Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08238


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Full Text
iNI XXXTI. NUMERO 225,
Por tres mezes adiantados S$000.
Por tres mezes vencidos 6$000.
SEXTA FEIE 1> DE SETEMBRO DE 1861
Por anno adia.Mlado 19$000
Porte franco para '^tocritor.
SNCVKtiGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE
farahiba, o Sr. Anlooio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty.o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J. Jos de Oli-
reira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Mariins Ribei.
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Femandes do
Moraes Jnior; Para, o Sr. Juslino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Joronvmo da Cosa.
1'AKl'lUA OS CUISHUUi.
Olnda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
lguarass, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros.Bouil, Cafuaru, Altinhoe
Garanhuns as ternas feiras.
Pao d'Alho, Nazreth.Limoeiro, Brejo, Pes-
quera,lngazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Visla,
Oricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo.Serinhem, RioFormoso.Una.Barreiros.
AguaPrela, Piraenleiras eNatalquintasfeiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manha.
EPHEMERIDES DO MEZ DE SETEMBRO.
8 Quarto mioguante as 8 horas e 47 minutos
da manha.
15 La nova as 3 horase 49minulosda manha
21 Quarto crescente as 9 horas e 5 minutos da
tarde.
29 Luacheia as 11 heras e 20 minutosda tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeir as 4 horas e 6 minutos da manha.
Segundo as 3 horas e 42 minutosda tarde.
AUD'.'NECIAS DOS TRIBUNAESDA CAPITAL.
Tribunal o.*' commercio : segundas e quintas.
Relaco : tercas feiras e sabbados.
DAS DA SEMANA.
24 Segbnda. Nossa Senhora das Mercs.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas 25 Terna. S. Firmino b. m. S. Nionizia v
Juizo do commercid ; quartas ao meio dia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeir vara do civii: tercase sextas ao meio di,
Segunda vara do civel; quartas e sabbados a uma
hora da tarde.
m.
PARTE OFFICIAL.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO DA 26 DE SETEMBH0 DE 18G0.
Olcio ao inspector do arsenal de marinha.
Em vista do que V. S. informa em seu officio de
liantem, sob n. 398, com referencia a pelico de
Dsmiana Maria do Espirito-Santo, o auloriso a
admitlir na eompanhia de aprendizes artfices
desse arsenal, mediante a condco proposla no
finaj do seu predilo officio.
ilu ao inspector da thesnuraria de fazenda.
Devolvo o officio do director do arsenal de guer-
ra, a que se refere o de >' S. datado de 13
do crtente, sub n. 964, afim de que informo
com o mais que lhn occorrer acerca do paga-
mento das despezas feilas com o material e mao
d'obra do encauumento do agua para o niesrno
' arsenal, fondo V. S. em visla que o referidadi-
rector foi aulorisado por esta presidencia a enei-
tuar o predilo encannmento ; o que ludo consta
das copias juntas de n. I.
Dito ao mesmo. Recommendo a V. S. que
mande pagar a Joao de Siqucira Forro a impor-
tancia dos vencimcntoa, relativos ao mez de
jeoslo ultimo, do descmenlo de guardas na-
cin aes da villa do Bonito, uma vez que esteiam
nos termos legaes a folha, relaco e pret junios
em duplcala que me foram rerettidos pelo res-
pectivo commaudanle superior com officio de 31
do citado me/.
Dito ao mesmo. Faga V. S. cessar do Io do
correte em diante o pagamento da quaniia de
I2500O ris, que de seu sold consignou nien-
salmenlo nesta. provincia o altores do 8" bala-
lhao de infantaria. Aristides Balthasar da Sil-
veira, que assim m'o pedio 110 requerimenlo so-
r 1738. Severino Claudio de Sousa vi llar i m.
A presente-se a inspecc.o no quarlel do com-
mando das armas.
1739. Joaquim Lopes d'Almeida. Informe
o Sr. inspector da thesouria provincial.
INTERIOR.
RELATORIO
Do ministerio la Justina apresema-
do assembla geral If^isla ti va
na quarta sessao da dcima le -
gislatura pelo respectivo minis-
tro e secre tario de estado Joao
Lustosa da Cunha Paranagu.
(Conlinuaco.)
Foram proferidas 8,753 condemnaces, a sa-
ber :
Prisao simples 2,833
Mulla 2,164
Prisao com trabalho 1,672
Gales 1,067
Acoites 479
Morte 468
Desierro 38
Banimenlo 17
Degredo 9
Suspensao de emprego. 3
Pera de dilo 3
Houve 11.031 absolvices :
Por deciso do jury 10,617
Por prescripeo 76
Por perempeao. 238
4,164 recursos ;
Do jai* 1,871
. -------- Das partos para a relaco 1 842
,', i,fl mformacao de hontem, sob ?10il0 para novo julgamento 451
CHIME DE tlESPONSABlLIDADE.
No mesmo decennio submetteram-se ao julga-
enlo dos juizes de direito 391 processos de res-
n. 1003.
Dito ao mesmo.Em vista da informaco jun-
ta por copia, ministrada pelo director da facul-
dade de direito do Recifo em 24 do trrenle, re-
oummendo a V. S. que mando pagar a quaniia
de 150J ris, em que, segundo a conla inclusa,
a que se refero o seu officio de 17 deste mez,
sob n. 971, importan) diversos objeclos compra-
dos para uso da mesma faculdade.
Dito ao mesmo. Nos termos da sua informa-
cao de hontem. sob n. 1000. mande V. S. pagar
.1 Abdiaa Bibiano da Cunha Sales o ordenado,
que venceu, como guarda di 2a classe da all'an-
dega desla capital, a contar de 25 al 27 de agos-
to ultimo.
Hilo ao commaudanle de polica. De confor-
midade com o que informou em olficio de 25 do
correte, sob n. 403, mande V. S. dar baixa do
servico do corpo de seu conwuando ao soldado
Manoel Joaquim Neiva de Figueiredo.
j_ Dito ao inspector da thesouraria provincial.
T)cvolvendo os inclusos papis que acoinpanha-
rcm o officio do Io de agosto ultimo, sob n. 317,
tm que V. S. rae communicou haver a conta-
dura dessa thesouraria impugnado o pagamento
da importancia da 3'' prestaco da obra do 12"
laen da estrada do sal, tenlio a dizer que man-
de effecluar.csae pagamento, visto ter esta pre-
sidencia, por portara do hoja junta por copia,
relevado o arrematante d'aquella oDra da multa
que eslava sugeito per nao havo-la lindado
dentro praso marcado.
Dito ao mesmo.Ao procurador do delegado
de Serinhem mande V. S. pagar a quaniia de
789000 ris, em que, segundo 3 conla junta, que
me foi remetlida pelo cliee de polica com officio
de hontem, sob n. 1277, imporlam as despesas
feitas no mez de agosto uitimo com o sustento
dos presos pobres da cadea daqueilo termo.
t'.ommunicou-se ao chefe de polica.
Dilo.Mande V. S. pagar pessoa que para
isso se mostrar habilitada, a quaniia de 58:600
ris, despendida no mez de agosto .ultimo com o
sustento dos presos pobres da cadea de Santo
Anto, como se v da conta junta, que me foi
remetlida pelo chefe de polica com officio de
hontem, sob n. 1276.
Dito.A' cmara municipal de Caruar.Ao
ofllcio que me dirigi a cmara municipal de Ca-
ruar em 22 do correle respondo declarando
qus approvo a arreinataco dos imposlos das
fregueiias do Altinho e Quipap. na importancia
de 1519000, 0 bem assim a deliberarlo que to-
mn a mesma cmara de manjar proceder no-
va arrematacao com o abate da 5 parle dos im-
poslos, de que trata a 2;l parle do citado otficio.
Dilo.Aos agentes da companlia brasileiri de
paquetes a vapor.Pelo seu olficio de 25 do
correnle tico inteirado e cerlo de que nao houvi-
falta por parte dessa agencia 110 embarque a que
alludc o citado olficio.
Dito.Pode o conselho de compras navaes
promover nos termos dos arls. 9 o 11 do regula-
mento de 20 de fevereiro de 1858. a acquisico
dos objeclos de material precisos para provimen-
to do almoxarifado do arsenal de marinha, o que
constam da relaco annexa ao seu officio de
hontem.
Dito.Autoriso o conselho administrativo do
arsenal de .guerra a comprar para fornecimenlo
00 presidio de Fernando os objeclos menciona-
dos na relaco junta.Communicou-se a thesou-
rana de fazenda.
Dito.Ao bacharel Antonio Epaminondas de
Mello juiz de paz mais volado de Sanio Antonio
do Recite.Pelo sen officio de 21 do correnle ti-
quei inteirado de haverem sido concluidos os
trabalhos eleitoraes dessa freguezia, preencliidas
as formalidades legaes, sem que a tranquillida-
do fosse alterada.
Portara.O presidente da provincia resolve,; tstrangeiros
30b proposta do chefe de polica, nomear o te- Do 14 a 17 anr
:i"nte do corpo de polica Jos Cunegundes da
Silva, para o cargo de delegado de polica do
termo de Bonito.
Dita.O presidente da provincia conformando-1
se com o quo propoz o chefe de polica em offi-
cio de 25 do correnle. sob n. 1273, resolve exo-1
nerar Francisco Cordeiro Falco do cargo de de-
legado de polica do termo de Bonito.
DA 26 DE SETEMBRO.
memo oosjuizes de direito a9I processos
ponsablidade, comprehendendo 449 reos.
Comecaram :
Por quei'xa 55
Por denuncia particular 28
Dita dos promotores 77
Por ordem superior. 22
Ex-officio 209
Sendo sustentados :
Pelos queixosos 13
Por seus procuradores 2
Pelos denunciantes 2
Por seus procuradores 1
Pelos promotores 373
Os 449 reos cram :
Homens 444
Mulheres 5
lrasileiros 435
Eslrangeiros 14
Solterus lj
Cafados 275
Viuvos 3
Quanlo idade eram :
De 21 40 ,1 n nos 251
Maiores de 40 195
l.ivraram-se :
Presos 81
Afianzados pessoalmenle 270
Por procurador l
A" revelia. 16
Ausentes comparecendo 50
Ditos i revelia 31
llespoudero como :
Autores 42O
Cmplices 27
Por simples tentativa 2
Estes reos commetteram 462 crimes :
Calumnia c injuria 3
Falla de exaeco no cumprimento de seus
deveres 163
Irregolaridade de conduela 12
Excesso 011 abuso de autoridade 76
Fuga de presos 40
Prevaricaco 94
Peita 19
Subumo 3
Peculalo 20
Concusso 13
Abandono do emprego 7
Contra a liberdade individual 12
Houvo 304 condemna^oes e 233 absolvices:
As condeiniiacOes foram :
Prisao com tiabalho 29
Dila simples 35
Mulla 70
Perda de emprego 31
Suspensao 109
Inhabildade ti
Improcedentes foram julgados 19.
Deram-se 95 appellaces :
CIUMBS ESPECIAES DE QUE TRATA O DECRETO N. 562
DE 2 DE Jl'LHO DE 1850.
Foram siibmetlidos aos juizes de direito 247
procesaos comerados :
Por quena 23
Por denuncia particular 10
Dita do promotor 11
Ex-ofBcio 203
Foram sustentados :
Pelos queixosos 5
Pelos seus procuradores 2
Pelo procurador do denunciante 1
Pelos promotores 239
Responderam 345 reos:
Homens
Mulheres
Brasileiros
1.181
3,051
119
2,295
334
91
450
3
108
108
1
11
975
112
85
8
93
61
15
33
1,647
22
2
55
879
3
1.672
28
7
8
Eslrangeiros
Livres
Esc ra ves
Livrarara-se:
Sollos
Presos
Afianzados
Ausentes
Julgaram-se 3.189 crimes:
Ferimentos e offeoas physicas
j Desobediencia
Contrabando
Abertura de carias
OITensas pessoaes para fin libidinoso
Calumnia e injuria
Damno
Offensa religio
Ajunlamento Ilcito
Mendicidade
Uso de armas
Uso de nomo supposlo
Uso indevido da imprensa
Infracco de posturas
Entrada em casa alheia
Carcere privado
2,652 fortn as coudemnaQes, 3 saber
Prisao com trabalho
Dita simples
Desterro
Multa
Acoles
Termo de bem viver
Demolico
1,007 absolvices, sendo as appellaces 770.
Como vedes, nao ha alteracao sensivel as re-
laces entre os diversos nmeros desses quadros ;
e a proporco que delles se pode tirar a mes-
ma com differencas mimimas que lirou o meu
antecessor em o Relatorio apresentado em 1855.
CRIMES COMMETTIDOS EM 1848 E JILGADOS PELO JURY
NKSSE E SOS AHITOS SBGUINTES ATE 1857.
ou grande importancia a este quadro : agora
se conhecer pratcamenle a vantagem da esla-
listica do decennio, que a base desta.
Sem duvida se pode dizer, sem receio de gran-
de erro, que no decennio que liodou em 1857
foram julgados lodos os crimes commettidos em
1848. Os que acaso fallarem ou nao chegaram
ao conhecimento da autoridade, ou sao em lo
pequea quantidade, que nao pdem influir para
1 a apreciaco da eslalistica.
Resulta desse quadro que em 1848 foram com-
meltidos 1,514 crimes, que derara lugar a 1,192
processos, sendo 1,478 o numero dos crimiuosos.
Dividcm-se os crimes e os criminosos pelas
provincias modo seguinte :
Ceari
S. Paulo
Baha
Minas
Sergipe
S. Pedro
Corle
Pernambuco
Rio Grande do Norte
Rio de Janeiro
Sania Calharina
Parabyba
Alagoas
Piauhy
Maranho
Para
Espirito Santo
Goyaz
Matto-Grosso
Nao entram aqui nem as observaces subse-
quentes as provincias do Paran c "Amazonas,
que ainda nao cstavam creadas: os crimes com-
mettidos em seu territorio esto compreheddidos
as provincias de S. Paulo e Para.
Segundo o sexo, dividem-se os criminosos em
1,400 homens e 78 mulheres; segundo a na-
cionalidadc sao 1,294 Brasileiros e 184 eslran-
geiros ; e segundo as idades.
4 at 14 annos.
19 de 14 a 17
160 de 17 a 21
963 de 21 a 40
332 maiores de 40.
Eram
704 solleiros.
673 casados.
101 viuvos,
Foram aecusados como autores 1,335, cmpli-
ces 93, c por tentativa 50.
Commelleram.
135 crimes pblicos.
1,211 particulares.
168 policiaes.
26 Quarlq. Ss. Cypriano e Juftina mm.
27 Quinta. Ss. Cosme e Domio irmos mm.
28 Sexta. S. Wenceslao duque; S. Salomao b.
29 Sabbado. S. Miguel Archanjo ; S. Eratcmo.
30 Domingo. S Jeronymn b. donl. a i.sreja.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO BUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Bahia,
Sr. Jos Mariins Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Manoel Figueiroa de
Faria.nasua livraria praca da Independencia U
6 e 8.
tendidos. A opioje dos chefes de polica un- nao che;
forme a este respeito.
Uma prova do abandono em que os ofendidos
deixara seus direitos, quando se trata de processos
;a para o servico a que foi desuada.
Dahi resulta o emprego d'i tropa del." linha para
a polica, equando esta falta o destacamenfo da
guarda nacional coro prejuizo da industria e o'a
falUmta**' SufiSf mCSra mappa deJque eslou laToura.n''o obstante as ordensexpedidas por este
lauanao. uos l,l processos. a que deram lu- ministerio.
mecaram ZT^wi^T^' ?men 35 C0" As, rT*"*' nao ,cem meios Para **
megaram por que xa ou denuncia particular, e ; grande forca, os hbitos do povo auc nada tem
desses apenas 95 foram sustentados no jury pe- I de militares, arredam --- q
tos otrendidos ou seus procuradores I Este fado, i polica, os voluntarios"
quepatei.te em todas as nossas estatisticas cri- forca policial decretada nao" 'reecbidS'
vnOnareLdl!p,en0lCSl-emU?.h?l.d?a.baSd?"0de,Iue E' sens,vel psle lado de' censas : o ha
vos falle., ene nao attribuire nicamente polica preventiva nem repressiva sem forca
indifferenca e falla do meios dos ofienddos. Se- Infelizmente o remedio a este mal nao S
jam porra qnaes forem as causas, necessario se | TELF.GBAPHOS.
corpes de
a pequea
carece, afim de quo se nao desvirte pelo arbi-
trio.
Nao posso dexar passar esta occaslo solemne
sem que tambem pela minha parle de lestemu-
nho do zlo. actividade e dedicaco coro que o di-
rector da casa de correceo administra to impor-
tante estabelecimento.
COLONIAS PENAES.
Todos os dias colhe este ministerio novas pro
vas na necessidade de se eslabelccerem quanlo-
anles colonias penaes. em que os sentenciados a
ceitas penas e por determinados crimes satsfa-
am o decreto de sua condemnago.
A ag^lomeracao de sentenciados nasprises ci-
dos I As absolvices subiram a 993. sendo 956
por decisodo jury, mais do que o do dobro das
condemnaces!
Nao Jeduzrei
d'ah
perdidas.
Nao assim pelo que respeila aos lelegraphos
elctricos. Continuam as despezas : os cssaios
esto (eilos, e indispensavel sahirmos deste es-
consequencias contra o ; lado para colhermos todas as vanlagens que dos
tribunal dos jurados, tanto mais que s em 151 lelegraphos elctricos se podera tirar
casos enlenderam os juizes dever usar do direito As linhas qno temos actualmente sao aereas
ue appellar que Ihcs den a le. Em meu concei-, sub-marinas na exlcnso de 64
to sao multplices as causas do faci que, por1 Dividem-se em duas secces':
1.a Secfao quem do litoral.
de 64,982 metros.
unes. Criminosos.
179 175
174 172
164 161
146 137
135 121
117 106
94 91
86 76
56 56
53 66
52 47
50 42
47 41
46 50
44 54
28 27
26 29
8 8
7 13
qualuer lado que so examine, multo depooem
contra a administracao da justica criminal.
Foram condemnados morte 45, a gales 94,
prisao com trabalho 113. a prisao simples 169.'
GUARDA NACIONAL.
Aguarda nacional do imperio, organisada em
virtida da lei de 19 de selembro de 1840, com-
poe-se actualmente, incluidas as provincias fron-
teins, do J92 commandos superiores, comprc-
henlendo :
Cavallaria.
78 Corpos......>
76 Esquadres.....L. ._ .
20 Companhias .... >*" guardas.
8 Secces de corapanhia.)
Artilharia.
6 Batalhes.....n
8 Secces de balalho. | ..,
8 Companhias .>8,614 guardas.
1 BecQo de compnnhia ./
lufantaria.
562 Batalhes......\
32 Secces de batalhao. .
8 Companhias ....
1 Secco de corapanhia .
Reserva.
66 Batalhes .
125 Secces de batalh
104 Companhias. .
63 Secces decomp3
10,903 Guardas addidos
Apezar de desarmada em grande parle, conti-
na a guarda nacional a prestar louvaveis servi-
cos, auxiliando j o exerclo, j a forca policial
as provincias.
Forca confessa-lo porra : essa instituigo
pecca profundamente em sua organisaco. Nin-
guera que a tenha estudado desconh9c*or que o
modo porque se fazem as qualificages nao esl
de accordo nem com a ndole da insliluico, nem
com as necessidades do paiz.
Aqui qualifica-so por amizade, all por odio,
em outras partes pelo desej de ler guardas que
exijam a nomeaco de officiaes. O resultado
que a guarda nacional nao oceupa o lugar que
427,126 guardas.
117,985 guardia.
l. to (do cobre liga os seguintes pontos:
b. Chnstovao, quartel-general, secretaria da po-
icia, secretaria da jnstica, quarlel do corpo po-
licial, castello, arsenaes de guerra e marinha.
O 2." lio liga a secretaria da polica casa
de correceo.
O 3 lio (do ferro) liga o trapiche Mau, quar-
tcl-general e praia da Saude, junto ao institu-
to dos meninos cegos.
A exlcnso desles fios de 14,352 metros.
% Serco. Esta secgo compoe-se de 6 li-
nhas, 3 sub-marias e 3 aeroas.
A !. linha (sub-marina) comeca da praia da
saude e vai pona do Maltoso,*na liba do Go-
vernador, cora a CMenso de 7.050 metros.
-AJ!,U,Jlnha faerea) vai dahi Diaria. Exten-
sao 2,460 metros.
A 3." linha (sub-marina) segu .dahi at fre-
guezia. Extenso 1,080 metros.
A 4.a linha (aerea) vai ao Socco do Pinho.
Lxtensio 2,720 metros.
A 5a linha (sub-marina) contina dahi a ponte
Mau. Exlcnso 7,920 metros.
A 6a linha /'aerea) dahi ao Fragoso e Prelopolis.
txteusao 29,500 metros.
Exlcnso total 50,630 metros.
Todas estas linhas se acham em bom estado
de conservaco,
Ampliar o servico dos lelegraphos elctricos
ao menos pelos principaes pontos do litoral, pa-
rece-me urna das necessidades de nossa crescen-
te o progresiva civilisae&o. O interesse publico
esta all de perfeito accordo cora o particular.
O certo como j Uisse que osensaios esto
feitos ; nao progredir perder a despeza e pri-
varmo-nos de um melhoramenlo adoptado em
todos os paizes, e de que j nao podem prescin-
dir os governos e os particulares.
ll.LUMINACAO PUBLICA.
Anda a illuminacao por azeiie nao foi de todo to execuco das bullas de treacao.
substituida.
To depressa porm se conclua o novo gazo-
melro, essa illuranaco seral substituida pela de
gazcom muito pequeas pxcepcjjes, em lugares
| gica drecgo moral e religiosa faca que esses nor-
men*, que parecera volados a permanente lula
com a sociedade esuas lera venham a ser uteT
a si e ao paiz-
Nao sao raros os cxemplos de mandarem-se pa-
ra o presidio de Fernando deNoronha moito dea
ses presos, alliviando assim as prisoes provin-
claes de um excesso de populagso que nao po-
dem compoitar. Ha porm razes muito funda-
das para nao continuar a pratica desse arbitrio,
sendo a principal a opposico das nossas leis.
Alguns trabalhos se enctaram no proposito da
creaco de colonias penaes, mas t imperfeitos,
que nem ao menos serviriom para sobre elles as-
sentar qualquer juizo. Nao so Ihes dea segui-
raento, outros cuidados vierara absorver a atten-
co do governo, e esto melhoramenlo ainda ficou
adiado.
A falta de preecito legislativo seguramente
conlrbuio para esse resultado, devendo tambem
concorrer em grande escala para elle a deficiencia,
de meios.
Parece-me que nao haveria graode aberr3co--.
se raandasseis distrahir dos crditos, quoannual--
mente sao consignados para a colonis.ico, algu--
ma somma em favor doestabelecimeiiti de colo-
nias penaes, que seriara ncleos forcados de fu--
turas povoaces. Muita das que hojeexistem nc
liveram outra origem.
A experiencia feita com os menores educan--
dos da casa de correceo pareco-me que dever.
servir de incentivo ir-se-ha talvez que as con--
djces dos individuos, principalmente pela idade,
sao mui diversas. Nao o contesto: mas sera pro-
pr que so adoptem a respeito das colonias pe-
naes as inesmas regras quesujeitam os menores a
uma direccio paternal, pejo que se apiecie o fac-
to e delle se deduzam as consequencias naturaes,.
sendo a principal direccSo e aproveitamento de
forcas individuaes inertes.
A creaco das colonias penaes ser mais um
meio olferecido fts provincias para cuidarem da
edilicago de cadas, a que artualmeule nao po- .
dem attender.
BISPaDOS.
Ainda nao esto cannicamente instituidos os
bispados do Ccar e Diamantina, apezar dos es-
forgos feitos pelo governo imperial para remover
| os obstculos, ouo desde lia muito so tem oppos-
Costa, Pulydoro da Fonseca Quinlanilha Jordo,
do Exm. conde de Baependy e do Dr. Joo Ma-
noel Pereira da Silva, sob a presidencia do ge-
neral baro de Suruhy.
Dos mappas que mandei ajuntar veris como
esl dividida a forca da guarda nacional pelas
provincias, e como est distribuido o armamen-
to. O governo nao tem podido salisfazer a todos
os pedidos de armamento ; seria necessario pa-
ra isso faier enorme despeza.
Expediiarn-se os seguintes avisos :
1." 9 de maio de 1859. O oticial cffectivo
mais graduado do municipio deve presidir ao
conselho de revista, nao se devendo entender pe-
la palavraelfectivo a electividade do posto,
mas a do servico. O major graduado lenente-
coronel nao tem precedencia, nem commauda ao
ler.ente-coronel, porque a este compete o exer-
cicio e quelle penas as honras do posto.
2." 4 de nnho. E' dispensado do servico
Os crimes commettidos contra a pessoa sobem da guarda nacional o juiz de paz, quo estiver em
a 1,013, c contra a provincia a 198. \ exercicio, sem influir para a dispensa a circums-
Os homicidios e ferimentos perpetrados nesse | tancia do ser o mais votado. Os delegados da
lhe compete, um instrumento de intrigase ve- onde o gaz nao pode ser transportado
xaraes, um obstculo permanente organisaco j A illuramac,o por gaz vai augmentando dia-
e preenchmenlo dos quadros do exercilo. I riamente. A rompanhia compre exactamente os
Com o intuito de melhoraro piocesso da quali- i seus contratos-
licaco, nomeou o governo imperial, por aviso I Em 30 de abril existiam 193 lampeos de azei-
de 20 de marco passado, uma commisso com- \ te, e 4,733 de gaz, cora igual numero de bicos, c
posta dos brigadeiros Manoel Antonio da Fonseca 9 candelabros com 59.
anno repartem-se pelas provincias assim :
Homicidios. Ferimentos.
DESPACHOS DO
Requenmentos.
1723. Arestides Balthasar da Silveira, al-
feres do 8 batalhao de infantaria. Ficam ex-
pedidas as convenientes ordens no sentido que
requer.
1724 Abdis Bibiano da Cunha Sales. Di-
rija-so a thesouraria de fazenda.
1725 a 1728. Antonio Jacintho Borges, Ja-
cinlho Jos do Mello. Manoel Joaquim do Nasci-
nento e W'illam Martineau. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
1729. Antonio Carlos Pereira de Burgos
Punce de Len.Satisfaga o supplicanleas con-
diccoes exigidas no art. 86 do decreto n. 722 de
25 de oulubro de 1850.
1730. Benlo Jos Ramos de Oliveira. Re-
medido ao Sr. inspector da thesouraria de fazen-
da para mandar pass.ir o titulo.
1731. Damiana Moria do Espirito Santo.
Ficam expedidas as ordens para a adraisso do
lilho do supplicante.
1732.Gabriel Germano d'Aguiar Monlarroyos.
Informe o Sr. conimandanle superior da guar-
da nacional do municipio do Becife.
1733. Ilcnrique Augusto Milet. Passe-se
portara no sentido em que requer 0 supplicante.
1734. Jos Vieira Figueiredo. Defejido
com a ordem que se expede nesla dala.
.1735. Lim Dias de Toledo. Requeira a
1 thesouraria de fazenda.
1736. Manoel Pereira da Costa. O suppli-
cante ser removido brevemente.
1737, Manoel dos Aojos Vieira. Goncedo
' improrogaveis.
330
15
262
83
5
24
228
88
174
155
16
322
16
Do 17 a 21
De 21 a 40
De 40 para cima
Solleiros
Casados
Viuvos
Presos
Afianzados pessoalmenle
Ausentes comparecendo
Dilos repela 3
Autores 283
Cmplices 48
De simples tentativa 14
Commelleram 308 crimes :
Moeda falsa 43
Roubo 22
Homicidio 118
Resistencia 40
Banca-rota 29
Tirada de presos 56
Houvo 213 condemnaces:
Morle 12
Gales 67
Prisao com trabalho 70
Dila simples 27
Multa 29
Suspensao de emprego 3
Acoites 5
E 161 absolvieses :
Por deciso do juiz 160
Por perempto 1
Appellaces :
Do juiz 34
Das partes 66
l.NERACCES DE postlras.
2,834 processos instaurados contra 3,170 reos.
Comecaram aquelles :
Porqueixa 1,429
Por denuncia particular, 615
Dita dos promotores 48
Ex-officio 742
Estes eram :
Homens 2,790
Mulheres 380
Braileist 1,989
Cear
S. Paulo
Bahia
Sergipe
Minas
Pernambuco
Maranho
Piauhy
S Podro
Alagoas
Paralaba
Sania Calharina
Rio de Janeiro
Espirito Santo
Rio Grande do Norte
Para
Corte
Malo-Grosso
Qoyaz
Somma
64
62
41
41
40
82
27
27
25
19
18
17
15
14
13
8
4
3
2
472
70
55
55
45
45
16
6
10
39
12
22
14
23
5
4
9
3
2
5
471
Em 4,1/96 casas e edificios pblicos de......
25,000 o numefo de bicos, e em 3 theatros he
1,200.
Exislera 100 milhasde encanamenlo geral.
PRISOES.
Excluiudoa3 da corte e de alguma povoaces,
era geral as prisoes era nosso paiz continuara em
pessimo estado. Os meus antecessores o lera
dito, os que me succederam tambem ho de di-
ze-lo, porque o mal sobre maneira sensivel e
os meio do remove-lo sao de um dilliculdade que
nao se poder superar por muitos annos.
Para melhorar o estado das prisoes, eslabele-
cer e regular o systema por que devem ser regi-
das, era ordem a dar garantas a sociedade con-
tra os criminosos, seria necessario que as pro-
vincias livessem meios e vonlady de faze-lo ou
que o governo geral as tomasse a seu cargo.
Faltara e por muito tempo ainda faltaro os
meios s provincias ; o governo geral tem outros
encargos, que sao propriaraente seos, e nao pode-
ra correr em auxilio s provincias para melliorar
Nos crimes contra a propriedade contam-se 63
roubos, que se dividem pelas seguintes provin-
Bahia 12
S. Pedro 9
S. Paulo 8
Maranho 4
Para 4
Cear 4
Santa Calharina 4
Corte 3
Pernambuco 3
Sergipe 3
Minas o
Alagoas 2
Malo-Grosso 2
Rio de Janeiro 1
Goyaz 1
Os factos que revelam estes quadros sao dignos
do vosso estudo e medilacao, nao s pelo que
respeila moralidad' publica, como c principal-
mente pelo que concerne administracao da jus-
tica criminal entre nos. Recuso-mc a quiesquer
observaces que mais cabidas sero quando se
poder fezer a coraparaco dos crimes commetti-
dos em 1848, com os que so commelleram em
1849 j enlo a verdade ir appareceodo.
A proporco entre os crimes contra s proprio-
de (menos do 1/5) e os commettidos contra as
pessoas nao lera explicaco plausivel e completa
na dosnecessidade de attentar contra a proprieda-
do alheia, nao obstante a carestia|dos gneros para
obter aquillo que sem grande incommodo o traba-
lho se adquire.
Ha grande conveniencia de rever a legislago
de processo quanto aos crimes contra a proprie-
dade, e emenda-la de modo que os criminosos
noescapera punicaoda lei pelo perdi, indif-
fereoca e muitas veze impossibilidade dos of-
inslrucco publica nao eslo isenlos do servico
da guarda nacional.
3. 15 do julho. Na concessao das honras
inherentes ao posto de major, de que trata o de-
creto de 24 de setotnbro de 1836, eslo ligados
tambem os disiiuclivos daquelle posto.
4. 30 de agosto. O art. 68 do decreto de
19 de maio de 1816 manda eliminar do servico
da guarda nacional todos os iodividuos empre-
gados na vida do mar, sem distineco do serem
ou nao pescadores do alto mar
5. 13 de oulubro. Pela disposico do
art. 69 da lei de 19 de selembro de lf?50 fica ao
prudente arbitrio do governo, depois de ouvir a
junta medica do districto, conceder passagera pa-
ra o servico aclivo ao official que, por molestia,
houver sido passado para a reserva.
7. 14 te novembro. Conforme o aviso do
ministerio da guerra de 28 de marco de 1859, s
autoridades militares de Ia linha compele exigir
a forca para o servico, que den lugar ao desia-
cameuto de guardas nacionaes, ficando odetalhe
da mesma Torca n cargo dos respectivos coroman-
dantes superiores.
8." 22 de dezembro. Deve-se exigir jura-
mento a todos os officiaes da guarda nacional,
que deixaram de cumprir esta forraalidade es-
sencial para o exercicio de qualquer funeco pu-
blica, oeclarando-se millos todos os juramentos
deferidos por officiaes nao juramentados, e de-
pendentes de novos juramentos aquelles cujos
termos nao so acharem laucados no livro com-
petente pelos secretarios dos" corpos, ou que se
enrontrarem sem datas, e somente annotados as
patentes.
9." 29 de fevereiro de 1860. Sendo graca
o melhoramenlo de reforma, a sua concessao est
fra da aleada dos presidentes das provincias.
CORPO POLICIAL DA CORTE.
O minucioso relatorio apresentado pelo com-
mandante deste corpo, e que mandei annexar,
d perfeita idea da sua forqa, armamento, ins-
trueco e disciplina, e do servico que lhe est
incumbido.
Depois da exoneraeo dada ao digno tenente-
coronel Antonio de Sampaio, requisigo do mi-
nisterio da guerra, esteve o corpo policial da
corte confiado ao enramando do respectivo ma-
jor Jos Maria Rebello, que cumprio os seus de-
veres com satisfaco do governo.
Actualmente comraandado pelo coronel Ma-
noel Pedro Drago, que vai perfeilamenle corras-
pondendo confianga que nelle depositou o go-
verno imperial.
Sa notorios os servicos prestados por este
corpo, e maiores prestar ainda quando, como
de esperar, completar a sua forja. A sua divi-
sao por diversos poslos e estates muito tem
melhorado o servico da polica nesta capital.
FORgA POLICIAL AS PROVINCIAS.
A forja policial as provincias diminua, e
esse sem numero deprisoes decretadas, comeca-a '< diocose da Diamantina.
Como sobeU musa das bullas que foram im-
pressas em lira dos relatnos passudos, a Santa
S confiou a execuco deltas ao seu delegado
nesta corle monsenhor Marino Marini, o qual
exigi que se creassem os Cabidos e os Semina-
rios das novas dioceses, se escolhcssera as igre-
jas para S, |o preparassem casas para os bis-
pos, etc. aiim de se dar enlo execuco s bullas.
O governo imperial oppoz a principio a essas
exigencias razes ponderosas ; instado porm
pelo delegado da Sania S, e querendo dar pro-
vas do desejo que tem de ver concluido esle ne-
gocio, em que lano ioteressn o bem da religio
e do estado, corlou, auxiliado pela assembla ge-
ral, por todas as ditliculdades, e v com satisfa-
co que S. santidade acaba de expedir as preci-
sas instrueces ao internuncio apostlico arce-
bispo de Alhenas, para dar prompta execuco as
bullas de ereceo dos novos bi$pados. Podemos
portanlo nutrir as mais bem fundadas esperan-
gas da prxima soluco desta tonga pendencia, e
tal qual a desojamos todos os calhocos.
Com o proposito em que estou de por termo
questo suscitada, o na Ma de crdito para com-
prar os edificios necessarios, que na diocese do
Cear, sirvo para o palacio episcopal e para o-
Seminario, j providenciei ordenando ao presi-
dente da provincia que alugue casa decente e
com as accoinmodac.oes precisas para a residen-
cia do bispo.
Cumpre entretanto que habilitis o governo-
cora as quanlias necessarias para a acquisigo de
edificios proprios, como j tizesles a respeito da
das, e arruinadas dejque do noticia os relatorlos
dos chefes de polica.
CASA DE CORBECQAO DA CORTE.
O'relatorio do director da casa de ,correceo da
corle d uma idea completa do todas asesti-
cesque se comprehendem naquelle estubeleci-
mento.
A experiencia tem demonstrado que muito mal
escolhido foi o local em que se conslruio a casa
de correceo. Grandes despezas se tem feito e
continuarao a fazer, afim de preparar o terreno
para as construeces, reparar estragos feitos pe-
lo3 desmoronamenlos da montanha que Ihes fica
a cavalleiro, e arredor o enulho resultnnle des-
ses desraoronamentos. Agora mesmo esta a ad-
ministracao lutando com oremovimento das Ier-
ras que dcsabaram com as chavas do anno pas-
sado ; e para quo esse servico se faca cora se-
guranza das construeces existentes e vantagem
para que de futuro se tizerem, nao possivel cal-
culara despeza que se dever fazer.
Entretanto nao ha meio de esquivar-se a esses
inconvenientes: o valor das construeces existen-
tes tal quo forcosamentn se ha de conservar o
estabelecimento no local escolhido.
A necessidade de regularisare simplificar a es-
cripturaco ca casa de correceo, por onde se fa-
zem lo grandes despezas, aeonselhou um dos
meus antecessores a ordenar que o director da
secgo do orcaroonlo da secretaria de estado dos
negocios da justica se incumbisse desse trabalho,
que. apezar dos esforcos feitos, ainda nao est de
Unitivamente concluido, porque a prudencia exi-
gi que as reformas intestadas nao livessem ca-
rcter fixo em quanto as nao sanecionasse a ex-
periencia. pruvavel, segundo as inforraaces
que tenho, que no anno financeiro de 1860 a 1861
cotece a praticar-se o novo systenja de escriplu-
raco.
No orcamento da despeza para o ministerio da
justica em 1861 a 1862 pedi somente a consigna-
cao da mesma quantia nestes ltimos annos de-
cretada para a casa de correceo e reparos de cs-
deias. E' de crer que a consignar' seja insuffi-
ctente : o passado justifica esse receio quanto ao
futuro. E nao chegar de cerlo, se a populaco
da cidade fr em augmento progressivo, se a po-
lica dispozerde meios mais seguros eampios pa-
ra a represso dos deudos, so os precos dos g-
neros de primeira necessidade se conservaren! na
mesma altura em que hoje esto. E j vedes que
vos rio fallo em obras, quo sao de todos os dias,
uem computo em meus clculos os inconvenien-
tes do local.
O instituto dos menores a'rlesaos contina a dar
os bons resultados quo se anteviram. Essa crea-
co, como tona a obra de bem entendida carida-
de, vai prosperando em honra daquelles que li-
veram to feliz inspiraco. Convra pois que a
legaliseis, para que com a experiencia j adqui-
rida se lhe possam dar os rcguUtraentos de que
Ouaesquer despezas que se tacara, para dar
aos bispos todos os meios do satisfazerem osonus
de sua santa misso, nao rae parecera excessivas,
pelos bens que inconteslavelmente ho de vir ao
estado da boa administradlo espiritual, na qual
sobre tudo comprchendo a edticaco do clero.
Sinto que as nossas circunstancias financeiras
nao permitlam propor-vos a creaco de novos
bispados, cuja necessidade notoriamente couhe
cida, e de cuja utilidade nao duvidar quera por
um momento estudar as circumstancias do nosso
paiz.
To depressa se d execuco s bullas de que
tratei como sero apresentados os sacerdotes j
noraeados para as dioceses do Cear e Diaman-
tina, afim do obterera a confirraaco da Santa S.
Por decreto de 23 de margo do anno correrte
foram nomeados o padre Antonio de Mocedo Cos-.
tJ bispo da diocese do Para, o padre Sebastio
Dias Larangeira bispo da do Rio Grande do Sul
e o padre Domingos Querino de Souza, por decre-
to ila 23 de abril, bispo de Goyaz, Qndando-se as-,
sim a viuvez daquellas diocezes. como era alta-^
mente reclamado pelos interesses da igreja e do
estado.
Em data de 13 de julho se concedeu benepla-.
cito ao breve de 15 de marco de 1859, pelo qual.
a Sanl i S se dignou ampliar algumas /acuidades
concedidas aos bispos do imperio. Encontrareis;
uma copia do breve entro os annexes a esle re->
latorio.
Cada vez se torna mais sensivel a necessidade
de uma concordata com a Santa S. Nao ha dia
em que nao pareja suscitar-se um confliito en-
tre o poder temporal e o espiritual, sendo que so
a prudencia c os bons desejo de um e outro po-
der :.em conservado a harmona que entre tiles
deve existir sem prejuizo da sua independen-
cia.
Muitos interesses graves e de ordem elevadis-
sima esto ah sem resoltiQo por falta de urna
concordata.
aqui o lugar proprio para fallar-vos dos Ca-
bidos.
Tendo recebido beneplcito as bullas que ctea-
ram os Cabidos dos bispados do Rio Grando do-
Sul, Cear e Diamantina, dei ordem para que no
orcarnento se pedisse o crdito necessario para
pagamento do seu pessoal.
Nao proced do mesmo modo a respeito das
dioceses de Goyaz e Matto-Grosso, cujos Cabidos
foram creados pela bulla Sollicita Calholicat
gregis cura, porque della s foi approvada pelo
art. 1. da lei de 3 de novembro de 1827 a erec-
ijo das Prelazias em bispados com as mesmas
sedes, extenso e limites.
A revogaco da lei citada, para que tenha exe-
cugo toda a bulla, um acto de justica, aconse-
Ihado alem disso pela conveniencia publica.
A constituico e organisaco dos Cabidos que
actualmente possuimos diversa. Conviiia uni-
formisa-los, exceptuando o do Rio de Janeiro,
a diw

T-V
IJLEGVELj


---------
(*)
por estar uniJo cathedral a capella imperial.
Por portara de 19 de novembro do anno pas-'
sado foi revogada a de 13 de Janeiro do 1824. -
impunha aos bispos a obrigago de nao p -jUe
n lomar ordena individuo algum sub-1 -umlUir
perio seni previa e especial licen- -<"W do im-
Alera de tudo, pareceu-m? -Va de governo.
obrigagao imposta aos q1- inconstitucional a
prossao ecclesiaslica. uesejaram seguir a

