Jo quim Carneiro, na ra da Crur,
n. 43.
. Vcnde-sc o muito vclci-
ro brigue-cscuna americano
Cumberland, de lote de 164 to-
neladas, forrado e cncav i I lia do
de cobre, e prompto a seguir
vicigem a qualquer parle : os
prelendentes dirijo-sc .'IIa-
Iheus Auslin & C., na do
Trapiche, n. 56.
Para o Rio-de-Janeiro seguir breve o patacho
Felicidad, por ji ter lastro ; podeodo, porm, receber
carga eescravos: quem pretender carregar, pode tratar
com Amorim Irmios, na ra da Cadeia, n. 45.
- lJara Genova a polaca sarda Jose-
iiliin.i, navio novo e de piiineira marcha;
p'ira completar o seu carregamento lal-
to-llie mil Maceos deassucar: quem os
quizer carregar a um rete mui comino
do, dirija-se aos seus consignatarios Le-
noir l'uget & 0.
Le i I oes.
- Ricardo Hoy le A C. fario leilio por intcnen-
cio do correlor Oliveira, do grande variedade de faien-
lasingleaa, as mais propriai Jetta mercado pa-
ra realuacio do cuntas: boje 4 il corrente, ai
10 horai da manbaa, no seu armazem ruada Alian-
dega-Velba.
Por despacho do doulor juii de orphioa e ausen-
tes leri lugar hoje, 4 do crranle aa 10 borai da ma-
nbaa, o leilio, ja annunciailu, dos bens do fallecido pa-
drejos Joaquim da Silva Gucrreiro, na ra da Ca-
deia de S. Antonio n 21.
Avisos diversos.
- Preciaa-se de urna ama para caa de bomem aol-
teiro: oa ra do Vigario, o. 25. primoiro andar
O Sr. que niandou concertar um carro de dun
,-cdi! r.c. o.iio Matriz de Ssn'.o AstOBiO, loja b. 2,
va buicar, no prazo de trea das, pois ji est prompto,
ba muito lempo, e prelende-ie esvstiar a cata.
Aluga-se urna casa com um pequeo sitio cer-
cado, e com cacimba d'agoa de beber, muilo perlo d
praca; a qual lem commodos para grande familia, esla
caiada e pintada de novo, e lem boa estribara: quem
a perleoder, dirija te a eila Tipografa.
A quem fallir uojii fien de cabo de omo que
forio lomadas a um prelo, que asandivi vendendo por
um preco, pelo qual ae julgou serem furtsdas, dirija-ie
a ra do Cotovello, n. 51, que, dando os signaes, e pa-
gando o valor exigido Ibe serio entregues.
OSr. ThomssTbuacho queira annunciar a sua
morada.para se Ihe fallar.
= Dio-le 5001/ n. a premio sobre penbores de ou-
ro ou prala ou toda quantia ou em pequ nal por-
rOei como coovier : no piteo da S. Crut pedira
o. 8, le dir.
Di-ie dioheirop juroicotn penhore de ouro e
prata meimu em pequenat quantas ; lamhem se re-
t a tem sidos e orden idos -. na ra do Rangel n. 37.
=0 Sr. Antonio Prieto tenba a hondada de annun-
ciar a sua morada, para ser procursdo a negocio que
Ismbem Ibe interessa.
Deieja se fallar com o Sr. Manoel Lourenco de
Mallos a negooio de seu intereiso ; na ra do Crespo ,
n. II. |
Precita-ie do urna ama que tenba bom leite :
na praca da Boa-Viata esquina que volta para O
Hospicio, por cima da botica, segundo andar.
=> Quem annuneiuu querer um guarda-litros di-
rija-ae a ra da Matriz da Boa-Vista n. 33, seguodo
andar.
Precisase de urna ama forra, que tenba bom
leite ; paga-se bem : na ra di Crui no Recife o.
18 segundo andar.
Precisa-se fallar ao Sr. Francisco Antonio de
Carvalbu, que lene urna venda na ra da Alfandaga-
Vellia ou na da Senralla e morou oa ra do Viga-
rio a negocio de seu inlereise.
