Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08234


This item is only available as the following downloads:


Full Text
NS9 XXXVI. SOMERO 221
Por tres mezes adiantados 5$000.
Por tres mezes vencidos 6$000.
SEGUNDA FEIRA 24 DE &ETEHBR0 DE 1861.
Por anne adiantatto 19$000
Porte franco para o subscritor.
BNCIRREGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Martins Ribei
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes df
Aloraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Joronymo da Cosa.
l'.XIt 1 ll).\ UOS COKKElUa.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
lguarassi, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Antao, Bezcrros.Bonito, Caruar, AUinhoe
Garanhuns as trras feiras.
Pao d'Alho, Naz'areth.Limoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex nasquartas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso.Una. Barreiros.
Agua Prela, Piraenteiras e Natal quintasfeiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manhaa.
EPHEMERIDES DO HEZ DE SETEMBRO.
8 Quarlo minguante as 8 horas e 47 minutos
damanha.
15 tua nova as 3 horas e 49 minutos da manhaa
21 Quarlo crescente as 9 horas e 5 minutos da
tarde.
29 Luacheia as 11 horas e 20 minutosda larde.
PREAMAR DESOJE.
PrimeirD aos 54 minutos da manhaa.
Secundo aos 30 minutosda tarde.
AL'DINECIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal do comraercio : segundas e quintas.
Relacao : tersas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quiotas e sabbados as 10 horas
Juizo do commercio : quartas ao meio dia.
Dito de orphos: trras e sextas as 10 horas.
Primeira Tara do civil: tercas e sextas ao meio di
Segunda varado civel; quartas e sabbados a un!
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
24 Segunda. Nossa Senhora das Mercs.
25 Terca. S. Firmino b. m,; S. Nionizia v ni.
26 Quorta. Ss. Cypriano e Justina mm.
27 Quinta. Ss. Cosme e Damio irmius mm.
28 Sexta. S. Wenceslao duque; S. Salomo b.
29 Sabbado. S. Miguel Archaujo ; S. Fraterno.
30 Domingo. S Jeronymn b. dout. da groja.
ENCARREGADOS DA STJBSCRIPQAO NO SL.
Alag03s, o Sr. Claudino Falcao Dias; Bahia,
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, o S,
Joo Pereira Martins.
EM PERXAMBL'CO.
O proprietario do diario Manoel Figueiroa de
[Faria.nasua livraria prara da Independencia n
'6e8.
PARTE 0FFIC1AL
Ministerio do Imperio.
Expediente do dia 8 de maio de 1860.
Ao presidente da provincia do Rio Grande do
Sul, communicando que foi ouvida a seceo dos
negocios do imperio do conselho de catado sobre
So-
posias pelos jmzes uiumcioacs a cidade de
rocaba e filas de Taluhy c Cacapava :
Io, que o vereador da cmara municipal da
i villa Je Cacapava, que reclamara contra as deci-
ses da junta qualilleaiiora da parochia da mesma
villa, nao icava por este fado inhibido de func-
cionar no conselho municipal de recurso, urna
' vez que nao tivesse tomado parle nos trabalhos
' da qualificacao recorrida ; devendo porm o dito
o scu olTicio submetlendo ao conhecimento do | vereador na occasiao de decidirem-ac orr.
goveroc.imperial a decirte que dera a seguinte fi;*y? fmtVa.'oTra $?
duvida do juiz de paz presidente da mesa paro- """, '"' **.-,. r.Q a~ ii j ,i i h
..i .. .--, i-i- o:i_.>-. mo determina o aviso n. OJ de 1J de aurii de
1848 ;
tinal de Cacapava : Se o eleilor Joo Silveira
la Fonloura, da parochia da Cachoeira que es-
lava pronunciado quando foi eleilo, devia ser con-
vocado pira a eleico do deputados assembla
legislativa daquelli provincia, ou se tambera de-
via s-'-lo o respectivo supplenle, para que o col-
legio eleitoral decidisse a qual dos dous compe-
ta tomar parte na referida eleico ; e que S. M.
o imperador, conformando-se cura o parecer da
referida sec.o, houvo por bem declarar que o
niesmu presidente decidi acertadamente respon-
dendo ao supracilado juiz que s o eleitor, e nao
o supplente, devia ser convocado ; nao pela razio
de que, approvada a eleico de deputado as-
sembla geral, approvados licara os diplomas dos
cleilores ; principio esto que, embora verdadei-
io, nao applicavel a hypothese vcrtenle, pois
que aquclle eleitor nao interveio na eltigao de
deputado ; mas sim pela razo de anda nao ter
sido o respectivo diploma presente ao collegio
eleitoral, a quem compete conliecer da legalida-
de da eleico do dito Fonloura, e se a julgar
nulla, convocare supplenle, aipurando em sepa-
rado os votos de um e outro. *
9 -
3.a seceo.Ao presidente da provincia da Pa-
rahiba, nos seguinles termos : Foi presente a !
S. M. O imperador o oflicicv dessa presidencia n.
121 de 15 de dezemliro ultimo, cm que V. Exc. j
expc as razos que o induziram asanecionar va-
rios actos da assembla legislativa dessa provin- i
cia promulgados na sesso ordinaria do anuo |
passado ; e o mesrao augusto senhor, lendo-se
conformado por sua immedala resoluco de5 do
correnle mez cora o parecer da seceo dos nego-
cios do imperio do conselho de estado, exarado
cm consulla de 4 de abril prximo lindo, lia por
bein declarar que excedem as attribuices con-
feridas as assemblas provinciacs pelo acto addi-
cioiial os seguinles actos, que tiesta occasiao sao
submettidos ao conhecimento do poder legisla-
tivo :
1." A le n. 12 de 2 de setembro, que auto-
risa a aposentadoria de um continuo daquella as-
sembla, pois que nao podem as assemblas pro-
vinciaes, como j lanas vezes se tem decidido,
conceder mercs pecuniarias ;
2." O art. 2, da lei n 13 de 5 de setembro,
que fixa a forca policial, e a mancira do distri-
liui-la, visto que 6s assemblas provinciacs s
compete a fixa o do numero das pfacas e dos
seas veocimenlos :
3." A pane linal do art, 3. da lei n. 15 de
24 do setembro, relativo a comprado fa/.endas
alfaudegadas, c que delermna que o comprador
poder, querendo, entregar ao vendedor a res-
pectiva importancia ; porquanto nao esto as as-
semblas provinciaes amorisadas para decretar dis-
posices de direilo civil ;
." A lei n. 20 de 28 de setembro, que traa
da separaco das attribuices dos escrivnes do
judicial, capella*, residuos, etc.. das villas de
Bananoiras e Independencia, pois que nao cabe 1uat'J
na aleada das asseiublas provinciaes a alleraeo
das aitribures dos em pregados geraes ;
5." O art. UU da lei n. 26 de 30 de setembro,
porque nao da competencia das cmaras mun-
cipaes a prohibirlo do comraercio nos domingos
o dias santos.
nanlo aos projectos ns. 9, 30 e 7i, que V.
Exc. deixou de sanecicnar, o do que remelle co-
pias, cnlende o governo imperial que sao valio-
sas as razes em que V. Exc. fundou-se para ne-
gar-Ibes a saneco ; mas, nao constando do su -
pracitado ofJQcio de V. Exc que a assembla pro-
vincial livesse conhecimento das referidas razes,
como determinara os arls. 15 c 19 do acto a na-
cional, nada tem o mesino governo que deliberar
a tal respeilo.
Ao presidenlc da provincia de S. Pedio, nos
seguinles termos :
i Tenho prsenle o offieio de V. Exc. n. 32 de
22 de marco ultimo, corn que submellc a consi-
derado do governo imperial a soiucao que den
a varias duvdas propostas pela cmara munici-
pal da villa de S. Leopoldo, e relativa as irregu-
laridades que se deram na reviso dos votantes
da parochia do mesmo nomo ; e cm resposta de-
claro-lhe que mereceu a approvaco do mpsmo
governo, n.o s a deliberaco quo V. Exc. lomou
de annullar a referida reviso, como tambera as
seguinles dciises que deu dita cmara :
<< I. Que os elcilores c supplenies do dislric-
to desmembrado do nina parochia para formar
oulra no podem ser convocados para a junta de
qualificacao da parochia a que anteriormente
pcrlcnciam ;
2o Que o juiz de paz que tem do ir presi-
dir a mesa parochial da freguezia de S. Miguel
nao fica por este privado do direilo de ser qua-
liticad na parochia de sua residencia. >
Ao presidente da provincia do Ccar, nos
seguinles lermos: < Tenho prsenle o oflicio
dessa presidencia, n. 46 de 13 do abril prximo
lindo, em que V. Exc. sujeita consideraco do
governo imperial a soiucao quo deu a seguiile
consulta que Ihe dirigi o" juiz" municipal do ter-
mo de Mara Pereira :
Se o padre Joo do Nascimenlo p S, que
el Itor tnais votado da parochia do mesmo no-
nio, tendo servido na respectiva junta rc-visora
do qualificacao, durante o impedimento tem-
porario de iim do3 membros primeiramenle plei-
tos, podia tazer paite do conselho municipal de
recurso.
E era resposta declaro- lhe que bem decidi
2o, que, nao tendo podido formar-se regu-
larmente no dia marcado o conselho municipal
de recurso da villa de Taluhy, designara o dia 24
de junho vindouro para reunir-se de novo, de-
vendo o mesmo conselho conservar-se reunido
pelo ospaco de quinze dias uleis;
o 3o, que para o referilo conselho devem ser,
convocados novamente os elcilores pela ordem ; _
da volaeo, e que quando estejam impedidos os gallado ccioli Lins
isso que, nao sendo erapregados deliuilivaraen-
te, tem de ser annullados.
- 15 -
2.a seco.Ao presidenle da provincia do
Penambuco, para que, na forma das ordens cm
vigor, cuja excciico se recommendou em circu-
lar de 28 do abril ultimo, informe sobre o re-
querimento em que Joo da Silva Loureiio pede
urna merc honorfica por servicos prestados cm
diversas pocas.
5.a seco.Ao presidente da provincia do Cca-
r, communicando que foi indeferido o requeri-
monto em que Manoel da Costa Sampaio, capito
cirurgiao-mr do commando superior da guarda-
nacional, residente na cidade da Granja, pede II-
cenca para exercer a cirurgia c o lugar de medico
do porto da mesma cidade, por ser essa preten-
cao contraria s disposices dos regulamenlos de
29 de setembro de 1851 e 27 de abiil do anuo
passado.
7.a secrao.Ao presidente da provincia de Per-
nambuco, devolvendo o requerimento do Manoel
dous mas volados dever-sc-ha convocar os que
estiverem empatados em votos, procedendo o
juizo municipal o sorleio perante clles, na for-
ma do decreto n. 480 de 2 de outubro de 1846,
o art. 115 da lei regulamenlar de 19 de agosto
do mesmo anno.
Em resposla declaro-lhe que mereceram a
pprovaco do governo imperial as referidas de-
cises por seren conformes ao que se delermi-
iiou pelos avisos n. 68 de 13 de abril de 1847,
n. 53 de 13 de abril de 18.8, c 112 de 27 de abril
de 1849
Recebi o oflicio de V. Exc. n. 58 de 28 de
abril ultimo, cora o quil submetle ao conheci-
menlo do governo imperial a soiucao que deu a
represenlaco que lhe drgiram dous membros
di junta d qualificacao da parochia do Arcas.
Em resposla declaro-lhe que mereceram a
npprovaco do mesrao governo as decises que
V. Exc. proferio nos seguinles lermos:
1. Que mal proceden a junla indeferindo o
| requerimento que lhe foi apresenlado, para se
'inserir na acia qualqncr protesto que se lizesse
; contra as Ilegalidades praticadas pela mesma
junta, o que todava nao era motivo para quese
annullassem os scus trabalhos, visto que das fal-
tas o irregularidades que se commcllessera ha-
viam os recursos eslabelecidos na le.
O governo tem em varios avisos declarado
que as juntas de qualificacao, assim como as me-
sas parochiaes e collegios eleitoraes, devem fa-
! zer inserir as acias dos seus trabalhos os pro-
testos que se apresentarem por parle das pessoas
i nteressadas, salvo o direilo de se contestar os
raesmos protestos, e explicar os fados a que el-
, les se relerem, para que a antoridnde ou o poder
competente decida cum conhecimento de causa.
1 V. Exc. o far constar ao juiz de paz que presidio
.aquella junta, estranhando o ter-se deixado de
'< cumprir as decises do governo.
<'. 2." Que nao era lambein motivo de nullidade
'oler comecado a qualificacao pelos quarleires
mais remlos, porque a lei nao marca a ordem
em que el les devem ser inscriptos. Cumpre po-
I tm observar, c V. Exc. o far constar ao
mo juiz de paz, que, segundo a pralica
mente seguida, deve a qualificacao principiar pe-
los quarleires mais prximos.
3.a Que essa presidencia nao era competen-
te para resolver sobre a nllegaco, alias vaga,
de incluses e exeluses indevidas, contra as
liaviam os recursos marcados na lei.
-1." Ser allcndivcl a recusa da maioria da
junta em assignar a acia por fallarem os nomes
i de tres qualificados, como posteriormente reco-
nhecerara os propnos representanies.
a Nao consla da deciso de V. Exc, ncm do
qnesito da represenlaco que substancia, que a
acta fosse a final assignada. V. Kxc. procurar
informaces a csse respeilo, se ja nao as tiver,
e verificado que anda est por assignar, expe-
dir suas ordens para que se cumpra essn for-
. malidade, salvo aos dissidenies o oireito de fi-
! zerera declara^ao do sen vol, conforme lem s-
do decidido em diversos avisos pelo, governo im-
perial. E sendo a recjsa da parle da maioria,
esta que faca incluir os nomes que falUm, vislo
que maioria que compele decidir as ques-
loes que occorrerem.
e sua irma Luiza Francisca
- 14
provincia de S. Pedro, nos
12
Ao presidente da
seguinles lermos :
i Tenho prsenlo o oflicio de V. Exc. n. 45 de
de abril prximo lindo, em que sujeita np-
provaco do governo imperial a soiucao que deu
seguinte duvida proposta pelo presidente da
cmara municipal da villa de L'ruguayana :
<' Se o conselho municipal de recurso devia
conliecer dos recursos inlerpostos por alguns ci-
dailus que dingiram as suas reclamac.es jun-
ta qualiflcadora no ultimo dos cinco d'ias da 2.a
reuoiao, e quando os respecitivos membros j
linham-se retirado por estarem concluidos os
trabalhos.
Era resposta declaro-lhe que mereceu a ap-
piovaco do governo imperial, por estar de ac-
i curdo com o art. 22 da lei de 19 de agosto de
i 18G, o art. 9. do regulamenlo quo acompanha
I o decreto n. 500 de 16 de fevereiro de 1847, e
I aviso ii. 68 de 13 de abril de 1847, a diciso que
V. Exc. deu responden Jo aquello presidente que,
i sendo as juntas obrigadas a Irabalhar desde as9
horas da manhaa al ao sol posto, devia a men-
; cionadu junla, apezar de j ter dado por conclui-
I dos os seus trabalhos, lomar conhecimento das
! reclamaces, uma vez que eslas livessem sido
I a presenta das antes do sol posto ; e nao tendo
j feito, deve a mesma remaclamcQo ser conside-
rada como desatendida, para ter lugarorecur-
! so para o conselho municipal.
Ao presidenle da provincia ;do Ccar, nos
! seguinles termos :
i Tenho prsenle o offieio dcV, Exc. n. 54 de
i de abril, em que expe as irregularidades
V. Exc, respondendo ao mesmo juiz que a duvi- | Pirna,1'c,'?d,a*,em. j.3".1;'.1'0 "''i,0, pela junla dequa-
da por elle proposla acha-sc claramente resolvi-
da no art. 33 da lei de 19 de agosto de 1846 e em
varios avisos a respeilo dos diversos membros
do conselho municipal de recurso, e ltimamen-
te o foi quanlo ao 2" meinbro pelo aviso de 1 i
de abril que lhe envi por copia, dirigido ao
presidente da cmara municipal desla corle.
Ao presidente da provincia de S. Paulo,
nos seguinles termos :
a Tenho presente o oflicio dessa presidencia
n. 59 de 28 de abril prximo lindo, em que V.
Exc. submetle consideraco do governo impe-
rial a resposta que deu seguinte duvida pro-
posta pelo presidente da junta de qualificacao da
parochia de Jararehy ;
So tendo-se procedido elcicao dos dous
primetros mesarlos, c allegando depois dislo, na
otcasio de lomar assento, um dos eleitos, o al-
teres Joo da Cosa Gomes l.eilao, motivos que o
impediam de tomar parle nos trabalhos da mesa,
fra regular a deliberaran tomada pela junta, de
proceder oleicao de quem o subslituisse.
E em resposla declaro-lho que V. Exc. deci-
di acertadamente approvando a citada delibera-
do, pois que o art. 17 das inslrucces que acom-
panham o decreto n. 1,812 de 23 de agosto de
1856 determina que, se o impedimento ou falta
Oo mesario der-so antes do assignada a acta,
proceder-se-ha elcicao do substituto pela mes-
ma maneiri estobelecida para a primeira.
- 10 -
3a sec o Ao presidenle da provincia de
S. Paulo, o aviso do iheor seguinte :
Tenho presente o oflicio dessa presidencia
n. 57 de 28 de abril prximo (indo, em que V.
Exc. sujeita approv,a.o do governo imperial as
lificacao da parochia ee S, Joo do Principe, e
que o induziram a mandar annullar a mesma
qualificacao ; e coraraunica ter designado a pri-
meira dominaia do#nez de junho vindouro para
proceder-se nova qualificacao na referida pa-
rochia, e ordenado ao juiz de direilo da comar-
ca do Inhamiiiis quo procedesso na forma da
lei contra os autores ds taes irregularidades.
Em resposta declaro-Uta que mereceu a ap-
provacao do governo imperial a deliberac&o que
V. Exc. lomou de mandar aunullar aquello acto,
pois que a nomenco dos mesarios substituios
pelo presidente da citada junla, e o fado de de-
morar-se ella na matriz durante os cinco dias
da 2.a rennio apenas alguns minutos, deixan-
do assim de screm recebidas as reclamaces de
varios cidadaos, consliluem abusos que olTundcm
o disposto no art. 17 das instrucQcs annexas
oo decreto n. 1,812 de 23 de agosto de 1847, e
que seriara suflicienles para invalidar lodos os
trabalhos da junta, ainda mesmo que nao hou-
vessem occorrido os oulros, de que ella aecu-
sada nos documentos annexos uo oflicio de V.
Exc.
Cumpre portanto que V. Exc. recoramende
o emprego dos meios convenientes, para que
sejam punidos os autores de taes abusos.
8.a secedo.Aos presidentes das provincias,
para que appliquem de preferencia os crditos
marcados para obras publicas geraes, e auxilio
as provincias, a canaes, pontes, e estradas, e ou-
tras de reconhecida utilidade, e nunca a despe-
zas quo devara correr por outras verbas ; e bem
assim para que nao facam uso desses crditos,
Accioli, relativo s trras de Tamandnr, a fin de
informar sobre elle, segundo ns ordens em vigor,
cuja observancia foi recomraendada em circular
de 28 de abril ultimo.
- 19 -
7.a seceo.Ao presidente da provincia de Per-
nambuco, transmiltindo o oflicio do gerente da
companhia brasileira de paquetes a vapor, rela-
tivamente s despezas de praticugem da barra,
I que se pretendo cobrar do agente da mesma com-
! panhia naquella provincia pela simples entrada
i c sahida dos refeiidos vapores naquclle porto,
alim de que informe a somelhante respeilo.
21
2.a secrao. Ao presidente da provincia do
Piauhy.Tenho presente o oflicio de V. Exc. n.
65 de 23 de marco ultimo, em que submetle
consideraco do governo imperial as seguinles de-
cises que deu a uma consulta do eleitor mais
votado da freguezia de Valonea :
1., que a lei regulamenlar de elcices exclue
do conselho tuunicipal de recurso nicamente os
que loraam parle na qualificacao de alguma das
freguezias do municipio; o quo portanto qual-
quer oulra causa de suspeico, ainda mesmo o
parentesco o mais prximo em relacao aos oulros
membros do conselho, aos da junta do qualifica-
cao, ou aos individuos que se apresentam recla-
mando por si ou poroulrem, no iohibtvqualquer
membro do conselho do tomar parte as respec-
tivas deliheraces ;
2., que o fado de ler quilquer dos membros
do conselho de recurso fornecido allestados para
as reclamaces apresentadas junta de qualifica-
cao nao o inhibe de tomar pnrle na deciso dos
recursos, ainda mesmo dos fundamentados com
taes documentos ;
3., que nao devem ser allendidas pelo conse-
lho de recurso as reclamaces de individuos que
s adquiriram as qualidades de votantes depois
de concluidos os trabalhos da junta de qualifica-
cao.
.Em resposta declaro-lhe que mereceram a ap-
provacao do governo imperial as citadas decises,
mps~ e que nao ha disposicao alguma de lei que qua-
?r.3_ i "fique ae saspeilo o membro do conselho de re-
curso que lera de lomar conhecimento de recur-
sos interposlos por parentes.
A suspeico d-se quando qualquer dos mem-
bros do conselho tem de decidir recursos em que
foi parte por si ou como procurador de outros, o
neslo caso deve elle ceder o lugar ao scu substi-
tuto legal, sem que comludo fique inhibido de
lomar parte no julgamento de nutras reclamaces,
como determina o aviso n. 53 de 13 de abril de
1848.
22
3.a secrao.Ao presidenle da provincia de S.
Pedro.Tenho presente o oflicio de V. Exc. n.
35 de 28 de marco ultimo, submetlendo consi-
deraco do governo imperial a seguinte deciso
que deu s duvidas propostas pelo presidente da
cmara municipal da cidade de Algrele :
1., que nao constando das actas da eleico de
elcilores que a assembla parochial tivesse pro-
cedido ao so leio ontre os elcilores que na mes-
ma eleico tinhara oblido igual numero de votos,
nao podia o juiz municipal, fundado na presump-
cao de que lal sorleio Uvera lugar, convocar para
o conselho do recurso o eleitor quo ni acta da
apiirao da referida eleico se achava per acaso
collocado como immediato em votos ao presiden-
te da cmara municipal da dita cidado ;
2.a, que nao podia prevalecer o sorleio feilo
pela cmara municipal do anno de 1858, porque
o aviso do 1." de fevereiro de 1857 determina que !
quando o sorleio nao tiver sido feito pelo presi-1
denle da assembla parochial compele ao juiz '
municipal convocar os eleitores empalados, e na
forma do decreto n. 480 de 24 de outubro de 1846
proceder ao sorleio, para conliecer a ordem em
que scus nomes deverao ser collocados.
Em esposla declaro a V. Exc que mereceram
a npprovaco do governo imperial as citadas de-
cises.
- 23
3.a secrao.Ao presidenle da provincia do Ha-
ranho nos seguinles termos :
Tenho presente o oflicio de V. Exc. n.86 de23
de abril prximo (indo, submetlendo considera- do mesmo
cao do governo imperiil a seguinte resposta que Unte.
deu duvida proposta pelo juiz municipal de Ita-
picurumirim ;
Que nao conhecia deciso algnmj do governo
imperial applicavel hypothese de ler o juiz mu-
nicipal de convocar para o conselho de recurso
um cidado cujo lilho linha presidido junla
qualificadora de algumi das freguezias do muni-
cipio ; mas que entretanto nao llin pareca regu-
lar a couvocaco do coronel Raymundo Jansen de
Castro Lima para fazer parte de uti conselho que
linha de decidir recursos inlerpostos de reclama-
ces desattendidas por uma junta em que funecio-
nra o filho.
Em resposla declaro a V. Exc. que nao pode
ser approvada pelo governo imperial semelhanto
deciso, pois que nem a lei regulamenlar de elei-
ces, era as decises dadas para sua execuco.
obstara a que no conselho municipal de recurso
funecione um cidado cujo filho presidio quali-
ficacao de alguma das freguezias do municipio,
e, antes pelo contrario, do aviso n. 131 de 4 de
abril de 1857, posto que relativo a hypothese di-
versa se deduz que nada tem de Ilegal a couvo-
caco naquelle caso, porquanto declarando o ci-j
lado aviso que pdem servir na mesma junla de
qualificacao o pai e o filho, nao ha razo para
que qualquer delles fique inhibido de fazer parle
de um conselho para o qual lem de recorrer os
desatlendi Jos pela junta presidida pelo outro.
A suspeico d-se quando qualquer dos mem-
bros do conselho tem de conliecer dos recursos
era que foi parle por si ou como procurador de
oulros; nao quando se trata dos interposlos de
reclamaces dcsaliendidas por uma junla de qua-
lificacao, embora presidida por ascendentes, des-
cendentes ou collaleraes.
Ao presidente da "provincia da Parahyba,
nos seguinles lermos:
Tenho presente o oficio de V. Exc. n. 132
de 15 de marco ultimo, sujeitando approvaco
do governo imperial as seguinles decises que
deu s duvidas propostas por dous membros da
junta revisora da qualificacao da parochia da
Serrn do Teixeira;
Ia Que, sendo o juiz de paz mais votado da
mesma parochia desertor do exercito, como es-
lava provado pelas indagarles a que proceder o
chefo de polica da provincia, e pelo requerimen-
to em que o dito juiz pedia a S. M. o ItnpersTfor
juiz de paz immedtato em votos assuinir a presi-
dencia da mesma junla, convocndola para o dia
15 de abril do correnle anno ; v
2a Que nao podia aquelle juiz" presidir a
junla, ainda mesmo que nn poca da reunio
dcsta tivesse oblido o perdo e a baixa que re-
querera ao governo imperial, pois que i sua elei-
co resentia-se de nullidade insanavel desde sua
origem;
3a Que nao podia exercer o cargo de juiz de
paz, nem qualquer outro de judicatura, o cida-
do Joo Soares da Silva, que nao sabia ler nem
escrever, e que portanto fra irregular o proce-
dimento da cmara municipal da villa de Palos
empossando do referido cargo, depois de j ter
juramentado outro juiz, o mesmo cidado a quem
julgra inhbil;
4a Que, havendo siijo elevada calegoiia de
villa a (reguezia da Serra do- Teixeira, que per-
tcncia ao municipio de Patos, e nao tendo anda
lido lugar a eleico da cmara da mesma villa,
deviam os livros da qualificacao ser remettidos
do referido municipio.
Em resposta declaro-lhe que mereceram a
approvaco do govemo imperial, por eslarem de
accordo com a lei regulamenlar de eleices, e
avisos de 31 de jullio de 1849 e 25 de outubro
de 1816, s citadas decises.
24
3a sccraj.Ao presidente da provincia de S.
Paulo.Tenho presente o oflicio de V. Exc. u.
62 do Io do correnle mez, sujeilando conside-
raco do governo imperial as seguintes soluces
que deu duvida proposla pelo conselho muni-
cipal de recurso da capital dessa provincia.
Ia Que o praso de tres dias, concedido aos re-
corridos pelo arl. 9o do decreto n. 511 de 18 do
marco de 1847, paia deduzirem seus direitos,
peremptoro c conseguinlcmentc nao pode ser
prorogado, e que o mesmo prazo difiere do con-
tinuo, porque ncllc s depois de linio pode a
parte ser laucada, ao passo que no continuo de-
ve a parte effectuar dentre do resp
o acto para o qual llie foi conced
de nao ser mais a elle admiltido, nem aceito o
que tiver feilo depois de lindo.
2a Que em regra o referido prazo nao se inter-
rorape pelos das impedidos, porque o contraro
importara urna prorogaco ou reforma de lempo
commuiiique o que liouver occorrido, para quo
o governo imperial possa resolver conveniente-
mente.
Ministerio da fazenda.
Expediente do dia 18 de junho de 1860.
As presidencias, determinando que commu-
niquem com a brevidado possivel em que data
foram publicadas na follia ofcial, ou em qualquer
oulra em que se costumam transcrever os actos
ofliciae3 da provincia, as lois, decretos e regula-
menlos expedidos pelo governo geral desde se-
tembro do anno findo, convindo que assim proce-
da de ora em diaute.
19-
A' thesouraria do Maranho, remeltendo o ti-
tulo declaratorio do meio solio que compete
D. Jesuioa Augusta da Serra, como filha do ma-
jor graduado I.ourenco Martiniano da Serrn Frei-
r, e declarando que.'nao constando do respecti-
vo processo a imposico das multas do art. 87 do
regulamenlo de 10 de jullio de 1850 por causa
da revaldaco do sello, como se devena ter pra-
ticado vista do decreto n. 2,490 do 30 de setem-
bro e inslrucces de 20 do outubro de 1859. cum-
pre quo a lhesourari3 faca effecliva a dita imposi-
tissem dentro do semeslre, qualquer qne fosse a
somm.i, em ordem a conciliar os interesses do
thesouro, que scriam gravemente prejudicados,
como foram, se apenas se cobrasse o sello dimi-
nuto do algnrismo total da emisso, com os in-
teresses dos bancos, que seriam tambem preju-
dicados se porcada emisso de bilheles so exi-
gisse novo sello, por meio de uma justa compen-
saco do pagamento em cada semeslre do sello
dos bilhetes craittidos al ao total da emisso ga-
rantida.
A presidencia do Rio de Janeiro, declaran-
do quo fra motivado por simples engao o tac-
to de ler-se expedido pelo juizo dos feilos da
fazenda mandado exocutivo contra a provincia
pela divida de foros de marinhas relativa ao
exercicio de 1855 a 1856, contra o que represen-
la a mesma presidencia em seu oflicio n. 418 de
11 do corrente, pedindo ao mesmo lempo pro-
videncias para que lal procedimenlo nao se re-
pila, e restituico da quanta paga. Extrahda a
cerlido da divida na directora geral da coate-
bilidado, e transmitlida de envolta com grande
numero de outras do contencioso, esta confor-
me o estylo, lavrou na representado que as cos-
luma acompanhar o despacho de"
no, segundo o disposto as novissimas instruc- o juizo, sem que pela affluencia do servico lizes-
coes de 2 de abril. ultim-v [ se reparo da deaque se trata. Acresce que, dis
A presidencia de S. Paulo, declarando, em ; informaces officiaes presentes a este ministerio
resposla ao seu oflicio de 19 de abril do corrente | consta q'uo o offical de juslica encarregado da
anno para o fazer consi.-r thesouraria, que a inlimarao deixra o mandado era confianca na
allandega bem decidi mandando quo fossem des- j directora da fazenda provincial, oque insislindo
pachados livrcs de todos e quaesquer direitos os depois, em consquencia das duvdas all susci-
objectos destinados conslrucco da estrada doladas, pela restituico fra-lhe respondido que
Ierro de Sanios a Jundahy, nao so porque e esse o dito mandado se chava em poder da presi-
0 espirito do aviso do ministerio do imperio do dencia para representar sobre o caso. V, pois,
1 de fevereiro ultimo, a que se refere a ordem a presidencia quo nao houve, como suppozera
do thesouro de 13 do mesmo mez. expedida sob proposito de desairar a provincia, talvez a isso
n. 18 a dita thesouraria, atientas as expresses ,; induzida pelas informaces inexactas da referida
quaesquer laxas de importaco-de que ainbis se| directora relativamente assergo de que os
servem, como porque as lea de orcamenlo dos devedores do thesouro nacional, urna vez conhe-
o continuo de- exercicios em que se publicaram os decretos ns. cidas e sabidas as suas moradas, sao avisados por
peclivo lempo 1.759 e 2,424 de 26 de abril de 1856 el3 de mar-; cartas dos dbitos que leera de solver; porquan-
"L.K.D ;0i_e_ eo;'\dcLn; 7"6,deufia?s,eI1,,2m^c, dol854 e lo essa pralica por desiguale abusiva, cessou do
i annuncios a
regulamenlo de 16 de
e dos ge- fevereiro do anno passado ; sendo linda para no-
neros livres. usando das p'ilavrasdireitos de im- lar a inconveniencia das informaces alludidas
portac.io para consumoe nao destas outras ; quanlo ao modo por que se oxprmem a respeilo
a de n. 884 do lde outubrodel856 comprehende I ha muilo. e foi snbsliuida pelos
o( 1. uoart. 9.) nos direitos de imporlaco o ex- i que se rafere o arl. 12 do reglame
pedicnle das mercadorias estrangeiras
prohibida terminantemente pelo citado decreto. direitos de" consumo, os quaes na forma di le-
Em resposla declaro-lhe que merece a appro- gislaco fiscal em vigor, differem dos de expe-
vaco do governo imperial a deciso de V. Exc, diente ; cutnprindo, portanto, que a presidencia
pois que sao fataes todos os prazos que a lei das | mande levantar e julgar de nenhum effeilo a res
eleices o decises expedidas para sua execuco i ponsabilidade a que para segurnnea da fazenda
marcaram para o processo eleitoral desde o seu : zera sujeilar o encarregado do rccbimenlo dos
priraeiro acto a qnalificacoal o scu ultimo objectos em questo.
periodoa eleico, e portanto nao pode aquelle
prazo ser nterrorapido por domingos, dias san-
tificados ou de feattvidade nacional, o nem exce-
der os das precisamente concedidos pelo arl. 9o
do meacionado decreto.
A' thesouraria de Santa Cilhariia, decla-
rando que, vista dos seus officios ns. 35, 37 e
45de 28 de abril, 2 c 30 de maio ltimos, que,
procedeu regularmente, nao s requisitando a |
prso administrativa do cx-colleclor
do thesouro.
A execuco administrativa das dividas contra
as municipalidades, as provincias, e mesmo con-
tra o estado, nao se acha expressamente regula-
da por lei ; tanto nssira que por mandado do po-
der judiciario tera-se penhorado bens munici-
paes, e at rendmentos do estado para paga-
mento de dividas naquelln caso a particulares, o
que se deu na corle, e neste fazenda provincial,
como aconteceu na Bahia.
Por cerlo que estes excmplos nao podem jus-
a materia
da cidade tificar semelhanlcs actos ; porque se
seceo.Xo presidente da provincia de Per- de S. Jos, Gaspar Xavier Noves por se adiar como se disse, nao so acha expressamente regu-
nambuco, devolvendo o requerimento em que o ] alcancaio na quantia de 7:7193115, que relinda lada por le, clara o implcitamente o est as
em si, e ordenando ac procurador fiscal que re-' nossas leis modernas; e por forma tal que
capito Joo Francisco do llego Brrelo pede uma
penso, afim de que o envi a esta secretaria de
eslado com a competente inforraaco, segundo as
ordens em vigor.
28 -
Ao presidente da provincia do Ccar, commu-
nicando que foi approvada a deliberaco que lo-
mou de annullar 3 reviso da qualificacao da pa-
rochia dos Milagres, e de marcar a 3a dominga
do mez de junho vindouro, para proceder-se no-
va reviso, por ter a junta qualificadora mudado
os seus trabalhos para a casa do subdelegado de
polica, depois de estar inslalladi no edificio da
matriz, infringindo assim a formalidade marcada
no art. 4o da lei regulamenlar de 19 de agosto
de 1846.
- 30
3.a Seceo. Ao presidenlc da provincia de
Sergipe.Foi prsenle ao governo imperial o of-
licio de V. Exc. n. 153 de21 de abril uliimo,com
os documentos que o acompanhavam, no qual d
conhecimento da deciso que proferio sobre n
consulta que lhe fez a junta de qualificacao da
nova freguezia de Nossa Senhora da sade de
Japaraluba, acerca'do juiz de paz competente
para presidi-Ia.
Estando reunida a referida junla sob a presi-
dencia do juiz de paz di freguezia do Nossa Se-
nhora da l'orificaco contra a competencia des-
lc reclamnu o l)r Joo Ferreira de Brilo Trava3-
80, fazendu ver que a presidencia compela no
juiz de paz da freguezia de Nossa Senhora do Ro-
sario do Cllele, conforme o disposlo no art. 3
do decreto n. 1,812 de 23 de agosto de 1856, por
isso que a capella, que lioje serve de matriz
nova freguezia do Jnparatuba, fazia parte da do
Rosaiio.de cujo territorio foi desmembrada para
ser elevada a parochia.
V. Exc, alten len lo a que o fado de ser a diln
capella filial da freguezia da Purilicaco era nina
os
queresse sequestro em lodos os bens do dito col- j condoranam ; e justamente o thesouro quo a
eclor para seguranca da fazenda, como impondo-, este rospeito tem adoptado as doutrinas mais
he a multa de 2003 por falta de aprescnlaco dos ; sas, em diflerentes ordens, entre outras na do
livros competentes, o promovendo a sua respon- 13 de agosto de 1856. previnindo execuces cou-
consoquencia dos erros ira a lllma. cmara municipal, que alias j as
sollreu de particulares.
Entretanto certifica-se presidencia do que o
sabilidide criminal em
de oflicio e dolidos de maior g'ravidade, denun-
ciados uns pelo dcploravel estado da escriptura-
co, e oulros por fados de que linha conheci- .
ment a thesouraria ; cumprindo que proceda 5?ft lWJ'SL '"i" ao- fac,0.em. 1"es-
Para isso declara-so
menlos solicitados pelo juiz de direilo instaura-
dor do processo de responsabtlidade, nao leem
ellas lugar por nao estar o caso comprchendido
no decreto de 13 de fevereiro do prsenle anno,
e muto menos se devem considerar despezas do
processo, porque obrigac&o das repartices pu-
blicas fornecerora as nformacea e os esclarec-
menlos que forera requisitads pelas diflerentes
autoridades em circumstancias como as deque
se trata.
20
Circular s ihesourarias, mandando iuformar
o que 1 lies constar ou occorrer relativamente aos
interesses de marinhas, propondo quaesquer du- i
vidas que se (euham suscitado acerca
juer pelas jurisdces administrativas, quer pelas
judiciaes sobre dividas dos municipios e provin-
cias, e contra clles, todava dos artigos 6", 10,
5. II, S 3 o do ado addicional, o do art.
23 da lei de 26 de maio de 1810, acerca da con-
labilidade provincial e municipal, resulla que a
via executiva por sentenca, seja qual for a auto-
ridad!! que a proferir, ncompaltvel com o pro-
cedimenlo administrativo consagrado pelas cita-
das leis, visto que esto exclue aquella que o pa-
gamento de taes dividas, qualquer que seja a na-
lureza do titulo que provar a sua legiliiDidade.
nao pode realisar-se seno medanle os tramites
marcados as leis c regulamenlos concernentes
ao syslema de contabilidade provincial c muni-
prova deque ella eslava no terriloriodesla antes
da desmembraco, porque do contrario o parodio s razes produzidas pela direceo do novo banco
do Rosario reclamara contra o acto do bispo dio- de Pernambuco na represenlaco informada pela
cesano que a filiou ; c a lerem os limites dos ds-1 presidencia em oflicio de 18 de ibril ultimo, ra-
lecer^te^a^" fitt"! SSE I ^^^^n^Z^^
d^serv^Tour^ !* P-conseguin.e. med-
se procedo as prov
raudo especialmente
por occasiao da concesso e medirn se pagam, e
por conla de quera ; bem como se ha pessoal
expressamenl destinado a esle servico, e no
caso aflirmatvo, qual elle seja e em vi'rludo de
que disposicao.
A' presidencia de Pernambuco, declarando
que, embora d o governo imperial todo o peso
tridos de paz nessa provincia a mesma extenso
dos das freguezias, decidi que ao juiz de paz da
Purilicaco pertencia a presidencia da junta de
qualificacao da nova freguezia de Japaraluba, e
nao ao de Nossa Senhora do Rosario, em virlude
decrclo invocado pelo represen-
TnSZJV .T P nL?lelante reclamaco s autoridades competentes, se-
r1\ Imnh.n 1, i" ..I J'im ?s dividas mcluidas nos orcamenlos ; ca-
Lq"f?--*"LUf!lell2!U!r>enodaa decises que negarem essa incluso
os recursos legues para os superiores legtimos
ou para as corpornces respectivas ; e finalmen-
te que, alienta a impossibilidade legal do paga-
mento das dividas de um modo distindo do que
fien indicado, a applicaco da va executiva im-
porta consequeniemciile uma injustica, uma
illegalidade, e notoria c insanavel nullidade.
E releva observar que os principios expostos
deixam em p, pois que depende de medida le-
gislativa, a questo pa competencia para decla-
rar devedor o es'ado, as provincias ou os muni-
cipios, a qual se continuar a regular conforme
o lexlo preciso das disposices vigentes, manli-
da a distineco entre a dcclnraco do crdito e a
creaco do ttulo, en sua verilitaco ou lqui-
daco administrativa ; sendo que, por oulro la-
zos que se fundara as providencias adoptadas
logo depois da publcalo do decreto do 30 de
; setembro de 1859, para se recolherem aquelle
eslabelecraenlo as notas do sua emisso, de pe-
| queno valor, nao se pode todava marcar prazo
parase retirarem da circularn as mesmas notas,
I afim de evitar o banco o pagamento do respectivo i do, dada uma praterico das mencionadas dispo-
Era resposta declaro a V. Exc. que, se com ef- sello, e menos ainda se pode permittir que este j sices, prevenido se acha o art. 7 $ 4o da lei de
feilo o territorio da capella, boje freguezia de N. Satisfaga o dilo imposto conforme a intelligencia,'
Senhora da Saude de Japaraluba, (ana parto do
da freguezia
de Nossa Senhora da Purificaco, e
foi desmembrado desle, acertada a deciso de
V. Exc.
Observo poroi a V. Exc. que, para se dar como
cerlo este fado, nao basta a deliberaco da auto-
rtdade ecclesiaslca fazendo filial a dita capella da
freguezia da Piirilicco, pois que para ella po-
diam ler actuado motivos de conveniencia a bem
do paslo espiritual.
alie errnea, dada lei de 6 de sdembro d:
1852, antes do citano decreto de 1859 ; livre,
porm, ao banco, nos termos dos arls. 5." e 9.
das inslrucces de 20 de outubro do anno passa-
do, se julgar que motivos ponderosos lhe assis-
tem para nao pagar aquelle sello no corrente se-
mestre, usar dos recursos legaes para a jurisdic-
co administrativa superior nessa capital, e em
ultima instancia pura o tribunal do thesouro, ao
quando nao iivcrem sido gastos dentro do respec- o seu perdo e baixa, nao podia elle legalmenle
tivo exercicio, senao para pagamento de despe-1 exercer o referido cargo, e coosegtiintementc o
seguinles decises que ueu a varias duvidas pro-[zas propriasdo exercicio a que perteucerem, por|de presidenle da junta; e que portanto dea o
A divisan ecclesiaslca sem duvida como V.
Exc. diz, a base das operaces eleitoraes ; mns
esta diviso nao bstanle", se nao hn o acto do
poder civil alterando os limites das freguezias,
como o governo tem decidido nos casos de crea-
co de parochias pela autoridade ecclesiaslca, se-
gundo so v do aviso de 13 de fevereiro
de 1849, confirmado pelo de 10 de maio ultimo,
expedido ao presidente da provincia de Minas-
Geraes, e constante da copia inclusa.
Portanlo.so por oslo neto da assembla provin-
ciana capella em questo estava dentro dos limi-
tes assignados fregnezia de Nossa Senhora do
Rosario do Cllete, no juiz do paz desta perten-
cia a presidencia da junta de qualificacao da no-
va freguezia de Japaraluba, embora a dila capel-
la fosse filial da parochia de Nossa Senhora da
Purilicaco.
31
3.a secQo Ao presidenle da provincia de S.
Paulo. Tenho presente o oflicio de V. Exc. n.
50, de 9 do corrente mez, communicando ter or-
denado ao conselho municipal de recurso do mu-
nicipio das Dores quo tomasse por termo a ppel-
laco nterposta para a relaceo do districto por
Antonio Jos Duarle, da deciso do mesmo con-
selho mandando incluir na lista de qualificacao
da parochia de Camacuan 39cidadaos que nao
tinhara sido qualificados.
Em resposla declaro-lhe que V. Ex. procedeu
acertadamente expedindo a dila ordem, pois quo,
embora ao conselho municipal de recurso pare-
cesseinallendivel a razo omquese fundou o ap-
pelnnte, compela relacao do districto para a
qual tora interposta a appelaco, e nao ao referi-
do conselho, decidir se ella linha ou nao funda-
mento.
Quanlo aos cidadaos que esto incompetente-
mante funecionando no dito conselho, cumpre
que V. Ex, proceda a iudagaces a lal respeilo e
2 do novembro de 1841, e arl. 24 e seguintes
do regiment de 5 de fevereiro de 182 o meio
legal de conflicto de jurisdceo para reivindicar
em taes casos a competencia da autoridade admi-
nistrativa.
Circular ihesourarins prevenindo-as de que
tendo-se declarado uesta dala aos prcsidenles do
provincia que o praso de 10 mezes, (ixado na lei
para o descont gradual de 10 (0 no valor das
notas de 10 e 5$, aquellas da Ia e esta da 8* es-
tampa, que se esto substitundo cm virlude da
l'ial competir cnlo apreciar as razes que alie
gadas frem nos mesmos, decidindo-os como en-1 circular n. 32 de 12 de abril ultimo, deve princi-
lender de juslica ou de equidade, na forma da lei P'nr em o Io de Janeiro de 1861, deverao as the-
e do estvlo.
28
Ao presidente do banco Rural e Hvpoihe-
caro, declarando que nao pode ser deferida a
sua prelenco, exposta nos requerimentos cm
que a directora representa contra a execuqo do
decreto n. 2,490 de 30 de setembro do anno pas-
sado, e pode providencias para que o dito banco
nao seja obrigndo a pagar mais do que o sello
que saiisfez, em vista da lei de 6 de setembro
de 1850, restiluindo-se-lhe o qne julga ter in-
deyldnmente pago por effeilo do citado decreto,
cuja esecuco pede oulrosim que seja espacada
at que o poder legislativo resolva sobre as me-
didas a lal respeilo propostas pelo governo; por-
quanto essa prelenco se funda cm uma argu-
mcntnco improcedente, e que sem duvida pro-
vm do equivoco em que labora quando enlende
que a lei de 6 de setembro de 1850. resliluindo-
se-lhc o que julga ter indevidamenlo pago por
effeto do citado decreto, cuja execuco pede ou
fixou.a laxa do sello dos bilheles. E3la le con-
sagrou urna doutrins excepcional em favor dos
bancos eslabelecidos : a seguir-sc o rigor do di-
reilo commum, expresso na ordem de 24 de
janelro de 1849, recommendada s thesourarias
pela circnlarde 20 de julho dn dilo anno, loria o
souranas ordenar a lodos os arrecadadores de
rendas do eslado seus subordiqados que deixem,
de aceitar ns referidas olas cm pagamento dos
direitos, cujo producto tenham de recolher ao
cofre das Ihesourarias, desde o citado dia lu do
Janeiro, sob pena de soffrorem o descont por
sua proptia conla : declara-sc oulrosim que no
tira de cada um dos mencionados dez mezes s
deve imprelervelmenlo proceder em presenca
do inspector e oulros membros das juntas s di-
ligencias recommendadas na ultima parte da cir-
cular n. 80 de 20 de dezembro de 1859. OB-
ciou-se s presidencias.
-29
A' lh"souraria de Sergipe, declarando, em res-
posla ao seu oflicio de 17 de abril ultimo, acerca
da intelligencia que dera ordem do Ihesouro n.
43 de 13 de agosto de 1859, relativa s mercado-
rias procedentes da Bahia a bordo do vapo.r Co-
tinguiba. e descarregadas na alfandega de Ara-
caju' era dezembro de 1858, que procedeu regu-
larmente deixando de restituir a Horacio L'rpia a
importancia dos direitos das mercadorias que lhe
nao pertenciam, visto que como agente da com-
panhia de vapores nao era competente para re-
clamar a restituico dos direilos pagos por ou-
Irem ; cumprindo porm que a thesouraria faca
banco de pagar o sello dos bilhetes toda a vez i effectiva a restituico dos direilos de que traa a
que os emittisse ; porquanto o fado do entrarem citada orden n. 43, a quem de direilo for.
para as caixas extinguindo a obrigac.o, claro
que a sua emisso imporlava uma nova obriga-
co, e portanto o pagamento do sello, o que ele-
varia muito a importancia do imposto: ncslas
circumstancias a lei adoptou o sysloma de co-
ln.r-so em principio de cada trimestre a impor-
tancia do sello dos bilhetes emiilidos ot ao to-
tal da emisso aulorisada e garantida, sentando
do imposto asemjsses dos ttulos quese repe-
30
Circular s thesourarias, declarando-lhes, para
sua intelligencia o para o fazerem constar a quem
convier, que. sendo as disposices dos arls. 8 e
13 do decreto n. 2,490 de 30 de setembro de 1859
em todas as suas parles, e conseguinlemento na
em que prescrevem o emprego do meio execuli-
vo na cobranca da revalidaco, especiaosas
daquelle ao sello dos capitaes das compaohias, o


