Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08259


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Full Text
Ann de 1846.
Sabbado 25
O DIARIO publlca-se todos os (lias que
nao forein de guarda : o preco da asslgna-
tura he de 4f000 rs. por quartel pagos adxan-
inrfos. Os annunrdos dos assignanles sao In-
sri'idos a raio de 20 ris por linba, 40 rs.
e,n typo Utferente, eas repetiedes pela me-
tade. Os que nao forera assignanles pagao
80 rs. por liuha, e 160 era lypu difterente.
PHASES DA LA NO MEZ DE ABRIL.
Crescente a 3 as 2 hor. e 51 rain, da tard.
kuacbelaa 11 as 3 hor. e 35 rain da tard."
Mingoante a 18 as tt h. e 4 inin. da tard.
La nova a 25 as 2 hor. e 28 rain, da tard.
PARTIDAS DOS COR RE IOS.
Goianna, e Parahyba, Segd." e Sextas feiras.
Rio Grande do >orte, chega as quartas
feiras ao nielo da, e parte as inesmas ho-
ras as quintasfelras.
Cabo, Scriuhaera, Rio Formoso, Porto Cal-
' to, Macey, no 1'.', 11 e 21 de cada mez.
Garanhuns e Bonito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria as quintas feiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE HQJE.
Priineira as 4 h. e 30 minutos da Urde.
Segunda as 4 h. e 54 minutos da manhaa.
- J .
de Abr!.
Anno XXII N. 9J
DAS DA SEMANA.
20 SegundaS. Accindino, aud.do J. dosorf.
edo J.doC. da 2. v., do J. M.d.i> v.
21 Terca .S. Ixacio, aud. do J.- do civ. da
1. v. e do J. de paz do 2. dist. de t.
22 uartii S. Caio, aud. do J. do civ. da
2." v., e do J. de paz do 2. dist. de t.
23 Quinta *. Jorge, aud. do J.dosorph.edo
J. M. da 1 v.
24 Sexta* Mileto, aud. do J. do civ. da 1. v.,
e do J. de paz do 1. dist. de t.
25 Sabbado S. Hennlno, aud. do J. do civ.
da 1. v., e ilu J. de paz do 1. dist. de t.
26 Domingo da S. Clarenclo.
CAMBIOS NO DA 24 DE ABRIL.
Camb. sobre Londres 20 /, d. p. I/a 60 d.
Pars 350 ri'i* por franco.
Lisboa 105 p. e. pr. por mez.
Desc. de let. de boas Anual 1 Vi P- '/ ,",',
Oi,ro=Oiic n hespanholas 3l*t00 31*500
Mocita, de (iiVivel. lfflOO a 17*000
.!.( ini) iiov. 15*800 i 16'000
de 4*000 9*000 a V200
Pr(o=Patac6rs ....
Pesos ('iiliimnari's
Di los Mexicanos .
> 1 'r. i la Mi u 11 i .
Acedes da C." do Beberibe de 50/000 ao par.
I
1/050 a
1*1180 a
ifm a
1>720 a
1*970
1/990
\.Mt>
1*760
DIARIO DE PER1VAMBUCO
PARTE OFF.CIAL.
Governo da provincia.
EXPEDIENTO DO DA 20 DO CUBREUTE.
OffleioA ooirnoindaiite das arma, acienlinoendo-
odehavrr ordenado, que, pelo arsenal de guerra, se
proceda aoi oonrertoi, de precisan o pojo e a ominha
do quartel do Hospioio.
DiinA<> presidente da relajan, xigindo o sen pare-
jer eobre que no uflleio, que Ihe transniitle, informa
a adniinisiracin dos estabeleoimentos de oaridsde acer-
ca de mu requerimeiiln, que o acumpanha, de Manuel
Vicente do II illanda Cataleanti, Antunio de Hullanda
Wanderlry e Feliciana Jenoina VVanderloy.
DiinA'i vice-onnsiil do* estados pontificios, docla-
rtndii-se seiente de ter S. me, nomeado ao commeiida^
dor Angelo Francisco Carneiro. fin de, durante a s^P
estada na Europa, para onda vai partir, substitui-lo no
tice-consulado e ditendo, que rleaaa nomeacao deve S.
S. solicitar appprovojio do govcrnu imperial.
DitoAo juii luumcipat e de orphioa do termo da
Boa-Vista, miando pelo ciimprimcnto do ofllcio de 15
de setembro Jo auno fimlu, por que se Ihe exigirlo in-
furmacoe acerca da importancia e localidades de ni-
elan de Indios naqnelle termo, e dos lugares, cni que
ounvcnha eslabeleoer novas.
DitoA inspector interino do arsenal de marraba,
significando era resposla aus seus ufliciu de 18 e 20
drslu mes: 1., que, vistuaer Jos Antonio de Magalhies
JJ.ifIo ( concurrente, que nffrrece f.irinha de nielhor
qualidudo, e por menor prego, a ello prefira na compra
din ilnii mil olquelro.. desse genero, que, com 64 sue-
cas de iiiilho, 10 de feijlo, e 10 a 12 de arrox de casca,
te.....de ser remet idos paras) Cear ; 'i., que, para ef-
frcluar-se essa remes, contrate u patacho h'or-de-Oli-
vtirtt, cojo consignatario!-, Ballhar &, Oliveira, faseni
calipnlajoet mai vunlajusas, e que teiu ns precisas pro-
porje para cundutir u carregameulo, que se deve
com por do genero, cuja compra fiea autnriaada ; 3 ,
emfin, que sobre a indrrunisajlo das faltas, que se eu-
cunlrareui, ao rhegar o rarregamenlo ao lugar do seu
destino, cstabelcca as condicfiea, quemis de aoourdu
eativerein eom ns ulereases da fasenda.
DitoAo priieuriidnr-hscal da therouraril das ren-
da proviiiciae, ri'inellendn a copia, que pedio, do con-
!?, porque O RStrharri Jcruiijiuo SJaninfano PigwMra
de Mello se ubrignu a urgauiaar a eslotislioa civil e pu-
blica desla provincia.
DitoAo encarregadn da agencia daa barcas de va-
por, delerniinaiidii, faca tranaporlar ao Para, como pas-
sageims de estado na priiueira barca, quo desle porto se-
guir para o do Norte, ao primeim teneule d'ai nimia na-
cional, Hennqne Manuel de Murara e Valle, ao escrivao
da niesma armada, Manuel Jjr de Ainoriin, e ao res-
pectivo cnuiiiiiaaariu, Jo Joaquirn Ferreira Magslhiea.
I'.h ueipoii-sc ao inspector interino do arsenal de ma-
rraba.
Commando das Armas.
Illin. e Kxin. Sr. Ti inlo cabido em desuso a lei de 16
demarco de 1757, na parle, que permiti aus cadetes
usarrm, nos sena uniformo, das uieiuas divisa, que
truuseren os ofliciae, tomo dragonas e caire do ouri
ou de prata, se forera de ha aa do auldadu. acudo diver-
sas aa pmtica aeguidaa a este reapeito nos ourpus d
excrcito, e (terciando eu unifonuiaar os cadetes do ba-
talln, du meu eoinmaiido, pecu a V. Exu. csclareciiueii-
toa sobre na queailn aeguintesi
1.* Qualdevesera barretina, penacho e dragona do
cadetes, um grande uniforme, islu lie, so devem usar da
memias, que u ofliciae, uu ae das que uso os inferio-
res, ou se das dos soldados.
2. Se, em pequenu nnitornie, podero uar das barrcli -
naa de oleado cuni racamaa, coiui uaao os nliciae*, ou
aedo bonetes como na auldadus, e, nestucaso,se, usando
CLAUDIO STOCQ." C*)
por Mmt. \). Hfgbau,
XV.
snrEciio.
cate* de cairel de Ua, devem olles mar de galio ootno os
(Doiaes inferiores.
3. Se, em pequeo uniforme, devara usar de palati-
na* como os offlmaes, como os nflloiaes inferiores, do
lia guarnecida de gallo estreilo, ou, ootno os soldados,
de lia em guarnilo.
4.' Se fra do servicn, em sens pssseins, nu sotos de
mera diplomacia, podem usar do barretina eom pluma de
pena, de canana, de lellini. e eapada branca como os of-
fieiae, mi se o uso destes uniformes e armamentos Ihes
he vedado como privativo dos ofTiciaes.
6. Se nu ser vico podem usar do botina como os od-
enles, ou se de polainas oomo os inferiores, e soldados.
6.' Se ns segundos cadetes, e soldado* partionlares
podem, oxlevem usar du wearaos uniformo, que uh
prunciros, ou se smenle os segundos cadetes, e, oeste
caso, quaea os de que devem usar os soldadus particula-
res. Dos guardo a V. Eso. Quartel do enramando do
segundo batalliio de arlilharia p na oidnde do Reci-
fe, tO de abril de 1840.Illm. e Exru. Sr. Antonio Cor-
reia Solea, brigadeiro commandante das armas. Joa-
qun Jos I.ui% de Sonta, coronel oomroandante du se-
gundo balalbiu de arlilharia p de primor linha.
Illm. Sr.Km vista do nflloio, que V. S. me endero-
cim oa data de 20 do crranle, contando seis quesitos,
todos concerne me aoa uniformes, de que devem usar,
no servicn, e fra dille, os cadetes e ns soldados parti-
culares do batalliSo do aeu commando, importa decla-
rar i|n.into au prinaeiro queaitu : Que, era achia de
fnrmatura em grando uniforme, oa cadetes omoamente
e devem differencar dos soldados (alm das estrella,
que fatem o seu principal distinctivo), pela qualidade do
panno de sua farda,que ae llie pode tolerar aer mai fino,
e naa dragonaa o cairos de o uro, quinlo forera de Ua aa
do anidado, bem eulendido, que as dragona* dovem sor
aegundil o mull lio adoptado para estes, e iiunra para o.
ofliciae*. Q.lauto ao aegundo : quo nie devem usar de
barretinas de oleado uusa escamas cuino os o(tt< me, e
un du bonetes, como us dos soldados, guarnecido, po-
rta, de caires de uuro. Quaiito ao tsjrceiro j que, no
pequeo uniforme, devem usar de palatinas carao .....f-
Hciaea. > Quanto ao quarlo: que fura du aervico, un aeu
passeios.noa netos de eorlejo de mistura cun os oflluiars,
eein oulroa de mera diplomacia, podem usar de hnrreli-
ini, penacho, lelliin, e espada branca, como ua oflieiaes.
oo'o.. .-.ii-::a. Quanto ao quintil : qo, nn servico,
devem asar de pulamos, e iuV> de boiras, coran todas a
pescas de pret. Quanto ao sexto finalmente : que, na
patarra cnilelo et.io eumpr elieudid\is Oa | rillli-iro e se-
guudns, eque us soldadus particulares devem usar du
uicnio uniforme etobelccidus para os sargentos, se-
gundo os posto nferiurr, que tiverem, coin a diffe
renca de traterom galio, era lugar de lia, nu* oaaoa, em
que os inferiores dril* uaareiu.
I'eraii.nlo-nie, que estes eclarerimentus eslo em har-
mona eom as dispnsicdcs do al vara de 16 de marco de
1757, decrelu de 4 de fovereiro de 1820, o provi.no de
26 de uutubru do uieamu auno, que traan dua cadete
e auldadoa partinulare*, aecresceiilaml, que us cadetes,
quando, por vuutade, turen* promovidos aua postila infe-
riores, devem Iraier aa cuinpelentea divisa* cnnjoiicla-
iiienle eom a ealrella, que deaiguao. todava, a aua ge-,
rarchia, o nvbrea.' Urnia guarde a V, S. Qunrtel gene-
ral na cidade du Recite, 21 de abril de 1846. Antonio
Correia Sera. Sr. Juaquini Jos Luis de Soma, coro-
nel e coiu mimlanio do segundo balalliio de urtlliaria a
pe do priineira liuha.
EXPEDIENTE DO DA 8 M CBRENTE.
OfllcioAo presidente da provincia, rrmeltendn-llie,
para seren presente a junta de justica, uceurapanhado
de ofllcio d leiieiiie-eo onel cuiumaiidaute du quarlo
batalliao fie arlilharia a pe, os procosos verbaes dos roo
Antonio Alve Heixoiu, Jos Luis da Fraila, Manuel
Pe reir da Silva, Feliciano Jos de Mello, Aulouiu Jue
de Muura e Simplicio deCsrvallio, todoa do uitsinu ba-
lalhio, icito pelo orirae do desercio.
Nio estiva Roberto no sen quarlo; poaco depoi* que
dcixara o condeslairl, havia montado a cavallo, a, sea
dar parta a ningoeni do seu designio, tomara o caminho
de Senil, Apesar ds hora avanzada calarlo anda aber-
tas as portas da cidade; tana lempo claro e sereno, a
la bordara as ciinneiras das casas curo lmpida lu, e aa
mas de BonurM ct>!rd jnio era profunda otaourida-
de. Alguna laiupre ardiio, aqu e all, ante as ima-
gen enllocada* as cncruiilliads, porque era da santo
da Virgem.
Roberto cncoiiirou um mendigo deitado no balenle
de urna porta, o qual Ihe ensinou a murada de Claudio
Siurq. Era tima rasa na praca,- em frente da igreja ma-
trit. A portada ra, guarnecida de ferro, abra sobre or
pequeo poial de tres degrau*.
() Vid Dsarsa n.' 91.
