Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08272


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Full Text
Ann de 1846.
Segunda feira 11
O DIARIO publlca-ae lodo o (lias que
nao forem de guarda : o prcco da assigna-
nira he ados Os aiinuncios dos assiijnantes sao n-
cridos a razio de 20 ral. por liaba, 40 rs.
rin tvp" difforcDte, cas repeticoes pela me-
,,Af Os que nio forem asignantes pagao
g0 rs. por llnha, e 160 em lypo diBferente.
PHASES DA LA NO MEZ DE MA10.
Crescente a 3 as S hor. e 31 mi. da mau.
I.ua chela a 11 as 3 hor. e ma. da man
Mingoante a 17 as 11 h. ebi rain da tard.
I.ua nova a 25 as 2 hor. e 24 min. da man.
PATIDAS DOS CORREIOS.
Goianna, e Parahyba, Segd." e Sextas feiras.
Rio Grande do Norte, chega as (ruarlas
. feiras ao nielo dia, e parte as mesinas ho-
ras as quintasfeiras.
Cabo, Seriiihaem, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, c Macey, no 1, 11 e 21 de cada mex.
Gnranliiins c Bonito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria as quintas feiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Prlmeira as 5 h. e 18 minutos da inannaa.
Segunda as 0 h. e 42 minutos da tarde.
i
de Maio,
Anno XXII N. 101$.
DAS DA SEMANA.
11 Secunda S. Sc/.ino, aud. do .1. dos orf.
e do J.do Q, da 2. v., do 1, M. da9. v.
12 Terca S. Nerea, aud. do J. do civ. da
1. v. e do J. de paz do 2. dist. de t.
13 Quarta S. Pedro Regalado, aud. do J. do
c. da 2." V.. c do I. de paz do 2." dist. de t.
14 Quinta S. Gil, aud. do J'. do orpli.c do
J. M. da 1 v.
15 Sexta S Izidoro, aud. do J. do civ. da 1.
v-, e do J. de paz do 1. dist. de t.
16 Sabbado S. r luido, aud. do J. do civ.
da 1. v., e do J. d pa/. do 1. dist. de t.
17 Domingo S. Aquilino.
CAMBIOS NO DIA 0 DE MAIO.
Camb. sobre Londres 26 '/, d. p. 1/a 60 d.
Pars 350 rts por franco.
i> Lisboa 105 p. o. pr. por me/..
DetC. de let. de boas firmas 1 '?, p.% me.
OMroaOneiN hespanbolaa SI.TiiW) a 32000
Moda de KfiOl) vel. 16)K) a 17/000
drU/4'iOuov. 16/400 a IGI600
de 4f000 9/000 a 0/100
f'rala- PattcSes 1/960 a 1/070
Pesos Columnares i W70 I/WO
Ditos Mexicanos IflllO a 1/960
PrataMiuda. 1/720 a 1/760
Acces da O." do lieberibe de 50/000 ao par.
DIARIO DE PERMAMBUCO.
EXTERIOR.
HESPANHA.
MANIFEST DO M0VO MINISTEHIO UESPANUOL.
Golpe de Estado
CONGBESSO.
Madrid, 18 de marro.
NireoBo das cortes de boje dine o Sr. Nocedal,
secretario (por nao permittir o estado de aade do pre-
sidente, que elle fallasse); o Sr. presidente me or-
dena, que voi informe de que bontein, a uma bora a-
diantada da noate.receheo elle uma commisio do pre-
sidente dos ministros, declaran do-lbe, que Q oongres-
o podia reunir-se, a lim de se Ihe dar parla); da final
fortnsciodo ministerio e de outros objeetos Tmporlan-
tei. O eongresso be, portanto, informado da orgaoisa-
cio do noto gabinete.
La-te entio o segu n te deereto :
Em virtude do prerogativa, que me confere o arti-
go 26 daeonslituiclo, e por cencelbo doa meas mi
Distros, bei decretado o teguinte :
Artigo nico. Ficio suspensas as eisOes dai cor-
tes na presente legislatura.
O Sr. Nacedal. Por ordem do presidente e em
conformidade do decreto supra, tica immediatameote
encerrada a aesslo.
Seguem-ie o manifest do novo ministerio, o o de-
creto contra a liberdade da imprensa, inserto na Ga-
nda Oficial de 18 de marco :
As horriieis tormentas, que desde a morte de
Fernando VII teem analtado o tbrono, sobro o qual
o direito e a victoria collocrio aua augusta fillia, a
rtinba D. Izabel, pareoiio prestes a acalmar om pre-
senta da solemne declaracio da aua maioridade; e a
naci, anoioia por paz erepouso, a anlolbava ciieia de
confianca. Mas, como o desejoi da ambicio teem aido
fomentados peles mudancas, que temos sollrido desde o
principio do presente seculo, a gradual e continua
- relaxacio do estado social tem aniquilado a lison-
geira esperance da nacao. A imprensa peridica ,
que detia ser uma escola de muralidade, um meio de
inalrucclo, salvas poucase honrosas exceptes, nio be
maiado que uma correte de escndalo, oumbotafogo
lineado todos os dias no meio Ha popularlo indefensa,
paraofim de inflamma-la, e reduzi-la a cimas. Viss
teem sido aa repelidaa tentativas para applicar um reme-
dio, que salve a imprensa dos effeitos de seus proprioi
eicessos; seguindo o impulso, que receheo desde o pri-
meiro momento, nao conbecendo ja iimitei, tem-se
lanesdo num insondavel abysmo; e quando, depois de
lempos de perigo, em que ae ella tinba tornada ulil co-
mo meio de guerra, esperava-se, que contribuase pa-
ra a reorganisacao da sociedade, a imprensa nao so nao
abandona os seus bsbilos aggressivos, senio que, se-
guindo novo rumo, pGe-so ditpusicio de ainiatras
paiid>s e de interesses particulares, desvair a opiniio
da mullidlo, j bstanlo prejudicada por inclinarlo e
por habito contra governos de curta duracio, ou mos,
que se teem visto succeder una aos outros. Os restos
de obediencia e de santo respoito, devido ao tborno dos
oosios reis, salvoscomo por inilagre dos marulbos revo-
lucionarios,essea restos teem comecado a ser objeclos
de ataque da parte daquellcs.que, nio ba muito lempo,
que trabalhavio com uma energa nobre e patritica, e
com abnegarlo propra, para salva-Ios. Progredodo a-
berlamenle esta conspiradlo contra toda a autoridade,
atacando a replselo de todoa -tem oecessarianiente
produsido amargos resultados. Intrigas, astutamente
leantadas, teom inoculado, at em pessoas rasoaveis o
veneno da desconfianza e do acbisma. Mentiras, ca-
lumnias, escndalos, nada tem aido poupado, a fin de
tornar, ae be possivel, o tbrono impopular, o crear o-
dio contra os que o cercio. De uma parle, uma sim-
plicidade crdula, e um patriotismo imprudente; de
TEVERINO. (*)
PHANTASIA.
por iHrnr. <6>eor$t Sani.
X.
JDMTO AO ABTUfO.
Nio raediglo o nomo dessa cidade, cxolamou Sa-
Lins, ruaii que cedo o labcreeu. Baila-mc saber, que
lie urna cidado da Italia, para que a iinba iuiaginaclo
f'cidella una maravilba. Veja, charo vigario, ae isau
lo parece um palacio encantado !
So vejo, senhora, ua verdade, candeas, qiieiu-
xein.
Vm. nio he poda 1 Que I nao llic parece, que es-
>aa luzes lo mais brilhanica do que m outras, que aeu
myiteriuso brillio, uessa tenebrosa profndela, uos pro-
intite aljjuma surprcia inaudita, alguma nova aven-
tura?
'('; Vide Norte n.* 104.
outra, um orgulho vulgar, temores pueris, uma ui
direccio, dada aos nonos mais nobrea sentimento, es-
quecimeoto ou falta de f nos prinoipios, sobre que
repousa a eatabilidade doa tbroooa, e especialmente a
desordem geral das ideiaa lam-nos conduzido a um
Ul estado, que, ae bouveaaa de continuar por algum
lempo, arrestara a ordem publica, o tbrono. oaanos-
sas instituirles a uma ruina commum. O deverde
salvar estas preciosos objectos, e de poupar aos vindou-
ros bumilieces taes, quaes tentou oulr'ora o espirito
(.evolucionarlo impr neta de S. Femando, collocou
S. M. C. na necessidade de tomar conseibo sobre o
estado critico da naci. Tendo, por tanto, S. M. encar-
regado aos aba.iso assignados de formular o preaente
manifest, elles nio hesitarlo um s momento em to-
mar sobresi talresponsabilidade.'encarandoosperigos de
semelhante estado de couaas, e esto promptos a resis-
tir aos inimigos da ordem, seja qual lr o desfarce, sob
que se apresentcm a combater contra elles, at que
sejio vencidos, a trtitabettar o urdido equilibrio en-
tre es poderee pblicos, e a sementar, sobre uma larga
base, a pai do reino, a veneraclo ao tbrono, e o res-
pito s nstituicoos, que a auguata soberana procura
preservar intactas,para gloria e honra dos Hespanbes.
As intencOes do actual gabinete alo sinceras, e elle as
explica claramente, porque parece-lbe ser patritico e
nobre. Adberenteao governo constitucional, e veodo-
o degenerar as mos da intriga e corrupcio, o gabi-
nete procura salva-lo, tornando-omais moral; reveren
te adorador do tbrono, a instituiclo mais enliga e po
pular da Hespanba, elle intenta sustenta-lo un livre
exercicio de suaa prerogativaa, econsorva-lo estima
publica na elevada posigo, que Ibe compete occupar;
o actual gabinete nio consentir, que as envenenadas
sellas dos partidos ebeguem ao-tbrono. Filho de seu
proprio lempo, o gabinete nio pode oppOr reformas.
Ello respailara, consolidar, e, ainda mais,^ trabalhar
zelosamente para pOr o ultimo sello da estabilidade a
interessantes creados sombra, e sob a protecc,io das
leis; mas ao mesmo lempo respeitar os aentimentos,
que a historia e a tradiccio teem dado ao carcter na-
cional; e, prestando a attencio devida aquillo, que os
Hespanbes teem sempre venerado, e que os bomens
nunca ceasarao de reverenciar, elle far com que o a-
poio regular e conveniente da religilo ( a ralbolic),
o dos seus mininislros seja uma realidade. O gabinete
adoptar,como baseada sua adminislra(8o,a moralidade,
a economa, a ordem, a accio vigorosa e rpida, eao
mesmo tompo a protccrSo a todoa os interesses legaes.
Para o futuro, nenbum destes interesses recorrer em
vao ao governo. Os interesses moraes serio assegura-
dos pela continuacio e immediata conclusio da reor-
ganisacio.ja comecada, de lodosos ramos do servico pu-
blico. Tamben) nio se perderd de vista os interesses
materiees, acudndo diariamente quelle reclamo do
melboramenlos, que be o caracterstico particular dos
nossos lempos. Em quanto s (naneas, ser uma par-
le da despea desde j lio reduiida, quanto for possivel;
serio cortos encargos alliviados; e procurar-se- ba con-
ciliar as exigencias do servico com o respito devido a
empenhos de outra naturea, que eslo a cargo do tilo-
so n r o. A sflJe, que tem o novo gabinete, de gloria,
pode servir de garanta, de quo as auas promessas se-
rio cumpridas. Brevemente dar o gablnelo, sob sua
responsablidade, [um forte impulso ao objeeto cujo
estabelecimento tem impedido por tantos annos o mu-
davel o tempestuoso curso de irritantes discussocs po-
lticas; e quando, em qualquer medida, exceder elle os
limites das tuas atlribuicOoa conatitucionaes, submet
tere a sua conducta is cortes, fundando a sua defeza
sobre a necessidade, e a sua etcusa'no seu bom xito.
Taes slo as vislas do ministerio, eiposlas truncamente,
com os seus motivos, seus meios deexecucio, e seu ob-
jeeto final. Para lora las a um termo faioravel sem
anear o paiz em lamentaveis contulsoea, julgio os ac-
luaes concelbeiros de S. M. ennveniente dar forca ao
governo, e lodos os seus esforcos tndem a fortalce-
lo. Resolvdosa oppor-se i anarchia moral e real, que
ergue o eolio em todas as partes da monarchia, os mi-
nistros nio recuard diante de medidas salutares, por
maia speras que ellas pareci, em tristes circunstan-
cias. Noobuma desordem, nenbuma tentativa de crea
desordem, ficar impune Os funcoionarios pblicos,
seja qual fOr sua categora, que contrariaremos pla-
nos do gabinete, que renovarem essea fataes etomplas
do (raqueta e condescendencia, que tanto daino teem
causado paz e prosporidade da nacao, serio inme-
diatamente demitti.ios, e, fe o oaso o pedir, serio seve-
ramente punidos. Pelo eontrario os funecionarios
honrados, laboriosos e babois, sejio quses (orem as
suas anteriores opinidos polticas, encontrars sempro
no governo de S. M. franca proteccio e apoio. A lim
deassegurar, a todos os respeitos o immediatamente,
obediencia s medidas, que elle (em maduramente de-
lineado em sua mente, equeS. M. tem epprovado,
conla o gabinete com um exercito numeroso, disci-
plinado, e leal, com o bom sens e provada sabedoria
da nacao, ecom a forca moral, que Ihe grangear a sua
nobre emprea, lio bem fundada por estas raides,
quanto sagrada pelo aeu objeclo.DDuque de Valencia,
ministro da gueira e presidente do concellio.I'edm
Egana, ministro da greca e justi(a. Franciico Or-
lando, ministro da faienda. Juan de la l'ezuela,
ministro da marinlia. Xavier de Hurgas, ministro do
interior.
a Madrid, 18 do marco de 1840.
Bem aventuras teruoa nos tido boje, dise o viga-
rio, o nao deaejo oulras.
Era uma pequenina cidade da fronteira, cujo nomo
nio diremos au Icilor, com receio de faie-la perder
seus olbos a poesa, ae pur acaso a atravessou em dia de
chuva e mo humor ; mas, qualquer que ella seja, Sa-
bina ficou admirada do sea typu italiano, o a aua bella
poscio em amphitheatro no revs dat inonlanlias, em
umaregiao abrigada doa ventas du Norte, equecda pe-
los raioa do Mviu-dia, e inceasaiitemcnte lavada por
agoaa correles, Ibe dava um aspecto de asscio, e de
ventura, e arredorea de rioa vegetacio. Ala, que se
ergua, mostrou paredee alvaa, terrados coreados de
parras, cacada ornadas de vaaos de pedra, onde o aloes
oslcnlava auat ptturctcas arelas, torrinlias de tcolo ar-
redondado, e mullidlo de lojaa obeiaa de hervagens e
fruolos magnifico!, alluroiadaa por lanternas de papel de
cor, que fuiio aohresahir aa rioaa variacoea e os con-
tornos transparentes. As ras crio bordadas de arcadas
grosieras, por baixo das quaes circularlo viandantes
do boui humor, gente honrada, para quem cada bella
noite de verto lie una bora do testa, e que saudavau,
coro risos e gritos de alegra, a enejada de urna opu-
lenta carruajero.
Um bando de ineiiinoa sucios us, e de raparigas cu-
riosos, de cabellos ornados do florea naturaos, aeguio
o nossos viajeras, assistio sea deacida no hotel del
Lton-Bianeo, na proea do Mercado^ovo.
A hospedara era sotfrivel, e a vista de orna grande
espetada, que rudava no meio do braxido, ouniecoii a
deseurugar a fronte do vigario. Em quanto ae arranja-
A mbf.hiiaiii: ni: impuknsa.