(*)
DIARIO OE PKRaAttflUCO. SEGUNDA EIRA 24 DE SETEHBRO DE 10.
us deste au sollo dos btlheles e obrigaces ao
portador avista ou a prasos menoros de dez dias,
fura de duvida que, deixmdo o citado decreto
de prescrever o emprego do meio^xeculivo para
a arrecadaco da pona pecuniaria da revalidado,
lora dos casos ros mencionados arts. 8 e 13,
di-vc ella reger-se pelo principio slabeleeido na
lei de 21 de outubro de 1843, islo-, doeer u pa-
gamento um acto voluntario das parle* que ti-
verera ioleresse na legislaco dos ttulos, como
claramente se dep*eheode das palavias faculta-
tiva* dos arta. 31 e 54 do regula renlo de 10 de
julho de 1850, e das ordena do thesouro de 6 de
uulubro de 1351, 12 de selombro de.1652 e mul-
las outras; nao sendo licito poroto s estacoes
flecare entregar s partes inleressados os docu-
mentos que houverera sido retidos e unidos
procesaos, aem que antes satisfacen) o imposto
devido.
A' thesouraria do Amazonas, declarando,
&m resposta ao ofciu u. 14 de 9 de abril ultimo,
i'iu que transmute e orcamenlo para compra de
movis e ulcusis na importancia de 3.915j, que,
conlendo o dito orcamenlo objectos de luxo e os-,
tcnlaco para ornamento da reparlico, autoriso
apenas a mesma idoouraria para despender no
futuro exercicio de 1860 a 1861, pela verbathe-
sourarias, a quantia de 855$ com os objectos
iudispensaveis, conslaute de uuia relacao que lite
remete.
Ministerio da guerra
Expediente do dio. 27 de juuha de 1860.
Ao presidente do Maranhao, approvando a re-
soluto que lomou, de acedrdo com as ordens
estaltelecidas, do nomear para servir de 3uditor
de guerra, nc impedimento do juiz de dircilo da
2'* vara, o juiz de diretto especial do commercio.
-28-
Ao mesmo, para mandar dar baixa do servico
s pracus do exercito abaixo declaradas queso
achara comprehendidas as disposiqoes do art. 4o
das inslrucges do Io de maio de 1S58, conforme
i.'iformou era oliicio de 26 do crrenle.
1 billalda de infantaria.
Soldado Antonio Manuel Tapanca.
2o batalhao de infaularia.
Cabo de escuadra Jos Joaquim Eufrazio.
Soldados Antonio JosTcixeira, Isidoro Celos-
lino, Antonio Rodrigues dos Santos, Uenrique
Julio Knor, Francisco Ignacio, Jos Joaquira da
Conceico e Antonio Pereira da Silva.
7 batalhao de infantaria.
Cabos de esquadra Silvestre Correa de Jess,
Amonio Joaquin Ferreira e Marcolino Jos Villa
Nova.
Soldados Antonio Joaquim dos Santos, Joo
Ignacio, Calixto Jos Pereira. I.uiz Jos da Fran-
ca, Pelippe Moreira, Manoel Francisco, Nicolao
Celestino e Manuel Luiz dos Santos.
Msico de 2" classe Siuio Leite Pereira.
Esquadrao de cavallaria da Babia.
2o cadete 2 sargento Augusto Mariano Caroei-
ro de S.
2o cadete Cosme Marinhode S Queiroz.
Cabo de esquadra Guilherme Francisco dos
Santos.
Soldados Jos Romo e Honorio Ferreira Ca-
bral.
Corpo de guarnico do Amazonas.
2 sargento Luiz Antonio Goozagn.
Cabos de esquadra Marcos Antonio Leito e
Casimiro Antonio Pereira de Souza.
Soldados Francisco Alvos do Xascimcnlo e Boa-
ventura de Souza.
9o batalhao de infantaria.
Cabo de esquadra Fidclis Antonio Franco.
Batalhao do deposito.
2o cadete Livino Jesuinode Vasconcellos.
Mein batalhao do Cear.
Soldado Jos Bernardo Braudo.
Cornpanhia de enfermeiros.
Soldado Guilherme Augusto Frazo.
Ministerio da mariulia.
Expediente do dia 5 de junho de 1860.
Circular aos inspectores dos arsenaes da mari-
nlia e capitaes dos portos das provincias, orde-
nando que informen] quanlo antes por que preces
poder o goveruo obler all as madeiras que sao
proprins para as construyos navaes, e constan)
da relacao que se Ihes envia.
Governu da provincia.
EXPEDIENTE DO DA 21 OE SBTEMBHO DE 1860.
Oliicio ao Exm. presidente das Alabas Rogo
a V. Exc. se digne de extiedir as suas ordens pa-
ra que em vista do conheciinenlo unto sejarn
desembarcados no vapor Persinunga nessa pro-
vincia., e entregues ao commandante do brigue
escuna ling, dous rolumea coutendo os objec-
tos constantes da nota inclusa, ordenando ao re-
ferido rommaodante que pasee o necessmo co-
nlieciroento no qual so tara menea da quantia
de 6913870, em que imporlasa laes objectos a Um
do servir de descarga ao almuxanio do arsenal de
marinha desti provincia, secundo declara o res-
pectivo inspector em offlcio do 19 do correte,
sob n. 393.Communicoii-so ao arsenal de ma-
rinha.
Dito ao coronel commandante das armas.O
governo imperial, a quera foi presente orequeri-
rpento do eserivao e amanuenses do hospital mi-
litar desla provincia pediam o abono daracao, a
que se julgou com dircilo, acaba de declarr-me
;ior aviso de 6 do correte ser infundada a pre-
toncodos supplicantes ; porquanio semelhaote
ilion s compete aos empregados internos da-
quelle eslabelecimento e cirurgies de dia, e nao
OS de visita e empregados de escripia, que nao re-
sidem nclle. O que communico a V. S. para seu
conhecimentp, e afira de o fazer constar aos re-
feridos peticionarios.
Dito ao mesrao.Sirva-se V S. de informar
me sobre o incluso rcquerimenlo de Manoel Pe-
reira da Costa, declarando se o supplicaulc sen-
tenciado militar.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de informar
sobre a pretencao de Joo Narciso lavares dos
Santos, constante do roquerimenlo junto.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Mande V. S. pagar os vcncimenlos relativos ao
mez de agosto ultimo aos ofliciaes do exercito
cmelas, clarilla o tambores, empregados nos
corpos da guarda nacional deste municipio, una
vez que estejara nos termos lgaos a folha u prels
juntos, que me foram remeltidos pelo respectivo
commandante superior com offlcio de 19 do cor
rente sob n. 149.-Communicou-se ao comman-
dante superior do Recife.
Dito ao mesmo. Conforme requisilou-me o
chefo de polica em oDcio de 19 do corrente, sob
'.' V, mnnd0 v- s- Pa'T a Joaquim Antones
da 8i va, a quantia de 62J00O, despendida no
mez de agosto ultimo com o sustento do quatro
desertores rbcolhidos cadeia de Gnranliuns, co-
mo se v da relacao junta enaaduplicata,'que
acompanhou o citado oficio.
Dito ao mesmo.A Joaquim Dias Fernandos
mande V. S. pagar a quantia de 85*400. em que
importam as despezas feilas pelo delegado do
termo do Limoeiro com as diarias abonadas a 5
recrutas e um desertor do exercito. e a 3 deser-
tores da armada, como so v dos prels juntos
em duplcala que mo fjram remeltidos pelo che-
fe de polica em oficio de houlem. sob n. 1255
. 1)l0ti1mesmoMande V-s- Pag""" q-anlia
de U. O, por que o inspector do arsenal de ma-
nnha contratou a remessa no vapor Persinunga
para Jaragu, de dous voluroes conlendo 3 tol-
dos e um velacho feitos no mesmo arsenal para
o brigue escuna Xing, pertencento a estaco na-
val desla provincia, o ora naquelle porto.
Dito ao cotnmandanto do corpo do polica.__
Todfl V. S. mandar engnjar o paisano Manoel
Joaquina Vieira de Figueiredo, que foi julgado ap-
to para o servico do corpo de seu commando.se-
gundo consta do altoslado, que acompanhou o of-
icio de.V. S. de 20 do correle, sob n. 396.
Dito ao mesmo.Mande V. S. apresenlar ama-
nliaa ao chefo de polica urna escolla de 12 pra-
vas, commandada por um offlcial, afim do acom-
nanhar criminosos para o termo de Cimbres.
Communicou-se ao chefe de polica.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Em vista da conla junta, que me foi remeltida
pelo chefe de polica em oliicio de 19 do corren-
te. sob n. 1252, mande V. S. pagar a Estevio dos
Anjos da Porciuncula a quantia de 113^600, des-
pendida iios inezes de julho o agosto desle anno
com o sustento dos pronos pobres da cadeia do
i.ano.Lommunicou-se ao chefe de polica-
uno ao mesmo Recommendo a V. S. que ero
vista da conla junta, mande pagar a Joaquina
Antones da Sil., conforme roquiailou o chefo
de polica em offlcio de 19 do Jrrenlo, sob n
liol a quanl.a de 23o$600. despendida no mez
de agosto ultimo com o sustento dos presos po-
bres da cadeia de Gsranhuns.
Dito no mesmo Corlo o conteudo de sua in-
formadlo de honlem, sob n. 418, dada acerca do
incluso requorimenlo do professor jubilado Ma-
noel Joaquim de Olivcira Maciel, o autoriso a
auandar pagar o ordenado que deixou o suppli-
ctuta de receber como professor da cadeira do
Altinho, a conlar de 16 da novembro de 1857 a
~ do abril lo 1859, menos a parte relativa aos
mezes de Janeiro o fevereiro de 1858, que esleve
elle suspenso do exereicio do tou megislerio,
coitlurme luUlca o director geral da llistrnccao
publica e a contadura desea thesouraria as in-
forwncoes a que se refere a de V. S. ja citada.
CommuiMcou-se ao dircolor da instruego pu-
i blice.
Dito aa mesmo.Annuindo ao que requisitou
, o chele do polica em offlcio do 19 do corrente,
sob n. 253, recommende a V. S que em vista
i do reqnerimento e relacao juntas em duplcala,
mande pagar ao ajudauie da cornpanhia de pe-.
destrea de Tacaral, Francisco do Reg Barros,
a quantia do 145400, por elle despendida com os
sentenciados Eusebio Xeixeira ludio, e Simplicio
Jos Mauricio, o Maria Francisca da Conceico,
que conduzio daquella comarca pera esla capi-
tal. -Commuiiicou-se ao chefe de polica.
Dito ao director das obras militares.Na con-
formidade do aviso expedido pelo ministerio da
guerra em 10 do correrle, naja Vmc, de na con-
fecjo dos relatorios das obras militares a seu
cargo, satisfazer a todas as exigencias feilas pelo
brigadeiro director do archivo militar da corlo no
offlcio junto por rupia.
Dito ao mesmoPara que se possa effectuaro
pagamento de que devido a Jos Pereira de
Alcntara do O' pela factura dos concertos do
telhado do sobrado do hospital militar, cumpre
que Vmc. satisfar a exigencia da thesouraria
de fazenda, constante do offlcio jnuto por copia,
enviando o orcamenlo de scmelliantcs concertos.
Fica assim respondido o offlcio que Vmc. me
dirigi sob n. 74
Dito ao conselho administrativo.Recommen-
do ao conselho administrativo para fornecimenlo
do arsenal de guerra que faca recolher ao mes-
mo arsenal os colchos comprados ltimamente,
com destino no hospital militar, visto que ha no-
cessidade delles, segundo declarou o respectivo
director.Communicou-se ao comraandanlo das
armas.
Dilo ao mesmo.Autorizo ao conselho admi-
nistrativo a comprar para provimento do almo-
xarifado do arsenal de guerra, o azeile de car-
rapa lo, constante do pedido junto.Communicou-
se ao inspector da thesouraria de fazenda.
Dito ao juiz municipal Oa Ia vara.Logo que
esle receber far;a Vmc. entregar no juiz de dirci-
lo Dr. Antonio Francisco de Salles a inclusa
communcaco de sua remocao da 2a vara desla
{Capital para a do Maranhao, o que Vmc. devera
certificar na forma do artigo 22 do decreto n.
687 de 26 de julho de 1850.
Dita ao director -das obras publicas.Convm
que Vmc. mande examinar por oulro engenhei-
ro a obra do cemiterio publico de Iguarass, r-*-
raellenJo-me o resultado desso exatuo, a fim de
que eu po3sa resolver cerca do que me repre-
senta o presidente da cmara muuicinal d'aiiuel
la villa no offlcio junto, que mesera devolvido.
Dito ao juiz de paz mais volado de Grvala.
Declaro a Vmc, em resposta ao seu offlcio de
13 do corrente, que, de couforniidade com o
art. 21 da lei de 19 de agosto de 1846. deve Vmc.
remeller-me urna copia authcntica da acta da
eleicao do vareadores c juizea de paz, que se
proeedeu nessa froguezia no corrente mez.
Portara.Os senhores agentes da cornpanhia
brasilcirade paquetes a vapor mandem dar trans-
porte para a provincia da Parahiba, no vapor
que parle hojo para o norte, aos sentenciados
Antonio Gomes Mariano o Trajano de Azcvedo
Cruz, ea3 pracas, que os vao escollando, sendo
as respectivas passagens pagas n'aquella provin-
cia.fflciou-se ao commnndanle do corpo de
polica para mandar apresenlar a escolla, e com-
; muuicou-se ao chote de policii.
DitaOs senhores agentes da cornpanhia do
paquetes a vapor mandem dar transporte para a
Parahiba no vapor Paran, por conla do mi-
nisterio da guerra, ao suldado Jos Goncalves
, de Lima c sua mulhcr.
Expediente do secretario.
Offlcio ao Exm. conselhoiro Josino do Nasci-
raento e Silva, director geral da secretaria de es-
lado dos negocios da juslica.Sua Exc, o Sr.
presidente da provincia, manda acc.usar recebi-
da a coromunicaco que em 30 de agosto, e sob
ii. 1,175. Ihc fez V Exc. do que S. M. o Impe-
rador, houve por bem remover os juizea do di-
reiloi, Dr. Francisco Domingucs da Silva da 2J
vara da capital do Maranhao para a 2a dosis ca-
pital, c o Dr. Antonio Francisco de Salles desla
para a comaica d'aquella capital.
Dito ao mesmo.S. Exc, o Sr. presidente da
provincia, manda aecusar rer.ebida a communi-
cacao que em 0 do crrente Ihe fez Exc. de que
S. M. o Imperador por decreto do 22 de agosto
j ultimo houve por bern fazer merc a Tilo Lirio
' Brando da serventa' do offlcio de escrivo do
| jury do termo de Nizarelh.Fizerara-se as con-
, venientes commuoicaeoes.
' Dito ao juiz de dircilo do Limoeiro.O Exm.
Sr. presidente da provincia, manda declarar a V.
| S. que fica inteirado de ler V. S. nomeado o ci-
dada Rento Jos Goncalves Guimaraes para ser-
' rir merinamente do promotor publico da co-
marca, couforme parlicipou por offlcio de 18 do
crrenlo mez Fizeram-se as convenientes com-
munioai.oes.
Dilo ao Sr. Bento Jos Goncalves Guimaraes.
Do ordem de S. Exc, o Sr. presidente da pro-
vincia, aecusorecedido o oliicio que V. S. diri-
gi em 15 do correte mez, communioando ler
sido nomeado, pelo juiz de direilo respectivo
para servir inserinamcnie o lugar de promotor
publico da comarca do Limoeiro.
DESPACHOS DO DIA 'l DE SETEMBRO.
tequerimentis.
ICOS.Pelcidade de Sam'Anna da Conci-ico.
Informe o Sr. Dr. juiz de orphos.
1669 Francisca Maria da Conceco.Infor-
me o Sr. Dr. chefe de polica.
1070.Jos Antonio da Silva o Mello e oulros.
Informo o Sr. juiz de paz presidente da nesa
paroiliul do Limoeiro.
1671.Jos Pereira da Silva Jacul- Informe
o Sr. commandante do presidio do Fernando.
1672.Baihorel Jos Piauhilino Mondes Ma-
galhes.Espero que baja crdito.
1073Luiz Burgos de Siqueira.Info
Sr. inspector da lliosouraria do fazenda.
de ser o criine particular, c seguidos pelos particulares, que se nao queriam
sujeitar a urna autora ordinaiiamente mais cas-
losa de que o prejuizo -soffrido, e is eventuali-
dades de uina absolvico.
Eslava aiuda por concluir, no municipio da
corto, a apuracao da eleicao de vereadores. Res-
lavam aiuda algumas cdulas a apurar, mas
parece que o resultado final aera a reeleice da
raaior parle dos vereadores actaaes.
Os joraaea da corte publicaram alguns despa-
chos dos ministerios de imperio e da justica, de
que esle Diario j dea conla aos leitores.
Da Baha nada mais consta alm do que saba-
mos pelo Magdalena.
O presidente de Alagoas tinha chegado k capi-
tal, de sua visita ao sul da provincia, no dia 1*
do corrente.
As eleices municipacs tinhara-ae concluido
sem alteraco da ordem publica.
Do interior desta provincia as noticias recebi-
das sao quasi quo exclusivamente respeilo das
eleices municipaes. Por toda a parte tem rei-
nado a paz, salvo pequeos disturbios sem sig-
nificaco.
Aqu no municipio da capital lerminou o pro- Cabrob, Ouricury,
cesso da eleicao era todas as dez freguezias do Fazenda-Grande.
que se elle cornpe. (Lresullado foi o seguinte:
Luiz Francisco do Barros llego...... 4515
Manoel J. do Rogo
Poco da l'auella, V.iuea, Sanio Amaro dojaboa-
lae, N. S. do Rosario de Muribeca, Pao Gloria de Goit, s. Lourenco da Malta e N. S. da
Lux.
A aede respectiva eeta cidade do Recite.
2." dialricto.
Freguezn da S do Olinda, S. Pedro Martyr da
mesraa Cidade, Maranguape, Iguarasnu, llamara-
c. boiauna. Ilamb, Tejucupapo, Nazareth. U-
moeiro, Bom-Jardim, Taquarilinga a Tracu-
nhaem.
A sede respectiva a cidade de Nazareth.
3.* districto.
Fregaazlaa da Vicloria. fcscada. Cabo, Ipojuea.
Serinhaem, Rio Fannoso, Una, Barreiros e Agua
Prela. "
A aede respectiva a villa do Cabo.
A.* districto. "
Freguezias do Bonito, Altinho. Bezerros, Ca-
ruaru, Garanhuos, Papacara, S. Beuto, Aguas-
Bellas o Buique.
A sede respectiva a cidade de Caruar.
5.* districto.
Fregneziaa do Brejo, Cimbres. Flores, Ingazei-
ra, Alagoa de Baixo. Villa-Bella. Santa Maria,
Ex, Salgueiro, Tacaral e
119
116
106
95
118
115
97
95
302
285
260
528
298
290:
514
88
486
17C
['eres.
arme o
PERNAMBUCO.
RECIPE, 22 DE SETEMBRO DE 1860.
S SEIS HORAS DA TARDE.
ItelrosiuM-to semanal,
No correr da semana, as nicas noticias rece-
bidas de fora da provincia, foram as qno nos
trouxe o paquete /'aran, da cornpanhia bra-
silera, procedente da corte do Rio de Ja-
neiro.
Na corle uo havia noticias recentes do Para-
gey o da Confcderaco Argentina, e as que ha-
via de Montevideo erara destituidas do interesen.
Ha, porem, de Buenos-Ayres a noticia de um
lerrivel successo, que tem consternado a popula-
$ao daquella cidade, c a todas as pessoas que
teem sido dello informadas.
Desde o dia 28 ele o dia 31 de agosto despre-
gou-se no porto de Buenos-Ayres um temporal
violento e horrivel, que occasionou considera-
veis estragos, alm de ler sido causa da morle
de muilas pessoas, Ha mais de cincoenla annos
que all so nao v um temporal to desabrilo c
violento.
Das correspondencias publicadas nos jornaes
do Ro consta que foram a pique tres embarca-
ces ; foram alnadas a praia nove embarcacoes;
arrebentaram a amarra sele, abalroaram duas ;
urna perdeu um bote ; tres perderara o guru-
ps e urna ficou sem maslros. Foliimenlo nao
solfreu nenhuma embarcacao brasilcira.
Avalia-se em cerca de coro as pessoas que pe-
recern] victimas deste sinistro.
Alm dos prejuizos soffridos no mar, a innun-
dacao destru multas casas, estragou grande
quanlidade de mercadorias, e causou oulros mui-
tos prejuizos era torra.
O prejuizo apreciavcl cr-se que sobe a mais
do dous mil eolitos do ris no mar e ero
torra.
No da 12 do serrante, em quo partir do Rio
o paquete Paran anda se nao linha dado a
sessao imperial do encerramento das cama-
ras, quo devia ler lugar no dia seguinte :
A loi do orcamcoto pnra o anno do 1861 a 1862
luida sido votada no senado em ultima discus-
sao no dia 11. Restava ser remellida sanecao
iraperi I.
Tinha sido votada e sanecionada a lei que
passn para a classo de eximes pblicos o furto
de nado vaceum e cavallar, a destruir e dam-
nificac de nqueductos e mais obras publicas
ou particulares franqueadas ao uso publico, o
furtoie daino do causas perlencenles fazenda
publica, as injurias e calumnias nao impressas,
ameacas, feriinentos, offensas ou violencias qua-
lilicadascrimiuosas por lei, contra empregados
pblicos, em actos somenie do exercicio de suas
funecoes, quor o delinquento seja preso em fla-
grante, quernao
Era uma medida legislativa, a que diz respei-
lo ao furto de gado desde muito reclamada prin-
cipalmente em beneficio dos criadores de gado
raecum e cavallar. Os ladres de cavallo viviaro
acorocoados pola i'punidade que Ihes resultara
4515
o Albuquerque.. 4344
Jos Cesario de Mello................ 3701
Rodolpho Joo Barata de Almeida.. 3638
Dr. Angdo Hnnriques da Silva...... 3284
GustavoJosdo Reg........,...... 3170
Simplicio Jos de Mello.............. 2892
Francisco de M. Leal Seve.......... 2814
Jos Maria Freiro Gmeiro.......... 2836
Seguera-se os auppleules nesta ordem:
Joo Francisco do llego.Maia.
Antonio Jos de Oliveira.
Manoel Goncalves da Silva Jnior.
Joaquim do Almeida Pinto.
Francisco Antonio Pereira da Silva.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Manoel do Nascimenlo da Costa Monleiro.
Dr. Anlo.iio Vicente do Nascimento Fcitosa.
Justino Pereira de Farias.
Jtiizee de paz.
Recife.
No Io districto. os Srs.:
Padre Jos Leite Pilla Ortigueirn___
Jos Pedro das Neves...............
Joo da Silva Farias..................
Jos Marques da Costa Soares........
No 2o districto. os Srs. ;
Manoel Estanislao da Costa..........
Manoel da Silva Noves................
Benedicto Jos uarle Cedrim........
Luiz Antonio Goncalves Penna.......
SBnlo Antonio.
No Io districto os Srs. :
Antonio Epaminondas de Mello......
Joaquim Antonio Carneiro............
Jos Luiz Pereira Junio1-..............
Antonio Bernardo Quinleiro..........
No 2o districto os Srs.:
Dr. Angelo Henriqucs da Silva......
Jos Firmo Xavier....................
Claudino Beuicio Machado............
Joaquim P. da Torres Gallindo........
San-Jos.
Ossenhoios:
Manoel Ferreira Accioli..............
Eduardo Frederico Banks............
Jos Aulonio Pinto....................
Dr. Joo da Costa Machado..........
A/ogadot.
No Ia districto, os Srs. :
Manoel Joaquim do Reg Albuquerque.
Francisco Carneiro Machado Ros Jnior.
Anacleto Antonio de Moraes
Antonio Goncalves de Moraes.
No 2" districto, os Srs.:
Jos T. Cavalcanti Pessoa.
Jesuino de Albuquerque Mello.
Francisco Cavalcanti de Albuquerque.
Simplicio Rodrigues Campello.
No 3o dislricio, os Srs. :
Antonio Correa Maia.
Francisco de Piuho Borges.
Joo F. de Carvalho Paos de Andrade.
Christovao de II. Cavalcanti Mello.
No 4 districto. os Srs.:
Manoel Joaquim dos Pssos.
Manoel de Hollanda Cavalcanti.
Manoel Goncalves de Queiroz.
Luurenco Lopes de Carvalho.
Varzea.
No 1 districto, os Sis. .-
Baro de Muribeca.
Prancisco de P. Correa do Araujo.
Padre Jos dos Sanios Fragoso.
Vigario Dmaso d'Assumpcio V
No 2" districto, os Srs.:
Jos Duarte Rsngel.
Padre Jos Joaquina de Faria.
Jos Florencio da Oliveira e Silva.
Francisco Solero de F. Castro.
Muribeca.
No Io districto, os Srs. :
Nereu de S e Albuquerque.
Agostinho B. da Silva Cavalcanii.
Jos Thomaz Machado l'ortea.
Estevo Jos Pacs Brrelo.
No 8 districto, os Srs,:
los Joaquim dos Sanios e Silva.
Joa Hermenegildo das Candcias.
Dr. Podro G. Ralis e Silva.
Antonio Jos Alves de Amorim.
Jaboalo.
No 1 districto, os Srs. :
Jos Francisco de Souza Leo.
Dr Francisco do Reg Barros Brrelo.
Jos Francisco Pereira da Silva.
Francisco Anlonio Pereira da Silva.
N 2o dislriuto, os Srs :
Dr. Miguel Filippe de Souza Leo.
Anlonio Pereira da Cmara Lima.
Manoel de Souza Leo Jnior.
Jos de Souza Leo.
Poro da Panella.
No 1 districto. os Srs.:
Jos Theodoro do Sena.
Francisco Duarte Coilio.
Dr. Jos B. Galvo Alcoforado.
Francisco de P. do Rogo Barros.
2o districto, os Srs. :
Joo Francisco do Reg Maia.
Jos Cesario do Mello.
Jos Alfonso do Reg Barros.
Francisco Jos Alves Gama.
S. Lourenco da Malla.
1 districto. s Srs.:
Vscode de Camaragibe.
Luiz Francisco de Barros Reg.
Dr. Augusto de Souza Leo.
Jos Francisco de Barros Rogo.
No 2 districto. os Srs. :
Joaquim Correa de Araujo.
Antonio Jos Duarte.
Manoel Joaquim Mauricio Wanderley.
Jos Bernardo da Rocha Falco.
No 3 districto, os Srs.:
Dr. Francisco Joo Carneiro da Cunda.
Joo Carneiro Leito do Mello.
Manoel Cavalcanti Albuquerque Lins.
Joo Luiz Antonio da Silva.
Boa-Vista. O resultado da apuracao deu a
votaco de juizes de paz do t" districto m se-
guinte ordem :
Clorindo F. Cato.
Antonio C. Machado Rios.
Dr. Anlonio do M. Vasconcellos de Druraroond.
Feliciano Joaquim dos Santos.
Demandaran] o nosso porto do dia 14 at o
dia 21 do corrente. 10 embarcacoes mercantes,
com q lola?ao de 3555 toneladas. Sahirara, du-
ranie os mesmos dias, 9 embarcacoes mercan-
tes, com a lotaco de 2,8(8 toneladas.
Renderam, do dia 14 a 21 do corrente : a al-
fandega, 92.152J332; o coneuladogeral, 3:014[21l
rs.; a recebedoria das rendas geraes internas,
16:311$2{2; o consulado provincial, 10:752J104!
O movimento eeral da nlfandega, durante
esses mesmos dias foi do 4,617 volumes, a saber:
volumes entrados com fazendas 873 ; cora gene-
ros. 1,8*4; total dos volumes entrados, 2,719.
Volumes sabidos com fazendas, 598 ; com
gneros, 1,300 ;total dos volumes sahidos, 1898.
Fallecern) durante a semana 48 pessoas, sen-
do : livres, 8 homens, 6 roulheres e 23 prvu-
los: escravos, 4 homens, 2 mulberes o 5 pr-
vulos. r
A sede respectiva Villa-Bella.
Os tres primeiros disirictos darao tres doputa-
dos geraes e nove me rubros da asserobla pro-
vincial por cada um delles ; e os dous ltimos
descera ao numero do dous depulados geraes o
seis raembros da assembla provincial na mesraa
proporcao
A cifra do pessoal da deputaeo, quer geral
quer provincial, nao soffreu pois alteraco algu-
ma: subsiste a mesraa que era antes da re-
forma.
O menor Bernardo, filho de Jos Roque de
Sant Anua, (preso na casa do detencao} que se
queimou no da 24 de junho do corrente anno, e
foi recolhido ao hospital porluguez, como naquel-
la poca noticiamos, leve alta ante-hontera. per-
feitaiufute curado do larga queimadura que sof-
frra era toda a parle superior do tronco.
Esle tacto mtuto honra nao s ao estabeleci-
meulo, como musir a
so ao
pericia o inlelligencia do
medico encarregndo do Irataroento dos enfermos,
o Dr. Prxedes Pianga. que se tem feto recom-
meudar pelo zelo o dedicaco que moslra no
exercicio de sua prolsso n'aquelle eslabeleci-
mento.
Em nomo desso infeliz, lo caridosamenlo soc-
corrido, agradecemos a junta administrativa da-
quelle hospital, a esmolaque Ihe fizoram.
Sexta-feita passuda leve lugar o primeiro
concert dado no thealro de Apollo pelo Sr.
Martin Sinionsen e sua seuhora.
Folgamos de que a pralica corrospondesse ao
que desses disliiiclos artistas havia precedido
sua chegada esla cidade, comprovnndo assim
de que nao eram exaciados os elogios, que na
coito e na cidade da Babia receberam elles.
Com elfeito, o Sr. Sinaonsen bern merece a re-
pulag que Ihe ha cieado a sua pericia nesse
dilficil inslrumeuto. que tanto celebrisou-so sob
a execuco Uo Paganini; o a oo gozar j dessa
2941 indisputavel repulacio, bastava para Ih'a consti-
292 l"ir a perfeico com que execula o rondo l'oiseau
sur l'arbre, tirando da rabeca sons completamen-
te imitativos do chilrar da ave.
A sen hora Simousen agradeu notavelnienle,
mxime na cavatina da Yatiuia, era que apre-
senlou uma execuco pica e satisfactoria.
Sabbado nao cooliuuou o processo de habi-
litaco para o concurso das cadeiras vagas de
nstruccao primaria, por quo deixaram do com-
uaiecorjos dous hubilitaudos, ten lo um dado par-
te de docntc.
Naquelle da devera ler lugar a prova oral.
O Sr. Jos Florentino Rodrigues Pereira,
domiciliado e com ollicina de marcineiro na ra
Jo Pego, faz a seguinte declarm;o que damos cm
i seguida, para satisfazer o seu desejo do nao ser
.confundido com quem tem obrado mal.
O abaixo assiguado, morador e com offleina
i do marcineria na ra do Fogo desta cidade, de-
. clara ao respeitavel publico que a noticia dada
j pela Revista Diaria Oe honlem a respeilo de cas-
tigos unmoderados feitos em discpulos na men-
cionada ra, nao Ihe relativa, visto que lera
apenas dous discpulos, o ambos elles continuara
publicamente no exercicio de seus deveres, sem
que ao contrario algum delles se ache clausurado
no interior da habitaoo para nao ser visto o es-
tado em que licou depeifl do castigo, como diz
aquella noticia.
Alem disto o abaixo assignado nunca casti-
! gou estes seus discpulos por raeio de junco mas
| somenie por meio de paluialoadas, e islo cora.
', moJeiayo.
Reufe 22 do setembro de 1800. Jos Floren-
tino Rodrigues Pereira. a
Submeltemos considerara da autoridade
competenle a seguinte lembranca, que nos parece
j dover ser aproveilada, para evitar os iuconve-
' nientcs que nella sao apuntados.
Sr. redactor da /(euisa.Rogo-lhe o espe-
cial favor do fazer cora que a autoridade ou era-
pregado competente d as devidas providencias
para que seja Iluminada a gaz a ra do Segredo,
que fica por liaz da fabrica de vinagro da ra
Imperial, junto a matriz nova de S. Jos ; pois
ahi tal a escuri lo que faz, quando chove, e nao
ha la, que se nao distingue um vulto de brauco
em duas bracas de islancia .
Com elfeito, esse estado tal que muilas
prctus. que por ahi passam cora vendagens, teem
sido atacadas por individuos ou vultos quo jun-
tam-se no aieial esquerda da matriz nova ; e
nao ha mullo que urna prela soffreu ahi uma p%o.-
cada quo deram-lde com um pi, de que esleve
bem incommodada
Nesta ra, alora disto, Sr. redactor, nao ha me-
nos de viole casas, e todas pagara os respectivos
impostos ; logo esl ella na qualidade do ser il-
luminada como sao as outras, para quo gozem os
rnoraJortjs das mesinas vautagons e na passem
por cortos prejuizos e incomraodus, que sao an-
da peiores do que a escurido.
Foram recolhidos casa de delenco no dia
21 do corrente 6 horacns, sendo 5 livres e l es-
cre.ro, a saber : 2 a ordem do Dr chefe de poli- |
ca, 1 a ordem do Dr. delegado do primeiro dis-
districto, 1 a ordem do subdelegado de S. Jos, e
2 a ordem do da Boa-vige.
Passageiro do hiato nacional Rom Amigo,
entrado da Baha : Jos Feliciauo Machado.
Matadouro publico :
Mataran -su uo dia 22 do corrente para consu-
mo desla cidade 104 rozes.
MORTALIDADE DO DIA 22 :
Anna, prela, solleira, eslava, 40 annos, ente-
nte.
Manoel Francisco, pardo, solteiro, 50annos, mo-
lestia intorna.
j Jos Antonio, pardo, solteiro, 21 annos, varila.
Jos, pardo, 6 raezes, convulccs.
Arsclino, branco, i aunes, escrfulas.
Manoel, pelo, 8 dias, espasmo.
Jovino, preto. escrava, 2 annos, escrfulas.
Manoel, pardo*3 das, espasmo.
Jos Anlonio Maia, brauco, solteiro, 35 anuos,
erysipela.
Luiz, pardo, escravo, 3 mezes, convulccs.
Flix, pardo, escrivo, solteiro, 72 annos, desin-
teri.
Hospital de caridade. Existem 57 ho-
mens e 59 mulheres nacionaes; 6 homens cs-
Irangeiros, e 1 mulher escrava, total 123.
Na totalidadedos doeotes existem 37 aliena-
dos, sendo 3u mulheres e 7 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirur-
gio Pinto, s 6 horas e 55 minutos da nia-
nha, pelo Dr. Dornellas s 7 horas e 1/4 da
manha, e pelo Dr. Firmo s 5 horas da tar-
de de honlem.
Continuada a sontenca.
Appollante, Jos da Cnha ; appellado, Tbomaz
Anlonio Guimaraes.
Desprezaram-se os embargos.
Appellanle, o juizo ; appcllada, D. Anna Al-
vos da Rocha.
Confirmaran) a sentones.
Appollante, o Exm. prelado dioceaano ; appel-
lados, Manoel Pires Ferreira e outroa.
Reformada a sontenca. i
Appellanle, a irmandade do Sacramento ; ap-
pellado, Anlonio Marqnes da Costa Soares.
Desprezaram-sc os embargos.
Appellantes, Joo Vigiles e outroa ; appella-
dos, os berdeiros de Jos Antonio Loureir.
Confirmada a sentenca.
Appellanle, o preto Joaquim ; appellada. a
Exraa. marqueza do Recife.
Desprezaram-se os embargos.
Appellanle, Paulo Caetano de Mello ; appella-
do, Manoel Cavalcanti de Albuquerque.
Desprezaram-se os embargos.
Appollante, Francisco Antonio de Carvalho Si-
queira ; appellado, Joaquim Francisco da Silva
Azevedo..
Desprezaram-se os embargos.
Appellanle, Gustavo Gurgolino do Souza ; ap-
pellado, Antonio Augusto de Miranda.
Reformou-se a sentenca.
Appellanle, o juizo ; appellado, Joaquim Duar-
te de Araujo Lima.
Reformada a sentenca.
. APPellante, o juizo ; appellado, Jos Duarle
de Oliveira Reg.
ConQrmouse a sentenca.
REVISTA C1VEL.
Recorrenle, a fazenda ; recorrida, D. Rosa
Goncalves da Cruz e outros.
Julgou-se a favor do recorrido.
DILIGENCIAS CHIMES.
Com vista ao Sr. desembargado? promotor da
justica, as appellacoes crimes :
Appellanle, Luiz' Pacheco de Medt%os ; appel-
lado, o juizo.
Appellanle, Alexandre da S'lvaPJreira ; ap-
pellado, Manoel Joaquim de Souza TJma.
Appellanle, o juizo ; appellado. Jos Dias Cor
rea e outro.
Appellanle, o juizo ; appellado, Manoel Eusta-
quio dos Sautos.
Appellanle, Manoel Francisco da Silva ; appel-
do, o juizo.
Assignou-se dia para julgamento das seguintes
appellacoes crimes:
Appellanle, o juizo ; appellado, Pedio Anto-
nio de S. Pedro.
Appellanle, Lourenco da Silva Pinto ; appella-
do, Antonio Birrozode Carvalho.
Apucllante, Manoel Rodrigues Fioire ; apuel-
pellado, o juizo.
As appellacoes civeis :
Appellaute, I-uTiz Jos Marques; appellado, Jo-
s Maria Goncalves Vieira Guimaraes.
Appellanle, I). Anua elphina Paes Brrelo ;
appellada, a irmandade do Sacramento.
Appellanle, Joaquim Rodrigues de Araujo Sipo;
appellado, Thomaz Ignacio do Reg.
BISTRIBOigdES.
Ao Sr. desembargador Vigueira de Mello, o
aggravo de pelioo :
Aggravante, Joaquim de Almeida Pinto ; ag-
gJ-aado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Silveira, o aggravo de
petioao :
Aggravante, Claudina Gardinez agravado, o
juizo.
Ao Sr. desembargador Gitirana, o recurso
crirao :
Recorrenle, o juizo ; recorrido, Francisco de
Albuquerque Gndara.
A appellaclo crinie :
Appellanle, Antonio Jos da Silva ; appellado,
o juizo.
A appcllaco civel :
Appellaute, Joo Marinho Falco Sicupira ; ap-
pellado, AntonioGonies Maiinho.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago, os
recursos crimes :
Recorrenle, qjuizo; recorrido, Miguel da Hora
Caracho.
O aggravo de pelico :
Aggravante, Manoel d Souza Pereira ; aggra-
vado, o juizo.
As appellacoes civeis :
Appelianie. Antonio Fernandes de Souza Couto ;
appc'lado, Luiz Tenorio de Albuquerque.
Appellaute, Antonio Alvos Vianni ; appellado,
Geo Kenwoll.
Appellanle, Domingos de Oliveira Dias ; ap-
pellado, Pedro Marques da Costa.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, as appel-
lacoes civeis :
Appellanle.. a cmara municipal; appellado,
o solicitador de residuos.
As 2 horas da larde encerrou-se asesso.
REVISTA DIARIA.
Tendo sido pelo decreto do Io do corrente
dividida esta provincia em cinco circuios ou dis-
triclos eleitoraes, na conformidade da reforma
ultimamenlo feita ao systema eleiloral; e apezar
de j havermoa dado sciencia dts leitores o le-
forido decreto textualmente, ora nprosentamo-lo
de novo, porra de modo que cada um dos dis-
Irictos seja mais fcilmente conhecido cm sua
composico.
i. dislicto.
Freguezias do Santo Antonio, S. Jos, S. Fr.
Pedro Goncalves do Recite, Roa-Visla, Afogados,.
CHRONICA JUICIARIA.
TRIBUNAL DI RELIQaO.
SESSAO EM 22 DE SETEMBRO DE 1860.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. C0NSEL1IEIR0 ERMELI50
DE LEAO.
As 10 horas da manha, achando-se presen-
tes os Srs. desembargadores Figueira de Mello,
Silveira, Gitirana, Guerra. Lourenco Santiago,
Silva Gomes e Caelano Santiago, 'procurador
da cora, foi a derla a sessao.
Passados os feitos e entregues os distribui-
do., procedeu-se aos seguintes
JULGAMENTOS.
AGORAVO DB PBTIQO.
Aggravante, D. Candida Nunes Correia ; ag-
gravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Silva Gomes.
Sorteados os Srs. desembargadores Louren-
co Santiago e Figueira de Mello.
,Negou-se provimento.
APPELLAgES CIVEIS.
Appellanle, o juizo ; appellados, Oliveira &
Irmaos.
Ficou adiado.
Appellanle, Antonio Goncalves da Silva ; ap-
pellado, Joaquim Antonio da Silveira.
Confirmaran) a sentenca.
Appellanle, o preto Marcolino ; appellada, D.
Joanna Guedes Lins.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Honlem, pelas 11 horas da manha, fundeou
era nosso porto o vapor ingles Jason. indo do
Ro e Iluda, adiantaudo apenas, ao ultimo vapor
um dia do primeiro e tres da segunda.
Rio de Janeiro.L-se no Jornal do Commer-
cio.
Hoje (13) I hora da tarde lera lugar no pa-
co do senado a sessao imperial do encerramento
da presente sessao da assembla geni legisla-
tiva.
Ministerio do imperio.
DECRETO N-. 2,636 DE 5 DE SETEMBRO DE 1S00.
Divido a provincia de Minas-Geraes cm sele dis-
Irclos eleitoiaes.
Para execuco do decreto n. 1.082 de 18 de
agosto de 186, he por bem decretar o seguinte-
Art. i. A provincia de Minas-Gcraos lien di-
vidida em setedislrictos eleitoraes.
O primeiro districto comprchemlc, excop-
gio das parochias Bomlim e Piedade dos Geraes.
todas as outras dos actuaos l-, 19- e 20- dislriclos
eleitoraes e mais a parochia do Patrocinio, S.
Paulo de Muriah, e da Piedade da Paraupeba;
leudo por sede a cidade de Ouro-Prelo.
O segundo districto comprehende, excepcao
da parochia da Paraupeba, todas as outras dos
actuaos i\ 3" e 4-, dislriclos eleitoraes, e mais
as parochias do Curvello, Conceico, Tapera e N.
Senhora do Parlo; tendo por sede a cidade de
Sabara.
0 3 distrelo comprehende, excepcao das
parochias do Patrocinio e S. Paulo de Muriah,
todas as outras dos acluaes 13, 17o e 18 dis-
lriclos eleiloraes, e mais as parochias de S. Jos
d'EI-Rei, Lage, Santiago, S. Caetano da Var-
gcm-Grande e S. Jos do Paraso ; tendo por s-
de a cidade de Barbucena.
O 4o districto comprehende, excepcao das
parochias de S. Jos d'EI-Rei, Lage, Santiago e
Santa Anna da Barra do Rio das Veihas. todas as
outras dos actuaos 10, 15 e 16 dislriclos elei-
toraes, e mais as parochias da Piedade dos Ge-
raes, Bomfim, Larras, S. Joo Nepomuceno e
Espirito Santo dos Cnqueiros ; tendo por sede
cidade de S. Joo d'EI-Rei.
O 5o districto comprehende, excepcao das
parochias de Lavras, S. Joo Nepomuceno, Espi-
rito Santo dos Coqueiros, S. Caetano da Vargem
Grande e S. Jos do Paraso, todas as outras dos
actuaes 11, 12. e 14 dislriclos eleitoraes ; ten-
do por sede a cidado da Campanha.
0 6 dislrcto comprehende, excepcao das
parochias do Curvello, Conceico, Tapera e Nossn
Senhora do Parto, toda3 as outras dos actuaes 5o,
6o e 7o districtos eleitoraes ; tendo por sede a ci-
dade do Serr. '
O 7o districto comprehendo os actuaes 8o e
9o dislriclos eleiloraes, e mais parochia de
Santa Anna da Barra do Rio das Veihas; lendo
por sedo a cidade de Montes-Claros.
Art. 2- Os 1-.2-, 3-, 4, 5 e 6' dislriclos
clcgoro cada um tres depulados assembla
geral e seis raembros da assembla legislativa
provincia!.
0 7' districto eleger dous depulados as-
sembla geral. e quatro raembros da assembla
legislativa provincial.
Art. 3 A's cmaras municipaes das cidades
e villas designadas no art. 1* para sede dos dis-
lriclos, compelo fazer a apuracao geral dos votos,
ua forma do art. 25 dasinslruccoes que baixarara
com o decreto n. 2,621 de 22 de agosto de
1860. 6
Joo de Almeida Pereira Filho, do mcu con-
selho, ministro e secretario de estado dos nego-
cios do imperio, assim o tenha entendido e faca
executar. ^^^
Palacio do Rio de Janeiro, em f/de selembro
de 1860, 39 da independencia e do imperio.
Com a rubrica de Sua Magestade o Imperador.
Joo de Almeida Pereira Filho.
Baha.L-se no Jornal da Tarde :
A despeito da roa vonlade deum grupo fac
cioso, que sem base, sem prestigio, sem forca,
lenta dominar a situaco, apeiar das repelidas
instruccoes que d'aqui partirn) para que, onde
a lula no campo legal fosse de resultado Incer-
to o duvidoso, nos raeios tortuosos, oas falsida-
dos, na compresso, na anarchia, em flm, se pro-
curasse o triumphoa eleicao qnasi por toda
parle demonstra que o reinado das miserias po-
lticas cahiu e passou ao beucuco e patritico in-
timo do actual gabinete, e de seu delegado nes-
ta provincia.
Na comarca da Feira de sant'Anna. por oiera-
pto, onde mais taivez do que em qualquer ou-
tro lugar as pretendes Ilegitimas se acaatelli-
ram na intervencio indebia dos agentes da auto-
ridade, o partido da ordem venceu por grande
itiaioria.
Manoel dos Aojos Gramido, juiz de paz,
quem coubo na villa de Camtso a insUllaro da
mesa paroebial, nao tendo conseguido quo*vigo-
ra saeoa suas arranjadas conabiaaces, abandonou
os trabalhoa. a aqu na capital, mysliflcando a
verdade, pretende annullar o resultado que Iba
foi desfavoravel.
Na villa da Feira de Sant'Anna aa ameacas
do lenenle-coronel Manoel Joaquim Pedreira
Sarapaio, no duplo carcter de juiz de direilo
interino da comarca e commandante do batalhao
n. 39 da G. N., nao produzram o menor effeto,
ainda apoiados como foram pelo promotor da
comarca.
Na freguezia dos Humildes dessa villa, ondo
a lula pareca mais rendida, o commandante
superior e seus capitaes Jos Cyriaco d'Oliveira
Ribeiro e Leopoldino Baptista d'Oliveira, deixa-
ram a eleicao nao obstante o numeroso sequilo
de pessoas armadas e at estranhas freguezia
com que se apresentaram.
Na freguezia dos Remedios, da mesma villa,
o triumpho nao foi menos completo e o honrado
capito Manoel Josdos Sanios, ainda uma vez
mosirou que o immenso prestigio do que all go-
sa nao carece de ser, bafejado pelo funeciona-
lismo.
Os saques negociados para o referido paquete
no Rio. sobre Londres, ettertuaram-sc de 26 1/4
a 26 1/i ; o mercado do caf eslava animado,
tendo vendido no din 11 do corrente cerca do
42.0000 saceos de 5500 a 5800 rs. por arroba.
JSf Bahia 8ac"-se a 25 1/2 e 25 3/4 d. por
Quando finalisavamos o artigo supra, chegou
o vapor Milford-Haven, procedente da Europa,
trazendo-nos noticias ate 3 do correle do ultimo
porto em que locou, Lisboa.
Garibaldi prosegue em sua grandiosa emp'reza.
Confirma-se o desembarque de Garibaldi na Cala-
bria, do que linhamos lido noticia pelo ultimo pa-
quclo a tomada da Reggioe a retirada das tropas
napolitanas que guarnecan) esta prnca. Pelos
jomaos o correspondencias que temos vista,
encontramos noticias contradlorias.uns dizem qu
a balalha do K.-ggio foi sanguinolenta, o que as
tropas napolitanas retiraran) com armas c baga-
gons: outras dizem que as tropas reaes se recusa-
ran) ;i eombater, e se reliraram abandonando a
artilharia. Os garibaldinos ocenpam a povoaco
de S. Giovani na Calabria, depois de um ligeiro
combate segundo uns, rendendo-se as brigadas na-
politanas diserip'-o do general Coseux; e se-
gundo oulros depois do um rendido combate, nao
se lendo rendido as brigadas, mas sim retirado
livrcmenle s monlanhas.
Garibaldi marcha, pois, sobre aplos onde vao
encontrar, o as suas mmediacoes, um exercito
forte de 20,000 homens com que Francisco II con-
la para a defeza da sua causa.
A insuireicio propaga-se rpidamente as pro-
vincias napolitanas e a deserco das tropas reaes
toma grandes proporces.
Em aples reina grande consernaco, ape-
sar de continuar a tnnquillidade material.
Diz-se que o gabinete napolitano pedir a sua
demisaSo, e que as crcumstancias actuaes seria
mu ilifficil subslitui-lo de modo que o novo ga-
binete nao rieaae crear mais embarazos silua-
Qo penosa de Fiancisco II.
As ultimas noticias da Calabria e a altitude da
mariuha parece quo inclinaran) o rei abando-
nar a capital e retrar-se para Gaela.
A insurreico de Potenza nao enconlrou oppo-
sico. Proclamou-se a dictadura de Garibaldi,
e irabalha-se para arranjar um corpo de dez mil
homens.
O vapor Queen of England que fura ofterlado
pelos Inglezes Garibaldi, e construido por
meio de uma subscnpgSo, e que se dizia que li-
nha naufragado com 1,500 voluntarios, onlrou
no estrello de Alpina com 2 mil carabinas.
As noticias de Turiin do a entender quaes os "
preparativos militares que alli so eslo fa-
aendo.
O govorno piemontez, avallando o estado da
situac.io, nao desconhecc a necessidade de so
preparar para uma luta mais ou menos pr-
xima.
As ideas de Mazzioi sao combalas pelos
membros do sabnelo ; ltimamente foi recolhi-
do o jornal Unidade Italiana, por haver publi-
carlo una nova caria do clebre republicano.
O governo auslriaco contina a oceupar-sc
das medidas que deve adoptar para que o im-
perio tenha o desonvolvimeuto que dsela.
A commisso financeira do conselho do impe-
rio lala de saber se pode introducir algumas re-
formas no ornamento da guerra, mas nao lena
sido possivel conseguir al agora o menor accor-
do entre o governo e os membros da commisso.
Diz-se que o ministerio fez annunciar que em pre-
senta dos graves a.contecimenios que podem oc-
correr cm vneta', se Iho lornava impossivel fi-
xar cvcntualmcnlc a somma dos crditos de quo
devora carecer para os gastos militares do anno
futuro.
Esta infvrmacSo dada por um correspondento
parece estar de accordo, porque os 9 railhoes de
llorins que primitivamente tinham sido pedidos
para a reparlico da guerra, nao sao agora suffi-
cienles em vista das necessidades creadas, em
consequencia da revoluco da Italia meridional.
A Austria prepara-so na evenlualidade de ter
de por de noy o seu exercito em p de guerra.
A cononlraco de forjas que esl f.izendo assim
no Tyro como na Dalrnacia, carece evidentemen-
te de recursos, que nao podem tambera deixar de
ser consumidos em grande escala as qualro for-
talezas que alli so eslo executando.
A Austria, pois, ao passo que qur proseguir
no caminho das teformas, mostrando querer re-
parar erros antigos que tem pruduzido tantas
dilliculdades, v diante de si a obrigaco de man-
ter um grosso exercito o de prover aos moios de
defeza para poder fazer face s eventualidades da
situago.
Na Allemanhn, na Italia, na Blgica, em Fran-
ca, na Inglaterra, em toda a Europa em sumraa.
continua a disculir-se a respeilo da entrevista do
imperador d'AusIria o do principe regente da
Prussia, em Toeplilz. Uns desmentem, outros
aflirmam, segundo os seus proprios inlcresses,
mas a opinio mais geral deque efleclivameu-
le so estabelecesse um accordo enlre a Prussia e
a Austria, nao sendo estranhas esse acord as
quesles quo preocupan) a Europa.
Em Milo tem havido desordens. N'um caf
flzeraru-se brindes ao imperador d'Austria ; a au-
toridade provdenciou mandando fechar o caf,
mas aquella demonstrado repetio-so u'oulros
pontos.
Os inimigos da lberdade trabalho incessanle-
menle, e nao para admirar que os nobres es-
forcos do povo italiano, sejara de futuro era par-
te supplanlados, se por ventura uma intervenco
vier embaracar ou por termo na obra da emanci-
paeo italiana.
Em Inglaterra recea-se uma crise alimenti-
cia ; os coreaos augmentara lodos os dias de pre-
co era consequencia da escassez das colheilas.
N'uraa das ultimas sesses do parlamento in-
gle/, Iralou-se de novo nao s da nuexacu da
Saboya, mas dos negocios da Syria ; lord Pal-
i mersion respondeu enlo varas inlerpellacocs
' sobre os dous assumpios.
O ministro britannico rooslrou esperar que a
Franja satisfizesse aos inleresses da Suissa.
Era quanlo islo so passava na cmara ingleza,
i um jornal francez dizia que se linha verificado
I uma mudanc.a notavel na poltica da Suissa .
| respeilo de "Franca. Vao l entender a diplo-
1 macia.
Lord Palroerston declarou officialraento que ti-
nha a Inglaterra rompido as suas relacoes diplo-
mticas cora o Paraguay, por ter sido illegalmen-
te preso um subdito britannico, e nao ter sido
acceilo o pedido de indemnisaco.
Lord Palmcrslon respondeu uma inlerpelU-
cao sobre a queslo de Nisa e Saboya, dzendo
que conOava, que a Franca cumplira com hon-
ra o que justamente espera della a Confcderaco
Helvtica Este negocio tantas vezes suscitado
no parlamento, lanas vezes discutido nos circu-
ios polticos, o tratado na imprensa de lodos es
paizes, jaz boje as rnesrnas crcumstancias em
quo se achava, quando a confednraco suissa
apresenlou a sua primera reelamaco pela con-
servaco da inlegridadc dos territorios neutrali-
sados pelo convenio de 1815.
Parece que se abandonou a idea de uma via-
gem da rainha Vicloria & Berln e diz-se que
lord Joba Russell se oppoz essa visita.
Na Syria j aesembarcramj3,800soldados fran-
cezes. Em dilerentes pontos repetem se de vex
em quando assassinatos isolados as pesadas dos
.
yv
T*~
T^-
..i .


