Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08268


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Full Text
Anno de 1846.
Quaita feira 6
O DIARIO publlca-se todo os das que
nao forem de guarda : o preco da assigna-
tura he de 4D00 rs. por quartel pagos adian-
tados. Os annuncios dos asignantes sao in-
seridos a raiao de 20 ris por linha, 40 rs.
em typo diflbrente, c as repetiedes pela ine-
tade. Os que nao forem assignantes pago
80 rs. por linha, e 160 em typo difireme.
PHASES DA LA NO MEZ DE MAlO.
Crescente'a 3 as 9 lior. e 31 min. da man.
La chela a 11 as 3 or. c 46 min da man
Miogoante a 17 as 11 h. e (i min. da tard.
La ora a 25 aa 2 hor. e 24 min. da uian.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Goianna, e Parahyba, Segd." e Sextas feiras.
Rio Grande do \orte, ebeganas quartas
Tetras ao meio dia, e parte as mismas ho-
ra* as quintasfeiras.
Cabo, Serinbarin, Rio Forhioso, Porto Cal-
yo, e Macey, no 1., 11 e 21 de cada met.
Garanhuns e Bonito a 10 e 24.
lioa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria as quintas feiras.
Olinda todos os das.
PREAMAR DE HOJE.
Prlmeira al h. e 18 minutos da tarde.
Segunda a 1 h. e 42 minutos da]mantisa.

de Mao.
Anno XXII N. 101
DAS DA SEMANA.
4 Segunda S. Monica, aud. do J. dosorf.
e do J.doC da 2. v., do S. M. da2. v.
5 Terca S. Angelo, aud. do J. do civ. da
J. v. e do J. de paz do 2. dlst. de t.
6'Quarta S. Joo Damasonio, aud. do J.do
c. da 2." v.. e do 1. de pax do 2. dist. de t.
7 QuintaS. Navio, aud. do J.dosorph.edo
J. M. da 1 v.
8 Sexta S Heladio, aud. do J. do civ. da 1.
v., e do J. de paz do 1. dlst. de t.
9 Sabbado S. Geroncio, aud. do J. do civ.
da 1. v., e do J. de paz do 1. dlst. de t.
10 Domingo S. Antonino.
CAMBIOS NO DIA 4 DE MAIO.
Camb. sobre T.onrfre.s 26 /, d. p. 1/a 60 d.
Pars 350 rls por franco.
Lisboa 105 p. c. pr. por mez.
Desc. de let. de boas Armas 1 V, p. / "tea.
Otro=Oncas hespanliolas 31/500 a 32fl>00
Moeda de 6/400 vrl. 16/900 a 17/01)0
defifiOOnov. 16/400 a 16-600
de 41000 9/000 a 9/100
Prafa=I>at.icocs .... 1/lKiO a 1/970
Pesos Columnares 1/970 a 1/990
Ditos Mexicanos 1/940 a 1/960
I 'i.-i la M inda. 1/720 a 1/760
Acedes da C do Beberibe de 50/000 ao par.
DIARIO DE I
r*
PARTE OFFJCIAL
MINISTERIO DA FAZENDA.
Msnoel Alves Brauoo, presidente do tribunal do the-
aoiirn piiblieonaeional, par* fsior effeclivo o privilegio
da impresaio Iris, decretos h uniros actos gruverna-
tivos, na oonformidade da dispnsicin do artigo 38 da
lei Jo 8 do tetombro de J S15, urdena, que se observe o
aeguinte:
Art. 4. Em virtude da ditpnticlo do artigo 35 da
le rada de prnpriedade naotnnal, e de privilegio exclusivo
d typugraphia nacional, impresslo das lei, deoretos
e outma aotos gnvernaliroigerae.
Art. 2 Todo os soto do poder legislativo gersl, e
os do gotern geraj, incluidos os ,|U0 se expedem em
cpmequenoi de reolocAe de consultas do conoelho de
estad, o todas as deoiaSr do mesmo governo, que es-
tabelcoerem re'gra o norma ooustsnle de proceder em
materia de publioa drainilracin, expedidas por porta-
ras, avisos e orden, eat priivifiei dos tribunaes, ex-
peiliilss em virtude de retoliicri| de consultas, serlo
privativa e evolutivamente tvnpranns na typugraphia
nacional pelo mudo etubelenido nos regulamenlof do
1. de Janeiro e 24 de forereiro de 1838
Art. 3. Tambara lefara na raeama lypographia pri-
vativa e excluiivaiuaotea impresslo de cada un do di-
tos actos e deoiaAea em separado, mas no mesmo forma-
to daqnelle, de que ae bao de formar as colleocea, n-|
confurmidado dos dito regulaoiqnln.
Art. 4. A venrla dones aotos o docisfle, assim em
vulnmes como vnlos, s pnder ser fei'ta na corte na
typographi nacional e uas oapilae das provincias em
qualquer das reparlicea fitcaot, que deiignarem os ina.
pecture das llicsourarias, cora approvnclo dos nreii-
deute.
Art. 6. O rreco dos acto e deoitoet imprest ser
fijado polo mnimo postivel, no principio de nada auno,
em reluci a paginas, que onntiverem, pelo administra-
dor da lypographia nacional, oom ipprovaoio do the-
soaro publico nacional ; sendo o proco dos que aa liou-
verem de vender uas provincia augmentado (omento
Commando das Armas.
Quartel general na cidade do feeife, 5 de mato
de 1816.
OBDBM DO DIA N. .100.
O'ordem do Sr. general commtndante dn armt le
faz publico, que, meuiantecommonicacio do Eim. Sr
presidente deit provincia, S. M. o Imperador, porsua
immediata reolucio de 5 da mareo docorrente anno,
houve por bem reformar ao Sr. capito-ijudaote da ei-
iincta segunda linha da proiiocii do ear, Ignacio
Joaquim Guedei.
Jote da Silva GuimarOtt,
judite d'ordaoi.
EXTEWOR.
quinto baste para oobrir a deapeta do transporto.
Art 6." Fica. pr lauto, prohibida a impresslo e
venda do arios iegi.ii.uma o deoretos do govoruo t>.
qu.esiiuer outras lypogr.phias o esas nao autorisadu
"a formado artigo 4.; c bem aisira a imporlacio dos
que Forem fmproasos fra do imperio.
Art. 7.* Os que ifliprimircm os referidos actos o do-
ciici em i|ulqiier parte do imporio, ou nella teidsreui
o que forem inipreaao em qualquer lypogroph par-
ticulsr, nacional ou ratrangtr, inoorrerafl na pena de
confisco,par a fnienda niicional.do voluntes o eteinpia-
re, que Ibes forem apprehendidn, e do multa igual*ao
valor driles. O vo I ornes eexemplar es ppreliundido
erlu ooiismnilos. par que driles niu posta Ester
Uto, anda que exacto o correctos sej Jo.
Art. 8.0 Nao hecompreliendida na prohibilo do ar-
tigo *5.9 aj impressin dor actos legislativo e goveruatj-
vos, que se fizer nos periodioos (publicados nu corle e
na oapilae das provnolas em qualquer lypographia),
que o gotern op os presidente aulorisarem e caraole-
risareiu por nfliciaes.
Art. 9.0 Tambera se nio cnieprehende na dita pro-
hibido a impresslo, que d alguiu do dito acto ou
prio driles se fizer iiodentemenlo, ou em resumo, em
qualquer obra ou eacriplo jurdico, (OientiffcO ou his-
trico, manifest, reclamadlo, requerimento, edital, es-
tatuto nu nutro aetaeliiaute, que e publicar pela im-
prenta.
Biu-de-Janoiro, em 12 da marco de 1846.
Manoel Altee Bramo.
FOLHETIM.
----- ..'
TjEVERINQ. (*)
phantasia.
pob lrrtf. forflf anb.
Vil.
POR MOJfTXa X TAIXCa.
INUNDAgES NA ALLEMANHA.
dibsoeh, 29 de Janeiro.
O Elba trtsbordou outra vez. Ai churu violentii a
incessotes, que temos tido.ba siguen lampo, derrelro
a neieda noss mootaobas, a daipejlrio urna tal mas-
a d'agoa pelas eorrantei tributarias ao Elba, que at o
dia 26, a medida do rio, mostrara 10 pas cima de o.
O dia seguate deo-oot alguma eiperanc de re-piro,
poii que aagoa detoeo 1 pe; mas rspidameole reasiumio
oieu aspecto ameacador, a eletou-ie a lipes Ai al-
deas baiu estn debaiio d'agoa.e a ooua cidade come-
ta a seotir a preulo do irresistirel elemento. Ai cuas
ebeiai de vario materiaes.e habitadas pelos obreiroipa-
ra o reitabelecimaoto da nosia ponte (que ai currantes
do anno passado destruirn) aitio completamente inun-
dada, e grandes reeeioi se enlreteem de que a immen-
a mina d'agoi do rio poisa damnificar anda maii a
porgio da ponte, que anda resta am p. Depoii da lar
feito 11 graos de calor (Heummur) a 26, a ooita de 27
para 28 trouie-ooi 10 tiraos de fri a anda que al-
gum beneficio ta esperuse d'asta repentina mudanca,
em quinto a iieotar-no de oras acceisSe d'tgoa,pro-
ducida pela disiolacto da neie ns eminencias, o fro
foi um cruel augmento da soflrimento pira aquellei, cu-
jil bshitsed esta vio em parte ia undadts; a jl ests
pnrdida toa, eiperaoc at da fro pennaneate.porque
o tbermomelro liiubiodo, eosbi'ndo muita neve.'de
lorie que nlo sabemos o que nos Irarad outras 24 bo-
ni I Cbegao constantemente eorreioi da Bohemia, an-
nuneiaodo o creicimeoto auuitsdor d'agoa nos rios
vi olan, Eg"r, eto. e le podemos oonfjar nal us noti
eiaf da mana d'agon accumulads por estas correles,
que cahem no Elba, he difcil calcular a que altura po-
de ebegar o nosso rio, qusndo a agota congregada! te
encontraran! no leu leilo. Entre etit cidtde e Pirna a
calcada est em algum lugaies debaixo d'agoi. C irlas
de Prague annuneiiu.que a oommun'icacio entre aquel-
la cidade e Vieooa pelo carril de ferro esta interrompi-
da, lando ucorrentei levado a pona. Muita nev tem
cabido as montanhasHarz,eemClauilballioba-ie urna
eitrada baila enebido to completamente de nave, que
cobrio o telbadoi de muitai cual situadas n'ella, cujos
moradore tiverao deabrir entrada a iibid paraoar pe-
loi ledos dn tus habilaoes. Occorreo em Marburg um
lerrivel accidente. Na manbia do dia 26 de Janeiro ca-
bio para a parte da ra, sem se ter previsto, ama por-
Ci do alto muro, que cerca os edificio da universida-
trophe d'outro modo, tenlo iijppondo que ai ineenan-
tei torrentei de chava tinbao solapado o ilicerce do mu-
ro, e que o peio di Ierra igualmente tolla ni pirte pos-
terior, filando prei.So lobre o muro, o tiobs feito des-
apromir. Nutrem-se o maiores receios de que as de-
gracst nao parem aqui; mas que o grande a exten-
so edificio da univtrsidade, conitruidoi em parte so-
bre um alicerce artificial, posso igualmente correr ris-
co, pelas churas, que mindrau o muro que os cerca; o
qual, por ter sido edificado em tempot muito antigua
uppunha-se, que esteva asientado sobre rochas (atiim
como a roaior parte do altos edificios que esto dentro
dalle], e o descobrimenlo d'uma limpies cemada de
trra porbaixo do muro d origem ao maior alarma,
de que a univenidade, o gymnaiio, e a igreja reforma
da eslejio todos em igual perigo, a al j parecem amea
vir ruina.
iumbubgo, & de fevereir*.
A notsa cidade tainbem parece cundemnada a conti-
nuas miserias, causadas polo fugo o pela goa. Al a-
gora, qiiando eapernvamua o perfeito reatabeler.imenlo
dos effetu da terrivel calamidide de 1847, a chava <
correntea, as geodas e oor.imelo de 1846 no amcacSo
e o ni urna nova dcgrac. Una mullidSu do edificio re-
cenlemenle erecto, muilo dos quaes niuda esto por
acabar, mi Monkadamm, teeroabatido; c anda, que mo-
mentneamente seguros, do inclhnr modo pussivel, por
fnrte eitoiii de madeira, teme-se, que dosubem no to-
do ou em parlo ; e s Dos be quaula casa pisslo
anda ficar isentas de brecba exterior, em semelhanie
estado lio precario.
O exame, ordenado pelo senado, dii-sc ter prodaiido
algumas descoberlas muilo dosagradaveis ; fioarafi as vi-
das do ligios, quer habitante, qur passageims, en-
tregues aut lentos anidados de arohitaolo randeiros,
ou especuladores em edillcacio, os quaes,eom tanto que
posio concluir as rendas, e disfarcar os defeiloi, at
entregarein a obra, ou vciidcremas oasas, pouco se Ibes
d, que ella durem dopuia pur mais ou menos lempo ?
de a do gymnaiio. Sendo aioda cedo (as 8 horas me-
nos 1 qusrto ), ilo muilo menino a escol, atba-
se terem perecido seis pequeas viclimss, anda que he
muito de receiar, que se venha a verificar ser o nnmero
muito mii considenvel. Nio se pode explicar a calas-
Tinha o vigario feito roaravilha, e enrarnicado ni
o numero,as conquistas, esqueoia-se das horas, do
paroobiano, do ofjloio, da ama. Dalo ninguera mais
Ihe fallaase. Ao ver revolver-te na herva o venlre pra-
teado, lenicado de rub, daa suaa bellas trolas, saltava
elle tant bem como untaran, e va-ae-lho brlhar, nos
grande e redondo olhos, a alegra innocente do eocle-
iastoo, que, nos divertimentot ptrmUHdoe, poe um
paixlo fogoaa. Leoncio ajudou-o a fater un oeslo de
juncos e virae para leva-las, e, asim pre.n, turnarlo a
p-la viv| n'agoa, com a devidas camela.