Ministerio do interior.
i Senliora,Oa ninislrns, quo V. M. acaba de lion-
rar com a aua contranca, nao podiiu dexar du dirigir u
ua aiiciicj", na sua primeira reuniao, para os lastimo-
sos abuso*,.de quo a mprensa lio culpada, o que canso
um escndalo universal, A finido ovila-loa para o tutu-
ro, e Corrigi-los, teciu na saifistTOt rosolvido uiiaiiiiie-
mciitc, que lio necessorio por de novo rm .vigor as se-
veras do l.s'i'i, o de 6 do ju.bo de 1845. Neslo proposito lean
elles a honra de submetter a appruvacao de V. M. o de-
creto junto.
(Aaaignadna) Duque do J'almioi* Finncisco Orlan-
do l'cdro deEgana Xavier de Burgos Juan de la
Puselts.
Madrid, 18 do marco de 1S4C. -
DECRF.TO REAL.
Em quanto um projeelo madura rertexao, nao regalar oonvenienteoMiila o exer-
cicio da libcrdndo de imjironsa, lenlm julgado uueeasa-
rio, onviilo n parecer do meu concellio do ministros,
que.scm derogar os diSDOSicAv doa inciis decretos do 10
de abril de 1844, a do 6 do junlio do 184o, se observen!
as segumos para mais tilicas reprussau dos abusos, do
quo a iniprensa lie culpada.
i Ai i. 1. Os atoquoi, o aa expresses offensivas, iin-
pressns em qualquer jornal contra a iiinlia real pcssua,
ou familia ; ou eonlra soberaiioa retrangoiros, ou prin-
cipes de suas familias; ou euntrn u oonstituioSu o as leis
do pas| ou contra o livre exercicio de nimbas prero-
galivas cuntitiicoiiae*; ou contra o prsenlo decreto,
antes que Soja decidido pelas curtes, erijo punidos pe-
la iuiii.edi.il.i u final supprcssau do mesan jornal.
Art. 2. Os ataques contra os funecionarios pbli-
cos, qnor n rcspcito do suas accoes ta vida privada,
qurnquclles, quo consislirein om all ibuir-llies per-
versamente m nlcncSo nos aeus actos olliciacs, lerioj
punidos cotn SRspensu temporaria do jornal.
> Art. 3. Os eseiipl s, que livcreui por objeiln
provocar & desobediencia das bis, ou ao desprcio do
governo e du suas medidas, serio subjeitos i mcsina
itma,
i Art. 4. O editor responsavcl, cujo jornal fiir anp-
primido ou suspenso, nao podera nssignor alguma ou-
tra publieacio, antosque as cilrles lenhio docdidu so-
bro o ficto Recusado.
< Art. o." A final siipprossao ou siispensiu, referida
nosartigos antecedentes, ser adoptada pelos ministros,
era eonu.-lli i, sub solidaria responsabilidadu de cada um
dalles, com a obrigaeao de dar oonta s corles do aso,
por elles teilo, do sen poder.
a Ai i. 6." A siispoiiso ou suppresslo do jornal lera
lugar, so ni derogar du modo algum ai penas, em que os
autores dus artigus Recusados iiieorrerein, em virludo
dos meiM duus deoretij do abril de 1814, o de julho du
1815.
Art. 7. So as orfensas espoeifioadiis nns artigos 1.0,
i." e 3. frent oniunietlidas por mauatorulni, folli.is
avulsas, ou quaosquer outros esoriptos, o conrellio du
ministros tomar, sob un respouiabilidade, aa necessa-
rias medidas para reprimir o abuso.
I) ubi no |i.n;o, aos 18 du marco do 1810.
Cun a rubrica du S. M. a rainli.i.
Xavif.r ni: lii m.os,
Ministro du nierior.
[linee.)
Communicad
,;,.
vio ua nielliures quartos, virio os nuvus hosjiudes por
mesa em uma sala baixa, pintada a tronco, cum csse
gusto do ornato o cncantadro harmona do cores, que
se eiicuntro as mus miseraveis muradas da Italia sep-
tentrional.
Nio esqueca o'ligarlo na (rutas e enguroeloa, que
alelli baviao sido para elle um objeeto de consolaciu;
e nio cessava de repetir, quo com csse principio de uga-
salho efestim, com tanto que se SObasae fogu, uu buvia
quu desesperar.
Tuverino tuniou o atento! c o brrelo br.inco do cui-
nheiro, c mctleu facelauenle nios a obra, com o vigario,
naocsnha, de cuja arto dina saber rooravilhusus se-
gredos. Magdalena ajuduii a preta a preparar o quarto
de Sabim, e esta, varauda curo Leoncio, dvertiu-so
etu ver cantar e dancar us meninos na praca.
Quando ae accendrio as lusos, o a mesa fui coberta
do manjares simples o escolenles, reunirao-so os con-
vivas, o Leoncio fui procurar a passarinlieir.i, para dar
prater, disia elle, ao niarqucx ; mas Sabina uto se mos-
trou rnuilo satisfet* dessa persistencia as (locuras da
gualdadc. O estalajadciro exclamou:
Que! disse ello, pondo r. "i na roca, a rapar!
ga dos passsrua na companhia de Vv. illustrissiuias se-
nhoriis? Oh I bom a couheco, o mais do uma vez lliu
lenhu dado jnular degraca, por causa das lindas habi-
lidades, que ella sabo faier. Mas traies acaso, Magdale-
na, os leus lolinhos todos? Advirlo-lc, iuo, le he pre-
ciso dar a cada uto o aeu talher e cama,' nio lenhu ero
casa sullicienle baixella o Iravesscitus para tanta gente.
Aoda l, nimba Alba, vai comer i cosinua cum us cria-
ELKigAO DE D0CS SENADORES.
Urna das galantarlas da poca l.b a mentira com cer-
loardc velhacaria ; e mentir pura tiiar proveito ha a
industria, que mais honra, como antixainento era dlaer
a verdade em todo o caso, ainda eontra ai mesmo. Um
communlcado do /'. Auto de 30 de abril he a prova
desle meu enunciado, em ae um jagodes se assigna
Amigo do visconde de Goianna para duer, que nio vo-
tem nelle, nem por sombra I E que tal a amitade ? Nao
volem no visconde de tioianna, porque sou muito seu
amigo, di/, o tal lapux, mas vote.u em outros candidatos
i carga-serrada, porquo eu tenho mulla raiva delles.
Ora, eu, quo sou praieiro, desde que houve prala no
mundo ; eu, que sou de antes quebrar que torcer, Ire-
netico, gritador, e que tenho rilado, mais que nin-
guem, contra o parlido baronista, devo julgar melhor
que o tal ioxuodia acerca da ndole do partido praieiro.
Grite!, a gritel muito, contra o partido baronista por
dar preferencia a certos individuos nio flllios da pro-
vincia ; cliamei-lhes eslrangeiros, aventurelros, ganha-
dores ; e o quemis me irrilava era, que certos Per-
nambucanos niu lussem luinbrados para nada. Com-
migu fn7iao edro todos os cheles do partido praieiro ; e
ento um dos bomens, que sempre vinhio conversa-
(io, era o visconde de (joianna, como esquecido ou
preterido pelos eslrangeiros. Pouco a pouco fol-se o
caldo entornando, e as leicOes passadas (liemos al
guns praielroa forca da vela, para que o visconde fosae
lernbrado pelo partido nacional; maa qual I Apenaa
conseguimos alguns votos, e, i forca de ameacas, dar-
Ihe a presidencia da mesa do colleglo eleitoral do Re-
cite.
Agora est o partido nacional de cima e o baronista
de baixo, e lembra-se este do visconde, seja li pelo que
Cor, e di/cinus nos : agora he a nossa ves ; fura o vis-
conde, e venhio os eslrangeiros!! I Oh! lato be muito
feio para um parlido I Sejamos francos, meus Similo-
res ; qual be a nossa f poltica '.' Liberdade, garantas,
franquezas provinciaes, amor do povo, esobre ludo a
preferencia dos Pernambucanos para tudo ; ao menos,
foi.....sempre o meu credo. Acaso haveri alguem, quo
negu ao visconde du (oianna uma s das opinldes,
quo distinguen! o parlido praieiro ? Quom mais liberal
do que ello, quem mais popular, mais amigo do aeu
paiz, mais probo e mais iotelligenle ?
Se o partido praieiro assenta agora, que pude faier
pelor que o baronista, oxcluindo do seu selo os seus
proprlos correligionarios para admittir osestraobos, 4
titulo do conveniencias, neste caso j nio ba partido,
he urna sucia de ganhadores, com um capataz a frente ;
dessa laia do praieiros nio sou eu ; porque algo a re-
gra de quo Vulheus, primeiro aos leus. Nio quero di-
lercorn isto, que nao lavamos uma ou outra modifica-
cao, quando assim convenha ; mas mentir, calumniar,
apartar das urnas eleitoraes, com perfidia, a um bo-
mem como o visconde de Goianna, isso be indigno de
dos de Sa. ltelas; fura de gruja, eu te aebarei um can-
liulio no palheiro para dormires.
No palheiro, com arrieirns e palnfreiierus sena
iluvnla'1 dase o vigario. Su lio esta a vida, que levis,
Magdalena, leu!,o rasu du diier, que u vusso oslado da
vagabunda vos levar luuge.
Ora esta! be una enanca, aenlior vigario, re-
plicn o cslalajidoiro, oninguciu anda fecaau disto.
Sculiur cstalajadeiru, disse Sabina, queira mandar
por una cama no quarto da minlia preta; Magdalena
dormir com ella. Fia, quo esta menina nos seguase,
ella us tem divertido cora as suas habilidades, oeu res-
pundu pela sua seguranca.
Logo que V. altea so digna ntereaisr-ie por ella,
todo ser teilo rumo o ordena. N6s todos gustamoi
deata pequea : ella lio qu.isi uruo mgica! devo entio
pr-lhc prato nesta mesa ?
Funda, siui, respondeoladvG...,anciosa por ver
do frente e coro lu, quo progrosaos liavia foilo a inti-
inidadu da passarnlieira o du marques.
Fruslrou-ao-llie, poreui, a esporanca: estas duasper-
sunagens haviu-se turnado estranhas uma outra.
Magdalena eslava enlmenle familiar com Leonoio, o
rcsueilusaiucnte calma au p do Teverino. Este, que
t.m.i as liunras da mesa com uinrat ilbuau desembarajo,
icciijiava-so dclla com uma especie debindade paternal
o protectora, que filia sobresulur a benevolencia de son
carcter, aero em nada projudicar o decoro do seu pa-
pel. Era pouco lempo assentou Sabina, que so lia vio ea-
gauado, o o proprio vigario nada leve a diter das usa
ueirji do bello marques, o antes se iuolinou a desounhar


qualquer parclalidodo ou facclo, quanto mais do um
partido poltico.
Eu votarei em quom quierem ; porai, quando hy-
potbequo o meu vol para o partido, o primeiro nome
da miiiha lista ser o do multo honrado, muito probo e
muito patriota vlsconde de Goianna, ecommigo pcnslo
mullos prafeiros de cunlio, da cuja resnluclo nio os ar-
redar o /'. Novo, nem torios os Diarios do mundo. He
urna conviccao, he, talvoi, um fanatismo mas, so po-
de desculpar-.se um excesso de le as cousas humanas,
eu a tenho no nobre vlsconde, como o patriota mais
decidido, e como o Pernambucano mais honrado, que
conheco. Um praieiro s direilas.
Fatemos publicar este communicado pelo Diario de
Pernamhuco, listo que nao a quizerao acceitar no /'
Novo, como peta contagiosa, quo impestava suas dou-
trinas e feria seus interesses. Um praieiro s direilas.
Correspondencias.
Srs. Jlnl irlo'ci. lim quanto nao faro publicar pe-
lo prelo si defezst, que produzt, pcranle o Etm.Sr pro
Bidente desta provincia c o doulor juiz de diruito do
crime da comarca do lio-Formoso, contra a queia
que 0 odio, e o despeito de algutm, fez asi(nar contra
inin, por o infame Jos l.uiz da Silva Gumoraei, col-
lector do municipio do Hio-i'ormOEo ; rcgo-lbcs o
obsequio de inserir no sru coneciluado jornal ai inclu-
sas certidoes aulbenticas, eitrahidas dos carinos do
dito termo do Rio-Fortr.oso, e das (besourarias pro-
vincial, c da azcnJa desla provincia, e por ellas cu-
nhecer o publico, quo su un delapidador dosdinhei-
ros pblicos, como o dito Jos Luil da Silva Guimaraes,
seria < paz de ser dcil instrumento da mais injusta das
perseguicos, que so me promove, com o intuito lito so
mele de se inc arrodar da comarca do Itio-Formoso:
cuinprindo-inc declarar-Ibes, Srs. Iteilactores, que nao
be smenlo a quantia do mais do D: 000 t rs., quo (em
deliipidado a Dc|o rsso collector; outrss mail dclspido-
rfles me consla ti r ello feito nessa qualidado, como an-
da o prova.ei, icm que Ibe possio valer, para subtrahir-
fo das penas, que a lei Ibe impe, as resltuicOcs, quo
li'in elle feito s mesmos ihe.sourarias, quando ultima
mente leve de recolber osdinliviros relativos ao semes-
tre prximo (indo, c isto depois que assignou contra
miiii a celebro denuncia, quu so publicou pela im-
prensa, oque solicilci asrcrtiddes supramencionadas.
Com a | uiiligaio desloa linhas,5m. Itedactores, mui-
to olrigars ao seu constanlo loitor o nssignanto
Femando A [fumo de Mello.
a Um. ir inspector Di/ o bscbsrel Fernando
Aflonso de Mello, que, para bem de seu direito, Ibe be
neersiario, que V. S. Ibo mando passar por cerlidio,
por quem competir, vista dos livros recolhldos a cssa
thesouraiia por o collector desle municipio do Itio-For-
moso, Jos Luil da Silva Guirnarfies, quanto foi por es
le reculbido a mesnia (besouraria de siza do engenbo
Canoinba, o nielado do i ngenbo Silio-do-Meio, per-
(cnccntcsa Francisco Estoves da Costa, oirais herdei-
ros da finada D. (llura Mario dos Prazerra, o que lu-
an adjudicados viuva Cosa & Filaos, em 21 de a-
gosto do 185!), lancado a ll. 1 do litro da receita.
h tem, quanto se rocolheo de siza do ungenho Mu
tss Cabras, adjudicado a Jos Norberto Caitel-Branco,
em 8 de junho de 1840, lancado a 11.7 do livro de re-
ceita.
alletn, i|ui nto se recollieo de siza da proprieJado de-
nominada Para-yue, o urna parlo engenlio Dona ,
dos berdeiros da linada I). Januaiia Mara do Jezus, ad-
judicadas a Manuel Jos de Catiro Araujo, em lude
novembro do 1813, lancado a II. 1.
" lirio, quanlo rerolbeo de siza das tres quintos parles
do engenbo Sanio-Antonio-do Mscalo, que anema-
tnu em praca publica Gabriel Antonio, em 8 de marco
de 1844, lanzado a fl. 3 do livro de receita respectivo.