MARIO DE PERTfABMUCrt. SE'ILNDA FFJRA 94
SETEMBRO DE 1860.
m
cluislos, e pur toda a luirle se reccinm novos at- >* redactores -Deiiando quasi aerare. urna
tenlaJos.
A irritaco dos Musulraanos tom chegado a
tal punto ponto, que Fciad Taclia [ni obrigado
Sor em lilierdade alguns dos bastantes presos que
avi.im sido indiciados como perpetradores ou
cmplices nos uliroos altcntados.
A chegada das tropas francezas deve
ol o seu effeilo.
0 imperador Napnleo j retiros a proposta !
para a elevado da llespanha potencia de pri- j
nieira orden), pelas dificuldades que encontrn !
nos outros gabinetes, que recoiavam o predomi- j
nio das naques cathulkss na deciso dos negocios ;
uropeus. Esta proposla linha tambem sido
Mal recebida em llespanha. Algnns jornaes di- j
ziam a proposito: Daaos Timeo etiam dona [
parales.
Era Portugal comecav.a agitar-se novamenle '
a qucslo das iroiss de caridade. A 2 de se-
tetnbro leve lugar em Lisboa um meeting pouco
importante no sentido liberal. 0 governo pro-
niclleu (aze-las reduzr obediencia do prelado
porluguez.
prisao ou um processo criminal, campo vasto di-
vagaces e conjecluras desairosas. eu venho ho-
je explicar aos que souberam de minha prisao e
de meu processo, a razao ou motivo porque, es
sofTri e ao mesmo lempo o resultado e desfeixo
que teve ludo islo. O que occasionou a minha
produzir Prisao e processo foi o seguinte.
Era o dia 9 de agosto dote anno, tranquillo e
bem parifico estava eu em minha casa na rus Au-
gusta desta cidade c cis que vejo enlrar o Illm
Sr. Dr. chefe de policia, acompanhado de seu se-
cretario, escrivao e pedestres dizendo-me ter de
proceder una busca ou vnrejo em minha casa.
Entiio, com toda calma eserenidade, franquee,
a casa e enrontrando-se logo em urna gaveta em
que linha meus papis, c algnns objeclos de ou-
ro e prata que me estavam emaonLados, oilo
moedas do cunho de dez tosios bem novas, co
Carvao de pedra- Venden-; de 22J000 rs., por
tonelada.
Cha-------------------dem de 1*606 a 1$800 rs. por
libra.
Caf------------ Vndensele 6fl5Wa7Sf00 por
arroba.
Cervcja--------------dem de 3i600 a 4J800 rs
Por duzia de garrafas.
Farinha de trigo esla semana tmente entra-
ran) 9 '0 barricas, viudas pelo
Rio de Janeiro. B>lalhou-se a
21g0r0 rs. a de Pliiladelfia. de
21JO00 a 22000 rs. a de Tues-
te, e de I9|000 a 21*000 a de
Bichmond Picando em ser
1,400 barricas da priincira,
7,400 da segunda, e 5,000 da
terceira.
Dila de mandioca Vendeu-se a 5*000 por sacra.
mo que denotando no terem gyrado na circula-, Feijao -------------Vendeu-se a 1*000 rs. por ar-
cao, foram ellas aprehendidas, qualiflcadas de
falsas e por consequencia vazando a pega que li-
nha de servir de bazo ao meu supposto delicio.
Allonito e sorprendido com urna tal qualifica-
Publicra-se a nova edteo da pauta ger.il ds!Sa0- Por1ue e 'frdade cu na melhor boa feas
albudecas, cora as alleracues resoltantes da ul- Hnha como verdaderas, com toda franqueza de-
tima reforma, e segundo o systema mtrico. clarct. que aquellas moedas me nao pertenciam,
O conde de Bulho. preso por indiciado nocri-' 1L"C eram ella* resl0 de ,,?u.e no
b de falsiflcar-ao do moeda, tinha sido despro- i lh Pr2x,m. ?ni,. me a-s ,,na cl
me
nunriado pela relaqao do Porto.
O estado sanitario era salisfatorio.
Tomavam-se algumas providencias para obstar
eraigraeo dos Portuguezes para o Brasil.
Navios provenientes dos portos do Brasil en- .
tradoa em Lisboa de 15 a 31 de agosto.
15 A'ararre, paquete fraucezdo Rio do Janeiro,
Babia e Pernambuco.
15 MarUtnna, brigue porluguezda Bahia.
17 Furia /, barca portuguezado Rio de Ja-!
ueiro.
17 Indiana, galera brasileirado Rio de Ja- i
neiro.
17 Joven Fayalense, barca portuguezado Rio
de Janeiro.
17 Sania Cruz, bares porluguezado Rio de,
Janeiro.
17 Caridade, barca portuguezado Rio do Ja-
neiro.
18 Vencedora, barca portuguezade Pernam- I
buco.
18 S. Jos, brigue brasileirodo Rio de Ja-
neiro.
roba.
Genebro------------Vendeu-se a 270 rs. a botija.
Louca---------------A ingleza negociou-se do 275 :
a 285 por ctnlo de premio sobre I
a factura.
Manteiga-----------A franceza venden-se de 530 a
570 rs. a libra, e a Ingleza a
dia 30 de ju- IgOOO rs.
mpenhado por Massas---------------Venderam-so a 5*500 rs.
10*o Sr. Antonio Marn lio Paes Brrelo, como; Oleo de linhaea- Vendeu-se a 1*500 rs. por ga-i
se verilicava do respectivo assenlo lancado em lo.
meu livro de negocio, que enlo apresenlei, sen-| Passas------------Venderam-se a 6S500 a caixa. i
do que dolas havia tirado apenas tres moedas Queijos------------O flamengos venderam-se a |
para completar na falla de. outro dinheiro, 20* 2j>600 rs.
que linha empresiado a um moro de nonie Ve-
ras e urna para gasto e despeza de rasa.
Entreunto, e nao obstante esta franca e since-
ra declarar.io que fiz naquelle momento, e em
que com a mesma coherencia persist sempreque
ful interrogado e at acensado com o Sr. Mariulio,
que alias (cuitado!) o ps juntos negnu, como
era do seu inlcresso, me ter dado ou empenhado
taes moedas, o que certo que fui recollifdo
a casa de delencao e depois passado a disposicao
do juiz municipal da 2" vara o Illm. Sr. Dr. Fran-
cisco do Araujo Barros, quera foram remelli-
dos todos os iniorrogalorios e mais pecns que
tiliham do servir do ba/.e ao respectivo processo.
Pois bem, instaurado o processo contra mim,
o Sr. Mariuho, e mais um senhor de nomc Jos
dos Santos Moreira, que alias fui envolvido nesso
negocio, apenas por ser visto era minha casa no
19 Diligente, patacho Portugucz-de Pernam-: ;li;l Pf mpreslimo ao Sr Veras, tam-
bem o que e certo que em resultado fui des-
Sabio ---------------Vendeu-se de 135 a 150 r9.
por libra.
Vinhos---------------Os do Lisboa de 230* a 270*
rs. a pipa.
Vinagre----------Vendeu-se de 1I0J a 120J rs.
a pipa.
Esperniacetc- Em velas de 900 a 1*000 rs. a
iibra.
Era ditas de 600 a 640 rs. a
libia.
O rebato de lellras regulan) de
10 18 por rento ao anno,
discontando a caixa lilial cer-1
ca de 300 contos do reis.
O lastro a 10/ e o algodao a !
3/8. _______________
Slearinas -
Desconlos
Frcles------------
a tallar ; Beiueiu Dantas Martins, 4 ; Antonio in-
niz Moreira de Mondonga, 1 ; Manoel Luiz de A- ,
zeve-do Araujo, 2 ; Jos Mareianno de Campos. 1 ;
Pedro da Vciga Oroellas-, i, inclusive urnasabba-
lina ; Kanool de Brilo Mchalo Paiva, 15, inclu-
sive duassabb.alin-s, e contina a fallir.
Secretaria da Facilidad de Dircilo de Recite
17 de siembro de 1860. O official servindo de
secretarte,
Mhooel Antonio dos Pasaos o Silva Jnior \
Tribunal do eemmerclo
Pela scorelaria do tribuno, do couunercio da
provincia de Pernambuco se faz publico a expo-
dicao do alvar de patente de correlor geral des-
la praga a faror do cidadao Francisco Jos Sil
reir.
Secretaria do tribunal do eommarcio de Per-
nambuco 21 de setembro de 1860.
Dinamerico Augusto do Reg 11 ngel.
No impedimento do official-mnior.
Helaran das rartns seguras, viudas do sul
pelo vapor /'aran para os senhores abaixo de-
clarados :
Padre Antonio da Cunlia Figueiredo.
Antonio Jos de Figueiredo.
Antonio Panas Bmndao Cordeiro.
Belarmino do Reg Barros.
Crpnano Fenelon Goe#BS Alcoforado.
Dr. Francisco Pinto Pessoa.
Horario de Gusrao Cnelho.
Jos Nunes de Oliveira.
Dr. Manoel Jos da Silva Neiva.
Maa Jezuina Dourada Cavalcante.
Machado & DantA.
Pela mesa do consulado prcaincial se faz
publico, que no ultimo do presente me/, finalisa
se o trimestre addieional do auno flnanceiro de
1859 11860 ; devendo por conseguinle es collec-
lados que se achato em debito, do imposto da
decima e mais imposto que se arrecadam por
esta mesa, mandeni saldar seus dbitos, afim de
que nao sejain ajuizados. Mesa do consulado pro-
vincial, 13 de setembro do 1860. No impedi-
mento do administrador, Theodoro Machado Frei-
r Pereira da Silva.
T11EATKO
9SXTA-FEIRA. 28 DE SETEMBRO DE 16.
ULTIMO
GRANDE CONCERT
Vocal e instrumental.
EM BENEFICIO PE M.MIA1A
FANNY SIMONSEN,
PROGRAMMA-.
Logo que S. Exc. o Sr. presidente da provln-
cia se dignar apparecer dar principio ao espec-
tculo :
Primeira parte.
1.Ouvertura pela orcheslra.
2."Grande arta da opera Giralda (Adamj, can-
uda por madama Fnnny Simonsen.
3."Fantasa para piano sobre themas de gli
Hugenotte (thalberg), executada pelo Sr. Fredc-
rico Lemrko.
4.A Vida no Ocano grande lantnsia sobre
canges inglezns e norte-americanas, eomposta e
execulada por Marlin Siraonsen.
Segunda parte.
5."Ouvertura pela orrhestra.
6.Ralada ingleza : Bavn (Lorer). Balada al-
lemn : Der Erlkonig (Rei das Fadas), cauLda
por madama Simonsen.
7.RecordarVs da Allemanha (Oberlandler]
compostas e exerutadas por Martin Simonsen.
8. Catalina da opera Trovalore (Verdi), can-
tad por madama **anny Simonsen.
9.Grande fantasa e vsriagoes sobre motivos
da Travidta, composta e cxeculada por Ma.-tiu
Simonsen.
Terceira parte.
10.Ouvertura pela nrchestra.
11oLe Tremolo : Elude capricho pora piano
(Meier) executarto pelo Sr. Frederico Lemcke.
12.Grande aria da opera A Pilha do Regi-
ment (Donizctli), ranldtia por madama Si-
monsen.
13."O Carnaval de Veueza (Paganini; eiecu-
lado por Martin Simonsen,
O concert Principiar s 8 horas.
PRKCOS.
Camarotes 1.a ordem
2a. >
8."
Cadeiras
Plateas
Os bilhes ncham-sr. venda desde hnje no ho-
tel inglez, onde se acha o Sr. Simo;isen, e no dia
do concert no tbealro.
O Sr. Frederico Lemcke se presta benvola-
mente obserquiar ao concertistas.
15*
20|
10g
55
2*
E S. ISABEL.
buco.
23 ilaria da Gloria, patacho portugiiezde
Pernambuco.
23 Lata II, brigue porluguezde Pernambuco
r Rio de Janeiro.
2'J Tyne, paquete inglezdo Rio de Janeiro,
Pernambuco o Baha.
;il Jimephina, patacho pnrluguez da Baha.
Sabidos par os portos do Brasil :
17 Comanle, brigue porluguezpara Per-
nambuco.
17 Fenus, barca portuguezapara o Rio de
Janeiro.
17 Piora, escuna dinamarqueza para o Rio
Grande do Sul.
1S C 18 Maria Deulinda, barca brasileirapara o:
Rin de Janeiro.
27 70101 Carlota, galera portugueza para o!
Rio de Janeiro.
29 Gnyenne, paquete francezpaia Pcrnambu-
CO, Babia e Rio de Janeiro.
GommuiiicatJos
A parcialidade, que me honra com o seu va-
lioso apoio em Goanna, cusa menos vencer os
DOSSOS adversarios as urnas eleilorses, do que
destruirs necusacoes falsas, que clles amonloam.
E na verdade sao tantas que qnem se encarre-
;asse de refuta-las, nao tena lempo para mais
nada....
Uns sufrem por suspeitas infundadas de adhe-
sao minha pessoa : nesle caso esto os dignos
juizes de direilo e municipal, aos quaes alias,
sol minha palavra de honra o affirmo, nao dero
fa/.er iienhum, alni da cortesa c delicadeza com
que me tratan).
Outios soffrom, porque realmente me sao do-
fli los, e isto obriga-me a entrar em discussao
com 08 calumniadores, fa/.endo grande exforro ;
porque, alm da repugnancia quas invencirel
que Mulo em oecupar-me com genio lo torpe,
c intesso que minhn adividade mal pude ven-
cer os nmeros trabalhos, de que ora estou so-
brerarregado.
Entre os meus amigos calumniados figura o
l',v |. paroeho de N S. do a quem se imputa
o espancamento de urna mnlher de nomo Ale-
xan Tina ; e esia calumnia j apparereu as co-
lumnas do Correio Mercantil de 21 de agosto
cm urna carta escripia daqui por urna mao n-gra
r- immunda.
Protesto contra semelhanle falsidade, n hoi de
i,i (ivar om a maior evidencia que o Sr. padre
Manuel Paulino de Souza nao teve parle no es-
p.incamcnto dessa desgragada mulher, que em
diversas occasioes o em diversos lugares lem si-
do victima de seus nios costamos ; hei de ex-
plicar o motivo de urna tal impularo. e Dual-
menlo em lempo destruirei outras falsidades,que
o correspond inte do Mercantil, por odio a mim
t p r servilismo a alguem, lem escripto,
Recife, n de setembro de 1X60.
J. Alfredo.
ERRATAS.
No communicadoao publicopublicado peio
Sr. Sil i vi Cavalcanli no Diario de lionlrin rem
entre outras incorrecgSes, as seguinles: no 2"
periodo em lugar dedeclaro o que se lem pu-
l.lie ido, leia-sedeclaro que o que se lem pu-
bl'cado no 5 era lugar dearrenendidoson con-j
tranadosos mesarios por esta pequea cunees-!
sao, resolve-se, leia-searrependidos ou contra-
riados os mesarios por esta pequea concesso,
resolveu-se: no b" em lugar dee ao mesmo lem-1
po [aliar a generosidade e ao espirito da mesa,
leia-see ao mesmo lempo fallar a generosida-
de e ao espirito de justiga da mesa, e no lim em
lugsi cad perpeltiam rti memorum, leia-se
ad perpetuam rei memoriam.
pronunciado pelo Illm". Sr. Dr. Araujo Barros,
cuja sentones foi cm recurso ex-olllcio, confir-
mada pelo Dr. juiz de direito interino da 2" vara
o Illm. Sr. Dr llermogenes de Vasconcellos que
dignou-se mandar inimetiataraeiile pr-me cm
j liberdade no dia 11 do correnle.
Dispronunciado, prlantn, c por consequencia
I absolvido e sollo, j veem os que me virara pre-
so e pronessado. que o nao fui por algura delicio
real o rerdadeiro que houvesse commettido, mas
i s e somenie pela sveriguagio de um facto, a que
I fui arrastrado pela fraquoza ou m f de outros,
I porm que as justiras de pai/. deveriam a veri -
guar, procedendo como louvavclmontc proce-
| deram.
Explicada pois a historia do minha prisiio e de
meu processo, assim nest.i phrasc lo succinla e
abreviada, porque entrar em maior detallio, se-
ria fuzer a aecusaro de outros, A quera quero
com caridade perdoar, lo lavia nao concluir) sera
tributar ama homenagem de meu sincero e eter-
no reronhecimenlo aos dignos Srs. Drs. Araujo
(tarros e llermogenes de Vasconcellos,pela justo-a
com que me julgaram, e, mais que ludo, pela
promptido,c brevidade com queeoneluiram o pro-
cesso, f izendo cessar o meo solTriinenlo, nao es-
quecendo porque nao me. possivel esquecer o
Illm. Sr. Dr. Jos dos Anjos Vieira de Amorim, a
quem felizmente escolbi para meu advocado e a
quem devo dedicago cordeal, pela pericia, zelo
o adividade com que soube defender-me.
Era ultima analyse resta-me dizer que se isto
porque passei c mancha, foi a primeira que ou-
sou marcar a minha conducta, pois que at en-
to minha vida foi sempre escoimada de vicios
e 00 crimes, como geralmeute saliido.
Recito i>0 de setembro de 1860.
Manoel Cypriano Ferreira tabello.
Movimemto do porto.
Navio entrado no dia 22.
Baha6 das, hiate nacional Bom kmigo, de 77
toneladas, capitio Manoel Jos Pereira Mari-
uho, equipagera 7, carga, charutos e mais g-
neros ; ao mesmo copito.
Naviot saltidos no mesmo dia.
Em commissoEs;una nacional Lindoya, com- I
mandante Manoel Martins de Araujo Castro.
Rio da Prata Escuna hollandeza duard, capi- i
lo Bakker, Barga asaltear e agurdente.
Barcelona pela ParahibaSumaca hespanhola |
Nova Carlota, capilo Jayme Mareslony, em |
lastro.
Ilha do SalBarca nacional Ilermancia, capilo
Agoslinho Antonio Pereira, era lastro. Sus-
pendeu do lam.iro.
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez pora serem re-
colnidas desde ja as notas
de 1 o,ooo e 2o,ooo da
emissao do banco.
G0HPANHI1 LYI.IC1 DE 6. H&R1NAN6EL1
Tcrca-feira 25 de setembro
25.a pccila da assignalura c 13 para oscainapolcs de primHra serie
Subir secna pela primeira vez a:
Grande opera aparatosa
em dous actos do celebre comm endador Hossini, aplaudida mesmo boje nos primeiros theatns
do mundo, intitulada :
Publicacoes a pedido.
Dloliiia da i n o lina.
E' de presumir que o Dr Tiisto de Menear
Araripe, chefe de polica desta provincia nao
possa ainda publicar o resultado das diligencias, i
que lem Coito para descubrir o punir os autores '
da garra, que soffreu nc engenho Gararapes o <
prelo Joaqilim, porque nos consta que esl pre-
sentemente tratando de de-cobrir, para ser devi-
damcnle punido, o mandante do assassinato do
infeliz Gontaga, acontecido na ra da Gadcia do
Recife ao meio din ; pois sendo um fado mais
anligo, que a da surra em Gararapes. deve so-
bre elle de preferencia cahir o anno do nasci-
mento.
Em lera;>o opportuno ser este facto historiado
pelo
Gnedes
Oifl]UEII30.
05 O. ai o. 01 V -i s 9 c i Ltntosphera.
! V Direcco. < H O
w V 35 | ntensidade 1 *l
h9 l) A OS OS ^s os t en b * ! Centgrado. i i L? 0.
p ce as ce ^i f o be ce t. ce o b * i i Reaumur.
es O -1 f o CC _o os C0 CC r> en ce CC | Fahrenheil | llygromelr
| Baromelrc l .
c
13
r-
<
5 >
q S
ri t
AlfsilMtosj
Rendimento do da 1 o 21.
dem do dia '2.....
a.
227.61SS07I
7.056jlJ10
Hoi Inieato da
231.67 -i'J81
alfanalesa
Volumes enirados com tazendas
v com gneros .
Volumi
>
s sabidos com
com
fa/endas
gneros
21
221 ;
------- 245
139
221
-------360
A noile clara com grandes nevoeiros, vento
SE, vcio para o terral casslm amanheceu.
OSCILLACAO DA HAR.
Preamar as 9 h 42' da manha, altura 5.73 p.
Baixamar as 3 h 54' da tarde, altura 1.75 p
Observatorio do arsenal do marinha 22 de se-
tembro de 1860 Vifc.as J'-nior.
taes,
Joo Baptisla de Castro e Silva, inspector da the-
souraria de fazenda de Pernambuco, por Sua
Magestade Imperial e Constitucional, que Dos
guarde, etc.
Paz saber a lodos os habitantes desta provincia
que em virlude da ordem do Eim. Sr. ministro
da fazenda, presidente do tribunal do thesouro
nacional, se procede peU tliesourana substi-
tuirn das notas do mesmo thesouro de 20901)1)
da quarta estampa, papel braneo, valor por valor
al", o lina de abril de 1861, comecando do Io de
maio subsequente "i soirrerem as ditas notas o
descont da lei na razo de 10 por cent o no Io
mez, de 20 por cento no segundo, e assim por
diante de modo a perderera todo o valor no d-
cimo mez.
Thesouraria de fazenda de Pernambuco, 21 de
setembro de 1860.
.lorio Baptisla de ("astro e Silva.
Tribunal do coinmercia.
Pela secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco se fiz constar a ins-
cripeo no competente livro de registrn, do tbeor
do contrato de sociedade que em 30 de agosto
ultimo, a dura' por esparo de tres annos, con la-i
dos do !. de julho prximo passado, fizeram
Gaspar Antonio Vieira Guimares e Jos Gomes i
Villar, cidados porluguezes, domiciliados nesla
cidade do Recife, sendo o Pira social o commer-
cio de fazend.as na luja da na do Crespo n. 17,
sob a firma deGuimaries & Villar, e r i o capi-
tal de 21:996$378, fornect los por ambos os so-
cios, competindo ao primero o uso da firma so-
cial.
Sorretaria do t"ibunal do commercio de Per-
nambuco 18 de setembro de 1860.
Dinamerico Augusto do Reg Rangef.
No impedimenio do ofBcial-maior.
1'ribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco se faz constar a inscrip-
qSo no registro publico do tbeor do contrato de
sociedade de Gaspar Antonio Vieira Guimares e
Francisco da Silva Fonseca, Porluguezes, estabe-
lecidOS com loja de fazend.as na roa do (Jueima-
do desta cidade n. 1, durando o referido contrato
um anno, a coatar do 1.' de julho do corren!-',
deliaixo da firma de Guimares & Fonseca, e com
o capital del2fifs8f, ministrado por arabos os
socios, compeiindo uo socio Vieira Guimares o
uso da firma social.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 18 de setembro de 1860.
Dinamerico Augusto do Reg Rangel.
No impodimla do official maior.
Commando das armas.
Pelo mesmo commando se declara noe est
vago o lugar de escrivao do presidio de Fernan-
do, qoe deve ser preenchido por algum Sr. offi-
cial reformado, ou, individuo anej tenha bem' riptono, ra da Cadeia do Recite
, servido no exercito, segundo o disposlo no avise dar n. 8.
1 do ministerio da guerra de 27 de junbo do anno
j passado. O pretendenle que se adiar em laes
! cirenmstancias, convidado a apresentar-se na
secretaria militar, das 9 horas da manha, s 2
da tarde, nos di.as uteis.
O major secretario,
Francisco Camello Pessoa de Lacerda.
O collector de rendas provinciaes da cidade
i de Olinda faz publico pelo presente, que no dia
| de 29 setembro se encerrou o exereicio de 18">9
a 1860, e que do 1." de oululuo cm diante nao
se recbela o imposto da decima urbana do re-
ferido exereicio sem ser por guia do juizo, eon-
; forme se ada determinado pela thesouraria da
fazenda provincial. Cellectoria de Olinda 15 de
setembro de 1360.O escrivao,
Joo Gonralves Rodrigues Franca,
A aecao pas3a-se em Babilonia, sen lo todos os vistuarios e tolas as vistas a carcter da-
quella poca e logaros mandados oxeeiuar pelo empresario, pelos melliores artistas de Milao e
Florenga.
N. l.Sendo esta opera minio extensa se dar princi pi as 7 IrS horas em poni.
Os billistes vendein-se como de costme.
Avisos martimos. i
Para Lisboa sabe impreterivelmenle al o ;
da 15 o brigue cTarujo & l'ilhos por ter parte '
de seu carregamemo promplo : quem quizercar- !
regar ou ir de passagem, dirij.a-se ao consgnala- ]
rio na ra da Cadeia do Recife, escriptorio de
Manoel Joaquina Ramos e Silva.
Porta p >v Lisboa.
Vai sabir com brevidade para o Porto com es-1
cala por Lisboa, o briaue porluguez Promplido
II, forra toe enc.avilbado de cobre, de PRIMEI-
RA MARCHA EC1.ASSE: para carga e passagei-|
ros, para os quaes tem excedentes com modos, I
lrata-se com Elias Jos* dos Santos Andradc &
C, na ra da Madre de Dos n. 32, ou com o ca- ,
pit.
Maranhtio e Para.
Segu com brevidade o hiato nacional .\oraes ;
para carga e passageiros, lrata-se com Joao lian-
I risco da Silva Novaes, no largo do Corpo Sanio I
1 ii. 6, segundo andar ou com o capilo Joaquim
Jos Mendos, no trapiche d a algodao.
Leiloes.
Duas casas terreas
OiKirtu-fcia 20 ilu crvente.
Aniones far leilao cm seu arm.a/.em ra do
Imperador n. 73, de 2 casas terreas sitas na ra
da Viracao ns. 13 e 15. com 2 salas, 2 qurrlos e
grande quintal, si ni reserva de proco, s 11 ho-
ras em ponto,
Aracafy.
Al o fim da prsenle semana seguir imprete-
rivelmenle o hiate Duvidoso; para o restante da
carga, lrata-se com Gurgel I roaos, era seu es-
primeiro ao-
Aracaly.
e/
Para este porto seguir brevimenle
Bxhalago ; para o restante da carga,
com Gurgel Irmios, ra da Cadeia do
2y, primero andar.
o hi.aU-
Ira la-se
Recite n.
Oeciara^.i.
o
>rrespondencias.
Ao |)iil)lico.
Dse jo ser e nao parecer,
a minha natural averso pelas
Descarregam boje 24 de setembro.
Barca inglezaDyssoncarvao.
Brigue inglez Rolhesaxbacalho.
Barca inglezaPalmadlaferro e carvao.
Brigue inglezMarchanteidilios de ferro.
Brigue poriugnc7Constantediversos gneros.
Brigue brasileiro=Eugenia idem.
Brigue inglezEagleferro.
Con su la I o gerai*
Rendimento :1o Jia la 21. 10:7555375
dem do dia 22....... 268056
Nio obstante
discossdes nos jornaes, porque ahi vejo muilas [jem
ve/es manejada a calumnia o a mentira cora um
desfaramenlo verdaderaroente digno de lastima,!
lo I i' ifl vendo no Diario de Pernambuco de 1 ;
deste mez ioexaelides, ou antes falsidades a
respeilo do delegado de Olinda, que era enlo
ou, durante os di&s 7, 8, 9 e 10 do crrente, nao
posso deixar d>- solemnemente protestar contra
um tal erro, nascido provafelmente das falsas
informares de pessoas mal intencionadas a meu
i espeito.
Desde o anno de. 187 me acbo retirado de
Colisas temientes poltica : nunca Uve e nao
tenho, e nem posso ter a ambieo de querer
Chegnr asaltas funecoes do estado ; por conse-
guinle nenhunaa neeessidade tenho de directa
nem iudirertamenle envolver-m em poltica.
Alm disso, sou muilo conhecido nesla provincia
que de enraco amo; todos sibera que desde '
aquello anno ale boje eu nunca me acbei em
sociedade ou reuna alguma poltica, nunca
prelendi alcanear em eleicoes voto de ninguem
liem para oulra qualquer pessoa. Perianto como
era possivel que, com taes precedentes mo en-
volvesse as ultimas eleires a favor de qual-
quer das parcialidades, que a pleileavam, cu que
iiuura ped nem mesmo falle! com pessoa algu-
que eu proprio vola-
11:0239431
Diversas provincias.
Rendimento do dia la 21. 996$ 400
do dia 22....... 9
9966460
Despachos de e.vportacao pela me-
sa do consulado desta cidade n
dia S9 de setembro de 1SOO
Liverpool Brigue inglez <-Odom, James Ry-
dei & C, 5' sacras algodao.
Recebedoria de rendas internas
genios de Pernambuco
Rendimento do dia 1 o 21. 17:2613702
dem do dia 22....... 9549625
18:216a3 7
Consulado provincial
Rendimento do dial a 21. 54:317(228
dem do dia 22...... 1:3109.161
55:657g689
PIUCA DO RECIFE
S2 DESETEHRODE 18GO-
AS 3 HORASDA TARDE.
Revista Semanal.
O vapor porluguez Milford aven rhegaoo ,
da Europa hornera (23) recebe as malas para la- :
liia e Rio de Janeiro no dia 25 do correnle ao
meio-da.
De ordem doExm. Sr. director interino se'
faz publico por esta secretaria que em congrega-
rao de sabba lo. 15 do rorsente, foram justifica- !
das todas as fallas dos esludantes, dadas no m-z !
: prximo passado, excepto as da primeira cadeira ;
: do segundo anno, e primeira do quinto, por nio
1 havercm comparecido os respeslivos lentes; ens
seguinles, as diversas cadeiras : primeiro anno,!
primeira cadeira, Egidio Francisco ds Chagis,
nma sabbalina ; Agoslinho Fernandes de Queiroz,
7, inclusive uns sabbalina ; rineu Ciciliano Pe-
] reir Q.a Costa, 5 ; Antonio SiWcrio Rnrboza da
! Silva, 4 ; Jos Gomes Ferreira, 3; Francisco \a-
' vier da SS,5, inclusive una sabbalina. Segunda
I cadeira, Agoslinho Fernandes de Queiroz, 7 ; Se-
I verianno Lucio do Farias, 4 ; Antonio de Sooza
' da Silveira contina a faltar. Segundo anno,
segunda cadeira, Jos Marianno Ribeiro, 3 ; Jio
Franklin da Silveira Tavora, 4; Antonio Joa-
quim Pires de Can-albo e Albuquerque justificou
as do mez de julho ; Joo Jos de Moura Haga-
Ibes, 2, e juslifir.oi: as de julho : Jos Antoaio
llarboz.a, 3 ; Jos Francisco de Barros Reg J-
nior perdn O anno ; Miguel Calmen du lira de
Almeida, 3 ; Vicente Candido Tourinho juslifirou
as de julho ; Candido Jos Rodrigues Torres Fi-
1 lio, 5, inclusivo urna sabbalina; Custodio Jos
Lcile de Salles, 4 ; Trajano Veriito de Medelms,
6, inclusive urna sabbalina ; Alvaro Fragoso de
Albuquerque justificou as de julho. Tercciro
anno, primeira cadei-ra, Jos Joaquira do Sonto
Lima, 2; Manoel Cassisno de Oliveira Ledo, 2 ;
Antonio Pinto de Mendonca, 2 ; Antonio de Pa-
dua Pereira Pacheco, 5; Joaquim Tavares de
Mello Brrelo, 2 ; Aureliano de A/.evedo Monlei-
ro, 1 ; Jos Fiel de Jess Leile, 5 ; Bernardo Jo-
s Corroa de S, 2 ; Salvador Pires de Corvalho
e Albuquerque, 9, inclusive urna sabbalina ; [Jl-
lysses de Barros Mendonca, 2: Jos Vctor Gran- grvalas ;
ja, 2 ; Francisco de Paula e silva contina a f.al- mantas de
m.a a respeilo do lado em
ria ? \s pessoas sensatas e desprevenida, c aque- Cambios Saccararam-se cerca d-% 20,000
las quo nao iiui/erem faltar a verdade etlestarao S sobre Londres, n 25 1/2 e
o que acabo de dizer.
Accusam-me por se adiar o meu nome as
chapas de um dos partidos; mas o que tenho
eu rom isso, sendo cerlo, como podem atteslar
as pessoas deste partido, que eu nunca o soli-
citei'? Pallei com o povo por bons termos e por
isso sou ainda aecusado III Queriam provalve- !
inenio que eu fosse logo mandando espaldeirar
e prender Mas nao, sena melhor que. s6 livesse ;
fallado por modos pacificadoras e brandes com o I
povo pertencenle a a partido daquelle que forne-
ceu to boas informares.
Nao deve porm isso admirar; quando outros i
fados, passados em Olinda presenra de lodos, \
foram alterados no pequeo espago que medeia
entre Olinda e o Recife. Declaro, pois, ser falso
o ter eu lomado parte as elcicoes de Olinda a
favor desta ou d'aquelia parcialidade ; c tenho
iho : Algodao------------
Assucar------------
Agurdenle -
Couros -
Arroz---------------
Azeitc doce- -
Bacalho-----------
lar. Quinto anno, segunda cadeira, Jos Antonio
de Magalbes Castro Jnior, 1 ; Pergentino Sa-'
raiva de Araujo Galvao, 3 ; Americo Netto de
25 34 d. por I5OOO, e sobre o Mendonca, 2 ; Franklin Goncalves Bastos, 2 : I
Rio de Janeiro ao par. i Joo Gomes de Almeida C-nrabra, 1 ; Innocencio
0 superior vendeu-se a 7$600, j Marques de Araujo Goes Jnior, 2, inclusive un"a j
e o regular a 7$100 rs. por nr- sabbalina, e contina a faltar ; Jeronymo Martins
roba. I de Almeila Jnior, 1 ; Jos Torquato de Araujo
Apenas urna oulra carga lem Barros, 2 ; Joo Pedro dos Santos, 1 ; Olympio ,
entrado, que se tem vendido Manoel dos Santos Vidal, t, e contina a faltar :;
Antonio Muniz Sodr de Arago, 1 ; Arvstliides
Jos de Lea o. nma sabbalina; Benicio Dantas !
Martins, 2 ; Domingos Antonio Pires de Carva-
Iho e Albuquerque, 1 ; Garca Das Pires de Car-
valho o Albuquerque, 2 ; Joaquim Moreira de'
Castro, urna sabbalina ; Manoel Antunes Fimcn-
lel Jnior, 3 ; Carlos Justinianno Rodrigues, 2
Novo banco de
Pernambuco.
Sao conidados os Srs. accionistas du
uovo banco de Pernambuco para virem
receber o quinto dividendo de l),s* por
acrao, do dia 10 de setembro em diante.
Canselho ailministrativo
O conselho administrativo, para fornccimenlo
do arsenal de guerra, tem de comprar os objeclos
seguinles :
Para o 4.0 balalho de artilharia.
351 bonetes para inferiores e soldados; 2 dilos
281 esleirs ; 258 grvalas ; 258 mantas de la a ;
1834 botos grande de metal bronzeado com
on 10; 918 dilos pequeos de metal bronzeado
com o n. 10; 378 dilos grandes de metal pra-
leado com o n. 10; 162 dilos pequeos de metal
praleado cana o n. 10.
Companhia de artfices.
S bonels ; 8i grvalas ; 81 pares de platinas ;
8j|' metal amarello com o n. 3.
Companhia de ravallaria.
3 bandas de la -. 70 bonets ; 70 esleirs; 70
para os sargentos ajodante o qnailel-mostr ; 17
dilos para msicos ; 720 esleirs ; 330 pares de
platinas para inferiores e soldados; 17 pares de
platinas para msicos ; 370 grvalas : 370 man-
tas ; 228 bolees grandes de metal prateado com
o n. 4 ; 102 ditos pequeos de metal prateado
com o n. 4: 2038 ditos grandes de metal ama-
rello com o n. 4 ; 3t>9 ditos pequeos de melal
amarello com o n. 4.
9." balalho de infantaria.
2 bonetes para 03 sargentos njudaut e qnartel
meslre ; 27 dilos para msicos ; 107 ditos para
inferieres e soldados 38 esleirs ; 160 Bravatas ;
162 mantas de la : 27 pares de charlaleiras para
msicos ; 378 botos gran les de metal praleado
com o n. 9 ; 162 botoes pequeos de melal pra-
leado com o n. 9.
10." balalho de infantaria.
27 bonetes para msicos; 2il ditos para sol-
dados ; 27 ires de durlaleiras para msicos;
70 pares de lavas de algodao ; 70
a ; 980 boloes grandes de melal ama-
Vaccas com crias, bois o
2 carreas.
Quarta-feira 20 do correnle.
Antones far leilao na porta do seu armtzem
' ra do Imperador n. 73, de algumas vaccas com
crias, bois e duas carreras milito boas, s 11 ho-
ras em ponto.
(Na mesma occasiao
vender excedentes relogios de elgibeira de ost-
ro o prata dourada, sem reserva de prero algum.
O veleiro
Almirante
de, por ler dous
para o resto que
e bem conhe-rido brigue nacional
pretende seguir cora multa bre.ida-
tercos da sua carga a bordo :
he falla, e esrravos a trate, pa-
ra os quaes lera exrellenles commodos, trata-si
rom os seus consignatarios A/.evedo e Mondes,
no seu escriptorio, ra da Cruz n. 1.
Quarta-feira 26 do correnle.
Antones far leilao ern seu arma/era n.a ra do
Imperadorn.73, por aulhnrisaro do F.xm. Sr.
Dr. juiz especial do commercio e a reqnerimn-
10 dos depos.larios da smssa fallida de Ignacio
Nery Ferreira da Silva Lepes, dos div-rsjs c ti-
cos movis p-rlencentes a este fallido.
Piincipiar sll horas era ponto.
Para o Rio Grande do Sul
sahir denlro destes poucos dias o patacho na-
cional Arapehya, por ter quasi toda a carga
prosapia ; para o restante do earregamento con-
trala-secom Manoel Ignacio de Oliveira A; Pilho,
na praca do Corpo Sanio, ou com o capilo do
mesmo, a bordo.
Vende-se o hiate Santa Rita, construido
ha dous anuos, de encllenles madeiras, pregado
e encavilhado de ferro e pao, e forrado de cobre
ha un anno : para ver, defronte do caes do Ra-
mos, para tratar, na roa da Madre de Dos n. 2.
Para o Aracaly
O hiate Sania Ri,a>> recebe carga: Ira la-se
com Mailins Iui.au ra da Madre de Dcos nu-
mero 2. #
Para o Ass,
Segu om poucos di.as o hiate Camaragibr,)-
forrado e pregado de cobre, por j ler parle de
seu earregamento para o resto e pussageiios tra-
ta-so na ruado Vivario n. 5.
Aracaly pelo Ass.
Segu com a mnior brevidade o hiate Gralido
por j ler a maior parte da carga prompla ; para
o resto o passageiros, trata-se no Passeio Publico
n. 11, ou na rus do Codorniz n. 5, cora Pt reir &
Vleme.
tLEIjLA
Coiimercial
T<.T<;a-iViro 25 do correnle.
Antunes autorizado pelo F.xra. Sr. Dr. juiz es-
pecial Oo commerrio e a requerimenlo dos de-
positarios da maesa fallida de Jos Luiz Pereira,
far leilao s 10 horas em ponto na ra da Au-
rora n. 30. da mobilia, jolas e eseravos perten-
centesa dita mansa ; c a> raeio dia na rua Nova
loja n. das lazendas e dividas que foram
d'aqii'lle f.llido.
sm
para consumo.
Vendeu-se a
eonsciencia ne que cumpri com o meu dever em
todo ou lempo em que exerc o cargo de delega- i
do deste termo. Carne secca- -
O mais fica para o tempe demonslrar com a
sua luna de meslre.
Olinda, 17 de setembro de 1860.
Caetano Alcen de Sonsa Fitfmeira*.
~-
120g000 reis,
a pipa.
Os seceos salgados venderam-
se. de 212 a 220 rs. por libra.
Vendeu-se de 2$20O a 2-600
rs. por arroba.
dem de 2*300 a 2J40O rs. por
galo.
Em atacado vendeu-se a 93000
rs. a barrica, e a relalho de
4*000 a 11&rs., Picando em de-
pozito 12,500 quintaes.
A do Rio Grande vendeu-se de
3g80i) a 4S600 rs. por arroba, e
l do Rio da Prata de 3/200 I
3*600 rs. Ilcando em ser 35,000
arrobas da primeira, e 8,000
da segunda.
relio com a letra R ; 560 dilos pequeos de me-
tal amarello com a letra R.
Materia prima para os narsmos corpos cima
declarados
270 covados panno mselo alvadio ; 5 dilos de1
panno prelo ; 3316 dilos de nollanda de forro ; 335
ditos de baelii verde; 8 2/! dilos decasemira ver-1
de ; 5 ditos de oleado ; 265 dilos de panno azul; |
varas 391 de aniagem ; 3300 varas de brim bran-
eo ; 3055 varas de algodozinho; 13') varas de
galo de prata de 1 pollegada de largura ; 106 1/2 j
varas de gallo de prata de meia pollegada de |
largura ; 71 varas de tranca de reiroz ; 37 1/2
de lita de la, conforme o Ogurino ; 15i8 bo-
toes de metal amarello lisos para capotes.
4." balalho de artilharia.
50 varas de brim braneo ; 50 ditas de algodao-
Manoel Felizardo Ferreira Damasceno, 2 ; Her- zinho : 20 bonets.
rnyllo Dnperron, urna sabbalina ; Pedro da Vei-| Quem quizer vender taes nbjertos aprsenle as
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR-
O vapor Oyapock, commandante o capilo l-
enle Santa Barbara, espera-se dos portos do
norte at o dia 25do correnle mez, seguir pa-
ra os portos do sul no dia 26.
Recebem-se desde j passageiros e engaja-sc
a caraa que o vapor poder conduzr, a qual de-
ver ser embarcada no diadesua chegada agen-
cia rua da Cruz n. 1, escriptorio de Azevedo &
Mendos.
O preposto do agente Oliveira far leilao por
conla e. risco de quem perlencer, para liquida-
gao, de porco de barricas com alpisla, ditas com
carreja, saceos com alfazema, ditos com farello,
gigos surtidos de champagne, ditos com garrafas
vaiias, ervilhas, conservas de fruclas, latas com
bolachinhas, ditas com lagostas, 1 batanea de-
cimal, com os competentes pesos etc. : lerca-
feira 25 do coi rente, s 10 borns da maoha, no
armasem n. 18, rua do Madre de I>eos.
ga Ornellas, urna sabbalina ; Henriquo de Souza
Lima, 1 ; Gaspar Cavalcanti de Albuquerque, 3 ;
Joaquim de Andrade Fortuna Pessoa, 1 ; Manoel1
de Brilo Machado Paiva, 10, inclusive 3 sabbati-
nas, e contina a fallar. Terceira cadeira, Joao \
Henrique Mafra. 2 sabatinas ; Felisberto Jero- i
nymo Coelho, 4 ; Innocencio Marques de Araujo
Goes Jnior, 2; Jeronymo Martins de Almeida
Jnior, 1 ; Jos Torquato de Araujo Barros, 2 ;
lOlympio Manoel dos Sanios Vidal, 5, c conlioua.
suas proposlas em caria fechada no secretaria do
conselho s 10 horas da manha do dia 1." de
oulubro prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 21 de
setembro de 1860.
Bento los Lamenha ttn.,
Coronel presidente.
Francisco Joaqnim Pereira Lobo,
Coread segal secretario interino.
O vapor inglez Forenord. dr.ver aqui chegar
al o fim do correnle mez, e seguir para S. Vi-
cente, Maddra. Lisboa e Liverpool; de primei-
ra marcha c lera excellentes commodos para pas-
sageiros, lano de primeiro como de segunda clas-
se. receber carga para Lisboa e Liverpool : o
tratar eom Scott. Wifsort & C. rua da Ctur n. 21,
priaeiro andar.
Quarta-feira 20 do correnle.
Costa Carv.alho nulorisado pelo Illm. c F.xm.
Sr. Dr. juiz de orphos a requerimenlo de Fran-
cisco de Salles de Andrade Luna inventarame
dos bensdeixados por Jos aria da Costa Car-
valho, far leilao em seu arm.azem na rua da
Cruz n. 9, dos seguinles predios : urna casa na
rua Nova n 21. propria para qnalque' estabe-
lecimenlo, 1 sitio na estrada de Joo Fernandes
Vieira n. 24, com algnns arvoredos. baia de ca-
pim, a qual foreira, sendo o restante em chaos
proprios. 1 sitio na rua de S. Miguel cora cas.
com bastantes co modos, algnns arvoredos frVt-
liferos e urna xcelleate baixa do c.apim, para
informacoes com o mesmo agente qaic se acia
sufficicn.*tementn habilitado.
1 Principiara ao meio di. cm ponto.
V
'.