A' pancada, que deu Roberto cun violencia, acudo.
um criado, e, levantando o sen toel.eiro decora, allu-
niioo todo o cumplimento de um longo corredor, nu
fin do qual eslava urna porta aberta
Est em casa oSr. bario ? dase Roberto.
Claudio Stucq veiu ao aeu encontr, e, parando ante
elle, diae cora fra cojera:
Eu o esperava.
Esses dous homens enlo raedrio-se eom os olhos :
odio igual", igual deseju profundo de vinganca os nima-
va: fol o mai* vellin quera ciuiiecnu.
Bu tabia, que voaa me vina procurar aqni, e me
dispus para sua visita; bem que o partido nie srj*
igual, eslou prumplo a dar-lhe saliifacciu e a aoslentar
u iiiiulio aercdo, eom a arma na mi, Ruberto, cu
lli'o rrpilo na face, vo* he filhu de Landry, o barbeiru
da ra de Oun, de Luidry, o ladrio, de Landry, o aa-
**iiio. Nio alo bello litulua para desposar a bell
Margarida, nobre dnsela de Roilieinnure? .......
Claudu Slucq, vnsi lie om cobarde, e um injie-
ra vel .' iiiterriinipeo Rubrrtu eom o* cilio ohiiimiejaii-
les ; vOts me insulta, porque aqm, na sua casa, o pode
faicr iiiipuneineHte; mas amanbia, ao romper do da,
fra da puita de Creil I.......
Si ja assini 1 um de nos 11 fiear. Agora, seiihor
meu, iie.erescenloii Claodio Slocq, depoi de um miuulo
de n flexJo, nao sei oude vai lomar puusada por esia
noite : agradar-llie-liia durnir em minha caaa p
Roberto besituu, ma* urna amarga ourioaidade faiio,
que draejaaae interrogar Claudio Stvaq, saber, por que
luulivo liana cora lauto eucainifaiuciilu peraeguidu a
memoria de aeu deagracado pai.
Acceilo o aeu otfereciiucnlo, respoudeo elle.
Asa bu* se sentirlo.
DitoAo mesron, envindo-lhe oopia de dous offi-
cios, que hava reoebido do oapilio noinroandanto do
destacamento de Agoa-Preta, sobre objectus do aervico.
DitoAo genwral commandante das armas da enre.
giiiricjiulo-llie, que o cadete Rosendo Pureira do Oli-
veira emli ireou, levando o seu armamento, cquipamen-
to e corroame., que Iho fra entruguo abordo por um
sargento, conforme se depreheiiJo do recibo, que aS.
Hxc. enviava.
DiiO Ao tenente-corunel commandante do quarlo
batalhio de arlilharia a p, oiiviudn-o, sobre o eugaja-
mentodo minien Pedro Nolasou Baptista mciicionado
ns representacio do commisssrio pagador, que Iho en-
viava em proprio original.
IDSM d<> ni \ 9.
Oflloio Au preaideule da provincia, enviando-lho,
competentemente inf.irmado, o roquerimeulo do padre
Chrilovio de Hullanda Cavalcanli, oapellao da forlale-
la do Brura, uu qual tupplicav* S. M. a Imperador a
graca do Ihe oonc.eder pasaagem para o deposito, eom
a obrigaciu de administrar o Sautitsimo Sacramento
aus dneiites do hospital regiiuantal, vencenilo, por este
ervicn, o odo e gratificacio addicional, que inaroa a
tabella n.O 1, annexa as iiitriic(6i-s de 10 du Janeiro de
IN*.
DitoAo niesnin, informindo o requerimento do vo-
luntario Benjamn l'aes do Albuquerquo M irauhio, sol-
dado rio primeiru batalhio do cacadorea, que a S. Exc.
pedo lleenca para continuar os *ou* eiludus prepara-
torio*! '
DitoAo meamo, informando o roqiierimeuto de Ma-
ra Pereira do Espirito-Santo, que pedo a eicluaio de
sea filiio.Aiitoiiio.Jos Da. dsVcoinpanhia provisoria de
guardas nicionaes em destacamento, fleando por esta
forma oiiniprido o *cu despacho du huntem (8) datado.
OuAu commandante do quarlo balallii do arli-
lharia pe, providcnciandn sobre a materia du seu of-
firo de 6 du corrente, quo acompanliou o requerimen-
to do aegonilo lente Epifauio Burgos de Molicies Do-
ra ; Sto he, decdmelo una quealio de servicn do caca-
la, no qual o mesmo segundo leuciiU) sojulgava prtju-
dicado.
Quartel-general na cidade do Recife, 23 de abril
de t46.
tlKllh.1t UU IIIA N. 97.
Manda o Sr. general cuoimandanle das armas trans-
cri'ier nisla od. ni, para intelligeocia e devida obser-
vanrla, o arl. 8 do plano para as pagaduras militares,
approvado pelo drcrrlo n. 369, de -21) de abril de ISil,
eosarls. 22 e 23 das im.truc.es, mandadas por em
execuclo pelo decrete o. 378, de 14 de agosto do sobre-
dito anno
Ailigo 8. O pagamento dos prets teta lugar de des
em des dias, e o que corresponder o ultimo ptaio do
met se nao euVcluar. s> m quo preceda a competente
revista de mostr, para se verificar a legalldade da des-
pesa. Esta revista sera feita pelooracial da pagadoria ;
e naquellas, onde os nio bouver, pelo escrivao ; de-
vendo veriOcar nos bospitaes a existencia dos doentes
A;t. aS. s prcls dos cor pos serio pagus de del em
des dias, venflcando-se sua exislencla, por meto das
uiostras geraes, que devem passar-se meosalmente.
Arl. S. Para este flm, nos prirmiros das de cada
mes, tei lugar a inspeccao de revista de mostra geral
de cada corpo, no lugai e hora designada pelo com-
mandante das armas ; e a ellas serio obrigado a com-
parecer pesoalmenle todos os ofciaes e piscas de pret,
eom excepcio smenle dos que se acharen! doenls nos
hospitaes ou em servico, e tanto de uns como de outros
deverid os couimandeolcs dos corpos apreseotar au
empregado da pagadoria, que passar a revista, mappas
por elle assignados, cum dra do da, em que a revista
se passar. O mesmo empregado sari obrigado a ir veri-
Ucar dos bospitaes a existencia dos doentes o
Joti da Stlva Guimardet,
ajudanle d'ordens.
EXTERIOR.
Logo depois trouee um criado vinho e una lgeir
cullacao, ero que Rubertu nio locnu; enomlou-ie u
mea, o aiaini eateve por muito lempo, abaorlu naa auaa
preoecupacoa ; Claudio Slocq o filava, e ihe ochava a
fece de Calherina,. priiicipaiineiiie ua ulbu, e, por
nioiiicnio, comu um rellexo da aua pliyaionomis.
V ni. parere-se coiu sua mii, exclamou Claudu
Slocq eom iiidehiiivel exprsalo de Irisleta e rava.
Minha mai! Vm. ounheceu-a! exclamou Ru-
berto.
Claudio Stocq pox a mo na larga frunte, e raur-
niuroii :
Eraarfligie de N. Seuliora, era um anjo !.........
Foi-me proiiietuda, o aou pai a leve por nmllier; eo-
lio, como luje, me desvbrigro da minha promesa ;
cunvenha, que lie este um funesto aeasu ; dui* vezes
trahido, e aohar oumo rival o tilliu depoi* do p*i.
Eniio Claudio Stocq coiitou a historia da aoa nioci-
dade, e a falal influencia, que elle havia tido na corle
de Calherina.
Eu a amava, bradon elle, tremendo; ama va-a co-
mo tiojo amo a donsela de Rocbemaure, e muitu lempo
me fui preoiao para cunaolar-me da sua perd; era urna
ilr, que par nimio lempo mealurnienlua como um re-
moiso ; *u eu a huuvera amado menos, uiu fra Calhe-
rina mora....... Ma* eu ante* a quera na trra du que
uut bracu do roiaeravel, qu* m'a havia tirado! Oh.'
que cu uve un Lello momento deviugaiioa! aquello,
em que Ihe declarci o verdadoiro lime de aeu marido !
Ella o labia laive, e anida carnaval....... Oaruurhe
ceg, e falla maia alio duque o urgulbu, o lmur eo
FRANCA.
Piis, 1 o de evereiro.
Espera-se, quo, por toda esta semana, se comee a
discutir o prnjecto de lei sotjre fundos secretos. Em
qusnto expedi(io de Madagascar, aflirma-se. qun Mr.
Uuizot escreveri para Londres, robando so gabinetein-
gle, que renuncie, por em quanto, a esta expedido;
porque, apezar de nio se ter a cmara dos deputadoi
pronunciado explicitament < contra o projoclo, mostra-
se todava puuco fsvorsvel a elle. Accrescenta se, que
Mr. Guuot nio poupsri aada para mover a isso os ni-
mos de Sir Koberl Peel e lord Atiordeen, demonstrando
quio falta seria a policio do governo tranco/, se a la-
glalerra ohrasse sem a sua cooperic.'m ; e rogara ios
seus collngas, que nio dem lugar a um lance, que
nio poderla destruir o efleito dos votos, que haviio ob-
tido na diicunao da reposta ao throno. Anda se nio
sabe qual foi a reiposta dos ministros mgleiea; mas nio
he de esperar, que a Inglaterra emprsiienda s urna ex-
podicio. que, sendo contraria honra nacional da Fran-
ja, tambero i>e desfavoravol ansseus interesses.
Seja o que fr, noi portos de Franca continulo os
preparativos de guerra, nao obstante correr a vos, de
que a esqund'a, que devia sabir para Madagascsr, sbi-
la para o Kio-da-Prala, conduiindo a seu bordo um
corpo da exercilo as orden* do general Duvivier Estas
frcas sao msis que suficientes para completar o Irtum-
pbo alcancado sobre as tropas de Rosss, iuipedindo, que
este continu os seus ataques contra Montevid' o, n res-
tabelecendo a paz,e devendo, aliindism, destruir'todos
os obstculos, que se oppo m i navegaco do Paran, e
estabelecer as rela(3ei da Franja eom rauilos paireada
America, especia luiente coin o do Paraguay.
(Debis.)
DEM.
A posse do pati de Oregon.'que ameacou suscitar ama
guerra entre a Inglaterra e os Estados-Unidos, val ser
sobmeltida ao arbitrio de urna terceira potencia. Am-
bos os paites teern numerosas (oreas martima: ambos
levo a honra nacional ao ultimo ponto, e a sua rallo
se desvair no momento, era que a fuliiao compiomettl-
da. Testemunhas desta verdade sio os peridicos, os
discursos das cmaras, em que se proclamava a guerra,
e a postean respaila vel e os armamentos, que ambos os
panes Hieran e ainda continan a fater, apezar de ba-
ver quasi a certea de que a questio se decidir aiiiigs-
velmente. Muitas vetes se repello, que o prlmeiro Uro
de peca, que se diipsrasse, perturbarla a pai de todo o
universo, e compromeitiria a existencia do algumas na-
edes, airastraodo-as i guerra contra sua vuutade. Nos,
pelo contrario, senipre nos persuadimos, de que esse ti-
ro nio seria disparado ; e que. se acaso chegasse a
resosr, nio traria esses desastrosas consequenclas, que
tanto uiedo inspiravio a aliiuns Com elTtitu, basta con-
siderar, que as grandes potencias, cuj Inleresse consis-
te, em que su maulenha o estado actual, manifestarlo
logo a intencio de conserva-lo, nio se eovolveado de
maneiri alguma naqueila queilio.
A Hullanda, a Franja, a Kussia e a Allemanba, teetn
todas e las interesses commerctaes em quasi lodos os
pontos do globo, e grande inleresse em que a guerra
nio venha perturbar o estado de piosperldade, de que
hoja goiio. He verdade, que existen) traladus de pai
araiade, relaces de boa Inlelligencfa, mais ou menos
eslreitas, enlre aluuinas dolas, mas nao urna allianca
i.llens va, que as obngue a seguir a sorte do seu alliado,
participando coin elle das eventualidades da guerra.
Alein dtsso, a guerra nio he ho]a posstvel senio pot
toleteases meteriaes, e nio por o gusto vio de possult
mais urnas poucas de leguas de terreno, e por isso ere-
mos, que nio est nem nos interesses da Inglaterra,
neui nos dos Estados-Unidos, um romploiento.
gancas implacaveis; be elle, quo fas, que amanbia noa
batamos, alo que se iga inorte.
Nio pudta mais Huberto supportar esta siluacio ; a
preacnca, as palavraa deasc huinem, o verdugo de ua
familia, deaae homem, que acabas* de quebrar para
empre u aeu futuro, cauaava-llie nina raiva impaciente
e aurda ; coin a frunte pallida, u aubrolboa coutrahidui,
nuvia un silencio, e pensara no da aeguinto em fin
diase-lhe, ergueiidu-u, e cora vos breve:
O seu name cdnservou-se vagamente na minha
memoria, cunio una lerubrauca de odio, reevnlieui-o,
lugo que o pronunciaran em ininlia preaeuca; fui urna
perruiaaao de Ueoa, que'no* pa um auto o untru com ai
arma na mo, senlior meu, porque anda vejo urna oa-
beja enaangueutada, e oujo moa vos quo me br*d*:
He a de leu pai, o foi Claudio Stucq quc.ui all *pus|....
Eu era urna pobre crianca; maa arada me record........