[Continuar-se-ha.)
uIaR!_Q DE PBfiftAMBjpfi SEXTA FEIRA 38 DE SETEMBRO DE 1860.
tilARIQ DE PERNAMBUCO
Pelo vapor Iguarass, entrado dos portos do
surte at a Granja, trouxe-nos jornaes do Cear
com dalss at 2*2, e da Paralaba ,l 20 do cor-
renle.
Cear. Acerca de cloques eis o que se l no
Ptaro II:
Capital.
.No dia 7 leve lugar a itistallacao da assem-
bla parochial, sob a pr.-sidencia do juiz de paz
mais votado o Sr. capitao Jos Nunca de Mello,
leodo sido pleitos mesarlos pela torma dos elci-
lores os Srs. Miguel Joaquim Pereira o Gustavo
Guigulino de Souza, e pela dos supplenles os
Srfc Zeferino Dulerville Ferreira da Silva e capi-
tao Antonio Joaquim de Oliveira.
Deu-se comeco chamada pelo districto do
Trahiry c os trabalhos correrara na niaior regii-
larid.de, apezar de algumas provocaces e in-
sultos, que os Srs. P.iva e padre Antonio diii-
giram mesa, que porloir-sc com a maior digni-
dade e justica era suas decises.
< Contina regularmente a eleicao na catii-
al. p
Fez-sc honlem 10 a sogunda chamada, e to-
ra hoje lugar a terceira, lendo os chiraangos
abandonado inteiraraer.te o campo.
Correu hornera ro boato de que a oppesicao
pretenda roubar a urna ; porm nada appare-
cen, devido lalvez s providencias que se toma-
rara. >
Terminen honlem 11 a terceira chamada
los volantes ; hoje deve principiar a
dos votos recebidos. >
Hoje ('!4 ) concluio-sc a apuraco,
deu o seguintc resultado, para vareadores:
Dr. Manoel Seres da Silva Bezcrra. .
Coronel Francisco Fideles Barrozo. '.
Dr. Munoel Hiendes da Crur.G.....
Tenenle-cor3nel Manoel Flix A. S. .
Padre Luir. Vieira da C. D. Perdigo ,
Capitio Antonio Goncalves da Justa .
Major Soverano libeiro da Cunha. ,
Negociante Bernardo Pinto Coelho. .
Proprietro J. Baplista Guerra Machado. .
Tener.le Zeferino Dutreville R. e S. ..
Antonio Teixeira Bastos L. ; .
Negociante Jos Bonifacio do Abrou .
AI fe res Antonio Nuucs Teixeira M. .
Jos Teixeira Pinto. : ,
Nogcciante Jos Aurelio de Mallos. .
;> Manoel J. O, Figueiredo .
Jos da Bocha Moreiri .
Aiilouio dos Santos N. .
Canind.
<: Consla nos ler vencido o lado caranguejo,
:oja testa su achava o nosso amigo Joaquim Jos
da Cruz Saldanha.
Santa Cruz.
Acabamos de receber cartas desla villa, que
:.os dao a noticia do que o partido conservador
.a, e nao ha duvida que o partido conservador
riumphou. s>
Baturit.
A eleicao correu pacificamente nesta fre-
guezia ; nao ha queizas, do processo eleitoral,
venceu completamente o partido conservador.
Queizeramobim.
As duas parcialidades que disputatam com
loda a moderado o pelos meios legtimos e le-
gaes a eleicao nesla freguezia sl o dia 13 igno-
ravam o resudado da votaco ; depnis de seren
apuradas as cdulas que (oram reeclhidas a urna
que se saber quera venceu.
Chegou honlem (10) de Granja o vapor Igua-
rass, : anda nao se tinba faite a apuraco da
eleicao ; corra, que tinha vencido u lado libe-
ral : que dir agora o Cearense da torga que ga-
ranti a mesa e a ordem publica ?
Anda encontramos mais no roesrao jornal as
seguintes noticias :
Honlem 18 a noitc fundcou o Camossim pro-
cedente do norte, e trouzc a seu boido o Sr. Dr.
che fe de policia, que tinha ido assislir a eleicao
do Sobral.
A hora avancada, em que chegou o vapor nos
inhibe de dar noticias minuciosas de todos os
pontos, entretanto apressamos em annunciar que
veucemos a eleicao do Sobral, Santa Quitea,
Acarac, Ip e Vicosa, lendo os liberaes vencido
em Granja c Sanl'Anna.
Houvera toda a parle a mclhor ordem as
cleices.
Tendo-se espalhado por tora a noticia de que
rcinava a febre amarella nesta cidade, estamos
Faliei-lhu cima ilu vigario do Alaga-Nov. ;
pois para poder ffielhormento formar um juizo
do modo como procedeu o Sr. padre Antunes,
consinla Iranscrev. para aqu o oflicio que o re-
sidente da provincia lhc dirigi, concebido nos
seguintes termos s
Ao vi-ario de Alaga Nova.Teuho vista
o seu offlcio de 8 do corrente, em que me com-
mnica as oceurrencias que ae deram por occa-
siao da eleicSo de juizes de paz e vereadores.
Aflirma V. Ttvm. que o perturbador da ordem
foi o bachnrel Francisco Ignacio de Souza Gou-
va, o qual, nada podendo conseguir pelos meios
legaes, diz-se que falsificou a urna, pro.lurud-o a
nullidade da eleicao. Insta afina! V. 11 vm. para
que o gsverno salv, ss amigos das gar-
ras de scmelhante hornera, efim de nao rompe-
rem em desesperarlo. O governo nao prjdedel-
zar de ver com desgosto e estraoheza, quo seja
juslaraenle V. Rvm. o pastor do rebanho cathoii-
co desso freguezia, que falla em rompimenlo de
desespero 1 Se V. Rvm. se limitasse is funecoea
que pelas leis sagradas e civil Ihe compelem, e
no se inieressasse lao ardentemenle pelos ne-
gocios polticos de sua freguezia, fazendocom
que enireas suas ovelhas ezistara adversarios e
inimigos seus, nao usara cerlamento de sema-
lhante linguagem inconveniente I Perlencendo
o delegado de policia paicalidade que se acha
animada das vistas de V. Rvm., deve merecer
a sua confianca ; e admirtve), como V. Rvm.
se julga e os seus amigos sem garanta 1 Devo
d'ahi concluir que o delegado nao tem sabido
deiilu declarou aliena a sessiio
e approvada a acta da ultima.
EXPEDIENTE.
Um offlcio da presidencia
iniuiido por copia o aviso ex,
rio da justica era 23 de agosto
diligencias judiciaes que po-fl
durante as fetias.-Accuse-ie a recepto.
Df- i^^^q"!,^llnJ^,'l0 e JosGaroes Lale Anto-
SELd/ Mu5hda Leal' ^ado pelo Sr.
??r*r8 -f nscal' I'edind0 o registro de seu
i i "pcial.Declarem os socios a sua natu-
raiiiiade. aesigocm a especie de commercio, e a
torm*. ta noraeago dos arbitros, para solucao
das duvidas sociaes.
Outro de Jos Rodrigues Tavares de Mello e
Agoslinho Gomes da Cosa, pedindo lambem o
registro do seu contrato social, por seu procura-
dor Manoel de Rezende Reg Barros.llaja vista
ao Sr. desembargador fiscal.
Outro de Manoel GoncMves da Silva, pedindo o
registro de sua barca Recite.Vista ao Sr. desem-
bargador fiscal.
Nada raais houve.
Ia I "Po-tatto"vu-am os liberaes. morram os guabirs, qi
e. se do meio da populacao apparecer o menor'o
uc manda as mesas de rendas cobraiem 1 12
sobre as mercaduras estrangeiras importadas
a
financeiro da provincia delicien-
rso de 23 anuos se lem condecido a
..qubilidade desse regulamentoconfirmado
cora ccete, punha esloque, ou i n.i. L, a. outr._qu_.lc arma, sera hav.do.como glabir, \ *&&& ^So'Z M d?seierabro da
e a
ra
a commissao directora protesta denuncia-lo pe-| ann0 passado
P.K "XSff^" 'aSqB defic^r e ^ttur.^'S't
commendac6esdaqcomm.0 ^rectora equVfa- eomo em alguraas villas da provmda nunc-
vorece os planos guabirs concorrendo para crear
difticuldades rehabilitacao do partido liberal da
provincia.
8 Os liberaes guardarlo nos templos todo o
respeito e catamenlo casa onde se celebra o
sacrificio incruento. A primeira salva-guarda da I
cobrado em consoqueucia da escassez de seu com-
mercio.
Admirador d'essa briosa mocidade, em cuja
patriotismo descancam as futuras esperanzas da
provincia, lenho quas invencivel acanhamenio
em responder ao Ilustrado collaborador da j-
autorisados por mdicos declarar que tal moles- ? overno uara as proviue
lia actualmente nao reina epidmicamente. !e,nf ,ra or de Punlr s
SESSAO JUDICIARIA EM 27 DE SETEMBRO.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
BOCEA.
A meia-hora da larde, achando-se presentes
os senhores desembargadores Silva Guimaraes e
Ouerra, e os senhores deputados Reg, Bastos,
Lemos o Silveira, e supplenles Velloso Soares,
cumpnr os seus deveres Como quer que seja Lavra, Marcelino da Rosa, e Malveira, o senho
o governo dar as providencias necessarias, e em presidente declarou aberla a sesso.
ferq>,-r^n ; eha'o^ de^con Zaa ^rdT^ha Zel0rtPOr?, qU de' '" ><}*
liberal o hornera que nlo lem religiao e oue nao Rr moderado como empregado
sabe acatar os templos, as!le,Ve os obirZ, ?.lcf :.n"..mf P"?'e sacrificar admiracao da
everamenlo os perlur-
Senhorinha Mara da Conceico, assassinou bad0.res .da ordem e socego pblicos ; recom-
no dia 31 de agosto prximo pissado, no Ip, mn ? r --. f. ?n k"iiin filil,". ".,;! ------- ____- ^._
urna sua enliada de 7 para 8 aunos de idade, pelo
quo foi logo presa e est sendo processada.
Foram capturados pelo delegado de polica,
na scena poltica senao para arrefecer paixoes, e
acalmar os nimos e nao para mais animar aqucl-
s e excitar esles. A presidencia espera que
apuraco
que
15
725
721
715
711
710
702
601
501
:52
330
328
319
315
311
302
301
300
PERNAMBUCO.
prewnlou-se forte, cheio de prestigio, e gandou preparara "para a Juta elejtoral.
a eleicao. Verdad seja que em Alaga-Nova houvesso
ro bem completo. I urna quebrada, cdulas inulilisadas, sendo que
A mesa nao recusou um votante sequr, ain- ludo foi promovido, segundo consla, pelo coad-
la aquellos que es-Maraes iransportarara da Im- julor, o padre Angelo que gritou-quebre-se esta
perairu. urnj quo esi prende Este niesmo padre ao
nao lhes yaleram os processos do juiz do di- terminal a raissa votiva, no dia 7, e anda re-
reiio iir. iJomuigos Alvos, nao Ides valeu a inclu- vestido proclamou nos seguintes termosPovo !
sao de -00 votantes da tmperalrixna qualicaco,. O nosso vigario me enva pedir-vos que vo-
a nossa maioria foi nimensa.
<< Ao Sr. lente Pompeo Capislrano do Reg
.Lobo cabe muita gloria pelo boni coraportamenlo
q ic apresentou, o pela aclividado inf.ligdvel
o criminoso de raerte a villa dalmperalri?, Pe- '" cpo>prehendendo bem o seu pensarnen-
dro Alves de Araujo ; e pelo subdelegado do l, querer concorrer paro que a ordem, a tran-
Tamboril, Goncalo Alvos Feitoza, pronunciado : Jl">'idade e a harmona reinem na freguezia que
naquelle dislricto pela morte do Antouic da Cosa :lhe os,a espinlualmenle confiada.
Madureira. m^m
O vapor inglez de ferro Midge de lote de 83
toneladas, capitao Grffilk. Jones, e com seis pes-
soas de iripolacao, que saino de Liverpool no dia
20 de junho com destino a Bombaim, bateu em
urna pedra 25 inilhas ao mar de Mossor, e tondo
aborto agua, foi a pique no dia 29 do mez prxi-
mo passado ao meio dia na altura da Arac.ly
cerca de 20 militas distanto da costa.
capitao e Iripolacao com parle da roupa, e
instrumentas nuticos conseguiram salvar-se em
um escaler, que aportou a Mocuripe Ss 10 horas
da lioite do dia 30.
Paraliiba.Nosso correspondente, em 2C do
correnlo da-nos conta de todas as oceurrencias
bandas na provincia, por occasiao das eleigoes,
da forma que se segu
Siulo prazer em communicar-llie quecm to-
dos os pontos da provincia, de que lemos noti-
cia, reinam a paz, sendo perfeita ao menos con-
forme ao estado do efervescencia propria da
poca.
Em alguns lugares esperavase fosse a or-
dem publica perturbada ; mas as providencias
toiuadas em lempo
provincia, que nao inlerveio de modo algum as
eleicoes produzirara o melhor resultado que se
pode.ia esperar do ardor com que os partidos se
REVISTA DIARIA-
Frbguezia de garamilns. No dia 19 do
correte tlveram fim as eleices de vereadorea e
juizes de paz do municipio, sendo o resultado o
seguiule :
Primeiro dislricto.
Antonio Viclor Correa.
Miguel Archanjo de Mendonca.
Francisco Bezerra de Vascoficellos.
Jos de Barros Silva.
Segundo dilo
Padre Manoel Emygdio.
Jos Corlea Paz.
Jos Pereira da Silva.
Manoel Jos de Ges.
Terceiro dito.
Joajuim Jos de Veras.
Foi lida c approvada a acta da anterior.
Pela falla do Sr. desembargador Villares, ainda
nao podo entrar em julgamento os embargos na
appellacao entre partes:
Appeflantes, o presidente e directores da caixa
mal do banco do Brasil nesta provincia ; appel-
lados, N. O. Bieber & C. e J. Keller & C.
Nada mais houve a tratar.
llego Rangel,
No impedimento do secretario.
CMARA MLMCIPAL DO RECIPE.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 27 DE AGOSTO
'residencia do Sr. Reg.
Prsenles os Srs. Barata, Mello Pinto, o Ga-
l'oi lida e approvada
Miguel Reinaut Duarte.
pela primeira auloridade da Jos Antonio de Meoezes.
Francisco Pereira de Carvalho.
Ouarlo dilo.
Mauricio Lopes Lima.
Joao de Barros Corrj.
Jos Carlos de Albuquerque.
Joao Alves Camello
Vereadores.
com que coaserrou inalterave
^ erdera publica.
a trauquillidade e
Voloi
6.T
64)
6:1
Mcraoguape.
Organisada a mesa no dia 7, c composta em
sua ruaiona .lo lado conservador, lem a eleicao
corrido regularmente. Quas ao terminar-seo-
o S, <3' h"V0 Um pe'lue" >Me
por causa da urna, grupando-so era redor dfl me- dre Antones, ollicira ao
saalgum povo que loi disperso pacificamente retirada d ceito bacharel,
S2..iw2!2? V.,na Pequea contusio que como um hornera pengoso.
deu-se n essa occasiao fez com que o zelnso pkt-
torqut e grande em anisas pei/neninas, abra-
zado por em zelo com -pie i lao conhecido nos
artos attate oficio, declarou a igreja interdicta I
o Rvdm. visitador, 4 cojo conhecimentoche-
gen essa occorrencia, mandou logo desenviolar a
igreja; c proseguirn! os i rabal los sem novjdade
5 A mesa est organisada do seguinte modo-
..jui/ de paz presulei.io caplo Joaquitn Jm4 .te
houza Sombra, membros notneadoa pela turma
doa eteitores Antonio Favia da Souza Sombra c.
Joao dos Santos, o do lado dos supplenles chi-
manges] lleginoido Ferreira de Pinho e Jo5o
Cangussu.
A pretexto de cc.ccao o mesara Reginaldo
relirou-seda mesa, sendo subslituido pelo Sr.
lito Nun es de Mello ; em seguida o (oriente-co-
ronel Ignacio Piulo vendo-se derrotado, decla-
rou quo abandonava a eleicao por nac -Contar
coma raparciulidade da mesa: o finalmente o
mesarlo Canguo tambera pedio dispensa, e foi
subsi.uido pelo Sr Antonio Alezandrino da Cu-
nda Lago.
.(Consta que osdous raesarios chiraangos que
pediram despensa, apresenlarana-se hoje s re-
clamando seus lugares abandoindos, e (orar de
novo admitlidos.
v. Bepols das paUcoadasde hootem-suppiwha-
se que esses senhores nao comparecessom" mais
porm qual! a pelriotagem tem seus
coos
Gorrera duas verses, a de querercm
desordera c iraiitornarera a eleicao, e a de
' a-pn-
leis para juizes de paz nos Srs.F. F. F. e R,
interessando-so muito pelo primeiro ( o dele-
gado de policia) nomeado, e que nao aceitis
lisias do partido adverso a elle. Isto Ws peco
em nome de Jess Cdrislo e de S. Sebasliao.
Q podre Aulunes, vigario de Alagoa-Nova nto
foi eslranho a esse proceder de seu coadjutor,
Logo que S- Ex. soube do procedimento
contrario as recummenJacoes quo tinha do dele-
galo, demitlio-o em conltoente. Isto o que
me dizcm e rae consla mais que o Sr. vigario, pa-
presidenlc pedindo a
que lhe faz sombra,
peri
[nformaram-me que esse vigario lem asco a
todos os hachareis, flcando assiiu explicada a
razan porque solicitou elle do Exm, presidenle,
aquella retirada como uuia medida salvadora da
urdeui publica, como unta preveiicao necessaria
a um morticinio eminente : fantasa de peliiico
denotado.
Se-eu quizesse referir o que vi, me couta-
r.im o levantaram aqu na capital, seria pouco
lodo papel quo coul>ess- em tima pipa de vina-
gre, dentro da qual se podet.se introduzir militas
cifras apandadas com abuso da boa fe de lio- : tencia traria sobre aquella, que
uros honrados.
501
501
501
498
por obra
testarea contra as irregularidades que Ibes Bao
suggeridas pela lgica das paixet, e do despeito!
em dutrio. !
A mesa, porm,saber conservar sua di"-1
de, e desprezar as provocaces planea-
das.
Ate ante-hcn'.em 91 contiouava
no maier tranquillid.de. Concluio-se
da chamada ao meie-dia e foi
liontem a terceira.
",t^cJ.'^r'e ? irabalhosda segunda cha-
a ele.jao
a -segun-
anounciada para
lie
c dse
msanos,
apuntados nos esforcos que empregaram
ngonadosqwe nada podiam fazar, nd*ai
jgora os chimangos a cala de qualquer pretexto
para protestos, e outras alicantinas que sao o cl-
limo recurso dos perdidos.
Ja eobecido o resultado, vencecdo o nar-
UJo conservador.
Ico.
Antes de honlem domos a noticia, ouc ave-
rnos, de que -.aviamos vencido a elei-io desla
cidaue; mas por cartas que recebemos 'honlem I
e que publicamos, virao que a nolieia ojo es-
lava completa.
< No Ic nao houve eleicao. Apenas con. or-
reram os votantes e se receberam cdulas no
Nao podeode continuar regularmente a elei-
Cao, a mesa apurou essas cdulas, e deu por ter-
minada a eleic*. -ommunicando ludo ac Exm
presidenle da provincia.
Te I ha.
Conrma-se a noticia grande desordem neta freguezia, onde foi aasas-
sinado o delegado de policia capilao Alexacdre
Jos Cavalcanli e mais sele individuos
-.< E' pa
ira lamentar-se tamanha desgraca tan-
to mais quanlo nao foi ella eifeilo da ez.It.cao
do ideas ;>or occasiao da eleicao, mas a exectira
/riadeum plano de perver-sidade, accomm'el-
icndo um grupo de assasinos a igreja, fazendo
ogo na guarda que l eslava,
Por essa occasiao o delegado que eslava em
casa, acodo ao som dos liros, e quando os as-
sassino odescobrem, atiram-lhe nos peilos, e o
pros'.am por trra morto.
Continuamto o fogo morrerara mais esses
muiros sele lojezes.
Lavras.
Consla que a eleicao coiria em paz; mas re-
eiava-se tambera que houvesse desordem.
O juiz de paz h.via requisitado forja ao com-
raandanledolc; mas comtudo a presenca do
Dr. trncalo Souto qoe par l parlio no da 10
nao deixa de cansar serias receios, atlendeodo-
se ao que se passou no Ie Mara Pereira.
.< A caria do nosso correspondente nesta lo-
calidade diz-nos em resumo o seguinte:
Isto posto dir-lhe-hei, meu caro edictor
que no remolo lugarejo de Mara Pereira a elei-
cao de cmara e juizes de paz se fez cera cal-
ma e plena liberdade de vol:os votantes
comparecern! a prestar leus sufiragios sem
coaeco ; quem leve maioria veneeu legitima-
esi-io se coDcluinJo os Irbalhos eleito-
para se podor formar.jtizo ex-
acto do como ha quem se esqueca do cumpli-
mento de seus deveres, por cac-sa de votos, es-
perando paga do sacrilicio da dignidade e pro-
bidade, aiiiibutos necesserios a quem quer ser
julgado bem, quando julga mol para os otros.
Movido pelo desojo de conhecer por si mes-
rao, os homens e as cousas o centro da pro-
vincia, o Sr. Silva Nunes parlio*da capital na
madrugad, do dia 17, levando na comitiva como
seu oir.cial .le gabinete, o l'r. Antonio de Souza
Carvalho, chele de 1" sessode secretaria.
'S. Exc. foi acompanhado per multes cidadaos
."tinelos al a povec&0 de Santa Rile-, duas
leguas e meiu de distancia dacapitil.
<: O tempo nao dos mell-.oros para viajar-se,
maso Sr. Silva Nunes entendeu que nao couvi-
nha_demorar para ma4e tarde essa viageia, que
estere resolvida desde logo oue aqui chegou,
fazer lazer ac centro da provincia, para por si cendecer
pro- I os homens e as cousas. A provincia lem muito
que ganhar com a sabida de S: Exc. da
Os presidedtes j fie coreprehendo
Ihor, ou antes actualmente se tome ra
ressa pelos negocios pblicos, j os presidentes
nao sao presidentes das capitaes to somonte.
DstMparctai de 21 extraamos o seguinte :
As I [2 horas da luanha de doniein eeguio
o Sr. presidente da provincia era direccao da
villa do Pilar. companlia a S; Exc. o che
fe de seceo da secretaria Dr. Antonio de
Soiua Carvalho eiu loda a viagera, como cneial
de gabinet".
Muitas pessoas gradas, e entre estaso Lr. M.
Tertuliano Thoraez llenriques, o presiden .e da
assembla provincial, commandanle do meio
balalhao e do corpo, pulicial-so aprcseolirarn na
occasiao da partida e acompaoharam a S. Exc.
alai da povoaco de Santa Rita. A provin-
cia tem do lucrar com a viagera incoraaioda e
pesada a que se resolved S. Exc.
A imp.rcialidado com que ha S. Exc. proco-
dido, durante os cinco mezes de s^a adminis-
tracio, limitado a inCormaees, locaar-se-lia o
caracterstico de lodos os seus actos, depois que
S. Exc. conhecer por si os horneas e as couses
do ceutro da provincia.
Fazeraos votos ao Todo Poderoso para qo
tenha S. Exc. feliz viagera. e volte cuanto an-
tes par. o lado de sua exceileniissiraa c di^na
<: consorte.
No mesmo jornal encontramos o seguinte :
Consla que em Cabaceiraa terminarom os
.trallazos eleiloraes em paz, nao obstante alumas
decisoas apaixonadi d maioria da ransa."
Na noite de 8, pelas 9 horas,, o juiz de paz
presidente da mesa parochial, procurou do dele-
I gado a retirada da guarda que vigiava a urna,
seu pedido, rio que nao foi atteodido. Depois
dessa recusa houve aruotinamenlo de povo na
porta da matriz, que quiz forcar jotrada, o' oue
Anlonio Viclor Corroa......
Antonio Baplista de Mello Poixoto,
Manoel Pereira dos Santos Rocha. .
Mauricio Lopes Lima......
Jos de Barros Silva Jnior. .
Antonio de Barros Correa. ....
Florentino Cypriano da Costa. .. .
Joaquim Salgade de Vasconcelos, .
Antonio Teixeira de Macedo. .
Anlonio Lourcnco de Mello. .
Joaquim JoS de" Veras......
Raymundo Candido dos Passos. .
Antonio Cesario Ha Silva Brasileiro.
Domingo passado foi er.conlrada.
do urna hora da larde, no becco do Falcac, des-
la freguezia de Santo Antonio, urna criaiica rc-
cemnascida, que all fura exposta com dsdu-
manidade iuclassificavel.
Pelo estado della. suppje-se quo f.'-rs dada
luz na noite anterior, e logo exporta, pois que
nem corlado tinha o cordeo umbilical.
Parece branca, e do-sexo rnasr-.-ulino.
Algucra da proxiraidade, em que foi exposla
essa innocente victima de um crirae, mais corn-
passiva do quo aquelles que lde deram existen-
cia, tomou-a i si e encarregou-se da sua -cria-
cao.
Fructo sem duvida de um amor punivel, foi
i sarriticado deshonra, que-, sua exis-
anles devera me-
meiro, abrio-se a sessao, e
a acta da antecedente.
Foi lido o seguinte
EXPEDIENTE.
Lm oflico do Exm. Sr. presidenle da provincia !
declarando de 20 de roaio ultimo ao aforamen-'
qce subsista a approvocao quo dera era oflicio
to, que esta cmara fizera d'ura lerreno na po-
voaco dos Anegados, Anlonio Goncalves do
Moraes nos termos do an, 26 do orcamento mu-
nicipal vigente.-Que se lavrasse o termo de
a.toraracuio e se coram-jnicasselao procurador!
Outro do mesrao, transmitliudo por copia o
acto pelo qual approvara provisoriamente o arl.
ac posturas a que se referi o oflicio desla c-
mara do 22 do corronte._ouo se publicasse, e
se 'emetessem copias quem compelisse.
Outro do secretario do governo da provincia
coramuntcando de ordem de S. Exc, que em
de 22 do corrente se expedir ordem, aliin
ser o alteres Ilenriqae de Miranda Uenrn-' Pssa Jella aproximar,
ques, ftscal da freguezia do Pono, dispensado do
servico do quartcllaraenlo conforme a cmara
solicitara.4meirado.
Outro do vereador supplcnle Anlonio Jos de
'iveira, communicando nao poder continuar a
assiduo nos trabalhos da cmara, em razio
nao gosar actualmente boa saude.Inlei-
data
de
ser
de
pos, as magens e osobjectos
do culto catholico.
Apezar, porm, .deslas saudaves tecommen-
da^oes os moderadissimos liberaes, quebraran: a
uma na matriz de S. Antonio.
O nosso Garibaldi-peba, naquella poca mui-
lo conhecido pelo nore de Zumbi, vendo que os
seus moderados nao faziam conta de seus conse-
Ihos o procediam como sempre procederam os
anarquistas e faquislas, ficou desesperado, cor-
reu a palacio e como um possesso pedio ao pre-
sidente que o auxiliasse cora forca, e mais forja
para conler a canalha (expresses que-foram ou-
vidas por rauias pessoas prsenles a esse aclo)
que eslava desenfreada.
Enlo nao tema que o direito do voto Itere,
fosse espaldeirado.
Foram satisfeitos os seus desejos e a forca se-
guio para afrente das malrizcs de S.Jos, e'S. An-
tonio.
Nao satisfeito com isto, no dia seguinlo dirgio
ao conselhero Sergio de Macedo urna carta, na
qual se lia o seguiule:
Domingo, Sr. presidenle, val ler lugar a elei-
cao; pois bem I nos em nome do partigo li-
beral da provincia, propomos a V. Exc. o sc-
guinte :
1. Olllm. Sr. Dr. chefo de policia assistir
a lodo o trabalho eleitoral para o timde man-
ler a ordem, e poslando sentinellas em cada
entrada da igreja, far correr a todos indisiinc-
lamente, offerecendo-rae ou em primeiro lugar
a ser corrido.
\2' ** "roas tero no lampo superior, urna
abertura por onde so possa caber uma cedu-
la, e verificado que eslao vasias, sero iran-
cadas e as cdulas serio inlroduzidas pela
abertura, pelo proprio juiz de paz, nao se
abiindo as urnas senao no momento era que,
linda a eleicao, se tiver de proceder contagem
das cdulas.
o1.0 A' noite as urnas ser.io guardadas por
urna forca de confianca que nao permita a sua
violacao o vigiadas por homens de um e outro
lado. O lllro. Sr. Dr. chefe de policia dar pro-
videncias para que nenhura disturbio ou pro-
vocado se d durante a noite.
4." A populacao se conservase toda das gra-
des para fora, e em torno da mesa para vigiar
os seus trabalhos se collocarao duascommis-
soes de ambos os partidos, -sera que outrein se



.


.

a
c uao uraa
656
6|3 Outra do juiz de paz mais velado da fregue-
611 zia deaboatao, remetiendo o livro da qualifl-
-SI C.a? 50S ,resPec!ivs volantes, e pedindo o das
oiRj atlas da eleicao do juiz de paz e vereadores.
5 Inteirada, quanlo a segunda parte por j so ler
feuo a remesca do livro.
Outro do engenheiro Ccrdeador ; informando
que a obra da ponlesinha do Luc eslava em es-
auo de ser recebida' e o respectivo arrematan-
te Jos Goncalves da Porcuncula no caso de
perceber asegunda prestacao.-Mandou-se pa-
tar-
Exm. Sr. presidente, tenho que, seascou-
sas assim passarcm, V. Exc. ver como a elei-
cao carainhar era boa ordem ; e eot&o a li-
berdade do vol ser urna verdade
larca.
Espero que V. Exc. ornar na devida consi-
doracao as razos que acabo de expender o que
se tornar credor dos votos de admiraeo e
respeiio de uma provincia briosa como Per-
nambuco.
f Peco desculpa a V. Exc. de me haverex-
pressado cora demasiada raniiucza e creia que
sou
De V. Exc.
Um respeitador sincero.
Dr. Antonio Vicente do Nascimento Feitosa.
11 de setembrode 1856.
Aiida temendo quo o conselhero Sergio, nao
a sua supplica, apresenlou-se no dia
palacio com uma commissao e em
allendesse
seguale em
f\ I **------- r"* '-.^ ^w." .lina lu iijinisau. u eui
, a Co J1'"' m"nic:pal da 2.a vara deste ler-: uomj du Parldo praieiro apresentou as seguin-
mo, pedindo desse acamara ordem que lhe 'esinslruccOes :
loase apresentado na audiencia de 22 do corren- i c Uoolein ( 12 do corrente) perante S. Exc. 15
fr0n, tda quillliicarao do carrate aniso da Sr. presidenlo da provincia, que nos alfirma ga-
n.tr, .V f Doa-v,sla. visto lhc ler requerido rf lrlr tt ''bordado do voto, o perante o Sr. Dr.
ov.m Aq""lu onseca para proceder a um cheft du policia, concordarara os Srs. Antonio da
.liSL- "lcsrao livro.Inlcirada, por ler j "sla Reg Monleiro. coronel Rento Jos Lemc-
.X',i / rp,1",8C*0. nha Lias, Dr. Ivo Miquelino da Cunha Soulo-
l de Santo Antonio, in.ormandc Mal.or' .,)l- Jeaquim d'Aquiuo Ponceca, e Dr. An-
tonio Vcenlo do Nascimento Feitosa, por parle
do partido liberal, nos seguintes ar'.igos, aura
de, com ordem o seguranca para arabos os parti-
dos, proceder-so eleicao na freguezia de S.
Antonio amanhia 1 do crreme.
- quintacs, porccia-'lhe que' Artigos era que concordarara os dous parti-
' iinofu, ? ^ ',elc'9na"0 a Ucenca para los para seren observados na eleicao de domlu-
Cro do~' U";e- [ g U 0 COrrenle M ^guezia de S. Antonio,
juiro do mesmo, informando que com ollei- 1
icio P*rri?!L I"" U-V-Ana r"a Prai Jcs An- /" me,a Bert collocada como de costume pa-
l'tuid or irC*?*0 acha'se N subs-;ra "entro das grades, e a urna lera uraa renda
baivanicnUn marcnena.-Mandou-cc dar' Por e"do se mtroduzam as cdulas sem ser pre-
(hfi,n i r ? .re!allva 4<'Peticionario. ose abri-la. v
e?S5r.!?LdaBfVVi^tafcn"* "anl o
acabe[*;*,? Ig"aci0 lla silva Teixeira ; Serio admittidos em roda da mesa oilo ci-
r,,, ~ lail'a s,ta P|n uma das idadao3 do partido chamado guabin,
s em seguimento 6 da Coneeicao. no partido chamado praieiro.
III
Estes dezeseis cidadaos c os cinco
?hoC .?u!!2ik Cldada0 Jo1ui de Carr:
coeVroi a,,ellas/l"e pretende na obra que est
quena ra
dir a extensao do seu passo do que da-lo.
Chamemos a atteoco da soguinto noticia,
que nos enviara :
Sr. redactor da Revista. Diaria.Peco a
Vmc, qus tanto se empenhT pela tranquttiidade
publica, que se digr-.e de t'aaer lembrar h corlo
seuhec, morador nc ra da Cottcc-rdia, qe nin-
Iguem teaa direito do conservar asna proprio-
I dsde com prejuizo dos visinlios .; que lodos po-
dera possuir cabras, galinlias, pevs, petos, le-
; a lia e cees para a guarda de lies, mas .me tam-
j bem tem o dever de impedir que aquelles nao
; vaguen: .i alia noite pelas res e calcadas, in-
coramudand com latidos quem essas horas
;;;s sssf."" <^ ""-1 M%vSsS> "== "? arrisswss
Cm in-vn-nod-do i casa naJ tem a p l'c0 ^ n mesma n-oe achara armados, prcitando-se ao oue Sua
^-^mreccIhidolclT'rdetfc.o^^^^^
din 26 do correnta 7 homens e 2 mulberes, sen- rio-se. ma,or PeO.-ludeHe-
>do 6 livrese 3 escravos, a saber : 5 ordem de Outro do mesmo inform-,H .,-, i..
r. ehefe do polica. 1 a ordem do Dr. juiz de di- veniente afcum era ?os Canleo aIcuZT
ovas
sitio pertencenle
Mello, uma vez
sixetra
a
da Conceico,
ao desembargador Figueira del
que conserve a altura da fren-I
e oito do
a capitil. i reilo especial do commercio, 1 ordem do sub- ; cabar as suas casas na r
;udj me-i delegado da freguezia do Reote, 1 ordern do eslao em respaldo visto
oais inte- -da fruguczia de t>. Jos, e 1 a ordera do da fre- i das de ceafermidade coi
guozia da Boa-Visla.
Passagoiros do vapor nacional guarass,
entrado de Granja c porios inlermedios :Fran-
cisco -Ferreira P-orges, Joo Rodrigues Bousson,
Manoel A. L. Lessa. Francisco llibeiro da Silva,
J+w Joaquim da Silva Malulo, Jos Loureneo
Colares, Manoel Francisco da Cunha, Jusliniano
N'uu.sde Meti, Francisco Alfredo da Suva Cas-
tro. Roque l'agt. Jos Fasara.o, Frederico >"el-
ioso Clper, Jos Antonio da Silva.Jnnior, Ama-
ro B. de Araujo Maranhao, Manuel Pereira de
\z''v-edo. Francisco Duarte Neves, Fructuoso Po- '
reir Fr-eire. Jesc Joaquim de Souza, Thoraa; '
Gomos da Silva, James Speer, Manoel Jos, a
escra4oaiUM para Jonquira da Silvu Castro,
Outro do
a
IV
ua dos Prazeres, que j
que so achara edifica-
ra as posturas,
iscal de Jal.oaiao, dizendo era res-
5eeiaVuMd2Ue lhe fra "pe,,ilJa- 'ue lhe
nra na fl^l- cr*arem-se tro/, matadouros,
um na povoaco outro no engenho Gurja. e
outro no engenho Morenos. be?n como obrig.r-
os proprietanos e moradores da '
serera rocadas as estrada-
suas propriedades.Addiad.
Ou.ro do mesmo. comraunicmdo ler entrado
, n ri T-Pr0li0cial CJI 35a0Of pro-
A) tu,"cadfflSa? do> i("P'o provincial de
171 -1,?i, i r,tues por que n5 fiiera a"-
es. Inleirada, e que se communicasse pro-
treguezia a tra-
que passam pelas i
sidencia.
A
Mataooliio im-dlico :
Matarara-se no dia 27 do correte para consu-
mo desla cidade 58 rezos.
MORT&LIDADE DO DA 27 :
Manoel Antonio de Aiaojo Real, branco. casado,
0 annos ; tubrculo pulmonar.
an- foi evitado pela energa e prompta comparencia Jos' Prct0' "scravo. 4 annos ; hydropesa.
Cao do leaente Pinto Pessoa.e do delegado de policia Leopoldo Clerh. branca, 1 snno ; febro interrail-
cao que dispersaram os individuos sem o empreo de le!c.
,orca- 8 Serafina, branca, 2 annos ; convulsoes.
Consta-nos, e o Jmparcial de 21 o refere, que Mar'a. preta, 6 annos.; queimadura.
S. Exc. uvera uma brilhanle recepcao na vill. do Joao. branco, 8 annos; sarampo.
Pilar, sendo esperado a mais de legua de distan- i An,on'a Thoreza do Espirito Sanio, parda ,so-
cia da villa por militas dezenas de cavalleiros lcira- 0 annos : anazarca.
menic
-iros,
que ao approximar-se S. Exc. deram rauitos vi-
vas, repelindo-se os vivas ao apear-se o mesmo
Sr. no paco mnnicipal, onde eslava uniformisada
e reunida a cmara respectiva.
Msica e fogueles em taes occasies nao se
dispensara .; houveram foguetes em abundancia,
por lodo o correr da noile e msica at as 9
horas.
Naraanhaaseguinle, pelas 7 1(2 horas, sa-
hio S. Exc. acompanhado pelas pessoas de sua
comitiva, e algumas outras de consideracao, vi-
si'ou lodos os edificios pblicos, sendo durante
o correr do dia comprimentado por crescido nu-
mero de cidadaos.
a Manifestacoes taes sao provas inequivoas do
apreco em que lem os Pilarcnses o digno admi-
nistrador da provincia.
-< No da 19 chegou o Sr. Silva Nunes na
villa do Inga, onde leve tambera recepcao digna
dos Ingaenses, devendo S- Exr. partir o mesmo
da para Campia-Grande, ondedeveria ler che-
gado na machas do dia seguinte.
Hospital dk caridadr. Existem 56 ho-
mens e 58 mulberes oaeiooaes; 6 homens e^-
trangeiroa, e 1 raulher escrava, total 121.
Na totalidadedos doeotes existsm 37 aliena-
dos. Rendo 3( mulheres e 7 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo Dr. Sar-
ment Filho, s 6 horas e 3 quaros" da ma-
nhaa, pelo Dr. Dornellas s 7 horas e 10 mi-
nulos da manhaa, pelo Dr. Firmo s 5 horas 1/2
da tarde de honlem.
Falleceu uma mulher de anazarca.
CHRONICA JUUICIAKIA.
TRIBUNAL 00 COMIDERCIO.
SESSAOADMINISTRATIVAEM27 DE SETEM-
BRO DE 1860.
PRESIPE>-CIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
P. A. DE SOUZA.
As 10 horas da manhaa, reunidos os Srs. depu-
ladof B*sto, Silveira, Reg e Lemos, o Sr. presi-
cic Ferreira p.as, Joaquim Maria de Carva||,0:j0-
se Carneiro da Cunha, Jos Fernandes Lima, Jo-
s Goncalves da Porciuncla, Joaquim Pacheco da
Silva jse Anlonio Ferreira de Figueiredo. Jos
GeUrao & Irmao, Manoel Joaquim dos Anios ; e
levaalou-sc a sessac.
Eu Manoel Ferreira Accioli, secretario, a suhs-
crev,. Reg e Albuquerque, presidente Re-
g. Ikrala d'Alraeida. Mello, Pinto. G.imeiro
Communicados.
Alem da mesa e desses dezeseis cidadaos, s
enlrarao para denlro das grades o inspector do
quarleirao, que est sendo chamado, c o cidadao
que chamado para votar.
V
..inguem, mesario, eidadao, inspector de
quarleirao, ou votinles. sahir da mesa alraves-
sando o corpo da igreja, mas sim pola porta da
sacrista. Ninguem entrar senao pela porl
VI
Prolongada com a grade e cortando a i^reia
em duas, haver uraalinha de soldados de Hnha
para impedir nao seja das designadss no arl. -i.
Vil
A porta da sacrista estar igualmente guar-
dada por tropa tanto do lado da ra, como do da
igreja, de modo que o corredor lateral e esta fi-
que sempre livro e ninguem enlre por ella
vm
Para denlro da igreja. ainda mesmo fra
aas grades, nao deverao entrar senao os qualifi-
cados do quarleirSoque osla sendo volado.
IX
A multidao grupada fra da igreja ser nian-
tida a uma distancia de rate palmos pelo me-
nos, e disposta de modo que fique passagem livre
para entrar-se para a igreja.
X
<< Por commum accordo na occasiao, se-undo
a apparencia dos negocios, os dezeseis cid"adaos
de ambos os partidos poderao pedir o chefe de
polica a retirada dos soldados, ou a limilacao
do seu numero.
N'aquella poca ignoravam os liberaes do Li-
bera, o que era assembla parochial; hoje po-
rm, que o triumpho eleitoral para elles era ira-
possivel no regaco da paz e da ordem, coraeci-
-^m I.iha .l... t ... ..'*
e a
movis, rou-
u.la da pa ou calcado fabricado em paiz cslraugeii sao
a prin-isujcitas ao imposto especial de 80J por anno
I o quo, porm, talvez ignore quo etse imposto
nunca fora cobrado era ao menos na capital da
provincia, em cojo mercado .cha-se sempre
a venda o melhor calcado, bem como roupa o
movis fabricados em paiz fslrangeiro !
Entrando no couhecimenlo dessa falta orde-
nei quo a rapartigo de arrecadacao procedesse
coiiecla de todas as casas ue se achassem nas
condices da le.
a mi-
no duas ou
a moderacao;" boje prega-se em mcelinqs a
to**?' turbamenl d!is "guas, para boa
oS,n1ib|era0S sensa,o!- e mesmo os Iludidos
.le combiriem o proceder desles pobres homens
?Zl%*- COm rad0 Pnue procedera preseT
Eral8S6 os intitulados liberara do Liberal Per-
nambucano pleilearra a eleicao obra esperances
de a vencerem, e por isso pregara* em suas re'u-
niSIm V ,n,Prcn" toda a moderacao, loda a
ordem, como se.pode ver nos seguales arlaos
de urnas insiroccoes que pnbliearam
3. Os que forera escolhidos para eleilores
em cada parochia empregaro todos os melosa
c.loapara o tr.nrapho da sua causa, lendo Cm
vistM nao admi.tir para esse triumpho nem
Zf; "Cm ,a;,lenc;i"' mcios ''"i0 "o s per!
lence .o partido guabin. '
4. A populado volante, que nao for guabir
ZITV? 9rbir- C0Corr" a urnas em boa
l 'oJa.,lesarmada. com a resolucao sincera
malerial M emprear meio Igum de reaeco
ALT/31!,06 S noSsoe s.raigos e especialmente
os escolhidos para as ehapas de eleilores nao
5. Za, de ,V'6,a a P?Pul*sao. e noconsentiro
que caire esta se de o menor disturbio, acal-
mando os nimos e nao eoosentindo oue se ac-
ceile a menor provocaco.
6. .Sao prohibidos osgrilos de apoiados, nao
lemenle.
Pique-Ibes bem em menle, que a idea d er
Recife 24 de selembro.
O resultado de lal providencia excedeu
nha expectativa, sendo registradas
quatro, mas trese casas 1
Como era natural o commercio de Maceiu re-
prcseulou tamben enrgicamente contra a mi-
nha delerminacao, e cora quanlo o lizesse por
S c recurso, que foi apresentado em lempo
inhbil, a thesourar.a leve biante generos.dado
para assim mesmo levar essa reprlaS ao
conhecimenlo do governo imperial, que" nada
resolveu anda, sem duvida por ser ocioso ta-
fo-lo. U tundamonlo d'ssa repiesentacao lam-
oem era a escassez do commercio ; nas o Sr
Montenegro sabe, melhor do que eu, quao pen-
goso sena.confiar ao executor das leis o arbitrio
de admillir dislmcces quo o legislador nao lera
feto, para dispensar este ou aquelle de contri-
buir para as despezas do estado; e por lano
nao de.xar de convir que a Ihesouraria fez o
seu dever. mandando colleciar as casas relro-
racncionadas nao admitlindo para a lorescenie
cidade do Macei o fundamento de escassez do
seu commercio como motivo de iseocao de um
imposto animador da manufactura nacional sa-
cnlcada pelo luxo manufactura eslraugei"-
imposto que o mais escasso commercio delcont
do.consumidor ; e nao do consumidor pobre
mas Sim do rico, ou pelo menos d'aqnelle uu
p efere por exemplo ura c.l;.do feilo 2ra, ., es
ou era Pars pelo preco de 12 ou 145. ao que
nossas olficiiias por 2/3 d'aquello
W.=
O Commerdo das AIaas. f*
Debaixo da '-----
Alago
em q
dor daq
nio p
e persegue o commercio de Alagas.
leito as
cusi.
E nao obslanle a boa razao desse procedimento
rmm^ilT COm,"ertii""" de lacei rec !
Pcncdo. ener9">enle como os da cidade do
au2"ar!.0.iueSleS Tejan,os se ,em mais "* do
A Z\ flu*lle,s. ^Presentando contra a exigencia
) ac calculados obre a laxados direito? \l-
resse
leo
,"g.?! ""!gadls com carta de
outras pro-
5 % sobre a
SLM -.00^^
e o commercio da cidade do
mente acaba de representar ao governo
execugao do regulamenlo de 22 de junho dVg I uma le} d>. fman'gas.
E" assim ;r ', Ala?a- 8uia ds porlos de urnas para os de
m dTnd striT *nmUV-a,eL?e, Pelo inie-lucas, esse exiguo expediente de
egroo seu in te .t0a"nerc'81 dlz Sr. Mon-,la.da arifa, queja haviam pago
: gas importadoras, as mesraas mereaut
Ocien le, a^m,se dessa contribuicao pelo faci de erem
MT*-lhZTM'' Pafa 'Ugares "de "ao havfam aT
cun,ra.a.fa"de,gas,;.p,or,'ue asim o havia delermiU
O estado fiuanceiro da nrovineU hc- .
rcio cidad.P Peufid e- '
alheias virtudes o dever de minh. defeza e'da dJ
publico, em cujo interesso me obriga a lei a
obrar na qualidade, em que menos dignamenlo
meacho, de inspector da ihesouraria de fazenda.
Fallo de recursos inlellecluaes, para respon-
der vantajosamente ao luslre collaborador da
.1 urora, eu nao lenho era habito de argumen-
tar, nem facilidade de exprimir os meus peosd-
meutos. D'ahi procede que me absteuho de ap-
parecer na imprensa, ainda mesmo carecendo fa-
ze-lo algumas vezes.
No que vou dizer nao me proponho corrigir
opimoes ; tenho por nico fim defeoder-me e
defender oFisco
Pondo de parle a repeticao. com que por con-
veniencia de elocugao o Sr. Montoncgro insiste
era qualiicarde dertciente o estado nanceiro da
provincia, me admiro todava da contraposic.io
com que parece clamar contra os actos do Fisco'
que tendem asupprir aquella deficiencia.
Segundo a nocao que lenho do vocabulofi-
nancaselle significa quaesquer valores deslina-
dos ao ser vico publico :estado nanceiro, por-
taolo, deve ser aquelle que se refere a esses va-
lores.
Se, pois, o estado financeiro da provincia
deblenle, slo se os valoras uestiuados ao
servico publico nao sao sullicienles, segue-o
que o poder publico est collucado na rigorosa
obrigagao de tomar as medidas necessarias para-
cobrir o dficit, que deve existir segundo o pro-
prio reconhecimenio do Sr. Montenegro.
As4m claro que essas proposices ou nao
conteem a censura que prclendera revelar na sua
forma enthyraeraalica, ou, se a contera, ella in-
justa.
Quando o Sr. Montenegro, descievendo a tran-
Sicao da prospendade da provincia para os vexa-
mesque actualmenle a opprimem por parte do
elemento econmico diz: inopinadamente do seh
de um lao propicio estado o desanimo se apre-
seuta : a dxficuldade da importardo surqe o
anmqutllamento das transares apona : osve-
xames de uma crise maior 'querem ter vida a
desei'volvimenlo material estremece, e o crdito
naopods mais cirerflgura-se-mo um quadr
histrico dos lempos intelizes do reinado de Hen-
rique III, em que a tyrannia-duFiscoesgo-
laudo todas as ionios de riqueza, fazia que asci-
dades e provincias da Franca se sublevassem, o
que numerosas familias ugindo perseguicac! c
a morte, emigrassera para u eslrangeiro, levan-
do comsigo capitaes preciosos.
Felizmente, porm, o esludo da nossa silua-
cao convencer ao observador, de que nao ha
razao para essas sombras descripcoes, senao no
gosto de estylos cadeuciosos, em'que as ampli-
| hcacoes sao charandas a dai elegancia aos es-
I queletos da verdade. ,
Agora que sei da represenlteao energa
dirigida ao governo pelo commercio da cidada
de Pendo contra a execucao do regulament j
de 22 de junho de 1836, "que como diz o Sr.
Montenegro est confirmado pela lei de 18 de
selembro de 18 5 de 28 de outubro do lt>4J
(uesle anuo nao funccionou o corpo legislativo]
e decreto de 2 de selembro do auno proxim.
passado.
O quo me constara era, que alguem c/ier-
camenlc empregava meios para sublrahir ao pa-
gamento do expediente quo raandei arrecadar
era vulude do decreto n. 2,474 do 24 de se-
lembro de 185'J as mercaduras navegadas cora
carta de guia dos portos de cutas provincias
para o da cidade de Pendo ; mas disto mes-
mo nao me admirei ; porque, como diz ihq
diatinclo financeiro, os conlrbuiotes do estado
lem tal consciencia das illusots com que -o
alaviam os direilos do Fisco que elles mesmos
Uludera esses direilos sem cereraouia e sem
pejo. ellos que se julgariara deshonrados pelo-
roubo de ura seil.l.
E" lempo de fallar acerca do aclo aUrbuido
i Ihesouraria de fazenda de exigir a contri&ui-
rao de um imposto, ou, o que o mesmo, o im-
posto de um imposto.
So a Ihesouraria se limilasse a exigir o a-
gamento de uma conlrbuigao, bem fazia ella
mas exigir a contribuicao de um imposto......
exhorbitante !! Eu serei o primeiro confessa-
lo, dando-me pressa em revogar o meu acto
quando me convencercm de .jue a/IHgi o com-
memo da provincia, ccigindo imposto de im-
posto*. r
Paco, porm,' justica ao Sr. Montenegro ; ello
nao allr.bue Ihesouraria (al ,-xcesso de exi-
gencias ; talla yor informaocs iuexarlas o
appropna-se da opiniio d queixosus Bpao-
nauus. *
A ll.oscuraiia de fazenda ainda nao mandou
exigir eoiurt&utctto de imposto algum ; lera
sim maudido arrecadar iroposlos, cuja .branca
eslava em desuso na pruvincia. una porque us
exactores ua fazenda nao os julgavam exigives
outros porque, leudo sido oolrVra dispensado-'
so foram eslabelecidos por lei depois que m
acho aqu administrando os interosses iisc.es
U br. Monleuegro couhece muito bem o re-
gulamenlo publicado cora o decreto n. Jlii de 15
de junho do 18 ; e por consegrante nao Ilu "
nho quo as casas que venden)
nnt/irtn'n UenCa ^ mSlera le!n *>"do"
publicado o prsenle artigo.
ILEGVEL
t }a&2**& Peza de um eert cdo so-
)odgua.dad, dM comrib^e^ejf-
de ser! bre a alma do hornera como rl "l moa S"