Nestcs termos P, bo Illa, Sr. inspector da the-
souraria da faienda desla provincia, Ibo mande passar a
pedida ccitido E It, M.
l'asse. Theiourari* de Pcrnambuc, 17dedeietu-
brodel8i5. Silva.
a Certifico, em cumprimenlo ao despacho relio, que
dos litros de receita de tiza da collectoria do llio-L'or-
moso, ii cargo do collector Jos Luiz da Silva Cumia-
rles etislentcs Delta lliesouraria, consta terem pago de
liza na mi tunco lectora, a saber : a viuva Costa &
I'ilbos, em 21 de agosto de 1839, pela adjudicado, que
Ibe oi feila, do engenbo Canoinba.de Francisco Ent-
lete! da Cotia, e mais berdeiros de 1). Ciar Mara dos
Pra/eres, a quantia de 1:040* rt correspondente a
Id: l(i(i,> t-. : Jus Norberto Ctitel-(tranco, em 8 de
junho de ISil, 1:300* is., correspondente a 13:000,
de n., pela adjudicarlo, que tambero Ibe oi feita, do
engenho Muilas-Cabras, dos berdeiros do finado Ma-
in el Aflonso da Mello, e D. Lourenca Cypriona Colla-
da, sendo B00 n. a tita, o 800s rs. em una ledra :
Manoel Jos de Castro Aroujo, em 10 de notemhro de
1843, 363*322 rs. c rretpondeolc a 3:533*226 rs.
pela adjudicado, que igualmente a elle foi feita, da pro
un pituco da efrVic&n, quo Leoncio niOMrjvn ii cas;
pequea tola, que ria-e para elle, c pareca cnlcva-
eoiitos tuaa divertidas ingenuidades.
To icriivcl, porcni, era eappelite do rabujentu, lio
poderutaa as delicia* da refeiclo, que no linimento, em
que elle peder ver claro e tornir-ie ralliador, Magda-
lena linvia dciado u rueio, e ti tiln adormecido, con, u
descuido da na idade, no grande ufa, ipi .m (oilai t >
liutpeilariai (lenes lugares urna a lula doa viajantes.
Do vez i-iii qnaml Leoncio, tentado peno tirase sol
Tollavn o contempla va-n, admirando esse ri pono d
innocencia, caa postura fcil, eciu cxpresiin nngclioa,
que n pci'lence idade juvenil.
Ellfllo na sobremesa, comarque!, delusivamente
orcupuilo rom lady G... falla va tobre lodat as cousa,
com superior inlenio ; ao lomos com eatt tuperiorda-
de, que ai mulhcret podem preciar: niait imaginarn
que tciencia, originalidadu pdica, toniibilidade exal-
tada. Sabina pouco e punco codeo de novo ao encanto
da tus palavra e do teu oibar. O vicario dcicmpciihavii
o oflicio de contradictor, como ictivera a pcilo faier
Lrilliar n eluquencia do mancebo, e uiiiiitlrar-llio arma
contra a frint dugmatica eacauhadn* prejuitot du mun-
do iifllcitl. Leoncio, que va Je mao humor a nnimaclo
da lady, peguu du seu lbum, abrio-o, e pot-to a esbo-
enra figura dapaitarinlieira, teui o envolver na ctm-
veriac&o.
Toda a roulher d'alta plaui naicociina, c Sabina llo-
va tido lio exactamente adulada pela ana belleza inconi
prledde Para-Que, e ama parle do engenho Dona, do'
berdeiros da finada D. Jaouaria Marfa de Jess: e fi-
nalmente Gabriel Antonio, em 8 de marco de 1814,
1.-1)04/200 rs., correspondente a 10:0121000 rs., por
quanto arrematou, em praca publica, tres quinta) par-
les do engenho Santo-Antonio-do-Mascate.
He o que consta dos supraditoi litros, aos quaes
me reporto.
u Cartorio da Ihesouraria de Pernambuco, 22 de de-
lemliro de i.si.S. No impedimento do cirtorarlo, o
terceiro escrlpturario di contadoria
Jos Francisco Concalves.
u lllm. Sr. inspector da thesourana provincial.
Diz o hachare! Fernando Alfonso de Mello, que, para
bem de seu direito, Ihe he necessario, que V. S. Ihe
mando dar por certido, per quem competir, vista dos
litrot de receita, recolhidot a essa thetouraria por o
collector do municipio do Rio-Formnso, Jos Luis da
Silva Gulmaies, quanto foi por este recolhido de aieia-
siza correspondente qoaotia de 8:890^000 rs., por
quo lorfin adjudicados a Manoel Jos de Castro Araujo,
em 16 de notembro de 1843, treie eteratot dos berdei-
ros da finada D. Januarla Mara de Jess, cuja mela-si-
ta se acha laucada a I. 2 do litro reipectito.
" llem, quanto foi recollildo.da meia-siia correspon-
dente 6 quantia de 449/000 rs por que arrematou, em
praca publica, o mesmo Castro Araujo a cscrata Joan-
na, Angola, e seu fllho Euzeblo, crioulo, laoeada esta
meia-siia a I. 4 verso do litro respectivo, em 8de mar'
co de 1844.
llem, quanto foi recolhido da meia-siia correspon-
dente 4 quantia de 6:09l#00ll rs., porque arrematou,
em praca publica, Gabriel Antonio, em 8 de marco de
ISil, a> tres quintas partes do tinte e sete escratot da
fabrica do engenho Sanio-Anloolo-do-Mascate, laucada
a I. 4 verso do livro respectivo.
" tem, quanto foi, Analmente, recolhido de rneia-
tiza correspondente quantia de 1:760^000 rs., porque
arrematou o mesmo Gabriel, em 8 do marco do uies-
nio anno de I Vi, os sete escravos, de nomes Antonio,
Francisco, Euzebio, Antonio, Francisco, Antonio e Ma-
ra, fincada a f. 4 terso do mesmo litro de receita.
Netlet termos, pede ao lllm. Sr. inspector da Ihe
sourariu das rendas provinciaei Ihe mande pastar a pe
dida di lidn, e receberi merc.
l'atso. Tin murara das rendas provinciaes de
l'ernambuco, 17 dedezembro de 1845. Lobo.
u Em observancia do despacho retro, certifico,
que, revendo o litro de receita de mela siza dos escra-
vos da lollectoria do Itio-Formoso, que servio em o an
oo linanceiro de 1842 a 1844, dille, a f. 2, consla ter o
collector Jos Luiz da Silva GulmarSe recebido, no dia
10 do novembro de 1843, de Maooel los de Castro e
Araujo, a quanliu de U0|000 rs .correspondente de
-':!<(Oj-otrn rs., por que Ihe forao adjudicados f 3 escraVoi
dos berdeiros da finada I) J inuaiin Mara do Jess.
Certifico mais, quo do mesmo litro, a f. 3 veno,
consta, que o supracilado collector recebeo, no dia ti de
marco do 1844, do referido Maooel Jote de Castro e A-
laujo, a quantia de 20^000 rs., correspondente de
400/000 rs., imporlancia, porque arrematou, em pra-
ca publica, a escrava Joanna, do gentio de Angola, e o
lilho da mesnia, Euiebio, crloulo.
i Certifico igualmente, quo do mesmo litro, a f. S,
consta, que dito collector, em 8 do mei de marco,
cima dito, recebeo du Gabriel Antonio a quantia de
0'iJSs0 rs., correspondente de 4:091/000 rs., impor-
tancia, por quo arrematou, em praca publica, ai tres
quintas parles de vinte e sete escravos da fabrica do
engenho Santo-Antonio-do-Mascate
Certifico, finalmente, que do precitado livro de re-
ceita de nuda -siza de escravos, a folhas 3 veno, consta,
que o moncionado collt-clor, om 8 do mesroo mes de
marco de 1844, recebeo do predlo Gabriel Antonio a
quantia de 68/000 rs., correspondente a de 1:360/rs.,
importancia, por que arrematou, em praca publica, o
sele escravos, do nomes Antonio, Francisco, Euzebio,
Francisco, Antonio o Mara,
lie o que consta do referido livro, ao qual me' re-
porto ; e para constar, passo a presente.
Contadoria da Ihesouraria das rendas provinciaes
de l'ernambuco, 17 de dezembro do 1845, f igesimo-
quarto da independencia e do imperio.
Francisco Anloniu Cavalcanti Cousseiro.
a Ocserivao Joiiii l'inlieiro da Palma, rcrendo na ac-
ta de exerucao do nenenla da viuva Costa & Filhm
cuntrn Frunriiro Kntcvcs il.i Costa, e iiiuit herdeirot du
no finida inullier, I). Clara Hera dos Praxcrea, d, por
i-ertiilao, n tetir do ltlliele do lita, que pngou a mesilla
viuva Cosa & 1 i Un ii. dn IfnnorUnoit, por quo Ihe forftu
adjudicados, no 21 do agosto de 1839, o engenho Ca-
noinlin, u roeUde do engenho Silio-ilo-Moio.
llem, revendo us autos de execucte de Manoel Card-
lo da Fouscia contra a viuva e mais herdeirus de Mu-
noel Allomo do Mello, d, por eerlidio, o leer do bi-
llirlc da riza, que paguu Joto Nni berlo Cattel Branro,
importani'u, por quo 1 lio foi iidjidicado, um 8 do ju-
nho de 1S41, o angenlto Minut-Cabr.it.
nlti'Bi, revendo os autos de exemeo du Manuel Jos
du Catiro Araujo, por s, c romo cciionario do Jos
Jti.iiiiiiat de Miranda, du Jure Antonio B.islns, eoulra
oa Iterdeiroa da finada D. Januarla Mira de Jezut, d,
por cerlidlo, osliilhelea de tiu e incita-titat, que pa-
(oii o metmo Castro Araujo,ta impurlanci.i,pnr que ibe
torio adjudicada! a propnedado denominado Ptra-Quo,
o urna |tiir(o do engenho Dono; treto cscravoa, e da
-----------------vi- >H>,V\l*tl lili llin-j VI ll( .I", ni IIIIOIO* Hltlllll.1 ii mu t.j
paravel^o .tu biillunte oiprilo, que a atteneio cotice- firar dormir to luave e lio pura.
dida a ijualquer nutra cralo, deteu lexo, em tua pre-
srnca, detia infilliviliiieutu parrccr-lho mu ultrnge.
Como tn> hbil eiu disiimular icuimnvinicntoi inimot,
t os exprima lob (rnia do gracejo; mal produiio
nelln uiua ncccisidado de vngaiija immcdiala, e a vin-
ganca dalouraria, emtemelhanlu case, he procurar otf
tras homenaguns, e luiitur nisio uiu prozer proporcio-
nado .i affriinln. Abaiidonou-ie, pulanlo, du repeiilu as
tedueces de Tcveriuo, c nao se pode canter de o faiur
sentir a Lconvio, etuiiocida da vergonho, por quu llu-
via pausado, quaddo Tevcruo pareca eulreler-se com
.MugdiiK n,i.
Leoncio, quoconiprcliendia pcrfeilamenle oitejogo
cruel, e quo linha, por Htenles, a fraqueza de ter pur
ellcatlingido, quii tor a furca do detprea-ln; mas,
terVinde-te dat mesmas armas, expox-io muilu a ter
vencido, lio grande admiraciu affectuu pelo ten mo-
delo, tio fervoroau atlciicau poz no ieu trabalbu, quu
pareca lurdo c cegu para ludo o mui.
Leoncio, diiicSabiua, examinando o ten irabalbu
cilou certa, que us tai ah umu ubra prima, porqu
nunca o vi lio inspirjilo.
Nem en jamis vi coma lio encantadora oomo ci-
ta tlonuiulioea do quaiocee anont, ru.pundoo elle ; que
bella idadol qui.suavi.ladu noi moiimentos que'tere-
nidadu na imn.ubilid.ido das fecoa! Adroironi une
libaras, que tambera ttoarlitUt pelo lemiiuenlo n-
lelligeneii), o uJSnfesseni, quu imnliunia bellcia de cen-
tenoia, nenliuma raullier d'alla plana, tu poduria uiui-
Por que arrematou em prtfa publioa a emrava Joanna,
Angola, e leu fillio Eutebio, erioulo.
!lem, revendo, finalmente, ot aulot de exeouco de
Franciioo Antonio do lieeira & Filho, e outroi, con-
tra ot berdeiros do finido Joi Thomai da Silva, d
por ccrtidAo, o bilhetei dosita, o meiat-titat, que pa-
gnu Gabriel Antonio, da importancia, por que orreina-
lou, em praca publioa, trae quintal partes do engenho
Santo-Antonio-do-Mascate; ai Ire quintil partea d
violo c sete escravos da Cabrica do dito engenho ; o us
ele cicravoi do nonici Antonio, Fritnoian, Euzebio,
Antonio, Franeieco, Anton+o, u Mara. Aiiim o cun-
pra o com urgencia. Rio-Formoio, 20 de novembro de
1845,AWie.
a Km cumprimenlo e portara supra, certifico, que
os bilhetes do sizas e meiai-sizss menciooidoi em dila
porteril, slo dos loores seguinte:
Collectoria do diilricto do Rio-Formoio Anno
inaoeeiro de 1839 a 18*0Numero 2Ci6t=A o
Ibas I do litro de receita, tica lancsda a quaolia de
l:840f rs em cdulas, que pagarlo os Srs. viuva Cos-
ta & Filbos, em 21 de agosto do dito anno, de siis cor-
respondente a quantia de 16:400.000, importancia
por que Ibes foiSo adjudicados o engenho Cinoioba. e
melado do engenho Sitio-do-Meio, que eriio de Fran-
cisco Estoves da Coila, emaii berdeiros da finada D.
Clara Mara dos Prszeres. O colleelor, Jos Luix da
Silva (uimaraes O escrvo, Jco do Rcgo fiscr-
roEitava no terso a rubrica -Machado,* o sello na-
cional.
Srguo-so o hilbelo de liza da adjudicarlo do eo-
genbo Miiitas-Cabras, que be do leor seguinte :
u llccohedona das ronds inlernn da collectoria do
Rio-Formoso Anno linanceiro de 18401841N.*
28SiasA folhas 7 do livro de receita, Gcalocada a
quantia de 1:600,000 rs. em dioheiro, e urna leltra a
vencer, que pagou o Sr. Jos Norberto Caitel-Bra.ico,
em 8 de junho do dito anno, de liza correspondente a
quantia de 16:000j rt., importancia, por que Ibe foi
adjudicado o engenbo Muitat-Csbrai. O collector, Jo-
sr .uit da Silva (uimaraes. O eicrivRo, Antonio
de Paula Madurara -Litiva oo terio-^oreo Jnior -,
e o solio nacional.
Seguem-se os bilhetes de siza e meias-siias, que pa-
gou Manoel Jos de Castro e Araujo, os quaes slo dos
leores seguintes:
lleceb doria das rendas Internas do municipio do
Rio-Formoso. Anno linanceiro de 1843 a 1844.
N. 7. Sisas. Ks. &S3|322. A folhas 1 do litro
de recelta, Oca laoeada a quantia de 553/322 rs., que
psgou o Sr. Manoel Jos de Castro e Araujo, em 16 de
novembro do dito anno, de sita correspondenle a quao-
lia de 5:533/>l rs., Importancia, por que Ihe foi ad-
judicada a propriedade Para-Que, e urna parte do en-
genho Dona, dos herdeiros da finada D. Jaouaria Maris
d e Jess. O collector Josi Luiz da Silva Cuimar&cs.
O escritio Antonio de Paula Madurara. Ettava
no veno a rubrica =Machado, e o sello nacional.
SegulSo-se os bilhetes de meiss-sitas, dos teores
seguiutes :
a Collectoria do municipio do Rio-Formoso em Per-
na mbuco. Anno linanceiro de 1843 a 1844. N.ll.
Meia-sits. Rs. 1"2/000. A folhai 2 do livro de
receita,flca lancada em debito ao actual collector a quan
lia de 172/000 rs., que pagou o 8r. Manoel Jos de
Castro e Aiaujo, 6 do novembro du dito anno, de
meia-siia correspondente quantia de 3:520/000 rs.,
por que Ihe forjo adjudicados trete escravos dos ber-
deiros da finada D. Januaria Mara de Jess. O col-
lector Jos Luix da Silva (uimardes. O escrlvio An-
tonio de Paula Madureira. Eslava o no verso as-
signado = Manoel Carneiro de Sousa Laceran, e o
sello nacional.
Seguia-se o outro bilbeite de mela-siza seguate :
a Collectoria do Rio Formoso em Pernambuco.