(*)
hm
Terca-fe ira 25 do corrate.
Costa Carvallio autorisado por urna
pessoa que se retira para Tora da pro-
arraazera na
vincia fara' leilo em
sen
AoTdecinieBle e ^ralid^o
Ao Sr. Ricardo Kirk pela cura de
un tumor na cuxa da peraa.
Seiia falla de reconhecimcnlo se nao agrade-
cesse ao Sr Ricardo Kirk, esrnptorio m ra do
Parlo n. 119. pelo curativa feliz que acaba de
azer ein um meu cscravo, o qual tendo um tu-
mor na cesa da perna que o empedia de traba-
mar Pin razao das dores que soffria. cora a appli-
cacaode urna das suas chapas medicinaes, eni 21
das Icot inteiramenle bom : o que taco publico
ra daLru n. y, Je vanos objectos pa-l era signal de minha sincera gralido.-Rua For-
ra urna -
de mar
j*ARIO DE PERWAMBOO. SEGUNDA ffiRA 24 DE SETEMTOO OE 1860.
i casa de familia e varios objectos mosa "" ,22 ~Rl de Janciro-
rcineiria de apurado gosto. purllir,m ^AT dia
Tambem
vender' um cabriolet com todos os ar-
rcios para umcavallo, as 11 horas em
ponto.
LEILO
Quarta-feira 20 do corrate
as 11 horas em ponto.
O agente Uchoa fara' leilao no arma-
zem do Sr. Antunes fui maraes & C. no
largo da Assemble.i n. 19
DE
9 ca xas cotn 18 queijos grandes,
locaixas.'om 584 ditos pequeos Ion
driuos, tudo sera' vendido sem rtsel-
va de preco.
Attenco.
Roga-se a todas as possoas que estao devendo ,
ao abaixo assignado, venham pagar no prazo de30 !
das, a contar da data deste. e aquellas pessoas
que dcixarem de o fazer no dito prazo sero cha-
mados a juio para realisarem os seas debito. I
Recite 21 de setembro de 186o.
Domingos Francisco Ramalho.
O abaixo
.. 19
ao corrente mez. da ra Direila. derronle da ta-
berna do Sr. Antonio Joaquim de Mello, um ca-
vado carregado com cassunes. e dentro delles 4
arrobas de carne doCear. cujo cavallo casta-
iiho, tem na testa urna malha branca, e lem am-
bas as orcinas cortadas pelo raeio : qucm delle
soul.er ou liver noticias, dirija-se ao engenho
Conceicao, na frrguezia de S.inlo Amaro de Ja-
Doatao, de Jos .lo Reg Dantas Coutinho. ou na
taberna cima dita, que ser gralilleado.
Ao publico.
O abaixo assignado. na qualidade de oscriv.io .,
ido unzo especial do commercio desta cidade, pa- -:i
ra couheciinenlo do publico, declara que temjfi
aberto o seu cartorio na na do Cabug n. 2.
Nanoel de Carvalho Paes de Andrade.
As pessoas que annunciaram precisar das
qnanlias de 400$ e 800 a premio, cora garanta
em escravos, dirjam se a ra de S. Goncalo nu-
mero 34.
I)-sc dinheiro a premio sobre hypotheca
de algum sitio, cscravo ou casa terrea que estoja
desenibarac.ada ; quem precisar, dirija-so a esta
typograpliia. que se dir quem d
Aviso tempo.
O abano assignado, estabelecido com fabrica
de tamancos na-ra Direila n. 16, avisa a todas
as pessoas que lhe sao devedoras, tanto da praca
como de fra, a virem saldar seus dbitos at'o
dia 20 de ouiubro prximo futuro, do contrario
serao seus nomc3 publicados por osle jornal, as-
sim como cobrar judicialmente daquelle's que
abusaren), pois o ibaiso assignado tambem tem
deveres a cumprir. ltecife. 22 de setembro de
1660.
Antonio Jos Fcrnandes de Castro.
Precisa-se de um feitor que seta tambem
; capaz de traiar de cavallos, para um sitio peque-
: no : id ra da Cadeia n. 6.
assignado,
Facultativo pela academia imperial de
medicina, medico eirnrgica desta
corte: 8
Atiesto quo sendo chamado para tratar da me-
' T'a m Cook' de O^nnos de idade, Qlha
; da Srs. O. Elm Cook. moradora na ra dos
Qu arlis u 7. em sao ChristovSo.
Notei que soffria de hepatite (vulgo inflamma-
, cao de ligado), e que em datas anteriores se ha-
via suhmellido s medicacoes, por facultativos
acousclhadas, sem obter salisfatorio resultado.
i ?' co,"?'hando eu o uso das chapas medicinaes
i fo Rlcardo Kirk- escriplono na ra do Parlo
, n. II, em menos de dous mezes vi-a perfeita-
menle restabelecida dessa enfermidade, quo por
muitosannos resistir applicajao do maisener-
gico Iratamento.
: E porque rao fosso este pedido, e seja verda-
de. passe o prsenle e firmei.Dr. Joaquim Jos
Lardoso de Siqueira Amazonas.
Rio de Janeiro 28 de dezembro de 1855.
I Atiesto que tendo applicado as chapas medi-
cinaes do Sr. Ricardo Kirk, com escriptorio na
ra do Parto n. 119,dcllas tenho obtido vantagens
Xarope
DO
iOSil
No escriptorio de Guilherme Carvalho & C
ra do Vigario n. 17.
Para conheciraento do publico Iranscrevemos o
seeuinte como prova do verdadeiro xarope do
rosque, bem conhecido pelas innumeraveis cu-
as, cxpeculmenle para todas as molestias dos
orgaos pulmonares.
Attenco.
Os abaixo assignados, successores de \ C Ya-
tes 4 C, ex-proprietarios do xarope do bosque
fazem sciente ao publico, que do 1. de julho em
dianle fizeram mudanca nos lelreiros o envolto-
rios das garrafas e meias garrafas, em conse-
quencia da grande falslcacao que algumas pes-
soas, sem senlimento3 e bem conhecidas dos
proprielarios fazem nesla corte.
CASA
COMMISSO
S*35^TJRSS as I S ISMis-. pw
Y
na.
Segunda-feira 24 do corrate.
Antuncs autorisado pelo Exm. Sr. Dr. juiz es-
perial do commercio a r> querimento dos depo-
sitarios da massa fallida de Joaquim da Cosa
M.iia, far leilao no da cima designado di-
nheiro ou a prazo sobre proposlas, dos ferragens
o dividas da loja da ra Nova n. 41, bem como
da melade do terreno e olaria no lugar da Torre
e de urna casa e terreno a margem do rio no
lugar dos Remedios. As informaces precisiis
d.u o annaaciante em seu armezem na roa do
Imperador n. 75. dando principio ao leilao As
11 horas em poni.
Avisos diversos.
Attenco.
o
Os depositarios da massa fallida de Siqueira c\
Pereira, rogam aos Srs devedores da mesma,
que hojara de pagar seus dbitos dentro do pra-
zo de 15 dias a conlar de boj-, na loja dos mea-
mos ou em c.isa dos depositarios D. P. Wifd & C,
no largo do Corpo Sanio ; certos do que se o
nao lizerem se procedei a cobranr.i judicial-
mente.
Aluga-so >im preta para* casa de pouca fa-
milia, a qual eozinha soffrivelmente o diario de
urna casa e lava bom do sabo : quem pretender
dirija-so ra do Imperador n. 12, por cima da
cheira.
A
loja da
uga-se o segundo andar da casa n. 48,
da ru da Cadeia do ltecife : a tratar na
mesma.
Carlota Estrepe Pereira, pelo presente de-
Clara sera elfeito algum toda e qualquer procu-
rado que lenha outhorgado. Recife 22 de setem-
bro de IbCO.
Na ra do Crespo n. 20, esquina, ha urna
preta para alugar, para o servir.o de casa de pou-
ca Ijuiilia.
Na pisca da Independencia n. 22 e as outras
lujas do costume, acham-sc a venda os hilheles
n meios da quarla parle da quinta loleria do
hospital Pedro II, rubricados poPSantos Vieira.
DA
PROVINCIA.
OSr. thcsoureiro das loteras tendo obtido do
Exm. Sr. presidente da provincia a approvaco
do plano que abaixo "ai transcripto, manda fazer
publico que do conformidade com o mc-smo pla-
no so acham expostos a venda todos os dias na
roa do Imperado. :<6 e na casa comnnssiona-
da polo mesmo Sr. thcsoureiro na praca da In-
dependencia ns. 14 e 16, os hilheles e meios da
aOarta parle da quinta lotera do hospital Pedro
II, cujas rodas deverao andar imprelerivelmentc
no dia 6 de ontubro prximo futuro.
Tlicsouraria das loteras 22 de setembro de
1860.J. M. da Cruz.
PLANO.
5S000.......2O.000S00O
.....i:Ouoono
I recisa-se de urna ama para casa de ponca fa-
milia, que so sugeite a lodo o servico interno da
casa : a tratar na na da Santa Cruz n 76.
Aluga-se o sitio do Corredor do Rispo, o
qual lera sobrado com bastantes comraodos, es-
, trillara, cocheira. e dnlVrenles arvores de fruclo ;
os pretendentes dirijam-se ra do Livraraenlo
1 n. Jb, terceiro andar.
* Vai praca nos dias 25 e 28 do corrente, e
2 de outubro depcis da audiencia do Illm. Sr.
Dr. juiz de orphaos, o muloqne Amaro, de 13 an-
nos de idado, oertenccnie aos bens da finada I).
Hara Rosa d'Assnmpcao.
Relira-se F'trmioo Vives para fra da pro-
vincia
Os. senderes da ra Nova n. 15, da ra da
Cruz n. 17 o da ra do Vigario n. 14, que an-
nunciaram quererem alugar um .nolcquo de 15 a
20 annos para criado, ou para cozinhar e com-
prar, c que seja activo eintelligante, podem di-
ngir-se roa da Saudade, casa de sotao do duas
jancllas, onde cncontraro o que procurara.
Attenco.
a
Precisa-se alugar urna casa terrea, dando-so
eous ou tres mezes adianlados, um bom fiador,
sendo as seguintes ras; largo de S Pedro
pireita. Rangel, .-Vsssuropcao: qucm atirer, diri-
ja-se ;i ra do Livramcnio n. 21.
Chamamos a attenco do Illm. Sr. fiscal de
Saalo Antonio para vero estado em que se acha
a ra do Crespo, que parece mais nina praia de
despejo da que urna ra de muilo commercio c
tranzito publico.
Exlracco dos (leales.
Jos Anacleto da Silva, continua sangrar e
tirar bem denles e raizea com rapidez, calca os
denles forados, separa bem os do frente, c apli-
ca ventosas; chamado por cscripto a qualquer
hora, indicando-se o lugar, numero da rasa e o
neme da pessoa: era seu gabinete na Cambua do
Carmo, n. 19
O capilSo Manoel Porfirio de
Castro Araujo, convida aos ami-
gos do Exm. Sr. g.neral Visconde
de Camami, para assstirem, ter-
ca-feira -25 do corrente
horas da manliaa,
lo repotiso eterno de sua
me a Exm*.
Cama un, na
Militares,