O NAZARENO N. 21
eita. a venda, ao mein-dia em ponto,na praca da Inde-
pendencia, loja de livros, ni. 6 < 8, o na ra eilreila
do Kozaiio, o. 6, cata da F.
I'raz arligos de importancia, os quaes davam ler
lidos, e alguns He casa, proveitoioi aos eicravos doei-
minislro Jos Cirios.
Perdeo-se, desde o are do Bom-Jesus al a ra
da Cadeia do Recife, urna carteira de algibeire, con-
tendo alguns papis de impoilancia, entre riles um
vale de 50.000 rs passado pelo Sr. Joao Carlos do
l.rmos, o garantido pelo Sr. Manuel Lourenco de
Mallos; pede-so a quem a liver echado, o obiequio do
a restituir na ra do Quuimado, n. 30, que, lem do
se recompensar, te Ihe lic.i.i ummamente grato ; ad-
tertindo-se, que os mesmos Srs., j esli preveni-
dos a respeito do pagamento do vate.
Preciie-te de urna ama de leite forra ou captiva :
na ra l-rga do Roiario, n. 46, 1 'andar.
Aluga-te a luja da rus da Cadeia do Recife em
que morou o Sr Cascio : trata se na mesma casa, ou
na ra de Apollo, n. 18.
a Na ra do Cotovello, n. 7, precisa-se de urna
ama de leite.
aa Na ra Formosa n. I, precisa-ie de urna cria-
da para o tortico interno ile urna casa.
Etti ser byp tbecaila a eicrava Bernarda, do
Sr. Sebailiio Antonio do Reg : quem ella liver al-
gum direilo, hija .le o declarar, no prazo de 3 dial.
--- Na iiuuie iie-'ili'niiio para domingo, 31 de maio
p. p., fuitrio aa casa de Jos Antonio Basto, na ra
.la Cadeia do Recite, as seguintes obras de prata :
1 cafeteira de prata lavrnda, modelo de Lisboa.
I bule ileih.i dito dito de dita.
I assucareiro dito dilo dilo dedila.
1 manteigueira dilo dilo dilo de dila.
I leileira dilo dito dito de dita.
I tigella dilo dilo dito de dita.
1 duiia de facat de rabo dito dilo dito de dita.
I dita de garfos de cabo dilo dito dilo do dita.
I dita de colbores dito lisa, feitio de Pernambuco.
1 dila dilo da sopa dilo dilo de dito.
I colher de aisucardito dilo de dito.
1 copo liso dilo dito de dilo.
1 p-illileiro dito dito ile dito.
2 castices dilo lavradoi, de Lisboa (modernos.)
I cafeteara dilo, marca A. M. C. S.
I assucareiro dilo 1
1 tigella dito l'eilio do Lisboa.
1 leileira dito )
2 casticaes dilo lavrados de Lisboa.
1 bandeija grande dilo moderna de dito.
2 casticaes lisos de dito anligos.
I colher grande dito de tirar sopa.
I espitilador com sua lalva da prata^
1 duzia de facat com cabos de dita 'Com a marca A,
I dita de garfot com ditos de dita f M. C S..
1 assucareiro de dita j
Roga-se, portanto, a qualquer pesiot, a quem todll
ou algumss de ditas obras forem oflerecidn, baja de ai
apprebender ou avilar ao annunciante ou a polica, a-
liui de se darem as providencial: e te quem as liiou ai
quiter restituir, podo manda-las entregar ni cata do
annunciante, que nio s prometi guardar segredo,
conio gratificar com 200,000 rs.: e a mesma gratifica -
vio te offereco a quem descobrir o roubo.
XAROPF ANTI-ESCROFULOSO
OC l'ANAl.K V VEGETAL DO Hit ALLA.N ,
mimbro da tociedade real de medicina e da acadt~
ma nal de ar urga de Franca, etc.
Deide 25 de fetereiro lmente, eita este remedio a
venda no Kio-de-Janeiro, ej hanumeroiaa provas de
tua eflcacia e as pessoas que o leem lomado, teem
obllo melboras, que nem mezei de uio continuado dos
robes, ele. teem podido pioduiir.