Anno lint.nc.iro de 1843 a 1844. N. 24. Meia-si-
sa. Rs. 29/450. A folhas 4 verso do livro de re-
ceita, flca tangida em debito ao actual collector a quan-
tia de 2/450 rt., que pagou o Sr Manoel Jos de Cas-
tra o Araujo, en, 9 de marco do dilo anno, de mela-siza
correspondente quantia de 6.49/00U rs., por que ar-
rematou, em praca publica, a escrava Joanna, Angola,
eo fllho Euieblo.crioulo.O collector Jos Luiz da Silva
(uimurdu. O escritio Antonio de Paula Madurei-
ra. Eslava assignodo no verso = Manoel Carneiro de
Souta Lacerda=, e o sello nacional.
a Seguem-se a siza e meas-sizss d'execucio do Mas-
cate, que sao do leor seguinte :
Collectoria de diversas rendas geraes do municipio
do Itio-Formoso. Anno floanceiro de 1843 a 1844.
N. 14. Sisas. Rs. 1:442/000. A folbas 3 do li-
vro de receita, Oca laoeada a quantia de 1:442/000 rs.,
que pagou o Sr. Gabriel Antonio, em 8 do marco do di-
to aooo, de sita correspondente quantia de l4:420/)f
rs., importancia, por que arrematou, em praca publi-
ca, tres quintas parles do eoRenho Santo-Antonio-do-
Mascate. O collector Jus Luis da Silva (uimardes.
O escrivio Antonio de Paula Madureira. Eslava
po verso a rubrica Manoel Carneiro de Souz Lacada,
e o sello nacional.
i. Segue-se um dos de meia-siia do loor seguinte :
Sou completamente da la upinilo, responden
Sabina n'um tuns de admiravel detiuleraiae, e aposto,
que he tamben* a do marque!.
Niu permita feo, quo meatioeie a teiueih.nite
blaipliemia I retpondeoTcteriiiu. A bellota he o que
ella lie, e, quando no perdcmoi mi comparttOei, cri-
ticamos, iito he, lineamos gelo subro uipreisei abra-
sadoras, ile a molostia dos artilla! du uotsu lempo i
votlo-ie a ccriui l) pos, e pruleudoiii marcar i belleta
limite* forjado! nos teui pobres miollot; nio aeblo
mus o bullo por intmelo, o ludo lulhet revela otravs
da sua arbitraria Ibeoria. Etlo quer a belleza poderota
c floretenlo, i maueira du Kubens ; aquello que-la ma-
gra o delicada, como o pliantanuas dat bailada! alle-
mca; outro a querer! retorcida e varonil, cumo Al-
berto Durer ; etl'outro retozada e fre, oomo ot musir.
primitivo!.' E ludavia, ludut e.-iei uutigoa meitre, to-
das en nubret escolai teein leguido um inilinclo ge-
neroso ou ingenuo ; eeiu lio a rasan, por que attuaa
obrat sio originaea, e agradao tein is aatemelliarem.
O verdadeiro artilla lie aquello, que lem o tentinieniu
da vida, que guza de todas aa coutat, quo obedece i
inspiradlo teta a examinar, o que ama ludo o que be
bello tem fuer categoras. Quu llio importa o nouie, e
ornato, o ot'cottutnet da belleza, que admira? O sello
divino pude apparecer-llie em um quadro aljectu, o a
flor da iunocuiioia rnica residir alguioai vetea na
fronte de urna rainha da trra. A' elle pertouce, como
creadur, taxer daquclla, que o encanta, urna paalra ou
uni.iiu.penit.il, conforme at ditpoticOet da tua alma,
e aa lueeisidadca do seu corceo. Voti be utas gran-
a Collectoria do Rio-Formoso em Pernambuco
Acno linanceiro de 1843 a 1844. N. 29. Mela-tiiT
Rs. 304^650. folhas 4 verso do livro de recejt.
Dea laceada em debito ao actual collector a quantia d,
304/550 rs., que psgou o Sr. Gabriel Antonio, em 8do
marco do dito anno, de mola-sita correspondente
quanUa de 6:091/000 rs., Importancia, porquearre*
matou as tres quintas psrtes de 27 escravos da fabrica
do engenho Santo-Antanio-do-Matcate. O collector
Jote Luil da Silva Guimaraes-----O escritio Anin,,.
4t Paula Madureira. Ettava assignado no verso ^
Manoel Carneiro de Souia Lacerda-, o o tallo n,.
cional.
Segue-se o ultime de meia-slta do teor seguinte:
k Collectoria do Rio-Formoso em Pernambuco. _
Anno flntncelro de 1843 a 1844. N. 23. Maia-ii-
ta. Rs. 88/000. A folhas 4 verso do litro de rt.
celta flca laucada em debito ao aetual collector a quin.
tia de 88/000 rs., que pagou o Sr. Gabriel Antonio, ni
8 de marco do dito anno, de meia-slta corresponden**
i quaoiia de 1:7GO/0U, Importancia, psr que tiretni.
lou, em praca publica, os sete escravos, de nomei Arj.
tonlo, Francisco, Euzebio, Antonio, Francisco, Antaulo
e Mara. O collector Jos Luis da Silva Guimarit,
O eterivao Antonio de Paula Madureira. Ettt
no verso assigoado Manoel Carneiro de Souza U-
cerda, eo sello nacional.
E mala oSo continua dat aitat e raeiattliti exig.
das na portarla retro, em cumprimento da qual ptiM(
a presente neita villa e comarca do Rio-Formoio, prr.
vincia de l'ernambuco, aotSO de oovembro de 1845. -
Em f de verdade. O eteritao
Jodo Pinheiro da Palma.
Sn. liedactores. Ssbbtdo, 9 do correte, deiiou
as nossas plsgas, para nuoca nuil as tr, o Sr. 1).
Francisco do C. de M. C o C., cuja amencia ie tortt
tanto mais sentivel. quanto incalculatel tua falla aoi
l'erntmbueanoi Osmolivoi, que operario a toa u-
bidt, sao de urna natureza tal, que eu o calara, te nio
julgitie de restricta obrigicio prevenir os meui ttme-
Ihantes contra o lacos e ardil de miseros tvcofsatis,
que, rsladoa pela ambicio e pela nteja, nio se recu-
sarlo torpeza de promover, pelos meioi, ot mais it-
dignos, a ruina do Sr. D Fraucitco E quem, justo
Dos, quemseriio os instrumentos de tio horrival ia-
famia ? Ab os incumbidos dette manijo iniquo nio
forio oulrot, tenio tres individuos, patricios doSr. D.
Francisco, irmios d'btbto do Sr.U. l'ranciico, e, como
elle, emigradoi por idnticas circunstancias! TresPor.
tuguezet, tret sscerdoles, Iros emigradoi, lorio o mei-
mos, quo, com a astucia da serpente, ecomamilicii
tmente delles, conseguirlo, que suss intrigas tiliuj.
mas Irumpbassem em detrimento da innocencia e cari-
dura do Sr. D. Francisco.
Eu eslremeco com lamanba indignidad.! I Ot Per-
otmbucaoot, anda meimoaquellei, que, nos primeiros
tempot da cbgada do Sr. U. Francisco, liverio com el-
le ligeiras desovoncas, nao lorio captzei nunca de o
maltratar; pelo contraro, etquecdot deludo, derio-
Ibe aempre at maioret demonstrantes de benetoleocii,
e senlem hoje commigo a sua falta ; entretanto qua
seus proprios patricios nio se peijrlo de lazer-lbe o
que se sabe Oh 1 tres Portugueses degenerados! E
como tot nio encheit de confuii, a villa de um pro-
ceder tic iniquo e revollaate ? Emfim, porversos, oSr.
D. Francisco regresa pire a tua patria, que rcclimou
Ol seus servaos a'!:
Usis.
'
, Potisnazet,
suat tirludet terio aquilatadas polo apreco, que Iba nt-
gastes aqu, ea memoria das vossas infamias Iba ser*
serapre indelevel.
Terminare aqu, e quando a minba iruaginscio el-
tiver mais um pouco arrelecda, eu paleoleare mioda-
menteatcircumitanciti, que intervierlo netle nego-
cio, e fsrei lambem conhecer, quaes lorio (posto qua
devem ter bem coobecidoi) ot laet padre .porluguezei
e emigrados, que compromeltrio o Sr. D. Francisco,
/m tnimtoo dos intriganUs.
COMMEBCIO.
Alfaadega.
Bendimeiito oo du 9.................2:143*693
Desear rcgo" o hoje 11.
BrigueFloraca tio.
GaleraColumbusmercadoriot.
BriguoFtlodem.
PoltcaErnestinadem.
Consulado.
Bendihento do du 9.
er'............................
Pr"el..........................
da artilla, Leoncio, para fazer den* loura lerrana aaii
Santa Isabel de Hungra, e eu [El io anchi son pillo"'
puii que tinto, e pens, e amo) noato vr a Uvalrit da
Dante 10b o prelot eabellat de niyl.uly.
Parece-me, Leoncio, ditto Sabina, lisongeada dis-
te ultimo trecho, quo o-marques esta inlciraraenie da
aacordo com aa tuas idoiai sobre a arle, e qua ossenlio-
ret i dtfferem na oxprestlo. Mas, que lindo dese-
nlio lie esse, que Iho sai do lbum? PermilM-ma
v-lo.
Perde, acnbora, adrirto-lhe, que he um eaied
lobrcon. Tutia.ia, lo quer v-lo, o meu Fauno est
anas vestido de folliagein, para nio torear o leiihor vi-
gario a lirar-lb'o daa moi, e ello tem na la igreja tan-
lot muito menos autterot.
Subcrbo etboco! ditieSabiua, ao ver o betqnejo,
que Leoncio havia i'ilo, I niargem do lago, por Tevc-
rino. Eii-aqui urna encantadora pbantatia, urna nobre
allilude, e urna delioiota paiaagein !
' Eu, dine o vigario, aohti, que ene figura parce-
te cun o lenhor marquez uumu dual (otas d'agoi.
vcslissciu tssitu, dr-ie-hia, quo o tenhur quiera lira'
ten retracto; mai, o final, o habito nio fti o muiigei o
bem vejo, que o tenhur jioi ah a cabeca delie cusa bv
lencio, ou seiu ella.
Tio bem gravado lenhe na lembraiica o a bella
rosto, diste Leoncio, lanzando ao aoo marque! um ol"*'
ligiiiHcalivo, que muilat vetet vem elle naluralnc^
uullocar-tc-mo naponta do relo, quando proeoro'
perteiciu.
1:089/937
174*233
1:264*170



PRACA DO RRCIFE, 9 DE MAIO DE 1846,
AS TRES HOKAS DA TARDE.
II ti VIST \ SEMANAL.
Cambios Houverio transaer&es avulladas 26 >t, e
nlgumas a 26 'A e 27 d. p. 1 ra.
Assucar Foi procurado a liOO n. a arroba obre o
ferro do branco, e a 1*200 ra do mascava-
do encallado; de 2*300 a 2*700 rs. a ar-
roba do branco emaccado e emborricado;
o de 1 *630 a 1*700 rs. a dita do mascado
dito dito.
Algodio Diminutas entradas, |e lom diOereoca de
prejo.
Couros Sen alterajio.
Aleatrio sueco Vendeo ae a 8*800 ra. o barril,
llacalbo O deposito he do 1,800 barricaa, nio leu-
do bavido entrada!.
Carne aecci Com um earregamento entrado esta se-
tnana, o deposito be de 50,000 arroba,
aenu o prego, de 5*200 a 2*800 i,
arroba.
Plvora Vendeo-ae de 250 a 280 ra. a libra.
Entrarlo na aomana 19 embarcacOea e sahirio 18
existin lo no porto 81 : aendo 1 americana, 3 auatria-
caa, 41 braiileiraa, 1 belga, 1 dinamarqueza, 2 fran-
cesa!, 1 hamburguesa, 10 ingieras, 2 norueguensea
8 porloguozas, 9 aardaa e 2 aoecai.
Movimento do Porto.
Naviot mirados no dia 9.
S.-Matbeus ; 9 diaa, aumaca braailoira Hozar io-dt-
Maria, de 78 toneladas, capillo Joaquim Jos Fer-
reira, cquipagem 10, carga firinha a vlanoel Jo-
t Pereira
Rio-da-Janeiro; 26 diaa, brigue braaileiro Autlral,
da 186 tonelada*, capitio Antonio da Fonaeca Cu-
cha, eqoipagem 11, carga carne; a Amoritn Irruios.
dem pela Babia, 13 diaa, e do ultimo porto 4 pa-
quete inglez Su> ft, commaodanle Dooglaa. Segu
para Falmoutb.
Naviot tbidos no meimo dia.
Cork; brigue ng'ez//tirn, capitio John Edwortb,
carga a rhesma, que Irouie.
dem; barca ingleza Jokn-Pomtt, capitio Jobo llum
phrya, carga a meama, que Irouic.
dem; escuna iogleza Commodore capitio Patrick
Killen, carga a meama, quetrouie.
Lisboa ; brigue portuguei 2'riumphante, capitio Pau-
lo Antonio da Rocba, carga assucar. Passageiros,
Jlo Piolo de Lemoi Jnior, com aua familia, Ms-
noel Carneiro daCunba, Braiiteiros; D.Francisco
do Coracio de Mara Cardoio e Castro, com 1 cria-
do, Joaquim Maria Bibeiro deAndrnde, Antonio
Pereira de Barroa, Antonio Lucio Bolelbo Joio
Venancio Machado, Francisco Manocl Baptista ,
Portuguezcs; Matbeus Castagna, Ingle.
Triesto ; brigue austraco S. -Andr, capitio Nicolao
Copaniiza, carga asscar.
Havre-de-Grace; briguo Ironcei Rcaujtu, capitio Re
duchaool, carga assucar.
Lisboa; brigue braaileiro Virialo, capitio Augusto
Antonio de Couto, carga assucar.
Naviot enlradomo dia 10.
Mar-Pacifico, lando sabido de New-Bedford, ha 19 ma-
tea,galera americana Amlkytt, do 360 toneladas,
capitio Josepb A. Bay, equipogem 30, varga aiei-
te de peiie ; ao capitao.
Putagooia ; 31 dias, barca inglesa Conttalation, de
330 toneladas, capitio John Fullaton, equipegem
20, carga guano ao capitio.
Navios aludos no memo dia.
Rio-do-Janeiro; patacho brasileiro Paquete-do-Nio,
capitio Jos Maria Regia, carga assucar. Patsagei-
nho quier vender, mande ao metmo araenal sa pro-
posta, ero carta fechada at o dia 11 (hoja) do cor-
rele mea.
Directora do araeoal de guerra, 8 de maio de 1846.
O escripturario,
Franeisto Serfico d Astit Carvalko.
O Illtn. Sr. iospector interino do arsenal do ma-
rinha manda faier publico, que comprar, no dia 12 do
corrento moa, pelas 10 horas do dia para o orneci-
mento do almoiarifado oleo de liohaca tinta bran-
ca e preta e aeccante ; aendo todos estes objectos de
primeira qualidade,' e a porcio da compra de cada um
aquella que na occasilo se julgar conveniente; de-
vendo os preteodeoles a venda delles apreteotar para
islo, as respectivas amostras, acompanbadas de suas
propnslas, nesse dia e hora.
Secretaria da iospeccio do arsenal de marioha de
Peroimbuco, 9 de maio de 1846.
O secretario,
AUxstidTt Roen** do Anjot.