1
a s nove
urna mitta pe-
piezada
Si*. Viscondessa de
igreja ConceicSo dos
Constando ao abaixo assignado
| que em poder do Sr*. tenente-co-
ronel Franca param duas lettras
umadaquantia de l:875s500e
^ outra de dous contos setecentos e
^ tantos mil reis, que se diz serem
8 aceitas e firmadas por pessoa de
m norae igual ao do abaixo assigna-
^ do, sendo sacador dellas o Sr.
g Joao Paulo de Souza, declara o
3 abai.vo assignado mui solemne-
mente que por semelhantes let-
tras-niio pode e nem deve ser res-
ponsavel, pois que as nao lirraou
e menos ao Sr. Jtfo Paulo, com
H quem tendo tido varios negocios
H de que lhe aceitou algumas let-
8 tras, todava com elle ja se acha
8 quite e saldo, do que conserva os
tu respectivos recibos, sendo que
|g 18^'que lhe resta da compra de
8 tve pares de argolas, lhe tem
deixa lo de pagar nicamente pe-
8 lo receio de fazer pagamentj e
|8 transaccoes com um allido, co-
8 ino esta' qualiheado o relerido
8 Sr. Joao Paulo, mas que todava
H esta prompto a pagar a quem se
H mostrar legalmente autorisado
J para rece be r.
::) Isto posto e se bem que nao
% deva a idea de taes lettias en-
5^ com moda r ao ab?ixo assignado,
'M porque alii esta' o Sr. Joio Pau-
|jj lo sacador e descontador-dellas,
:jg que altoe bom som diz a quem
g o queira ouvir, que o aceitante
;g das lettras nao to abaixo assig-
* nado, pore'm sim outro, com tu-
do faz se o presente aviso para '
jfjj evitar duvidas e questoes que
8 possam appatecerem, o abaixo
assignado nao s as contestara'
^ com todas as forras como crimi- 9
8 na Imente proceder' contra quem 8
-0 quer que teve a flaqueza e rea'
gg le de abusar de seu nome. Re-
8 cfe 20 de setembro de 18G0.
'?$ Francisco Correia de Andrade.
eaaa
^^mmmmm
su estenda sleses de oulros orgaos, todava
de indisputavel mrito para os casos supra apon-
laaos, e bem depressa se sentirao, em abono
da verdade.
e letras da mesma cor, o do
DE
DE ESCRAVOS
Ra larga do Rosario n. 20
segnnde andar.
Nesla casa recebem-se escravos para serem
vendidos por commissao por conta de seus se-
uhores. Ahanca-seobom tralamento.assimcomo
as diligencias possiveis para que os mesmos se-
jam vendidos com proroplidao aflm de seus se-
nhores nao sofTrerem empate na venda delles
Nesla casa ha sempre para vender escravos do
ditferentesidadesde ambosossexos.com habili-
dades o sem ellas.
i7^Maur',C0.. Jo,s.ldos Sanl,>* Ribeiro, chegsdo
ltimamente de Lisboa, faz scenle ao respeila-
el publico que acaba de estabelecer na ra lar-
ga do Rosario n. 21. primeiro andar, urna ofli-
cina de ourives onde oprompta quaesquer ob-
jectos tendentes a mesma arle do mas apurado
gasto c perfeicao de trabalho. como sejam ade-
re?os completos, brochas, pulseiras, anes. alfi-
sars^rt.Tasvt a-. *ss^^=!=SBaaaaas:
E porque me fosse pedido, passei este e iir-
maz~ JS Cardoso de Siqueira A-
Rio de Janeiro 27 de Janeiro do 1856.
(lieconhecida verdadeira a
pelo tibellao Manoel Hi
assignatura supra
ario Pires Ferro '
meias garrafas tem o letreiro collocado, roso
com emblema e letras da mesma cor,- o doen-
oltono verde cora emblema e letras da mes-
ma cor.
Todos os lelreiros sao essignados pelo proprio
punho de II. Pnns & C. v
O papel que serve de envoltorio branco tan-
to das garrafas como das meias garrafas com o
unte lelreiro em letras d'agua : H.'p,e 4
ra do Hospicio Rio de Janeiro Xarope
que 40 rua do Hospicio.
constantemente manlem com algumas c
respeilavcis casas d'iquella cidade que
pregam no fabrico de todo o genero de
prala, o habilitara a encarre
canto
n. 9 para tratarem com o mesmo senhor,
nos seus ajustes. '$$
Na rua da Cadeia n. 24 deseja-sc fallar com
os senhores :
Marcelino de Souza Pereira de Brilo.
Cielo da Costa Campello.
Jos Alves de Monto Raso.
Joao Alves de Oliveira.
Manoel Jos Ferreira.
Miguel F.steves Alves.
Antonio de Albuquerque Maranho.
Francisco Jos da Costa.
Perda.
mero 3a.
Prata.
ao
em outra
baixa : na
Francisco
armazcm de
Paga-se por mclhor preco do que
qualquer parte, prala de lei, fina 011
, rua larga do Rosario, loja n. 21, de
; Gomes de Mallos Jnior, junto
( loura.
Precisa-se de urna pessoa que tenha has- Iru
le concertar qualquer obra da sua arle com per-
teicap. A pralica adquirida por sua longa resi-
a em Lisboa, e as rrUces directas quo
das mais
e so em-
obras do
gar-se de aualuupr
encommenda de taes objectos tanto para a igreia
como para uso domestico. As pessoas. pois!que
se dignarem honra-lo com a sua confianca, s--
rao servidas com o maior zelo c solicilude e por
preces baiatssimos.
O Dr. Manoel E. Reg Valenca pode ser
procurado para o excrcicio de sua 'profissao de
medico ; na rua da Cruz n. 21, segundo andar.
Ensino de msica.
OITerece-.se para leccionar o solfejo.como tam-
oem a locar varios instrumentos ; dando as li-
coes das 7 horas s 9 l^da noite: a tratar na rua
da Roda n. 50.
Aluga-se um sobrado sito na povoac.o dp
: tanto pra'.ica de taberna, sendo hbil e que aflan- i perader n. 2f.
Monleirn.o qual tem commodos para grande fi-
milia ; assim como cocheira e estribara para
cavallos : a traiar com Manoel Alves Guerra oa
rua ao Trapiche n. 14, primeiro andar.
Aluga-se um armazem bastante grande, na
a do Imperador n. 19 ; a tratar no caes do Ira-
Perdeu
caminho
ce sua conduela
. entrando com algum capital
dasse-lhe tnteresse em urna laberna em urna das
boas ras do bairro de Santo Vnlonio ruin i<>
se I ontcm pela manilla na chegada do berna esl bem afreguezada t n Tara o niao"
^^"-Mar < & trri* ,S
fi.MMnc S : .1,1,,m,as ach0H. 'lerendo res-; que flcar tenhs as qualidadVs oxiaidM a fall r
SZit&SA recompensada ^ ~ | SSSti n'o^ ^ ^^ ^ ^
Kw^8ssg-fleM mmmm& ir0 Cordeiro-
armazem do Sr. Manoel
e
Tava-
as
, so-


e de
ge-
\52
UilCA. VERDADEIRA. E
TIMA.
LEGI
4000 bilhetes
20 por cento.
16:0COSO0O
1
1
1
1
2
4
6
10
20
1030
Premio de 5:O0OS0OO
Dito de .... 2:000$000
80000O
Dito do
Dilo de
Ditos de
Ditos de
Ditos de
Ditos de
Ditos de
Ditos de
200g
lOOtt
508
208
10.5
58
400$000
4f0*)0
lOogooo
SOOfOOO
320000
200J>()00
6:ld0{>000
Remedio sem i^ual, sendo reconhecidos pelos
mdicos, os mais iminentes como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros, rheumatis-
mo.enfermidadesdo figado, dyspepsia, debilida-
dado geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
tnidades resultantes do emprego de mercurio,
ulceras e ernpeoes que resultam da
Premio de 500$.
No din 12 do corrente, no lugar Firmeza do
termo da F.scada. arrombaram urna janella da
casa do abaixo assignado. e levaram o segiiintc !
1 tranceln), 1 passador chalo com pedra de pps-
sar cum 4 qualidades, 1 adereco completo es-
maltado de verde e o esmille j algum cabido,
.com 1 pulseira do mesmo adereco, 1 dita de ou-
'ro macico, 1 liga do unicorne encastoada, 2 ligas
de ouro macico, urna grande e outra pequea, 1
cabera deS. Joo, 1 dita de S. Rraz de ouro, 1
i buzo enc.istoadj, 1 cordao rosso do menino
jcom 2 palmos, 1 cassolela grande, i dila peque-
a do ouro tavrado. 1 par de argolas Isbs, 1 an-
| nelao de ouro com marca de esmalte azu'
leve por fra as letras C.
: 1 chave de relogio
! maiiar, 1 par de
| un com diamanto grande, e outro lodo do o
liso, 2 pares de botoes de punho do camisa 1
, Sdala de 5008, 3 ditas de 200. 4 ditas de 50-3
4 moedas de ouro de 20-3, 9 ditas de 10$, 27 ou
( 28 ou 29 de 5,?, 10 ou 158 de sedulas de lg, pra-
i la de 15 e 500 rs. Foi roubado na noito de terca
para quarta-feira, 12 de setembro, no engenho
Firmeza, casa pertencente a estrada de ferro, do
1 inspector da mesma. e olTerecc 500$ de premio a
quem denunciar os autores.
Gaudino Lopes de Oliveira.
Cozinheiro .
Oucm precisar de um crioulo de mea idade,
ptimo cozinheiro, taniode carnes como de mas-
O Dr. Cosme de Sa' Peieira da
consultas medicas em seu escrip-
torio, no bairro do Recie, la
da Cruz n. 53, tclos os di:
las,me-
nos nos domingos, desde as (i
horas ateas 10 da manli;
breos seguintes pontos
1 Molestias de olLos ;
2.- Molestias de coracao
peito ;
o.* Molestias dos orgaos da
racao e do aput ;
4.- Praticara' toda e qualquer |
operacao que julg.r conVe- I
niente para o restabelectmen- f>
to dos seus doentes.
O examedaspessoasque o con- 1
sutarem sera' 'eito indistincta- ||
mente, e na ordem de suas en- S
tradas, fazendo excepcao os doen- |
tes de ollios, ou aquelles que por 1
motivo justo obtiverem hora |
marcada para este fira.
UU DE SiliJJIDIS
COA1PJJKIHIJL
LL
que
R. S., e dentro G L. O..
loda de ouro com agulha de
areolas de aljofares, 2 anneles.
mmmsm%&sm-2mw?m mmn
Aluga-se no lugar dos Arrombados, em O-
linda, um excellento sobrado com excellenle quin-
tal para plantacao do capim ou verduras, cuja
casa lem muilos commodos c perlo dos banhos,
estes a escolher, de agua doce, salgada ou mis-
turada : quem a pretender, entenda-se com son
pioprielario Jos Anlunes Guimares, na rua de
Ap lio. armazem do Sr. Barbosa.
Precisa se de urna ama para cozinhar e
comprar: na rua Direila n 86, primeiro andar.
No da 20 de corrento, fugio o cscravo de
nome Romualdo, cor bem preta, idade 20 annos
sem barba, estatura regular, tem a monheca d
niao direila loria para dentro ; levou camisa de
chita roxa e calca de algndao azul: qnem o pe-
gar leve-o a Beninrdino Francisco de Azevedo
Campos, rua das Triniheiras n. 50, que ser re-
compensado.
DOS
Doulorcs Ramos e Scve
Sita em Santo Amaro.
Esto estabelecimento contina debaixo da ad-
ministrarlo dos proprielarios a receber doen'es
de qualquer natureza ou calhegoria que seja.
O zelo e cuidado all empregados para o
prompto restalielccimento dos doentes "eral-
mente conhecido.
Quem se quizer utilisar pode drigr-se s ca-
sas dos proprielarios, ambos moradores na rua
Noya, ou enlender-se com o regente no estabe-
lecimento.
A diaria para os escravos de 28500, e para osliviesdc38200 ou -tOOO. porcm em certos M
casos pode haver algum ahatiniento.
As operad-oes serio previamente ajustadas 1
-Na rua de Apol-1
lo n. 9 precisa-se de urna ama para cozinhar e 31
engommar para um rapaz solteiro. agradando ?j
nao se olha a prero. :
Ouartos para alugar na roa da Florenlina 31
ns. 10 e 12 : a traiar na rua de Apello n. 9. %
D-se dinheiro a juros sobre penhores de 3)
ouro ou prata: na ruido Rosario da Boa-Vista S
n. 58.
Xa livraria n, 6 e 8 da praca da
Independencia precisa fallar ao Sr! Ma-
noel Antonio Pinto da Silva.
Precisa-se do 00$ a juros por lempo de um
armo, dando hypotheca em urna escrnva mora
quem quizer dar, annuncic para sor procurado".
Gravador e
slabcccida ra Londres
m mu.
CAPITAL
Cinco fiYhoes de IVbtfts
Saunders Brolhers& C. tem a honra de infor-
mar aos senhores negociantes, proprielarios de
casas, e a quem mais convier, que estao plena-
mente autorisados pela dila companhia para cf-
fecluar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
coberlos de lelha, e igualmente sobre os objectos
que coritivcrern os mesmos edificios, quer con-
sista em mobilia ou era fazendas de qualquer
qualidade. '
fj&mwam mesa mmmu
DENTISTA
PERJWA1IIH O S
3~Rua eslrcila do Rosario-3 H
Francisco Pinlo Ozorio continua a col- jSf
S locar denles artificiaos tanto por meio Jg
> de molas como pea presso do ar, nao ^E
,^ recebe paga alguma sem que ns obras 35
^ nao fiquera a vonlade de seus donos, |fe
3, lem pozos contras preparaeoes as mais yi
^ acreditadas para conservarn da bocea ^
I recisa-se de um molecote que entenda de
eozinha o comprar na rua : na rua do Vigario
n. I segundo andar.
dou-
rador.
Precisa-se de um caxeiro para loja de fer-
ragens e miudezas. que disso lenha completa
pralica, e que tenha nunca menos d-> 18 annos
ce idade, cuja para i cidade de Macei : quem
pretender, e tendo as habililacoes cima men-
cionadas, pode apparecer na foja de Sampaio
.silva & c, na rua da Cadeia do Recife.
! Aluga-so urna casa com bastantes commo-
( dos para se passar a festa ou mesmo por anuo
no largo do Monleiro defronte da capella de s'
Pantileao quera a pretender,
Grava-se e doura-se em marmore lettras pro-
pras para catacurnba ou tmulo a 100 rs. cada
una, o aanuncianle aprsenla seus irnbaihos
nos tmulos dos Illms. Srs. Viraes, Dr. Aguiar,
Guerra, Tassoe em oulros mais rua da Caixa'
d'Agua ii. 52.
m
m
u
9
9
Aviso.

co
j w o
3 -.
ti
t?' =' a B
3:
iUBDMTffiEH
impureza do
CAUTELA.
sas oqua. corihecido por ter estado em" caas .arga'do"lto^..VuSSt dr"Se ""
de pnmeira ordem, dinja-se ao Manguinho Pa-
pa-Ierra, casas terreas do Sr. Carneiro, defronle
do sitio do Sr. Bastos, a fallar com o annuncianle
que se chama Domingos Jos Soares.
Aluga-se urna casa terrea na rua da Roda
n. -23. rom 2 salas,Squartos, eozinha fra. quin-
tal com porlao para a rua dos Palos, com cacim- :
ba e mais commodos de familia ; os pretenden-
tes procurem na mesma casa cima.
Aluga-se um sitio na Capunga Nova, mar- '
geni do Capibarihc, com rauilas fruclciras e duas
Me
5 a 2 w
o ^* -
gf -
cy* CD a
- -o 5
. g
o
3- 3

a.
O 3"
O
er ^
^
n
sis
o -

a.
o
Is
baixas do capim que suslenlam 6 cavallos. c urna
n c\ Kemp, droguistas por ata- casa terrea com 6 quartos. 3 salas, cochei
1288 Premiados.
2712 Brancos
-16.000,000 ,'0(,os ()-ue
cado New York, aegam-se obrigalos a preveni
o resdeitavel publico para desconfiar de aKmas
tenues imitacoes da Salsa Pairilliade Brisiul,
que boje se vende neste imperio, declarando
sao
ellesos tnicos proprielarios da re-
ceua do Dr. Bristol ,lendo-lhe comprado no an-
-000
Sahio
a luz
o 5.B tomo das bio-
no de 1856.
Casa nenhuma mais ou
graphia de alguas poetas, e honiens il-
lustres da provincia de Pernambtico,
pelo commenciador A. J. de Mello.
Ccntem as biographias de Luiz Fr&n-
pessoa alguma lem
direilo de fabricar a salsa parrilhadeBristol, por-
que o segredo de sua preparacao acfaa-se so'men-
te em poder dos referidos Lanman & Kemp..
Para evitar engaos comdesapreciaveiscombi-
nacoes de drogas perniciosas,as pessoas que un.
c. co de Carvalho Couto, Jerony.no de zerem comprar o verdadeiro devem bem ob erv r
Albuquerque Maranho, Alvaro Teixei os seguintes signaes, sern os
ra de Macedo e Joao Antonio Salter delra preparacao falsa;
Mendonca ; um bello poema joco serio.' 1' O envoltorio de fora est gravad
sonetos, trinta odes anaceonticas, a do sob urna chapa de ago,
historia i nteressante do levantamento : 8uintes palavras :
de Goianna em 182, e noventa e dous
quaes qualquer ou-
o doumla-
trazendo ao p as se-
Por hora em
documentos inditos,
mao do autor. /
Aluga-se o sobrado da rua Direila u. 8*;
com bastantes commodos: a tratar no mesmo.
A pessoa que precisar de mandar lavar, en-
gommar, e tambem para cozinhar. dirija-sea rua
de Santa Cecilia n. 5, que se apromplar cora
muila perfeisao c por prego coramodo : offerece-
D. T. LANMAM & KEMP
SOL AGENTS
N. 69 WATER STREET.
New-YTk.
* O mesmo do outro lado tra um rtulo et
sua casa particular, que se trata bem cora cari-I P
nho e amuadee bom leite, que ficar bem lulri- 3 Sobre a rolha acha-se o retrato e firma
do : dinja-se mesma casa. ,i0 :.,.. r r o.- i ,
- Aluga-se por festa a casa da Capunga Nova : It T -"0-' m p8pel COf de r0S8*
rua das Bellas Pernambucanas, com bastantes! 3S t,,rec5oes juntas cada garrafa
commodos para familia : a tratar na rua das'Cru- lera unia phenix semelhante
zes 24. '. presente annuncio.
Ofl'ercce-se urna mulher para ama de ho-
DEPOSITOS.
gat
a que vai cima do
quem
mera solteiro ou casa de pouca familia
precisar, dirija-se a rua do Amorim n. 9. Rio il lanoi,.... j ,,, ,
- Fica just, e contratada a renda da casa ler- nlk- r da A'fandea n- 89-
rea n. 20 da rua da Palma ; a pessoa que se jul- I berman<>& C. rua Juliao n. 1.
gar com direilo a dita casa, annuncie por esta I pen>mbuco no armazem de drogas de i So
lolna- C, rua da Cruz n 22.
um,
No sitio dos Burilis -
no Arraial.
Recebo-s a roupa nos dias 1, 2 e 3-15,16 e
17 de cada mez e entrega-se a dos tres primeiros
diis a 16. 17 e 18 e a dos tres segundos no ulli-
mo do mez c nos dias 1 e 2 do seguinie.
Repele-se este aviso para que nao continu a
injustica de se querer obter roupa lavada e en-
go.-nm.ida as datas eslabelecidas para a entrega,
quando ella somenle recebida no estabeleci-
mento 8 das antes.
Se a boa ordem foi sempro til em todas as
coasas, nao admirar, que neste laboratorio ella
seja exigida para que tambem nelle possa con-
serva r-se.
Ordem terceira do
Carmo.
3
-o
I i. I- 3
..-ira e es-
irinana, e um soto com 2 quartos e 1 sala :
quem pretender, dirjase aos quatro cantos de
S. Goncalo n. 1, segundo andar.
Defronte da matriz.
Precisa-se de urna ama para casa do peuca fa-
milia ; na rua do Cabug, sobrado de um andar
numero 18.
Aluga-se por festa, por anno, e mesmo ven-
de-so o sitio de Jos Mananno de Albuquerque I
na Torre, com alguns commodos ; e bem assin i
aluga-se urna casa na povoaeiio do Monleiro. por!
festa : a tratar com o mesmo na Eslrada-Nova '
ou com o Sr. Jos A/cvedo de Andrade na ru!!
do Crespo.
No dia 19 do corrente perdeu-se no cami-
nho de Pao d'Alho para esta praga os seguintes
papis: una ordem do Sr. Caelano Correia de
Amorim, senhor do engenho Palhela, Para o Sr
Joao Baplisla dos Sanios Lobo pagar a quem lhe
apresenlasse dila ordem,a quanlia de 515)); urna ^So querendoa mesa actual prejudi-
u^lTrJl^Xor\t^l0t!a^ f" os Pedidores das casas e terrenos
nel Jos Mara dos Sanios Civalcanti coptra 0:ore,rOsa mesm ordem, por isso que
Sr. Antonio Pereira Carneiro de Albuquerque. da! convida a todos estes a comparecerem
V^lZ^^^tr^^^^^^por,^ os seis titules:
praca ao dito Sr. Mauricio Francisco de lima e
fra della ao dito Sr. Antonio Pereira Carneiro
de Albuquerque, no engenho Varze-Grande na
comarca de Pa d'Alho junto ao engenho Lava-
ge in. pois o referido Sr, Lobo j esl sciente de
nao pagara dita ordem.
Milita attenco.
Precisa-se alugar um quarlo com a entrada n-
dependente, nos bairros de Santo Antonio o S
Jos ; quem o tiver, dirija-so a rua do Oueima
do n.M6, loja.
Precisa-se de 800# a premio pelo lempo de
tres mezes, dando-sc para garanta um escravo
que vale 2:000 ; quem quizer dar, annuncie
para ser procurado.
O
3 .
.Q
e .
ja

S S>
! ?LS
no pateo do Carmo n. 16 das 7 horas as
9 da manhaa e das 3 as da tarde.
No dia 25 do corrente, em traga publicado
Dr. juiz municipal da primeira va'ra, escrivao
Daptista, que lera I ufar na casa da audiencia,
depois de meio dia, se hiio de arrematar as divi-
das activas da masn do finado Victorino de
Castro Moura, pela maior quanlia que fr oflere-
cida pela totalidade das mesmas dividas, cujos
nomos e quanlias constam do escriplo em mao
do respectivo porteiro Jos dos Santos Torres.
Vaccina publica.
Transmissao do fluido de braco braco, as
quintas e domingos, no lorreao da alfan'dega, e
Na rua Augusta n. 39 ha urna pessoa com n.,s 8a.DDados t s 11 horas da manha, nare-
quem se trata arranjar comida para fra, para ca- Sldencia do commissario vaccinador, segundo an-
sa de homem solteiro ou mesme de familia. dar do sobrado da rua estrella do Rosario n. 30.
- Al..ga-se m grande armazem na rua daU^ ^'^^ iMpeHal ti. 203
Cruz n. 29comsa*ida para a rua dos Tanoeiros : se dir
a Ijatar /.o naleo 4e S. Pedro o. 6.
i flhorea.
qu*m d dinheiro a premio sobre
3 cr n o ~> ^ -- -i-
3 o o o
ca
re
o u
< O a 3
e-> a
r~ o p
n .
a z
3 - ~ _
D3 CA r>
" -e CA


c 7-
a
C CD
= 3
b

~
?*
3
2 i 3 ro M i
en .i. 30 o
C e#
s s 8* a O c o o
o o o
o O o o
O Dr joo Pedro Maduro da Fonseca
mudou a sua residencia para a rua da Ca-
deia do Recife n. 52, s>'guudo andar, aon-
de se presta ao servico lano de medicina
;sg como de cirurgia c djs 9 para s 10 horas
;:; d,i manha sempre o enronlrarao em casa.
6$$#eefee<*36 99999999
Muga-te por um cont aeris o
segundo e terceiro andar do sobrado n.
(J5 da rua Nova, os quaes alcm de terem
ptimos commodos aclitin-se asseiados.
DENTISTA FRANCEZ.
v. Paulo Gaignoux, dentista, rua das La-
T rangeiras 15. Na mesma casa lem agua e
J p denlifico.
3. AX A lAAAA i. A i A a A AAAJl A A AAAAA
LASA LlSO-ItASLEiA,
2, Golden Square, Londres.
. G. OLIVEIRA l*ndo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e excellentes ac-
commodaroes para muilo roniornutuero de hos-
pedesde novo se recommenda ao favor e lem-
branca dos seus amigos e dosSrs. viajantes que
visitera esta capital; continua a prestar-Ibes seus
servicose bons oCicios guiando-os em todas as
colisas que precisein conhecimento pralico do
paiz, etc.: alm do porluguez e do nilez alla-se
na casa o hespanhol e franco/..
1
*<
M
-i
-i
y.
A. W, Osborn retratista americano annucria
ao respeitavel publico desta cidade que elle aca-
ba de receber dos Estados-Unidos da America,
um explendido sorlimenlo de molduras redondas
douradas de todas as dimensOes, caxas para re-
traios fazenda muilo fina, assim romo recebeu
ura bello sorlimento de casolelas de ouro c alfi-
nelcs de dito obra prima expressamenle para re-
atos. A. W. Osborn aproveila esta aprazivel
Laboratorio de lavagem.
nar^ S'ai!lbH,eChm,nl,q"e f0>W hmfUm opporlunVdade paVaTiIform';; ."e pobiro'urr
na na casa de banhos do paleo do Carmo. vai ser : est resolvido a dar lieces da si a arte em lodr*
transferido no dia U do corrente para o sitio dos : os seus ramos, assim cmo "m para vencer um
completo sorlimenlo chimico
Burilisna estrada do Arraial.
A excellenle egua corrente e o espnco que all
ha, permillindo que se eleve o nnmero dos con-
currentes, previne-se as pessoas que esperavam
por esta transferencia, que podem mandar as
suasroupas para serem lavadas, embora nao te-
nham ainda chegado as maiores machinas movi-
das a vapor, que satisfaro ei o completamente
as necessidades desta capital e seus nrrabaldes.
A casa de banhos continuar a ser o doposilo
de recepcao e entregn das roupas da capital e no
sitio dosBurilisse receber e entregar as
dos nrrabaldes.
As vantagens presentes sao : boa lavagem em
15 dias, garanta das pegas e precos muito razoa8
veis. As fucturas serao : boa" lavagem em -
dias, garantidas sempre as pecas o precos muito
commodos.
Joao Vieira de Azevedo e Joaquim Sarmen-
t de Vasconcellos e Castro, subditos portugue-
zes, relirara-se p'ira Portugal.
Aluga-se urna casa terrea ao p da igreja
de Santa Rita, tem bons commodos : a traiar na
na rua da
pe- rua da Praia de Santa Rila n. 58, ou'
J Praia n. 51, amarzem de carne secca.
e outros aparatos
proprio para as pessoas que professam a sua arte
Mr Osborn tambem tira retrates em cartoes do-
visita e em papel de escripia por preco muilo
razoavel: na rua do Imperador primeiro andar
com bandeira.
Preciss-se de um homem das llhas, dado
agricultura, para feilorlsar escravos em engenho
de assucar. robusto e trabalhador, e de pouca fa-
milia ou com ella, e que saina mandar sem rigor!-
quem quizer empregar-se nesse servico, procure
o Sr. commendador Manoel Goncalvcs da Silva
nesla praca, que tem de informar qual o enge-
nho e seu proprietario, certo de que preenchen-
do o seu emprego no campo ser bem pago.
Lava-se cengomma-se com loda a perfri-
co e prego commodo: na rua das Trincheiras
n. 17.
Luiz Francisco Moraes declara qucm possa
mleressar que deixou de ler sociedade na taber-
na da rua Impenel n. 1*6. de 5 de setembro do
corrente anno. Ficando todo activo e passtvo
C-V*~ ,Malllias Rodrigues Granja. Re-
cife 22 de setembro
Moraes.
de 1860.uis francico
***
TT


T!


DIARIO 51 PRiNAMBL'CO. SEGUNDA ftRA 24 DE SETEMBRO DE 186P.
ft
Madainu Gt-klc, eslabelecida na ra das Cru-
zcs ii. 30,avisa ao rcspeilavel publico que se acha
sempre prompia para fazer qualquer obra de
veslidos de seuhora, e tambem chapeos moda
de Taris, por muilo cooimodo pieco.
Quem tiver um sitio peito ou
longe desta cidade, com tanto que tenha
casa de vivenda, arvores defructo e fi-
que prximo ao banho salgado, tempe-
rado ou doce, e o queira alugar diii-
ju-se ao largo do Terco casa t rrea nu-
mero 33.
Domingos Rodrigues de Andrade rai as Ala-
goas, levando em sua companhia sua senhora c os
escravos Mariana, Jos o Vernica, deixando por
seus procuradores, durante a su) ausencia aos
Srs. Dclfi.no de Abovedo Villerouco e Miguel Jos
Barbosa Guimaraes.
Precisa-se de urna ama para o diariojle urna
casa de homem s : na ra da Palma n. 78; po-
de-se procurar das 3 s 6 da larde, preferindo-se
cstrsngeira.
Precisa-se de urna ama que saiba ongoro-
irur e que compre, para urna casa de pouca fa-
milia : na ra da Senzala Nova n. 112.
Precisa-se do urna ama (cora preferencia
escrava), que saiba fazer com pcr{oic.ao oservico
interno c externo de urna casa do pouca familia,
c nao se ullia proco : na ra da Sania Cruz n. 28
ou na ra de S. Gonzalo ti. 14.
Aluga-se una casa na il'.ia do Retiro, sendo
a ultima que fica ao lado do sul, com boas ac-
commudaces para familia, quintal murado, ca-
cimba c banho na porta, etc., o lugar j conde-
cido, e recommcnlavel pela sua posico alegre,
por t car ao lado da ponte da Passagem, e ser
i'-ii fresco : quem pretender, pode entender-se
com Luis Manuel Rodrigues Valonea era casa do
Sna morada, casa ao norte da fabrica do gaz na
beira do rio.
g#>##> @81S
^Consultorio central homcopalliicd
PSSili&BllJ. 1
Continua sob a mesma direceo do Ma-g-
# noel do Maltos Teiieira .iraa," professorjj*
era liouieopalhia. As consultas como d'an-g,
< tes. So

Botica central homeopalliica
Do
8 DR. S.IBIS0 0, L PIMO
$ Noves ra-idicamentoshomenpathicos en->
-jviadosda Europa peloDr. Sabino S
;..; Siles ra-i licnmantos preparados rispe-.
a ialoieate segundoas necessidades da ho-5
Aneopaihia no Brasil, vende-se pelos pre-gl
S;os enheetdoa na botica central homeo-L
-! lathica.ruade Santo Amaro [MundoNo-
,o)a 6. m
O Sr. Uot.ingos Osario Pinto
jueira dirigir-se a esta typograplin,
quesi; llic precisa fallar.
Retratos
em cartoes de visita coma se
usa em Pars. Os 100 por
25$.
Aluga-se urna casa terrea na ra da Man '
gueira d'i Boa-Vista, cora bous commodos : o
prelendenles dirijam-se 6 loja da la do Livra-
raento u. II, para tratar.
Compras.
Compram-se escravos de ambos os sexos
de 12 a 25 annos para se exportar para o Rio de
Janeiro, lendo boas figuras e sadios, paga-se
bem : quem levar ou inculcar na rus Direila n.
o retrato o mais econmico que se podeob-
ter e o mais proprio para dar de mimo aos p-
renlos c amigos, podeudo ser remeltido commo-c
damenteden.ro de urna carta. Estes relr.to.. R,,??^ P"e,ra da
nao obstante suas pequeas dimensoes, reore- p0*18'receD"a u$ w.. Oraiiiicac.io.
de todas as pessoas que nos sao gratas. Reunidos spjam ,m v 3^() a n0 d Jc_
cmcollcccao poderao servir para formar um ele- ,' 9, fabrica de cigarros; na mesma casa ven-
gante albura dedicado a amisade.Tir.in.se lodos em.s duus ri.lug0So de ou'r0i 8elldo un, paleD"e
os das o com qualquer tempo no instillo pho- Icz oulro "
tographico de Stahl & C. Retratos de S. H. o _
Imperador, ra da Iraperalriz.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Johnston & rua da Senzala Nova n. 52
VISO.
Para passar a Testa.
Precisa-se comprar umt mulata mo-
I cu que teja perfeita costureira de agulha
e tesoura, paga-se bem agradando as
suas quahdades : na ra do Trapiche,
NA NOVA
Loja de ..lindezas oa ra
Direila N. 85, ondetem
o lampeo do gaz,
Liquidacao
para acabar.
Fazendas e roupa feita
qualidades a 120, ICO, 200, 240, 250
NA LOJA E ARMAZEM
DE
Joaquim Rodrigues Tavarcs de Mello
RUA DO QUEIMADO N.*39
EM SOS LOJA DE QIATRO PORTAS.
Tern um completo sorlimento de roupa feita, bicos finos finos a 40. 80 c 100 rs
Na loja da ra do Crespo n. 14, vrn-
de se um variado sorlimento de fazen-
ca- da,.de todas ai ql|dade. por precos
xas d'agulhas francezas a ICO 240 rs., colheres mais commodos que se podem encon-
de metal principo para soupa fino a 59200. dilas jjrar ; como bem :
para cha a 28800 a duzia, enfeites de vidrllhos i r rf-. c." i
prelos finos o 5J500, caixa de bfalo a 1 e ^aSSa8.d'Cores fixas, COvado a
1S800, bandejas finas a lgOO, 2$ 3. 4$, e 5, Lanminlia com gollinha para
macos de grampas roliQas a 0 rs., ditos de rara- I senhora a
col a 80 rs linteiros e areeiros finos a 28, ga- r_||ir>u- lj j
lao de linho branco a 10O rs. a vara, pulseiras Go" nhas bordadas prra se-
prclas a lg.lorcidaspara candieiros a 100 rs.n du- nhoia a
1(30
500
c 480 rs., nlifiri I 9oa a
golinhas de corehi para senhora a 800 e 1g, ca- n ",,u,a. uc. < > a
i niveles do urna folha a ICO, escovas para denles "entes riquisstmos de tartaru-
a 2 0 rs. sabao fino para barba a 80 e 320 rs., pa de 10$ a
"^ I Chales de laa estampado a
"m bordados
PENfiA EACO
Loe W.S0BLLY-
'islas pennas de differenles aualidades, st< fa-
bricadas de ac de prata refinada de primeira
tempera, e sao applicavcis a todo o tamanhode
etira. Proco 13500 cada caixa '
telo mesnio autor com
crem a grando vants
craverrngem o rotiservando-se bem limpassio
de ou-ar infinita, deposito em casa dos Srs.
Iluedos & Goncakes tua da Cadeia n. 7.
Vendas.
artista, chegado ltimamente de Lisboa, para
desempenhar es obras a vontade dos freguezes.
J tero um grande sorlimento de palitols de ca-
semira cor de rap e outros escuros, que se ven-
dem a 129, outros de casemira de quadrinhos
da mais fina que ha no mercado a 16, ditos
500
15#0!0
40000
15s0fi0
2J506
20000
120
Aviso.
ida caixa e pennas de ouro raais nbjeclos de vidro', por menos proco' que cm de merino selim a 125>, ditos de alpaka muilo
Se oto esIarSiufsa ou,ra {,arlc- por *- acabar. fina a G?5, ditos francezes sobrecasacados a 12,
IV o lf\lf| OA I\| Ha .ditos de panno fino a 20, 259, e30, obre-
^-'t* J** tlvi IJv> \X\J casacas francezas muilo bem feilas a 35, cal-
f- von f]o ^antn Ar nnn qas feitas da raais fma casemira a I0' dilas de
Givv/ vivj oailiu ITiiUUlU, brim ede fusiao por prero commodo, um grande
1 Dentista de Pars.
-a?
vende-se:
flores, fazenda muito
fina.
s
Hv
15Ra Nova15
Fredevico Gaulier, eiraTgiia dentista,
faz lodas as operaeoe da sua arte e col-
loca denles artificiaos, ludo com a supe-
rioridade e perfeieo que as pessoas en-
tendidas Ihe recoriheeom.
Temafcua e pos den'ifricios ele.
Antonio de Almeidn ordeiro, subdito por-
tnguez, relira-se para o Rio de Janeiro.
Ti'illiam Jaikson, retira para o Rio de Ja-
neiro.
Wm Vanghn, rct'rra-se para o Rio de Ja-
neiro.
Aloga-se um cscravo moro : quera o pre-
ter.der diiija-sc na do Crespo n. 20 F.
C00
700
4000
dtono
3*500
sorlimento de colleles de casemira a 59, ditos de
oulras fazendas por preco commodo, um grande
sorlimento de sapatos de tapete de goslo muilo
apurado a 2$, ditos de borracha a 2500, cha-
peos de castor muilo superiores a 16, ditos de se-
da, dos mellioresquelem vindo ao mercado a 10,
ditos de sol. inglezes a 109, ditos muilos bons a
loo 123?, ditos francezes a 835, dilos grandes de pan- deros qnc ha para senhoras a 5j e 4g500, di-
640 no a 43, un completo sorlimento de gollinhas e tos Pa" meninas a 4gd0 e 5*. caixa de lampari- Pr,0rS""p?r- ?Sf*. '".!"'ll'Ian,e : "
3*800 manguitos, liras bordadas, e entre raeios muito "1s d? f0\aln\P^l"^ ''rs' >?'s prclos '
1?000 ii i. i de seda a 100, 160, 200, 280, 3i0 e 500 rs., car- Na rua da Cad.ia n >i vendem-ce s se-
propno para ollennhos de meninos e Iravesse.- reiolde linh. do sz d .odas as cores a rs. guintes f,zendas, por meade de sen valer, Pm.
ros por preco commodo, camisas bordadas que ricas figuras para quadros ; venham logo antes liquidacao.
servem para balisado de crianzas e para passeio 1ue C acabe a pechincha.
a 89, 10 e 129, ricos lencos de cambraia de
linho bordados para senhoras, dilos lisos para
lg500
800
83000
NATURA LLE DE VICHLY.
eP.?f?}P..,na,,Pot'Ce franceza rua do Cruz n.22.
APPHOVACiO E AlTORSACiO
ACiaffii iBPailL o
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
^^
Clialy com
o corad':)
Vellndiltio com flore?, proprio para ves-
tidos de senhora, o covado
Manguitos e gollinhas, o par
Chales de merino mnilo finos cm palma
Casemira de cores, o corle
Ditasduas largtuas, o covado
Org.-rndiz muito finas, a vara
l'oca de osguio de algodo muilo fine i
Lencos de seda para homem a
Abotuaduras para punhos de cami-
sas, o par
Caixinhas de marisco para costura a
Caixas de balea para rap a
Enfeites de peroles paia pescoqo a
Dilos de freeo a
C.-irapucasde seda p-opria para padres a
Ricos chapeos com bicos para senhora a
Dilos de pellinha muilo noros a
Bolsinhas de missangss para guardar
dinhcro a
Mirin te duas lnrguras para vcslido de
montara, o covado
Ricos eoeiros bordados, j dol;runhadrrs
com Otas muKo finas, proprios para
baptisados
Frouli:-s de labyriniho
Toallms de dilo
Assim como se previne a ledos os Aevedores
da mesma loja que venham saldar suss coritas
para no vi'om seus nooies nesta folha, soja qual
for e dovedor, pois j a segunda voz qno se
| previne s lodos.
5-indo sortimento de vestidos para baptisada,
touqainhas, meias, sapalirJhos. e chapeos sinhis, querendo comprar nao rao sera fazenda.
de raelhor goslo o de diversos presos. Chegaram
(n>lo ultimo navio franco?, casa eJ. Falque,
rea do Crespo n, .
com bico a
has pera marca a 20 rs., tesouras a 100 rs, Saludas de baile de merino e
penles paro atar cabello a 160 rs., oculos de ac A~ ,pj j ii ^
a 500e 8(10 rs.. pomada franceza a 100 rs., lape-1 n ae a
les para lanlemas a 2^500 o par, loncos para me- "aletol de Casemira e panno
niiias o meninos de la a 800 rs., colheres para de 1 S a
cha a 800 rs. a fluzia, allineles em caixinha mui- d _,..'.. r i
lo fino a 200 c 280 rs., luvas de fio d'Escossia : L 0Ut,as muitas lazendas que
decores para homem a 010. ailes brancas a 610 o comprador se desengaara'.
rs., meias croas finas para homem a 3^200 a du- Vende-se. um terreno na rua Imperial, pro-
zia, laa para bordar a m.iis fina que ha a 7g500, prio, com 110 palmos de frente, com nma eazi-
imla de carmim fina a 500 rs., caixinha de papel nha de lijlo com muilo bella vista, desembar-
sorlidas em cores a lg, dilas de quadrin1, a 800
rs., dilas decores a 800 rs, atacadores d'alpodao
chatos a 60 rs., dilos rolieos a 100 rs., penles
Iravessas para meninos a 6i0 rs ditos de borra-
cha para alizar a 600 e 800 rs.. ditos de bfalo
branco a 500 rs,, ditos para pidlhos a 280 rs., di-
los para suissas a 500 rs., pecas de trancas de
laa de caracol a 60 rs., lilas d seda da l'arpura
de 5 dedos a 640 rs., obreias de colla a 100 rs.,
lioneras de camurca a 160 rs ditas do rhouro a : para limpar as raspas a fa/.er ronascer os rabel-
500, 800, 1")00 e 29, tesouras para unhas a 800 los : vende-se na rua do Qucimado n. 6, primei-
ra dilas para costuras 3 1$. faca de cabo de ba- Vo andar,
"aneo dous boles 6:500 enfeites dos mais mo-
15$000
i5$ooe
B vista
que alraz, grandes fundos al o rio, ateirado e
i promplo a edificar um esiabelcein.enlo, ou pro-
priedades, o que se vender com lodo fundo ou
parle, como convenha ao comprador : no niesmo
i tildar, casa n. 222, a Iralar com o proprietario
, Victorino Francisco dos Santos.
Tricopherous
Vende-se una taberna com
poucos fundes,
no becco
3J200
2;ooo ,
19500 nomcm por preco commodo, saias bordadas a
IRjOOo 3500, dilas muilo filiase 59. Anda tem um
restit'io de chales de tofuim a 30, cortes de
vestido de seda de cores muilo lindase superio-
res qualidades a 1009, que j se vendern a
315000
2$000
1S000
Pechincha sem
igual.
Superiores corles de chita franceza larga de
muito lindos padri s, miudinhas e de quadros,
de cores dars o escuras, com ll corados cada
150, capulvnhos prelos e man teleles pretos de corle, pelo baralissimo proco de 2^500 : na loja
rua
5}