_ Contido-o a car eala noile no meu presbite-
rio, exclamou o aura; hio de ser deliciosas, aobrotudu
e o sen hor anda tem daquelle bum vnho de anda ago-
ra para afoga-las.
Tenho muilo melhur, duse Leoncio ; avislei, ii'um
MOVIMERTO POLTICO Hk 4LLEMANHA.
'Do SUole.)
A Alleinanha he lesiemuntia de um grande especia-
culo ;^im puvo, que tem oonsuieuaia da ana furua e do
cu diroilot, c.-nsen!", qne a renleta, I qual conserva
dcdioacin, e demore em dar-lhe in.titub libertes ;
om re, inteiraaieute penetrado do soiitiineoto das pre-
rugitivaa da coriV, submelte-se todava ao irresislivel
.im-codeiiic do desejo naciunal, o prepara-se a repartir
aniorid.iile oboran, de quo os principes absoluto*
inoatro-te lio ieltos. A Prussia lirada, ero alta voi,
por una contlituiclo, por um parlamento, e pela liber-
dade de imprensa.Frederico Guillierme IV, prstese
ooncoder tudu, hesita, a par, cotilo >e fura acommolti-
do de uma eapec ie do vertigem.
A' aqu a forma do goveruo ropreienlativo tem exis-
tido em cerina estados allriuie, mu s nos de segunda
e lerooira ordena. Este faulo tem, sem dunda, contri-
buido de uma niaueira nolavel a predtapor a Allema-
nha para a praliea de inslituieoea liberara, e aervia de
penlior ao futuro estillo le miento deasa instilui(;(Se,
em todas as parles do pas alluinto.
Porm, podemos imaginar, que poderoso inloressc
futuro esl ligado su inoviincntu liberal, que ora vai cm
progresan nn Prussia. Nao he utun das fuicrs niai ou-
ripaa e initruetiva da hislori conieinporanoa, qu
iiuui pas anula subjetto ao syaten.a qunai exclusivo do
goveruo absoluto, me achem todos os symptoniaa, todoa
i fictos externo, pelos quaeaie mainfrsta a vida pol-
tica nos estados oonstitucionaes ? To pouca duvida se
entreten) na Prussia do rpido triuinpho di opinirje
liberae, que, nnlrcipando u periodo, cui.qim catar em
uxi'cuc.io a roiislitoico prusaiana, preparo-se, edoli-
_n..,T,u j.u ,. |mhrenhado deoarvalboa, auberbe oogumelo dediffe-
er^ .1 qfi t MunkBon, d...o Len-1 rente, qu.lid.de., ,ih. prooura-lu par. me.iud.r a
oro, um amigo fiel, que. eu cunUva encontrar em pro- jcolhe-lo "^ .".ju-
ra d Bore. par. o eu magniBou. hurlo d... Alpe. Ah | ..oborl replieoa o vg.ro, vermelho de en-
Ihusia.roo, corramos l, antea que oa pastorea desfio a
um (raavel compinheiro djt viagem, que a Providencia
no ovia, te a senhura se diguar acolh-lo, e fater-lbo
a honra de o aduitltir na ana comitiva.
A bella figura o a graca do marque Ttberino es-
pincarlo o mu humor, que auouviava a fronte do la-
''j G....
Sou brigada, a obedecer-lhe em lado, diste ella
Kevig.riuho a Lcuncu, poit que vuts he o meu medi-
oo, e rueu me.ire l,o;. 0 de, MceUr ,ull pre.
cripcoe. tem as examinar muito.
Nlo ter gr.udo mrito tiesta ves, disse Leoucio.
erm breve appdl.rei p.r, a nhora me.ma^ Marque,
pfferecc o leu braco a myl.dv, cu Tuu tratar 3e-arreb-
har o nuaiu vigario e ai suaa trun
ailj
[) V>dp Diario a.- 100.
procurar aa vaco. Ot ignorante eamagarilo com oa
pe eaaea mirficos oogumeloa, de que noa devemo apoa.
rabeulutaiuenle. fe> bem etperar-tne; cvnheco ted.a
.1 etpeoiet alimentares, e o bclUt particularmente exige
grande delicadea de ubiervac", par nao.a do pru-
ximo parentetco oom a olatie dot venenoaot.
Havenba-te Panurgiu como poder | diaie entre ai
Leoncio, io ver Teverino oom Sabina, untado, .ubre
um grupa de rocbedut um poucu dittante. Seelledit-
aer alguma asneara, nio pasae por vergouha, o antea
qoero aoffrer os retulladot da ezperienoia do que if-
fronla-lot.
Levo* com ligo o vigario e Magdalena, qne pareca
egui-lo de m vontade, a preluloTle que lodo u cu-
guutele crio venenosos, e jiodio ervir para malar
mosca.
He o prejuito de muito cimponetet, disse o vt-
gtrio, al nat regiet, onde ocunhecimento datetpeciei
ruincaiivvit poderia minitlrar-lhei um alimentu slo e
tuoculento.
Leoncio pastou por bem perlo de Sabina, para que
ella o podetae chamar, ie o colloquiu lhe detagradane ;
mas nlo o le, e iieui deu moalrat do o ver. O vigario
cura mait nada ae importa va, quando linha na nieta al-
gum diverlimento carajiealre, ou oatlraotivo de alguma
gtiludice.
Perdido aa malta de carvalhot, Leoncio achou-so em
punco lempo separado do vigario, que, com o ardor da
detcoberta, ie ntettia por tojo e abrulhoa, e ouja pre-
senca a era revelada, de lempo a tempot, por exvla-
iiinjea de enthaiiaamo a cada noto acervo de ougome-
lui, que te Iheufferecia vista. Magdalena liana tegui-
do dcilmente o mancebo, e lhe apreteutava o grande
ehapo de palha era guisa de eeato ; mas Leoncio s pu-
nha nelle florea de geneiaua, e folliaa de oidreira. A
paaaarinheir pareou prooecupada, e Leoncio vio fur-
tiva lagrima lhe brilbarem na Inoras pestaa.
Que ten tu, luinli chara menina? diaae-ilte elle,
lumandu-lbe u braco ; qne interno cuidado te amo-
tina ?
Nlo faca cato, meu bora enltor, responden a ra-
pariga ; be ama ioucura, que me paa pela checa.
Enllauque he? disse Leoncio, apertaiido-lhe o
br.cinho .obre o peito.
n\o-.e o diversosartigos ; ou ante, elle j existen),
obrlo, e teem-se aberto disoiissoes entre elle, oomo no
seio do tima assembll regular.
Temos habilitado os nossot le (o res a seguir pino a
pasto o laborioio parto da oonitituicio prumini. A-
gora completaremos as noiiss anteriora observsce a
reipeito por alguma inforniaclo relativa origem do
movimento poltico, que agita a Prussia. A Uvuc dn
Deux Monden, cujos imporlaot'i artigo temos mais da
urna vei indigitido, conten um eicellenle artigo sobre
a historia dts nstiluivoej libertes da Prussia, escripto
pela pena de M. St. Rene Taillandier, io qual tomare-
mot emprestados algum eitractos.
Nio he de hontem, nio ho mesmo di elavicio do
ra Frederico Guilberm IV., que datio os deiejoi a ai
esperaoca da Prussia. Devemo retroceder ao aronte-
cimeotos de 1814 e 1815, para achar a origem dos di-
reito, em que se fundi as sctuiei eiigenci! do povo
prusiiino Foi no grito de liberdada, que os sobera-
nos tillados levantarn a Allemanha contra a domina-
clo franeexs : mas nio se limitarn a prometas vagas,
O artigo 13 do pacto federal dii, que c biveria
semblss deestidoem todo o paizes da coolederafio. '
Esta prudente obscuridade parocoo ao governo um pre-
servativo sufliciente contra embaracoiai eiigencin; mal
lie nio conlava com o seu hospede ; istobe, com la-
ter concessdes pira o progresso da opioiio publica.
Era prometter muito pouco, ia a interpretacio do
artigo fosse deixada aojui/.o do governo ; era promet-
ter demasiado, se Tone deiado ao do povo.
O governo prusiiano, movido, ou por boa fe, ou por .
sabia previsio, julgou.se obrigado a anticipar os deis-
jos da naci, completando o artigo 13, que era diri-
gido a toda a Conederacio Germnica, por outra dis-
poiicdei, que inleressariio particularmente Pruui.
Uma ordenaoga de 22 de maio dg 1815. asiignida por
Frederico Guilberme III proclimou abertameote, que
se dara uma representarlo ao povo da Prussia.
Esta ordenanza nomeou uma commisiio enemiga-
di de urna trela dupla. Ella devia primeramente oc-
cupar a iua alinelo com a organtsago de astado pro-
vinciaei, reunidos em varia eidadei da Prussia : efn
2 lugar, determinar a forma da aitemblt.que nao de-*
via mais representar tal e tal provincia, tenio todo o
reino, e que hivia de reuni-ae em nerum. A orde-
nnca annunciava, que esta assembla ssbtris do as-
tados, ma lera dtxer como.
Os traballioi desta commiasio (presidida palo rei ae-
tutl, entio principe dt cora) proloogirio-ia muito
mais do que se tinha previsto. Foi, passtdos seis tonos
depois da la nometcio, a 5 dejunho de 1823, que
ie promulgou a lei dos eslsdos provinciaes. Esta toi,
como vero os noisos leitores, levando muito lempo pi-
ra cumprtr s uma das duas pmmeis de 1815. A
Prussia foi dotada com estados provinciaes ; mas a re-
presentarlo nacional era anda uma nullidade.
Fioirio as cousas oeste citado t 1840. Anda que
impaciente de ver a realiiacio.dis promet! feiUi pala
realeza, a Prussia ficoq silencila, nio desojando per-
turbar os ltimos das d um soberano merecidamente
amado e respeitado ; mas em 18 10 a elevoco do novo
monircha, e a crtse poltica, que abalou a Europa, tor-
nou a despertar os deiejot, que tinbao estado ipeoai a-
dormecidoa. Files rebenlro com ttl violencia, que
deve-se de ter vitto claramente, que leria iinponiril
esqueclos. As dispoiices pessose do rei pirecrio ao
principio preitet a proteger o movimento nacional.
Elle principe fet em muita filia vagas, mu que
tinbao o cunbo do enibusiasmo particular do lea ca-
ricter, declaracOes, que forio coniideridi como fivo-
I
-------------- -----------~ U ISO, UUDMUU a
Ora, hoque V. tenboria nio abe, replicn ella lima recua.
igenu.meuto, que o meu namorado parti, antea de a-1 A la j.ri
tenta-o, e pretende ajudar meu irralo a f.ier um boiu
negocio, prometteo rollar e.ta tarde e tr.zer boae no-
ticia. ; roa eu receio, quo nio vulte, e nlp fuco mais
quo orar a Deu baixinho. Heialo, quo me d vontade
do chorar.
Eta paaaagem he em duvida pergota, e temes,
qne elle ae exponha de ina ?
Nioheiuo: a paaaagem he perigoia, po quo
meo irralo ajulga im|.....tel ; maa o meu namorado
he tio destro e lio prudente, que ae ha de labir bem.
Qua teme tu entio P
Eu soi ca f Nio ro'o pergunte, nio pono d-
ter-lb'o.
Dtr-te-hei eu. Temet, que te nio ame roii. Qua
fucile da tua oonfianca delta manilla ?
Nio tenho raaio, nio acha ?
Nio tai, ma nlo poderia tu consolar-lo, pobre-
tinhe ?
Nio tei, tenhor, rcapondeo Magdalena, com um
lora e umolhar potto no eeo, que nio exprimilo a du-
vida da incoiistiicia provocadora, iuj o lerror da inex-
periencia om preaenca d dr.
Nao o be oom effeilo, replioou Leoncio, obier-
vando-llio a phytionomia, ceros, que, ao futte ponivcl,
seria ao meima bem dillioil. .
Mo ose parece demudo algum poasivcl. Maa a
Oeoa conheoe o milagrea, que pode faer, e iiera,
que, quando lhe pednnu de lodo o ooraflo, elle nlo
ingenu.meuto, que o meu namorado parti, atea dea-I A la primeira ideia seria entio rogar-lba, para
nauheccr o da,jiaraa fronletr. Jquo te lirraase do leu amor ? E he, porcerto, o que tu
tatea agora.
Oeixou-le?
Oh permilU Dos que nio I nio creio iaao. Ella
encarreguu-se de ir reouohecer um. pasaagem, qoe
desoobriu, e que meu iriulo .uppOe impraiiuavel. Afllr-
, peto contrario, que aera lucliior para paasar o con-
Irtbando, a cumo nlo quer er-ao posado, o olloio
Mao, tenbor, so o faria, teeitivene certa de nlo
er mata amada ; porque, ae en pedate agora tornar-me
mi para algurus, que he bom para mi, pedira orna
uuuta, que Deu nio poderia eonoeder-me, atada que
quise*.



2

raveis, e tomo taos recebid. :om iva so'requidio. Po-
rm, lonJo a sua ultima falla aoi deputado* de Konigi-
berg sido commentada alguma* semanas dcnois ( a 4
de outubro de s () por urna circular ministerial, que
ali>nlii irii 'ni rejeiton a interpretar') dada s pala-
bra reaes, en! ndeo-se promptsmeole, que o re e o
povo se comprehemliio mal un ao outro, eadescon-
fianva substituid a f cntbusiaaica dos primeirosdias do
.vii reinado.
Tdavia, o ro tinba ainda dado motivo pirase espe-
rar alguma cousa, e o seu governo estavu activamente
oceupado rom a preparacao do plano annunciado por
tile em termo9 tai obscuros. O que tinha promeltido a
ordenanca de 1815? Una represenlacio geral do rei-
oii. Como foi curnprida esta promesia ? Em feeroiro
do 1841, appareceo um decreto, que nugmenlava a im-
portancia dos estados provinciaes, autonsando a publi-
cacio das suai discus<8e. Alm disto, lorio convoca-
dos par se reunirem de dous em dous anuos, em lu-
gar de ser de tres em tres.
Em quanto questio ettencialaaisombla geral,
o ile i- id instituio urna dieta, qual cada um dos esta-
dos provinciaes enviou um certo numero de delegados.
Esta assemlila reunio-se em liorlim, leve duas es-
pecies de funccOes : 1." sobre todos os pontos, sobre
que os estados provinciaes livossem cundido opiniat
discordes, devia ella terminar a ditcuttao, e c rlar *-
siruo lio do conflicto ; 2. a dieta geral de Berlim po-
llina ser consultada pelo governo sobre todos os ob-
jcclos deinteresse publico.
l'Jo-se prornptamenle adivmhar o pasmo, com que
foi recrbida lo irrisoria satisfago. Tinba-se promet-
tio.i urna conslituicioem 1815, e o decreto de 1841
limilou-sea ordenara organisacio de urna assemlila,
iue nio era rnais do que urna commissio escolbida
nos estados provinciaes para decidir entre as proposUs
contrarias, emanantes destes est dos. Afora islo. ne-
rihuns direito*. nenhuuia garanta, nenbuma autorida-
de mais Foi para ebegar a este grande resultado, que
o novo rei tinha eipendido as suss fallas lauto entu-
siasmo, e (Hila elocuencia.
Desde este momento orgsnisou-se na I'russia un
resistencia, em que os estados provinciaes lomrau a
iniciativa, eernque lorao seguidos pela imprensa. O
autor do artigo, que temos presente, da alguos porme-
nores curiosos, relativos aos dous partidos, que ora di-
videm a Prussia; o partido conservador, ou uescola his-
trica, e o partido radical, ou escola racionalista.
Niu pode ser duvidoso o resoltado desta crise intellec-
tual e poltica. A Piussia, a despeito das hesitatoes
do seu governo, e da diplomacia retrograda da Austria,
brevemente tomar o seu Ingar entre os estados consti-
tucionaes da Europa.
_^___________' [Times.)
PEftNAMBUCO.
Ilendiminto da meta < recebiioi ia de renda inierntu
gtrats.no mei dtabr prximo findo.
a sabkh :
Foros de terrenos de marioba
Ladennos
i-ia de bens de raiz
c-___j j_.:_.. j. .
jcguuua imitiMi ue ma uiiva
Direifus novos e velbos
Ditos de chancillara
Di zima da inesma
Matricula do curso jurdico
Sello liso
Dito proporcional
Emolumentos de certidoes
Dcima urbaoa
Imposto de lijas abertas
Dilo de seges e carrinbos
Dito de barcos do interior
Tata de escrovos
2:043.5401
1:408,8401
28,127
162,525
6:693.457
i57,7b7
113,806
7,'JOO
117,72.1
460,800
3:502,380
1.260
105.281
420,400
10,000
9,600
706,000
Rs. 12:696,520
; No impedimento docsrrivio, o 1 "esenpturano,
Manuel snlonio Himoe do si matul.
Coniiiiujiicadi.
ELKigO DE DOl'S SENADORES.
Acabamos de ler dous arllgui no Novo de 30 de
abril, um de lundo e outro communicado, em que si
ataca de frente a candidatura do Evm. v'sconde de G !
anua, como a arma mals terrivel. que os praieiro6 leem
boje contra seus pellos. O nomo do nobre vlscunde he
um ferro em braza, que os cresta at a medulla dos o-
aos : esso nome os persigue como urna sombra, os al
lucina como um veneno irritante, que Ihes desteode os
Tu emendo, que be um dever acuarraoe a quen
nos ama 1
Siin. Quamlo Deoa nos permitlio nina-lo, nii
quix, que drixauoinni de f.ne-lo pureaprieho, o eu creio
al, que ialu o oU'ondc mullo.
Maa, com raafu, he difireme ?
EnlSo seria o dever. Amar olguem, que nos nio
ama maia, he nffend-lu ecuiilraria-lu. Deot nio quer,
(ue alormenlenioa o nomo proximu, principalmente pe-
lo bem, que elle nos lom feitu.
Tu es una grande philusopha, Magdalena ?
Philnmplia, tenlior ? lllii aei o que lie isso.
Mus Iguaias vetea ainniuua apeiar imini, ainda
que iioaabateHhaiiioa dodiie-lo, c de faier aoffrer aquel-
lo, que us deixa?
Sin), e isto de ve faier niuilo um I diste Magdale-
na, cujas vivas corea se desbuliirao eita ideia.
Mas oramos, iiiinha menina, e Uem uos livra.
Nio lie itto o que tu diiiasP
Cula limito a orar, estmi bem certa ; a gente de-
le aempie peinar eui pedir o UOntraoiO do que quer
obter.
Isto he, que, ppHiiido que nos cure, dearjamua,
contra o non agrado, aer aiuadoaooino oraiuoaP
Creiu que assuu he, ineu aenhor. Maa, eui hm,
niu devenios desesperar da misericordia do lieos]
Eolio Dous permiti nlguniat veics, que outro
noa ame, e que Ihe demos uuvidoe?
Ntu sei. Qaaiidu urna peaaoa nio ha bella, r
penaa n'uulra, niu deve ser taoil agradar a algugm.
Maa os milagrea da Providencia I Se o leu roste
pareoste beliu a outro, quo nio fotse o leu nuniomdu,
e se o leu amor e o lu dr, em es do Ihe deaagradareiu,
le luriiaaaem inait bella a seus ulhus?
V. aenhoria falla cum umita docura u Lundade,
mcu charo seuhor; bem mostra, que er em Deoa, e co-
norvos, que os erica o crispa com medooha cootraccio
espasmodlca. Porque, pols, agora, e s agora, lauta sa-
nlia contra o nobre viscoede, ha multo preconisado can-
didato polo partido da ordem ?
O visconde nao est om Pernambuco ; nenhum acto
da sua parte concorreo para a sua candidatura ; torio
seus amigos quein dola se lembrarSo como um timbre
para esta malfadada provincia, porque cima do vis-
conde nio vemos quem Ihe seja superior. O partido da
urdem o ad >ptou ; e porque? Respondemos com as
palavras do I). Novo a este respeito : Principios e
ii conveniencia/. Sio estas as bases lundamentaes con-
ii sagradas por todos os partidos polticos, nos os te-
mus, e nussns adversarios tambem ditem, que os
leem, etc. Loro os principios e as conveniencias
foro as rasSes poderosas de haver o partido da ordem
adoptado o visconde deGoianna como sea candidato.
Principios : os nossos sio bem canticidos : a ordem
publica, firmada na Gel execuco das Icls : e rtinguem
dir, que o nobre visconde professa oulros principios.
Se nio est de occordo sobre os melos, ao menos con-
corda nos Hns; e em poltica os flns justifican os melos.
Importa-nos pouco, que o visconde fosse praieiro ou
cavalcantista, como di/em aquellas, o que nos convm
he sustentar a santidade de nossos principios peloisuf-
Iranios da gente mals grada, mai honesta e mais intel-
ligenle da provincia : Uto nos basta.
Corifc/iiencas. eis-ahi o que os pralolros s querem
para si; clles entendem, que podem avlltar a sua pa-
tria, rebana-la aos olhos de todo o Brasil, admitlindo
a imposicao forjada de um forastelro por con Demencia,
e o partido da oidem nio pode, por conveniencia, cha-
mar, admlttire adoptar, como seu, um nome Ilustre,
um Pernambucano dislincto, urna iutelligencia cima
do commum, porque antes nao se apresenlou igual cir-
cunstancia U partido da ordem tinlia que luctar com
o poder, com todas as poslcdes olliciaes, oceupadas pa-
los praieiros, com a autorideda do governo supre-
mo, com os abusos, com a forca, cuiDcn, porque sa-
be, que bada se pouparia para conseguir um Irlumpbo
coritra os interessese honra da provincia.
U partido da ordem, s, entregue a seus proprfos es-
forc!, contando apenas com a consciencia dos seus cor-
religionarios, tinha do oppr ao partido da praia, nio
somente nomes illustres, jntelligencia e virtudes, mas
tambem alxuma influencia pessoal, celta preponderan-
cia, relatos mais ou menos ramificadas pela provincia
e urna ceneta de votos, altn dos que Ibes podui.su dar
a chapa do partido. Entre vinte Pernatnbucanos dis-
tinelos teve, portento, o partido da ordem que escolher,
attendendo as contxnrencias, os que mais probabilida-
de linhio de oblerem maiur numero de votos pursuas
relaces pessoaes, amlrades, sympathias, etc. De que,
pois, se admira o /). Novo com a adopcio do viscoude
de Goianna, um dos que mals garantas oflerece para
su i eleico'.'
Una cuusa, porm, admira sobre tudo, e he, que,
sendo o nobre visconde um dos candidatos, que primei-
ro foi apresentado pela imprensa, s agora sahisse o D.
Novo com a tromenda catilinaria contra a sua candida-
tura, como ge ella traostornasse algum novo plano con-
cebido, ou as esperanzas de aUuem, na solucSo do
grande problema, que oseleltoresde Pernambueo tem
de resulver na presente quadra. A ideia smeote da ei-
clusao de um Pernambucano, to dislincto pursuas lu-
jes e pelo seu patriotismo, so nao he um burrio lauca-
do na propria dignidade, he ainda peior, porque re-
vela a iiaiii /a de Himno de quem a tanto se atreved.
Entrar em comparaedes, sempie odiosas, quando se
trata de fallar consciencia publica, seria, nao so in-
til, como ate imprudente no aeiuaea LuCiiasciai ;
tioiianio, persistimos em sustentar a candidatura do
nobre visconde com lodo o orgulho, com tuda a ufania,
que iospirao suas eminentes virtudes, e subretudo o
seu acnsdlado amor da patria. Se ha um Pernatnbuca-
no, que, M'in cobrir-uos de eterna vergonha, uo posss
sor repellido na quadra presente, he, sem duvida algu-
ma, o nobre visconde de Udianna ; negar-lhe um vuto
parada-lo a quem nao nasceo nesta provincia, oem be
nclla domiciliado, be um insulto, que nau Tatemos a
tieiiiiuin bomeui de honra, a neobum Pernambucano.
co quando a vida est eitincta ; quanto nio deva
augmentar o nteresse, que ella: oflerecem quando
estes entes monstruosos nio sio ainda uma materia
mora, inerts, e gozio de ludas as acuidades propria*
da vida I
Supponbio os leitorosduas enancas cortadas trans-
versalmeote pelo meio do veotre ; as superficies da sec-
cio apphcai'jsuma a outra de niaoeira que as duas
cabejas so achem collocadas as estremidades de uma li-
nha recta e as faces vollada horizontalniente para o
ceo ; quatro bracos situados emseu lugar natural ; tres
pernas, duas dss quaes bem conformadas e a ler-
ceira vcHtada obliquamenta disforme, com seta dedos
no p ; ou quando nio, supponbio ainda um T gran-
de- cujas duas eztiemidades da linba horizontal re-
presenten as duas caberas e a perpendicular designe
o lugar das duas pernas bem conformadas, e (arad uma
deaies duas tis!grs?sd! n>-
qof respeita s funeces mais abjactas, ser nacestsrio
que baja entre ollas commum ascordo para satislt(_
las; suslenlato, a loeomocio serio pbjsicamento irrj-
possiveis, quaesqoer que sejao alias osapparelbot rae.
chanicos, os mais eogenhoios que se empregarem. 4
rotapio da eabeca sobre o pescoco, alguos movimen-
tos lateraas do tronco, o ejercicio lacil dos bracos, das
mi*, o das duas pernas, orna das quaes pertence 1
Helena, e outra a Pbilomene, eit quejse reduiirfi,
pouco mais ou menos, as faculdades motriles dos dous
entes. Que borrivel posicio que horroroso esped,
culo, quando, obretudo, a arle se achara na absoluta
imposihilidade, nio diremos de remediar o triste es-
lado destas duas inelizes meninas, tnn ainda de me-
Ibora-lo 1
Miscellunea.
PUKNlIHENO.
I.C-se na l'teisi oseguinte : Neste momento, en-
cerrs Paris em seu seio um dos mais curiosos pbeno-
menos, que se pussa ver, e que tem oceupado a atten-
(o de algumas sociedades scienlilicas e particular-
mente des academias de sciencibs e de medicina, do
instituto e da suciedade medical do primeiro districto
( rr ndi.scuioni). Sao duas meninas, que gozan do
perleita aaude de idade de mais de 3 meses e soldadas
n'uma glande eiten-ao dos seus Corpus. Nsscio a 2
de agosto ultimo, em uma pequtha villa do districto de
La Chairo ( Inore) e lorio pabtisadas com os nomes
de Pbilomena.e Helena. Se estas surtes de eitravsgan-
cias da naturuia sio sempre olijecto de granito admira-
_T-^-.^.^,---------- r-imiiiMiTmiwmsmsMsaastsMSk
Mita quer tambeiu ino eontolar, inuttraiido-ine as cou-
*aa por este lado, e eu etlou lu triste, que nto posto
ainda v-lat com ot meanioa olhot. Peino tenipro 110
que n Hiena, te o neo namurado me nau amaaae maii,
e, te nao leineste aer iiupia, detrjana morrer.
I.eiubi.i-te, que, te tu uiorretset par itto, e elle o
tuubette, tena eternamente dengracadn.
f. i|ueni sabe, se Deot u cattigaria de haver cau-
sado a mulla murleP Ol! nao, nesse caao ni quera
morrer I
Tu t boa e generosa, Magdalena ; pois boro, ou
te progiiottieo, que nao tert luteln tem recursos, e
que Den nio abandonara um ouraco eumu o leu,
O quo V. aenhoria me dis mu az grande bem, o
ijio reria ou, quo fuste o met cmifnstur, em ves do 10-
nlior vigariu. t,. nio en, que adiara eonsiil.ier para
iiimii, e que cu arredilara no aeuhur como em eo*.
Pon bem! Magdalena, toma-ine, au menoi, por
leu guia e leu amigo. Se ae aconltcer alguma desgrana,
eoulia-te em iiiim, que poderei lolve faser-le algum
bem ; anda quo 11.10 teja tcuiu fallar-te de religifiu, c
dar-le auimu.
Ai do ni i 111 V. aenhoria tem raso, roas ho deaaa
gente, que paita pela uta* Ierra, e 11I11 nio tioa. 1
tres das Ulfea esteja a mil leguaa d'.iqui.
Toma cala carteir, e uiu a percaa. Sabes ler i*
Sim, tenlior, eoterever lainbem um pouco, gra-
cat 11 meu iruiio, que me eiisinuu o que sabia.
" Poiienlo ah auliaris papeit, que te tervir a fa-
ier, quo eu tralla ler ooiu tigu, ou ouiidutir-le a ler
coiiiinigu, em qualquer lugar, que eu mo uclie.
tilingada, ineu aenlor, uiuito obrigada, ditae Mag-
dalena, meiteudo a crletra na algibeira nunca un-
i|oeeerci, purque vejo, que V. teulioiia lem muiloaaber
em riligiiu, c que u seu coraySo au compadece dua ..110
ideia da disposi^io gera
ninas.
A uniio fez-se pela parte inferior do ventre, e pelos
ossos da hacia. Acbela, pescoc), bracos, peilo sJo
bem conformados e independentes de cada lado. Se ba
duascabegas, ba tambem dous corardes, que bateen em
dous pettos separados, dous polmea em cada um des-
tes dous peitos. Um a porcio do veotro e a baca sio as
partes communsaos dous pequeos entes; isto he, Phi-
louiena o Helena nio formio, na parte inferior de seus
oorpos, senio um s o meimo individuo; em quanto
na parte superior, l onde lem a sua sede ocotacioe
o cerebro,a vida e a intelligencis, ella* represenlio
dous entes parleramente independentes um do outro,
Helena pode chorar, quando a sua companbeira do in-
fortunio ri-ae; uma dorme.em quanto a oulra vela;uma
manifest o desejo de lomar alimentos,orr. quanto a ou-
lra conseiva-se indiflerente a este respeito.
Ambas tem o rosto agradavel, grandes olbosasues
chelos de susvidide, cabello* pretos abundante*, linda*
maos pequeninat e torneada*, um sorriso gracioso. Con-
vm v-lii collocada* ttsaniversalmente no regaco da
mil (que as amntenla), mulber de robusta sadee
mi j 1 de seis lilbo* perfeitamente conlormidos; con-
vm t-las, digo eu, dedadas de costas, sem puderem
eiecutar quasi nenhum movimento, com os olhos no
ceo, como para imploraren) a misericordia de Dos,
com as quatro mot/inhn ordinariamente levantadas ;
a* duas pernas posta* entre as duas rebecas, e penden-
tes, e depois a lerceira pe na revirada, disforme, e com
seto dedus no pi; mas fai agona v-las, e sente-se, a-
pe;r do inleresie, que este eiame excita, um aperto
de ou ai'iiu lauto inais vivo quintle reflecta as hor-
riveis subjeices, em que estas desgravadas meninas se
acharad,se be do seu destino terem o curso da existencia
mais ou menos longo; porque com efTeilo, nio be de
modo algum impossivel, que estes dous pequeos entes,
anda que pegados por urna grande eilensio de seus
corpos, vivi, e vivi muilo tempo.
As principies funeces, as que se acbio ligada* di-
rectamente maoutencio da vida, tio perladamente
indiiiduaes, e se eiercem sem eslorvo. A arterialisa-
cu do sangue, sua ascensio ao cerebro, a elaboracio
dos alimentos, e cljtiii.fic.icao, o exercicio dessa espe-
cie de seotinellas chamadas sentido*,do ouvr, do ver,
do tocar, do chairar, do gostar; ludo isto se eoconlra
tio bem em Helena como em Pbilomena. Estas duas
desaventura.:.is meninas s tau iiiaepaiavoii 6ui o!yc
a igaos e luncces de uma ordem comparativamente
secundaria, que podem em rigor *er alterados, deslor-
ines, ou meimo nullos, sem que se extinga o principio
do vida. Ella* percebem separadamente as unpressdes
viudas do externo; possuem igualmente em separado
um eu interno; a* nobre* faculdades do cerebro, a*
docoracao, o entendiiuento, a indiligencia, nenbum
obstculo senlem, e farem de Helena e de Pbilomena
dous entes separados, que se podem atsemelbar es-
ses doua Siametes, que todo Pars vio,ha alguns anuos,
ou essasdua* iofeliies irmias, chamada* Rita e Chris-
tina.
Todava, digamo-loji, s a ideia'de que a* duas
desgranadas enanca* podem vitar, e at chegar avan-
vada poca, entristece a alma e como que ae leria
(enlacao de desejar-lhe* a morle, *e esto senlimenlo
podesse entrar no coratiodo bometn, meimo por inoot-
Uuoss aberrafde*. Admitamos, que Helena e Piulo
mena percorrem o fio de sua existencia e ebegio at a
idade, em que lodos os orgaos do corpo, e particular-
mente os destinados vida de relacio, entrio em exer-
cicio,que triste e eflliclivo espectculo se oio tei dien-
te dos olhos As uas pobres irmias, presa* uma
outra por Ijcos indestructiveis, serio barcadas a con-
cooservar quasi invariavelmente a mesina posicio, islo
be dedadas de cosas, os olbos dirigidos para o ceo,
entnelo talvez necessidides individuaos, e scpiridis no
COMMERCIO.
Alfandega.
Rbndimbito do da 5.................6:8)6j61$
Descarregdo koje 6.
Brigue E. J.-Sullonbaealbo.
tingueBtlla-EmilMl*batatas.
Brigue^ de'aidmerendonas.
BrigueMara- Feiizvinhos.
EscunaColoradomercidorisl.
Consulado.
Rendihento do da 5.
Geral............................ 2:881*431
Provincial.......................... 100*963
Diversas provincia*...............1 942*311
______ 3:904*705
lloviiiicnto do Porto.
utiuu noria, que tan taiiRlameiite Ihe ha de fallar, que
elle niu querer luait aflligir-ine.
Sen les emi hanca c aiiuiade por 1111111 ','
Oh iHuita, retpundeo-llie a pattarinbeirs, aper-
landu-lho u braco innoei ntoiiniile aobre o ooraco.
Alii temos oulra'' diatoo vigariu, aahindo do mal-
lo, tan carregadu do cogumuloi, que mal podia ouui el-
los ; com que ahi etUo de braf o dado oumo compadro e
cumpanheiru. Devagar, Magdalcua, lomai sentido, v
toit uiua cabeca ileso.miada, niinha Billa ; ludu isto bi
de acabar 1u.1l para vos.
1 Hio tallie com ella, tenlior vigariu, retpundeu
Leoncio ; tudo ha de dar em bem, ie Vm. ae niu iutro-
metler.
llcni! be 111 replicn o vigariis-, muneando a ca-
brea ; o aenhur nai me Irauquilliaa com ua seos rea de
virlude lalvet muilo mu lenlia chaaqueadu liojo | Va-
llina, deixe u bracu dessa pequea, e venha ver a luitili*
oolheita.
Vamos p-ia ao* ps de lady G... diste Leoncio.
E onde etl a auu? O .que flores, e ruin* hervatp
Para que pode iitutervirP Itto nao lie bom neui para
vulnerario I
Servir para a collcccio do marques, retpondeo
Leoncio. E a propusito de marques, ditso entre ti,
etlou curiutu de sber, aeo Frontn nao luotlro'u pau-
la dua urelhai.
Acluirao Teveriuo e Sabina 110 momio lugar, onde
ello oa huvia deixtdo maa a prela oojokoy ealavio
muilo louge, e u marques uiuilo perlu de lady ti... ti-
nha elle um tal ar dconhani;a e de aatiafacau, o, da aua
parle, lilaila ella oa olhea lio hrilliantea o a* taces lio
animadas, quonSo pareciSO, ncni uiu nein uulro, det-
coiiteniea da cuuveraactu,
(juo he ? 'listo lady G..., ao ver o vigario ei-
Navio entrado no dia 5.
Liverpool ; 31 din, galera inglesa Columbus, da320
toneladas, capitio Daniel Green equipagem 19,
carga fatenda ; 1 M.'almoot & Companhit. Pai.
tageiros, Mr. Johnson, com la senhori a 1 criado,
Mr. l.ow, Mr. Martin, Mr. Cklil, Mr. Armslrong,
Mr. Sutton com 1 filho.
A'aeio sahido no meimo 4ia.
Palermo; brigue siciliano Gabriele, capillo Paulo El-
zorollo, earga astucar a couros.
Cear ; patacho braiileiro Flor-dt-Olittira capitio
Joio Antonio Gome* earga firinba da mandiuc,
PaMigeiro, Jos Din Macieira, Brasileiro.
ObstrvaoaO.
Fundeou no poco um brigue brasileiro, que igno-
ra donde vein,
Declarages.
= D'ordem do Sr. coronel commissario-psgador
dest* provincia, Jos da linio Ingler, te fas publico, que
peranle esta pagidoria se ha de vender em basta publi-
ca, no da 8 do crrente mex, uma porcio de madein
arruinada da cochia da companhia lixa de eivallarii da
I.* liaba, cuja madeira ia aeba no quartel da meima
eompaobia, us pdc ir v a quem s pretender, l'a-
gadoria militar de Pernambueo, em 4 de maio de 18V6.
O oIBcial da pagadoria, J0H0 Arcenio Barbota.
= brigue ingle* de guerra (recian labe para*
Babia e Rio-de-Jaoeiro boje, a* 11 hora* etn ponto;
recebem-se caria* at aquella hura no consulado bri-
laooico oa ra da Cruz.
ADVERTENCIA.
A arreuiatacio doaervico da capataria d* allandegs,
anounciada para osdias 9, 12 e 16 de junhu, dever-ia-
ha efleituar em 19, 22 e 26 do crrente.
Secretaria da thesouraria de fazendide Pernambueo,
6 de maio de 1846.
O oflicial tnaior,
Ignacio dot Santos a Fonstca.
Avisos martimos.
= l'ira Santos sahira, aleo dia 7 do correte, o pita-
cho Correio-de-Pernambueo: quem quizer ir de pii-
sagem, pode entenderlo com o capitio Antonio Jos
de Abren.
Par* o Rio-Grande do Sul labir, coro presteza,
o brigue nacional tenorio, por ter a tnaior paila as
carga prompta : quem quixer carregar, ou ir de ptssa-
gem, dirija-se a ra da Cruz, n. 45, em oa*a de Nasei |
ment & Amorim.
leem petares; vejo o que bei de faier. Se o meu tiamu-lleuder t'aatoiaiuunle ua seut oryptugamoa aobre a relva.
bar cimento, que enonuot chapeo* de padre Iatu bt
que lio planlat extraordinarias e maguifieat.
Magnficat? extraordinaria!? ditae e vigario ciindaliaadu diga delicailai, minlia lenbora ; diga per-1
fumadas, fresoaa, tuoculentai! Deo nio ai fes para di-
vert monto dot olhot, maa aim para aa delicias do esto-
mago do iiumem.
Ah queira perdoar, aenhor vigario, di*ie Teve-
rino, atirandu para (unge uro cogmuelo tuipeito; eal*
qualidade he falaa.
Talvet, lalvet! diste o vigario. Na precipitaci" |
de u* cullier, poda enganar-me.
O aenhor cutio entende de tudo ? diste Sibios,
deilandu um terne olbar *o morauo. Oque he quao K- I
uhur 11*0 tabe?
Benito! que tal toba u meu marques ? peruu"
lou-lhe Leuaoio, fallando-lbe de parle,
Puno eu niu aoha-lu encantador? Haveriu dnat
opuiiet a leu roapeitu? Se elle niu folio o que parece
seria vun muilo imprudente, charo douior, em ma
haver apresentado um humero, que tau lautai teduc-
fe.
Fallcva Sabina em um toro taroattico, roa* l>nll> '
ulhua. roo grado ten, como eobertot de um veo hmi-
do, que revelava urna aecreiu embriague*.
Grande* deoses! que teres eu ledo ? die*e ai
ti Leoncio cooiternadii.'e ia ja detcobrir-lhe, como el
havia sido lograda, quando um olhar inquieto e pene-
trante de Teverinu, que elle encuntrou, Ibe feotiuu
bocea, c Ihe lemhrou o juramento.
Nio, J,e impoaaivel, dina alie oom ligo i ana "
Iher fria e urgulhusa nio podia enganar-ae U U'""".1"
raiuento; niu te apaixoiuria attiro, primeira vista,
uin marqiiet feito pur tuiii. t todava, aoor<',',*,
elle au examinar Teverinu, enlio no man brilanie do
Ivaiara tul taiiaricurdia nielhor o,uo u teuhur vigario. Irado me for ingrato, rcucile-lu-hei para o aenhur, o|Ah! que bellos pomos d'ouro, que lindo*corle* deaiu- aeu papel, seolbarem am'ente para a bellou aaaravilbo-


3-
Freta-so, para qaalqoer porto do Norte, ou Sul ,
a bem conitruida sumaca S. -Joo : quem pretender ,
ou quner carregar dirija-so ao arco de S. Antonio,
n. 2 ou ao mestro. a bordo.
=3 Para Liaboa tabir, com a posiivel brevidade, o
brigoe portuguez Josephina tf Emilia por ter a roaior
parto do aeu carregamenlo prompta : quem quizer ear-
regar, ou ir de passagem, dirije-ie a ra da Cruz, a.
45, em cata de Naieimeoto & Amorim.
= Para o Rio-de-Jeneiro ia, com a maior brevi-
dade poisiiel, o veleiro brigue eaeuna Adelaide, capi-
tn Antonio Alvea Marttns : quem no mesmo quner
carregar carga eicravot, ou ir de passagem, para o
que tem eicellenles commodos dirija-so a Nonei &
Companbia. ne'roa do Trapiche, n. 34, odio capillo
na praca do Commercio.
= Para o Porlo-Alegre o Rio-Grande tahiri, bre-
ve o brigue Octano ; o qual pode receber alguma
cafo psrs qualquer do nnrioe. e tem luperiorea
omanodoa pura passageiro e eseravot : quero no mei-
mo quizar carregar. pode entender-io com o capillo
Antonio Garca de Miranda ou din Amorim Irmioe,
.roa da Cadeia o. 45.
- Para Cotingaiba tibe com brevidade i lumaca S.-
I Joaquim; quem quizer oirregar ou ir de paaiagem,
dirija-ae a Jlo Fraociaco da Crui, ra da Semalla-
Velha. o. 134.
Pan Liiboa iihiri, com brevidade, a barca por-
tuguesa EtptculacOo, torrada e encavilhida de cobre,
e de primeira marcha, recebe carga a 160 re. por arro-
ba de aiiucir, e tem moitoa e eicellentea commodoa pa-
ra pataageiroa : o pretendentea dirjio-te aoi con-
aignatarioa Olieira Irruios 6 Companbia, na ruada
Crus, o. U, ou ao capillo Domingoa Jos de Almeida.
Para o Rio-de-Jaoeiro aahir, breve veleire
aumaea OHveira: quHm na meima quitar carregar ,
ou embarcar eieraroi pode entender-ie com Amorim
Irmio, aa roa da Cadeia n. 45.
Para Liiboaaahe, impreleriteloiente ao dia 12
do corrente, por tar a maior parta de seo carregamento
prompta o brigue Pnale; recabe carga e pasngei-
roi: trata-se com o capillo na praca do Commercio, ou
com o cumignatorio Thomat de Aquino Fooieca na
ra do Vi gario, o. 19.
=Na renda da eaquina da travesa daa Cruje, que
rolla para o quartel de polica, existe urna carta rinda
de Fernando para o Sr. Bernardioo de Sena Argimiro
Soare
UNGENTO DETERSIVO
DO DR ALL*N ,
Mtmbro da tociedade real de medicina da acade-
mia real de cirurgia de Franca, ele
Composto inteiramente Je uoitaociai regatan e ani-
maca aa mais jnetuoaaa, que produi a aalureza : este
ungento be recommendado para toda a qualidade de
cbagaa ulceraae feridn, oomo : formigueiro, alpor-
caa etc. ; alliviando deade a primeira applieacio e
dinbeiro a premio robre penhore de ouro mermo em
pequeas porches.
Aluga-seum preto que seja fiel para o ser-
neo de urna caa pagaodo-ie-lhe 14,000 mensaei
na ra do Araglo. n. 12.
=Jose Diaada Sil.- embarca para o Rio-de-Janei-
ro a sua escura Gellrudea crioula.
= Precisa-sn alugsr para o serrino de casa um
escraro ; quem o tirer dirija-ae ao Aterro-da-Boa-
y' n. 36.
Dlo-ae 500 ri. a premio com hypolheca em urna
caa; quem quizer, anouncie.
= Aogela Custodia Ru6na do Sacramento coro
euraodo.em mu pouco tempo.aamaa ioreteradaa e an- aola de meninas na povoiclo do Montairo mudou-ie
*. a i a _l___-.- 1 ubb nafa A lutra* ra D>i._u.!_!__ ir
Leila.
O eorretor Olireira arl leilio da mobilia de um
negociante, retirado proaimamente desla faca coo-
lislindo em um rico piano eadeiraa a tremol de jaca-
randa mesas, um magnifico leito de eupole quaai Do-
ro com corlioadoa feito pelo melhor doa nossos ar-
tistas urna cadeira de rehuso relogio de cima de me-
sa eommodes laratorioa,, guarda-roupaa bereo ,
Diarquezas, tophii, bancas para jogo eadeiraa difi-
ranles, e mu tos outroa objectoa iodiipenaareis para
forneciruento de urna casa ioclusire rariaa obraa de
prata : quinta-feira 7 do correte, ai 10 borai da
manbia ra de Apollo, o. 16. '
Avisos diversos.
= Jor Soarea de Azarado, leote de lingoa fraoceza
do Ifio, leo aberto em sua caa, ra do Rangel, n. 59,
egun lo andar, um corro de bhetuhica, e outro de
fQBaHAPHIA B HISTORIA. Ai pessoas, que desejaiein i-
guir urna ou oulra destat disciplina, podem dirigirse
I indicada reiidencia, de machia at ai 10 horas, e de
tarde a qualquer hora. -
O arremtatele das aferi-
edei dette municipio do Recife Tai de novo scienle a
quem ccmrier, que o prato, marcado para revislo dos
peina medidla e balancia inalisa-se no mer de
junho proiimo futuro ; e por iaio. quem tirer de rever,
baja de o lai.er antea de le approximar o dito praio ;
pois que nlo be postivel deiiarena-ae todoa para o lim ;
porque haveri demora em serem deipacbadoa com a
brevidade que he de coilume na caa daa aleriedea ,
na ra dai Larangeiraa n. 29, das 8 boraa da manhla
ai 5 da tarde.
O RAIO.
O o. 3 achar-se-ba a renda ao meio dia na praca
da Independencia, lirraria oa. 6 e 8.
=Pelo ui'odo cirel da leguoda vara desla cidade.
teeni de arrematar ae em leilio publico, com essiitrncia
domeimo juu e ocompotente'acrivao.ssfazendaida !oja
penhorada por eiecucio de George Knowotlhy di C ;
lisien como doui eicravoa, contra Couto Viaona & Fi-
Ibo: a arrematarlo lem de aer boje, 6 do corrente me/
de maio, oa luja do meimoCoulo Vianna, ra da Ma-
dre-de- Dos,o que le laz publico para o licitante! coo-
correrem.
a driii' oigan. eo deienibaracu de maneirai, euui -
re de dintinccSo luperiur, ae lheouvirema vm harmo-
nio, a lingnagem cinlillanle do eaprto e poeaia,
quem pniauir maia encanto, quem maii aym|ialhia
atlraliirl r Nlo aera cate ora marques italiano, que nao
tem talre igual em toda a aristocracia do universo t Ha-
ver urna o luulher tio cga, que nto fique detluiu-
Lrad?
Leonoio tnrnou-ao prniativo, e Sabina vio-ae obriga-
da a abala-ln, para arranca-lu i aua abdraco. Bailara
o eul, o lempo era propicio para voltarens o vigario,
maia impaciente ainde por fater uoaer aa trisla e eng-
melo do que do iucegar a ama e o aaerialio, ounvidava
us saua t-oinpauheirua a ireiu com olio ao presbiterio.
Magdalena, sentada de parle, e completamente muda,
pareca indiffvrcnte ludo, que se passava em lornu
delta.
O siyvor Leoncio, dase o vagabundo italiano
Leoncio uo momento, em qoe io subir para acarrua-
geiu, osla enamorad" de lady Sabina ?
O iignor maroheie lie bem curioso respondeo Le-
oncio rom urna eqmdo irnica.
Nao I mas bou seu amigo, o amigo leal, e devo co-
nheierue eua sentimentos, a fin de os nle prejudcar.
Voss be um fatuo, mea charol
Uso lie jdespeito? Ora, nlo llie dxia eu, que
vinteequatro lioraa entre na crio u fim do inundo?
Man, cerno adivuihi-i o seu segredo, nlo lenlin neceasi-
dade de nisi.tir. Leoncio, veti lia da reooubecer, que
Teverino lie ora horueui de bem .'
E, luniando a almufada do coolieiro, dase en voi
alta:
Eu lie, que sou o eocheiro. Dona Erebo, accre-
centou ello, dirigindn-ie preta, ro. ir na carrua-
goai, o eu cunduiire os cavallos. Tenlio paiiio por es-
tea aniuiae!
ligas. A maoeira de uta- lo he mui simples, e ra acom-
panhidodas di recebes bem applicadai.
Veode-se no Rio-de-Jaoeiro romete, por Goothi-
re Roan i Palmer pharmacia ra dos Ourirea
o. 81 em latas de 2,7 a 12,000 ri., conforme o ta-
maito.
Alga-ie orna caa terrea lita oa roa Nova
que vai para a Trempe com muitoi commodoi para
urna numerosa familia com ptimo quintal e cacim-
ba de boa agoa e lirnpi: a tratar no pateo da S. Cruz ,
sobrado o. 70. ,
Quem precisar de roupa lavada de varrella di-
rija-ae a ra da Concejclo da Boa-Vista n. 52; adrer-
le-se, que se nlo poderl demorar mais de 15 das.
Aluga-ie um sobrado de um andar com loja e
muito boas commodoi, no principio do Aterro-doi-
Afogadoi defronte do viveiro do Muir o. 49 : a
tratar oa ra do Lirrameoto loja de Aotooto Jos Ao-
tuoes Guimariei.
= Aluga-ie a loja da traretia do Rozario, o. 10 ,
defronte da igreja : a tratar oa ra dai Cruzei, n. 11.
= Precin-ie de um Portuguez j idoio e tem
familia porm lidio que aatba bem ler para ca
reirode um englobo distante delta praca Ib legn : a
fallar ni loja da eiquioa da ra do Crespo de Minoel
Ferreira Hamo.
A quem conrier dir neita cidade a quantia de
400,000 r. para receber oa cidade de Macei ; cuja
quantia j est em mi de peiso muito legura an-
nuncie para aer procurado ; adverta-ie, que ie far es-
te negocio anda que te de algum gaoho a quem o
fizer e le for precito, dar-ie-ha fiador.
Na ra da Gloria caa terrea o. 25 ensinlo-ie
crias forras, oa escrarai, a coier, bordar de luslo la-
varoto renda, doutrioa ebrstia e tudo o mais re-
lativo a vootade dos preleodentei, que a dita casa se po-
derlo dirigir a qualquer borado da.
Jol Joaquim Maia Ramos, Portuguez retin-
te para Lisboa.
Oflerece-ie pan caieiro de ra, um rapa/, por-
tuguez de idade de 19 aoooi, eicreve bem e di fia-
dor a la conducta : quem de leu preitimo te quizer
militar, dirija-tea ra da Crus, venda de Lourenco
Joi daa Neve, o. 64, ou aoouncie.
Quem precisar de um caiieiro de 19 aonoi,
que tem muita pratica de renda preferindo-ie pira
fim da provincia dirija-ae a ra Nova o. 50.
= O abaiio auigoado faz icieole, que, no dia 5 do
corrente deixou deier caiieiro do Sr. Antonio Fer-
reira Lima, oa venda da ra Nora n. 65.
Antonio Jote da Silva Eitat.
= Jlo Joaquim Rebello relira-ie para Lisboa e
lieid por leu uiss'e procurador o Sr, Pnlicarpo Jote
Layn.
Aluga-ie o primeiro andar da casa o. 6 da ra
do Queiina o : a tratar oa mesma.
= Offerece-se, para criado ou tratar de animaea ,
um rapaz branleiro que da fiador a sus conducta ;
quem de teu prestimo te quizer ulilisar, dirija-ae ao
paleo do Paraito casi de Domingos Jote de S Anni.
Cedem-se 30 eccOei da companbia de liebiribe ,
pela la entrada at o presente ; oa ra larga do Rola-
rlo indo para o quarteii loja o, 22.
= Valenlim JoiCorreia retirase para o Porto a
tratar de la laude oa barca Etpirito-Sanlo.
Lauriaooo Pereira avisa a lodaa as pessoas, que
teem penhores em seu poder, que, dentro do praio de
15 diaa venbio tirar ; o ie attim o nao fuerero per-
dern todo o direito
Quem precisar de urna mulher para ama de can,
prefenndo te a de bometn tolteiro dirija-te a ra de
S. Jos o. 5.
Alugio-ie dual pretil, ou dom molequei pan
o servil o interior do urna can, e itto meDialmeote ;
oa ra do Caldeireiro n. 9.
O Sr Tbeopbilo Jo Lemoi haja de, no prazo de
3 dial, vir resgatar o penbor-, que lem na ra do Ran-
gel n. 37 ; do contrario sera rendido.
=- Na ra de Agois-Verdes o. 15, tedi quem d
lato nlo lie auiarel, ubservou lady G.....evidente-
mente contrariada por este arraujo. A nun lociedado
nlo tem otlracliroB para o aenbor marque!
E demais, o rubor nlo conhece oa lugarea, ob-
jectou o vigario. Na j noi penicilina ; uln va o aenlior
faier-nua car o orvalho da noile, u dormir ao relente,
pelo menoa!
Deite o raarquei cutuprr o leu intento, dime Le-
oncio. Sabe tu bolear? perguntuu elle a Teverino.
Talvet, reapoudeo ealo, anda que nunca experi-
mente i.
Muilo obrigadot exolamou o rebjenlo. O aenlior
vai dar-nos alguma eainballiotl e quebrar-noa oa oaana.
Nlo lia, que gracejar cum precipicioa e oaioinbo e-
treite. Seulior! ti-nhor marque 1 deixe as rodeas osse
mp.n, qno as dirige muitu bem.
Nlo f9.i loucura, disae deragarinho Leoncio a
Teverino ; su nunca fo.te eocheiro, nlo te melt.it niaao
Tudo e improvi.a, responden o marque, o roe
linio ta inapiradu, que guiara ua oavalloa do aol.
E, dito ito, a^outoii oa de Leoncio, que partirlo a
todo o galope.
Por aqu nlo, por aqu niu I bradou o rigario
praguejando, miu grado aeu. Onde diabo vai o aenbor''
Saiilu-Apollinario fica eaquerda.
Vin. ao engaa, meii padre, respondeo o phaeton-
te; eu coubi-c melliorc nioutanlii do que o aenlior.
K, incliniudo-se ao ouvido de Leoncio, que ficara por
tra delle: onde ramo n ? prrguutoo-lhe.
Por toda a parle, em parte alguma, ao diabo, on-
de bom te parecer! reapoudeo Leoncio no mesmo lora
Nuaas-uaao, 1 lodo o diabo! reapoudeo Teveri-
no, e, acuutando de novo o caralloa; deixnu resmuo-
gar o vigario, que o ruedo tvruou em breve paludo e
mudo-
para o lugar de Parnameirim defunto do litio de Joa-
quim Jos de Amorim aoode otTereoe o teu preitimo
aoaSn. paii de familia, que quizerem confiar ion roe-
moai ao teu cuidado e desvelo : entina primeiraa let-
trat, grammatica portugueza aritbmetica doutrioa
chrittia, coier, marcir, faier lararintoe bordar; aisim
como toma pentionitai e meninos de pouc idade.
Preciii-te fallar ao Sr. Joaquim da Fooieca Soa-
rei de Figueiredo : aonuocie.
- Ensina-se a locar viol5o e guitarra,
e jogar damas e tres-setes, na ra Jas
Cinco-Pontas, casa de F. F. O., mestre
barbeiro, que executa maravilhosamente
estas profissSes, do que faier barbas:
e na rua Direita, padaria, ensina-se a to-
car violo e guitarra por msica : trata-se
com M. J. A., que executa mellior estas
profisses, do que Tornear pao e bolacha
Um discpulo.
- Madama Millochiu, modista francez, mudouiua
casa de modal para a rua do Aterro-da-Uoa-Vista, n.
1, primeiro andar, onde as sen luirs de bom gosto a-
cbarlfi ternpre um grinde lorlimeoto de objecloi de
m oda, taet, como ntlidoa do baile, de fil bordado,
gar?a, cambraia de linho, fil de dito, o de soda, etc,
catsai lisaie bordada!, pereilei ejaconar, bicoi brin-
cle pretoi, valeoeiennet, tucos de linho, blondei, fita
deietim e de lafeta de toda ai larguras de muitu
variedades, ptimas flore pira estamento, ornamento
e vellidos, plumas finas, lencos bordados de cambraia
e de dita de liobu, lenco de pescoco, gravatai, veo,
colarinhos, cabeede cestas, bonetes, babados de fi-
l bordado, ditos de bico e jaconat bordadn para vel-
lidos, e superiores fitas pretal de cores u de velludo de
teda, luva de pellica e fil para bomem e lenhora, pat-
noianariai conloes de teda, trancas, fitas de linho,
etpirtilboi, chipoi de palba, e muilos objecloi de
miud zas francezas, ludo ebegado pelo ultimo oario
do Hivre. Madama Millocbau cootioa a lazer ves
lidot e chapeos de lenhoris e meninas, da ultima moda,
e preso coinmodo.
Casa da F,
Na rua estreita do Hozario, n. G.
Ociuteliili da cata cima mudou o teu eitabeleci-
inento para a rasa n. G, na meima rua, quaii confron-
te a igreja do Rozro, e ah contina a pagar o reito
daa cautelas premiadas da lotera de S. Pedro Marlyr ,
lodos 01 das uleis, das 8 horas da manbia as 6 da tar-
de. No mesmo estabeiecimenio acbao-ea >csd: as cau-
telas da bem acreditada lotera da matriz da Boa-Vis-
te, para cujas rodas est annunciado o andamento para
o dia 14 do corrente mez: tambero rendem-se bilbeles,
e meios ditos ; o preco dai cautelat he o do cottutne.
Lotera da matriz da Boa-Vista.
Antonio da Silva Gusmio, thesoureiro delta lotera,
lem marcado o dia 14 do corrente, para o infallivel an-
damento dai rodal da 1.* parte da 3 nova lotera, e
de novo declara ao amadores delle jogo, que te apres-
ten) a comprar o restante dot bilbeles ; pois que le-
gundo a grande extraerlo, que vio lendo os niesinos.
nlo sera mudado o dia marcado: adiando se ellei a ven-
da nos logare jl annunciado, e tambem na botica do
Sr. Ignacio Jote de Couto, na praca da Roa-Viila.
Aluga-ie um excellente moleque da 14 a lG
aonoi muilo inteligente e activo para qualquer ler-
vifo ; na praca da Uoa-\ itta loja de cera o. 17.
ae Jlo Pinto de Lomos Jnior e tua senhora ret -
rio-se para Lisboa.
liiciicia de passaportcs.
Na rua do Collegio botica n 10 e oo Aterro-da-
Boa-Vista loja o. 48, tirio-te pasiaportet para dentro e
fura do imperio, assim como despacblo -se eicravos: ludo
com brevidade.
Francisco Mrnoel Biptiita tubdito portuguez,
retira-ae para Lisboa.
Aindi eila para alugar o arroazem da tan n. 18,
no Recife por preco commodo e eiti lodo lidrilha-
do dn pedra : a fallir oo segundo aodar da meima
can.
0 padre mestre D. Francisco do Crtelo de
Mara Cardoso e Castro subdito de S. M. Fidelini-
ma rctira-ie para Lisboa no brigue porluguei Tri-
umpkanie levando em au companbia um criado pre-
to, forro, de nome 1 ir mi no de Paria e Castro.
Teodo-ie acabado a i-iciedade que'exstia nei-
ta praca com a firma Bolli di Chavannei aa a
rneimi casa pana a gyrar de boje em diante debai-
10 da firma Bduardo Bolli o qual fica eocarre-
gado da liquidaclo do activo e panivo da extincta fir-
ma tem alteradlo alguma aoi lacoi de estima e ani-
sada, ora existente entre o dous socios.
Aluga-ieo quarto andar com lotio e cozinha
da ruada Crui, no Recife n. 40 : a tratsr do pri-
meiro andar da meima cs.
Precisa-se alugar urna preta eserara que niba
coiinhar, comprar e faier todo o mais servico de urna
caaa sendo de meia idade : o rua larga do Sonrio ,
sobrado de um andar, o. 32.
= Precisa-se de urna ama para o servico eterno de
urna cssa de pouca familia e que saiba perfeitamenta
engommar : na rua di Concordia entrando pela rua
Nora ladoeiquerdo ultima casa antes de chegar
a travesa da meima rua.
= Precisa-se de urna ama para o servico interno
de urna casa, Portugueza ou Brasileira prefere-ie,
sendo branca, com lano que justifique tua boa con-
ducs : quem estiver neslascircumstanciaa, inouncie.
Precisa-se de urna ama para casa de um bomem
solteiro morador no Rio-Formoio que niba eo-
Inhar o ordioirio de ama casa e engommar : na rua
da Cruz ntica franceza ou annuncie,
U abiixoaiiignado aria, por meio leste annun-
eio, io lllm. Sr Beuto Jos Aire Vianna, morador em
Campia-Grande, que teacblo em mi do annunci-
anle duis letlrai vencida, sendo indosiida pelo Sr seu
mano, Antonio Alve Vianna, sendo cada urna lettra
doralorders. 1:333*335 : e enmo o abaixo atiignado
ten lia escrito i inmensa carta, tanto ao icccitanle, como
ao indinante, m que nenhum dos mencionados te-
lilla respondido ao anntmcianle, por isso recorre, por
este meio, sos ditos Srs., i fim de que Ihe maodrm, oa
venbio pa. ir quanto aoles. Recife, '2 de maio de 1846.
Ji Dial da Silva.
Os abaixo aisignadoi participio, pelo prenote, ao
publico que, tendo acabado bonlero amigarelmeo-
te a sociodade que exista neita cidade com a firma
Nascimento Schaeller i Companbia, por le que-
rer retirar para a Europa por motivos de molestia o
Sr. K. Scbaeller, a mesma caa pana a gyrar, de boje
em dtanle, debaixo da firma de Naicimento & Amorim,
que (icio eocarregado* da liquidaclo da extincta firma,
- obrigados a pagar todo o pasiivo bem como a re-
ceber o divo. = lenle, primeiro de maio de 1846.
/Vlanoel do iVocimenio Pereira. E. Sekaef/er.
Antonio Marques de Amorim.
Precita-ie alugar urna ou duai canon de con-
duxir agoa em bom citado ; quem ai tirer, dirijl-M
a rua dai Lirangeirai can da afericio n. 39.
= Oflerece-te urna mulher para ama de leite, com
15 dia de parida, de muito bom leite, e lem fiihoi, ca-
pa de dar conta de um menino, por nr muilo zeloia :
na rua dot Martyrioi, o. 1.
= Perderlo se iluas apolire do Iheiouro de ni.
20 e 21 de qoinlia de -!()()j ri. cida urna recehida
na thciouraria desla prorinria e unidaa ai meamai
dous conhecimeolos, lendo um da quantia de (i0# ri.
e outro de -t(b rs. dadas em pagamento ditas apoli-
:ei a Jos Antonio de Olireira a quem perteneem.
Aluga se o primeiro andar da casi n. 7, da rua
da Moeda : a tratar na mesma casa.
Alerro-cla-Iloa-Vista, n.tf.
Pommiteau culileiroe amolador de todoi o fer-
ro que perteneem a cutiliria, previne aoi seui fre-
gueict, que, alm dos ferroi de tua irle tambem fa-
brica-te na sua officina qualquer obn de ac com to-
da a perleicin. ro.ii-i tejo esporas e freioi de todoi o
feitios lodos os instrumentos de cirurgia e de dentis-
ta concertosde espingardas, faiendo pefn novn ,
lendo precisas. Quarta-feira esabbado de cada tema-
ra lio os din destinados para amolar toda a qualida-
de de ferros corlantes.
No mesmo eilabelecimento tambem se alugio espin-
gardmde caca pagando o aluguel de cada dia.
Tambero ha para vender uns pucaro de urna mina
composta de ingredientes iolalliveil contra a ferrugem.
Etse cueto nlo era muito mal fundado. Teverino ora
mu" dentro queeiperieute : naturalmente temerario, o
lutada de una premie..-! de espirito, d'oni.i iigilidade e
forja de corpu .operion-. n ,h maior parte doa lioineim,
deapretava u perigo, u nlo Caobeoil obitaulo norata
uii raateriaea, que elle nao pudcaao rencor ou (rauapr.
Neita perauaclo, cnleradii da energa o fiuein do caral-
lua de Leoncio, laucuu-o pela borda doa nbymo, dei-
lando de oa conter, quandu o caminho se tornara de
ima ealreitesa medoulia, rucando oa troneos daa nrru-
rea, aa pedra doa roclicdo, lubindo ladeira ingrenie,
e deaceiid.i-.ia a ludo o paaso, e levando a roda pelo
limite i xirem o do deipenlmdeiro, no fundo do qual ron-
cava a torrente.
Ao principio Sabina tere tambem mdo, e mdo mui-
tu seriu ; e, adiando a grac-a de muitu mugustu, < o-
niecou a temer, que eo marque italiano niu luae co-
mo a gente mal educada, que acha um tolo praier non
aoffriroeiitoa de nina mulber tiwida. Todava, nlo rool-
Iro'j, oein a sua angustia oeiu o ieu doacunleutament ;
ubia, que a nica vingaiir-a pormettida au frac o, em
aemeltiante cano, lie niu alegrar a audacia brutal com o
erpeclaoulu du aeua tormento*. Sabina linda baatante
urgulliu para antea aSrontar a mono do que peatenejar.
li.forcou-se, pur tanto, em rir. e motejar o vigario
anda que, no fundo
quilla do que elle.
> d'ulma, estivesae anida uiauoa trao-
Em pouco lempo, porm, fui o mdonella subatitui-
do por urna especio de eorogeio exaltada purque rio,
|iie Leoncio tiulia algum eiume da uicrirul detrea do
uarquri; o como, ileniaia a in.iis, o perigu era vencido
cada iiialante, ella niaiu aubou nurj oeoaailo de ad-
mirar Teverino, que de ve eiu quando ae rultara oomo
para tirar nova for;ai da luaapproraolo.
Elle rai cumu mu doudu! disia Leoncio, aoedindo
o abymiiu, e ramo bem, cumtanlo que ramna muitu
tempo aaaim. M; lady nlo tem mdo, ou quer que u fa-
ca demorar P
De que he de en ler modo? reapnndia ella, "Ilian-
do, pnr ua ve, para o abysmo oom aoberba iiiditferen-
e.i o aeu amigo ii.m he mgico ? Nos inmu levadoa pe-
lo milagre, c poderiamu aegui-lo sobro aa agua,' ae ti-
vetaemo todos nelle a f, qiid eu tenho.
Uso he fanatisiuo, que a enbora tem pelo mar-
quei 1
Evniinlotem men, poi que Ihe confion o
eu dedillos e os no !
Confeiio-ihe, que elle vai em todaa as couiaa
muito ni.ni deprima do que en poda prever, equeoa-
ta coiiis embriagado do furibundo praier, que Iheeau-
aa tanta fortuna.
lie una lina enrgica, de cnrageni de lelo, dase
Sabina, picada deaU cen.ura. E-te perigo me intereiia,
e do tudo o quo vo. lem boje inventado, ito be o que
maia me tem divertido.
Ncoo.i.o, dupliquemos a doie Anda, marque!
entio, dorme!
Teverino deo tal impnlao, que o rigario deitou-ae
para trl, quaii desm.ua Jo de m lo, e nlo ouidou esa
iuais nada aenio em dixer o seu In mana.
Sabina de una gargalhada, a preta re o lignal da
i-roi. Magdalena, que era na realidada a unioa verda-
deirameuie brara o completamente indifferenle a o pe-
rigu, obierrara aa uurens de ouro do oeoaso, onde paa-
aarlo e tornarlo a paaaar u abutre, agiladoa pela p-
pr"xunaclu da noile.
(Car.ior-aa-Aa).
a


^rrr-


Arrendi-su o engenho Oo.-Espeiinc. oa (re
guezi da Cabo : tratar ua ra do (Jueimado, o. 19.
Aluga-te uma caa terrea na ra do Padre Flo-
riano que tez quina para o becco do Serigado, com
duat salas, iquarios, cofinbafra, cacimba moieira ,
e nao tern quintal: a tratar oa ra da Cadeia do Re-
cifu n. 25.
- Na iravem do Vera sobrado n. lo, precsa-
le de um eilor para um sitio perto desta praca.
Compras.
Comprio-se 6 pea de fructa-pao ; quem tiver
annuocie.
" Compra-te uma venda bero afreguer.d e que
leja situada m ra de bastante passagem da matutos;
na ra de S. Rita, n. 85.
= Compi-seouro sem feitio ; na ra do Raneel .
a, 37. '
- Comprio-se, para ra da provincia eicravot de
ambo* osseos de 13 a 20 annoi; sendo de bonilla
figuras, pagio-so bem : na ra da Cadeia de S. Anto-
nio, sobrado de um andar, de varanda de pao n. 20.
= Comprio-ie 2 escravos, um pedroiro e outro car-
pina para urna encomon ude do Kio Grande-do-Sul ;
na ra do Collegio armsiem n 19.
= Compra se um sellim inglez em meio uso ; um
ou douscarallos magros com tanto que se So bons e
novo : na ra estreita do Rosario na esquina do bec-
co do l'ene-Frito.
- Compra-te, em bom uso; um Horacio, Tito
Livio, e diccionnrio da tabule; na ruada Praia, n. 43,
prirni'iro andar.
Compra-se um diccionario latino ;
na praca do Independencia, n. 6 e 8.
Vendas.
= Vendem-se lacras para altar; na praca da Inde-
pendencia litraria os. Ge 8.
A' I'ECIIINCHA .'
Vende-ie uma rica toalba de bonito lavarinto ; na
ra Velba, n. 101.
.n, = \endem-te3 molequoi, de 16 a 18 annoi; 4
escravos de necio mocos, 3 oegrinbaa, de 14 a 18 n-
nos ; dous pardos, de 18 a 24 annoi; uma parda mo-
ta com uma lilba de 7 annos : na ra Direila n. 3,
defronle do becco de S. Pedro.
= Vende-ie um escravo proprio para todo o ser-
vico : na ra da Cruz, no Recite n. 26.
Vcnde-ie uma can terrea no becco da Camboa-
do-Carmo n 7 ; na ra estreita do Roiario n. 1 ,
segundo andar.
= Vende-se cera de Lisboa, de luperior qualidade ,
em telai de uma al 12 em libra a preco eommodo ;
na ra da Madre-de-Deo, armaiem, n. 26, defron-
te da igreja.
Vende-se uma eicrava perfeita cozinheira e eo-
gommedeira propria para qualquer casa de familia,
nao spela tiralica, que tero, do erranjo de casa, como
por icr muito asseiada ; na rus da Aurora, n. 40.
-= Vende-se um prelo de 22 a 24 annos bom
canoeiro e trabalbadorde p; uma cama ; 12cadeiras,
2 mesas de condur ; ludo em bom estado ; e lambem
se !r-ipsSn ir plices da companhia de Rehiribe :
ludo se reode, perqu o dono ae retira para fura da pro-
vincia : na ra Nova vonda n. 65.
=a Vende-se a venda do Manguinbo da calcada al-
ta com puucoi fundos bem acreditada e tfregueza-
de para a Ierra ; estando sortida, faz 16 a 20f rs. dia-
rioa ; (em commodos para morar familia cozinba lo-
ra, estribaria, cacimba, e be sita na casa do Exm. bario
de Itamarar : a tratar na meama vende.
Vende te por preco muilo eommodo, um caval-
lod bonita figura, carregador ; no Aterro-da-Boa-
Vista n 36.
=.Vende-fe fumo muito bom a 8500 n. cada um
rolo e querendo de 6 rolos para-cima veode-ie por
n.enoi alguma cousa ; pon be |ara fechar uma cunta
de venda : na praca du Corpo Santo, n. 4.
Tesouras de entelara
Muito luperiores para altaiate e para corlar vestidos;
na ra larga do Rozariu, n. 24.
Vendcm se pennas de escrever muito bnat a
3200 rs. o milheiro adinbeiro ; na ra da Cadeia ,
luja de ferraren! de Jlo Jos de Carvalbo Moraea.
Vende-se um tcireno alagado com
una porcao j aterrado e em estado de se
edificar, sito no lugar de Fra de Portas,
ao lado da groja do l'ilar, em direitura
mar pequea: quem o pretender dirja-
se ao inesmo lugar, casa de Antonio Jos
Pires, que ahi poderS tratar com Jacin-
tho Jos de Medeiros, que lambem mora
na dita casa.
Vende te verde francs em p da primeira, se-
gunda e terceira qualidadei, por preco eommodo ; na
ra da Cruz n. 48.
= Vendem-ie diversas obrai de ouro com riquitsi-
moi brilhantos, comosejio : uma cruz, doui annrldes,
um frontim um al tele de peilo ludo de bom gos-
to para ai peisoai do grande tom ; um correntio de ou-
ro ; todas ellas obra s venderid sem feitio : na ra
estreita do Rozario, n. 30, segundo andar.
= Vende-se uma negrioba de 5 annoi, de boni-
co figura ; na ra da Cruz, no Recite n. 43.
= Vende-se asioalbo de louro e collado de ama-
rello; um bote inglez oum 4 remos e veles ; uro guar-
da-louca um guarda-roupa ; uma correte de ooro
para relogio : na ra da Matriz da Boa-V isla n. 33,
segundo andar.
Vende-se a quinta parte da caa da ra do Quei-
mado, n. 8. de 3 andares, pelo diminuto preco da
avaliacio do juizo ; na ra da Aurora n. 56 fun-
do andar, das 7 ai 9 boras da manhia, e das 3 as 6 da
tarde.
= Veade-ie um preto de naci, boa (gura, e mui-
to ppssaote para qualquer servico be bom carregador
de pa.anquim e gaobador; atril da matriz da lioa-
Vilta n. 22.
as Vende-se um terreno oa rus do Sebo da Ros-Vis-
ta o 40 palmos de trente e 160 de fundo ; na
ra do Hiogel, o. 60.
Vendem-se 6 escravos pecas para o trtbilho do
campo o da praca ; um dito bom official de cerpina
earreiro ; um muladnho de 16 iodos bou pagem i
duas escravas com boas habilidades ; urna moleca de
15 annos, boa para ser educada por ter recolhida :
na ra do Crespo n, 10, primeiro andar. '
= Vende-se um esersvo de 24 annos muito re-
torcido e de bonita figura perfeito earreiro, bom tra-
balbadorde machado efouce ; unu bonita eicrava,de
16 a 18 annos perleita mucama engomma, coie e
tai renda ; uma mulata de 16 ann.it. de boa figura ,
com algumas prendas ; uma negrinha uma mulati-
nba um mulstinho bom pagem ; todoi tres de 12
annoi: na ra larga do Rozario, n. 24, primeiro an-
dar.
MUITO BARATO !
Na ra Nova, o. 18, lo ja de Manoel do Amparo Ca-
j, vendem-ie,' pelo diminuto preco de 26.000 r. ,
sellim elsticos ; diloi bordadoi a 18,000 ris;
uiiot ordinarios, a 8000 rs. ; minlae para os mesmos ,
de panno finodebrunhadas de velludo, a 3000 rs.; bor-
/eguini para hornero a 5000 rs. ; botina de lustro a
7000 n. ; ditos de beierro a 5000 rs.; sapatos de
bezerro a 2000 rs.,; ditos de lustro para meninos, a
1800 rs. ; ditos para meninas a 1000 rs. ; ditos de se-
liin para senhora, a 1600 rs. ; chales de seda para se-
nhora a 12.000 rs. ; ditos de lia a 4500 rs.; diloi
mais pequeos a 3600 rs. todos de diflereolei co-
res; lencos de vapor, a 800 rs. ; luvaide pellica para
bomem a 1000 rs. ; ditas rompridas a 1200 rs. ;
moias de seda para seobora ; fitas de teda para cinto ,
a 500 rs. a vara ; ramos de muito finas flores a 1800
rs. ; plumai de pnnas finas szuea e branca, a 800
ri. ; ditas brancas ecdr de rois a 2500 rs.; msrro-
quim amarello a 1200 n., verde, rouxo e encarna
do, albOOrs. ; bunecrai francezai, a 240 rs.; gar-
rafal tinas para vinbo a j000 rs.; ditas lisas a 2500
rs. ; copos para champagne a 400 rs. ; mangas de
vidro com imagens pequeas a 2000 rs. ; imageni
crucificadas de metal, a 3000 rs. ; ditos pequeas.
a 1500 rs ; dulciros du vidro muito ricos, a 1500
r. J travesas de tartaruga para marrafa a 1000 rs.
o par : estas fa/endss voltario da Babia, e para ai aca-
bar annuncio-se por esle diminutos precoi, por que, a
vista das suas qualidades, os pretendentet as comprerid
infallivelmeole. Na metma loja ba um completo lorti-
mento de obras fritas, como todas as qualidades de fa-
zendas para se larerem.
Vende se um preto crioulo de 23 annoi de
honila figura muito bom earreiro e canoeiro ; no
Alerro-da Boa-Vista loja de babui n 55.
#3* ATTENCAO'. QUE HE BARATO I ^
Vendem-se, e nlugio-te as melboros biebas de
Hamburgo por preco eommodo ; aasim como de Lis-
boa a 12.000 rs. o cenlo e alugio-se a 240 rs. ca-
da uma ; es boas navalhas de ac de Milio as mais
superiores, queso teem conhecido; estas navalhasllevioa
vantagen a estas chamadaa navalhas de acoda China;
assim como boas lncelas, feitat pelo mclhor e man
hbil autor que se tem conhecido : na ra da Cruz ,
no Recife n. 43.
Vendem-ie bicos de fil delinbo muito lindos
e de todas ai largurai; pennai de escrever de luperior
qualidade ; resmas de papel almsgo ; ditas de peso ;
potes de tinta de escrever, macinhos de phosphoros
americanos; ludo por preco barato : na praca da In-
dependencia, luja 4.
= Vende-se um par de brincos do brilbanle com
7 quilates. 3 anoeis de ouro esmaltados com 3 bri-
lliantei cada um um bolio de brilbantea tudo de
oslo moderno vindo ltimamente do Lisboa por
prego eommodo : na ra do CJueimado ,' n. 1.
= Vende-se uma senda a dinheiro ou a preto, em
muito bom local sendo um dot melhore armazena ,
que ba na ra da Cru*. no Recife n. 62 ; ven.lo-se
esta venda porque teu dono quer ir tratar de sua lau-
de : a tratar na metma venda.
= Vendem-se 5 escravos sendo: um molefjue de
naci, de mu ih bonita figura, de 17 annos; dual
pardas un,a cose, cozinba, engomma, e laz renda, de
idadede22anno e a oulra de 17 annos, de boni-
ta figura; duai prelai boat cozinheirai e engommadei-
ras : no pateo da matriz de S. Antonio n. 4, legundo
andar.
= Vende-se cera amarella da melbor qualidade pos-
sivel em portad ou a relalbo ; na ra da Praia ,
armazem n. 18.
Vende-se uma negrinha crioula de 16 annos ,
propria para todo o servico; na ra da Praia, arma-
iem n. 18, das 8 as 9 horas da uiaohi e de urna as
arreiros; 2 pardas, de 18 annos, lavio e eosem ; 2
pretes de 18 annos, (avo ecosemchio; 1 mulati-
nh, de 12 annos; 1 mutatipbo, de 10 annos ; 1 par-
do de 40 annoi. por 300* rs. ; todos de bonitas fi-
guras ; sola eseolhids; couros de esbra ; e penosa de
ema por prego eommodo : na ra da Cruz, arma-
zem n. 51, a fallar com Jos Francisco da Silva.
=Vende-ieazeto de carrapato a 1920 rs. a cana-
da o a retalbo ; oa ra da Alegra o. 12. Na mes-
ma casa pncisa-se de duas pretil, ou moleques para,
veoderrm azeite.
- Vendem-ie varioi eicravos de 13 a 20 annoi,
com babilidadei e de booitai figuras: atril da ma-
triz de S. Antonio o. 16, primeiro andar
BATATAS.
Vendem-se nos rmateos de Bacelar e de Guima-
ries defronte di eicadinha di alandega a 640 n
cada ggo de boa qualidade!
Vendem-se superiores cassas chitas
de Ii.mi.is, de muito modernos goslos, e
cores fixas, pelo muito barato prego de
37|Oo rs. o corte de seis varas ; cani-
braiasabertas com listras de cores rai-
nha Victoria, a 7S5oo; e outras militas fa-
zendas por precos commodos : na ra do
Crespo, loja de Campos'& Maia.
Vende-se vinagre tinto a 45,000 rs.a pipa ; di-
to branco, a 35,000 rs. dita : na ra Imperial o. 7
Livrinhos das Santas Missocs.
Vende-se, por quatro vintcns, o livri-
nho das Santas MissSes, com o regula-
mento para ser santo Jeito pelo reve-
rendo padre prefeito da Penba : na praca
da Independencia, livraria ns. G e 8.
--- Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve-
llia: na fabrica da ra Imperial,
n. 7; ra Direita, n. 58, venda
de M. Miranda; no Aterro-da-
Boa-Vista, fabrica de licores de
Frederico Chaves; e na ra do
Trapiche, armazem de molhados
lo Nicolle.
>o escriptoriode Lenoir Pu-
gel & C.a, na ra da Cruz, ven-
de-se rarinba SSSF de marca
verdadeira, chamada llamo,
em pequeas e grandes por-
ces, a vontade dos comprado-
res.
Deposito de farinha.
No ceei do Collegio armazem de porla larga ha
larinha de mandioca de 6. ianeus, e 5. enhari-
na proiimamento ebegada a ette porlo ; e te vende
pela medida velba, por preco mais lavoravel do que em
oulra qualquer parle u sendo em grandes porc8ei ,
mais lavoravel seri por haverem duas embarcacOes a
venda : quem pretender, dirijt-se ao tneiBo arnta-
queseri bem servido.
des commodidadei, tinto para armazenar ai droeai
como a maneira.por que eiti tudo com todas aiproeor
ces almdeque, para roaior commodidade e assaio
tem uma cacimba no centro : a tratar na rna d. r '
deis o. 40. U-
-= Vende-se potasia americana, ultimameple cha.
gada ero barril grandes e pequeos; lencos preto,"
de seds da India ; setim preto de Meci ; velssdeet
permacte, de 4, 6 e6 em libra ; cera amirella
godio grosso para saceos ; tudo por preco commdo"
em casa de Hatbeus Austins & Companhla n. ....
Alandega-Velba, n.36. rQ,d
- Em asa de Fernando de Lucca na ra doTra
piche o. 34, acaba-ie de receber o leguinta : am'*
tu cerejas paisas roiuda de Corinlho cooiim'
cmo fruelaJ, pecegoi, morangos, cerejai, etc. ; |eu^
mei em latas e outrai, como pepinos ero vinagr a
tonas as libras, luperior cb hysson e gumpowde di"
to prelo (soucboO 'bo das teguintet q,ualidaeel
Sberrji. Malaga. Madeira, Porto, Rheno Bordeaui'
llaut-bersac. Cognac, licores de diversas qqajjdadea'
azeile doce superfino cfairutos regala e de Mioilhi'
dos melboros fabricante e outro objectoi ; ludooor
pre?o eommodo em pofC|o e a relalbo.
Eita muita superior marca de vinbo chimpigna ,
muito coobecida oa Europa e nos EsUdot-nidoi dt'
America, acaba de chegar a este mercado o veode-n
oaruada Cruz n 20 eaia de Avriel Irruios.
|Nesta loja vende-se panno fino a 2J00, 3000 ,
,3500 6 4000.; merino muito fino, s 3o
,w. ; pecas de madapolio, a 3000, 3200,3300
4000. 4400, 4800 e 5000 n. ; ssrja de seda pa^
rs forro a 640 rs. ; cortes de casia pintada ^
la 2500 rs. ; tuvas de teda pira senbora, a 320J
i.; meias para meoinas a 160 ri. ; cnimirai$
muito encorpada, a HOOn. ; chapeos desol.JH
la 640 rs. ; ditos para cabe?a a 320 rs. ; chi-'iS
ftas a 140, 160, 180, 200 e 240 rs., coberto-2
res hesnanbes ; faienda para babito de terci |
aro de S._ Francisco; eoutrit muitis fazendss de?
boa qualidade, por preco muito barato. 9
Escravos Fgidos.
zem
duas da tarde.
^^^^;^$&3fc&
Vende se a miu galante e deli-
cada flor perpetua, vinda da
Europa, propria para enfeites de
cabec'a de sen boras servindo ella
tambem para ornamento de salas,
em seus devidos vasos : na ra da
Cada loja n. n. de Guedes &
Mello.
= Vende-e uma mulata, ue Ibaoiiti.de muito bo-
nita figura, um negro peca de 20 annos, proprio para
lodo o servico, e urna negra, de 20 a 24 aooes, boa en-
gommadeira, lavadeira, rendeira e coiinbeira : oa ra
da Cadeia dobairro du S.-Antonio, n.25.
=Vendem-te dous pretos de boas figuras um pro-
prio para todo o se/vico e o outro ptimo canoeiro ,
e pescador de rede ; uma negrioba de 11 annos, com
principio de costura : na ra larga do It.zario, venda
da esquins n 39.
Vende-se umaescrava moca de bonita figura ,
sem vicios oem achaques engomma bem e cozinba ; a
vista de comprador se dir o motivo da venda : oa rus
do Crespo o 4, loja da esquina, que vira para a
cadeia. .
= Vode-se um tronco ; oa ra atrs da matriz da
Boa-Vista, n. 14.
*= Veode-se sal de Lisboa, e do Ast em gran-
des e pequeas porcdei ; na roa da Moeda armazem
o. 7.
=Vendem-se 17 escravos, rbegsdos prximamente
do Aracalv.sendo 6 pretos, de 1.8 a 22 annos, dos quaesl
um be padeiro ; 4 pardos, do 18 a 22 annoa sendo 21
Vendem-se nioendas de ferro para eogenbos de
estucar, para vapor agoa e bettat de diversos lma-
nnos por preco eommodo ; e igualmente lanas de
ferro coado e balido de lodos os lmannos : na pra-
ca do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmoot &
Companb.a oa na ra de Apollo armazem, n. 6.
Gambreocs, a 1^600 rs.
Na esquina da ra do Collegio loja do Pasio, ven-
dem-se corles de calcas com 3 covadoi e meio de gam-
bredes, a ciuco patacas : esta fazenda he tecida a lia e
algodio imitando as casimiras Trancen!, modernal
do quadroi c listras: a sua qualidade torna-ae aisaz
recommendavel para uso diario por serem cores es-
curas propriasda estacio presente terem muita con-
sistencia e nio desbotarem : dar-se-hio amostras a
qualquer caa que ai pretend ver deixaodo o com-
petente penbor.
- Veodem-ie 40 covidoi de muito boa sarja preta
portugueza a 2,f rs. o covado ; tambem se vende
pelo mesmo preco em cortei; o dicciooirio de Morse
da quarta edicao por preco eommodo : na ra da
Cadeia do Recife loja de Jos Comes Leal.
= Vendem-te ricos corles de vestidos de fazenda io-
diana imitando seda, o mais luperior, qde tem appi-
iccido, tanto pelos bonitospadrSes, cures (xas e de mui-
ta durscio, como pelo diminuto preco de 3* rs cada
corte; ricos chales de seda em ponto grande, f.zenda
muito delicada; ditos mais pequeos tambem de boa
qualidade.8r..; cas...chitas,pad,5e.modernos..3,
va V*00,1*- Cda co,le eaiimirai de muilo boa qua-
lidade, e pelo preco de 900 rs. o cov.do; dita, el.sticat
e de duas l.rgur.i, as m.is-iuperiores, que teem vindo
a este mercado ; alpaca a 800 ri. o covado. e muito lu-
perior a 1,600 n.; um lortimento aiselido de m.ntti
de leda, pelo preco de 10, a 12, r.; meias de teda de
core, na,, bomem a 1,600 o par ; ricos corle, de
eollele de velludo de cOrei. de 6, 8a rs cada enrU
S S"3# *',": fa^* j-
dres 800 r.. o covado; pannos para cima de me.s .
dord.Cl.V9o:me,",'r'"l' CU"" de4l8daoim,Un-
do seda, a 320 rs. o par ; bonitos e mederoos cortei de
ci....pr.nce... por 4,500 rs. oeorte;Ucinha. de mei.
nle'.'n TT0M *m" P: "0'timeo.ocem-
plelo de l.zendas p.r. calcas, e de eutr.s muit.s qua-
lidades de fazendas. que se venders muito em conl.
SiViUVl. e'P0',0'8 D0,".- ,2' de,0' Jo"lu''n da
Vende-se a botica da ra da Cruz.lno Recife.'o. 60
com trente para a sacrista do Corpo Santo : esta bo-
tica alm de eslar em um bom local, est bem srrsn-
jad. de um ludo, e est no ceso de servir pira qual
quer pr.nc.pi.ot. porque tem poueos fuodo. : quem
pretender, dirij.-K a meses. a fia de ver ai gru-
^ = Cooliooio a eitar fgidos, desde o dit 21 de
jufil us bordo do brigo Mm'.or \ s escri'o! S"-
rinheiros de nomei: Joi de naci Cabio repre-
enti 30 annos estatura baisa e barbado; Manoel,
de naci Congo repreienti 20 enrioi, baixo esera
b.rba : aquella foi eicravo do cual do coronel Bento
Jos da Costa e foi seductor do segundo e por iwe
deve saber de todoi o lugares da provincia : rogs se ,
por itio, a todas as autoridades policiaei, e eepities da
campo tu. apprebemio cerlot de que -quem os le-
var a bordo do dito brigue ou a Amorim rmeos, ni
ru. da Cadeia n. 45, seri gratificado generosameot,
Fugio, o mes atrasado, do armazem de iriobi,
no caes do Collegio um pardo, de 15 16 anoof, cor
macilenta, corpo fino, beicoi grossos, sobrancelbas ear-
reg.d.i, de nome Benedicto ; levou calcas e canina
de ritcado azulI: quem o pegar, leve ao mesmo armi-
fem que lera generosamente gratificado.
-= Desappareceo no dia 25 de abril de 1846 do
Becife, um moleque de Angola de nome Andr, i
16 aoooi bailo, corpo regular bem preto, olbos pi-
pudos ; tem ai pettaoai revirad.! falla bem e ii.lellt-
givel; tem o dedo do pe diroito muito lorio para de.-
tro ; levou camisa do ilgodiozinbo calcas de fusilo
preto chapeo da" pelba : quemo pegar, leve ao eoge-
nho Peres a Joao Cavalcanti de Souza Lelo qii
bem recompensara.
= Roga-se as autoridades policiaca capities di
campo ou oulra qualquer pessoa parlieula.r. de appre-
henderem um oscravo. de nome Eitevfio crioulo, qui
desapp.receo no dia 23 do mez passado levando od)
bilbete para procurar senbor nesta eidade : be bs-
tanlo alio tem preto representa 1er 26 a 28 annos;
tem um denle de menos do lado superior um tilko ni
macia do rosto ; levou camisa de algodio da terri
calendo mesmo entrancado chapeo de palba : qoaj
o pegar, leve ra da Praia o. 32, que seri recor
pe nudo.
= No di* 3 do correte na occasiao de embircir
para o Rio-de Janeiro fugio o escravo pardo de no-
me Severino. claro, cabellos oacbeados estatura all;
levou calcas de ganga azul jaqueta escura e chipe*
de palba ; quem o pegar, leve a leu senbor, Frici-
co Jos da Cost morador oa ra do Hospicio e"
amarella que seri recompeossdo.
Fugio, no da 3 do correte pelas 4 boras da
tarde, um moleque de oomeFidelii de 13 a 16 id-
noi, bano, reforcado do corpo, cor lu*, e be oiioulo :
roga-seai autoridades policises ou p.rlicularas 1"
o pegarem ae levaren a Cioco-Pontas o. 38 qu
6 recompensar.
= Desappareceo no dia 2 do correte um etcn-
vo ile nome Joio, crioulo altura regular cor '.i ,
rosto descarnado boicot grossos bocea gr.ode, pon-
es oo nenbum. barba, ps gnndet; e para melbor
ter conhecido tem umt pequea cicatriz no queiso, do
lado ejquerdo ; levou calcas de briro trancado cami-
de msdapolio chapeo de seds : quem b pegar, >
ruada Praia o. 5>, que ser generosamente recom-
pensado.
PEBM. J MATVP DE N. F. DB FARIA 1&41*


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