Seri fechada a mala para Falmoutb, pelo paquete
iogle Sui/t aa quatro horas da tarde de terca-
feira, 12 do corrente, oo consulado britannico, ra
da Crui. Consulado britannico, ra da Cruz, 10 de
maio de 1846 Gorsriy,
Vice-coosul.
k O abaiio asaignado, encarregado do consulado de
de S. M. Sarda em Pernambuco em virlude do avi-
so recebido do cnsul geraldo S. M. Sarda, no Rio-de-
Janeiro participa aoa consignatarioa ecapities de na-
vios sardos oesla praca, que, quando ditos navios se des-
tinem para os portos do estado oriental, bajo de apre-
sentar os seusmanifestosaoagenle daquella repblica, na
falta do que, cstio subjeitos a pagar urna mulla quan-
do la ebegarem. Pernambuco, 7 de maio de 18i6.
O encarregado do consulado sardo,
Thomas Fortler.
de massas no estado, em que se aohio, viudos pelo br-
gue sardo Aldbiade : boje, 11 do corrente. *s 10 ho-
ra* da manhia om ponto, no armazem do-J. P. Jaoo-
me, ra da Madre-de-Deos, n 9.
- James Crabtree & C. farifl leilio, por intervon-
tio do oorretor Oliveira de grande veriedado de fa-
zendaa propriaa do mercado para fechar contas : ter-
a-feira 12 do corrente as 10 hiras da manhaa ,
no seu armarem ra da Crui.
Avisos diversos.
O POSTILHO,
novo peridico, i 20 rs. o eietnplar ; acha-se 1 venda
na hvrana da praca da In lopendencia, ns. 6 e 8.
n. 108 acha-so a venda na praca da independencia,
livraria ns. 6e8.
Avisos martimos.
ros, Pedro F. Fury, Josepb l'sscoal Franceres, e
3 escravos a entregar.
Colinguiba ; sumaca braaileira S. -Joaquim, capilio
Antonio Semeio dos Reis, em lastro.
Edita!
Miguel Archanjo Monleiro d* Andradt, officiai da
imperial ordem da Rota, cavalleiro da de Ckrislo ,
inspector d'al/andega de Pernambuco por Sua Ma-
gMude Imperial, que Deo guarde, ele.
1' ai saber, que no dia 11 (boje)do corrente, ao meio
di*,ena portada alfandega, se bao de arrematar2(ica-
deira* no valor de 56,000 r*., impugnada* pelo feilor
a c oferente Gustavo Jos do Reg, no despacho por
lactura de Luii Paulino: sendo dita arrematarlo sub-
jeila ao pagamento dos direilot.
Alfandega, 9 de maio 1816.
Miguel Archanjo Monleiro de Andrade.
Declaragoes.
O arsenal de guerra tem de comprar quatro mil
ps de taboas de pinito ; a pessoa que o meamo pi-
= Para o Rio-de-Janeiro e Porio-Alegre tenciona
labir, na presento (emana, o brigue Occtano: o que so
fat certo a quem tiver escravos para oo mesmo embar-
car.
= Para o Rio-de-Jaoeiro segu breve o brigue
Altano por ter suflioiente lastro ; pode, porm, roca-
dor alguma carga, escravos e passageiros : quem qui-
er carregar, pode communicar com o capitio, ou com
Amoriro Irmios, na ra da Cadeia, o. 45.
Para Macei segu, na presente semana nio
havendo inconvenientes, o patacho Flix-Unido ; po-
de receber alguma carga : quem preleoder. pode en-
tender-so com Amorim limaos, na ra da Cadeia
n. 46.
Vende-se o patacho Felicidad do comtrucjio
brasileira, forrado do cobre, de 136 toneladas promp-
lo a carregar com todos os seus perlences urna boa
lancha e bote : parase eiamioar a bordo tundeado
defrnnte do eaes de palacio, e para se ajustar com Amo-
rim I roaos, na ra da Cadeia, o. 45.
Para o Maranbio o bem conhecido brigue na-
cional Allante, forrado e pregado de cobre, subir no
dia 26 do corrente, por ter de sabir com a carga, que
tiver; recebe assucar a ICO rs. por arroba, e os mais
fretes a porporcio : quem nelle quier carregar, ou ir
de passsgem, para o que oflerece escolente* commodos,
dirija-se a Francisco Severiano Rabello & Filbo, ou na
ra da Cadeia-Velba, o. i, a fallir com o capiio Cus-
todio Caetaoo.
Para o Rio-de-Jaoeiro sabiri, breve a veleira
sumaca Oliveira : quem na mesma quizer carregar ,
ou embarcar escravos, pode enlender-se com Amorim
Irmaos, oa ra da Cadeia n. 45.
Para a ilha Terceirae S. -Miguel sahe imprete-
rivelmente oo dia 15 do correte o bergantim porlu-
guez Terceira, capitio Casimiro Maria de Unto ; re-
cebe carga e passageiroa, para os quaes tem eicelleotes
commodos: us preleodenles dirijio-se aos consigna-
tarios Oliveira Irmios & Coinpanbia na ra da Cruz ,
n. 9, ou ao referido capitio.
Para Lisboa sabe, com a maior brevidade possi-
vel a mui linda e veleira escuna porlugueza Milhei
ro-Primeiro, do primeira marcha forrada e enesvi
bada do cobre; recebe carga e passageiros, para us
quaes lem os molbores commodos potsiveis : os pre-
tenderes dirijio-se aos consignatarios Oliveira Irmios
dtCompaobia na ra da Cruz n. 9, ou ao capitio
Joio Ribeiro Palha.
= Compra-so ou freta-se para Mossor urna
barcaca : quem a tiver e quizer lazer este negocio, ap-
pareja, nesles tres dias na ra do Vigario sobrado
n. 23, primeiro andar.
Leilries.
E ii aenhor p-lo n'unia paiagem do noaso can-
to, arcreaeenlou o vigario. Eii-aqui oa nossoa peque-
nos lugos, c as notaos grandes inmitanlia*, nonos p-
nheirna e riottoi rnchedos ; be feito ao natural. Veja
la, aenhor inarquei!
A postura lio ba, disse iraiiquillainiilo Tevcri-
no, e a coiupoeijio linda, mas o desenlio frico ; rilo be
a mellior cousa, que o Doaaa amigo lenha feito.
Eu acbo ptimo, diaso Sabina, que'nio podio des-
pregar olhus densa figura.
Pilis bem! fajo-lhe della bomenagem, diase Le-
oncio com irona ; se nao ochar este eoaoio indigno du
eu lbum, recordar-lhe-ha, ao menos, um dia ventu-
roso, o emujOca vivas.
Quero antes, que me d o dosenho, quo oeste mo-
mento tira, respundeo lady G... assuatada do toin de
Leoncio. Pareco-me, que po nelle empenlio e amar.
Nao, nio, este cinto odnu, rcplicou Leonoio,
i fechando, no lbum o esboco de Magdalena, o tirando o
I ulro anu Fas um lempo magnifico, disto o marques, ohe-
I gando a jenella cun ar dticmborajadc. A la ullumia
corno a aurora. Vamos nos ver a eidade? Amanilla tu-
llo aera menut bello, e ter perdido o seu prestigio.
Vamos, diste Sabina, crgueodo-ae.
Bu, pfdir-'llii-bfi permusiu de ir ver a miiiha ca-
["', ditie o vigario ; estou morto do caniac.
Que! por liaver viajado tele ou oito leguas em
' , Nio, asas pur haver tido calor, a depoia lome, e
depuio friv, depoia aioda rume, em tiiu, por uio haver
=J. P. Adouri C. lario leilio, por oterveocio do
corretor Oliveira,om presenca doSr cnsul .la Sardenba,
e por conts o risco de quem perlencer, de 300 caixas
comido it niinbat borat. E de mait j to nove, o nada
lia mais natural do que u minlia vontade do dormir ;
com lauto quo a minha pobre ama nio pateo u noito o
velar para esperor-roe I
Fetidsima noli, mou padre, diste Teverinu.
Vota ven, Leoncio?
Anda nio, responden elle, quero faier outro es-
buco iletla dorininlioca.
He preciso, que a dormnhoca v dormir eiu ou-
iru parte, diste o vigario em tora severo, fh do Arar
mtiin toda a noito, cuonnim objeeto perdido sobro esto
canap' O'l, Sem-Cuidados, despena!
E abauou com o grande chapeo a cara de Magdalena,
que feto rooviiueuio de enchutar um pasiaro importu-
no, e loroiiu a adormecer ainda niel lio r.
Deixe-a, mou vigario, u Sr. lie iroplaoavel! diooc
Leoncio, quo qnis tentar-te no sof junto patsari-
nheira.
Eala rapariga, observan Sabina, nio pode Acor
attiiii a dormir aos olhos de lodo o mundo.
Porde, charo Lt-oni-ui, cmtitiaou jteverinu, ap-
proxiinando-ao; maa be precito cunrirniar-so at iuten-
cet do mylady e do Sr. vigario.
B, tomando nos braco a rapariga, como urna orian-
ca, pasiou ao quario inmediato, para onde vira a preta
retirar-se a preparar a cama.
Aqu tendet, rainlia do Trtaro, um objeeto, que
te voa confia, que a vosea nobro ama, a branca Diana,
vot ordena, guardis coma a menina doa vostos ollu .
Depotitou Msgdalena na oaroa, disso devagarinho a
preta:
A^commissia administrativa tran.lorio, para u dia 23
do corrente, a partida nnunciada para odia 16des(e
mee.
Oerece-se um homem capaz para andar entre-
gando cartas particulares. de pontea para lora ou
em qualquer parte, que convier e Iraier resposta
do que entregar para o que d conhecimenlo de sua
conduela : quem de seu presumo se quier utilisar, di-
rija-sea ra do Jardim, n 55.
Precisa-so do um pequeo portuguei de 10 a 18
aono de idade para caixeiro do venda: em Fr*-de-
Portas, n 137.
= Hontem na missada* 11 da matriz de S. An-
tonio se deseocaminhou do bolso du aluno assignado
urna carleira verde ; o mesmo gratificara a quem Ih'a
entregar i<: com os pjpois quo linha dentro.
Fi'eforsno 4'ifunto Teixeira CtuimarSet.
= Aluga so a casa terrea, o. 3, na ra da Viracio :
na ra da Praia, n. 43.
sss Aluga-se o (erceiro andar, com agnas lurladas,
da casa da ra ettrcila do Rosario, n 30, pintadorcai-
ado o lavado; ho muito fresco, tem commodos paro
grande familia, o o pre;o he commodo : na ra do
(ucimado, luja n. 13.
= Precisa so do urna ama do lele, branca ou par-
da clara que tenha hom le le e seja desimpedida :
na ra do Vigario n. 11.
Os Sr. Ignacio Jos Correia, o Joaquim Joi
Corroa, naturas* da ilha de S.-Miguel, dirijio-se a ra
do Rangel, n. 11, a negocio do seus intcrvsscs. Na mes-
ma casa esti um rapaz porluguez do boa conducta, que
se ofTerpeo para caiieiro do qualquer cslabelecimenlo.
= Urna pessoa capaz se encarroa de fazer cobran-
cas do dividas de toda e qualquer quantia nsta prar;a,
ou nos suburbios, e d liador, caso seja necessario : a
quern convier, annuncie.
asa Aluga-se dous armaions muito grandes, pro
prios para guardar madeins, ou tr qualquer eslabe'o-
cimenlo, por eslarom juntos da mor, no sitio dos Cufl-
Ibo ': quem os preleoder alugar, dirija se ao Aterro-
da-Roa-Visla, o. 54, loja do rniudezas, de Tbomaz IV-
reira do Mallos l-Mimn, onde so achar com quem tra-
tar, e promele-se fazer negocio, por preco commodo.
A Viuva de S Arauju fazseicnte ao publico, quo
Manoel Ramos Fontes deimu de ser seu caiieiro, desde
o dia 5 do corrente miz, o que traspassou a tonda, que
linha na ra a Cruz, a Miguel Joaquim da Costa, uu-
torisando ao seu filbo. Jos Antonio de Araujo, para li-
quidar a casa: o si'i os recibos della terio vigor, desla
data em diante. Pernambuco, 6 do maio do 1846.
Prccisa-se de urna criada engommadeira para
urna casa de pouca Ismilia ; na ra do S. Francisco,
no segundo andar do sobrado da esquina do liecco do
Ouvidor defronto do tanquo d'agoa do Sr. Mouro.
Aluga-so o segundo andar da casa da ra do Cres-
po n. 8 : a tratar na loja da mesma casa.
Aluga-so a loja do sobrado da ra das Trinchei-
ra* com commodos para familia o serventa de agoa
do cacimba ; a tratar na ra da Cadeia do Recile ,
n. 25.
Troca-so um oratorio do Jacaranda com 3 ima-
gen* obra iiml.i do Porto por preco commodo ; na
travessa dosipostos, n.8, dos 6 os 8 horas da ma-
nhia e das dos as quatro da larde.
Aluga-se o primeiro andar da caa n. 2 da ra
estreita do Rosario : a tratar no Aterro-da- Vista, luja
n. 10.
= Aluga-se a loja da (ravessa do Rozario, n. 10,
defroole da igreja : a trillar na ra do* Cruzes n. II.
Precisa-se de um feilor para um engeoho, perto
detta praca que-tenho para mais de 20 annos: na
travesso da Madre-do-l)eos n 8.
Preeisa-se mandar copiar algn papoi com a-
seio e brevidsde ; quema islo so propuzer dirija-se
so Aterro-dd-Boa-Vista n. 36.
Franoiscca Dorothea Rodriguos e Silva embarca
para o Rio-de-Janeiro no patacho Paquete-do-Rio ,
a sua crioula, de 7 annos, de nomo Francelina.
Constando ao abati astignado, que seu cunha-
do, Jos Feij de Mello, est tratando de vender o en-
genho Maravilha levantado em Ierras do engeoho
Bamburral ; declara o mesmo abaiio assigoado, que o
engenho Bamburral, e juntamente a esersvatura do
mesmo, acha-se ludo penhorado para pagamento da
legitima do abaizo assignado e suas irmies ; e que
l nal mente iienhum negocio so pode effeituar com O di-
to Jos Feij de Mello sem que primeramente se sa-
li-laciio as ditas legitimas e outras repoiicOes. O ms-
jor, Jote Gabriel de Moraet JUayer.
Ostiano astignado comuadmioi>trador de sua
mulhcr, Rita Maria da Conceicio faz sciente a quem
convier, que nin^uem arremate a casa sita na ra da
Conceicio da Boa-\ isla n. -%'i penhorada por Jos
Furnandis de l.ima a sua sogrn Anna Filippa de S.
Thiag'i por so que a mesma cass est subjeita a
serios cooteslacOes em rasio de nio haver a sogra do
annuncianle feito inventario por morle do seu mando,
Caelano Antonio de Barros, sendo que por isso s pule
ella ter a mei'accao dos bendeiiados:eprotesta-seu**r
dos meio* quo competente* forcm urna vez que a
hypotheca poder ser valida al melado. Htnriqu*
de Axexedo Millo.
Nos snnuncios, que leem sonido neste Diario,h\-
los por Jos Hurle A C, entenda-se, qde o Sr. Jos
Hurle lio ro o agento da podara; mas lodosos fundos,
com que esta trabalhs, sio do abaiio assignsdo; poia
o Sr. Jos Burle s tem o lucros da sociedade, o nada
mais; o para evitar queslOes, faco o presente aviso.
Claudio Dubtux.
OSr. Domingos Carvalho de Muraos Jnior
queira apparecer na ra da Cadeia do Recife n. 39 ,
para receber urna caria viuda do Rio-da-Janeiro, no
vapor /VnamAucana.
Trapassa-se a podara da ra da Gloria muilcr
propna para qualquer principiante por ser em Cuuia
o alugucl; sssini como por ser das anprovadas pela c-
maro a posturas: quem a pretender, dirija-se atris da
matriz da Roa-Vista n. 2.
ss Perderlo-se dua* apolices do thesouro de ns.
20 o 21 de quantia de itltlj rs. cada urna recebida*
na Ihesouraria delta provincia e unidaa as mesmas
douscouhecimentoi, sendo-um da quantia de 60f rs.
o outro de W) rs. dadas em pagamento ditas apli-
sis a Jas Antonio de Oliveira a quem pertencem.
Casa da F,
Mylady (Ordena, quo mot so frau|uo.
Alie' i,mi f.enne.o grando indirferenca ao quo so pat-
sava coi redor delle, o sequo iud*ilonleniento Sabina,
que, depuis de haver do baldo esperado, que Ibu ello
ufferecesse o brujo, aeccitou o do marque!.
Ette pareca conlieeer a cidade, bem quo nelle n.tr,
fotso conhecido do ninguno, nem mctinu do ettnlajadei-
ro del 1,' oit-lli meo. Levou Sabina a lomar sorvote n'iiin
bolequim, que tocava ai vclbot iiiuralliui, c tiuh.i anda
oo eitigmt des balaa dn Franja republicana. Fes ter-
vir;m lempo, em urna plala-firnia, dundo ao duiuinavln
oa fotsoa, a nina mullidau do anligni eouttrucjei mat-
tijaa, coberlat do bera c inutgo. A' alguma dittaiicin te
ergua urna torro cm ruina, cujn delgado profil n la
pl.ileav.i.
O co estuvo magnfico. Looiiriu dciviou-ie, o pul-
seo vaguear polas riiiins, obtiirtii, cm opp.iii-M-n, nu
coulcmplajio de to bella noito o Un bello lugar.
Ocio, diue Tioeriiiu, experimentando a forja doi
dedui em um peda jo de cimento, que apandara mi cblo,
que rila conitrucjlo he du origem romana.
Nio quero oaber nado, resp..rulen Sabina; gotlo
maia du nio duvidnr, a do imaginar aqu um paiaadu
grandioio, do que Je faier ribaervajdr orchoulograi.
Do nada gosamoa, quando queramos oertifioir-nua de
Igmua cunto.
Poil entici, adiniravcl Franocia, eit na rerdailei-
ra poeiia! eiolamou Toverino, aeiitando-ie defroole
delta, e eu quero perder-rao com a senhora nono pirai-
Na ra estreita do llozario, n. 6.
O cautolista da casa cima muduu o sou estabeleci-
mento para a rosa n. 6, na mesma ra, quasi confron-
te a igreja do Rozario, e ah contina a pagar o resto
das cautelas premiadas da lotera de S.Pedro Martyr ,
lodos os dias utois, dos 8 horas da manhia al 6 da tar-
de. No mesmo rslabclecimcnto achio-so a veoda as cau-
telas da bem acreditada latera da matriz da Roa-Vis-
to, purii cojas rudas esl.'i annunciadn o andamento para
odia 14do corrente met: tambem vendem-se bilboles,
e meios ditos; o preco das cautelas he o do costume.
Manocl Joaquim de Azevedo solteiro, Portu-
gus retira-se para o Rio-Crande-do-Sul.
Ofleieo'-se urna Porlugueza para ama de urna
casa de pouca familia ; a qual sobo engommar cozi-
nbar o dirigir urna casa : quem de seu prestimo se
quizer utiliai dirija-se no Mangunho, n. 19.
Precisa-se de um caitoiro pequeo para loja de
miudezas e livros; na ra do Crespo, n. 11,
XABOPE ANTI-ESCROFULOSO
OD PANACm VEGETAL DO Dn. AttlH ,
Membro da sociedade real de medicina e da acade-
mia real de cir urga de /ranea, etc.
Desdo 2o de feereiro smenle, esla este remedio a
venda no Kio-de-Janeiro, o ja ba numerosas proras de
sua eflicacia e as pessoa*. que o teem tomado leem
ohtido melboras, que nem metes de uso continuado doa
robes, etc. lem podido produiir.
Este champo, cura de um modo prompto e radical, al
molestias secretos ou syphiliticas, sejio recentes, oa
antigs, bobas sercas' o bumides afleccoes da pelle ,
u escorbticas rlieumalismo, gota dores as juntas,
causuds* pelo uso do mercurio etc.; he muito aga
davel uo paladar o muilo promploem sua operacio. Pa-
ra as molestias mais antigs, 3 a -i garrafas, ao msii ,
sio prensas, e para as recentes duas sio bstanles.
Voodo-so smente no Rio-de-Janeiro, por Gouthire
Romn & Palmer, pbarmacia ra dos Ourive* o.
81, prejo 4000 rs. a garrafa ou 40,000 r*r a duzis.
sim
to do iiiiellignii i i, mido o dirim Alghieri fui ntrodu-
zidu pela envina Beotril. Quando etla cuinp.iroc.1o mo
vcin, bu punco, aoi lobiot, eu riSo deicobri a csaclidlu
da minha inipirajlo. Sm, a tenhora lom a lu do eipi-
rito |nniaj belleza ideiul, c nunca encuntrei mulber lio
extraordinaria como a arnhora. He a primeira tea, quo
deixo a Italia, eaqui nio condec Francetn essencsl-
inenl dilferenta das nottat inulheret, romo o teiiliorao
lie. A mulhcr meridional lem muito* imtinoliis de poe-
ta ou do artillo, porni nuil no oarncler do que na in-
Iclligcueia j nlciu l.isnva o pregolOoas Ihe nio perinittomconhoceras suar
emojoi'i, onino a icnliora tobo f,ue-lo E como exprU
rao a Mnbora o icui peoiaruentot, meamo na noaia lia-
gnn.quald una forma ostranha, teopro nobro o
ii.rprnuledro? oh! o icui lentmentni lio ideos,
parece-mo, aoconrenar com o leodora, quo a ligo
una rigi. descoolieeida aoa oulroi entes. A eenliora,
julga lodoi ai cousas, nada Ido lio eilranlio, o a *ua aei-
encia llie nio inipede do te oommover, de ao apaiionar,
cnmociiai pubrc crcainras, que amao e admirlo icui
ditcerniMiento. A ma iiuoginajao no anda tao rica, oo-
mo sen icriliiira nio lfcuo o conliecimenlo de lodos oa
egredoi da humanidad!-, e cima de sua espaiiluaa
prudencia, o ideial a Iraniport sempre ao infinito I Na
ver iljile, o ihcu cerebro so uillaiuiuo aa lar do ten, o co-
mo que me eleva a cima de nuii racimo, ao eicuto-la.
iCentinuar-se-ha,)


r
A
Lotera da matriz da Boa-Vista.
Antonio da Silva Gusmio, thcsoureiro desla loloria,
tein marcado o ilia IV do crrante para o infallivul an-
damento dai roda da 1." parta da 3.* nova lotera ,
como ha j declor.ido. listo acto ser i rrT'Mtuado no con-
aistorioda igreja da ConecicSodos militares, as 8 horas da
munliija do dito din c jnlga -onvenient declarar, quo
tanto desta, como das domis loteras i!c quo bo thesou-
reiro Dio vender bilhetcs m dia do andamento das
rodas, c smente at a vspero, para evitar,'que-alauom se
guarde para prevenir-te de I ilhetet na occasiao mes
ni" do andamento ; o replanto destes acha-se a ven-
da nnilugares i annunciados.
Outro lim, previne o mesino thesourciro que es
premios das loteras, que elle administrar serAo pa-
gos infallivelmcnte no da immediato, ao em que se li-
ver ultimado a extraevio.
ma S. P. Johnston & F. W. Nsh faiem publico ,
que dissolvrio arnigavelmenln, om 30 de abril p. p. ,
sociedade que gyrava nesla praca sob a tirma de
Johnston & Nash : fcando a cargo da nova firma de
Samuel Poner Johnston & (.'. a liquidaco de todas as
transieres pendentes com a referida extincta firma de
Johnston & .Nash.
I ii homem do prohidadu o bem conhecido nes-
ta prava, continua a i ir colirancas tanto amiga-
vcl como judicialmente : quem de scu presumo se qui-
Ir utilisar annunciu por esta (olha : lamben) so trata
por anno.
= Alugio-se as casss seguintes : os primeiro e le-
ceiroe andares dos sobrados n. 4 c 6 no Aterro-da-
Boa-Vista ; o sogundo andar do sobrado n. i, na ra
da Aurora corn quintal, cacimba o estribara paro 2
cavullos; a casa terrea enm commodns para grande
familia na mi do-Srvo, n. 2 nutra dita na ra do
Sbo, n. 5i, rorSOOO rt ; outra na ra da Soledade,
n. 37, por tiOOO rs. mensaes; quem as pretender di-
rija-se ao escriptorio de Francisco Antonio do Oliveira &
J- iIIhi, na ra da Aurora n. 2(5.
Lava-se, engninma-se e fazem-se vestidos, e
chapeos de seda para senbora ludo por preco corn
modo : no sobrado da esquina da ra das Cruzes por
detras da praca da Independencia n 2 terceiro an-
dar.
ASOCIEDDE
PHIL'O-DRAMATICA
O primeiro secretario scientilica aos Srs. socios, que
boje (II) ha sessio da uiesrna sociedade polas 7 li >-
rus da noute ; e roga o comparecimento dos Srs. so-
cios a mencionada hora.
A abaiio essignada ivisa ao rospoitavel publico ,
quequerem contratar negocio corn a annunciante ,
tubre a casa terrea sita na ra da Alegra n. 20 : e
qualquer pessoa, que se julgar corn direito a ella so-
bre hypothcca penhora, ou outra qualquer cousu ,
annuncie por esta fnlha ou dirija se a ra estreila do
Itozario o. 3, segundo andar.
Constantino Jantha da Molla.
Cmcinato .Mavignier recebo discpulos para aula
de desenlio pelo mdico preco de 3j rs. tanlo a
crciio como a oleo retrata em lumo o lapis a i)
rs. a oleo e miniatura por preco commodo : em sua
aula na eufermaria do convento de S. Francisco.
Uou mulher do booi cosame! se enearreg da
criacio de meninos de peito impedidos e desimpedi-
dos v tamboril receba meninos pira se dcsmanmreni ,
no que pronietle esmerar-se : quem de seu presumo se
quizer utilisar dirija-se a ra da I'alrna n. 17. Na
mesma casa vendem-se varas de hico largo enm ra-
magens e recortes fundos: urn ber(o anda em bom
uso ; ludo por preco commodo.
Marianno Francisco ile Sales Cmara subdito
portuguez retira-se para Portugal.
= UITerece.sc urna l'oilupu'/a para ama de urna
casa que sabe engoinmar coser o gnvernar urna rasa ;
quem de seu preslimo M quizcr n 111 i -< Corredor-do-lii6po n. 0.
A pessoa, que precisar de um caixoiro para ra,
ou armazem de assu.ar, ou de outro qualquer eslabele
cimento, o qualescretu mu bem, 0 da fiador a sua con-
ducta dirija-se a ra da Criil no llecie n. O'i ,
ou annunci'.
= Em Fra-de-Portas, ra do Pilar, n. 85, segun-
do andar vende-se um negiinha de Angula de 12
annns de idado sem defeito, ou vicio algum o mu
propria para ser criada ao geito de quem a quizer pos-
uir.
O ELEITOR n. 3
est a venda na praca da Independencia livraris, ns.
6 e 8 e na ra estrila do Horario, casa da le n. 6.
Este numero esta muito inteiessante e devo ser li-
do por todos : he a vinltm nao ha cousa mais barata.
OsSrs. resignantes do Nazareno tenliio a bon-
dade de procurar o n. 19 na praca da Independencia,
livraria ns. G e 8 e na ra eslreita do Rosario, ca-
sa da F m. 0, visto 1er adoecnlo o distribuidor.
-= Quem precisar de um musir de primeiras letlras,
grammalica (portuguesa o Irancez, dirija-so a ra
Nova armazem do trastes ii. 07 que sera infor-
mado.
Aluga-so um cxcellcnlo moleque proprio para
lodo o sen ico de casa por ser muito diligente ; quem
o quizer, dirjase ao Aterro da-Boa-Vista luja de
llilU lez.is O. 8.
Na ra das Tune hidras n 25 d-so bolos de
veodagem a qualro vintent cada pataca e as II ho-
ras da manlia arroz de leite, pelo mesmo preco ; tam-
ben) se arman liandejas corn diversas qualidades de bo-
los mu liern (ellos, e por preco milis commodo do
que em outra qualquer parte.
Na ra de Moras, sobrado de dous andares, n.
142, se i lii rere tiln mulber, corn muito bom leite,pa
ra ama de qualquer casa.
= Compro-se 2 cscravos, um pedreiro e outro car-
pina para urna oncommenda do Rio Grande-do-Sul;
na ra do Collegio armazem n. 19.
Compra-sc urna corda de ouro pequea sem
loilio ; quom tivor.rnnuneie.
- Comprio-se, para fra da provincia eteravoa de
ambos ns sesos de 13 a 20 annos; sondo de bonitas
figuras, pagio-sc bem : na ra da Cadcia de S. Anto-
nio, sobrado do um andar de varanda de pao n. 20.
- Compra-se. em segnnda mi ama ou duat ci-
rmelas de II, e F com virolas de ma; lim em bom
e-tado ; na ra da Crui n. 59.
Comprio sn 3 libras de nickel ( mineral ) ; no
acoigue de Jofio Dubois na ra dos Quarleis.
Vendas.
Compra.
Curnprao-se 5 laceas paridas, com be/erros pe-
queos eqoedeem bastante leite; pagio-se bem:
na estrada do Rozarinho sitio de Antonio Muniz Pe-
reira.
= Compra-se um candieiro francs, ou inglez, que
seja de urna lux e sirva para se peodurar; na ra Di-
reita, venda n. 2.
AS LOJAS E MACONS DE TODOS OS RITOS.
ANNAl-S MACOMCOS, dedicados ao principe
Cdiiibjccres, S.v. em rancez, obra rrissirna c cesa ds
curiosidades, impressa em 1807, da qual nio existe mais
um s exemplar em Franca.
CEREMONIAL COMPLETO, para m officinas de
todos os graos, desde o de mostr al o 33." ( Grande
Inspector Geral), corn a biliaria de cada grao : pre-
ciossimo manuscripto em 31 qnademos ; presente lei
to pelo Grande Oriente de 1'ranea a um macn de qua-
lidude.
Vende-se una e outra curiosidade na rua do Ring
n, 59, segundo andar.
Vendem-se casimires de nlgodo de listras e
quadros latemla muito encorpada pelo barato pre-
co de 4 40 c i)( 1(1 rs. ocovado; algodi;) mesclado fa-
/ r ni i muilo lnili' propria para roupas de escravos ,
e mesmo para trabalbadores pelo mdico preco do
180 rs. o covado ; zuarlo azul, muito largo, a 2 I)
rs. ; casta-chitas de listras de cores lisas ; a 400 rs. a
vara, o a 2000 ri o corle ; o nutras limitas fa/.endas
por liaiuto preco : na ra do Crespo n. 1-1 loja de
Jos I rhosco Das.
=\'cnde-sc, ou aluga-se a padaria do Corredor-do-
Bispo n. 8, prompta de um ludo a trabalhar ; a tal-
lar junto a mesma, n. G.
Vende-se urna casa terrea na ra das Cinco-Pon
lis n. 110 : a tratar na ra do Itozario n. 14.
= Vendc-se, por mdico preco, um sitio no Arraial,
adiante da casa amarella, em que morou Jos do liego,
na eslrada. que segu para o Muntciro, o primeiro do
ledocqucido ; leni soflrivel caa do vivenda, de pe ira
e cal bastantes arvoredos boa egoa de beber, trra
para plantado : a tratar no mesmo sitio.
'-\undcm-se duas tianquinhas de sngico muito
I o.ilus ; urna cama de condui para casado : em F-
ra-de-Portas confronte ao hospital de marinba ,
n. 147.
Vendc-se, pelo diminuto prer;o de 3000 rs., um
methndi) para violao ; na ra do Collegio botica ,
n. 10.
=r Vende-se urna laboleta com um grande vidro ,
para ourives na ra do llortas n. 86.
= Yendo se a loja de lousa da ra Nova n. 42 a
dinheiro, oua pra/o corn boas firmas: a tratar na
mesina loja.
= Vende-se um casal de porcos do mallo, ornis
manso possivel ; na ra do Nogueiro o. 27.
= "i ende-se arroz vermelbo e branco por preco
barato; r na da Praia n. 40.
Ha na Dircita, n. 9,
ha saccas com superior farinhn por preco mais com-
modo quem em nutra oualquer parte ; assim como
sgo'ard ule do reino a 800 rs. ; dita de aniz a t 10
rs. ; e genebra, a 720 rs.
Eslcvao Gassc.
Acha-se a venda no deposito n. 7>H da rua da Cru: ,
no Recito o bem conhecido e apreciado rap prince-
za grosso e meio-grosso da fabrica de Eslevio Gasse, do
Itio-do-Janciro chegado reccntemenle no brigue-es-
cuna Adelaida entrado no corrente niez: os dignos
amadores encontrarse) o sorlimento a medida do srus
dse jos.
= Vende-se um poreSo de cera do carnauba da
melhor qualidade possitcl por prec,o commodo ; n
principio do Aterro-dos Afogados, n. 47.
= Yende-so urna pardinha do 18 a 20 annos, com
algumas habilidades o muito carinhosj para meoioos;
na travessa do Ourini.ido n. 7.
Lotera do Kio-de-Janeiro.
= Vendem-se ln ln les, meios ditos, quartos, e 0-
tavos da lotera a beneficio da labrica de vidros a ra-
san de 2 i j rs. o bilhele ; o sse acba na mesma casa a
lista da lotera da Caridade ; na rua da Ca'deia-Velha ,
casa de cambio na esquina do Becco-Largo n. 24.
VenJo-se una porcio de arrobas de cera amarel-
la e pedros de moinho do moer milbo ; na rua larga do
Bozario o. 29.
Vendem-se sementes de couve e alface mui-
lo novas, chegadas ltimamente de Genova ; no Ater-
ro-da-Boa-Vista luja de charutos n. 16.
= Vende-se o mais superior cha bysson da India ,
chegado agora a 3j is, a libra ; na rua Nova, n. 30,
loja do Quaresina.
Vende-se um sobrado novo de um andar e gran-
de solio em chaos proprios o om boa rua, por pre-
go commodo ; ua rua estreila do Itozario botica ,
n. 10.
Vendem-se peonas de escrever muito boas a
3200 rs. o milheiro adinbeiro ; na rua da Cadeia ,
loja de ferragens de Joo Jos deCarvalho Moraes.
= Vende-se um cavallo do bonita figura carrega-
dor, por preco commodo ; no Aterro-dn-oi-Visla ,
n. 36.
Vendem-se sementes de boilalica de todas as qua-
lidades muito novas chegadas prximamente do
Porto : ns rua estreila do Boxario venda n. 8.
ssb Vende-se um moleque peca ,' quecozinba bem o
diario do urna casa ; na rua do Hospicio n. 4, al *
8 horas da manhia.
Vendo-so um bonito escravo, de 24 annos, de
elegante figura perleito carreiro, bom trabalhador de
machado e louco ; urna prels, de 16 a 18 anuos, muito
esperta para todo o seivico, engomma, cose e cozioha ;
urna negrioba e urna mulatinha de 12 annos pro-
priaa para se educaren) ; um bonito mulatioho de
12 a 13 annos, bom para pagom ou oflieio : na rua
larga do Rozsrio u. 24, primeiro andar.
Vendom-so 3 moleque, de 18 annos, de bo-
nitas figuras ; i escravos da naci mogos ; 2 negri-
nhaa de 14 a 16 annos ; urna parda com bonita figu-
ra com urna (Iba de 7 annos; 2 pardos, de 16 a
24 annos : na rua Direita n. 3, delronte do becco de
S. Pedro.
LIVROS BARATOS.
Vendo- se Quintiliano Soarca, 2 v. 1000 rs. ; Mon-
teverde grammalica francesa 1000 rs. ; partidas de-
liradas 800 rs. ; Pascal Bruno 800 ra. ; a SolidSo
por Zimmerman, 2000 r.; Tenue des livres, iCOO
rs.; Defensa de la morale catholique, 1000 rs. ; Arilb-
melique, et analyse logique, \l rs.; Vctor,ou l'enfant
de la foit, 500 rs.; La Polonia Cbretienne, 500 ti.;
Fableau cbronologique 400 rs.; Histoire sainte, com
eslampas, 600 rs.; Histoire de Napolen com o retra-
to 1000 rs.; la Vision de D. Rodrigo por Wslter
Scotl, 500 rs, ; ns rui do Collegio n. 10.
= Vende se, no Aterro-da-Boa-Vista, loja de tniu-
dezas, n. 54 deThomez Pereira de Mallos Estima ,
superiores navalbas para barba chegadas ltimamente
de Inglaterra ; gaiolas de apanhar baratas; camisas
de meia, compridaa para homem ; boles para calcas,
mui finos, a polka; ditos para camisas; fitas de vel-
ludo, pretas e de cores; caivetes superiores para
peonas ; tesouras finas para costura e unbas superio
res ; ditas douradas ; ditas grandes e pequeas para al-
faiale ; luvas brancas e de cores psra hornero ; ditas de
seda, curtas e compridss para senbora ; linba branca de
carretel com 200 jardas ; meiasde algodio da Escocia,
bordadas a seda, para senbora; lencos de seda para gr-
vala ; ditos para mi; superiores agulbas fraocezas,
inglesas e portugueras; oculos do armario de grao ,
de diversas qualidades; papel de peso branco, superior;
dito decores ; superior tinta ingleza. de escrever, clio-
gada ltimamente; carteiras de marroquim; cbaru-
teiras de diversas qualidades ; lapis muilo fino; peri-
llas superiores; ditas de eco ; facas de cabo de mar-
ino para mesa ; ditas de cabo de osso ; meias curtas
para meninos ; ditas para meninas ; ditas de aeda e al-
godio pera senbora ; ditas pelas, cuitas e compridas
para homem j ditas brancas ; superiores fitas de seda
lavradnse lisas ; bicos e rendas de linho ; suspenso-
rios de borracha ; superiores escovas para cabello e ca-
saca; superiores capachos compridose redondos, viu-
dos da Italia; Indias do maicar atues e encarnadas ;
ramos de flores ; gargantillas para luto ; e outros mais
ohjeclos, ludo por preco commodo.
Vendem-se os livros seguinles: Millol historia
universal, primeiro volume; liba Incgnita 6 v. ;
Saint Clair das ilhas, 3 v. ; as Mais rivaes 2 v, ; Ri-
tual bi eve : no pateo do Paraizo n. 24.
=Vendem-se laceas com milho das Alagas, por
barato preco ; na rua do Crespo n. 15.
Vendem-se 6 escravos pecas para o trabalho de
campo oda praca ; um dito bom olcial de csrpina e
carreiro ; um mulatinho de 16 annos, bou. pagem ;
duas escravas com boas habilidades ; urna moleca de
15 annos, boa para sor educada por ser recolbida:
na rua do Crespo, n. 10, primeiro andar.
Vende-se um preto crioulo de 23 annos d
bonita figura muilo bom carreiro e canoeiro ; no
Aterro-da-Boa-Vista loja de bahus n 55.
5* ATTENCAO', QUE HE BARATO I g^
Vendem-se, e alugio-se as uiolboroi bichas de
Hamburgo por preco commodo ; assim como de Lis-
boa a 12,000 rs. o cento e alugio-se a 240 rs. ca-
da urna; as boas navalbas de ac de Milau as mais
superiores, que se teem conhecido; estas navalrias^levioa
vantageoiaeslsschamadasnavalbas.de acoda Chine;
assim como boas lancetas, foitas pelo melhor e msis
hbil autor, que se (em conhecido : na rua da Cruz ,
no Recife n. 43.
Tesouras de entelara
muilo superiores para allaiate e para cortar vestidos;
na rua larga do Rozarlo, n. 24.
= Vende-se cera de Lisboa, de superior qualidade ,
em velas de urna at 12 em libra a preco commodo ;
na rua da Medre-de-Deos, armazem, n. 20, delron-
te da igieja.
tiainbrcoes, a 1^600 rs.
Na esquina da rua do Collegio loja do Passo, ven-
dem-se corles de calcas com 3 covados e meio de gam-
breoes, a ciuco patacas : esta fazenda he lecida a lia e
algodio imitando as casimiras francesas modernas,
do quadros o listras: a sua qualidade lorna-se assaz
recotnmoodavel para uso diario por serem cures es-
curas proprias da eslacio presente terem muila con-
sistencia e nio desbotarem : dar-se-ho amostras a
qualquer casa que as pretenda ver deixaodo o com-
petente nenhor.
Vende-se urna pipa nova, arqueada do ferro e
pintada ; pesos de ferro 2 de duas arrobas 1 de 4
libras, e 1 de I libras : na Soledade sobrado n. 22.
Vendem-se venexianas novas para jsnellas sacca-
das por preco commodo ; na rua Nova, loja do Pin
to marceneiro, defroole da traveisa de S. Amaro.
= Vende-se urna machina de vapor de (urca do
4 cavados; um serrara vertical ; urna machina dito,
para fazor lijlos; um engenho para bestas; a vista do
comprador se lari todo o negocio ; no Aterro-da-Boa-
Yista o. Na mesma casa piecisa-se alugar um mo-
leque.
Livrinhos das Santas Missocs.
Vende-se, por quatro vintcns, o livri-
nho das Santas MissSes, com o regula-
ment para ser santo feito pelo reve-
rendo padre prefeito da Penha : na pra5a
da independencia, livraria ns. 6 e8.
- Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve-
Iha: na fabrica da rua Imperial,
n. 7; rua Direita, n. 53, venda
de M. Miranda; no A Ierro-da-
Boa-Vista, fabrica de licores de
Frederico Chaves; e na rua do
Trapiche, armazem de niolhados.
do Nicolie.
Vo escriptorio de LenoirPu.
get & C.\ na rua da Cruz, ven.
de-se farinha SSSF de marca
verdadeira, chamada Itanio,
em pequeas e grandes por!
coes, a vontade dos comprado-
res.
Deposito de farinha.
No caes do Collegio armazem do porta larca D.
farinha de mandioca de S. Matheus, e S. Csthrj.
na prximamente ebegada a este porto ; e se vend
pela medida velhs, por preco mais lavoravel do qUe em
outra qualquer parte e sendo -em grandes porroes
mais lavoravel ser, por haverem dual embarcicoei i
venda : quem pretender dirija.-ae ao mesaio irm,.
zem hgsra veis Service.
= Vende-se um ptimo carrinho de duss rodas, por
preco commodo ; na rua do Araglo, cocheira, n. 17.
Vendem-se 6 redea brancas (citas no Noria
urna porcio de prata para se dosmanchsr, e se fszerss
obras novas, por preco commodo, por seu dono estai
de viagem ; na rua do Vigario aobrado o. 23 pri.
meiro andar.
\ ende-se ou arrenda-se o engenho Cuieiri
silo na comarca de Nazaretb com ptimas e exceden-
tes Ierras: a tratar no mesmo engenho onde presea-
lamento se acha seu propietario.
= Vendem-se moendas de ferro para eogeobosde
assucar, para vapor, sgoa e bestas de diversos timi-
nhos por preco commodo; e igualmente taiiss da
ferro coado e batido de todos os tamanhoa : di pra-
ca doCorpo Santo n. 11, em caaa de Me. Calmontft
Companhia ou na rua de Apollo armazem, o, 6.
Vendem-se varioi escravos de 13 a 20 annos,
com habilidades, e de bonitas figuras: atris di nu-
triz de S. Antonio n. 16, primeiro andar.
t-Vende-se vinagre tinto a 45,000 n.a pipi; di-
to branco a 35,000 rs. dita : na rua Imperial n. 7.
DEG PORTAS m%
fNeila loja vende-se panno lino a 2o00, 3000 ,j
3500 e 4000 rs.; merino muito fino a 3200]
frs.; pecas de msdapolio, a 3000, 3200,3300,,
4000, 4400, 4800 e 5000 rs. ; sarja deieda pa-3
fra forro a 6i0 rs. ; cortes de cassa pintada ,*
a 2500 rs. ; luvas de seda para senbora, a 320]
rs.; meias para meninas a 160 rs,; casimiras^
f muito encorpadas a 1100 ra. ; chapeos de sol, J
a 640 rs. ; ditos para esbeca a 320 rs. ; cbi-
galas a 140, 160,180, 200 e 240 rs., coberto-g
res hespanbea ; fazenda para habito de tercei-^
~rro de S.Francisco; e outras multas fiiendisde*
fcboa qualidade por preco muito barato.
Escravos Fgidos.
=9 Continan a estar fgidos, desde o dia 21 dl|
abril de bordo do brigue Mtntor o escravos mi-
rinbeirns de oomes: Jos de naci Cabio, repre-1
senla 50 annos eststura baixa e barbado ; Msnoel,
de naci Congo representa 20 annos baixo, e sem
barba: iquelle foi escravo do casal do coronel Beato
Jos da Costa e foi seductor do segundo e por isso
deve saber de todos os lugares da provincia : roga-se ,
por isso, a todas as autoridades policiaes, e capilar de
campo a sua apprehensio certos de que quem os le-
var a bordo do dito brigue ou a Amorim limaos, ni
rua da Cadeia n. 45, ser gratificado generosamente.
Fugio, o mez atrasado, do armazem de familia,
no caes do Collegio um pirdo, de 15 a 16 annos, cor
macilenta, corpo fino, beicos grossos, sobraocelbss car-
regadas de nome benedicto ; levou caifas e camia
de ritcado azul: quem o pegar, leve ao mesmo arma-
zem quesera generosamente gratificado.
Fugio, no dia b do corrente maio, o preto Joio,
de Angola de idade de 40 a 50 annos, estatura re-
gular, reforcado do corpo ps alguma cousa grossos;
cabellos e barba alguma cousa braocos, bem ladino ,
levou camisa e calen de algodaozinho, chapeo de bata,
prela.de pastor; levou mais urnas calcas brancas de Lrim
de listras: este preto foi do Revereodo padre Filippe,
boje reilor do seminario de Olinda e ha pouco veiodo
Rio-Grande-do-Norle preso por andar fgido leado
estado 6 meses na cadeia da cidade do Natal ; elle coi-
turna pescar em jangadas do alto e poriito pode se
introducir a trabalhar como forro em alguma jangada,
ou barcaca : roga-se a pessoa que o pegar ou dil-
le tiver noticias de dirigir-se a rua Nova venda n. 3,
ou a rua Imperial fabrica de rap o. 167 que se
gratificare.
Fugio, jo dii 5 do correte do engenho Cipo-
eiras freguezia deSerinhiem urn escrito pirdo.de
nome Sebaitiio representa 18 annoi de idade sem
barba, baixo e grosso, pernal carnudei, pe muito
largos o dodos grandes torios para dentro eara lar-
ga e curta bocea muito grande ; lem nal coitii cica-
trizei de relindas, e na perna eiquorda, do lado de lo-
ra urna cova de ferida; consta, que cu um deitei dii
entrar nesta praca: quem o pegar, leve a Mapoel Con-
calves da Silva na rua da Cadeia do Reoife, ou a
eu dono, propietario do dito engenho cima mencio-
nado.
= Fogio. no dia 7 para 8 do crrante um eicrsvo
da naci do nome Joio altura e corpo regulares,
sem dentea o beico ioierior cahido ; tem o corpo to-
do cicatrizado de marcaa de bobas ps incbadoi e s-
peros de envoi que leve ; levou caania de algpdio-
zinho e eticas de ganga azul : quem o pegir, >'
Aterro-doi-Afogidoi, n. 31, que ier rccompeniido-
PFRM. } IIATYP. DE H. F.
DE FARIA *M"


Anno de 1846.
Segunda felr A 11 de Haio
N.I9.
&s^sfi Qm
DE
PERNMBDCO.
(so* OS AUSPICIOS DX. SOCIEDAD! COMMERCIaI..)
Sabacreve-sfi na Praca da Independencia, loja de liyros a. 6e 8, por ialooo ris por anno pagos adianlados.
n^a
Q>S3$3>3 (3SSS3E2?a34-i ^Oil^l* (Corregido Sabbadoas S horas da tarde)
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S -is-Cso5lI
Mi2di3i2iS
U.U.U.*.


(8)
EXPORTADO.
Agoardaotl Casaca -
Alodio I sorle- -
M 1. -
' Assucar iimnco em caitos -
* mascavadu -
cm barricas ou sac-
eos, lira neo -
msseavado -
Cmiroft seceos saldados. -
Meios do sola -
Cliii'rcs da Ierra -
do Ido Grande -
E1LP0R.TS.
Riim --*(>-
Colln I. gusliiy -
. I. -
Silgar in cases vrhi'e
bro wn------
lor barris ai- llaga
wlntt -
brown -
Dry saltad hides -
Tanne ludes -
Os-horiii -
PREfO Di PRAf
sijfooo
6JI200
4**00
i^too
I*i00
60*000
112 /,
IfallO
SfuOe
?|ooo
2700
l|700
3a
IJi-W
4*400
POR
Pipa.
Arroba.
Libra.
Ha.
Ceulo.
CAMBIOS.
Londres.
Lisboa..
Franca..
Mi de Ja
PHiTAi
. 26 104 por cenio premio.por melal efleciua,Lw.
10 res* por franco.
neiro........*
niuda...................
Pataces Braiileiros........
Pasos Columnanos.........
Hilos Meiicaima...........
ORO. Mocdas de #400 velhas...
Ditas ditas novas...
Ditas de 4*000............
a ticas liespanholai........
Dius Patriticas..........
I.rtr
1 poi ce uto descont.
1**20 a I#76
lMin a U90.
lflr-0 1*990.
1*940 a 1*960.
1(1900 a 17*000.
1|4C0 16(600.
0|000 a 9|I00-
31*400. a 32*600
JI*5-0 a 31*600
1 % por cenlo ao mes
ASSUCAR.
lUverpcol ....~................ I il o
! Canal entre Amburgoe Havre.....I
.1 incluindo porloi Inglezes ... I
8 iGenova em saceos ............
S fllainhurgo caitas............... I 10 o
'I \U.ltiCO........................
J I ueste para caisas.............. I 10 0
/Estados- Unidos.................
(Porlugal....................... '40a 240
Uranca........................ fu 44 e I
FUETES.
[ Nominal.
4 por cenlo de primagem
Nominal
(i /, ile primagem
Portugal................
F ranea. .-..... ....
Inglaterra ..,..-
Ilarceloua...............
Inglaterra Seceos (
I' ranea............
i'.slaitos Unidos ....
ALGODO.

600 por (g sem piimagem nominal
140 por g 10 p / ao c.mb. de 160 p fr oom^
7,|i e6 p. % de l'nmagem. ""
4U0p @e lOp Vocaiub. lOOopesp. fr
COUROS.
0 0.......... por tonelada e 4 por cenlo.
............ "-- ___.... .. ... Nao ha "
-MSMm^-^
sV-rsB
Da dia II de Novemliro de 1844 )n dianle pagarn 00 p. c.o rape ou tabaco
de po, os charutos ou cigarros, o fumo em rolo ou em folba.
Pagar40 p. c. os saceos de canhaina-so. grossaria oii gimes da ln.ua. o c*ni-
veles em lrina de punhal, as almofadas pa-a carruagens. as pairas lavrailas para |a-
gdo, as pedras decanta-ia para portees, portal jam-IUs, s pedias lanadas par*
eircaiiainenlos cepas, ciinhacs e cornijas, o assucar relinad. crystalisad.i ou de qual-
quer inaueira confeilado, o cha. agoarderle. a cerveja a cidra, a aanajra, o mar-
rasquino, ou oulins licores, e os vnoos de qualquer qualidade e precedencia
Pagar 40 p. c. as nlcuifas ou tapetes, o canhamaco ordinario nu grossi-ri*. as
bataneas de qualquer qualidade, e roupa leiti, nao especificad* na tarifa, as cirtas pa-
ra i''gr, as escovaS ile cabo de marlim, o fogo da China em cartas, on quatq ter ou-
Iro logo de artificio, o papel pintado, prateado mi dnurado, sendo de uualidades
linas, o papel pintado paia foriar salas em collecccs nu paizagens, o papel de Hol-
11 mi i, imperial ou outro nao especilicado na larda a plvora, os sahoiielel, o sabfio,
o sello em velas, as velas de Slearna ou composco, as amenas, ou muras fructas
em frascos ou latas, sebeas, em calda, ou em espirito, o chocolate de Cacao ordinario,
o vinagre, os carrinhos, carruageus ou caias jo^os, rodas, arreins para nina e ou-
tta colisa as esleirs para forrar tasas, os cairos para condurir gente, os snciaves,
os sillines, os areieiros e titilen os de porcelana, e qualquer ohjeclo de loi.ca nao c-m-
prehendido na tarifa ; os lustres o< clices para licor ou vinhn de vidro liso ordina-
rio, os de vidro moldado ordinario lavrado ou moldado e lavradn ordinario da Alle-
iii nli.i e semelliautes os de vidro liso moldado ou lanado, de fundo cortado uu liso,
coin molde ou lavor ordinario ; os clices para Cliampanhe nu cervrja, as canecas,
e coitos .1 ii nos ile 10 a I em quartilbo. as garrafas de viilro al I qiiarlilhc on mais,
sendo todos estes ohjectos de ns. J e 2 as garrafas de vidro pretas ou escuras da
inesma capacdade, coinprehendidas as que scivem para licores ou I.e-Huv ; os copos
para tabernas at una caada, os frascos ilc vidro ordinario coin rnlhas do niesmo
li 3 libras ou mais ; ou sem rolha al 7 libros ou mais, os de lioca lama com rolhas
do mesmo, al 4 libras ou mais, ou sem roiba para opodeldnc os vidros para
lampadas ou candeiros, as laboal ou folbas de moguo ou oulra madeira lino, e tras-
tes de qualquer madeira.
Pagarao 26 p. c. o ac, alcatro, lineo em barra ou em folba, chumbo em barra
nu lencol, eslanho em barra ou em verguuiha. ferro em baila vergulaha, chapa o
liu^uaiios pf ra lundicao folba de Flandres, galha de Alrpo, lata em foll'.as, lalocm
ch pa, maiiiin, salilie, vime, hacalho, pcixc pan, e qualquer ouiro, secco ou sal-
gado ; boUclia, carne aecca ou da aalmniii-a, herva-doce, l'irinha da trigo, pell cas
branca ou pintadas, cordovoes ou ciles de bezerio para calcado, beierros e couros
euvci iii/.aiiu, couros de poi co ou bol, salgados ou seceos; sola clara para sap.iteuo
u correeiro, coure e caparrosa.
Pagarn 20 p. c. o trigo esa grao, barrilh*. canohlho, espi;;uilha, fieiras, fios,
franjas, lanlijoulas, palhelas, passamanes, sendo de ouroou prata entrcliua, ordina-
Tia ou falsa : galoes da meiina natureza, ou tecidns com relrnz, linbo. al^odo ou
aeda, rendas ou ciitreiueiof da algodo nao Imrdados ; leudas de fil, as de algodio,
retroi ou irocal ; lencos de cambraia de linho ou algodo, e bandas de retios de
jnalha.
PagarS 10 p. e. oa livros, mappas e g'obos geographicos, inOrumentos mathe-
ssratirns, de phviioa ou chimica, coi tes de vestidos de velludos ou damascos, borda-
dos de prata ou ouro ttuo ; reros ou trocal, cabello para calielleiieiro.
Pagat 6 p c. eeanulilbo, cordo de fio eipigutllia, "eir, fios, franjas, ga-
lio de lio ou aaslbela lanlijoulas, pall.eta, rendas, cadarcos e lodoso mais ohjec-
tos desla nalurexa, sendo de ouro e prata fina,
Paga- a p. c. a, carro de-|>edra, ouro para dourar, ou quaesquer obras e
utensis de prata,
Pagar 4 a. c. al joias deouro ou prata, ou quaesquer obras de ouro.
Paar4 2 p. c os diamntese outras pedras preciosas solas, (ementes, plan-
tas e raros noval de animan uteis.
Pagar6 30 p. c. todos os mais objeelos.
Os gneros reexportados ou baldeados pagSo I p. c. de direilos alm da armase-
na-em; e o despachante presta banca at a approvaro desla mediua pela Assem-
bla Geral.
Concedem-se livres de arma-enagens, por 14 das, as mercadorias de Estiva, e
dous mezes ai outras a lindos estes pratos, pagarao /> p. c. ao mez do respec-
to valor.
Os rdlreitos dai faiendas, que pagio por vara, deve entender-ae vara quadrada.
Os direilos nao podem ler augmentados dentro do anno fiianceiro maioGo-
verno poder mandar pagar em moeda de ouro ou prala urna vigsima parte das que
prem maiores de e menares de 40 p. c. dos preros das mercaduras, ou mesmo
diminuil-os, segundo Ihe parecer.
O overao eitauloriadoaeiubelecer um direito differencial sobre os gneros
de qualquer na-So, que sobrecarregar os geu crol brasleiios de maior direia
iguaea de oulra naci. > I*
Os artigo* nao especificados na paula pago o direito ad valnrem aohre f
apre.-enlailo pelo despachante i podendo jioim ser impugnados por qualqmr ff"'
da Alf-ndena, que em tal caso pagan impone da factura ou valor, eos ri i"
^o caso de duv da sobre a classificaco da mercadnra, ixSde a parle reo "'
arbitramento para designar a qualidade e valor da pauta, que le compete. '"""
Sao seutas de dit ellos as machinas, anda nao usadas no lugar em on. r
importadas. H ->"*
EXPOIITACA.O Os direitos pago-se sobre a avaliaco de urna paula t-m^,
nal na razo seguiule : Assucar lo p o., Algodo, caf, e fumo 11 p c. Ao
denle, couros, e lodos ns mais generas 7 p c. Alem destei direilos i-'ose""
lasas de 160 rs em cada cana, de 40 is em cada fecho, de 20 rl. e.* cada"brr
ou laicos de assucar, e de 40 rs em cada sacca de algodo. ":,,
Couros e todos os mais gneros sao livres de direilos para es portos do fmnerio .
eice^o do algodo, assucar. caf, e fui, o que pago 1 p. c. a ai tasas por vabuar
Os metaes preciosos em barra pago de direilos 2 n c. sobre o valor do mer
cado. ea prata e o ouro amoedadn nacional ou eslraiureiro paga nicamente '/
Os escravos exportados pago 4/Ono |>or cada um *'
DKSPE'M DO PORTO- A embarcares nacionaes. ou estrangeira ou.
naveuo para frra do Imperto, pago 00 rs de ancoragem por lonrlarta eM
nariouaes, que navegan entre os diversos pollos do Brasil 9C rs. Al que entran
em lastro e sahirem com carga e viceversa, pagarn mi.ode do imposto supn c Um
terco as qneeiitrarem, e sahirem em lastro; e mesmo as que entraiem por hauqu,,
ou escala quer enliem em laslrn, qurr com caiga Desta mpnsco po t joa.na
isenlas as que imponareinmais de 100 Culonm brancoi, e as queenlradrem poi arribad
forjada com lanln que eslas nao carregurm. ou desc.rreguem i mente os seeros
uecessanos para pagamento dvi reparas, que fuerera.
VENDAS DE NAVIOS-As emb.rcaroei eslrangeiras. que passarem a .
nacionaes pagan 14 p. c e as nacionaes, mudando de proprieUno, ou de baudeira
pago 4 p, c. sobre o valor da vtuda.
REVISTA SEMANAL,
^tu''.1 ~ H'"'o Iransaccoes anilladas a 26 '/ e aliumai a 2s /, e 27.
*K.ir Entiadas pequeas lendn procurado aoi oreos quoiauoi.
AI.I.'IDAU l'.ucas enlradas.
COUROS deposito tem diminuido.
(BAPM."n'F mtnp '"':'0,6"1""1" o deposito he de >,BIWb.rriti.
CAI'Mi DE CHARQUE O dep silu be de 4,000 arroba pouco .', u
menos : venn.s regulara* aos ptecos quolados, teodo entrado um carreg.meuW
nesla semana. *
Itesumo das Embarcat6ci exilente, neste porto no dia 9 o. Jfato d, l<6.
Americana.....
A nsli iacas......
brastleirai......
Belga ... ...
Dinamarquesa ..
Francesas.....
Hamburguesa ...
Inglesas.......
N rueguensai...
Portuguesas .. ..
Sardas ...
tuecas ..,
.......,
...........
.......a.
................................................
......................................................
.......'.........................,..............
........................................................
I
I
41
I
t
I
10
2
I
t
2
A Provincia goza tranquillidada.
Total


__________________(5)__________
HBSS!H",""-"^,,IBH""*!
LISTA das Embarcares existentes oeste porto at o da 0 de Maio de 1846.
INTBADA1.
|gl6 Abril 0
|84< M.rco
ISIS Novemb.l
Dneml.ro I
1846 Janeiro
Marco

Al.nl
Maio
a
a

m

a

a
Marco
13
DONDE VBH.
PbUadelpbia
Rio de Janeiro
TriMie
Rio de Janeiro
Sania Calbarina
Au
Parahyba
ParaLvbt
R. Grande do Sl
R G do Sul
Rl de Jattira
R. G. pela II.
Aiacaiy
Babia
Caravellas
a
Rio de Janeiro
Rio (i runde ilo S.
Rio iIk Janeiro
S Malhtus
A'cobaca
Ass
l'io Grande do S
Santa Calbarina
Rio Gretidedo ti
R Grande do S.
R. Grande do S.
Rii- de Janeiro
Rio de Janeiio
Aracaly
Sania Calharioa
S MalLeui
Baha
S Malheus
II io de Janeiro
A racaty

Ass
A racaly
Rio de Janeiro
tiallieus
R de s r. do S.
Rio de Janeiro
Mal eiu
A nluerpia
Abril Copenbaen
1846 Abril 2 Valparaiaa
s> 8 Havre dr Gioce
Abril 18 vica
1816 Abril ?I Lever|>oul
a 27 '"J
38 Rio de Janeiro
Babia
Maio 6 Liverpool
6 Cost da Pangonia
* a
* a a
7 Li ver, ool
1 Hartlepool
Marco n Santos
30 jautos
18,8 Janeiro 8 Porlo
jMaico 14 F'igueira
w JO An-jola
Abril 8 F'iguera
a Lislioa
12 Lisboa
Maio 3 Rio de Janeiro
a
I84U Fevereiix & Roston
Marco 16 I. lea
r.i Genova
Abril 12 Trie-te
|6 Genova
a 26 Mai seiba
a a Londres
Maio 1 Trieste nGibral. Lon p rabnontb
8
1846 Abril 14 Rio Grande dnS
a 18 Rio de Janeiro
CASCO
polaca
barca
brigue
brigue
brigue
bina
hiata
brigue
brigue
patacho
lar, esc
br esc
suin ca
sumaca
a
brigue

a
sumaca
biate
liiale
a
escuna
patacho
brieue
brigue
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