ricos gostos a 20, 259 e 309, os mais saperio-
! res chales decdSemira estampados, muito finos, a
8 e a 10, toalhas de linho de vara e tres quar-
'.as, adamascadas, muilo superiores a 59, divas
para rosto de linho a 19, chitas francezas de su-
perior quslidade, tanto escuras como claras a
2G0, 280, 320, 400 e 440 rs. o covado, ricas
casemiras para calc,a, colleles e palilots a 49 o co-
vado, e ora completo sortimenlo de oulras fazen-
das, e ludo se vende por precio barato, e que nao
possivel aqui se poder mencionar nem a quarta
partedelas, no enlamo os freguezes chegando e
Chapeos de Castor.
.Superiores chapeos de caslor brancos c prelos, ;
com pello e raspados, formas elegantes, choga-'
i1ac :.,!< iil' '%.,, *>- Pn
ELECTRO MAGNSICAS EPIS3PTICAS
'ara serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo em ncommodo.
kS CHAPAS MEDICINAESsao muitoconhecidas no Kiode Janeiro e em lodas a-, o
e imperio ba man de 22 annos. esao afamadas, pelas boas curas que so ion. obtido n
di CKde"P^ qUe PrVa Cm inai,nierS ^*oos que existen, d pU
tos pelo ultimo navio francez
que. rua do Crespo n. 4.
casa de J. Fal-
I
is escravos,
1 moleque e IJmolalinho, pecas de 17 a 20 an-
uos, 4 escravos para lodo o servido. 2 negros
bons para engenho, 1 mcia-agua no becco do t-
balo : na ma das Aguas-Yeldes o. !6.
i Agua de Botot
provincias paiQ lleilGS.
as enfer- A loja d'aguia branca receben ceta apreciavel
pe-osoascapa- egua de Rolot, a qual serve precisamenle para
'vejaros denles, conserva-Ios "
Fazendasporhaixos preces
Rua do Queimado, loja
de 4 portas n. 10.
Ainda restam algumas fazendas para cencluir
a liquidacao da firma de Leilei Correia.asquaes
se vendem por diminuto preco, sendo entre ou-
tras as seues:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 60 rs.
Ditaslargos, francezas, linas, a 240 e 260.
Itiscados francezes de cores fixas a 200rs.
Cassasde cores, bons padicn's, a 240.
Brim delinlio de quadros, covado, al4W)rs.
Brim trancado branco de linho muilohom.va-
. a 15000
Corles de calca de meia casemira a 2J.
Hilos de dita "de casemira de cores a 5.
Panno prelolino a 3 e 4$.
Meias de cores, finas, para homem, duzia.
do sobrado araarello, nos qualro cantos da
do Qucimado n. 29. de Jos lloroira Lopes.
Vende-se urna cusa tarrea na rua l
da Palma n. 20, e uui negro bom para
Sitio OU para tiiftenho: a tratar na rua
da Concordia n 11 coin a viuva do fal-
lecido loaquim Jote de Oliveira.
Vendem-se biilaucasdc-
cimaes no armazem de Den-
cker & Barroso, na na da
Cru/ n. 15'
Vende-se urna crioula de excellente figura,
leudo 10 annos dcidsde, bonita c muilo propria
para mucama, sen, deleito algum e com algumas
habilidades : quem a prelender dirija-se ao sitio
das Roseiras, no Rosarinbo.
Bicos de seda brancos o pretos, de lodos as
larguras, vara a 160. 240, 400, 800 e 1J00.
Um completo sorlimento de franjas de sedac
de algodao.
Chales de touquim a 10, 15, 20 e 35)}
Botos de seda, \olludo, de louca ede fuslac
de qnalidades finas, duzia a 200, 400 o 600 rs.
Collarinhos bordados de 500 rs., 2g, 3 e Ifl.
Entreneios linos, pecas com 12 varas a 1jj.
Ponos bordados liras a 5' 0, 1?, 2. S600.
Camisetas com manguitos a 3?, 4, 5 e (i;.
Enfeites de flores a 6g.
Chapees de seda para senhora a 10$.
. Casaveqoea de velludo a 0 e 60g.
Dilos de seda a 25.
Hilos de uslao abe 12
Fitas de seda e de lodas as qualidades de ICO
rs. a 13500.
Ditas de velludo de 240 rs a Ig.
Martinlio& Oliveira
Loja de
COM
f'izendas
finas, i!
v
.
i
IIV os
.Vs encommendas das
Vende-se um bonito negro bom cozinheiro.;
nos, som molestia alguma, icosiumada ao traba-
P'le;e mandar vir de qualquer ponto do imperio doB^ilJco^^
rio> ora i^'"'^ compeiiliadM dae competenle-s e-iplicaeoes e tambem de todos os accesso- I !Pma 'U8'.i confronte ao portao do Rr. Wander-
Consuttas a lodas as pescoas que a dignarom honrar com a sua confianca
lf) QH 3i'l..ir:i al,.. r!i 1 i .1 .-, .- ,. -. ; .- .^ ______..- n > ._-'.*
n ), le se ciar aberto lodosos dias, sem excepcao, iu 9 horas da manl.Da Vs da larde
om seu scripto-
e ao rkegar ao porto da viuva J.asserre.
Vendem-sc lerrenos annexos ao sitio
do
RTO
PRTO DO LARGO DA CARIOCA.
i Corredor do Bispn, para edificaco ; os preien-
denles dirijniE-se rua do Livraucnlo o.36, ter-
:ceiro anJar.
! ATTEKCiO.
iendem-se grandes tonois de amarello. assim i
como loneise qoartol.is de madeira de boa qua- |
lidade, todos muilo proprios para as deslillardcs
I dos engenhos e para depsitos de niel : para "ver
a Iraiar na rua do Qneimado loja n. S9 ou na
. rua imperial em casa ds majr.r Antuiiio da Silva |
Gusbi&o
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 4.
Seda preta lavrada para vestido a 1JJ600 e 2g.
Cortes de vestido de seda prelalavrada a 16jf.
Lencos de chita a 100 rs.
LSa de quadros para vestido, covado, a 560.
Peltos para can,isa, uro, 320.
Chilafranceza moderna, lingindoseda, covado
a 400 rs.
Entremeiosbordadoe a 200 rs.
Camisetas para senhora a 640 rs.
Ditas bordadas finas a 2?E0O.
Toalhas delinho p3ra mesa a 2$ e 4}.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pescoco de senhora a
Vestidos brancos bordados para baptisar crian-
cas a 5J000.
Cortes decalca do casemira preta a 6$
Chalos deroerino com franja de seda a 58
Cortes de calca de riscadode quadros a 800 rs.
Merino verde para vestido de montara, cova-
do. l28fl.
Lencos brancosde cambraia, a duzia, 2$.
% ijan..uic;.s'','';rja-.iita::': eri-nnndic;*
1________________.__ S
goro contra logo
COMPANHIA
r
Rua do Brum (passando o chafariz.)
fto depozito Aesle estaneVecimeiito sempre \ia grande soimento de
enanismo pava os engennos de assuear a saner:
- LONDRES
AGENTES
C J. Astley & Companhia.
PINDIC10L0W-M0V.
Roa da Senzala Rova d. 42.
Neste estabelecimonlo continua a haverum
comaplet es ortimonK domo ondas e meias uioen- ^
das para uSenho, machina de vapor e taixas
deferro batido e coado. de todos oslamanhos
rja ra <
Cambraia organ-
dysa3C0o covado.
Vende-so na rua do Crespo, loja n. 8, de qna-
Iro portas, cimbiaia franceza organdys a 360 o
covado, para acabar una fac tira ; assim como
boas chitas francezas a 40 e 300 rs., fazenda do
lindos padres c cores lixas : do- se maestras
5000 RS.
Ferros econmicos de engommar a vapor : na
rua Nova n. 20, loja do Vianna.
/O-Ruada Cadeia do Recife4ol
|| Enconlra-senesle esUbeleeimenlo In-
Jg das as qualidades de fazendas, ricos e
9 elegantes cortes de vestidos de fil, ble.na
3E 8 do seda, pretos, brancos e de cores,
|8 cambraias, cassas, bareges, chapeos p ra
ft homem e senhora, ricos m?ntelelos do
^ renda branca e preta, velludos do indas
qualidades, giinalelas, aderecos de bri-
^ Ihantes e loucados para senhora. perfil-
5^ marias francezas, roupa feita para hon em
o meninos, calcado do U el ts para ho-
mem clolv paia senhora-, luv,s de pe- ''
lita, chales do rerdadeire touquim a lo- a
dos os objeetns u< cessarios a uma senho- ^5
ra de goslo dq^rande mundo. ^
mm'.
480C a peca.
me
para
Mohnas de vapor modernag de golpe cumprido.conomicai de combustivel, e dcfacillimo atiento;
lloJasd agua de ferro com cubo le mdetra largas, leves, fortes, e bem bataneadas;
Cuinos de ferro, e portas d aguamara ditas, e Seminas para rodas de madeira ;
Moemias inteiras com virgens muito fortes, e convenientes
Meia moendas com rodetasmotoras >ara agua, cavallos, obois, acunhadas em aguilbSes deaz
Taixas de ferro fundido e batido, ede cobre; '
Pares e bicas para o caldo, crivose portas de ferro para asfornalbas ;
Alambiques deferro, moinhos de mandioca, fornof para cozer farinha
Rodelas dentadas de todos os tamanhos para vapor,' agua, cavallos o bou ;
\:; ul!r3,s, brooze, e parafusos, arados, eixos e odasparacarrocas, rmas galvan.zada, para purgar etc.,etc.
p.W.Bowman confia que os seus freguezes acharotudo digno da preferencia com
mq o hoaram, pela longa experiencia que elle tein do mechanismo proprio para os agricul-
ioalmente as suas obras as
igemanuual para o dito fim,
m r>---------0-----r-------. ,IUV vuo icui uu lucuautsuii
loro* desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoal
on lis icredit idas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viageiu
assim coino peta coutiuuaco da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a vontade da cada comprador, e de fazer <>s concertos de que poderP necessilar.
Vende-se
Formas de ferro
purgar assuear.
Enchadas de ferro.
Ferro sueco.
Espingardas.
A50 de Trieste.
Pregos de cobre de com- '
posicao.
Barrilha e cabos.
Brim de vela.
Couro de lustre.
I Palhinha para marcinei-
ro : no armazem de C.
I J. Astley A C.
Vende-se uma armadlo propria para loja
de miudrzas ou oulro qualquer estabelecimonlo,
na rua Direila n. 9 .3 r lar na rua da Impera-
tru W.
Lequidaco
na loja de miudeza na rua
do Queimado n. 59.
Ricas franjas com bellotas para cortinados a
3500 a peca
Carlas de allineles a 100 rs. a ca la
I.umparinas para 3 mezes, a 50 rs. a caixa
Facas muilo finas a 100 rs. cada urna
Linhaa de miada preta a 20 rs. a miadinlia
Tranca de laa para veslido a 0 rs. a peca
Lindas para marcar a 2 rs. a caixa com 16
novellos
Grampos a 40 rs. o maco com 25 grarapos
Capachos para portas a 100 rs. cada um
Agnlhoiro de pao a 120 rs. a duzia
Grvalas de cambraia a 200 rs. cada uma
Manas para gravlas a 1JO00 cada uma
Bolees de linha para carsas de pelos a 120 s.
a groza.
Luvos de fio de escocia a 320 rs. o par
Dilas de pellica ainda boas a 500 rs. o par
Latas c,om meia libra de banba a -iGOrs. cada urna
Boles de linha para casaveques a 2i0rs. a duzia
Luyas de seda para senhora a 18 rs. o par
Meias muito finas para meninos a 100 rs. o par
Lia para bordar a -igrs. a libra
Oculos do ac muilo finos a 400 rs. o par
Carlas porlugtieza3 a 100 rs. cada baralho
Carines de corxeles a 20 rs. cada cario
Abotuaduras para coleles a 200 rs. cada uma
f,Carleiras de agulhas a 240 rs. cada uma
I Linhas de novellos do cor a 600 rs. a libra
Loques muito bom a 13 rs. cada um
'Sbemeles, exlralos c oulras muilissimas miude-
e
t
e
e
*
&
I
zas, que vedem-se por todo proco a vista
fregnez
do
lodo
Como bem fitas de sarja muilo ricas por
pieco
Franja", Iranca.etc, ele, ele".
Esta loja lorna-se bem conhecida, porque a
nica que lem olampeao do gaz na porta.
Liquidacao
Na loja de chapos da praca da Independen-
cia ns. 36 e 38. vondera-se os seguinles objectos
e mais barato que em outra qualquer parle : cha-
peos de fellro de 2*560 a 6000, ditos do Chyle
de 2$ a 120O0, ditos de casemira com abas for-
radas de pilha de 20 a 2J560, dilos de oulras
qualidades que s com a vista os compradores
se convencern; bonets a ingleza bordados a
ouro, dilos de diversos goslcs para meninos,
chapeos de palha pata homem de diversos gos-
los, ditos amazonas lano de feltro como de pa-
ma para senhoras, gales de ouro e de prata pa-
ra divisas, bonels. para a gurda nacional tanto
de soldados como de oliciaes, c outros muitos
objectos que estarao presentes.
No armazem de fazendas da
rua do Queimado n. 19
MadapolJo francez enfcslado com 24 jardas
muilo encorpado, proprio para camisas e saiasd
senhoras : o proco pechincha.
Vende-so urna porcio de couriuhos curtidos
por pre^o muilo om conla ; no paleo ne S. Pedro
n 6.
Chama-se a attenco.
Vende-se saccas com farello a 4^000 rs. cada
uma : no paleo de S. Pedro n. 6.
Vende se um eavallo preto de ta-
manho regular, o qual to a mui beta
Da sellae bastante manso: para ver e
tratar na coebeira do Sr. loaquim P.
Ferrei.ta da Silva, largo do arsenal de
raarinlia.
Vende-se uma casa terrea em chaos pro-
prios, na na do Padre Floriano n. 35 : a iratar
na rua larga do Rosaiio n. 20, segundo andar.
Aos senliores alniates.
Vende-se um resto de reiroz preto por barato
preco : no Forie do Mallos, ruado Cordiniz n. .
Vendcm-se cadeiras de pinho propiias para
loja por seren .milito rommodas, cemento tanto
em barricas como em linas ; no armazem n. 24
do caes do Imperador.
Chapeos'le sol de seda ingle-
zes a 8#000.
Na rua do Crespo, esquina da rua do Impera-
dor n.7, loja de fazendas finas de Guimaiaes it
Lima, vendcm-se chapeos deso de seda msle-
zes a 8S cada um. *
Gneros em cooto.
Vende-se manleiga ingleza a 1#I20, dila fran-
ceza a 640, cha muilo bom a 28240, noeiins a
2;400, batatas a 60 rs. a lira, tuucinho a 3Ci>
espormacelea 640, boies para manluiga de 320
aleb-i0 de qualro libras, arroz pilado n 12d a li-
liri ; na taberna da estrella no largo do Paraizo
numero 14.
i ~ Ve" Jlhos do pasto, e mansos do roda ; assim como
uma escrava propria para lodo serrico do enge-
nho : a tratar com o propnelario do engenho
Queimadas freguezia de Barreiros onde se
aeham os ditos objectos ; ou nesta cidade na rua
da Aurora, sobrado n. 22.
Vende-se uma mulata recolhida, de idade
te annos, de bonita figura, boa costureira tanto
de camisas de homem como vestidos de senhora
roupinha de meninos, eucher de labyrinihos
grades de lencos, boa engommadeira e muito
lialul para aprender ludo o mais que lho quize-
rem onsinar, som docncas nem vicios ; na rua
Nova, casa n. 14, segundo andar, por cima da lo-
ja do >r. Diogo Jos da Costa. Na mesma casa
Hen-a,ejSe-um bonito escravo crioulo do 24 annos
de idade, ptimo para um boleeiro ou para qual-
quer oulro servido, porque muilo activo.
Milho a seis mil ris, Tre-
lo a quatro mil e qui-
nhetos.
Na taberna da estrella do '.oreo do l'araizo nu-
mero 14.


(6)
DIARIO DE PERHAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 24 DE SETEMBRO DE 1860.
Fazendas finas
roupa feita. -
Augusto & Perdido.
Com IoJ5 na rua da Cadcia do Recite n.
tauamn e dao amostras as seguintes fazendas:
Curto* de vestidos de seda prolose decores
Cunes de ditos de bareje. de tarlatana e de gaze ora e multo bem acondicionada': na rua da Ca-
23
A 9UU rs. a vara.
Brim trancado airo propro para loalhas de
mesa, com 8 palmos de largo, fazenda rauito su-
perior, c pelo barato preeo de 900 re. a Tara ;
s se vende no armazem de fazendas da rua do
Queimado u. 19.
Aviso aos senhores fabri-
cantes de velas de car-
nauba.
Fio de algodao o melhor quo lem vindo ao
mercado, para pavios de velas: vende-se na rua
da Cadeia, loja do ferragens de Vidal 4 Basts.
CAL DE LISBOA,
de seda.
Cambraias de cores, brancas o organdys.
An i unhds para saias, saias balo, de clina, ma-
dapolo e bordadas
Lencos d.: labyrintlio do A.se francezes.
Chapeos amazonas de palha e %. '-ida para se-
nil iras e meninas.
Rnfi'iiesde troco, de vidrilho o de flores.
Pea tes de tartaruga, imoeratriz c outros gostos.
Manguitos e gollas, ponto ingles, fraacez e mis-
sanga.
Vestuarios de fuslo, de la e de seda para
crianza.
Mi'it-ileis, taimas e pelerinas de differentes qua-
lidades.
Chiles de louiim, de merino e de l de pona
redonda.
Luvas de pellica brancas, pretas e de cores.
Vestidos de blond, mantas do dito, capllas e
llores solas.
Siuiiroes. camisas do linho e esparlilhos para
senhora.
PerC nans fiaas, snbonelcs e agua de colonia.
Casaca, sobrecasacas c paleols de panno preto
e do cor.
Palclois de alpaca, de seda e de linho.
CiIqis tie casomira de edr, pretas e de brim
Camisas de raa lapolao, oe linho inglez e de 15a.
Seronlas de linho e de meia.
Halas, saceos, apeireixos para viagem.
Chancas pira invern, botinas do Meli e oulros
fabricantes.
Chapeos do Chyli, de massa e de Miro para ho-
rnera.
Charutos raanilha, havana, Rio de Janeiro e
Babia.
Parahyba.
V.;n li-se o erij te d tt citUde ditas legaas por trra,
te a terreno pira djus mil paes oor an
no e b ) i casi de viven da assobradada e
b j is obras, tem emhjr |ue no porto dis
taate ioengnho 1|*2 quatto de legua
i rio Parahyba er.m menos de 3 horas
se ve ii aci i. Je: quera o pretender di-
rij^ te a Jlo Jos de Medeiros Gorreta
<5 C q'ie dir' ({ictn o venle.
L0J4 DO VAPOR-
Grande e variado sortiraenlo de calcado frao-
cce, roupa (cita, miudezat finas c perfumaras,
ludo per menos do que em outras partes : na lo-
ja do vapoe na rna Nova n. 7.
Rua do Queimado n. 48.
Julio & Conrado receberam pelo ultimo vapor
o verdadeiro merino da China proprio para a or-
dena carmelitana, e bem assim alpaca branca pa-
ra 640, 7-20,600 e 1 o colado.
Sebo e graixa.
Se o coado e graixa em bexigas : no armazem
j Tasso Irmaos, no caes de Apollo
Tachas para engento
Fundico de ferro e brouze
Pianos
Saunders Brothers A C. tem para vender em
eu armazem, na praoa do Corpo Santo n. 11.
ilguos pianos do ultimo gosto, recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres.
muilo DroDriossara este clima.
DK
Francisco Antonio Gorreia Canlozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Vende-se urna boa casa
Santo Amaro n 12; a tratar
n umero 14.
terrea na rua de j
na rua do Crespo
deia do Reciten. 38, priraeiro andar.
Pechiocha
Na travessa da rua das
Cruzes n. 2,
vendem-se borzeguins de Nantes de bezerro su-
periores a 8850o, e com meias balaras a 9J000 ;
preeo nunca visto.
Cheguem ao barato
O P regula est queimando, em sua loja na
rua do Queimado n. 2.
recas de bretanha de rolo com 10 varas a
2$, casemira escura infestada propria para cai-
fa, rllele e palitols a 960 rs. o covado, cambraia
organdy de muilo bom goslo a 480 rs. a vara,
dita liza transparente muito fina a 3J, 49, 58,
e 69 a peca, dita lapada, com 10 varas a 59 e
69 a peQa, chitas largas da molernos e escoHiidos
padrees a 240, 260 o 280 rs. o covado, riqu-
simos chales de merino eslampado a 79 e 89,
ditos bordados com duas palmas, fazenda muito
delicada a 99 cadi um, ditos com urna s pal-
ma, muilo finos a 89500, ditos lizos com fran-
jas de seda a 5*, lengos de cassa com barra a
100, 120 e 160 cida um, meias rauito finas pa-
ra senhora a 49 a duzia, ditas de boa qualidade
a 39 e 3*500 a duzia, chitas francezas de ricos
desenhos, para coberw a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 5*900 a poca, e a 160 rs.
o covado, bnm branco de puro linho a I*,
10200 e 19600 a vara, dito prolo rauito encor-
padoa 19500 a vara brilhantina azula 400. rs. Fogoes econmicos americanos, os melhores
ocovado, alpacasdediflermues cores a 360 rs. o CS*% ff5$ dTq.&^lrV
covado, cesemiras pretas finas a 2*500, 3J" e como por nao gastarcm urna Ierra parle da lenha;
39500 o covado, cambiia prela e desalpicos a es,a0-se vendondo normetadedo seu valor,
500 rs. a vara, e oulrasmuias fazendas que se ^Prove't8r <>sio. Garante-se a boa quali-
, >. dado e bom travado dos mesmos : vende-se na
fara palenle ao comprador, e de todas se darao fondicao da rua do Brum n. 28. loja de imagen*
amostras com penhr. | da roa da Cadeia do Recife n. 61.
NA
e armazein
DE
Relogios
Suissos.
Pechinchas
sem iguaes, na rua doQuei-j
mado n. 65, na bem conhe-;
cicla loja da diligencia de
Fajozes Jnior AGuimarSes!
Meias pintadas muito finas para homem a
lgWOa duzia.e em pares a 160 rs., clcheles1
francezes em cartao a 320 a duzia de arles, e a !
3 seda para homensc senhoras a 610 o par, ditas
com algum defeitoa 240 o par, muito boas cor- I
das para violo a 80 rs.,agulhas franenzas, caixas1
com 4 papis a 100 rs., apparelhos de porcellana
rauito lindos para menina a lJjSfH), 2&500, 3 e 4$,
Foges econmi-
cos.
Em casa de, Schafieillin &C, ruada Cruz n.
33, ven to-se um grande e variado sortimento de
relogios le ilgibeira horisoniaes,patentes,chro-
nottrus, neios chronometros, de ouro, prata
dii.ii efolheadosa ouro,sendo e3tes relogios
d i; <-i n-iros t'ibricantes'la Suissa, que so ven-
d irio ,ior procos razoaveis.
Arados americanos e machinas
pata lavar roupa: em casa de S. P. Jo
b i fon 4 C. rua da Senzala n. i2.
Tdhado de zinco.
GRMDE SORTIMENTO
DK
IFazendas e obras fei las.
IGes&BastoJ
Na rna do Queimad ) n.
46, frente amarella.
Sortimento completo de sobrocasiea de
panno prelo e de cor a 25, 285, 30} e
35, casacas a 28. 30 e35. palitotsdos
mesmos pannos 20, 22 e 25jt, ditos de
casemira de cor a 163 e 18, ditos sac-
eos das mesmas casemiras modelo inglez
casemira fina a 10, 12/ 1 ( e \5$, ditos
saceos de alpaca preto a 4, ditos sobro
fino de iliaca a 7, 8 e 9, ditos de me-
rino setaJKOO;?, ditos de merino cordao
a 103 e TB,ditos do sarja preta Iraneada
saceos a 05, ditos sobrecasacos da mes-
ma 'azenda a 8, ditos de fustSo de cor e
branco a 4, 4g50D e 5g, colleles do ca-
semira de c6r e preto a 5 c 6, ditos de
merino preto para lulo a 4 e 5, ditos
de velludo prelo de cr a 9$ e 10, ditos
de gorgurao de seda a 5 e 6, ditos de
brim branco e de cor a 25'll e 3, calcas
de casemira de cor e preto a 7g. 8J, 9
e 10, ditas para menino a 6 e 7, ditas
de merino de cordo p?ra nomem a 5J o
6, ditas de brim branco a 5} e 6, ditas
dild de cor a 3, 3500, 41 e 5. e. de
todas estas obras tomos um grande sor-
timento para menino de todos 03 tama- jjijj
nhos ; camisas inglezas a 36 i duzia. Na y
mesma loja ha paletols de panno preto fR
para menino a 14J, 15J o 16. ditos de <
casomira pira os mesmos pelo mpsmo |f
preeo, ditos do alpaca sarcos a 3 e SR
3SU0, ditos sobrecasacos a 5 e 63 para 1>
os mesmos, cairas de brim a 2950'!, 3)ci
3500, paletots saceos de casemira de cor 8
a 6 e 7, loalhas de linho a 800 e t ca- ||
da urna. a"?)
No mesmo eslabelecimento manda-se S^
*j| apromptar todas as cualidades de obras O*
" tendentes a roupas feilas.om poneos das, $
que para esse (im temos numero suf- ^
lieienle de peritos olficiaes de alfaiales 3
rgidos por um hbil mslre de seme- fe
Ihanto arte, flcando os donos do eslabe- %B
lecimento responsaveis polas mesmas ^
obras at a sua entrega. ^
nmmmm ^aa mmwmmm
HfcMEUl IHCOmfARAIEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as nac6es P9-
dem testemunharas virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo ulo que delle lizetam tem seu eorpo e mem-
bros inteiramente saos depois de haveremprega-
do intilmente oulros trajamentos. Cada pesoa
poder-se-haconvencer dessascura maravilliosas
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os das ha muitos annos ; e a maior parte
della sao tao sor prndenles que admiran; o
, medico mais celebres. Quantas pessoas recof
I braram com este soberano remedio o uso de seus
j bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospitaes, onde-de viam soffrer 5
araputacao! Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
submettercm essa operario dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa na
j enfusao de seu recouhecimento declararam es
j te resultados benficos diante do lord correge-
dor e oulros magistrados, afim de maisaulenti-
carem suafirmativa.
I Ninguem desesperara do eslsdo de saude sa
i 'vesse bastante confianca para ensaiar este re-
j medio constantemente segumdo algum tempo o
mentratatoquenecessitassea natureza do mu,
cujo resulladoseria prova rincontestavelmente '.
Uue tudocura.
Uuu^ueato e til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
A'porcas
Caimbras
Callos.
auceres.
Corladuras.
lofesdecabeca.
u
inflanimacao dabeiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos pellos.
de o I hos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuracoes ptridas
Tinha.em qualquerpar-
te que seja.
Tremordc ervos.
Ulceras na bocea.
do (gado.
das articula^es.
Veias torcidas ou noda-
ascostas.
ds membros.
tu'erradades da cutis
emgeral.
Di'as do anos.
fc.rupc.6es e escorbti-
cas.
Pistulasno abdomen.
rnaldade ou falla de
calor aas extremida-
des.
Prieiras.
C.engiva escaldadas.
Inchaces
Intlam'aiacao do ligado. das ras pernas.
Vende-se este ungento no estabecimento
goral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
Jo snl, Havana e Ifespanha.
Ven le se a800 rs., cada bocetinha contm
urna inslruccao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum.
pharmaceutico. na rua da Crun. 22. em Tcr-
namhu.io.
Relogios.
Vende-seem casa de Johnston Pater 4 C, rua
do Vigario n. 3, um bellosortimcnlo de relogios
deouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Hua do Crespo, i Espirito de vinhoeom 44
O tentarlo d; zinco aqui usado as
o m i ninas do :;.i'. i; caminho de i rro,
o u i I s boa in 'enejes mo Jemas, el-
Itfiz-se recommsndavel pela grande
duraclo, pouco peso do eJiicio, bom
ao i licin imato, barateza do cuito,
t" il ; m lcelo etc etc., todos sabem
cf 12 :x ,1 ir.i;-l > do zinco e infinita prtn-
c ,- (bu sate se si? tiver a cautela de dar
umi mao dj tinta do lado exposto ao
te i > i. u ni telia de zinco com o peso
l) libras, cobre um espiro que pre-, Por 3000.
Csari i pira tal fi n 50 tenas de barro,
o > i ic c >:> -i / > pela tellm de zinco na)
P':'"i r> a "iai- O'ngo le chuva e a
facili lale dj su i coaluccao e tal que
u i i cirro ; i p j luc induzr de urna s
v/. o t'liili uvv;isopira cobiir umi
graadecasi, c. i telhadode ziaco ra lito
til princ pilme.ite para cobrir enge-
nhos, estaleiro, barracoes de ferraras,
arnizens de deposito etc, etc., em
su a i i f[ j >in quizer experimentar o te-
llni)dez, coultacera' sui grande
vait i j'm, este t dliad ) vende se o 120
n pjr libra de 50 telliis para cima:
no? arn izeos de Paulo Jos Gomes e
Mm >;I fir.nino Ferrei-'a rna da Con-
o. lia armazem de materiaes.
Manteiga fraaceza.
\ mais nova que ha no morcado a 560 rs. a
libra, eom barril se faz algum abalimento : no
Iaro la Penha n. 8.
LiMires de panno de linho da
Feira a 1#800.
Vendem-se no armazem de fazendas da rua do
Qi imado n. 19.
A 1#800.
Caberlas de chita, gosto chinez e muilo gran-
des, a preeo de IgSCO cada urna : na rua do Quei-
mado n. 19.
Neste armazem de molhados con-
tioua-se a vender os segiiinles gneros abaixo mencianados de superiores qualidades e mais barato
5!?-q-l-C.!ra.?!,l.ra 1ul,1"er Parte. Por serem a maior parte delles recebidos em direilura por conta
Loja n. 25, de Joaquim Ferrei-
ra de S.
s.
dos proprietarios.
Mantega ingleza c frauceza
perfeilamente flora mais nova que tem vindo ao morcado de 640 a 800 rs. a libra ao
se Cara algum abatimeulo.
Vende-se"por preeosbaralissimos para acabar:! V"ande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
roupesde seda para senhora a 153. laa/.inha-, de f31'3, chegadoda Europa, as garrafas ouas es-
cores para veslido a 200 rs. o covado, cassas de ,naas na rua laraa do Rosario n. 36.
ra200rs. famlaSenzalaNovan.42
Queijos (lainciigos
muilo novos recentemerite chegados no ultimo vapor da Europa de lg700 a 39 e-< vista do gasto
que o freguez lizer se far mais algum abalimento.
Queijo pvato
os mais novos que existem no mercado a l> a libra, em porco se far batimento.
iVmelxas rancezas
enl l?.l!l.!!e 1l21ibra Por ISOOrs., e em campoteiras do vidro conloado cada urna 3 libra
rs. cada um.
Mustar&a iugleza e raaecza
em frascos a 60 rs. e em potesfranceza a 800 rs cada um.
YcrAadeiros ftgos de coma\ve
n caixialtasd 8 libras elegantemente enfeitadas proprias para mimo a 1J600 rs.
UoYaeliinUa ingVeza
a mais nova que ha no mercado a 240 rs. a libra e cu barrica com 1 arroba por i.
Potes vi Irados
de 1 a 8 libras proprias para manteiga ou oulro jualquer liquido de 400 a ljOOO
A.Aei\doas coneitadas proprias para sortes
de S Joao
a lg a libra e em frasquinhn?, conlendo 1 1[2 libra por 2J.
Cha pveto, \\yson e parola
os melhores que ha neste mercado de 15600,2$e 28500 a libra.
Matras em caixinlias de 8 Vibras
eontendo cada una dilferentes qualidades a 4??50.
Palitos de denles licuados
em molhos com 20 macinhos cada um por 200 rs.
Ti jlo francez
aroprios para limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas c rancezas
em latas e em frascos de diferentes qualidades.
Presuntos, cnouri$as e paios
o mais novo que ha neste genero a 480, 640 e 720 rs. a libra.
Latas de lioiacninlia de soda
de differenles inalidadea a 1^600 em poreo se far algum abalimento
Tambem venlem-se os seguintes gneros ludo recenteraente che^.
Ci '.'t i rcs lualiiides, presuntos a 480 rs. a libra, chourir-a muito nova. marmol-ntaT :
aOlbraia de salpiCOS a ^S.jOO.Uricintede Lisboa, maca de tomate, pera ma^fwu^rm^%l^^^^l^\^^9^^
com a-nendoas.-.obertas.-onfeites. pasCilhasde varias qualidades, vinagre braiico Bordafu nmrf
para conserva, charutos dos melhnrosfabricn.esde S. Flix, a,ac Se fiEw qualidades S>1
ma muito Tina, erv, has fraocezas.champagne das mais acreditadas marcas, cerveias de-ditas
spermaeetebarato.hcoresfraneezesmaito finos, marrasquino de zara, azeitedoce purificado S
lonas muilo novas, banha de porco refinada e outros muilo gneros que cncontraro tendentes a
molhados,porisso promettem os proprietarios venderem por muito menos do aueoutroqualauer '
prometen mais tambem servlrem aquellas pessoas que mandarem poroulras pouco Dfa ticas como
JnalMwXS!!?^^^^ H.oreslavradores
ar.omlicionamento
. cassveques do cambraia bordados a Sj, capas d
fustn a 53, penleadores de cambraia borlados a
m barril **' liras e hdDaaos bordados a 320 a vara, lengos
ra oarrn ^ seda rom inBj a |3_ rscaj0 francez a 21)0
rs.,sobrecasacas de panno fino a 253 paletols de
panno preto o de cores a 18, 2a e 220, ditos de
alpaca de 4S a 8jJ, calcas de casemira prelas e de
cores para lodos os procos, dilas de brim bran-
co e decorrs de 2J a 4j, gollinhas bordadas de
traspasso, camisiohas para senhora a 2>500,!
m nguitos bordados 29000. chita de lustre'lar-
ga para cubera a 320 rs,, esguiao de linho mui-
to lino a 1-3200 a vara, bramante de linho com
9 palmos de largura a 29')00 a vara, damasco
de laa "om 9 palmos de largura a 23000 o co-
vado, pecas de madapolo fino a 435110, chapeos
de feltro finos, balos i Garibalde a 5;500, pale-
tols de brim de cores e brancos de 4} a b-3, ca-
misas brancas c de cores de 13500 a 3$, e oulras
militas fazendas por muito monos do seu valor
para fechar contas.
mm
jCimenlo ioglezJ
as
iw Para collar vidros, louca, larlaruga
|| maiiim el-., ebegou urna pequea porcao S
** deste cimeulo ja muicanhucido nesta "ca- *w
^ pilal e se vende tnicamente na casa de ^
tSJ Au!."sl0 & Perdigao, na ruada Cadeia do 'V
j Recife n. 23, a 2j cada vidro dinheiro $
S vista. Os amadores devora quanto antes 5
|E praver-se delle. s
nmmm&& ^^ mmmmm
Na fabrica de caldeireiro da rua Imperial,
junto a fabricando sabiio, c na rua Nova, loja de
ferragens n. 37, ha urna grande pnrrao de folhas
de zinco, j preparada para toldados, e pelo di-
minuto preeo de 140 rs. a libr
rado e de uperio-
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peilosparacamisas,
Riscoutos .
Emcasa de Arkwight & C,
Cruz n. 61.
a peca.
Vende-se cambraia de sslpicos muilo fina cora
8 12 varas, pelo biralissimo preeo de 4$5UO: na
rua do Queimado n. 19.
St:ti:n hraueo e Pilo liso.
No armizcm de fazendas da rua do Queimado
numero 19.
Bichas.
Vendem-se bichas recentemenle chegadas,
muilo novas, por preeo comraodo ; era casi de
Juo Sou e C,a rua da Cruz n. 22, na botica
franceza.
queiram mandarsuas encommendas no armazem Progresso aue se lhes affianca a boa Vualidadee
Macas
da- melhores qualidades que existe ora Portugal ,
ven i'-se nicamente no armazem l'ro^resso de
Duarle i Irmio, no largo da Ponhi n. 8.
CAi\DIEIROS
Grande sortimento decandiciros econmicos a
gaz idrosenio, e lodos os mais prepa^os para
consumo dos mesmos '. na rua Nova n. 20, loja
Vianna.
Attenco

Vende se na rua da Cruz n. 48, im
divida julada por sentaqa, o devedor
dtzirn que tem lojaemnome de outro
na rua da I nperatriz, cujo devedor
c'uama-se Antonio Jo de Azevedo,
Telhado de zinco.
Na fabrica do ca'deireiro, sita na rua Imperial,
e na rua Nova n. 35. loia de ft-rragwis. conlina
a vender-se lelhado do zinco por menos preeo do
que so vender orr. jmlquer olra parte.
Defronte do beeco da Congregacoletreiro verde.
Casacas do panno prelo a 30, 35& e 40*000
Sobreeasacas de dito dito a 35J000
Paletols de panno pretos e de cores a
209. 25, 30c e 35&000
nilos do casemira de cores a 15S e 22000
Ditos de casemira decores a 7S e 1230(0
Ditos de alpaca preta golla de velludo a ltfOM
Ditos do merino selim preto e de cor
a 80 e 9*000
Ditos de alpaca de cores a SfBM e 5?009
Ditos de alpaca preta a 35500. 5, 7 e 9*000
Oilos de brim de cores a 8500,4500 e 5?r000
Ditos rte bramante de linho braoco9 a
4500 e 6S000
Caieasdpcasimira preta e de cores a
9, 10$e 12*000
Ditas de princeza e alpaca de cordo
oretns a 5j|O00
Dita de hrim branco e de cores a 2jf50O,
4J500 e 5*000
Ditas de fausta Ditas de casemira aj 5j50u
Colleles do velludo decores muito fino a
Dilos de casemira bordados c lisos pre-
tos e de cores.a 5, 5500 e
Ditos de setim preto a
Ditos de casemira a
Ditos de seda branca a 5J e
Ditos de gorgurao de seda a 5$ e
Ditos de fuslo brancos e de cores a 3$ e
Dilos de brim branro e de cores a 2 e
Seroulas de linho a
Ditas de algodao a ($600 e
Camisas do peito de fuslo brancas e de
cores a 2300 e
Ditas de peito e punhos de linho rauito
finas inglezas a duzia
Dilas de madapolo brancas e de cores
a 1:ft800, 2 o
Ditas de meia a1# e
Relog'os de ouro patente e orlsonlaes
Ditos ao prala galvanisados a 25J e
Obras de ouro, adereces, polcelra e ro-
setas
1OJ00O
GfNO
5J00O
3J500
63000
63000
3S500
Rartholomeu Francisco de Souza, rua larga do
Rosario n. 36, vende-se os segointes medica-
mentos :
Robl'Affecteur.
Pillas contra sezoes.
Ditas vegelaes.
Salsaparrilha Rrlstol.
Dita Sands.
Vi-rmifugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pillas americanas [contra febres).
Ungento Holloway.
Pillas do dilo.
Ellixir anli-asmathico.
Vidros de bocea larga cora roldas, de 2 oncas
e 12 libras.
Assim como tem um grande sorlimenlo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preeo.
Velas de espermacete.
Emcaixa cgm 25 libras por I6f, a retal lio a
610 a libra : no largo da Penha n. 8.
Manteiga para tempero.
Perfeilamente em bom oslado, vende-se em
barril a 160 rs. e a relalho a 200 rs. a libra : no
larga da Penba n. 8.

