Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08251


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Full Text
Ann de 1846.
Quinta feira 16
O DIAII'Q aubllci-se todos os das que
nao forcmdeg.urd.i: o preco da assigna-
tura he d.- 4/000 rs. por qiiarlcl pagot adian-
(nrfos Os aimupios dos .asignantes san m-
eridnJ. a raxio de 20 reis por lpha. 40 rs.
em tynoa'rter,'at<\ cas repeticdes pela ine-
tadc Os <[ue nao forem assignantes pagno
80 rs. por linha, e 160 em lypo diferente.
PHASES DA LA NO MEZ DE ABRIL.
Crescente a 3 as 2 hor. a 51 mln. da tard.
t,ua chela a 11 i 3 hor. e 35 mln da tard.
Mingoante a 18 as 8 h. e 4 mln. da tard.
La nova a 25 a 2 hor. e 28 mln. da tard.
^aV ? _________________________
PARTIDAS DOS COR REOS.
Goianna, e Pa'rahyba, Segd." e Sextas feiras.
Rio Orando do vorte, cjiega as quartas
feiras ao meio da, eparte as mes mas ho-
ras as quintas feiras.
Cabo, Scriiili.T'iii. Rio Pormoso, Porto Cai-
ro, e Macry'i, no 1., U e 21 de cada mcz.
Garanlnins r Honlto a 10 24. g
Boa-Vista e Flores a 13 -8,
Victoria as quintas feiras.
Olinda todos os das.
PREAMAR DE HOJE.
Primelra as 9 h. e 18 minutos da inanhaa.
Segunda as 9 h. e 42 minutos da Urde.
fie Abril.
Anno XXTT V. ft*f!
DAS DA SEMANA.
13 Segunda t l.'Oitnva. Ss. Ilermene-
fildo, Agalhonioa eQuinliliann, niin.
crea 2.' Oilava. Ss. TIburclo e Va-
leriano, niin.
15 Qnarla S. Unzllea, .un. do I do eiv da
2.' v.. e do J. de paz do 2. dist. de t.
16 Quinta *, Durao, aud. do J.dos orph.edo
J. M. da 1 v.
17 SextaS Elias, aud. do J. do eiv. da 1. v.,
e do J. de paz do 1. dist. de t.
18 Sabbado S. Galdino, aud. do J. do eiv.
da 1 v., e do J. de paz do 1. dist. de t.
19 Domingo da Paschoclla, S. Scrates
CAVIIIOSNODIA 15 DE AMUL.
Cainb. sobre I.ondre 2fi '/j d. p. 1/a 60 d.
Paris 3.VI res por fraileo.
Lisboa 105 p. C. pr. por iiu'z.
Desc. de let. de boas Arma* I '/, p. "/ ihcs.
OMro=On?as hespinliolas 3IIHK) a 31*500
Moedadeti#40 vel. Itiwo a l?<0>0
deOMtlOuov, lilil"! a l(i 5IH)
de 4/000 . s,-S',o a 9/tiOO
Prnlii .-Palaooes . If!i50 a i (n>70
Pesos Ooluimiares l'Cil a W (MI
Pitos Mexicanos . lWin a 1*1)4
Prala Miiula. . UliSO a 1/740
Acedes da (?.' do Heberibe de O/UOO ao par.
&
U1U J/JGi

PARTE OFICIAL
N. 1B.
Antonio Pinto CMckorrodaCama. presidenleda provin-
cia ile Pernambuco. Faco saber a todos os seus habi-
tantes, que a assembla legislativa provincial decrelou,
e eu sanecio nei a reolucdo seguinte:
Artigo I r Prela.
Art. i.' O municipio de Agoa-Pieta comprehenneri
toda a frrgueiia de mesmo mmese oais os engenhns Lo-
pes e Allinho, dest.' a Llmoeirdfdesle a Jos da-Costa,
desie, em linha recta, a Unio, e deste, na mesma linha,
a Pereirinha, em o rio Serinhiem ; os quaes lodos fleo
pertencendo fregoeila de Agoa-Preta.
Art. 3 O goveroo (.'a provincia flea autorlsado a
despender ule a quanla dvi 4:01)0/000 ts. com obra da
nova matriz, que se ella edificando na referida povoa-
tao, e bem asslm 1:000/000 rs com a construc;io da
respectiva casa da cmara.
Art. 4. Ficio revogida todus a* leis e disp sticOes
em contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades, a q uem o
coobecimento e execuco da referida resolueio pert encer,
queacumprio e faci cumprir lio inteira mente como
nella se conlm. O secretario desta provincia a fai ;a im-
primir, publicar e correr. Cidade do Reeife ae Pe. mam-
buco, os 31 demarco de 1816, vigsimo quinto da inde-
pendencia e do Imperio.
J L. S.) Antonio Pinto Chichorro da Ga.na.
Carta de lei, pela q-jal V. Esc. mana ejecutar a re-
soluco da assembla legislativa provincial, que houve
por bem sanecionar, elevando categora de villa a po-
voacio de Agoa-Preta, na forma cima declarada.
Para V. Exc. ver.
Josi Ignacio Soares de Macedo t fes.
Sellada e publicada nesta secretaria da provincia de
Pernambuco, ana 6 de abril de 1846.
Vicente Thoxnaz Pires de Figueiredo Camargo.
Registrada a f. 180do IrVro I," de registro das loia, que
serve nesta secretaria da provincia de Pernambuco, aos
0 de abril de 1846. Francisco Xavier e Silva.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO D[A 6 DO COnriESTK.
Odie i oAo Em. presidente da provincia do Rio-
Grande-do- Norte, aecusaodo recep(So re alguns exem-
plires do relatorio, por S. Exc. apreaentado i respecti-
va assembla legislativa, em a sua esio ordinaria des-
te anno. No mesmo sentido se ofciou ao Exm. pre-
fjente da Babia.
Dito-Ao Exm. vice-presidente do Rio-Grnde-do-
Sul, aecusando recebiJo o (eu officio de 11 demarco
ultimo, pelo qusl o inleirou de haver entrado na ad-
ministracio da provincia.
Dito Ao commandante dss armas, oleirando-o de
haver o commandante do vapor S. Salvador recebido
na pagadoria militar da provincia da Babia, para entre-
gar na desta, a somma de 486.) 8 30 rs. que perlencea
caixa do quarlo batalhfto deartilhana p. ,
Dito Ao meseno, icienlificando-o de ler imlefoiid
o requerimento, em que o segundo lente do quarlo
batalho de aitilharia p, Kpifanio Borges de Meoe-
xes Dorio, pedia o adiantsmento de 2OOJ000 rs para
prover-se de grande uniforme.
DitoAo mesmo, exigindo, para babilitar-se a cum-
prir urna 01 d m imperial, a guia do soldado do primei-
ro balalhBo de luzileiros. Simio Ferreira da Silva.
liilAo mesmo, intelligenciando-o de acbar-se li-
cenciado, psra se matricular na escola militar, o sar-
gento ajudante do quarto bslalbio de artilbaria i p,
Jos ds Cruz Vieira Scipiio Castro de Queirox Ms-
cedo.
Dito Ao mesmo. exigindo a goia do lonante dn pri-
meiro hatalhao de cacadores, Joaquim Pereira Bastos.
DitoA<> mesmo, recommendando a eipedicao de
sutiordens, psra que o coronel commandante do pri-
ueiro bslalbio de capadores de primeira liaba sslisfscs
o que exige o Exm. presidente das Alagoas, no olicio,
CLAUDIO STOCQ. (*)
POR illntf. 1). firubim).
VI.
?IAOBK.
Sele semanas depuis, celebrava-se em Senlis a festa dn
penleronles. Nvsso auno, urna pumpa deaacoitiimaila
concurra oum ceremonias do culto catholico ; a pru-
eiiiin apresentava mu luxu de iinngn, de bandeiras,
d luebaa do reliquias, que exeilava o vnlhusiasmu e o
fervor damullidao, Dissereia, que tmloi esiea buns bnr-
8'icies, esaes padres, esaes frades, esssa nmllieres exal-
'das, qnerito vniRar a religilu dos insultos e denprema
ds hngnrrioles. Os nigiioes repruvados pela f dos ico-
"oclaitaa erlo publieamonttf etpoitos veneraclo doi
eailiohcos. Em todas a praca t- riierntilhadaa se liaviio
erguido altares, umle eslavto eollucadas as imagina dos
(*) Vid. Diari, b.' 83.
qie Ihe tranimitte. sobre s pretenclo do alfere refor-
mado Antonio do Valle Hei tor, exposta no requerimeo-
I.O, que igualmente Ibe remelle.
DitoAo presidenleda relacin, pedindo leu pareeer
s obre a pretencio de Dbmin gos Jos Marques ao provi-
n tent vitalicio de solicitado r nos auditorios de primei-
ra e segunda instancia desta cidade e provincia.
DitoAo inspector da tbt-souraria das rendas pro-
vinciaes, aulorissndo-o a despender os 378662 rs.,
ijm que alm da quota, que no orcamento vigente se
scha marcada, importa a despexa, que s- tem de fa>er
enm a ajuda de custo de ida e volta aos memhros da as-
sembla legislativa provincial, em a sessio extraordina-
ria deste anno.
DitoAo mesmo, approvando o contrato, pelo qusl
o engenheiro l'lnriann Dsir Portier, obiigou-se a
concluir os trabalhos gracios ds estrada da Victoria,
pela quaatia de 350f rs.Participou -se ao engenbei
ro em chefe e eo'inspector-fiscal d Dito Ao chefe de polica, significando, que, para se
resolver acerca do concert ds cadea da comarca da'
Boa-Vista, mister se faz, que S. me declare a nature-
i de um tal concert, e a quanlia, que com elle se deve
ipender.
DitoAo inspector interino do arsenal de marinhs,
declarando, que a respectiva eontadoria s deve prin-
oipiar a montar-se.depois que i esta provincia tiver che-
gado o contador psra ella nomeado.
DitoAo mesmo, declarando, que deve ser remulli-
do para a corte, por ser desertor de marinh, p recrula
Francisco Jas Chagas, que, segunda vez inspeccionado,
fura julgado incapas do servico.
DitoAo director do arsenal de guerra, exigindo in
(ormacio sobre um requerimento, que ao governo im-
perial dirige o ajudante daquella directora, capitn
Manuel Fernsndes da Cruz.
DitoAo commandante superior da guarda nacional
do Reeife, scientificando-o de ler approvado a propos-
ta de ofliciaes para o respectivo primeiro bslalbio, que
veio com o seu officio de 23 de oulubro do anno ulti-
mo, com exclusio da parte relativa ao lente IpssGoo-
calves Torres, e ao alferes Joio Marques Corrtua.
Ditos Ao agente da eo'mpanhia das barcas de va-
por, determinando, mande transportar no 5. Salvador:
para o Maranbio, o segundo lente da armada nacio-
nal Dolfino Carlos de Carvalho, que vai servir na dJ1*j-
sao do Norte ; e para o Ceari, o cabo-de-esquadra Joio
Baplista de Mallos.
Portan'*Creando umeommando superior de guar-
das nacionaes no municipio do Bonito ; e determinan-
do, que as duss legies, que deve elle comprehen'der,
sejio com postas : a primeira, do bslalbio da freguesa
do Bonito com a numerario de primeiro, do da de Re-
xi-rros com a numeracio de segundo, e de um esqusdrio
de cavallar ia, que neslas duas freguexias se org^niss/a ;
a segunda, dos halalbdes das parocbas de S. Caetano e
Altinbo, aqueile com a numeracio de terceiro e este
com a de quarlo, e de um esquadrio de cavallaria, que
em dilas pai ochias sera lambem organisado.Creario
se ossupramencionados esquadrdes eocarregou-se in-
terinamente do commando superior ao coronel Fran-
cisco Xavier de Lima nomerio-se para mejores ju-
dantes d'ordens desle aos capilies losquim Jos dos San-
tos e hidoro Goncalves de Farias Feiloia ; psra coronel
chefe da primeira legiio a Marlinho deMelhe Albu
querque, e para major a Jos Gonpalves de Moraes e
Mello ; para coronel ebefe da segunda legiio a Pedro
IV s de Souia, e para major a Manoel Joio de Sou/a ;
para ma|or commandante do esquadrio do Bonito e lie-
zerrosa Zeerino Velloso da Silveirs. edodeS Caela-
no e AUinbo a Antonio Teixeira de Carvalho Virgens.
DiUNullificando a portara de 8 de julho de 1844,
pela qusl Joaquim Jos Esleves foi nomeado major de
legiio da guarda nacional do Bonito, por nao haver elle
tirsdo patente dentro do prszo para isso marcado.
Participou se ao chele da legiio do Bonito.
DitaReformando o lenle ds segunda compsnhia
do 2. batalhio da guarda nacional do municipio do
Reeife, Jos Gonpalves Torres, e o alleres da quarls, Jo-
io Marques Corma.Participou-se ao respectivo com-
msndante superior.
EXTERIOR.
aanloa, e as reliquias dos martyrcs, no meio do velas o
de flores.
A' noile fe-se um fogo de alegra; em torno dellc
dancava o povo em qiiaulii os sinos da malrit rcpicivao
com toda a foren. No meio deasea pins folgarcs, cun-
rervava-se fecliaila a casa de Joao Coroaillca, corso se
niiiguem nella liabilasae. Todava, nesaa mesnm sais so
res do cbio, onde Claudio Stocq se avialra oin Calde-
rilla na veapera de paaehoa, ealava senladoa juntos ao
logio apagado a eriada velha e u menino. Vernica li-
nha as mos ponas o a c.ibeca baixa como qiiem orava ;
o menino esoutava impacienle o rumor, que se faiia
fra.
Esloo com bem vontade de veraquillo, disia elle,
porque estamos na fechados?
Porque leu pai e (na ir.Ji r.Su ostia aqu. Pobre
snenino! accresoentu ella, pondo no co oaolhoaaver-
melhados de chorar e velar; Deua nua acuda neatas tri-
bul.iQiiea !