Fui Vernica quero assim liie fallou, disse Clandio
Slocq con fria tranqaillidade, e lei pruvavelraente por
nina da* jmella, desla caaa, quo llioella luo.lrou u pol-
le, era que ful expuata a cabeja de Juio Cureailles.
Aqu.' exclamou Roberto e.trcmecendn. Laneou
um olliar em torno de ai, e ludas as suaa leinbranjaa Iho
oocurrriu ao nieamn tcinpo, rocunlieceo i grando oha-
miiio, a tapecaria, e to a polliona eaculpida, unde Ca-
lherina ae.eolara.
Sun, ,iroeguio ello trmulo e pallido de emocio,
aqu lio quo cu naso, aqu est o lugar, em que minha
mii cualuin* va Irabalbar, onde ella tanta* vese* me lo-
iuuii nu aeu regajo 1..... he a uu**a caaa, nuaau lar I.....
Urna nuie Vullei en aqu, lude eaUva quebrado, ludo
horror, mai* alio me.mu du que a honra ; be elle, que I deairuido ; eu chorara. Vernica linlia-uie pela ralo.....
mapire aa devolaje* extremas, vi odio* fcruiea, a* viu-1 Eu me leiubro leDibru-me, que deiceinu, que lia

issaa
MMH


A lufao critica, em que falla de colbi-itaa (em
enllocado u governo iogle, e a neeeaaldade de consoli-
dar a revulucio coromrrclal e flnaocelra, propoita pelo
mosmo governo, o pfle no caao de ci aventurar os teui
resultado!, laocando-ae em empresas de incalculavel
etilo. O Eetados Unidos, que veem nancer uma nota
fonle de prosperidade para o seus productos, que
abundio lento om cereaes como em aieites, teein tem-
bem um Inlereste mui directo em conservar a paz
quando so Iho abren) os mercados Ingleses, e com elle
o mel de eoriquecer-se cada ves mais Velamos aitora
se estas ventegens positivas, que a guerr.. destruira, ae
compensa baMante com a posse da parte do Oregon,
pois que nem uns nem outros dlsputio o iodo.
O uregon be um pait despovoado, cuja principal ri-
qoera consiste oo coinmerclo de pelles, e nio aprsenla
estimulo bstanle, para que duas grandes naces sacri-
fiquen) i posse delle as amageos, que de bs poucos
diae a esta parte n.scCao p.r. ambos com a modifl-
cecio da legislacio Ingle,.. p0,i0 que .uito rivaea, as
duas nacoes se olhio com mutua deseonflanca ; e posto
que a Inglaterra recele, que i uniSo de Tesase aggre-
gacao d Oregon se siga o Mxico, e que pouco a pouco
a uniio federativa americana seja lio forte, que deslrua
a sua preponderancia, nao esta todtvia prximo o dia
em que isto se verifique, nem lie mui fcll, que se cum-
pr. este engrandecimiento, pola entre os meamos povos,
que a America do Norte deseja, que se Ibe agreguen,
eqje rao pode conquistar pela (orea, ha alguos, que
repunn5oebertamente a esta uniio.
Neo estando, pois.nosinleres.es da Europa mistu-
rarse na questio. que divide os Estados-Unldos o a In-
glaterra ; endo mudado a posicio dos dous paires, e
encontrando uma coroponsacao na perda, que varias
lego,, de territorio ,. U ineQl), ^^Z. podem
n v-. .' h B"U,r,,.a "'. <. ennuncia^como
provavel ; he nalual. que, submetlendo-se ao arbitrio
a ef-roreitar-.e dos heneados, qUe a pai Ibes apresen!,.
[Priue.)
K IDEM> 22-
INa.eaJnda cmara d. drputadoe
li mi, Mr.. Barrot, e Tliier.
ler, que deve ter a administrecio superior, e ao sysle-
ma, que te deve seguir na oceupsrao e pacificarlo de
Algeria, estiverJo mui divididle as opiniOes. TJnipro
nuncirio-se contra a occupiclo Ilimitada, e a guerra
fela pelo .ystema de raxxu ; outros censurriio a di-
recco da. opiniOes militares; outros oppozerio-te i
altribuicoet concedidas ao governador geral; outros
opinaro, que, para est.belecera respontabilidade e au-
toridtde do governo, oa questio de Algeria. era ne-
cessario crear um ministerio especial; e finalmente ou-
tros suslenlro que convinha eslabelecer em frica
um \ice-remado enenrregado a um principe francer. A-
pezar da di tenencia deopinies, foi nomeada a eom-
misso, e tanto os que apourio a tatics do general Bu-
geaud, como os que a reprovrio, formarlo parte della.
[Debat,)
dem, 28.
NatessSo do dia 26 de lovereiro, o presidente da c-
mara dos deputsdos annunoiou, que ia a comedera dis-
cjssSo ubre o projecto do governo, em que se pede
um crdito extraordinario de um tnilhao de franco,
para as despezas da polica .ecreta. A opposigio, por
via de Mr. Odillon Barrot, declarou, que, nao obstan-
te a apre.enlacio do projecto de fundos .ecretos ter sido
regularmente um meio de examinar a conducta do mi-
nisterio, a cu|a tpprovscio nunca se tinha negado a
npposicio, comtudo a poca, em que o governo o apre-
sentou este anno, quando acaba de terminar o debate
sobro a resposla ao discursi do ihrono, torna a discul-
po mui diflicil, te nio impossivel; pelo que, ello pro-
punba, que o projecto se resorva.se para quando, no
orcamenlodo ministerio do reino.se trate dos lundos da
polica.
M Aylies, membro da minora da commistSo, dii-
so, que. aem entrar no debate poltico sobre a questio
dos lundos, desejava, que o governo roanifeslasse, te se
deslrahiio estes lundos para outros objectos diversos
dia do hon-fdn destino, para que se votavao, e seso empregavo al
que te pode concentrar o fogo entre as ruinas. A perda Bulver em defenta do plano econmico da Sir Robe
| iljlpOsil'O.
(dem.}
niii.i un
|.C.
DEM.
' peiliro a rcnovncSo do projgiimei qutntia. em sustentar a imprenst, que defendr
dy ..,.,.,.. ;r" ,,,,'r,'7s" "ndr,.. Mr. Se.ran.ls mmi.lerio. O mini.lro do reino responden, qoe nao
lea ue ^ ,,."r. "'t' ",0 ""1,""',',or'.....-) Prenia paga pelo governo. e que a que susleo-
** .....s"...::.::;;:,;:!:'mr.r;;;r:r o,,r pr,ncip,'be ,iu -p'- ? <
.i.i...M<-r.., ,,r ,il. porta f..r.,,l.11|e ,|ue ,0 ,lrilieo d,bBle ^uJ>re 0 B
t|ue iu reciniiiava.
Scndu ,. ;,, jjaafc^ Ilcodor |nin|,.
urio l'"r """' meloria de 67 voioa.
A. i,tii.H. d..AcboI a ,laHa fovoravei., pr-i.
.''/;"* '"'W"V* '- "ib-I t* mai.'.nore.
men. DlI q-, uen.s|eil|i Mnh dM trjbii< de
6"r. noimwdo par AMi-l-K-der, fitri-a
inpreviala contra a. tribu
'aa iribua da planicie,
'ivitr, lalmd
mcciidiaiid..... ndunrea e nt
..neo campo., pod.-rnndu-.o do. gado.., e
, "'"." "1'"r"' l'r.....peeaehefca da.(riba.. Todov.e
dmirio de .,.,0 Abdel-Kader tee.1,. podido
S planleieado l.scr, .la encontrar nonbu
franeeta, .-iv.inr ir ato
ni.i culuinii.
I'a.tigein e prolrguaao n-
ij.ieiin. deagraeadaa tribu.
Pareoe, <|ae val adopUI>te oarstema deoecupar rai-
litar.i.eule lodo ., terreno, ,,,ie ,0 OHa, e abandonar
o rc.lopara melhor ocra.iio.
O governo rXpedio orden para embaronrem para A-
trien grande, roreai do ravallara. (Ctmmcrot.)
dem, 23.
A proposla leila por Mr. Odillon Barrot, na cmara
los depulados. pedmdo, que se discutate o projnclo de
le sobre o e.-rnno secundario, foi apoiada por Mr. Thiers.
e combatida pelo conde SaltanJr, Mrs. Guizot e llor-
rier. e a final rejeilada por uma maioria de mais de se.-
senta votos. No grande dbale, que precedeo esta vo-
tafo, Mr. I hiers e Mr. Odillon Barrot aecusaro o go-
verno de acnficar acorte de R. m. os principios pro-
clamados pela revolucSo.lejuIho, edelisongeara.es-
peuncasdo clero e do pulido legitimista, a Nin de tri-
ompbar attioi mais I.cilmente na proximta eleirdes.
Ltt. aecusavao fundou-se no apoto dado.netta quetiao
ao governo por Mr. Berryer, diiendo-se. que era uma
prova da leaccao, quo so opera as altas regioes.
(tommerca.)
iuem, 24.
A sessio do da 23. na cmara dos deputauos.reduzio
se a adoplar o artigo I. do projecto de lei. substitua -
doodireilo, que os gados pag.vio denles por cabeca,
a sua entrada n AS''ve. reunirio-se para examinar o projecto de
fundos luuplamenlarc* para a Algeria, em que o go-
verno pede 23:403.8M francos, e que se cooserve o ef-
fectivo do exeicilo. quo lluvia no anno passado, o qual,
sem contar a. tropas indgenas, monta a 95:000 bo-
mens. A' cerca da concessao do crdito oio houve de-
batealgum serio assssdes; mas, em quanlo ao cerac-
enterrou o que quer que fuese; senlior mcT, venl,
coniniigii.
A'ralee pnlovr.e, Roberto tomn um ce.tical da rec-
ia ; Claudio Staeq, veiido-o ae.ira lvido e com ue ollioe
eipaniadna, tuppoi. ijuo relava doudu.
Onde quer Vm. ir? di.te elle, ecomponhando R...
berlo. i|.ie, aem heeil.r, lomara pelo corredor, e abrir
una porta, que dava na cacada Ha. adega. .|t |a I \,
qnrraeaaeemar-melaem Uixo?..... Que .iguifica i.lo"
c que quer Vm.?
A partida do duque de Aumale para a A'rica eita
fixada para 12 do prximo ;uei do marco. Constou.
que o duque de Montpensier parta em companhia de
seu irmao ; porm esta noticia nin be verdadeira.
A familia deel re Luiz Pbilippe, ja lio numerosa, vai
anda augmentar-se. Dit- se, que a duqueza de Au-
male e a princeza Clemonlina estSo de e.perancss.
Na prxima primavera parece, qu o principe de Jo-
inville farn diversas viagens no Mediterrneo para fe-
zer manobrar a esquadr*de reserva,-que te aeba em
Toulon A prineexa de Jonville acompanbar o seu au-
guelo esposo al a. libas lijen., onde S. A. comprou
uma cas. de campo.
A cmara do. depulados votoo.sem diicusiao.o pro-
jecto obre os fundos secretos. A opposicio declarou, pe-
lo orgSo de Mr. Odillon Barrot, e o governo, pelo de
Mr. Oucbatel, que os debate! sobre i poltica ministe-
rial te ventlenlo, por occa.io da vol.cJo do ornamento.
{dem )
INGLATERRA.
L0NHRKS, 20 de fetereiro.
N' cmara dos communs coiitiouava a disuu.sao do
plano de Sir Roberto Peel, som quo offereca novo in-
tere.ae, por.erem os discursos dos differentes oradores,
i)ue nella teein fallado, uma repeli(ao do que ja ditse-
rao osp.rmcipaes chufe, dos dou. partidos em apoio das
suas doutrinae. Cada dia s vai augmen'endo prodigi-
osamente o numero da. conversSe. de ministros da reli-
gio prole.lante religiao catholica romana. O exem-
plo de M. M. Ward. Oukeley, Tabei e Newman, mem
broa di.linctos do clero angltcano, prodo'io um mara-
vilhosoefleito, nio s entrcascla.se. pobres e classe
media, como entre as pessoas de alta categorie. Des-
de 1842 a 18 45 team-se. convellido quarenta e Ir. pes-
soasdistinctas. Muitosdos ministroscouvertido. ecbao-
e actualmenlo exendo estudos llieologieos, a fitn de
rereberem asordens sacras, e podeiem.depois. exercitar
oseu zeloem favor da religiao, que abracarlo.
Ae carias de Liverpool annunciio, que, na noute da
ultima quarta-fera, relientra um incendio, que durnu
at ao dia.eguinte, cau.ando grande, e.tragos. Co-
mecou pouco depois de 1 hora da noute em um vasto
armaiem, queseachava cbeio do algodio, trigo e fa-
rmha, e desenvolveo ae rom tal rpido/, que, quando
chegario as bombas, j nao bavia esperanca deaalvar o
edilicio. redu;indo-se lodosos etforgoi a impedir, que
o incendio te communicasse s catas immedtatas. Inle-
linoenle nio pode evitar-se isto, e lis 7 horas da mi-
nhia comecou a arder outro armaiem, que lic.u igual-
mente reduxido a ruinas. So s 4 horas da tarde foi
calcula-te em 150:000 libras esterlinu: ai mercado-
riai ettavao seguras pela maior parte.
(77m.)
dem, 22.