Vende-se emcasa de S.P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhoes in-
glezes, candeeiros e caslicaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro deum edous cval-
os e relogios d'ouro patente inalezes
Rival sem segundo.
Na rua do Quaimado n. 55, defrontc do sobra-
do novo, loja do miudezas de Jos de Azevedo
Maia c Silva, ha para vender os seguinics artigos
abaixo declarados :
Caixas de agulhas franrezas a 120 rs.
Sapalos de tranca de algodao a 1}f.
Cartas de alflnetes finos a 100 rs.
Esnelhos de columnas madeira branca, a
1JJ440.
Phosphoroscom caixa de folha a 120 rs.
Frascos de macass oerola a 200 rs.
Duzia de facas e garfos muito finos a 3.3")00.
Clcheles em cartao de boa qualidade a 40 rs.
Caixas de clcheles balidos a 60 rs.
Caixas de obreias muito novas a 40 rs.
Frasco de oleo de babosa a 500 rs.
Dilo dito para fazer cabello corredio a 800 rs.
Sapalos de laa pan rriancas e 200 rs.
Pares de meias para meninas a 240.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320,
Massos de grampas muito boas a 40 rs.
Agulli>iros de marfim a 160 rs.
Canive es de aparar penas a 100 rs.
Oravatasde seda muito fin.-s a 600 rs.
Tesoaras para costura muilo finas a 500 rs.
Ditas para unhas a 500 rs.
Pecas de franja do laa com 10 varas a 1g.
Pecas de tronca de laa com 13 varas a 500 rs.
Felilho para e'nfeitar vestido (peca) 1&.
I.inhas Pedro V, cartaocum 2iK) jardas, a 60 rs.
Ditas dilo rom 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles muito linas a 200 rs.
Pares oe meias decores para homem muilo fi-
nas a 140.
Cordao imperial (pecas) 40 rs.
Attenco.
*
Vende-se a cocheiru da rua da Paz, com lodos
os pertenece, e 22 rav.allos novos e Iraquejados
no servco dos carros; a tratar na mesma co-
cheira n 13.
Grammaticaingle-
za de OllendorT.
Novo metliodf para aprender a lr,
a escrever e a fallar inglez em 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os ettabelecitnentos de nstrucijo,
pblicos e particulares- Vende-se na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 57, segundo andar.
45--Rua Direila-45
Esteeitabelecimento offerece ao pu-
blico um bello e rico sortimento por
prero$ convenientes, a saber :
Homem.
Borzeguins iooperiaes..... 10#000
Ditos aristocrticos....... 9^000
Ditos burguezes........ 7&000
Ditos democrticos...... 6M6Q
Meio borzegums patente. G.s.jOd
Sapa toes nobreza....... 6^000
Ditos infantes......... 5,g00O
Ditos de hnba (3 1|2 bateras). CjOCO
Ditos fragata (sola dupla). 5$000
Sapatos de salto (do tom). C#000
Ditos de petimetre...... 5$000
Ditos bllannos. ,...... o>500
Ditos irnpermeaveis...... 2,8500
Senhora.
Borzeguins primeir classe(sal-
to de quebrar).......5000 '
Ditos de segunda classe (quebra
cambada). ..,...,.. kf&QQ
Ditos todos de merino (sallo
dengoso).........4,^500
Meninos e meninas.
Sapatfles de lorca. ...... i Ditos de arronca.....; 5S500
Boizeguins resistencia 4^ e 3800
Pateo de S. Pedro n. 6, arma-
zem de gneros seceos e
molhados.
Vende-se nesle novo eslabelecimento sacres
com farelo de Lisboa, farinha de mandioca, mi-
lito, fejao mulalinho e prelo, gomma de mandio- '
ca, arroz de casca e dilo do Maranbao de supe-
rior qualidade, doce da tasca da guiaba, vinho do
lerto em garrafa do melhor que podo haver no
mercado, manteiga ingleza e franceza, banha de
porco emlalas, bolachinhas de soda de todas as
quahdade3, .cerneja preta e branca da melhor
marca, queijos flamengos frescaes, conservas in-
glezas e os mais gneros que se vendem por menos
preeo do que se vende em outra qualquer parte.
Bombas de Japy e deou- .
tros autores.
Na fabrica de caldeireiro da rua Imperial, c na
rua Nova n. 35. loja de ferragens, vendem-se a
verdadeiras bombas do Japy c de outros autores
assim como tubos de chumbo para as mesmas i
mesmo para encmenlo, ele, etc.
Guimares Villar
com loja de fazenoas finas na rua do Crspo nu-
mero 17, participam ao respeilavel publico quo
leem excellentes machinas de costura, dos me-
lhores autores de New-York, as quaes vendem
por precos muito mais em conta do que aquellos
porque se teera vendido em nutras casas
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
P1LLLAS HOLLWOYA.
Esteinestimavelespecilico, con.posto lnieir. -
mente de hervas medicinaos, no conten n.en i.-
rio.nem alguma outra substancia delecter a B
nigno & mais tenra infancia, e a compleico mai -
delicada igualmente prompto e segu o par; "
desarreigar o mal na tompleiro mais rol usa .
inteiramente innocente em siiasopeaco- e ei-
feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie egro por mais antigs eienazes
que seam.
Entra milhares de pessoas curadas con. et.
remedio,muitas que j estavam as por'a d.
morte, preservando em seu uso: consetuitan*
recobrar a saude eforcas, depois de haver lenta-
do intilmente todos os outros remedios
As mis afflictas nao devem eutregai-s'e a c -
sesperacoo; tacara um competente essa o d..-
efflcazeseireitos desta assombrosa medii.a .
prestesrecuperarae o beneficio da saude
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das segu ntes enfermidades:
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areas (mal de).
Asi lima.
Clicas
Convulsoes.
Debilidade ou extenua-
co.
Debilidade ou falla de
torcas para qualquer
cousa.
Dysinleria.
borde garganta.
de barriga,
nos rins.
Dureza no veritre.
Enfeimidades no ventre
Dilas no figado.
Dilas venreas.
Enxaqucca.
Herysipela.
Pebre biliosas.
Febre de loda a c-pecie
Cotia.
Hemorrhoidas.
llydropesia.
rctericia.
Indigesioes.
Inflan: maedes.
1 rregu l'aridades d
menslruacao.
Combrigas de loda es-
pecie.
MolfcPedra. '
Manchas na culis.
Obsiruceao de ventre.
I'hlliisica rucomsump-
cao pulmonar.
Rptencao de ourina.
Rlienmalismo.
Sympioniassecuodarios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal1.
g S inleressa s senhoras.
2)500
35J0O0
2*500
1S600
9
30?000
Existe novo sortimento das novas e desejadas
pulseirns de coral fingindo urna cobrinha, eneas-
loadas em ouro : as lojas de ourives de Sera-
phim & Irmao, rua do Cabug ns. 9 e 11.
Vendem-se libras sternas, em
casa de N. O. Bieber & C. : rua da Cru-
n. 4.
Vende-se azeite do pcixe a 100 rs. a garra-
fa : na rua Direita r. 1 i, esquina que volts para
S Pedro.
cobertos e descobertos, pequeos egrandes.de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
ivndos pelo 'illimo paquete inglez : em casa de
oSuthall Mellor & C*
Loja das seis portas em
frente do Livramento.
Covado a 200 rs
Chitas largas de bonilos gostos a 200 rs. o co-
vado, ditas eslreitas a imitaco de lazinhas a
160 rs., cassas de salpicos brancas e 0c cores a
200 rs.o covado, pegas de esguiao de olgodao
muilo fino a 3J a peca, dilas de brclanha de rolo
com 10 vaias a 2*. riscadinho de linho a 160 rs.
o covado, chales de merino estampados a 2*.
lencos brancos com barra de cor a 120 rs., dilos
co bico a 20Ors., algodo monstro de duas lar-
guras o me.ihor que possivel a 640 rs. a vara,
ruussulina encarnada a 250 o aovado, fil de li-
nho prelo bastante largo. A loja cfl abcrla at as
9 horas da noile.
intermitente.
Vendem-se estas pilulas no eslabeleriniento
geral de Londres n 224, Slranj, e na lojo de
lodos os boticarios droguistas e oulras pessoas
enearregadas de sua venda em loda a America
do Sul, Havana e Ilespanha.
Vendem-se as boeelinlias_ a 00 rs. cada urna"
dellas. conten urna inslrncrao em porlnguez pa-
ra explicar o modo dse usar deslas pilulas.
O deposito geral 6 em rasa de Sr. Soum phar-,
meceulico, na rua da Cruz n. 22, em Pernam-
buco
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conliecido* atredilado deposito da
rua da Cadeia do Reci/en_ 12, ha para vender a
verdadeira potassa da Rassia nova e de superior
qualidade. s?im romo lambem cal virgem em
pedra, lodo por procos niais baratos do que em
outra qualquer parle.
Machinas de costura.
N. O. Bieber & C. Successores avisam ao pu-
blico, que no seu armazem na rna da Cruz n. 4.
eslao expostos venda as melhores machinas de
costura que alhoje leem viudo a este mercado, ,
as quaes possuem lodosos melhoramenlos inven-
tados al esta poca sem ler os defeitos que em
oulras se nota, assim sao de ronslrurc.no simples
e facilitan- o uso A costura feita por estas ma-
chinas nao leem igual em obra de mo, un pon-
to bonito e forte, alem de que alinham e ro.'pm
de lodos os modos, cada caixa de cosluja repr-
senla um lindo loilele para gabinete de senhora.
Igualmente ha machinas para stlleiros, etc. Os
precos sao mdicos, e o Sr. Birmingham, enge-
nheiro, ensina o uso das machinas e lodas as par-
ticularidades da conservaeao de sua construirlo
no acto da compra.
Loja das seis portas em '
fenle do Livramenlo.
Roupa feita barata.
Paletols de casemira escura n 4?, dilos de al-
paca preta a 4 e 5j>, camisas brancas e de cores
a 2jj. ditas de fuslo a 2500, ceroulas muilo fi-'
as a 1JJ600 e 2g. paletols e brim pardo a 3*,
calcas do casemira pretas e de cores, paleols de
panno prelo, sobrerasacas, colleles de casemira
rrela, ditos de velludo prelo e de cores, um com-
pleto sortimento de roupa feila.
ESTLDOS SOBRE 0 BHSM6 PIBLM10
pelo nocin j
prigio Justiniano da Silva
Guimares.
Obra dedicada a S. II o Imperador.
Acha-se venda nalivrario acadmica dos Srs.
Miranda & Vas. enrellos, rua do Imperador n. 79,
a 5000 edo e-cemptar.
I i
ILEGVEL



FABRICA
DE
ttkUUkiik I OIBEOIS- SE ftltIL
Sita na ra Imperial n 118 el 20 j Hato a fabrica desabo.
DE
SebaslioJ. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
Neste cstahelecimento ha sempre promptos alambiques de cobre de dillerentes diuienc,5es
de 300ft a 3:000$) simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios continos
para resillar destilar espirites com graduado at 40 graos (pela graduacao deSellon Cartier] dos
melhores systemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do impario, bombas
de todas as dimencocs, asperanles ede repucho Unto de cobre como de brouze e ferio, torneiras
de brome de iodas as dimeneoes e fetios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronzee
ierro para rodas d'agua.portas para oruallias ecnvos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dioiencoes para encmenlos, camas de ferro com armado e sem ella, fugoes de ferro potaveis e
econmicos tachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumaderas, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo cm lele barra, zinco em lencole barra lsnces e
arrocllas de cobre, Icnccsdefcrroolatao.ferro suecia inglezde todas as dimnses, safras tornos
e folies para fcrreiros etc., e outros muitosartigos por menos prego do que em outra qualquer
parle, desempenhando se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeico i couhecida
e para comrnodidade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com asuaconuanea acha-
o na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encomiendas
DIABI DE PERNAMBUCO. SEGUNDA FKIBA 24 DE 3HTEMBRO DE 1860.
UtLIUUSAS EliM-ALLiMilS.
i*)


GRANDE ARMAZEM
DE
Seus proprietarios offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico em geral, toda
hos e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para amassai man-
dioca e para descarucar algodo, prendas para mandioca e oleo de riciui, portoes gradara, co-
lumnas e moinhos de vento, arados, cultivaJoJes.pontes, -aldeiras e lanaues, boias, alvarengas.
:iotes e tolas as obras de machinismo. Executa-se qualquer obra seja qual fr sua natureza pelos
desmhosou moldes que para tal (ira foremapresenlados. Recebem-se eucommendas neste esta-
a-lecunenlo na ra do Brum n. 28 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n. C5moradia do cai-
te. do estabfilecimenlo Jos Joaquim da CostaPereira.com quem os uretendentes se uodem
entender para qualquer obra. y
... '-'>';'.;.^,., v,'.\?>
If'fti
.j,,KEMP tuEvasoB^)
PILULAS VEGETAES
ASSCARADAS
NEW-YORK
0 MELHOll UEUEDIO COiNHECDO
Contra conslipacoei, ictericia, a/[eccoes do figado
febres biliosas, clicas, mdigeslves
enxaquecas.
lernot rhoidas, diarrhea, doencas da
palle, rupi;f>es,e todas as enfermidades,
PUOVEMEMKS 00 ESTADO IMPURO DO SAKCl'B.
75,000 caixasdesle remedio consoinmetn-se
annualraentel'
lteiucdiu da natureza
Approva.lo pela falcudade de medicina, e re-
c 'inmendado como o mais valioso catrtico ve-
getal de todos os conhecidos. Sendo estas ptlu-
las puramente \egetaes, nao conlera ellas ne-
niiuin veneno mercurial nem algum outromtne-
para rosguardar-se da uraidade.
Sao agradiveis ao paladar, seguras e eflicazes
f ra sua operacao, um remudio poderoso para a
juveniiide, pubsrdade e velhice.
Lja-se o folheto que acompanha cada caixa.
pelo qual se ficar conliccendo as muilas curas
milagrosas que lera efldcluado. D. T. Lanman
-x K.emp, droguistas por atacado em-New York,
sao os nicos fabricantes e proprietarios.
Achara-se venda em todas as boticas das
priucipaes cidades do imperio,
EP OSITOS.
Rio d Janeiro, na na Alfandegan. 89,
Baha, Germano & C. ra Julio n. 2.
l'ernambuco, no armazem de drogas de J. Soura
' & C. ra da Cruz n. 22.
Admirareis remedios
americanos,
Todas as casas de familia, seuhurcs de enge-
nho, fazendeiros, ele, devem eslar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos com
os quaes se cura eficazmente as priucipaes mo-
lestias.
Prompto alivio de Radway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os pciores casos de rheumatismo, dor de
cabes, nevralgia, diarrba, cmaras, clicas, bi-
lis, indigeslo, crup, dores nos ossos, contuses,
queimadura, eropedea cutneas, angina, relen-
'.'o de ourina, ele, ele.
Solutivo renovador.
Cura lodasas enfermidades escrophulosas.ehro-
nicas esyp hlilicas; resolve os depsitos de maos
humores, purifica o sangue, renova o syslema;
prompto e radicalmente cura, escrophulas.veoe-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, afeccoes do figado c rius,
erysipclas, abeessos e ulceras de todas as classes,
molestias d'olhos, difleuldade das regras das
mulheies hipocondra, venreo, etc
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para regularisar o systcma, equilibrar a circula-
cao do 6angue, inleiramente vegetaes favoraveis
em todos os casos nunca occasiona nauzeas ne
-dores do venlre. dses de 1 a 3 regularisam, de 4
a 8purgem. Estas pilulas ao eflicazes uas allec-
tes do figado, bilis, dor de cabeea, ictericia, n-
digestao, e era todas as enfermidades das mu-
lleres, a saber : irregularidades, fluxo, roten-
coes, flores brancas, obslruives, histerismo, ele,
sao do rcois prompto effeito na escarlalina, febre
biliosa, febre amarella. e em lodas as febres ma-
iguas.
Estes Ires imporlanles medicamentos vem a-
companhades de instruceocs impressas que mos-
'r.n.'i com a raaicr miuuciosidade a maneira de
applicalos em qualquer enfermidade. Estao ga-
rantidos de falsilicacao por s liaver venda no
armazem de fazendas de itaymundo Carlos Leile
& Irrnao, na ruada Imperatriz n. 10, nicos
agentes em Pernambuco.
Pastilhas vegetaes deKemp
coutra aslombrigas
approvadas pela Exm.* inspecco de esludo de
llbana e por muilas outras juncias de hygiene
publica dos Estados Unidos e mais paizes da A-
merica.
Garantidas como puramente vegetaes, agrada-
daveis vista, doces ao paladar, sao o remedio
itifallivel coiitra as lombrigas. Nao causam
nauseaa, nem sensaedes debilitantes.
Tesiemiinlioexpontanco em abono daspasti-
has de Kemp.
Srs. D. T. Lanman e Kemp.Por By-
ron 12 de abril de 1859. Senhores. As pas-
tilhas que Vmcs. fazera, cura rain meu filho ; o
pobre rapaz padeca de lombrigas, exhalava um
cheiro fedito. tinba o estomago incitado e con-
tinua comicho no nariz, lao magro se [oz. que
;cu lumia perde-lo. Nestas circunstancias um vi-
sinho meu disse que as pastilhas de Kemp li-
|nham curado sualilha. Logo que soubedisso
compiei 2 vidros depastillias e com ellas salvei a
vida de meu flho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
! W. T. Floyr.
j Preparadas no seu laboratorio n. H6 Gold
Street pelos unicosproprietarios D. Lanman a
Kemp, droguistas por atacado em NewYoik.
Acham-se venda em todas as boiicas das
! principaes cidades do imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Babia, Germano & C., ra Julio n 2.
Pernambuco, no armazem dedrogas de J. Suuil
& Companhia ra do Cruz n. 22.
Vhio de Bordeaux.
Em casa de Knlkmann lrmos&C, ra da
Cruz n. 10. cnconlra-se o deposito das bem co-
cheadas marca dos Srs. Brandenburg Frcrts
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, cm Bor-
deaux. Tcoi as seguintes qualidades :
De Braudenburg frres.
St. Eslph.
St. Julien.
Marga ux.
Larose.
Chleau Leoville.
Chaleau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St. Julien.
St. Julien Mdoc.
Chaleau Leoville.
Na mesraa
vender:
Sherry em barris.
Madcira cm barris.
Cognac em barris quadade fina
Cognac era caixasqualidade inferior.
Cerveia branca
As mellorcs machinas de coser dos mais
afamados autores de New-York, I.
M. Singer S C. e Wheeler &Wilson.
Neste eslabeleci-
mento vendem-se as
machinas destes dous
autores, mostram-se a
qualquer hora do dia ou
da noiie, e responsnbili-
samo-nos por sua boa
quadade e seguranza :
no armazem de fazendas
do llaymundo Carlos
Leile i 1 maos ra da
fmperairiz n. 10, intigamenle aterro da Boa-
'"sta.

Ra Nova n. 47, junto a igreja da Con-
ceicao dos Militares.
Aclia-senadirecc5odaoflicnadeste acreditado armazem o hbil
fr//rv-
ffxxsS
*xx\S
as3
~>JJJ
^ artista Francisco de ssis Avelar, antigo contra-mesti e do f Jlecido |^
^S Manoel Jos Fexreira. O respeitavel publico contiruara a encon- *&
^^ trar em dtto armaumum grande e variado oitimento de roupas ?$
^b tettas, como sejam: casacas, sobrecasacas,fraques, paletots de panno ^^
^| fino, ditos de catemira de cores, de merm, bombazina, alpaca preta &
^| e decores, ditos de brim de hnho branco, pardo e de'cies calcas ^
^^3 de casemira preta ede cores, ditas de merino, de princeza, de brins ls
g5|j pardo, brancoe de cores, collttes de velludo preto e decores, diiosde S S^S gorgurao, ditos de setim preto e branco, ditos de merino para luto HJ
sg^j ditos de fusto brancoe decores, paletots, casacas, jaquetas, calcas t6S
^p e colhetes para meninos de 6 a 12 annes, camisaf, seroulas, chapeos 1^
99S&3 e gravatas preta e de cores, libies para criados, faldamentos para ||
^^1 a guarda nacional da capital e do interior. 8*8<&
Hg| Apromptamse becas para desembargadores, lentes, juizf s de di- p^?
^> reito, municipaese promotores, e vestidos para montana. Naoagra- |^
>>ii dando ao comprador algunas dasioupas eitas se apromptaio ou- %*&
^^| tras a seu gosto, que'r com fazenda sua ou do armazem para o que p!
g^S tem escollados e habis ofliciaes, dande-setoda e qualquer roupa no 8S
^^ dia convencionado. g<*
I- KIRintlRtlilliiiffi
Ero casa de N. O. Bieber & C. Sucresfore'i
r da Cruz n. 4, ath-u venda um iraide o
variado sortimento de ferragens linas, obras de
tanoeiro e perienres sera fim por usos domsti-
cos, productos todos da industria norte america-
na, assim romo :
Arados de diversos tamaitos.
Molnhos de milho
Machioas para cortar cnpim.
Grades.
Machinas para descarocar millio.
Cullivadores c ferros de engommsr econmicos
Arroz a 3,500 o
sacco.
Na pracada Boa-Vitta n. 16 A, vn-
dese a 3^500 o sacro grande com ar-
roz pilado e misturado com casca, o que
serve para gallinhas e animaes ou mts-
mo dndose o trabalho de esco!! er,
pois e'o melhor artozque aqu tem viu-
do a este mercado.
A 3,500 o sacco.
Na ra da Imperatriz n 54, vende-re
atroz pilado misturado com casca em
saceos grandes a o$500 o sacco.
E baralissimo.
Pecas de madapolo cem pequeo loque d-
avaria a 55500 3 e 3;50O : na ra do Cre.-pc loo
ja de l portas n. 8.
NA LOJA E ARMAZEM
de
Joaquim Francisco dos Santos.
m m& m ysmm m
Bcvontc do Yjccco da Cowgvcga^ao letvevo \etde.
casa ha para
Seda dequadrinhos muito fina covado tpiffl
nfeites ile velludo com troco prelos e
de cores para cabera de scnliora da
ultima moda 9
Fazendas para vestidos, sendo sedas, I
e stda, c-imbraia e seda tapada o
transparenle, covado 9
Luv:s de seda bordadas e lisas para se-
nhoras, liomeus e meninos $
Lencos de seda rxos para senhora a
2*000 e 2S500
Mantas para grvalas e grvalas de seda
de todas as qualidades 9
Chapeos francezes forma moderna 8^500
Lencos de gorgurao prelos 2$000
Ricaacapellas brancas para noivados 9
Saias balao para senhoras e meninas 9
Tafet roso o covado 500
Chitas francezas a 260, 280. 300 e g320
Cassas francezas, a vara 500
Selim preto azul e encarnado prnprio
para forros com 4 palmos de largura,
o covado
Casemira lisa de cores 2 larguras, o co-
vado
Chales de merino bordados, lisos e es-
tampados de todas as qualidades
Soda lisa preta e de cores propria pa-
ra forros com i palmos de largura, o
covado
Ricos corles de seda prelos e de cores
com 2 saias e de babados
Dilosde gaze e de seda phanlasia
Chales de louquim muito finos
Grosdenaple prelo c de cores de lodas
as qualidades
Seda lavrada preta e branca
Capas de Gl c visitas de seda prelo cora
froco
19600
2$000
9
i;5oo
I
Esenrvos fgidos.
kh
ELOGIOS.
Vende-se enfrasa ae Saunders Brothers &
C. praca do Corpo Santo, relogios do afama
do fabricante lloskell, por presos commodos,
e tambera r-incellins e cadeias paraos mesmos,
lepxcpellrito .insto
Tachas e moendas
Braga Silva & C.tem sempre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A,um grande ortimento
de tachase moeedas para engenho, do multo
acreditado fabricante Edwin Mav a tratar no
mesmo de osito ou na ra do Trapiche n 4.
Ferros de en- i
gommar
econmicos
a 5#000.
Esles magnficos fer-
ros acham-se a venda !
no armazem de fazen- '
d3s de Raymundo Car- :
los Leile & Irraao, ra
da Imperatriz n. 10.
Dos premios da
\ende-sena leja de Antonio Augusto dos San-
tos Torio na loja na. 37 e 30 na praca da Inde-
pendencia, capellas de aljfar c mortal e pata ra-
lacumbas, tmulos ele, ele, da furnia sejcuinle
e precoa razoavris :
Capellas dealjofe com iusciipres, grandes a
Das ditas por
Dilas dilas i>or
Dilas ditas por
Ditas de imorlaile por
Cjuadros com a imagem do Senhor f.ruxifi-
cado com inscripecs por baixo a I09 e a
Pcchincha.
Chila estreila rdx'a com pequeas pinlns de
mofo, covado a 10 rs., pe.;a a 4500: na ra
do ijueimado n. 44.
lea
8
5J
a
8#
Fugio a escrava crioula Hyppolita.de estila-
ra balsa, magra, com folla de atriles na fieiile
fui escrava do fallecido padre Alexondie. n 01a-
dor cm l'cinanieirim : quem a pegar le\e-a a
ra Direita n. fc6, piimeiro andar.
Do engenho Pao Santo, freguezia do Cabo,
fufiram do abaixo assi^iiado dous e.-cravos c(.n
os eignaes seguales : Tilo, de estatura media,
prelo c secco do corpo, lera unas feridas na ca-
nda do un.a das peritas, nao lera barba e repr-
senla ler de 19 a 20 annos de idade, n crioulo.
Manoel, de naco Ccngo, baixo, de cor fula, (cm
ponra barba no queixo, lera o dedo de urr.a das
raaos, inmediato ao pollegar, lorndo pelo p da
unha, lera us pernas fcroaaaa, e os deitos curios,
reprsenla ler de 36 a 38 annos de dada; levou
camisa e calca de algodo azul, o chapeo de pa-
lia usado : quem os apprchendcr, rodera leva-
Ios -.0 mesmo engenho. ou no Recife, ra do CI-
deireiro n. 42, a Francisco Quinliuo Rodrigues
Lslcvcs, que ser bem recompensado.
Eduardo Caineiro Leo
Desappareceu no domingo, 2 do torrente,
pelas 0 horas da laido, o esemo Antonio, caba,
de idade 20 annos, mais ou menos, bem paieci-
(Jo, corpo e feicoes regulares, com principio do
puco, cabellos csrspinhos e um lano ruivos, e
jalla mansamente, levou vestido camisa a calca
branca, chapeo de feliro de cor parda e un sur-
rao de couro rom bsla e alguma roupa ; iulga-
se que andar as viainbancas desta cidade tm
companhia de oulros que lraliem desapparere-
rara, ou que seguiia para o scrlo de Pgi do
Florea d'onde c filho ; dito escrava foi con:prado
em 31 de maieode1858 a Jlo Jos de Conalho
Jnior : pedese as autoridades policiaca e eapi-
laes de campo, ou qualquer pessoa que o possa
descubrir, o pegarem, maridando o apresentsra
seu senhor Jos Comes Leal, uiorodor no Recife,
ra da Cadeia, casa n. 5G, priraeiro andar, onde
seta generosameule rcron pensado aquello dos
capilaes decampo ou pessoa do povo quo o ve-
uha entregar.
Attenco.
a
Fugio desde o dia 13 de agosto do rorrento
auno o esrravo Luis, tom os Biguaes segbiiiles :
alio e bem feilo de corpo, tora denles lim.upse
perfeilos e o dedo mnimo iio pe corlado ; quan-
do falla cora nodo bstanle gago. Esle escravo
natural do Sobral e ha loda certeza que se-
guio para dito lugar por Ierra pede-se por lan-
o a sua apprehenso a qualquer pessoa. que ser
bem recompensado ; a enlender-se com o seu se-
nhor na ra Dareila o. 112, ou na ra de Apollo
n.43, armazem de assucar.
Acha-se rugido mu luttlllo cabra de nr me
Rayniiindo Patricio, oflicial de pedrtiro e Parlei-
ro. foi remedido do Para em abril de 18t9 telo
Sr. Manoel Jcaqwim de Faria, o qual loi aqu
vevdido ao Sr Feliciano Jos Gomes, e esle se-
nhor vendeu ultimamenlc ao Sr Francisco Ma-
thias Pereira da Cosa ; lrm os seguintes sig-
naos: estatura regular, bstanle grosso e barba-
do, olhns amarellados, falla com dtsenbarpco,
reprsenla le 35 a 40 sanos : roga-se as autori-
dades policiaes a sua apprehenso ; e quem o
pegar, dirija-se ao engenho Guerra, era lpojora,
ou na ra do Imperador n. 79, escnpl.iiin de
! Polyrarpo Jos Layme, ou na roa de polln,
i 30, escnploiiode Manoel Gooveia de Soura, que
'seri generosaroenle reeuracensndo.
NS. PREMS. SS. PREMS. NS. PBEMS.
primeira parle da priuieira lotera, concedida a beneficio do collegio de Nossa Senhora
___________Conselho, exlrahida em 22 de setembro de 1860.
do
1
>
l
10
11
12
i
ij
17
19
22
26
4
SO
l
55
56
62
63
06
09
70
71
70
8
86
91
97
98
100
1
V
t
8
9
10
II
lo
22
26
28
29
31
39
37
43
\\
45
IOj
2009
109
209
109
no
47
49
50

63
64
65
69
7t
75
81
91
92
97
200
3
8
9
II
15
21
23
2
25
26
27
28
32
42
49
52
53
51
59
60
69
7C
77
84
85
86
87
97
98
303
7
i6
10*
209
105
317
20
23
26
27
35
38
39
40
4i
46
49
54
58
59
60
62
65
66
68
70
75
81
84
85
86
88
91
95
406
9
13
17
19
21
22
24
25
27
30
32
40
41
41
46
52
56
58
109
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.:
:000
109
462
70
80
82
83
85
89
91
94
517
22
23
25
29
31
36
39
45
52
54
56
58
60
6*
65
71
72
84
87
89
90
%
97
601
I
8
9
10
15
16
19
22
23
26
27
30
31
33
109
50
109
509
10*
109
209
109
209
634
35
43
44
47
53
54
59
60
62
63
65
66
70
76
77
84
85
87
91
92
93
95 _
96
99 _
701 _
767
79
81
83
84
86
90
92
99
109
20g
105
3
5
8
11
12
15
18
19
20
22
31
33
38

48
51
52
55
59
61
63
61
109 1 802
3
11
16
20
25
26
28
30
31
31
40
43
46
52
55
58
60
61
66
69
70
76
81
85
92
93
%
97
900
1
3
7
8
12
16
30
34
36
5009
109
209
IOJ
950
41
45
49
51
52
53
61
65
66
68
69
74
75
77
80
81
88
89
91
1000
1
4
6
13
11
16
18
2l
25
29
30
. 35
38
40
41
44
45
51
53
59
61
67
68
70
75
76
109
209
109
1009
109
209
109
1009
109
1080
86
90
95
1100
I
4
15
16
19
21
24
25
28
29
32
35
38
39
41
49
l
54
57
58
60
61
61
66
68
73
80
85
86
87
93
95
96
97
98
1202
3
5
7
10
11
25
i 0-:
1227 1<>9 1368
34 1 73
35 80
47 84
49 _ 85
51 87
56 __ 90
08 _ 92
61 _, 93
64 ~~ 98
65 1401
67 5
70
72 8
74 11
77 16
79 90* 19
81 ios 20
83 25
86 28
94 30
98 32
1302 _ 35
4 37
5 42
6 ^__ 47
7 48
8 ^^ 50
10 52
16 53
17 ^_ 59
20 63
24 65 73
30 m^
31 _ 74
33 80
39 81
41 ^^ 81
44 85
45 48 509 8/ 89 93 94
51 54 109
55 9a
56 _ 96
58 20J. 1504
61 IO9 6
109
509
109
0 escrivo Jos Marta da Cruz.
NS. Pl IEMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS.
1508 IOS 167 109 1782 109 1889
9 50 84 94
11 58 __ 85 96
13 22 __ 68 71 87 89 1905 8 14 21 23 24 30 33 41 44 45 46 47
23 25 26 31 32 37 41 45 50 52 56 73 '* 76 77 78 80 82 83 85 93 96 96 1800 4 6 7 11 13 14 15 16 23
57 99 28 49
59 60 65 70 1701 2 3 i 6 9 10 15 17 31 33 34 39 50 51 55 61
75 84 86 87 88 91 92 94 ^~ 41 47 48 49 >_ 65 68 71 72 88
18 ^^ 50 94
209 21 21 26 29 54 55 ^ 96 97
95 98 99 109 57 58 2001 10
34 509 59 13
1601 35 10{ 61 16
8 M 38 _ 62 18
9 _ 42 __ 63 24
12 --- 46 _ 65 28
14 47 67 30
15 48 69 37
20 5* 70 38
25 57 71 42
28 58 73 U
29 60 78 46
31 61 79 55
32 --- 74 83 57
35 75 &1 59
38 77 86 61
41 *" 79 88 62
PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREHg.
109
1009
109
2064
67
68
72
77
79
92
99
2101
3
9
20
23
27
30
45
51
58
59
63
66
67
68
73
74
76
77
78
88
89
94
96
98
2200
4
6
13
14
18
22
28
29
40
41
42
45
52
109
2257
61
62
63
68
69
71
71
75
76
77
81
89
94
I 97
2300
I 2
NS. PREMS. INS. PREMS. [r 10; 2505
7
!
3
7
11
16 _
21
29
31
34
39
50g 40
109 42
45 __
47 _
48 __
51 __
57
_ 61
_ 62
_ 65
BH 66
^^ 70
_ 74
TO 76 _
ios 77 80
mmm 81
_^ 82
^^ 92
^ 96
2402
10
12
13
15
16
17
21
22
25
26
31
35
36
38
42
44
45 10:0009
46 lOg
48
50
51
53 -
56 -
57
61 _
62
69
78 -
80
81
82
83
81
91
94
95
50S
109
2504
6
7
8
10
11
16
21
22
23

2524
33
35
37
38
43
44
45
46
48
49
51
52
54
62
69
79
84
87
88
93
2600
2
3
6
7
16
20
21
26
27
31
32
34
36
40
42
43
46
47
53
56
63
67
76
78
87.
109 12691
S2
97
2700
I
I
16
17
21
22
24
25
30
31
36
39
43
45
50
51
57
58
61
65
72
74
77
79
83
91
93
16
98
109
109
509
I09
1009
109
2804
14
19
29
33
37
39
45
46
47
60
61
65
68
2875
76
78
80
89
90
95
96
97
<)9
2900
2
II
16
18
19
20
23
27
41
44
48
53
59
61
62
63
64
68
70
76
78
79
81
82
91
95
97
3002
9
13
16
17
25
26
32
20S
109
301
42
43
55
56
58.
61
64
66
67
70
71
73
77
83
86
87
92
96
97
3101
3
6
8
IOS
209
109
-11
16
18
19
22 _
23
25
36
40
43
50
51
64
68
69
74
76
78
84
85
86 -
91 -
3200
200*
lOg
Pernambuco:Typ. de M. F. de Faria.1880.