DIARIO DE PERSAMBtCO. *- SEXTA fElBA 28 Dt SETEl&ft SriWO;
disposigao de Ici, em vicludeda qual ua gneros 'i l[' liorqe.
cslrangeiros trazidos de l'ernaaibuco, da Baha Acha-se o poro reunido na matriz, vo corae-
ou do Rio de Janeiro para o mercado de Macei ,1r 3 irabalhos. O Sr. commendador Antonio
pagaram aquclle expediente em quanto os mes- I francisco e os seus j se desengaaran! de um
ni os eneros cuuduzi Jos dilectamente para a villa born resultado, ese convencern de que nao
do Pilar, cujo conimcrcio 6 rival do de Macul, linhara forras para pleitear a eleicao, por isso
e para os outros pontos das mesas de rondas es- 1UC nao comparecern! hoje, c moslram o firme
tav.im delle isenlos J proposite de fazorem efTectiva a retirada de hon-
U decreto n. 2 474 de 24 de setembro de 1859 tem- Entretanto a igreja est apinhada de po-
oboliodo essa desigqaldade, restabelece o etpe- vo- I"8' ^ loJo da parcialidade dos Srg. com-
diente uo do 1 1/2 /, das mercadorias de que < mendadores Joao Joaquim e Vianna.
falla o Sr. Montenegro, mas o substituto desse I 12 horas,
que uru vigsimo dos direitos langados na tarifa Chegaram neste momento noticias de Pedras
que se urcsume tcrem sido pagos as alfandegas i de fo8- Ei-las :
nacionaes, donde sao exportadas as mesraas mer- \ A noticia da demisso do Dr. Jos Ignacio
ro expediente quo morera o clamor da imprensa I 'es e msica pelo9 partidarios do Sr. conimenda-
v as enrgicas representarles do comraercio! | dor Antonio Francisco, os quaes tiveram logo a
Eu o direi ao Sr. Montenegro.Urna barrica '"3tnhosaida de propalarem que linha vindo
de bacalho quo paga 500 ris de direitos ua Ba-
lita pagar o enorme imposto do vinto e cinco
ris!!! Urna barrica de farinha de Irino com o
para substilui-lo um delegado ruihtar, quetrasia
instrucres da presidencia em prol da parciali-
dade do Sr. commendador Antonio Francisco, e
pezo de 6 arrobas teudo pago nove tosloes de di- i em sentido favoravel o candidatura di Sr. Sou-
reilos de consumo; pagar no Penedo dous rio- za Carvalho
tens e cinco ris 1! Urna bagatela (jogo) de ma-| ^s homens do juiz de paz daltl, partidario
di'lra ordinaria tundo pago 40 / de diroilos de ^ Sr. commendador Antonio Francisco, vendo
consumo, ou 0;000, pagar no l'eacdo tres tos-
loes!!
A vista destes exeniplos responder a Ilustra-
da c patritica coiiscieucta do escriptor publico,
se lia motivo prausivel para rcpresenlaroes ener-
gas ou nao enrgicas
prensa.
O lisco nao esse inimigo commum contra o
qiul se entende quo licito armar n sociedade.
Os seus funccionarios cxercem no interesso da
mesma sociedade, urna misso odiosa, sera que
d'ahi Ihes venha urna correspondente vanlagem:
elles arruslam a hustilidade dos poderosos, c, mo
que a quasi totalidade dos votantes era da par-
cialidade contraria, uzaram da seguinte estrata-
gema para arreda-los da povoago. Fizeram par-
tir a todo o gallope muitos cavalloiros pelas es-
tradas ; os quaes iam dizendo ao povo que en-
e para os brados da tm- ^ontravam caminho para a povoacaoque all
tinliam havido minias mortes, que linha havido
um barulho muito grande, o que continuava aiu-
da ; quo era um risco ir a povoacao nestas cir-
cumstancias etc. etc. Porm o p'ovo eslava bom
avisado, c dosprezou os oficiosos conselhos dos
cavalleiros ; lembrando o estratagema-
A meza d'aquella povoago recusa os votan-
grado a sua corapaixo. desattendem s reclama- les Ja parciolidade contraria aos pnnhados, de
C,6es dos fracos: e no fim de ludo o que Ihes ca- mdo que em quarleires de 100 volantes foram
recusados mais de 70. Para ler lugar esse pro-
codimento o tenonlo-coronel Ernesto, irmo do
be dos thesouros que recolhcm aos cofres da
naco O mais mitioado honorario, as iras de
mis o os despresos de outros. I porque! Por
Cumprirem os seus deveres sem perguutarem se
aquelle a quein o legislador fulminou com a lei
da contribuico pobre ou rico, plebeo ou idal-
g", peao ou cavalieiro, fraco ou poderoso.
Essa misso digna dos auxilios da imprensa
conseienciosa, cdoslouvores do escriptor.
Serillo o interesse um poderoso movel das
acedes humanas, muito natural que as clas-
ses passiveis de qualquer contribuico appare-
eara individuos que se rcvollem contra os exac-
tores fiscaes : entretanto elles nada mais fazem
do que colirar as rendas publicas, que nao rearara
e que sao destinadas a todos esses beneficios que
nos veui do governo as sociedades bem organi-
sadas.
<> exactor fiscal por mais que o quizesse nao
poderia fazer proslitos senao com prejuizo dos
seus deveres : pode porm nao ter o publico por
inimigo quando a imprensa, esse grande conductor j
da opmiao o instruir acerca do dever de seti pa-
triotismo, e o convencer de que as leis civis
obrigam em consciencia tanto como as leis ino-
raos; e que por isso contravira ellas pouco
digno do carcter de um povo livre.
Espero da lluslrago da Aurora Alagoana e
da docilidade de seus dignos leilores que mudi-
tk-arao o etl'eito deizado pelo artigo a que me
retiro.
J uao pouco que do proprio seio do func-
ionalismo al
bardo do Mamanguape, na Parahyba, rotirou-se
da meza, sendo oceupado o seu lugar por um Sr.
Astolpho.
Essa retirada do tenente-coronel Ernesto, que
do mesrao, partido quo 03 outros msenos, fal-
la muito alto em desabono do procedimeoto da
meza daqucHa povoaoo.
A meza procrastiua a eleicao o quanto po-
de, e chama em primeiro lugar os quarleires
mais prximos, com o Um de impacientar os vo-
tantes de mais longe, na esperanca de que elles
por isso se retiraro.
Nao obstante todas essas irregularidades o
escndalos s ha, segundo o calculo feito pelos
iuteressados, una diiferenga de 2i votos em fa-
vor da parcialidade da mesa.
Consta que o Sr. Antonio Alecrira proniet-
te quebrar a urna, e fazer desturbios, se a meza
perder a eleicao.
as outras localidades ludo corre em paz.
3 horas da tarde.
NOTICIAS DE PEDIAS DK FOGO.
A noticia do abandono da eleicao pelo com-
mendador Antonio Francisco nesta cidado desa-
pontou os seus partidarios all ; mas elles dizem
que quercm vencer ao menos em urna (reguezia,
e fazer Os juizes de paz do primeiro distuclo
dola.
Triste consolo!
O subdelegado s tem apparecido na igreh pa-
ra conter os desordeiros, e porque os mezarios,
_uem pretenda r^agr contra a atlri .
buico que tem a lliesourana do exercer a mais ; segundo all se diz, eslo escollado por gente ar-
serera lisealisago a respeilo da despesa publica: j mai)'1 de punhaes e facas,
j nao pouco qire especuladores srdidos achura
encontrar urna escrupulosa
apoto onde deviam
censura.
Nao preciso que a imprensa desinteressada e
dirigida por urna mocidade Ilustrada, em cujos
corseos pulsara os mais nobres sentimenlos do
amor da patria, renham augmentar os embara-
zos rom que por toda parte luta a adminislraro
das flnancas.
Acliam-se recolhidas 4() chapas pouco mais
ou menos, e faltara votir ainda 1800 e tantos.
Os partidarios do Sr. coiimendador Amonio
Francisco para animaran os seus, fazem circu-
lar naquella povoacao noticias ms a respeilo
de N. S. do O', direndo que a meza foi dissolvida,
quo o subdelegado apanhou, e que a eleicao foi
adiada.
Consta que com estas noticias veio urna re-
A imprensa e o lisco sao dous colaboradores prcsenlagoao capitn-delegado dirigida por gran
que por caminhos diterenles se dirigera ao mes-
Di i Umo bem estar da sociedade.
Diga pois a imprensa ao commercio, agri-
cultura e a todas as industriasajudai ao Fisco,
e o cofre da Naco, sera carecer de noros iin-
postos, ser bastante rico para salisfazer s no-
de numero de votantes, da parcialidade dos Srs.
comnieudadores Joo Joaquim e Vianna, os quaes j
recetan) que a urna seja violada, o por isso pe-
den) providencias.
G horas da larde.
O capito delegado, em consequencia da ro-
cessidades publicas, para realisar a felicidado de Pres,'"taco vinda de Pedras de Fogo, acaba do
lodos I partir para all.
Diga a imprensa aos propietarios que sem li-| Oa 11.
ceix.M do governo, sem rtconhecimeiito do do-' 9 1(2 da manhaa.
mimo directo da fazenda, se eslabeleceram em Comeraram os trabalhos da meza, e vao cr-
tenlos de tnarinhaspedi ttulos, pagai o foro,! rcndu em PM-
pagai os laudemios, por que injustamente liareis! ... 4 linrjs da tarde,
ecupado a propriedale publica som onus algara, I f'ndou-se a esta hora a segunda
c un se o publico nao fosse ninguom.Diga a
nsa estas cousas que sao verdadeiras, Ilu-
mino aos ignorantes; que assim promover a
lade commum, leiidoasbencosdasocioda-
de uiteira, a quera oFiscoperlencc.
M icei 25 de agosto de 1860.
l'inbelino Guedes de Mello.
Ao meu umiso Da-. Antonio Vaseon-
relios Mimi.'zi's de Uruimnoiul.
Muito devo ao meu amigo Dr. Dinmond, e do-
lamente aprecio sua amtzade.
As cousideraeoes que me prendera ello sao
laes, que j.i mais poderei esquecer-me.
\ i mtnli i adversida lo sompre tiei encontrado
o Dr liiumoiid. para animar-me, o resolvido a
aju lar-rae a sabir dolas.
t) que tenho feito e v >u fa/.eudo na advogacia
p:in tirar o pao quotidiaiio, sem que todava
necessite de ser instrumento de partido ou de
i imens, devo s e nicamente a minha forra de
lindou-se a esta hora a segunda chamada, e
annuciou-se a 3* para amauba.
6 horas.
Cliegou o resultado da eleirao de Tejucupapo.
que os leiio.es eucoutraro no Um deste bo-
lelim.
Vencerm os Srs. commendadoros Joo Joa-I
quim e Vianna, o o Sr. commendador Antonio
Francisco, alera de pouco volado, oceupa o 3o
lugar entre os seus.
10 lloras da noite.
Neste momento urna sentinella da cadeia des-
cobriu em urna das paredes lateraes da mesma
cadeia um buraco, e deu parte dislo ao comman-
dante da guarda Esse facto produziu algum
alarma, e, como estivesse ausente o capito-de-
legado. o Dr. juiz municipal mandou reforrar a
guarda a examinar o buraco, c correr todas as
prsdes, era consequencia do que verilicou-so ser
aquelle buraco causado pela queda do reboque,
sem que para isso livesso coacorrido algum es-
forc dos presos.
Os homens dos Srs. comnieudadores Joo Joa-
_!-----------------------I7I7T7!-------------------------
Contina o agracio, e o abaixo aasignado.
Dia 18.
Finia a apurado, o Sr. juiz de paz preteslou
molestia, e relirou-se, deixando para amanha
a acta final.
Dia 19.
f.avrou-se a acta, e na occasio em que iam
os membros da mesa assignar os seus noraes of-
fereceu o Sr. commendador Antonio Francisco,
cercado do seu estado nuior, um requerimento
s por elle assigoado, em que pedia a mesa que
fosse inserido na acta o protesto que junto a elle
vinha, o que era assignado por 110 cidados. A
mesa nao aceileu o protesto, e por isso o Sr.
juiz de paz Raphael assignou-se do seguinte mo-
do : Joaquim Raphael de Mello Jnior, venci-
do, pelas innmeras irregularidades que se de-
ram ua eleicao, e que foram mencionadas em
um protesto assignado por 110 cidados, e que
sendo apresentado a mesa, e requerido para que
fosse escriplo na presente acta, esla reeusou !
absolutamente o seu despacho.Mello Jnior. I
Qde bello podare de elocuencia eleitoral 0|
Sr. juiz de paz lera dedo para a cousa I Se al-
gura dia sobrar-nos lempo e pachora, havemos
de fazer, a imitacao das notas a Mello por Lobao,
urnas noas a Raphael.
Aiii seguem agora os resultados das eleices
das differentes freguezias, e a apuradlo geral.
TEJLCLPAPO.
Para vereadores.
Noraes. Votos.
Tenente coronel Jos de S A. de Mello
Gadelha.......... 318
Commendador Joo Joaquim do llego Bar-
ros ............. 317
Capito Antonio Guedes Gondira ... 314
Capito Filippe Francisco Ca\alcant 314
Dr Joaquim Francisco Cavalcanli LOS 313
Dr. Jos Joaquim Firraino...... 313
Padre I.uiz Jos do Figueiredo .... 312
Dr. Domingos Lourenco Vaz-Cutado 296
Dr. Joaquim Jos Nunes da Cunha Macha-
do ......j....... 282
Tenente Francisco de Paula Cabral ... 73
Major Francisco Xavier de A. Mello 65
Capito Satyro Clementino C. Catanho 57
Joaquim Jos da Costa....... 49
Dr. Luiz Goncalves da'Silva .... 49
Capito Joo Ribeiro Campos..... 48
Capito Manoel Tertuliano de Souza Cosa 47
Major Jos Filippo Bezerra de Menezes 46
Francisco de Pauh Pereira de Andrade 46
Major Jos Joaquim da Rocha Faria 37
Commendador Antonio Francisco Perei-
ra ............. 35
Se^uem-sc outros menos votados.
MAMB;.
Para vereadores.
Nomos. Volos.
Trajano Olimpio da Cunha Gouvi 453
Major Francisco Xavier do A. Mello 452
Major Jos Joaquim da Rocha Faria 452
Commendador Antonio Francisco Pereira 452
Podra Jos Paulino da Silva Monleiro 452
Capito Barlholoineu Gomes de Albuquer-
que......;..... 452
Alteres Jos Alves Pragana..... 452
Tenenlo coronel Mariano Ramos do Men-
donga............ 452
Manoel Moreira da Costa Passos .... 452;
Commendador Joo Joaquim da Cunha
Reg Barros.......... 376
Tenente coronel Jos de S A. Mello Ga-
delha ............ 376
Seguem-se os outros da chipa do commenda-
dor Joo Joaquim com igual volacSo, alcm de
uns 8 individuos com 1 voto cada um.
R SENHOBA DO o'.
Para vereadores.
Nomes. y
Commendador Joo Joaquim da Cunha
Reg Barros..........
Capito Filippe Francisco Cavalcanti .
Padre I.uiz Jos de Figuciredo ....
Tenente coronel Jos de S5. A. Mello Ga-
delha ............
Dr. Joaquim Jos Nunes da Cunha Ma-
chado ............
Dr. Domingos Lourenco Faz-Curado .
Dr Joaquim Francisco Cavalcanti l.ins .
Dr. Jos Joaquim Firmino.....
Capito Antonio Guedes C mJim .
Capito Antonio Pinheiro de Mendouga .
Ilajor Arminio Americo F. da Cunha e
Mello............
Capito Malliias Gomes de Souza .
Leocadio Jos de Figueiredo.....
Tenente Francisco de Paula Rodrigues .
Capito F.gidio Francisco de Paula .
Capito Joo Nicolao Gomes da Molla .
I0 Antonio de Andrade Luna ....
Tenente Joaquim Jos Moreira de Aguiar .
Tenente Miguel I.uiz da Silva ....
Major Simplicio Tavaresda Mello
Tenente Francisco do Paula Cabral
Vianna, nao pudendo, cui quasi iodos, i parcia-
lidade contraria fazer ao menos os supplentes.
Com acamara dsu-se o mesmo : treze amigos
dos senhores coronis Jlo Joaquim e Vianna
fizeram como'supplentes de vereadores cima
dos mais votados da parcialidade do Sr. coronel
Antonio Francisco.
mente a
ti d'Africa, se e
Correspondencias.
Sri. redactores.Tive de ver ainda hoje 27 do
crranle urna correspondencia do Sr. Joao Vieira,
na qual ainda continua a atiror-me salpicos
da sua baba hydrophobica 1 pode continn.tr como
entender e quizer, eu tenho de tomar-lhe res-
trictas contas. A veracidade de sua correspon-
dencia est mesmo mostrando a sua conderana-
co e quaudo eu responder-lho mostrare!. Te-
nho goslado de ver o bello phraseado que o Sr.
Joo Vieira tem apresenlado ao publico Real-
linguagem nova o s pode ser da Cos-
e se eu nao visse em sua correspon-
dencia confessadu por V. S. mesmo, nao acredi-
tva V. S. disse-me que ora mou 3ntipoda, ora
os antpodas desles habitantes sao os habitantes
da Costa d'Africa !
F.sla palavra antpoda grega e em porluguez
anli-conlra. ps-contra-ps. Se V. S. nao faz
esta confisso en nao sabia. Descanco o Sr. Joo
Vieira nao so aflija, de vagar se val ao longe.
Sou, Srs. redactores, seu amantetico leitir.
S. Paes de Souza.
zi de setembro de 1660.
Srs. redaetores.Vcahorado do ni3s grato re-
conhecimento para com os meus comparoclna- rae e armas quo liona em seu poder ; eeonfessa
nos, e n3o me sendo present-meiitepossivel.ir de I umil das asseveragoes do alloslado quaudo diz i
porta emoorta rendor-lhes minhas fracas borne- '
nagens. em razo de me achar um lanti adoen-
lado, j mais eu mesmo me Vichara do ingrato,
e um pouco desconhecido, se ao menos nao re-
corresse ao vos30 Diario para vos rogar a inser-
m segundo lugar, a Senienca quaudo trata da
snspeiladeconiliTerria de Monteiro, refefe-se as
desconliangas da propria victima, o Dr. Correia
Lima' : ej Oca demonstrado que taos dcsconfian-
gaSnonra exisliram.
Demais respeilo dessa argoigo de conniven-
cia da parle do eapio Carnoiro onteiro. d-se
urna circumstancra que o garante e justifica com-
pletamente de ludo quanto se ha procurado dizer
contra elle, sendo necessaro pelo menos aexhi-
bico de prova muito forte da parle contraria para
que possam sor acolhidas taes arguiges. Vuero
referir-me a seguinle interlocutoria do Dr Correia
Lima que vem transcripta em seu Diario do 21
correnie :
Juro suspeigo nesta causa, visto que geral-
mente se diz que o responsabilisado Joo Vieira '
de Mello e Silva, foi quein mandou dar os iros '
na casa de minha residencia em Caruar na noi- |
te de 12 de junho correnie.
Cumpre notar que o tenento-corouel Joo Viei-
ra em sua correspondencia, nao contestn era '
se quer, tocn ueste ponto, sto na iolerloru-|
loria cima transcripla, que alias resolve a ques-
lo de um modo pereroptorio.
Essa interlocutoria est de accordo com o altes-
lad>do capito Monteiro, na declaraco que esle
faz de ler sido sempre voz publica ora Caruar,
de que fra o tenente-coronel Joo Vieira o man'
danto dos tiros desfechados contra o Dr. Correia
Lima, que o ponto capital ; e o proprio Sr.
Joo Vieira em sua correspondencia nao allaca
de frente o referido alicatado quando vagamente
diz que o capito Monteiro falla nelle a verdade
em algumas cousas, bem como quando diz que elle
Joo Vieira nao entregara os massos de carluia-
..... _________-
)
rapes o preto Joaqnim, poique no?
consta que est' presentemente tratando
de descobrir, para ser deciduamente
punido, o mandante do assassinato do
infeliz GONZAGA, acontecido na ra
da Cadeia do Recife ao meio dia : pois
sendo um facto mais antigo, que a da
surra em Gararapes, deve sobre elle
de preferencia caliir o anno do WASCI-
MENTO.
Em tempo opportuno sera' este fac-
to historiado pelo
_________ GU1DUS.
< NOVO BANCO
DE
PERHAMBIJCO.
EM 25 DE SSTr.MBRO DE 1860.
O Banco desconta na presente semana a 10 O/o
ao anno at o prazo de 4 mezes e a 12 O/o at o
do 6 mezes, e toma dinlieiro em contas correte
simples ou com juros pelo-premio e prazo que
se convencionar.
quo viera para o Recife depois dos tiros ; do que
ludo resulta : primeiro que bem longe de sor fal-
so aquello alloslado. elle tira at motivos impor-
tantes de sua veracidade j de urna peca offieial
e judiciaria, como a referida interlocutoria, e
gao dcstis toscas hnhas, quenada mais expri- I Ja da propria correspondencia do Sr. Joo Viei-
mem do que rusticas expressoes de um rmrtutJl ra : segundo, que o Dr Correia Lima nunca leve i
sem couliecimeiit is scientificos : mas. senhores | desconliangas, nem suspeitas contra
\lf:iiul^^a.
Rendiraento do dia 1 a 26. .
dem do dia 27......
. 230.13SJJ382
. 14:3651I>
294670J808
redactores, ellas paitom de meu coraco agrade- I Carneiro Mouleiro
cido, e por isso as oferego 3os meus charos pa-
tricios de liamarar, como se ura Cicero es"o-
t-asso toda sua eloquoncia para os elogiar" e
agradccer-lhes.
A eleigo de 7 do corrent-i veio justificar que
o capito
. mas sim de outras a quem a
voz publica dcnuiiciava, as quaes se tem o direi-
lo de d^fender-se e de mostrar a sua innocencia
om relaco a taes aecusaroos, nao devem fazo lo
a cusa da repulago alheia.
Creio que por om tenho dito quanto sufficien-
o povo de Itarnarac me consagra sua sympathia, te em defeza do capito Carneiro Monleiro. ntre-
se m eu justamente a merecer, e traz como prova | ,aDto servindo-me pouco mais ou menos das ex-
disso, nove a dez annos, que como chele de ba- i P'esses com que o Sr. Dr. Paula Baplisla con-
talho, sub-prefeito, C subdelegado] os conirnan- clu,! a sua correspondencia, conforme o que ap-
det e policial. Embora esl ja eu retirado da po- P^ecer, lomarei a altitude que l'or conveniente
litica, sem nenhuma importancia offieial, sem i a defeza de um amigo ausento,
meios do riqueza, e muito menos prestigio que J Recife, 25 de setembro do 1860.
possa ser til aos meus patricios, todava sou por Vm amigo do capito Monteiro.
elles estimado, tanto assim que continuam a de-!------------
posit.r-me con llanca eleitoral, como bem prora Ciato** .1
a eleicao mencionada. viuaao aa
Movimiento da alfaiidega
Volutues entraaos com fa/endas 17
com geiiero 216
Volura^s sahidos com fazendas 67
com gneros 648
23,t
7ir.
Descarregam hoje 28 de setembro.
Barca inglezaNertherionbacalho.
Barca inglezaJohn Martinfazendas.
Brigue ingle/.Eagleobjecos para a eslrada de
ferro.
Brigue americano Brandy Wino farinha d
trigo.
Consulado geral.
Rendiraento do lia 1 a 26. 13.680S62T
dem do dia 27....... 65412fi
14334J75
Srs redactores, torno a repeiir, nao
sciencia, nao tenho prestigio, nao t-nho
yonlade o aos conselhos do Dr. Drummond; que quim e Vianna, receiando-se que os contrarios se
!Jo.!?eansa7('l,emaj".da:me-. I aproTeilassem desse acontocimento para nvadi-
Trajano Olimplio da Cunha Gduva .
Padre Jos Paulino da Silva Monleiro .
Major Jos Joaquim da Kocha Parta .
Francisco Xavier de Albuquerque
Mello .........
Major Mariano Ramos de Hendonca. .
Manoel Moreira da Costa Passos .* .
Commendador Antonio Francisco Pereira
Seguera-so oulros menos votados.
(Ol.vNSA.
otos.
1005
705
722
710
704
683
672
663
651
646
6i,
640'
035
035
630
628
625
623
623
5S1
561
10
10
J
9
9
9
8
Ni -la cidade, onde a ambicio do ganlio lom
tocado a niela, bem difcil encontrar ura ami-
go da mesma proflsso como eu hu encontrado
oo Dr. Drumond.
G imo amigo cxtrcmameule dedicado, faz por
am amigo aquillo que pode fazer por si.
j (.liando t
nho do!
rem a igreja, appareceram todos em frente dol-
a, e dormiram em cosas prximas.
Dia 12.
4 horas da tarde.
Fez-se a lerceira chimada, e lerou-se a acta
do recebimento das cdulas, lendo comparecido
do tenho navegado no escabroso cami- | hoje a Sr. juiz de paz Raphael, que baria fallado
Jdesespero da adversidadc que persegue to- honlem e antes de honiem por motivo de mo-
do liomem que nao se picsla a manejos lufa- leslia, o passo que passeiava pelas ras da ci-
maules, e piomplo a abandonar n posto ([ue ln- ] dade.
via tomado, mo apareca o a migo Drummond com Verdade c que o Sr. juiz de paz merece des-
e por meios sua-; culpa, porque deve estar muito desgostoso......
a forra de sua lgica rresislivel
sonos a convencer-mo e a robustecer.minhas for-
jas, afitn de vencer a penivel jornada : tenho
Iransposto a maior paite do calumbo muis es-
pinhoso.
Desde que tenho a honra de desfructar o a-
mig i Dr. Drumond, c que eu era escriptor pu-
b o, nunca pedio-me favor que nao fosse con-
digno sua e a minha diguidadn nunca procu-
rou manielar .meus pensamentos e dezejos ra-
soaveis.
O que te pode offerecer, distinto amigo, um
pobre escriptor, um novele iiiintelligenle adro-
gado, ten mo discpulo ? Seu coraco, sua e-
terna iledicaco: aceita, pois o insigniticanlo e
ineiprimirel voto de gralido que te consagra,
j que outra cousa nao llio dado offeriar-te.
Cunta com quem admirador de leu talento,
q i r como adrogada o como Iliterario.
lecife, 25 de setembro de 1860.
Romualdo Alves d'Olueira
n^.i
Koletiai eleitoral de Goianna.
(Continuago.)
Dia 9.
5 horas da larde.
J temos policas de todas as freguezias a res-
peilo da formago das mezas. Em S. Lourenco
ile Tejucupapo e em N. S. do O' venceu a pnrcii-
lidade dos Srs. comnieudadores Joo Joaquim e
Vianna e em Pedras de Fogo venceu a parciali-
dade do Sr commendador Antonio Francisco.
'. -i resultado junto a victoria alcanrada nesta
cidade pelos Srs. commeudadores Joo Joaquim
o Vianna bem podem j desengaar o Sr. com-
mendador Antonio Francisco e os seus.
9 horas da noite.
Os homens do Sr. commendador Antonio Fran-
cisco at esla hora ainda nao compareceram em
frente da igreja para guardaren! a urna. E'
urna consequencia da retirada feita a 21[2 horas
da larde, de que j fallamos na primeira parte.
Dia 10.
7 horas da mrnha.
Acaba de chfgar de S. Lourengo de Tejucupa-
po um cidado da parcialidade dos Srs. commen-
dadoros Joo Joaquim e Vianna com o fim de
pedir ao Sr. capit.io-delegado providencias e ga-
rantas para a meza e a urna d'aquella povoago;
por quanto os partidarios do commendador Au-
tonio Francisco oque leem como chefe all osub-
delegado Arruda, vendo perdida a eleigo, pre-
tendem promover desturbios cora o lim de anni-
quilla-la.
8 horas.
Consta-nos que o capilao-delegado lomou na
devida considerar a representaco do cidado
a cima fallado, c que immedatamenle ofJciou a
meza parochial de S. Lourengo de Tejucupapo o
ao subdelegado desse mesmo lugar, dizendo a
primeira que reqnisilasse forca, se esla medida
se lornasse necessaria para garanta da urna, e
responsabilisando a segunda por qualquer mo-
t:ni que por ventura apparecesse.
Coilado!
5 horas.
NOTICIAS DE PEORAS UE FOGO.
Consta por carta daquella povoacao que o ca-
(>io-delegado recebcu da presidencia um ofiicie
por mo de gente do juiz de pazsobre calum-
nias contra elle dirigidas era urna represeutago
da mesa.
Veja o publico o procedimenlo desses homens !
o capito delegado rlu'gou em urna noite em Pe-
dras de Fogo o logo 00 outro dia pela manhaa
seguio para a presidencia urna represeutago
contra elle, sem que ainda houvesse praticado
um s acto, a excepeo das providencias dadas
para garanta da urna.
Dia 13.
9 1|2 horas da manhaa.
Coniogoii hoje a opuraco, sendo a nM] pre-
sidida pelo Sr. Jos Francisco de Paula, Caval-
canli, em razo de nao ter comparecido o Sr. Ra-
phael.
II horas.
Appareceu um soldado de cavallaria vindo do
Recife em procura do capito-delegado ; ej cor-
ren! muitos boulos a respeilo das ordeos que traz;
mas nada sabemos de cerlo.
Dia 14.
9 horas da raanha.
Continua a apurago,
2 horas da tarde.
DOTTCUS DE PEORAS DE FOGO.
Findou-se ali a lerreira chamada, lenlo en-
trado para a urna s 829 chapas, sendo a qua-
lificaco d'aquella freguezia de 2,200 o tantos
volantes. E' urna consequencia das innmeras
recusas que a mesa fez.
O Dr. Virialo relirou se d'aquella povoa-
cao, provavelmente por que a cou3a nao lhe sa-
bio a medida dos desojos.
2 1/2.
Chegaram de Pedras de Fogo 3 soldados de
cavallaria, que dizem seguir para o Recife. Sao
os dous que vieram com o capito delegado, e o
que honlem appareceu aqui em procura d'elle.
Oa 15.
9 horas da manhaa.
Contina a apuraco.
10 horas da noite.
Chegou o capito delegado de Pedras de Fogo,
dei\.inJo concluida a eleicao, e Uvrada a acta.
Damos no Um do boletm o resultado da vo-
tago.
Dia 16.
9 horas da manhaa.
Contina o processo da apuraco.
10 horas.
O Sr. commendador Antonio Francisco acha-se
na cidade, promoveudo um abaixo assignado ao
Exra. presidente pedindo a nullidade da eleicao
desta cidade.
Para vereadores
Nomos. Volos.
Padre Luiz Jos de Figueiredo .... 1831
Dr. Domingos Lourenco Vaz-Cursdo 1833
Commendador Joo Joaquim da Cunha
Reg Barros......... 1828
Dr. Joaquim Jos Nunes da Cunha Ma-
chado ........... 1826
Dr. Jos Joaquim Firmino...... 1826
Tenente coronel Jos de S A. Mello Ga-
delha ............ 1826
Dr. Joiqoim Francisco Cavalcanti Lins 1817
Capito Antonio Guedes Gondira 1SI7
Capito Filippe Francisco Cavalcanti 1759
Major Simplicio lavares de Mello ... 51
Jos Joaquim da Rocha Farias 41
Trajino Olimpio da Cunha Gouvi ... 41
Major Francisco Xavier de Albuquerque
Mello............ 33
Commendador Antonio Francisco Pereira 33
E outros menos votados.
Apuraco geral dos vereadores.
Votos.
Commendador Joo Joaquim da Cunha
Reg Barros......... 3526
Padre Luiz Jos de Figueiredo .... 3241
Capito Filippe Francisco Cavalcanti 321
Tenente coronel Jos de S A. Mello Ga-
delha ............ 3229
Dr. Joaquim Jos Nunes da Cunha Ma-
chado ............ 3183
Dr. Domingos Lourenco Vaz-Curado 3188
Dr. Jos Joaquim Firmino..... 3178
Dr. Joaquim Francisco Cavalcanli Lins 3178
Capito Antonio Guedes Gondira 3158
Supplentes.
Capito Antonio Pinheiro de Mendonca 651
Arminio Americo P. da Cunha Mallo *. 69
Tenente Francisco de Paula Cabral 6i
Capito Mathias Gomes de Souza 640
Leocadio Jos de Figueiredo..... 635
Tenente Francisco de Paula Rodrigues 635
Major Simplicio Tavares de Mello ... 635
Capito Egidio Francisco de Paula 630
Capito Jos Nicolao Gomes da Malla 628
Nomes.
Ivo Antonio de Andrade Luna.....625
Tenente Joaquim Jos Moreira de Aguiar
Tenenle Miguel Luiz da Silva .
Major Francisco Xavier de A. Mello .
Major Jos Joaquim da Rocha Faria .
Trajano Olimpio da Cunha Gouvi .
Commendador Antonio Francisco Pereira
K oulros d menor votago.
Para juizes de pa: de Goianna.
Nomes.
Commendador Antonio Alves Viana .
Capito Antonio Pinheiro de Mendouga .
Padre Manuel Marques Barboza .
Major Simplicio Tavares de Mello .
623
623
559
539
536
528
Votos.
1385
1234
1077
1077
Pedras de Fogo.
Nomes. Votos.
Henriques Luiz de Noronha Rocha Faria 235
Itaymundo do Araujo Luna.....235
Tenenlo coronel Mariano Ramos de Men-
donga...........186
Aolonio Rufino Monleiro......184
Por esse resultado (nal das eleices avalio o
publico e o governo quera sao os homens de
importancia, influencia e popularidade na co-
marca, lendo era vista anda que era todos os
demais julgados de paz. a excepeo do de Ca-
ric e S. Sebaslio foram eleitos pessoas da par-
cialidade dos senhores coronis Joo Joaquim e
tenho
riqueza
Victoria 35 de setem-
bro de -ihko,
Srs. redactores.Quando homens despeitados
e muio menos emprego ofRcal (e nem~o quero] Proc.uram l,or '"dos os meios ao seu alcance ra-
que da algama mancira podesse dar prova 'd I ves,,r e denegrir os aclos ainda os mais inno-
qnanio estou agradecido aos meus charos patri- jjenl*8 das autoridades legtimamente constitu -
rios ; porm. permitlim-me elles. que ao me- ',3rPC0 reclamar a jusiica, que urna voz so1
nos Ihes offeroga o nien lerno coracio cheio dos levanlp Inrl e eslrondosa proclamando a rerda-l
mais sinceros d'esejos de os servir e que cada ''"e se l'role,"lc obscurecer debaixo do negro i
I amigo ao vosso VC0 da Vl1 e mesl"'"lla intriga e infamo vin-
Diversas provincias.
Rendiraento do da 1 a 26. l:04OS2i
dem do dia 27....... 5j46l)
1:056*28-1
un de per si cont-mple como fiel
astigDHiite e constante leilor.
Francisco Cordeiro Cavalcanti.
Kngpiiho Macaxcirinha24 desetembjo de 1860.
Senhores redactores.Li no seu Diario de 21
do correnie, um alloslado passado pelo capito
de polica Jos Francisco Carneiro Monleiro,
requerimento do capito Gregorio Francisco de
Torres Vasconcellos, a respeilo dos tiros despara-
dos sobre a janella d3 casa em que em Carua-
r morara o Dr. juiz de direilo Manoel Correia
Lima.
Vi ainda no Otario de 22 do mesmo mez urna I
correspondencia, em que -J Sr. Dr. Francisco de i
Paula Baplisla decide em termos decisivos e pe-
remptorios, que aquelle atiestado destituido de'
verdade e exaclido.
Acabo de ler, finalmente, em seu Diario de
hoje, urna oulra correspondencia assignada pelo
Sr. tenente-coronel Joo Vieira de Mello e Silva
em que este senhor acrescenta, inexactido al-
legada contra o referido altestodo, a circumstan-
cia de partir de pessoa Mupsila por ter sido con-
nivente, nos tiros dados sobre a casado dito iui/.
de direito Correia Lima, fundando-se para islo o r!2 i,rSu'"eularl "> Sr. Bezeira
Sr. tenente-coronel Joo Vieira na certido de ara'I'"-'mudancas sem motivo,
ganga.
Esta minha resoluco se dirige quem debai-l
xo do anonyraoGuarda Nacionalfez publicar.
no jornal Diario do Recife de 7 deste mez, ,
quanlas invectivas a sua usquenlada cabeca pro- .
duzio contra o activo o incansavel delegado Sup-1
pente em exercicio o Sr. Aloxaudre Josa de 11 j 1 -
lauda Cavalcanti.
Permiila-me pois o Sr.Guarda Nacional-
responder cabalmente aos tpicos dessa sua des-
peiiosa publicaco.
O delegado d polica o Sr. Hollando somonte
processa ladros de cavallos o outro; criminosos
que pode colher ; o so elle, como dizeis, faz com
quejurem as teslemunhas somonte aquillo que
lhe apraz. para que o juiz municipal quando so-
liera os aulos a sua concluso sustenta essas pro-
nuncias
O delegado tem de cerlo esses empregos, que
lano invejaes, mas ros perguntoeu.se ello os.
serve conjuntamente? Nao da cerlo: porque
presentemente smente exerco o de delegado de
polica, como primeiro supplenle. Vos, o que
quoieis a dimisso do delegado, porque nao
deixa passar camaro pela malha e por islo que-
do Donio.
morraenie de
Despachos de exportacao pelame-
sa do consulado desta cidade n a
dia 27 de setembro de iHiti
HavreBarca francesa Berili, Tissel-freres,70O
couros salgados.
Montevideo Brigue porluguez Lusitano. A.
Gomes M Leal, 200 barricas assucar branco.
Recebedoria de rendas internas
geraes de I'ernamhuco
Rendimeuto dodia 1 a 26. 22:962#26(l
dem do da 27....... 6703644
23:638c90t
Consulado provincial.
Rendimenlo do dia 1 a 26. 62:653$86f
dem do dia 27....... I:359jl55-
6:I3S030
um trecho da sentenra dada pelo actual Dr miz
Je direito Francisco Antonio da Silva Ribeiro, da
qual consta que psle magistrado despinzara car-
tas e aitesiados por nao reconhncer a I
um servenluario que se presia ao servico da po-
lica, como um soldado?
Vamos ao tpico da Lourenga. Ilouve busca
m cusa desla mulher a requerimento de Jos.
MoviuMvato lo porto.
Navio* entrados no dia 27 de setembro.
Granja e portos intermedios9 dias O 12 horas,
vapor nacional Igitarass, commandauto o se-
gundo tenente Joaquim Alves Moreira.
Liverpool49 dias. barca jngleza John Martin.
de 303 toneladas, capito E. Sluari, equipa-
gem 12, carga fazendas; a Soulhal Mellors
& C.
algum para destruico da prosa tcslemuoha,Pnas ^a?mu,,do.e L-Vra ''ai d.e u,"a "
resposlas do cartas e alleslados que as mais das
vezes sao graciosas c al de pessoas suspeitas
como acnnteresse com a carta de Monteiro, a
quem a propria victima do crime snfpeita con-
nivencia com o recrtenlo para as machiiiaroes
que contra sua vida se tnraaram.
Nao pretenda envolver-me nos negocios e ac-
contecimentos de Caruar, principalmente noque
diz respeilo aos tiros em qonslo.
Aguardava a volta do capito Monleiro, que se
acha em Cimbres como delegado de policia, para
que se defendesse e se justificnsse das
Ati :i \c il -i il i> .. I....^U. _..s IL. ,._...*
mesma mulher raptara da casa paterna, sendo
a menina adrada em urna caverna no chao, co-i
berta com urna lalioa, leudo por cima urna bar- I
rica, como presenciaran! mallas pessoas, quo en- i
tao se acharara a esse acto. Loutcuca foi enlo ;
presa por desobedecer ao subdelegado, mas foi
sella do dia seguinte pelo delegado supplenle, a
quom competa instaurar o processo, por ser o '
ciime daquolles era que os reos se livram sollos
e a menina entregue a seu pai. De ludo islo ha
termo lavrado peloescriro Sanios lJulcao, em
cujocarlorio pode ir ver o Guarda Nacional.
O inspeclor de quarleiro de que fallaos, foi
arguiges
de liilsidade e inexactido que lhe haviara frito : .
mas hoje, depois da correspondencia do Sr. te- 'Ma'"A-' ersistir no ,nas P.rhibidas, este o mandn correr e de facto
lhe l.ii adiado um grande caivete de mola, e
por islo se acha processado e pronunciado.
O criminoso Florencio Gomes da Silva que o '
delegado prenden por oslar sentenciado pelo jury
desl i cidade, foi passado a disposico do Dr. juiz
municipal alim de faze-lo cumprir a sentenca
como execulor dellas ; mas o Dr. juiz municipal
deixando de bem informar-so, se ello eslava ou
nao sentenciado, o devolveu ao delegado dizendo
nao ser elle criminoso e o delegado enlo o pas-
sou ao Dr. juiz da direito da comarca, o qual
dando as precisas providencias.
nenie-coronel Joo Vieira, nao devo p
silencio que me hara imposto, e sin lo muito que
o Sr. Dr. Paula Baplisla fosse o piiniriro a rom-
per nessas aecusaedes contra o referido capito
Monleiro.
Nao lenho em vista acensar a ningucm, o mui-
to menos ao Sr. Joo Vieira de Mello e Silva.
Nao sei, nem quero attribuira ningucm a autora
do facto criminoso daquelles tiros. Venho so-
mente protestar contra as Rrguigdes injustas, que
podem irazer algum desar honra e repulago do
capito Monleiro
35 ce Q. B lo Bl ? 1 3 1 Horas
V w ca 3 s 3 1 S. 1 5 1 2 1 1 Atmotphera O w en < 2 > al
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3: 00 00 1 .1 Si ! Fahrenheit Hygrometr
-i en -1 es o 5S= Barmetro
Pelo que respeila a connivencia que nesse fado u"uo. as..pr'sas providencias, seguudo (
se procura emprestar oenerosdmrnfe ao referido r ,nec,do "" dllu
capitn Monteiro, passo a alrmar por minha vez,
que nao pasta isto de um recurso infeliz, de urna
pequenina intriga que jumis peder medrar e
produzir o elTeito que se deseja.
Durante o lempo que esleve em Caruar como
commandanto do destacamento e delegado de
polica, o capito Monteiro manleve sempre as
mais estrellas relacoos de amizade com o Dr Cor-
roa Lima, o quo ninguem podet contestar com
fundamentos, e al era de suppr pela ordem na-
tural das musas.
Por occasio dos tiros cima mencionados, oj
eapio Monleiro presin lodo o auxilio possivel
ao Dr. Correia Lima, o empregou toda a sua ac-
liridade para descobrr os autores de lo negro
altenlado e promover a sua punico.
Muito lempo ainda depois des'te aconlecimento
manteve a mesma ami/ade e harmona, que sup-
ponho anda hoje existir, com o Dr. Correia Li-
ma ; e s quando este se relirou da comarca c
que o eapio Monteiro foi dispensado daquella
com misso, e voltou para esla cidade.
Ao retirar-se daquella cidade o mesmo Dr. Cor-
reia Lima, deu-lhe de motu-proprio um honroso
altestado acerca do modo porque se houvera na-
quella sua commisso alim de quo com aquelle
documento podesse responder alguma aecusaco
que por ventura lhe lizesse algum de seus desaf-
fectos.
Esse attestado emque o Dr. Correia Lima, co-
mo a primeiri autordade da comarca, declara
que o capito Carneiro Monleiro prestara alli re-
levantes servgos, e cumprira com exaeco osseus
deveres, foi lido na assembla provincial pelo de-
pularto Dr. Manoel do Nascimenlo Machado I'or-
lella quando responden as censuras que um ou-
tro deputado procurou fazer ao capito Monleiro,
e tambem foi publicado neslo Diario.
Alm dislo nao era preciso esse documento.
Os officios dirigidos enlo por aquelle juiz do di-
reito presidencia, fallara bem alto em favor do
mesmo capito Monteiro, e as commisses de que
ainda se acha encarregado no centro da provin-
cia repeliera de si qualquer suspeili malvola
que lhe queiram 'angar sua repulago.
Como, pois, se pode comprehender conniven-
cia da parle do capito Monteiro era um crime
perpetrado contra seu intimo amigo, e a respeilo
do qual nunca Uvera motivos seno fiara o esti-
mar e bem-dizer ? Nao haveria, pois, inverosi-
melhanga em urna tal supposigo
Para quem tem conhecimenlo das pessofs e
cousas de minha ierra fcil de ver o que se pre-
tende com publicagoes de semelhanle nalureza,
mas doe-me dentro d'alma que se procurem sa-
lisfazer aspiragoes e manter influencia custa do
sacrificio da honra alheia, daquillo que o hornera
presa mais em sua vida.
Qusnlo ao trecho da senlenga do actual juiz de
direito do Bonito, que ca transcripto ipsis ver-
bis no principio desla correspondencia, nao pode
fundamentar as arguicoes a que rae tenho refe-
rido.
Em primeiro lugar a senlenga falla de uraacar<
ti de Monleiro e nao do attestado do capito Jos
Francisco Carneiro Monteiro, podendo haver na-
quella cidade outras pessoas com o mesmo sobre
nomc.
criminoso cumprin-
do a senlenga em que fora pelo jury condemiiado. ,
Fui di uitlido o escrivo da subdelegara Ma-'
noel Libanio de Oliveira Mello por falla de con- :
llanca e cuinprimciilo de devore*.
E' sabido que na cadda desla cidade nao ha ;
sala livre, e ulti indo o delegado de policia en-,
conlrou 0 preso de que trataos, que era ah con- i
servado por ordem do Dr. juiz municipal. Esse
preso se achiva ento deitado, mas acordado, '
na sala das audiencias e assim se deixou estar!
sem respeilo algum aquella autordade, e como :
aquello lugar nao pnso o mandou o delegado
ir para esl .
Parece-me que obrou em regia, porque a sala
das audiencias nao priso.
Esse Leonardo de quem fallaos, impellido por
um homem, que se diz inimigo capital do dele-
gado, esli proinploa levantar quanlas calumnias
lhe apruuver contra o delegado e linio mais por-
que esle deuegou-lhe ura attestado de sua con-
duela para levar a elfeito um casamento, por lhe
constar que linha relaces com Antonio Carlos,
que goza da fama de sor ladro de cavallos o
qual se acha recolhido a casa de detengo da ci-
dade do Recife ; o nao para admirar que assim
despeilado trense o arrojo de dizer peraule o Dr.
juiz municipal que o delegado o acouselhara pa-
ra introduzir um canivelo no bolso de um seu
desafecto para desl'aile adiar meio de o pro-
cessa r.
O povo desla cidade sabe do contrario, e que
esse hornera a quem se referi Leonardo se acha
sentenciado a 7 annos de priso por crime de fe -
rmenlos gravoso alm dislo couhecido porchefe
de quadrilha de ladrees de cavallos.
O delegado euifim despreza essas invectivas e
nfimos calumnias partidas dos seus iutmigos,
que invejam a grande aceitarn que tem adqui-
rido nos ueste termo como era oulros desta
provincia.
U delegado nao agrada, porque nao consenle
cuilos de assassinos e desertores, nao cuosente
que sealraicoe a justiga.
delegado mo, porque nao se presta com
sua autordade a cerlos manejos de inleresse de
algoem. que quer com a justiga fazer augmentar
sua fortuna.
O delegada em ultima analyse nao bom, por-
que presla-se com zelo, e dignidade ao servico
publico e nao recua todas as vezes ca que tem
de cumprir os seus deveres.
Hogo-vos, Srs. redactores, que vos digneis de
dar publcidade a estas mal escupas linhas, no
que muito obrigareis ao
_____^^ A m igo da juslica.
A noite clara com alguns nevoeiros, vento
SE, veio para o terral e assim amanheceu.
0SCII.LACA0 DA lilil.
FJdixamar as 8 h 6' da uiauha, altura 1.75 p.
Preamar as 2 h 18' da tarde, altura 6.70 p.
Observatorio do arsenal de marinha 27 de se-
tenio de 1860 Viseas J'j.mob.
Editaes.
Publieaces a pedido.
Molina da nioliiia.
E' de presumir que o-Br. Tristaode
Alencar Araripe, chele de policia desta
provincia nao possa ainda publicar o
resultado das diligencias, que tem. eito
para descobrir e PUN1K os autores, da
'surra, que solreu no engeaha Gar&-
Illra. Sr. inspector da lliesourana de fa-
zenda desla provincia, manda fazer publico, que
perante a mesma Ihesouraiia, no da 29 do cor-
rele mez, s 2 horas da tarde, ser arrematada
a quem por menos lizer a obra dos coiicerlus pre-
cisos na casa de dous andares, proprio nacional
n. 71, sila na ra do Padre Floriauo desta ci-
dade.
As pessoas, a quem convier dla arremalaro,
devero comparecer tiesta reparligo no dia o
hora indicados, onde ser apresentado o respec-
tivo orcameulo a quem o quizer consultar.
Secretaria da tbesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 26 de setembro de 1860.O offieial
muior interino, Luiz Francisco de Sampaio a
Silva.
Joo Baplisla de Castro e Silva, inspector da Ihe-
sonraria de fazenda de lVrnambuco, por Sua
Mageslade Imperial c Constitucional, que Dcos
guarde, etc.
Faz saber a lodos os habitantes desta provincia
qoe em virlude da ordem do Bxm. Sr. ministra
da fazenda, presidente do tribunal do thesouro
nacional, se procede pela lliesourana subsli-
luigo das notas do mesmo thesouro de 2O5OKJ
da quarla eslampa, papel branco, valor por valor
ale o lira de abril de 1861, comegando do Io du
raaio subsequente 1 solfrerem as ditas notas o
descont da lei na razo de 10 por cont no lu
mez, de 20 por ceuto no segundo, e assim por
dianle de modo a perderera todo o valor no d-
cimo mez.
Tbesouraria de fazenda do Pernambuco, 21 de
setembro de 1S60.
Joao Baplisla de Castro e Silva.
Iteclaraots.
*
.Novo Banco de
Pernambuco.
Sao convidados os Srs. accionistas do
aovo banco de Pernambuco para vi rem
receber o quinto dividendo de 9# por
accao, do dia 10 de setembro etn diante.
O fiscal da freguezia da Santo Antonio,
scientifica ainda por esta vez, a lodos os donos
de estabelecimenlos de portas abenas de qual-
quer nalureza que seja, officinas, que as postu-
ras municipaes de 20 de novembro de 1855, con-
tinuam em inteiro vigor, pelo que, era face do
disposlo no arl. 5 2, devero mandar varrer to-
das as manhaas, at as sete horas, as testadas de
seus estabelecimenlos e oflcinas. e s irrigar no
dias de sol, ludo soto a pena eslabelecida de 5J
de multa e o duplo na reincidencia.
FiscalisacSo da freguezia de Sanio Antonio 25
de novembro de 1860. 0 fiscal, initoe Joaqun*
da Silva Ribtito.^
1
MUTILADO


