Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08249


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Full Text
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wnp
Atin de 1846.
"5 k rZ'nM?8 Pr luariel pago.da-
tura he de VWO o I liant sao ib-
""'"Vf.SdeVo ,. por liona. 40 rs.
'"Inodiffe nte, cas repetlcoe pela ine-
r5eyW" nao forem asignantes pagno
'. pVrUnha.e 160 em tyP0 diferente.
PHASES DA LA NO MEZ DE ABRIL.
Torea feira 14
PARTIPAS DOS CORREIOS.
Golanna, e Parahyba, "Segd." e Sexta feiras.
Rto Grande do -orle, chega as qu.rias
elrasaomeio dia, e parte as meainat ho-
ras as quintas feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Macey, no 1., lie 21 de cada mcz.
(aranliuns e Bonito a 10 e 24.
loa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria as quintas feiras.
Diinda todos os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 7 h. e 42 minutos da manhaa.
Segunda as 8 h. e 6 minutos da Urde.
de Abril.
Anno XXII N. 8*.
das da semana.
13 Segunda gildo, Agathonlca Qulntlllano, raro.
14 Terca 2." Oitavi. Ss. Tiburcio e Va-
leriano, min. .
15 QuartaS. Balitea, aud. do I. do civ da
2 v e do J. de pU do 2. dist. de t.
16 Quinta Durao, aud. do J.dosorph.edo
J. M.dalv. ,
17 SextaS Elias, aud. do J. dociv. dal. v.,
e do J. de paz do 1. dist. de t.
18 SabbadoS. Galdino.aud. do J. do clv.
da 1. v., e do J. de pai do 1. dist. de t.
19 domingo da Paschoella, S. Scrates
CAMBIOS NO DA 11 DE ABRIL.
Camb. sobre Andrs 26 Vj "- P; '/ m A'
Part 350 reis por franco.
. Lisboa 105 p. c. pr. por mrz.
Desc. de let. de Nll^>M%|'S
0roOncas hcspiuholas MVOO a 3IJ0UU
. Moeda de 64-400 vel. IttffOO a 7WJ0
de6^400 nov. UitnO a 10 500
! de4000 8/M0a 00
Pra , p,..--c CoHiinnares IfmO a
l icxicanos 1/920 a,
Praia Miuda. 1>G80 a
I 11711
2tioo
1/04
1/740
Acetes da C do Beberibe de 50|000 ao par.
DIARIO DE naNAMBUCO.
PARTE OFF3CUI..
Governo da provincia,
nnoieim no ni 3 no co*eJT-
EXTERIOR.
OOIoio-Ao dr.emb*rgador pr..r.nrdiir da coro*. ....
Jrl .of..end.-oi..n.l. etigindo sea P-'ecer er-
rTr.-du.ee.., <\> mZ 1*1.. con.u.dmle .1.. ilh* da Fernando, e in.pee-
tor d ihe.ourana da hienda, propio .. nom1.ii..ri |r*.
prior para os reiicimeiilus das pragia riaqtiello pre-
sidio. ...
Dito\oj.iii relator dn junta de justici, tran.mit-
lindtf firode.cr .la-Biiitivanieiitr juagado, o proco.-.
do anillado ,1o segundo batallilu de antillana a pe, Ma-
nuel Ferreir. do DI*oimento.
Dit..A' eamars monieipal do ftenife, declarando,
que de.|*B, que d"or em dia.tle se hntiverem de
fatcrcutnacompanlii de rib'iriiili.. dereen estir eni
propnre* con. a quo,. de 1:000$ "., que redimo
a lei provinoul n 446.
Dito A' J... Fr.nci.no L'.pes Liro, determinando.
que:.....H' -i-'l. que o a.ib.tilui.i no nominando *i se-
gunde balalliio da guarda nacional de Natarelh, fi{
entrega deludo, qnaulu ero seu poder cxi.lir, a.i ntes-
, balall.au perteucente. Pirlicipuu-ie au ebefe da
legilo de Naisreth.
PortaraNomeando snpplentes do joii municipal e
de oruhao. do lermo do Flores: era primeiru lugar, a
Victorino L-pe. de Barros eni segundo, O e.oronel
Francisco Barbos* Nogneirv, em teroeiro, ao tenente-io-
runel Al-nio Xaiier de Moraea ; em qurto, i Antonio
Morae. d.i Barros em quinto, o uiajor Manuel Vioeiite
dsC..nhio em sexto, *o espitan Manuel Rodrigues M-
ri,._ptrlicipou-ie su presidente da rel.oao, ftu in.pec-
tur di th'esouraria da ratead*, ou ji.it de direito, e
municipal de Florea, e reupcciiva camsra.
DitaAo director do arsenal de guerra, determinan-
do, que au commandantc superior interino dn guhrda
nacional do Olinda e Igoarasni mande forneeer, para o
eiqoatlrl da ultimo destea municipio, nm clarim eum
etlaud.rte com o respectivo appnrellio, Parliciptou-se
ao commiudante superior interino da guarda nacional
deUiinda elgusrasc.
dem do da. 4.
Offleio Ao Exm. presidente do Rio-Grande-do-
Norlu, par* que declare, se Ihe conviu o aieile doce,
que encommeudoii, pelo precn, indicado pelo inspector
interino do rseual de marinlia no odioio, que ll.u en-
via.Pariicipuu-scao inspector interino do arariiai de
msrinlia.
DitoAu director do arsenal de guerra, determinsn-
do, Uate de remetler pora a proimias do Norte pos-
tor, que, ofim de ser por ellas distribuid!, linda so a-
cba em deposito.
DitoA" momo, autnrisando-n fascr organiaar pela
maneira, que indio* em flloio deala dala (4), as doas
comas, que. do alinotarif.ido daquelle or.ensl exige o
directol da fabrie da plvora nacional. Psrlicipou-se
ao mencionado director.
DitoV cmara municipal desta cidade, declarando,
que Ihe na., pdde ailar franquear a planta da meailta
ridad, por exi.nreiii so mente o* seoietariu ss folhas da
du l>.:irro du Kecife.
DitoAu presidente do concellio geni de salubnda-
de, t.ieuliaiidu leosapn d* guano iirrsss*rin para as
printuirsi oxpertei.oias, nesta prosinoia, da sus bei.eftcu
iiiHueui'ia sobro a elephaulii'ais.
Portara Nouiranilo supplenles do juis municipal e
d'orphaos do termo do B"inlo :em pnmiiro lugar,
ao bacharel Jo> Ti>eodro (lordetro ; ero segundo, <>
capillo Luis Jo. de Vasroocfllos ; em teroeiro, ao nta-
jur Antonio Irmira de C.rvallto; em i|oarlo, ao coru-
n.'l Marlinho dcM'-llo e Alboqeri|ue; em quinto, ao
nt.j .r Mauoel J"o Marque Lina; e em exlo, ao capi-
tl.. Pedro Ferreir L' it. Psrlicipnu-sa ao presidente
da rclar.o. ao in.peclor da ttiesourari* ri* fatenda, ioi-
ntara do Bonito, iu junde direilu respectiiu, eaujuti
uiunicipal.
PORTUGAL.
CBREMom* .
daimpot'fo do barrcli e*rd>*ahcio a Sm Emijun-
cia o enrdso patriadla d Liiboa, O. Guillmr-
m* Htnrmut de Cartalko que leve lugar na real
eapella que Sua Magettade a rainka leve no
igreja parochtal de Sania Marta de Beln, no di
mngo, 15 de fnvewro de 1846.
Havendoo governo de Sus Magestse Fidelis'ims a
rainh*. Seobori Don. Mari* II. pedido i Sants >
rostolics o bsrrete d-eirdeil pin o Senbor D. Gui-
Iherme Henrtque de Csmlbo. pilrisr, h* confirmido
tleLtibos. o santo padre Gregorio XVI. annumdo do
boa sonlade sos otos dn Sua Magostad Fidelissima.
cteou esrdeal presbytero o mesmoilluslte prelado nocon-
sislorio.que lose lugsrem Roma no da 19 de jaoeiro.e
por latir apostolicsi ds mesms dat, dirigidla a Su
K.ninenci*. Su. S.ldsde se dignou de Ihe parltcipsr
. iui nome.cao e elesscao d.gnidade cardmalicis ]
Poroulrasiettrasapostoliosi da mesm data, dirigidas
ao eminentissimo prelado, e que comeco iesr grayit*
simal, que lorio presente a Sua MsgestsdeFidelusima,
o goterno pontificio faz a perticipaco official da ele-
aeo -lo senhor patnarcha de Lisboa i dignidad car-
dinalicia. e acredita o llulrisiimo e reverendsimo
tnonsenhor Lourenco Barili. cubiculario de Sua Santi-
dad, parante o governo de Portugal, ablegado do
anlo psdre. para apresentsr o barrete de purpura^ que
Sua Santidad msndou pilo preolsrusimo cavalbeuo
I). Eugenio, da cata do principo Ruspoli, guarda no-
bre dosummo pontfice. De ordem de Sus Santidad,
o Sr Louienco Barili pedio ser apresentado a Sua Ma-
gektsde Fidelissima, e. sendo-lbo concedida audiencia,
pedio o Sua Magostada a rainba, em nome do santo
padre, que se dignasse da por o barrete cardmalicio ao
Sr. patriarcha, e que bouveise por betn designar o da
e a hora para esta ceremonia O excellenlissimo e re-
verentlissimo srcebispo de Berilo, internuncio apostli-
co nestes reinos, apresenlou a Sua Magestade no da
i, pela urna bo i tare. o ;!!us'..>o uiousoubor
ablegado. t '
Sua Magestade Fideliuim designou a igreja de r>u-
ta Maris Je Belm para a coremonia religiosa, opaco
de Belm pata a audieocia ao novo cardeal. odia, 18
de hveieiro, e a hora, as de da manhaa. E querendn
Sua iVIsgesIsde a raioba dar uai publico tesleniunhodo
alto apieco. em que tem a peisoa de Sua Santidade e b
grsca leila ao illustre digno prelado, cujas virtudes
Sua Magestade tem em mu i ti conti. ordenou ios cus
ministros, que esta ceremonia fueise com a maior
pompa e publicidad poisivel, ordenando, queie man
dassem coches ds ma resl casa, para que o novo cardeal
e o ablegado de Sua Sanlidadi oisem cooduzidos i ea-
pella real e ao paco com a maior dignidade.
Estabeleceo-se na igreja de Sants Mara de Belm a
real eapella ; foio convidados, o corpo diplomtico,
as deputscoes da dual cmaras legislativas, os grandes
do reino, o ministros e conrellieiros de estado, o pre-
lados, os camarists, o officiaes more da cssa reral,
inejudanteidecampode el-rei, e toda a corte. Uin
eaquadrao de cavsllaiia imposto de guarda de honra
para acompanhsr oeminentissimo cardeal, eo illuslris
simo moi.senhor ablegado. Um guarda de honra com
banda ira foi collocad* i porta da igreja de Belm: os
soldados da guarda real dos arebeiros guarnecern o
cruieiro e entrada da real eapella Neiti eitsva levan-
tado o tbrono da raioba, junto delle urna credencia
ricamente armada, com duas salvas de ouro, cobertas
de um rico vode elm csrmesi, semesdo de esliellas
de ouro; delronte do Ibrono urna rica cadetra de vellu
do carmes, agaloada do ouroe alinofsdada, sobre um
estrado, e um genufleinrio, tudo para o minentissimo
prelado, junto do estrado urna esdeira para o mon-
senbor ablegsdo. Sua Magestade eonvidou para assis-
ttr ieeremonii, e torna la mas pomposa, a sua augus-
ta lia, a erenisima senhora inlaota D. Isabel Mirii.
CLAUDIO STOCQ. (*)
pob JXimt. Clj Rfjjboui, .
III.
DINBNUa
Caminhava, no tiolro da, muito cedo, Claudio Slor.q
para Cliaulilly. Nea poa terreno, qtie.separa esta
'illa da pequen* cidado de Spolia, era quasi inlriramen-
te coberlo do bu>que. 0 eaiitinho, estreito e pantano-
so, faiia mil Tolua por entre as errores ; em ceno* lu-
gares desapparcoia as aguas de algum riacho tresbor-
dado. ou ti'uiti claro da floresta, cubarlo de man.
Claudio Stooqe'nraivaa-sO, eaperiav oo*allo *s-
pursdis porque se havia desenosniiohsdo nessa flurea-
() Vid Osan n.' 81.
e a seu cunhado, oiereosiimo principe Leopoldo de
Saxe-Coburg-Gotta. Sua Magestsde Imperial, a Senho-
ra Imperatriz Vtuv, do Brasil, e duque* de Uraganca
(oi convidada por Sua MigotUde a raioba, mas, por in-
cbmmodo, oio pflde assistir.
Pouco depoia das des horas chegrlo Sus Eminencia
igreja de B lm e o illuslrtsnimo momenhor ablegado
num oocbe da casa real, puchado a otlo. e nelle o bar-
rete cardinalicio. Sua Eminencia loi recebiJo com as
honras militares devidss a sua alta j-rarebia. Apoi des-
lecocbevnha um coebe de estado da emioentisitma
mitra, seguia-se outro coche da cas real, puchado a
seis, com o mordomo e estribetro de Sua Eminencia,
logo depo outro coche puchado a sai, com o ecrela-
rio e gantis-homens de Sus Eminencia, e no litn o se-
cretario da cmara patriarchal em urna carruagem da
mitra. Adianto ia a guardada honra di cavallana no
msior asseioe lu/mento. A este tempo eslava na tri-
buna o excellenlissimo e reverendsimo arcebupo de
Berilo, inlerouncto apostlico, e o corpo diplomtico,
e numa granda tribuna asdeputacS'S das cmaras dos
dignos paros do reino e dos joborei deputado da na-
(0 porlugaeis.
Sua Eminencia foi recebido i porta do templo po-
los excellentissmos. marquex da Fayal, lervtndo de
capitn da guarda real, e conde de Penafiel, servindo
de meitre-sala, por muitos grandes do reino, e pelo
.oncelheiro esmoler-iuor da rainha, acompanbado de
todo os capel le de Sua Magestade, e pelos reverendos
priore de Santa Mana de Belm e da Conceico Nova.
Sua Eminencia recabeo o hyssopa da mo doesmoler-
mor, e le* a aspersiu. Forao condu/idjs i capaila do
Ssntiisimo Sacramento, onde fierio urna oreco. su-
birio capella-mor, onde o illustristimo ablegado de-
positou as salva da ouro o barrete cardinalicio, e as
ledras pontificia, e este objectos loro cobertos com
0 veo de seti.n carmoji. Sua Eminencia e o monsenhor
ablegado tomaro assento no lugares, que Ibes es'.avao
destinado, logo chegou Sua AlteiaReal. a lereniuimi
infanta D Isabel Mara, e pouco depoia Sua Alien Real,
o principe Leopoldo, irmao de el-tei, que lorio con-
duzidos tribuna real.
Enlo o concelheiro emoler-mor, a quem o govern
commi-lldra a diieccio da parte religiosa nis, foi ao paco de Belm participar a Sua Magesta-
de que. ludo eslava prompto Era quan meto da,
qoindo Sua Mageslade. e Aliena chegaro a Belm.
^uas Majestades e Sua Alteas, o principe real, o se
nhor infante D. Luir, duqu do Potto, lao no mesmo
magnilico coche ; iao noulro as dama camarista, e
num terceiro coche, o marques de Santa Ira, camaril-
la o v.scnndedeCampsnuaa, ajudanle de campo de
el-re, e o bario d Treberg. ajudante de campo de
Sua Alteza Real, o duque Fernando de Saxe-Cobourg-
Golta. cardeal patiisrcba, os duques da Terceira e
Palmella.os ministrse concelheiro de estado, os-gran-
dei do reino, cimarislas. ajudanlesdo campo de el re.
o titulares, pares edepulados.aduquesa caniare.ra-ntor,
as damas, todos VerSos porta principal, receber a Suas
Mageitaue e Alten. 0 cardeal patriarcha fez upar-
saocoma.goa benta. e o prestito ciminl.ou para o al-
tar do Sant.ssimo S.cram.nto. onde, tvndo fe.lo breve
or.cSo, o prestito foi a capella-mor, onde Suas Ma-
gestade e osdou principe., seusaugustos ho lomt-
rioo lugar no Ibrono, o cardeal, o ablegado tomaro
os seus lugaie,e.ol.t.da venia, cotmcou 11 mis o reve-
rendo beneficiado joiquim Eleulerio d Sou.a ^e6.aU
c.pellSodeSu. Migeitade, e tbe.ouretro-mor da rea
Dito o evangalbo, o emoler-mor deo-o a bejar a
Sus Magestade e Altera*, e o beneficiado Henrique
Desiderio o deo a beijra Sua Eminencia. Rerel.erao
>ua M*g*lde a paz, beijando o porla-pax. que
Ibes apresenlou o moler-mor, e Sua Eminencia le/
o memo. Ante, da hencSo, o celebrante pediolicen-
ca a Sua Eminenra para abeocoar o crcumstanles, o
que Ihe foi concedido, e Isncou a benco para o lado
opposto a Sua Eminencia, conforme a litburgis. I
bada a miisa, retirou-e o celebrante par a ncritti*.
Sua* Magestade e Alteza untario-ae nothr.no, o
cardeal patriarcha na sua cadeira, e a corte no seus lu-
gares. Logo o illuslrissmo monsenhor iblegido Lou-
renco Barili tirou da salva o breve pontificio, que
comnea inlar jravinimoi, obervou-o bem, eoentre-
gou ao reverendsimo parocho do Louroto, aervindo
de notario apostlico, que leo om vos alta os prsenos
de Suas Magestade e Altera e da corte. Acaba la a lei
tura do breve, o illustrissitiio ablegado, chegou de-
fronto do throno, e, feila reverencia a Sua MagetUde,
a rainha, recilou com desepib.irsco, respoito e energa
o eguinte discurso en lalim (*) Qua bonum forlu-
tiitiiui, que sit, regia fidelisima, optatit Gregorii
XVI Polilil'-it Miximi obtecut, purpureum bir-
retum viro minentissimo Gutllelmo Henriquez d
k Csrvilho voleos impone, quem Sanctita Su, pe-
te late grevem doctrioa moribusque praistaolem ia
u patrum cardaalum collegium cooplavtt. Taoto
ipsedignatus bonore, qua' | un ilecolom meni coo-
silii plons et pectata fi J spondet, mpeniiu* peifioiel,
eoque duce cohors sicra iicerdotum adsuatis mini-
u terii sui omcits majori ilacnlate, sic incumbe!, ut
verbo el exemplis pacem caritalomqueedoceat et re-
te ligioni amorem, legibus obedtentiam, publicas me-
te tnritali obsequiam concibe!.
Age igilur, regina fidelissima, et quonim tater
ee cielers, qua; tuurum pipulorum bono proapiciens
ee summopere cupis, Majestati* Tuie, tudium pras-
,< colit, ul in anliquim virtutum uzilanus cleru e*-
citolur egre^iisque iterum florea! faclis; eminen-
te lisiimu patriarcha Cleri ejusdem decus el lumen,
,< lauslo summi pontifici et Majestati Tuee in eior-
te nsndisilliu pro meritucooteoau, hoc tublimit igoi-
te tatis insigne accipiet. a
Logo o minentissimo prelado chngnu diante to Ibro-
no, a|oelhando sobro urna rica almofada, recebeo S. M.
Fidelissima, a rainha. das mo doillu nhor ablegado de S Santidad o barrete de purpu'a, e o
pi sobre a cabeca du omit nlissimo cardeal. Sua E-
tninencia l,vntou-se logo, e, tiran lo o brrale, feila a
Suas Mageslades e Altezas profunda reverencia, fallan-
do cum emoli a soberana, e da maneira amis res-
i- peilosa e grave, disse o seguinte :
n Senhora A singular benevolencia, com que V. M.
foi servdsolhar para a mitiha humilde pessoa, e a raal
munificencia, com que *e tem dignado honrarme, en-
grandecer-meeexaltar-me, apparecem como maior ei-
plendur no dia de boje, em que eu, debuto di mu il-
la e poderoia proteccio do V. MageiUde, lou elavado
la sombra e fechada: mol, ja muito cima do hori-
nute, intlca-lho a *ppruxim*C*o do meio-dia; c, como
.-He era grande catbolico, muito o atormentava o recelo
de na ouvir mifs* ero dia de paschoa.
Alm deate cuidado, aind* oolro o oceupiv; alg-
m tetes aparta** bre n peitu o lvrn, que ni ve-pera
apanhr* em cas. de J.* C.raille, e ooiii os sobr o-
Ihos frantidoi, e o* labio cerrados rourrourava :
_ Ah| esso humero ura Dos em francs;.tem
mesa um prto de c*c*. n* vesper* do anlu da do pas-
fliua ; he desaBar segunda vet corda, de quo j eca-
pou; e desla vet..... .
De repente ouvin Claudio Stocq ao longe, por bailo
:!.-.s arvore, algumas tote, "J" eanu.ao .....auna-,
Depoi un. dellaa aomente re echoar na bosque i>'-
roeprutuiidus lltos de secuto ret.oi. o lime do Cl.nslo, notonoao do
inferno e d roorle. Claudio Slocq, dibrut.d.. sobre o
,,eccudocavallo. oscutou por algutu lempo, e logo,
palpitanto de mdi.ivel alegr... ,,.ou-.e. o motleo-.e
a
,ol de abril. Nem imagens, nem ornamentos all o
..... a co ritplandccei.le era a abobada de.se nuvo
templo a. arvores cnlrelacadas pelo, longo ran.o. da
hea formavau u recinto imroeniu, e a relva alcatilava o
adro Um tronco deinbado, e coberlo do llva loallia
.ervia de mesa p.r. celebrar a cria; o a.s.stente. lio
coinmungar sob a. duas capcoic I ja o pao, e o tabas
havilo sirio con.agrad.is. Oa buguenotes o.lavi desar-
mados ; roa., cotnu pelo inslinol da defen. as mulhe-
res o us velhos havio sido oollueadut no centro du as-
.emblea. Os horoens conservavio-se por tris, de loelhu.
tambero, e com os cajados de vi.gero d.anle de s-
Alguna seiu duvida vinillo de looge, porque tratii,
ooiuoosperegiinoa doutro lempo, um alforgoo grussas
bta> ferradas.
Era Jou Curuailles, que preencha as fuoccoes de
j,Blur, e, *joellid seus ps, Calherii.a esperara a
co.ninunlilo. llana na su* allilu.de, nos sou olbo,
quo ella loha puslos no marido, Ucffavel ex|ireso de
repiti u de amor; era a raiillur devolada, sub
...Ipitan.o de ...disivel r,r... ^p.-i- *. mn ^P ^ ^ ^^ ^ ^^ ^
der.ganuho por entre o mallo, tullo Corua.lle* prutegi.-. cum o seu .u. sumo.-......- -^ -. ,-.-j-.......... -
...i. maia iiiesncradi) espectaculu. iu iia- u., ^ i o ,i.t eataviu qnan a cav-lleiro aobre a praoa. Era residen-
TiVS^Vrfe-SfiassE XZ,SSUtt''2Zl......J1,..t....Li,,.?..!:
- o* predilroia du Aune de Montuiurency; o qual ah
re. e. a S*Wi de pe...... .jo.lh.da. .obra a ..... -entimento re.tg.u.o A "'do ex.rcu urna jun.dt.cSo iodependet.te a qua., .oberuna.
re !*i H.". nt... humen, que mulhere., Mil hurgue- r. revel.v. res.gn.cao du ounlcor a a cor g ^ ^ ^ ^ ^.^ ^ ^1 ^ ^
te. e operarios, do que v.lUo, ndalgos. E... multidao ....
oriva oiu reculhimento, aspoeta MM mol de um bello
(*) Traduccao em purluguez:
venlura, si'cundando o voto do ummo pontfice
u Gregorio XVI, digne-se Vos MagesUde de impr
o barrete de purpura ao Eira. Guilherme Henrique*
do Carvalho, que, endo em pedade conspicuo,
pordoulrinae costume insigne, Sua Santidad (oi
te servido, aggregar ao sacro ce.lligio do e.rde.M.
ti Elevlo a honra loo sublime, preenchera com maior
telo ludo quanto sua sabedoria e comprovtda fde-
u do ja delle promeliem ; e o eerdotes. por elle di-
rgidos, se dedicarn com miii auidudade os j
te bem pralcados officios doseu minislerio, tornindo-
et se, lano as palavra, como na obra, ministros d
te pniecaridade, inspirando a lodos amor a religilo.o-
bedienciaasles, e respeilo o poder publico.
Rainha Fidelissima, eia pos, que enlreoigrin-
des cuidado de Vossa Mgelde.para bem doieu po-
(t vo, ie distingu eipecialmente o empenbo de levar o
t clero luiitano o anligo decoro, e aoeieecicio da
t egregia virtudes, receba o Exm. patriarcha, como
a ornsmento e esplendor do mesmo clero dai men
te de Vossi Magestade, esta imignia da iu* alt* dig-
te ni.lade, concorrendo laustimente o sinto pidre 6
Vosi Magestade a remunerar, por ete modo, seos
a preclaros merecimenloi. b
1>.sssssrsisiBS*asm*BisBBB^
e, para e cerlificar de que nao era urna valo ; depoil
.-Ilion Ircroulo para cssa inulttdao. Este primeiro roovi-
mi'iito tic anrpresa e do lerror nlo fui de grande dur.-
ju : Claudio .entio, que a sua vinganco a a mujlier,
quo elle ama va, estavfio na. suas rou.
Oh ninrrotiruu elle, que -e o lempo me nia fal-
t.,r!....... ..istJo-me todos o. .ntus do parsiio........
tenlio a e.ta hor preci.io di.so I
E *baixuu-so e foi de raslos ler ao lug.r onde deu.ra
ooavallo. .
Curo a ajud.de Dos! dis.eello, Uncando- o
primeiro can.inho batido, qoe cocuntruu.
Quil um fune.lu acasu, que fos.e u que i* dr Uun-
tilly- ______;.,_.._:. -...
Nao era este lagar, eo" hoja, ::......asas*
a su* tapada, os eu immen.os jardius, as suas oasoa-
ta., as e.latuas de marnioro, que guardan us seus bos-
qii.sinho,nuexi.liao. (Jea.t.llo, flinqueadu do tur-
re, e rodr.du de mu largo fsso, liuha o tri.lonho as-
pecto de mu. priaao. A Horest como qua oerr.iva do
ludo o l.doi a vellia murada du Moultnorency, a
ua .timbra milla .t 01 parapeiloa; us velho* c.rv.tllio.
lili., unciu o ,., w ...u. ------
iava o -eiiliiiicnto religioso. A ua nobra e severa ligo- c
revelav. a resign.clo du ounlcor a a cor.gem do e
C IIIIIIK |'"|i1.""l RMOIIIH! I** .- VLB Y "* ^ !"
'ludio Stooq pasiou mo pelo, alba, per.igoou- o, cou o. Ulula do o.iu.r..u, oscudeiro-mor &o.:


pHosantissimo ptdre Gregorio XVI k eminente dig-
nidade de cardenl da santa igrija romana.
Por eala dignidad Mais se estrenuo e forlificio os
agrado* vnculos, que unein a igrej* luficana a Sania
S apostlica, cenlro da unidade catholica ; conservs-se
Ilesa a graicbia e honroia prerogatva da tinta igreja
de Lsboa, e mnlm-se com lodo o hrilbo o esplendor
religioso, qun lie to diuno e lio proprio da piedade e
soberanas virtudes, quesempre teein Ilustrado o Ihro-
no ilo* moii n h is portugueses.
Beu> vejo. Senhora, quinto sou inferior a Un su-
blime honra e eminente digniii.de: mu. confiado na
Divina Providencia, que ae compra/ em eiallar os hu-
mildes, espero, com o auxilio divino, nio frustrar, por
minha digmdade, t.i prnspgros efTeitos, to gratas es-
peranzas desta minba solemne exsllat/io.
Com a m.ior submisiao e mais profundo acala-
mento, Senhora. rendo a V. Magostado humildes gra-
cas. p..r tantas lio singulaics dcmonslracdei de sua
real benevolencia ; e com goslo renov e confirmo,
em sua augusta presenca, as ejpresses e solemnes pro-
testo* da .ninha perpetua grali.lio. amor e fidelidad.)
V. Magelade, a el-rei, ea toda a real familia.
Depon, ) eminentsimo cardeal e o illustrissimomon-
senlior ablegado se retirarlo para os s> us lunares o a
musir cantuu o Tt-Ueum. companhsdo por urgi .
rabe.O.s e trombones, dirigida a msica por M.noel
Innocenco dos Santo, meslrc deSuas Alteaa. Pind o
Te-/)eum, o emmenlissimo prelado subi ao altar e lio-
cou a bencao pontncal, estando de joelbos lodos os cir
cunitUnlM.
Logo depois Suas Mageslades e A lletas, arompanha-
dos do cardenl e de toda a corle, forio ao altar do San-
tiguo Sacramento, e, leita brove oracio. Voltario opa-
jo de Hel/n Abi o iiu<|ue mordomo-mr fe rr em
orden) na sala do Ihrono os grandes do reino, officiaet-
mres, damas, lamarist.s, ministros e conrelheiros de
estado, etoda a corle: enlao S. Mageslade a rainha. se
assentou no Ihrono com el rei leu augusto esposo, e lo
O conaresso dos deputados contina na disctalo do
projecto de lei para a indemnisacio dos anligiva utufruc-
luarios dos ditimos, lando ja approvado o paragraphi
3." do dito projecto.
Por decreto df 26 de fevereiro foi nomeado embaja-
dor eitraordinaro e plenipotenciario junto acorte de
Franca o Sr. .M.irtini'i de la Roza.
A imprensa peridica da opposicao contina a oceu-
par ae da situsclo ilo pait, e ainda matules! receios de
urna mudenca no gabinete, tornando aassumir o po
deroduqu-de Valencia, que por sua parte parece, que
nio poupa os meios do oceupar oulra vez a presidencia
do ministerio, sendo para esse fin. coadjuv.do pelo Po$-
dala e o Heraldo, que sonliio lodosos diai em projec-
to> de novo Iranstornnsdo partido progresista.
Das provincial nada havia de irr.porlante.
dem, 24.
No di
nriQceza quesera'chamada Margarid Adelaida Ma-
ri princez d'Orieeni Naireo no mesmo da, em
que sua mi coniplelou 2t annos.
iokm, 21.
O Meuager, jornal do goveroo, declara Jestituidas
de fundamento as noticias desagndaveis publicadas nos
lias anteriores; porm os oulros jornacs, fundndose
as correspondencias particulares, e nos peridicos de
Vlartelha, desmrntem a folha official, einsistem ssseve-
rando, que o estado das cousas em Argel be atterrador.
A cmara dos deputados, depois de ouvir a leitura de
I
iir.mo de rEiivmiiiii
A QUARESMA DE 1846.
Ha mujitos annos, que Pernambuco se nao recort
de urna q'uaresma 19o respeitavel como a qu0 acah"
de passar se, A secca tinha convertido em torro
ridos os sertes de tres provincias vizinhas e ^
habitantes; dessas maltas vagueavo pelas estrad"!
noute edi a, como as sombras de Apulo ou de \\m
ministro d fatenda o novo orcamenlo do estado em
conformidade com aisuas opiniScs quando deputado
r.m consequencia do novo projecto do Sr. Pena y
Aguayo fica redunda a conlrihuicio do consumo, des
"Pparece completamente a do inquilinato e modifica
se ronsideravefmenle a das bypothecas sommandoa
lotalidade das redundes em 7( milhSes do reales Alm
disto, fui prnposlo pelo mesmo ministro cue o orca-
menlo apresentado devia vigorar em relami ao anno
econmico, quecomecar.no primeiro de julbo, sen-
loo governo al enlio autorisado a cobrar os reodi-
menlos pblicos, segundo a le anterior.
