Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08233


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Full Text
1HI0 XXXYI. SOMERO 220.
Por tres mezes adiantados 5$000.
Por tres mezes vencidos. 6$000.
SABBABO 22 B SETEMBRO DE
Por anno adiantado 198000
Porte franco para o subscritor.
E.NCIRREGADOS DA SUBSCRIPTO DO KOBTE
Parahiba, o Sr. Antonio Aloxandrino de Lima;
N ital, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lenios Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
ven-a; M.iranho, o Sr. Manoel Jos Martins Ribei
ro Guimarcs; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes do
Muraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazona, o Sr. Jeronymn da Costa.
1'Altl'lDA UU3 lAtliULlua.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do da.
Ignara--i, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anlo, Bezcrros.Bonito, Caruar, Altinhoe
Garaohans as ierras feiras.
Pao d'Alho, Nazreth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso.Una, Barreiros,
Agua Preta, Pimenleiras e Natal quintasfeiras.
(Todos os correios parten) as 10 horas da manhaa.
EPHEMERIDES DO MEZ DE SETEMBRO.
8 Ouarto minguante as 8 horas e 47 minutos
damanhaa.
15 La nova as 3 horas e 49 minutos da manbao
21 Quarto crescenle as 9 horas e 5 minutos da
larde
29 Luacheia as 11 horas e 20 minulosda tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 10 horas e54 minutos da manhaa
Segundo as 11 horas e 18 minulosda larde
{AUDINECIAS DOS TRIBUNAESDA CAPITAL,
tribunal do comraercio : segundas e quintas.
Relaeao : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas
Juizo do comraercio : quartas ao meio dia.
I)ilo de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civil: tercas e sextas ao meio di
Segunda varado civel; quartas e sabbados a umB
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
17 Segunda. S. Pedro de Arbunes ra.
18 Terca. S. Jos de Cupertino f.; S. Thomaz.
19 Quarta. S. Januaro b. m. ; S. Nilob
20 Quima. S. Eustaquio m. ; S. Glicerio b.
21 Sexta. S. Matheus postlo e Evangelista.
22 Sabbdo. S. Mauricio e seus comp. mm.
211 Domingo. S. Lino p. ni. ; S. Tecla v. m.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SL'L.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Das; Bahia.
Sr. Jos Martins Aires; Rio de Janeiro, o Si.
Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Manoel Figueiroa de
Faria.na sua livraria praca da Independencia na
6 e 8.
PARTE OFFICUL
Ministerio ta marinha.
Decreto n. 2,015 de 21 dejulho de 1860.
Mand3 observar o novo regulamento pan as com-
panhias de aprondizes artlleos dos arsenaes
fie marinlia da corle e provincias da Balita e
Pernambuco.
Convindo reunir rm um s regulamento s dis-
posices que existen) a respeitu da compaohia
de aprendizes menores dos arsenaes de marinlia
da corle e provincias da Bahia e Pernambuco, e
harmonisa-lascom o que se aclia disposto uo de-
creto n. 2,583 de 30 de abril ultimo, hei por bem
que se observe o regulanienlo que enm este bai-
xa, assignado por Francisco Xavier Paes Barreto,
dos negocios da marmita, que assim o lenha en -
tendido e faca execntar.
Palacio do Rio de Jineiro em 21 de julho de
1860, trigsimo nono da independencia c do im-
perio.Cono a rubrica de S. M. o imperador.
Francisco Xavier Paes arreto.
$ 2." Apresentar no tiiu de lodos os annos
um niappa dos alumnos que frequentarem a
aula, com declaraco do seu aproveilamento e
conducta.
Art. 8." Compete ao ajtidantc do professor
coadjuvar ao mesmo professor no ensino dos
aprendizes subsliluindo-o nos seus impedi-
mentos.
Art. 9. Compete ao mostr de msica :
1." Comparecer no quartel nos dias que Ihe
fr ordenado pelo commandanle.
2." Leccionar aos aprendizes os rudimentos
de msica, solfejos, regras do acompanhar, etc.,
segundo as forras e dado de cada um.
S 3." Tratar da conservarlo dos instiumenlos,
e de sua accommodaco em lugar proprio.
Art. 10. Compete ao guarda que servir de sar-
gento ajodanle :
S Io Velar na disciplina e no asseio dos apren-
dizes e do qoarlel.
S 2." Acompanhar os aprendizes todas reos
que sahirem do quartel dcbaixo de forma.
S 3." Tratismillir ao porteiro, assim como aos
muros guardas, cozinheiros e serventes, todas
as ordena dadas pelo commandante.
S i." Participar ao commandante immediala-
nioralisados operarios, que o inspector Hornear
de accordo com o commandante ; ficando debai-
xo da dlreccao dos mestres das mesmas officinas
e inspeeco dos respectivos directores.
Art. 24. Os mestres e operarios encarregados
do ensino aos aprendizes artfices percebero
por este servieo urna gralficaco annual que nao
exceder a COJOOO.
CAPITULO V.
Do fardamento, racoes e niais fornecimento.
" Arl. 25. Aos aprendizes arlilices do arsenal se
fornecera o seguinte :
1. No acto de alislar-se, o fardamento gra-
regula-
luito constante da tabella annexa a este
ment sob n. 1.
S t.' O fardaracnto de que depois precisaren),
alm do gratuito, com lando que a sua importan-
cia soja deduzida, ora partes iguaes, do vencimen-
lo ntcnsal, de forma que o descont, que rever-
ter em favor dos cofres pblicos, nunca exceda
melado do salario.
3. As racoes constantes da tabella n. 2, pela
qual se deve fazer a sua alimentaco quotidiana,
lendo-se em vista as observar-oes da mesraa ta-
bella.
llesiilaineiiM para as companhias
de aprendaos artfices dos arse-
naes de mariiiha da corte e pro
vlncias da lahia e Pernambuco.
TITULO I.
Da companhia de aprendizes artfices do arsenal
de marinlia da corte.
CAPITULO 1.
Do pessoal da companhia.
Arl. |. A companhia de aprendizes arlilices
do arsenal de mariiiha da corle ser composta
do pessoal seguinte :
1 commandante, capito lente ;
1 cirurgiao, que ser o do arsenal ;
1 capellao. que ser o do arsenal ;
1 secretario, escrivo de lerceira classe ;
1 agente, commissario de lerceira classe ;
1 professor de primeiras leltras, que ser o do
arsenal ;
1 ajudante do dito, dito ;
1 mostr do msica ;
6guardas, servindo um de sargento-ajudante,
doua de primeiros, e tres de segundos sargen-
tos ;
1 porleiro ;
1 enfermeiro ;
1 cozinheiro ;
1 ajudante do dilo ;
4 serventes ;
200 aprondizes artfices.
i M'iri i.o ii.
Das obrigacoes do commandante c mais empre-
gados da companhia.
Arl. 2." Compete ao commandante :
5 1." Volar cuidadosamente sobre ludo que
onccrncnle ao pessoal c material da compa-
Iihia.
S i." Cuidar na educaco, asseio c boni trala-
inenlo dos aprendizt-s, fazendo freiuentes risitas
ao quartel, para por si mesmo cerlificar-so do
zelo e aclividade de seos subordinados, e da dis-
ciplina e moralidade dos aprondizes.
5 3.' Visitar as escolas o offkinas oode Iraba-
Iharera os aprendizes, para observar o son adian-
tamento, e se
4. Um cama de ferro e raais pertences, con-
mento qualqucr falla de rospeilo que com elle forme a tabella n. 1, sob o titulo objeclos di-
tenham : lano os empregados de que trata o I versos.
paragrapho antecedende, com os aprendizes.
S a." Coadjuvar ao commandante em ludo que
fdr concernenle ao servieo da companhia e do
quartel. cumpriudo com exaeco as suas ordens.
S C." Percorrer, sempre qucihu ordenar o com-
mandante, s officinas em que trabalharein os
5 5. A ferramenta necessara, segundo os of-
ficios a que se dedicarem e o grao de adianla-
mento que mostraren), sendo porm entregue aos
mestres das oflkinas respectivas pata suppri-la
na occasio propria.
Art. 26. O fardamento, racoes, instrumentos
aprendizes, para observarse elles eslo em seus \ de msica, lerramentas e mais objeclos que fo-
lugares e se sao applicados, e conhecer ao mes- rom precisos para a companhia e servieo do quar-
rao lempo se o irabalho de queesio incumbidos; tol, ser ludo fornecido pelo almoxar'ifado, me-
t superior sua Jado c robustez. jdianle os necessarios pedidos.
Art. 11. Compele aos oulros guardas :
1. Executar todas as ordens que receberem
directamente do commandante ou por intermedio
do sargenlc-ajudante, rclatvameuto ao servido
da companhia c do quarlel.
S 2." Fazer o servieo e as rondas a que sao
obrigados, tanto de da, como de noite, dcbaixo
da direcco do sargenlo-ajudanle.
3 Acompanhar fra do quarlel a qualquer' modelo n.2 ;
CAP1TIL0 VI.
Da escripturaco.
Arl. 27. A escripturaco da companhia cons-
tar dos livros seguintes :
1 para matricula geral dos aprendizes artfices,
conforme o modelo n. 1 ;
1 para succorros dos mesmos aprendizes, e para
servir as conferencias das folhas do pagamento,
numero de aprendizes, sempre que isso Iher "or-
denado.
4. Fazer recollier e accordar os aprendizes
s horas marcadas, obrigando-os a que se laveni.
vistam e eslejam promptos para comparecer
revista da manhaa.
5." Obstara quaesquer rixas que possara dar-
se entre os aprendizes e prohibir asstuidas, tanto
as marchas para a escola c arsenal, como na oc-
casio de exercicio.
S 6." Velar com cuidado sobroludo que per-
tencer aos aprendizes, dando logo parle motiva-
da ao sargenlo-ajudanle,quando baja algum des- i do conforme o syslema era uso
1 para soccorros dos officiacs o raais emprega-
dos da companhia e do quartel, e tamben) para
as conferencias das respectivas folhas de paga-
mento ; pudendo servir o modelo n. 2 no que fr
applicavel;
1 para a receila c despeza do agente, modelo
n. 3 ;
1 para a conla dos diuheiros dos aprendizes a
cargo do agente, modelo n 4 :
1 para a receila e despeza do3 medicamenlos
que se gastaren! com o curativo dos aprendizes
tratados no quartel, sendo esse livro escriplura-
camlnho, para poder fazer-se a subaiiiuieao, pre-
cedendo ordem do commandunte.
Arl. 12. Compele ao porleiro :
1." Permanecer no porto do quarlel duran-
te o lempo em que este se adiar aberlo.
1." Prohibir a sabida de qualquer objocto
pertcncente ao quartel, sera ordem do comman-
danle.
3." Impedir o ingresso de pessoa estranha
ao quartel, sera previo conhecimento do com-
mandanle.
Arl. 13. Compele ao er.fonueiro :
2>, urna quantia correspondente melade, para
ser depositada a juros na caixa econmica, ou
em algum eslabelecimento de crdito, e por in-
termedio des agentes das corapanhias, sob ains-
peccao doscoramandantes.
Estas quantias s podero ser levantadas pelos
aprendizes, mediante urna guia, passada pelos
secretarios das corapanhias e rubricada pelos
commandantes,-4rruaiido elle por qualquer moti-
vo se rctirem, ou lenham outro destino, deven-
do nao s enriar-so secretaria de estado dos
negocios da marinha, com o mappa mensal do
estado da companhia, urna nota a respeito do
movimento das sommas postas em gyro, men-
cionando os estabelecimentos que as houverem
aceitado, mas anda orgnisar-sc annualmcnte,
para ser tambem remettido mesma secretaria.
Art. 44. Os aprendizes que antes de comple-
taren) a idade de 16 annos forem entregues, por
qualquer circunstancia, prcredendo ordem da
secretaria de estado, ao pai, tutor, ou pesson
que os livor presentado, indemnisarao a fazenda
nacional das despezas que se houverem feto com
o seu sustento c vestuario.
Art. 45. As faltas de subordinarlo e disciplina
que commetterem os aprendizes" artfices scro
punidas correccioualmente, ao prudente arbitrio
do inspector ou do commandanle respectivo.
A priso simples ou solitaria por lempo que
nao exceda a oilo dias, a prvaco temporaria de
parte da racio, guardas ou seutinellas dobradas,
sao os casligos que Ihes podeui ser infligidos.
Art 46. Os aprendizes artfices que por seu
coraportameulo demandaren) urna disciplina raais
rigorosa, e os quo se mostraren) inhabeis para
os officios, podero ser passados para as compa-
nhiasde aprendizes marinheiros.
Arl. 47. Os aprendizes artfices que completa-
rem dezesseis annos de idade, passarao para as
companhias de artfices militares, e desde enlo,
ficaro igualados s pracas das ditas companhias,
com estas exceptos; 1.a, conlinuaro a ler
quartel no arsenal al a dado do 21 annos*? 2.a,
vencerlo, durante esse lempo, racao e fardaraen-
'o, cujo valor ser lescontado dos vencimentos a
quo liverem direito as officinas do arsenal; 3.a,
K72.
Tabella das racoes que devew. ser distribuidas
aos aprendizes artfices das companhias dos
arsenaes de. marinha da cirte e provincias da
Bahia e l'ernambuco.
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2.
Obtervorott.
Ia O supprimenlo ser foito para um mez, ou
quinzo dias, como for mais conveniente.
Quando em lugar de lenha houver de for-
3 para o registro das ordens do commandante,
do3 oTics recebidos e dirigidos s diversas au-
toridades, e das partes dadas ao inspector do ar-
senal, escripturados tambem conforme o uso lias I
dilereules repaitices.
TITULO II.
Das companhias de aprendizes artfices das ar-
senaes de marinha da llahia e Pernumbuco.
CAPITULO I.
Do pessoal.
Art. 28. As
senaes eraquauto se nao organisar as ditas pro-
vincias taes companhias.
Art. 48. O governo poder mandar alguna
aprendizes artfices Europa, nunca excedeodo
o seu numero a seis com o flm de os fazer ins-
truir em certas arles c officios, escollando para
isso aquelles que se lornarcm notareis por sua
-ro servieo do quarlel. fazendo C0??'!aille para e?le tnnmmt.
ds guardas" ronde os aloja mentes ., f"lar cora zelo e cannlio aquellos apren-
uite, aQin de poder manler-sc a dues C."J0S sofTnmeulos se pud rom curar no
sao dirigidos com dedicacao pelos ,s
mestres rospectroH diz que adoecer, dando inimedialamento parte ao
S ." Delalh
com que um dos
de dia o de noi
necessara ordem e polica.
S ." Manda passar revista a lodos os apren-
dizes anies do seguirem para as escolas, ou para
as officinas.
S 6. Fazer applicar aos aprendizes casligos
moderados pelas fallas quo nao forem do na I u reza
grave, devendo dar logo parle ao inspector quan-
do entender que elles merecem castigos mais se-
veros.
S 7." Examinar e assgnar, se estvorem con-
formes, todos os pedidos e documentos que ihe
presentar o secretario.
8 Fiscalisar a ijuanlidade o qualidade dos
gneros que se receberem, rojeitando os que
adiar de m qualidade, e ler especial cuidado em
que a comida soja bom foita, com asseio c abun-
dante, mas sm dsperdco.
S 9. Admoostar aos ofiiriaes o empregados
sous subordinados quando deixarem de cumprr
as suas obrigacoes, devendo dar logo parte ao
inspector de outn qualquer falla de servieo mais
grave que commetterem.
S 10. Mandar organisar mensalmente um map-
pa do oslado da companhia, com as observaces
do que tiver occorrido. para ser reraetlid'o
secretaria de estado por intermedio do inspector
do arsenal.
5 11. Propor ao mesmo inspector quaesquer
providencias a bem do servieo da companhia.
Art. 3. Compele ao cirurgiao : visitar diaria-
mente o quarlel, alim de tratar os aprendizes da-
quellas eufermidades que por sui ualureza dis-
ptisarem o curativo no hospital, deveudo |ior se-
melhante motivo ter a seu cargo urna pequem
ambulancia.
Art. 4." Compele ao capellao :
1 Exercei na companhia todas as funeces
do seu saccerdocio.
S 2." Cuidar na educaco moral e religiosa dos
aprendizes, explicando-flies a doutrna christa
nos das determinados pelo commandante, se-
gundo asinslrucces que receber do inspector.
Art. 5. Compete ao secretario
companhias de aprendizes arli- .
' ees dos arsenaes de marinha das provincias da assldua aPPllcaCao. 'a^nto especial bom corapor-
I D.k:. n_______i __ r
S 1. Fazer a esoripluracao da companhia c
mais expediente, observando os modelos a que
se refere esto regulamento, em harmona com o
que estiver em uso as repartiees fiscaes e de
arrecadaco da marinha.
S 1. Acudir cora promplido a qualquer apren- Kahia e Pernambuco constarao do pessoal se-
guinte :
Cada companhia :
1 commandante, capilo-tenenle ou Io lente;
1 capellao, servindo de professor de primeiras
Icllras, que ser o do arsenal ;
1 secretario, escrivo de 3a classe ;
1 agente, fiel de 1" classe ;
3 guardas, servindo 1 de sargento ajudante, 1
de 1" sargento e outro de 2o ;
1 cozinheiro ;
2 serventes;
80 sprendizes arlifiecs;
capitulo u.
Das obrigacoes do pessoal, admisso dos apren-
dizes, fornecimeulo o escripturaco.