A'esias pslavras, o menino, que an havia levantado
para experimentar, se poda ver al/ruma cousa pelas
fundas da janella, veio senlar-se aua pea da criada velha.
Porque estamos na asrnin snsinhus ? perguntou
elle ; e ininlia mi....... e meu pai, onde foi?....... elle
linha dito," que vuttava logo, o jn lia minio lempo.......
onde estau ellea?....... diga; diga-uie, Vernica........
A velha tomou o menino au regaco.
Roberto, Ihe dissu ella, esouta, escuta bem: ama-
nilla dos iremos a Paria.....
NOTICIAS SCIENTIFICAS.
IMP"dTKTK IIKtiiUf.nT MKim:.
Aasislimos, lia diaa, a algiimaa expenenrias malta
notveia, que emfini pareeoni pftr fra de Inda a <.....le.-
lacio a iflicaeia de nina agoa anti-liemorrha;ie.i com-
poata pelo Sr, Brorohieri ebimieo napidilano, Qunes-
qiier que sejao uossas prevenefies habitiiaea coulra todas
aasgoas, qu ae npreguio como maravillioaas, daa quaea
somos iiiiiundados. desde as que servem para lingir oa
cabellos at as que ajudio a remojar as caras, nio po-
demos deitar de [alenlear aqu oa faelua verdadeira-
ineiitii deoiaivos, le que leiniia sillo leatcmiinlia. Estes
far.loa cstiu, nlis, por sen carcter serio, cima de tuda
auspeila de oharlalaniarao, e parenein-noa denaturea a
allrahir vivaanenlea atlencao do uiuudo mudioo.
Todos aahem. que a eirorgia tem sido impolenta nl
liojn contra a lieinorrhngiaa das arterias, salto reoor-
reudo a ligaduras vio menos, llio.i ainiplea picada fcila a nina arteria baa-
ta, em muitoa roaos, para couaar n morle ; e aa ligailu-
ras doa.grossus vosos produzein quaai acnipre nos inein-
br.ia um enlorprciineiilo que impede' o sen uso, inea-
moqunuilH a operaclo tenlia aido bem suceedida. Era-
Hu, a rapidei doa aiciilenlra he lu uaa frulas arleriaea,
que os enfermos j etlao quasi moriluindos/ quanilo os
occorros perigosoa.de que bavemos'fallado, Ihes sio ap-
plicidoa.
Na maior parle dasoperacoos cirurgicas o operador
fica delido e perlurhBdo por pequeas hemorrhagias,
que !be oceultio a tisis do leireno, sobre o qual est o-
persndo, que produiem no paciente desmsius mullas
vetes nocivos para o xito.
O Sr. Brocchion, de aples, compz urna agoa
que parece destinada a poi termo a estes embaracos da
cirorgis, !:cr ~.u: grsr.d-s tarcCM humanidadv.
Esta agoa anli-bemoribagica, eujo segredo Ibe perten-
ch, he o resultado da distillacio de varias substancias
vegetaes. Ella he peritamente clara e lmpida : exha-
la um forte ebeiro de alcalrio, e (eu aabor he levemente jno hospitses. O Sr. Kroccbieri asse
acido ; pde-se be la sem inconveniente. O inventor goa he ,gu;,|mcnte ellica nos case
bebeo elle mes'co diante de nos um grande copo della,
e nos fallaremos logo das virtudes medicamentosas. Eis
aqu, entretanto, de que insneira esta agua se em-
PreK"
as experiencias, que bio sido (eilas nossa vista, o
operador abri a arteria cartida de um carneiro. A in-
cisio necesiaria pars descobrir esta arteria produzio
urna primeira hemorrhigia, quo (ni iiiimedialamenle
estancada pela simples apphcacao de urna pequea por
ci de (ios mergulbados na agoa de Uroccberi. A (enda
h'cou limps, pouco viva a de urna cr rosada, o ssngue
cessou de correr das veias e arteriolas. que baviio sido
aberlas. (inmediatamente (oi levado o bislouri na arle
i ia cartida, e o. ssngu-esguichou largamente sobro o
soalbo : era o momento critico. Urna lapagem de.(ios
embebido de liquido snti-beinorrhagico (oi immedia-
menle pusia sobre a brida, ealli conservada por sim-
ples justa posicio, sem ataduras, sem compressio, pelo
espato de vinle minutos : logo o carneiro (oi solt e
por-se a coirer e gambetear nos vastos quintacs do ma-
tadourode Montmarlie. onde conscguio-se prend-lo,
apresenlando-lbe leo, quit elle apsnbou e comeo vi-
damente.
bservou-se com silencio a ferida, e nio dava urna
s ({ota de ssngue. Ella esteva abetta, e como coberta
d e um in.iulo pl.istu'ii, a modo de vernii mu delgado r
diaphsno. A arteria eslava obliterada, e nenhum cor-
rimonto de saogue ers visivel. Para maior cerleis, os
mdicos presentes liierio matar o animal ; dssecou-se
com cuidado a arteria purfurada e foi filada sobre um
poncio. O (ecido cellular ambiente eslava de urna cor
um pouco mais vermelha escura em roda da pirada; mas
esteva mais (irme e menos frouto ; linha-se tornado,
como em cerlo modo, fibroso; as duas bordas da inci-
sio (eila na arteria durante a experiencia eslavio sol-
dadas firmemente por um pequeo enalbo de um teci-
do particular, elstico e-lenas, que as approximava e
consulidava de tal modo, que, (azendo se esfnrcos para
c|'or las, era quasi impossivcl conseguir isso, sem
rasgar o leeido artificial, a soldadura (brinosa, que
as linha reunido. Este resultado incontestave! causou
Kisnde adiniracao sos espectadores, que piesenciavio a
experiencia, e nos o eremos digno da mais alta comi-
derscio.
Dever-se-hia concluir disso, que o liquido empega-
do pelo Sr. Xrocchieii exerce sobre o sanuue urna ac-
cii particular, que deeompde e recompe seus i lmen-
los, a ponto de o fuer servir para lapar as ab'rluras
por onde sabe, Pareceria lormar-se pela indoencia
desla agoa oo poni inciso dos vasos sanguneos urna
solidificacio do sangue, que obre como soldadura, ci-
e.striando a lerida no espaco de alguns minutos.
O Sr. Brocchieri elurma, que deliaiio da influencia
do seu medicamento as (ridas cicalrizio sem inlam-
maiio e sem suppurar;io, mesmo ao contacto du ar :
urna especie de vegelacio animal, subitnea e solida,
substituira o que em palhologia cirurgica cbama-se
ffranu/utiJei cariosas. Ho o sangue, em nume dos seus
elementos, que fornecoria a base desla vegelacio ad-
rniravel, cuja Ibeoria anda est para fa/er-se, mas
cuja eiislenria he inconlest vel. Ab meu l)eo< quem
pola nos deo una boa Ibeoria da vaecina ? Quem nul
explicou de um modo satisfactorio como be que equi-
na cura as (ebres intermitientes ? Basta, que se cure ;
eis o essencial.
(. vi pr.hende- se inmediatamente o alcance irnmen-
sn de urna descoberla como a do Sr. hrorchieri se,
como temos rasio de esperar, os mdicos se dignaren)
de a examinar, e. de verificar com cuidado, por expe-
riencias conscencinsas, seus efleilos curativos. A maior
parlo das. amnljUrftua ,Jpiwar,S,Q .i. SSOTlaCt. ,', COi-
pressio, o torniquete, asiigaduras, as gangrenas, tor-
nar-se hiio sempre mais raras.
Nos campos de halalha salvar-se-ho millies de
leridos : nem menor numero salvar se-bia de doenles
gisra, que a sus a-
goa he igualmente ellica nos casos de hemorrhagia
.as.na, as epistaxis ou hemorrhagias nssaes obstina-
das', as penlss uterinas, e al as dysenterias.
Di'i liiiou-mu ler olitnlo maravilhosos edeitos as
bemoplises, na phthisica pulmonar. Nio sabemos al
que ponto as experiencias poderad reahaar-se. Masas
experiencias a 'ju assislimus nenhums dunda no dei
xio sobre a efiieacia do remedio a respeilo de hemor-
rhagia esterna, e julgamos, que a academia renl de
medecina nunca s ra demasiadamente solicita em exa-
minas urna descoberla de lio alia importancia.
BUNQUI.
[Courier Francali.)
(J. do Commercio. )
INTERIOR.
Jlio do .Janeiro.
O GUANO NA CUHA DA U BPUt.
Arha-se actualmente nota corle, d transito para a
Europa, um dos interessados no controlo leilo com o
-governo do Per para exportar o guano das libas de
Chincha prximas cotia daquella repblica na Uli-
tude 14* Sul.
A casualidade de tocar neste porto urna pessoa ha-
bilitada psra dar informaedes exactas sobre os resultados
da apphiic.io do guano cura da morphea, e a cir-
cumstancia de ser nosso amigo e cempanheiro na visita,
que litemos a essas mosmas ilbas antes da maravilhosa
descoberla annunciada pelos jornaes, ludo concorreo pa-
Ver iiiinli.i in.il ?
Nio, meu pubro pequeo; ai do mini! meu Deoa!
quem medita onde ella est ?.......... Mas iremos vr
leu pai.
Ali lano uii'llior; elle ha de levar-me, como
aqui, a pasaeor pelo cicada, nos procuraremos minlia
mal......... elle linba-iue pruiuellido Icvar-mo a Pina,
qaando au liveaae cinco aiiuoa : cinc anuos lenlio cu,
nio he, Veronioa ?
Anula nao, mas pouco falla. Tu j s um ho-
meuixiiiliu, Roberto hu preoiao enamar-le a lr, e a
rosar.
Minha inii ino ensinari ; que vnnlade lenho de a
ver! du imite chom, porque ella nao val aqu;..... na
lia venina de ir procura-la, nio he '......... Seeuoanaar,
uno pai earrega-me mas nos iremos prueura-la, anda
que seja uiuuo lungc, Uu lunge cunto daqui o Paris.
Wesae momento resoavio na praca gritos e apupadas ;
ao principio cs.-aa di'iiionairac('ics liada IihIiSu deassus-l
ladoras e por entre aa gargalliadas, e propsitos maia I vida ?.....
Aqui cnvolvrflo-scgrandesgargalliadas com urna vox
lastimosa, que ditio :
cixciii-mc ir embora, nieus senhores; suu urna
mulher linncala, burguesa dealo municipio; gauhu a
minha pobre vida sem faier mu a ninguein.....
A deavenlurada, a quem aaaiin peraeguiio, era una
pobre rreatura cubera de andrajos, toda eonirafeila,
> de grande foaldade ; era dequairo palinoa e meio de
altura, e eale dorjtn supporlavu a eabeea de umgrana-
deiro; uiua especie de bigude ihe asaombreava o labio
superior, u que fra causa do seu appellid do Barbuda.
Gyrava, com ar de espantad, no meio du oiroulu, quo
ibe faiia a geolalha, e pareoia decidida a abrir caiuiuhu
iior entre na aeua peraeguidere.
__ Traga um hyai.pe; varuusa ver, seovolhii mor-
cego leni luedo d'agoa benla]
Obriguemo-la a faser cunfissio publica, cois urna
Vela na ni.io, ilitia oulro.
-, Connaaao publica I exolamava a velha indignada;
por ventura, alguino fuiceira, uu luulliur dama
alegres du que os quo cuui|H>rtava a saulidade desse da,
Vernica distingua estas pnlavra :
Dejuclhoa ao pe dacrutl de joelhos, Perin Bar-
buda 11 Has de faser um actu du fe diautu das reliquias
de Sao-Hlcol Uli nlu a puelieiu saiui comanla
l" rea! vusaa raagao-lliu os tra|ius! Guillicrme lu nii-
llie a meiade da capa Uli 1 ub deacubruio-lhc a
carcunda!.....
Aqu lenuvrlo-se os gritos egargalhadas; mas, pou-
oo e pouco, esta perseguicin tomou um carcter maia
grave. A mendiga, auspeila de liervaia, recuaava ajoe-
lhar-ae as rel |oiaa eoin desesperada ub.iinac.au. Kr;; u-
r.io-ac em deredor della malilicea e auieacaa. Uiu lio
nicm dco-lhe na cara. A desgranada coiiaeguio caeapar
daa nilos. que a segurarn, e ti refugiar-se no limi.tr
da noria, puf tria da qual Veruuioa toda trmula eaou-
/
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*
ra obtermoi os esclarecimientos, que anhelaremos sobre
o modo de uiar do ruido e a la precumisda efficacla.
Cuinpriniio.poit. urn dever de humanidade. cabe-nos
a sah-fn;;io deannnnciar ao publico, e particularmente
aos lirenleiroi, quo esta teslemunba occular assevera
ter perfeito conhecimentu de qualro, ou finco caaos de
morpha. cujos individuos ficro completamente cu-
rados durante um anno deelTecliva residencia naquel
las ilha A' prolongada influencia da atinn sss ilhas le attribue a cura da morph. Siocoherlis
de una carnada de guano de 40 a 60 ps do altura, nio
apresentamlo un tus superfino o nienor vestigio de ve-
getacio. Centenares de jornaleiros se occupio conti-
nuamente ein cavar o guano e conduzi-lo a urna rampa
inclinad.), por onde escorrega para dentro dos navios,
que alia airado para receb-lo.
Eicessivamenle seccn pela perpetua accio do sol e au-
sencia de cliuvas, desfaz se coVn ficilidado e evapoia
parle do muito mmoniaco, que contm. He no meio
desla evaporado, que vivem todos os locatarios dessas
Ibas, nao lendo para habitar senan simples barracas
de c nn > cuberas do mesmo guanu para resguarda-los
do rigor do sol. Agoa, vveres, etc., tudo I he vem da
pnmina trra firme.
Niu consta, que iguaes e fie i los se tenbio observad
ncsoutros lugares, em que ba guano eiposto a chusas,
e e c 6 gi-ralmenle, quena nio produrira, porque llie
fulla essa permanente atruospliera ammuniacal,acuja in
fluencia se atlrihue a cura da morpha.