Na cmara dos communs de Inglaterra nio termioou
anda a discussio sobre a. reformas economicat de Si
Robarlo Peel. Como todo, acreditio a probabilidad
deumat eleicoes geraes depoisdesta legislatura,cada de
putado deseja fazer publica asoa opiniiotohre esta ques-
tio imporlantssima. Mr. de Israeli, ardente adversario
de Sir Roberto Peel, pronuncou um notavel discurso
em uma das ultimas seitOes. Aquella orador ceniurou
o primeiro ministro por conceder lio ampios benefi-
cios sdemtis oscOea a favor do seu cimmercio, tem
a.segurar-ee primeiro,se ellas diminuirlio tambemos
dtreitos dss suat tlfindegit. Mr. de Israeli pattou de-
pois a tuttenlsr, que os ioteresses agrcolas deviio pre-
ferir ao. interesset fabri, rrigi nne a. medidas presen
ledas pelo gabinete produziio efleitos contrarios. Dit-
que, se era preciso elTetuar uma mudenca, ella de-
via fazor-se sol/re uma base mais extensa, e qua em
ver de enllocar a Inglaterra debaixodo jugo dos capi-
talistas, mait orgulhosos do seu dinbeiro queds tua
indiligencia, devia abracer-ie, em um plano geral, a
influencia de todas as clsssena poltica. Emquanto
a mim, di.se oorsdor, sntes quero vr a Grao-Brote-
nha buscar no elemento popular o equivalente deesas
forcee vivificadoras, que devemos perder com seme-
Ihante reforme, do que v la submetter a temelhante
jugo.
Na cmara dot lordt empenhou-ta de novo o debate
sobre a ntervencio da Franca e Inglaterra na questio
de Rio-da-Preta. Lord Aherdeen recepacitou os es-
Torcos, que os dous governo. baviio feito, para que Ro-
sas re.poilasse a independencia da rupublioa oriental,
e manifestou, que conservava a lisongeira esperanca de
que, quando o governo de Buenos-Ayres vir, que a
uniio da Franca e Inglaterra sobre esta questio he po-
sitiva, elle reconbecera quio falsa be a estrada, que
tem trilbedo. Lord Aberdeen declarou ao mesmo lem-
po, que a Inglaterra nao esteva em guerra com Buenoa-
Ayres. e que esperara, que a pai se vera bem depresta
restsbelecda. (dem. )
ideh, 26.
A imprenta inglesa oceupa-te exclusisamente dos
acontecimenlos, que tivorioltimamente lugar na In-
dia, e todas as correspondencias coneordio em que a
balalha entre o. Sikkes e as tropas inglezat foi muito
Peel.
[Glob,.
BLGICA.
BBDXELLaS, 22 di fltlTeiro.
O maoifetto do conde Flix de Merode abre novo
desenlace a crise ministerial, em qua not achamot. En*
ebefe eminente do partido catholico propfle o ed,_
ment da ditcuiiio do projecto de lei relativo eo en.i"
no taconderio, como acaba de ter lugar em Frenes
Segundo Mr. de Merode. Mr. Van de Weyeroio u.
ceitou o mioitterto senao para faier (rente a um eri|'
imminente, e antea de tudo convem daixa-lc terinioii
i sua obra. Quando tiver deupparecido todo o receio
le Tome, quando se resolver a questio coomerciil com
Molienda, e aatitfeitas as necetsidades mais urgente,
do paiz, lera chegado o momelo de entrar na v.it,
quetlio da liberdade do entino, tnica, em que se acbt
divergente o gabinete belga,
(EmneiptiiH.)
AUSTRIA.
VIENNX, 50 DE FEVERBIRO.
O gabinete de Vienna, prevendo, que os Biladot-0.
nidos podiio rejeltar a medlacio de franca oa quena"
do Oregon, acaba de oflerecer a soa aos gabfoele i
Londres o Washington. Aiada Dio ta bequalferg '
declsao destas dual potencial; mas julge-to qu. 0*,
Kstadot-Unidoi, depoitdo apolo, que a Franca' prettou
4 Inglaterra na questio de Texat, preferirs a medlarAn
da Austria do gabinete de Part. vau
Ha alguna diat, que le encootra nesta capital uta
principe de Holsteio. Al pessoas mal bem ioformed.i
preteodem, que este principe viene manifestar i corla
de Vienna os temores da oobrea allemia, do ducado da
Rolsteln, de que esta provincia venha a ter, tarda oo
cedo, presa da Rutila. 0 principe heidelro do reiae de
Dinamarca, ao qual boje est unido o ducado do Rali.
teln, nio tem fllhos. e, depois da sua morte, a corOi pi..
I sari linha collateral de Hesie. O rllho primognito
lato ciar est casado com a filha primognita do acta!
traque de Hease, e isto estabele.ee a eveotualidade da /
uma successao em favor da Rutila. Mas a pjpulecio
allemia do ducado de Holsteln parece citar resolvids i
impedir toda a uniio com a Rutila, separando te do
reino de Dinamarca depois da morte do actual principo
herdelro. (Cazelle Alltmande. j
TURQUA.
constantinoph 14 de Fivireiro.
A porla ottomana aceba de mandar a Bejrolb o ge-
duputeda, e pollo que a victoria ficasse pelos lnglezt%,[neral de arlilbaria Selim Pacbi, parata informar dos
nao loi sem grande perda, pois que estes tiverio qua-
tro mil bomens ftira do combale. Anda le nio sabe o
partido, quo tomar Sir Henrique Haddinger; mas so
devemos julgar pela proclmelo, que publicou, ma-
nifesle-se nella uma be.itacio e incerteza, que nio
sio conformes com o enthusia.mo de uma victoria.
A'sahida do paquete, dizia-se em Bombeim, que o
governador geral resolver permsnecer no territorio
britannico, e nio atacar o ejercito inmigo, om quanto
nio marchaste a expedipio os ordena do almirante Na-
pier, que te est pi aparando no Sonda.
Na cmara dos communs, na sessio do ds 23 de fe-
vereiro, Sir Roberto Inglis interpellou o governo so-
bre os acontecimientos da India; e Sir Roberto Peel
declarou, que os pormenores referidos pelos peridicos
concordaran, nnrnCjp.!,soa, ss .ar..:pi.oiuBciie.(
que o governo bavia recebido.
Na mesma sessio, Mr. Cocbraoe perguntou, se o go-
verno grego tinha pago os juros do emprestimo, que
Ihe litera a Inglaterra, e se podiio apreseotsr-se na
me.a as copies de correspondencia de lord Aberdeen
com Sir E. Lion, acerca desle oorocio. Sir Roberto
I eel responden, que o gove no grego nio satisfi/ere a-
mda os ditos juro; mas que, se a demora do pagamento
conlinuesse. se tratara de prover na conformidad! do
convenio da. potencias con.binadas.
Mr. 0'Connellapre.entou uma mocKi rolativa Ir-
landa, na qual fft a. seguintes pergunlsi: Primeire,
se o governo tinha lencio de apre.enlar um 6i/, que
oooceda ao povo irlandezo direito eleitoral, em propor-
Co com o que gota o povo ingles : Segunda, se se
outorgara a Irlanda a prerogativa deenviar ao parlamen
to um numero justo e aufliciente de representsntet :
Terceira, se a liberdade e poder do acto de relorma
municipal dea corporeQues inglezee se ha de fazer ex-
tensiva i Irlanda : E quarte, finalmente, te o mint-
terio tem teocio de propor.em uma lei, uma odemni-
aacio aos rendeiros do estado pelos melboramenlos.
que tiverem feito nai tuas trras. Sir Robetlo Peel res
pondeo a estas perguntas. dzendo, que o governo, pri-
meiro que ludo, se propunba a tratar das me*das, que
aflectio o commercio em geral, e se referen) aos mle-
restes gerae. do paiz, e que, depois da discussao do.
essun.ptos foanceiros, o ministerio apresentsria as leis,
de que se fallara. epoi. destas declsrace, fsllou Mr.
Aeeielirri cu tembet como teeleruuiiha?
lou L'e.-ileiiliii.iiini-nie Claudio Stocq,
Cont com ieeo, iriihor meu,
ainanhever do da, se inc fier favor.
Ao ainanliecer do da Vm. se oqueco de que le-
* de concluir outro negocio, pelo qual veio Vm.
pergun-
parlireinoe ao
P
Robrrto lirou a e.pnda da cinta, rncoatou-a i porta
e iloeeco. Claudio Sin. q eegiiio-v eetupefacto eeurioao.
Quando chegrio a bau, Rubertu parou noe ultimo,
drgrio. da e.caila, edie.e:
Honllfl vaniue cavar.
Algun Iheeuuro I exolamou Claudio Stooq.
Alguma oou.e, nluaeif mee be aqu, aqu, e eu
vou aabe-lo, rrepoudeo Roberto, pondo o. jovlhus em-
bo. na ierra btiloreiila.
Nao ravnii muilo irrapo, que lugo eentio uma caixi-
uba guarnecida de ferro.
Meo Den., erjaie louvado! eiclamou elle, pegan-
do nella.
Claudio Slorq nlhou-o coro deepreso.
Anda la! nmrmurou elle, eebero filho de leu pail
A poeee de algnnt rtcudoe d"ouro, de algumaa joiae, te
cumula da tua infamia !.......
Roberto sabio palpitante, e pos a eaixinha aobre a
matea
Abri-la-h.i .rnente em Chentilly, dieeo elle,
mo.lr.i.do a chave presa i ama da. .rgolaa do cofre
eom orna correntio!., de ferro, em pre.ei.ca doe eenl.o-
ree cuudeauvei, e marques de Rocbemaurc.
aquir
Drpoie que reta eaixinha ae liouvcr aberto permite
lc.teiniinl.il, e.tarei i. .oa. ordena.
Seje ....ni, larda-inc ver o fin de ludo ietn diese
Claudio SSucq com de.pretn.
Velrio emboe o reeto da noite, tem ee fallarcm. En.
Hu, apparoceo n aurora.
Aeavallo, di..c t.lao.lin Storq onm irapncienoin ;
vamea levar o tbetuaro a Chamilly, e dapoii.......
Sun, depoie! Vamoe, eenlior ineu.
ChrgrSo, quando ce ergua o condretevri; tndn.se
ndmirartn do v-loe junto.. Claudio Slorq iuoetreva-c
iiiipaeieiiie e eecaroecednr Roberto eetav como un,
hnmrrn, que vai ouvir a aua rulenca de vida ou de
morte.
Senhor duque.- dieee elle, v.n.l,, .A, un! ioelboftB
ierra ante u conde.tavel, aupplioo a V. embona, uuei-
ra abrir cu. auae propria. .uloa rea eaiiinl.a, qe
achci a noite paesade em um lugar.onde rila fu de|.u.,.
lada, ha vuitee ciiieoannoe, no uie.rao dia do auuiili-
co de Joto Coroaillee. rr
Claudio Stocq fe. um movimenio, porque Roberto ae
havia volledo para elle, como para apoiar, com
le.leiuonho, a verdadu do que elledi.ia.
o eeu
tavel, para que todua ee retira.eem ; ee me oio eng
uma loiubranca, uma vos do alto, que do reponte me
ralln, ah dentro e.i a minha rehab.liteciu.......
Claudio Sloeq encolheo o hombro, e o oondcatavel
dieio vi veniente:
Dcoe o queira, cavallriro Roberto.
E abiio a cix.nl,., e deela eahio nm volumoeo em-
bruiho de pergamiuliot o papis.
i.eia V. .enhoria, eu Ih'o.upplico, dieso Roberto
com mal articulada voi.
Reineva o mait profundo tilencio neeea cmara, onde
o ach.va niaia de vinle preeoat; lodoa iinl.au oa olhoa
filos no conde.i.ivel, que lia aiteiitameule um pergarai-
nho, que tiuhaTcm baitu um eeilo d'armae. Claudio
Sloeq atfectava impaeeivel eoutineiicia; mae u eeu ulhar
rovolava urda raiva. Roberto esperava immovel e com
o corarlo palpitante.
Leo o c.nde.lavel, ale o fim, cesa grande pagina de
pergamiiiho ; dopuia,Vgueo-o, e, aaudando Roberto,
e.leiidcu-llie a inao, diieudu ;
Senhur conde de Luuvre, oe tituloe do eua familia
aqu cali,., aa.iiu uomo o nomo da eru pei, que, turle-
groeamenleeacapodaforea, lia via depoie tomado o de
Julo Curuaille. ; Landry, o b.rbriro da ra de Oure,
e ue ontroe eelavio bem raurtue ; o fallecido conde foi
o nico calvo peine cuidado, de meetre Auibroaio Par.
Toda a historia ola ouneignada neele eecripto auihenti-
e.ollado coiu ae aruiae da ca.a do
eu, collado coiu ae armae da ca.a de Luuvre.
I Ah! eenhor, exolamou Roberto, digne-ae V. ee-'
o::.'."''"obtmtr ,qu' ""'" m'r,iun do fi-
- Senhor meu, interrompeo Claudio Stooq, ennro-
ximaado-ie,eUoe.Parol...:
J II vou, retpondeo Roberlu em vos baixa. Va-
moe, vamos, eriihor niru, debaKo dae priuriraeervo-
ree de lepada eu o igu......... Leve uma teetemunhe,
ou levare a minha.
Eetaa palavraa rpidamente cambiadae, de ningnrm
forlo ouvidas : todava, logo que Claudio Stocq sabio,
o eundo.tavel ditse Roberto, com um gesto ebrio da
oonfianca:
V, eenlior conde, eu aqu o e.per,. pora epre-
aenta-io a aeuhoraa duquesa, e de Ruehemaure.