'
(,
DIARIO DE PER BAMBUCO. SEGUNDA PEIRA 24 DE SETEMBRO DE 1860.
i' -------------!------------
Litteratura.
lrico deAoduza.
ii
( Conliuuago. )
Mas nao a conhego.
Perneada egypcia, com fitas; as Arlesia- :
as desceuderu de Osiris, de Isis, dn Anubis,
como ellas dizem ; apresenld-a Mr. Char-
loux Um* senhora alia, iriguoira___veslido
de popelina cor de folha secca; extravagante, o
vestido.... Uiu collar do perolas, un braco da
renus de Arles, ump de mouino___ Corre;
adeus : chamara,-le.
Mas como I
Val, digo-le eu I ale amanhaa; eu me de-
dico; mais bollo que Ilarmodio e Aistoglon ;
est salva a honra do baile.
L Durand empurrou vivamente seu amigo na
dirneo do paleo.
T.imva a orclicslra : os pares procuravam seus
Siui, utas nao vos d cuidado : cutre sogro
o genro moda disputar, veris muilo mais ain-
da. Nao deixaremos a casa, nao assim ? Est
convencionado. Papal de um carcter ardenle,
porm bom ; disputareis duas ou tres vczes por
dia : ah bem vos vos acomraodareis. Eu, nao
j posso deixar a casa, concebes, son Qlha nica !
: Sabis jogar bilhar? Papa apaixonado deste
jogo ; vsjogareis, cu locarei msica; tnamai ros
ha de agradar, ella nunca diz nada, o...
Ouvi Myrrha...
Mas por que me chamis Myrrha !
Ouvi, Mirgarida ; passa-so a hora, e perd-
rnosos mais bellos instantes da nossa vida, Ins-
tante?, que um dia choraremos. Nunca oesejas-
tes essas conversas deliciosas, esses doces pas-
seios de amantes, ao ca rao das estrellas, quando
ns felicidade ?
ludo em torno delli
Tendes pergunlas um pouco indiscretas, so-
nhor raeu uoivo.
Eu mil vezes sonhei esses ntimos enlrete-
nimentos em que o coraco do amante falla ao
coraco do sua amante ; em que a patarra inu-
Uinco ornado cora as pennas de Durand, cau- S Z r\7 V""' ""
so., um. grande sensaco entrando no circulo. bem com do fndr* n .'T'demoreraos
- Ah! eis-vos aqui'l exclaraou Mr. Charloux; 1 6 nossos labras esses ins-
ostes Nimes preparar-vos? Margarida est ',ucs. qef oo : co hamos o minuto quo va.
triste; onde est Margarida? Dabos leven o Xn? nfJ r """" S fS?ubcsse's
bailo; est bom I E' perciso comecar o Dai- K/J?21 -fif T para 2 u.lUro pe,
uesprezo do presente, desse ouro fluido, que a
mocidade nos derrama copos cheios e que dei-
xamos fugir debaixo de nossos pos I Dizei-me,
ja vistes urna noite mais serena, mais amorosa,
mais embalsamada? J contasles no co mais
estrelles? vossa luminosa corda de esposa. A
: nalureza tambera vos festeja, cerca-vos desto ar
adrenlo como de urna capa : este amor imrneo-
so que em toda a parte respira ; esla lnguida
brisa, ludo
; vos sois a rainha
le. C.timecemos o baile; vamos, divirlamo-nos.
Urna dupla filleira de mancebos cercava as
sen huras; Ulrico descobrio Margarida no meto
d" circulo: ella radiava de prazer, e esquecia a
cabeca sobre a vaga de adulaces que rolara era
turno de si.
Um chamamento decisivo da orchestra pz
termos s galantes Unezas : e Margarida, erguen-
E Qthava para madama Durand, que, com a ca-
bera erguida e immovel, cornos bracos ns e es-
tendidos sobro a mesa, parecia-se com urna di-
vindade dos mysterios de Isis.
Esla raulher, diz comsigo Ulrico, nao recor-
da alguma cousa conhecida. Que lindos ollios
negros I que divina cabega I que bracos !
Vos casaes sempre, senhor? diz madama
Durand.
Dizero, respondeu Ulrico.
O casamento um tmulo, diz a linda Ar-
tesiana.
Ulrico espanlou-se como se tivesse ouvidoal-
gum orculo sahir da boceado ura esphingedian-
(c da pyramide de Clcops.
Subi ao lilbury cora a Egypcia de Arles, e cha-
mando um criado, disse-lhc :
Levai este bilhete a Mr Chattoux.
Acabava-se a valsa ; e Mr. Charloux dava o
braco sua fillia.
tempo, em que o hornera tinha re-
*Uz
fugios I
Vem para mioha cosa.
Refugios em algum mosteiro, no meio dos
bosques, bem longe da cidade, um mosteiro iso-
-' xumo Un navio no mar Roma nao tem
mats Thebaida, nem a Franca conventos I
Desta rez temos o conde Gerardo com mais
circumstancias que de ordinario Tens ouvidos
para a narrado ?
Falla, se quizeres.
Serei breve, ainda que a historia original
lenha quatro voluraes :
O conde Gerardo era. creio cu, de Nevers, ou '
de rournus, ou de algum outro paiz do norte,
Aos vinlo e cinco annos nao sabia ello o que fi-
zesse, por que ludo linha feilo, e tinha feilo lu-
do muilo mal. Frequentava elle um senhor seu r
Mzinlio, a quera desafiou para um combale ; mas
arquejanle de fadiga paro con-'o senhur mandou-lhe dizer quo nenhuma razo'
bilhA d n,rSoqUi?rd0r0 ",a cKnlreg0U"',hKe li-nha P"a baler"se com eque
bilhete de Lineo. Mr. Cnarloux abno-o, olhou nao se batera. Gerardo enlo roubou-lhe a mu-
P TgmrIMe : I lhS4 d'"hi nasceu mol" : baleramlie. e Ge-
Z? ilihl? gTYii. l "1 ma,ou ao marid. conforme o julgraenlo
tJ5?SL!~aSL*fgS. B, tSZS:*" vez julgou muilo U. Este
ito Irouxe ao conde Gerardo quinze
do-se e olhando para todos os lados, vio Ulrico Z\Vl,nZ*TnJ I ,ff ;
m-l.icul*amenle apoiado contra o tronco de S^^ !
uma arvore foi direi.o elle, d.zendo com um da maTbeha d.",S I !
tom de contenlameiilo : a mai.S bella das ."olles '
contenlaroeulo
Viudo, senhor, tomei-vos
para a primeira
Tercmos muilo lempo para nos dizermos
Ulrico nao responden;" tonWa'mao'qe' Mar-! mSM^S ^SJS^, ^ Pe,ruesfmos as ho".
garid.. Ihe ostemlio e collou-se no quadro. HTP'^vfmi ^ da.nS0 ^Sl d
nano cxcessivamente, principalmente no invern,
A linda menina dancava de arrebatar os an
j">l tucava a Ierra to smenle para nao hurai-
Ih.ir suas vizinhas, urna graca celeste acompa-
tih.iv todas as ondulacdes de seu vestido, um
prazer de enanca radi'ava-lhe no semblante e
elevava-so ao exlase; pareca que a orchestra
tocata nicamente para ella, que nina uuvera de
harmona a arrebatava o ballancata mollcnienle
no ar, e que o vento da noite soprava do rio
Mnente para refrescar-llio a face, iuflammada
p'-l.i fibre do baile; a areia unida amolgava-se
debiixo de seus divinos ps; a folha do lodao
li"nntava-se contente ao i-onlaclo de seus ca-
bellus; o joven dancador que a va, passando,
nao tirava mais os olhos de cima delta, e a bai-
ladora, que a via urna vez, nao olhava mais para ,
ella
O bae fervia era todo o seu frenes meridio-
nal; as (lores de junho crusavum seus perfumes
com as exhalaces excitantes das collinas, esses.
vasos de thyLO, que o sol aqucnla para embal-
samar as estrellas.
ludas as harmonas das noites de esli acom-
panharam as das quadrilhas; o quando a or-
che>tra parava bruscamente, ouviam-se os cantos
saludos das taguas, o murmurio das fonlcs, o
rolar lascivo do rio, e a qucixa da brisa as ar-
voreSa
em urna sala, por causa dos toilettes ; faz tanto
calor no verao I credes quo eu sou insensivel ?
Ouvi, a msica annuncia una walsa ; ah bte-
me o coraco ; mas bale!...
Cuidaos lamben, em... nosso casamento ?
Se cuido I nao durmo, senhor. Houlera
massei-me com o agente dos carros de l.yon,
que trouxo-me carios em um estado incrivel.
Sabis o qire esses caitoes coutinham ?um ves-
lido de Pekn, rajado, com saia de mussulina
branca, o um chapeo de velludo chamalulado,
com urna papoula loda amarrotada I Credes que
sois vos so que pensaveis no casamento ? Hon-
tem ainda, encomraendei um vestido de seda da
India, de man
delle para ouvirem a leilura do bilhete.
Eu sempre disse, exclamou Mr. Charloux
escumando do colera, um louco !
Lude 1 lde I dsseram as mulheres.
Eis-aqui a carta, diz Mr. Charloux :
Senhor.
Ped em casamento vossa encantadora Qlha,
ha quinze das. Depos de amanhaa deviam os
banhos ser publicados; urge pois lomar urna re-
soluco ; eis a minha : cao terci a iclicidade de
desposar vossa fllha; parle-se-rae o curasao, mas
preciso ; melhor romper anles do que depois.
Ulrico de Anduza
Margarida desmaiou, segundo o coslume, esua
raai julgou dever imila-ta.
III
No segrate da, s nove horas da roanha, Ul-
rico fot acordado era seu quarto de Nimes por
das apenas de emoodes, cahindo elle depois na
monotona da probidade. Procurou na viziuha-
ca outros senhores para malar ; mas eram lodos
velhos viuvos c achacados. O conde Gerardo nao
s.-^bia o que flzesse.. Agrada-te isto, Ulrico ?
Al aqui, muilo.
Vers... Domis, sejamos razoaveis, o que
poda nesse tempo fazer um gentil-hornera rico ?
u conde Lerardo correu provincia era busca de
torneras ; e nesses lempos cavalleirescos matou
irez cavalleiros e ferio alguns. Voltou-lhe
anda o enfado ; mas desta vez pregava-se urna
cruzada, e elle parti para a Palestina. Gerar-
do era raui pouco devoto, mas obedeca moda
vio Jerusalem de perto ; rompeu langas com os
lerozes Musulmanos ; roubou Corinas e Hermi-
matou dous principes sarracenos ; e por
lavis estes lindos versos de Lamartine
in soir, t'ensouviens lu .' nona voguions en si-
lence...
de no-
r,'i;;'n.,?cs,u1a ?m1bria8,'ez, ao llvre e, fresc,) da 8 Sin, foi urna lombranca que tire ; descul-
noile; sala do baile tinha o honsonle por pa- pai-me
re les,as arvore"
india, de mangas pagodes. dobradas de mussuli- > gastes muilo com a Myrrha dos BaOvlonios1*
o! a; C cnapelmha de lilo amarollo, com urna guarnico ; a chamiu um papel amarrolado. e disse Du-
ao redor da cabeca. Ficar bonito ? | rand com urna voz surda
Lrico coma caboca inclinada sobre o hombro, I Toma, aqui tens a'copia do bilhete que
com os bracos lnguidamente crusados sobre o maudei entrogar Mr. Charloux hontem noite
peno esculava a Margarida ; e o semblante do l.
mancebo tinha ura sorriso de urna expresso ex- Admiravel meu amigo, exclamou Durand;
i i a- prodigios!... Cem vezes choramos termo-nos
Margarida diz elle com melancola, eris : unido, e nunca termos rompido. Na verdade eu
oeiia outro da .i ueglujc na cidade, quando can- cria-te perdido, afogado no Gsrdon, tanto mais
urna chura de pancadas seguidamente dadas Um, sendo acomraelldo de peste, raalou a oeste
porta O criado abri e Durand cntrou. Finda a cruzada, entrou em seus lares, e Vaho
\uJn,i?V ?,? comPlacencia- d.lz de novo em um vacuo terrivel. Tendo morrdo I
h. mP. fw! c- d ?a "^ nco ; ,rouxele 111- lodos os seus vzinhos de peste na Palestina, e
nha mulher saa e salva. Ella narrou-me toda a seus vassallos de fomo. elle habilava um dseto !
viageni e que lilbury deu dous tombos unicamen-1 era locatario do nada
le ; pouco por que la mo sobre os cavallos! O infeliz Gerardo vio-se obrigado vollar Pa- '
daxava fluctuar as redeas, e o casamento te leslna ; mas desta vez o desgosto em breve ap-
preoecupava como urna desgraca Eu sent ter- pareceu-lhe. e faltando-lhe as cruzadas, poz-se
tedeixado, por que ao menos poaia passar no reflectir sobre sua vida.Na edade de trinia annos
bosquo, anda que arada me desagrade mortal- tinha g*aslado ludo, at suas couracas. De reoen-
mento. isada me enfada mais do que o campo, te ergueu-se-com urna idea ; Jerusalem
excepto o pallo, lerdi minha noiie nao ser que rou : reuni seu dinheiro, o edificou
dei vinle vollasi sobre a esplanada e joguei tres i mosteiro no departamento de Ain ;
partidas de xadiez. Ora bem! Onde estamos | como era de
nos ? esls paludo como um recem-casado I dan-
. .E",,aor- ctod, -muud0 feliz de moas.f raPa" De que me fallis, quando tratamos
zos, In ros das prizoes do invern, precipilava-so gocio '
- embriaguez ao ar livre e fresco da sm ti uma ion,branca que ti
do baile tinha o honsonle por pa- pai-me
ros por pinturas, lelva por soalho c /lernit. tUant. pass. sombres aby
.. uSELt. .!- -i .____\Qeririavousiesjo*r$,qMvouii
de ura longo >arler
as estrellas p
Pareca que a iclicidade depois
exilio [da convidada a uraa festa.
Ulrico eslava espantado do se senlir feliz : as
hesilagoes dodiacederam outros senlimen-
lo. Nunca vira Margarida nesse brlho de
seduegao irresislirel.
Ohl como eu a linha julgado mal, diz elle;
lian, ella nao pcitcncc i esle mundo! vem do
c i co.no a poesia, de que olla feita. Oh! que
thesouro de amor deve esse coraco encerrar e
guardar para um anianle !
A' meia noile, depois de urna contra-danca,
Unco oll'oioceu o braco Margarida, e levou-a
com a exhaitacio, que Ihe causara o baile, uma
nlloa visinha, fracnmenlo illumnada por alguns
rnoiibundos lampeos.
Desde o principio do baile, nao Ihe tinha diri-
gido a palavta, olhava-a, c ella dancava
sempre.
Msdemoiselle, diz elle,o a palavra Ire-
mrn-llie nos babios convulsosMademoiselle,
IIca um instante commign.alim de que, s. possa
vei-vos em vossa graca feminil; sim, necessita-
ra ver-ros assim, de perlo, immovel diante de
mim, calada para esculai-me. Os outros vi-
ra n-vos bastante, queimaram vosso vestido cora
a rhamma de seus olhos. Oh! se nao fosseis um
aojo, ou loria bom soffridu!.... Nao eslaes
caneada do baile ?
Do baile! eul ah! eu dangarei toda a noilo,
e amanhaa ainda! Oh! adoro o baile! estas
contradanzas de Mr. Musard sao arrebatadoras !
gustaes das contradanzas de Mr.Musard ?.... Nao
gestaes ? Recebi ura embrulho dellas.
Sim, gusto de ludo que gostaes. D:ze-me,
nao gostaes deslas bellas noites no campo? Nao
arh os que o amor est em luda a parle, que os
labios ardem ao pronunciar esto nome ?
Fallaremos disso quando estivernios casa-
mes,
engloulissez'!
_ nous rendez-vous ees extases sublimes
Que vous nous ravissez !
Ah at onde queris ir ? Que significa
isto ?
Nada.
Por que lirasles vossa mi da minha ?
Para cruzar os bracos.
Como elle seceo !
Ah !
Amanhaa, ver-mc-heis de veslido de cam-
braia branca, de mangas curias, com um peque-
no bracelete Je esmeraldas e luras do rede ; to-
re trancados os cabellos, cora dous medalhoes
de crystal, aqui... Ah loca i walsa, walsais ?
Urna voz giossa fez-se ouvirnas primeiras ar-
vores da altea.
papai diz Margarida, Ulrico nao se rae-
cheu e olhava Oxamente para o ch&o.
Meu charo genro, exclamou M. Charloux, on-
de leudes a cabeca ? Que lira levou Mr. Durand?
Ulrico estrcmeeeu esle nome.
Madama Durand perdeu seu marido ha Iros
horas ; a pobre seuhoiu manda-vos procurar pa-
ra perguolar-vos novas delle Sem duvida ella
est encommodada.
Ah I meu Dos diz Ulrico levando a mao ;
lesta ; onde posso encontrar madama Durand '!
Di-ros isto milito cuidido ? Senhor, diz'
Margarida... me deixais assim bruscamente ?
Nao o demoraos, diz Mr. Charloux ; elle vai
consolar essa pobre mulher. Creio que Mr. Du-
rand afogou-se no Cardn.
Ulrico, na soleira da casa, lancou os olhos pa-'
ra a danca ; a walsa ter via j, e "Margarida val-
sara, carregaodo consigo pelos ares um gigantes
co conselheiro municipal.
Achou madami Durand s no gabinete de Mr.
Charloux escrevendo uma carta para Nimes. 01-
quando Mr. Isambert na cmara aeixou caluro
divorcio. Ohl quero dar-te um abraco.
Ah meu amigo, se soubesseis quanlo me
cusa !
Deus inventou os das de amanhaa para cu-
rar-nos : espera vinlo e quatro horas.
Nao, nao; eslou vivamente erido ; lasti-
ma-me.
Varaos dar um passeio s Arenas.
Impossivel! vi-como estou abatido, eu, que
hontem leria desenraizado um carvalho I
Iremos almogar em casa de Guirand, e sa-
hireraos fortes como a ponte do Gard, e alegies
como vaudevilles... Vede como est fraco este
mancebo o mais robusto lutador das Cevennas !
Nao sci porque ainda roe lembro do conde Ge- i
rardo ; queres que eu to cont a historia
conde, parte o calembour 1 (1)
o inspi-
para si um
fez-se prior, j
razao, e enviou circulares alguns
velhos cavalleiros, seus amigos, lo enfadados
como elle, convidando-os que se lizessem;
monges. A melado desles cavalleiros permane-
ceu na cavallaria, a oulra respondeu ao convite.
Inauguraram pomposamente o mosleiro ; Gerar-
do formou-se em theologia, e fez-so abbade ; lo-|
dos se cnclauslurarara e fizeram penitencia.
O conde viveu com prazer infinito at a edade
de noventa o cinco anuos, e foi beatificado pelo
papa Paulo III. A legenda o pc no numero
dos santos ; muilo ogiadavel! Lis a historia do
conde Gerardo :
Sim fallas ligeiramenle destas cousas, en-
tretanto, que ellas sao no fundo sempre serias,'
apezar desse verniz frivolo. Oh I o seculo nao
mais desses heroicos sacrificios. Vejo Roma e nao
vejo o deserto.
Queres habitar ura deserto ? um deserto
verdadeiro?
Sim.
Vai Paris. Nao conheces essa cidade ; a
Thebaida do seculo XIX I Ha ah lana gente,
que nao ha ninguera. Quem conheces em Paris?
!Sem um ser vivo; pois bem carainha na mul-
du; ser sempre para ti, como se risses arvo-
ros que passeta; nao se saudam as arvores, e
assim nao ters m bom dia, senhor, gastar.
desse 'Toma um deserto, o mais deserlo possivel, sers;
sempre eocommodado por algum animal feroz,
Km oulra occasio ; boje nao tenho ouvidos po\. al8uraa caravana que te forgar cantar
igo sobre este mundo i com e la :.f)e,us 9nde, e Mahomet seu pro- '
para narrages... Mald
Ah eis-nos cabidos no drama I Deixeraos
passar o rasgo.
Pobre menina! pobre Margarida I... ella fez
oque faria qualquer mulher !
Reacco Desposa-la-has araanha.
Nao, nao...
Depois de araanha.
Nao ; digo-te cem mil vezes, nao !... Quasi
que rae condemno sera motivo ao supplicio de
Mezeocio !...
Isso superior minha erudigo.
Que vida I Arrestar comsigo o corpo... e
desejar a alma I
Ah I bravo fa'tava-le somentc a la appro-
vago. Vamos alraogarem casa do Guirand.
Mas, dize-me, onde agora refugiar-mo,
pheta \ cahirs em alguma choga de rabe," que
; le offereceri lelte de camella e narrar-te-ha um
couto das Mil e uma noites, dormir em p.
Passeia no boulevard do Gand em Paris, nin-
guera le far cantar, e principalmente niio te da-
r cousa alguma. Podes assim viver com o con-
de, al cem anuos; o Papa nao te canonisar,:
mas, em 1836, nao se pode ter ludo.
Eis aqui, creio eu, oquedissesle de mais'
rosoavel desdo esta mauha.
E preciso que o homem se lance entre as
loucuras para adiar a razo.
Sim, creio ter dilo em alguma parte que a
inullido era um deserlo.
possivel; mas, eu aperfeigoci a idea.
Oh j que nao posso viver.".... lenho o re-
curso das Cevennas tambera.
Das Cevennas! Cuidas nisso? foro.ar-lc-hao
quanJo a sociedaee me repelle?
A sociedado nao te repelle, meu amigo
dos, senhor. A' proposito, papal qucixa-se do ,rico desculpou-se muito polidanienle para com
vos, diz que o Iralaes j como ura sogro, que', clla e pcdio-lhc emprestada sua penna para es-
nao u escutaes quando falla, ou que o inlenoiii- crever ura bilhete.
peis.
Ah vosso pai oiz isto
Agora, diz elle niaJama Durand, podemos
partir ; eslou s vossas ordens.
FOLHET111
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMEUCO-
lo bem. Eu nunca leria le dado ura conselho
em um negocio desta nalureza ; em fado de ca-
samento, preciso deixar aos amigos olivre ar-
bitrio ; hoje quebras ludo, applaudo-le, abraco-
te e grilobravo !
(1) Na iraduece nao possivel. oinda que
bem se approxime, fazer senlir o calembour que
ha no original as patarras cont e cotnte, que se i ao conde Gerardo !
pronunciara do mesmo modo.
/Nota do traductor.)
cousa alguma, excepto misanlhropo. Paria lon-
gos monlogos contra a sociedade ; o com tanto,
qoe nao os imprimas, essa sociedade horrivel
dar-te-ha troco de dinheiro^uarlos de cabrito
em casa de Tortoni, vinho di^Jolianisberg, em
copos verdes, nos Frres-Provenceaux ; msica
de Meyerbeer, de Rossini, d'Auber, d'Adam, era
tres theatros; dramas de Hugo, de Dumas, c co
medias de Scribe em toda a parle. I'allavaislo
De dia, haver em torno de
| ti ura lo I barulho de rodas, cavallos, gri-
tos, trovo de mnibus, realejos, caes ols-
cenos e vendedores rouqueuhos, quo nao acha-
ras um logar no espago, para nelle accommodar
um pensamento de desespero. Paris a nica
cartuxa, que a revolucao nao destruio ; ral en-
claustrar-te nella, meu amigo.
Pensaremos nisso.... cala-te; ougo meu
criado na cscada..... certamenle alguma visito.
Durand abri a janella, e tornou a fecha-la com
procaugio.
Meu amigo, diz elle em voz baixa, est ahi
porta um carro, que creio reconhecer .. ....
Mr.Chartoux...
Bom, coragem conlra o assallo; nada de
flaqueza. Queres que eu saia ?
Nao.fica... necessito de ti... Entra : entra
r.este gabinete...
Tem coragem... pensa no conde Gerardo.
Durand fechou-so no gabinete. O criado au-
nunclou Mr. Charloux.
Ulrico em p, e com uma agilagao borrascoso
saudou framente ao terrivel visitante, e offere-
ceu-lhe um cadeira.
Mr. Ch-irtoux, fez um gesto de recusa.
Senhor, diz ello esforgando-se por segurar
a voz, senhor, este bilhete de rosso punho?
Ulrico respondeu com umsignal de cabeca af-
flrmativo. Mr. Charloux s pode continuar depois
de uma longa pausa :
Tendes algum motivo grave para romper
assim um negocio concluido?
Um motivo gravissimo.
Podis communicar-m'o ?
E impossivel, senhor.
Isso diz respeito aos nossos costumes ?
Oh nao.seuhor.
A nossa probidade ?
Ainda menos.
Dcscobristes em rainha Qlha, alguma incli-
nacao secreta, que ella lenha sem que seu pai o
saiba ? '
Vossa filha, senhor, a mais hourada e a
mais pura das mulheres.
Terieis ouvido conversas tendentes dei-
xar-vossuspeilar quo minha fortuna nao est es-
tablecido em bases?...
Nao, nao, senhor...
E que ha invejosos nos cidades... e quando
se lem ganho com o suor de seu rosto, alguma
fortuna, lica-se exposto maledicencia, j calum-
nia, uma...
Creia-rae, senhor, que nao me deixeilovar
por semelhantes ideas ; eu, lenho fortuna mais
que sulliciento para viver com una familia e ter
urna posigao honrosa.
Nao achais minha filha bera educada? ella
foi educada em Montpellier em casa dos senhoras
Lefevro, de Paris, c ganhou Ires premios : o pre-
mio desabedona, o premio de...
\ossa filha, encantora, e sua eJucagao
excelleule ; ella deve fazer a folicidade do um es-
poso.
Pois bera! porque nao a desposis?
Porque temo nao faze-la feliz como olla
merece ser. N.io diante do vossa filha que cu
recuo, diante do matrimonio.
Teria eu vos offendido em alguma conver-
sa cu muilas vezes no campo, goslo de grace-
jar, e podia ser quo alguma graca...
Garanto-vos que vossos "gracejos, sempre
loram decentes para commigo.
Ento, n3o sei.
Mr.Chartoux, olhava para o soalho, enrolando
o caslao de sua bengala. Ulrico apoiova a fronte
as maos.
E' preciso enUo, diz Mr. Charloux, depois
de uma longa pausa, preciso enlo que eu en-
tre em casa sera ter uiua boa razo a dar minha
mulher ?
Lrico nao respondeu.
Nada posso arrancar-vos de satisfactorio,
senhor?
O mesmo silencio.
Devo, pois, lornar-mc o ludibrio de uma
cidade, ou expatriar-me ?
Nos expatriaremos lodos, senhor.
Expalriai-vos, so quizerdes, vos, senbor,
exclamou Mr. Charloux, balendo no soalho ; mas
eu quero ficar.
Pois bem I ficai l
Eis o quo c bem Juro, senhor, e bera inso-
lente !
E levanlou a bengala sobre a cabega de Ul-
rico.
Nao esquecei que eslou era minha casa'
diz Ulrico cun dignidade.
Aqui teem, aqui tcem, os rapazes de hoje,
cora suas ideas do philosophos 1 Loucos, que'
brincara com o quo ha de mais sagrado, com a
honra das mulheres. com o repouso das farailis!
Senhor, diz Ulrico, um instante, um s
instante me abalas : acabalasles de reslituir-me
a coragem : pego-vos que nao acrescenteis mais
nada.
Est bom /
E Mr. Charloux sahiu bruscamenlo, paludo de
colera e aguando a bengala em signal de anteara.
Ouviu-se logo o rodar do carro na calcada.
Elle digno de lastima, diz Durand abrindo
a porla do gabinete.
Eu mais digno ainda do que elle, respon-
deu Ulrico com as lagrimas nos olhos.
Meu Deus! nao vamos mergulhar-nos na
tristeza I E' preciso toraarmos um partido. Antes
de ludo deixeraos esla sala, este quarto. esta
casa. Ha um echo de Mr. Charloux que licar
incrustado nesie tecto. Vem para minna casa ..
ah tu me olhas cora olhos espantados... ochas
minha ollera extraordinaria?... Nao para mi-
nha casa de negocio que le convido, para meu
jardioi extra-muros...
la l uma bibliotheca eseolhida, un:a ser-
a corporoco de saude da
seu enlhusiasmo o digoo re-
fi: SE ti HA rMRITfiA.
foi concedido ; j propendo, em 1858, no raesmo
peridico que, a adopiar-se'a tabella que pre-
sentamos augmentando o sold de tena esles,
I se lizcs|e extensivo o mesmo favor aquellos,
, ainda que se diminuisse a gralilicagao, com- zeram foi tornar estes foros bordo exclusivos' barreiras, c
; ?* Porm< "e se conservasse o mesmo da dita corporaco, como pretende o Pharol, o destruir.
\".;,..,. para provar-lhe isto, chamamos sua attengo pa- i Parlilhamos esualmente desto entliusia=mn
Sentimos, perianto, que um escnplor lao no-1 ra esle trecho dn discurso do primeiro, p fon un- | porque esta posigao justamente a do oflimT de
ra, um tanque, um bilhar, arvores, minha mu-
lher e meus filhinhos.
Ha uma cousa de mais.
T menino, aderinhei; Oca socegado, nao
te inquietarlo; eu os exilarei. Do mais*, elles
sao tao pequeos! Vamos, decide-te; vens?
Aqu o espectro de Mr. Charloux rai perse-
guir-te.
F.u le acompanho.
Abraga-me, o parlamos. O criado pode
ficar. r
Os dous amigos descerara. Alravessaram a ci-
dade e dingirara-se para o jardim hospitalero.
Era um retiro delicioso e visinho da Fonte :
ludo ahi respirara um socego opulento. Duas
ordens de tilias cobriam a casa, e os ramos pro-
longados lulavam sobre as gelosias. Ulrico nu
pode deixar de dizer:
Oh I como se esl bem aqui I
Minha mulher chegar cedo, diz Durand, e
almogaremos ali, diante do riveiro dos passaros;
a mesa esl posta. Podes aqui ficar dousou tres
dias para tua cura, e quando estireres em con-
valescencia, irs para Paris.
Esl entendido ; sim, partirei depois d'ama-
nha... Pde-se alugar os carallos. Prepara-me
um crdito de dez mil francos.
E' muilo pouco. Quando chegares, bom
seria que le langasses em todas as sortes de ex-
cessos para dissipares tua dor; precisas de um
crdito de vinte mil francos pelo menos. Alm
disso, nao podes deixar de jogar.
Nunca joguei.
Coraegars, o jogo mata o amor. Anda,
cre-me, nunca le darei conselhos que nao sejam
bons. Eis quo ci'ega minha mulher: diante dola
sejamos graves, e respeitemos o casamento.
Ulrico correu para offerecer a mo madama
Durand, que descia do carro. Ulrico eslava aba-
lado : quiz disculpar-se do feroz silencio, que
guardara no lilbury na noile precedente, mas a
phrase nao chegou em lempo.
Fazia uma linda noite, respondeu Madama
Durand.
E ella foi depositar seu mantelete na salla
Como bella minha mulher diz Durand
Ulrico, nao ? Parece que enconlrei-a as ex-
cavagoes do Prosceiiuii; ora bem estou habi-
tuado isto. Caluda Vamos para a mesa.
A formosa Artesiana linha langado sobre seus
magnficos cabellos negros uma touca de seda
vermclha, com duas fitas cabidas sobre seus
hombros de estatua : uma arvore da Jadea in-
clinava-se diante dello, e coloria de relexos
vermelhos o movis os bracos ns, o rosto e o
seio da admiravel senhora. "Ulrico trema como
a arvore. Elle lembrou-so da emogo desse ar-
tista, que descobriu a Venus de Mediis uas ex-
cavages da villa de Adriano, e disse comsigo :
E' simplesmente uma emogo da arlisto,
que nesta hora experimento.
Ah I sua estatua era viva.
No dessert Durand levantou-se dizendo :
Gaslei a manha cora a amisode ; agora
rou tratar dos meus negocios. Ulrico, deixo-te
com a senhora ; nos lomaremos a rer no jantar.
Ulrico, vera acampanhar-mc al o porto... Ora
pois I com franqueza, como aclias minha mu-
lher ?
Dou-te os parabens...
Viste como sou serio o reservado diante
dola ?
Sim.
Julgas-me indiflerente, nao ?... Confessa -
que parego um verdadeiro marido de comedia...
Nao creas em apparencias ; amo-a, que uma
adorago. Adeus.
Ulrico ficou no porlao ; olhou por muito tem-
po pora o mesmo lugar, e quando vollou casa,
achou a Artesiana sentada e bordando debaixo
das arvores. Ella nao olhou para o lado, em que
elle eslava, nao manifeslou desejo algum de con-
versar; e assim o tmido moncebo conservou-se
distancia, contentando-se em contemplar,
sempre como artista, a mais linda raulher, que
lenha banhado seus ps no Rhodano, diante da
cidade antiga de Constantino.
A' tarde, Ulrico depois do jantar ainda licou
soziuho com a Artesiana na sola ; irocarora de
lempos lempos algumas phrases sera nexo ;
ella nunca responda mais de duas ou Ires pita-
rras, e suas respostas moslraram ler um sentido
profundo, que impunha Ulrico uma longa me-
dilago. A' meia noile seutu Ulrico no coraco
uma impresso inleiramente nova, rendo a r-
lesiana, vestida de branco. com uma lampada
na mo, atravessar o corredor e fechar a porta
de ura quarlo. Elle obriu uma janella para res-
pirar o fresco e a vida, que cahem das estrellas,
e para pedir ao cu a decifrago de um enigma
terrivel. O cu nao respondeu.
Oilo dias depois, parlindo para a cidade, disse
Durand seu amigo :
Para quando os cavallos ?
Ulrico respondeu.
Ainda eslou doente, meu charo.
Ksl bom quando quizores,..
Entretanto preciso partir, dizia lrico
comsigo ; partir I ha fogo nesta athmosphera ;
esta relva quema ; ha signaes de pisadas, que
abrasara os ps I preciso partir.' ludo se em-
peconha era torno de mim. Ganhemos o porto
antes da tempesiade. Oh nao essa Arlesiana
ao menos quem eu temo, ainda que ella seja
terrirel... temo essa paixo vaga, essa paixo <
insudada, que referve c..., esse demonio que
despedaca-rae o seio, e que quer um alimento...
(Coninuar-se-Zia )
conioclosse scentifica
armado.
E poderiom estes dislinctos homens de estado I
proceder do oulra sorte ? O que elles nunca ti- i senhor
No arruubo de
dactor exclama :
K' bella, eloquentca posigao doquelle quo,
que protessa, offerece fortes
o que a nalureza quer
da sciencia
XXXV
mario.O Pharol Martimo e a Retenha Ma-
rtima do Jornal da Ilahia.
!'f" rTSl"a cL'fa' V,'rSad M8'ttlj"*1de ; ciad "a sessao deTo de"jruho"d'o"ano passado", i ma'rlnha, qu^HH meud?oce^nVe
,!!> !:,", i'gar" commuDS das dccla" qandose defendi por nao ter augmentado os os elementos
vencimculos dos officiaes combatentes.
Os .cobos da Babia, por longo tempo adorme-
cidos, reproduzera hoje vivo riscusso dos nego-
cios da marinha entre dous illustrados conten-
lave
que
macees com que se deslustrara mogos levianos,
e repita os injustas aecusagoesque estes nos fa-
zem, do que lomos f em Deus que S. S. se re-
tratar, seno em publico, ao raeuos em parti-
cular.
Por quo se incommoda o corpo de saude da
armada, nao dizeinos bem, o seu actual com-
peao, com as comparagos que tomos os pri-
meiros estabelecer, do que temos muita hon-
que os Esms. Srs. Visconde de Abacio, Can-
).:.-!. t:. u_____ ____.:____ ..i
ra
dures, que escrevem o PAorol martimo e a Re- \ dido Baplista, Tito Franco, rcpetirain, al o pro
senta Martima do Jornal da Bahia. : pno >r. Saraiva apresentodo pelo i
Mas essa discusso, que al agora corra pla-
cida e serena no terreno firmo dos principios,
p.is-ra controversia doudejanle, polmica
ula com
mais atreridos que o mondo co-
nhece, que sao o mar e o vento, involto em uma
iconcebivel que um primei- noite densa, que encerra mil perigos e trahices,
tima corveta faca s, no infinito que o cerca, acha, nos recursos da
il ris, quando a loi sciencia que professa, forles barreras para con-
servar sou navio, as vidas preciosas que foram
irritante, por causa da
einpregada ltimamente polo nobre escriplor do
Pharol, que se protege com o mais rigoroso in-
cgnito, do qual todava se vai Irahindo no ca-
lor do debate, revelando pertcncer ao distinelo
corpo de saude da armada ; porque pelo dedo
se rmihece o gigarAc.
Ao l-la pareceu-nos ler sido transportado
paia o tempo em que, em cada ura dos porlos da
llanca, os jornaes martimos insertara cada dia
fulminantes polmicos por causa da organisacao
das equipsgens de linha, de que uns eram ini-
inigis Sistemticos, o outros partidarios exalta-
dos. Os primoiros se appellidavam mariii/ieiros
, Pharol ?
Por ventura aquelles estadistas nos acornpa-
nliariara assim, se livessemos eslabelecido uma'
inconveniente 'l'1,esla0 dicula.por que leude ura Ora mesqui-
nho o metal luzente como se exprimi
redactor ?
E' pouco generoso aquello que, favorecido pe-
la sorte, so conspira contra es pobres; por-'
qjo esles suspirara gozar dessa mesma sor-!
le, embora tenham de seu lado a jusliga e a equi-
dude.
Nao cedemos um sentiraenlo ignobil de in-
veja, ao Auri sacra [ames, quando nos venc-,
montos concedidos aos olliciaes de saude da ar-
mada brosileira. aos officiaes do nosso exercilo, o
aos machinislas da nossa esquadra, tumos pro-
curar argumentos poderosos e irrespondiveis,
puros, e os segundos fobins des Uois ; por cau-| que provossera evidentenienle a njustica reta-
sa do uniforme que usovam os soldados da ma- tivo que sofTriom os officiaes combatcnlcs, a
rinha. j mosquinhez de seus vcnciraenlos presentes.
Vinte e tantos duellos foram o resultado destas ; Foram esludos que collocamos debaixo dos
disputas antigs, que assim se oposiguaram ; mas olhos do governo e das cmaras, que nao podem
nao se esquereram. estar uo fado de ludo, principalmente em uma
Nao tememos que os dous adversarios che- materia em que a opiniao prolissional nao re-
guom esle terrivel extremo ; mas receiamos
muilo que dividan) os officiaes da armada e do
corpo de saude em dous campos ; o que ser la-
nioniavel, e bastante ineonvcnienle.
O nobre cscriptor do Pharol nos incito para o
combate : nao desojamos lomar parle nelle para
nao asedar mais o questoo, que convm ser re-
considerada por elle ; porque julgamos a ds-
cus-o assim estabelecida esleril em bens pan o
paii, e fecunda somonte em moles.
Estamos convencido de que, se ler com olten-
{So ludo quanlo ha sete annos temos cscripto
sobro marinha, nao encontrar em uma s linha
urna palavra que signifique prevencao do nossa
parto contra o digno corpo de saude da armada ;
inda mais, que em nosso trato particular com
os membros deste corpo, que bao servido com-
iiosi o ; nao achara um s motivo que nao nos
-ja honroso, que nao se explique por deferen-
cia, araizade, e mutuo rspeilo que deve exis-
tir futro cavalleiros que se enconlram na socie-
dado.
So nesses escrptos demorar-se com conscien-
cia desprevenida e imporcial, colher provos de
quo at temo3 advogado os inleresses desse cor-i
po, j reclamando no Brasil Martimo em julho
de IB54. que os olliciaes de saude, sob as mes-
mas condiges juo os officiaes da armada, lires-
sem direito ao Monto Pio; o que'mais larde lhes
ro lenle commandante de
cenlo cincuenta
o obriga nao arranchar com seus officiaes, o
que o constrange ao duplo e ao triplo dos despe-
zas daquelles ; mas como a exiguidade desses
vencimenlos uma verdade reconhecida por lo-
dos, nao me alargarei esse respeito ; notare
smente A cmara uma circunstancia : um ofi-
cial de marinha um official cientfico ; a vida
domar a mais enfadonha ; e entretanto in-
mensa a dfierenca que se d entre os venci-
menlos de commisso activa de nosso corpo de
embarque de nossos officiaes de marinha. E es-
sa diTerenca lano mais de notar, quanlo
o obre cerl0 ,,uc na0 Preciso estmulos paro ter cheia
": o academia militar, e ha necessidade de vanla-
gens especiaos para adiar quem se quera dar
aos pesados desgoslos da vida do mar. A glo-
ria ainda o seu nico e raais efficaz est-
mulo.
fornecero uma prova evidente de inexadido
desta proposico.
Os officiaes de sade bordo sao destnguidos
pelos comraandanles e officiaes, como raerecem ;
como nenhum outro official goram de considera-
gos iniportanlps. e sao geralmeute estimados.
Com os olliciaes convivem familiarmonle, e
que ameaca acabar com loda a sua tripolago?
Qual c? E' o naufragio ; o os mdicos o que fa-
Que o segundo muito menos podia fazo-lo,
garaule-o o fado de ler sido S. Exc. official de
marinha
J enlo o dislinclo exranislro, que baria
augmentado os venciraentos do corpo de saude,
paracumprir um preceilo de le, e nao por ver
nelle esla superioridade de mereciinento sobre o
as vidas preciosas que
confiadas sua pericia, que a nalureza quer
destruir, empregando todo o seu immctiso
poder.
E' bella, sublimo a posigao desle homem,
quo, ainda depois de vencer os elementos cons-'
pirados contra ello, encentra um navio iuiniigo
combalor, notos perigos i arrostar, mil inciden-
tes era que a sciencia que professa Iho d grande
auxilio ; ou queso acha em uraa enseada, im-
previslamenlo. arrastado pelas corremos, da qual
roisler sabir ferrosamente, sub pena de uraa
perda total nos recites que bordara a praia, onde
as vagas bramera horrive'.niente, como que re-
clamando a presa que Ibes foge, por causa da pe-
ricia desle. homem, que l nos astros a sua der-
rota, e na profundidado dos mares investiga a
suo situaco.
Nao humilhando nenhuma oulra prolissao, nao
vemos no mundo n'iibuma mais elevada, mais
digna de consideradlo e aproco.
Com" diz Lamartinea iminensidade, a poten-
cia, o mobilidodc, o lerror do elemento sobre o
qual trabalha, parece eleva-los cima da hunia-
nidade.
Cem pongos por una gloria, dez hroes era um
zeni nossas eccasies? e quem o medico nesses
apertos? E' o commandante do navio.
Exclama agora o Pharol:
Quem no meio de uma epidemia assoladra,
. no alto mar, entregue aos recursos s da scien-
e.nire uns e ouiros nao apparecem seno estas | cia. salvar o commandante o a guarnico que
insigiiilicanles conlroversias que entre joven ; est confiada aos cuidados do medico? Ser a
surgemem suas relages. I espada do official de marinha?
Nao ha espirito do classe que os separe, c no Qual aquello que no interesse renhido de
momento do pengosempro esto junios, como se i ura combale, amputar o brago do official ou do
vio quando o cholera oslenlava seu furor na Ca-I raariiiheiro forido, c depois de longos disvellos o
Choeira e Santo Amaro, que os Drs. Bolethos. entregar patria e sua familia sao o salvo ?
Carlos l'iederico, CanJiras, etc., encontraran! i Ser o commandante?
sempre seu bordo, ajudando-os al como en- Parodiando simplesmente este argumento di-
termeiros, os Aeciolis, Pinhciros, Ignacios Fonce-1 remos:
cas. Elisiarios, Barboza, ele. Quem no meio de uraa epidemia assoladra,
K esta felizmente a situ.icao. O medico bor- | no alto mar, entregue aos recursos s da scien-
lo. longe de solfrer e calar, como diz o digno
corpo da armada, quebrava assim esta arma, que I "...... e" e; ". '"". "* in-rues em um
comegavom nianejastimpudeiilemcnte alguns S,u ,,om,;m- ,,,s a definigoo do hornera do mar, da-
" i da por aquello grande liltoralo.
Entre a potica descripcoo que citamos, o a do
Ilustrado escriplor do Pharol, procuraremos um
meio termo para adiar a modesta posigao do ol"-
licial da marinha brasileira, que por sem duvi-
da um hornera bom educado, probo, delicado, es
ludioso e dedicado al o herosmo sua patria,
qual serve mais por gloria do que por interes-
membros do dito corpo. de que agora se serve
tambera o Ilustrado escriplor do Pharol, a qual
lera feilo maior mal elle, do que as nossas iuof-
fensivas comparares.
Lea o lluslrado escriplor esle discurso, c ver
presentada, para que reparassera esla injus- como cahem por Ierra os caslellos que clevou no
liga, que tem sido mui funesta marinha impe- ; ar. Nelle abunda expresses muilo honrosos pa-
ria'- i os olliciaes combatenles, que sempre o Sr. ex- se." Esta qualidade'essiracial do hom*m do mar
ina.ai.n roso por nao ler podido altonder juatiea da cau- cora o primeiro loilo, inspiroces generosos, son-
so delles, por falta de aulorisaco, de "que feliz- timemos elevados e grandes como elle.
redactor, pensa e falla, e sempre suas reflexes
sao apreciadas.
Se alguns lem passado pelo desgoslo de serem
contrariados pelos seus conimandantes, porque
nao ha bom sem seno; porque ho perdido
por suas imprudencias, por sua leviandade, o cr-
dito quo doveriam ter, c os comn.andantes nao
raras vezes lem visto seu procediraento justifi-
cado.
algansmos,
produziram o desojado resultado. O goveino as
cmaras convenceram-se das reclamages que
expozemos ; reproduziram esses mesmos esludos
em relalorios que correm impressos, e em dis-
cursos que fa/.om honra oos seus autores ; mos
nao recojheceram, nem podiam fozlo, como
qfiianca o Pharol, nos membros dislinctos do
corpo de saude, essa superioridade de mereci-
menlo sobre os raen, bros dislinctos do corpo da
armada que alardea o Pharol, e que ossegura ao
publico com ail'oiieza, para quem retrata o offi-
cial de marinha, com raras excepges, como um
vadio, iim namorado, um negligente, que, no
fim de 30 ou 40 anuos de ser/ico, s sabe dar o
rumo ao navio, ele.
Que responder quando o injuria too positiva,
quando nem ao menos procura polir-se ?
Fngimus sempre desta arena, em que nao lio
gloria nenhuma, nem para o vencedor, nem para
o vencido.
O Pharol diz que, se os officiaes combatenles
liveram por propugnadores de seus inleresses os
Tilos Francos, Abades, Albuquerques, susten-
tando uma causa justa, egual era a causa sus-
tentada pelos Sarairas e Prannos, reconhecendo
mente se acha agora de posse'o aclualSr. mi-
nistro da marinha.
O retrato que o Ilustrado redaclor do Pharol
esbocou do official de marinha, nao Iho faz
honra. As sombras do seu quadro sao mui car-
regadas ; porque contemplava o official de ma-
rinha com ohos opaixonades o prevenidos in-
uslamenle.
Se finamos acompanhar ao nobre redactor,
pagar-lhc fineza por lineza, poderiaraos dizer que
o corpo de sade quoesii dominado pelo uri
sacra Fames; porque, cmquanlo nao so aug-
inenlarara os vencimenlos, nio se conslituio rc-
gularmenle, depois de augmentados, ainda appa-
receu uma gralificago mensal no regulanienlo
provisorio; e agora mesmo o digno chefe de
O lypo soru verdadeiro se a regra for reduzda sade reclama uma oulra gralificago, que esl
a excepgao. e a excepgo regra. evidentemente derogada, como o decreto quo a
F. o mesrno dcfeito notamos no retrato do offi-; conceda. Mas nao: pensamos quo o corpo de
cial de saude. Assim como ali o depresso en-sade merece todas as considerages, digno dos
Ierra o pobre official de marinha pela ierro maiores vencimenlos, comanlo 'que -no se es-
ca, salvar o navio acossado pela tormento, c a
guamigo era a qual so acha o medico?
Quera conseguir vencer lanas contrarieda-
des, o lempo, e o vento desenfreados, cora uma
tripolago abatida pola molestia, dsiraada pela
epidemia. Ser o medico?
Qual aquello quo no interesse renhido de
um combale salvar o navio e a guarnico, am-
putando alguns membros desle corpo," que so
achom no voso de guerra, para restituir o reslo,
patronato, que ludo invade, como diz muilo depois de longos disvellos, de misadas manobras,
bera o lluslrado redador, como respeilar as I i patria e familia sao e salvo. Ser o medico?
amuradas dos navios de guerra ? Como nao se-1 V o redactor do Pharol que a victoria ainda
duzir um medico para considerar incapaz do I nossa ; que foi precipitado em cntoar um Te-
sorrico um recruta? Deum laudamus em aceo de grogos,. por harer
Ser pur acaso impossivel isto? Ninguera por supposlu que nos linh deixado inicuamente
cerln ojulgar. sotavento.
Devora os resollados das inspeccoes scrcrn con- Por ora o bordo nosso, e oslamos dispostos
siderodos como evongelhos ? | nao perd-lo. para o que nos conservaremos fir-
0 propno governo lem-so manifestado conlra : me e cora muita attengo no catavenlo, com cui-
csla nterprelagao. dado na manobra, genio s obras, e bom mari-
Lembramo-nos que vorias pragas foram uma ; nheiro ao lome.
vez inspeccionadas no corte, e que o Exra. Sr. Terminando estas linhas, que deriamos ao col-
wanderloy entao ministro da marinha, nao se lega. Ihe manifestamos ura desejo que leraos no
conformando com o resollado, foi ossistir nova coraco.
inspecgo; sem que d'ahi lenha prvido o menor; Nada lucra a marinha de guerra com discus-
desar para os destnelos mdicos que fizeram a ; ses que dividain o seu pessoal, irritando-o o
primeira inspecgo. | tmzendo para as relacos o azodume em vez da
Concordaremos com ludo o que quize'r o Pita- delicadeza, que deve reinar entre officiaes que
rol Martimo, menos em constituir o corpo de embora de diTerenles classes, esto reunidos por
saude a bordo um eslado no estado. Nao com- um emblema commum,o bolo d'ancora quo
i prehendemos um medico em um navfo sujoilo honra qualquer que o traga ; ponuo o des-
| apenas ao chefe, ou por muilo favor ao roininan- tinclivo de uraa corporocioIlustre. "
j danto, corno desoja o Pharol. Ninguem melhor do que o collega pode areKir
1 rocure primeiro ochar um exemplo que isto esla verdade, visto que um escriplor Ilustrado
j autonso em alguma marinha estrangeira organi- o inlelligenle como revellam seus artigo.
I dentro, aqui a exogerogo guinda o official de
, saude al o nosso co dos Musulmanos. E' a von-
. lado de humilhar em uraa parte, a expresso do
nrgolho era oulra.
Nao admira, pois, que nestas disposiges
que
quega nunca o governo que bordo elle auxi-
liar, e que todos os favores que Ihe conceder, por
maioria de razo devem ser fcilos entidade prin-
cipal de bordo, ao olficial de marinha.
O nobre redaclor devanei cerlamente, quando
o medico seja considerado pelo illuslndo redac-, afianga que bordo dos nossos navios os medi-
lor como um ministro de Ueus, quando j um eos sao maltratados por seus companheiros do
seu collega o fezDe Deus imitador, de Deus ri- mar.
val '., e o olficial de marinha um ignorante es-' Se se proceder ura inqueiilo, se se ouvir
lipeudiado pelo eslado, I cada uru des mdicos da armada de per si, elles
sada, pora nos convencer da exequibilidade da
i idea.
Quanlo nos ella nao passa de um sonho vao ;
I eoneorreria para a desorganisago de nossa mari-
: nha, que j tantos elementos possue que a acce-
i leram, seria un cravo collocado na roda da dis-
ciplina martimo.
U medico desle modo se transformara em um
; uavio do guerra em um outro alter ego com o
commandante, e esla posigao absurda para ara-
bos.
Queramos s fazer algumas reflcxes oo colle-
ga da Baha, c fomos arrastados para lo lon"o !
Nao podemos ogoro seno considerar a argumerr-
lagoo que aprsenla paro combaler o syllogismo
do Sr. senador visconde de Albuquorquo, que
lano applaudiraos, com qual o nobre collega
pensa nos ler poslo a mordaga na bocea.
Disse aquello Sr. senador :
c Qual a peste maior que ha bordo de um
navio? qmi c, pergunto eu, a occasio de pestg
. artigos,
Pois bem ; Taca o collega juslica ao official do
marinha, nao o collorando aballo da posigao que.
Ihe competo.; apagando esle retralo odioso que
era um momento de humor esbocou, o que um
insulto vivo nossa dignidade.
Ouea qualquer homem sensato, que esleja so
fado da siiuaco ; quo seja imparcial; e ver,
que elle condemno os dous ltimos arligos do
Pharol Martimo, como uraa provocago incon-
veniente, como fachos incendiarios, fugozes, er-
rantes, que nao corresponden! ao litulo ; que em
lugar de guiar, desvoirom ; porque faz sobir o
sangife cabega dos mois fleugmalicos, o des-
perla uma rivalidade quo nao existe, que nao se
dero alimentar, principalmente na occasio em .
que a causo que a podero crear acaba do ser des-
truida pelo corpo legislativo.
E. A.
PERN. TYP. DE M. F. DE FARIA. 1860.
1JP
T-
*-


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EO2ONMRBE_CW8KCX INGEST_TIME 2013-04-26T23:00:13Z PACKAGE AA00011611_08234
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES