Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08242


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Full Text
=^
Ann de 1846.
Sexta feira 3
O AttlO nubllca-se lodos o diasque
io forem de atrs : o proco da asslgiia-
ut, He de 4O00 rs..por.qi.iriel pxgcaian-
",,,. 0 anuncios Ssa"^'"' *'*
[eridos a razio de I ris por I,,,., -10 r..
ra' typodlrToredte.eas repe icfies pela me-
.,%. Osaue nao forem asslgnantes pagao
80 rs. P" alia, c 160 c.u lypo ditterente.
PHASES DA LA NO MRZ DE ABRIL.
Crescente a 3 as 2 hor. e 51 min. da id.
ua chela a 11 as 3 hor. e 35 min da tat.
Mineoanle a 18 ai h. e 4 min. da taid.
l,KoTa a 25 as 2 hbr, e 28 min. da tard.
I I
PARTIDAS DOS CORHEIOS.
Goiann, e Parahyba, Segd." e Sexta feiras.
Rio Urande do norte, chega nas quartas
frican ab ineio dia, eparte as mesinas ho-
ras uas quintas feira
Cabo, Serlahaem, Rio Fonnoao, Porto Cal-
vo, e Macey, no 1.a, 11 e'JI de cada mez.
Garaahuus e Bonito a 10 e 24.
Boa-Vista e flores a 13 c 28.
Victoria as quintas feiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE IIOJE.
Primeira a* 10 h. e 54 minutos da manhaa.
Segunda as 11 h. e 18 minutos da Urde.
de Abril.
Anno XXII N. 7S.
das da semana.
30 Segunda S. Domnino, aud. do J. dos
ni I", e do J. do C. da 2. r., dn J. M. da i
31 Terca S. Balbl'na aud. do i. do civ.
dal. v. edoJ. de pa/. do 2, dUt. de <
1 Quarta Macario, Aud. do S do civ da
2." v., e do 1. depw. do 2. dist. de t.
2 Quinta S. Theodozia, aud. do J. dos orpli.
e do 3. M. da 1 v.
3 Sexta S. Ricardo, aud. do J. do civ. da
1. v.. e do J. de paz do 1. dist. de t.
4 Ssbbado S. Isidoro, aud. do J. do civ.
da 1. v., e do J. de paz do 1. dist. de t.
5 Domingo S. Iria.
CAMBIOS NO DIA 2 DE AMU.V
CaraS. sobre '.ondeos 26'/3 d. p. 1^. a60 d,
i, Pars 350 ris por franco,
n Lisboa 105 p c. pr. p. m.
Dse, de let. de boa* Urinas I '/, p. /. ih7.
0ro-Qncas hesnipnolas 3l*.KiO a 3I00
. M..eda de60'vel. I6f8,10 a WOM
,|,.(i/|ii0iiov. I8TOW a I63)0
4e4j000 .(ID a 9gf\M)
Prala-PatacOes .... IW a l0
. Posos Coluuinares Itftt'.ls IflWO
Ditos Mexicanos. l.rtMK a 1M0
. Prala Uiuda I|B20 a 1/700
Accoes da C do Hcberibe de 50^000 ao par.
paute orncuL
' N. 148.
Antonio Pinto CtAchorro da Gama, presidente da provin
cia de P.ernamlmc: /a? saber a todo os seus habi-
tantes que aasssmbla legislativa provincial decretou,
e eu saneciontia renlufo seguirte:
Artigo I* A lote policial de toda t proiloela para o
anuo (insDcelro de I8V5 a 1847 constsra de um corpo
de Infantera enm tresentai e noveuta e quilro pncei,
no seu estado completo.
Art i. Pica, desde js, sutorliado o presidente da
provlocii a elevar a referida Torca ate seiaceotai pracas,
subjeitwido este augmento, ea organlncio do corpo, s
altencdes, que reclamarem as necesidades publicas.
Art. 3. Fioao revogada toda ai lei e dlsposicoei
etn contrario.
Mondo, portanto, a todas as autoridades, a quem o
coobecimeoto eexecuclo da referida lei periencer, que a
' cumprio e faci cumprir tao intelramenle como riel 1 a
s contm. O secretario de;!a nrovinol fue impri-
mir publicar e correr. Cidade do Reeifd aePeroambuco,
aos 20 de mareo de 1846, vigsimo quinto da Inde-
pendencia e de imperio.
| L. 8. | Antonio Pinto Chichorro da Gama.
Carla de lei, pela qual V. Eic man la eiecutar a re-
solucio da assembla legislativa provincial, que houve
por bem sanecionar, Osando a Torca policial de toda a
provincia para o anno naoceiro de 1846 1847, no
forma cima declarada.
Para V. Ese. er.
Jos Xavier Faustino Ramos a fez.
Sellada e publicada nesta secretaria da provincia de
Pe toen buco, ans 28 de mareo de 18ifl.
Vicente Thomaz Pires de Figueiredo Camargo.
Registrada a I.15 do llvro t."de regutre das lea, que
serve nests secretartt da provnola de Pernambuco, ana
88 de marco de 1846. Francisco Xavier e Silva.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO DI 26 DO PSSA.DO.
[Concluido )
PortaraNomeando supplentes do juito monicipal
e d'oipblos no termo dn Moa- Vista ; em 1/ lugar, so
coronel Ignacio Francisco de Mallos Varejlo ; em 2.,
ao coronel Luis de Csrvrlho Bnn lo ; em 3.", ao ma
jnr Francisco Antonio Xavier ; em 4.*, so major Joa-
quim Leonol de Alencar *, em 5 a Manoel da Silva
Franco ; e em 6 ?, a Jos Pedro de Salles. Tembem
te nomerao supplentes do julzo municipal e d'orpbns
no lerinii ilo Pao-do-Albo : eml.Mugsr, ao hachare!
Jos Pereira da Silva; em2., ao capilo Joi Jaouario
Soares Feneira ; em 3.0, a Mauricio Francisco de Li-
ma ; em 4.', a Thomaz Joio de Cerval ho ; em 5>, a
Joo Carneiroda Silva Beltrio; e em 6.", a Pedro Del-
gado de Borba : e pralieipou-ie ao presidente da rela-
clo, ao inspector da thesouraria da lateada, aos juites
de direito e ios municipaes da Boi-Vula e Pao-do-A-
Iho, e al respectivis cmaras.
IPEH DO DIA 27.
OleioAo commandaote dai armas, seientificsndo-
o de baver sido declarado por imperial avilo de 14 de
levereiro prximo pasudo, que o lente Salvador Co
Iho de DrumonJ e Albuquerque tem direito gratifica-
cao, que Ihe loi suspensa, de 4 rs. mensaes ; mas que.
orno perlence ella a exeroicios lindos, nao pode rece-
b la, im que aprsenle titulo de divida.
Dito Ao meimo. lignificando. de?e presUr-ie 4i
requiii?Oet, que acerca doi recrutai de marmha, quem
ie hija lormado procesio. Ihe fixeremoi juixeide direito
do crime e o municipaes; e prevenlndo o. de que esses
recrulas n5o deixlo de ser como tael eomideradoi, du
note o aodameoto doi reipeetivoi proeessos poii que.
nocaaodeaerem despronunciadoa dos crimei, que Ibel
houverem dado lugar, regresnri5 para o reipectisode-
poiilo, lm de terem o competente destino. Com-
muncou -se ao ebefe de polica interino, e ao juu mu-
nicipal da primeira vira deata cidade.
DitoAo director do arsenal de guerra, declarando,
que a lianloira imperial, que ae mandou lazar para n
rtio-Grande-do-Norie, he para i reipectisa lortaleza da
Barr.
DitoAo Ihesoureiro das loteras di mttrix da Boi-
Viita, icionlifioaodo-o de baver approsado o novo pla-
no, que pira as meiaiai orginiaou, e loompinhou-o seu
oflicio de 20 deste mez (marco).
PorUriaNomesndode!gdi>fin termo deFInre io
tenente-coronel .Vnfim de Soun Ferrix. Pirticipou-
se ao Ibele de polica interino, cuja proposta deo lugar
i ella nomeacao.
D puse ptente pan coronel chele da legiio da guarda na-
cional de Iguarais. Participou-ie ao commandinte
superior interino di guarda nacional dos municipios de
Olinda e Iguarais.
DitiAocomminte do brigue-escun Leopoldina,
ordenando, que transporto pin ilha de Fernando o
lente Manoel Beierra do Valle, que vai commandar o
deataeamento daquelle presidio.
DitaAo mesmo, determina mo, mande desembar-
car o Portugueies Pedro Francisco, Leonardo Perein
da Silva, Jos Antonio da Costa ejoi Martina de Sou-
ra, que, como marioheiroi, servem seu bordo.
INTERIOR.
Corresp. do Jornal do Corainercio.
A VIACEM DB SS. MM. 11.
Santos. 24 de (evereiro.
O chafariz iniunurado bootem deo mal chorme do
qoe era de esperar do sitio, em que se ach coliocido ; e
em auanlo pinRou ayo tuna, esleve em rigoroso litio :
cada torneira eslava jma sentinelli, para nSo permit-
tlr ex'cesslvo uso do liquido, com recelo de sbitas hv-
dropesias ; mas o lequloso illudiao esta providencia,
beijando, urna aps outra, ai quatro torneiras latones
A meu ter, nSo en esta fonte publici a maior oecessi-
dade di populacao, que se Iria supp indo com outras,
que bavia, pollo que a alguma distancia de alxuns dos
bairroi di cidade ; como, porm, quod abundatnon no-
cet. ahi fica o povo com agoa a fular ; mag a marlobi,
ja consideravel nesle porto, nio tem urna Ionio comino-
da, donde le abastece, be-lbe neceinrio Ir (axer agoada
na margen) dalm ; e ainda assim, nem sempre Ihe he
isto posgivel, por estar depandeote de mares, bom lem-
po, ele. O Imperador reconheceo esta neceisldade ; sa-
be, que Tallecem meioi acamara municipal para acudir
a ella, e por mais urna ves veio seu bolsinho em auxilio
dos colre publico!, mandando dar douacontoi de ris
pira coostruccao de conductos do novo chafariz ate a
praia, que nio fica muitolooge
casa da Misericordia mandou S M. dar quatro con-
corle ir em seges, e o pouso se far na Ponte-Alta on
Ponto-Alto.
A'
los de ris, de que tanto precisivi pira necorrer i suat
Uilo Ao chole de polica interino. iotelligenoian-IoecefgiaadeJi endo, como sao, diminutas as suas ren-
do-odeler lillecido de bexigas, na esdeii deata cida- das
de, o cabra Vicente, que S. roe. para aqui remelleo,
fin de ser tiansportado ao Ceari, para alli ler julgido
pelo crime de homicidio, em que eitava pronunciado.
Tambem se participou ao presidente do Ceari.
DiloAo capilo de mar e guerra Manoel de Siquei-
ra Campello, diodo-sepor ioteindode ter S. me. en-
trado no gozo da licenca, que por S. M. o Imperador Ibe
fra concedida.
Dito Ao capillo de ragati Rodrigo Tbeodoro de
Freitai, declanndu-ie atiente debner S. me. lomado
conta da inspeccio do arsenal de marinbl, de que lera
inlerinamenlo encarregado pelo governo imperial.
A IiAINHA JMARGOT. (*)
pop. 3la-iinor Duinae.
SEXTO VOLUME.
aPITLO IV.
a he o i s ca. .
"~"iiiecvi o rei a imparioniar-se. Havia elle msndi-
do vir a ana preaenra M. He Nncey, e acabava de dar-
'lie ordem do ir procurar Ueprique, quando eile appa-
recae.
Ao ver leu cimbado Iranapr o limiar da porta da ea-
mira, Carlm iulioii um grito d'iilegria, e Henrique ai-
auaiou->e, como o ie achaaae viata de um cadver.
(*) Yide Ciarte n.' 74.
dea
Esta manhaa sabio S. M. para ver o telegrapbo de
Monserrala ; e, com espanto dos que o acompaubario,
aubio cavado toda a monlaoba, por um trllbo lgre-
me e escarpado.
A' Urde nao aabio ; e oa alagados tapetes de palacio,
diieai, que tambem por l os lioides de cheiro andaiao
silvando ui ares ; ja l digne o poeta :
Nem sempre o arco atesado,
Como nem sempie Tolla ;
Ni discreta variedad*
Eit do mondo a harmona. >>
A partida pan a capital est flxada para iminhaa s
6 horas, aflm de ae Ir almfar ao Cubato, al onde a
S.-Paulo, t de mareo.
Sabe molta gente o estado, em qoe aqui entrei: so o
desojo de adiantar notlciis da ehogada e recepcao da
corte me obrlgaria a. do leito de dor, dictar minhas car-
tas de 26, 27 e2s do pretrito ; e no estado, em queen-
lio meaehava. finja ful leatrioglr-me ao que vi e ouvi
de melbor parte, e poli muito modere do ter escapado.
Fui teslemunhaoccular da recepcao da coite no Ypirm-
ga, e nesta oidide, como j disse, Toi ella enthusiastica
he pompn. A parte di populacao, que nao lohou lu
ar nas casas, ruaa e pracas, por onde devra paisar o
prestito, accumulou-se nos cabecos dos montes, que
bordo a entrada da cidade, alTronlando os irdontei
reos do sol, que, parece, nao senllio, to absorvida es-
lava iui attencio pela proximidade, e depois presenca
dos soberanos, aosquaei, se me he assim permiitido di-
ser, menoi icitsvio e lestejavSo por este titulo, do que
pela Tama deiun virtudes o tmabilidade.
O 4 ircoi, inclusive o dos artillas, e o prtico imperial
di entrada da prici de plido, lio, com excepcao do
da cidade do Rlo-Griude, os mis (icos, que temos vis-
to, especialmente o em que eslava erguido o altar, o
qual, tegundo be fama, cuatou cerca de olio contos de
ris, somma enorme para esta provincia, onde a mao
d'obra be muito barata : este he muito luperior ao do
Hio-Graode, pois repiesenta um templo, com coro para
msica, grande altar, eest todo Iluminado, deotio e
Ton. O do paleo da S he mais elegante, porm mais
simples de adornos, pois s ten, pinlursi ealguns rele-
vos. lia mili urna grande illuminieao no pleo do
quartel de primeira linha, e outra menor no de perma-
nente!. O povo se nao sacia de luies e msica ; logo
que anoulece, derrama-se pidos diversos pontos da cida-
de, onde baja o que ver, aflluindo, a final, para praca
de palacio, e abi repelidos nas a familia imperial tes-
(emunho-lhe seu amor e dedicacio. No meio deslis
ovaedes, l surge urna vos, querendo tambem, que viva
eale eaquelle seu apaixonado, it que um cipote deo
vivas msica do batalhSo : que vivSo todos em paz e
harmona.
Ufie.7i-nne, que o presidente da provincia den a
SS. MM. o jantar do dia da enlrada, constando de seten-
ta e tantos talberes, e multo decente ; sua senhon, logo
no Yplnuga, entrou no exercicio de dama honoraria de
palacio, pan que Tora despachada em 23 do pretrito.
Desenvendo a vlagem di corte pela ierra de Cubato,
emilti piqueras particularidades, que pouco importo,
como Tosse oembindeiramento, com pavilhes de diver
sai naedes, em ilguoi pontos ; pequeos arcos de rama-
gem ; alas de palmeiras pelo lado eaquerdo da estrada,
etc.; vi, porm, pregada a urna janella, em grossaa ret-
i, urna especie de legenda, que me tem posloojuizo
a arder, por Ibe no^joder acharTuro: dliia assim :
A m m" les imperialle les habilans de ce lieu recon-
naissans Se algum estudante nio qu sombir de
iitiiii ou de outro curilo, devem cstis palavras ler a
mrito dsquellai, referidas, supponbo, que por Nicolao
Tolenlino;
Boas para ajuntar bruchas,
Ou pira cuiar quebranto.
Se por ah houver homem tao sabio, que Ibes mella
o denle, far-me-ba especial Taror dar-m'as em Irocoi
lidos.
DIARIO II PIIKIIN.
Polo brigue Reaujeu recebemos |ormes rincezes al
6 de fevereiro ultimo.
Conlinuiva a camera dos deputadoi i occupir-so com I francezaa sido ubrigadas a suspender toda a perseguicio
Na de 2 de fevereiro reisou a discussao sobre outra
emenda de M. de Remull oestes termos:
Porm, para queie consolidem estas relacOes, be
mister que osdous governoi (da Inglaterra e Franca),
obrando de accordo no casos,em que ha interesses com-
muns entre elles, (uardem cuidadosunentos, nos dous
mundos, lo 11 a independencia da sua acfo poltica.
O resultado do debate, i que deo lugar esli emenda,
foi ser rejeitada por 233 votos contra 165.
Na de 3 declarou a cmara pela maioria de 21" vo-
tos contra Ui, que pela convencao de 29 de maio do
anno panado tinba o direito de visita sido reilrqenlo a-
bolido, e o commercio Irancer posto de novo debaixo da
superintendencia da sua bBndeira.
No.lu 5 loi discutida e unnimemente approvada, ni
cmara dos dopulados, a segumte emenda de M. d An-
geville, subemendada por M. liillault, lelativamente
expedicao de Madigascar :
c A 1' ranea nio recua dianle dos sacrificios, que Ibe
iiiipoem (io graves inleretscs ; porm espera da pruden-
cia do governo, que na emprebenda, sem urna neces-
sidade bem reconbecida, eipedicSes longinquas e dis-
pendiosas.
Constiva, qu urna parle dos vasos rancezei ji tinbio
lomado a sua policio decruzeiios na cosa occidental
d'Afnca. A iui demora nas ilhas de Cabo-Verde foi
muito curta, em consequencia da intencidade, com que
se declarou all a lehre amarella. Tendu-se lomado as
msiorea.precaucOes para evitar aquelle ternvel lligello,
nenhum homem do* que iaio parle da equipagem, foi
atacado della.
Ocruzoiro foi dividido em Ires zonas : a 1.", pirlin-
do das tibes Bissigos a pouca distancia da ^eneganibia
at o cabo das Tres-Ponas; a 2.', deide este lugar al
o cabo Negro ; a i.', desde o cabo Negro al a pequea
babia, ni extremidade da costa deserta, lira sobre a se-
gunda zona, que conlui mais lugares suspeilos e in-
dicados como de refugio paraos traficantes, quodevciia
ser dirigida a principal vigilancia desvaios Trnceles.
Lia-se n'uma carta d'Ar|>el, de 23 de Janeiro, publi-
cada pela .S'fnluie/i.i dt Touion oseguinle :
No numero dos lego'mdoi entrario no hospital de
Slil.de 4 a7,deroiloofIiciaes,dosqudcs muitos.se nao
sucumbirem, lero do suTrer a ampulacio das duas
pernaa. <
Lia-ie no Algerit.
Em consequencii da chegada o emir i parle me-
ridional da provincia d'Argol (oda as lorcasmovis des-
ts divisio puzerio-se urna vez em movimento. Esll-
vio reunidas a 20 de Janeiro em Bogbar sob as ordena
do manchal em pesioa, do lenento-general liedeiu, e
dos mir chaos de campo u'Arbouville e Marcy.
a Allirina-se, masesla noticia carece de confirma-
ci, que Abd-el-Kader linha ousado avancar al den-
tro da provincia de (ion lanlina. A noticia do desastre
da columna do general l.evasseur 1 a de ti-r-lhe enejado
tos ouvidos ; elle ha de ler sabido, que a subdivisao de
Slif eslava desguarnecida du Iropas ; que a maior parle
dis columnas da dniso 'Argel linha entrado ouln
vez em quarleis d'inverno, impeslibililadas d ora em di-
anle do guardar o campo : p, aproveilando se desle feliz
concurso du ciicumslancias, elle lera sem duvida Imita-
do sublevar a provincia de Leste, s
Os ulumosjornaes d'Argel, reoebidos em Piris, coo-
tinbio pouca noliciis. O boalo da apparicio de Abd-
del-kader no Lesle pirecia estar desmentido. A urigem
leste boato vmlia sem duvida de que, tendo as columnai
O doui ruedicoa que Ihe ealavlo ao Lulo, ileaviari-
e; o padre que exliorlava o deigracado principe a inur-
rer cliriaUniiioiite, tambem ae reliroa.
Nio era Carina IX amado, e tudavil muilo n chura-
va nai mite-camarai. Na unirle doa rea, taea quaea le-
nhlo sido, ha aempre gente que oerde alguma cuuia, e
rereis iiAieBolm-U nu seu iiieceaior.
Eia >01icaii, enea loco, a palavraa de Cathrrina,
u apparalu Miiialro e magraluao doa uliiiuoa momelo
.Ir um rei, > pecio, em filo, deaae meimo rei, alur-
nienudo por una rnferuiidade, que ae tem depon re-
prudiitid, nina da qual a aciencia nio havia aind lid
xrnipl, produtiriu, noeapirito, anda novo e por con-
aoguinie anda ioikiivo, de Henrique, lio lerrivel cliei-
10, que, apeiar da aun rcluco de nao caoaar mima
o.lo a Cirios acerca do leu catado, nio podo, oureo o
iliaiemoi, reprimir o aeniimcHto de terror que se ihe
1.1 niou no ruatu, ao ivialar eaae moribundo verlendu
aligue.
irlos aorrio-ae tralemente. Ao que eito i portea
da niorte nio escapa urna a dai avnsacoes doa que u
ladau.
Vinde c, Hrnriquinbo, dille elle, etcndendu a
mi a seu cuoliHilo, oinn urna auavidade do Vus que
Hnrii|ueolrllijamaii llie achara. Vinde, que, pernio
ver-roa, luuilu padeca; na uiub'a sida bem vos teobo
a diicussio do projecto da meniagem em resposta so dis.
curso da cora.
Na sessio de 31 de Janeiro discutio-se urna emendado
Mr. Berrver, concebida nos termos se;uintes;
c Se a paz chegasse a ser perturbada pelo conflicto
das pretenroi'i de ous grandes povos, a I,-rni;a le re-
servara a velar em que se nio attentasie de modo al-
gum contra os principios do direito publico, que prote-
gen! a liberdade dos mares e a dignidide dis rejacos
inlernacionaes. >
Esta emenda ioi rejeitada por 254 votos contra SG.
Miiorii 78.
alormeolado, meu infelii amig, do quo boje, acredi-
ai-me, muilo me arreprndo. Algumaa veiea preatei
juda iquellea que vua alurnieiitavlu; ina um rei nio
lie lenhor dos acnlecimeiiloa, o alem de Cstherina iqi-
nba ni, moni de meu irnilo d'Anjou, alem ile meu ir-
inn d'Alencon, tinha aeiiea du iinm urna emua inooiu-
iiinda, que cosa nu dia em que me vejo murlu : a ru-
sto de oslado.
Seotior, balbuciou Heiirique, do nada mais me
loinbr, sena do amor que sempre hei lid a lucu ir-
niiii, edo rrapeil que sempre eousagrei ao meu rei,
Sim, Mim, tensrasl, disse Csrios, e me reonhe-
9 nlirigndo por su fallares, llenriquinh; pnrqno,
re verdad, minio soffreile sob i> meu reinado, sem f,i|-
lar em quo fui nelle que la doaventurada uiSi luorreo.
Mas tu devias ver que rouitss veiea me impelliio. Algu-
inas resist; de ouiras tambem cedi de cansado. Ma
u o disseste, nio filiemos mais do pausad, agora he o
prsenle queme niuvc, he futuro que me aisusta.
E ao duer estas palavraa u pobre rei oobrio o rusto l-
vida com as descarnadas ralos.
Depois, panado um instante de silencio, correo a mi
pela frente como para arrudar du ai essas tristea ideas,
e cada ves suandu maisesae auor doaangue:
Cunveui salvar o estado, eonliiiuoii elle em mi
baixa a incliuando-se para Henrique, be preoiao fazer t
desde que o emir se retirou para o pequeo desello,
porque eslavio sem vivcies, e aquelle paz nao oierecia
iorragem para oscavallos, deixario de saber ao certo a
policio do leu adversario,
Em todo o caso passava por cerlo, que o emir trnba
definitivamente deixado o Tell desde 7 de Janeiro ; po-
rm ignoriva-se o que elle fez depois. Da policio, que
occopava, poda elle tomar igualmente dous parlidoa :
paisir para o sul de Mascan e 'Momeen para se por em
communicacio com o seu deira, ou dirigir-se pana
parte meridional de Tilteri, na qual contara com um
certo numero de adberentes.
que elle nio caia em niioe de fanticos, ou do mu-
flieres.
Carina, como ncnb.imoa do dize-ln, pronunciou eitai
palavrai em vs baixa, e todava llcnriquo nppos ouvir
pur iras das cortinal do leito urna urda uxolaiuajiu de
Otilen. Tnlvezalguina abertura feia na pared, seu que
niesm Cario o loubeuo, pcrmiltiiie a Calherina ou-
vir eese supremo colloquio.
Molbcre? replicn o rei de Navarn, para provo-
car urna explicaoiu.
Sim, Henrique, dine Carl.n, minha niii quer a
regencia, em quinto meu irma nao chega da Polonia.
Mus ouvo o quo en tedig", ello ni vem oa.
Cm! na veroc! exclumuu Henrique, cujo
enr.scio pillara de alegra.
Nio, ella nio vem oa, continuou Carlea; aeui auo-
dito nao o (lcitar.n parlir.
Maa, die Henrique, erdea vi, meu irmio, que
rainlia-iiiii nio Ihe leri eom antecedencia eicriplo?
__ juu, escrevao, mu Naucey intcrceptau o correio
um Clo'i um u-Tinorry, u me Irouce acorta, na qual Ihe
diiia ella i|ue cu fieavo a niorrer. Mae eu tambem eacro-
vi para Vuraovu ; esluo oerlo de que a minba carta lia
de l chegar, e niou irmio er vigiado.' Porlanto, Hen-
rique, ha toda a prubabilidade deque o lliroue hcar
rago.

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o numero dos
Acrese enlara-so, qui
Nio se podi. anda dizer cou.a algn >a de i
sobre a gr.v.dsde do desastre de Stif.. Corresponden-
cias dirigidas 10 Akbbar elevado a 208
oomonsregelados em csminbo Ac
os ducntrs roeio-regelados. tratados nos bospitaes, mor-
rilo en> mu grandn numero ; e avallan -se em 600 ho-
mens a sornma tola I da, perdai. que tinta cuitado ei-
pedipio de Jou-Teleb.
M. MaximeC.ro, ministro plenipotenciario do Me-
quencadeum.doloroi. e long. .nferntid.de. M. Ga-
Z.ZJl ume.0' maild",i or.ou.t a ulLm. hora toda a ,u. presenc. de .pin-
to e tod. a .u. serenid-d- habitual.
Annunc.a.a-seem Toloaa prxima cbegeda do re-
giment de arl.lh.ria, de que o duque de Montpen.ier
'ia parle. Tambem se pens.va em Toloaa. que .e e-
laceiecena um acampamento perto daquella cidade no
prximo e.l.o. Tr.t.,..,e igualmente de e.t.belecer
um acampamento em Belfort (Alto Rheoo).
Communicado.
A/hvindadede Noo Senkar Jo-us-Christo, provu-
da pela ,, eagrada mor, a paxa0, oU o triumpho
di ,\os$o tenhor Jttut Chritlo.
A l adquirida pela grapa de eo. be a nica verda-
dpira demoostrapio da dmnd.de deNosso Senbor Jess-
t-br.sto; mas este dom Dos s d ao coreco sincero e
I umilde, e que dese|a coDbecer a verdade. Grapas te
uu, p.i, Senbor do co e da trra, porque escondeste
esta, comas .os sabios e entendidos, e revelaste aos
pequeninos. Sim, padre,
grado. /.uc
porque as.im foi do leu a
X. 21). Todos nos temo, accesso a es-
te dom de eos, a este thesouro de um valor infinito
porque todo, nos tomo, lilkot de Deo; por isso, causa
admir.co ver o rustico, a mulber, o menino com
16 inabal.vel, e s vetes mais firme do
que
urna
a de um
Jadeos, imbuidos nessas falsa. opiniSes do mundo, es-
peravio. que o Messias promettido as n.cOes e propbe-
lisado as suas s.gr.d.s e.oriptur.i viril com a espada
na mi conquistar povos, e liberta-lo. do jugo do*
Romanos; porque a. propbecia. diziio, que o Messias
havia de ser um rei poderoso, um conquistador, um
libertador ; elle. erio carn.es, nio podifiu eompreheo.
der, que, segando o espirita da. .agrads. ecriptures,
o Mesiias havia de er um rei poderoto, he verd.de,
porque elle era o Omnipotente, e reiimmortaldo.se
culo.; que h.vii de ser conquistador, be verdade, por
que elle bata de conquistar o bomem do poder do io
ferno; que bavia de ser libertador, tambem he verdade,
porque noa havia de libertar da escravidio dos vicio, e
do mundo (1): entretanto Nosso Senbor Je*ui-Cbriito
se Ibes .present em um estado de pobrexa e bumildade,
cbamando-se Filbo de Deo, e en.inando a moral mais
pura, que ae poda desejar, tcoril jl.mais at entlo ou-
vida fallar na Ierra, e muito menos pratic.da; isto es-
candahsou osJudeasa tal ponto, esobre tudo asyna-
goga e ph.riseos, dequem ello exprobrava a bypocn-
. que assenlrio entre si d.r a morte a Nosso Senbor
Jess-Christo. Ora, analysemos. qual (oi o campo de ba-
talba, que Nosso Senbor Jesus-Christo eseolbeo par.
combateretriumpbar, e ao mesmo lempo paragaobar
a eoroa de gloria para lodos aquellos, que quizeasem se-
gu-lo; foi de um lado lodo o povo judeo juntamente
com as pnncip.es autoridades civis e sacerdolaes; a
cruz com lodos os mais instrumentos da morte, como
sejio cravos, cora de espinhos, lanca, de. ; e para
cumulo da infamia este exereilo de tigres tinbaoutras
armas nao menos poderosas, as quaes erio as injurias,
lalsoslostemunbos, irrisdes, os insultos, &c. ; em fin
a mais cruel perseguipo provocada al por todo o in-
ferno : de oulro lado o nico beroe be Nosso Senbor
Jesus-Cbrislo rodeado simplesmente de todas as virtu-
des, que elle ensinou; era verdadeiramente a sua mo-
l em accio ; e sobre tudo as virtudes, que mais re-
do esta anido com o naior amor aoa homens; seos al-
gosas o tratSo com a maior barbaridade possivet, e elle
corresponde com urna inteira obediencia ; elle he vc-
tima de soas virtudes, apflre a maior das injuslicas, e
roga a Daos pelos seus encarnic.dos inimigos (O pro-
prio incrdulo Rousseau coofessou, porett. beroieidade,
que se a morte de Scrates loi de um pbilosopbo, a de
sus-Cbristo loi de um Dos). Seus ioimigos esto can-
sados de o atormentar, e elle anda nio est cansado
desoflrer; seusinimigos e todo o inferno scogilSo
novos meios Je o atormentar, e elle oa trata comanla
innocencia, que cbega a dizer-lhes : Tenbo sede.
Seu eterno pai descarrega o braco de su. justic. con-
tra elle; e elle jamis deixa de cb.ma-lo seu amaroso
pai I.... S os nico, hroes, que o imitarlo de al-
gum modo forSo o seus discpulos, os tnarlyresda ebria
tand.de ; mas estes erlo sustentados pela greca divina,
e, se me quizarem dizer, que Nosso Senbor Jess Cbris
to tambem er. sustentado pela divina graca, entio nis-
so conlessSo a sua divindade ; porque a divina grapa
nio poda cooperar para a impostura, sustentando a el-
le, que se chaara filbo de Dos, igual a seu eterno
p.i!... Sigmosos pastos do nosso divino meslre I
Um golpe anda mais mortal se descarrega centra elle.'
Todos os seas amigos o abandonio, fizerio o que nos
fitia
Na
Praxa aos Cos, que nos o< Peros mbuesnos U.i
moa a fortuna de ver sentado no senado este vari
todo, os titulo distinelo ; porque contaremos ^*
com este insbalavel esteio do imperio, com este R*
prolector da oossa provincia natal, que bent se
ufanar de ter a dita de o cootar no amara i T~m
filhos. ae **
Sou, Srs. Redactores, etc.
_______^f "*'';'/suya,
. Sri, Redactor f: Caau. extranrdinarin. Mta.
recendn em no.ao foro, que devem e.paolar q 'P^*'
habitante delta pruvinnia, e |.o-loi d'alrateii ^;11"l'l,,,
dolo, .nrpreie, o vinganca. Um dVllea he l|t. .* '
Manuel Jvt do Magalh.e. Bailo, lnrnandu-IP '"""
inimign meii, desde e fallrcimi-ntu de Julo Ant,,,"!?""
lim Novara, aeu ex-aticiu,demandou-roe- pe). ... "
300.000 rs. qne loe ni devia, e chjo proc*,,"." T
ouBcluau a final. Nio *ali.F*>ito euro eate pann ""
ira, aon boje citado para onnciliacl de uma Imi**?"
000 000 r.., venfita em 5 de juobo de 184?. "
Rala ledra he falaa, e pelo menos he falsa a ojinha
igoatura; por ignorar anda que papel rrore^ni *"
nienciiiiiada letlra, se .arador, acoeitante i.u iii,(,,'' "'
Declaro,poi., ao re>|>eitavrl publico.'que nao gria n""'
praca letlra nlgoma ruinha, uu que nellr -
. ----------------,---------- i-i -- ------toniia Mal-
vemos com os noisos olbos, qnando o bomem virtuoso I cunioaoc,"UBU'' 'doaaaiile, ou saoador. etod.,,
be perseguido (que be sempre a sorle dos bomens vir- l"1p'Te-?0.re?o.0-," po,rt0 PP,reoer o faUaa. fi^J",'
teosos/...) Ab mea doce Jesas, vosso pe eterno dl
descarrega contra s toda sua justica, os homens vos
consummado tbeologo ; riles nio querem saber das I*1**'50- '*<> aquellas, cujos nomeserio al ignorados
provas da divind.de da religiio. porque as provas eiles|Por ,oda u muitodilDces de praticar, como.
M possuem interiormente, he a f que Dos Ibes ofun- Ipor^eiemplo.o xelo da gloria de Dos, a bumildade, a o-
n".; m" ihB* 8r*f" di,inl' aue lbeidumacerleia|be(i,enc,,',P,cieoci,',fo'u,eM.Pfudencia,ejustica,a
physica, ou meta-|1nDoenii'1f> ti>'Panr;a, o desprezodo mundo,o oslo
mais effica do que a corteza moral, ,
pbys.ca (e isto sopor si ji he urna prova da divindade
-i, leiigiSo. n3o s porque esta firmeza l pode as
; cer de uma causa sobrenatural, como porque be um
carcter da verd.deira religiio provr a todo, de meios
esalvacio taes, que tanto sabios como ignorantes li-
vesaem accesso igualmente) quan do. pelo contrario, ve-
mos homens de grandes tlenlos, .^uepodiio estar maia
ao alcance de conhecer a divindade de Nosso Senbor
Jesus-Lbristo, o ter uma fe mais firme do que os ou-
tros. senaoabusassemdoseu talento, se procurassem
conhecer a verdade. e meditassein com sincerdade em
UB,a nfin.dade de provas da divindade de Nosso Se-
nbor Jesus-Cbnsto; mas o seu orgulbo se oppde i f ,
e o s-u corapio vicioso os obriga a desconhecer por di-
vina urna religiio, que fulmina tantos raios contra el-
les. Porqu.nlo. todo aquelle, que obra mal. aborrece
lu, enioieehega para alus, para que niosejio
argidas sua. ol ras (Joan. 3. 20). Ora, com quan-
to estes nao queirio acreditar em uma nfinidade de
provas da divindade de Nosso Senbor Jesus-Cbrislo.
como sejio, por exemplo. as prophecias, os milagreso-
brados por Nosso Seuhor Jess Christo e confessados
por seus proprios inimigos, as trevas e o traostorno da
natureza na hora da sua morte. sua gloriosa resurrei-
8o, a qued. propbetisada ria idolatra, a rpida pro
pagacao do evangclbo. e isto por meios, que parrciio
mais obstculo, do que meios, e apezar de lodos os
poderes da Ierra rons|nrarem-se contra elle, o sacrifi-
cio prophehsado d. hostia consagrada por toda a lerrs,
a dispersan dos Judeos ba dezoilo seculos por loda Ierra,
tambem pr.pbelisada em castigo do deicidio, sem te-
remat boje patrie, eao m-smo lempo sem se extin-
guirem, para serem testemunhas nio suspeitas, porque
sio ellrsque trazemas prophecias relativas ao Mustias,
etc. etc. rlc. : com ludo elle acredilio em tres lacios,
que sio bastantes para a demonstrado presente, o
quaes io1.'. quehouve na Juda um bomem cha.
madoJems-Cbristo, autor da moral, que boje rege o
mundo: 2.", que este bomem morreo crucificado sem
sunca desmentir a moral, que ensinou : 3., que foi
condemnadoa morte s pelocrime dse chamar Filbo
de eos e rei de Israel J. N. H. J. he o titulo prega-
do na cruz; isto he, a crui, que he ticandalo pai a os
Judeot, t loucura para ot gtntios (como diz o aposto
lo) h quevai servir para provar o divindade de Noiso
Senbor Jesus-Cbrislo.
Com ideilo at antes da vinda de Nosso Senbor Jesus-
Chrislo, es bomens todos submergidos as trevas da
igonrancie e da idolatra, desrjosos sempre de sua pro-
prjl lelcidade, e ambiciosos de gloria, faziio actos de
valor, devastavao reinos, conqui-tavio cidades, e vi-
viio em uma guerra continua, commettendo aa maio-
reslarbaridades, jamis poderlo encontrar a felicida-
de. pela qual tanto anbelavio. e jamis poderlo saciar
a sede da gloria, que o. dominava; porque eslavio en
volvidos no lodoso charco das vsidades do mundo, e
porque erio escravos dos mais vergonhotos e infames
?icios. Entre as neees, que leem desapparecidods face
da Ierra, os Romano, erio disso o msior exemplo I Os
das humiliapdes, o perdi das injurias, e dos inimigos,
s psrseveranpa, a piedade, o temor de Dos, a pobreta
de espirito, a mansidlo, a abnegacao de si mesmo, e
obre tudo a caridade: meu pai (dii elle expirando),
perdoa-lhes, que el I es nio ssbem o que fazein. Eis-
abi os dout exercitos em campo, eis-ahi o verdadeiro
campo de batalba onde Nosso Senhor-Jesus-Christo
veioensinar-nos a triumpliar; eis-ahi contra quem he
necess.rio combater para sermos felizes, e para ganhar-
mos a immortal corda da gloria no Co ; he a virlude
combaterrdo contra o vicio Ora, pergunto eu: 1.* Se
ri cn'vel, que Dos nosso Creador, que gravou ero nos
sio lio ingratos e ti perversos, vossos amigos vos aban-
donio, vossa propria divindade, parece que lambem
quer sabir de vos, psra su deixar padecer vossa buma-
oid.de; mas agora preparai a vossa alma para provar
as ultimas fezes do calis, que vosso eterno pai vos eo-
viou He a Santissima Virgero, vossa mii predilecta,
tio innocente como vos, que vosspparece! Sim, he a
nica creatura, que vos nio abandona!.... Mas elle,
apezar de esvaido em sangue, e bradaodo como um bo
m-m robusto, randeo ja aeu espirito a seu pai eterno.
Ellesuccuuibio ; mas suas virtudes jamis succumbi-
rio!- Elle, por esta morte lio heroica e lio obediente,
P*rou pela morte pusillamine e desobediente, que sof-
frflrio de Salaoaz, exom elies todo o genero humano,
nossos primeiros paisl Em lim elle triumpbou contra o,
inimigos aa nossa alma, mundo, diabo e carne !. ..
Coracs, que de todo nio estis anda empedernidos.
Nosso Senbor Jess Christo he Dos. Sigamos suas pi-
sadas, e elle mesmo sera o nosso glorificados
U Majar Joti Gabriel de Morate Maytr.
Jodf Xavier Ribeiro i'Andni,,
Publicacao a pedido.
SONP.TO.
Offerecido ae Sr, Pedro Antonio da Coila Mortin
occaeido da morte de eeu amigo, o Sr. Ur. FiliJZ
Barroe, "^
Nem da Fama aa visfiet, que noa encanta
Imagen, dn porvir aiiri-boriladaa
As liora. prolimgar poden cornada.
Pela Parea qu'a f.iice noa levanta ]|..,
Ab! quem pode calar deagrapaiaiiia.'?...
D'e.qualiilo anublante, e mina gelaJa.,
Surge a naorie cruel, e, as culiladaa,
Do ju.li. nio rc|icilaa vida sanul. **'
Abado, puuliaea empunha a murta;
Sobe n grata manlo de Barro, joalu;
E ao peitu mortal, llie enva oerte!.
Ei-lo martu, aqu jas! nio liomeiu, bo.lu!.
Cluirai aroigoa aeus, ohurai a aurle
De coito. vivar, morrer aero cuito J,
Correspondencias.
Sri. Redactor. Pouco dado leilura dos joroses
do da. porque j enjoio tantas distriabes, lanos do-
sa sima a lei natural, dexasse a qualquer um bomem r*'0.*' "" ,c,, depare, no Diario de Ptroambuco de
que um simples bomem pdense aperfeipoar a mor.!
gravada por Dos em nossos cor.pdes, qual be a moral,
que boje rege o mundo, que he o mesmo, que dizer,
que um bomem idse mais capaz, do que Dos, de en-
sinar aos bomeos ? 3. Eseracrisel, quealguem, fra
oaulor da natureza, profundaste o abysmo dos nossos
coracSes e a nossa natureza, para ensinar uma doulrna
lio anloga a tudas as circunstancias da vida, tio santa,
que falla aos nos-oi coracSes ( como confessa o propri
incrdulo Rousseau ) ; doulrna, que os mais bomens
quanlo mais a estuoao, mais a admiran, e mesmo loda
a vida do bomem nio basta para apYende-la ; doutri-
na, em fim, que faz a felicidade, mesmoneste mundo.a
todos aquelle.. que leem o valor de pralioa-la? 4 Sera
potiivel, que um simples bomem, ou mesmo um An
jo em carne humana, no meio dos maiores lormenlos
injurias, conlradici;Ses, blaspbemias, ele, livesse a co-
ragem de prat:car todas as virtudes em um grio infini-
to de perfeipio, a ponto de rogar a seu eterno pai pe-
los seus verdugos ? E mesmo, finalmente, que podesse
supportar esses tormentos todos sem fallecer, quando o
mais pequeo dblles, os apoutes, por exemplo, ou a co
rOa d espinhos bastara para malar, estando anda, de-
pois de Untos ormentos tres horas vivo o. cruz, e s
depoi. de coo.ummada loda a justipa ( consummatutn
*sl) be, que elle fallece? Teem-se visto homens irem
ao patbulo com eoragem ; mas estes distao infinita-
mente de Nosso Senbor Jesus-Christo ; porque, Se al-
ies leem eoragem, ellas se apreseoliojcom orgulho, os-
(enlapio, vaidade, desejos de vioganpa, ou oulro qual-
quer deleito; mas Nosso Senbor Jesus-Cbrislo reuni
em si todas as virtudes ao mesmo lempo em um grio in-'
fioilo de perfeipio ; a maior eoragem, por exemplo, es-
li unida maior bumildade, o maior despreto do mun-
a larvf. de aperfeipoar esta mesma lei natural ? 2.' El m,rf0' com um a'l|go, que tem por epigrapbe
Segundo rumor uiais.en.ivel que oprimeiro ae ouvio
na olcova.
Naoliadimda, di.ae Henrique entre ai, ella est
ah, escuta, e.pera.
Carina nada oovio.
Ora, pro.rgnio, en morro sem herdeiro vario.
Aqu paree : pareca que um agradavel pen.amento
"le j".....i"*' o rosto, e pondo a mi no hombro do rei
de .N-v.ii r.-i:
Aidernim! Icrobras-le, Henriquinhn, vuntinunu
elle, dea., pubre criancinha, que uuia imite te rou.lrei,
durniiiulo em aeu rico brrcu, e vigiada por um anie?
Ai I l'cnriquiibo, cllea aatio-m'o .'.....
Ol! Sr., rxclamon Henrique, oujua olhoa ae ha-
viiti arrasado de lagrimas, juru-voa peraute Deoa, que
oa mcu. ilmi e aa rumba, notea se pSssariO em velar na
aua vida. Ordenei, raen rei.
(l)Appareceoum livrito, ba 4empos, cbamado=Pa
lavras de um crente=emque seu autor, Mr. de La
Mennais. imiLpio dos Juoeos, diz, que a liberdade
pela qual Nosso Senbor Jesus-Cbrislo morreo, foi
liberdade republicana! Esta blasphemia, que s podena
ser suggenda pelo inlerno, tem sido repetida por al-
guns impos I Eu j ouvi repelida al porumSr pre-
gadorwa cadeira evanglica /!! Seas iniencoes desle Sr
pregador nio erio estas, pelo meos deo bei
tender.
sin a en-
"! P 'grrje, que as.im causara elle menoa te-
mor. Oh parece-iue que morrra eu, se nio feliz
menos maia tranquillo, so liveaae aqu para me conso-
laren) aa caricia, do filbo, e o meigo rosto da suii.
' Sen luir, nio podei. mand.-lu. vir?
Oh de.Krv.rad... | nko sahiriJo Jaqui. E, 000-
diplo d..a re., llenriquinho: nao podem viver, nem
morrer a aeu geilo. Maa, depoia da tua prome..., ealou
m.ia aocegado.
Ili'iirique rrfleolio.
SiiD.aeroduvida, mea rei, praroelti, mas noderei
eu cuinprirr
Ouequercstadiser?
Nao aerei eu me.roo proscripto, ameacado como
e, e anda mais que tile? Porque eu sou un bomem
e elle nio he maia que uma enanca.
A eleipo de um senador. Afisoeo. que senti ur
ser indi/vel, e disse commigo : ab Que em Peroam-
buco anda ba quem, desprezaodo a moda tenazmente
argida do estylo bordalecgo, escreva no sublime e
cente! Pois nio s esta produepio lie de fino laclo, ma
lustisiimssasideas, que expende a nio se poder di
zer, que anda he escapo o elogio eoderecado ao Exm.
bario de Itamarac. a esse venerando anciio, sobre
quem, se recahir a eleipio jde senador, nio ser isto se-
nao uma l.em applicada justipa. Qual foi, porm, o
meu assombro, quando no mesmo artigo vi, que seu
autor se queixava de que alguem houvesse produxido s
estupenda propoaicio que em Pernambuto se nOo de-
parao dous nomes dignoi de oceupar as cadeirai xagae
donnadobranleiro Sera possivel, que alguem se
atreva a insuitrr ussim uma provincia inteira ? Sera
possivel, que a injuslipa sesentasse tio ufaoa nesls ci-
dade, que alardee em publico da ter obtido completa
victoria, e que impune, e sem o menor receio, possa ol-
lender os homens benemritos ? Pois nio licari o au-
tor da tal campanuda proposicao corrido devergooha,
quando a par de muilos nomes dstinctos, se repetirem
os dos Exms. bsrio de ltam.raci, visconde de Goianna,
e m.rquez do Recile, desle opulento cavalbairo oasci-
do nesta provincia, oella educado, uella encanecido,
.eryindo-a sempre, e ao imperio com a maior honra a
mais subida dgoidade, a mais eminente inleireta? Por
fortuna nossa, nem lodos os Pernambucanos estio fas-
cinados pelo intere.se, e por isso nem todos se prestio a
lisonja, tio avillantes. que cheguem a pcnlo de querer
nullilicar uma d.i pnmeiras provincias do imperio; que
cheguem a ponto de deprimir o mrito dos bomeos hon-
rados, que oella, pela sua vida isents decrjmes, pelos
seus bens de fortuna, pela sua nobreza bardada, em
flu por tudo, s leem conseguido o amor e respeito de
seus concdsdfios, e que, se soflrem eslas revolteles in-
juslicss be porque se nio querem prestar a l.c.oes
que nio leem em vista o bem geral, mas locupletar-
se e satisfjzer mesquinbas vinganpas.
Nio me caoparei em tecer pomposos e extensos en-
comios ao Exm. marquez do Recife. morgado do Cabo
I-ranc.scoPaea Brrelo, para daita arle recommendar"
a sua candidatura a cadeira seoatoris : o seu nome s o
recommenda, a sua boneslid.de, a sua elucidapio, a su.
bond.de, os seus relevantes temeos demandio a oossa
gratidio.
COWWERCIO.
Aifandega.
Behdihhito do oa 2................lU:392|4tl
DetearregaO *oj'3.
PalacboFiceri/u mercidorias.
Brgue Itunacarvio.
Brigue rsjcalenfarinba, bolacbinha e barricas abi-
tidas.
BeiciGoldeot-Fliicecarvio e ferro.
Brigue /f>aui'eu-<* mercaduras.
Patacho llarfi uencarvio.
(alera--wo;d-/''/iAmarcador ias.
BarcaAntuerpiadem.
IMPORTACAO'.
ALCIBIADES, brigue .ardo, viudo ele Genova, en-
trado no roes p. p. eon.ignado a J. P. Adour l Com.
panhia, maiiifratou Oarguiul:
19 naixaa e 107 fardo, papel, 95 fardo, dito de embru.
Ibo, bcaixn.aieiie, oO dilaa velas de .el..., KOdil.i
rnxufre, 15 fardo, alfaiema, 6 cana, amina., 0.f,rilns
ao.eiido... 200 oaixaa sabio, 2 dita, alvaiade. 3 fardo,
hervadce. 9 barrieaa alpi.la, 41 raixaa man, 8 barr,
oleo de liuhaca, 200 callee ma.aa., J. P. Adour *
Coropanliia.
100 raixaa masaaa, 162 fardos papel, 233 ditos dito da
erubrulho, 150 quintaea hlalas, uma porfi de lonc,
1 .lila d'alhoa, 6 volumea fazendas de ada, I eaixa eha.
peo. de palba, 5arroba, louro, 1 caixa leneoa de sed.,
A orderu.
Consulado.
BENDUIKIITO OO DU 2.
5eM.'--."........................
Pro10'1..........................
Diversas provincias..................
2:093,77!
I:!4s98
V8i96i
3:265*723
Moviiueiit do Por lo.
ijuu; e, oomo pruvaveliuenlo e.le nio viri, niu hi
a regencia, he u tbrono que esae pergaminho le d.
. Othrunu, tuio! rnurmurou Henrique.
~ Sim, di.ae Carlos, ti, nico digno, e aobreludi.
nico cap.z de governar ei.es galle, dia.oluloa, e ......
mulherea perdidas que vivero de aangue e.Ugrimas
Meu irmio d'AIcnpon he uro traidor, euro tiioa o arri.
Oeixa-o na torre, onde u n.etti. Muilia mii querer roa-
Kavioi entrados no da 2.
Fosseveijs; 43dias, polaca sarda N.-.-di la-Guar-
da, de 145 toneladas, espillo Jlo Baptisla Con-
aigliaroj equip.gem 12, carga vinbo e tal; a F.
Robiliard.
Mar-Pacifico, teodo ssbido de New-Bedford, ba 37 oa-
xas; galera americana lirael, de 359 toneladas, capio
James Fiocb, equipagem 28, carga azeite ; ao ce-
pillo.
Aracaly ; 16 das, sumaca br.sileira Felicidade, da75
toneladas, capilla Jcs de Freitss Flores, eqaipa-
Enganas-te, reapondeo Carioa; mortoeu, sers
tu forte e poderoso, eaquieatl o que le dar poder
abrigado! .Hennquioho, obrigado, dase o reilforpa.
com urna effusin que eitava bem longe do aeu carcter,! A' ealas palavraa o moribundo tirn u
aaque aiiluicio Ibeproduzia. A.-.eilo a loa palavra. Ida oabreeira.
ff dellr un rei........ hliimeiUe nio na.ieo para
o llirono, mas uro bi.iurui ventaros... tu ll.e de.x.. urna
forioiiainueptudeuiei tenh. nobrew de su. mii, .
nobresa de animo. Telvez melhor Ihe fOre, qeeodesti-
i pergaminho
nio. Ditera que en verlo o aangue dui liugiienutea ft
todo. o. poro.. Eu .ei o que verlo, ar.tuieu, e uio
"ligue.
Oh Sr. que dixeia va ?
Nada. Se a nimba .u..rle De... .omento o deve aer. Mu f.ll.-.i.o. amia della, ir*>
para prever o. luccn.o. que aarlu o aeu reauliaJ".
i-r-to, de.terr.-a. Meu irmlo d'Anjou em IreioV.^ I ..ru""'" "m 1""P,r,,,ne'"u' um eaercito .xpcr.roen.
tro roezra, ero um ...no t.l.es, de.xir V." ,7i, viril ? '"'" ""' ",l'"' >"" T""Ur. "" **" d"M
di.pu,.r-.e o poder; re.puod. a Hen^queTri'Inf^l """'"- I .oh. iio o duque d'Alc-ncou.
ve .1.. papa. Eu enlabolei e.le negocio por intermedio
du weu erou.ix.dur, o duque de iNever, e eu nouco
lempo reoebera u breve.
Oh! meu rail
_ Niu tenias senio uma oousa, Henrique, a guerra
civil. Maa, conservando-te oonvertido, a evitas, porque
o partido hugurnote s tem consistencia aob a oondicio
de le prea aua frente, e M. de Conde niu he de forca
a laclar cao ligo. A Frasca he uro p.iz de planicie'.,
Henrique, |>r consoquenni. em pas colholico. O rei de
franca dar aer o re doa calholioua, c niu o rei do. bu-
guriiotea; porque o rei de Fraupa deve .er o rei da
Toma, Ihe di.ae elle.
Henrique pererre a f.dha reveaiida desello real
Neale jnoroento ouviu-ae no ve.tibulo uro e.(repito
aurdo de arma, e de vosea dreoiuiuaudo militarre.
E.tou muri, moriDiirn.i Henrique.
Tu teinea, lu beailaa, diaae Cario, inquieto.
Eu I Sr., replicou Henrique; nio, eu niu temo
nio, en nio faaaitu : eu aeceilu.
Carioa aperlou-lhe a mi. E oomo nra.e memento .
auaamaaeapproiimavadeile, c.in ame poeAu que ara-
uava ale preparar no quarlu visinho, aer dar aiienco a
que a Ir p.ss..s della ae decida a surte d. Franca :
Chama miiili. raai, boa ame, e diso tarobesi qea
lacio |ir M. d'Alencou.
(Css^amer ae Ae.)
"i eaalt

' -- ^

.AaM
eaaa.


em 9, eargeeouros e sola ; Antonio Josquim ds
Souss Ribeiro. Paasageiros, Jose.Frane.co da Pe-
nh. Frneico Ferreire de Oliveira Jo Altea de
Lima Jeruino de Arruda Cemare Frenciaeo de
Paula Tsvares Coulioho, e 21 eeroi a entregar.
Valpraiio ; 86 diaa, barca ranceza Q'Ennly. e 184
tooeladai. oitioLaeombe, equipsgem 14, carga
cobre e slgod Jo ; ao espillo
Edilaes.
, O Illcn. Sr. roipeclor da Ibeaouraria daa rendas
provincia* manda laier publico,, que. em cumplimen-
to daordam ilo Eim. Sr. prndente da provincia, de 9
do correte, irlo i praca no di* 15 de abril proiimo fu-
turo, para lerem arrematada a quem por menoa fizer,
ti'obra a daeadeia da cidade de iioianna, oreada ni
quaotia de9:t84l070 ra.; as quaes deveraa aer ezecu-
lada aob ai clauaulaa etpeciees abaixo trinacriptia.
Oa licitantes, devidsmenle habilitado,compareci na
na desoe ds mesmi ihesoureris no indicado dia, so
meia da.
Secretaria da theiouraria da rendaa provineises de
Peroambuco 19 de marco de 184. O aecretrio.
Luit da Cofia Porloeai retro.
OBRAS DAS CA DEJAS.
C \UKU DA CIDADB HE CUIANRA.
Clautulut ttpiciaei d'arremula^ao.
!, Aa obn para o aeabamento daeadeia da cidade
de Goiaooa aerio feita pela forma. ob a coodiede, e
do modo indicado no difmenlo e rudos,spprovadoe.em
8 de novembro de 1845. pelo E- 8- presidente da
provincia, e pelo preco total de nove conloa quatro can-
to e oiteota e quatro mil e aelenta n., que he o im-
porte do citado orcatneoto coto o augmento de 20 p. e.
Rs. 9:484*070
2.a A obra principiara no prizo de dous meses, e
inJarid no dequioie mnzea, ambo con todo em con-
formidade do artigo 10.' do regulssneolo daa sriems-
tacoes.
3.a O pagamento do importe da arramataclo far-se-
ba do modo indicado no artigo 15." do respectivo re-
gulamenlo, tendo de um anoo o prazo da respontabi-
lidade.
4.' Para ludo o mai, que nio esta determinado pe-
la presentes clausulas, seguir-se h inleiramente o que
dupou o citado regulameoto daa arrematacoet de II de
julbodel843.
Repartido daa obraa pullieaa, 28 de levereiro de
1843. Ueogenbeiro em ebefe, Vaulkitr.
Joto Xavier Camtir da'.Cunta, /dalgo eavalhiro
da cata imperial, cavalltiro di ordemde (Arillo, <
admintiirador da misa do cumulado, por 6'. M.
o Imperador, qut Deo guarde, ele, v
Faco aaber, que no Ja 8 do correte, o meio dia,
ae bio de arrematar em praca publica,na porta deata re-
petidlo, dou birria com plvora, e doua aaccoa com
chumbo, apprebendido em despacho pelo guarda da
alfandega, a bordo da 1.a barca de viga; acudo a arre
maticiu livre de despere ao arrematante.
Meia do cumulado de Peroambuco, 2 de abril de
18 6.
O administrador,
JoSo X.ivur Cmaro da Cunka.
2 librai de ail.
4 dita de amarello franiei.
8 ditas de verde chrome.
10 ditaa de tarcao.
12 brotas torlida.
6 dilaade caiar
24 vidro para lampeOes de illumintcao, iguaea so,
desta cidade. ^H^
1 peca de cabo de linbo de 5 pollegadat.
1 dila de dito de Cairo de 6 ditaa.
6 limas chata de 14 pollegadaa.
12 ditaa mea-csnnas de 9 ditaa.
6 ditaa chala de 6 ditaa.
24 ditai ditaa lanceleiraa.
24 ditas meia-cannaa ditas.
34 ditaa triangula ortida.
4 tonelada decenio de pedra,
1 segura.
1 ctelo.
1 raspea.
1 quintal de arco para barril.
1 dito de dito para pipa.
12 formos de meia laigura.
l'iaoivea.
5 01)0 prego caibrae.
72 teboasde louro.
34 ditas de amarello.
340 eaibrot.
24 enchemeia de 36 palmos.
24 ditos de 30 ditos.
24 ditos de 20 ditos.
lOOdusiss deripaa.
4 prenebdes de amarello,
24 linhas de 26 palmo de boa qualidade.
360 palmos de curreoidei.
820 frechae.
leOOOtrlb.a.
6.000 lijlos de Isdrilho.
50 foucea grsndes.
100 eniadas.
1 barril de azeiledoce.
Directora do arsenal de guerra, 2 de abril de 1846
O escriptursrio.
Francisco Serfico t Astit Carvalko.
Detldraces.
=0 lllm. Sr. inapeclor interino do araenal de ma-
rinbo manda fazer publico, que, em cumprimento de
ordem do Exm. Sr. presidente, frotara um navio mer-
cante com aa otcenara proporces, a fim deconduzir
a ilba do Fernando oitocuntss aceaa de farinba de
mamiioca, e diterioaoutio objectos, que se rewettem
para aquello preaidio.e Irater, na volta, toda a pedra de
calcal. que poder receber, e oa preso, o demaia pos-
soas, que d'alli bouverem de regressar: detendo o
preteodentea aprrsentar aa suss propoalas neata secre-
taria, em carta fechadas, no da 6 do correle me,
pela 10 hora da msnliis.
Secretaria da inspeccio do arsenal de marinha de
Pecnatubuco, 2 de abril de 1846.
O srcrelsrio,
Alexandre Rodrigue dos Arijos.
= O arsenal de guerra precisa comprar oitoceotaa
aacca de larioba de mandioca, para serem remetlidas a
Iba de Fernando : quem a mencionada farioha liver
para vender, mande ao mesmo.a mostree proposla em
caria fechada declarando o preco ra farinba e do
sacco, que a conten, isto al odia 6do corrente me.
Directora do araenal de guerra. 5 de abiil do 1846.
O escriturario,
Francisco Serfico de Aesis Carvalko.
ma O arsenal de guerra preciaa comprar dtenlos
meioa de (ola, pelea de cabra : a petsoa, que lae genero tiver para
vender, mande maa amostra e proposla, em carta
fechada, ao meimo arsenal, al o di 5 do corrente mei.
Directora do araenal de guerra, 2 de abril de 1846.
O escriturario,
francisco Serfico de Ail Carvalko.
=0 arsenal de guerra preciaa compiar diflereolea
medicamentos para a ilha de Feroaudo : o Sr. pbar-
maceutico, que tae medicamento; se propoirr a ven-
der, compareca no metmo artenal al odia 6 do cor-
rente, para, a vitia da lelacio dos msenos, offerecer o
Ultimo pre(o, por que oa pude veoder.
Dn ecloria do araeoal de guerra, 3 de abril de 1846
O eicriplurario ,
Francisco Serfico de Astil Carvalko.
- O araenal de guerra compra, para Hba de Fernan-
do, oa genero, na relicto abaixo declarado: a pesio,
que oa mesmo gneros liver para vender, compaieca
no mesano areeoal com euas propoitss em carta lecha-
da, al o dia 6 do correle mes.
4 aroba de bolacha de boa qualidade.
1 aaeea de arrot pilado.
1 raiza dealetna.
. 3 arrobaa de cera branca em velas de meia libra.
4 rnniia de papel almaco fino.
1 livro em brinco paulado de 400 folbas.
* diloa dito dito de 300 ditaa.
1 barril de tinta verde.
2 arrobaa de alvaiade.
1 barrica de ocar amarello.
1 dito de rouio trra.
* arrobas de er.
Agencia de paquetes de vapor
EM
PERNAMBUCO.
Sendo presutnivel, que a excellente
barca de vapor Imperatriz, de primeira
marcha, commandante o capilo-teuente
Jczuino Lamego Costa, que deve chegar
a este porte at o dia i3, procedente dos
do norte, conduza dalli grande numero
de passageiros para os portos do sul 5
previne-se por isso a todos os genitores,
que quizerem seguir, se antecipem a to-
mar as respectivas passagens nesta agen-
cia ra da Cruz, n. 7, alitn de serem
inscriptos e terem a devtda preferencia
nos lugares vagos.
carregar ou ir de patssgem, dirija-ae ao seo proprieta-
rio Loureoco Jote das Neves, ra da Cruz, n. 64.
= Para Lisboa segu com brevidade o bergantm
portuguez Trimphanle, eapito Paulo Antonio da
Rocha: quem no metmo qui/er carregar ou ir de pas-
agem, para o que lem excellente commodos, dirija-
te a o consignatariosOlifeira Irmaos & C., oa ruada
Crui, n. 9, oa aorelerido capillo.
= Espera-se do Rio-de-Janeiro at o rociado
do corrente, o bergantm portuguez Terceira ; pou-
ca demora pude ler nette porto ; recebe carga e pas-
sageiros para aa ilhu Terceira e S. Miguel: quem no
mesmo quizer carregar ou r de panagem, para o que
lem multo bona commodos, dirija-ae ao consignata-
rio liveira Irmaos &C., na ruada Crui, n. 9
"Para o Rio-de-Janeiro.com brevidade,por ler parte
da carga tratada, eta a aabir a polaca Novo-Aiglo-da-
Virtude; para carga, ou eicravoa a Irete. trata ae com
Jlo Francisco da Cruz na ra de Seozalla-Volha ,
n. 134.
= Para a Babia legue, com toda a brevidado, a su-
tr.tce Saita Cruz : quem na mesma quitar ctrregar ,
enteoda-ae com oa conaignatario Amorim Irmios.
= Para o Aracaty seguir com brevidado o brigue-
escuna Henriquela : quem ni'll quier carregar, ou ir
de pauagem, se podera entender na ra do Vigario,
n, 23, primeiroandar, ou com o meitre do meamo, Joa-
qun* Pereira.
Leilao.
= Adamion Howie & C. fario leilio, por interven-
Ci do corredor Olveira, de varias poredes detalinio em
lataa, cha hjsion em caizaa, vinbo do Porto engarrafa-
do de superior qualidade, cbampanbe de boa quali-
dade, vinho clarete e oulro* auperlativos trncete, e
cerveja: hoje, 3 do corrente, aa 10 horas da manhia,
em o armazem da casa de commercio do Sr. Joo
Pinto de Lemos.
Avisos diversos.
THEATRO PUBLICO.
Aos annos de S. M. F. 4 de abril.
A nova iociedade dramtica installada no tbeatro pu-
blico, nio tendo anda preenchido o numero ae so-
cio para a instollacao da socieciade Espectadora, vai a-
inda fazer a ultima peca sacra da presente quaresma,
com o rico drama intitulado
O JOGADOB DOS OLUOS
ou
O /rudo prodigioso da devocao do Carino.
No sabbsdo, 4 de abril,
em tpplauto sos feliie annos de
S. M. F. d Senkora D. Atara da Gloria,
Representando-se um elogio dramtico dedicado i
meama Augusta Seobora, caolando-se o hymno patrio
tico do emigrado portugueses.
E porque a sociedade representante tem em si os
elemento psra tamhem apresentar divertimeotos de
danta, teri lugar o 1.a eapecteculo da sociedade Espec-
tadora, com a grande pega
A FILUA DO MYSTEBIO
OU
O hacha e o sapatetro de Damasco,
A qual be de grande espectculo, com vistoso e
lindo grupos de dama, ezecutado por jovens de am-
bo o sezot: os pietendentes, dirijJo-se ao Sr. Korge
Mende, e so Sr. Paiva no botiquiui junto ao tbeatro.
PPLICAgo LiTTERARIA.
HISTORIA DE PORTOCtL.
Pelo dittinelo eecitplor Alexandrt Hsrculano de Car
valko.
O tomo primeiro ds historia de Portugal, contendo,
alm de urna larga introdcelo a historia poltica de
qui um aeculo deade 1097 al 1185, aabio a \w
em Liiboa em Janeiro p. p. impreaao em bom papel,
com'typos novos da imprensa nacional, e no lormato
eoitavo grande Irancez com 518 paginas ; e conti-
nua asna publicacio.
Preco 1200 rs. moeds portugueza.
Subscreve-ae naa lojas de livro da Seobora Viuva
Cerdoso Ayre & Filboa na roa da Cadeia-Velba e
do Sr. Figueira na praca da Independencia.
Avisos martimos.
=0 patacho nacional Conceicdo, de que be meitre
Antonio Joa de Laura Adi, sabe com a maior brevi-
dade p's o Maranblo com escala pelo Aai, por ter
seu iregamento promplo: quem quizer carregar
algum.'i oiiudesas ou ir de pataagem, trate com o
consignatario Firmino Jos Feliz da Rota &Irmio,oa
ra do Vigario, o. 23.
Pare o Rio-de-Jaoeiro segu, impreterivelmente
no dia 4 do crlenle abril, o patacho S.-iosi-Ameri-
cano: para o resto de seu csrregamento, passageiros e
eacravoa a Irete, trata se com Gsudino Agostiobo de
Barros, pracinba do Lorpo-Sinto. n. 66,
- Para o Ceari e A sabe o patacho Laurenlina
Brantena, forrado de.cobre: quem no mesmo quitar">modo : na irevesM da Concordia o. 13.
Procissiio das ChAgas.
A mesadairmandadedo Sr. Rom Jess das Cbagas
lo presente convida a todos os leu irmios para que
compareci as 2 horas da taide du.domingo de Ra-
mo, 5 do corrente a Om de acompanbarem a pro-
ciasio do meamo Senbor, que tem de correr a ieguin-
letruai: satura ,> frente da igreja Cruiet, Cade,
ponte do Recife em direilura at 4 ra da Crut ao
entrar na Linguete Corpo Santo, Vigario. Codorniz,
ao entrar na da Moeda, Madre-do-Deos Cadeia S.
Amonio, Collegio, Queimado, Livramento, Uireita al
o Terco Agoaa-Verdea becco de S. Pedro, pateo
do Carmo Flores Nova Triocbeiras eitreita do
Kozario, Queimado Cruzetao entrar na igreja. Por
isso roga-se aos Sr. arrematante dos lampte para
liraloa, e ao moradores das ditas ra atseiarem as suts
portas para man asseio e tnilhantismo do mesmo
acto.
O RAIO.
O n. 2 acha-se a venda na praca da Independen-
cia, livraria ni. 6 e 8.
O CLAMOR PUBLICO.'
O n. 84 adiar se- ha a venda aa 2 boras ds larde, na
praca da Independencia, livraria ns. 6e8.
Eu iib.imi iii;ii.iiln, qiH-reiidu-iuH mostrar digno
da amituilea, quo ru concederlo a ri'apritnveia hnbi-
taniei deita cidnilc, aou obritpido a deaimUfarar a liy|n>-
riaia e iiigr.ilidio de Jiu Totelli. Conalandu-ine, i|iie
tem etpallindo miiilsi f.iliidades, eatuu periuadidu, que
iiinguein poderl dar-lhe rattu, aabundo todu ana i aa
evaalanciai saino ib>Rio-de-Janeini Inlmlsadieoot ludo
uicomqiie tulla tidu ni'|nci<; na B.ihia aiicioii-n
0111 Juae d>i Iti'ia, e ui|iii trnlmi-u coiiin todo anbcili j
deixou-u c aaaoiiiu-o 00111 G-illelii, GaiStini, Cario
Rico etc., lambeni adeixou era Kiuito de rrtranliar,
le livrase ficailo rummig". Puroni o mal Rii para miia
le ter-lhe empreitailo 91.000 rt.', que elle me pedio, di-
leuilo-iiie, que iiln llnlia para vivrr, neni para pagar a
cata etc. : en o dmilli por Irea metra 11,1 mulla mesa e
iralei-u ounio irinSu, o elle me recompuiiaou, rtitendu-
me, que, ae quera rr pago da dila quanlia e mait do que
tenn perdido na ullinua recital (que o ludo uimiia a
150,000 r. poucomaia ou menoa) quu o mando cilur
maa eu nunca farci ito, operando, que e cattigue por
i menino (coiiiu ji fes) de ir pedir um juntar aqu, ou-
troalli etc. etc.
G. Marinangeli.
=Oannuncio inserto no Diario n. 69 com ai let-
IrasJ. M. C. nioseentendecomoSr. Joaquun Moo-
leiro da Cruz, e nem com o Sr. Joa Mara de Curva-
IboeJoaquirn Mana de Carvalbo, uiais tim com o Sr.
doutor J. Ai. C.
Quem preciiar do urna ama de lete, dirija-se a
ra do Bom Jess da Crioula, n. Ai.
=1) Sr. engeobeiro em ebefe da provincia manda
faer publico, que detapparecrio, no dia25de feve-
reiro e 14 de marco p.p., do moirio defronte do cae de
S. Francitco, duaacanoaa.que ae acbavlo all amarradas,
perleoceoles a repartilo da olra publica: sendo urna
grande, bastante velba, com um banco no meio,e com a
popa di'tmancbada, e outra pequea, de caireira, eiu
bom citado, com quatro argolas oa caverna, que lerve
para embonar madeira : roga-se a quem dolas souber,
que se dirija tos armazens da reportico, ra du Cala-
bouco-Velbo, onde se gratificara. Armaiem daa obras
publicas, 1.'de abril de 18-16.
Jos Ignacio Ribeiro.
O Sr. Antonio Prieto dirija-se
ra do Queimado n. 4> a negocio de seu
ioteresse.
Frecisa-se de oiiciaes de alfaiate,
tanto de obra grande, como de obra pe-
quena : na ra Nova, n. 60.
= Precisa-se de um destilador para um engeoho ;
na ra da Cruz, n. 11.
= Pre-wia-ie de urna ama, que tenha bom lete ; na
roa larga do Bosario, n. 30, segundo andar.
O Sr. Joa Beolo da Costa queira ir, 011 mandar
a travesa da Concordia n 13
Faiem se colcboe elstico com toda a perfeiclo,
e coneertao-se os velhoa, e qualquer guarnilo de lega,
fazem-se tambem cortinados de qualquer fetio. tantode
ala como de cama, armacesde camaiim em fim tu-
do quinto for coocernente 1 lanceara por preco com-
OITerece-ie urna mulher para ama de caa de pou-
ca familia ou de liomem lolteiro ; quem de icu pres-
timo se quizer utilitar dirija-se a ru.< de Hurtas ,
n. 28.
= O abano aasgosdo agradece generosamente a
lodos aquellos que lobicreiiio por seu pedido a
subsistencia do Manoel Joaquim Pinto, visto ler falle-
cido no da 51 do p. p. marco.
Jote Francitco de Teivet,
== A mesa regedora da irmandado do SS. Sacra-
mento da I i'guezi.i de S. Antonio coovida aos irmios ,
que quizerem acumpaobar as procil'des doa Enfermos,
e Resurreicio para que comprtelo na igreja nutriz,
o maiacedo, que for posiivel, urna vet que leem el-
le de sahir.infallivelniente as 7 borat da maobia : e
por ea rasio o primeiro toque er 5 horas. Roga
igualmente as pessoas, que leem de concorrer com
os anjo, o obsequio da os spreseolarem na matriz a hora
supramencionada.
F. Coulon relira-ae para fra do imperio.
= Os ez caizeiros do Sr. Jos Francisco Lavra fa-
iem publico que deiztrlo de ser eaiieiros do mesmo
V. desde o dia 27 do p. p. mez em que se despedi-
rlo espontneamente (cando de nenbum elT 1(0 toda
a Irunsarc.i 1 que 01 metmos lizerem depon desta data;
isto he vender algum algodaozinho,cliiia e
alguns retalhos de tnadapolao.
= Coiinba-se para bomem sulteiro com muito
asseio; encarregando se d mandar levar em suss ca-
sas: na ra das l.arang'irat n 15. Na mesma cata
precisa-te de urna ama quo saba engommar, lavar ,
counlwir e comprar.
Precita te de um feitor hbil, que d conheci-
mento de sua capacidade para um engenho perto des-
ta praca ; na ra do Amorim n. 33.
Alugao-se e vendem-te bichas multo boas, por
preco "com modo; no pateo da S. Crui loja de bar-
beiro n. 00.
Alugio-ie as casas seguintes: o sobrado de um
andar sollo, lojas, quintal e cscimbs por 30()j rs.
annuaes ; ouro dito tambem de um andar solio na
ra do Sol, n. 23; o segundo andar do sobrado n. 24 ,
da ra da Aurora com quintal, cacimba e estribada
para dous mallo*; os primeiro e terceiro andares do so-
brado n. 6 ; o lerceiro andar do sobrado 11, 1,1I0 A ter
ro-da-Boa-Vitta ; duat grandes casas terreaa com
quintal, cacimba e mait commodos ptra grande fami-
lia na ra Formosa ,11 7, e na rus do Seve o. 5 ;
outra dita con> iguae commodos para grande familia ,
na ra da Snledade, n. 35, por I2j rs. mensaes; 2
casas terreas, pequeas, na ru do Sebo n. 5< e
na da Suledade n. 37 por 6 e 8000 rs. mensaes:
quem as pretender, dirija-so ao escriptorio de Fiancis-
co Antonio de Oliveira & Filbo na ius da Aurora,
n. -26.
= Quem quizer permutar um morada de cusa ter-
rea em Fra-de-Portas, por outra no bairro da lioa-
Visla que teja grande e em boa la voltando-so o
que se a justar annuncie.
l'.nleui-se,pela entrada,20acedes da companhia de
Bebirih ; na ra larga do Itozaiio, loja n. 22.
= Precisa-se alugar urna escrava ou mulner forra,
sendo crioula para o servico de urna casa de pequea
familia e que saiba coznhar ; na ra da Trempe
para o M. ndego litio que lem a frente da cata cor de
chumbo.
= Manoel do Bego Barros Brrelo, Brasileiro re-
lira-se para a Europa.
Virissimo Comea Coimbra tem urna carta oa
ra da Cruz n. 60, primeiro andar.
Agencia de passapnrlcs.
Na ra do Collegio,botica n. 10,eno Atterro-da-
Boa-Vista loja n. 48, tirio-se passaportes para dentro e
forado imperio,assm como dcspacbiio-seosemos:tudo
com brevidade.
- Arrendlo-se duas grandes olarias em S.-Anna ,
com barro dentro para toda a ubra com grande ezten-
sao de terreno para plantardes incluindo urna casa
com commodos para grande familia e quintal com
bastantes ps de larangeiras cafs e boa cacimba a
tlu.ii casas mait pequeas ; 01 pretendentes dirljao-se
a S. Jos do Manguioho sitio de Dortio de (erro.de-
fronte da igreja.
Precisa-se de urna ama para lodo o tervifo de
urna casa de pequea familia : na ra do Caldereiro ,
0. 74.
EBsEa abaiio assignado declaro a todas as pestoas,
que leem penboret em 111 11 poder, que, no prazo do 8
diat da data deste, os venblo tirar, do contrariq terio
vendidos para pagamento do mesmo; visto o abaizo as-
signado ter de se retirar paia lora da provii.cia, para
tratar de sua saJe.
Joio Eiipirantt.
= 0 homemde idade, que d fiador a tua conducta,
que annunciou querer arrumar-ie em venda ou qual-
quer outra arrumacio, dirija-se a pracinba do Livra-
mento, na venda que fas esquina para a ra do Rao
gel.
= Jo'io Antonio Coelbo, barbeiro sangrador e den-
tista, faz sciente a todos os seus muito dignos fregueses
ea todos, que do seu prettimo precisaren) para sangras.
tirar denles, cbumba-los com toda a pe leu ao e hmpar
e lodo msit trrico pertencente a tua arle, quesea-,
cha com loja oa ra estrella do Rozarlo, defronle ds
rus dai Larangeirat, n. 9; e na mesma cata vendem se
ealugio-se muito boas e muito grandesbiebat chegadas
ltimamente de Hamburgo, e mandao-te applicar, para
mait commodidade, aos pretendentes.
-Perdeo-se, desdes calcada da casa de Jos de Mello
Cesar e Andrada, na povocio dos Arrombados, at
a calcada da igreja de S. Sebeliio no Varadooro, um
pequeo livro baalanle utado, com algumas folbas ja
solas da encadernacao; cujo livro conlinba a origem
da nobleza e ululo da familia portuguez : quem o
liver echado, leve a Francico Cimello Petsoa de Mello
no collegio dos orphi >, ou nos Arrombsdos, em casa
do dito Mello, que ser! bem recumpenssdo.
=0 traductor do curto de historia da pbilosopbia por
V Couain, a fim de salitfaier ai deipeza. que fez com
a publicacio da dita obra, roga aos Srt. subscriptores o
(ator de saldarem a ultima preslacio, que se venceos
eolregar-te d 3.a volunte.
= Sal de Culiv e do Ass, bem grosso e claro, em
grandes c pequeas pm-coes, bordo, e no armaieiii da
111.1 da Mucda, n. 7; aasilil como urna |>orcao de palha de
i-;ii-u ttiliii, l>em nova c por prc^o couiuiodo ; a tratar
coui Leopoldo Jos da Costa Araujo.


-A-
Aluga-se um prelo cozinbei'ro psra cata da um
hornera loltuiro ; na ra da Cruz o. 7, segando ao-
dar.
- Quem precisar de una ama com bom leite di-
rjale a ra dt9 Cruiei, n. 12.Na meims can vunde-ie
um cama de amarello noia e por barato preco.
Precisa-sede um homem que seja bom fornei-
ro emasseiro : na ra Nota o. 47.
^Sr. J. A. C. da tilla, ou cidadedo Penado ,
sirvasedu mandar pagar aoseu credor no Becife de
Pernambuco, o nao pequeo suido de coala, que Ibe
de ve como da conta crranle, que aua mere* rocebeo,
inclusa em carta de 8 do agosto de 1838 pelo seguro
do correio, da qual passou o respeetio recibo em lijde
novembro daquelle anno, e, alm desta coala oulra
igual com o devido acreieimo, eiiste all, de quo
nao tero leito caso em mi de pessoa, que sua merco
ii i ignora com todos o documentos provando o
referido debito que ato boje nao tem querido sttiilt-
zer apezar de continuadamente blasonar de rico a
quem o quer ouvir despreando desta lorma a devida
attencrio a quecom a maior justica tem jus seu lio
anligo como benigno credor que por em quanto se
limita ao presente e rebucedo annuncio ate queem
lempo competente tenba elle seu desejado elTeito ; do
contrario se publicara sou nome por extenso aoalysa-
do com a robusta prora, que ba, em favor de seu men-
cionado credor.
M. S. Mawson, tendo de faier urna viagem a
Macei, para onde foi chamado professionalmente ,
e, por ser 6ua sabida mui apressada, nao tendo lempo
de visitar os Srs. teui amigos e fieguezes toma este
meio para pedir-Ibes desculpa, e avisar-Ibes, que pre-
tende brevemente voltar a e.ta cidade aexercer sua pro-
lissaode dentista.
= Sr. que no dia 2 do correte levou, da sa-
crista da 8,. Cruz um chapeo raocez com fumo ,
e deuou outro em seu lugar, dirija-se a ruada S Cruz,
n, 22, para disfazer o engao e trocar os ditos chapeos.
Precisa-sede um homem capas que d fiador
a sua conducta equeeotenda do negocio de venda,
pease lbe entregar urna por bataneo dentro dosta
prara enao haver duvida em dar-se-lbe ioteresse ;
na ra doltangel n. 6i |
= Precisa-se de um criado capaz que saiba tratar
decavailos, carrinbo, e que se propooba a seompanhar
delibr; no Aterro da Boa-Vista, n. 36.
= Manoel Francisco Botetho subdito portuguez,
retira-se para a ilba de S. Miguel : e se alguem jul-
ga-se seu credor aprsente sua conta no espago de
oito dias quesera paga na ra do (ueimado loja
de ferragens. n. 31.
Ignacio liento de Loyolla continua no procurato-
rio de causas para oque se ada competentemente ha-
bilitado a fallar as audiencias, nao s na piimeira ,
senio na segunda instancia.
Alugao-sa os segundo e terceiro andares da casa
n. 10 na ra do Trapiche-Novo : a .tratar no pri-
n.i'ir i andar do mesmo sobrado.
Compras.
- Compra-seum habito da ordem terceira francis-
cana em bom estado ; quem tiver annjncie.
- Compra-sn o tratado du electricidsde por Bec-
querel de 183 = O: de Arago=,com tanlo que
Bija em bom estado ; quem tiver, annuncie.
=Compra-se papel de diarios velbos a 3400 rt. a ar-
roba ; na ra do Hozario, ns. loe 38.
= Cumplan se esclavos de ambos os sexos para on-
penho, com officios, ou sem elles, sendo de bonitas
figuras .-un 1.1 que sejio viciosos de idade de 7 a 25
anuos ; na ra Nova sobrado de um andar o. 53,
por cima da botica do .Sr. Pinto.
= Compra-se urna canoa de amarello nova ou
com pouco uso com li'i a 70 palmos de comprido e
4 me i o a 5 de bocea ; na ra da Cadeia-Velha loja de
lerragens, n. 59.
Vendas.
=3 Vende-se na praca da Independencia, livraria ,
ns 6e8, os deveiies dos christaSs ou regula. -
MBNT08 PARA ser santo, confeccionados pelo Reveren-
dissimo prcl'eito do hospicio de N. S. da Penba desta
cidade, e a publicado* oeste Diario t 80 rs. cada
esemplar.
\ endo-se urna parda moca de 20 annot; urna
prela de 15 annos ; om bonito moleque de 14 ao
nos: na ra da Calis, o. 18.
Vende-se para lora da provincia urna prela de
lti aonos pouco mais ou menos, tadia, cozinbe, cote,
lava oengomma propria para qualqaer cata de fami-
lia ; na ra da Cadeia-Velba n. 30.
=Vendem-se 23 escravos sendo 10 prelot criou-
los, 8 pretas 3 pardal, duas mulatinbes ; todos de
bonitas figuras no largo do Corpo Santo n. 23 a
tratar com Antonio Rodrigues Lima.
=Vende-se urna cama de amarello moderna com
pouco uso por prego limito barato por se ter ne-
cessidado ; na ra da Trempe pastando o sitio de
Ignacio NuoesCorreia, casa immediala, n. 6.
= Vendem-se os muio superiores viohos da Ms-
deira, Figueira, Lisboa, Sberry, Porto muito velho e
principalmente o muito excellente Olaret e ago'ardente
de Franca, per precos mui ratoaveis em relaiao a qua-
lidade ; narua da Cadeia do Recile, o. 46.
= Vendum-se duas oegriobas, urna de 13, e a ou-
tra de i 1 annos, ambas ja cosem bem o lazem o mais
tervico de urna casa ; dout mulatiohos de 11 annot:
no pateo da matriz de S, Antonio sobrado n. 4.
Vende-se tola, coorot miudos, bezerrot caixat
de tartaruga feitat no Aracaty ; na ra da Cruz, n. 26
Vendem-se tementet de todas as qualidades de
hort.il ira cllegadas ltimamente de Lisboa ; um es-
cravo de bonita figura proprio para todo o servido ;
veode-se por seu dono pretender retirar-te por itto
teu preto ba de ser commodo : na ra da Crui, botica,
3. 60.
Vende-se om pardo de idade de 18 annot, offi-
cial de pedreiro, e be earreiro ; 3 ditot de 13 a 16 ao-
noa, optimoa para todo o tervico ; 2 molequos.de 18
annot; um eteravo de nielo ; 4escravot mocos, lo-
dos do servico de campo na ra Direita o. 3.
~ Vende-se um mulatinha de 15 a 16 unos, de
liada figura e ptimo pagem ; urna muiatiobi, de
de idade de 14 annos, com principios de habilidades :
atris da matrit de S. Autonio, n. 16.
=Vende-se um prelo pereito calafate; dout ditos
canoeiros; urna prela, que sabe cozir.htr e lavar: na
ra da Cadeia-Velba armazem n. 12.
Veode-te um borro da Horacio, 1 v., cm4.';as
odes do mesmo, Irtduiidat.em portugus ao pe1 da
lettra com o texto ao lado 2 v. : na livraria da es-
quina do Collegio.
= Veode-se um tobrado de um andar sito na ra
Velba n. 18 : a tratar no metmo tobrado.
= Vendem-te pennat de pato para secretaria lti-
mamente chegadat da Allemtnha ; na rila larga do
Rozario loja de miudeiM n. 35.
= Vende-te um tobrado de um andar e solio na
ruadoBrum, de Forado Portas o qual nao est
assualhado oem repartido com um quintal de 304
palmos de fondo do lado di maro pequea ; o qual
perteoce an.Sr. Jos Antunet Guimariet, por coja or-
dem o vende teu procurador Jotquim Lopes de Almei-
da, caixeiro do Sr. Joao Malheut.
Lotera do llo de Janeiro.
Vende-se o restante dos bhetes e cautelas: na ra
da Cadeia loja de cambio n 38.
= Vendem-te rlcat minias de leda pela muito
propritt para ai senboras que eitaode luto pelo ba-
rato preco de 7000 n. cada urna : na loja nova da ra
do Crespo n. 12, de Jos Joaquim da Silva Maia.
= Vende-se o"muito fresco esuperior tabaco rap
fino de Lisboa ; na ra da Cadeia n. 9, loja de Pon-
tea Mello.
Vende-se, ou trooa-te um prela de Angola mat
muito bem fallante de 24 annos pouco mais ou
menos cozinba bem o diaiio de urna casa de familia ,
engomma de todat ai qualidad- e trata bem de me-
oinos; na travesa dos Expostos o. 18, segundo an-
dar atris da matriz de S. Antonio.
=Vendem-se 3 molequei pecas de 16 annos, um
he ptimo cozinbeiro : um dito de 10 annos; 3 mu-
latinbot, de 14 a 20 annot ; urna parda de 20 to-
nos ; urna dita de 22 annoi ; urna prett de bonita fi-
gura imoj; urna mulatinha de 14 annot, por pre-
co commodo : atrs da matrit de S. Antonio o. 16,
primeiro andar.
= Vende-se um escravo canoeiro de 18 ancos,
muito retorcido e booito ; ni rui deS. Amaro o. 5.
Vende-se urna escrava cabra, bem
moca, de bonita'figura, com algumas ha-
bilidades : na ra Nova, n. 30.
Vendem-te 30 barril de mel; na roa da Ma-
dre-de-Dos n. 24.
Vende-se, 011 arrenda-se, por muito
commodo preco, com algum dinheiro
vista, e o resto cm pagamentos annuaes
e muito favoraveis urna boa propiedade
em Apipucos, com todas as vantagens, que
se procuro; a saber: urna grande casa de
vi venda, e murada, senz.il la para negros,
estribara, &c, e urna venda com todos os
utensilios necessarios, e que d muito in-
teresse ; tres grandes baixss para capim ,
e parte j plantado tudo margem do
rio Capibaribe com porto de embarque ,
e desembarque : urna grande olaria, toda
depilares', com barro pertoe suQiciente
para trabalbar ; urna grande plantaco de
cafezeiros, que j produzem, e com muitos
arvoredos de fructo. Tambem se vende,
godlo grosso pira taceos; tudo por preco oommodo :
em cata de Matbeut Austin* & Companhia ai ra da"
Alfaodege-Velba 0.36.
' Contina a estar venda o skio
dos A Togados, que foi do finado Joaquim
Ignacio Correia de Brjto : quem o pre-
tender dirija-se ra Direita, casa de
um andar, n. 56.
Vende-se, na ra da Cruz, n.
Co, armazem de Fernando Jos
Braguez, ra.da Cadeia do Ke-
cife, cera em velas, recelada
ltimamente de urna das melho-
res fabricas do Uio de Janeiro,
e he de ptimo .sprtiinento, por
ser de tres at 16 em libra e por
preco mais barato, do que era ou-
I tra qualquer parte.
por ser de grande vantagein para a mesma
propriedade, urna parte no direito de he-
ranca de Apipucos. Adverle-se que em
todo o caso prefere-se a venda, e ento se
far todo o negocio. Os pretendentes di-
rijo-se ao dito lugar a tratar com Joa-
quim do Reg Barros Pessoa.
Vende-se sarja larga bespanbo-
la, da mais superior qualidade, que
tem apparecido; los delinho le-
los muito tinos, assim como, 011-
tras inultas fazendas modernas; til-
do por precos, que muito agrado
aos compradores: na practnha do
Livramento, boje ra do Queima-
do, loja nova, n. '|('. Por baixo do
sobrado de tres andares, que tem
duas lojas.
= \ eode-te urna aimecao pequea, propria pira
qualquer negocio, principalmente para venda, por
j ter oslo servido e be em muilo bom lugar : a tra-
tar na mesma, na ra estreita do Roztrio, n. 6.
= Veodem-te 21 pipil vitiit, propriat para enebe-
rem-se de ago'ardente ; no armnen) do Bacellar, jun-
to 1 etcadioba Ja alfandega.
Vende-se alpaca prcta, do boa qualidade,, muito
propria para sobre-casaess ; na ra Nova, 0. 12.
= Veode-se farioha pela medida velba a retalho,
ou eauccada, por pre(o commodo ; no armatem de
porta larga no caes dq Collegio aoode ba saccas de
farioba do Rio-d-Janeiro de superior qualidade ,
milbo e loijio mulatiobo.
= Vendem-ie moendat de ferro para eogenhot de
aisuear, para vapor agoa e bestai de diversos lma-
nnos por preco oommodo; e igualmente taitas de
ferro coado e bttido de todos 01 leoaanhos : na pre-
ga do Corpo Santo o. 11, em casa de Ho. Calmoot &
Companbia oa narua de Apollo armazem, n. 6.
Vende-te vinagre linio a 46,000n.a pipa ; di-
to branco a 35,000 dila : na ra Imperial n. 7
je Vende-te potnsa americana, ltimamente che-
gada em barra grandes e pequeos; lencos pretot.i
de seda da India ; letim preto de Mtco ; velas de es-
Vendem-se os afamados charutos
primores caradores e regalos t na ra
da Cruz n. uG, primeiro andar, no Re-
cile.
=Vendo-se azeite doce fino em garr loes de 25
garrafas; dito de coco as caadas: 11a ra da Sea-
talla-Velba deposito de azeite de cirrapato, o. 110.
= Vende-se urna padaria em muilo bom lujar de
negocio, prompU de todot 01 preparo! e utensilios
quaii novot, com commodo! na meima para aioradja ,
a dinheiro ou a prazo oa rus da Guia o. 7. .
Vendem-te 25 escravos sendo 9 pretot com al-
gumas habilidades, tendo um carpint c2carrirot,
de idade de 18 a 20 annos; 4 molequet, de 11 a 14
annoi; 4 pardot tendo um principio de carpioa e
outro bastante alvo ; 3 uiulatinhit, do idade de 11 a
14 aonos; 3 pretas, que cozinho, lavo e cosem cbio,
de idade de 18 a 24 annos ; duas pardas, que cozinho,
lavio, engommao e cosem de idade de 18 annos ; to-
dos chegados ltimamente do Aracaty ; cera de car-
nauba be/erros, sola, ppuros de cabra e pennat de
ema : na ra da Cruz armazem, n. 61.
= Na loja de Hiplito S. Martin & Companhia ,
na ra Nova n. 10, ha um novo lortimento de lazen-
dat chegadat peloi ltimos naviot de Franca, entradoi
as semanas patladts principalmente mantas e chales
muito superiores e da ultima moda ; bicos de blondo e
de seda muito.alvos e de bonitos padr>s ; fitas e llo-
res de todas as qualidadei o mtis moderno ; jogoide
visporase de domin ; luvis de pellica pira, homem o
seobora e tudo o mais que pertence ai lojn frtncezat.
= Vende-te ou permuta-te por um sitio perto da
praca urna excellente casa terrea sam commodos
para urna grande familia leita a moderna e bem
construida ; no principio da ra Imperial, o. 9.
Vende se Isrinba de ararula, nova ; na ra do
Culleio botica da Cyprimnu Luiz da Pac, n. 6.
= Veode-se urna venda na ra de Agoas-Verdes ,
o. 15.
Vendem-se bichas a 6000 rt. o cento ; oa ra
do Rozario, n. 1.
=Vendem-se uceas com feijo mulatiobo de boa
qualidade por preco commodo ; na ra da Praia, ar-
zens, ns 30 e 55
= Vende te larinha de mandioca, superior ; notr-
co de S. Antonio, loja n. 2.
= Vendem-se lemenlet de hortalica de todat ai
qualidades muito novas por preco mais commodo
do que em oulra qualquer parte ; na ra estreita do
Rozario, venda o. 8.
=Veodem-te 3 obras de Virgilio, 1,2 e3 tomos,
em hom uso ; um novo metboao dem ; urna artezi-
nba idem ; um Salustio dem ; o mesmo sutor cons-
truido em portugus ; urna Selecta e um diccionario
latino ; tudo por preco muito commodo ; adverndo-
se que o diccionario lem algumat folbss fallai: na ra
larga do Rozario n. 22.
= Vende-se um guards-louca ue amarello novo e
de bom goito ; urna corrente de curo para relogio ;
um bote americano grande e bem construido ; ludo
por preco commodo : na ra da matriz da Boa-Vitti ,
o. 33, segundo andar.
Vende-se Cfldigo civil por J. A. Rogron 4000
rs. ; Elementos de historia geral pelo abbade Millot,
11 v., 6000 rt. ; obras completas de Condillac, 23 v.
encadernados e em bom estado por 12,000 rs. ; Hei-
neccii 3 v., 4000 rs.; Medicina domestica propria
para qualquer pestoa curar, 10 v., por 8000 rs. : oa
ra do Crespo n. 11.
= Vendem-se i 4 escravos de hoas figuras, sendo 3
pretos, de 18 a 25 annos ; 5 pardos, de 18 a 20 an-
nos ; um moleque, de 10 annot ; urna negrinba da
mesma idade ; 4 pretas com habilidades: na ra For-
mn na boa-Vista n. 7, casa no fundo do sobrado,
em que mora o Sr. liveira.
Vende-te feijo preto muito bom a 10,000 rt.
o alqueire, pela medidt velba; arros bnneo, a 11,500
rs. : na ra estreita do Rozario vend que tira pan
o piteo do Carino.
= Vendem-se duas vendas bem afreeuezadas um
no pateo da S Cruz, e a oulra oa encruzilhada de Be
lem : a tratar no primeiro sitio do Corredor-do-Rispo.
= Vendem-te 01 leguintet escravos: dous pretos ,
de 22 annos, pouco mais ou meos; 2 molequet, de
16 a 18 annot, lodos propriot do servido de cata e cam-
po ; um moleque perleilo oflieial de lapateiro de ida-
de de 18a 20 annot; 2 ditos de 12 a 14anooa;2 mu
Ittinboi, de 14 annot ; urna prcta peifeitt rngomma-
deira cottureira ; duas ditas lavadeiras propriat do
tervico de can ; urna negrinba de 14 annot; urna
mulatinha de 14 a 16 annoi ; todot tem vicios nem
acbaquei e de mui lindas figuras : narua da Cadeia
de S. Antonio, o. 25.
= Vendem-se noos cortes de fasenda indiapa, imi-
tando seda o mais superior que tem apparecido ,
tanto pelos bonitos psdrdes como pelas cures fitas e
pela muita durago seu diminuto preco he 3000 rs.
cada corte ; mantas de seda para senbora as mais su
lo como pala boa qualidade seu preoo ba de 3000
15* rs. cada uuia tarjada eda prela para,testido,'
a 1440 rs. ocovado; dita hespanholt, larga, omita,'
pariOT a 2600 rs ;' ineat de tedt preta para horneo,'
a 2000 rs. o par ; ditas de algodan. pretal, iotiUnrj'
teda, a320rt. optr; taelasde linbo para ho.-,'
muito finas a 600 rs. opsr; luvas pretas sem dedos
as mais superiores que ba a 1000 rs. o par; Ut^
tu muito encorpadaa a 900 rs. o covado ; diUt elu.
ticas moito superioret, e de duas larguras, a 42^
rs. o covado ; cassa-chtas', muito lints, a 3009 rs.,
corte ; ditat mtit luperjoret, a 4000 n ; chalet di
seda do nuis rico goslo, que leeai vindo ; ctmbriiM.
parisienses; chitas francezas, largas e estrellas p, ,e(]
tidos; chales de lia muilo boa fazenda a 3200 ri
hrim dp linho com listrst ttuet proprio pan bornea
de ofRcio a 280 rs. assim como um bp sortimeo-
to de lazendss para calas ; e outra muilss Iszendu"
por preco muito em conta : na ra do Crespo |u, DJ
va n. 12 de Jos Joaquim da Silva Man.
-- Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve,
Iha: na fabrica da ra Imperial,
n. 7; ra Direita, n. 53, venda
de M. Miranda; no Alerroda.
Bpa-Vsta, fbrica de licores de
Frederico Chaves; #e na ra do
Trapiche, armazem de molhadoi
do JNicolle.
Presos moderados !
Vodem-se, os loja de Guimariet Seraot & Compi.
obia oa esquina da ra do Collegio, com frente pin
o arco de S. Antonio ai leguintes tusadas: chitas
Iranceiis, com qualro palmos e meio de largura, a
300 rt. o covado; ditas dot metmoi piroet niaiburkat
pelo referido preco cima : aquellas sio de ua> 6 cor
teem desenlio agradaveis, e sio mui propriat pin vm-
lidot de meninaa ou para robe da cbaenbreida senbo-
ra ; e estas sao de padres inleiramente novos: tiala
umat como outrtt t&o de liotii Goisiimat e 01 hu
pianos team a consistencia du linba : chitas ioglatai di
olrivel qualidade a sneia pataca u covado ; a a peca
por 6000 rt. ; ritctdinbot largos e tecidos, a 180 is.;
rucadiohoa largos de cbadre, a 240 rs.; dilos.tureoi,
a 320 rs. ; luvas de tedi tem dedos, pratat e de cores,
propriat para tenbora 240 rs. o par ; panno de li
ola da ilba com urna largara loflrivel, a 800 is,
vara pannos unos decores, a 4800 n. o covado ; dito
preto, prova de limio da labrica do bem acreditado
A hrabaiu Hoth de Maneliester a 9000 rt. o covado;
sedas de chadret, propriat para vestido, a 1440 rt. ;
prioceta preta com 7 palmos de largura a 1280 rs;
franklin com a mesma largura, a 1280 rt. ; cutis cora
chadret decores proprias para cortinados a 400 n
a vara ; dita adamascada larga com ramos de cores,
a 480 rs a vara ; cambraia lisa azulada a 400 n. i
vara ; papel de maohina a 2800 is. a resma; tirji
preta beapaohola ; letim preto de Macao; tarja de cor-
dio levantado propria para abat de sobre-casaui e
casacas, por ser a que se usa na Europa ; corles iia-
timira frtaceza elatlica para calcas ; tifelia dt&-
res e preto ; chalet de teda chegados ultmim'*nle di
Franca ; mantas para senbora de tetina a escncein ,
daa man modernaa ; lengoi de teda para homem e n-
nbora ; meiai brancas de algodio iaglezat, ep-
tente ; ditat de fio da Escocia ebertss ; ditas te seds
preta e branca ; chapeos de sol para homem esenhon;
raeits curial, de linho do Porto ; damasco de algosiot
lia ; bretanba de linbo Uno ; esguia i da puro Imbo
volantes ; gales ; espiguilbss ; e outrtt tnuitai lazea-
ilas, conforme o indicado na epygraphe dette annuncio,
loja vende-se pinno fino prelo a ?000,
14000 e 5000 rs. ; merino, a 3200 rs. ; urja bes
i panhola a 2400 rt. ; pecas de tnadapolio i
3000, 3600. 4000,4500. 5000 e 8500 rs. ; lu-
>is de teda, prelai e de cAre para sen hora
320 rs. ; chitas, a 140, 160.180 e 200 rs. ;
'outrss muitss fazendas por barato prego.
M Escravos Fgidos.
permacete de 4, 5 e6 em libra ; cera amarella ; al-|perioret, que teem apparecido tanto pe|o bom goi-
Fugio, de bordo do pitacbo Goneeudo no da
8 do p.p., um escravo pardo de nome Cbriatovao,
de idade de 22 tnnot, cabellos cacbeadoi estilun
balsa ;'he tardo ; tomfiltade um denle na freoie,
urna orelln furada ; levou camisa de cbila rouxt. cl1'
(ai de ritctdo bonete de barco de guerra ; be pr**
priedade de Boaventura Joi Rodriguet, do Maranhso;
quem o pegar leve a ra do Vigario, o. 23 a Pin1'
no Jos Felil da Roa & Irmlo, que gratilicarS.
== Fugio, de bordo do brigue Competidor uf "'
crato com ot leguintet signaos : de idade de 26 """"'
altura ordioaria,rosto oval,cabellos pretus.oll'os ps"lo,
oarit e bocea regularos, cor parda, pouca barba; o 1u
veio do Cear* e segeit para o Rio-de-Janeiro : 1ueB
o pegar, leve a loja de Manoel Congales da SilV*,"''
da Cadeia do Reeife ou a Antonio da Silva Ferrein.
que tari bem recompensado.
- Fugio, no dia 24 do p. p. um escrito da nome
Izidio cabra, alto, cabellos crespos olhos grsnd"
e encarnicados ; tem ns testa urna barroca de umi Pe
drada, que levou pi groisot, ai pernal marcadti
feridss; levou caifas e camisas de cbila atul > u
chapeo de pello j velho : quem o pegar, late a ro
Padre Floriaoo n. 63.
PEHN


Full Text
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