Al proposlns do novo ministro da fazenda foro vi-
vamente applaudidas no congrevso ; e a imprensa pe-
ridica de Madrid rende sinceros elogios actividade
maligavel do Sr. Pena y Aguayo fel rara prompti
'lio, com que apretentou as coitos o importante tra-
balho de un novo urcamento, no qual, acudindo. co-
1110 Ihe cumpria, s necesidades do estado, soubo con-
varias peticoes, occupou-ie do projecto de lei sobre olmann: uns por l cahifo insepultos, como frupi "
ensino secundario, cuja discussio foi proposta por Mr. |amaldi;oados; outros iSo apinhoar-se as capiu
Odilon Barrol. Depois de um renhido debate, em queIdessas provincias, como mumias ambulantes 6>
lomirio parle o proponente, e Mr. Thiera a favor, e dirfarin ha c agoa caridade publica. Por otro la-
ontra, Mr*, de Sslvandy. Gairot, e Derrier, foi a pro-
posta rejaitada por 211 votos contra 144.
No da 23 reunio-se o congresso dos deputados em Doussuccessos importantes oceupioo mando politi-
sessio publica, e. depois do espediente apresentou o co ni
ciliar estas rom as cirrumslancias dos conlribuintes
go o capillo da (luardaeonie.tre-salainlrodutiiio na jalliviando-os de parle dos imposlos. contra os quae*
Mladothrnoocardealpalriarcba; Su .Magesl.de o ja mullas povoaedes linbio do balde reclamad
mandou senlai. el-rei cobrio-se, e o cardeal; a rai-
nha manduu cobrir a corle, e, trucadas brevis pal,tras,
o cardeal se levanlou la/endo ascorlizias do eslylo, e
assim aesbou a audiencia.
Sua Mageslade se dignou de convidar a um esplendi-
do limoso o cardeal pnlri-rcha a serenissima senhora
infanta U. Iiabel. o principe Leop.ddo, o arcebispo de
Berilo inlemuncio apostlico, o illuttrissimo monse-
nb.r Lourenio Bariii, ablegado de Sua Santidade as
d-mas. os grandes dignitarios da casa e reino, ofiici.es-
mres, camarialas, ajudantes de campo de el rei, pre
sid> nles das duas cmaras legislalivaa e o govemador
dos armes, ministros o concelheiros de estado. Pela*
duas horas da larde Sua Eminencia vollou ao seu pala-
cio de S. Vicenle-di-Fra com o mesmo cortejo, pom-
pa e estado, como bata viudo.
Oearclienliasinio arcebispo de Berilo, nuncio apos-
tlico, deo um esplendido e magnifico jantar as sele ho-
ras da tarde ao cardeal patnarcha no seu palacio da ra
do Sacramento-da Lapa, ao qual convidou lodo o cr-
po diplomtico, os grandes d.gnilarioi da casa e reino,
os ministros a concelheiros de estado, camarista, uju-
danteadecamro .luel-re, presidente! das duas came-
ras. Foi o janlar de 42 talheres. e nelle brilhario a ur-
dem, asseio. delicadeta, e sobre ludo a benvola urba-
nidaile e cavelh.'insmo. com que este digno prelado e
mu proprio representante do santo padre tem adqui-
rido a estima, o respe,!,.., e coS!decc3u da corle edu
povo porluguez.
( Diario do Governo. )
HESPANHA.
Madri. J4 de fcrr-reii o.
lorio nnmeados minislioselleclivoi: da governsco
0 senador 1). Francisco Xavier Isturiz, e da justica o
deputado D. Lou.ento Arrarola.
Vdem.17.
Por decreto de 1S de fevereiro foi nomeado ministro
da hienda U. Jo- de la Penh Aguayo, deputado as
lories, lirando assim completo o ministerio, que so com-
1 ie dos seguinles membros :
Mrquez de Miradores, presidente do concelho com
a pasla do estado; general Boncali. ministro na guer-
ra ; o r. Isluri/, ministro da governicio ; o Sr. Tope-
te, ministro da mantilla ; o Sr. Aira,ola, ministro da
graca e justica e o Sr Penba Aguayo, ministro da fa-
zenda.
/dVm.27e28.
Na setsio de 27 procedeo o senado volacio da le.
eb ilor.l. ullimairenle discutida, e lu approtada por
107 votos contra 8.
O general Serrano annunciou nessa mesma sessio
una u.lerpellacio ao governo, par saber, seo ministe-
rio esta deliberado a recular definitivamente o disposto
no derrelo de 26 ne noven.bro de 1843, o qual confir-
ma lodos os despachos fetoa pelo regente al o dia da
sua sabida de H.spanha.
O presidente do conceibo de ministros declarou, que,
nio se achando habilitado para responder de promnlo,
pedia o lempo preciso para o laier cabalmente.
do percuto
a adminislracio passada.
Nio obstante, porm, as medidas, que assignalio os
primeiro* passos do noto gabinete mereccrem a appro-
vaciu geral nao tem cessado o receio de urna nova
crise ministerial ; porque nio se duvida de que o
overno Narvae/ ligado a compromisos searetos para
levar a v.nlc o consorcio do conde de Trapani nao
cessa de Irabalbar para de novo subir ao poder, lancan
do fura do gabinete o ministerio actual.
Para esse fin nao se lem poupado meio algum e
inclusivamente teem-se procurado alguna incautos ou
mal intencionados, para um tiantlorno na ordein pu-
blica com a pretendi de se mostrar, que a conser-
varlo da tranqullidade depende smenle da espada do
general Narvae*.
U Eco del lomereio, no seu numero de22, aconselha
o partido progressista, para que nio se deixe Iludir e
nio d armas aos seus inimigos, proporcionando Ibes
urna nova occosiio de realabclecerein omnipotencia
do sabr.
U Universal diz ao governo, quetenba coragem ,
e que principie quunlu antesja governar psrlamenlar-
enle ; e que, se o niu li/er logo licar perdido e
perdida i occ.siio de salvar o pai/..
O J'iempo, n'um artigo, que publica sobre os ul-
limoi aucceaso dn que o duque de Valencia foi o
nico do anti|o gabinete que nio sabio em desgraca.
e que esta lillerenca lie deuda o apnio. que elle pres-
tara ao casamento da rainha com o conde de Tiapam ,
cu|a candidatura vive anda com a influencia do gene
ral Nortees, que, se nao be o ebefe he o rival do no-
vo ministerio.
Corria como cerla a noticia de que o general Bre-
tn tinha dado a sua demiasio do commando da Cata-
ur.ba e que o governo a bata acceitsdo.
Dizia-se lamboni, que o gnner.l Narvaez sahiria pa-
ra P.iis cuino embauador de Hespanha sendo no-
meado presidente do senado o Sr. Martnez do la llosa;
mas caja noticia careca de conlirmacio.
[DaR. deS.)
FRANCA, 17DEFBVEEEIRO.
As esmeras ianceta conliniu uceupando-sede as-
sumplos locaes.
As noticias de Argel sio pouco favoraveis aos fran-
eeiei O marechal Hugeaud p. dio refteos de tropa ,
e ji se etpedirioasordens.ipara partirem para a frica 2
legimenlos de cavallan e 4000 inlantes. Dizia-se
lamben. que o mesmo general pedir auloritagdo pa-
ra comprar cavallos na S^rdinha e llespaoha.
Fui elevado ao posto e viie-alunranle Mr. Trebu-
nast, que commandava as lurcas fraocezas no Panam
contra as tiopas le Rosas.
Diz um jornal de Pars, que u governo ingle: pro-
potera conferenciar com o de Franca, cum u bu. de re-
gular, de urna maiieira debnitiva.a situicio do Meneo,
a qual preoecupa sitamente a Inglaterra especialmen
le depois da questao originada ende a repblica tne-
licana e us Filados Unidos.
No da 10' deo a uuqueza de Nemuurs i luz orna
a Blgica ; o projecto de lei ubre o ensino secun-
lario, e as negociarles da llollauda.
Roidiianlo sn
mais disiidentes.
A questo da llnllanda encontra serial difUeuldides,
Mr. Mercier, commisssrio do governo em Haya, vol-
lou a Bruiellas pira pedir noval instruccoei.
(Da fevoluro de Silembro.)
INGLATERRA, 19 defrverbiro.
Os jornaei assegurio, que a rainba Victoria ir a
Pars no principio de juoho.
No lim da sessio da cmara dos commun Mr. Collet
redrou a sua mocio relativa a influencia dos pares as
ule.cGes
Na cmara alta lord Beaumont declarou, que retira
va a sua proposta sobre os negocios de Buenos-Ayres,
lepois de Sir Roberto Peel ter annunciado, que niu pu-
la apreientar os documeoloi, que se exiguo sobre a-
quelle ssumpto.
A imprensa de Londres oceupa se da mudante do ga-
binete bespanhol ; e publica os pormenores da balalba
ganbada na ludia pelos Ingleles contra os Sibkis.
(Da llevolucio de Stltmbro.)
NOTICIAS DIVERSAS,
Leia-ie na Rettauaco o tegumti :
Consta-res, que o ei inlante 0. Miguel escreve-
ra urna carta i sua augusta irmia, a serenissima senhora
inlante D. Anna de Je-u Mara, pedind i-lbeem casa-
mento a sua lilha primognita ; e, quando bouvesse al-
Kiin.il difliculdade na concessio d'rsla.a segunda filfas de
sua altera. A lenbori infanta dingindo-se ao paco ,
mostrou a carta a S M a rainha. Depuis de conferen-
ciar com oEtm. marquez de Loul, accordrio am-
bos em responder ao ez-infante que nio Ibe cooce-
deriao jamis nein a primeira, nema segunda, netn a
teiceira (iba.
CASAMENTO.
No dia 21 de fevereiro leve lugar o matrimonio da
fillia da senhora infanta U. Anna e do marquez de Lou-
l cum o f i I lio primognito do conde de Linbarei.
F'orio padrinbos os duques de Palmella e Terceira, e
inadriiibasas respectivas duquezas. A ceremonia foi
feitci com todo o esplendor.
JaKTAR.
No domingo deo o Ezm. cardeal patriarca de Lisboa
um esplendido banquete a que assistirio a corte o
ministros, o corpo diplomtico, e umitas pesioai
dislinctas.
CONSPIRACAO DESCOBERTA.
Corre o boato de que algum dos cbamadoiamigoi
do governo deicobriro que se tramara urna conspi-
racio, que baria de rebentar no (beatro de S. Joio,
quando se estivesse no baile d- mascaras, e que poi
esse motivse negara a hoeoca loda a gente se. tem
rido .la feliz descoberla lamentando, que a autorida-
deniosoubesseaproveitar a occasiio de pilbar todm os
conspiradores com a bocea na botija. Unas companbias
de soldados nos livravio dos taes conspiradores que
parece inio vellidos i moda de Abdel-Ksder.
era romo uiiia pequea i orle, na qual nAo se divulga**
mala > c.ndoi.iel do reino, o marechal de Franca, u
corleil, que I.hvb adorado o valimenlo de liuira de
Pi.lucra, enervlo deji.elhoa o poltica da rainba re-
;.'.ite ; lilil v b-'l i'" tendal.
Oragnaloao Ir, qneiileincnlH da corte, Anne do Mnnl-
iiior.i.i y i.i pare Cliantilly, eabi seconaervava retir,,,],.
ii eaprrl daa proHMiaa, quo Ibo fitesnein Callierina de
.M.-.lici" e os de Guise, quanrlu neccsailaiaem de una
,:. tni.iril" eega. Eslava elle, alias, un idade doa deten.
gans da ombijio, e da fadiga daa lueai e daa ba.
lalliat,
Neuhuma experiencia, porm, havia aproveilado n
cso espritu rude o grosaeiro. O condealavel tinba, a.,a
aeirnla anima, a siiiorpiivel vaidado de um mancebo, o
t.,ii.,iii..i,o i j;o de .no ualbolicu romano, e o val,,r bru-
tal de oin aoldado. Inlr.lavel, igmiranle, severo alo a
ii ueld.idi'. nereebia puf iiialinrlu a WpugflineiB,
inipir.va k galante e pulida curte de Callierina, e pro-
curava cumpenaar c.iu a aua devutacio o que Ihe flla-
la le aaber e de corletania.
Claiidi Storq era en.pregado da aua caa, na qualida-
de de aecreMtia parliauUr. Era ello quem abra os ot-
ficioa, us lia, e Usaba esMsvrga de os responder, Eale
en.prego .le ti .lia eonhanca postila UlJtM o das u e-
ortUrio em cuinaelu cum u omideatavel, euj.i corres-
pondencia era uuito activa, anda que elle nio soubessu |uui ciiconlrao, uu punco Ihe laltou.
ler nein cu rever, e m-i;......t na nins carina eom nana
rbancell, como US bM geiili.-lioiuens do lempo de
Carlos o Sabio. Menia iiinmn e d.Dicen, relucdea,
Claudio Slocn aiii.be faier calar o ieu urgollm, ,' d-
brar-ae a arpera, maneiraa de aeu amo ; deiratava-o
n'.ilinn, obrdei'in-lbe lervilinriile, e iloiiiiunva-o, ex-
cilando-lhe de uoiiln.uo odenla e nnplacavci pai-
xea.
N dia do pasrhoa, pela bota do meio-do, pa^seava
i ende.tnvel fora do castell em um terreno plantado
de iiov.-s i,., v.ill.,,. 0$ aeu grnlii-lioiiiciis couierva-
vio-se dislautea; u altivo velbo inurchnvn loiu cadencia,
o. un. na treme de nina grande rerisla. Parela nb.orl,,'
em iriale prcuccupacan i para va algumis veaes, epnssa
va a na,, na barba punla-aguda egriiulba, uu obaixava
a c.iLeea e I..II.. v., culre ii.
~i;.' =e .-"r"fr= ningucui aar-iiie ne.se momento,
nein II pouco pela manhaa, qnaudu elle relava as luaa
ooiilas, cujoi pndre-no..ua e ave-mori.a crio nimia
veaes lutermei.doa de injuria, e do ordena inexliors-
Vei-.
No cntaiito ebegava Claudio Storq a toda brida. Ape-
ou-ae em frente do ca.tello, pn..ou ai redeas do cavall.i
a n.li i rin.l.i, correo no encontr do eondeatavcl e lal
era o mpetu, com que ae Ihe approxiiuou, que le deu
BAILE UK MASCARAS
llontem requereu semprezs du tbeatro de S. Joio
ao goveroo civil licenca pira o bailado mascaras as 3
ni.utesde entrudo : aauloridade negou a licenca !
l-io lem augmentado o descontentamente publico, sen-
do o objeclo de tod.-s as conversacSes multo mus, que
se nota nio baver prohibicao para mascaras pelas ras,
mas s no thealro ; donde se v que a chamad cons-
piradlo nio passa de urna ridicula lembranca para rou-
bar a emprea.
Diz-se, que a casa Rutschild comprara a quin-
ta da Palmeira no Campo-Grande. Elleclivsmenle
parece, loi o procurador d'aquella casa celebre que a
arrtuialou por l8:000j000 1$,
( Do Patrila.)
Que quer o.le mar..lo P eiclanmn Anne de Mi.nl-
nioreney re. uan.lo; qunsi que me lucas! por Dous, que
lo !,.iti casligur de.ia in.olencia.
Sci.ln.i, respondeo Claudio Stooq, sem le enfadar,
feea-me V. seniWU matar amanhia, ae a.aini Ibeaprou-
ver; ma>, a eala hora, irala-a de o.nsa mal. importan-
te. A duna le,;o.. daqui, na flreala, prega-a u f.,t-e
a ee.i eoiif-riiie a rcligito do Ginebra. Sao tuaia de Ire-
tenlos; en os vi.
Ocoiidralavcl cndireiloii-se em loda a aua llura;
brilhraii-liio os olhos pardea, cum autrisu Iheaasomuu
no cicairundu ralo,
liso vem a proposito, diste elle ; tiuha-o pedido a
Dos..... Cuiila-iue i.su sem demora.
agoa a caridade pi
do, prat cavflo-se, com uma jactancia nunca visu
os maioi es escndalos : a cada hora asdiaseneoes'
cegueiras de partidos derramavlo o sangue de Ir
mos, afri)uxavSo todos oslacosde familia, eprovQ.
cavilo rix ns violentas e desesperadas. Todas esta"
calamidades edesordens movritoos religiosos capo5
chinhos dt'iNossa Senhora da Penha a abrir urna mis"
sio de preces as quatro freguezias do Recife, por
dez diasco nsocutivos, e a terminarem as rogr.oes
publicas coi n uma edificante procissflo de penitencia
tal como muii poucas povoaoOes christSas terfionra!
senciado, ha dous seculos a esta parte. Era o fervor
religioso da idade media junto s conviccOes Ilus-
tradas dosec ulo actual, quenfo he o da impiedade
nem o da duvi da, como fra o XVIII, digno o que dis
serem os philo sophantes bem pouco pensadores, qu$
ainda esvoacOo aturdidos pelos no-sos templos.' Era
um rebanho chi.'istio de nove a dez mil pessnas, entre
ellas um grande' numero das da primeira jerarc'hia da
sociedade, todas humilhadas sob o sacco do peniten-
te, descalcas, com uma corda ao pescoco e urna cruz
s costas, murtas, soTiendo tratos dolorosos por todo
o trajecto, que imploravSo com gemidos a misericor-
dia do Senhor sobre os peccados da moderna Ninive.
A palavra da missSo, e as vozes dos sacerdotes, que
entoavilo os psalmos de ospaco em espado; o exem-
plo do proprio prei'ado da diocese, que se confunda
com o demais clero por entre a multidilo de penitentes
tudo apresentava es.'.e religioso acompanhamento cr>
mo um acto estupendo de contriceflo sublime, que se
incarnava pressuroso por entre as sombras da noute
n queTazia chegar ao throno de Dos as anciosas pre'-
ces de Pernambuco. Oh as preces At das m.is
santasaspiracOes da alma quer afatuidade, ou antes
a frandulagem do alguns espiritos insensatos, tirar
partido entre ns. Anda ha quem ensine, que as
preces dos fiis as grandes calamidades silo vSas
peticOes feitas ao Senhor, para que ello mude ou mo-
difique a ordem, que uma vez impz i naluroza, para
que elle destoca o que fez, para que faca o que nSo
fez, para que reforme os seus conselhos e opere mila-
gres repentinos, segundo a voz do povo. NiJo. As
preces sao antes fervorosos protestos de amor or-
dem absoluta ; silo os gemidos da dor e a expresslo
do remorso, por tantas infrac?Oes a essa lei suprema.
Sito esforcos da alma para se erguer ao co,-c viver
feliz na trra pela virtude, para que ella naturalmen-
te tende, bem quo a ignorancia ou a cegueira a tc-
nhilo apartado desse ramnho por algum lempo
Orar assim nio he outra cousa mais, que exaltar o
espirito edirigi-lo at Dos;- he mostrarmo-nos
dispostos a conformar a nossa vida com as leis da
ordem absoluta. >'flo ha aqui supersticfo, nao ha fa-
natismo; he urna necossidade, que a alma senle,
e que he mister satisfazer, porque ella he de Dos, e
J tem o amor por lei. Se as classes humildes e menos
Ilustradas dirigem ao co peticOes indiscretas, se-
r3o esses votos recebidos como o desejo do infante,
que no sabe o que pede, mas nem por isso sero me-
nos amados em sua simplicidade, do que o he o ho-
mem, que se diz sabio, e comprohende a verdade e a
justica de Dos.
Ora, esta necessidade de orar publicamente, ne-
nhuma populacho a senta maior que Pernambuco
na actual poca. A religiilo eslava como sufTocada
pelo desvario ; a f ia impallidecendo.com os actos;
a esperanca como que murchava no corceo de to-
dos; a caridade eslava quasi extincta no meio das
lucase do sangue dos partidos; tudo ia marchando
para um cabos, e a alma suspirava ardente por desa-
tar-se em hymnos de amor e de misericordia. Foi
este pendor e esta necessidade, que os religiosos da
Penha comprehendro, e que o pastor da diocese
desenvolveo admiravelmenle cm todo o decurso das
missdes dos padres. Quatro homens sentados em
quatro cadeiras, as matrizes das quatro freguezias
do Recife, produzirflo urna revolucSo sbita e inde-
finivel no animo do povo; c o triumpho da cruz foi
aqui completo, como o ha sido sempre no Brasil, ca-
da vez que a voz do missionario se levanta : Estes
Indios de Ibiapaba (escrevia o padre Antonio Viei-
ra, do Maranho, a el-rei D. Alfonso VI, dando-lhe
""avBssssfajsssssjai
aberlo se perda 'por entre urnas rvores, di.se elle i
Cluudi'i Sioeij :
- Sb.raa escolher entre lodos estes atalbos u que
ng convenir
- Veja V. senhnria, respondeo <> secretario, sig-
nando a. pegada, profundaa, que useueavallu deiiara
mi urgiloso sol.......
- Quasi que l,o nm milagre! disse o eundeitavel,
fniendo signal da crui. En frente! < leva rumor !.....
A irupa penelrou ale o lugar mata fechado do bos-
|e.
Cra aqu, e eu nada mais ouoo, m.irmurou Claudio
Stocq.
0 besteima aperlrio-ae em torno delle, e ae eun-
t? .. c -i j- o. laersirao iuimuveia bouve mn momento de profundo
bi.Uo fet Claudio blneq, em poueaa patarras, nar-|,ileucio.
raco do que elle rUa df V8f. t*. comic.uvei uuvi-u
com aigunc da uns e eielama^Oea, em que luuilas ve-
len ae o.i.turnia u nomo do diabu cum o sanio naris de
Dos.
Eia! j., a cavallo! grilou elle. Tornera os aroa-
busoi de gauoho. Vamoa desalojar essea inipioa..... Bel-
la eollieita para o diabo!
Uma hura depois, lodas a. avenidaa da floresta eiia-
vo tomada. ; o ooudestavol armado, nomo para um dia
de baullu, commandava em peaaua a espedir;!. Ao
ebrgar ae lugar do boaque, em que o camiiibo mal
Ouviru-ac enlao ao longe votes, que oantavio:
Ergue-le, Eatevlu, contra aquellos, que me per-
aeguertt! K.tende a mo, e fecha a pa.snjoin aus mena
immigos! a
Ei-luaahil bradou Claudio Sturq rom satnica
alegra, ci-lut Siu outius os luiguenutes !
(Centintutr-m h:


conta das misses do Amazonas), estes Indios de I-
biapaba, comojdei conta a Vossa Magestade, por
espado de vinte e quatro annos, em que esteve to-
I mado Pernambuco, for3o, no s alliados, mas
n vassallos dos Hollandezes, c ainda cumplic'es de
ii suas heresias; mas, depois que foro em missSo a
esta gente oW religiosos da Companhia, que resi-
dem sempre com elles, sobre esUrcm convertidos
a feos que erflo christaos, assim elles, como todos
. os outros Indios daquella costa, estilo reduzidos
< obediencia de Vossa Magestade, e ao commercio e
a amizadedosPortuguezes, e ainda a vi ver as mes-
ii mas trras do Maranhao, aonde muitos se teem pas-
n sado. Assim que, Senhor, o estado do MaranhSo
at agora eslava como sitiado de dous poderosos
inimigos, que o tintillo cercado e Techado entre os
i bracos de um e outro lado; porque, pela parte do
a Cear, o tinhflo cercado os Tabajars da serra, e
pola parte do Cabo-do-Norte (que silo os dousex-
(i Iremos do oslado ), os Nheengahibas. E como am-
bas estas nacOes tinhflo communicaeflo com os
a Hollandezes, e viviflo de seus commercios, j se
veem os damnos, que dcsta uniflo se podiao temer,
que, ajuizo de todos os praticos do estado, nSo
ir era menos que a total ruina. Mas de todo esto pe-
a rigo e temor foi Dos servido livrar aos vassallos de
u Vossa Magestade por meio de dous missionarios da
Companhia, e com despeza de duas folhas de pa-
pcl, que forflo as que, de urna e outra parte, abri-
u rilo caminho paz e obediencia, com que Vossa
ii Mrgestade tcm hoje estas formidaveis nages, nflo
'i s conquistadas e avasalladas pura si, senfiolni-
o migas declaradas juradas dos Hollandezes, conse-
ii guindo Dos por tilo poucos homens desarmados,
o em tilo poucos das, o que tantos govemadores
i em maisde vinte annos, com soldados, com forta-
ii lezas.com presidios, e com grandes despezas, sem-
pre deixrSo em peior estado. Para que acabe de
entender Portugal, e se persuadi os os reaes mi-
li nistros de Vossa Magestade, que os primeiros e
ii maiores instrumentos da conservado e augmento
a desta monarchia, sflo os ministros da pregagflo e
i propagacSo da f, para que Dos a instituio e le-
vantou no mundo. Do que se v quilo abundante
foi sempre a colheita das misses, ainda as cousas
lemporaes dos principes.
Agora, se accrescentarmosaos fervorosos trabalhos
dos nossos actuaes missionarios da Penha na quares-
ma, que acaba de passar-se, a decencia, o recolhi-
mento, a pompa mesmo, com que forflo celebrados
os mysterios da paixflo e da paschoa em tantas igre-
jas do Recite, e ozelo apostlico de tantos pregado-
res seculares e regulares, que coadjuvrflo o virtuoso
prelado em sus inlencoes, derramando incansaveis
a sement da palavra por entre o povo, desde o pri-
meiro at o ultimo dia da quaresma, teremos o qua-
dro edificante de quanto se passou nestre tompo de
lagrimas, como um espectculo de compunccSo pou-
| cas vezes visto.
Honra aos religiosos capuchinhos da Penha, que
I assim comprehendem a sua missflo anglica na trra
melbor.eeumprir o3. do artigo 45 da eoottitoi-
cio. que he o que detja aquello, que, em silencio i
modestia, se digna tmente
Stu constante teiior.
COMMERCIO.
Alfandega.
Rerdihehto do du 11................5:946*475
Desearrega moje 14.
Paticbo Mana.Joaquina inh >s.
BrKUfl Turujo I mercadorias.
Brixae //rajoidem.
BrigueFortunaidem.
* Companhia. P.ts.geirot br.iileirot, Jotqoim Go-
mes do Reg, a Beato Jote da Silva M.g.lbies com
2 escravot.
S.-M.tbeus; 15 diai, tumic braiileira S.-Cruz, de
74 tonelada., capillo Balih.tar Jote dot Rea, e'iui-
pagem 11, carga farinha ; ao .eu proprielario Cie-
tano da Cotia Moreira.
dem; 12 das, lancha hratileira N.-S.-da-Pena, de
32 toneladat, capilao Luii Alfa da Cunha, equi-
pagem 6, errga (annha ; a Caelano da C. Moreira.
rinha manda laier publico, que, no dia 15 do cr-
ranle mex. pelea II binas da manhla, contratar a
compra do eiocneati a tettonta pees de brim lito de
boa quahd.de, proprio para ard.mento de marinba-
gem: devendo os propoatat ter epresentadat netlate-
crelaria at eise dia e hora.
Impeccio do (trienal de marioha de Pernambuco,
8 de abril de 1816. O taereiario,
Alexandra Rodrigues doi Anjoi.
Ollim.Sr. inspector interino do anenal de ma-
p. T ', ---- >J-*nH WH V-. '11(1 Wll .1. ----- W4IIMI. ^1, MI>)irt|UI 1 i I'1 I I, O 11 O i
A oIt ""'i0 28J'" brigue bratileiro Fer/oro. I rinha manda novamento farer publico
Consulado.
ENDIMUITO DO DIA 11,
Cral..........................
Provincial........................
Di mas provincial................
3:093*493
741*330
153*022
3:987*843
de 247 toneladas, capillo Augusto Antonio de Cou-
jk>. equip.gem 15. ergs plvora e mais gneros; a
1. de Aqumo Fonseca.
Navios mkidoi no mesmo dio,
IlhadflS.-Miguel; patacho portugus OlmUa, capi
lio Antonio Francitco Re/.-nde, carga asucr. Pat-
lageirot, Jote da Cntta Coelho. M(heus Bernardo
de Vatconcelloa, Bratiler l; Manoel do Kego Pe-
droto. Maria, Carlota, Candida Carreira e 2 Ribos
menoret, Portugueses.
Canal; brigue tueco Alcyon, capilao D. Romblom,
carga estucar.
de queja tinbamos provas sobejas pelosservicosquo-
[ lidanos, que elles prstilo religiflo no interior da
provincia e sen* irmflos em todo o Brasil! Honra ao
Sr.bispode Pernambuco pela humildo veneraeflo, que
tributa a semelhantes padres, e pela autoridade, de
que os reveste Honra as confrarias religiosas do lie-
dle, pela decidida devogflo.com quc.emsemelhantc
poca, se constiluirflo orgiios de todo o corpo de
fiis dcsla provincia.
PRACA DO RF.CIFE. II DE ABRIL DE 1846,
AS TRES HORAS DA TARDE.
RCVISTS SEAN L.
Cambioi Durante a semana bouverio transaccoe, re-
gulare! a 26 / d. p 1 s ri.
Auucar Ai rntradat lorio reguUret, e venden-te o
eneixado branco de I '350 a 1*100 rs.
por arr. ba obre o fcfm, e o malcarado de
1*150 a 1*200 rs. dita dito ; o branco
ensaccado eembairicado de 2*200 a 2*700
n. a arroba, e o matcavado dito a 1*700
ra. a dita'
Algodio Pequeas entradas e venda* de 4*700 a
4*800 rs. a arroba de 2 torte, e de 5s200
a 5*300 rs. de primeira.
Couroi Conlinuioa ter procuradotde 130 a 135 rt.
a libra.
Weioi de tola Vendeo-te de 1*500 a 1*600 n. um.
Bacalho Nio ba nenhum, nem mesmo a relalho.
Carne tecca Ai vendat da semana orao regulares tem
diflerenca de preco, e > deposito, apelar
diaso. elevou-ae a 33,000 arroliat, por te
rem ebegadu dout carrrgamentoi do Rio-
Grunde-do Sul.
Farinha de trigo Nio toflreo diflerenca do preco, e
o deposito be de 5,500 barrica*.
Dita da mandioca Entrarlo cinco pequeos carrega-
mentoa, que esli em aer.
kntrrSo durante a teman* II embarcacSe e lahi
rio 10, exittindo boje oo porto 71 : sendo 1 americn-
na, 3 austriacat, 29 bratileirai. 2 belgal, i dinamar-
quezai, 6 francezai, 1 hullandea, 4 inglezai, 1 na
poblana, 2 norueguentet, 9 portuguezai, ti saldase 4
Editaes.
ucat.
Moviueiilo do Iorlo.
r^
______Correspondencia.
Sn, fidaetorn -Penho tanto prarer, de l.nlo con-
tentaineelu wtou possuido, que nem tei como princi-
pie. Ai nimbas ideas e as minhaa palavrat precipit-
le da tal lorie, que nao acho fio, por onde deva co-
megar.
Umt pulimento mais for\e e maii intimo predo-
mina em meu espirito, he o da justica santa .. Ah I be
jusltca. que a todoa te de.e distribuir, e que lodo*
ee.n uu.e.d.re.lo. a obier : o nio euajuUiL que a
mua tm apregoado para o, contrario,.... Lur,
".qu.nhs. ta.di. e ma, u.ad. no, lempo, da colo-
labeW* "T" dep'0r"el Pu,ill '"" pretendido rei-
I| o... elfeito em nome de... tuMin,,. virludo, q
douaoSr. Redactor ,1o /Mano de l-eman.buco osl
Mdo parabent, com elle n.e congratulo, e b,.do ao.
Pirnambucanua. que o Ihano o> l-tmambuco ,e ten,
levadoicima de ..mesmo. que he |,alut(,e mata for.
le, ende ae ai accolber a honr. p,,li|,e. de Pern.n.bu
eo. u (rajada por etse. papelucho., que. como bu
la< filsat, leen, procurado introdu-ir entre nos o.o,-
. I.m .le etcrevermo.co.,. no.,., propr.aa mi, no
Imam.i .agrado da palna carro, nomu de aptrto,
tomar,Bt,. que de Pe, nambuco unieamtnl, se lembrio
P-Melle lira,e,n prore.lo He, em verd.de, o /;,ar,o
l ernambeo o que melhor te.n entendido e etecula-
do. doulnn. d.-S 13. arl.go 179, da cn.tiluicio. do
nue he ldrn, p,0 o seu numero 75 de bunk-m. 3
I" co,rente. Ab. foi publicad, um. c.ne.pondenci..
I.m
'|ue. pei.r d.t contenencias de partido, se
mani-
fcsirio con, eiactidio BWUtBa os riieriloado n
lnr.,l0m.rquet de Recle, dease re.pe.l.vel cid.dio,
'oche.6dem.de.tia. romo decondeiortOea e aeivi-
?u: prmro propugnador da inlegridade do imperio,
ne.olo. honrado e virtuoso : humen,, que riquece os
Fui ttulos pelo mor, que cons.gr. toa leu. te
!': I*al monarebi* braaileira, elle .era cunsi
L"> pernanilinrann m. r...i.,.. ____.J_____
iqt
melhan-
ider.do n
pern.mhuc.no : su. fortun. su. vid. e .eu repuu-
"ludooHereceo a Pernambuco par. o livrar d. .n.r-
l'b
a ludo levou ana pe. do throno para feiicid.de d...
eu rnn...i.J... p n
rrin.inouri.noi o que me de-
a sua grata -
. tejimos mgrt-
n."_ .,nrono.J* o recoirpeoaou. imitemos o ibrono
tin ? M i------- "timniusrtnoi o
F o r N.d| -f#Com qu, (he mtnihtlkliu
Sai i n ? C0U,, "lgun" !- Ah N "-
lacaa ilbronoj* "o.rpeoaou. imilemo. ,
[orn P ""i : P'ue,e d'*i<1 J Pero.mbuco.
br.d. Fe'0,n,|",c10 P*">u ** o imperio a uro Ar-
ador .' 4 ,rd,ta, L,adur um Cid : o Imp.^
"''" leri no sen.do mais
um amigo seu, e que o foi de
l.de terio abi mais um repre-
ie. por adtog.do, mai. um
W filhoi, qC, |he l.i mu.it. honra; e detta .orle
tntP"i: 'u,,,fae '<'<' >a'*o ab. mais" um'repte.
e:e.no.,. provinei.. por .dtog.do, n.ai, um
Navio entrado no dia 10.
S.-Matbeut; 8 das, sumsca braiileira S -Antonio^te
Padua, de 7G toneladas, capillo Manoel Jote R<-
beiro, equip.gem 9, carita farinha ; a Luit Borge,
da Cerqueir.. P..iageiro, Antonio Joaqu.m Metta.
Navios enlradoi no da 11.
S.-Mtlieu. ; 10 da., biale br.sileiro Nereida, de 76
. toneladas, e.pitio Manoel Francitco da Silva, equi
pagem 9, erg. larinb. ; a Cario, Augusto de Mo-
raea.
Caratellas; 9diai, sumaca braaileira S.-Joo. de Vi to-
neladas, capillo Joaquim Jote Pinto, equipagem 10,
carga larinha ; C.et.no d. Coala Moreira.
dem; 8 di, aumac. bra.ileir. S.-Joaquim, de 81
tonelad, capillo Antonio dos liis, equipageo II,
carga farinha ; JoSn Francisco da Cruz.
Rio-de- Janeiro pela Babia ; 33 diaa, brigue bratileiro
Altano, de 165 tonelada,, capillo Joio Jo. da Sil-
veira. equipagem 13. carga croe; a Amorim Irmlos.
Rio-Grande do-Sul; 28 diss. brigue br.sileiro Argot,
de 187 toneladas capillo Jos equipagem 13. erg. carne ; a Amorim Irmioi. Pai
t.geiro. Ricardo Isola, Portuituei.
Coila da Pal.gonia ; 55 das, b.rc. ingiera l. tunard
Doblin, de 681 toneladas, capillo Jome, James, ejui-
pagem 30, carga guano ; o capillo. Segu para
Liverpool.
A'ario eahido no ntrimo dia,
Trietle ; polaca austraca Conte-Uurttng, capillo An-
tonio Penich, erg. .nucir.
Navxo$ entrado no da 12.
Triesl ; 50 di.s, b.rc. austraca Gltnbenbrat, de 342
tonelada., capillo Paula Paulavich. equipagem 13,
carga larinb. ; .John Ion Pater & Companhia.
dem; 108 dia., polaca tard. Giuteppma. de 243 lo-
nelul.s. capillo Joio llaplitta Chiappe, equipagem
14. e.rga farinha e mai, gneros ; a Lenoir Pugel
& Comp.nbia.
Rio-de-Janeiro; 29 di.,, brigue brasileiro Atla, de
182 tonelada,, capillo Jacome Vicente, equip.gem
12, carga fannb., arroz e fejio ; a Joio Franciaco
da Cruz. Settue par. o, porto, do Norlu em com-
mi.tio do goierno, por cuja cnnl. veio.
M-r-P.cifieo, tendot.hido de New-Hedord ha 48
mexes, barca americana Nttoiemb, de 283 tonelada,,
capillo Rowdesille, equip.gem 30 carga ateile de
peite ; ao e.pitio.
S.-M.theu,; 12da,, sumaca braaileira Oliveira de
25 tonelada., e.pitio Joaquim Fernn lea Braga,
equipagem 8, erg. farinb. ; Amorim Irruios.
Naviot sonidos no mesn.o da.
Rio-de J.neiro;pol.cabi..ileir. Novo-Aiylo-da-Fir-
tude, capillo /.lei.r.dre Feli/ardo deSoura, carga
asuc.r Passageiroa, Antonio Jacintbo Pereira com
.ua lamilla, Porlugueie*. e 3 aaeratoa entregar.
== O Ilion. Sr. inspector d. Ibesour.ri. d.s renda,
provinci.e, m.nd. I.xer publico, que, em eumprimen-
to da ordem ilo Ezm. Sr. presidente da provinei., de 9
do correte, irlo i pr.e no dia 15 de abril prximo fu-
turo, par. serern arrematadas a quem por menos fizer,
as obras da cedria dacidode de Ooianna. oreadas na
qu.nti. de 9:18i*070 rs.; as quae. devenS ser execu-
ladaa sol a, cl.usul.s especiaes ab.ixo transcripta,.
Ot licit.ntet.devidamenle habilitados, compareci na
tala datsessoi's da mesma ihetururia no indicado dia,.o
meia dia.
Secretaria d. (heiour.ria dai renda, provinciae, de
Pernambuco 12 de marco de 1846. O secretario,
Luit da Costa Portoeairetro,
OBRAS DAS CADEIAS.
CADKIA HA CIDADB IIB GUIANNA.
Clausulas especiaes d'arrematacdo.
1* Ai obras para o .cabimento da cadea dacid.de
de Goianna terio feitat pelas furnias, sob as condiedel, e
do modo indicado no memento e riscos,approv.dot.em
8 de noveinbro de 1845, pelo Exm. Sr. preiidente da
provincia, e pelo preco total de nove contos quatro cen-
to, e oitenta e quatro mil e setenta rs., que he o im-
porta do citado orcamento, com o augmento de 20 p o
Ki. 9:484*070
2.a As obras principiar&o no prazo de dout meiet, e
nJamo no de quinre mezet, ainliot contadoi em con-
formidade do artigo 10." do regulameolo dai arrema-
tacoet.
3.* O pagamento do importe da arrema lacio f.r-te-
ha do modo indicado no artigo 15." do respectivo re-
lulamento, sendo deumanno o prazo da responsabi-
lidade.
4.* P.ra ludo o mais, que nio esta determinado pe-
las presentes clausulas, seguir-se ha inteiramente o que
dispda o citado regulamento das arrem.laioes de 11 de
|ulhode1843.
Iteparticiio das obras publicas 28 de levereiro de
1843. Oengenbeiro em chefe, Vauthier.
que, na con-
formidadedaa orden d Htm. Sr. presidente d* pro-
vincia ltimamente recebid.t, frel.r um nivio mer-
cante de 150 a 200 toneladas, par. o fin, ja annuncia-
do de condurir a ilba de Fernando 800 taccat de fari-
nha de mandioca e diversos oulrot objecloi que te
remellen a aquella ilba e larer, na voita, toda a por-
iode pedr. de calcar que pider reeeher e o pra-
'Ot o demais pessoat. que d'alli houverem de regresar :
Jovemlooi pretendientes .presentar as suas propostat
nesta secretaria em cartas fechadas no di. 18 do
corrento pelas 10 lior.td. manhaa.
Secretaria da nspeecio d i arsenal de marioba de
Pernambuco, 11 de abril de 1846.
O (terciario,
Alexandr Rodrigues dos Arijos.
Agencia da companhia brasilea de paquetes de
vapores.
A companhia bratiler. de paquete de vapor preten-
de contratar o lornecimento de carvo nette porto para
ronsumo dessbarcas. A, bases para o contrato po-
dem ver-te no eteriptorio desta agencia na ra da
Crur.n. 7, onde se receberao as propostat dirigida,
.o Sr. gerente da companhia no Rio-de Janeiro .ti
30 das depois da presente data__Pernambuco, 8 de
abril de 1846. = Na ausencia do .gente Jo.quim B.
Moreira M J. Alves.
i visos martimos.
= 0 brigue Paquete-de-Pernambuco i.be para o
Rio-Granle-do-Sul .16 o di. 20 do crrante; tem
superiores commodot par. p.ssugeiroi B recebe et-
rra'vos a frete : tratar com Leopoldo Jos da Costa
Araujo na ra da Mu,la n. 7.
Para Lisboa tabir com toda a brevid.de possj.
vel por ter parte do carregamento ponnpto o bri-
gue portuguez Josephina-Emilia, capillo hidro Ar-
res de Sou/a : quem no mesmo quixer c.rregir ou ir
de passagem dirija-se a Natcimcnlo SehaefTer 4 C.
na ra da Crur n, 45 ou ao dito capillo.
= Para a II .lui, tahe, com a maior bretidade pos-
livel o patacho Victoria-Feliz; tem liona commodoi
para passageirot : quem no mesmo qui>er c.rreg.r ou
irdepatsagem trate com Nuvaet & Companhia na
ra do Trapiche n. 54.
_ 0 hiate Etgsa recebe carga par. o Maranhao ,
Cear ou uim gualquer porto do Norte, e deve ae-
guir em poucos diaa, com a carga que se Ihe apre-
sentar : os pretendenles dirijio-se a bordo do memo, a
fallar tumo meaUe ou a Mi noel Goocalves da Sil-
va na ra da Cadeia do Recife.
= Para o Hivre saiie, com muita brevid.de o fari-
j ,- mii i, Ru Itsacei Beauteu; anda recebe a guia carga e na.-
da Cunha, /dalgo eaiialleirol.. ,' ,' ...,, B .
'. 2 ., Isageiros: os prelendentes diniio-se a B La.orre di
talleiro di ordtmde l hristo, e\r _. .... J. ti., i un, ,, a
. .. i, 1-. na ra da demalla-Velba n. 138.
isa ao coniulaao, por o. M, n u l l -j a
l'.ira a liahi. sejjuecom bretidade o brigue-b.rca
Generoso, por ter paite do seu carregamenlu; pude re-
celier qualquer porcio de carga, ataiin como tem boos
cominodos para passageiroi: os preiendentes podem tra-
tar com Amorim limaos, ra da Cadeia, n. 45.
= Para o Ceara o bem conbecido e veleiro palacbo
nacional Laurentina, forrado de cobre pretende ,.-
bir com bretidade por ter parte do seu carrega,nenio
prompta : quem no mesmo quizer carrejar ou ir de
passagem, dirija-te.o seu proprielario Lourenco Jote
d.t Netos, na ru. da Cruz, n. 0 !.
Jado Xavier Carneiro
da casa imperial, cava
administrador da misa do eoniulado, por S,
o Imperador, que Dros guarde, etc.
Fuco lber, que no lia 16 do correle, ao meio dia,
te ba de arrematar m piaca publica, na porta desta re-
partidlo, duatcaixa, com .sucar marcando send li-
ma de n, 1 da marca APV, do engenho Gind.bi.da
protini'ia d't Al.goas, avadada en, 67.500 ra., COBtig-
aada a Joaquim Felir Machado e nutra de n. I, d
m.rc. NA. do engenbu Junco, da mesma provincia, no
valor de 88,000 rs., consignada a M.mael AlvesFer-
reira, ambas apprebendidaa pelos empregados do trapi-
chado Angelo, e d. alfandega-velha, por ioexactidio
dai taras, tendo a arremalacio livre de despera ao ar-
rematante.
Mesa do consulado de Pernambuco, 11 de abril de
I846.
O administrador,
JoUo Xavier Carneiro da Cunha.
A visos diversos.
O doutor Jos Nicolao Rigueira Cotia, juiz muni-
cipal da segunda vara do termo do Recife, e pri-
vativo.nota prjvmcia, dos Africanos nella importa-
dos depois da leide 7 de novembro de 1831, por S.
M. I. e C. que Ueos guarde, ele
F.co aaber, que por este juizu se hio de arrematar ot
aervicot de dout Africano, 11 vres. de nomet Joaquim da
Cott. e Candida Maria, cujos pretendenles deveraS, no
prazo de 8 da-, contadoi da publicacio detle de-
clarar em requerimentol dirigido! a eternizo: t.'.oieu
ettado e residencia; 2.*, oemprego ou oceupacio, de
que tubitem; 3., o fin, a que deslinio os metnioi A-
fricano., e o lugar, em que elles para is-o teem de (car;
4., finalmente, o preco annual, que offerecem pelos
seus servico,. E para que ebegue a noticia de todos,
mandei lavrar o presente, que ser publicado pela im-
prenta, na forma da iei. Dado e paasado netta cidade do
Recife, sob meu tignal e sello desle juno, ou alba sem
sello ex causa, sol 2 de abril de 1846.
Eu, Jos Affonso Guedes Alcanforado, eterivio o
etereti.
Jos Nicolao Rigueira Costa.
= 0 doutor Jos Nicolao, ele.
I'aio t.ber a todoi aquellos, que arrematarlo ter-
vicoi Je Africanoa litro por lempo que i etteja
lindo, que devem (axer apretent.r ueste juiro o mes-
los Africanos no improrogavel termo de 15 dial, con-
tadoi da publicacio deteedilal, sob ai peoaa da Iei
par. que rhegue i noticia de todos, m.ndei Uvrar o
0 n. 10! acba-se a vonda na praca da Independencia,
livraria na. 6 e 8.
Afug3o-se os segundo e terceiro an-
dares d.t casa n. io da ra do Trapiche-
Novo : fallar no primeiro andar do mes-
mo.
t.
Canal, com escala por Macei ; galeota belga Janila-\f"Mnl*' *>"* '"* Poicado pela imprenta, e ahitado
Marta, capilao Priniitptre Martina, erg. eteuc.r
Genova; barca urda La-Belle-Lamegna, capillo Jo-
tepb Galliova, erga aatocar.
Marteiha ; b.rc. Irancea Jnoaiea capillo Oeg.ge,
erg. ..tucar. P.mgeiroi, M. e m.domoiselle Vau-
thier, r'r.nceies.
Navios entrado no da 13,
M.rei; 2 di.,, b.rc. ingle 1/ary- Quien of-Scots.
de 256 tonel.d.s, capillo William Kelly, equipa-
gem 14, carga gneros dopaiz; a James Crabtree
noa tugare, do coslume. Dado e passado nesta cidade
do Recife, ,ob meu ,igual e sello detle juno, ou ta-
ltal temtello, ex-eausa, aot 2 de abril de 1846.
Eu, Jos Affonso Guedes Alcanforado, eterivio o
etcrevi.
Jos Nicolao Rigueira Costa.
Declaracoes.
=0 Iilm. Sr. intpector interino do arenal de ma-rcom bretidade.
Precisa-te de dout molequet par. vendern na
ru. diariamente ; n. ra da Pr.ia arm.xeni ni. 53
a 66
= Precii.-te de um eixeiro de 12 a 16 annos de
idade ; na ru. d. Senr.lla-Nov. refinaeio, n. 4.
Roga te ao Sr. chele de polica, bija de publi-
car, pelo prelo, a cbapa do partido praieiro p.ra a elei-
c&ti dos dous aen.dore por eta provincia a Hm de te
detvanecer a crenca que te vai etlabelecendo de qua
o mesmo partido tem excluido del la ao seu mal .o-
ligo e genuino correligionario, o Sr. Antonio Joaquim
de Mello. O amigo de um dos intereieados.
-Quem precisar de um hornera porluguet para
eixeiro ou .dministr.dor de algum engeobo perlo
da praca o qua! sabe ler dirija se a ra do Roiario
da l a-Vista n. 2.
Precisa-se ainda da um bom forneiro; na pa-
d.ria no fundo da ru. doC.ldeireiro.
= Preei..-te de urna mulb-r forra p.r. o lervico
de lavire engomm.r ; em Fra-de-Porta, n. 20.
- A pe,oa, a quem (aliar unta canda de carreira ,
dirija-se a Fra-de-Portas, o. 90, que ,e dir quem a
oei Quem precitir de um. mulber par. ama de urna
caa de bomem tolteiro ou de pouca lamilla dirja-
le ra d. Roda n. 29.
Agencia de passapnrtes.
tm Na roa do Collegio,botica n lO.eno Atierro-da-
Roa-Vitta luja n. 48, tirio-te passaportes para dentro
forado imperio,as,un como desp.cho-seetcr.toi:ludo


pp
T^
^
mp
4.
, n de sucieda
h il un o so lar.-i
tica t". iit o seu
om dianlo.
thesouro de ns.
= Precisa se de um ollicial de phar macia para tomar
conla de urna botica no pateo Carino
de ou para vend que a vi>ta do
lodit o ne.ocio : a tratar na meania I
propietario das 9 horas da maniota
a Perderlo se duna npolices 'lo
20 e '21 de quantia de IODj rs. ca la unta receidas
na thcsouraria dista protiocia o mida as mesmos
dous co;ihrcnnentos, sendo um da o nantia de 60f rs.
i' nutr i 40 rs. daiiai en pagar ionio ditas pol-
Sei ajot Vniomodn Olivcira aq nena pertencein.
F. Freliiont aliador^' ronc rtadur do pianos,
av:a aos leus freguo/.i-s que elle receben agora um
torilmente) de cordal e multas mil ral cousas proprias
para seu ofTicio oque elle su acha ra sempre promplo
para concertar e aliar com loda a perfeicao e brevida-
de possivel no Aterro-da-lloa-Yn ta n. .'i, prirneiro
andar.
= liento Luiz da Gama a Mello abri aula de pri-
gaeirai lottra, grammalica naciom il arillimetica prn-
ticn, te. imii na casa na ra Ni iva n 20 ; o con-
V'JaaoaSn. pas de familia para lli'S convindo, en-
carrega-lo do ensino de sous li!hoa dos quaes aliauca o
promplo adianlumi'nto.
Lotera de S. I'ed ro Martyr
de Olind a.
Por existremallada l)illi etes por vender.
Cojo valor OUe .i quintil de 8: y ) o s o 11 (i
r;-., ifeixrflo as codas da lotera lie ter
a : I -miento no da priincir O do corrente,
para easc litis marcado mas o meamo
anda me uto ser realisaJo im preter veU
inente no din 26 des te mez, seja qnal li
0 numero de billic-tes que lirjtietn os
quaes coatnuSo a vender-ae nos lugares
1 1 annunciados, e em Ol ni 1, ra de S.
Jiento, casa doy gario da l'regtiezia, a la
vor das obras de cuja tita triz foi estu lolc-
i;i concedida.
= Ayisa-se a todas as pessoas que leem penbores
em poder do abaix') assignado morador na ra do
J.ivranienlo 11 23, quo no prazo de 8 das, da dala
dola os venho tirar ; do contrario sorao vnndidos
para pagmiii nto do inesino. Antonio Joaqun de
Almeida (iueaes Alcnnjo'adn.
Mugn-so um prirneiro andar em Fra-de-Portal,
por cima da legunda venda : a tratar na un -mi venda.
- OS', Francisco Podro do liego brrelo queira
ir pagar -()} rs. de rento decomedorias que licou res-
tando a Gamillo de l.ullis da Fonseca ; pois se tem es-
perado ha 5 mi'zi's. e mu o Sr apparcrc.
= CJuein, por engao, tirou Ulna caita do correio ,
viuda pelo vapor, de (i de marco, de Juliao Antonio
Gulmafie! quena por obsequio manjar entrenar em
Olinds no convento de S. Francisco ou annunciar
por i-ste lhar\o\ do querocebera bom agraderimcnto
Pieoisa-se nlogar Lina pequena casa de campo .
com sitio ou qQlOtal p anlado e borla e que sejii li-
tuada parto o Becile. Quem o liver para .lugar*, au-
uuncie.
Aludan-te 4 casas terreas por proco mdico,
na Paiiagoni-da-Magdaiena junto n ponte a tratar
na tua da Gloria n. 51
s= Urna mulher parda parida, ha pooco lempo
com muito lioin leta e vin li lio sn pro| oe a criar,
em sua c-sa urna crisma por praco commodo ; na
Venda delionle da matri/. da Uoa-Vista, o. 88 so dil
quem he.
A CNSTIlUigAO PHYSICA,
O que he que chamamos consliluic&o ?
Itelalivaiiiente ao coi po humano, he o que consli-
tue miu ln mu : ossos, msculos, cartilagriu, nonos,
SlA, ; o sangue, por consn uenria, de.ve ser o constituti-
vo, quo constilue o sustenta toda as parles do eorpo
humano. O coradlo he o prirneiro msculo que so
lirma o qua!, pelo poner, que recebe do seu genito-
re ( o sangue ), edilica o corpo inteiio ; por tanto de-
tento! crer, que, segundo o estado puro ou corrupto
do aan^uc, ilelle depende a boa ou mi lauda'; lancai
lora a corrupcao para vos lornarriem um corpo novo ;
esta bu a liug'-agem da esenptura santa que, Npiri
tiiiilmenln apidicada, be verdadeira ; mas como poderia
isto ter al|tuma applicacio senao conlirmado pela
propria experiencia pralicada no corpo da materia? O
principio, sobre o qual esta pbrase se tunda, lie tan fir-
me e claro como sao as leis que regein asmuda ricas do
lempo e o cuno d s asilos.
< 1 constante cuidado que llevemos hsver em con-
servar o estomago e intestinos limpos de toda a aecu-
mulaco impura e viciada lio a condicao, sob a qual
Dos se dunou conceder-nos a saude ; dotemos, pois,
usar dos medicamentos que go/ao dessa propnedadn ;
i.lo be. ii,ii|iieili" medicamentos, cuja accSo so dirige
especialmente a punficaco do sangue e limpeza do O-
AS ULULAS VEGETAESUNH ERSAES DO UUU-
TOR BRANDUEIH .
leem a faculdmle de curar toda a qualidade de moles-
tia, por mais antiga, que ella teja: tanto que pelel
ianumeraveis elogioi que bao recebido parece se-
rom o remedio natural do homem ; porque nicamen-
te removem 01 ruaos humores, qua causo as enfermida-
dei, deiando aquellei, que meramente sustenlio a
vida e a laude do corpo.
OHSERVACES.
Todoi 01 agentes se acuo munidos de um diploma
de gravura.contondo a representa!ao da fabrica dodou-
lorBrandrelh sita na villa de Smg-Sing em cujo
diploma se patentfio eiactas copiai dol novos letliei-
roi, que modernamente se peui sobre ai calimbas ,
com os quaes se pretende dar o
GOLPE MORTAL nOS FALSFICAWMtBS.
Em cada um dos lettreiros eiisle urna assignalura ru-
brico .a do doutor Rrandrelb cu|a rubrica se acba em
tres partes da c.ixmba ; urna no lampo, outra no lado
e outra no fundo e, quando cuidadosumenle exami-
nado o noone de enjamim Braadreth encontrar-se-
ba em varias partei dos lettreiros ; purtonto roga-se
as pessoas que pretenderem comprar ai verdadeiras
pilulat vegelaea exainmam os certificados dos.agen-
tes, assun como ai caixinliai. Na botica de Vicente Jo-
s de Brito ra da Cadeia-Velba n. 36 te acbio
a vonda as nicas verdadairai, a os pretendenloi po-
derte all examinar attonciosamente o lobrodito di-
ploma pelo qual foi constituido nico agente nesta
provincia
- Aluja-seo primei'o andar do sobrado n. 7 da
ra do (ueimado com conimodos para lamilla : a
tratar na luja do mesmo snbrado.
SOCIEDADE Til ALENSE.
(i prirneiro secretario avisa aos Srs. socios que bo-
je, as 7 doras danoute, ha reuniao geral da socb-dade.
= Acba-se aberla urna casa de palo no beoco do
(.arinca junto a ra da Praia da qual be dono An-
tonio Domingos Rodrigues; quem na mesma se qui-
1er justar mensalmente, dinja-se a mesma, que acha-
ra o mesmo dono ou o icu administrador o cozinboi-
ro, Joaquim Jos dos >anlos. Na meima casa se lar
superior mao de vacca todos os domingos e dias saotos ;
pois se promete servir aos bons Ireguezes com toda a
limpeza promptidao preco commodo.
Compras.
= Compra-so urna trompa j usada ; na ra da
Cadeia loja iln miudezas n. 9.
.=<. >n:| ra m' papel de diarios velbos a 3o00 rs. a
arroba ; na ra larga do Ro/ano, n. .38.
= Compio-se para (ora da provincia eicravos
e 13 a 20 anuos ; sendo de bonitas figuras, pa^ao-
se bem : na roa da Cadeia do S. Antonio sobrado de
1111 andar do varanda de pao, n. '20.
Vendas.
Yendem se riras cambraias abortas com ledras do
cores, rainha Victiria. a 7500 rs. o corte ; esta-ebi-
tas do -|ii i,lr.i> d is ui-hs inoilern 11 gostos e cilres filas
4H00 rs. ; ditas a 7000 rs. ; dllai, a 4000 r com
6 varas; cortes do riscales linos, a 3301) rs. ; chitas fi-
nas de ramigem para coberta pelo mdico proco de
200,e 2S0 r*. o cavad > ; superiores lirins (rateado! de
quadros de rres para calc-i:, a 320. GO e 400 n o
covado ; riscados largos franceres a 520 rs. o covadu;
luvas de algo io escuro para bumein, com principio do
mofo a )()!) rs o par ; coitos de chitas polo barato
proco do 1500 rs. ; cuites do canibr.uas de listras de
ere 1 adoOOrs ; eoutras muilM(aianda por mili-
to commoJo praco : na rui do Crespo loja 11. 8, de
(Jainpos >\ il-.i.i.
= Na praea da Independencia, livraria ni. 0 a
8, vende so excollcnle tinta para eserover em garra-
fa ; iieceilando se a que nao agradar ao comprador.
Vende se. por nao servirn dono, una casaca no-
va de panno preto ; na ra eslreila do Ruzurio, ven
da n. 4o.
z=\ ende-se um tabolairo todo envidra^ado pro-
piio para so vender b linhos ; una porcao do formas de
folba ; urna grande podra do inariiiore prop'ia para
pasliloiro trabalhar com millai eiiicinia; eoulros u'.rn
sillos para paslcleiro ; ludo por puvo commodo : no
Atierro -da-Roa-Visla fabrica da licores, o, 2(i.
=_ Vendi-so um bonito m- lequo do 16 iinnos, bom
pagom coinpr..dnr e de todo o servido; urna prota de
20 anuos de bol figuro ; um bonito ascravo de 20
a 1111 o< ; urna mulalinlia o uun negrinba de 12 innoi,
proprial para se ollucarem ; um cavado grande com lo-
dos im andares : ni ra lorya do Rozario n 24, pri-
rneiro andar.
=-Vendo-se um moloquo do 13 annos ; oulro di-
/o de 18 anuos; um pardo, de 20 annos bom
caireiro ; outrodilo, do 20 unios, podren o ; dous
ditos de 16 a 18 annos ptimos pura pagens ; um
escravo do nacBo, bom carreiro ; outio dito, do 22 an-
uos ; 7 ricravas do nar;o entre ellas liuas boas co/i-
nbeirai aangommadeiras; uma parda do bouila figu-
ra ; lodos por praco commodo: na ra Dneita n. 3,
di fronte do becCO de S. I'edro.
= Vende-so um torrado: em bom uso ; na ra da
Sen/alla-Nova relinacio n. 4.
Vendo-so, na padaria da Sol dado, n. 14, boli-
ubos mili bem leitoi de lo as as qualulados para
quem live bom goilo ; lainlielll so arraiijao bandeja!
mu bem propaladas. Na n.osma padaila se ollereve
um rapaz porluguei para qualquer urranjo.
\ eiide-so um mu alo rom 20 annos ilo idadu, hiin
laro e proprio pura paragem bom idlicial do carpina o
ii.a'ci'n.'iio, perito unc ii.-aiior o lanibem pinta por co
rioiidede, evonde-ia porque ello nao quer servir a sou
Sr. no paleo do S. Pedro, casa n. o.
= N ende-se urna parda recolbida de 16 annos,
do bonita liguia, com boas habilidades o sem vicios ;
no con prndor so uia o motivo da venda : no largo da
Ribeira, sobraiio n. 19.
= \ rnd-se, por inuilo commodo preco, um ler-
renn otras do Atleiro da-l!o.i Vista com 300 palmos
di' frente corrrlpondendo osla ao becco dos Ferrei
ros. o com lundos suflii ionios pura se edificar; na ra
do Liviau onlo n. 33, prirneiro andar.
=: Vendeni-so 2o Hcravol, rbogadui prximamen-
te do Aracaly loiu nlgumas habilidades Sondo: 12
pretos de 18 a 20 annos ; 3 moloques de II a 13
annos ; 2 pardos do 20 < 24 annos ; 3 pietis, de 20
annos, cosein, co'inbao o lavo ; 2 negnnbas de 11
12anoo>; 2 nulatmlias de 11 a 12 annos; uma
parda de 18 anuos, cose engomma e cozmba ; to-
dos de bonitas figuras por pro^'o commodo : na ra
da Cruz, armaiem n. 51, a tratar com Jos Francis
co da Silva
Venciem-se 6 oscravos sendo: 1 preto e um
pardo, ambos bem robustos o mo(us ; umamulatinba,
de 10. ni. os; outra dila de 12 annos, ambas cosem
houi iban ; uma cabrinha, do 11 annos; uma negri-
nba, Oe 10 annos, rom principios do costuia : no pa-
teo da matru de S. Antonio, sobrado n. 4-
= Vendt-se uma pela boa quitandi ira lava de sa
bao, o cozinlia o diario de uma casa de idade do 30
anuos: na travesa do Queunauo n 8.
= Vende se um civollo ruiilbo bom passenro .
gordo e novo ; na ra datloria subrado n. 69.
Batatas
superiores em qoalidade vendem-se no armazem do
Bacelar di fronte da cscodiuha a Alandega a \
ti, cada gigo.
= Vendem-se smenles de hortaliza chogadas de
i-ijio ervilbeiro, coentro de toceira ; na ra di Cruz,
n. 62.
- Vendem-se ancorlas com azeitonn, barricas e
rneias ditas com c virgem barricas e meias ditai com
farinha do trigo (echaduras grandes para porta, pe-
oeiras de rame proprias para padaria, ou outra qual-
quer cousa pilulas da familia, retroi do primeira
qualidade ; na ra do Vigario n. 11, prirneiro an-
dar.
Vendem-ie mantinbnsde la para peieoco do se-
nbora do ultimo gosto cbegada do Rio-de-Janei-
ro por preco commodo ; na ra do Collegio loja
n. 1.
= Vende-se, por baralo preco um pequeo sitio,
em Ierra propria com casa de vivenda coqueiroi,
banbo a porta milito fresco e muito perlo da prega ,
por ser no Remedio ao lado da Passagem : na ra de
Agoai-Verdes, n 21.
= Vende se uma negrinha, de idade de 18 a 20 an-
nos de naci Cambinda, omito sadia lata tanto
de su bao como de varrolla cozinba o diario de uma
casa ; na Soledado, ao entrar na estrada de Be.'cn ,
n. 13.
= Vende-se farinha deS. Matheui, e da trra en-
saccada ou pela medida velha ; milbo novo; feqo
mulatinhn ; ludo por proco commodo i no armazem
de porta larga no caes do Collegio.
Vende-so urna parda moga s ilin sem vicios
i'ein achaques cose, engomma e lava de sabio; na
i na da Aurora casa do coronel Joaquim Jos Luii de
Souz
= Vende-so um pardo de boa eonducla ollicialde
sapaleiro, de 22 annos sem achaques ; na cidade de
Ubnda, ra do Amparo n. 36.
Vende-se uma prota crioula do idade de 25 an-
nos boa engommadeira ; na ra do Encantamento ,
rmatem, n. 11, por baixo do sobrado do Reverendo
vigario do lleiile
Vendo se uma eicellente escrava lano em figu-
ra como em qualidade cozinha o diario de uma casa;
na ra do Collegio, venda n. 21.
Contina a estar venda o sitio
dos Afogados, qtte foi do finado Joaquim
Ignacio Correia de Brito : quem o pre-
tender dirija-se ra Dircita, casa de
um andar, n 56.
Vende-se urna preta co'inheira e engommadeira;
na ra larga do Rozarlo n. 46, prirneiro andar.
Vende-se, na ra da Cruz, n.
to, armazem de Fernando Jos
Braguec, ra da Cadeia do Ke-
cile, cera em velas, recelada
ltimamente de uma das mellio-
res fabricas do Itio de .1 .uun o,
e he de oplimo soiiimento, por
ser de tres at iG em libra e por
M pceo mais barato, da que em ou-
tra qualquer parte.
;
I .
1
:= Vendem-se novos corles de fazenda indiana, imi-
tando soda o mais superior que tem apparecido ,
tanto pelos bonitos padros como pelas (ores filas e
pela multa durai;o seu diminuto preco be 000 rs.
cada curto ; mantas do soda para senhora a mais su-
periores que teoni apparecido tanto pelo bom gos
lo como pela boa qualidade seu prego bo do 3000 a
!_'.> r. cada urna ; sarjado soda prela para vestidos,
a 140 rs..o covado; dita hespanbola, larga, muito su
porior a 2600 rs ; meias do seda preta para homem ,
2000 rs. o par ; ditas do algodao, pretas imitando
seda, a 320 rs. o par; meias do linho para dmeme
multo finas a 500 r. o par ; luvas proias sem dedos ,
as mais superiores que ba a 1000 is. o par; casimi-
ros muito encorpadas a 900 rs. o covado ; ditas els-
ticas, inulto superiores, e do duas larguras a 4200
rs. o covado ; cassa-clntas muito finas a 3000 rs. o
corte ; ditas mais superiores a 4000 rs ; chales de
soda iio mais rico gosto, que teem vindo ; cambraias ;
parisienses; chitas franceas, largas erslrritas para vel-
lidos ; chales de laa muito boa lazenda a 3200 rs.;
I ii.ii de linho rom listras aiuei proprio para homem
le i llii-io a 280 rs. ; asiiiu como um bom sorlunen-
to de lazendas para calcas ; e oulias mullas lazendas ,
por prego muito em conla : na tua do Creipo loja no-
va n. 12 de Jos Joaquim da Silva Maia.
"*- Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve-
llia: na fabrica da ra Imperial,
ti. 7; na Direila, n. 53, venda
de M. Miranda'; no Alerro-da-
Boa-Vista, fabrica de licores de
I'redeiico Chaves; e na ra do
Trapiche, armazem de molhados
(
lo iXicolle.
= Vendem-se 8 escravoi mocos muito robusto!,
e bom para o tervieo de campo ; um pardo peiluto
oflicial ile sapaleiro oplimo pagom ; 1 dito oflicialde
alfaiale ; 2 molequei de 10 a 12 annos; 4 eicravn
mocas, erigomiiio o co/inho ; duas pardas, de 18 an-
nos, recolhidas, cosem, engommao e sao ptimas
mucamas ; urna negrinha de 12 annoi, muito linda ;
urna prota velha por IOj rs. : na ra do Creipo, n.
10, prirneiro andar.
Veuos-se a botica da ra da Cruz o. C0, deroo-
tc da tai ristia do Corpo ."-arito ; um possanie eicravo
para lodo o tervieo : a tratar na meiuia bolici, ou na
ruada Cadeia-\elha n. 40.
= Vendem-so oioendaa de ferro pira eogenhoi de
assucar, para vapor ugoa e beitai de diversos tama-
nbos por preco commodo ; a igualmente taixai de
fero coado e batido de todoi os tamanboi : na pra-
va do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmonl &
l.i-b.ia no brigue Triumphante, de rbanos, rbano-|0ompanlna ou oa la de Apollo armazem, n. 6.
les brancoi encarnados e pardos, nabo liinchuda I \ciido-se vinagre linio a 45,000 ri.a pipa ', di-
saboia, oigas, alface repolbuda, salea, cebla, repolbo Ito branco a 35,000 n. dita : na roa Imperial, o. |7.
Vende-ie potana americana, ltimamente chi-
stada em barril grandei e pequenoi; lencos pretog
de seda da India ; selim preto de MacaO ; velas de ei.!
prrmacotc de 4, 5 eG em libra ; cera amarellu ; |.
godSo grosso para saceos ; ludo por prego commodo
em caa de Matbeui Austim & Companbia na ra di
Alandega-Velba n. 36.
- Hebrard, com botiquim na ra Nora, n. 69
tem a honra de avisar que pelo ultimo navio ehegoo.'
Ihe de Franca um bello lortimento de conserva! Mt.
dinhai, ervilbas fiuclai coniervidu dentro de licor *
charope, vinbode Bordeiux em quartolai e garratat,
S. Julien, Raunillon, em caixai, cognac muito temo,'
verdadero maraikin de Zara kirch abiinth da Suis-
a do S Venin e Secoollre azeile fino de S. Plagnol
de Maieille silchicbSo francez muito freno. H,
inasma cala ha um depniito de chocolate de Marnalo ,
cbarutoi de regaba da Babia. Tudo i rende por pre-
<;o commodo.
= Veode-ieunta prelada Angola de24 innoi,
muito tadia. sabe coziobar e engommar, a tarar ven-
das e eniaboa muito bem ; na ra da Cruz, no Re-
cito n. 52.
53
t
DEft PORTAS Ntt
'Neita loja vende-se panno fino a 2300, 3000 ,
3500 e 4000 ; sarja heipanboln muito superior,
a 2400 rs. ; merino muito fino, a 3200 n ;
pecas de madapoln a 3000 3500 4000 ,Jg
4500. 5000 o 6500 n. ; luvas de e la para le-gj
.ahora, a 320 rs.; meias pretas para meninas, iT
'160 rs. ; farend para habito da le'ceiro da S.!y
'Francisco; e oulrai muitu faiendil de boa qui-^
flidade, por commodo preco.
Champagne da marca ij &c C, viu-
da no ultimo navio de Franca : vende-se
em porces e a retallio, em casa de Me.
Culmont 8c C."
= Vondem te pianos forte doi bem conheciJei
autores Jodn Broa, iwod & Fllboi de Londres, por
preco mais barato do que at agora e um forte piano
dos mesmos autores, muito em conta ; emcisadeU.'
Calii'oul & Companbia na pra(a do Corpo Sanio.
Precos moderados !
Vendem-ie, na loja de Guimaraes Serafim di Compi-
nhia na esquina da ra du Collegio, com irente pin
o arco de S. Antonio, as seguidles laiendas: chiUi
francezai, com quatro palmos e meio de largura i
300 n. o covado; dita! dos mesmos padros mashurkii,
pelo referido preco cima : aquellas sao de uma so cor,
teem deseohos agradaveii, e sao mui proprial para vu-
tidos de meninas ou para robe de chambres de lenho-
H i e estas sao de padrdes inteiramente novos: Uolo
urnas cuino outras sao de tintas finissimas os teui
pannos leem a consistencia do linho chitas ingle/ai di
sofrivel qualidade a meia pataca o covado ; a a prca
por 6000 n. ; riscadinbos largse tecidos, 180 rs. ;
riscsdinbos largos de cbadrez a 240 rs.; ditos turcos,
a 320 rs. ; luvas de soda sem dedos, pretal o de edres,
proprial para senbora a 240 ri. o par; panno de li-
nho da ilba com uma largura sofrivel a 800 n. i
vara ; pannos finos de cores, a 4800 rs. o covido ; dito
preto, prova de limao da fabrica do bem acreditado
Abrabam Rotb doUancliesler a 9000 rs. o covado;
sedas de cbadreij, proprias para vestidos, a 1440 rs.;
princea preta com 7 palmos de largura a 1280 n ;
franklin com a mesma largura, a 1280 n. ; casias com
chadrez de coros proprias para cortinados, a 400 n.
vara; dila adamascada larga, com ramos de core,
a 480 rs a vara ; cambraia lita zulada a 400 n i
vara ; papel de machina a 2800 n. a resma; sarje
preta bospanhola ; sotim preto de Macao; sarja de cor-
dio levantado propria para abas de subro-casacm ;
casacas por sor a que se usa na Europa ; cortes lir ca-
simira (.-ancora elstica para calcas; la fe las o Med-
res e piolo ; chales de leda chogados ultimamonte de
Franca ; mantas para senhora de selim e escocnis,
das irais modernas; len(oi de leda para homem e n-
nbora ; meias brancas de algodao inglczal dep-
lente ; ditas de lio da Escocia aberUs; ditas do ndi
preta o branca ; chapeos de sol para d inem esonliorn
meias curtas, do linho do Porto ; damasco de algodaoe
lia ; bretanha de linho fino ; es{ volantes ; gales ; eipiguilbas ; e outras multas f>70-
das, conforme o indicado na epygraphe deste annuniio.
Escravos Fgidos.
= Fugio, de bordo do patacho Conceicdo no n
8 do p. p um escravo pardo de nome Chritto"0
de idade de 22 annos. cabellos cacheadoi etlilu"
baixa ; lie sor.io; tem tallado um dente na frente.
urna orelha turada ; levou camisa de chita rouxa. cal"
ca de riscado, bonete de barco de guerra ; be propf""
dade de Boaventura Jos Rodriguei do Maraohao :
qoem o pegar, leve a ra do Vigario, n. 23 Fif*in0
Jos Flix da Roza & Irmio que gratificaradr
= Fugio, nodial4do mez panado, do irmiiem
de porta larga, do caei do Collegio um ei' Pat'
do de 15 annoi pouco mais ou menos wcc do
corpo, cor amarollada ; levou calen e camisa de '""
cado azul : quem o pegar, leve ao dito armasen 'lu<
lera generosamente gratificado. ^
= Continua a eitar fgido o crioulo Izidoro
20 e lanos anuos de idade estatura rcguiai < ""
do corpo magro do rosto e relindo ; andava calca lo;
be oflioial do alfaide por cujo ofcio trabalbva ni
ruaNoV, as lo) ii francezas e tambein bolieiro
loi eicravo do Exm Sr. bario de Itamareca que
vendeo a ieu actual lenhor Alve Vanna na ruad
>enzalla-Velba n. 110; o qual offerece 100J ri. d
gratificado a quem l'o entregar.
PEUN. ; NATYP. DE M. F. DE FAMA---- %$


Anno de 18 40.
Segunda feira 15 de Abril
N.ia
m qq
DE
PERNAMBUCO.
(SOB 09 AUSPICIOS DA. gOCIEDA.Dtf,COMMEHCUL.)
$kh
S bscreve-se na Praca da Independencia, loja de Ifvros n. 6 e 8, por iaooo ris por anno pagos adiaulado,
_^m^____i^r^=^3=^:^^^=a^^^^a^^.^ja ^iMaa^awaa^iwaiaai
5>a333 Qs>&&353!t?a92>& Si&^&a (Corregido Sabbadoas 3horas da tarde)

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Oh * jj a| safaba -s g p ji- & & l _^j^, ,
!iI."iS!f4141

1


<)
EXPORTADO.
Agoardente Caxaca -
Algodo 1. corte- -
. i. .... .
[ Assucar branco em tiim -
a mascando -
pira brricas ou sao-
COI, brinco -
i miscavado
Couros seceos salgados. -
Meios do sola -
Chilles da trra -
do llio Grande -
EXPORTS.
Rum -------
Colln I. qualiiy -
3. a -
Sugar a cases whi'e -
a brown------
lor Barris or Baga
white -
brown.
Dry saltad hides -
Tanne bids------------ -i
Ox-horns -
PBgO DA P*
45J000
SfJOO
41100
||J50
1*150
7J100
1*700
110
I #500
1*000
fOOO
60*000
6/100
400
I #400
I 500
2|700
135
ijcio
4#600
POR
Pipa.
Arroba.
Libra.
Hum.
Ceulo.
CAMBIOS.
Landres.......................
Lisboa......#.. ....*....
Franca...................
Rio de Janeiro................
PK ATA iniuda..................
Pataces Braiileiros.......
Pasos Columnarios........
Ditos Mexicanos..........
OTJRO. Hoedas de 6*400 velbaa..
Ditas ditas novas..
Ditas de 4000...........
a Uncs liespanhola*......
a Ditas Patriticas.........
Letras........................
.. 36 /i por If rs. a 0 das'.
. 106 por cenio premio, por metal efiiecluadoi
. 150 res por franco. a
. I por cenlo descont.
. I*60 a I#7i0
. O70 a O980.
. I#970 a 3J000.
. I|9I0 a l#40.
. 18/900 a 17*000.
. l6JA(-0 a I6#500.
. 8J80O a 0#000-
11*000. a HjbOO
30*600 a 11*000
. I '/, por cenlo ao mea.
FUETES.
ASSDCAft.
... f 1 10 o
...I I
< Lvcrp ol ...*.'..
Caualeulre Aroburgoe Havre ..
.1 a incluindo portos Inglezes
J5 IGenova em saceos .........
3 /llamburgo caitas............
i \ Bltico....................i
i Trieste pira caitas...........
/ b-stados- Unidos................
[Portugal....................... 300a 350
franca........................ frs. 46 e 10 /, de primagem
16 0
f J 0 0
f I 10 O
I 1 10 0
1 Nominal
6 por cenlo de primagem
Nominal
Portugal...
Franca....
Inglaterra...
Barcelona...
ALGODO.
600 por (2> sem piimagem nominal
160 por @ e 10 p J* aocamli. de 160 p Ir nominal.
'A P- P- '/a de primagem.
600p ((je 10p "/, aocamb. lOOopes p. fr
COUROS.
Inglaterra Seceos! 1 I 0 6.......... por tonelada e 5 por cenlo.
branca.............................. 180 cada lium elOp /,carnb. 160 I fr,
Estados Unidos..................... NAo ha.
Da dia II de Novemhro de 1844 su diante pagar 6o p. c.o rapoU tabaco
de pr, os charutos ou cigarros, o fumo em rolo ou em folba.
l'agmSO p. c. os saceos de canhama vetes em forma de nunhal, asalmofadas paracarruegeus, as pedras lavrsdes para la-
gdo, as pedras decantara para portes, portas e janeU-s, as pedras lavradaa pare
encanamenlos, cepas, cunhaes e cornijas, oassucar relinado, cryetalisado ou de qual-
quer maueira confeilado, o cli, a agoarderle, a cerveja. a cidra, a gene.ira, o mar-
rasquino, ou oulros licores, e os vinbos de qualquer qualidade e precedencia.
Pagaran 40 p. e. as alcitifa ou tapetes, o csnliamaco ordinario ou grossrria, as
halanras de qualquer qualidade, e roupa feita, no especilicada na tarifa, as cartas pa-
ra jogar, as escoras de cabo de marfim, o fogo da China em cartas, ou qualquer ou-
tro logo de artificio, o papel pintado, prateado. ou dourado, acodo de qualidades
linas, o pa|>el pintado para forrar salas em coUeccoes ou paizagens, o papel de Hol-
landi, imperial, ou outro nao especificado na tarifa a plvora, os aaboneles, o salmo,
o selio em velas, as velas de Slearina ou composico, as ameixas, ou onlras fructaa
em frascos ou latas, seccas, em calda, ou em espirito, o chocolate de cacao ordinario,
vinagre, os carrinhos, carruageus ou calas Joros, rodas, arreios para urna e ou-
Ira cousa as esleirs para forrar casas, os carros para conduiir gente, os octavis,
os silhes, os ireieiros e tinteiros de porcelana, e qualquer ohieclo de lonca nao com-
(irehendido na tarifa; os lustres, os clices para licor ou vinlio de vidroliso ordina-
rio, os de vidro moldado ordinario lavrado ou moldado, e lavrado ordinario da Alie
nwnha e semelhanles os de vidro liso moldado ou lavrado, de fundo cortado ou liso,
coui molde ou livor ordinario ; os callees para Cliampaiihe ou cci.rj, aa canecas,
e conos direilos de 10 a I em quartilho, as garrafas de viilro al I quarlilhc ou mais,
sendo todos estes ohjectos de ns. I e J as garrafas de vidro prelas ou escuras da
mesma capacidade, comprehendidas as que serven) para licores ou Le-Roy ; os copos
para tabernas ate urna caada, os frascos de vidro ordinario com rolhas do mesmo
al 1 libras ou mais ; ou sem rolha al 7 libras ou mnis, os de linca larca coa rolhas
do mesmo, t 4 libras ou mais, ou sem rollia para npodeldoc os ridros para a
lampadas ou candeiros, as taboas ou folbas de moguo ou oulra raadeira fina, e tras-
tes de qualquer madeira.
Pagar 36 p. c. o ac, aleatrSo, tinco em barra ou em folba, chumbo em barra
ou lencol, estando em barra ou em verguinha. ferro em han a verguinha, chapa o
lindados para fundico, folba de Flandres, gallia da Alepo, lata em folhas, laloem
chapa, narhm, salitre, vime, bacalhao, pene pao, e qualnnei outro, secco ousal-
*do Uc'.schs carne seccn O" da alrnours, herva doc, iamAwS *. *"*'. pntcss
franca ou pialadas, cordores ou corles de beierro para calcado, bezerros e couros
euvernizados, couros de porco ou boi, salgados ou seceos ; sola clara para tapMeiro
ou correeiro, cobre e caparrosa.
Pagarle 70 p, c. o trigo em grao, barrilha, canolilho, espiguilha, fieiras, fios,
franjas, lanlijoulas, palhetas, passamanes, sendo de ouroou prau entrelina, ordina-
ria ou falsa : galoes da mesnn nalureza, ou tecidos com retroz, linbo. algodo ou
seda, rendas ou ntremelos de algodo nao liordados ; sendas de fil, as de algodo,
retros ou trocal ; lencosJ de cambraia de linbo ou algodo, e bandas de reros de
inalha.
Pagar 10 p. c. os livros, mappas e globos geograpliicos, instrumentos mallie-
maticos, de physica ou chimica, edites de vestidos de velludos ou damascos, borda-
dos de prata ououro fino j retroz ou trocal, e cabello para calielleireiro.
Pagar 6 p C. o canutilho, cordo de fio. espiguilha, fieira, fios, franjas, ga
lo de fio ou palhela, lanlijoulas, palheta, rendas, cadarcos e lodoso mais ohjec-
tos desta nalureza, sendo de ouro e prata lina.
Paga- 5p. c. o'earvo de pedra, ouro para dourar, ou quaesquer obras e
utensis de prata,
Pagar 4 f. c. as joiis deouro ou prata, ou quaesquer obras de ouro.
Pagar 7 p. c os diamantes e outras pedras preciosas solas sementes, plan-
tes s racas novas de animaes uleis.
Pagar 10 p. c. todos os mais olijeclos.
Os gneros reeiportados ou baldeados pago I p. c. de direilos alem da armaie-
nagem; e o despachante presta Cianea al approvacio desU medida pela Assem-
bla Ueral.
Concedem-se lirres de armazenagens, por lidias, as mercadorias de Estiva, e
dous meics as oulras findos estes presos, pagar /, p. c. ao mez do respec-
vo valor.
Os rdireitos das fazendas, que pago por vara, dere entenderle vara quadrada.
Os direilos nao podem ser augmentados dentro do annofinanceiro ; masoGo-
verno poder mandar pagar em inoeda de ouro ou prata urna vigsima parle das que
torem maiores de 6 e menores de 60 p. c. dos precos das mercadorias, ou n.easno
diminuil-os, segundo Ihe parecer.
O Governo esl.autorisadoa esUbelecer um direilo differeucial sobre os]a^ocrss
de qualquer naris, que sohrecarregar os gel crol braiileiros dt maior direilo, qn
iguaes de oulra naco.
Ot artigos nao especificados ha pauta pago o direilo ad valorem sobre a faclus
presentalla pelo despachante : podendo porm ser impugnados por qualqurr ofliciil
da Alfandega, que em tal caso paga o importe da factura ou valor, e os direilos.
No cso re duvida sobre a clessificac da mercadoria, pode a parte rrquerer
arbitramento para designar a qualidade e valor da pauta, que I he compete.
Sao isentas de diieitos as machinas, anda nao usadas no lugar, em que Torea
importadas.
EXP0RTACA.O Os direitos pago-se sobre a avaliaco de urna paula semi-
nal na rato seguinte : Assucar lo p c. Algodo, caf, e fumo 11 p c.. Agoar-
dente, couros, e lodos os mais gneros 7 p. c. Alem destes direitos pag* taias de 160 rs. em cada caia, de 40 rs, em cada fecho, de 30 rs. e.u cada barrica,
ou sa :cs de assucar, e de 40 rs em cada sacca de algodo.
Couros e todos os mais gneros solivres de direitos para os portos do Imperio,*
excepcao do algodo, assucar. caf, e fuico que pago lp.ee as laxas por volume*
Os melaes preciosos em barra pago de direilos 7 p c. sobre o valor do mer-
cado, e a prata e o ouro amoedadn nacional ou eslrangeiro paga nicamente '/a P- C.
Os escravos exportados pago 5/000 por cada um.
DKSPEZA DO PORTO As emharoaces nacionaes, ou eslrangeiras. que
navego pira fora do Imperio, pago 00 rs. de ancoragem por tonelada: eas
nacionaes, que navego entre os diversos portos do Brasil 90 rs. As que entrareis
em lastro e sihirem com carga e vice-versa, pagar metade do imposto sunra c um
torco as queentrarem, esahirem em lastro; O mesmo as que entraren! por franqua,
ou escala, quer entrem em lastro, quer com caiga Desta imposico por Joaiuaj
isentas as que importaren* mais de 100 Colonos braocos, e asquee nlrarem poi ariihads
Toreada, com lanto que estas nao carreguem. ou descarreguem s mente os genero*
necessarios para pagamento dus reparos, que fierein.
VENDAS DE NAVIOSAs embircacoes eslrangeiras que passarem a ser
nacionaes. pago 15 p. c a as nacionaes, mudando de pioprietano, ou de haudeira
pago 6 p, c. sobre o valor da venda.
REVISTA SEMANAL.
CAMBIOS Trans.icres regulares durantes semana s 3G '/, d por IfOCO
liS.
ASSUCAR Entradas regulares, e preces os quolados.
ALGODO Entradas pequeas, e vendas s quotacoes.
COURUS ~ Continan a ser procurados aos precos quolados.
BACALHAO Koha
FAII.'NHA DE TRIGO Nao houvero entradas esta semina; o deposito
OCtuil he de 6,600 hairicaa e vendas s quotacoes
( A IIM-; DE CHARQUE Checsro dous ciregamenlos do Rio Grande es-
la semana, com os quaes o deposito augmentou 11,000 arrobas ; vendas regulares
aos precos quolados.
KAII1M1A DE MANDIOCA Chegro cinco pequeos carregamentos du-
rante a semana, os quaes esto anda por vender.
Retumo das EmbartaeSti exilenla ute porto no dia lid* Abril dt 1W6.
Americana.. ............*.......*......ft......... I
Ausliiacas...,.....................................................,. 1
Brasiletraa..... .........................^.... .............. .......... 3*
Belgas.............................................................. 3
Dinamarquezas....................................................... 1
Francexas........................................................... >
Hollandera........................................................... I
Inglesas ..........,,.,.,.. 4
Napolitana ...........................................,.............. I
N rue^uensas .............................. 3
Portuguesas...........I............................................... 1
Sardas .............................................................. *
hueess................................................................ *
71
Total
A Provincia golf, IranqnllUdade,
t


LISTA das Embarcares existentes neste porto al o (lia 11 de Abril de 1846.
MITRADAS. 1 DONDBV1M. CASCO. NACAS. NOMBS. TOKS. 117 MKSTRa. COMSIGIUTABIOS. ----------1------1------: .-LBBl DR8TINO.
Abril Pbiladelpiia patacho Amer. Yucatn J. Backer Malheus Austin Se C.
1846 Marco ID RiodeJancir polaca Auat. Cont llartig 111 A. Persich Me. Calmonte te C. Trieste.
21 Rio de Janeiro polaca Andel Kader 201 Matcovich Frederick Rohilliard Trieste
is- 25 Trieste brigue Santo Andr Apostlo 211 Ca ppanioa Lenolr Puget Si C.
II. S Noverob Dezembro 1846 Janeiro a .11 18 Sania Catharina Ku liria ue brigue Brasil. A tillante Soarrs 220 Custodio Caetano Jos Antonio Cabral Manoel Ignacio de Oliveira G. A de Barros
It Parehybe Parabybt blata hoe-Viagem 28 Jos Antonio da Silva .los Mara Vianna
24 hiate Espadarle 27 Joaquim Jos doa Santos Joo Pinto de Lemos Jnior
Fevereiro II R Grande do Sul b.-esc Isabel 1(1 Joaquim Antonio Gadr O Mestrr Rio Grsnde do Sul
4 Ass R.G.do S eMiia patacho brigue _ Conceico til Antonio ||...'. la Vilva R. Joo Manoel Teiseira F 1. Fl da Rau Ar V .
Marco * A fio 142 Joo Francisco da Cruz Rio de Janeiro
7 R, Grande do Sul barca Generosa 298 Jote de Oliveira c Sonsa Amorm limaos Babia
11 8 R.Grande do Sul brigue Serli.rio 223 Acacio Jos nos Santos rVascimeuto Sckaefler S C.
1 II Ass patacho " lainrentina 110 Antonio Germano das N. Lourenco Jos das Neves
* |5 biigne Paquete de Pernamboco 189 Jo' Gonralves Relj Leopoldo Jos da Costa A raujo M Joaquim Ramos e Silva O Mestre. R. Grande do Sul
* 8 S Mathcus sumaca S Miguel Venturoso 14 Joo Ignacio da Fonseca
i 18 R. G do Sul brigoe Ocano 166 Antonio Garca de Miranda
1 II lliode Jaoeiio patacho brigue Paquete do Rio 119 Jos Mara Itegis Gaudino Agostinho de Barros A mor i m Irma os
R.G S.p. ** Encantador 171 Joo Francisco Fernnndes
34 R. G.. pelaB. br esc Felii Onio 146 Manoel Gonralves d'Araujo Amorim Irmos
S Mallieus lancli i Especuladora 24 Antonio Rodrigues Ga .dio Agostinho de Barros Novaes 8 C
27 Babia palacio Victoria Flix 202 J Jos da Silva Papalina
27 Alcohaca pela B. laucha N. S. da Ajuda 21 M S. de Miranda Amorim Irmos
* 10 Acarac hiate -~ Elisia 87 Joaquim Carneiio de A. S. Manoel Goncalves da Silva Novaes 3e C.
II !i. Mallieus patacho Lima 95 Pedro Lope Mures Lobo .
* a Aracaty br. esc. llenriquela 114 'oaquim Pereira M. Joaquim Pedro da Costa A. Joaquim de Souxa Ribeiro M. Joaquim Ramos e Silva L. G. Ferr ira Si C.
Abril 2 Aracaty sumaca Fclicidade 75 Jos Je Freitas Flores
P Babia sumaca Lagar to Feliciana 50 Jos Rodrigues de Carvalho
Baha galera 447 Jos Franc seo
10 S. Mallieus sumaca ' auto Antonio de Padua 76 Manoel Jos Ribeiro Luis Borges de qoeira Carlos Augusto de Moraes Caeti noda Costa Moieira .
1" a hiate r^ creda 97 Francisco da Silva Ara ojo *
Caravellas sumaca S Joo 42 Joaquim Jos Pinto
p a S Joaquim II Antonio Sitno dos Res Joo Fiaucisco da Ciux
Marco 17 Antuerpia galeota brigue Belga. Mercalor 238 H. V. Coppenolle Me Calmont Se C
a 21 Aotutrpia ^ Gennetta Mara 225 Peiushke Me Calmont 8c G.
18(0 Fcrereiro 20 * Montevideo brigue Din. Belty HoiYeeu 700 C FjIsoH F. Rohilliard Hamhurgo
Miro le Londres escuna = 112 C C. Jana Me Calmont & C. Marseilla.
Abril < Copennagen brigue Fortuna 162 H. Hotbe Rothe S Bidoulac
1840 Marco 12 Mancilles barca Fraoc. Antonieta 214 i Degeje Luiz Bruguiere Msrseilles
14 Havre 20 Havre de Grace unge Cesar lll P. Kgarion Houcher Avral Irmos Havre de Grace
11 Havre de Grace hrigue Beaujeu Finey 111 B. lasserre Se C. Havre
Abril 2 Valparaso barca 114 La combe Avral Irmos Havre
8 Havre de Grace bi igue Arago 170 S. Dejrien Luis Bruguiere
Marro 21 Harleqin escuna Mol. Antie 107 John Kleiu Brander Brindis Anulen la m
Marco 7 liba d'Assenco '.arca Ingl. Elisa Johnston 216 Wm Pomaldson Johnston Paler Se C. Liverpool
14 Nevr-Caslle brigue Ituna 231 A. SamleisOn Os Agentes da C de Vapores Maceyd
17 Liverpool barca Golden Fleece 812 M Hubbuck Hussell Mellors Se C.
71 Terra-Nova barca Aristides veo Hutchings Me. Calmont se C.
Murro 17 Palermo brigue Napol. Gabriel 278 P. Gabriel N. O. Eiebert C. Palermo
Marco 25 Santos barca Norue Croad Prince Osear 190 Auveskang N. O Bieber 8: C.
10 Sanios barca - Prince Osear Fredeiick 360 Thomas Lootx N. O. Bieber.
18*6 Janeiro | Porto barca Port. Bella Pernambucana 117 Manoel Francisco Hamalho Tbomaz de A quino Fonseca Porto
8 Porto barca Espirito Santo 336 Rodrigo Joaquim Corris F rancisco A Ivs da C'jnha P rto
Fevereiro 22 liba de S. Miquel brigue Amelia 152 Joo Ignacio ele Menezes Joo Jos da Cruz lili de S. Mignel Dito Dito
Utico 10 ni llio de Janeiro uuM patacho Oliveira Ti iniiinimnta 216 230 Antonio Francisco Rezeode Paulo Antonio ; Mocha A ordem Oliveira irinfios Se C.
s ::r:aue LlSLMJM
Figueira a Josep'iina Emilia 168 Iiidro Iris de Souxa Nasc'inenlo ."chai'fl'er S C.
a 10 Angola barca . rspcculajo 754 Domingos Jos de Almeida MauoefdaCpsta e Silva Oliveira Irmos Se C
Abril 1 Figueira patacho brigue Maria Joaquina 114 F. 1. Feliz da Rosa Se Irmos
* l.iaboa s= Tarujo Primei.'o 225 Manoel de Oliveira Faneco Dito
1846 Fevereiro 5 Boston polaca barca Sarda Concordia 264 Jernimo Canesi Henrj Foreler Se C. F retal
Marco 4 Montevideo Bifronle 191 Caetano Gssola Jos Saporiiy Genova
14 [ka brigue Constante 218 H.Bomamoe M O Bieber b. C. Genova
|9 Genova a AlcihiadrS 178 J. K Villa Adour Se C.
21 Hio de Janeiro barca Mella l.amegna 104 J. Gallione Luis Bruguiere Genova
Abril 1 Malaga |>G rallar brigue El-Juaoito 201 G Rollo A Ordem
1846 Fevereiro 16 Babia barca Sueca Carlota Letecia 170 John Floruna Frederick Rohilliard Trieste
B 5 Rio de Janeiro hrigue Hebe 172 S O Nelsson Le Bretn Schramm & C. ilaroburgc
21 Rio de Janeiro brigue Alcyon 420 Sainbluin N O Bieber Se C.
76 Babia barca Susan 230 B. Anderson James Cabtree le C.
I'ernambuco Na Typograpliia de M. F. de Fara. 1141,
N


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