Esle tarop cura, de um modo prompto e radical, as
molestias secretas, ou sypbililicas, sejio recentes, ou
antigs, bobss teccat e bumida afleccflel da pelle
e escorbticas rlieumaliioio, gola doral ou juntas,
csusadaa pelo uto do mercurio etc.; be muito igra
davel ao paladar e muito promptoem iui operado. Pa-
ra ai molestia! mais enligai, 3 a 4 garrafal, ao maia ,
lio precisas, e para as recentes-, duaa lio bastantes.
Vende-te tmenle no Rio de-Janeiro, por Coutbire
Romn & Palmer, pbarmacia ra doa Ourives. o.
81, preco 4000 ra. a garrafa ou 40.000 rs. i duna.
__A oflicina de encailernaciio, que o
padre Lemos e Silva dirige na ra de S.
francisco, antigamente Mundo-Novo, n.
66, primeiro andar, acha-se provida de
lodo o necessario para desempenhar qual-

juer
encadernacSo
que se exigir, com
a |)ci fl'irao e gosto j conhecidos do pu-
blico, e a um preco coiutnodo.


T

NBjaafi
F

Preciii-iede umt ama quetenba bom e bai-
lante leiie o leja desimpedida ; na ra das Cruzei ,
n 22, segundo andar.
Na ra do l'ogo,. n 41, cosem-se camisas, cal-
t-n e jaquel, s para lojas por preco muito niais |com-
modo do quoem oulri ualquer parle.
ijociii anuuncii u querer comprar um piano j
usado dirija-aea ra do'l'ropicbe, n. Mi.
O aliono aitignaJo ocio o ca do controlo
do imposto de 2500 ri. em ada cabrea de g.ido vac-
cum que for consumido no municipio da cidadedo
Recife, Uiando da faculdade que Ibe concede o art.
43 di le provincial de de maio de'1838, fai publi-
eo, por meio detle annuncio, para conhecitnento da-
quelle a quem competir a tua ezecucio, que loda a
carne das rezes que forem mollas nos n.uUdouros pu-
blico* destu municipio e forem conduiida para o
acougues casas particulares ou embarque dever ir
acompanbada de urna guia impressa que sera patsada
pelo adminislradui do contrato, que existir no mala-
douro respectivo a qual s alera no dia de sua data ;
e as carnes, que forem achadas sem a competente guia,
qur na conduccao para os acougues, qur nos mes-
mos, serio apprcbendidas por qualquer empregado do
contrato ou pcs-oa do poro e levadas presenta do
Sr. doutorjuit de direito do crime mus prximo ,
para proceder na lrma determinada no art. 8 do re-
gulaniento de 25 desetembro de 1833. O mesmo se
praticara com us rezes vivas, que forem para os ranchos
das embarcados e com a carne daquollas, que hou-
verem si lo mortal clandestinamente fura dos maladou-
ros pblicos; e depois que forem julgadaa boa ap-
prchenso, o apprebensor pagara o imposto ostatielcci-
do o ficar com acame ou re apprrhendida lie-
dlo de l'ernambuco i.' de julbode 1840. = Manuel
Alvte Guerra. (
Aluga-se urna prela boa compradeira cozinba ,
lava, engomma e vende na ra ; ouem a prolender,
dirija-sea ra do 1.mmenlo, n. G, segnndo andar.
Antonio Pereira Veiga Portuguez por arbar
outro d igual nomo de hoja en drante se asugnara
Antonio Peieira Vianna.
Anda est por alugar e aluga-se por prego
comniodo oormazem da casa n. 18 da ra da Cruz,
no Itecife : a tratar no sogundo andar da mesina c6a.
= Na tarde do dia 5 do corrente, a purla do Sor.
doutr Fereir Gomes no pateo do Carmo vai a
praca, para ser arromatada a quem mais der a casa
n. Si i de 2 an lara e solio com 37 palmos do Iren-
tn pola ra do Vigario e oulro tanto pela do Burgos,
e i 17 do fundo em chaos proprios.
l'erdeo-se na manbi-i do dia 31 de maio passa-
po uina carteira com 19,000 rs. em codulas sendo :
urna de 10, una do 5 e duas da 2000 rs ; bom como
alguns recibos o outros papis do importancia ; roga-se
a pessoa que a tenlia achaiiu so qui/er rostitui-la, do
leva-la a ruada Piala n. 45, a Manoel Juvencio de
SaDOM que exiite a cartuira com os mencionados
papis dando o (linheiro pnlo acbado eticar mui-
to agradecido.
= Dio-se 500,000 rs. a juros sobro penhores do ou -
ro ou prata : na ra di Quemado, n. 71.
Aluga-se mensalment'- um prelo para tirar,
junto com outro, agoa em canoas e fazer outro quil-
querservico; da-so-lbe de comer : a tratar com Ma-
nuel Antonm da Silva Molla na ru de Apollo, n.
o i, tanque ri'agoa.
Precisa-se de uina ama para casa do muito pouca
familia, que engoiiiine e compro na ra, dando co-
iili Menlo do sua pessoi : no pale> do S, Pedro
n. 22
Manoel Jos de f'igueirolo faz seiento ao rospei-
Uvel publico que ja de muito lempo se assi|na
Man el Joaquirn da Silva Figueirudo por haver oulro
de igual ikiii,e.
l'recisa-se fallar com o Sr. Ribas irmao do fal-
lecido Joao Itibas : na ra da Aurora n. 14 ou an-
nuncie.
A
MlMAZEN ELOJA
( ^ DE,(
ALEAIAT
&n92ti.
Compras.
=Compra-sc dous cazares de pombos manlas de
cores alegres, e nio prctas. Nao se reparu preco : na
ruado Caldereiro atraz doi Marlyrios, sobrailinbo ,
n. 4.
- Compra-se um prelo, que soja perito cozinbciro,
que seja moco e de bonita figura ; paga-so bern : na
ra da Cruz, no Uecie n. 51, a tratar com Joio Yaz
de Oliveira.
= Compra-se um piano ja usado quetenba boas
rozei e seja bem construido ; quem tiver, annuncie.
Comprio-se, para lora da provincia escraves de
13 a 20 anuos; sendo de bonitas liguras, pagao-se
bem : na ru da Cadcia de S. Antonio, sobrado de
um andar, de varanda de pao, n. 20.
- Corprio-se duas pedias de filtrar f goa sendo
boas; na ra da Moeda defrontc da casa n. 9.
_= Compra-se urna escrava preta ou parda com
cria, ou sem ella quetenba bom e bstanle leile
na ra das Cruzei, o. 22, legundo andar.
= Compiio-ee, para ra da provincia escravos de
ambos os sexos de 14a 20annos com habilidades
ou sem ellas; aendo de bonitas figuras, pagio-io bem :
na ra das Cruzes n. 22, segundo andar.
leudas.
Vende-M um relogio deouro com um trance
litn obra superior ; urna cnixa de prata : no Aleno-
da-Boa-Visla, loja de louca, n. 1, ie dir quem vende.
= \ende-sc um ooleque, de idade de 0 annos de
bonita figura ; e 200 meio* de sola : na ra da Cruz i
ao Itecife d. 43.
= Vendcm-se 30 acedes da companhia de Beberi-
be pela tua entrada; na ra da Concordia n. 15.
Vende-ie urna estante enndracada, eum guarda-
loupa ; ambas as pecas novas : na ra da Preia de
8 Hila, o. 43.
j= Vendem-se 4 escravas mocas com boai balili
dades urna he recolbida coso, engomma e cozinba ;
urna dita, de40aoooi. por 260 000 r boa ven-
dedera ; urna irulalinba de 12 annos ; 4 escravos
bun. para o irabalho do campo ; um moleque peci ,
de 19 anoo, ; un, mul.tinbo, de lo annos, !,, p-
goin e he de boa conducta ; usa dito de 12 aDn0l
na cu* do Creipo, o. 10, primeiro andar.
({Grande inrlimonto de casacas e sobre-ensacas de pan-
no o merino, ricos corles de colleles de velludo lavrado,
e de gorgurio e outras mullas fazenda de boa qui-
lidade e oslo.
Presuntos
de 5 e 6 librai cada um de superior qualidade ; no
armarem do Culinarios, defronte da etcadinha da al-
landega.
= Vendem-ae 12 cadeirai, 1 snphi, 1 jogode ban-
cas, 1 mesa de meio de sala, ludo de Jacaranda, 2 pa
res de lanlernas de ca.quinha com pequeo uso ; ni
ra da Aurora n. 50.
Vende-sc um sobrado de um andar com bons
commodni e com cacimba na ra de Apollo n.
31 : a tratar na ra da Sennalla-Noia venda de Jos
Pereira, que daras informacCes necessarias sobre a dila
venda.
= Vendem-se 9 escravos, sendo: 2 prelos, bem ro-
bustos por commodo preco ; 2 prelas, boas cozinhei-
ras. ; 2 pardas com habilidades; um pardo, de 18 an-
.innus; 2 negnnbss una de 15 annos, e a oulra de
12 annos, ambascosem bem : no pateo da Matriz, n.
4, segundo andar.
= Yendo-se urna prela de naci de bonita figu-
ra propria para lodo o (rabalhode urna casa, do que
lein bastante hahilidade saliendo lu e ensalmar per-
leitmnenta sem defeito algum ; na ra da Concor-
dia passando a pontezinha a dimita na segunda
casa terrea das Has lO huas da manbia, e das 3 as G
da larde.
Vendorp se chapeos de castor branco talvez os
mais superiores, que ha nesta prafa, pelo mdico pre-
go de 0000 rs. cada um ; asi i m como lencos de cam-
liraia de linho o mais rico possivel e muilo proprios
para mu vas : na ra do Crespo loja nova n. 12, de
Jos Joaquirn da Silva Moa
= Yendem-se moendas de ferro para engenhns de
assucar, para vapor ngoa o bestas de disorso tama-
itos por proco comino lo ; e igualmente taitas do
forro coado e batido de todol os tamanhoi : na pra-
ca do Corpo Santo n. 11, em casa de He. Calmont &
Companhia ou na ra de Apollo armazem, n. 6.
as Y'endem-se meias barricas com farinba gallego ;
na ra do Trapiche-Novo, n. 18.
= Yende-se um sobrado de dous andares, com bons
commodos e de bonita vista uto na ra da Sen/, lia -
Nova, n. 18 : a tratar na ra da Somalia venda do
lo-e Pereira, quedar asinlormacoes necessarias sobro a
dila venda.
Fardos em saccas muilo
grandes, chocadas u! lim amen-
t : nos armazens de Gllama
raes e do Bacelar, delronle da
escadinlia da allandcga.
Vendem-se 7 escravos sendo 4 machos e 3 To-
rneas : na ra da Cadcia do llecifo n. 21 loja de
Luiz Antonio Siqueira.
Vendem-se vario- escravos com babiliiladei, che-
gados prximamente do Aracaly por preco commodo :
ha ra da Cruz, arrnazem, n. 51.
Yendo-se um pardo casado de 40 annos rnlen-
de alguma cousa de empina e a mulhor be prela.de
30 annos coso cozinba e lava, por preco commodo :
na ra da Cruz arma/em, n. 51.
Yendem-se, ou troco se por escravos 3 casis ter-
reas pequeas com bons commodos sitas na ius do
Jasimm que rendem um por cont ao mez una na
ra dos Prezeres grande com bons commodos ; to-
das novas, leitas a moderna em cbos propnoi, e
livrcs o deseniluracbda, por seren leitas pelo vende-
dor: na travessa da Concordia no.
Yende-se urna prela, de I'i unnos cose cozi-
nba e faz renda de bonita figura ; um prcto de 18
annos de bonita ligura o| limo para todo o servico :
na ra daa Cruzes, loja n. 14. '
=- Yende-se una ca roca e um boi para a mesnia ,
por preco commodo; ni ra Nova, n. 33, le dir quem
vende.
\ eiule-se um moleque de bonita figura de Ib a
18 annos, sem pona Ou barba, oicial de msrcenei-
ro ; urna preta moca lavadeira e propria pura o
serviio de campo ; uina parda, de 10 a 18 annoi ou
Iroca-se por uina mlica du 12 a 14 annoi que se-
ja bonita ; urna uiulatinha muilo bonita iem deleito,
ou vicio propria para mucama de alguma menina ,
que ande na escola : na ra larga do Rozario o. 24 ,
primeiro andar.
\a ra Direita, n. 9,
ba laceas com superior farinba de S. Malbeus, e a da
Ierra por proco muilo commodo.
Y endem-se 4 esoravoi sendo : uina prela de 16
annos do bonita ligura engomma, cozinba e lava ;
urna dita, de 24 annos, de naci Coila ptima qui-
tandeira ; um mulalinbo de 17 andos ptimo para
pagem ; um dito, de 24 annos, carmceiro ecanoeiro:
na ra daiCruzei, n. 22, segundo andar.
= Vende-e um niolecote de Angola que labe
coriohar e lavar ; no fien da ra da Aurora n. 4.
= Vende le ou Uoca-ie por lelba. ou tijoloide
elvenana um relogio de ouro boriionlal muito
bom regulador; ni ra nova de 3. Amaro can nova,
em que inora o Mrsquit*.
Vendem-ae 162 palmos e meio de (erra pela
frente e mais de 500 de fundo no becco das liar rei-
rs com alguns ai voredos de fiucto cacimba e Um
alicoree na frente para caa todo murado onde u
toni urna casa que paga de loro 320 ri. o palmo : na
ra da b. Cruz o. 66.
= Vende-se o mappa geographico, histrico e mer-
cantil, contendo os limites exlensio, povoicsd go-
veroo loberanos, divisdes, capitiei, principies crda-
des ordens militares, univesidadei religies, eier-
cito, marinha &c de todos os oslados da Europ
dos Estados-Unidos da America, &c. por Ginldei,
pelo | re,o de 4000 n. : na praca da Independencia ,
livraria ni. 6 e 8.
annoi, de bonita figura engomma o cozinba o dia-
rio de urna casa e be muito diligente ; oulra dita de
meio Benguela de 20 annoi, de bonita figura en-
gomma e coiinba o diario de urna casa ebe boa qai-
landeira e muilo diligente : na ra do Cildeireiro ,
por delri dos Marlyrios n 66.
DEPOSITO DE FARINHA.!_
No arrnazem de porta larga do cae* do Collegio ,
ha farinba de mandioca novamente cbegidi de S. Ma-
theus e S. Calharina a retalbo, ou em grande! por-
ees por prego commodo pela medida velhi; e tam-
linn irroz pilado o cafo.
- Y ende-so urna negrinba criouli del2innoi;
em Fra-de-Portal ra do Pilar, n. 29. -
= Veode-ie uro escravo cabra de 28 annoi, e6m
algumas habilidades por 300,000 rs, ; o motivo di
venda se dii aocomprador: na eiquina da Penha, ven-
da por baixo do obrado do coronel Joaquirn Rernirdo.
- \ ciidcm se 2 pardoi um de 18 annos e ptimo
pagem o outro de 22 innos bom cirreiro ; 3 pre-
toi; 3 negrinhai, de 12 a 22 annoi, com varia ba-
bilidadei ; urna parda, ptima para ama de urna casa ,
por ser de boa conducta o ter varias babilidadei : na
ra Direita, n. 3, defronte do becco de S. Pedro.
Vende-se urna obra de breviarios, ha pouco en-
cadernada por preco muilo commodo ; na ru de S.
Goncalo n. 10.
= Vendem-se e alugio-se bichas, por preco com-
modo ; no pateo da S. Cruz loja de barbeiro.
Y endem-se bons civalloi de sella ; na ra da
Conceico da Boa-Villa n. 60.
Excelltnle nlabelecimenlo para qutm principia por
depender de poucis fundos, livn de corrupgdo e
deixur para mais de 50 por cenlo de lucro.
Yende-se a fabrica de fazer papolao, da ra dai Cin-
co- Pontn n. 33 por prego commodo a di'nheiro ,
ou a prazo com boai firmal ou com oulra qualquer
seguranca; tambem se vende una marqueta decondur;
duassabiaei, sendo urna da malta e oulra da praia ;
um casal de rolas hamburguetn de boa produeco ,
com as competentes gaiolas ; ludo se vende, por leu
dono relirar-se para (ora da praca : a tratar na niesma
fabrica das 9 horas ao melo-dia.
Vende-ie urna machina de vipor, da forc de 4
cavallos ; urna serraria vertical; urna dita para fazer
tijolos; um engenbo pira bostas ; avistado compra-
dor se far qualquer negocio : no Aterro-da-Boa-Viiti,
n. 5, primeiro andar.
Vende-se salitre refina-
do a 240 res a libra, e a 2'iO
em barris: na ra do Calinga,
botica de Joao lloreira Ufar-
GRANDE
TO .
m IHTIM 7'ircFAZENJH&
A.
i RA NOVA
jVendem-ie lindissimss capellai de flores de lam,;,
flore de diflerentei goiloi, propriai para cnim,nto, e
Na rea do Creipo loja n. 8, de Campoia M,,
hi um novo lortimento de cmi-chitai, muilo dm'
dsrass de cores !?!, plo ^a bsr-'.s prea '
2200 e 2500 tu oada corle ; aisim orno oulrn mu
( fazendas, que le venders por meaos do qutep]
oulra qualquer parle.
--- Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve^
Iba: na fabrica da ra Imperial
n. 7; ra Direita, n. 53, venda'
de M. Miranda; no Aferrc-da.
Boa-Vista, fabrica de licores de
Frederico Chaves; na ra do
Trapiche, arrnazem de molhado
doNicolIe.
= Vende-ie um ptimo carriobo da duai rodu, por
prego commodo ; na ra do Araglo cocbein, n. 17.
Vende-ie um prelo crioulo de 23 annos, dt
bonita figura muilo bom cirreiro e cinoeiro
Aterro-da-Boa-Viita loja de bahus n. 55.
= Vendem-ie duas dorias e moia de forro de lonro
muito secco poii se acha lerrido ba perlo de doni
annoi; duai duzili de coitaneirai de assoalbo de mi-
lello ordinario ; (res laboasde costado de vinbalico,
de largura de tres pilmos; urna duzn de eostidinho
ordinario; ludo por prero commodo pan lechar con-
lii: na ra da Concordia n. 15.
no
ques.
Hebrard, com botiquim francos, na ra Nova ,
n. 69 tom a honra de avisar que, pelo ultimo na-
vio, ebegou-ibe de Franca urn bt-'iiu auriiiiieno de con-
servas Inicias conservadas dentro de ago'ardente e
xaropo vmbo do Bordeaui em quarlolas e garra-
fas S. Julieu lousillou c'o caixal licor superfino ,
cognac muilo velbo verdadeiro maraicbino do Zara,
absintho kercb deSuissa azeite fino de S. Plsguol ,
agoa do Mor de laranja salame, muito nevo : na mes-
iii cisa ba um deposito de chocolate do Maranbo: lu-
de ie vende por preco commodo.
AZEITE de CARRAPATO.
Vende-se todo o anuo, cm
grandes porces e s caadas,
e tambem purificado, proprio
para uso de candieiros de sala:
no deposito da ruada Scnzal-
ia-Velha n. 110.
Vendem-se muito ricos
challes e mantas de seda, lu-
vas, meias, cassas de listra de
seda, e pintadas, cambraias
de bom gosto, chitas muito
finas e de modernos padioes,
aloi de outras militas fazen-
das, que se vendem por preco
commodo: narua>ova, pi.38.
Vende-se farinha de tr.
go SSSF da marca verdulci.
ra, chamada Ramo, em pe-
quenas e grandes porcoes, a
voutade dos compradores : no
escriptorio de Kalkmann &
Kosenmund, ra da Cruz
n. 10.
Cotins de linho, a 2^400 rs.
Na loja da esquina da ra do Collegio de Gotas,
riel Serafim & Companhia, vendem-se eortei com i vi-
ral e meta de cotins do linho pira cilca, pelo mdi-
co preco de 2400 ti. : eala fazenda he de linbo, e iguil
aoi brim trancadoi, mas difiere no gosto por lerem
mais modernos 01 deienhoi, que sao escuioi, de listra e
quidros, epor isso be muipropria da presente esltcio:
dar-se han amostras, recebendo-ie a competente se-
g o ranea.
= V endem-se ricoi chales e mantas de sedi do ultimo
goito, veos preto d e superior qualidade, e difieren
les tamanhos,sedas escoeezis.a 1260n. o covado ,sedn
brancat pira vestidos de noividos, bieos de blocd
de todss as larguras, guaruicOes de (lores pira vesti-
dos, luvas de pellica brancas e de coreipara senhons,
lindos cortes de cica pira veslido, burzaguTns par
senhora e hornero, tpalos de lustro para senhon
ditos para bomeni, chapeos prelos Irancezei para bo-
mem, ditos de palha pan memnai e seohoras, e oo-
Irai muitas fazendas degoll : na rui Nova, n. 8, e
na eiquina da ra do Cbugi, n II, de Amoral &
Pinheiro.
=Vendem-ie dous lindos cabrinba, de ididedel
annos, pouco maii ou menos; urna negra boa engorn-
madiira e corinbeira, de 20 a 24 annos; urna dila boi
livsdeira, eum negro peca de 20 annos, lodos sem
viciosoem achaques; na ra da Cadeia do biirrode
Santo Antonio, o. 25.
Vendem-ie 2 canoas de condcelo, aberlai, sen-
do urna maii pequea de que a oulra ; a mais pequea
erve dar conduccao aecapim, poii pega em 500 lijo,
loi de tlveoaria grona e be muilo leve de enr
a oulra pega em 800 a 900 tijoloide alienara grona j
urna canoa de carreira de um s peo que pode eoo-
duzr de 6 a 8 peaoaa muito beso |ei(a : na ra da
Concordia, n. lo.
= Vende-te uto litio na Capunga com alguoi ir*
von dos de Iructo casada vivenda cacimba de boa
agoa e em bom lagar; na ra Direita n. 16 i
dir quem vende.
Escravos Fugi

Fogio. no dia 31 de maio urna prela de oo-
meCeleitina, crioula.de idade de 30 annos, pouco
maiiou menoi, cor fula, biia, ebeia do corpo.com
falla de um denle na frente cara redonda ; tem urna
cicatriz no queizo ; levou varioi vestido! brinco, do
chita e de riicado aiul : rogi-se aoi capiliei de campo .
as autoridades policiaca e ai pessoas particulares a
apprebendio e levem a ra Augusta, a Fnocisco Xuvie
Cavalcanti de Albuquerque.
= Fugio, no da 2 de maio p. p. um moleque ,
de nome Joaquirn de naci Gabio, reprsenla tai
15 annos, pouco mais ou menos, lecco do corpo,
meio corcovado ; quando anda cocbeii pouco de un
p ; tem grande marcas de baiigai pclai costil, tal-
lando a marcas de relbo ; o qual venda doce de goii-
ba em urna bandeja pequepa de manbia e a tari/o
velas de carnauba ; levou camisa de algodio da Ierra,
de mangas crtase calcaido meimoazul : quem o pe-
gar, leve a ra AuguMa casa terrea sem numero, qu
ser recompensado.
-= Dcsappareceo, no dia 30 de p. p. um prelo
de nooieJoio, de necio Congo de estatura regular,
reprsenla ter 25 annoi, pouco mais oo manos, falta-
Ibe um dente na frente do lado superior; bulante liso
e bem loito do corpo ; oceupa-se em ganbar na ra, ou
naalfandega; levou calcas de algodio trancado azul,
noval com bolOei de ossoe bolso de relogio cuni."
le algodio trincado de listra* szuei e brancas booel
ingles dos que usio os prelos da alfandega : rog-"
i autoridad policiaei que delle tiverem noticia o
querio mandar agarrar e entregar o ra do ivr*-
menlo loja n. 12.
Fugio. do litio do Sr. Dubourco urna orel.
de nome Forlun, de naci Mojambiqo perece-
te io Sr. Vicente Tbomaz doi Santos; a qual tem o
signaos seguinles : de bonita figura de idide (e 18
annos bem fallante o beico luperior lurado ; !
un calombinhoi de ciroe deide apona do niriz lio
testa modo de sua navio : quem a pagar, leve ao dito
. O" "o principio do Alerro-dos-Afogadoi, o. 31.
D
PKRM. J HA TTP* DE H. F. DE FAR1A 1846


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