(4)
THE&HO DE S. ISABEL. | TeSto
cmmmx iarici be g. iuhinangeu
Sabbado 29 deselembro
27.a recita da assignalura e 14.a para os camarotes de prineira serie
Subir scena pela primeira vez a:
Grande opera aparatosa
emdous aclos do celebre commendador Rossini, applaudida mesmo boje nos primeiros mealros
do mundo, intitulada -
fatyiO D PERNABMUCO. SEXTA PEIRA 28 DE SETEMBR DE idO.
MIDE
A accao passa-se era Babilonia, sendo lodos os visluarios e todas as vistas a carcter da-
poca e lugares, mandados executar pelo emprezario, pelos raelliores artistas de Milao e
xiuella
Floremja.
N. B.Sendo esta opera muito extensa se dar prinepio as 7 1|2 horas em ponto, e dividir-
se-ha o primeirc acto em dous, com um inlervallo de 10 minntos.
Os bilhetes vendem-se como de coslume.
THEATUO
i
I
AMANHA
SEXTA-FEIBA. 28 DE SETEMBR DE 1860.
ULTIMO
GRANDE CONCERT
e instrumental.
EM BENEFICIO DE MADAMA
FANNY SIMONSEN,
PROGRAMMA.
Logo que S. Ele. o Sr. presidente da provin-
cia se diguar apparecer dar principio ao espec-
tculo :
Primeira parte.
1.Ouvertura pela orcheslra.
2.Grande arla da opera Giralda (Adam), can-
tjda por madama Faiiny Simonsen.
3.l'anlasia para piano sobre lliemas de gli
Hugenolte (Thalberg), executada pelo Sr. Fredc-
rico Lemrke.
4.A Vida no Ocano grande fantasa sobre
cancoes inglezas e norte-americanas, composla e
executada por Mariin Siaionsen.
Segunda parte.
5."Ouvertura pela orchestra.
6."Balada ingleza : Bawn (l.over). Balada al-
lemo : Dcr Erlkonig (Rei das Fadas), cantada
por madama Simonsen.
7. RecordacGes da Allemanha (Obcrlandler)
compostas e cxecnladas pnr Martin Simonsen.
8.Cavalina da opera Trovatore (Verdi), can-
tada por madama Fanny Simonsen.
9-Grande fantasa e variares sobre motivos
da Traviata, composla e executada por Ma.-tin
Simonsen.
Terceira parte.
10.Ouvertura pela orcheslra.
ll-l.n Tremolo: Elude capricho para piano
Meier) execulado pelo Sr. Frederico l.emrke.
12.Grande aria da opera A Filha do Regi-
ment (Donizelti), canlada por madama Si-
monsen.
13."O Carnaval de Veneza Paganini
lado por Mariin Simonsen,
O concert Principiar s 8 horas.
trata-se com o seu consignatario Francisco L. O,
Azevedo, ra da Madre de Deus n. 12.
COHPAMIIA
PEliUMIiiCm
DE
DE
Navegado cosleira a vapor pef "
Pao e de cestas.
Na ra cstreita do Resario n. 4.
S neste eitabelccimento ser encontrado ludo
quanto diz respeito a ofDcinas de cesteiros lano
de Portugal como de Franca e da Allemanha ;
ltimamente recebemos obras de vime e gesta,
consistindo em bercos, condecas rasas, balaios de
costura, bandejas azafates brencos e pintados,
gigos e canaslras com lampa imitando bah, es-
leirs para sof, e oulros muilos objeclos que se
tornara indispensaveis as casas de familia.
Festa de N. S. da Concei-
cao da Escada.
Os encarregados desta festividade teem a honra
de annunciar ao respeilavel publico, que ella
lera lugar no domingo 30 do corrente, sendo fes-
la e Te-Deum ; o orador da festa ser o Rvm.
padre mestre pregador da capella imperial Lino
do Monlo Carmelo e do Te-Deum o padre mestre
Leonardo Joao Grego, haver missa demadruga-
da cora msica militar: os encarregados rogam
aos moradores d* ra que se dignem illuminar as
frentes de suas casas no dia s 6 horas da lardo,
para mais abnlhaiitar o acto ; cerlos de que se-
rao sempre recompensados pela mesma senhora :
assim como convidan) a lodos os devotos e devo-
tas para assistirera esse aclo de
devoQo e res-
a mesma Senhora.
O vapor Persmunga, com mandante Manoel
Joaquim Lobato, segu para os portos do sul de
sua escala no dia 5 do outubro s 5 horas da
larde, recebe carga al o dia 4 ao meio dia. en-
commendas e dinheiro al ao meio dia do da
sabida.
O expediente do escriplorio fechar-seha as 3
horas da tarde. Nao se dar bilhetes de passagem
sem que na respectiva gerencia fique depositado
o competente passaportc aos passagciro3 que na
forma da lei nao podem viajar sem elle.
que serao com
O hiate Garibaldi, mestre Custodio Jos Vian-
na segu para o Cear pnr estes dias. para o res- mesma, das o'lioras'd'o dVaiTs'cs'
lo da carga traa-se ci
o mesmo mestre.
Tasso Irmos ou com
C0MP.4SIIIA BIUSILEI1U
DE
MTO3 ATOtt.
O vapor Toca.ntins, commandante Pedro Hy-
polito D.iarte, espera-sc dos portos do sul ateo
dia 29 do corrente, depois da demora do coslu-
me seguir para os portns do norte.
Recebem-se desde ja passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual
uevera ser embarcada no dia de sua chegada :
agencia ra da Cruz n. 1, escriplorio de Azevedo
i Mondes.
execu-
PKEC05.
Camarotes 1.a ordem
i> 2a
15
20jJ
3.a lOg
Cadeiras 5;
Plalcas 2tf
Os buhes acham-se venda desde hoje no ho-
tel inglez, onde se acha o Sr. Simonsen, e no dia
do concert no Iheatro.
O Sr. Frederico l.cmcke se presta benvola-
mente obserquiar ao concertistas.
Para o Assu'
segu em poucos dias o hiate Camaragibe, for-
rado e pregado de cobre, por j ter a maior parte
de seu carregamento proruplo : para o resto e
passageiros, trala-se na ra do Vigario n. 5.
oao Francisco Coelho Biltancourt, bacharel
lorraado em scioncias jurdicas e sociaes pola
academia de Oiinda, com escriplorio de advoga-
do na cidade da Victoria, encarrega-se de ludo
; que diz respeito a sua profisso ; e aceita co-
, brancas amigaveis ou judiciaes mediante urna
! porcenlagem razoavel; e acha-so sempre promp-
lo para qualquer servico forense em qualquer
, parlo onde fr chamado. Para facilitar aos ino-
| radores da praca o meio de prompla comrauni-
i cacao pode euiregar suas carias de aviso na ra
: do Rosario, loja do Sr. Maia
brevidade respondidas.
Novamentoesl para alugar-se a casa terrea
da ra da Roda n. 23, com 5 quartos, duas salas,
coznha fura, porto para o becco dos Palos; por
se ter desfeilo o arrendamenlo com a pessoa que
uado: quem o pretender procure na
ras do dia al s 8 K e das 3 U
da tarde em diante.
esappareccu no dia 28 de agosto prximo
passado, do engenho Cordeiro, 5 cavados ; a sa-
ber : um russo, um russo branco, um melado,
c inas negras, com a marca triangulo, o um ca-
cliilo, um russo cardao : quem souber noticias
, aelles, dnija-se ao dito eugenho, que sor bem
gratificado.
O abaixo assignado declara, que despedio
o seu caixeiro Joaquim da Silva Braga, desde o
da 23 do corrente.
Joan Duarle Magiuario.
Adriano Jos Borges relira-se para Portu-
gal a tratar do sua sade.
Aluga-se urna C3sa terrea na ra do Senhor
Uom Jess das Crioulas, tom grandes
dos : a tratar na ra da Cadeia n. 31
andar.
Precisa-so de um cont de ris a premio
sobre hypotheca em bens de raz, por pouco lem-
po : quem liver annuncie para se procurar.
Precisa-sc de um cozinheiro, preferindo-sc
que seja escravo no bolequira da ra larga ->
Rosario n.25.
Aviso lempo.
O abaixo assignado. estabelecido com fabrica
ae tamancos na ra Direita n. 16, avisa a todas
?nm;S;;0aV,Uelha Jevedoras, tanto da praca
"V,0 or". { "irem saldar seus dbitos at"o
oa o de outubro prximo futuro, do contrario
serao seus nomos publicados por osle jornal, as-
sim como cobrar judicialmente daquelles que
aDusarem, pois o abaixo assignado tambera lem
1860reS CUD,Prir- Recife- 22 de scembro de
Antonio Jos Femandes de Castro.
Furtaram do sitio do Corredor do Bispo do
portao de ferro, um cavallo russo, j velho e
nao magro, s 4 horas da manha do dia 26 do
crreme mez. com os signaes seguinles: ancas
de porco, lem o mal do besta em lodo o lorabo
bebe em branco, tem urna verruga do lado da
venta esquerda : quem o pegar leve-o ra de
Hortasn. 15, que ser recompensado.
Urna ama de boa conducta ofl'erece-se para
casa de hornera solleiro ou de pouca familia na
ra do Imperador n. 54, primeiro andar.
Precisa-se alugar um preto para o servico
do urna fabrica de velas : as Cinco Pontas n. 29.
Sociedade
Beneficate dos Ma-
rtimos em Pernambuco.
De ordem do Sr. presidente sao convidados os
hores socios eflectivos para auo se dignem
-^ faz scienle Jos Teixeira Lima ao publie
quonao pode, senhor algum, fazer negocio com
Izidono da Costa Paes, com os escravos seguin-
1,1J prela Jo,nn. Theodosio e Rufina, pJr
ld^h,rP,/i,aoJ9eacharem os dilos cscravos
mufheA?adr3d0'nTen,ar0Pr Parl de su
mulher Anna Carneiro. j fallecida esse Jos
leixeira.consenhor de duas partes compradas a
dous dos herdeiroj, que desta data acha-se re- .
colh.da a pet.caono carlorio de Antonio Jos Pi-
mentel. tratando do mesmo inventarlo, acresco -
CASA
COMMISSAO
DE
DE
ESCRAVOS
NA
COIIIDjO-
priuieiro
Leiloes.
LEILAO
Hoje,%% do crvente.
Avisos aantimok.
Para o Rio Grande do Sul
saliir dentro desles poucos dias o palacho na-
cional Arapehy*. por ter quasi toda a carga
prompta : para o restante do carregamenlo con-
trata-so com Manoel Ignacio do Oliveira & Filho,
na praca do Corpo Santo, ou com o capitao do
mesmo, a bordo.
Para o Aracaty
O hiate Sania Rita>> recebe carga: trata-se
com Marlins Irmo ruada Madre de Dos nu-
mero 2.
Aracaty pelo Ass.
Segu com a maior brevidade o hiate Gralidao
por j ler a maior parte da carga prompla ; para
o resto o passageiros, Irata-se no Passeio Publico
n. 11, ou na ra do Codorniz n. 5, com Pereira&
valent.
Aluga-se a casa terrea n. 120 A junto
ponto dos Afogados por 14000 rs. mensaes : a
tratar no paleo do Tergo. taberna n. 19. Tam-
bera d-se 1-500 a 2.00OOa juros com hy-
pciheca em casas terreas, e vende-se semeiio
de coeDtro na mesma laberna.
Precisa-se de duas amas, sendo urna secca
e ojlra de leile : no paleo do Terco n. 20.
Precisa-se de urna ama de uieia idade para
cozuhar: na ra dos Pescadores ns. 1 e 3
Oarmazem n. 13,
AOSSrS lOFi^tW P da.rua da c,r* d<> Recite, est f
l 3. J J^l^tdJ i tratar no Forte do Mallos, largo da Assembla
lo.
fazendas.
n.
I No dia 28 do corrente, era praca publica do
r. r t- i -i- ; JUU """"clPal, da Pnmeira vara, escrivo
costa Larvalho fara leilao em seuar- uapusla, qUe lera lugar na casa das audiencias
mazera na ra da Cruz n. 9. de cem d?f013 i mcio la< se h5 de arrematar as di-
A.,: .11 ,Vlas activas da massa do tinado Vicinrinn h
duz..a8 de lencos unpenaes, em lotes se- Castro Moura pela.naiorquaia que or oTerS-
paradosa vontade dos compradores, as "^ Pela lolalidadc das mesmas dividas,
Ra larga do Rosario n. 20
segunde andar.
Nesta casa recebem-se escravos para serem
vendidos por commisso por conla de seus sc-
uhores. Afianca-seo bom tratamento assimeomo
as diligencias possiveis para que os mesmos se-
jam vendidos com premplido afim de seus se-
nhores nao soffrerem empate na venda delles.
ftesta casa ha sempre para vender escravos da
diirerenlesidadesde ambosossexos.com habili-
dades o sem ellas.
Mauricio Jos dos Santos Ribeiro, chegado
uiiimamenle de Lisbo3, faz scienle ao respeila-
vet publico que acaba de estabelecer na ra lar-
ga do Rosario n. 21, primeiro andar, urna oii-
cina de ounves onde aprompta quaesquer ob-
jeclos tendentes a mesma arte do mais apurado
gasto o pcrfeigode trabalho, como sejara ade-
remos completos, brochas, pnlseiras, aneis, alfi-
netes etc.. etc. Em seu estabelecimento promel-
te concertar qualquer obra da sua arte com per-
leicao A pratica adquirida por sua longa resi-
dencia em Lisboa, e as relaces directas que
constantemente maniera com algumas das mais
respcitaveis casas d'aquella cidade. que se em-
pregam no fabrico de lodo o genero de obras de
praia. o habilitara a encarregar-se de qualquer
encomroenda de laes objeclos lauto para a igreja
como para uso domestico. As pessoas. poique
se dignarem honra-lo com a sua confianea, se-
rao servidas com o maior zelo e solicitude c por
precos baiatissimos.
0 Dr. Manoel E. Reg Valenca pode ser
procurado para o cxcrcicio de sua "profisso de
medico ; na ra da Cruz n. 21. segundo andar.
COMrAJMHIA
ALL
stabeecida m Londres
i/w m mu.
CAPITAL
Cinco aoAWioes de Ultras
sU-vUnas.
Saunders Brothers & C. tem a honra de infor-
mar aos senhores negociantes, proprielarios de
casas, e a quem mais convier, que eslao plena-
mente autorisados pela dita companhia para cf-
fecluar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
cobertos de tellia, e igualmente sobre os objeclos
que contiverem os mesmos edificios, quer con-
sista era mobilia ou em fazendas de qualquer
qualidade.
\t?ru?m^ V,f socidade L'io Beneflcente dos
Maritimos, 25 de selembro de 1860.
Jos Sabino Lisboa,
Io secretario.
Xarofie
gano. Rio Formoso 19 de setambro
Jos Teixeira Lima.
do 1860.
DO
Para alugar.
aCnaaerUu.N0RUeira aluam-se d"as meias-
de fer^aSens "" d Uemado n' 53- loJa
Chapeos.
i,ro?"',DSc 23 d0 C igreja do Espirito-Santo, desappareceram dous
chapeos novos. um de cabeca que por sigoal tem
o nomo esenpto do lado de dentro, oulro
de sol
a que por
iundar entre-
ga-los na ra larga do Rosario o. 38 lofa do
miudezas, que se Ilcar muito obrigado. '
rj1:6"!,8.-" d0 m 'hcr de nnior idade.
de seda de laraanho regular : a pessoa
engao levou-os faca o favor do mand
ga-los na ra larga do Rosario n. Sfi
No escriplorio de Guilherme Carvalho & C
ra do Vigario n. 17. '
Para conhecimentu do publico iranscrevemos o
seguiote comoprova do verdadeiro xarope do,
bosque, bem conhecido pelas innumeraveis cu- que d^ Prova dc conducta e c
ra, cxpecalmenle para .odas as molestias dos ^V1'"''3 n'hS outro qualq0uTembmaS
Prnai!, paz de s.cr IMCurabida de todo o g'o-
nOS ni ""I" taSa "le familia e lra'a^ de meni-
nos que andam na escola : quem esliver nestas
orgaos
A C. Y., circumstancias d.rija-se a ra das Cruzes sobrado
o bosque, 20, segundo andar, que visla da prova quo
julho em Jee apresenlar do sua conducta se dir quera
pulmonares.
Attencao.
Os abaixo assignados, successores de
loe & C, ex-proprietarios do xarope do
fazem scienle ao publico, que do 1." de
diante fizeram mudanca nos lelrciros c"envollo- i assim o precis
nos das garrafas e meias garrafas, em conse- fortugueza.
quencia da grande falsificacao que algumas pes- Tendo de entregar nmi-avelmento n r,m
soas, sem. sent.menlos e bem conhecidas dos d corrente mez, ao Sr Pr^des s.'i r,?
proprielarios fazem nesta corle. ; mo, a chave do trapiche rt^mn- f rUS"
est 3Cado as Br^ breve levarei ""SiheSmTti ao publico *
mesmo trapi-
prefere-se alguma
quera
senhora
que
azul com emblema
.-m.. Recife 24 de selera-
bO.-Jos Jlana Femandes Tftomaz.
collocado as garrafas .
e letras da mesma cor, o doconvide aquelles senhores oue no
envoltorio araarello com letras cor de r Irfi*.--------->-
racias garrafas tem o letreiro collocado roxo
com emblema e letras da mesma cor, o'do en- afim dt! erem confundas"
voliorio verde com emblema e letras da mes- '
ma cor.
Todos os letreiros sao assignados pelo proprio
punho do H. Prins & C. F
O papel que servo de envoltorio branco. tan-! bem'pre"!), "0x0%'
llnln,!8!"'? aS COm das mcias garrafas, com o perna mais curia ;
segumte letreiro em lelras d'agua : H. ptns & '
C, 40 ra do Hospicio Rio de
do bosque 40 ra do Hospicio. |derelho
Martinho,
3 annos de idade. baixo grosso
e um quarlo e parece ter ums
cara redonda, olhos grandes e
0 deposito geral na ruado incharo na junta da mao dir
lo ; consta que seguio
cor esverdiada.
Hospicio d. 40, Rio de Janeiro.
Prata.
Paga-sc por melhor preco do que
qualquer parle, prata de le'i, fina ou
'arga do Rosario, loja n. 24, de
em outra
baixa : na
Francisco
upada, lera um
reita ao p do cabel-
para esla cidade do Iteci-
vilo segunda-feira : quero o pear
fe, onde fui
s ArisiTarna rua d -**
Aluga-se a casa n. 167, da rua Imperial com
dous andares e soto : quem a pretender aS
dir.gir-se a rua da Aurora n 16 \ q eira
Jnior, junto ao armazcm de
DOS
DENTISTA i
rua
Gomes de Mallos
louca.
' (CAS,
Doulores Ramos e Seve
Sita em Santo Amaro.
Este estabelecimento conlina debaixo da sd-
rninistracao dos proprielarios a receber doenles
de qualquer natureza ou calhegoria que seia.
O zelo e cuidado all empregados para
prompto restabelecimentodos doenles
monte conhecido.
Quem se quizer utilisar pode dirigir-se s
sasdos proprielarios, arabos moradores na
Nova, ou enlender-se com o regente
lecimento.
A diaria para os escravos de 28500. e para
oslivicsde32O0 ou 4a000. porra em cerlos
casos pode haver algum ahalimento.
As operacoes serao previamente ajustadas
-- Aluga-se um sobrado silo na povoacao dp
Jlonleirn.o qual lera commodos para grande f.-
milia ; assim como cocheira e estribara
cavallos : a tratar com Manoel Alves Guerra na
rua ao Trapiche n. 14, primeiro andar.
o
geral-
ca-
rua
no estabe-
O Sr. Andr Avelliuo da Costa venha res-
alar o seu relogio no pateo do Terco n 19 ^
praso de ires dias. do contrario
pela quantia que orjar
importe do prsenle annuncio.
, ''ede-se ao Sr. Antonio Joaquim Fernandos
de Olivo.ra o tavor de apparecer na rua do -
rd Hmf'l! ^ ?Sas em Si"llu Amaro na
rua do Luna, junio a fundicao. com baslaules
Ke^eT rd-e,n<" ,V 'a'ar C"' *STS2
lants 1 errenj Cosa, all residente.
Precisa-se de um amassador
do Rosario n. 40.
ser vendido
o principal e juros e o
na rua larga
Viuva de Souza Coulo,
cerpo do commercio c a
2? .,Sr-.Firmino Alyes de Souza dcixou tosii
o da 22 do corrente mez.
declara ao respeilavel
quem int-ressar possa.
seu caixeiro desde
Hotel Trovador.
1 e meia horas da rnanha.
LEILAO
0 vapor inglez Forwood. dever aqui chegar
u o lim do crreme mez, e seguir para S. Vi-
cente, Midcira. Lisboa e Liverpool ; de primei-
ra marcha e lem excellentes commodos para pas-
sageiros, tanto dc primeira como de segunda cas-
se, receber carga para Lisboa e Liverpool : a
tratar com Scott, Wilson & C, rua da Cruz n 21
primeiro andar.
DE
perutambico.
3Rua cstreita do Rosario-3
Francisco Pinto Ozorio continua a col-
locar denles arlificiaes tanto por meio
de molas como pea pressao do ar, nao
recebe paga alguma sem que as obras
nao fiquem a vontade de seus donos,
lem pozes e oulras preparaces as mais
acreditadas para conserrac'o da bocea
REAL COMPANHIA
D
Hvppolilo da Silva fara' leao de um
excellente carrinho americano de .4 t
rodas com assento para 4 pessoas e a'r-
reos para um e dous cavallos, um ca
briolutededuas rodas tambem ameri-
cano, ambos novos e saludos da allan-
dega neste dia : sexta-feira o meio dia
em ponto no seu armazem n. 55 rua
da Imperatriz.
LEILAO
Paquetes inglezes a vapor.
apa
poi vender' urna escrava sem defeito aqua
tc!llera entregue pelo maior preco qu
Aleo da 28 deste mez espera-se da Europa
um dos vapores desta companhia, o qual de
da demora do costume seguir para o Rio de
neiro locando na Bahia : para passagens etc
trala-se com os agentes Adamson, Howie & C.
rua do Trapiche Novo n. 42.
Sexta-feira 28 do corrente.
Costa Carvalho fara' leilao em seu ar-
mazem na rua da Cruz n. 9, de varias
obras de marcineiria de apurado gosto.
Tambem
noraes e quantias cooslam do escriptcT'^mo
do respectivo porleiro Jos dos Sanios Torres.
Deposito do rap princeza Gasse e lio
cha, em Pernambuco, em casa de
Pinto de Souza i Uairao, na rua da
Penba n. G.
Este rap quo por sua qualidade tanto se tem
feto recommendar uesla provincia como as
mais do imperio, e principalmente na do Rio de
Janeiro aonde seus autores se exforcam para o
ornar conhecido, fiados na aceilaca'o que elle
tem adquendo pela boa qualidade que sempre
em conservado ; os annuncianles o fazem lom-
brar ao respeilavel publico, que o nico depo-
sito nesta provincia na casa cima indicada a
qual se acha supnda com todas as qualidades." @ 0 Dr. Joao Pedro Maduro da Fonseca
niTL h rreC?-Sf u,raa ama dft leile : na rua dos @ mudou a sua residencia para a rua da Ca-
lirtsderronte do hospiial militar n. 27. ,@ deia do Recite n. 52, segundo andar, aon-
Thlv i c?rrc,Uc nclas 9 1|2 horas da & de se presta ao servico tanto de medicina
maniiaa quando o t b.ixo asssgnado se achava @ como de cirurgia e das 9 para s 10 horas
noiieciie, lora sua casa da Estancia assaltada @ da manha sempre o encontrarao em casa,
por ires individuos, sendo um pretoe dous bran- &3C $&&&$i&i$i(?<-?> >->S?35>'.\"ia
eos. e depo.s de haver um delles maltratado a MaT^h a s de Lco FermAfV,?
urna senhora dc nvenla e dous annos de idade -ajenias tie Lagos rerreira Los-
niaido mesmo abaixo assignado, exigindo qu translerio a sua residencia para a rua
llie desse a chave da burra, evadiram-se levan-
do comsigo o seguinles objeclos: urna medalha
de cavalleiro da ordem de Chrislo, dous Uoles
Ba larga do Rosario n. 44.
,raAr-s PKSSoas que correrem a este hotel encon-
\ZZ Son,inonJld1 P"" urna noite, dias e
. KLef'c.0forn,e1.,he'n*er,encontr.rc Um'
51 I ftm f-lquer hora do dia c noite lanche c ca-
L?,^ lectivo hotel se obriga a dar
comida para frn a3 pessoas, que
segurando lodo o asseio. Tudo
modo.
Orerece-sepnraleccionarosolfejo.comotam- 1^--"-d-SSa"lo..s **??}" M0 Por
Ensino de msica.
quizerem. as-
por preco cou-
bem a tocar varios instrumentos ; dando las li-
coesdas7horass91i2 da noite: a tratar na rua
da Roda n. 50.
D-se dinheiro a juros sobre penhores de
ouro ou prata : na ruido Rosario da Boa-Vista
n. 58.
Na livraria n, 6 e 8 da praca da
Independencia precisa fallar ao Sr'. Ma-
noel Antonio Pinto da Silva.
relira-se para a Parahiba.'
SOCIEDADE ACADMICA PROMOTORA
DA
Aluga-se urna ptima ama do leile, escra-
va esem lilho ; quera pretender dirija-se a Oiin-
da ladeira de S. Pedro Velho n. 20, sobradinho
novo do um andar, ou annuncie para ser procu-
rado.
1 Aviso.
Gravador e don-
redor.
Orava-se e doura-se em marmore lettras pro-
prias para catacumba ou tmulo a 100 rs. cada
urna, o annunciante aprsenla seus Irabaihos
nos tmulos dos Illms. Srs. Vires, Dr. Aguiar,
Ouerra, Tasso e em oulros mais rua da Caixa
d Agua n. 52.
De ordem do Sr. director
Srs. socios
1
dos captivos.
preside .le aviso aos
ocios que amanl.aa 28 do corrente, pelas 11
\ horas da manha haver sesso da assembla
scral na
Para a Bahia.
O veleiro e bem conhecido patacho nacional
Julio pretende seguir com muita brevidade, lem
parte de seu carregamenlo prompto: para o
reslo Irata-se com o seu consignatario Azevedo i
Mendes, no seu escriplorio, rua da Cruz u. 1.
COJMPAIVHIA
DAS
Messageries imperiales.
Espera-se dos portos do sul no dia Io de ou-
tubro o vapor francez Guienne, commandante
Enoul, o qual depois da demora do costume se-
guir para Bordeaux com escala por S. Vicente e
Lisboa : para passageiros e encommendas a tra-
tar na agencia ua rua do Trapiche Novo n. 9.
Baha.
Pretende seguir para a Bahia at o dia 30 do
corrente o palhabote Dous Amibos: para alguma
pouca carga que ainda lhe falla para o abarrote.
for adiado no
em ponto.
a acim?
pn
!.S II
fue
oras
LlO
Para os
Sexta-feira 28co corrente.
de abertura de camisa com pequeos brilhanles
umaabotuadura para collete de pedras de cor
verde escuro e veas encarnadas.com urna opla
no centro de cada um bolo, dous pares de bo-
Tl ne T Pc1ue"os P gola de camisa e
maisdous de onlro fe.lio. Pede-so a quem forem
onecidos estes objeclos de os relerem em
der al que se possa verificarse sao js
ronbados. -Jos Jernimo Monteiro
,nZ PHreCf ",se de uru Pe1uen" de' 14 para 15
annos de idade, para caixeiro de taberna : na rua
Direita n. /2.
seu po-
mesmos
ASSOCIACO
DE
Soccorros Mutuos
E
Lenta Eiuaucipacao dos Captivos.
Direita, primeiro andar da casa n. 21.
I DENTISTA FRANCEZ.
5> Paulo Gaignoux, dentista, rua das J_a-
T rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e
* p dentifleo.
X AS.XHJLlJtJtJL .JLSL..XLA&.S.1LLS.XA
mi LIISO-BIASUIBA'
2, Golden Square, Londres. |"Al
. G. OLIVEIRAtendo augmentado,com to-i 2. X-3
mar a casa contigua, ampias e excellentes ac-!
commodacoes para muito maiornumerode hos-
pedesde. novo se recommenda ao favor elem-
branc.a dos seus amigos e dosSrs. viajantes que
visitera esta capital continua a prestar-lhcseus
servicose bons ofilcins guiando-os era todas as
cousasque precisem conhecimento pratico do
paz, etc.: alm doportuguez e do nslezfalla-se
na casa o hespanhol e francez.
De ordem do Sr. presdeme faz-se publico qua
domingo, JO do corrente, s 11 horas da manho
XD0-pM"Ce, d<,rUa da P"iiessa
I magna do primeiro anniversario da installacao da
| mesma sociedade : memoriando esle dia.Vome
; hberlacao de urna menor, no valor de 480j!000
I sobre a prolecco dos Ilustres socios protectores
; e socios regulares ; e bem como, as 9 horas da
Co!ta Car.ll,o fara' leilao em ,eu ar-1 RSSTt t^SStiSfS'Z
mazem na rua da Cruz n. 9, por conta mesm.a Senhora. padroeira da insliiuico Ipara o
de quem perlencer, de varias obras de^aVelTubMc^ue^aniui0?^^ e respcU
dtretto e litteratura, ao meio dia em'-M^
POPtO- v,l.e,s se dignarem abrilhanlar o mesmo acto ; a
! noite oslar osalao aberlo, decentemente ilumi-
nado, e urna msica marcial tocar algumas pe-
cas durante a exposiQao da casa.
Avisos diversos.
- Roga-se ao Sr. Antonio Jos da Cnnha Gui- e fSSSfi&Z** d- SCCOrr
maraes que dirija-se a rua larga do Rosario u. bro de 1800.
ao Sr. Antonio Jos da Cnnha Gui-|e Lenta Emancipaco dos Canlivs IR h
nja-se a rua larga Hn nnori ., I k- ^- tom
38 a negocio que o mesmo senhor
espera-se ate o dia 4 de outubro.
e setem-
nao ignora, e
Albino de Jess Bandeira,
1." secretario
J^S^JSSffh residftne .n.a r.ua da Cadeia du Becife. tom a honra do a respeilavel
to d.^ ad0,' 2U.e> dCSde 15 de g0S, deixou de fa7er Parle da ca d SrV a? t
linda dI'r.^estabelecimenloem grande ponto, no n. 16 da rua da Cada do Recife mm.i
mm.dH. ao9,cl.one,urreDt.e! ?ue forcar-ae-ha pela perfeico. barateza -
mmendas que lhe forera eitas. Igualmente lem um rico sortimenlo de
rando desde
enco
gosios e de primeifa qnadades,"par"7ce prnTpr^s^'mmdoi'.
e promplido das en-
fazendas de todos os
rua da Imperatriz, casa n. 81. afim de
proceder-so a eleico do presidenta honorario
que lem do presidir a sesso da inslallaci.
Secretaria da sociedade Acadmica Promotora
da^rtcmissao dos Captivos 27 de selembro de
Jos Bernardo Galvao A'coforado Filho.
_ Secretario.
uiierece-sc urna ama capaz para servico do
!Sp".r.Ub ,?.U59n Pre'enJCr" drja"Se a r"a da
lliwta^ al."J,",cio,u Precisar da quantii do
1.0009 a premio com hypolheca em bens do rai..
nora-avSistVnUV)a ,raP,'ra,1riz. (uulr'" 'erro da
noa-vistaj n. 72, que se dir quem d.
Boa recompensa
Jos Matheus rerreira recompensa bem a quem
lhe troaxero seu escravo Leandro, o qual tem os
signaes seguinles : idade (I anns, po,1Co mais
ou menos, baixo. rosto e cabera redonda, sardas
no rosto, pouca barba e ruiva. quando aada
quea um pouco os bracos, falla ben'
natural do lc, onde tem familia
Cadeia do Recife n. 35, loja.
O abaixo assignado lendo vendUo a Euge-
nio Mumz um carro da alfandega com um noi bs-
tanle escuro, e achando-ic por pagar a parte do
mesmo carro, sendo a venda con. condUo do
nao poder o mesmo Monis dispor do dito*
ar-
o e sabe ler.
na rua da
e boi, e nao estar lerniinadc
carro
ra que somen.e ler. va.idadV^i^ca Tae
se refere o annuncio do Sr. Franjeo Jos Fe -
nandes Pires, publicado no Diario de 201 do
reme, depois de ser pago o
fe 27 de selembro de 1860.
annunciante.
BenloCordo Rodrigues.
cor-
Reci-
A. W, Osborn retratista americano annuncia
ao respeilavel publico desla cidade que elle aca-
ba de receber dos Estados-Unidos da America
um oxplendido sortimenlo de molduras redondas
douradas de todas as dimensoes, caixas para ro-
tratos fazenJa muito fina, assim como recebeu
unj bello sortimenlo de casolelas de ouro e al-
neles de dito obra prima expressamenle para re-
iratos. A^ W. Osborn aproveila esta aprazivel
opporlunidade para informar ae publico que elle
est resolvido a dar liegoes da sua arte em todos
os seus ramos, assim como tem para veuder um
completo sortimenlo chimico e oulros aparatos
proprio para as pessoas que professam a sua arle
Mr Osborn tambem tira retratos em carlees de
visita e em papel de escripia por preco muito
comande? d lape"DT Pmet0 aDd"
300S000.
'^>-r fgida a eserav
fula, alta e .nS^aS'r^SHe^r
""! deJdadc: "^onfials X'oSultaS
pe-
Cadtia
o B
J. 00 o
<* rj O o c o
o o o o
o o o o
Laboratorio de lavagem.
Este estabelecimento que coraecou a funecio-
nar na casa de banlios do paleo do Carmo, vai ser
transferido no dia 15 do corrente para o sitio dos
Bunlisna estrada do Arraial.
A excellente agua corrente e o espaco que all
ha, permillindo que se eleve o nnmero dos con-
currentes, previne-se as pessoas que esperavam
por esta transferencia, que podem mandar as
suas roupas para serem lavadas, embora nao te-
nhara ainda chegado as maiores machiaas movi-
das a vapor, que satisfarao ectao completamente
as necessidades desla capital e seus arrabaldes
A casa de banhos continuar a ser o doposilo
de recepcao e entrega das roupas da capital e no
silio dos-Burilis-se receber e entregar as
dos arrabaldes.
As vantagens presentes sao : boa lavagem em
15 das, garanta das pecas e precos multo razoa8
veis. As factura serao : boa. lavagem em -
das, garantidas sempre as pecas e precos muito
commodos. r *
Contina a eslcr fgida a escrava Paula auo
M,?.!.r-5e_P-.?". en os signaes seguj.es
an-
,guma casa nos arrabaldes d^sta" cidade"' veVd
!"r" d0 Cr*. 'onde natural .quera a
gar recebera a qn.ntia cima, na rua da
'i- i)., loja.
lel7een.e8efiSPCi """ mulalode "^nos. muito in-
r fn farasetvi do "iado, e urna
preta para coz.nhar e fazer o mais servico interno
de urna casa de pouca familia: na lojV d na
- SUaabbadSUrd 22se dir alug"
cia do llm Sr n tS"**' depois da M^'
deffle nfoniiT JS P,nto l ^
>s do Antonia Gomes Pessoa, a avaliaco fi.
de 500g
daTarSa^nf dC "***"* orador na cidade
ua farah.ba na rua das Convertidas, sobrado n
lta dJ^lr Cld"de de r"nn.bucu. que porencon-
teTtasss?nomese assignar ioh
rt,T..Eduardo Fi,'PPe Francisco Truchon, socio
da casa commeicial desta praca sob a razio de E
a- uurle & C.relirando-se para a Europa, deixa
por seu procurador com penos poderes, om pri-
meiro lugar a seu nico socio Eduardo Alexandra
Bure e na falta des.e ao Sr. commci.dad" M.
noel Goncalves da Silva.
Giovani Faraco o Rocco Pagano subdito-
napolitano., re.irara-separa fra doTmperS
!", i,6 ^Se Mariar""> do Albuquerque,
.i,J, f" Cm 3'8uns "mraodos, e bem a.sim
SS! r^a CaS" na Poao do Monteiro por
fesla a tratar cora o mesmo na Esirada Nova,
ou coin o Sr. Jos de Azevedo de Andrade, na rua
.-
MUTILADO


HOSPITAL
PORTUGUEZ DE BENEFICENCIA
EM
Pernambuco.
Vio ser alugadas a quem oais der e melhorcs
garantas offerecer, 5 casas no sitio Cajueiro con-
tiguas ao hospital portuguez ; os prelendeotes
podera dirigir-so ao Sr. provedor ou enviar-lhe
suas propostas era carta fechada al 30 do cor-
rete ern que findam os acluaes arreodameulos.
Recife 24 de setembro de 1860.
Maooel Ribeiro Bastos,
1. secretario.t
Joaquim de Azevedo Villarouco retira-sc
rara Macei.
DR D PERNAMBUCO. SEXA FEiU 28 D SETEMBRO DE M80.*
Attencao.
Roga-so a todas as pessoas que eslao devendo
ao abaixo assignado, venham pagar no prazo de 30
dias, a contar da data dcsie, o aquellas pessoas
que deixarem de o fazer no dito prazo serao cha-
mados a juizo para realisarem os seus dbitos.
Recite 21 de setembro de 18CO.
Domingos Francisco Ramalho.
Madarae Gekle, estabelecida na ra das Cru-
zes n. 36,avisaao respeilavel publico que se acha
semprc prompla para fazer qualquer obra d*e
vestidos de senhora, e lambem chapeos moda
de Pars, por muito commodo prero.
Quera tiver uin sitio peito ou
longe desta cidade, com tanto que tenha
casa de vivenda, arvores defructo e ii-
que prximo ao banho salgado, tempe-
rado ou doce, e o queira alugar diri-
ja-se ao largo do Terco casa tarrea nu-
mero 33.
^Consultorio central lionieopathico^
I IPBMMIBU:. 1
Continua sob a mesma directo do Ma-
$* noel de Mallos Teixcira Lima, proessorg-
@ em homeopathia.As consultas como d'an-
les.
*
MMMTOM
DE
Mili,
No sitio dosBuris
no Arraial.
Retratos
em cartes de visita corno se
usa era Paris. Os 100 por
E o retrato o mais econmico que se pode ob-
lar e o mais proprio para dar de mimo aos p-
renlos c amigos, podeodo ser remeltido commo-
damenle dentro de urna carta. Estes retratos,
nao obstante suas pequeas dimensoes, repre-
sentam a pessoa de figura inleira com o miior
apuro nos deihlhes, sao a mais propria recordaeo mo do niez e nt,s dios 1 c 2 do seguinie.
de todas as pessoas que nos sao gratas. Reunidos
em collecoao poderao servir para formar um ele-
gante lbum dedicado a amisade. Tiram-se todos
os diase com qualqner tempo, no instituto pho-
tographico de Slahl & C. Retratos de S. M. o
Imperador, ra da Imperalriz.
agreucla dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Joanston & ra da Senzala Nova n. 52
rsj
Aluga-se
o segundo andar ao sobrado n. 5 da ra do Viga-
rio : a tratar no mesmo.
Aluga-se um escravo para serviros doms-
ticos : na ra do Cabug n. 8, luja.
Aluga-se um sobrado com 2 salas e 3 quar-
tos, proprio para rapaz solleiro : quem quizer,
dirija-so ra do Imperador n. 27, defronle da
ordem terceira do S. Francisco, das 9 s 4 horas.
Precisa-se alugar um moleque de idade'de
12 a 14 annos para o servido de urna casa do
homem solleiro : a tratar na ra da Penha n.
Rccebe-se a roupa nos das 1, 2 e 315,16 e I 6, loja.
17 de cada raez e eritrega-se a dos tres primeiros
dias a 16.17 e 18 e a dos tres segunde do ulli-
/PENKA DE AC
CE W.SGULLY
Repele-se este aviso para que nao continu a
injuslica de se querer obler roupa lavada c en-
gommada as dalas estabelecidas para a entrega,
qeando ella somente recebida no estabcleci-
menio 8 das antes.
Se a boa ordem foi semprc til era todas as
cousas, nao admirar, que ueste laboratorio ella
seja exigida para que lambem nelle possa con-
servar-se.
Aluga-se urna casa na povoacio do Mon-
teiro, tem muitos bons commodos e cacimba,
grande quintal murado e portan que sahe para o
rio : na ra doOnciniado loja do ferragens nu-
mero 36.
Offcrcce-se urna mulher rara ama de ho-
rnera solleiro ou casa de pouca familia ; quem
precisar, dirija-se a ra do AAgoas Vardes D. 92.
Aluga-se um grando armazcm na ra da
Cruz n 29 com sahida para a ra dos Tauoeiros :
de
ge-
Estas pennas de differentes aualidades, sao fa-
bricadas de ac de prala refinada de primeira
tempera, e sao applicavcis a todo o tamanhode ^'tratar i.o raleo de S." Pedro n. 6.
ettra. Precio lu00 cada caixa e pennas de ouro
lelo mesmo autor com pona de diamante, que
crem a grande vantagera de nao estar sujeitas a
crj^rferrugem e conservndose bem lmpasso
de o.i-acao infinita, deposito em casa dos Srs.
Huede< & Gong as ra da Cadeia n. 7.
Agraiieciineiilo e gralido
de
3* *
Dentista de Paris.
g Botica central homeopalliica
1DR. SVBIXO \ L PWHOl
a Notos raedcamentoshomeopalliicosen-j
*iviadosda Europa pelo Dr Sabino Z
jj Ri<;s a i iliii-iiUo segundo as necessidades da ho-2j
anvipaihia noRrasil vende-se pelos Pre-
2;o4 oaheeidoa na botica central horneo-^
ja tathica rua de Santo Amaro [Mundo No-2j
*o)B 6-
O Sr. Domingos Cetario Pinto
queira dirigir-se a esta typographia,
(pese llie precisa fallar.
15Rua Nova15
^ Prederico Gaulier, cirurgiao dentista,
3a faz todas as operacoe da suaartee col-
rm lora dentcs artificiaos, ludo com a supe-
^l'rioridade e perfeicao que as pessoas en-
es tendidas Ihe reconhecem.
?f Tem agua e pos dentifricios etc.
Capella da Senhora da Con-
ceicao da Estrada de Joao
de Barros.
Por occasiao de se collocar no respectivo al-
tar asimagens que ha muito se achavam no cen-
tro desla capela, por occasiao da epidemia rei-
nante, celebram-se nesta mesma cape lia missas
nos dias-27, 28 e 29 do corrente as quaes terao
principio s 7 horas da manhaa. l'ede-se a pie-
senca dos devotos.
Ao Sr. Ricardo Hirk pela cura
um tumor na xa da perna.
Sena falta de rcconliccimenlo se nao agrade-
cesse ao Sr Ricardo Kirk, esrriptorio n3 rua do
Parlo n. 119, pelo curativo feliz que acaba de
fazer em um meu escravo, o qual lendo um tu-
mor na cxa da perna que o empedia de Iraba-
lliar em razao das dores que soffria. com a appli-
caco de urna das suas chapas medicinaes, em 21
dias ficou inteiramente bom : o que faco publico ps>
O Di. Cosme de Sa' Pereira da'
consultas medicas em seu escrip-
torio, no bairro do Recife, rua
da Cruz n. 53, todos os dias,me-
nos nos domingos, desde as 6
horas at as 10 da manhaa, so-'
breos seguintes pontos f
1 Molestias de olhos ;
2.* Molestias de coracao e
peito ;
3." Molestias dos orgaos da
racao e do anus ;
4.' Praticara' toda e qualquer
operacao que julg:>r conve-
niente para o restabeleciinen-
to dos seus doentes.
O examedaspessoatque o con-
sultaren! sera' feito indistincta-
menle, e na ordem de suas en-
tradas, fazendo excepcao os doen-
tes de olhos, ou aquelles que por
motivo justo obtiverem hora
I marcada para este fin.
Veudas.
Liquidaco
CORAL
Vende-se verdadeiro coral de rais a pre?o
muito commodo, e mais muilas miudezas e rap
de varias qualidades, tanto a retalho como em
libras: na rua larga do Rosario p.ssando a bo- Li.N!.,0&de,h"po.' da pr'Ca da .IndcPfnen-
lica a segunda loia de miudezas u. 38 : ^'a D?', 0138, vcndcm-fe os wumut objcclos
' i e mais barato que em oulra qualquer parle: cha-
Vende-se cadeira de pinho e ci- Posdofellro de 2J560 a C5O00, ditos do Chyle
manir, ii l.:^, ^e 2S a 12JJ0O0, ditos de casem' i com abas fr-
menlo tanto em bacricat como em ti-.roda.de pilha de 2* a 2So60. Jilos do outras
as: no armazem do becco do Impe- ] qualidades que s com a vista os compraJorcs
rador n. :-4.
Liquidado.
O dono da loja de miudezas da rua Uireila n.
83, desejando acanar com a maior parte das miu-
dezas que tem em seu eslabelccimento, est re-
solvido vender ludo a Ixo mencionados, a saber : superiores" agulhas
; francezas (caixa) 160 rs.. grampas a 20 o 40 rs. o
I mago, gollinhas finas para senhora a 500 rs., i-
! nha de peso a 120 rs a miada, fita para cs a
210 a peca, penles do bfalo para alisar a 240 rs.,
oleo de babosa a 560 o frasco, papel almago a
2 a resma, escovas para denles a 160, caetas
de marim a 120, pentes finos para tirar pioihos a
300 rs., meias muito finas para senhora a 40 a
duzia, ditas de cr para meninas a 200 e 240 rs.
o par, meias finas de cor para homem a 200 e240
rs., babado ou tremoia do Porto a 80 c 100 rs. a
vara, c peca com 3'J varas a 2*400, verdadeira
fita de linho a 100 rs. a peca, pentes virados para
atar cabello a lj>400. touca's de laa para meninas
a 500 rs., tesouras para costura com aro enver-
nisado a 400 rs., ditas graudes para corlar ves-
tido a 800 rs., ditas muito finas para unhs a 400
rs., linhfl de peso a 120 a miada, clchete cm
carto/a 50 rs.. leques finos a 28500, meias pre-
tas pata senhora a 280 o par, pennas finas de ac
500 rs>a groza, carias francezas douradas a 500
l so convenecrao; bonels a ingleza bordados a
: ouro, ditos de diversos Rosts para meninos,
.chapeos de palha paia homem de diversos gos-
jSos, ditos amazonas lano de feltro como de pa-
pila para senhoras, galocs de ouro e de prala pa-
ra divisas, bonets para a gurda nacional tanto
: de soldados como de ofliciaes, c oulros muitos
objectos que estarao presentes.
i
Seguro entra Fogo
COMFAHH1A


3
I
sSSI
K9m
o que aco puunco I @g^g@gg@ }S?5 @@@
em signal de roinha sincer- gralidao.Rua For->@ Precisa-se de um creado para servico @
mosa d. 122 Rio de Janeiro. ^ interno e externo de urna casa de familia, @
D- Ludovma M. da Silva. @ e que d6 fianca a sua conducta, paga-se @
v ai pra?a nos das 25 e 28 do corrente, e ; bem : na rua lia matriz da Boa-Vista nu- @
i de oulubro depcis da eudieucia do lllm. Sr. | q mero 24. @
Dr. juiz de orph.ios, o moleque Amaro, de 13 an- @.@j{gg@ @@@@ @@ H|M
nos de idade, pertencentc aos bens da finada D.
Mara Rosa d'Assumpco.
Vaccina publica.
a
rs. o barallio, superiores obreins para asnamo-
radas a 200 rs. a caixa, redoma de vidro com o
crucificado a 640, boles para punho a 160 o par,
cofiadores para espartilhos a 100 rs., fivelas para
calca a 80 rs., fninhas de sarja muito eslreilas,
de lindos gostos, proprias para enfeitar toucas
ou vestimenta de meninos, tranca de seda muilo
estrella propria para enfeitar vestimenta de me-
ninos a lO a vara, bicos de seda pretos do diffe-
rentes larguras, filas lavradas de sarja, garca,
Transmisso do fluido de braco braco, as
quintas e domingos, no lorre.io'da alfandega, e
nos sabbados at s 11 horas da manhaa, na re-
sidencia do cornmissario vaccinador, segundo an-
dar do sobrado da rua estrella do Rosario n. 30.
OfS#es! 8 @#SS@ ; Prticipa aos seus freguezese ao publico em gera
O Sr. Tobia Pieri, artista italiano, pre- @ que tem olficiaes habis lara cortar cabellos, fri-
\ft 9 'ende dedicar-se ao ensino de piano e de & zar e ludo ,ria,s pertencenle a sua irte, assim co-
J\a rUa Imperial U. ZU> canto as pessoas e os pais de familia que
__ ... .... i* ; .a 8 quizerem utilisar-se com o seu presumo,
se dir quera d dinhoiro a premio sobro pe- ^ Jodcm procura.,0 na rua dc San'u Isabe
Precisa-se de duas -mas sendo urna de lei- selim, franjas de seda de difieren les' larguras,
te : no paleo do Terco n. 26. bicos e rendas : lodos esles objectos que nao tem '
Aluga-se urna pequea meia-agua com proco, e outras que se deixam de annunciar, ven-
dous quartos. sita a beira do rio as casas que dem-se por melado de seu valor para acabar,
tieam ao norte da fabrici do gaz : a tratar no! Vende-se por prego commodo um boi de
mesmo lugar. | carro muito novo, grande e gordo : quem o pre- '
CST Mariocl Pereira Lopes Ribeiro transferio tender, dirija-se a manhaa ao porto das canoas I
a sua loja de barbeiro defronle da matriz da Boa-, ao peda ponle da Bna-Vitta que ahi o ver e
Vista n. 86 para n. 13 em frente os retratistas i achara o vendedor, das 10 horas do dia at as 3
imponaos ou contiguo ao deposito do Sr. Pinto, .di larde.
nhores.
EAU MINELE
NATURA LLE DE VICHY.
na botica franceza rua da Cruz n.22.
APPEOVACiO E AlTOBISVCiO
n. 9 para iratarem com o mesmo senhor,
@ que ser mu razosvel nos seus ajustes.
?i@4i;:i@|p:
Na rua da Cadeia n. 24 deseja-sc fallar com
os sen ores:
Marcelino de Souza Percira de Brito.
Cleto da Cosa Carnpello.
Jos Alves de Monte Raso.
Joao Alves de Oliveira.
Manoel Jos Ferreira.
Miguel Esleves Alves.
Antonio de Albuqueniue Maranho.
Francisco Jos da Costa.
ra s rnf, rat WBt'aY !-
DA
ACAQffllI IRPER/IL DE
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPATICAS
Para serem appiicadas s partes affectadas
sem resguardo nem ncommodo.
AS CHAPAS MEDICINAES sao muito conhecidas no Rio de Janeiro e ero todas as provincias
deste imperio ha mais de 22 annos, esao afamadas, pelas boas curas que so lem oblido as cu -
rmddes abaixo escripias, o que se prova com innmeros alleslados que existem de pe^oasrana
zes e de disluiccoes. r "I1"
mo receb bichas continuadamente de Haroburgo
para alugar e vender, bota ouvidos em armas de j
espoletas e amola-se todo o ferro cortante isto
coro asseo e presteza, pode ser procurado a
qualquer hora.
Por lerem apparecido alguns pretendemos
amantes da edificaco, o abaixo as.-ignado lem
resohido relalhar o segundo e lerceiro quarlei-
rao projectado em Ierras de sua posse, por detraz
da rua da Concordia com 4 frentes, pocnle, as- .
cente, norte e sul : os pretendentes podem diri-
i gir-se ao abaixo assignado, na rua larga Jo Rosa-
rio, padaria n. 18, das 7 s 9 horas, e de larde
at as 3. Na mesma padaria precisa-se de um
rapaz que saiha ler e escrever para ir entregar;
, pao na rua : aquello que se adiar nesta cireums-
: lancia e abouar a sua conducta, diiija-se nica-
| rua casa cima, que achara com quem tralar.
Manoel Antonio de Jess.
Attencao.
Precisa-se alugar um sobrado dc um andar ou
de dous, era bom estado, com quintal, nos bair-
ros da Boa-Vista ou Santo Antonio : quem o li-
ver, diiija-se a rua do Crespo n. 25.
Na padaria nova de Santo Amaro precisa-se |
de urna pessoa livre ou escrava para o servido
da mesma, paga-se bem.
O Sr. Jos Alfonso do Reg Bar-
ros tenha a bon lade de apparecer na
do Crespo n. 20.
Uoga-ie aos devedres da loja
PROVINCIA.
\ O Sr. thesoureiro das lolerias lendo oblido do
! Exm. Sr. presidente da provincia a approv.iQo
1 do plano que abaixo "ai transcripto, manda fazer
publico que de conformidade com o mi sino pla-
no so arham expostos a venda todos os dias na
rua do Imperador n. 36 e na casa commissiona-
da pelo mesmo Sr. thesoureiro na praja da In-
dependencia ns. 14 e 16, os bilhetes e roeios da
quarta parle da quinta lotera do hospital Pedro
II, cujas rodas devero aDdar impreterivelnicntc1 rua Direita n. 08, de virem at "o dia
Vinho Sherry da marca
Tod Ileatly & C.
Km rasa de Gustavo Bousset & C, rua da Cruz
n 5, veude-se vinho de Sherry muito fino, da
bem conhecida marra
Tod Heathj & C.
Vinho do Porto muito Uno.
Vinho de Bordeaux,
Chat. Margaux.
Chai, la rose.
Riscoitos inglezes.
Tcdos para preros muito commodos.
Vende-se urna cabra bicho] muilo boa de
leite e muilo mansa, a qual lem s um cabritinho:
na rua da Santa Cruz n. 26
Veude-se urna porcao de courinhos corlidos
por preco muito em conta : no palco de S. Pedro
numero 6.
LONDRES
AGENTES
|G J. Astley & Companbia.i
\ Vende-se i
I Formas de ferro para I
purgar assucar. s
Enchadas de ferco.
Ferro sueco. *
Espingardas.
Ac de Trieste. 8
Pregos de cobre de coid-
posicao.
Barrilha e cabos.
Brim de vela.
Couro dc. lustre.
Palhinha para marcinei- ,
ro : no armazem de C.
J. Astlev & C.
KC2>C5tiH*.,TCi<"J: FW^fVJf fTM3*t>* fUF&'J3
Vende-se una armarao propria para loja
de miudezas ou ontro qualquer rstabolecin.oatu,
na rua Direila n. 9 : a trotar na rua da Impera-
lriz u. 60.
Vendem-se no Forte do Mallos,
sembla, armazem n. 18.
Milho.
Vendem-se saceos com milho a 5*500
acabar : na rua da Cadeia do Reciten. 3.
para
tal e portao, sita na rua Direila dos 'Afogadbs n.
27 : quem a pretender dirija-se a rua Direila des-
ta cidade n. 26, se dir u.uem vende.
ilbo novo.
rua
no dia 6 de outubro prximo futuro.
Tliesourar o das lolerias 22 de setembro de
1860.-J. M. da Cruz.
PLANO.
4000 bilhetes a 5000.......20.000g000
i 20 por cenio.
4:0009000
16:0005000
Premio de 5:000g000
Dito de 2:0005000
hibeis e distinclos facultativos
As encomraondas das provincias devem ser dirigidas por escripto, leodo lodo o cuidado de
T/.-r a< becessarias explicarles, se as chapas sao para homem, senhora ou crianca declarando a
molestia era que parte di corpo exisle, se na cabera, pescoco, braco, coxa, perna,'p ou tronco do
corp,). declarando a circumferencia : e sendo inchac;s, feri'das ou'ulceras, o molde do seu fama
nh-j em um pedaco de papel e a declaraco onde existem, afim de
bem ypplicidas no seu lugar.
1288
2712
Dito do
Dilo de .
os de 200g
ios de 1005
os de 503
os de 20S
los de 105
Ditos de 5
Premiados.
Brancos
800000
400g000
4C0SO0O
1008000
3005000
3205000
2005000
6:1805000
-IC.OOOiOOO
4000
Saliio a luz. o o." tomo das bio-
que as chapas possam ser
Ple-se mandar vir de qualquer ponto do imperio doBrasil.!firaP,,a dea,^llus voetas> e homens ii-
A< chapassero acompanhadas das competentes explicacoes e lambem dc tcdos osaccesso- 'u8,lts da provincia de Pernambuco,
pelo commenc'ador A. J. de ftlello.
Contera as biograpliias de Luiz Fran-
cisco de Carvalho Couto, Jeronymo de
nos para a coiloeac.ao dellas.
Consultas
io, as a todas as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianea, e
tari aberlo todos os dias, sem excepcao, das 9 horas da manhaa' s 2
m seu escriplo-
da larde.
(19 Rua do Parto ||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
}^m s
15 de outubro do corrente anno salda-
rem seus dbitos e se assim nao izerem
verao seus nomes por extenso ueste
Diario.
Aluga-se urna casa terrea nos bair-
ros da Boa-Vista, Santo Antonio ou S.
Jos : quem tiver entenda-se nesta ty-
pograpniaqueachara' rom quem tratar.
SE Jos Antonio Soares de Azevedo, com- S
ffi do Imperador e. pateo do Terco, faz pu- ^
*S> blico que nunca deixou de pagar os gene- do
sfe rosque tem comprado para sortimento de f
9 seus eslabeleoimentos no tvmpo do ven- *w
se cimento ajustado e nada deve vencido, e b"^
5 se alguem tem conta do annuncianle que *^
^ cleja vencido o lempo queira dirigir-se a s
0^ sua casa que ser promptaraente pago ; j
ys com o expendido o annuncianle pretende gl
q desmascarar ao calnmniador que procura ^
atenuar seu crdito com falces boatos fin-
gindo faltas que o annuncianle nao pra-
ticou e. protesta contra csse prfido dc- j
e tractor do crdito alheio, que se descubra a>
fv que ser desmascarado. ^
W~n iMWi nrnn ruan nn 1 Albuquerque Maranho, Alvaro"Teixei Imperador n. 19
i ra de M&cedo e Joo Antonio Salter de
1 Mendon-ca ; um bello poema joco-serio,
: sonetos, trinta ode anac eonticas, a
. historia i nteressane do levantamiento
i de Goianna cm I821,e noventa e dous
dorurhenlofi inditos. Por hora em
' ra;o do autor.
o armazem da
a tratar
rua
no arina-
A luga-se
iperador n.
zem da rua do Imperador n. 2V.
SOC1EDADE
INSTITUTO PI E LITTEiURfO
Saceos de alqueire : no largo da AssemUca n.
19, armazem dc Aiiluucs Guimaries \ C.
Cera de carnauba,
qualidade especial : no largo da Asscmbla n
19, armazem de Antunes Guimaraes A; C.
Charutos do Rio,
qualidades finas e de dillerenles formatos, fabri-
cados por um dnsmelhores autores, estabelecido
all desde 1852 no largo da Asscmbla n. 19,
armazem de Aniunes Guimaraes & C.
Vende-se
urna mei'rtgua no becco do Lobato, em chaos
proprios : a tratar no Forte do Mallos n. 10.
Prela.
Na rua do Canario, taberna n. 7, ha um prela
de ruea idade. com olgumas habilidades, muilo
sadia e sem vicios, para so vender.
Escravos pecas
Vende-se um moleque de 20 annos de idade,
um miilalinho de 18 annos, dous escravos ambos
por 1T600S. urna escrava do 20 annos, boa en-
^gommadeira, urna dita excedente cozinheira por
o, 800g, duas ditas para todo o sorvico ; na rua das
~ Aguas Verdes n. (6.
5000 RS.
do
l
> Rua do Brum (passando o chafarte.)
No epoiAto dest^ estabeleeVuieiito semprc lia grande sonimeiito de me
\ ehaaismo para os engeuUos de assuear a saber:
Machinas de vapor modermg, de golpe cumprido,;conomicas de combustivel, e dtfaclimoassento;
Rodas d'agua de ferro cem cubos le madeira largas, leves, fortes, c bem balancadas ;
Cannos de ferro, eporUs d'aguapara ditas, e serrilhaspararodas de madeira';
Moeadas inteiras com virgensmuito fortes, e convenientes;
Meta rnoendas com rodetasmotoraspara agua, cavallos, oubois, acunhadas ejp aguilhCes deaz ;
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobre **
Pares e bicas para o caldo, crivose portas de ferro para sfornalhas ;
Alambiques deferro, moinhos de mandioca, fornof para cozer farinha ;
Rodetas dentadas de todos os tamanhospara vapor,'agua,cavallos oiibots ;
Asuilhaes, bronzese parafusos, arados, eixos e odasparacarrocas, ormas galvanizadas para purgar etc.,etc.
D. W. Bowman confia que os seus freguezes acharo tildo digno da preferencia com
que o honram, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, epelofacto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito fim,
assim como pela coutinuaco da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que poderao neoessiiar.
A comraisso abaixo assignado, encarregada
dos folejos do anniversario do Instituto l'io e
Luterano, fallarla a um rigoroso dever se nao
viesse pelo presente agradecer a lodos os senho-
res socios honorarios c correspondentes, aos se-
nhores convidados e as differentes sssociaces
que sedignaram assistir 3 sessao magna do'dia
2'1 do corrente, auniversario do mesmo Instituto.
Assim como agradece a todos os socios que assis-
liram a missa do seu padroeiro, no mesmo dia.
Rocife 27 de setembro de 1860. Altino Ro-
drigues Pimenta. Henrique Mamede Lins de
Almeida.Joo Baplista de Siqueira Cavelcanti.
Jos da Silva Loyo Jnior. Mencrvino Au-
gusto de Souza Leo. Tilo l.ivio V'iclra Dorias.
Precisa-se fallar com o Sr. Joaquim Lopes
Macicira, chegado ha poucos mezes do Macei
quem oconhec.er ou souber aonde sua residen- barato'prego de ljj800 cada lencol
ca, tenha a bondade de mandar elle se dirigir Tav.jiIa o mil ,l ,.....
rua Direita n. 2i.
Compras.
Compra-sc urna casa terrea na freguezia de
Sanio Antonio, preferindo se na rua das Flores ;
a tratar na rua do Sol, casa terrea n. 5, junto ao
sobrado.
C-impram-se escravos de ambos os sexos
de 12 a 25 annos para se exportar para o Rio de
Janeiro, tendo boas figuras e sadios, paga-se
bem : quem levar ou inculcar na rua Direila n.
66, escriplorio de Francisco Mathias Pcreira da
Costa, receber 20$ de gralificacao.
Conlinua-se a comprar papel dc iornaes a
120 rs. a libra : na rua larga do Rosario n. 37,
deposito de assucar.
Compra-so um boi que sirva para carrosa e
que esteja gordo : na rua da Imperalriz n. 33,
officina de marcineiro.
_ r Coropra-se moedas de ouro bra-
sileras e portuguezas: em casa de
Arkwightt C-, rua da Cruz n. 61.
Compram-se moedas de ouro de 1G e 208 :
no largo do Corpo Santo, escriptorio de Manoel
Ignacio de Oliveira & Filho.
Compra-se um escravo que seja robusto e
proprio para qualquer servico : na rua larga do
Rosario n. 18, terceiro andar Na mesma casa
vende-se urna excellenle escrava, 15058, excel-
lenle engommadeira e cosinheira.
Taboas de cedro.
largo da As-
Liquidaco de fa-
zendas
Por menos de sen valor
Na rua Direita n. G8.
Riquissimos vestidos de bareje de seda, ditos
de mussulina de seda, ditos de fantasa de seda,
ditos de seda prelo, ditos de grosdenaples borda-
Vende-se uina casa terrea com grande quin- d a velludo, polacas francezas da ultima moda,
chales de lodas as qualidades, palels de panno 6
de casemira de diTerenies qualidades, ditos de
alpaca preta e de cores de 2^ 3OO. e oulras
muilas azendas que enfadonho mcnciona-los.
(Afiianeando-se que nao se engeitt dinheiro.)
Milho novo.
Vende-se milho muito novo viudo do Cear,
saceos grandes a C$500 : na rua da Madre de
Dos n. 4, armazem amarello.
Loja de calcado.
Vende-se a dinheiro ou a prazo urna loja de
calcado com poucos fundos, muilo propria para
qualquer principiante, e muito acoslumada a ven-
der bilhetes de lotera : quem pretender dirija-se
praca da Independencia n. 39, que se dir
qual .
Liquidaco
para acabar.
Na loja da rua do Crespo n 14, vende-se um
I variado sortimento de azendas abaixo meiui'ua-
; dos e por presos o mais barato que so pode ma-
rinar ;
Cassas de cores fixas o covado a 160 rs.
Camisinhas de cambraia com gollinhas a 500 rs.
Dita dita com gollinhas e manguitos a 4?.
! Penles riquissimos de tartaruga de 10# e 15.
Chales de la estampados a 2$500.
[ Ditos de merino de urna s cor a 3$.
Ditos dc touquim a 15tf.
Lencos de cassa de cores com bico a 120 rs.
Paletolde seda para homem dc 10# a l$.
Dilo de pauno e casemira a 15S e 18#.
Cortes de vestidos de tarlatana bordados a seda
a 13 o 209,
Dilos dilo de fular.de seds a 15.
Dilo dito de seda prela e de cojes bordados com
baba-dos a 60.
Ditos dito dc grosdenaplo preto bordado a vel-
ludo com babados a 70$.
Ditos dilo do grosdenaple prelo a 50$.
Ditos dilo de grosdenaple prelo d'aquile a 30J.
Dites dilo dilo dilo a 25.
Ditos dito de seda de cores com babado a 2"'{J
e 40.
Ditos dilo Dilos dito de cambraia brancas bordados finos a
20 c 305.
Ditos dilo dc seda preta lavrada a 25$.
Dilos dito do seda de cores lavrada a 30.
Ditos dilo dc cambraia e seda a 3.
Dilos dilo de fusto com casaveque fcilos a 15j>.
Casaveques de cembraia bordado de 3, 4a e 15.
Perneadores de cambraia bordados para senhora
a 5.
Romeiras dc cambraia de salpico e bordadas a
ifeS.
>sitase sahidas de baile de merino e seda a
84 el5.
Manteletes de grosdenaple branco a 10$.
Dilos dito preto com bico de 15$ a 20.
1 Visita de fil preto a 10$.
I Saias bordadas para senhora a 2, 2500, 3 c 5$
i Capas de velludo ricamente bordadas para se-
Grosdenaples furia-cores com unas pintas de nhora a 80.
) pouco. pela pechincha de 10200. j Camisas de cambraia de salpico para menina a 1$.
Dilos de fusio bordado para crianca a 1.
Ditos de seda bordados para crianca a 7.
: na
Ferros econmicos de engommar a vapor
rua Nova n. 20. loja do Vianna.
Attencao.
i
Na loja c chapeos da praca da Indepcden-
denela n. 36 e 38. vendem-se 'chapeos do couro
da Russia, pelo diminuto preco de 10000 cada
chapeo.
boa casa terrea na rua de
para tratar, na rua do Cres-
Vende-se urna
Santo Amaro 11. 12 :
po n 14.
AO
armazem de azendas da
rua do Queimado n. 10.
Lenccs de bramante de urna s largura pelo
Covado a mil e duzentos ris.
A 5#500 chales.
Chales de merino bordado, franja de seda.
Grandes colchas a 5^500.
Colchas de fusio muito grandes de lindos de-
senlies a preco de 55U0.
Borzeguins de senhora.
Vendem-se borzeguins de senhora muito novos
pelo diminuto preco de 4$80O, a dinheiro vis-
ta : na rua da Cadeia n. 45, esquina da rua da
Madre de Dos.
Livros.
Vendem-se diccionarios latinos, inglezes, al-
lemes, Horacios com interpretares e notas, se-
lectas inglezas, fbulas latinas, breviarios roma-
nos, (los sanctorum : na rua da matriz da Boa-
Vista u. 34.
Vende-se um piano-forte em muito bom
estado e deexcellentes vozes : na botica da pra-
Qa da Boa-Vista n. 32. se dir quera o vende
Vende-se urna negra moga com urna cria,
com muito bom leite, e em abuadancis, propria
para crear meninos, por ser muilo limpa e aceia-
da, com habilidades: ns rua do Rosario larga n.
20, segundo andar.
Vestuarios de gorgorao para menino e menina
a 5, 83 e 15.
Dilos de brins para menino a 4.
Ditos dc fusio para meninus a 6.
Calcas de casemira decores para menino a 6.
Vestidos do cambraia bordados para baplisado
de criancasa 69 e 15.
Colxas abertas de 15 para cama a 5$.
Grosdenaple de cores covado a 1 e 1200.
Tafel do cores com pequeo defeito de mofo o
covado a 320 rs.
Barege de seda lindos padrees o covado a 900 rs.
La decores muito fina o covado a (500 rs.
Riscado de la e seda muito tino o covado a 800 rs.
Chales de cores o covado a 500 rs.
Lencos de seda de cores a 1 e 1}500.
Luvas brancas de pelica em bom estado a 500 rs.
Ditas de seda pretas e dc cores a 320 rs.
Leques flnissiraos a 1$500, 3 e 15.
Peca de fila do gorgurSo para sinlo de senhora
com 11 varas a 4500.
Pega estreila de velludo com 10 1|2 varas a 1.
Fila muito larga e rico deseoho para cinla de
senhora a vara 25O0.
Chapeos de palha copa alta para homem a 4.
Ditas amazonas para montara de senhora u j.
Dilos de seda para senhora a 10.
Dilos de seda dc cores para crianca a 4}.
Bonets d* lootra para menino a 4$.
\

->z n T" ~: w
>";.*.