Se a experiencia continuar a demonstrado de 13o
maravilhosos resultado, nao se lomaran aquellas ilhas
urna Ierra de prumissio par se dirigirem alli os infoli-
zes condemnados pela naiuieza a vivetem solados da
socieilade stchcgar a infsitivel morte, que deperto os
ameaca ? I) P R.
(Jornal do Commereo.
Miscellanea.
0 CARNAVAL.
U entrujo ou carnaval (quo muitos derivio das pa-
lavras latinas corno vale adeo carno) sao aquellos
das, que preceden) o primeiro dia de quaresma, que
le psssio ein jugos e regosijos pblicos, o que n'algu-
nas naces Se estendrm de dia de Reil at quarta-feira
decinza Esta instituido parece pagia, e acha-se quo
si toJa inteira as salurnaes da anliga Roma. Quem
Ihe quer origem ainda mais antiga vai busca -la fus
las da primavera deOsins do Egypto, e s de Bacho na
Grecia.
I um efleito conta-se, que a solemnidade cunhecida
com o nome de mysterios de siris ou de Iiii, compre-
bendia um genero do divert ment chamado che-uhs
(vocahulo que os philologos dizem significar em hebrai
to mu i iplicaco) e que este divcrtimenlo conslava de
danca. excculadas as praca publicas por inulberes ex-
travagantemente mascaradas, que fa/iio quanto gesto
licencio-o Ibes vinba a calieca. Parece, que esta festa
tinlii slluslo ou era consagrada a fecundidade.
Na Grecia, que adoplou estas mesmas testas com o
non.e de bachanaes, laziao-se ellas com maior ceremo-
nial. Em Alhenas, os Arrbontes redigio o program-
ma destas (estas. Daiio-se ao povo ogos e espectcu-
los, e representados dramticas, que eilo fetas com
grande magnificencia, e mui concorridas. Era nestas
iiii i <". que os poetes di .:::::: os premios, que
Ibeseslavio destinados, pleiteando versos naquelle bom
tempo, em que se nsliluio para elles a corda de louro !
Porque o hornean eslava entio menos materialisado...
o nio trocava por urna secca operado anthnietica. que
Ihe i cun dar mais un cincoenta e cinco ato.i de inte-
rese iiuiii.i tranquibernia agiotalica de una companbia
deconlianca... todos os gozos d'alma provindos de urna
inspirado poelicaa (lingoagem de poeta esfaimado).
Como qu, que seje, diz-se,* que a tragedia e a co-
media sio devidas aos myslcriot de Hacho. Ora, ve-
lan de que tempo dala > os invtenos I K Eugenio Sue
a vender esta la/enda como obra da Inja Se neslo tem-
po se nao faz senio furtar (phrase de faccioso desem-
pregado).
Roma, que se apnderava dequantos mos coilumes
enconlrava nos paizes, que conquistava, e, o que mais
be, M'jrMii ., pega as bacbanaea da Grecia enca-
rapita-as no capitolio, e ahitemos os romanos a fae-
rorn luda n casta de impudicicia e lascivia, que Bacho
Ibes inspirava.
Mas. i m fim, o que la vai l vai, os antigos linhio os
seus u.vtenos, n> temos os nossos. e o entrudo dos
povos modernos se nao deia perder de vista as salur-
naes romanas, nao Ihes fica devendo muito... Publi-
camente nio senhor variado, verdade. Algum tre-
mocinho... no elegante gros-eiro, que nio adivinha
onde est urna belleza, que o espreitaleve, para lito
ser deicorte; ; eo caso he, que elle fica muito desva-
necido de que urna mimosa nao se entestdesse para elle,
e uns lindos d- rites Ihe sorrissem a furto,. lem rasio o
elegante. Agora particularmente, nio aei; mas conta-
le mulla cousa... v. g gente queimada por causa de
ratos de estopa (de palha sei eu de mullos, que os (em
*m
lava n tumulto. A noile eslava inuiln carura; o fogo de
alegra, que ao principio allumilra esta leen, tilia*
j; i.i- i-t-, e apenas Luijij abre a prafa algons clare.
fugitivos. Alguna bracados de palha, laucados sobre um
brando, ahumarn de mito o paleo da igrrja; e a iiinl-
lulo laiicon-ae vilenla para o lado, nn que a mendiga
ae havia refugiado: nao aacbrao maia; pareca, que
ella havia desapparecido por magia.
A >clba doiiinba iueltcu-ie n scu cuvil, grituu
Guilherme; eal em casa de Juan Curoaillea.....
Nio ha mai ninguom eracaaa de Juio Curoailles,
acudi nina vos.
He i> que na vamos ver .' urrou a roultidao, que
cono no a abalar a porta rum grande pancadas.
Guilherme paW-M a espreilar pela janclla, e desgracia-
damente vio, qQe havia luz drnir.i.
Aqu ha genio, gntou elle, indo apinhar podras,
Fra havia um tumulto espentoeo, na sala, dentro,
meato ai duas mulherea pallidaa e Iranaidas de modo,
e o menino escondi o rosto no avvutal de Vernica.
Litamos perdidas! diaae Parirte; qu n minha
drtgraca, que eu euroiilraae estes ppulas, catea cae
ilaimiadiia! mas, anda que eu tiveete de pasear por um
quadrado da lancae, niu deixarie de vir diier-llie o que
ouvi eela larde lia lipedaria do Cervo-Corjdo. lies-
tro Jnau Coroaillei ser julgado amanilla. O anjeito,
que deo a noticia, ohegou de Pars.
Amanilla 1 ha de ser julgado amanilla eiclemou
enanca Iheipegou fogo), e outras deigracas eemelhsn-
les...
Ora, em toda a parle da Europa se celebra boje o
carnaval, com mais ou menos pompa, com mais ou
menor doudicemas gastar o dinheiro e po der o juizo,
isso em loda a parte se ni. A Italia, porm, leva a
palma a todas as demais nai,oes
era famoso em toda a parte do mundo : ainda bo|e pa-
rece, quo he vistoso o muito para ver ; mas o de Vene
za he que loi no outro tempo de deixer a bocea aberta
a quantos li iio dos outrns paires por templo, a
ceremonia do doge casarcom o Adnatiao : nio repa-
remos leiloresecn amboi os vocabulos serem masculi-
nos, porque Adritico he um mar. Foi Napoleao.que
acahou com essa linda festa, entregando a serenissims
repblica as garras do lelo de Austria. Tamberna
grande revolucio bavia interrompido o entrudo em Pa-
rs; parece, que a deosa Rasio assirn o linba ordenado
ao cidadiu cnsul. Vas em 1805 o povo revendimu
os seus direilos, eo Lu-gordo sabio a dar o seu pas-
seio.
Ora, os leitores hio de saber, e se niosahern digj-
Ih'o eu, que o passeio do bit-gordo he cousa de gran-
de folganca em Paris. Ninxuem menos que o prefeito
da polica regula a ceremonia, e fa/, como os Arcboo-
les ein Alhen s, o programrna da lesta. Todos os ma-
garefes da cidade, secios quanto podem, condu/em em
Iriumpho pelas ras um boi, que deve sor o mais gordo
quo se possa acbar, ricamente ajaezado, com um me
nio, que figura cupido, em cima de si, e mais do/u ra-
pa/es em deredor delle com todos os atlributos da ma-
langa, etc.
Presentemente he este o costume mais particular, que
lia pelo carnaval; em quanto ao mais be elle o mesmu
ein toda a parle. Dantas, mascaras, galhola e ale-
gra, cada um como pode, be em que su patato as ho
rasdestes das brinralbes desde Cascses al ao Vstula,
e be o mesmo pelas outras partes do mundo, onde leem
penetrado os costumes europeos.
As mascaradas sio principalmente n diverlimento fa-
vonio do carnaval; mas nos, os Porlugue/es, nio somos
nem lomos nunca ^peritos nem avezados a masca-
rar-noi : podo ser, que o carcter nacional, que he
talve naturalmente franco, nos arrede das transforma-
roe<, que apresentao o fingimtnlo. Seja como fflr.
Portugal nesle genero nunca leve cousa, que se asseme-
Ibasse com as mascaras da Italia, com os bailes mat-
oui de Franca, tio famusos para a aristocracia no lem
po do regente, e boje tio populares. Tambem, ef-
ceptuando estes dous povos, nos oulros paizes as-mas-
caradas sao tio insignificantes como em Portugal: che-
gao aserraras aa Inglaterra, sio poucas e sem sobo
res na Allemanha. E comtudo, com mais ou menos
importancia, usio-se ai mascaras em lodos os povos
da Ierra, mesmo entre os selvagens; e os eruditos pro-
vio que j os res o 'sacerdotes do Egypto as usaviu as
grandes ceremonias religiosa!.
Jase v, que o homem precisou, sempre e em toda a
parte.de cobrir o rosto para parucer o que quer e nio
o que he ; boje porm, ten-pos de drscobeitas e Bper-
feicoamentos, o homem Iraballia por apresenlar no ros-
to, sem mascara, sentimentol dillerentis dos que tem
nalma : e o caso be, que ja isso se vai cunseuuindo
menos mal, e tenho ouvido dircr, que quem melbor u
sabe lazer mais agoa leva ao seu moinho... Eu be que
cao quero isvsr os leitorM inpss)if/iifji'j -
(Ilevula l/nm sal .abnente.)
Publicagao a pedido.
A ADMIMSTAfAfJ DA PROVINCIA 1)0 MARANIIA.
Parece, que de corto tempo para ci o contemporneo
da Revista osla mais salisfelto com o Eim. Sr. Moura
Magalhacs, e al, com pasmo geral, alguna elogios j&
sahirio daquella niesma penna, que s bavia antes en
contrado censuras e insultos para o honrado presidente
da provincia. Qual ser a rasao de tio grande mudan
ca ? Serio, por veotura, os valiosos servicos prestados
ltimamente i provincia por S Esc. as diligeacias, a
que, por oftlcio de 19 dejanelro, mandou proceder nn
thesouro provincial, as quaes derio eo> resultado o des-
cobrioieoio escandaloso do roubndos di-utos dos cou-
ros, de modo queja nos ltimos quinto das rendeo esle
Imposto o triplo ou quadruplo do que renda ? Nio.
por certo : o contemporneo apenas selfmitou a dizer,
que o Ihesouro t'hha sido roubado, e talvez at queia
allnbuir ao Sr. Moraes llego tio grande servico, desres-
ponsabilisando-o, alus, e ao collclor, por serem seus,
dodesleiio imperdoavel e da negligencia culposa, cun
que se huuveiio a tal respeilo.
0 consumo do gado nunca diminuio na provincia, an-
tes talvez tenha augmentado, porque e populacio tem
crescido ; eolrelanto um imposto infallivel, que, depois
do algodio, era o mais rendoso, eslava reduzdo a nada,
ou quasi nada ; e as autoridades nem se qur indagavao
a causa de tao exiraordinario decrescimo de renda Foi
mister, que oSr. presidente da provincia, que se oceu-
pa alias com mil oulros objeclog e de oais traoceoden-
cia, suspeitasse, que bavia estravio nesse direitos, parj
que o roubo se descubriste. Esle servico, feito pelo Sr.
Moura Magalhacs, e que nos apuros, em que est a pro-
vincia pela oi anecadacio de suas rendas, te torna
multo malor, atada nio nereeeo mencio honrosa do
comtemporaneo I Al soaa svrnpathias n3 > se adqoirem
Dor ttulos riest oatureza. Ser causa de tamsnha mu-
danta o carinho, com que 9. Ei. tratoo todos os Indios
Mateiros, a lolicitude, com que recmmendou os que
partirlo para a corte aos presidentes das outras provin-
cias e ao commandanle do vapor, o amor, emflm. er-
Ucarnayal^ do Roma dadeiramente paternal, e de que todos somos testemu-
nhas, que Ihes prodigaliaou ? Nio. por cerlo, que o qn-
bre contemporneo nio seoecupacom essas ninbarfas,
nem se digna de dizer urna so palavra sequr sbreos
Indios. Se, por ventura, se trataste dos leus mimosos
com os quaes sem duvida S. Eic. seria igualmente bu-
mano, o contemporneo nos leria atormentado otouvi
dos, e consumido a paciencia com os teut artigos de fun-
do ; requlsitando favores, e at mesmo mostrando, que
ot estraogeiros podem conservar-ie armados no paii,
com tanto que com eisas armas Intervenhio a prol do
partido, a que perteoce III Os Indioi lio un mlsera-
veiscaboclos. que nada merecem ; e se em GuimarS.g
os dilectos primo Ibes roubio ai trras, e ai folhss
liberaesgnto contra essas violencias, o i'luitre rajdactor
da Revista, que com ellas lympathlia, esgou-se em im-
properios, nio contra ot ladrees, mas contra ot que ad-
vogio a causa doi opprlmidos I I 1
O desvelo do presidrole da provincia em toccorrer o
misero Ceari com mantunen tos anda nao arrancou do
comtemporaneo um s elogio, nio, que tudn isso he in-
significante ; e apenas na sua penu llima Recula he, que
appareceo tranacrlpto um artigo do Pedro l com a epf-
grapbe= O Cear pedepdo =, transcripclo. que nio
temos duvida de allnbuir ao Unitario, em que ar.terlor
mente haviamoi publicado um artigo sobre o mesmo
objecto. eztrabfdu da l'idelidade. No mesmo numero
do Unitario publicamos ofllclos do Sr. Moura Mago-
ihies, dando providencias rpidas para transporte de fa-
rlnha e arroz, gneros de primeira necessidade ; e nio-
guein ignora quanto S. Evc. se tem esmerado em soccor-
rer o Cear no oslado verdaderamente drploravel, a que
est redu/ido ; o contemporneo, porm, que leo easea
ofucios, e que sobe de tudo, nada absolutamente disse
em favor do prndenle. Nio, que nio tio enes ot ser-
vicos, com que se compilo ai ivmpathlaa do redaetor
di Revista.
No mesmo caso esli toda ai diligencias e examei or-
denados pelo honrado presidente, ji nos cofres da rece-
bedoria de rendas internas, onde se acbou desfalque, ji
na alfandega, relativamente a oulros eslravios e contra-
bandos, que talvez se verifiquen), j no cofre dos or-
phios, na reparticio do acougue, etc., etc. Subre oca-
me do cofre de rendas internas, de que be administrador
e Ihesoureiro o Sr. Joio Sabino, nem palavra deo o con-
temporneo 11 E sabe Deoa quantos m ulioi nos pro
digaiisari pelo crirne de fallarmoi nesia ridicularia.
Esle acto do digoo presidente, como ai medidat preven-
tivas contra os grandes controbandislat deta provincia,
bem longede merecorem louvores do redactor da Revis-
ta, seiio talvez quallDcados. ao menos nos circuios, co-
mo perseguirlo acintosa folla aoa seus amigos. Ai de
quem se atrever a tocar nessas gentilezas Acontecer
Ihe-ha o mesmo, que aos redactores do Correio, quando
denunciarlo ao publico, que, na comarca de Guimaries,
os prenles e amigos do nobre redactor fabricrdo boa
rnanteiga ingleza, flriissimas bietanhst, pannos suber-
bissimos. chitas superiores e outras cousas, e que ven-
dan alli, e mandavio vender nesta cidade, por precos
commodos, todas essas mercado; jas, mullo seuieihantes
em tudo s que se roubrio dos navios inglezes, que
naufragarn r.a costa de Guimaries. Entio o contem-
porneo nio moralisnu sobre ocaso, nio diste, queestt
Ierra eslava urna terdadeira cava de Caco.
Vio n minio h.innn. lino f.n a;>prehendir]n, m.jn -) u
lenle Bncio, um navio em flagrante delicio de contra-
bando; o preside le da provincia desenvolveo, a r.s-
peitodesse ercandaloso contrabando, urna acimdade in-
cansavel e zulo ezlraordinario, orientando as autorida-
des da thesouraria e da alfandega, e apresentando lo-
dos os esclareciuientos precisos, tanto sobre o direitu,
como sobre o I ctj. Parte dostes olUcius ji (orlo publi-
cados ; maa ainda se nio ouvio urna tu voz do Hlustre
collega em abono do presidente oein dos probos inspec-
tores da thesouraria eda alfandega. que tem cada qual
procedido coui honra e intelllgencla 1 A Revista apenas
disse, que o Fere-Fogo tinha sido epprecendido, sem
aterescentar comrneiiiarios nem rtifleao alguma acerca
do criiiie, e nem sequr louvar o hourado ulliciol deuia-
rinha, que sorprendeo e lomou o navio ; ese, i Insti-
naco da imprensa, tornou a fallar no Fere-Fogo, loi
tio smente para calumniar pessoas influentes do lado
contrario aoseu, com quem sem duvida quiz apadrl-
nhar-se de sua criminosa parcialidado, e da de nio pe-
queo numero de seus correligionarios. Nio lorio,
portantu, causa das recentes sympalhlai da Revista, re-
lativamente ao digno presidente da provlpcia, os seus
relevante! servicos prestados ao paii na queslio do Fe-
re-Fogo, do cufie da recebedoria de rendas e dos contra-
bandistas : as syupalbias do contemporneo nio se re-
gulan nem te adquirem por essai bagatellai ; nio Ibe
faz cunta eicrever sobre cousas, em que estn conipre-
didos mullos subscilplores da Revista e sustentculos da
honra e da dignidade do partido cabano.
A provincia do Maranbio snlTria grande exlravio na
arrecudacio e flscalisacio dos suas rendas, por Taita de
regulamentos ; apenas bavia um ou oulro organnado
oo lempo do Sr. Cosa Ferreira, e esle meimoi tio lu
perieiios, por causa das alteracoes de leis proviociaet
posteriores, que nio era potsivel iccomuiodarem-ie s
circunstancias artuaei; o contemporneo, oceupado
serapie em melhorar as cuusas da provincia, deixou
Vernica, esquecendo o proprio perigo ; niinha bna
Perin I be pre iao, que eu purln e>la noile!
U luinullo e aa paucadua aiigiueiilavio; maa .aporta
eslavo bem fechada e era turrada de ferro ; ilo era fcil
deila-la abano tuin pedradas; os man e.quenlado,
Icmbravlo, que ae Ihe deitasse fogo : feliinienle clng-
rao o alinulacel e nutras autoridades, que proi lamurao
povo, c o acalmarlo curra a prometa do castigar
pobre Perin Harbuda : depuis balero porta, em lio me
do re e da jutica.
Perin bavia apagado a alampada, que ardia na sala.
Que hiremu nos agora ? prrgunluii ella com mul-
lo mingue fri; cutrcgar-se a ul gente, lio procurar a
inorU' I
nvio-se ainda urna vez a inlimacio da auloridade,
que grilava:
Abri a porta, i ordem do ol-rei n Ha j Lninrdialauenle grandea panuadaa abalarlo a porta.
Veruuica linha luuiado o menino no braf ua; o, acoiu-
pauhada da mendiga, aubio, aa apaipadellas, para um
quarto do primeiro andar, ouja jmilasdavio para Iras
decaa. Ambas a mulherea bririo-as, tremendo, o
ulliarau para baixo, a rua calata deserta.
He preciso dmier, aclaniou Perin, temo, ainda
lempo ; a pulla restaura, lalvea, anida uui uuarto de
lira.
tnlSu atiri Icncea, Cobortorea e tudo, que achi-
rlo niJo, depuit prettdrav esta espeoia de corda a
janella.
coner o tempo em profondo illencfo, e nunca falln so
bre a necessidade, esn qoeestavamna, de novo* raiul.'
montos accnmmodadot l lels. O Sr. M mra MagalhSaa*
porm. solicito em tudo. e nao recuando perants d'l|l)'
cjildade do qualquer naffirea, entregou-ie ardus lar"
a de organiar um cdigo completo do regulamooio,
para todos os Impnstos provinclaes, e dolnu o Mar
nlocom esle rico e Importante trabalho. Somos Inf,,,"
msdos, que te esto copiando na secretaria dogoveroo"
e he de esparir, que o contemporneo dellei se nio ot'
cope.
Nio sabemos ao certo ha quaotos annot esl por.,
trahir-te a lotera do recolhlmento deata cidade, lenrj'
lido endidoi multm bilhetm ; demora escandalosa
nio tem tmenle prejodicado o pobre p-no. que cok
prou seus bilhotes, e queja nio cantata com tiraeT
(lo, leolo ao recolhlmento, que esti no estado quasi u
indigencia: S Exc iiomeou novo ihesoureiro. e esco-
Iheo o Sr. Antonio Corris de Agular, negociante cap?
e abonado, que ha de esclarecer infalllvetmentaj o nm.
terlo, como imn oda s pranca. Auim podemos
erar, que na lotera encantada lerl finalmente eitrabl-
da, e que serio pagoi o bilhotes premiado!.
At mattai di provincia leem tido al boje devutij,.
pelo machado destruidor, e devorada! palo fjgo, g,,.
grave prejulzo da naci, que retervon para si
proprledade dat madeirat de coostruccio. 0 Sr prrt1.
dente mandn aos subdelegados, que, lazendo ennsur
por mel de editaes. Azesiem cessar um abuio Un pre.'
judicial ; agora os lavradore e conitructore s tirarij
com licenca do guverno ai madelras, que f>rem precisas
para suas oeceiildidei. He ficil calcular de quinti
vantagem leri para o palt lemelhante providencia, m.
Kuot arrematantei de obrai publicas, tenda recibido
ha mullos annoa, dinheiroida provincia, oo dat mun
cfpalidadei, e nio tendo deiempenbado oieu trato, con-
tinuarlo, entretanto, a gotar doi dinheiros pblicos
S. Exc. ordeoou, que ejjtrassem com risas dlnheinu,
lem mandado empresar todas as diligencias precisas
para que cesse Igualmente este outro aboso. Emflm'
nada tem eicapado i activldade do Sr. Moura Masi!
Ibies ; em toda a parte S. Exc lem combatido os abu-
sos e escndalos, e as suas providencial teem-ieesteo-
dido s cousai de menor monta ; nio ba difllculdade
que nio affronte, que nio venca, sem le poopar a inl
commodos e compn mettimenioi com quem qur que
seja. S. Exc. nio deixa de responder com prompbdioi
um t ofllcio, e tudo providencia, a todot atiende, t
eiti exclusivamente dedicado ao governo da proviacii,
indagando todas ai tuat necessidades, e trataodo de re-
media-las. O seu expediente, na secretaria, est sem-
pre em dia.... Este funcclonarlo^publico, entretanto,
ainda nio receben da Revista, por tio assignaladns sor-
neos, um !> elogio
No dia '2 dejanelro ultimo arnbou a este porto omi
sumaca braiileira com cincoenta e tanto! Afrlcinoi, s-
companhados por urna gusrolcio Inglesa. Lugo no dia
seguinle forio o Afrleanot roubadoi d bordo, como
todos sabem tem tido tintamente relerido e discutido
por lodo! o peridicos delta cidade. O digno pre-t-
dente da provincia deo immedlatamente providencial
rapidaa e enrgica! para le deicobrirem os autores do
ruubo. e para se retomarem o Aficanos, libertando os
do captivelro. S estai providencial he, que flieilo
mona no cor*c*o empedernido e diamlbiino do culle-
ga ; s ellai f nao capases de abalar o seu animo preve-
nido e parcial; e de entio para* ci be. que a Revista
miinoieou com alguna elogios o presidente da provin-
cia. Estas prot delas forio qualiflcada di enrgicas,
o governo de incansavel, etc.. etc.. e deide eolio dallo
as synapalhlas laea ou quaes com o Sr. Moura Maga-
lhacs. Aos rondes servidos, que acabamos deenuma-
iar. e a ini niios uniros, que nio mcncionareisios, ais
se moveo o contemporneo ; t as diligencias relativas
aos Africanos he, que conquistarlo aa auaa boaa gratas.
Indagar a causa desle pheiiomun i, esplica-lt, Tari a
legunda parle e ultima do presento artigo.
{Do Unitario.)
COMMEriCIO.
Alfandega.
Rbndimrnto do ni a 15...............16:304*210
Desearregdo hojl 16.
BrigueTarujo I. mercaduras.
BrigeJuanetedem.
PatachoMarta Joaquina vinh)8,
BarcaGlenbeiibrallarinba.
Bngjo Arag omercadorias.
Brigue b'uriunatal oado.
BrigueFeralorap.
Consulado.
BENDIHCNTO DO DIA 15.
Geral............................ 4:027*316
Provincial.......................... 1:79*328
Diversas provincias.................. 115*459
5:872*103
111 ovitu en tu do Porto.
Navios entrados no dia 15.
Costa da Patagonia ; 30 diaa, barca ingleza Julia, da
450 tonelada!, capillo I'homat Vibert, equipigan
14, carga guano ; ao capillo.
A vinle paraos dalli, na praca, alroavlo grtioa ileiitur-
te, una clandade averiiu-lliuda allumiavn as ouraieira
daa i-a.i, na > a rua tata va deserta; a mulli.Uu oou.er-
vava-ae em frente da casa amallada, e ulu ao arreda va
de l.
Deseamos, disse Vernica, depois de curia efer-
vorosa uruclo.
Pos o menino as costal, segurou-lhe as mua pur o-
ina dos liumbru, e irepuo a jaiirlla:
Nao leiilia nudo, Roberto, disse ella agarrando-
ae ao lerifces,; e comecou a deacer,
St-ntio enlao correr-lhu pelos usaos cornil um fro
agudo, perliirboii-e-llie a vala, o parcevu-liie ler um
abytiun debailu doajie; eiiuoiuiueudou-au a Dos, r
deixuu-ie e.-iorregar ale eiu baixu ; ao locar em letra,
(-'tuvo utu minuto aurduada, oquaai sem cuiibeuiiuuntu.
Perin doaceo p> ell.
Partirlo 'iwineilialaiueiilu, eganbirio a porta de Cum-
pigue, mide as dcixarau paar afila ililliuuldade. Quan-
do c aubiriu lora da cidade, eauundrau-ae em un fua-
au para respirar.
0 menino havis, como por imtiaoto, oonheoido o po-
ngo aommuiii, e, riiooatado | VerowKia, uto dina pala-
vra. As duas mulherea dorio, dojuelliua, gracaa a Uc-u
pelo seu livraniriiio.
bu nlu vulto mais a Serili, dase Periue, nio que-
ro lomar a oabir na mina do papislas. TcliliM ui tr-
ilito lenbador n boaqus du Cuuipigiie, vou procura-
1 grande aer a desgraca, te eu nao galibar a miaba
villa a fazer feixea; e, em ultimo apuro, he melbor vi-
ver de bulla, do que proairar-ae ao veado H'uuru.....
~ Eu c vou para Paria, diaae Vernica-, he preciso
levar esle menino a seu pai,
A relha e o menino imnlrlo, com cffciin, o caminha
He Paria; mas nm liuha aa prrnas pequeninas, a oulra,
enferma e froiita, com cusi ae arrastrara.
Ao ainanhecer dodia, etiavao ......ru a duailefaa
de Senli. Ver-, n lea eiilou-e aborda do cnui". '
emoii lt"berlo no regado ; eatu oabia de amiino da
'adiga, oa olhua se lite fecharlo, e adoriuaoeo murmu-
rando :
Paria lie bem lunge. miuha boa Vernica.
Cubriii-n ella ooin o avenlal, e lancuu um triste ulb*r
para a e.irada, cubera do p, e anda deaerls: depois
-asa alma firme e verdaderamente renle elevou-e
Do i., cu nico refugio em lio grande agona.
Orava a veiha criada, havia nimio lempo, quando
vistou, viudo de Seulis, urna tropa a cavallu. Aoprin-
eipm tuve luedu, e quia carregar Roberto pura triadas
uiatto., que bordavao o caiuinlio ; na iranqutlliou-a
ao reei.ohecer, queeaaa gente, que ia para Par, eacol-
UViti grandes canela earrrgailas. Quando a tropa ea-
Uva a una cincoenta paasMsa, ergeo-o e pol-aec iur-
elia dame delint, uuiu Huberto pela mi.
XraiupurUvIn aa oarretaa uiuiiifoa de guerra par
Pac i lio dovagar esoolladaa por una aetseula bumeis
de ravallara ; o durante lima hura, puuuu mais ou iue-
uus, a velha e o menino o teguirao a pe. Ao principio


^
^
Genoe.; 53 di.i. pol.e. .arda rtofo. de 173 tone-
l.d.i, capillo M.gb.l Reggio, equ.pagem U. *
' ,.,.si e biUMS-ao P'- Pageiro, L'* 4U"
linoe tua familia. .
Maranhio; H di" *por americano A.-Crua, oe
J70ton6lada, capillo Samuel F. Duvmg, equipa-
gem I i. cargs carvio de pedra e machinas de obre
tlenle; ao cnsul.Eolrou para rectificar ama-
china -egu'" para o Rio-de-Janeiro.
Madeira ; 33 da bi*te porluguez Senhor-Jetuz-i-
iataretk, de 67 toneladas, eapilio Fernando Jol de
AlmeiJa, equipagem 9. carga rinbo a man gneros;
a Olirera1r/nios c Companbia.
Navio takido no meimo dia
Mjoei, Rsbia a Rio-da-Janeiro, repor brssileiro lm-
ptratriz, commandante eapilio-t-nenie Jeiuino La-
mego Coila Passag-ros brasileires, Pedro Ferre-
ra de Araujo Guimsries. Joaqun) Gome do Reg,
Coiii Maris do Espirito Santo, Antonio Jos do
Catiro, Antonio Goncalros Ferreira, Francisco Ig-
nacio Araujo Jaloba eom un racrato, Joz-ph d'A-
carue, Manoel Baptista do Santo, Ricardo Jos
Geurea, Jorga Magno Falcio, Eh. L. Barroun,
Frncico Jos da Coila rom um criado, doulor Ma-
noel Mende da Cunba Azevedo. com um escravo,
padre Miguel do Sacramento Lope Gama, com um
escravo, doulor Jeronymo Villela de Catiro Ti-
rare com um escravo Jos Pedro da Silva.
com um ecrao,o senador Antonio da Costa Ferrei-
ra eom dou etcrtvos doulor Francisco Munn
Tasares, com uro escravo, Rufino Jo Corroa de
Almeida, eom um escrito, Manuel Ignacio de Car-
salbo Mendonca, eom sua teahora, urna filba e urna
eserasa. doulor Tgomax Pompeo de Souia Brasil,
com um etcravo a entregar.
Edil
a es.
O doulor Jote Nicolao tigurira Cotia, juiz masi-
cipal da segunda vara do tirmo do Rtcife. prt
vadro ,ne io$ depoii da I ti de 7 de novembro dt 1831, pw- S-
M. l.tC, f ut fteot guardt, tic
Figo saber, que por este uizo se bao de arrematar os
tervicot de .lous Africanos lisres, de nomes Joaquim da
Coila Candida Mara, cujos prelendentes deserad, no
prazo de 8 dia, contados da publioacio deate de-
clarar em requmenlos dirigidos aestejuio: l.'.o seu
estado e residencia; 2.', oemprego ou occupacio, de
que subsittem; 3 *, o fiw, a que destinio os meamos A-
frioaaos, e o lugar, em que elle para is 4., finalmente, o preco annual, que olferecem pelos
seus servigot E para "que cbegue a noticia de todoi,
niandei larrar o prsenle, que aera publicado pela im-
prenta, na forma da tei. Dado e paitado netta cidade do
R-cile, tob meu tignal e sello dette ju'to, ou alba tein
sello, ex cauta, aot 2 de. abril de 1846.
Eu. Jote Alfonto Gutdtt Alcanforado, eicririo o
Jote Nicolao Rigutira Coila.
= O doulor Jos Nicolao, ele.
Fino saber a todoa aquellos, que arrematarlo ser-
ricos Je Africanos lirei por tumpo que j esteja
lindo, que desem lser apresentar neste jui/o ot mos-
mos Africanos no improrogevel termo de 13 di.-s, con
uiius li. i publicarn deaian iiial, euv ueOal i.!..
E para quecheguo i noticia de todos, inand i lasrar o
presente, quesera publicado pela imprensa, e afiliado
nos lugares do costume. Dado e pastado nesla cidade
do IIi cile. sol) meu tignal e sello dette uno, ou ra-
Iha sem sello, ex -causa, aos 2 de abril de 846.
Eu, Jote Affanto Guedet Alcanforado, escrivio o
eicren.
Jote Nicolao Rigutira Coila.
escrevi.
Derlaragoes.
= O lllm. Sr. inspector interino do arsenal de rna
rinlia manda nosamenle laier publiro que, na con-
formidadadaaorden do Esm. Sr. presidente da pro-
vincia ltimamente recebidat, Tretera um navio mer-
cante de 150 a 200 toneladas, para o fin, ja annuncia-
do de condurir a ilba de Fernando 800 laceas de feri-
aba de mandioca e divertot outrot objecto que te
remetiera aquella ilba e trazer, na voita, toda a por-
fi de pedra de calcar que poder receber e o pre-
ste demaii penosa, que d'alli bouverem de regretsar !
devendo ot prelendentes apresentar at tuaa propottat
nesla secretaria em cartat fechadas no dia 18 do
correte pelaa 10 horas da manbia.
Secretaria da inspeceio do arsenal de marinha de
Per nainbuco, 11 de abril de 1846. O sicretaiio.
Altxandrt Rodrigutt dos Anjot.
= O lllm. Sr. inspector interino do arsenal de ma-
rinha manda lser publico, que comprara, no dia 19 do
corrente, 40 a 50 pecas de cabo de linbo de primuira
qualidade, de l '/ a 4 '/ pollegadas: deteodo ot pre-
tendes apresentar nesla secretaria, al eise dia, ai auat
propostsa em carias fecbadaa.
Roberto acliuu muito prater em olhar para eaaetirando
trein de rlilharia, retaja aoldadoa coiu aua lusidaa coi-
raca, e seus arcabutea; a bulla e tropel de lo,mena cr>-
v.lli.a o alegrara, corra elle adianto batendn a palmas
com trniiapurir; uiaa, i'iu hu, como aeua pobres prsii-
nhoa oo jiihici jo rcsislir a fadiga, reiu laucar-ae no
br.ieo. ile Vernica, e disae i
Tioili.i mut.1 Tullanle de senlar-me um ponen......
" ramoa a ver, ae te pora. carroar, re*p.*nde Ve-
rnica, abaixandn-se, para que u pequeo podeaae por-
e-llie ,ia coala i po-le aqu, Roberto.
Oh na, ni", dase elle, voaa ja eat m ni lo c-
anla, mulla boa Vernica eu audarei, irei daqni a
Pars.
Aqu rai um rueiiiiiii, que lem a curagrm maior
duque jirruaa, diaae uiu anillado, que oXirira'ealaa
'"i*t paluvras: ^hry.li aqu, niii, cu u purei nonr^ao ,
meu civallu ntu li.i de dar fe de que eu augmento a
Ha rarg ,.ulu ,.aae buitrero.
V'ieitt aaaiitt fallara linba urna desaaa caras bonacho-
nas e ariupalliiraa, a quaea n*u aaaenta farda do ai-
dilo. Ver.nica ronhoii-llie, de bom grado, Rob. rio, e
sriitiu-.e alhviada deluda a fadiga, que rain earidia
"'Va |ioii|ia aeo pequeau, pareceu-lhe, que mea-
Ul" nao catara j canaada ; maa, na pnineira parada,
Cabla riienuada a margein da ealrada, EnUw, um doa
coudu< l.,rea daa oarrrlas, cuinpadecro-ae della, f-la
-otilar aobro uui cailio, e deu-lhe a beber um puuou de
'luto.
Secretaria da inspeerjio do arsenal da marinha dePer-
nambuco, 15 de abril de 1816.
O secretario ,
AUxandro Rodrigues dot Anjot,
O araenal de guerra rompra 200 va.asouras de
timb ; quem aa ti ver para vender mande ao tnrtmo
araenal sua proposta em caria fechada al o dia 18
do corrente.
Directora do araenal de guerra, 15de abril do 1816.
Oescripturano,
Francitco Serfico dt Atsts Carcalho.
a Ot.' batalhso de eecadorea de lnba precisa con
Iratsr o fornecimento de caf, po, attucar, carne tec-
es, feijio, farinha, touemho a arroz: quem taea gne-
ros quiter (ornerer, poder presentir suas proposlas na
ecretaria do haUlhlo, (ru daa Auoas-Verdea, caaa n.
86), oo da 20 do corrente, pelaa 10 horas da manha.
Candido Francitco Ut Sant'Anna,
Alete agente.
PUPLICAgAO UTTERARIA.
ocatPUscuLo
Ptriodico imlruciivo t moral do instituto lit-
tk ario da Baha.
Para eate periodioo, que se publica duaa re/ea por
mez. aubscrere-M a 3j n por temettre, na lirrana da
esquina do Collegio, entreiiando te Ion ot numero
rheg-idos. Conlm interessanles artigos du boal pennas
sobre acienoias, artee e literatura, sendo bem impresso
e em bom papel do formato Unxttrto Pitnico.
Avisos martimos.
asa Para LisL sai, imprelerirelmente no dia 8 de
maio rindouro, o bergaolim porluguez Ttiumplianit,
capillo Paulo Antonio da Bocha; recebe carga e paita-
geiros, para os quaea tem eicellentes commodot: os pre-
lendentes dirijo-aa aot consignatario Olireira Irmios
A Companbia na ra da Crui, n. 9 ou ao referido
capillo.
Frela-se, para qualquer porto do Mediterrneo,
preleriudo-se llamburgo, a barca porlugueta E.-pecu-
lacSo,de pnmeira marcha, torrada e encavilbsda de co-
bre : quem pretender, dirija-te ao consignatarios Ol -
veira I rmlos di Compsnhis, na ra da Gru, n. 9
Para Lisboa aabir com toda a brevidade possi-
rrl por ler parte do carregamento promplo o tin-
gue portuguez Joiephina-Emilia, capillo Didto Ay -
re de Sou>a : quem no metmo quizer carregar ou ir
de paatagem dirija-ta a Nasctmento Schsefiur dt C. ,
na ra da Crur n. 45 ou ao dito capillo.
= Para o Havre sabe, com muila brevidade o bri -
gue (rancei Beaujtu; ainda recebe alguma carga e pat-
sageiroa: os prelendentes dinjio-ie a B La serie &
C. na ra da Sentelle-Velha n. 138.
Para Babia aegue com brevidade o brigue-barca
Generlo, por ler parte do seu carregamento; pode re-
ceber qualquer porcio de carga, atsim como tem bons
commodos pira passageiros: os prelendentes podem ira-
lar com Amonio rmeos, ra da Cadeia, n. 43.
= Para o Cear o bem conbecido e veleiro patacho
nacional Laurentina, forrado de cobre pretende sa-
bir com brevidade por ler parle do seu carregamento
prompta : quem no mesmo quizer carregar ou ir de
passagem dirija-seao aeu proprielario Lourenco Jos
i*>a Mes t fin ra da Cruz, n. 64,
= Para o Porto sabe a barca Bella- Pernambucana,
imprelerivelmenle no dia 25 do crlenle: para carga e
pas.geiros trata-se com o capillo na prara do Com-
inercio, ou com o comignalario Tbouiaz de Aquioo
Fonsrca, na ra do Vigano, n. 19.
Avisos diversos.
aa Aluga-se um segundo andar na ra dasTrin-
ebeirat, com commodos sufficientes para urna familia,
por preco commodo : trata-se no 1.* andar, n. 38.
= Precisa-te, para urna cata eilrangeira neita pra-
va, de um caiieiro, que tenha boa lettra e entenda bal
tante dai lingoat franceza e ingiera, para poder cor-
rectamente copiar nettet idioma : os pretendente di-
rijio-se, com carta lechada, escripia e aiaigliada polot
niesmos, a esla typographia.
aata Precisa-to de um moco portugus, do 12 a 16
annoade idade, e que tenha alguma pratica de vender
fazendaa lora da cidade : na ra do Crespo, n 4, loja
de Joaquim da Silva Catiro. Na meama loja precisa-se
de um bomem chegado ba pouco, para feitor de en -
genbo,
aa O abaizo assignado faz tciente ao retpeilavel pu-
blico, que, (endo-ie manufacturado em tua lojadiver-
sot objeclot para o arsenal de guerra, aulorisou ao seu
caiieiro Vicente Jo.- da Costa para receber a importan-
cia destes gneros, e este recebeo 'da thesouraria geral
um rale da quanlia delli'rs., pastado em teu nome:
e.como o dito V cenle denasie de ler seu caiieiro,e nlo
Ibe lenha querido entregar o dito vale, preteitando o
ter-ie deiencsminhado roga o metmo abano amgna-
do ao Sr. inspector da Ibetouraria geral, que nio pa-
gue aem tua ordem o referido rale, a eom oqoeprevine.
que oinguem faca traniacclo alguma, vitto que elle Ibe
,,-Menee, pois eui.io serem otobjectua delua luja."
Antonio Ferieira da Coila Biaga,
Agencia de passaportes.
Na roa do Collegio,botica n lO.eno Atierro-da-
Boa-Vista loja o. 48, tirlo-se pasaaporle para dentro e
fora do imperio, assim como despachlo se escraroi: ludo
com brevidade.
a Tendo desapparecido do poder d9 ahaiio assigna
do urna lettra da quanlia de um cont e Irinla mil
ris, psisada errt*15 de margo do corrrnle anno. a dous
mezea, pelo Sr. Caelano Pereira Goncalve da Cunha.
prorine-ie ao mesmo Sr., para qus a alo pague, casolhe
seja apresentada, arnio ao abaizo assignado aeu pro-
pnetano, e tambem se previne ao respeitsrel publico
para que pessoa alguma faca negocio com dita leltra,
visto que o dito Sr. Cartano acha-se prevenido.
v cuente Antonio Cotiu da .iiiiu.
=Jos Antonio da Cunba, subdito portugus, reli-
ra-se para fra do imperio, levando em aua companbia
sua tia. Lui/a Leonor da Costa.
A fabrica de sabio da ra Imperial do Aterro
principiou a trabalbar no dia 14, o do dia 13 em diante
uodert fornecer saho aos fregueses de qnalidade su-
perior ao que vem de fora e por preco s-mpre inle
or ao dos arme ens de deposito desle genero.
=s Domingos Jos* Marques tulicitador da pnmei-
ra asegunda instancia, e tambem do foro ecclesiaslico,
mudou a sua residencia da ra das Tnncheiras para a
ra do CJueimado, n. 1V, segundo andar ; as pessons.
que se quizerem ulilisar de seu prestiino, relativamente
aseuemprego, doverao procura-lo at ai 9 horas da
manbia e a larde das 4 em diante que prometie so-
licitar o mais comiaodo que or possivel e com acti-
ridade.
A peaaoa, a quem perlenrerem urnas s ce >s que
dizem ser de arroz e feijio, rindsi em uina barcapa de
Porto-Calvo, a qual as deiiou para ae tirar, e, a p-dulo
do uieiue se lomarlo dirija se a ra da Cruz, veo-
n. 46, que, dando ossignaes certot, e pagando o fretu
e deipezai, serio entregues.
Soiricdadc Iheatral felpomc-
nense.
O thesoureiro avisa aotSrs. socios, que os buhles
para a recita do da 18 do corrente te distnbuem na
ra da Cruz n 43 ; e o metmo f >z scienle aos mes
mos sociot. que cobrar! dual mentalidades.
= O arrematante do imposto de 20 por cenlo so-
bre o consumo das agoa ardentes de prodcelo brasi-
leira arisa aoaSra. que ainda nio agirla dito con-
sumo, renbio laie-lo nos diat 15, 16, 17,18, 19 e
20 do correte na ra Oireita n. 80 lindos os
quaes se proceder na lrma da lei contra os quedei-
tarem do pagar.
= eseja-so sber a motada da Senbora D. Mara
Joaquina de Albuquerque lint do Ihe ser entregue
uina carta do Sr. capilo Fianciaco Joaquim Cardoso .
do halalba i sello do cacadurei.
A pessoa de Olinda que quer vender um par-
do sapaleiro dinja-se com elle a ra eatreila do llu
ario n. 18.
Quem precisar de urna ama com bastante leile .
e bom para criar dirija se ra das C'uzes n 22 ,
segundo andar.
Aluga-se ama caa terrea com commodot par*
urna familia sita na ra Augusta drfronie das catea,
que esta edificando Jote Mara; a tratar oa ra da ( ruz,
no Becife o. 51.
A renda da esquina da ra larga do lio/ario ,
n. 39 precisa de um rapazeslrangeiro, de 18 a 20
annos qde lenha pratica de negocio e d fiador
ua conducta.
Offerece-se urna mulher para ama do urna cata ,
que sabe engommar, cozinbar toda a qualldadede man-
jares ; quem de seu prestimo se quizer ulilisar, dirja-
se ao becco do Aieite-de-Pene n. "14.
= Precisa- te ae um bomem de bom procedimenlo,
que enlenda de padsria amassar e fornear para urna
pedana fra da praca ; na ra larga du No-ano n. 5.
Olerece-ee urna ama aecca para o srrvico interno
de urna casa ; quem de seu preslimo se quitar ulilisar,
dirija se a ra dai Tnncheiras n. 8.
ass O S'. Gherme l'inlo Honriquea quaira pro-
curar una caria, rinda de Portugal na ra Nova ,
n 8.
Quem precitar de um Porluguei moco, para
ensinar as pnineirst lellrai fora deita praca, annuncia .
sua mora la.
= OHerece-ie um moco portuguez, in 18 annoa ,
para caiieiro do qualquer arruuiacao do que tem pra-
tica.; quern do seu |irestirno se quizer ulil-sar, dirja-
le a ra estrella do Rozarlo n 8, ou annuncie.
-= A abaizo atsignsda faz scienle ao respeitavrl pu-
blico que ningueui contrate negocio algum aobre a
casa terrea da ra do Fogo. n. 'iO que se enounciou
a venda, neste jornal em os ns. 79, 80 e 81 ,por te acbar
hypotbecada a metma annuncisnte : e para que nm-
gueni se chamo a ignorancia, faz o prsenle annuncio.
Coai'antma Jacinlha da Multa.
= OSr. que, porcelano, lovou da arreceda(}o da
irmandadedo Kspinto Santo, na noute da procissio
de Enterro um chapeo preto novo, deixando sule.li-
tiiuido-u um oulro usado sirva-sede or destrocar na
tanda do andador Lima na ra das dores o qual
uio ignora quem lot o individuo que assim se portou,
em virludo de o ver lirar do lugar onde elle mesmo o
linha depositado ; porm por nlo saber o lugar da
sua residencia se faz o presente annuncio : e, aendo ,
que em breve eapafo o nio restitua ver o teu ooma
publicado, ao qual te ajuotari o titulo, que lio justa,
mente merece.
= Prccisa-se de um feitor de esmpo, para um en-
genho oilo legoss distante drsla cidade; no Aterro-
da-Hoa-Msta n. 63, segundo andar.
-- I' ii/ein-i- eolebes elsticos, com loda a perfeicio,
e concerlio-se velhos: la>-se e concerla-se qual-
quer guamil fio de sege cortinados de qualquer frilio,
tanto de sala como de cama armaiOea de carnarim ,
e em lm ludo quanto for concei nente 8 tapecaria por
prei;i> eo.-i.iiindo: na travessa da Concordia, n. 13, e n.
6, atrs da torre do Carino por a ra da Concordia.
=i Uesencaminbrao-so 279 rs. em cdulas, de
di floren te valores no domingo das 10 horat at ao
rneodia; quem acbou querendo restituir, dirija-te
a ra larga do Noiario, venda n. 33. que, te Ihe daraS
ossignaes, ou mesiiio a quem der alguma noticia, ae
recompensar generosamente.
aa Perdeo-se desde a pracinha do Livramento al
o lim da ra das Cruzo urna carta, inda de Porlu-
perlencenle a Joo Antonio dos Sanios Andra-
de & irmio : roga so a pessoa, que a liver acbado, o
No reato da ringom oa aoldadoa, aeareadoa pela geu-
lilrzi de Roberto, derlo-lhn do comer, e o eimherao de
earicio. Todoa queran l-lo oomaigu ; maa o que pri-
meiro o hara rroolbido onn.rrvnu-u, e niuito se diver-
ta com a sua parolagem e alegra.
Nlo obstante eata benerolrucia e esles soororroa, Ve-
rnica soffreo croeia agonas duranto eata viagem. Oa
loldxdoa erin eadinbradna papialn todoa a> Ido do du-
que do Guiar; oantaSo rsn^ea alegro e pulilioaa, |aea
oiiiiio : O tymnno huguruole, moitrnndo-ii como judio
inimigo da igreja, eh. etc. Ua (abolloa da seln^liogio-
iiuia ae Ule errivais\.i, a., onrir raaaa blaapliemiaa ; ella
tapara oa suridua, e un fundo da ana alma orara a Oeus,
rinquanlo o prq'uinu Ruborlu, rigozij;iudo-iu de lu boa
coiiipanliia, lepolia como leu nnrulleiru :
Viva a uiiaaa e o Sr. de Guiael
Emfi, 4 Boite, pela drtboraa, entrsrSa em Pa,i pe.
la ra de Vert-Bois, dirigiiidu-se para a crea do Tem-
plo : all Vernica peou-so, o, faieudo urna rerrrencia
au eavalleiro, que condusira Roberto, a maiieira de a-
gradeciiiirnlo, lolllou o prqiieim pol.i oslo, o diaae-lbo :
Ueapcrta, mou menino; aqu lie Paria; na e.la-
una em Paria.
U ineniiu ratrndru rala prlas ritas esouras e deaer-
taa daquolle quartoirlo aolilario.
Nlo rrjo meu pai, diaae elle, ehrgando-ae para a
criada coro terror; raiilu-uos embora d.iqui dopresaa....
Quem be o pal deale tihrrubiui P perguutuu o aot
dado, que lio caridusaueute toudusira Roberto.
O .baiio assignado faz scienle ao respeitsrel pu- obsequio de manda-la entregar na ra do Queimado ,
blico. que Antonio Jos Ribeiro Juniur deiiou de|'"ja de bregeos n. 30. ou annuncisr sua morad,
ser seu caiieiro desde esta data: em consequencia de Alllgu-se OS segundo e lerceiro an-
que, arisa aquellas pessoas,] com quem o mesmo tenba
conlraliido al.uin debito, para que coinpar- i-n na ra
deS. Rita n. 91 a lim de ser pago dentro do pra
zo de 4 diat, depois do qual se nio reiponsabilisa. as
liucilo, 16 de abril de 1846.
Joaquim Antonio dt Santiago Lena.
= O doulor Pedro de Athahide Lobo Moscoso, me-
dico mudou a sua residencia para a ra Nova n. 7 ,
segundo andar, dulronte do oitAo da matriz de S. An-
tonio ; as pessoas, que precisaren) de seu presumo ,
podein o procurar oessa casa a qualquer hora do dia.ou
a noute e continua a curar gratuitamente as pessuas
pobres.
= Precisa so de urna mulber forra sendo criou
la, oude urna escrava para ama de urna casa de pequea
lunilla, que tuba cozinbar ; na ra da Trernpe para
o Mondego, litio que tem a Irente da casa cor de
chumbo.
= Kurtrio da casa do bailo assigna lo urna ataca
de diamantes miudos, obra anliga ; quem' dola liver
noticia oo tenba comprado ou empenhado lenha a
hunda lo de levar na ra da Concordia casa terrea ,
junto a pequea cata do doutor Bapliata que ludo te
pagar invito generosamente.
Joio Germano dt Paula.
- Aluga-teo primei'o andar do sobrado n. 7 da
ra do Queimado com commodos para familia : a
tratar na luja do mesmo sobrado.
Lourenco Jos das Nev remelle para o Rio-
Grande-do-Sul o teu escraro Joio, Camundongo.
Jares da casa n. io tJa na du Trapiche-
.Novo : fallar no primeiro andar do mes-
mo.
aa Precisa-te de dout molequet para venderem na
ra diariamente ; na ra da Praia armasen!, ot. 53
e66.
Roga-te ao Sr. chele de polica, haja de publi-
car, pelo prelo, a chapa do partido praieiro para a elei-
i..1 do! dous sead.oes por etta provincia a Km de te
desvanecer a crenca que se vsi eslabelecendo de que
o mesmo partido lem cicluido della ao seu mais ao-
ligo e genuino correligionario, oSr, Antonio Joaqun
de Mello. U amigo dt um dos inltrinadoi.
-Quem precisir do um bomem portuguez para
caiieiro, ou administrador de algum engenbo peilo
da prava o qual sabe ler dirija ae a la du Rosario
da Uua-Vista n. 2.
= Perdern-se duns plices do thesouro de ni.
20 e 21 de quanlia de 400 rs. cada urna recebidaa
na ihesourana d-kta provincia, e unidat ai mesmal
dusconhociinonlos, sendo um da quantia de 60# rt.
e oulro de 40 rs. dada em pagamento dita apoli-
:es a Jos Antonio de Dliveira a quem perlencem.
= Rento Luiz da Cama e Mello abri eu de pri-
men as ledras, grsmmalica nacional, arilbnujttca pra-
tica, etc. em sua casi na ra Nova n 20 ; e con-
vida aos Srs. pas de familia para, Ihe convindo. eo-
carrega-lo doensino do seus libo, dos quaes afianfs o
promplo adiaotamento.
A'eata to ainiplea perginila Vernica porturbou-ae ;
nlo ouaou dizer a vordnde, e responden :
He um linuiciii bem dosavi-iilurado; cata pobrr
chunca quaai que he orphaa.
Jiaeilcorpo de Oros! iluso o soldado, que nlo
entender o aentido daquellaa palavraa ; ae eu lircaao
mu hilo- cuino rale, por corto que o nao rrnegnria 1
A solb.i pus-se logo a oaiiiiulio com Roberto, para
uvilar oovaa perguolaa. Seulm-ae lomada de terror,
qu.indo ae vio ura-.i i imiena.) cidade, aoaioba, aem aou-
rorro, quaai aem diuboiro, o lio lardo dn ionio, jen
a.ibor precisamente, de que lado dovia procurar moa
poasada, alcan^cu a rua >.....i-.M irini. Lu.... ae leni-
broo ella, que aeu nulo J.i.'io Cnroaillra, n.i a auas via-
Ijona, ae alojara em urna hospedara deaau qii.irloirau.
a qual tinlia por emblema o Fralo-du-tsl.inlio; e, er-
^iii-ii-iii ua oiboa, vio acirua de uiua grande porta,
prato do taiuauhude utu escudo, que luna entro duda
lampcda.
Vernica bateo cora liiiudei n porta, e fierlo-a en-
trar para o primeiro paleo. O eatalajadeiro aprcarn-
lou-ar.
Que tetDiia? quer quer mas, minha amigiiinb P
diaae elle, paaaaudo uuu rala d'olbua aoa sapaloa aujoa,
e tundalo vestuario de Vernica.
Haria eata entrado ooin a iiileucu de confiar a aae
linni'ii) o mou vo da aua ri.igem ; mu o aeu ar eaoarno-
oedor a inaulculo a fu de aubito mudar du idet, e res-
pondeo:
Tonlio necosaidiide de uina puusada niu lora
Yin. nm quarlo ndar-uior
__ Tciibo al doua diaae o oatalajideiro com r de
chacota : um Hca ao lado do doSr. Guala Champdirera,
capillo das guardaa eacocetaa; ncaae fiear Vm. cumo
uina princesa.
Kttl inaolenteironi fer rir com grande gnato doua
arlado, que srguiao o amo com CJati-iea ; ni Verni-
ca eai.iva ni ii i lo abaorrula pola aorle de Joio Ciiroaillea,
para ao dar por ggravada de uaa|.rupriaa1iiiuiilhac3'a.
Meo aeolior, eu nio riiu aqui para d.innir lub
cortina de aeda, di.ae ella, com luin humild egrare;
o que eu Ibe pee., be um canto onde po.sa abrigar eata
p.-bro menino, quo ca de mano o do canaagu.
Aoabare.ua Hlartai slenwbr- ol o rosto encar-
nado .le Robe, lo adormecido, que enco.l-v. ne la.
Jadeo! .Ir.-alradol rerdilri-ialin.. dejudial gn-
tou una rus do honiem |'T u.n j .uolla du primeiro n-
dar, leras tua niania de doaprd.r etia pobre mulltor a
eaau lindi. menino le deahur ? oude quero tu quo
elle 1"? ,
Alil perdiie, Sr. capillo, osolamnii n eatalajadei-
ro be lieui u.indo..... modo de V. eulinritt aierecum-
n.uuil.ir uina boa acyiu. Entre voa- para ooiiuba,
mulber, coreaoeut'.u elle, dirigiudu-sr a Varona; o
Sr. lim de Cluuspdirer, uapiUu daguardas esoooeus,
auu o quer.

\'C*nlin
)


= Ofl recc-se gm rapaz por'.uguez ile 20 annoa,
para padaria ou venda do que lem baalanle prati-
ca : quem de seu preslimo ae quizer utilitar, dinja-r.e
a ra do Caldeireiro n. 60.
Iza bel MariB de Jess re'"" e para fra da pro-
vincia levando emiua comp. i suo fumilii.
= Manoel liento Machado embarca para'o Porto, a
entregar a seu gcnro Lino Ferreira da Silva, oidous
c-.t ihh de Dome Urbano Angola e Domingos ,
crioulo
Precisase de um bomem que tenha bons pre-
paratorioi, e que'se queira encarregar do educar um
menino, distante dela prace 4 legoal; no principio do
Aterro-dos A fugado n. .'I.
= O abano assiinado como procurador bailante
de leu logro, o,Sr. Francisco da Mlva tem autoriss-
doaoSr. Antonio da Cosa Riheiro e Mello para co-
brar as dividas da loja do dito seu sogrn e por is ders o devi'dores a referipa toja salislazerem que se
Ihe levarad ern conta os recibos i>asdos pelo dito Ri-
Leiro. = Joo Xepom'iceno Barroso.
| :-= Manoel Marcellinu de 84edeiros lubdilo por-
tugus retira-se para ilba de S. Miguel.
* Urna mu!her de bons cost umes se encarrega da
criecu de meninos de peito impedidos e deiimpedi
dos ; e lambem recebe meninos pera se desmamaren) ,
no que promette esmerar->e : quem de seu prestimo se
quizer utilisar, dirija-tea ra o a Palma n. 17. Na
mesrna casi vendein-so 3 varas do liico largo com ra-
magem e recorte por preco com modo.
ss Acba-se berta uma casa de pa.to no becco do
Cariocn junto a ra da Praia da qual he dono An-
tonio Domingos Rodrigues; quemoamesma se qui-
;er ajuslar mensalmente, diri|a-se a mesrna, que acha-
ra o mesrno dono ou o seu administrador e cozinbei-
ro, Joaquim Jos dot Santos. Na meima casa se las
superior mi de vacca lodosos domingos e dial tantos ;
pois se promete servir i s bons Ireguezes com toda a
limp'-za promptidio e proco eommodo.
= Antonio Jos- Altes az sciente ao respeitavel pu-
blico que inudou seu nome para A. J. A, de Vascoo-
lellos por liaver ni'.la praga outro de itual nome.
= O Sr, alferes Cantillo Ferreira Madeira queira
apparecer na ra do CJueimado, loja do sobrado n. 18,
a negocio de s>u interesse.
= Albino Francisco Dial retira-se para fura da prc-
vincia.
= Aluga-se o primeiro andar do sobrado da ra
Nova n. 5, com commodos para bastante familia:
a tratar na loja do mesmo sobrado.
Joo Lu/ Das Tavares subdito portuguei ,
retira-se para o Para.
= Manoel Marcellino de Medeiros subdito por-
tii.ui', retira-se pera ilha de S. Miguel.
Na ra do Hospicio, n 17, aula de prlmeiras
ledras, recehcm se meninas pensionistas, e so ori-
no rom lodo o cuidado edesvelo tanto ag primei-
ras ledras como costura chafe e bordado de toda a
qu .lu ule. Na niosina casa vende-se um sitio com boa
casa de pedra ecal por 1:200,? rs no principio da
estrada de Bebiribe ; bem como o milagroso oleo para
alboreas e se ensina ao comprador o seu uso e dieta.

Compras.
Com ora-se urna porco de guano ; quem tiver '
snnuncie.
= Compro-se para fra da provincia escravos
de 13 a 20 annos ; sendo do bonitas guras psgio-
se hem : na ra da Cadea de S Antonio, aubradode
um andar de varanda de pao, o. 20.
= Compra se o tratado de Electricidade por Bec-
querel de 1834, ou o de Arago com tanto que tejo
em bom uso ; qu< m tiver, annuncie.
Compra-se una casa terrea, larga, com bastan
le lundo e quintal em alguma ra principal do bair-
ro de S Antonio ou um s ibrado de um andar e to-
19o que seja novo e tonha as meimas proporedes ; na
ra Direita, n. 36. primeiro andar.
ComprAo-se carrinhos d- mo, novos ou j ser-
vidos ; rn ra do Crespo, loja de faiendas, n 9.
= Compra-se urna harcaca que tenha bom enco-
lamento ; no principio do Aterro -dus-Afogados, n. 31.
= Coinprao-se quartioi e beslaa sendo novos ,
ainda mesmo sendo magros ; no principio do Aterro-
dos-Afo| =: Cunpra-se urna escrava de nacao, moca, de bo-
nita figura que saiba cozinhar engommar e coser ;
na ra da Madre-de-l)eos, n. 9.
Comprad-se un enfeitcs de ouro para cineiro de
menino : na ra Direita loja n. 61.
Comprio-se, para lora da provincia escravos de
ambos os sexos de 14 a 20 annos com habilidades,
ou sem ellas; sendo de bonitas figuras, pago-se bem :
na ra das Cruies, n. 2*2, segundo andar.
= Vende-se ama casa terrea na ra da ConceicSo
da Boa Viita, n. 43; na ra da Matriz do mesmo
bairro, o 35, primeiro andar.
= Veode-se uma preta mofa de bonita figura ,
vioda do Ass ; na ra Nova o, 55 cuja entrada
be pela ra das Flores defronle do escrivio Francis-
ca Joaquim.
= Vende-se louca vidrada de todos o tamanhos ,
com lejio : cacerolas, papeiros, panellas, alguidares,
servidores, vasos para fljres, binos para maoleiga, por
prego eommodo ; na ra da Madre-de-Deos n. 9, e
na ra do Encantamento armazem ao p da cacimba.
= Vende-te uma eicrava de naci, de 24 annot, de
bonita lijura ptima quitandeira ; um mulatinho ,
de 17 annos ptimo para pagem e com principios
decarpina; um cabra de 22 annot, de ptima fi-
gura bom carniceiro e canoeiro ; umescravo de ca-
cao, de 50 annos, com officio de serrador : na ra
datCruiet n. 22, segundo andar.
Vunde-se um preto crioulo, de 25 annos pouco
mais ou meaos, de bonita figura ; oa ra do Queima-
do, o. 4.
rata Vende-te superior calda de tomates, ai libras e a
rctalbo ; na ra da Cadeia do Recite n. 15, loja d>
Bourgard.
=.Vendem-se varios escravos, tendo molequet, ne-
grotas, pardos pardal e prelos, todos de booitas fi-
guras; atrs da maliiz ro andar.
=Vende-se uma preta de Angola de boa figura ,
sem vicios muito moga lava, ensaboa, cozinha e sa-
be andar com meninos e vender na ra; no largo do
Carino, venda n. 1.
Vende-so um trancelim um cordSo uma moe-
da de ouro encastoada um coracio, um cordo gros-
so com 38 oitavas ludo sem fetio ; no largo do Car-
ino venda o. 1.
Res 500.
Cartas francezas, para voltarete, muito
superiores: na ra Nova, n. i5.
Vende-se, por precos rom morios, o
romance complaci do Judeo Errante; as
Memorias de LalFarge ; e as palavras de
tim C rente :' na ra da Senzalla-Vellia,
armazem, n 106.
= Vende-se urna casa terrea tita em FrJra-de-Por-
laidelronte do Pilar, com bastantescommodoi, quin-
tal murado : na ra do Collegio n 16.
= Vende-se mel de furo por prego muilo eommo-
do em grandes poredes, e tambero d-se de venda-
gem ; no paleo da Ribeira loja do tobrado n. 15 Na
mesrna loja vende-so carvao, lenha e gomma.
= \cndem-se dous quarlos bons e por preco
enmmodo ; na travesado Pocinho, n. 31.
= Vende-se urna bonita escrava crioula, recolbida ,
de 14 a 15 annos com principios de coiinha sem
vicios, ou achaque algum ; no Mundo-Novo, n. 58
Vende-te uma prela perfeila engommadeir
costureira e propria de todo o maieservigo de orna ca-
iii u 11 < moca sem vicios nem achaques ; uma
parda de 16 annos, do nonio linda figura ; um tno-
leque de 1-1 annos ; uma negrinha da mesrna idade;
um preto peca de ::() annos, pouco mais ou menos ,
proprio de todo o tervico : na ra da Cadea de S. An-
tonio o. 25.
=Vende-se uma prela boa quitandeira lava de la
bao, e cozinha o diario de uma casa de idade de 30
anuos: na Iraveisa do (ueimado n. 18.
Vende-se o armaiem de tal, n. 40, no Alerro-
dos-Afogados em boa casa com commodos para faroi-
Ij : a tratai com Silvestre Joaquim do Nascimento ,
no mesmo Aterro.
= Vende-te urna escrava de bonita figura cose, la-
va e corinba bem ; 7 escravos, bons para qualquer ser-
vico ; 5 moloques, de 10 a 16 annot e alguns pti-
mos para pagens : na ra da Cruz, n. 3.
Preparos para bordar.
Vendem-se sedes frouebas francezas, de todas at co-
res, em miadas chatas e de fiot desembarazado! ; la
branca e de dar talagarca de varias grossuras ; estampas de varioi
desenbos para modelo para quem se quitar applicar ;
suspensorios e chinelas de talagarca ; bilaioscom prin-
cipios de bordados e varias oulras pecas j bordadas,
proprias para quaros ou cuberas de lamboretes; um
surlimenlo de luva, meias, calcados de todas as quali-
dades para bomem, senhora e enancas cordat de tri-
Pfio para se vender bolinhoi; uma porcio de formal de
folhas; uma grande pedra de marmoro propria para
paateleiro trabalbar com masas em cima; eoutrot uten-
silios para pasteleiro; tudo por preco eommodo: no
Atierro -da-Boa-Vista fabriea de licores, o. 26.
=Vende-ie um bonito nv.loque de 16 annot, bom
pagem comprador e de todo o trrico; uma preta de
20 aonos de boa figura ; um bonito eicravo da 20
annos ; uma mulatinha e ama negrinha de 12 annoa,
propriai para se eduesrem ; um cavallo grande cora to-
dos ot andarc: oa ra larga do Rozario n. 34, pri-
meiro andar.
= Vende-ie, na padaria da Soledade, o. 14, boli-
nhos mui bem fe i los de todas ai qualidadei, para
quem tiver bomgosto ; lambem se arrtnjio bandejas
mui bem preparada!. Na mesrna padaria te offerece
um rapai portugaex para qualquer arraojo.
= Vendem-ie 25 esefavot, chegadoi proiimamen-
tedo Areealy com algumes habilidades, aendo : 12
pelos de 18 a 20 annot; 3 moleques de 11 a 13
annos; 2 pardos, de 20 a 24 aonoi ; 3 pretil, de 20
annos, cosem, co/inhSo e lavio ; 2 negrinhai, de 11
al2anoos; 2 mulatinhat, de 11 a 12 annos; uma
parda de 18 annos, cose engomma e cozinha ; to-
dos de bonitas figuras, por preco eommodo : na ra
da Cruz, armazem n. 51, a tratar com Jos Francia
co da Silva.
Vendem-se 6 escravos, tendo: 1 preto e um
pardo ambos bem robustoso mocoi ; uma mulatinha,
de 10 aonos; outra dila de 12 annos, ambas cosem
bem chao ; urna cabrinha, de 11 annot; uma negri-
nha, de 10 annos, com principios de costura : do pa-
leo da melrii de S. Antonio, sobrado n. 4.
a^ a ^ ^A Aa^tfSj^^iat J&^^aa^S&Jfe%^a^ff^
CAMAS DE FERRO.
Venda-to a botica da roa da Craz, o. 60, defron
le da sacrista do Corpo Sanio ; um possanie' esers,
para todo o servido : a tratar na mesrna botica on
ruadaCadeia-Velha n. 40. '
= Vendem-se inoendas de ferro para eoganhMd
atsucar, para vapor agoa e bestas de divartoa tan,,'
nhot por preco eommodo.; e igualmente taiat /
P'i-
Veudas.
= Vendem se ricas cambraias abertal com ledras de
cret, i rainha Victoria, a 7500 n. o corte ; caisa-cbi-
tas de quadrot, dos rnait modernos goslos e cores fisai
a 4800 n. ; ditas, a 7000 n. ; ditai. a 4000 rs. com
6 varas; cortes de riicados finos, a 3500 rt. ; chitas fi-
nas de ramagem para coberta pelo mdico preco de
200,o 280 rs. o covado ; superiores brins trarcadoa de
quadros de cre para caifas a 320. 360 e 400 rs o
corado ; riscados largos francezei, a 520 rs. o covado;
luvas de algodo escuro para bomem, com principio de
mofo a 400 rt o par ; cortet de chitas pelo barato
preco de 1500 n. ; cortet de cambraias de liitraa de
cores, a 3500 n. ; eoutrat muiiaa fazendas por mui-
to eommodo preco : na ra do Crespo loja n. 8 de
Campos & Maia.
-- Vemle-se algodio mesclado entrsncado muito
recommendavel para roupa de escravos e mesmo para
(rabalbadores, por ler fazenda muito aturativa pelo
barato preco de 180 n o covado : zuarte azul a 240
n.; novos cortes de caifa a 2000 rt.; diloi fios ,
padroes modernos a 4000 n. ; e oulras muilas fa-
zendas por barato preco : oa ra do Crespo n. 14 ,
loja da Jote Francisco Dial.
.= Vende-se uma cama de aogico a moderna e
em muito bom estado ; oa ra do Hospicio n. 36.
= Vande-sa um bote inglez com 4 remos ; um
puarda-louca; um guarda-roupa ; orna correte de ou-
ro para relogio ; tudo novo e por preco eommodo : na
ra da Matriz n. 33, segundo andar.
pa bordes papel paulado para msica flautas, vio
loes, rebecas, claiinelas, methodos para os dilu ins-
trumentos; e outras mais fatendas que coslumeo ler
as lujas franceras : na ra Nova n. 9, loja de Domonl.
Tresse tendo de retirar-se, faz venda de seu li-
tio em S. Amaro, com duas caas de pedra e cal, uma
grande com soto com comoiodos para grande fami-
lia uma estribara casa para gado, fumo, boa agoa
de beber 5 viveiros de pene, muitos pe dearvore-
doi de (rucio pasto para ler aonualuieole 6 a 8 vac-
cas de leite liana para capm ; e vender lambem
uma casa terrea sita na ra larga do Rozario : estes
predios sio de terrenos proprios: os pretendentes di-
rijio-se a fallar com o mesmo proprietario no mesmo
itio em S. Amaro na estrada que ni para lie-
lm onde lem uma laboleta.
= V ende-s'- a padaria do Corredor-do-Bispo o.
8, prompta de ludo e bem afreguezada : a tratar oa
mesrna padaria.
be Vende-se um boi pertencente a uma carroca ; no
Corredor-do -Kispo, n. 8.
Vende-se urna armacio pequea propria para
qualquer negocio principalmente para venda por
j ter servido nmte nogocio e o aluguel da casa, onde
ella est collocada, be em conla ; na ra estreita do
fio/ano n. 6.
Vende-se uma prela de hoa figura de 36 annot,
lem vicio algum ; oa ra larga do Kozario, n. 50.
Na loja da esquina da ra do Collegio, com frente
para o a/co de S. Antonio, vende-se retroz do Porto ,
prelo, azul-ferrete eiortido em cores, em libras; meiai
curtas de linbo feitas em Braga ; bom papel almaco
branco ; tudo por preco eommodo.
= Vendem-se 5 molequei de bonitu figurai; na ra
da Cadeia do Recife loja de Jlo da Cunta Maga-
hiei.
=Vei>de-ie um Uboleiro todo covidracado, pro-
Vendem-se camas de ferro en- S
vernizadas, com armaces e cortina-
I dos. de varios tamanhos, sendo u- S
4 ma para casal : os pretendentes di- 6
f rijao a Luiz fiorges de Siqueira, na J
4 ra do Vigario. >
? *
= Vende-Se uma parda recolbida de 16 aonos,
le bonita figura, com boas habilidades e lem vicios ;
ao comprador se dir o motivo da venda : no largo da
llibeira, aobrado n. 19.
= Vende-se, por barato preco um pequeo litio,
em Ierra propria com casa de vivenda coqueirot ,
banho a porta muito fretco e muito perloda prc,a ,
por ser no Remedio ao lado da Pastagem : na ra de
Agoat-\ erdes, n 21.
Vende-te farinba de S. Mathem, a da Ierra en-
saccada. ou pela medida velha ; imlbo novo; fejo
mulatinho; tudo por preco comusodo : no armazem
de porta larga no caes do Collegio.
as Vende-so uma parda moca sadia, lem vicioi
nem ai baques cose, engomma e lava de sabio ; na
ra da Aurora cata do coronel Joaquim Jos Luii de
Souza.
Contina a estar venda o sitio
dos Afogados, que foi do finado Joaquim
Ignacio Concia de unto : quem o pre-
tender dirija-se ra Direita, casa de
um andar, n. 56.
Vende-se, na ra da Cruz, n.
6o, armazem de Fernando Jos
Braguez, ra da Cadeia do He-
cife, cera em velas, recelada
ltimamente de tima das melho-
res fabricas do Hio de Janeiro,
e he de ptimo sortimento, por
ser de tres at i(> em libra e por
H preco mais barato, do que em ou-
tra qualquer parte.
Vandem-ie noves corles de fazenda indiana, imi
tando seda o mais superior que tem appareeido ,
tanto pelos bonitos padroes como pelaa cores fitas e
pela muita durarn seu diminuto preco be 5000 rt.
cada corte ; mantas do seda para senhora as mais su-
periores que teem appareeido tanlo pelo bom gos
lo como pela boa quelidade seu prego be de 3000 a
\i) ri, cada uma ; urja de teda prela para vellidos,
a 1440 rs. o covado; dita bespanhola, larga, muito su
perior a 2600 rs.; meias de seda preta para bomem,
a 2000 rs. o par ; ditas de algodio, pretal imitando
eda, a 320 n. o par; meias de linbo para bomem e
muito finas a 500 re, o par; luvas pretas sem dedos,
as maii superiores que ha a 1000 n. o par; casimi-
ra! muito encorpadas a 900 rs. o covado ; ditas els-
ticas muito superiores, e de duas larguras a 4200
rs, o covado ; cassa-chitas muito finas a 3000 rs. o
corte; ditas mais superiores a 4000 rs chales de
teda do mait rico gosto, que teem vindo ; cambraias;
parisienses; chitas franceai, largas e ealreilas para ves-
tidos ; chales de lia mudo boa lazenda a 3200 rt.;
brirn de linbo com listrst azuei proprio para bomem
de officio a 280 r. ; asum como um bom sortimen-
to de lazendas para calcas ; e oulras muilas (azendas ,
por prego muito em conta : na ra do Crespo loja no-
va n. 12 de Jos Joaquim da Silva Maia.
- Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve
Iha: na fabrica da ra Imperial,
n. 7; ra Direita, n. 53, venda
de M. Miranda; no Aterro-da-
.Boa-Vista, fabrica de licores.de
Krederico Chaves; e na ra do
Trapiche, armazem de molhados
do JNicolle.
ferro coado e batido de todoi 01 tamanhos : Da
ca do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Cilman'u
Compaobia ou na ra de Apollo armazem, n. r
Vende-se vinagre tinto a 45,000 n. a pnt V
to branco a 35,000 rs. dila : na ra Imperial,
j= Vende-te potaisa americana, ltimamente che'
gada em barril grandes e pequeos; lencos preta,
de teda da India ; telim prelo de Macao ; telat de ,-
permacele de 4, 5 e6 em libra ; cera amarelU t|"
godlo grotso para saccot; todo por prego eommodo
em cata de Matheui Aottini & Companbia na roirf
AI(andega-Velha n. 36.
= Vende-se uma com moda de amarello nov >..
prego eommodo ; na ra dai Cruzei, n. 12.
Vende-se um preto perito oflicial de tinoeiro 0
qual lambem serve para pagem por ler uma elegii,
figura ; no Aterro -da-Boa-Vista, n. 58.
Vendem-se 3 pares de brincoi, 4 conl$.| i
annelSe 3 Irancelina, '2 correntei para relogio, a
relogioi de ouro 'salva de prala e outraa aiataf
obrai de ouro e prala modernas por prego oommo.
do ; umi cadeirinba de bracos uma mana de 11.
do um panno para meta ; pratoi, a 880 n. a duoi -
ca-ticaes de vidro, a 1440 n. o par ; orinoei a 2401
32o rs. ; queijos, a 960 rt ; (oucinho de Liiboa i
240 rt. a libra e oulros muiloa u'njectos de vend
por prego eommodo : na ra do Bangel, n. II,
Vende-ae, ou permuta-ie uma cita na rui di.
Gloria, n. 81, com bailantes commodos para umi fi--1
oiilia ; a lber : 2 quartoi, uma alcoia lila adianlee
airas, cozinba fra quintal murado, com sabida-pi-
ra tris, o com sua competente cacimba ; oa ro do
Cotovello, venda n. 31.
Vende-ie um torrador em bom oso ; ni ro di
Sonial|a-Noa, refinacio n. 4. 9
= Vendem-ie pennai de escrever muito bol, i
3200 rt. o milheiro a dinbeiro na ra da Cadeia do
Kecife loja de Joio Jos de Carvelbo Moraei.
=z Vende-se urna preta do Angola de 24 innoi,
dmuilo lidia, sabe cozinbar e engommar, e fuer ten-
as e eniaboa muito bem ; na ra da Cruz no Re-
eife, n. 62.
= Vende-se um almofarit, com seu pillo, ou mi
de gral enerado dai duai handat ; uma comet de }
pniei, muilo hoa com seu competente merhodo ;
uma espingarda de espoleta dedouslirot, muilo Loa:
oa travesa da Concordia n. 13.
Precos moderados !
Vendem-se, na loja de Guimariei Senfim & Compi-
nhia ns esquina da ra do Collegio, com (rente pan
o arco de S. Antonio, ai segundes lazendas: chilu
francezas, com quatro palmoi e meio de largura i
300 rt. o covado; ditas dos mesmoi padrdei miiburkn,
pelo referido preco cima : aquellaaaiode uma so cor,
teem desenbos agradaveil, e sio mui proprin pan vel-
lidos de meninas ou para robe de chambres de senho-
ra ; e oslas lio de padroes inleir menle novoi : lilo
umat como outras sio de tintas fininimai e os iros
pannos leem a consistencia do linbo : chitas ingiranla
sollrivel qualidade a meia pataca u covado ; ea peta
por 0(1(10 rs. ; riscadinbos largos e tecidos, a 180 ri. ;
riscadinhoi largoa de chadrez a 240 rs.; diloi turcoi,
a 320 rs. ; luvas de seda sem dedoi, pretal e de corc,
propriai para senhora a 240 rs. o par ; panno de li-
nbo da ilba com uma largura soflrirel, a 800 rs. i
vara ; pannos finos de cores, a 4800 n. o covado ; dito
preto, prosa de limao da lubrica do bem acreditado
Abra barr liolh de Mancliesler a 9000 rt. o covido ;
tedas de chadrez', proprias para vestidos, a 1440 rs.;
princeta preta com 7' palixoi de largura a 128" ti;
franklin com a mesrna largura, a 1280 n. ; cassai con
chadrez decores proprias para cortinados, a 400 a
a vara ; dita adamascada larga com ramoi de cores,
a 480 ri a vara ; camhraia lisa azulada a 400 n. i
vara ; papel de machina a 2800 is. a resma ; sarje
ppla bespanhola ; telim preto de Macao; sarja de cor-
dio levantado propria para abas de sohre-casacil l
casacas por ser a que se usa na Europa ; cortes de ca-
simira franceza elstica para caigas; tlelas deco-
res e preto ; chales de leda chegadoi ultimamonte di
Fringa ; mantas para senhora de setim e escocesas,
das mais modernas; lencos de seda para homem e m-
nbora ; meias brancas de algodio inglezas dep-
lenle ; ditas de fio da Escocia abertas ; ditos de sedi
preta e branca ; chapeos de sol para humem etenliorii
meias curtas, de linlio do Porto ; damaico de algodioe
lia ; brelanba de linbo lino ; eiguiio de puro hnbo ;
volantes ; galoes ; espiguilbas ; e oulrai muilas lazen-
das, conforme o indicado na epvgrapbe deile annuncio,
= Em caa de Fernando de Lucca na roa do Trapi-
che, n. 34, acaba-so de receber o lexuinte : amenii,
ceri jai, paisas tniudasdeCorinlho:eonseivas, comofrue-
tas, pesegos, morangos, cerejas, etc. ; legumes am l-
tate nutras, como pepinos em vinagre, aieilonai"
libras iuperior cha bvtion e gumpowdre. dito p"'
(louebon), vinho dai leguinletqualidadei: Sherryi, ><*
laga, Madeira, do Porto, do Rbeoo, bordeaos, HaOt-
Uerssc, Cognac, licores da diversas qualidadei. ain-
te doce superfino, charutos regala e de Manilbi dot
inelbore fabricante! e outros obj-cloi; tudo por preC0
acommodado, em porcio a a retalbo.
Escravos Fgidos
ssa Fugio, no da 14 do mez panado, do iimein
de porta larga, do caei do Collegio um escrito pir-
do de 15 annoi pouco mais ou menos saeco
corpo cor amarellada ; levou caigas a eaini" u6 '"'
oado azul : quem o pegar, leve ao dito armaiem 1U
era goiietuxiiieuie ratificado.
=. Fugio. na noute de 7 do crrante umi *,cr'"
va de Dom- Joaquina de nacao Beoguella, allur< ,e~
guiar cheia do corpo peituda com um ugoal P"'
to da bocea, do lado oireito com uma marea prela em
cada brago no lugar do pulso um calo em cada pa B0
lugar dos tornozellos: qunm a pegar, leve a rus do Ca-
Uu.a luja de cera ou aa ra do Brum ns. 6 a o.
PERB. j NA TTP. DE M. F. DE FAMA 8qO


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