Oa eueeea.oe exlraordinarioe oa importante irine-
railtera-.e eom lio maravilhuea rapidet, que fra p*r
crer, que alguma cuuaa lobreuatural ha neeea conniioni-
oaclo .inmediata; pareca impoe.ivel explicar d'outro
modo a emocio do todos oe habitantee do ce.telU de
Chautilly no .minenlo, em que Roberto fui ler com
(.lauda. Sluoq na tapada. Todo o mundo correj j*"
nellae ; una perguutevao, olitroa referio eete einguler
aconieciinriiio ; a duquesa aoube-o ao deaparier. Mar-
garida, pallida. mu. ... cimIIos desgrenhadua, bvi"-
poeto de joell.os ue veranda. Houve um quarlo d'lmra
de eepera o cruel anoiedade ; 'om fim apparrceu alguroi
na exlromidade da alameda Margarida .olluo um lon-
go grito, e ergueu ae n.lo. ao eeu para render-lhe gre-
ca. Era Roberto que vullava: Claudio Stooq eleve
morte.
FIM.
excelsos commeltidoi peloi ofHciees turcos, no acto do
desirmamentodoi Drussos e Meronitii do Libsoo. Se-
hm va ancarregado, com tanto zelo e inteiligencia, que
forio castigado! varios oJjiciaes accuiadoi de negli-
gencia e mi vonttde, ficindo, alm do castigo militar,
responsaveis, do civil, pelos actos de malversscio, exse-
cio ou rapia, eommettidos pelos soldados, que estsvio
as sua. ordena. O convento de Gaiir tinha sido rou-
bado por um destacamento de tropea regulares, e em
consequencii diiso mandou-io proceder um summs-
rio. sendo castigsdos o culpado., e derlo-ie mi reli-
giosos do convento, i titulo de mdemnisacio, 35,000
piailni, tiradas da caita militar dos ofBciaes docorpo,
que roubira o coovenlo. Ellas medidas reparadora!
prouiiio o uieliior etleito. Km Heyrutb esperava-se
a todos os momentos Emin-Pacba, novo plenipoten-
ciario nomoado por Bescbid Pachi.
Escrevem dsa fronleiras da Albania, no i.'do cor-
rente, que havia temores de que comecaesem as hosti-
lidades entre os Monlenegrino. e os Turcos. Os Monte-
negrinos ji tinbfto feito varias incursei 10 territorio
turco, e o vladika (genenl em ebefe) acba-se cas
fronleiras i frente de lores, militares mui connderavei.
O picha de Scular tambero le preptrava pin combi-
r. (Gatellidt .iugibourg.)
INDIA.
Pelos peridicos de Malla, que InancJo at 15 dn enr-
rente, reeebrao-.e noticia, de Calent al 1 de Janeiro,
e de Bou.baini al 17, aa q.iaea coiilem algn, pnrme-
uoree e.-bre ae trea imporlaniea arenes, que tiverio la-
gar un Piinjaub entre... S.kk. e aa tropee inglesas, nos
da. 18, 1\ e ii de drien.hr...
A. forcaa dos Sikki furto completamente derrotad.,
e,depoie de perda. i.morosa.,tornnrio a aira venar o Sa-
lle)-. O taime de 18 de deiembre leve lugar junio a
Modkee, a 20 inilhat do dietencia de Terotrpos.c, e oe
de l u 22 prrtu dealdeia de Phero.I.osker. mide ot
Sikka liuhlouin campo iutrincheirado o defendido por
60.000 horneo.. A perda doe Ingleiee foi mui grande;
mae o territorio S.kk .obro e niorgem requerda du Su-
llry ficou eggrrgado aot dominio, britaiinicna rm vir-
liide de mu.i |,roi'laiiinr. do governador geral. Celca-
le-ae, que eete territorio pude prodnsir un rendiiueiito
annuel de 76,000 libree alerlinaa. Disia-se, que o ter-


cito Ingles ae preparava para evanoar obre o interior do
r.im. de Labore. n C
Da Hcvolvcao di Mimbro.
ttUIIIO DE PERSAHBIICO.
Vlmoi o Diario do Governo de Liaboa al a data de
16 de marco prximo paatado ; mas cada adlaota lo
que pnbllAmo no nono numero de hontem
No mr amo Diario I de 14 ) ae 16 um desmentido
Rcoolufto deSelembro, da qual extrctanos a noticia
da partida do bario de BeodufTj para a aua novs mis-
sio de Madrid, relativamente ao dispendio e flm dola ;
nea ludo, excepto o (acto de haver partido oum vapor
de guerra portugus. ____
Publicacao a pedido.
Dis Pedro de Albuquerque Lins e Mello, que, como
o a facultativos no eume, a que precederlo na pessoa e
estallo mental de aeu irmlo Sebastiio Mauricio Vi/an-
do, ley, deel.raitem, queso por um outro rame pode-
ro formar eaacio juio do eatado mental de aeu irmio,
por iaso o supplicante requer a V. S., naje de ordenar,
que, m quinto easa diligencia ss nlo procede e se
niojulga definitivamente sobre a eapecidade do referi-
do aeu irmio,fique elle inhibido de celebrar quaetquer
contratos, ou ouiros aolos, que, para sua validada, de-
manden) perlaito uao do tenso commum. Pede ao lllro.
Sr.doutor juii deorpbios, asstm Ibe delire. E. II. M.
Pedro di albuquerque Limi t Millo.

. DESPACHO.
Deliro na forma requerida, mandaodo, ae lavre nes-
te sentido edital, que ser publicado nos jornaes, e
sffiado nos lugares maia publicoa. Recita, 'iidea-
brildel8*6. Carmiro da Cunka.
devedores de decima de predios urbanos, para execuli-
vamentese proceder a cobranca por isso previpe a
todas aquellas zsessoat.que eativerem devendo semelhan-
teimposigio, para se dirigirem dita mesa, a pagar
aeua dbitos, e outro tanto faterem ao agente da mesma
mesa, que pasaivamente procede i cobranca, a fim de
evitar aa crecidas despeas de cuataa dojuizo.
Recite, 20 de abril de 1816.
Joi Guedn Salgueiro.
- O brigue francs Nlii- Math Idt fecha a mala pa-
ra o Havre, "domingo ao meio dia infallivelmente.
COMPANHIA DE BEBIRIBE.
OsSrs. accionistas hijode realiaar urna prstelo
de 4 por cento, dentro do praio de 30 das, contados
desta data rn diante. Eeriptorio da companhia da
Bebiribe, 22 de abril de 1846.
O seeretirio,
Bento Joi Firnandu Barro.
= Permuta-se urna pequea casa de pedra e cal, e
o eaixio de outra maior junto a dita pequea que
se pode de ambas faier urna bstanle grande sita na
ra do Bom-Sucesso em Olinda com porlio ao la-
do e murado na frente com seu sitio bem plantado
de muitaa qualidades de (rucias por outro sitio que
leja noa lugares da Cepunga, Manguinbo, ate a Poote-
Ucba : ou vende-se, por prego raioavel: a tratar
no pateo do Carmo o.. 18, segundo endsr onde se
dir quem o vende.
Mara Joaquina parda, aeofferece para aer ams
decaa de pouca familia, ou de bomem solieiro ; quem
familia, e que entenda perfectamente de olaria para
leitor de orna perto desta prepa : quom se "har nestss
circumstancits, e dei fiador a aua conducta, dirija-se a
rus dos Quarteia, ao p da ra larga do Roiario, n. 18,
que acbai com quem tratar.
ASSENHORAS DO GRANDE TOM.' !
Na ra Nova, n. 21, primeiro andar, far-ae toda a
qualidade de veatidoa, chapeos, toucadns e todo qual-
<|uer enleite para as senhoras do hom goslo; prometie-
se toda a promptidio, aaseio e preco rasoavel: na mes-
ma casaacha-se um completo sortimento de figurioosdo
ultimo gmto ile Paria, dondn cbegrio lelo ultimo na-
a_ precisar, dirija-se ao primeiro boceo da Cmboa-do-| vio, ornados com ricos vestidos para bailes, cassmeo-
Carmo casa do preto Baptuta, que se dir oodo est tos, etc., etc.
Avisos martimos.
COMMERCIO.
Alfandega.
BEHniMBrro do du 2i................6:022583
DttoarrtgUo koj 25.
Polsca sardaffervu/eimercaduras.
BrigueMara'Filisidem.
BarcaMireutiaidem.
Consulado.
RgHDIMBNTO DO DU 24.
Geral............................ 2:436j404
Provincial.......................... 1:520*861
Diversas provincias ...'............... 187*403
4:144* 668
= Para Lisboa sai, impreterivelmente no dia 8 de
msio vindouro, o bergantiro portoguez rVum;>mjajf,
capitio Paulo Antonio da Rocha; recebe carga e passa-
geiros, para os quaea tem excelleotes commodos: os pre-
tendentes dirijio-se aos consignatarioa Oliveira Irmios
& Companhia na ra da Crus, n. 9 ou ao referido
capillo.
te. Para o Havre sahir, coro brevidade o brigue
francez Nlit Matkilde, capitio Guilbert : quem qui-
lercarregar, ou ir de passagem dirija-se aos consig-
natarios J. P. Adour & Companhia ra da Crui ,
n. 21.
=. Para o Rio-de-Janeiro segu, em poucoe diaa ,
o brigue Encantador, para onde pode r-ceber pasis-
geiros assim comoeseravoa e tem boos commodos:
os pretendeotes podern tratar com o capillo Jlo Fran-
cisco Feroandes ou com Amorim Irmios na ruada
Cadeia, n. 45.
= Para o Porto-Alegren Rio-Grande sahir. bre-
ve o brigue Ocano ; o qual pode reeeber alguma
carga para qualquer dos portos e tem superiores
commodos pura paisageiro* e escravos : quem no mes
mo quizer csrregar. pode entender-so com o capillo
Antonio Garca de Miranda ou Com Amorim Irmioa,
ra da Cadeia n. 45.
= Tendo-ae de despachar para o Havre o brigue
francei IVlii-JUatkilde: aa pessoas, que tiverem contaa
com o mesmo, devem apresents-las boje, al ai 4horas
da tarde, e do contrario nlo aerio pagas.
LISBOA.
ESTADO DO MERCADO DESDB 7 ATE' 13 DE MARCO.
Algodio. Precos nomlnaes, sem vendaa para reei-
porlar.
Assucar EffecturSo-se algumas vendas para con-
sumo.
Borrscbs. Da fina nlo ba ; a ordinaria nlo be pro-
curada.
Cacao. O mercado acha-se desprovldo.
Cal. Houverao vendas para embarque, e para a
trra, estando os possoldores mais Armes nos precos.
Cera. Tem diminuid} o deposito, pretendeodo us
possuidores os precos quotsdos
Gomma copal. Sem vendas.
Ipeeacuanha. Pouco procurada.
Mai fim. Hnuveilo vendas para embarque.
Uleo de copablba. Precos nomlnaes. Nio be pro-
curado.
Ouruc. Nio tem bavldo compradores ao preco
quotado pela boa qualidade.
Salaa-parrflhe. Team afrontado mais as compras.
Ursella. Nio ha vendas.
Fundos pblicos. Forio multo diminutas as Iran-
acedes em fundos pblicos durante a semana.
AccOes de companblas. O mercado, a respeito de
acedes de algumas companblas, esleve bastante anima-
do durante a semana, faiendo-se bastantes tmnsaccoes.
Papel-moeds e tituloa. Pouco procurados.
( Do D. do Governo.)
mmmiwmmmmm~***~mas*i<^***~mgmm'amm
.11 o\ i lucillo do Porto.
Natos lakidoi no dia 24.
Falmouth ; barca inglesa Chana, capitio Jobn Cood,
caiga a meama, quetrouie.
Liverpool ; brigue ingle Htbi, capitio John Tamer,
carga a mrsma, que trouxe.
Falmouth ; barca ingle/a Herippina, capilo William
Raggus, carga a meama, que trouxe.
Cork ; brigue ingle; Induitry. capitio William Alli-
son, carga a mesms, que trouxe.
% visos diversos.
Edilal.
Miguil Archanjo Moniiiro de Ad'adt, officialda im-
perial ordem da Roa, cavallriro da de Chrinto i
inspector da alfundega di I'ernambuco por S. M. /.,
o Sr. D. Pedio II., que l)eoi guaidi, tic.
Faz saber, que, no dis 2 do crrante, se liio de ar-
rematar ao meio dia, na porta da allandega, em basta
publica, seis duiits de mantas e tres de chales de seda,
ao talor da 950.000 rs., impugnadas pelo guarda
Manuel da Fonseca de Araujo Luna, no despacho por
Itctura de Didier Colombier & C., n. 3962: sendo
dita arrematadlo subjeits ao pagamento dos direitos.
Allandega, 24 de abril de 1846.
Aligue! Aichanjo Monteiro di Andradl.
JDeclaracoes.
=0 arsenal de guerra precisa comprar dei toneladas
de carilo da pedra, urna arroba de rame grosso dela-
to, meta diu.it. uilu de ferro pora amarrar, e qusro
donas de limes de diflereotes qualidades e pollegadas;
Sem tses objeclos tiver para vendar, mande ao mes-
mo arsenal suas amostras e propostas, em carta fecha-
da, at o dia 27 do correte mes.
Directora do arsenal de guerra, 23 de abril de 1841).
0 escriplurario,
Franciico Serfico de Assii Cartalko.
O eserivao e administrador interino da mesa re
reodas internas provincises desta cidade, tendo de re-
maller para o juizo di feitos da fszenda, impreterivel-
nierile alio dis 30 do coirente mez, ama relelo de
LOTERA DES. PEDRO MARTYR DE OL1NDA.
As rodas desta lotera correm infallivelmente boje,
i 9 horas do dia, no lugar j annunciado.
Rogase ao Sr. chele de polica, haja de publi-
car, pelo prelo, a chapa do partido praeiro para a elei-
cio dos dous senadores por esta provincia a fim de se
desvanecer crenca quesevai estabeleoendo de que
o mesmo partido tem eioluido della so seu mais an-
iigo e genuino correligionario, o Sr. Antonio joaquim
da Mello. O amigo di um doi intirmadoi.
O CLAMOR PUBLICO.
O n. 87 acbar-se-ba a venda, ss 2 horas da tarde, na
praca da Independencia, livraria na. 6 e 8.
Perdeo-se, no dia 9 do correte, urna corrente de
ouro com o peso de treie e meias oitavss, desde o lar-
goda Penha at a ra do Jardim; a pessoa. que a a-
ebou ou que em seu poder a tenba, se Ibe di 10* rs.
de gratificado, para oque se pode dirigir a ra Di-
reila, n. 100. Ubrica de chapeos e deposito da nova
labrica de papelio.
O NAZARENO N. 15.
Reimprmio-se este numero por se ter consumido s
primeira edicio, e sermos instado psra dar urna se-
gunda. Acha-se-ba a venda impreterivelmente hoje ao
meio dia na prnca da Independencia, loja de livros os.
6 e 8, e na ra estrella do Roiario, casa da F.
Pouco ba dos numeras 16 e 17, tendo-se tirado
urna odii-io dobrad'i: nos niesmos lugares cima.
O RAMALHETE DAS DAMAS,
peridico musical e recreativo, |>i. licatlo
no Rio de Janeiro de i5 em i5 dias as-
signn-se por auno a i'2son iris pagos
aiiiantndos, e acha-se'aberta aassignatura
do i." de Janeiro de iS!\6 em diante :
quem Ihe convrer assignar dirija-se lo-
ja da esquina do arco de Santo Antonio,
que voita para a cadd, aonde tambem se
vendem nmeros avulsos.
Adverte-se ao sineiro do Corpo
Santo, que declare o nome do guardd
comniandante da segunda barca de vigia,
que assignou a parte de apprehencao
transcripta no Diario Novo n. 83, par
o publico nao se persuadir ser elle um dos
indigitados no roubo da alfandega.
Precisa-se alagar dous pretos, que sejio robus
tos ; oas Cinco Ponas, n. 33.
Precisa-sede orna mulber que seja de idade
para o lervigo interior de orna casa de pequea familia;
na ra da Cadeia-Velba n. 16 primeiro andar.
O abaiio assignado segunda ves laz publico, que
a alieoacio mental de seu irmio, Sebastiio Mauricio
Wanderley, he completa e de muilos sanos; assim
romo, que elle a ninguem deve : e que. por o. torio e
qualquer debito que appareca agora com data re-
muta ou prxima he lal-o : oeste mesmo caso es-
lartfi todos e quaeiquer contratos, doac,oes, carias de li-
berdade, &e. queem juio ou lia dalle se apre-
se ntajm E psra que slgoem se nio chame a ignorancia,
o abaiio assignado (as o presente anouncio que espe-
ra, em juizo seja recebido como um protesto solemne
em lempo. l'tdto di Jlbuqut'Qui Lini e Millo.
Na lraessa do Veras na Boa-Vista sobrado n.
15, precisa-se de um feitor para um sitio perto desta
pras.
a dita parda.
O Sr. autor da eryptographia revelada, queren-
do dar-se ao trabslho de Iraduiir um soneto que mui-
to bem pode mandar inserir nesle Diario quena di-
figif-e a iua da Cruz oja de livros, n 56.
- Oflerece-se urna mulber portugueza de meia
idade bem comportada para ama de urna casa dn
boa familia ou mesmo de bomem solteiro ; a qu
cose engomma, ensabna roupa fina, trata bem de me-
ninos e fa/ outro qualquer aervico, menos cozinhar:
quem de seu presumo se quner ulilissr, dirija-se a ra
das Larangeiras refinacSo de assucar.
= JosSaponti mudou a sua residencia, da ra do
Trapiche para a ra da Crus, n. 18 segundo andar.
Aluita-ae o se.undo andar do sobrado n. 46, da
ra das Trincheiras: a tratar no primeiro andar do
mesmo sobrado.
ffereoe-se um caixeiro portugus para venda ,
do que tem bastante pratica : na ra do Caldeireiro ,
venda n. 60.
Knsma-se ingles em Oliuda ra de S. Ben-
to, n. 3.
Antonio Bapticta Ribeiro de Faria Jnior decla-
ra aos devedores de Francisco Duprat, que paisnu a
procuradlo bastante, quetinhaem aeu poder, ao Snr.
Jos Marianno de Albuquerque com quem se enten-
ders.
Assim como tai bem participa aos seus devedores,
que lenhio a bordado de ir pagar o que devem na
loju que fui delle ao Sr Josi Moreira Lopes.
Pelo juizo da segunda vara do civel, anda em praca
para serarrematado de venda,lindas as 3 praess, o enge-
nbo Penedo de-Baiio,comca pertenec avallado em c20:000' rs. penborado a
Antonio Caodido de Miranda sua mulber e outros,
sendo a ultima prava em que deve ser arrematado, no
da 2 do prximo mei de maio logo depois da audien-
cia o nio bsvHndo lanfador (era adjudicado ao eie-
quenlo com o a batimento da lei, sendo o escrivo Sou-
ta : o escriplo est em mi do porteiro.
Jos Soares de Axevedo, lente de lingoa franceza
no lyceo lem aberto em sua casa ra do Rangel,
n. 59, segundo andar um curso do pbilosophia e ou-
tro de lingoa franceza. Ai pessoas que deiejarem se-
guir urna ou outra destaa disciplinas, podem dirigir-se
t indicada residencia de msnliia at as 10 horas e
de tarde a qualquer hora.
Alu^io-se, por preco commodo.os srmaiensdas
casas n. 16 da rus do Vigario, n. 5 da do Encanta-
mento: a tratar no segundo andar da casa n. 53, da ra
da Cadeia do Recife.
= Joaquim Mara Reiro de Andrade vaia Hor-
legal,
OlTerece-se, para 'ra desta praca,
um rapaz brasileiro, bruen, casado com
pouca familia, para ensinar primeiras let-
tras, grammatica e francez, por ter j
oceupado este mesmo lugar, o qual ensi-
lla os seus alumnos com o melbor zelo
possivel : a pessoa, que quizer ulilisar-se
ilo seu pre.slimo dirija-se ra Nova,
segundo andar, n 39, a tratar com o mes-
mo, e dar conbecimenlo da sua conducta,
e mesmo do Iralamento dos seus alumnos.
Anna Felicia Monteira fas scienlo ao publico,
que ninguem contrate cousa alxuma sobre os bens de
seu casal com leu marido Antonio Manuel do Naa-
. menlo, visto eilar a annunciante provando sua pro-
iligalidadn; e protesta oppor-se a qualquer (ralo, ou
debito pelo mesmo felo. dotla dala em diante ; pois se
chao fado do que na verdades deve al esta data :
e para que ninguem se chame a ignorancia fai o pre-
sente en nuncio.
= F. Orv, subdito francez roga as pessoas, que
teem tido contaa rom elle que li- joo do mandar suas
contss at o da 25 do corrente na loja de S. E. Le-
cont no Aterro-da-Boa-Vista ; visto que o annun-
ciante retira-se desta provincia.
=Um bomem portugus, e meia idade, se oflerece
para feitor de obras, ou de algum eatabelecimenlo, leja
de que natureza fr, por 150 rs. e de comer : quem
precisar, annuocie pata sor procurado.
=Ensrnio-se meninas com toda perfeicio, a saber :
primeiraa Mtrai. grammatica porlugueie, arilhmetica.
doutrina cbriitia, coser, marcar, elaierlavarinto, poi
preco muilo rommodo; assim como tambem ensinio-se
meninos, tanto em particular, como em sua casa: quem
de seu piellimo se quiler ulilisar, dirija-se a ra do
Palacete, n. 7 que achara com quem tratar.
Oflerece-se um bomem de idaUe.bom leitor de li-
tio e muilo entendido, por scrius prefini: quem pre
tender, procure na rea do Coloiello, ou nacocbeir de
Joi Mara, na ra das Flores.
=Jos Burle & Companhia leem aberto, na roa No-
va,casa n. 31, urna padana, aonde continan a vender o
melbor pi e bolacha das melhoresfarinbas,que veem i
esta priQe, porcujo motivo, roga a lodaa as pessoas, que
se quiserem utiliiar de boin pi e bolacha, de se diri-
girem i mencionada padaria, poia esli cerlos osan-
nuncianles.que, aunn que o provarem.o hio de prefe-
rir a ouiro qualquer pi de outras padarias.
Quem precisar de urna ama com muilo hom lei
te, panda de pouco lempo : dirija-se a travesa da Vi-
ra(io, n. 7.
Fazem-se colchc-es elsticos com toda a perfei-
cio, e conci-nio-se os velhos; fat-se e concerta-se qual-
quer guarnico de sege, cortinado de qualquer fetio.
Precisa-se de um eaiieiro que teoha 12 a 14
annos, que sejs dos ebegados prximamente do Porto,
para urna senda ; na traveisa da ra das Cruzes n. 4.
Eminao-se meninas com tods s perfeicio. que be
possivel a ler, escrever, contar, doutrina chrislla, bor-
dar de ouro e prata e de susto, fazer lavarinto e lo-
daa aa mais qualidades de bordados e costuras ; tam-
bem so ensinao meninos a ler, escrever, e contar; e ac-
ceitlo-se pensioniltai e meio- pensionistas : ludo por
preco commodo: no becco do Veras oa Boa Vista ,
n. 20.
= Na praca da Boa-Vista, n. 13, precisa-se de urna
prelado idade t 11 annus (orra ou escrava para
andar com urna crianca.
Precisa-se de um administrador, que tenba, pelo
menos, 4 escravos, para toman coota de uro engenh j ,
que se eit levantando na Ribeira-de-Una,eoflerecem-
se vantageni: annuncie, ou dirija-sea cassn. (9, aop
do Porto -das-Canoas da rus do Sol.
= Tomo-se crias lorrai ou escravas psra "enti-
nar a coser, fazer lavarinto e renda ; na boa-Vista, ra
da Gloria n. 25.
A peiioa, que annunciou querer comprar urna
venda, sendo queira urna na ra da S. -Crut n 5,
bem afregueada e com poucos fundos dirija-se a
ra de S. Goncalo, n. 21. que, dando desubriga a pra-
, todo o negocio se fsr.
= Alugao-se o primeiro andar o armsiem da casa
da ra daCrui, no Becife n. 18, por pncocommodo: a
aliar com J. Ssporiti, no 2.' andar do mesmo sobrado.
^Precisa-se de um bom encaderna-
dor, a quem se dar trabalho efectiva-
mente : tiesta typograpbia.
A pesoa, a quem ronvier arrendar ou comprar o
ngenbo Conceicio un Bebiribe, ontenda se com M a
noel Elias de Moura na ra de S. Goncalo, n. 20, que,
a vista da pessoa, (ara todo negocio, e at oflerece cer-
tas vanlagens.
asa Perderlo -se duasapolices do thesouro de ns.
20 e 21 dequantia de IOOj rs. cada urna recebidas
na Ihesourana drsta provincia e unidas aa mesmas
dousconhecrmenlos, sendo um da quantia de tOs' rs.
e ouiro de 40jf rs. dadas em pagamento ditai apoli-
;es a Jos Antonio de Oliveira a quem perleocem.
Fabrica de chapeos de sol ,
ra do l'asseio-l'ublico, 11, 5.
Jlo Loobet lem a honra de participar ao respeita-
vel publico, que acaba de rereber de Fringa, pelos lti-
mos navios franceses um bello sortimento do ultimo
sndo :, ImiiiT s de soi para bomem e senbora ,
de seda lisa lavrada e furia-corea com cabos e cas-
tOes muilo ricos ; sedas de todas as cores e qua'ida-
dea panoinbos entrenzados lisos ; tudo para cobrir
chapeos de sol ; cbapeosdesol.de panninho de todas
*s cores, para bomem com caboa e eaaldes ricos :
tambem coocerta os meamos tanto de homem como
de senbora ; puii lem ludo qusnlo he necesiario para
os dilu e promelte murta brevidade para fazer qual-
quer conce'lo: ludo por preco commodo.
Preciia-se de um forneiro que entenda bem de
sua obriga(io ; na ruada S.Cruz, padaria de umas
porta.
= Quem acbar urna caixa de tartaruga j bastan-
te usada com urna cbapinba de ouro no lampo a
qual se perdeo no Forle-do-Wallo, pnde-a entregar na
ra estrella do'lloiario loja de relojoeiro que rec-
bela o adiado.
-= Aluga-ie o sobrado junto a padaria de urna so
porta na praca da S. Cruz : a tratar na ni es m a pa-
daria.
= Klias Itaplista da Silva seguio hontem para a Euro-
pa e nio Ibe pernullindo a rapidez de la viagem des-
periir-ie de lodos 01 leus amigos, o fax por meio doile,
oilereceodo-lbesseu prestimo
Da-se dinbeiro a juros com penborns de ouro e
pista e rehatem-so suidos e ordenados; na ra do
Rangel, n. 37.
asa IJ111 bomem casado sem familia, que esteja as
circunstancias de ensinar primeiras lettrss em um en-
genho distante desla cidade 12 legoas dirija-se a ra
larga do Rosario, n. 46, que achara com quem tratar;
assim como, se sua mulber quier e aouber ensinar
duas meninas a coser e bordar tambem se preciis.
Tendo deispparecido.em oulubro de 1815, apre-
t Escolstica, cnoula, que representa ler 24 annos de
idade, altura regular, cbea do corpo, quando falla
parece ler a bocea ebeia cosluma andar com o cabel-
lo ponteado, sacudindo-se levou sais de lila e panno
preto e mais alguna vestidos de chits ; e basando
noticia, que eald em um sitio para a Ponte-do-Ucbs,
lerviodo a um Ingle como lorra, pede-tea ests pesaos,
ou a outra qualquer, que della (eolia noticia, de diri-
gir-se ao largo do Collegio o. 6.
=Aluga-ae urna casa terrea com eieelleoles commo-
dos para familia na Soledade, n. 17, ao p do Sr.
Vieira Cambista : a tratar com Gabriel Antonio no
paleo do Carmo n. 17.
Atcrro-da-Iloa-Vista, n. 5.
Pommateau cutileiro e amolador de todos os fer-
ros que perleneem a cutilaria. previne sos seus fre-
gueses, que, alm dos ferros de sus srte tambem fa-
brica-ae na sua ofDcina qualquer obia de ac com to-
da s pereicio, eo leilios lodos os instrumentos de cirurgia e de dentis-
ta concert! de espingardas laiendo pec;as novss ,
sendo precisas. Quarta-feira e sabbsdo de esda sema-
sio os dias destinados para amolar toda a qualida-


lano de ssla, como de camarim, e em fim ludo quinto I
de de ferros cortantes.
No meimo estabelecimeoto tambem aealugio espin-
ar concernenle a tapecaris; tudo por preco cummodo : I gardas de caca pagando o aluguel de eada da.
oa travessa da Concordia, n. 13. Tambem ba para vender uns pucaros de urna massa
Pimm-m de um bornea desimpedido de praca e t compost de lug tedien les iniallueii contri a le r ugem.
a&




O bailo assignsdo pede a quetti qur que achou
lua cedolat, urna de 504 ra. e outra de lOf r. que
iorio perdidas do dia quint-feira 23 do corronte ,
desde a ra do Collegio, pela ra do Kangel.ati ai Co
eo-Pontai, que esli dentro de urna cario alierta da
pessoa que as mimdou para remir un penhore cuja
caria, com ditas cedulaa cabio aem o annunciante scn-
tir, o qual recompensar a quem Ibes a entregar.
Antonio Pinto d /zeotdo.
O cirurgiio Jos Antonio Marque* mudou iua
reiideoria, da casa n. 46, da ra da Cadeia do Becife,
para a de n. 39 da mesma ra segundo andar.
= Aluga-ae a casa terrea n. 23. da ra de S. Pedro
Mariyr, em Oliuda : a tratar na ra do Encantamen-
to, o.8 A.
= Furia rio. do dia 22 do correte no lugar da
estrada Nota 4 csvallos pertencenles a Joio Ean
Se lista de. Rarroa r hija aa aahavSc *? ranchados DO lugar
da mesma estrada e, querenJo retirar-se, nlo acbou
in-1, os ditos estallos : roga-se as autoridades policiaet
bajo de por toda a preesugio nesle oegocio ; poii que
ano moradores em f-iazarelb-da-Matta.
godio grosao para saceos; tudo por prego commodo :
em cata de Matbeua Austios & Compaobia na ra da
Alaodega-Velba n. 36.
Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve^
Iha: na fabrica da ra Imperial,
n. 7; ra Direita, n. 53, venda
de M. Miranda; no Aterro-da-
lioa-Vista, fabrica de licores de
Trederico Chaves; e na ra do
Trapiche, armazem de molhados
do Nicolle.
h
Compras.
= Compra-se na loja de latoeiro n. 28 oa ra
do Livramento lateo velbo e cobre, em pequeual e
grandes porgues, paga se bem.
an Compra se urna esersva com bom leite e que
tenba cria ; na ra larga do Horario loja de miude-
zas, n 35.
Vendas.
= A endo-se, a mil rs. cada exemplar o Elogio dos
Sis. res de Portugal escripto por Ir. Oeroardo de
linio um dos classicos da liogoa poituguea : oa
pracada Independencia livraria, os. 6 e 8.
Tresse lando de retirar-so para Franca rende
o seu aitio em S. Amaro, com duas casas de pedra e
cal, uuia grande, com solio, com commodos para gran-
de lamilla urna estribara casa para gado Turno,
boa ii g oh de belier, 5 vine iros de poiie muitoa pe de
arvoieilot de ructo paito para ter annualineVte 6 a 8
voceas de leite, baila para capim ; o urna casa ter-
rea, aita na ra largado Hozarlo, n 11, antigamen-
te ra dosQuarleis: estes prodioisiode terrenos pro-
prios: quem o* pretender, dirija-se a fallar com o
niesmo pioprietario do mesmo sitio em S. Amaro ,
logo no principio da estrada, quo vai para llolm, onde
trio urna taliuleta.
as Vende-se urna escrava ladina de bouita figura,
lava, coznhii o diario de urna casa, e be boa qoilandei-
iii : no Kecile, loja de Joio da Cunba .Magalhies.
Vende-so arroz de casca, e tapioca, por prego
conimodo; na ra da Senzalla armazem n. 144.
\endem-se i2 caaaes de pomhos, por pregojeom-
inoiio ; oa ra das Lareogeias, leoda de marceneiro. ,
D.4.
Ra. 500.
Vendem-se cartas Irancozas, entre-linas; papel al-
maco bianco o azul, aparado, a 2880, 3000 e 3200
rs. a resma : Da ra Nova loja de lenagens unto
ao S. Roberto n. 15.
\ ende se vinho de Bordeaux Champagne da
muito coobecida morca =^Cometa = vinbo de Hheno,
M.l >ga r Madeira ludo de superior qualidade ; em
casa de Kalkmaon & Bosemund na ra da Cruz ,
n. 10.
= Vende-se urna casa de barro com um terreno com
difientea artoredos no lugar de Bebiriue estrada
denominadaLava-Tripas; na ra da Senialla-Nuva ,
o. i ti.
= \ enden-se dous bonitos escravos de elegantes
figuras de lodo o sen ico, de 20 a 22 annos ; urna
preta, de 20 annos, pereila coiinheira e engoinmadei-
ra que sedara a contento ; um bonito moleque de
16 annos, per frito pegem ; uina inulatinba e urna ne-
gnnba de 12 annos saliendo ja coser mu bem :
na ra laiga do Bosario, o. 24, primeirq andar.
= Vende-se um moiobo gmodo de moer cal um
torrador urna balanga grande com 6 airobaa de pesos;
dous lachos de arroba cada um tudo com pouco uio ,
por precocommodo ; no Atierro da -Boa-Vista, n. 21.
aia Vende se um guarda lonca, um guarda roupa de
amaiello ludo novo e de bom goslo ; urna corrente
de ouro para relogio ; um bote americano, com 4 re-
ios e velas: na ra da Matriz da Boa-Vista n. 33,
segundo andar
= Vende-se um piano em meio uso ; um dicciona-
rio porluxuez eallemio de YVagneD : na ra de Apol-
lo, n. 2, primeiro andar ou Da ra do Cabug ,
loja da miudezas n. 1 C
Vendem-se 4 moradas de casas terreas de'urna
sagoa novas na ra do Jardim, ns. 3. 5, 7 e 9. ,
em chios propnos, livres e desembarazados que se
vendem por preco de reoder um por ceoto ao mez : na
ra da Concordia o. 5, ou oa ra das Cruzes, n. 40.
Vende se'chocoUte de Lisboa em Utas de 8 li
brai, de superior qualidade ; oa ra da Cadeia do Re-
cita venda o. 1.
= Vende-se, ou aluga-se um sitio no Csisng, do
lado do no, com casa de vivenda muito com moda
estribara para douscavallos sen/alia coznha fra
baixa para capirn : na ra da Cruz no Recife o. 26,
e no Casanga em casa de Padio Muller
Vendem-se poslilas para o segundo anno, e a obra
de Bergier; em (Jimia, na boliea do Gooiaga.
Livjrinhos (las Santas Misscs.
Vende-se, por quitro vnicos, o livri-
nho das Santas Missdes, com o regula-
mento para ser sanio feito pelo reve-
rendo padre prefeito da Penha : na praca
da independencia Iivraria ns. u e c.
Contina a estar venda o sitio
dos Afoladas, que fo do finado Joaquim
Ignacio Correia de Bnto : queu o pre-
tender dirija-se ra Direita, casa de
um andar, n 5G.
-= \ende-se potana ameri.ana, ultimarnenle che-
gada em barra grandes e pequeos; lencos prelos,
Vende-se, na rita da Cruz, n.
6o, armazem de Fernando Jos
Braguez, ra da Cadeia do Ke-
cile, cera em velas, recebida
ltimamente de urna das melho-
res fabricas do Uio de Janeiro,
e he de ptimo sortimento, por
ser de tres at 16 m libra e por
preco iniiis barato, do que em ou-
tra qualquer parte.
V.U'
:->.i' i-y.
J>o escriptoriode Lenoir Pu-
gel & C.\ na ra da Cruz, ven-
de-se familia SSSF de marca
verdadeira, chamada llamo,
em pequeas e grandes por-
coes, a vontade dos comprado
res.
Vendem-se fbulas do Esopo, trsduzidas ero por-
tugus e seguidas da moralidades, para uso das es-
colas de primeiras lettras ; na praca da Independencia,
Iivraria. ns. 6 e 8.
- Vende-se urna bonita escrava, de 18 annos, sa-
dia coso chao, engoouna liso e cozinba o diario de
urna casa; urna negrinha de 11 annus com princi-
pios da costura ; urna preta de meia idade, propria pa-
ra lodo o aervico ; um prelo.de 2,'i aonos, de bonita
figura, proprio par todo o servico : na venda da es-
quina da ra larga do Hozario, n. 59.
Vendem-se 10 escravos de 10 a 20 annos, de
bonitas figuras, ecom habilidades; atrs da raat'isde S.
Aotonio, n. 16, pruneiro andar.
asa Vende-se urna venda na ra da Guia o. 66,
coro poucos lundos ; na ra de Apollo o. 8.
- Vendem-se us muito superiores vinhos do Por-
to, Madoira, Sherry, Figueira, Lisboa, e mui parlicu-
larineole o afamado Claret, e ago'aideotode Franca;
na ra da Cadeia do Recife n. 46.
- Vende-se um mulatinbo de 12a 14 aonos; na
ra do Collegio, n. 16.
Venue-se urna moroda de casa de um andar e so-
lio na ra dos (uarteii n. 13 pelo barato preco
de I: id(j rs. ; urna pela de meia idade prupria pa-
ra o servico de campo o sabe lavar de sabio e varrello:
na ra do Crespo n. 15, pruneiro andar.
= Vendem-se duas lindas escravas, urna do 15 an-
nos recolbida bem principiada na costurs e no en-
gummado piopiia para mucama ; urna preta de 23
annos do nacAo Angula boa quitandeira e de boa
conducta e tambeni se troca pur um esclavo, que nao
esceda de 30 annos de idade : na ra estrella do lioza-
rio, n. 31, primeiro andar.
Vende-se, ou aluga se urna canoa de cinco caixas,
de um s pao ; e vende-se lannha de mandioca; no
arco ue S. Aniooio, loja n. 2.
I*rcparos para bordar.
Veniem-se sedas frouxos Irancetas, de todas as cu-
res em meladas (botas e do lios desembarazados ; lia
branca e de cios tambeui em meladas; agulbas de
bordar lalagarca, de varias grossuras ; estampas de va-
nos deienhos para modelo para quem se quuer ap-
plicar ; suspensorios e chinelas de lalagarca; balaius
com principios de bordodos o varios oulras pegas ji bor-
dadas proprios para quadros ou coberlaa de tambo-
retes ; um soitimento de luvas. meias, calcado de (odas
as qualidades para bomem, senbora e dioneas, cordas de
tripa borddes papel paulado para msica flautas ,
viules, robecos cirmelas oiethodos para os ditos
instrumentos; eoulras mais fornidas que coslumiu
ter as I ojos I ronce/os: na ra Nova, loja n. 0, de
Domont.
Vendem-se 25 sccoes da coropanhia de Bebiribe ,
para supprir urna preciiio; na ra do Crespo, o. 17, se
dir quem vende.
Vende-se um batelao bem construido, e en-
eavernado de sicupira por preco commodo; na ra
larga do Rosario padaria, o '18.
= Vende-se urna cometa de 3 pislSes ero muito
bom estsdo com seu competente melbodo; um al-
roofaiit de ferio com seu pilio ou gral, de mito, as-
serrado das duas baodas pora pilar qualquer cousa ;
urna espiogarda de dous tiros, muito boa; Iujo por
prego commodo : na Iravessa da Concordia, o. 13.
Vendem-se as rueiiiorias*liislorices do Hio-de-Ja-
i.eiro por Jos de uuta Azevedo Pizardo Araujo 9
v. em oitdvo ni eia eucadernagao 10,000 rs.: quero
pretender, annuocie.
aVende-se vinagre tinto a 45,000 rs.a pipa ; di-
to brsr.cs a 35,000 rs. diia ; na ra linper o. 7
= Vende-se um ptimo carriobo de duas rodas por
prego commodo ; na rus do Aiagio, cocbeiis, n. 17.
Vende-se um preto crioulo de 23 annos, da
bonits figura muito bom carrrn eanoeirc ; no
Aterro-da Boa-Vista loja de bahus n 55.
= Vendem-se moendas de Trro para engenhos de
assucar, para vapor ogoa e beslas de diversos la na-
nbos por prego commodo ; e igualmente taivas de
fero coado e batido de lodos os tamaohos : na pra-
de seda da India ; seiim preto de Maceo; velas'de es- La do Corpo bnU>, n. 11, em cata de He. Calmool &
permacete de 4, 5 o 6 em libra ; cera am,relia; al- ICompiohia ou na ra de Afollo armazem, n. 6.
Casa da F,
Na ra estreita do Rozarlo, n. 43.
Ns casa cima continuao-se a vender as cautelas da
lotera de S. Pedro Mariyr de OlinJa cujss rodas an-
darse") no dia 25 do crrenle.fique o numero, que fiear,
de bilheles por se vender. Na mesma casa vendem-se
bilbetes e meios ditos da mosma lotera.
Leite puro, a 6o rs. a medida, na
ra do Collegio, n. i5,
Pur milk sold irom six to nine
every morning, College-Street n i5, at
sixty ris tbe measure.
= Vendem-se semeotes de bortslica de todas as
qualidades, chegados ltimamente de Lisbo., ; na ra
daCft, iiecia opca u. w.
Potes para a pobreza
pelo barato pre?o de meia pataca, e dous
tustoes cada um: vende-se no caes da
Alfandeg, junto a escadinha.
Vende-se um esersvo da Costa de muito bonita
figura alio, boa grossura e desembarazado em ludo ,
ue se Ibe manda lazer ; o motivo de se vender este
escravo be ter de retirar-se a pesioa que o vende : na
ra da Cruz, no Recife, n. 60, ou oa ra da Cadeia ,
n. 40.
Vende-se a botica da rus da Cruz no Becile ,
n. 60, com frente para a sacrista do .Corpo Santo,
esnecessario be faser elogios a boa locslidade, e ero
asenmmodidadet, que vm si tem : a armario nao po-
de ser de melhor goslo ealrhdisso, he toda eovi-
dracada ; a guornigao dos vasos oio pode ser mais ele-
gante ; o lugar be muito fresco e em summa tero lu-
do o mais moderno : a tratar na rus da Cadeia do Re-
cife n. 40.
=Vende-se tinta de escrever, a 300 rs. a garrafa ;
phnsphorosda Ierra, a 10 rs o macinho, emeaisinbas,
a 20 rs em esnudode papeleo, a 40 rs. em penles,
a 40rs. ,e em canudo de po.a 40 rs.: na ra doCJuei-
maiio loja do baraleiro n. 24.
= Vende-se urna machioa de raspsr psra enge-
nho ; urna serrara ; urna machina de fazer lijlos;
um engenho para beslas ; ludo com seus perteoces ;
a visla dos compradores se far todo o negocio : do
Aterro da-Boa-Vista n. 5, primeiro sndsr.
\ endein-se 35 escravos de ambos os sesos, de ida
de de 10 a 24 annos chegados do Aracaly com di-
versas habilidades por prego commodo ; na ra da
Cruz, armazem n. 51, a tratar com Jos Francisco
da Silva,
= \rndem-se ou alugsS-se bichas de Hsmburgo,
das melbores e maiorrs que teem vindo a este merca-
do, e de Lisboa o cenlo a '2,000 e 14,000 rs. e
realho a 240 e 320 rs. ; sssimxomo rauilo boas na-
va I has ii'' bal lia de oro de Milao leitas pelo melhor
autor de Inglaterra ; minio boas lancetas das melbo-
res que teem apparecido : na rus da Cruz, no Re-
cite, n. 43.
Vende-se um porquinhodo malto, muito manso:
na rus de Hoitas, loja de taitaiugueiro.
= Vende-se um moleque proprio psra o mallo
por ter vindo ero pagomerag); na pracinlia do Livramen-
to loja n. 42.
CERA EM VELAS DO RIO-DE JANEIRO.
Vende-se sorlimento completo de velas, de libra
al 16 em libra em caixas arranjadas a vonlade do
comprador, e tambero as libras ; no armazem de Al-
ves Vianim na ra da Senialls-Vrlba, o. 110.
Dl'PO-110 DE COLLA DA BAHA.
Vende se este artigo, de muito melhor qualidade e
por piecu mais barato do que o que te fabrica em Per-
nambuco; na ra da Senzalla-Velba, n. 110.
Vende-se urna grande porgao de cascos vasioi,
loneis, tonelotes, meias pipss, pipss e barris arqueados
de ferro ; na ra da Senzalla-Velba deposito deazei-
le de csrrapato n 110.
tt^" Vende-se o crioulo Isidoro NO ESTADO
ACTUAL DE FUGA, EM QUE SE ACHA O BE-
I KHIO Kil.ll A VU ; he oflicial perito de allaiole e
boheiro pelo tei sido do Esm. Si. bario de llamaia-
ea, de quem lora escravo: Irala-se com o actual se-
ohor, Alves Vianna, oa ra da eozalla-Velha, n. 110,
= Vendem-se 8 escravos sendo : 2 prelos, de ida
de de 40 aofcos ; um moco, e robusto ; duas prelas,
urna dallas be boa cozinbeia ; duas pardas urna de
11 annos r outra de 22 cozinba eogomma e faz
renda ; um cabrinba, de 12 annos bem sadio e esper-
to .que sei ve psra pagem r no paleo da matriz de S.
Antonio sobrado o. 4.
Vende se um pelo, de 20 annos ; urna pela, de
16 annos sem vicios nem achaques, com principio de
engommar, lava de sabio e varrella e cozinba o diario
de urna casa : na ra do Queimado o. 19 segundo
andar, das 6 as 8 borss da maobaa, edeutna as 4 da
tarde.
= Vcndrm-so agulbas brancas, a 1000 rs. o ceoto ,
muito Irescaes; em Frs-de-Portas, o. 92.
= Vende-se uro pequeo sobrado oa ra de S. Bea-
to, em Ulmda : a tratar como capillo Manoel de Aze-
vedo morador ua mesma ra.
= Veode-se um vallo de boa figura, carregador,
por prego muito commodo ; no Aterro-da-Boa-Viita ,
o. 36. Na mesma casa precisa-se alugar um escravo ca-
pas para o servigo de casa.
=Vende-sji una morada de casa terrea em chios
proprios no Coelbo, rus dos Praseies com 21 pal-
mos de*ftente e 85 ditos de fundo, com 3 grandes quar-
tos 2 salas em qusdro cnziolia lora, quintal mu-
rado e cacimba feita a modeina e acabada, ba pouco;
oa Iravessa da Concordia n. 5.
= V endem-se ps de rosas amarellas ditos de es-
pirradeira branca ; c Suicode, ioiiu pela Trompe ,
lado direito quasi ao p da igreja casa n. 7.
Loja doarateiro
Na ra do CJueimadu n. 24, vendem-se meias dese-
da pela e blanca para bouieui a 800 rs. o par ; lu-
vas de sods para senbora a 100, 200, 240, 320 e 500
rs. o par, ludo om bom estado ; luv.s de pellica para
borneen a 640 is. e pretal a 280 rs. o psr brin-
cos Iraooezes a 500. is o par ; carapugas, a 180 e
2000 rs. a dusis ; ramos de florea a 640 e 1500 rs. o
ramo; bolea de dursqun para jaqueta a 400 rs. a,
groia ; douradoa e grandes, a 4500 rs., e pequeos,
a 2800 r. a grosi ; suspensorios de seda a 900 rs. o
par; tamsneos a320e280is. o par ; roselss s 2j
rs. aduzia; calgedeifas a 80 rs. ; caixss de metal,'
2500 rs. a duzia ; carleiras para algibeira, a 720 e
400 rs ; tesouras ; eeoivetes; facas e garios; p,pe|
meia hollanda ; magos de misianga prela a 200 rs.
bengalas de gancho a 360 ra. ; carleiras de agulbas'
a 300 rs. ; macassa perola ; macos de cordOss pir
vestidos ; fitas de lia a 200 rs. a pega ; fitas Isvradn
em rettlbo a 120 o 160 ra. ; eootras muitas miude-
zas que se vendera por menos 10 por ceoto do quo
em outra qualquer parle. Os (regueros que se quizc-
rero aproveitar da ocessiio, dirij5o-ie a mesma
roa.
=Em casa de Fernando de Lucca na rus doTrapj.
che, o. 34, aoaba-se de receber o segointe : amaizas
cerrjss, paisas miudsdeCoriotho:eonseiss, comofroc-
tas, pecegos, rnorangos cerejas, ote, ; legumes em la-
ti c oulras, como papioos em vinagre, aiciionas as
libras superior cha byseon e gumpowdre, dito preto
(soueboo). vinho du seguintesquslidadas: Srierrys. \l.
lega, Msdeirs, do Porto, do Bbeno, Bordeaui, Haut-
Bersac, Cognac, licores de diversM qualidades, szei-
te doce superfino, cbsrutos regala o de Uanilha dos
melbores fabricantes e oulros objcctoi; lado por prego
acommodedo, em porgio e a retalbo.
Vende-se o muito novo e conhe-
cido vinho champagne, che gado ltima-
mente, pe lo brigue france* Heliopolis .
em casa % Avrial lrnvaos, ra da Cruz,
n. ao.
Escravos Fgidos.
- Fugio, de bordo do pslscbo Tm-dt-Marqo as
noute de 22 para 23 do correte um escravo msri- -.
nbeiro de nome Felizardo, de nagio Angola, repte-'/
senta 30 aonos alto, sem barba, rosto redondo, cheio
do corpo ; levou roups de mar : quem o pegar, leve s
bordo do dito-patacho, ou na. roa da Cadeia o. 45,
que receberi boa gratificacio. Tamben se recommen-
ds um batelio em que o dito escravo fugio, e quo be
pertencenleao navio; verlos de que se recompensar a
quero do mesmo der noticia.
Fugio, no dia 18 do crrante, do engenho Csrs-
ba o cabra Rajmundo com oa signaes segumles i
cor fula semblante carrancudo cabeca cbala om
tslbo no beigo interior do lado direilo e algumas ci-
catrizes pelas costas, pernos algum tanto arqueadas
para tris ; levou caigas e camisa brancas, aqueta aiul,
chapeo de palha ; consta, que pasiara pala estrada de
Po-do-Albo denominada Capoeirai onde
resistir e escapara a prisio dalla dirigio-se a do enge-
nho Velho o- deste lugar, ha proOabilidade que lo-
mera a direegio do Recife : roga-se a polica, e aos ca-
pilies decampo que se activem na captura desse es-
cravo e levem-o ao proprietario do dito engenho,
ou ns travessa das Cruzes,a Domingos G. Paramio, por
quem serio generosamente gratificados.
= Fugiro oa noute de 20 para 21 do crrante,
de boido do brigue Mentor, dous escravos marinheuos,
de nomes: Jos, de nagio Gabio, representa 30 ao-
nos estatura baila barbado ; Mannal da oacfio
Congo representa 20 annos, baixo sem barba ; le-
varlo a roupa do mar e mais a de oulros parceiros:
quem os pegar leve a bordo do dito brigue ou ns
rus da Cadeia, n. 45. que receberi boa grolificacio.
Roga-se as autoridades policiaes,
capites de campo, ou outra qual-
quer pessoa particular,queiro ap--
prehender um escravo de nome Jo-
s, de idade de 5o a 6o annos, bai-
xo, e grosso do corpo e pernos,
bastante potroso ; o qual consta es-
tar no lugar dos breos, por se
ter visto em casa da senbora B. ftl.
B. V., cuja .senbora eslava para ir
para a companbia de seu marido
o Sr. T. J. de M., no engenho ln-
hainan ; cujo escravo est fgido
desde 5 de evereiro do corrente
anno, como se tem feito publico
pelo presente Diario : quem p pe-
gar leve-o ao Aterro da-Boa Vis-
ta desta cidsde, casa n. 37, no ter-
ceiro andar, que ser pago do seu
trabalho ; e pelo presente se roga
s pessoas cima mencionadas-no
retenbao por mais tempo o dito
escravo em seu poder.
As oito horas da noite do dia ai
do corrente fugio do sitio do Dr. Ibipna
um seu escravo, pardo de nome Mauri-
cio, o qual lera de idade 8 annos, e he
muito conhecido nesta cidade por andar
constantemente no carro com o seohor;
fugio com C8lc,a e camisa : roga-se as au-
toridades policiaes e capites de campo,
haj3o decaplura-lo e entrega-lo a seu se
nhor no pateo do Llarmo, sobrado o- 9>
que grato ihe ser.
= Fugio, 00 dia 24 do correte um molequ,
de nome Manoel da costa de Mocambique ; le'""
caigas e camisa de algodao da trra ; de estatura "t
lar com algumaa mareas de bezigas pelo ros lo-
quero o pegar, leve em FAra-de-Porla* roa do r-
lar, n. 125, quesera geoerosameote recompon
PKRN. ; HA TIP- D M. Ft DE FAKIA
1H46


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