(*)
. -,..'.
DIARIO DE PEfiRAMBUCO. SEXTA FE1RA 28 DE SETEMBBO DE 1860.
Fazendas finas e
roupa feita.
Augusto & Perdigo.
Com loja Da ra da Cadeia do Itecife n. 23
vudem e dao amostras as seguintes fazendas-
Cortes de vestidos de seda protos e de cores
Corles de ditos de barego, de tarlatana e de gaze
de seda.
Cauoraias de cores, brancas o organdys
Aii i unhaa para saias. saias balao, de clina, ma-
dapolao e bordadas
Lencos do labyrinlho do A.ac fraocezes.
Chapeos amazonas de palhs e .. -*da para se-
nil >raa e meninas.
Eofeitesde froco. de vidrilho e de ores.
Peales de tarliruga, imoeralriz e outros gostos.
Manguitos e gollas, ponto inglez, francez e mis-
Moga.
v..--i unos de fusto, de la e de seda para
crianza.
Uiateletea, taimas e pelerinas de differenlesqua-
lidades.
Chiles de touiim, de merino e de la de pona
redonda.
L iras de pellica brancas, pretas e de cores.
Vestidos de bloud, mantas de dito, capellas e
0 >res soltas.
Siutures, camisas de linho e espariilhos para
s a hora.
P'rtm iras linas, sabonetes e agua de colonia.
C isa as, sobrecasacas e paletots de panno preto
o do cor.
Paletots de alpaca, de seda e de linho.
C ilc, is de casoraira de cor, pretas e de brim
Camisas de maiapolao, de linho inglez e de laa.
Saroulas de linho e de weia.
M il i, saceos, apelrcixos para vi age m.
Chancas pira invern, botinas do Meli e outros
fabricantes.
Ch ipos do Chyli. de massa e de feltro para ho-
rnera.
Charutos luanilha, havana, Rio de Janeiro e
Babia.
Attenco
Vende se na ra da Cruz n. 48, uma
divida julgada por sentencia, o devedor
dizem que tem loja emnome de outro
na ra da Imperatriz, cujo devedor
chama-se Antonio Jos de Azevedo,
Vende-se um terreno na ra Imperial, pro-
Pfio.com 110 palmos de frente, com urna cazi-
uha de lijlo com muilo bella vista, desembar-
que atraz, grandes fundos al o rio. aterrado e
prompto aedicar um estabelecimenlo, ou pro-
pnedartos, o que se vender com lodo fundo ou
parle, como convenha ao comprador: no mesino
lugar, casa n. 222, a tratar com o propietario
Victorino Francisco dos Santos.
Seboe graixa.
Se o coado e graixa em bexigas : no armazem
u lasso Irmuos, no caes de Apollo
Parahyba.
V mi 1^-se o engenho Torrinha distan-
te ; sti ciddde ditas leguas por trra,
te n terreno para dous mil pues oor au-
no e bja casa de vi venda assobradada
boas obras, tem era bar pie no porto dis
tanto doengentio 1|2 quatto de legua
do rio Parahyba eern menos de 3 horas
se veta acidade; quem o pretender di-
i Joao Jos de .\Ie Jeiros Correia
que dir' quem o vende.
r : i
c
Belogios
Suissos.
Libras steiiiuas.
ese no escriptorio de Manoel Igi
& Filho, na praca do Corpo San
Chama-se attenco.
M Mil Pianos
Lindo sorlimento da vp.otiHns mr, i,i;,.j m.*j%.mn. \JKJ
Lindo sorlimento de vestidos para baptisado
louquinhas. meias, sapaliohos. e chapeos sinhs,
do ra hor gosto e de diversos pre?os. Chegaram
pelo ultimo navio fra ncez casa de J. Falque
ra do Crespo n, 4.
LOJA DO VAPOR.
Grande e variado sorlimento de calcado fran-
cez, roupa feita, miudezas finas e perfumaras,
ludo por menos do que em outras parles : na lo-
ja do vapor na ra Nova o. 7.
CAL DE LISBOA,
nova e muilo bem acondicionada na ra da Ca-
deia do Recifen. 38, primeiro andar
Tachas para engento
Fuudico de ferro e bronze
Saunders Brothers & C. tem para vender em
eu armazem, na praca do Corpo Santo d. 11,
alguns pianos do ultimo gosto. recentimeste
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broachrood ASons de Londres
muito Dronrios oara este clima.
mm asaran z*sm ms&mwim
REMEDIO INC0IV1PARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Milharesde individuos de todas as nacoes po-
dem testemunharas virtudesfleste remedie in-
comparavel e provar em caso necessario, quo,
pelo uso que dellefizeram tem seu corpo e niem-
brosinteiramentesosdepois de haveremprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascura maravilhosa3
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha niuitos annos ; e a maior parte
della sao to sor prndenles que admiran; o
medico mais celebres. Quanlas pessoas reco!
braram com este soberano re
45 Roa Direila-45
Esteestabelecimento offerece ao pu-
blico um bello e rico sprtimento por
precos convenientes, a saber :
Homem.
Borzeguins imperiaei.....10-jOOO
>itos aristocrticos....... DB
Vendem-se saceos com farelo a 4# cada uma -
no pateo de S. Pedro n. 6.
Cheguem ao barato
O Preguicaest queimando, em sua loja na
ruado Queimado n.2.
Pecas de bretanha de rolo com 10 varas a
2%t>, casemira escura infestada propria paracal-
Qa, collete e palitots a 960 rs. o contado, cambraia
organdy de muilo bom gosto a 480 rs. a vara,
dita liza transparente muilo fina a 39, 4$, 5$,
e 655 a pega, dita lapada, com 10 varas a 5?> e
63S a peca, chitas largas de raoJernoie escolhidos
padres a 240, 360 e 280 rs. o covldo, riqu-
simos chales de merino estampado a 7 e 89
ditos bordados com duas palmas, fazenda muito
delicada a 95 cadi um, ditos com uma s pal-
ma, muilo finos a 83>500, ditos tizos com fran-
jas de seda a 5J, lencos de cassa com barra a
100, 120 e 160 oda um, meias muilo finas pa-
; sVoi* ,a duzia'. Hiias,de boa qualidadt: eezx&ees* asg's'iTs
a 3#e 3*500 a duzia, chitas francezas de ricos | *" ~ *
desenhos, para coberta a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 5&900 a poca, e a 160 rs.
o covado, brim branco de puro linho a I,
1J5-2O0 e 19600 a vara, dito preto muilo encor-
padoa 19500 a vara, brilhantina azula 400, rs.
o covado, alpacas de differenles cores a 360 rs. o
covado, cesemiras pretas finas a 2*500, 3ffe'c
39500 o covado, carabria preta e desaleos a i esl5
500 rs. a vara, e oulrasmuias fazendas que se < lpp,r0Te1!lar a occasiSo- Garanie-se boa qolU
far patente ao comprador, e de todas se "*- ?ad?.e.bo.ra 'vado dos mesmos wniu^. ..
Francisco Antooio Correia Cardozo,
tem um grande sorlimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Pechinchas
sem iguaes, na ruadoQuei-i
raado n. 65, na bem conhe-i
cida loja da diligencia de
Fajozes Jnior & Guiniares'
itSKJ!^-" muil Cnas para liomem *
l&SOaduza.eera pares a 160 rs., clchele!
francezes em cario a 320 a duzia de candes, e a '
30 rs. cada cartao com 14 pares, luvas finas de '
seda para homens e senhoras a 640 o par, ditas
com algura deleito a 210 o par, muilo boas cor- i
das para violao a 80 ..agulhaa francezas, caixas j
4 papis a 100 rs., apporelhns de porcellana
GRANDE SORTIHJE^JTO
DB
Fazendas e obras feitasj
Loja
soberano remedio o uso d B"gu\m moscovia (prova de
bracos epernas.depoisdeter permanecido Ion-ln-;20/5"3.*.......9*000
go lempo nos hospitaes, onde de viam soffrer a I -S democrattcos......6A00
Meto borzeguins patente. -
SapatOes nobreza.....
Na
e armazem
DE
com
Foges econmi-
cos
Fogoes econmicos americanos, os melhores,
que tem vindo ao mercado, nao s por cozioha-
rem cm molade do lempo de qualquer oulro !
como por nao g.istaretn uma terca parle da Ienl.a;:
estao-se vendondo por rootade do seu valor
amostras com penhr.
darao
, vende-se na
fundiCao da ra do Brum n. 28. loja de ferrasen*
da ra da Cadeia do Recife n. 64.
Em casa de Schafleillin & C, ruada Cruz n.
>3. vende-se um grande e variado sorlimento de
i- de al^i.'ira horisonlaes,patentes,chro-
noaetros.meios chronometros, de ouro, prala
dourada efolheadosa ouro,sendo esles relogios
t a irosfnbricaiitesda Suissa, queso ven-
d "'' ,ior precos razoaveis.
Tv3lhado de zinco.
, O telliado d-j zinco aqui usado as
CJ np uiliias do ' a i Jas Ijoai inreidos raoJeriias, el-
lo ; -.-se recommendard pela grande
d iraqSo, pouco peso no edificio, bom
acaa licin tinento, barateza do cu>-to,
aciI conduccoetc etc., todos sabem
que i duracao do zinco e infinita prin-
c:pl neate se se ti ver a cautela de dar
urna mao di tinta do lado exposto ao
1 n :i), un i tellia de zinco cora o peso
i 2 ) libras, cobra um esparo que pre-
cisan i pira tal fim 50 tellias de barro,
o espaco coberto pela tellia de zinco nao
penetra o rneuor pingo de cliuva e a
acilidade de sua con lucriio tal que
i; na :irro > le c mduzir de utna s
v". i tei ulo iireciso p*ra cobrir uma
,; i lecat*. e i telliadode zinco rauito
rinc pd nenie para cobrir enge-
' iJUl-jiro, Di-rieles de ferraras,
a: aazens d; det>oiti etc etc.. em
i a J i quem quizer experimentar o te-
lliado de zinco, conliecara' sua grande
vantijdm, este tdliado vende se a 120
rs. pqr libra de 50 tellias para cima:
nos armazeos de Paulo Jos Gomes e
Manoel Firmino Ferrei- rna da Con-
T i armazem de materiaes.
Vlanteiga fraftceza.
Anus nova que ha no mercado a 560 rs. a
llora, e era barril se faz algum abalimeulo
largo da l'enha n. 8.
IGes&Bastoj
Na ra do Queimad ) n.
46,frenteamarella.
Sorlimento completo de sobrecasaca de
panno preto e de cor a 25, 28, 30 e
35, casacas a 28. 30 e35. palitots dos
mesmos pannos 20. 22 e 25$. ditos de
casemira de cor a 16S e 18. dilos sac-
eos das mesmas casemiras modelo inglez
casemira fina a 10, 12/14 e 15$. ditos
saceos de alpaca preto a 4$. ditos sobre
fino de alpaca a 7. 8e9, dilos de me-
rino setira a 10$, dilos de merino cordao
a 10$ e 12. ditos de sarja preta trancada
m saceos a 6$, ditos sobrecasacos da mes-
rna 'azenda a 8, ditos de fuslao de cor e
m branco a 4. 4$500 o 58, colletes de ca-
. soraira de cor e preto a 5 c 6, ditos de
II merino preto para luto a 4 e 5, ditos
O de velludo preto decdr a 9 n 10, ditos
m de gorgurao de seda a 5 e 6. dilos de
^ brim branco e de cor a 25lM e 3, cairas
II de casemira de cor e preto a 7$, 8$, *'J
sg e 10, ditas para menino a 6 e 7, ditas
m de merino de cordo para nomcm a 5$ o
| O}, ditas de brim branco a 5 c 6, ditas
ditd dn cor a 3, 3500, 4 i o 5. e de
^ todas estas obras temos um grande sor-
g{ tmenlo para menino de todos os lama-
nhos ; camisas inglezas a 36 i duzia. Na
mesma loja ha paletois de panno prelo
para menino a 14$, 15J o 16}. ditos de
casemira para os mesmos pelo mesmo
M ?r-1c-- dilS do alpaca saceos a 3 e
S 3&a00, ditos sobrecasacos a 5 e 6$ para
|| os mesmos, calcas de brim a 2;50'i, 3 o
W 35500, paletots saceos de casemira de cor
M a 6J e 7, loalhas de linho a 800 e 1 ca-
*j da uma.
II No mesmo estabelecimenlo manda-so
5v apromptar lodas as qualidadcs de obras
m tendentes a roupas feitas.em pouena dias, i
que para esse lim temos numero suf- **
ticiente de peritos ofTiciaes de alfaiatos al
rgidos por ura hbil mostr de serae- S
hanle arle, fleando os dones do eslabe-
leciraento responsaveis pelas mesmas S
obras at a sua entrega. m
mmmms mm mmmmm
Sua do Crespo,
\ Loja n. 25, de Joaquim Ferrei-
ra de S.
Vendo-se'por precos baratissimos para acabar-
do que em outra qualquer parte oo7sVrem7 minV nirl" Tia*UPeri?5S 1uaIldades e aa^ ""rato roupoes de seda para senhora a 15. laazinha, de
dos proprietarios. P P Serem a maior parte delles recebldos em direitura por conta | cores para vestido a 200 rs. o covado. cassas de
Manteiga Vngleza e franeeza
perreitamente flora mais nova que lera vindo
se fara algum abatimenlo.
Qneijos amengos
muilo novos recntemente chegados no ullimo vapor da Europa de 18700 a 1 p, n.. j.S. ,
que o freguez lizer se far mais algum abatimenlo. P 3* M nsla de Basto
Quejo prato
os mais novos que existen, no mercado a 19 a libra, em porCao se fara abatimenlo.
x\mcixas francezas
em latas de 1 \\2 libra por 1^500 rs., e em campoteiras Je vidro
por o-jiU!.
MustardaingYezac ranceza
em frascos a 640 rs. e em potes ranceza a 800 rs cada um.
Vevdadeiros ftgos de comadre
,u caixinliasd 8 libras elegantemente enfeitadas proprias para mimo a 1$600 rs
ttolacUinUa ingleza
a mais nova que ha no mercado a 210 rs. a libra e em barrica com I aroba por 4$
Potes vVdrados
de 1 a 8 libras proprias para manteiga ou outro qualquer liquido d
go
amputaco! Dellas ha muitasque havendo dei-
j xado esses asylos de padecimeutos, para senao
submetterem essa operario dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodess
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa na
enfusao de seu recouhecimento declararam es
te resultados benficos diante do lord correge-
e outros magistrados, am de maisauteuti.
caremsuarmaliva.
Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
ivesse bastante conanga para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
mentratatoquenecessitassea natureza doma,
cujo resultado seria prova rinconteslavelmente .'
Uuetudocura.
Ouasueuio e til, mais parUcu-
'*rmen, nos se*uines casos.
inflammacao dabexiga.
500
2500
0 NOPROGRESSO
Alporcas
Caimbras
Callos.
anee res.
Cortaduras.
Dores de caneca.
~ dos membros.
t|ermidades da cutis
emgoral.
Di'as doanus.
Erupcoes e escorbti-
cas.
Fistulasno abdomen.
Fra dade ou falta do
"lor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escldalas.
InchacSes.
aflam'macodoflgado.
BK
^^
Neste armazem de molhados con-
""-'.'"i Ie.nier_0S.sS0'nlesgneros abaixo mencianad
rs. a libra em barril
contendo cada um 3 libra
cores linas a 240 o covado, chita larga a 200 rs
casaveques de cambraia bordados a 8. capas de
fuslao a 5. penleadores de cambraia bordados a
6. liras e babados bordados a 320 a vara, lencos
de seda com franja a 1, riscado francez a 200
rs.,sobrecasacas de panno fino a 25 paletois de
panno prelo e de cores a 18, 20 c 22, ditos de
alpaca de 4$ a 8$, calcas de casemira pretas e de
cores para todos os precos, ditas de brim bran-
co e de cores de 2 a 4, gollinhas bordadas de
traspasso, camisinhas para senlio.-a a 2S500
mnguitos bordados a 2000. chita de lustre lar-
ga para cubera a 320 rs,, esguiao de linho mui-
lo lino a 1200 a vara, bramante do linho com
9 palmos de largura a 2'JO a vara, damasco
de laa com 9 palmos de largura a 200O o co-
vado, ne^as de madapolao fino a 4500. chapeos
do feltro finos, balees Garibalde a 5J500 pale-
tois de brim de cores e brancos de 4j a (! ca-
misas brancas e de cores de 1500 a 3j, o outras
muit.is fazendas por muito menos do
para fechar contas.
sea valor
Cimento inglez.
Para collar vidros
1J
louca. tarlaru;
DO
Bichas.
Vcndera-se bichas rccentemenie chegadas
muilo novas, por preco comraodo ; era casa d
Sotl e C,a ra da Cruz a. 22, na botica
franceza.
CNDIEIROS
Augusto & Perdigo, na ra da Cadeia do
Recife n. 23, a 2 cada vidro dinheiro
vista. Os amadores devera quanto antes
prover-se delle.
i^mmes
;."-
IBA
loja
Grande sorlimento de candieiros econmicos a
gaz drogenio, e lodos os mais prppj-os para
imo dus mesmos na ra Nova n 20,
Vianna.
Vcnde-se barato
NO
Armazem de fazendas.
3 uula3 ,.ipnas para manteiga ou outro qualquer liquido de ion .'i-ruin V Zl -i """,- """" '-"'aruga,
\ non\v>- o.x*V;*l -uquiao de 400 al000 rs. cada um.' || m'' ".etc, chegou uma pequea porc.o
tVaieildOaS COnieitadaS PVOnrVaS Bar ii.U0 S? leste cimenlo a muicanhecido nestaca-
a r f* aunes i pita! e se vende nicamente na casa de
de S tloao
a 13 a libra e em frasquinhos, contendo 1 1(2 libra por 2.
Cha preto, \\yson e perola
os melhores que ha neste mercadode l600,2e 2500 a libra
Macas em caixinlias de 8 Vibras
contendo cada urna dilTerenles qualidades a 4J500.
Palitos de dentes lidiados
era molhos cora 20 macinhos cada um por 200 rs.
Ti jlo francez
proprios para limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas e francezas
em latas e em frascos de differentes quilidades .
Presuntos, clionv eas e naios
o mais novo que ha neste genero a 480. 640 e 720 rs. a libra.
.Latas de Iwlacliinlia de soda
de dilTerentesqualidades a I36OO em porcao se far algum abalimenio
lambem vendem-se os seguintes gneros tudo
1
Na fabrica de caldeireiro da ra Imperial"
junio a fabnca_de sabao, e na ra Nova, loja de
terragens n. 37, ha urna grande porcao defolhas
de zinco, preparada para telhados, e pelo di-
minuto nreco de 140 rs. a libr
recentemente
DA
Ra do Queimado numero 19.
A 1$800 rs.
Lencoes de linho finos a 1800 rs.
A f j(S00 rs.
CobertM de chita grandes gosto chinez.
A 4.^00 rs.
Iladapolo infestado com 20 varas.
A 4.S-00 rs.
t.imbraia branca Una de salpicos com 8 1|2
v.ir.is.
A 3#500 rs.
\ erdadeira pechincLa de chales de merio os-
tarapados e lisos, grandes e muito linos
A 2-20 e 200 n.
Chitas francezas largas cores fixas e escuras.
A 900 rs. a vara.
Brim trancado alvo com 8 palmos proprio para
loalhas so se vende neste estabelecimenlo.
A H e 4#800 a pee*.
Cambraia lisa fina cora 8 1)2 varas.
A 560 rs. a vara.
Cambraia preta_com pintas brancas muito fina.
A 500 rs. a vara.
Cambraia de cores muito fina miudinhas.
A 2.s' a duzia.
Lencos brancos para algibeira.
A 600 rs. a-yara.
Algodao monstro proprio para lencoes.
A meia pataca.
Chita miudinha pelo barato prego de W0.
res qualidades presuntos a 480 rs^ libra.Vho'rTra'mViloZT^mnZll^i3110 d? uperi-
bricanlede Lisboa, macade lmate, perasecca,passs i'rurtaserral.H ? mais afamado fa-
com amendoascoberlas .confeiles. paslilhas de variasqualidades vinaVr'p h?6" i*' ^ZCS' frascos
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitosparacamisas.
Biscoulos .
Emcasa de Arkwight & C., ruada
Cruz n. 61.
da matriz
Lepra.
Males daspernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queiraadelas.
Sarna
Supuracoes ptridas
Tinha, cm qualquer par-
te que.seja.
Tremorde ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado .
dasarticulaces.
Veas torcidas ou noda-
das naspernas.
Vende-se este ungento no estabecimento
geralde Londres n. 224, Strand. e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e Hespanha.
Ven le-se a800 rs., C3da bocetinha con t m
uma mstruccao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum.
i pharmaceutico. na ra da Crun. 22. em Per-
! nambuao.
Relogios.
Vende-seem casa de Johnston Pater & C., ra
do Vigario n. 3, um bellosortiraento de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambera uma
vanedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Espirito ile vinho cora M
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
raos.chegadoda Europa, as garrafas ouas ca-
nudas na ra larga do Rosario n. 36.
Ra daSenzala Novan. 42
Vende-seemcasade S.P. Jonhston & C.va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhoes n-
glezes.candeeiros e castigaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montana, arreios paracarro deum edous-aval-
os e relogios d'ouro patente inalezei
Rival sem segundo.
Na ra do Quaimado n. 55, defronte do sobra-
do novo, loja do miudezas de Jos de Azevedo
Maia e Silva, ha para vender os seguinies artigos
abaixo declarados :
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Sapatos de tranca de algodao a 1^.
Carlas de alflnetes finos a 100 rs.
Espelhos de columnas
lgiO.
Phosphoroscom caixa de folha a 120 rs.
Frascos de macass perilla a 200 rs.
Ouzia de facas e garfos minio finos a 33500.
Clcheles em carlo de boa qualidade a 40 rs
Caixas de clcheles batido3a60 rs.
Caixas de obreias muito novas a 40 rs.
l'rasco de oleo de babosa a 500 rs.
Do dito para fazer cabello corredio a 800 rs.
Sapatos de lia para criancas e 200 rs.
Pares de meias para meninas a 240.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320,
Massos de grampas muilo boas a 40 rs.'
Agulheiros de marim a 160 rs.
Caivetes de aparar penas a 100 rs.
Grvalas de seda muito fin/>s a 600 rs.
Tosouras para costura muito finas a 500 rs.
Ditas p3ra unhas a 500 rs.
Pecas de franja de laa com 10 varas a 1g.
Pecas de tranca de laa com 15 varas a 500 rs.
lelilho para enfeitar vestido (peca) t.
Linhas Pedro V, cartaocom 200 jardas, a 60 rs.
Dilas dito com 100 jardas a 20 rs.
Escovas para dentes muito finas a 200 rs.
Pares de meias decores para homem muilo fi-
nas a 140.
seceos e
6j000
C$500
65OCO
Ditos infantes....., 5$000
Ditos de linda (3 1|2 bateras). 6*000
Ditos fragata (sola dupla). 5,.jC00
Sapatos de salto (do tom). C$000
Ditos de petimetre......50C0
Ditos bailarinos.....
Ditos impermeaveis. .
Senhora.
Borzeguins primeira classe(sal-
to de quebrar).......5000
Ditos de segunda classe (quebra
cambada). ,...... 4800
Ditos todos de merino (sallo
den&oo).........4$500
Meninos e meninas.
SapatOes de forra........ 4C00
Ditos de arranca........3$500
Bo.zeguins resistencia 4$ e 5*800
Pateo de S. Pedro 11. 6, arma-
zem de gneros
molhados.
lfe;sc, ntsl novo es'aoelecimento saceos
fom farelo de Lisboa, farinha de mandioca, mi-
a, arroz de casca e dito do Baranhao de supe-
merr,rtn *arfa d9 'elhor que podo haver no
Snrrn2l!K?W V'6lcza p <"">?"*. banha de
Smh!h-L b 8chinha* d* ^da de lodas as
qualidades. cerveja preta e branca da melhor
K!,aqUC1J" nao,en80S frcaea. conservas in-
n or H nm81SgeDeS que se vendcm nrmenos
prer^o do que se vende em oulra qualquer parte
Cambraia organ-
dys a 3G0 o covado.
Vende-se na ra do Crespo, loja n. 8 de ona-
iro portas, cembraia franceza organdys a '
covado para acabar uma factura8; assim
boas chitas francezas a 240 e 300 rs
lindos i.adres e cores fixas : dan-
Guimaraes Villar
com loja de fazendas finas na ra do Cresoo nu-
mero 1/, participara ao respeilavel publico o.k
eem excellenles machinas de costura dos n".
Inores autores de New-Vurk, asquas vendem
por precos muito mais em conla do que aquella-
porqu se teem vendido em outras casas
SYSTEM MEDICO DE IIOLLOWAY
PILL'LAS HULLWOYA
Esteinestimavelespecilico, con.pcrto lnieii -
mente de hervas medicinaos, naocont,,, n er .
"^t'fa?"!I!.0"lr.a su.b*taniia delecter:;, ]S~
300 o
como
fazenda de
dao- se maostras.
3ersee,aPmde 6r0 ^ ""ff'e"Si,
Entre milhares
da
madeira branca, a
para conservas, charutos dos melhoresfabricanle's'dVsrFeuV mS??'' "ordeaux'.proprio
marauto fina, ervilhas francezas.champagr.e das mais acreditada^?,"'" qual.idad,e.X0n-
spermacetebarato.licoresfrancezesrauito finos, marra=auinode zar, 2' CerveJas de dilas,
lonas muilo novas, banha de porco refinada e oulros muilo gneros a.'f .'^ ,e P.urifi(:ado.azei-,
molhados. porisao prometiera os proprietarios venderem por muito bZ^ ? ,ra"o tendentes a
prometen mais tambera servirem aquellas pessoas que mandVrem2. ** outro.qIqer,
viessem pessoalmen.e ; rogara tambera a todos os sanhorc"!eS^nh f P 1 Pr3llCas como
queiram mandarsuas encommenrlas no armazem Progresso aue se lb^m 6 sen,lores '""dores
o acondicinamelo uKrtsso aue se. thes aflianca a boa qualidadee
Botica.
ARMAZEMDE
OKPA FEITA
DI) 4
Defronte do becco da Congregacao letreiro verde.
Casacas do panno prelo a 30, 35# e
Sobrecasacas de dito dito a
Palelots de panno pretos e de cores" a
.80J, 25, 30fl e
Dilos de casemira de cores a 158 e
Ditos de casemira de cores a 7S e
Dilos de alpaca preta golla de velludo a
Ditos do merino selim prelo e de cor
a 8 e
Dilos de alpaca de cores a 3JJ500 e
Ditos de alpaca preta a 38500. 5, 7 e
Dilos de brim de cores a 350O,450O e
Dilos de bramante de linho brancos a
4500 e
Calcasdocasemira preta e de cores a
Ritas de princeza e alpaca de~cordlo
relos a
DiV!.te brina br8Qc de cores 2500,
.4j500 e
Ditas de anga de cures a
"Mas de casemira a
353000
228000
moro
128000
9000
5 #009
9>000
59000
6*000
12*000
58O00
5f>00
ffi n?iVS" a Ve"Ud0 decores ""itonno a
JogOOO Ditos de casemira bordados e lisos pre-
ose de cores a 5, 5500 e V
Ditos de selim preto a
Ditos de casemira a
Ditos de seda branca a 5J e .
Dilos de gorgurao de seda a 5J e
Ditos de fuslao brancos e de cores a 3g e
Dilos de brim branco e de cores a 2a e
Seroulas de linho a
Ditas de algodao a 1*600 e
Camisas de peito de fuslao brancas e de
cores a 2*300e
Dilas de peito e nunhos de linho muilo
finas inglezas a duzia
Ditas de madapolao brancas e decores
a 1*800, 2* c
Dilas de meia a 1* e
Relog-'os de ouro palentee orisonlaes
, Ditos oe prata galvanisados a 25* e
3ono ; Obras de ouro, aderecos, pukeiras e ro-
M5* I setas w
10;000
6*000
5g000
38500
6*G30
6*000
3*500
2S500 i C
2*500
2*000
BKtholomeu Francisco de Souza, ra larga do
Rosario n. 36, vende-se os segointes medica-
mentos :
Robl'ATecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Hollowayw
Pillas do dito. **
Ellixir anti-asmalhico.
Vidros de bocea larga com rolhas, de 2 oncas
e 12 libras.
Assim como tem um grande sorlimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Velas de espermacete.
Em caixa com 25 libras por 15*, a retalho a
640 a libra : no largo da Penha n. 8.
Manteiga para tempero.
Perfeitamente em bom estado, vende-se
barril a 160 rs. e a retalho a 200 rs. a libra
larga da Penba n. 8.
era
no
Cordao imperial (peeasj 40 rs.
Macas
; das melhores qualidades que existe cm Portugal ,
vende-se nicamente no armazem Progresso de
uarte Je Irmao, no largo da Penha n. 8.
GramsTiaticaingle-
z de Ollendorff.
Novo metliodopara aprender a lr,
a escrever e a fallar inglez em 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de nstruccao,
publicse particulares. Vende-sena
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andar.
de pessoas curadas com <.t.
medio, mullas queja eslavam as porV
more, preservando em seu uso: conPse uira
recobrar a saude e torcas, depois de haveAen,
Pres,0s,.cupe,ao o 5S3Sd! s t'' "
Accidentes epilpticos. -
Alporcas.
Ampolas.
Areas (mal de).
Aslhma.
Clicas
Convulsoes.
Debilidadc ou eitenua-
co.
Debilidade ou falla de
forcas para qualquer
:ousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre
Dilas no figado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas,
inlermilenle.
Vendem-se estas
gcral de Londres n
todos os boticarios
Febre de toda a especie
Gotta.
Ilemorrhoidas.
llydropesia.
Ictericia.
Indigesics.
Inflanimaroes.
Irregularidades dt
mrnslruac.io.
Combrigas de toda
pecie.
Mal Cel'edra.
Manchas na culis.
Obslrucco de ventre.
es-
Phlhisica
ou comsump-
tao pulmonar.
Retencaodeourina.
r.heumalismo.
Symplon]assetundario=
Tumores.
Tiro doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
2*500
358000
2*500
18600
3O*000
S inleressa s senhoras.
Existe novo sorlimento das novas e desejadas
pulseiras de coral Cngindo uma cobrinha, encas-
loadas em ouro : as lojas de ourives de Sera-
phim & Irmo, ra do Cabugi ns. 9 e 11.
Vendem-se libras sterlinas, em
casa de N. O. Bieber & C. : ra da Cru*
n. 4.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P Jo-
hnston 4 C. ra da Senzalan. 42.
eobertos e descocerlos, pequeos egrandes.de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool
ivndospelo ultimo paquete inglez : emeassde
oSuthall Mellor & C.
Loja das seis portas em
frente do Livraniento.
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonitos goslos a 200 rs. o co-
vado, ditas estreilas a imilacao de laazinhas a
160 rs., cassss de salpicos brancas e Oo cores a
200 rs. o covado, pegas de esguiao de algodao
muito uno a 3g a peca, ditas de bretanha de rolo
com 10 vaias a 2*. riscadinho de linho a 160 rs
o covado. chales de merm estampados a 23
longos brancos cora barra de cor a 120 rs. ditos
coa bico a 200 rs., algodao monstro de ds lar-
guras o meihor que possivel a 640 rs. a vara
mussuhna encarnada a 240 o covado, fil de li-
nho prelo bastante largo. A loja est aberta al as
9 horas da noite.
pilulas no eslaliclcrimenlc.
4, Strand, e na lojo de
droguistas e oulras pessoas-
encarregadas de sua venda em loda a Amerir-i
do Snl, Havana e Hespanha. America
Vendem-se as bocctinhas a 500 rs. cada uma
aellas, conten urna insiruccSo em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar desias pilulas
O deposito gcral 6 em rasa de Sr. Soum phar-
meceutico, na ra da Cruz n. 22, em Pernam-
buco
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido e acredilado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, lia para vender a
verdadeira potassa da Russia nova e de sunericr
qualidade, assim como umbem cal vircem em
pedra, ludo por precos Dl,i oralos ^6 *"'
oulra qualquer parte. *
Machinas de costura.
N. O. Bieber & C. Successores avisara ao pu- '
blico, que no seu armazem na ra da Cruz n 4
estao exposlos venda as melhores machinas d
costura que al boje teem vindo a esle mercado
asquaespossuem lodosos melhoramentosinven-
tados al esta poca sem ler os defeilos que em
oulras se nota, assim sao de conslrucro simples
e facilitare o uso. A costura feila por estas ma-
chinas nao teem igual em obra de mao, um pon-
i bonito e forte, alem de que alinham e cosen
de todos os modos, cada caixa de cosluja repr-
senla um lindo toilele para gabinete de senhora
igualmente lia machinas para selleiros, ele Os
precos sao mdicos, e o Sr. Birmingham, enge-
nneiro, ensmo o uso das machinas e todas a n"ar.
ticulandades da conservado de sua construccDo
no acto da compra.
Loja das seis porlas em
frente do LivrameDlo.
Roupa feita barata.
Pslelols de casemira escura a 45. ditos do al- '
P3a P/e a 4 e 5*. camisas brancas e d a 28. ditas de rusto a 2*600, reroulas muilo fi-
nas a lJtoOO e 2. paletots e brim pardo a 3$
calcas de casemira pretas e de core?, paletots d
panno prelo. sobrecasacas, colletes de casemira
preta, ditos de velludo preto e de cores, um com-
pleto sorlimento de roupa feita.
ATTENCiO.
Vendem-se grandes toneis de amarello. assim
comotoneise qnartolas de madeira de boa qua-
lidade, todos muito proprios para as deslillaces
dosengenhos e para depsitos de mel : para ver
a tratar na roa do Queimado lojs n. P9 ou na
ra imperial em casa do maior Antonio da Silva
ousmao.
ILEGfVEL
rr
i
.
" i j
f-r
WI'IT


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FE1RA 28 I>E SF.TEMBRO DE l86fi.
FABRICA
DE
smmmk i numu e ievaei.
Sita na r-ua Imperialn 118 e 120 juato a fabrica desabito.
DE
Sebaslio J. da Silva dirigida por Fraacisco Belmiro da Costa.
Neste cstabeleciraento ha scmpre proraptos alambiques de cobre e diflerentcs dlmencoes
de 300 a 3-000) simples edobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios cominos
para resillar e destilar espiritos com graduacao at 40 graos (pela grada*o de Sellon Cartier
l'ELIClUSAS E1NFALL1YE1S.
=56C#5
dos :
torneiras
Pastilhas vegetaes deKemp
contra as lombrigas
approvadas pela Exm. D6pecc.aode estudo de
Habana e por rnuias oulras juncias de hygiene
outras provincias do impario, bombas publica dos Estados Unidos e raais paizes da A-
Garantidas como puramente vegetaes, agrada-
doces ao paladar, sao o remedio
ira as lombrigas. Nao causam
sensaces debilitantes,
e folies para ferreiros etc., e outros- muitos arligos por menos preco do"quei om'uira quer' Teslemunhoexponlanco em abono das pasli-
parte, desempeuhaudose toda e qualquer encommenda com presteza e perfeicao i conhecida has de Kemp.
para corumodidade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confianca ar-ha
' 'oja de ferrageus pessoa habilitada para tomar nota das

2^
liililillilll^lii-liiiiiiipiiii
GRANDE ARMAZEM
(T)
MI
\S\5
DE

melhores syslemas hoje approvados e conhecidos nesta e
de todas as dimejic.oes, asperanles ede repucho tanto de i
de brouze de iodas as dinieneoese eilios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronzee
Ierro para rodas d agua,portas para fornalhas eenvos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
o ea ra Nova u. 37
Srs. D. T. Lanman e Kemp.Port By-
encommendas. ron 12 de abril de 1859. Senhores. As pas-
tilhas que Vmcs. fazem, curaram meu flho ; o
pobre rapaz padeca de lombrigas, exhalavaum
jeheiro fedito, tinha o estomago inchado econ-
| tinua comiclio no nariz, lao magro se pos, que
eo temia perde-lo. Nestas circumstanciasum vi-
seas proprielarios offerecem a seus numerosos'freguezes e ao publico em geral toda sinno raeu tualquer obra manufacturada era seu reconhecido estabelecimento a saber: machinasde vapor de Dnara curfldo suafilha. Logo que soube disso
todos os lmannos, rodas d'agua para engenhos todas de ferro oupara cubos de madeira, moen-compre 2 vidros depastilhas ecom ellas salvis
de meu hlho.
5ou de Vmcs. seu amo agradecido.
res nhos-ou moldes que para tal lira forera apresentados." Recebcm-'se encommendas nesteesta-
aelecimenlo na ra do Rrum n. 28 A e ira ra do Collegio hoje do Imperador n. Gmoradia do cai-
Jo estabelecimento Jos Joaquim da Costa Pereira, corr quera os uretendentes se Dodic
-Hender para (jualquer obra. ,
-i----------------------------------------______________L_______________________

^KEMP xNUEVflTORK)
PILUL&S VEGETAES
ASSUCARADAS
NEW-YORK
O MELUOU REMEDIO COMIECIDO
Admirareis remedios
f
amencaDos.
>
Todas as casas de familia, senhores de enge-
nto, fazendeiros, ele, devem estar prevenidos
com csles'remcdius. Sao tres medicamentos con
os quaes se cura eficazmente
lealias.
as priucipaes mo-
Prompto alivio de Radway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rheumalismo, dor d*
cabeca, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi- St. Estph.
lis, indigesta, crup, dores nos ossos, contusoes, S. Julien.'
queimadura, erupces cutneas, angina, rolen- '
Cao de ouriua, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura odas as enfermidades escrophulosas.chro-
nicasfcyp hlilicas; resohe os depsitos de mos
humores, purifica o sar.gue, renova 0 systema
proroplo e radicalmente cura, escrophulas.vene-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
W. T. Floyr.
eparadas no seu laboratorio n. 36 Gold
Street pelos unicosproprietarios D. Lanman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em todas as boticas das
priucipaes cidadesdo imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na. ra da Alfandega n. 80.
Bahia, Germano & C., ra Julio n 2.
Pernambuco, no armazem dedrogas de J. Suum
d Companhia ra do Cruz n. 22.
Yio de Borileaiix,
Em casa de Kalkmann Irmaos&C, ra da
Cruz n. 10. enconlra-se o deposito das bem co-
ntiendas marca dos Srs. Braudenburg Freres
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
I deaux. Tem as seguintes qualidades :
NA NOVA
S Loja de miiidezas na ra
H DireitaN. 88, onde tem
o lampeao do yaz,
vendem-se pecas de Illas de coz a 240 rs., c-
s d'agulhas francezas a 160 240 rs., colheres
de metal principe par soupa fino a 52C0, ditas
para cha a 2?hOO a duiia, enfeites de vidrllhos
flm ?nos a S*50 caixa de b"fal '* e
IgbOO, bandejas unas a lg500, 2 3, 4S, e 5,
_ -- n,acosdcgraropa8rulic8a40rs., ditos de rara-
Acha-sena dnecqaodaoflicinadeste acreditado armazem o hbil ^ f- a ? rs ""uiros e areeiros linos a 8, a-
H a,;tSta1F;anCC de AssisAvellar, antigo contra-mestredo fallecido | Kaffi^"^"
|g Manoel Jos Ferreira. O respettavel publico continuara' a encon- Se zia. pecas de nas de linto a 60e 80 rs., coioos
Sffj trar em dito armazem um grande e variado soitiraento de rutinas ^^ para violao a 80 e 120 rs., irancas de Kobo p*ra
m feit.. Scam:ca.acas%obrecSnca,,|1-oqiIes, p.1.1.., de Zo g ^Btf.flrtllBVSS
$07s lino, ditos de catemira d cores, de merm, bombazina alpac^preta S^K qualidades a lio, 160, 200, 240, 280 e 480 rs.,
3g e decores, ditos de brim de bnlio branco, pardo e de'Cres r-alrA && 'Bolirihas de corebi para senhora a 80O e 1w, ta-
^5^ j j i-. j '", T cures* Caicas 5, niveles do urna folha o ICO, escvas para den'-s
^>| de casemira preta ede cores, ditas de merino, de pnnceza, de brins g'a.M rs. sabio fino para barba a 80
JJJJi
Ra Nova 47, junto a igreja da Con-
ceicao dos Militares.

De Brandeiiburg frres.
erysipclas, abcesoso ulceras de todas as classi
molestias d'olhos, difliculdade das regras daj
mulhetes hipocondra, venreo, etc
'.';..Ira conslipaqSes, ictericia, affecetdo fajado
febres biliosas, coliras, mdigesloes
j ~ I .enxal"ecas- : sos, tumores bramos, afeccoes do ficado e rin
[emorrboidas, dtarrhea, docncas da frl,iia. .k.^ZT?... ,
palle, :ii;ip;Aes,e todas as enfermidades,
PROVECIENTES DO ESTADO IMPURO DO SANGUE.
"5,000 divas (leste remedio consomraem-se
i.'iii-.ialinuiitel '
Remedio Apptovado pela fleudado de medicina, e re-
rommendado co:noo mais valioso catrtico ve-
yetat de todos os conhecidos. Sendo estas pla-
las puramente -\egelaes, nao conlern ellas ne-
nhuin venen mercurial nern algum outromtne-
ral; estao hem acondicionadas em caixas de folha
; ara resguarJar-seda humidade.
Sao agridiveis ao paladar, seguras e efficazes
em sua operdgo, um remedio poderoso para a
juventude, [luburvlade e velhice.
Lea-se ofolheto que acompanha cada caixa,
pelo qual se Picar conhecendo as muitas curas
rosas que lem effeclusdo. D. T. Lanman
vo os nicos fabricantes e proprielarios.
Acham-se a venda em todas as boticas das
icipaes cidades do imperio,
DEPSITOS.
Uio de Janeiro, na ra A'.fandegan. 89,
Bahia, Germano & C. na Julio n.*2.
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Soum
Harganx.
Larose.
Ch.teau Lovie.
Chiiteau Margauz.
De Oldekop & Mareilhac.
St, Julien.
St. Julien Mdoc.
Cliatea Loville.
Na mesma casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
rlllllaS reguladoras de Rad- Cognac em barris quadade fina
Cognac em caixasqualidade inferior.
Way Cerveia branca.
para regularisar o systtma, equilibrar a circula- *,ii i-
cu do sangue. intelramen.e vegetaes f.vor.vei, ^ """Jf "^
eirT todos os casos nunca occasiona nauze- afamados autores
=^3 a guarda nacional da capital e do interior. g^<
Apromptam-se becas para desembargadores, lentes, juizrs de di- %jj
^$5 reito, municipaese promotores, e vestidos paia montaria. Naoagra- |^
^p dando ao comprador algn as das roupas leitas se apromptarao ou- B
r>>^ tras a seu gosto, quer com fazenda si.a ou do armazem para o que W^l
=g^ tem escolhidos e babeis ofliciaes, dande-setoda e qualquer roupa no ks
^^ dia convencionado. <<:
mrf sr? cp sjj 9
penies paro alar cabello a 160 rs., oculos de a o
a 5UOe80O ts., pomada fraoeeza a 100 rs., tpe-
les para laniernas a 55(10 o par. toacas para me-
ninas e meninos delaa a 800 rs., collieres para
cha a 600 rs. a duzia, allinetes em raizinha m ..-
to lino a 200 e 280 rs., lnvas de lio d'Es, i jsia
decores para honieru a 640, oilas brancas a 640
rs., meias cruas linas para homem a 3p200 a dd-
i zia, laa para bordar > mais lina que ha a "guCO,
linlade carmiru lina a 500 rs., caizioha de papel
sorlidas em cores a Ig, dilasde quadrin1- >* a MO
,.-Wfifcfi'fc'$Ks'''' rs-.diias decores a 800 rs, alai-adores d'alrodo
Vn Vi) V> Vi>vtt'i* | chatos o 60 rs., ditos rolicos a
lfIUlIl
DE
NALOJAE ARMAZEM
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
Hcvoutc Ao Vccco da Congrega^ao \ctc\vq vevde.
lgCOO
; C. ra da Cruz n. 22.

ni*
_.as ne
dores de ventre, dses de 1 a 3 regularisom, de <
a 8 purgara. Estas pilulas sao efficazes as aliec-
Soea do tlgedo, bilis, dor de cabcr;fl, ictericia, in-
digestao, e em todas as enfermidades das mu-
eres, a saber : irregularidades, fluxo, reten-
"^oes, flores brancas, obstrueces, histerismo, ele,
sao do mais proinplo etTcilo na cscarlalina, febre
biliosa, febre amarca. e em todas as febres ma-
ignas.
Estes tres importantes medicamentos vem a-
companhados de instrucroes impressns que mos-
tr.im com a maior minuciosidado a maneira de
applica los em qualquer enfermidade. Esto ga-
rantidos de falsificaeao por s haver venda no
armazem de fazondas de Raimundo Carlos Leite
Alrrao, na ruada Emperatriz n. 10, nicos
agentes em Pernambuco-
I Marlinho&Olheira I
as de coser dos mais
es de New-York, I.
M. Singer & C. e Wlieeler & Wilson.
Neste estabeleci-
mento vendem-se as
machinas destes dous
autores, mostram-se a
qualquer hora do dia on
da noiie, e responsabili-
samc-nos por sua boa
qualidade e segiirsnra :
no armazem defa/.endas
do Itaymundo Carlos
Leite Irmaos ra da
Imperalriz n. 10, Hiiligamente aterro da ltoa-
VisU.
UraCA VERDADEIRA.E LEGI
TIMA.
Seda de quadrinhos muito fina covado
Enfeiles de velludo com froco prelos c
de cores para cabera de'scnhora da
ultima moda
Fazendas para vestidos, sendo sedas, 15
e seda, cimbraia e seda tapada e
transparente, covado
Luv?s de seda bordadas e lisas para se-
nhoras, homtns e meninos
Lencos de seda rxos para senhora a
2.;'000 e
Maulas para grvalas e grvalas de seda
de todas as qualidades.
Chapeos francezes forma moderna
Lencos de gorguro prelos
Kicascapellas brancas para noivados
Saias balao para senhoras e meninas
Tafet rxoo covado
Chitasfrancezas a 260, 2S0. 300 e
Cassas francezas, a vara
9
S
2J5C0
9
8=500
Setim preto ozul e encornado proprio
para forros com 4 palmos de largura,
o covado
Casemira lisa de cores 2 larguras o co-
vado '
Chales de merino bordados. ',M,s e es-
tampados de todas as qua'dades
Seda lisa preta ede cores pr0pria pa-
ra forros com ., palmos. de largura o
covado
Ricos cortea de seda
100 rs., penlos
I travessas para meninas a 640 rs ditos de borra-
| cha para alizar a 600 e 800 rs., ditos de bfalo
, branco a 500 rs,, di ios pjra pilhos a 280 rs., di-
tos para suissas a 500 rs., peras de Irancas oe
! 15a de caracol a 60 rs., lilas d seda da largura
de 5 dedos a 640 rs., obreias de colla a 100 rs.,
: bonecas de camitica a 160 rs., dilas de cliouro a\
: 500, 800, 1")0 e Z, lesooras para unhas a SCO
! rs ditas para costuras 3 1, tai a de cabo de la-
lanco dous boioes 6j50O enfeites dos mais mo-
dernos qne ha para senhoras a 53 e 4j;50O, di-
los para meninas a 4gt;0 e 59, caixa de lampari-
1 as de nova invenrao a 400 e 60 rs. lucos i reos
.de seda a 100, 160* 200, 280, 320 e 500 rs., car-
rele de linha do gaz de lodos as cores a 40 rs. ,
ricas figuras para quadios ; venham logo anles
! que se acabe a pechinche.
toa
FVNDiCAO LOW-MOW,
icoo Roa (la Scnzala Nova b. 42.
MODO i Neste estabelecimento continua a haver im
H$uuu i comapjei(sr[imcnt0,. moendas e meias mi t n-
j dasparaeuSenho, machina de vapor e taas
9 deferro batido eooado.de todos os lmannos
para d
19500
... a ;-- prelos e de cores
com saias c de hahadn*
Ditos de eaze e dr "jalDao1S ,
25:000 Chales detall S=d?Ph|!!ia.S"
9 Grosdenaple pr ;ra m,u"n D09, ,
9 | as qualidadP /t0 dc COrPS de ,odM
J500 Seda lavrade ,
prela e branca
0320 Capas de ti1
S5001 froco
. e visitas de seda preta cora
9
9
9
Tachas e moendas
Draga Silva &C.,tem scmpre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A,um grande ortimento
de tachase moendas para engeuho, domuil'
acreditado fabricante Edwin Haw a tratar J
mesma de osito ou na ra do Trapiche n f 0o
Lencos, bicos e rendas
Na loja da ra do Crespo n. 14, vende-se ricos
lencos de labyrinto de i-ambraia dc linho, bicos
e rendas feito na provincia rio Cear.
Vende-se urna casa ierres na ra deQoiabo
nos Afogados, chao proprio : a tratar ca ra d:;s
Trincheiras n. 48, loja.
Eseravos fgidos.
'. >v.
UJ
-se en) casa de Saunders Brothers A
Santo, relogios do afama
tell, per preros com modos
e tambemrancollin9 e. cadeias varaos mesmos
exceellnte .oslo.
'. i ::;ado Corp o
brica te ttoski
Loja lie
COM
f'-izcadas
finas.
Vendem-se balancasde-
cimaes no armazem de* Den*
eker & Barroso, na ra da
Cruz n. 15* M
Na loja ao p do
arco de Santo Antonio, i
vede-se:
^O-Huada Cadcia do Recife~40fi
flp Eacontra-so neste cstabclciimento
to-
ib das as qualidades de fazendas, ricos e *
^ elegantes corles de vestidos de fil, blond !fi
g e de seda, prelos, brancos e de cores, fg
J^ cambraias, cassas, bareges, chapeos para y
homem c senhora, ricos manteletes de Si
renda branca o pela, velludos de lodas
qualidades, grinalelas, aderec.os de bri-
Acha-se fgido un: mulato cabra de neme
Ilaymundo Patricio, oicial depedrriro e Panu-
ro, oi rciLfcllido do Para em abril de 181I ci
Sr. Manuel Jcaquin: de Paria, o qual foi aqui
vevdnlo ao Sr Feliciano Jos Comes, e este se-
nhorvendeu alltmameole ao Sr Francisco Ma-
Vende-se na luja de Antonio Augusto dosSan-j tijjas pereira da Cosa ; trm os seguinles sig-
los Porto na leja ns. 37 e 39 na praca da Inde- naes: estatura regular, bastaute grosso e barba-
pendencia, capellas de aljfar eimortale para ca- do, olbos amarellados, falla com desembarazo,
tacumbas, lumulos ele, ele, da forma sefuinte 1 representa terSS a 40 anona : roga-seas outoii-
o preros razoaveis : dades policiaes a sua apprehensio ; e qm-m o
Capellas dealjofe com inscripcoes, grandes a tOjj- pegar, dirija-se ao engenbo Guerra, em Ipojoi a,
Ditas dilas por |9ou na ruado Imperador n. 79, escriptorio de
Ditas ditas por 5S Polycarpo Jo Lavme, ou na ra de Apolle n.
SALSA BABII1LIIA
CltAXE SOUTIHEMO
he
DE
Remedio ?em igual, sendo reconhe
mdicos, os mais mnenles como r
ihantese loucados para senhora, perfu- m ,\\vc] para curar escrophu
manas francezas. roupa feila para hoiv.em mn Lr^m;,i0,ic ,ln c,a.
as, canc
idos pelos
medio infal-
mo, enfermidades do figado, o1-
^ros, rheumatis-
Dilas ditas por
Ditas deimorlaile [ior 29
Ouadros rom a imagem do Senhor Cruxifi-
cado com inscripecs por baixo a 105 e a ^9
x^|iFerros de en-
gontmar
econmicos
a 5J000.
Estes magnficos fer-
ros acham-se a venda
no armazem de fazen-

Fazendas c roupa feita
NA LOJA E ARMAZEM
DE
Joaquim Rodrigues lavares de Mello
RA O QUEMADO N. 39
EM SCA LOJA DE QIAT14.0 1'ORIAS.
Tem um completo soriiment de roupa feita, |
e convida a todos os seus freguezes e todas as
30, escriptorio de Manuel Gouvcia de Son/a,
ser generosaroenle recompensado.
Indo honleni domingo 23, passear o nef.:o
l.uiz, sapateiro, nao lornou mais p assim pede-.-e
as autoridades- policiaes e capites de camp i a
aprehencao do mesn > e leva-lo ra da iz
n. 35, tenda de .ni aii iru, que Se recompensa
generosamente; os sisnaes do negn' sao i.s se-
guintes : levou camisa de riscado e caleta d,i m^s-
I ma, idade Irinta e lanos annns, bem serrado ce
barba, grandes calos as mos oe apartar o pi :i-
lo c biixo do corpu, este negro veio do Peni .'o
a Sampaio loja de ferragens na ra da Cadeia, i,a
das de Ua\ mundo Car-; 4 para5annosde quem.o comprei.
los Leite & lrmao, ra
da Imperalriz n. 10.
Liquidado
para acabar.
Na loja da ruado Crespo n 1!, vende-se um
TTJhaly com lloras, fazenda muilo fina,
o covado
Velludilho com fiores, proprio para-ves-
_ lidos de senhora, o covado
Manguitos e gollinhas, o par
Chales de merino muilo liuos com palma
Casemira de cores, o corte
Dilas duas larguras, o covado
Organdiz muilo finas, a vara
Peca de esguiao de algodao niuitofinoa
Lencos de seda para homem a
Aboiuaduras para punhos de cami-
sas, o par
Caixinbaa de marisco para costura a
Caixas de bala para rap a .
Enfeites de perolas pala pescoco a
IOS de froco a
Carapucasde seda propria para padres a
Ricos chapeos com bicos para senhora a
Ditos de pallmha muilo novos a
Bolsinhas dc luissangos para guardar
dinheiro a
Miiin do duas larguras para vestido de
monlaria, o covado
Ricos coeiros bordados, jA debrunhados
com fitas muito linas, proprios para
baplisados*
l'ronhasdeljbyrintho
Toalhas dc dilo
m^^olyStnnora!1 ff.VT 7- ^^"^ m,o"7 "' J*^^*: PS0"que desejarem ler um ^obrecasaco bem | vand^sor.menio de f^zeridas abaixo
nca, chales de verdadeirc louquim e lo- .'tnidades resultantes do
dos os objeclos necessarios a urna senho- ) I --'......-------< "
Rapheel l'ernandes branles.
No dia 23 do correnlc sabio da casi do
abaixo assignado um escravo de nome Antonio,
de narao Cosa, idade 31) annos, pouco mais i
menos, penca barba, alio, bstanle preto, t- m
os ps grossos e bstanle grandes, lem em urna
das pernas urna grande siraliiz, que ainda se a. '^a
iberia, esle preto empregava-se em repaitir pao
na ra: recummenda-fe a todos os capites de
campo e pessoas particulares por qjicni possa
ser enconlrado o mandem pegar e rutrogar oo
abaixo assignado, com padaria na ra ldrga do
Rosario junto ao quarltl de polica n. 18, ondo
se praliiicar com generosidnde.
i.OC
TOO
gooo
6SO00
3&300
S-JO
G40
,;MKI
15000
1S500
800
SjjOOO
35200
2SO00
l500
I89OOO
31*000
2g000
iooo
higle-
san"Tue.
D. T. Lo
cado Nev
o resd'
CAUTELA.
ulceras e empeces qu
ilesempenhar as obras a vonlade dos freguezes
J tem um grande sortiraento de paliiols de ca-
imn & Kemp, droguistas por ata- semjra cor de rap e outros escuros, que se ven-
. York, aegam-se obrigados a prevenir uem a 125t outros de casemira de quadrinhos
clavel publico para desconfiar de algumas Ja mais fina que ha no mercado a 16, dilos
jes imilages da Salsa Pairilha de Bristol, | de merino selim a 125, ditos de alpaka muilo
que hoje se vende neste imperio, declarando a \ fina a gif uts francezes sobrerasacados a 12,
Vendem-se G burros novo 0i^ 'lodos (lne m5 el,es os un'CM proprielarios da re- ] dlos ae panno fino a 20, 2555, e 30, sobre-
ro'd ..lia '0s,iceiia do Dr. Bristol,lendo-lhe comprado no an- casaC3s francezas muilo bem feitas a 35, cal-
uma escrava propria .para lo- i\
nho : a tratar com o pro-jr ?,,8c.rvi
Queimadas trMekIa,'Pd*,!an.0
de
ra de gosto e do grande mundo.
Chapeos tle sol de seda
zes a 8#000.
Na ra do Crespo, esquina da ru 00 impera-
dor n. loja de fazendas linas ef Vuimaraes k
Vendem-se G _.
filhos do pasto, e mansos de.
intermitiente, enfer- feil0 ou um| ca|a ou co||ete, de dirigirem-se a | das, e por puco o mais barato que se poae nua- Manoel Antonio de Jess.
,,prego de mercurio,! esle 'estabelecimento que encontraran um hbil l-g^ ^ c de m 185. ; ttT5Jl^?*2 'o
liara da impureza do arlisla> chegado ltimamente de Lisboa, para DUo fill0 de olpacd lire,a m \tS^S^dS^ii^&T{^ a pe-
dUooSs-'^113
da A
urora, sobrado o. 22.
nesta
w <\.o enge- no de 1856- ras feitas da mais fina casemira a 10, ditas de
eo engeho Casa nenhuma mais ou pessoa alguma lera rim ede fuslo por preco commodo, um grande
is onde se direilo de fabricar a salsa parrilhadeBrislol, por- sortimento de colletes de casemira a bt>, ditos '
Agua de fie ,tot
. P-ra denes.
A IOj d asma branca receben
"gua do Boto.. a qual f*
alvcjaros denles, conserva-)
os de caria, fortificar as geni
hahlo d. bocea, e igualmen
o charuto, a conlinuacao dc'
dc denles; os frasqninhrs
marcados com o rotulo'
Assim como so previne a lodos os devedores Quelmado n. 16.
da mesma loja que venham saldar suas contas
para nao verem seus nomes nesta folha, seja qual
tur o devedor. pois j a segunda vez que se
previne s todos
Na ra da Cadeia n. 24, vendem-se as r
guintes fizendas, por melado de seu valor
liquidacao.
Bicos de seda brancos e preio1-
arguras, vara a 160, 210,100
Vende-s'"
foi do fall--
o qua1
li
' 1 que o segredo de sua prepara^ao acha-se somen- i outras fazendas por preco commodo, um grande
le em poder dos referidos Lanman & Kemp. sortimento de sapatos de tapete de gosto muilo
Para evitar engaos comdesapreciaveiscombi- apurado a 2?>, ditos de borracha a 2500, cha-
naijoes de drogas pernicio:as,as pessoas que qui- pos decastor muilo superiores a 16, ditos dese-
zerem comprar o verdadeiro devem bem observar Ma> dos nielhoresquetem vindoao mercado a 10,
;sla apreciavel os seguintes signaes, sem os quaes qualquer ou- ,|ios ue sol. inglezes a 103, ditos miiitos bons a
lisamente para tr preparajao falsa; | \ 259, ditos francezes a 85, ditos grandes de pan-
leStiVar o'mao '* envollori defora esi gravado de umla- no a 45, um completo sortimento de gollinhas e
'heiro que deixa a0 S0D uraa c,llPa ue a5. trazendo ao p as se- j manguitos, liras bordadas, e entre meios muito
preserva dc dor guintes palavras : proprio para collerinhos de meninos e travessei-
ovse a 1?, e vio
D. T. LANMAM & KEMP
Dito dito de cores o 0;?.
Dito dilo dilo a 55-
Dito dito de alpaca preta para menino a 15.
Dilo de brim branco de linho a 4g.
Dito de ganga a 2*500. ,
Gravatinha de velludo para pescoco dc senho-
ra a 400 rs.
Lencos de relroz bordados para senhora a
500 rs!
Enlrcmeios bordados, vara a 500 rs.
Tiras bordadas de palmo de largura a 1.
Dilas ditas largas, vara a 1jf6C0.
Tapete a velludado a 6 e 85.
Dilos dilos. ricos, para 4 cadeiras a 1S>
Tannos para mesa a 2*500 e i>.;500.
gar, leve-a ra do Pires,
que ser recompensado.
na Boa-Vista, n. i i,
200$.
Fugio do engenbo Quanduz, em Santo Anlao.
no dia 18 de maio. do auno prximo passado, um
I escravo de nome l.uiz, dc idade 23 a 24 ar-
. nos, com os signaes seguintes : cabra, de esta-
tura rfgular, baixo. quando se ausenten nao ti-
nha barba nenhuma, cabello a especie do dc
ralo, tem um pequeo geito as pernas pau
dentro, um signal na pona da llngna do tama-
nho de um carneo de poiabn, que o atrapalha um
pouco quando falla, tem as costas bem Cicatrza-
la das de chicote ; esle escravo foi da villa do Sa-
vlIltlICllij UC ViUijlUI boeiro, comprado ao Sr. Domingos de Souza Bar-
ros, e ha noticia delle estar acnutodo em urna
Superiores chapeos de caslor brancos e prelos, f3mida a(,ima dn dila viiia 20 leguas : pede-se
com pello c raspados formas elegantes, ebega- ,an,0 a cnptuia do dito escravo. e quem o pe-
dos pelo ultimo navio francez : a casa de i. tal- >Pve-o a seu senhor no dilo engenbo, ou no
qu'. ra do Crespo n. 4. Recife a Bernardino Francisco de Azevedo Cam-
pos, no palco do Carmo, que se gratificar com 3
ui brancara
cele da
800
de
Um completo sorlimeni
de algodao.
Chales de toui"'
Boioes de ?
de qnali.'
.imal0,15.20e_35
.cido Brito, ^04o9 v '"; .ento,
. lean mullos cou-1 cS\a\)C>*^ quoc
grande coiinha (ora. S\^\0 ;a9
"iSguatodoanno. transmitliu0 hra
SOL AGENTS
N. 69 WATER STREET.
New-lfoV.
rua Imperial que
i\j eiro do Muniz,
ara' grande fami-
tendo
e8V'^S5. 1U0 correr
-aua Pffra ama Por
5 ,e a casa^ rara ppe] azul claro cem a firma e rubrica dos pro-
uma0".rUC'iorietarOS-
todas as o"""'"""; ;:""0",'i;,in'ial 40 palmo." de fundo e --** a rolba acha-se o retrato e firma
o 1*000. ^^1,^0 a tratar com o major Aniomo da 3. 5^,. Brislol era papel cor de rosa.
esma casa, todos <> *6 I do inventor C ^. "mas cada garraa
' par" bomba, grande estribara, cu.
;allinhas. eom um bonitojardn^
de franjas do sedae;--;;^0-naro
!rKr^h.Tdahtemdi anlenalojada
.dar veudo, delouca ^e fust.o | ~iSSA tET*** "" I
..de.fin.8.duriaam400oe00rs.
..,arinhos bordados de 500 r., 2g. d e 4.
finirn eios unos, pecas jcom 12 ^"S a '6"
Folhos bordado* tiras a 5"0. 13. f*'.*??"-
Camisetas com manguitos a o, '. e >
Enfeites deftores a 68.
Chapeos de *eda para senhora a iuj.
Casareques da velludo a 40 e oOJ.
Ditos dc seda a 258-
Ditos de fusto a 8 e 12 ..
Fitas de seda ede todas as q.jalitI?Je de lou
r. al500.
Ditas de velludo de 240 a tS-
I presente annuncio.
DEPSITOS.
Rap nacional D.
Ppflrn T (la LUPerial fabr- I Rio de Janeiro rua da Alfandega n. 89.
I euiu 11 ua F M.!Rahia Germano & C. rua Julio n. 2.
Cade JOaO taniUUO ae JH pern8rabuco n0 armazem de drogas de J.
randa, Rio de Janeiro.
Este rap sem duvida o de mellrcr quahdade
fabricado neste imperio, acaba de chegar e jen-
de-se no deposito, rua do Vigano n. 23, esenp- I
lorio.
; proprio pa
I ros por preco commodo, camisas bordadas que
servem para batisado de criancas e para passeio
a 8??, 10 e 129, ricos lencos de cambraia de
linho bordados para senhoras, ditos lisos para
homem por preco commodo, saias bordadas a
3500, ditas muito finas a 55?. Ainda tem um
2'0mesra7dooutrolado"tt,n-urnrotuloem|resiiho de chales de toqui* a 30, corles de
vestido de seda de cores muilo lindas e superio-
res qualidades a 100$, que j se venderam a
150, capotinhos prelos e man teleles prelos de
ricos gostos a 20, 259? e 309, os mais superio-
res chales de casemira estampados, muito finos, a
8 e a 10, toalhas de linho de vara e tres quar-
tas, adamascadas, muito superiores a 5??, ditas
i oara rosto de linho a 1$, chitas francezas de su-
"alidade, lamo escuras como claras a
perioi ., 400 e 440 rs. o covado, ricas
200, 280, 3*v, -Maies e palitols a 43? o co-
casemiras para caiga, cu.. ^ oulras fazen.
vado, e um completo sorlimetuu ( n-o
das, eludo se vende por P*r,l0^_ _.-,rta
4o Que as direcqes .
ai cima do
Soum,
Em casa de N. O. Bieber & C. Successores,
rua da Cruz n. 4, acha-se venda um grande e
variado soilimento de ferrag-^s finas, obras de
lanoeiro e pertences sem lim por usos domsti-
cos, productos lodos da industria norlo america-
na, assim como :
Arados de diversos lamanhos.
Molnhos de milho.
Machinas para corlar capim.
Gratres.
Machinas para descarocar milho.
Cultivadores c ferros de engommar econmico."
endemse
Pernambuco
C rua da Cruz n 22.
Chama-se a attoncao.
saccas com farello a 4*000 18. caaj ELu^ms. ni
urna: u pateo de S. redro n. 6.
querendocompra! nao irao sera fazenda.
quanlia de 200p.
No dia 20 do crreme mez fugio o escravo
Anaslacio, de eslatur regular, com cafurina na
cabeca, suissa e barba frehada, tem um panno no
meio'da testa que loma-lhe o nariz, vestido de
calca de liscadinho, camisa dc- madapolao, paleto
de brim pardo transado, e chapeo de palha velho:
quem o pegar pode levar presenca de Sebasliao
Jos da Silva Braga, ou botica de Bartholonieu
Francisco de Souza, na rua larga do Rosario nu-
mero 36. /
100|Kle gratificaco
Fugio nojla 27 de agosto do correte anuo um
I escravo por nome Pedio, que representa ter 32
annos de idade, com os signaes seguintes: to
; cor simi-branca, alio, secco, cabellos corridos,
cabecea redonda e chata atraz, pouca barba, e
canoas dp amarello de 28 a 45 palmos, por pre- fa|ia muito apressado, quando anda inclina o
eos commodos : na rua do Vigario n. 5. corpo para a frente, levou roupa de algodao bran-
A 2.S500 cada utn Saia balo. i co e azul de riscadinho, chapeo dc baela preta e
Na rua do Crespo n. 20 B, loja de Adriano & do Chile Este escravo liaba um primo por nome
Camas de ferro
balido e fundido, de todas as qualidades, ede
lindos modelos, para urna e duas pessoas, dilas
para meninos, bercos e lavatarios de fero, redes
de palha e de algodao, ludo por preco commodo:
terem 15
ferro.
probabilidade que para l fossem por
preme. EsscTescravo foi de Francisco R.be.ro
que recebeu em heranca dc seus paia, c Ireuxe
para essa cidade aos 9 de oulubro de 1858 que
lendcu ao Sr. Jos Francisco do Reg Medeiros
Mello por isso pede-se as autoridades policiaes
e capites de campo a sua captura e leva-lo 5 rua
de Apollo n. B 4.
-|
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
..'' ir
,-^-
-r-
1ILEGVEL





- -
(S;
Lilteratura.
D-a a I iireza c limites do poder
moderador.
E A VERDADEIIU DOUTR1XA CONSZITL'CIONAL.
(Concluso.)
Se oxistisse urna autondade a cuja revisoes
livcssem sujcilos os respectivos actos, a esla,
gurja du too lempo e ile oulros etleilos-das leis
physicas do universo '. 1
Os anligos sacerdotes do paganismo empresta -
rara urna realidado sos sen* dolos para tirita-
ren victimas, que, offorecidas em supposlos ho-
locaustos, eram petos mosmos logradas. Nao se
qneira que hoje, do inverso com o mesmo plano,
os pretendidos mioistros indispensaveis, pre-
texto de urna responsabilidade por via da regra
omTltai e; lo7av7coin a Tuprem^ispoc- WSJSto^^taSS ,*? V0**}""- *1 *"
cao o exercieiu oxlreu.o de qualquer censura ju- ftJKffiS, L1S22 ,L. ^"1? 1,n,,c,P10-
dici.l, e seria a verdadeira represenlaatc da na- f,fu ?.n ,, ^ t10 ?fl ewellencia o sa-
fio. A sen respeito era tamben, o caso de di- U,lr" 2*" as ,10S!1la PrroBalias.
zer-so con. o apostlo c auis custodelas- e"f m ,nS l"ea do s1ec"l- e segundo a
loden' constiluicao do estado, guardadas as conrenicn-
A menos que o autor do opsculo queira che-', Vz d,-0ll dt 1po,i,-'a f e dePlllFa fu-
gar ao extremo de admitlir o appello para o povo CU,sao "' encon.lrm .")bco alguna ante o
soberano con,, o meio heroico de tornar ellec.i- e110 d?s *"" 'a"..1"*- do.cheto S"?r-
va a ma sempre oecessaria e ndeVclivel reno*- T da ,M?: *,* -e ,*1to,*2*' e re'l"e"da o
sabilidad$antaopinio, nao ha Vosaibil dade de,sejada a TOi,l0 da trerdad embora SPja
de deelinai da barrera alde umTdecisab .8"a .3 MDressao de crue,s necess.daJes e sofTri-
'' mentos, quo por sso mesrao mais urge acudir e
'DIARIO DE PEBNAMBCO. SEXTA ffetRA 28 DE SETEMBRO DE 1860.
sassinalo l-Ah opreseula-se-nos a bella e miel- do venera e que o proprio piogresso lem respei-
l.genle madama Rolland, que subindo ao cada-, lado, quando as bayonetas austracas se dirigiam
falso exclamou .Oh I liberdado, quantos criroes sobernas e desepiedadas aoseio d'essa naco lo
se comraeltem era leu nomo IAcola destingue- digna de amor e voneraqo. encontraram-a em-
se o catomsmo.de seu mando, a inviolabilidade bufada ero um manto brilhante de espadas o lan-
de crencas, stoicismo e desprezo da vida de seus
companheiros !
O eloquente Vcrgnhiaud exclamou uro dia ".
A revolurao como Saturno, que devorava os i-
llios! Assim foi : ella divioisava seus aileptos
hoje, para devora-los amanha... lodos perece-
rain !
Diro os espiritos traeos : quanto sangue nao
cuslou essaliberdadeque tanto proclamaes
quando ella, para fulgurar, teve de atravessar por vergonhosamenle acollados em Magenta e Solfe-
sobre tintos milhes do cadveres e de presen- rio, e o tratado do Villa-franca poz seu sello
ciar de seu throno esse horror de hecatombes que ;
cobrem de crep tantas paginas da historia ?A
refulaco simples e clara como o matiz branco
e areento, que apozar do aculado do mar so di- do os olhos da
visa servindo de limite do liorisonte l as pla-
uperior qualquer senleoc'a do responYab- "2;,qU Pr 1SS0 mcsrau mais ur5e acud>r e I gas brancas e ridas, onde nas*U-f), Abri a his-
dade ? i rerneuiar. \ loria e percorrendo os primeiros tactos do uni-
I'ela conslituigao eslo sujcilos resnonsabili- _"-.-fe:"l.ao directamente ao Himno as suas \ verso encontrareis que o mesmo Deus.vboin, mi-
dado os cousolheiros do estado pelos cpnselhos,' "proscniacoes. ou alio o bom som apregoando- sericordioso e omnipotente como o erebos, para
dolosos que derem ao imperador, e os ministros ,, p imprensa, todo o Brasileiro tem o diruilo i castigar o mundo de entao, por seus crimes e de-
de estado por traico. por peila, suborno ou con- c"S\ P S6U? le8lll"10S interessos ; e nao fcitos,nao operou essa vonlade sem enviar-nos
cussao, por abuso do poder, pela falla de obser- 'eoaine quo cada um far valer a boa razao um calaclysma mais terrivel que o de nossos dias,
rancia da lei, pelo que obrarcm contra a iiber- i q assisle. se os altos poderes do estado se | qual o do deluvio I
oado, seguranca ou propriedade dos cidados. e ''"nllverem regrada esphera de suas aitiibui- Segue-so, pois, quo lodo o progresso das so
por qualquer dissipacSo dos bens pblicos. 'A qu? e Pr""''Pal ganle o legitimo exer- ciedades humanas lera de ser ungido de sangue
lacs fuccionarios cabe por cerlo a responsabi-' "hit T pr(lvallvas 'unecoes constitucioaaes do isto quasi urna crenja. que a falalidade cora
dade, porque de seus actos conhece o juiz com- Vo estado. seu manto paludo o trio como ludo que posili
plente constituido pela lei fundamental do es- i tm1uJe.e de 1"c mo'' Pl,Jo obs'" a Itvre ex-
lado ; e por este modo esta provida, quanto pre.ssao do ponsamenlo este regular exorcicio do
eumpria, repressao dos abusos criminosos dos po ,' consl'tucional. anda quando directamente
mais allos funcionarios da ordern publica aue,Se eii en0da,.com ? mesma augusta pessoa do im-
pela ualureza dos seus cargos nao sao pri'vile- porador 7 t.m lodos os lempos nao se reconheceu
giadoa com a iuviolabilidade. E esta responsa- e admiU,u recurso de Cesar mal informado pa-
biliJade bstanle para garantir a sociedade de raxP-esa.r bem_informado?
todos os abusos do poder da parle da alta admi- ,.. ha ^az;,0 nao ha PrinciP10. nao ha consi-
I deracao que poss.i prevalecer sobre a letlra e es-
pirito da lei fundamental do eslado, e esta lem
consagrado como fundamento de toda a organi-
Sacio poltica brasileira. a divisao, independen-
cia, equilibrio e ha.monia dos poderes polticos,
sobre que deve incessanlemento velar o chefe
cao est no seu auge. Conbece-se isto fazendo
uso do (herraometro de Farenliejt, o qual mer-
gulhade no liquido deve subir a 49, o nao mais.
Se a fcrroenlaqao elevar-se maisdesla tempera-
tura ella deve ser abaixada al 90, deitando-se
agua tria al que Oque na temperatura requerida;
e se descer abaixo, deile-se entao agua forle at
que suba.
Depois desla mistura do melado, de ordinario
enlre 5 a 7 dias, contar desde o principio da
operario, a fennenlaco cometa a dimnuieo
de calor, o licor lorna-se fino e claro, e p-
parecom bolhas dear na sua superficie. Entao a
mistura ocha-se em estado de ir para o alam-
bique.
Esto nao se deve encher completamente, mas
deixar ficar dez pollegadas abaixo da bein da
boca.
Faz-se entao fogo forte debaixo do grande
las peo goveroVe^UciYn^ atcomecar a fervut. bastando d'ahi
cudam tambera a poeirado regresan para se lan- f.m dln!f1C0Dservar o calor, sem augmenla-lo. O
Qarem na senda do progresso o da civilisagao ? estillado corre e apanhado em vasos, do
cas entrelazadas de polidos arcabuces e grossa
srtilhana, e os lhosda Franca de um lado, e do
oulro a phalange ousada de seus pioprios filhos,
entre os quaes destacava-se a nobre e valente
figura de Vctor Emmanuel, que todos ajudavam
a sustentar o seu pesado escudo. De repente re-
percute um rugido immenso, formidavel, de in-
aignacao e de rava, e anles mesmo dos oppres-
sorespoderem retroceder, veem-se fulminados e
inapagavel na nodoa do despotismo, denotado
contra o direito trumphante 1
Anda bera o mundo iiolilico nao lnha afasla-
scena onde desenvolviam-se es-
les brillianies fetos, quando foi obrigado vol-
a-Ios para as legajes, que caucadas o exhaus-
Ine no a <..,>-nJ.. ^_.__^____- %
nislracao do estado.
Na hypolhese gratuita, e do direito nadmissi-
vel, sobre que alias se funda toda a argumenta-
cao do autor do opsculo,de que um aclo do'
poder moderador seja ou possa serum alten-1
t3do criminoso, manifest quo nunca ser '
tal, sonao por cfteito dos corollanos que delle se
cha administrativa do paiz ; por(iuaio, evidente
quede per si, qualquer que seja a allribuicao
exercida do poder moderador, sendo, como todas
sao, ou de ualureza toda benclica. ou por lal
supremo da na^ao e su primeiro represcntanle,
provendo eficazmente com o prudente exercicio
vo, como a raorle, lem sempre comprovado cora
tactos que arrasta ogrilhoados ao seu carro sober-
bo de triurapho I... (2)
III
Do seio da revoluco franceza raiou Napoleo
Donaparle, esse soldado predestinado por Deus
para revolver e langar fogo s novas ideas as
volcnicas enlranhas da Europa. A Europa tre-
mente do principio e logo apoz maravilhada I...'
deslumbrada !... vio os Cesares baixarem os fron-
tes sagradas do Titn oriundo da plebe, que lhe
fez comprehender que os seus despotas coroados
nao erara invenciveis, era ordenavara aos raios
do ceo que fulmioassom aquelle* que se nao do-
!iri?ftii, --. ____._-..
modo ordinario; depoia de ler sahido cerla qan-
Troou ltimamente incendiado pela espada de US??' reconhec.e-se se est forle ou fraco, dei-
Garibaldi ocanhao da liberdade na Sicilia e ou i Uma, por?ao om um ?aso e chegando-o
ho do falhar todos os clculos conseque'nls e ft,,,- e g que este, na0 pega- Pra a dis'
logicos da sciencia, ou hade realisar-se a ore- :a LimPa-o alambique, guardam-se os
diccao de Vctor Hugo : Depois da Sicilia, Na- ^!lduos' enche-se de ovo e continua-soa ope-
pjles, depois de aples, Roma, de Roma t'udo I
( Gazella do Brasil )
Agricultura.
racio.
O melhodo do misturar os mellacos por duas
vezes com as espumas e as borras no inlervallo
de das uma das differencas no modo do operar
em urnas e oulras ilhas. a Jamaica, dizera quo
i misturando todo do uma s vez se econoraisa
I t6tnpo, e que se oblem mais regular fermentago.
Fabricacao do rhuoi ou (aphia
Jl!!SX^JS!XS^ e-S me'?-3 i Arl'Um- que Mhe dos dous ambiques maio-
sao convertidos [e slo aiuda assim nao acontece res cons derado como agua traca Cada alam-
em toda aparte) em cachaca, bebida detestavel, bique. conlendo duas mil medidas, devo render
derivarem, isto de suas correlacoes na mar-I 5v""d-? e.,Il.cazment1e1 c0 Prudente exercicii
cha administrativa do paiz ; porquanto. evidente fer1das '"S 'lUe privativamente con
Devcinos concluir este pordemais extenso ar-
tigo, que sem alinho oscrevemos, exprimindo
nossas sinceras coiiviccdcs. Nao temos o desva-
iik.'.Io aiilorisadas, regradas c corrigidas, limis ..:_._,, An .
pode servir de corpo de delicio para um procosso necimfnt de pretender as honras dos lypos de
do resnonsabilidada rrimiii.l. ouro ',0 Sr- Olinda ; mas dicU-nos a consciencia,
do responsabilidade crimina
Por exemplo : dissolviJa a cmara dos de-
plalos por que enleudeu o imperador que a sal-
vacio do estado assim o exigia. 0 simples aclo
da dissolucio da cmara dos depulndos decretado
pelo imperador nio pJc ser questao controversa
quo de logar um processo de responsabilidade:
se fesse admissivel reolilar-se a questao se a
salvaco do eslado exigi ou dio a dissolucao da
cmara dos Uepulados no sentido de respohsabi-
lisar quera a dissolveu, sem que se dsse a
hypolhese legitima, seguia-se que s ao sena-
du competa a suprema deliberaco da dissolucao
d.i cmara dos duputados ; absurdo politico, se- i
gundo a uossa organisacie constitucional.
Seguia-se que o" competente exen-.icio do uma
faculdade descrieionaria era posto na razo de
um enme punivel; absurdo jurdico, visto que ,
portal molo cnlregava-se ao arbitrio do juiz '
debaixar calegoria do crime um acto delibera-
do competentemeulo e praticado conscencosa-
mente.
Seguia-se finalmente o contrasenso inqualifi-
Cavel de que em una s.ciedade civilisada, reco-
nnecida a existencia de um erime, nao houvesso
modo nsm possibilidade de o punir e reprimir,
visto que, para ser referido ao senado, juiz da
responsabilidade, era mister que precedesse a
isacao da cmara dos deputados : ora, esta
nao mais podia unecionar por que eslava dissol-
vida, e a seguinle, som por em queslao a legili-
miJadc de sua origem, o concluir tambera pela
sua illegitimidado, e ueste caso a sua incompe-
tencia, nao poda volar o acto da accusaco.
Mas, se aps ou com a dissolucao d cmara
leputados a marcha administrativa se resinla
io desresrada da auiarida^e, abusando da
que, como nos era possivel, sustentamos a ver-
dadeira doulrina constitucional.
Concedei-nos, grandes deuses, diziam os an-
ligos Sparliatas ou Spartanos.que possamos reu-
' nir ludo quanto c bom ludo quanto bello ;
que sejamos sompro tao livres como justos.
Amen. Era por cerlo uma prece digna do povo
! que pela sua educocao muscula era por excel-
i lencia designadoos homens da Grecia em os
seus dias gloriosos.A historia nao confirma que
com toda a sua virlude republicana e superiori-
dade de animo no soffrimcnlo, tivessem conse-
I guido a rcalisacao de seus votos.
Grecas sabedoria dos nossos pais, por merc
' da Divina Providencia, sem ser preciso nffroniar
a rudeza e fadigas da vida lacedomonia, ampla-
mento conseguiremos realisar a sua nobre aspi-
' racao, se soubermos apreciar e acatar o monu-
monto palriolico que na adoptada cunsliluiQ.io
do estado logou-nos a gloriosa gerac&o da inde-
pendencia.
(Jornal do Commcrclo, do Porlo.)
V libertlatlo
a'
e o progresso
VOL U 01SEAI.
I
Quando o ardile da posteridado alumiar as
paginas resplandocentes dos acoulecimenlos que
: mSwsSSjS I fea :^;;;e."o stttat
religioso rospeito ojoelhari anta essas paginas e
gravara no intimo do peito" os nomos de Bacon,
Descartes, d'Alembeit, Diderot, Voltaire, Condor-
cil, Feneloo, Newton, J. J. Kuusseau e Napoleo.
da ^'aodesreSrada"daaVtorTdade"*'abusVaTo'M d phosophia moderna, o autor da
torca,'nio observando a lei ou aaS\ tnrJa c8ua|l|ad fs classes. o profanador, ousado dos
do obrando contra a 1 bordado e se- u nca do "'"" -d,M t"9?. a espada ruteante e mensa-
cidadaos brasileiros, dar-se-hio os cos nSrevi ?? ?tiT da libe,dad d"s p>>v0S... emfim
u de responsabilidade minisCal. eenlioleg't -Iqlftrfh'Z? dreDe"W d" ""do I
Uma e regular ser a competente areusicn o 77 T' J h'8l0na. cicerone dos p ovos, apon-
r sponsabilidade do ministerio K*S2ta S IS' G<,neb.a" "aiCC" Trb da '"""-
que dolosamente aconselha Z *! ZfJ, ttX^fi0 fr)d0 arde^ "-
lous.i a noaoa eterna da Inglut-rra envol- 'lda ,l3
orassem aos seus mais torpes caprichos...
Napoleo preso no mortfero rochedo, qual ou-
lro l'roruetheo, tragou at s fezes o fel dos mais
alrozes soffrimontos I... elle...
Quo o destino dos reis as mos conlinha (3) I
como se Deus quizesse fazer-lhe espiar os erros
'juo como humano commetteu no cumprimento
queso os bebados inrelerados podem tragar. En--
tanto, os habitantes das colonias europeas con-
verlem esses residuos em ura licor muilo estima-
do, ao qual os das colonias inglezas chaman
rhum, e os das francezas tapia.
Os apparelhos e ulensis necessarios para a fa-
bricacao do rhum. sao os seguintes :
Io Tres alambiques, dos nes um possa conter
ate 1,200 caadas do liquido; o 2o podo ser da
mesma capacidade ou menor; e um 3o ainda me-
nor, se restilla ou redestilla ; basta que possa
conter 500 ou 600 caadas. Elles devem ler qua-
de sua niissao para que Iranspozesse os humbraes ; tro ps e meio de altura, afim do que a desUHa-
ua elernidade, saudandocom um hymno de pur- cao se faca mai3 promptamente, e para que as
za a presenca do Creador e a fronte circundada impurezas nao se subliraem com o espirito
da aureola dos escolhidos I... O capello devo ser grande e hojudo ; a sua go-
IV i'a dev lerum p de corapriraento ; e o beque,
Com a queda de Napoleo surgi o celebre Ira-! em lugar do ser de cobre, ser feilo de bom es-
lado de Vienna feito e acceito pelos soberanos da ':"'no com liga de cobre, para dar-lhe solidez.
Europa em 1815, porm este tratado nao foi mais1 tslc ^'que ser adaptado ao vrtice do capello
do que urna tregoa necessaria, um amortecimen- Dara facililar a ascencao do espirito ; finalmente
lo natural, aps tantas revoluces as ideas e ,e lera un,a forma curva, imitando ura pescoQo
destinos dos povos, tantos triuraphos, revzes, '
aconlecimcntos nolaveis e transcendentes, cuja
influencia apezar do tratado de Vienna que ali-
mentou a esperanca no poilo d'aquelles que es-
300 d'agua traca.
Junta-se o produelo deslas duas distillaeoos, e
langam-se no alambique mais pequeo, conlendo
pouco mais ou menos 600 medidas.
Este alambique deve ser de banho d'agua ou
banho-maria. No (ira de hora hora emeia es-
t terminada a dislillaco que poder render apro-
ximadamente couso do 220 medidas, ou 2 pipas
de rhum, chamado de prova de azeite, porque o
azeite doce deve descer al ao fundo do vaso on-
de se fizera a prova. Restaro ainda no alambi-
que pouco mais ou menos 70 medidas, quo de-
vem ser misturadas com as oulras malerias que
se dstllana nos grandes alambiques.
Borras......300 a
Agua coramum 160
Fermento liquido. 80
Mlicos......60
Os lquidos que resullam desla combiaa-
?ao d8<> perto do 120 caadas de rhum a 25,
e 100 caadas de agua traca que, radistillada,
pode dar de 52 a 56 caadas de espirito de 18
a 19 ; misturando depois esse espirito com
rhum, resullam de 172 a 174 caadas de rhum de
prova de 22 a 23.
Quando os melados abundara, pode adoptar-
se na composicao dos lquidos, a seguinte corabi-
nacao :
Espumas......556 caadas.
Borras......300
Agua commum 160
Fermento liquido. 80
Melacos......104
Esla pruporc.o dar 120 canaas de rhum de
" c de 160 a 200 caadas d'agua fracs, a qual.
K
Julgamos dever entrar
minucioso?.
era pormenores mais
peravam a reslauraco do antigo rgimen nao
permaneceu estacionaria : pelo contrario debai-
xo do monlo da cinzas o destrocos, continuou
a medrar, adquiri novo vigor, novas torcas e
final quando o absolutismo cria-se omnipotente
el'ranciscoJosjulgava-se ionabalavel emseulhro
no ; quando negava as menores concesses
justas exigencias dos seus estados da Italia e
Hungra que intilmente pediara reformas e um
governo mesrao desptico ; quando por orgulho
e ignorancia da situaco despresava osconselhos
da experiencia e dos espiritos Ilustrados e enca-
necidos na marcha lgica dos aconteciraentos
quo procuravam demonstrar-lhe que se elle nao
dsse a popa ao lufo, seria por elle submergi-
vo '
t
col
ue lancar seu guante de combate ao universo em
pezo e que bastara apreseniar-se para debandar
as menores armadas !... porra pouco depois fu-
gitivo e derrotado ello depunha aos ps de sua
orgulhosa esposa o seu diadema manchado com
mais uma vergonhosa dccepgao e o seu escudo
quebrado pelos raesmas que elle julgava anni-
quilar '
As cubas de fermentacao se enchera por duas
ou tres vezes, medida que a fermentacao se ma-
nifesta, c os lquidos sao vasados nellas'na ordena
seguinte : primeiro os residuos das precedentes
dislillacoes que chamamos boiras ; segundo as
espumas ; lercero os melacos ; quarlo a agua
commum.
Logo que se deila a agua, enche-se a mistura
de cysne. A serpentina que deve ser de estanto,
ter 3 pollegadas e meia 4, e peio menos seis
volias.
2o Vasos de madeira, mui largos na parte in-
ferior e estreiios na superior, e que possam con-
ter cousa de 300 medidas. Sao necessarios 10 ou ^uS .tui una a i
12 desles vasos. Chamaremos estes vasos cu- com forra durante 5 ou 6 minutos operacio que
b0? de fermentaro. repele Tres ou quatro vezes em 24 horas ; antes
mero de vasos semelhanles, de remecher, deve apanhar-se cora uma espuma-
Jsse a popa ao lufao. seria por elle submergi- Finalmente um armazem, pars
vo !... p imperador d'Auslria embicado no man- rhum e. distillar : basla que lenha
lo da soberba, proverbial nos da sua raca e es- l0,nD0.re,n Pode dispensar-se as pare
collado por seus exercitos, suppunha-s capaz! f.0s "1'J'Jus distillar sao : agua,
de lancar seu guante de combate ao universo em tormas, caldo do caima e borras. Se
para conter o caldo de canua e o fermento arli-
licial.
4o Um certo numero de pipas ou toneis com
torneiras de cobre ou de liga melallica, para con-
servar o rhum at que so venda
5o Dous baldes para medir os lquidos.
6 Uma grande cuba com torneirs, para conser-
var as materias a destilar.
7 Cisternas ou tanques, para espumas.
8o Finalmente um armazem, para guardar o
meo distillar : basla que lenha um bom tec-
ides lateraes.
melacos das
__be-se bem o
que sao as tres primeiras materias: as borras sao
as partculas que resiam no fundo do alambique
depois da dislillaco. Estas borras servem na
dislillaco do rhum como o fermento de que se
servem os padeiros para fazer pao. Quindo nao
ha borras, loma-su. uma porco do melaco ou
mesmo de callo de canna, mslura-se com'agua,
-se. O espirito quo sahe guarda-se pa-
de eslado
O
,---------------... .um.m uV lUlll>
aclos da almi.-.isiraco, delle resulte detrimento
a causa publica, apparece necessariamcnle a res-
bilidai'e ministerial, ou, em outras pala-'
vras, na regra da constituido, mautido o exerci-
cio privativo do poder moderador, a responsabi-
le des agentes do poder nunca falta acerca
de quaesquer abusos do mesmo poder, e pratica-
mente subsistem lodas as garantas constitucio-
naes.
. __._..r------- ......... ..,....,..
deirs as espumas o impurezas que esto a super-
ficie. Estas espumas servem para engordar o
gado.
Todas as pecas devem ser bem limpas, todas
as vezes que se comecar uma nova operac,ao,
principalmente as cubas de fermentacao, raspar
as bordas superiores durante todo o periodo da
fermentacao.
A marcha da fermenUro mais ou menos
rpida, conforme a situaco do local onde se
acham os apparelhos, a estacan c oulras cir-
cunstancias. Algumas vezes a borra acha-se em
eslado de ser dislillado em 7 ou 8 dias ; oulras
vezes nao pode islo ter lugar seno no lira do 11
a 12. Quanto mais vezes se remedie o espuma,
mais arenca a operacio. As vasilhas novas a
relardam muito, sobre "ludo quando faltam bor-
ras. O ponto de madureza do liquido se annun-
cia que o seu abalmeuto, prova-se entao, elle .
dever ler um sabor doce, porm picante e vi- '
nhoso. Nao convm cmprega-lo se esliveraz-I
do, seno depois de o ter posto no estado conve-
nienle.
Os lquidos podem azedar-se : 1 por supe-
rabundancia de borras ; 2.. pelo emprego des-
o .-------^-------------^o'r^'wa^ uu IUUIIIJI) ;.,,
>im, obreiros unmoities a vossa obra teve por
; alicerces os vossos genios e por causa o bem da
humanidade ; porm a sua concluso talvez ain-
da esleja bem distanf! Se rossas sombras pre-
sencian, da celeste manso os efleitos de s
.aicos impulsos, se essa pieiade explendida c.r
cunda o throno omnipotente, redeclindo-lhe se
. o possivel.mais brilho ; conleraplar sem duvida
0 que ponderamos sobre a hypolhese figurada ; cmT-'Iii0?",? ''"e coiUinnam conduzir
da dissolucao da cmara dos depilados dmmm.\TrTZ S d lj|"'"tu^da t a orgulhosa pc-
riamente se d quanto lodas as oulras attribui- SSZESffiT^A ? co,,cl"?au du "iwdo
. 3 do poder moderador. monumento da liberdade. cuja baso repousa
Quanto chamada responsabilidade moral, is-'em mT'Jlo?/!!.i X|" apCe tu,ura- "nvolla
, oconceilo que por jusla eslimacao possa i acJ.am-se i,,rr\t,7~ "v}h^\-, "s Jotaes
>cer a influencia mais ou menos benfica S" "j8,.1'. 'JP'a.liralidao do universo os
de chefe do eslado, nao ser o arlefacto de ; obras ",es''ueclveli'
I ijesjuer uceos que consiga oscurecer a verda-' v i f I[
i iodos sentida en. reloco nessoa do ,no-V a S', i'' '"""0r0 ,rnbalhadf T' '"-
ha. Sao trancos o coherenle/os quo uegam cebe? r^ ^'"""'T wn. Wu Por r6s Para
corda toda a acl.vidado de ac,;o, porque o ro-! revnlocin r, '''S d g,r'"'de "luu>nento. e a
:'o entidad,, essencialmeule'pawica.assim ai l^T'! compl.tou a grande base.
modo de mero rnalo : como o sacrificio da vida ni dVidr ^\ ,UeP0,i. '""a serie de ror.illarios
poltica concedem- he a apothese ..a isencio da S?i?Ue o i l\ ^ '"a"ivel dus faclos ('ra I
mesma responsabilidade moral. J0 ll'nilB fsU concluso que a posteridade lia-
os que porm em espirito difireme ne"am i\ tE?***1? C0,he.r-
c.^a o exercicio de suas privativas funcedes. So contra Sl..^ Cl""K'm S espiritas traeos
r> lhe poupar o dezar de m repolaco ou KciMM?5 '--" -SCU Cori^ d0 dos"
l.e,J ii.si I, iM-arel H-in .1., .... .1________. >'^COS U (iriZaS '
Pobre monarcha que n3o pensou que pode em-1 e
bota desabar sobre o mundo as mais horriveis ra,ser deP013 restillado : porm as borras que re-
tormentas ; o Etna, o Vesuvio o o Hecla devas- : *"llanj. Jtsla operago que seemprcgaui de pre-
larem regios ; jamis conseguir o maior poder I lore"9'a- l>ara obl-las de melhor qualidado nao
humano fazer a Ierra cessar seu movimento, nem i C0"VCID ,ev'ar n>ui louge a dislillaco ; e aprovei-
a verdade, odireilo e a liberdade deixar de ser ta"fe s residuos que nao se separara da agua b mrras-2 neln
o verdadeiro pharol para onde convergera as vis- nd flao em suspensao. o reconhecendo-se que asborr"s'odres ou alteradas 3 i
las e esperanzas universaes I... esla, boas 1uandu sao arrouxadas, offerecem un. IasD1,""' pd'T rPmCeht n l.ui'dn I -na
Quera pode demonstrar vantajosamenle que I araarS 'igeiramente acido, porra nao aze- JKdm^a bEStll Cubas d2s iranurezas ue
Rousseau, Condorcet e todos os philosophos e' do. mas nunca so empregam seno quando se I !l,W,\!!iord,a^
Sucialislas modernos de peso sao utopistas, ac"am liraP'das linas e tepida
-:.. a do que temos observado roalisar-se n'esle ,a mc.nos cnlur du Ielt0 fresca...-......^-..
Lslas aguas sao guardadas no vasoj indica
moio seculo ? i...
Da m -sma sorle
XIII... d
lonco
que um burguez do seculo
mesmo XVII seculo nos tomara por
a >pios e as inlelligencias superiores
utopistas__se a'Sucni 'bes prophelisasse n'aquel-
la poca a ol ra ^ue arado da civilisa^o nos
tem desenrolado .d0 raesmo modu nao Pderaos
comjuslica deno'm ,,,ar a'luelles dc propbetas n-
'oucos oto ,p.is,asf -.....
foi entregue a inquisi-
co
diculos e
No XVI seculo Gali.
cao por ler dito que
XVIII alguns quizeram (a.
seau por um devoto faoatii
Asopinies que difierci.
a Ierra movia-so ; e no
*or passar J. J. Rous-
'0.
n do espirito domi-
scandalisam sem-
di sconhecimeijtoi pede obrigar qualquer dos
r ros dos contemporneos, e dos aida muilas
amau severos da posteridado; na poaicio
i imeira e sobre lodas palete, em que est a co-
rda, ha de necesariamente ser o alvo das ou-
I iis aiten.oes, porque nao ha obsenridade pos-
sivel que a esconda. Nem a mageslade e todos
os prestigios da realeza podem apagar o senti-
n."nto innato da consciencia publica. Oh! a ou-
salia humana mesma Providencia chega
iltr cuntas dos seus immutaveisdesignios
las vezes um brado do estulta iud'ignac.ao' pVa-
FOSLHETIM
a pe-
quan-
Sl2i|S?Si "C"US ,sensivel e3Prito mais
distrahdo anda hoje chora, treme e impedido
1 .Tl1? ; f g.ri'1" enclr-se, dominando esse
qoadro desolador, o vulto immor.al de Mi rabea,
aeoquene pieiade dos Girn linos, a lealdade'
, ...al eravel do cavalleiresco Lafay.u, rasgos "
i Wlmes de cora ge m, do bnegacai, de patetismo
, e das mais decantadas virtudes Aqu sobresal c
, o anglico buslo de Carlota Corday, essa rireem
I que arrastada pelo fanatismo patritico weeipitou
, no remo de Salan o feroz Uarat, mereceudo desla
arte que Lamartine a denominasseo anje do as-
nina sua obra
idoria hu-
fru>
ccsaEjai;
POR
PAULO DE KOCK.
XLVIII
Um baile.
(Conlinuaco,)
,. it,S^! 2? "'1,u'n:> ''o Fiervillo scintillavam
do luzes; nana flores com profusio nos aposen-
tos em que tudo lomara un, ar dc festa JA os
msicos esiavam no seu posto, ostavam prepara-
das as mesas de jogo ; o a dona da casa ornada
com a elegancia quoconvinha sua edade olha-
ra par. os preparativos do seu baile com um
sornzo de salisfacco, no qual transparecia uma
expressio sombra c quasi satnica.
Eraflm, dizia ella comsigo: virao todos
desla vez. ale o Proimont, aquello grosseiro uue
nao se diverlo era minha casa, ha do vir, poroe
Uve o cuidado de OxciUr-IKe a curiosidade por
me... do um b.lhelo anonyn.o. Havomos de sa-
ber hoje noiie quem o essa mulherl
Comecou a cl.egar gente, principio muito
lentamente, como o costme. Os amigos ntimos
chogam sempre primeiro, o depois as senl.oras
que preferem ver entrarem as oulras, para nao
sonreren] a inspecco da entrada e da introduc-
5o nos saldes. Mas d'ahi a pouco apparecoram
em muliidao os oulros convidados ; os salde co-
mecaram enclier-so; d'ahi a pouco ninguem
se pode mover nelles i vonlade; enlao que tu
do llova eslar bom. *
Chegaram os esposos Chalupcaux, Mitoiinel o
depois Dumarselle, que madama de Fiervile i-
rera o talento de att?ahi, ao seu baile, manni-
bonne d'ZOr *** a"l'onlra''i'1 no,la madama Dal-
A dona da casa razia as honras do seu baile
con mima graca ; mandn comecarera as aua-
inm'itu nr'"U a,S me8as de i00' M Ja eslava
inquiea, porquo I.con o sua mulher ainda nao
inham apparccido. Emfim. s dez horas e meia
tez o joven par a sua entrada no baile. Um mur-
muriolisonjo.ro se elevou do lodos os lados
bX&n de Coriselle> q"e cm s"u oUoUo de
baile realuava essas nymphas encantadoras, pin-
tadas pelos poetas. Uma viva emocio. que ella
nao poda dominar, dava mais gra5a s suas rei-
nante, qualquer que elle soia.e.
pre o vulgo .
Assim expressa-se madama.de SU
De I Allemagne.
Um philosopho disse que toda a sab
mana consiste em ler f c esperar .
As ideas nao morrena esperam.
As ideas germinara, florescera e ainal do
lo eis a obra da f.
V
Ao gemido doloroso da bella captivaa Italia
correu pressuroso liberta-la o chefe d'essa
heroica tranca, da qual cada filho um bravo e
cada bravo um cavalleiro leal e compadecido
(Juando as bayonetas dos oppressoros iara despe-
dazar o vestido branco d'essa Italia, debaixo de
cujo ceo azul e purpurino nasccu Dante, Tasso e
mil oulros, e o brando e perfumado ckiar da
t>r.sa inspirou as sublimes melodas de Ro*s-
ni, Don.zetli Bellioi, a patria de Archimedes e
l-igrange, d essa Italia que Raphael e Miguel
Angelo inmortalisaram. e que foi o imperio das
explcndidas grandezas da antig.iidade gue o mun
1) Rio Grande do Sul.
(2) Nao somos apologista dos meios exlremos
0 sanguinarios, pelo contrario ser-nos-l.a doce e I
sagradavel podermes raciocinar deoutro mo-
seno quando se I f raf'?'** bordas das cubas das ""Purezas que assim como se f
i.i ...., ., fl el' se ligam. Para remediar o mal. tira-se deT,. ,
eimln.r 1^ma,aicadacuba 100 caadas de licor azedo. que se ; Quanlo ma.or for o gr
no vani indiM 8ub8,Ua8 Por2 dc melaco e oulro tanto d'agua forga lem o rhum ; assi
aso ja liiuica-1 fe-v-n, i : j- rnhn>- I n,* 9^ n..ci:u-,n.( .,
-Ww .. VH...Muud M "&< "fto, a 4(101,
distillada, dar um ter^o de espirito, islo de
12 a 50 caadas, as quaes misturadas com o
rhum produzindo perlo de 212 ou 313, do prova
do 22, a 3.
Na composicao dos lquidos pde-se ainda for-
mar outras proporcoes relalivas s circumstan-
cias, a que se est submellido durante a poca
do corte das cannas, e qualidado dos lquidos
que se empregam. Qualquer quo seja a quanli-
dade dc cada liquido e de qualquer tnaneira
que se combinem, esses lquidos nao produzera
rhum seno proporcionalmeote quanlidadedos
melacos e das espumas. Um dislillador hbil
oblra ordinariamente 4 caadas de rhum, com-
prehendendo a agua traca destillada, por 4 ca-
adas de melacos, e oulro tanto por cada 5 de
espumas, porque se avalia 5 caadas des-
las ulimas como correspondendo i de me-
lacos.
Quando os lquidos chegarem ao ponto conve-
niente para a destillago, fazem-se correr para o
alambique por dentro de uma calha de pedra ou
de madeira. Depois dc cheio o alambique at ao
nivel conveniente, tapa-se exactamente o seu ca-
pello.
Se o rhum sahe muito forle, enfraquecc-se
com agua commum ; porm nunca com agua
fraca, poraue esta lhe comraunica um goslo des-
agradavel.
O destillador deve vigiar dc continuo o gio
de calor de seus alambiques. Este fogo deve ser
doce, moderado, sempre cgual e nunca inter-
rumpido. Se for violento, elle sublimar muitas
impurezas nocivas qualidade do rhum. Era lu-
gar dos bagacos e da lenha, os Inglezes se ser-
vera de carvo de pedra ou de lenha.
Da destillacao das aguas tracas resulla um
rhum de qualidade superior, que do o nomo
do espirito. Mil e duzentas caadas d'agua fraca,
devem render perto de um ter^o de bom rhum,
o mais 120 caadas d'agua fraca.
Quando os lquidos sao bem composios e a
destillacao bera feita, sobro 1,200 caadas, ob-
tm-sc pouco mais ou menos dc 320 a 336 cana-
das de rhum, e de 160 a 200 de agua fraca. O
espirito quo resulta desta agua fraca, mistu-
rada com o rhum, d perto de 480 a 520 caca-
das, ou pouco mais da terca parte das 1,200 ca-
adas.
Depois de Jdeslillado ojrhum posto em pipas
ou toneis que possam conter de 4(0 a 80 ca-
adas. Nao se lhcs deve por rolhas, porm co-
brir somenle a abertura com uma chapa de
chumbo ou de ferro, especie de ralo de furos fi-
nos. Trasvasa-se muitas vezes o rhum de uma pa-
ra outra pipa, estas manpulagoes o tornam ve-
Iho.favorecendo a evaporado de suas parles sub-
lia que afectam desagradavelraente o paladar.
Por esto meio, cm menos de 7 ou 8 mezes, o
rhum se acha em eslado de beber-se.
Quanto mais velho o rhum, tanto melhor se
torna. Pretende-se que o rhum do 30 annos
mui superior todos os de edade igual, e que
bebido com moderaco reslabelece e conserva as
forcassem escandecer.
Pode-scdar ao rhum differcnles graos de torca.
m como se faz com a agurdenlo ordinaria.
o do aremetro, menos
m 20 mais forte do
UO. Estas aguas sao guardadas no vaso i indica- ?usmuo Put -\uu "'eiaco e ouiro lamo u agua 1 "">,.. >' u e mais lorie uo
do e serven., como j se disse para acceder a fervcnte- icmeche-se nimcd.alamente. e cobre- que 25. Destillando-o duas vezes, obtem-se um
se a cuba ; estabelece-se entao uma fermentacao |icor extremamente espirituoso, que apenas mar-
do melhor qualidade, e no fim de dous das o li-' ., ...... ,.
nni.in oti om aia.in .ia car riwtiu-i.in i ca '. A agua fraca destinada torneen um licor
** .aaSHSra-"^:: =w
presenca.
MagalhaeaWaterloo.
esperance via, prometicndu-me a
l arecia-me quo pouco se visilavam
Com eTeilo, a ta de Len ralou-me or
mu.io tempe com extrema frieza ; ro as es te in
verno. depois queeu e meu marido vollamos
ra Pars, lornou-so outra para comigo P
- Vejo1 com prazer que ella lhe" faz iusllea
S.nto lamben, viva salisfacco sabendo que llao58e
esqueceu do mira. l 'e
m1TKTecer"mo d0 senhor, seria nocessario
que cu fosse muito ingrata. O senhor que foitio
bom para comigo na sua linda casa de campo de
Neully, onde eu ficava tao contento ,S
ts das, e onde mo ... ......11. .. (asar
lermentacao dos ouir.os lquidos. Sem seu soc-
corro, essa fermentacao leiia lugar mui lenta-
mente; prelende-se porm que o rhum feilo des-
te fermento tem melhor gosto e quo se podo be-
ber mais cedo.
Em falla delle, pode-se fazer um fermento ar-
tificial, pondo em um vaso pequeos pedamos de
bagacocom tres vezes oulro tanto agua em peso.
Esta mistura agitada forlemenle por muitas vezes
durante o dia, entra em fermentacao no fim de
30 a 36 horas. Para a ler limpa clara, exlra-
he-se da vasilha por meio de uma torneira posla
na parte mais baixa das paredes do vaso.
Alguns prelendem que a agua a empregar deve
ser salobra ou mesmo eslagnada, porque estas
aguas contera mais principios de fermentacao ;
oulros querem somonte aguas vivas e bem claras.
As espumas nao deven ser en.pregadas seno
48 horas depois de exiral.idas das caldeiras de
evaporacio, e quando ja se lem desenvolvido um
comeco do fermentacao que expello lodas as im-
purezas.
Os melacos provenientes dos aasucaiesSirutos,
sao preferidos aos dos assucares purgados. Nao
-eesles ulliraos se desprezera, mas para gra-
- as misturas bastando misturar quinze por
ento T"03 S l"""eiros> coniparativamenlc aos
seguudL ...
as enl. ^ S d,vers'1s nacoes.as dses das
ui.s.ur ,s ri 6S '^redientes, variara. Em algu-
s?su c: sncera medi,,as jc niei
de lnque ou de fPma. ou de cal-
dode2anna,;d.ido. ,Ua C0l,,Jud" borras. 33
de agua pura. r^ djJ d
i>a Jamaica misluram ourilii.i .1 '
d melaco, 30 de espumas 'd de caDas' e
tmaguns lugares misturan. ? ffP as
borras, a agua c as espumas ; no .. i* i ,0ras
de.lam-lhe, a primeira porco do mo ^JJf
quido est cm estado de ser dislillado.
Quando a fermenlagao muito activa, retar-
da-se com agua fria ; quando mui lenta, ajun-:
ta-sc agua queulo ou um pequeo punhado de
cal viva ou borras. Corrige-se finalmente o li-
qnido mui fri ou mui quenlo com espumas e'
borras que tenham temperaturas opposlas, islo'
6, esse liquido devo achar-se nunca abaixo de |
90 graos do ihermoinetro de Farhncil, nem ci-
ma de 94, como cima se disse.
Logo que apparece bolhas sem cheiro de alcool
necessario deixar o liquido nos alambiques
anles de 12 horas passadas.
As malcras liquidas sao misturadas em diffe-
renles proporcoes, conforme a sua qualidade,
sua maior ou menor riqueza, e oulras clrcums-
lancias. p,
Quando se quer fazer rhum no comecd da co-
Iheia das cannas, isto antes de ler'melacos,
compoe-se o liquido do seguinte .nodo, suppbn-
do um ou duus alambiques que possam conter
1,200 caadas.
Espumas......720 caadas.
Agua commum. ... 360
Fermento liquido. 120
A agua fraca deslillada fornece ura licor
de 18, 19 c 20, da qual se servem para dar
ao rhum, demasiadamente fraco, a forca oue o
commercio exige, isto desde 20 al 30 ex-
clusivamente.
Prepara-se o rhum maisou menos forle, con-
forme os paites para os quaes devo ser expor-
tado : de 26 para a Franca e a America ; de
29 para a Irlanda e os estados do norte da Eu-
ropa ; de 22" para Londres. Mas naquella cida-
de, assim assim como no resto da Inglaterra,n o
se bebe o rhum nesle grao de forca, porm mis-
turado com agua al ficar reduzido 27 ou 28".
O rhum podc-se bebr puro, porm commum-
n.ente ajunta-se-lhe dous tercos d'agua ; reu-
nindo-se esla mistura, assucar o sueco de li_
rano, forma-sc a bebida conhecida com o nome
de punch 011 ponche, bebida dc que os Ingle-
zes e os povos do norle da Europa fazem um
immenso consummo.
O fallecido Jos Silvestre Rabcllo, cm um ar-
tigo que publicou acerca do rhum, no .-lu.riiador
de 183i faz as seguinles observacoes : Uma
pipa de rhum valer nos mercados 200^000 ris ;
oito lostes no Rio
So as espumas forem pouco ricas ser neces-jha muila gente que lem pago uno loaiue? nomo
sario augmenlar-lhe a quanlidado. Os lquidos do Janeiro por uma garrafa do genuino rhum da
formados por meio deslas dses, nao do seno T o a :__..^. .i. .a_'jM
r.rm in .s* en .., ,,(,. ar..,, oHaian Jamaica. Se depois do impresso osle verdico
per.o de 48* 60 caadas de rhum, e de 80 "a J*ma'ea- Se depois do impr
200 caadas d'agua fraca. Esle rhum de quali- syslema de fazer rhum nao apparecer nos naer-
densidade mal chega a 26" cados da Europa rhum do Rio de Janeiro lo
t_ i bom como o da Jamaica, deve isso altribuir-se a
dade inferior, o a sua
do aremetro.
c.ida cem a mistura,
nofim de um ou dous dias, quando a fe.
3
menia-
ces. Todos os homens olhaa.S-? con, dm a' ST** 0"dBlu ~ contento
V Dasa. inha senhora. Merece bem
(*J Vide o Diario D. 22{.
Len sentia-se orgull.oso o feliz, alravessani/o
os saloes com Ceriselle. que levou-a ao lugar
em que eslava sua lia. Chalupeaux, que eslava
na passagem dellcs, ficou cor de purpura, e nao
se cancava de olhar para a moca sorrindo
E admiravel! extraordinario I Se nao
fosse a esposa do Sr. Dalbonne, julgaria que era
ie? ft,U,f F!n''VI10 r0cebeu Ce,ise"o con. pra-
sempre ao p de sua mulher era ura baile e es-
a yio-sc com terror solada no meio deas* n.ul-
tidao, quando uin individuo so dirigi para ella
tt,mn ntand0.".a C'n H'S>e,t>- Cer.sette reco-
nheceu Dumarselle ; cscapou-lhe uma exclama-
cao de prazer. Dumarselle Woveilou logo um
lugar quo eslava vago ao p ,h moca. *
h, m, fa'mrt TU? r-,0 so"hor. d'sse Gerisette
ha muito quedesejava esse momenlo. Mas o se-
nhor devo estar admirado de me ver aquil
qu7c!tt auui .'i e,lSS,n0' n,i,"'asenhoVa, eacho
elu r' ,em' oen,Pa M gnamenlo o
crialonparaqeUMeC.e,tamei,tU "*Ahfc*J
Ah I essa f'elicidado que se lornou natlilha
i forluna^lia-ijao CTES ^SS! *""
Emquanlotinha lugar essa conversa, em outra
paito do salao madama de Chalupeaux brffi
com o marido, quo i cada nstanto ia beber pon!
Pois anda vena do btele, Nemoiin?
bim, fu. refrescar-me.
flefrescar-se I E s bebes ponche I
ge7das 1SS melh0r d 'luo "ebidas
r. iT E"laa '30 abfls de olhar para madam,
Dalbonne? Temos a hislora d'oulro da
Como? o que?
Ora nao se faga do novas, libertino Denois
que ve.o a sobnnha do madama de Fen- lie o.
rece que os olhos teqnerem saltar fra E' indo-
eenle o modo por que oll.as para essa moca
Affiancn-lhe. senhora Chalupeaux. que es-
ussass:-"'"*- -r's.
. Era melhor que lizesse isso do que se ser-
vissedelles para examinar as raulheres \n,1n
quero dansar, vamos, horacm.
Mas que.... eu....
Qual eu, nem meio ou. A>-'
e vamos para o nosso lu*- -* d-me a man
E madama Chalun* .-r. md0
uma quadrilha lT- --us arraslou o marido nir,
Cerisette. ,. Um mancebo liana convidid
.quenaorecu_sou, .porque seuraS
madama Dalbonne e pelos sarcasmos de sua ni. '
iner, que Iho dava beliscao velho quando elle
deilava os olhos para Cerisette, perdeu a Ira-
montana, atrapalhou-so todo as figuras e co-
meco,. dar pontaps as senl.oras, o cor'oou as
fa<;anhas pisando o melhor calo da sua respeila-
vel esposa, que vollou para o sen lugar furiosa e
COXcaDQO*
Ceriselle sahira-se da contradansa como de lu-
n0.q.U.eoe,raprel,endia.: lvc ^aca, decencia, e
apenas seutou-se receben logo innmeros convi-
Era perlo de meia noito; o baile eslava em
lodo o seu esplendor, e os saloes atuYnados de
gente; madama de Fcrville fazia perfelamente
as honras de sua casa ; engallolo j comecava
hcar inquieta, deitava tom o momento os olhos
para o relogio ; mas do repente sua physiuiiomia
lornou-so radiosa ; acabava de ver Fioiinout en-
trar no primeiro salo.
O ex-caixeiro vinha com ura toilette excntri-
co ; v.a-so que quera fazer elfoilo, e suas manei-
ras de bolequim, que correspondam ao seu ira-
je, nao podan, deixar do apparecer em uma so-
ciedade de gente do bom "tom. Demais, esse
grande Fro.u.oiit receiando talvez nao eslar mui-
to alegre, fizera como cortos rapazes antes de
irera ao baile da Opera, lomara o seu traui-
11 lio.
Foi, pois, com todo o desempeo, fallando alio
e dando cotovelladas em quem enconlrava, co-"
so eslivera u'ura baile publico, que o c- '
moni fez a sua entrada nos salo"
perguularam quem era es" ".''
estar no baile UabU' ,i"-' onde
- tigurao quo pareca
>, e que trosandsva de ca-
l.ogo quO se comecar ler melacos, a compo-
sicao do liquido pode ser a seguiute :
Espumas......60 canadas-
, commode por mi n,,a ciu,sa ca sei n';'n andar
aozinho. nio nrei. iso aue ,u8 aPrpsentem.
Madama dr i..i. ,'.,:',, >. Esto comecou porlirarco-
nao,. P*'r("'de,vchat "lejas que circulavam pe-
pos de h\nc he dab.at ^ ^ Molho ^g
las salas, d, pois dw* ninda mas feio 0
o por meio ic una V* ;rH 0 ,unel0 poz.so S
tac
n.
tornava, cor
passear assi
Ora va
lou verdade.
que oulr'ora
con Ira r. Um.
nho conhecic
procuremos.,
tal bllhete?
Comecou de
parte de uma q
emfim os olhos
a moca eslava t
lana graca no t
enfastiara* de ol /,,,.
cao quo a exan. ,' ara e,
fa bocea, case sorr -d. reCooh
Coma bree? i i o I **
1 Cerisp/de .'
dizendo
verdade do praverbio :Quem torio nasce, tarde
ou nunca se indireila.
(Agricultor Paulistano.)
pelas salas,
, ver se o bilhelo anonymo fal-
deve encontrar aqu uma mulher
"ennhec. e que ha mu.to desejoen-
, mulher..: cousa mu.to vaga... to-
tantaso. Nao importa, examinemos,
. Mas quem diabo mo -escreverin o
dansa, e Cerisette fazia
rilna, quando Froimont deitou
esse lado. Ficou admirado;
lila, lo boro trajada. havia
dansar, quo nao se
; porm, propor-
>ia esses olhos, cs-
tisse comsigo :
^ulher. Oh 1
^SV?o
'n de
''a
Con/'
mesmas fewdM '5Mi ,'c-c "1elia ,.
"! rf.*'^.poreu.
e-.rl0
ICi
chimbo.
Mas
-.aendo^Sf' d **** foi ""> delle
dia na por-
n* ..a de S. M.v!3g "'5a que vi 0.
., a semelhnnca -1 ',',l: s9 Dao a pequo-
_ ~y I bilhete cm ? ,- "t'dinari*- E ''eP0' esse
Fro'- I aqui uma 5,.oa .Pr.ev'ncra que encontrare!
'odes 'ilicar-ma'Tranha1nrrPl'i'1- SeKr.ell? ^ucer-lquizerap.
1 grande e'ffe.T PreSensa ha "Produzr nel- bmuhav^ ,..
Tinh.apenas i.-rminado a quadrilha, I I,dar de .1"e <
Tonho parpara muilas quadrilhas, senhor,
nem sei mesmo se flcarci para dansar.
Ah I isso mo... Todava necessario que
eu danse com a senhora...
E dizendo isso Froimont olhava fixamenle pa-
ra Ceriselle, e reparara com secreta alegra na
nerturbaco, na cmo?o. no terror que se pinla-
vam no rosto da moca, e que ella debalde procu-
rava dissimular.
Ora vamos, conceda-me uma conlradansa.
Repito-lhe, senhor, queja icnho muilos pa-
res.
Mas parece quo sempre se pode fazer algu-
ma cousa... por un conhecido velho.
Nao sei o que o senhor querdizer.
Do veras I Ton. memoria fraca ; mas cu co-
nheci-a perfeitamente, em primeiro lugar pelas
suas lindas feices ; depois a sua voz confirmou-
me as suspeita's, Ceriselle. Oh I o toilette nao
o mesmo ; mas a pessoa idntica.
Nao sei o quo quer dizer, senhor, e nao o
conheco.
lie veras, minha senhora Enlo pnrquc fi-
ca lo perturbada na minha presenca? A. propo-
sito tinha uma cousa importante dizer-lhe:
Angely morreo... lembra-se aquelle galn tao.
mo? morreo ha um anuo na Inglaterra... Ah
isso commove-a : a memoria j lhe vai appare-
-ndo?
;selte fazia mil esforcos para ler coragem ;
*der lutar com esse hornera que a aca-
sera por sua encrgia forca-to du-
vesso fallando cora Cerisette,
m+ SU htS i;?' Senhr' j ni "Pe"va
le. tu de certo nao perda \h Lh euf'-
Sf* "ZeS- um -tdo^u'eS ,he f"r
I A..T R-e1sP,;!,0 os seus s
Coi.
n '-.ssera que se faria repararVe nto?, marid"
-epn pois na mesma quadrilha Ipk nsassc :
-na 0CQle, nao se in-
=*

-!---- .
qs iKfia'^r.,,^^ ir t su^
Porque reconhcera o rur"oVe 'L0nfCnd0;l,',,
perseguido, e que semnre lhV \"l a hava
averslo. 4 pre lhe "Pirara profunda
- J lenho par, senhor.
WWLQO
quando I 'as senta faliarem-,
Nesse momenlo Dumai
moca, dizendo-lhe:
'he as torgas.
-elle approximou-se da
Esl paluda ?
rere-
posso
segredos, mas espero que
=T .que 'om' rnil,h'1 senhora?
aenie algum iucommodo I
rnT.0" s>m senhor, preciso lomar ar
mo d'aqui por obsequio, leve-me
Ceriselle lomou o braco do n..~ ..
logo do seu lugar; DuraarsBM. ^r*""116 Sa'"'0
tro salo. "Jmarsfille lovou-a para ou-
(Coni;u/ar-e-/ia.)
PERN.-Ii-P. DE M.,F. DE fARIi.*10ft~

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