Art. 29. As obrigacoes do commandanle, ca-
pellao, secretario, agente, sargenlo-ajudanle e
mais guardas, bem como do cozinheiro e srven-
les, sao as mesmas de que trata este regulamento
no capitulo 2o do til. 1". a respeito de idnticos
empregados da companhii de apr.ndizes irtifi-
ces do arsenal de marinha da corle, em tudo
manto Ihes for possivcl.
Art. 30. A admisso dos aprendizes ser regu-
lada pelas dispoiices comidas no capitulo 3
quarto
3." Ser pontu.il as proscripcoes quo o fa-
cultativo houver de dar nos casos do que traa o
paragrapho antecdeme.
Art. li. Compete ao cosinheiro e seu ajudan-
te o servieo proprio de sua prolisso, apresen-
lando s horas marcadas a comida bem prepara-
da, tanto para osemprogados que residirera no
quartel, corto para os aprendizes ; devendo cum-
prr cora ponlualidade as ordens que a esse res-
peito Ihe forem diiigidas.
Arl. 15. Competo aos serventes fazer diaria-
mente lode o servieo do quartel, conforme Ihe
fr ordemnado, empregando-se nislo com zelo e
submisso.
CAPITULO III.
Da admisso dos aprendizes artfices.
Art. 16. Para seradmillido como aprendiz ar-
tfice da companhia necessario :
$ I." Ser cidado brasileiro.
S 2o Ter idade de sele a doze annos.
S 3." Ser de conslituicao robusta e vaccinado.' com a dilTerenca, porm, de ser a mesma admis-
Arl. 17. 0 numero de aprendizes artfices mar- sao ordenada pelos presidentes das provincias,
do no arl. 1 sei precnchdo : | Arl. 31. Para a inslrucco dos aprendizes, d
l. Com os orphos ou desvalidos que, ten- Iribuieo do fardamento, supprimenlo de raeOes
do os requisitos do arl. 16, forem remedidos pe- i mais objeclos necessarios, fica
las autoridades competentes.
S i." Com os filhos das pessoas que por sua
pobreza nao tivercm meios do os alimentar e
educar.
3. Na falla de menores que se achera as
condiees dos paragraphos antecedentes, com
quasquer oulros que sejam apresentados por seus
pas, tutores, ou quein legtimamente os repre-
sentar, dando-se preferencia aos fillios dos ope-
rarios do arsenal, das praeas de pret e marinha-
gem da armada.
Arl. 18. A pessoa que solicitar a admisso de
algum iprendiz ariifice na companhia dever di-
rigir a sua pelico ao inspector do arsenal, ins-
truindo-a com a certido de idade, e mais do-
cumentos que provem achar-se elle as condic-
ces do arl. 16.
Arl. 19. Estando o aprendiz as circunstancias
is-
coes e
eslabelectdo o
mesmo que se acha disposlo nos captulos 4o e 5o,
com referencia s tabellas ns. 1 e 2, em tudo
quanio fr applicavel.
Art. 32. A escripturaco dis companhias cons-
tara tambem dos mesmos livros designados no
capitulo 2o, seguindo-se os modelos de ns. 1 a 4.
TITULO III.
Disposices geraes.
capitulo tinco.
Arl. 33. A companhia de aprendizes artfices
do arsenal de marinha da corte lera a denomina-
cao de Ia, a da Bahia de 2a, e a de Pernambuco
de 3a.
Arl. 31. Cada urna destas companhias lera o
seu quarlel a bordo do algum navio, ou em edi-
ficio apropriado dentro do arsenal, ou prximo a
elle o mais que fr possivel.
Art. 35. O uniforme dos officaes inferiores e dos
de ser aceito, a inspeceo do arsenal far subir a : aprendizes arlilices das companhias ser fixado
pelico presenta do ministro da marinha para i l,e' governo, sob informaco dos inspectores
resolver sobre a admisso. respectivos, continuando porm emqnantn nao
Art. 20. As autoridades que enviorem menores for alterado o que se marcou por aviso de 12 de
g 2 Organisar no primeiro dia do cada mez a Para companhia de aprendizes arlilices, os fa- novembro de 1857.
folha das gralificaees e diaria dos empregados
da companhia, e de 15 em 15 dias a dos salarios
dos aprendizes, segundo o syslema em pratica
nos navios da armada. Estas" folhas devero ler
a sua assignatura e a do commandante da com-
pmhia, e ser rubricadas pelo inspector
$ 3.a Apresentar mensamente ua contadura
da marinha os livros de soccorros e as folhas de
que trata o paragrapho antecedente, para se pro-
ceder compleme liquidaco e fazor-se o pa-
gamento, como se pratica com as pracas da ar-
mada, e bem assim o livro da receila c despeza
do agonlo para os competentes exames.
i." Executar com ponlualidade todas as or-
dens que Ihe der o commandante, tendentes ao
servieo de que est Incumbido.
Art. 6." Compete ao agente :
t. Tomar conta, por inventario, de lodosos
utensilios e mais objeclos perlencenies ao quar-
tel, c cuidar na sua conservaco e asseio.
j 2. Receber do almoxarifdo as racoes e far-
damentos para os aprendizes, bem como os de-
niais objeclos necessarios ao servieo do quarlel,
mediante os competentes pedidos, passando os
respectivos conhecimentos em forma.
^ 3. Fazer a distribuico das racoes e farda-
meutos, e entregar aos guardas c cozinheiros
os objeclos precisos ao servieo, oblendo delles
recibo.
4. Prestar contas na conladoria da marinha
no fim de lodos os annos financeiros.
5 Cumprir com exaeco lodas as ordens que
relativamente arre-
de primeiras
receber do commandante
cadaco a seu cargo.
Art. 7. Compele ao professor
lettras ;
1. Leccionar aos aprendizes as materias co-
udas no 1 do art. 23, adoptando os compendios
e o methodo de ensino que forem approvados
pelo inspector.
rao acompanhar dos documentos exigidos por es-
te regulamento, sem o que nao podero ser
aceitos,
Art. 21. Ordenada a admisso do aprendiz,
mandar o inspector do arsenal lavrar lermo na
secretara da inspeceao, emlivro.de talo, apro-
priodo, no qual assigne o pai, tutor ou a pessoa
que estiver incumbida de apresenta-lo, devendo
especificar-se a obrigaco em que fica o mesmo
aprendiz, do cumprr ludo quanto Ihe fr appli-
cavel pelo presente regulamento.
Art 22. Preenchida a disposign do artigo an-
tecedente, ser o aprendiz remettido pela inspec-
co ao commandanle da companhia, acompanha-
do do lermo, cortado do livro de talo, com as
declararnos convenientes, na forma do art. 16,
aira do ser matriculado no livro compleme.
capitulo ir.
Do ensino dos aprendizes artfices.
Arl. 23. Os aprendizes arlilices do arsenal
aprendero :
1." A lr, escrever, e as quatro primeiras
operacesde orithmetica sobre nmeros inleiros e
decfmaes.
2. A geometra pratica c o desenho linear,
as escolas eslabelecids no arsenal, smente
aquelles que por sua idade e desenvolriraento
esliverem no caso de dedicar-se a taes estudos.
3." A msica, smente aquelles que para
isso liverem rocacao.
4." A doulrino chrislaa.
5." A nalaro, dcbaixo das vistas do guarda
que servir de sargenlo-ajudanle, ou
guardas.
6 As morchas, contramarchas e pequeas
evoluces militares, dirigidas pelo official infe-
rior que o commandante designar.
7..as officujas do arsenal, os officios para
que liverem mais vocacSo e predisposicao phy-
sica, sendo entregues aos mais intelligontes e
Arl. 36. Os aprendizes nao podero sahir para
os arsenaes, nem para outra qualjuer parle an-
da que soja com licenna, sem ir acompanhados
do guarda que servir de sargeato-ojudante, ou
de alguns dos oulros guardas.
Eslas liceneas sero dadas pelos commandan-
les respectivos, com previa autorisacao dos ins-
pectores.
Arl. 3.7. Os commandantes das companhias sc-
ro substituidos nos seus impedimentos por offi-
caes da armada empregados no servieo dos ar-
senaes, precedendo designaco do inspector res-
pectivo.
Art. 38. Os guardas que servirera de sargentos-
ajudantes sero coadjuvados as suas funeces
por um dos oulros guardas que para isso estiver
habilitado e fr designado polo commandanle.
Arl. 39. Os aprendizes artfices percebero a
diaria de 100 res, a qual, segunda oadianlamen-
to que tiverem, ser progressivementa elevada
at 300 ris, fazendo-so-lhes os descontos de-
terminados no 2. do art. 25 deste regula-
mento.
Arl. 40. No accesso dos aprendizes artfices
seguir-se-ha o mesmo que se pratica a respeito
dos operarios dos arsenaes, devendo ..porm as
propostas partir dos commandantes.
Art. 41. Os officiaes inferiores das companhias
os aprendizes e os mais empregados, quando
adoccerem, sero tratados nos hospitaes ou en-
fermaras de marinha, fazendo-se-lhes os des-
contos nos vencimentos pela forma designada no
dos oulros regulamento dos hospilaes.
Art. 42 Aos sargentos ajudantes e mais guar-
das se fornecera graluitomenle, de urna s vez,
o fardamento constante da observaco 5.* da ta-
bella ii. 1.
Arl. 43. Do salario lquido quo Iisuver de ser
abonado aos aprendizes mensalmente deduztr-se-
ha, tciias as ve.es que a importiQein. exceder a
sero obrigados a servir ao estado dez annos, de- j nocer-se carvo de "podra, dar-se-ha urna libra
vendo os da Rihia e Pernambuco ficar avulsos e | para cada aprendiz, ficando, porm ao arbitrio
considerados como operarios dos respectivos ar- do commandante augmentar esta quaniidade
com meia libra, se assim for necessario.
3a Nos das em quo houver cangica para o
ceia dar-so-ha soroente 2 ollares de manleiga a
cada aprendiz.
4'1 O comniHiidanle, quando entender conve-
niente, poder restringir a quaniidade de alguns
dos gneros para nao larer desperdicio.
5a So por qualquer circumslancia fallaron) os
gneros designados para prefazer cada una das
racoes, fica ao arbitrio das competentes auloii-
dades subslitui-los por oulros.
6* Para os pedidos dos gneros variareis
observar-sc-ha em cada semana a seguinte dis-
tribuico :
Pao................. 6 dias.
Male................. 5
Cangica............... 2
Manleiga.............. 6
Arroz.................. 2
Feijo................ 5 >,
acalho ou peixe.. 2
Carne verde........... 4
Dla secca ............ 2
Toucnho.............. 6
_ Azeile doce............ 1
Palacio do Rio de Janeiro, em 21 de julho do
1860 Francisco Xavier Paes Brrelo.
lamento.
Arl. 49. A despeza com a lavagera e concert
da roupa dos aprendizes e osseio dos quarleis
ser paga, na corle pela pagadoria da marinha, e
as provincias pela respectivas thesouratias, me-
dante contrato, ou como for mais conveniente.
Art. 50. A distribuico do lempo para as li-
ces, recreio, refeicoe lodo o mais rgimen das
companhias ser determinada pelos inspectores,
ouvidos os coramandandanles, organisondo-se de
tudo tabellas apropriadas, para se enllocaren)
nos lugares mais fiareis dos quorteis.
Art. 51. Ficam
contrario.
revogadas as disposices em
Palacio do Rio de Janeiro, em 21 de Julho de
1860.Francisco Xavier Paes Barreta.
N. 1.
Tabella do fardamento e oulros objeclos que na
Ministerio da Justina.
Altendendo ao quo rae representou Joo Rodri-
gues Campello, e usando da altribuleo que me
confere o art. 101 8 da conslituicao, hei por bem
perdoar-lhe a pena de sois mezes de prisao, a
que foi condemnado por senteoca do subdelegado
do dislricto da Varees na provincia de Pernam-
buco.
Joo Lustosa da Cunha Paranagu, do raeu
conselho, ministro e secretario de estado dos ne-
occasio do alislamenlo se deve fenecer gra- I gocic)s da' .j^; 0 tha "8Tm"ntendld7faVa
i lulamente a cada um dos aprendizes arlifi- executar.
Palacio do Rio de Janeiro,em 11 de setembro de
1860, 39." da independencia e do imperio.Com
a rubrica de S. M. o Imperador.Jotio Lustosa
ees das companhias dos arsenaes de
da corte e provincias da Bahia e
6izco
marinha
Pernam-
Fardamenlo.
Ro do uniforme.............. 1
Dilo para o servieo............ 1
Grvala ou lenco de seda preta. 1
Frdela de panno.............. 1
Calca de dilo.................. 1
Dita do brim.................... 1
Da de algodo.............. 1
Blusa de brm.................. 1
Dita de algodao................ 1
Par de sapatos................ 1
Camisas de algodo............ 2
SdCCO.......................... i
Diversos objeclos.
Cama de ferro.................. 1
Colcho........................ 1
Travesseiro.................... 1
Cobertor de la................ 1
Lences de algodo............ 6
Fronhas de dito................ 3
Colchas de algodo............ 2
Observacoes.
Ia Alm do fardamenlo cima designado, o
commondante mandar forneccr tudo o que for
necessario aos aprendizes, fazendo-se. porm, os
descontos de que trata o 2 do arl. 25 do re-
gulamento desta data.
2a Aos oprendizes que compozerem a ban-
da de msica ornecer-se-ha gratuitamente
urna sobrecasoca, urna calca c um bonet de
panno.
3a Na despeza que se liouver de dar ao agen-
te, pelo que toca ao fardamenlo fornecido discri-
minar-se-ha, em rolacoes separadas, o gratui'o
daquelle que fr recebido, para ser descontada a
sua importancia.
4a A cama e mais objeclos a olla pertencen-
tcs sero substituidos por oulros quando se
acharera inutilisados.
5a Ao sargenlo-ajudanle e mais guardas se
fornecera por urna s vez urna frdela, urna cal-
ca e um bonel de panno.
Palacio da Rio de Janeiro, em 21 de julho de
186o.francisco Xavier Paes Barrete.
da Cunha Paranagu.
Conforme.Josino do Sascimenlo Silva.
Governo da provincia.
EXrEIEXTE DO DA 20 DE SETEHBBO DE 1860.
Officio do Exm. presdeme das Alagos.Ro-
go a V. Exc. que se sirva de providenciar para
que soja remedido a guia do sentenciado Jos Pe-
reira Santiago, a que nllude o juiz municipal
supplente da lu vara desta cidade no oilicio jun-
to por copia.Communicou-se ao juiz munici-
pal da Ia vara.
Dito ao mesmo.De conformidade como que
me requisilou V. Exc. em officio de 15 do cor-
rente, acabo de aulorisar a Ihesouraria de fazen-
da a pagar a quantia de 12#000 ris. despendida
com o transporte do alteres Antonio Jos Ribeiro,
como se v do recibo que acompanhou o citado
officio, qne fica assim respondido.Olficiou-se a
Ihesouraria de fazenda.
Dito ao Exm. piesdenle da Parahyba.Rogo
a V. Exc. que sirva-se de habilitar-me com as
informoces e documentos precisos, o cumprir o
aviso, junto por copia, expedido pelo ministerio
da juslica em II de maio ultimo, relaliramente
ao requerimenlo, que me devolver, dos reos
Flix de Araujo Litis, Sobioo Lins de Araujo e
llerculano Dias Correia.
Cito ao Exm. director da faculdade de direito
Passo s mos de V. Exc. por copia as infor-
maces ministradas pela ihesouraria de fazenda
acerca do officio que essa directora me dirigi
em 12 do correnle. afnn de que se sirva de ex-
plicar a necessidade dos objeclos mencionados
ua relac.0, qne acompanhou o citado officio.
Dito ao commandanle das armas.Pelo seu
officio de hontem, sob n. 995, fiquei sciente de
haver V. S. cumprdo a Ia parte do meu officio
do 17 do corrente relativamente ao escrivo do
hospital militar, Joo Paulo terrena, deixando
de dar execuco 2a, por se ler apresentado o
mesmo escrivo no da 18 do correnle.Com-
municou-se o inspector da ihesouraria de fa-
zenda.
Dito ao mesmo.Aunoiodo ao que V. S. pro-
pe na ultima parte de seu officio de hontem,
sob n. 994, o autoriso a convidar pela imprensa
aquellas pessoas que, achando-se as circuns-
tancias indicadas no aviso do ministerio da guer-
ra de 27 de junho do anno passado, se quizerem
propor ao preenchinicnto da raga de escrivo
do presidio de Fernando.
Dilo ao mesmo.Transmillo per copia a V. S.
paca seu conhecimento o aviso circular do mi-
nisterio da guerra de 6- desle mez determinando
o modo porque devem ser feitas pelos conselhos
de qualficacu a reviso da guarda nacional as
requisi$es de cirurgies do corpo de saudo do
exercit'i para inspeccionar os guardas. q*ie soli-
cilarem passagera para a reserva.Igual aocom-
(uandante superior do Recite.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de expedir
suas ordens a fin de quo sejam recebidas na bo-
tica do hospital militar, onde podero ser apro-
veitadas. diversos drogas midicinaes, que foram
compradas para tratamenlo das pessoas accom-
mettidas da epedema, que grassou ltimamen-
te na freguezia de S. Lourcnoo da Malta, enlen-
dendo-se V. S. para esse fim com o inspector
da Ihesouraria de fazenda.
Dilo ao chefe de polica.Transmiti por co-
pia a V. S. para seu coiihecimonto e deuda exe-
cuco o decreto de 11 do correte, pelo qual S.
M. o Imperador houve por bem perdoar a Jco
Rodrguez Compello a pena de 6 mezes de priso.
o quo fora condemnado pelo subdelegado da
freguezia da Varee*.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.
Transmuto por copia a V. S para seu conheci-
mento, e a fin, do providenciar como convier, o
oflicio que me dirigi o commandante da esta-
rn naval, acompanliado do outro do comman-
danle do vapor Thelis do qual se deprebendo
quo, alm dos colicortos feitos naquello vapor,
fallara anda alguns precisos as tamancas de
proa, c bem assim calafetar varios lugares do
coovez, principalmente junto das escollhas da
machina, e soalho da carvoeira de proa.Coui-
municou-se ao commandante da estaco naval.
Dilo ao mesmo. Em cumprimenlo do aviso
junio por copia, expedido pelo ministerio da ma-
rinha em 6 do correnle, e em vista dos funda-
mentos nelle indicados, faca V. S. rescindir o
contrato folo com o subdito portuguez Manoel
Nobre de Figuoiredo Ribeiro. para o servieo desse
arsenal, indepc-ndentemente de indemnisaco da
parte do contratado.Commuucou-se ao cnsul
de Torlugal.
Dito ao bario de Guararapes, director geral dos
indios Tendo nesta data levado ao conhecimen-
to do governo imperial a materia do seu officio
de 13 do corrente, a que acompanhou o titulo do
sesmorias e doaoo feita aos Indios da Escada,
aun de que rcsolva acerca da reauisieao que faz
V. S. de dinheiro para dar principio a demarca-
(o dos lenos daquella aldeia, por nao barcr
aqui crdito por onde possa sor S3tisfeita seme-
llianierequisico, assim Ih'o communico em res-
posta ao citado oflicio.
Dilo ao inspector da thesouraiii de fazenda.
Mande V. S. pagar, oslando nos termos legaes, os
prets juntos, a importancia dos vencimentos rela-
livos a primeira quinzena do correnle mez, dos
guardas nacionaes destacados dos batalhes quar-
to e sexto de infaularia deste municipio, confor-
me requisita o respectivo comniaudaute superior
interino, em oflicio do hontem, sob numero 148.
Communicou-se ao commandanle superior su-
prarnencionado.
Dito ao mesmo.Interado do coiileftdo de seu
oflicio de 17 do corrente, sob numero 969, lenho
a dizer em rosposla, que pode V. S. mandar pa-
gar sob mili lia respousabilidade, nos termos do
decreto de 7 de maio de 1812, a auanlia de rs.
59;520, em que importara os vencimentos da es-
colta de guardas nacionaes que conduzio da villa
do Ronilo para esia capital tres recrulas, com
destino ao servieo do exercito, visto nao haver
crdito para esse pagamento, segundo consta do
citado ollicio.
Dito ao mesir.0.Remello a V. S. para tero
devida execueo, o incluso exemplar do aviso de
20 de agosto ultimo, que me foi enviado pelo
Exm. ministro da marinha, fixando o prazo para
a aprcsentaeo dos livros e documentos concer-
nentes s comas dos responsaveis por diuheiros
e valores do estado, a que se refere o artigo 34
do regiilumenlo que baixou com o decrelo nume-
ro 2,548 de 16 de marco deste anno.Comniuni-
con-se ao arsenal de marinha e estaco naval.
Dito oo mesmo.Constando do aviso expedido
pelo ministerio da fazenda em 6 do corrente que,
por decrelo do 1" deste mez fra nomeado Joo
Gonealves da Silva paro fiscal do Raneo de Per-
nambuco, assim o communico a V. S. para seu
conhecimento e direcro.
Dilo ao mesmo.lmeirado do cometido destn
informaco de 17 do corrente, sob numero 972,
dada acerca do officio de 5 deste mez, numero
264, era que o director do arsenal de guerra, pe-
do soja pago o jornal que vencern) 4 serventes
daquelle estabeleciinento, lenho a dizer que nes-
ta dala autoriso o director a conservar o numero
de srvenles quo aetualmeule existe no mesmo
arsenal ; devendo, porm, pedir autorisacao es-
pecial e previa para novas admisses, quando fo-
rem necessarias.
Nao sendo, pois, juslo que os que Irobalharam
deixem de ser pagos por factos alheios, mande
V. S. pagar o jornal dos quatro serventes cima
mencionados.
Dito ao inspector da Ihesouraria provincial.
Tomando em consideroco o que nos requeri-
meutos juntos me expoz o professor publico ju-
bilado Jos Antonio Gonealves de Mello, recora-
moudo a V. S que mande dar cumprimenlo ao
despocho da presidencia de 11 de Janeiro deste
anuo, pelo quol se mandn pagar ao supplicante
a quantia de 2088509, proveniente da gralifica-
cao por mais de doze annos de servieo, que dei-
xou de receber.
Dilo ao mesrao.Com o oflicio que V. S. me
dirigi honlem, sob numero 446, recela urna co-
pia do termo de arremalaco da obra do empe-
dramenlo ntreos marcos de 6 8 mil bragas.
Dito ao director das obras mililares. Trans-
millo por copia a Vmc, para que lenha a devida
execuco o aviso expedido em 6 do corrente, no
qual o Exm. ministro da guerra determina que,
para mclhor aprerioco, os relatorios das obras
militares desia provincia e os respectivos mappas
de despeza, sejam bem especificados, e de modo
que se saiba quaes os trabalhos feitos o por fazer,
e osjornaes que vencem os carpintearos, pedrei-
ros e serventes, do differentes diarias.
Dito ao capito do porto.Communico a V. S
para seu conheeimento, que, segundo consta de
aviso do ministerio da marinha do 10 do corren-
le, por decreto de 14 de julho ultimo, fra no-
meado para o lugar do capilo do porto desta
provincia o chefo de diviso graduado, Jos Ha-
ra Ferreira. Communicou-se ihesouraria de
fazenda.
Dilo ao engenheiro fiscal da estrada de ferro.
Por aviso de 6 de correntp, expedido pelo mi-
nisterio do imperio, me foicomniunicido que por
juizo arbitral de 25 de junho prximo passado, do
engenhoiro-mr Mr. John Hawkshaw, de Londres,
foi conderanoda a companhia da estrada do ferro
desta provincia a por as fioh-plates, ou chapas
de connexao nos trilitos da primeira e segunda
eeccao, que em consequncia desta deciso, de-
clarou o presidente da mesma companhia em of-
licio do 23 de julho, dirigido no ministro do Rra-
sil em Londres, que navio exigido dos contrata-
dores completasscm esta obra at a primeiro se-
mana do correnle mez, ao quo linham estos an-
nuido : o que communico a Vmc. para sua in-
teligencia.Tambem communicou-se ao supe-
rintendente da mesma estrada.
Dilo ao superintendente da estrada de ferro__
Sirva-se o Sr. superintendente da eslrada de fer-
ro de romeiier-rae com a maior brevidade pos-
sivel urna copia aulhenlica de lodos os documen-
tos comprobatorios das despezas da mesma estra-
das, feitas no ultimo semestre, aflm de ser sa-
lisfeita urna recoromendocao ao Exra. Sr. minis-
tro do imperio ; devendo de ora ara dianie o Sr.
superintendente rcmelter-me em duplcala lodos
os documentos, com que instruir as contas que
houver de apresentar-me sobre as despezas da
mesma estrada.
Dito ao juiz municipal da primeira vara desla
cidade. Informe Vmc, so na casa de detencao
existem sentenciados as circunstancias de se-
rena enviados para o presidio de Fernando.
Dilo ao commissario raccinailor provincial.


()
^
Kemelto a Vmc duas caixinhas lonlendo tubos
de pus vaccinieo.
Olio ao agente Oacal da illurainaco gaz.
Pelo seu oflicio de 19 do corronle, fico inteirado
das occorreiicias que se deram, acerca da illurui-
iiacao gaz na ponte da la da Auroia.
ro-tana O presidente da provincia, alteo-
dendo ao que requereu o cirurgio do grande hos-
pital de caridade, Jos Francisco Pinto Guiroa-
res, resolre conceder-lhe 3 mezes de licenca,
cun vencinienlus, i'ara tratar de sua sade.
Dita.s sehores agentes da companhia bra-
bileira de paquetes a vapor mandem dar trans-
pone para a provincia do Pai, no vapor Paran
ao 1." lente da armada, Joo Carlos de Souza
Machado, em uui dos lugares destinados para
passageiros de estado.
Expediente do secretario do gneerno.
Olllcio ao Exm. conselheiru Jovins do Nasci-
mento Silva.direclor geral da secretariado estado
dos negocios da jusllca.S. Exc. o Sr. piesiden-
te a provincia manda aecusar reeebidas as
cornmunicaces que em 12 do correnle Ihe fez
V. Exc de que S. M. o imperador, por decreto
de II, houvo por bera remover os desernbarga-
lores Jos Candido de Pon les Visgucira da reto-
cao do Maranho para ? desta provjncia, e o des-
la Francisco Joaquim Gomes Ribeiro para a do
Rio de Janeiro.Fizerani-se as coairounicaces
do esiyllo.
Dilo ao mesmo S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, manda declarar a V. Exc. que pela
sua coramunicaco de 27 de agosto, sob n 1174 I
ficou inteirado de que S. M. o imperador, por
decreto de 22 daquello me*, houve porbem re-
coadunr j Dr Gervasio Campello Piros Ferreira
no lugar de juiz municipal e de orphaos do ter-
mo de Serinhacm.Fizcram-se as communica- ,
roes precisas.
Dito ao mesmo. -S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, manda aecusar recebida a participa-
nao que em 6 do frrente, e sob n. 1177, lhe fez
V Exc. de que S. II. o imperador, por deereto de
s de agosto ullimo. houve por bem fazer mer-
c a Maooel do Carvalho Paes de Andrade do ofli-
tio de esenvo do juiz especial do commercio'
desia capital. Fizeram-se as communicaccs
necessanas.
Un. Vctor fcmu.anuil. pai uaqucllas qualro li pdo podere sancciu.Mo ouu
S (Ilie ri.'irfl'R ma aman .4 ... k*;.n________ -:__'_. _' 1
WAttlO DE ffrRmMBUCO. SABBADQ 23 DE SETEMBRO DE 1860.
Ili*s, que parece, que anda c em baixo querem
respirar o ardo paraizo.
Uro Carlos Flix lo exemplar pela sua con-
ducta regular e calholica.
E que lhe direi das res rainhas esposas desles
tres i i ni ~ os?
Mana Clotilde ser um dia. e talvez mais ceda
do que 80 pensa, coocada sobre os altares, e tan-
to basta.
Matia Thercza foi a mai das qualro princezas
l mencionadas, que parece que vieram ao mun-
do para o assombrar,-e para o ediDcar ; portad-
lo este o mximo elogio que 86 podo fazer
sua educadora.
alaria Christina bem patenteou a,o mundo a sua
piedede. nao precisamos dize-lo a Vmc, poique
inuito bem a conheceu.
Nao necessario repetir o nome illnslre de sua
?i!lgU(Sla "'"' nem loeiiamos magoa-lo Irazendo-
Ihe memoria seu augusto pai. victima desgra-
sada (la rcvolucao, mas que soube aproveitar-se
e infortunio para tratar de veras do nico nego-
cio importante. A nessi cidade do Porto foi tes-
lemunlia de suas virtudes ; com que elle edifi-
cou aquelles povos nos dias que all viveu.
Oxal, pois, que todas estas considerantes so-
jam capazes de o mover a dizer siocc'raroente
----------------,.._ uj^ao, e necesa-
riamente justo e regular Ora, eis que nao per-
guntamos liais ao suliao-se elle e seu poto sao
a favordos drusos coirtra os maronilas Obran-
do segundo esta idea, de que nao podemos anda
desfazer-nos: cima do qualquer Ici humana, de
qualquer voniade nacional, ha principios de jus-
ica. de direito e de tberdade religiosa que lodos
sao obrigadus a reconhecer, e cuja violaco ao
.pode ser tolerada.
Assim, qualquer que seja o resultado mate-
rial da nossa inlervenco no Orieule, podemos
regozijar-nos pelo resultado moral que ella deve
ler necessariamenle. Todos sabem quaes sao os
nossos votos para o seu bom xito immediato e
prximo ; nos a quiseramos tal que a simples ap-
parisao de nossas tropas a vista das costas do
imperio ottomaoo inspirasse em toda a parle o
temor de urna repreasao enrgica e instantnea;
possivel, o nos vemos com pezar que ellain-
sufliciciite para desconcertar novos prujectos, do
exterminio, para dar ao poder mais vontado sin-
cera, mais forca real, mais accao efficaz ; porm o
que car irresistivelmente cstabelecido, ser o
absurdo dos principios revolucionarios, a impas-
sibilidade dos seguir em todas as suas conse-
quenciassem injuriar ao bom sonso dos povos,
sern abjurar lodo o seniimenlo do direito e da
honra, sem expor a humanidado as mais horri-
. _. _----- a ,.
com o prophela reinunc cwpi.
quoTbem c,0 pC0nn,.erC.CPndOm ma. dC DeUK8' Jeis "* e aos mais remtanles abusos da
soluta P P mudenca ab- forca. Sir, os principios sao absurdos, visto que
Anda est a temn,, < t0"seqcneas lambem o sao ; mal baja pois
SaVtf a u. k qu'-lles que ainda as quizerem sustentar.
eh^MtZnilZ^fZ?}11!; ,ro',0,,l,a des" em.llido esses principios e que os reapondiam bo-
vori^. .** 6ile Ul"" a S"a Cn- > no 0enle, s linham em vista faze-los trium-
dV^ f-1 fu a 'd0S essps,.bemaventurados; ph.r no Occidente. A applicaeao. que queriam
da sua fain.ha, para que o auxil.em. fazcr delles na Europa, Dio dcv'ia aem duvida em
lo "Tecael!o re^i^d '55^ ^ "" SeuS ^^^ '' race lio od?o"o com"
altas P SU8S- gral'dtS qUe eMa rcceb.eria H Azia. A boa f com
i\- que recusam hoie oos sectaiin aaSSfflt? Pa,ra ,qUC S6 reprim., r* beneficio desses principios absoluto, de n"o n-
lia e Jermita'aSe'oflP ,"."? d3 5"" iWfm#' de n'a'ria C de *onl.de acio .1. f.-
em'Ronii P q 8 Peuelrar i nos esperar que nao o reivindicaran, um provei-
n ii, a.,^ .r to de oulros inflis nao menos inimigos da cruz.
le ?,f,l "Ti* m e.q"e aSS'm Cr na,,"cl-! Comprehenderam que nao mais jusursulfocaraa
ambem hoK '"a tSVi ^ ^^ A"'a' calhulicisrao no vilipendio do que fazer pare, er
lainoem buje la esta um Lamonciero para o -i.-:-.:-..- --
repellir.
Pi IX saber invocar a prolecso de S. Leao
deira com o uuuc uo uaviu llucluava no lupodu
maslro, e durante a execucao um marinheiro
trepado nello. agilava o chapeo soltando gritos
ksJ miMurados d0 imprecacs contra
Se d'America passamos a Inglaterra, achomos
os joroaes da semana passada cheios da narra-
cao nrcumslanciada do um crime que causou
MH profunda sensasao nos Ires reinos.
O director de um collegio. o Sr. Hopley, ma-
u um di> son rtic,,x,.i.>. j- -.j. .. j'i. ___
^iSiJsr^SSs% =^=rr^'-^i:
Dito ao inspector da Ihcsouraiia de fazenda
Ue ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin- .
ca, remello a V. S. as duas inclusas ordens do ; 'a8u..quo o proteger, se Ueus Nosso Senlior houver em aualauer oarle do
iherauro nacional, de ns. 138 e UO. e bem as- "ap o tiver destinado para victima expiatoria, estados onde o poder nao lenh
sin. dous olucios da secretaria de fazenda data- f a qua' iocira conceder a paz a sua igreja, e ao para impedir queum fcS "oprima expoSe
dos de 5 e 10 do corrente, acompanhando um "nuri.io intoiro. ,,.:. .?.__..l _., L!>a" ..' cpo
exemplar das circulares nelle mencionadas. "* *BI*a que Garabaldi se allribua como Atila
Dito ao commandante do corpo de polica.S. os dous cpilhetos do melus orbis, e o de flagel-
ase, o Sr. presidento da provincia, inteirado d '"".'.ei< s-'o-ha por algum lempo, mas oape-
re-lhe pela pancada, que lomos urna viva f que
o triumplio nao lardar.
Huilo estimaremos quo estas nossas linlias se
por algum modo chegarem .o conhccimenlo de
que o segundo sargento oao do llego Barros, e
soldado Paulo Francisco de Araujo, lendo con-
cluido o seu lempo deservido engajirarn-se no-
vamtntc no corpo sob seu rbmmando ; assim o
manda declarar a V. S. em resposU aos seus of-
cioa ns. y'Jl e 393 de 19 do correte.
DESPACHOS DO DA 19 OE SETEHBKO.
iftytMftinenfoa
algures o chrislianismo no sangue visto como o
calhocismo nao um crime na Europa mais do
que o chrislianismo deve se-lo na Azia. Si. pois,
er em qualquer parte do Occidante alguna
estados onde o poder nao lenha bastante forca
para impedir que urna faeco opprima, expi "
proscreva innocentes pelo nico motivo do pro-
fessarem o catholicismo o de o pralicarem, qual-
quer que fosse o numero daqueltcs que se isso-
ciassem por fanatismo ou por covardia nessa obra
de gufrocacao e de persoguicao. nenhuma consi-
ilcrarai. jurdica poderia impedir que nina puten-
cia quTTIquer interviesse em favor da juslica, da
humanidado o da liberdade de cuuscieneia. E
le
oresses
e
anuos s bengaladas que lhe administrou por
ouas horas e um quarto. A infeliz creanc tfuha
a nlelhgencia mu pouco desenvolvida, e o exa-
me do cerebro, feilo depois de sua morte. de-
monstrou aos mdicos que ella devia approxi-
mar-so do idiotismo. Mas o director do collegio
nao Uvera o talento ou o animo de descobrir a
[ucapacidade de seu discpulo, e o baleu al ma-
ta-io, despenado por nao poder comprehender o
valor dos algansmos, e a differenca entre um
shilhng e seis pence. Encontraram-se as car-
nes das cxas da victima reduzidas ao estado de
jetea e duas chagas de urna pollegada na perna
O Times e o Exomtner consagram artigos de
fundo a cssa arco revoltanlo, e o ullimo diz
com ndignagao que para encontrar um faci
semelnanto seria preciso procur.i-lo a bordo
dos navios americanos ou n'uma fazenda da
Virginia.
O assassino apenas foi condemnado a qualro
annos de pnsao, e a legislaco ingleza nao dei-
xava applicar urna penna mais forte. Com eflei-
o, a consideraso de que o professor eslava col-
tocado in loco parentis dava-lhe direito de cor-
ngira creanna, e elle s foi punido por ler abu-
sado de seu direito.
Se tal crime livesse sido commettido por um
dos irmaos de nossas escolas chrislaas ou n'ura
collegio de Jesutas, a imprensa liberal ler-se-
hia levantado chola de indignacSn, e feito reca-
hir a responsabilidade sobro lodos os institutos
calhohcos. Porm nao se trata de um frade edu-
cando gratuitamente os filhos do povo. O culpa-
dm?odA!',0Clj.f d,e um C(,l|egio que recebia ........
1.900.000 res 4,800 frs.) aonuaes pela educaco
de seu discpulo. Desde ento os nossos jornes
se callara, e nao podem a reforma de urna legis-
laco que s puno com alguns annos de priso o
mus odioso assassiualo.
C. DE LA ROCHE-HEaOX.
[Uonde.II. uperren.)
tro do prazo de 12 annos, pagos semestraliuente
osjuios e amorlizaso dos mosmos cora urna
quanlia certa o igual.
2.a O pagamento dos juros e amortizacao do
referido empreslimo era cada semestre nao de-
ver exceder a lotalidade das subvencoes ge-
raes e provinciaes concedidas s mencionadas
emprezas, as quaes cam hypolhecadas ao so-
Dredito pagamento, nao podendo o emprezario
be-las sem mostrar ter salisfeito o ullimo
3.4
----- --*** vuipivoillllU.
Ficam anda mais hypolhecados segu-
r3nga do empreslimo o material e mais perln- I.
em que deve ouviro governo sobre as interpel-
166 Antonio Maria do Castro
se-lhe.
fcfcfiSftSBS' P"P-o-Ibe o O necordo que desde o primeiro instante houve
JsarMari3 de Jcs =&= astnraw
________ uisMdencia dos partidos ; o como essas quesies
apresenlam desde ento um terreno largamente
RIO DE .1 WE.lo
ASSEHBL1 GEltVL LEGISLATIVA
CAWARfl DOS SRS. DEPUTADOS.
SESSAO EM 16 DE AGOSTO.
Presidencia do Sr. conde de Baependy.
Havendo numero legal de Srs. depulados, bre-
se sesso
Llda a acta da antecedente approvada.
O Sr. Primeiro Secretario d conta do se-
guidle
EXPEDIENTE.
Um officio do ministerio do imperio, com mu-
llicando que S. II. o Imperador receber a depu-
ipios que toda a imprensa franeeza lacao cncarmgada de aprescnlar-lhe o decreto da
i phase da queslo do Oriente, i assembla geral legislativa, cstabelecendo provi-
COIMANftO DAS ARMAS.
yuaitel do cuiimiando das armas
em Poriiambuco, na eidado do
Beeife, *il de setembro de 18GU.
OIIDEM DO DIA N. 19.
O coronel commandante das armas, declara
para que lenha o devido efleilo, quo approvou o
engajamenlo que lion.cm conlrahio o soldado do
oitavo battlho do infanlaria Antonio Jos Theo
aberto concihanao, o poder nao lera nunca que
recelar de avncar de mais para alcannar quanto
lor possivel o alvo de sua accao ; a unanimidad.
era quo se lirruou ao deierminar-se a obrar urna
garanta do apoio enrgico quo acharia as dilli-
cuidades que lhe poderia suscitar a perseveran, a
da sua generosa dedicanao.
Nao ha razio alguma para so admirarem de
que luda a imprensa calholica da Franca e do es-
iro s lenha lido urna voz para "pedir ea
seguio na ultima phase da q
O Occidente quo impetn o reconhecimeoto
Azia, e por demais esclarecido e justo para nao
fazer delle a norma de seus juizos e do sua con-
ducta mi seus proprios negocios ; o mediterra-
neo nao lem estreiios, a leer firme nao lem rios
nem montahas quo limitein a sua applicaeao e
valor. < .
L. Rri'EiiT.
[Monde.II. Daperron.)
Ha mais de um auno que a magistratura belga
impellida pelo ministerio liberal de Brvxellas,
nao poupa as cavillaeoes de toda a surte no clero
assim como s cominunidades religiosas. Se um
irmo das escolas chrislaas ordena que um me-
nino receba disciplina, se algucra entra para al
demias sobre os bancos de eniissao, no sabbado
a urna hura da tarde, no paro da cidade.__Inlei-
rada.
Um requerimonto de Hanoel de Souza Silva
Serode, pcdmdo para se naturalisar hrasileiro.
A commisso de constituico c poderes.
I.ilo, approvado um parecer da commisso
de commercio, industria e artes, indeferindo o
requerimeiilo em que Joao Jos Faeundes pedo o
privilegio exclusivo de 30 anuos para a explora-
cao c lavra da pedreira de marmore que ha as
immediacoes do Ribeiro, em Minas-Geraes.
Julgado objecto de deliberar;ao, vai a imprimir
para entrar na ordem dos Irabalhos um projeclo
do Sr. Alcntara Machado concedendo Sinla
(.asa da Misericordia de
* l ------- .ciai v tumis Llenen
ees de ambas as emprezas, e sobre Uto o empre-
zario reforcar ainda a sua garaolia cora hypo-
(heca de bens da raiz. equivalentes lotalidade
do empreslimo, se o governo assim o entender
necessario.
* *\ As mencionadas emprezas sero levadas
a elTeito dentro do um anno, depois de realizado
o empKslimo nao podendo o emprezario ero hv-
polhese alguma recorrer reclamaco de qua
quer natureza, a pretexto de infortunios ou per-
das por torga maior para desonerar suas proprie-
dades hypolhecadas. que icam sujeitas indem-
nisarjao do governo.
O Sr. Luiz Carlos pede esclareciroenlos sobre
o addilivo.
Ha aqui urna queslo de ordem, na qual lo-
mara parle os Srs. Fernandes da Cunha, Cruz
Machado, Marlinho Campos, Dantas F. Octaviano
ministro da marinha, Siqueira e Paranhis.
mMer?"Dada ""* queslao' PM"-e a disculir a
Orara os senhores Teixeira Soares e Madu-
A discussao (lea adiada pela hora
O Sr. Presidente d para ordem do dia o se-
Discusso de requerimenlos, e. se houver lem-
po, discussao das materias j designadas, e con-
tinuacao da 3a discussao do orcamento.
Levauta-sc a sesso.
Lida a acta da anterior, approvada.
O Sr. 1." secretarlo d conta do seguinle.
EXPEDIENTE.
tenrto ,T S0 m'nislerio da marinha, remet-
e JtJ Pl- di reP" co relativamen-
le pretendo d Joaquim Rodrigues do Valle
A commisso de penses e ordenados.
Um requenmenlo de Carlos Seila. pedindo a
cooceMao de se naturalisar brasileiro.^A' om!
missao de poderes.
O Sr. F. Octaviano oblendo a patarra pede
ao Sr. presidente qne lhe marque o da e a hora
--------_ uo ....un.onu nmuniu juso meo- mingeno so leu ia lidouma voz liara iii'.tir boi .. ._____...-----------------------....~. .
dono para servir por mais seis annos, nes termos OlerTencao, capprova-1 desdo mu i decid!,, v t, J ." V ""' P'ldrC r"cebe
SESSO EM 18 de AGOSTO DE 1860.
Presidencia do Sr. conde de Baepeny.
Havendo numero legal de Srs. depulados
abre-se a sessao.
Lida a acta da antecedente, aprovadt.
O Sr. Primeiro Secretario d conla do se-
EXPEDIENTE.
Um officio do ministerio do imperio enviando
o requenmenlo dos emprezarios da companhia
de navegacao a vapor alagoana, pedindo urna
subvaneao que a coadjuve no cosleio.A' com-
misso de fazenda.
Outro do mesmo ministerio remoliendo urra
representacao da assembla legislativa provin-
cial do Cear, pedindo quesecnceda coi.fra-
na do Hospital de Caridade da cidade da Forta-
leza autonsacao para que possaella possuir bens
do raz ate o valor de I00;000g000.-A' commis-
sao de tazenaa.
Outro do mesmo ministerio enviando o aulho-
grapnoda resoluco da assembla geral legisla-
iva, aulonsando o governo a mandar matricu-
ar na Faculdade de Direilo de San-Paulo os es-
tudiles Eduardo Meireles AUes Moreira e Heu-
nque Antonio Alvos de Carvalho.-A archivar-
se lazendo a devida parlicipaco ao senado.
Lido, e appmvado ura parecer da commisso
de fazenda, resolvendo que seja ouvido o u-
vernosobreorequerimenlode Vicente Ferreira
Uarvalhaes.
Julgado objecto do deliberaco, vai a imprimir
pera entrar ni ordem dos Irabalhos um parecer
u. commisso de pensos e oidenados, tornando
extensiva aos proessores de canto gregoriano
dos seminarios do imperio a disposieau da Ici n.
90j de de agosto de 1818.
Saoappiovadas Ireze redaecesde projectos i
publicados. '
Discussao de requerimenlos.
O Sr. Saplista Monteiro cumpiindo a promes-
M que uzera no sabbado passado, volta ques-
lo de que enlao se oceupra ; e. depois de pro-
nunciar um discurso, manda mesa um reque-
to pedindo diversas ioormacdes ao go-
1S58.
Assignado. Jos Antonio da Fonseca Gaho.
Conforme.Antonio Eneas Gustavo Galvo,]
alteres ajudanle de ordens inlerino do comman lo.
EXTERIOR.
Carta do marque/ de LVradto l
S*. M, o re da Sardenlia.
Senhor
U grande favor, que devi memoria de seu
augusto pai, que se dignara de receber-me com
tama munificencia, e at de ouvir-me, e de to-
mar em consideracao alguma cousa que Iho
aprsente!, faz com quo me atreva a enderessar-
""' a nesta occasio, que me parece on-
portuna. r '
>r.. eu fallara com franqueza a Carlos Alber-
to, nao se oenda se lizer o mesmo a Viclor
l.mmanuel.
J lempo de acordar desse lelhargo, em que
seacha mergulhado.
Lernbre-se que sua respeilarel mai. se rires-
se, lhe dira, como a mai dos macabeos, disse ao
seu lilho. que olhasse para o co.
Levante, sim, levante os olhos para o co ; e
lalvcz que os levanto para onde pamente pode-
mos crer que ja se ache. ou que bem cedo I r
ter aquella exemplar roinha para recebera coron
de gloria em recompensa de suas virtudes.
Consulte porum momento essas cimas respei-
laveis de urna tal mai, e depois de meditar com
pausa c com senedade sobre o grave assumpto
de que se deve oceupar na actualidade, proslran-
io-se aos ps de Jesus Chrislo, lance mao da.
quelle duro marmore de S. Jeronymo, c Data com
elle esse peilo al o abrandar. .> conseguir amo
lecer o corado que nelle se encerra.
V. M. n.io deve ignorar a brilhante historia de
sua familia a datar de Berlholdo, conde de Mu-
riendo, Humbertos, Amedeos, Piliberlos, ele.
i>s, os Porluguezes somos interessados em
commemorar esses grandes homens da casa de
i f,?' donde nos v,'i0 8T",|'a ptima rainha I)
Matalda, esposado nosso rei fundador da mona r-
chia o Sr. D. Affonso Henriques.
_ Lila tinha bem a quem sahir. Quem ha que
ignore o nome de seu irmao, Humberto 111, que
ar lao alto como fazeni aqui para estarem certas
de reunirem em torno de si todos aquellos que
tem por costme obedecer voz da religiao
Uujiiio a imprensa revolucionaria ; ella nos pro-
va mais esta vez o que ja sabamos, o que nin-
guem devoria esqueeer nunca : q,ue na senda lo
. erro os homens valem sempre mais do que seus
! principios.
Com efteito, essa intervcneo em todos os
| pontos completamente opposta aos principios
emiltidos, o sem cessar sustentados pela revo-
lucao ha alguns anuos.
Um jornal caiholico do Turirn, a Armona, fl-
zera notar, desde os primeiros momentos esse
feliz repudio de doulrinas e ideas incompatireis
com loda a poltica honesta e nobfe, com os do-
veres imposiosaos soberanos para bem dos povos
e repouso do mundo.
A poltica moderna, dizia a ,lrmrii,i, tinha es-
cnpto no fiontispielo deseu programma o prin-
cipio de nao inlerreocao. Ella declarava as po-
putacoessenhorasde si mesmas, quer em polti-
ca, quor em religiao ; quo tossem entregues di-
laceraeoes intestinas, divididas
absorresse a outra, as potenciasesirangeir
deiiam oceupar-se disso nom incommodar-se.
"ojo pa| reconhecido que essa urna doutrina
indigna da mesma poca de drilisaefio, e que
nuca os povos n'um solamente incompatirel
com o principio de fialernidade universal lanas
reies proclamado.
Tomando a iniciativa do urna expedieo militar
te. somos, ,)0S| us primeiros, segundo .
;.....- Vissouras, alm da dis-
gum convento sera o co"nse"nTiieito"de uidiVo'a Rf"^J'",! Ie,s d" 1arno'l'sacao, parQ que possa el-,
seus prenles, se un. padre recebe a abjurado lalor da atM?IWn2 !' ?H"" %Provnci."" a,0 eTnS
*8,or M SUU.OUU9, os meamos favores, ncluindo i .
os privilegios e isencoes que pelos Io e 2o arti- r AP01aJ(> requerimcnlo, enlra era discussao
gos da le n. 60 de 30 agosto de 1817 foram ron- "?caniJo. Porm, adiado em eonsequencia de pe-
cedidos i Santa Casa da Misericordia desta corte. n* *'*' s>"- Marlinho Campos.
O .DEM DO DIA ; Sr" Marl"'no Campos, juslilicando-o com
Posto votos, adoptado o seguinle projecto. I miu^ri nerUo noe^ ESI"-.* "T ? SSUnU'
cuja discussao licou encerrada na sesso do di S ^'0'^?' hc-a adiado por pe-
qualorze: ulr "^Pa'avra o Sr. Alexandrc Siqueira:
A assembla geral resohe :
Arl. 1." Contina em vigor para a prxima
seguinle legislatura o decreto n. 072 do 13 de
luco Siecleescolheu de preferencia as quesies |sil'llbro_de 1852, que marca o subsidio, e a in-
ou de nia-
. ecclesiastica
a um individuo, a um suicida ou a um duellista
os culpados, segundo o espiilo liberal, sao leva'
das barra de um Iribnnal, e a independtnce
eefye-procura fazer escndalo com a publicaco
de todas as circo distancias dos debales. O Siecle
aprovnta issu sofregamente. lo grande o seu
respeto religi, o o milhao do leitores apren-
de assim a despresar o clero as odenlas requi-
is dos promotores pblicos da Blgica. J
jes .-----. "~'< i"*- 'v. u suu^iuiu, t: t 111-
'demiusacao para as despezas da viagem da rinda
11 e volla dos i!.'- 11 ',.. aIibahm^.------___i
.uejulga desfavoraveis rehgio. na sua chr<
nica dos tnbunaes, por que ra/o nunca falla
dos crimes ou delicios commeitidos por miis- ,
tros protestanles na Inglaterra ou n'Anierica ?! _a Io Os senadores e depulados nao recebo-
Ouerem, pois,, provar-uus que s odciam |''''" u sul)sidio seuo desde o dia em que lizerem
o catholicismo. E verdade que pera fallar desses (,|1,'ul'v;l ;l sua cunada
lirada.
e volla dos deputados, obserrando-Se as aegui- talfflff!. ?IL?"if"" e "(,rts,!"lilr s""
tes condices: .ages ade o Imperador o decreto da assembla
1. >. ifuri Iiwii.^I-i... __. 1. a
Itequciro que se uega ao governo exerapla-
res de uutolim official em numero sufficieute
para serem distribuidos pelos membros da c-
mara dos deputados,
A' 1 hora da tarde, segundo eslava annunciado,
depntacao encarrugada de presentar a Sua
na respectiva cmara, e
crimes, sena preciso saber fallar ingle/., e as ca- I d.,,lx'',ri|o de pciceb-lo logo que constare sua rc-
--------*-- _- lirada.
r.----_ ^. ,,,,,,, ,,,n,. ,,t t aa -Jcl_
pacMades grupadas em torno do Sr. Harn, pre-1
ferem receber a sua tarefa traduzidadas ogemias'
de pulilicidade.
Um desses crimes leve ltimamente urna gran-
de repercueso nos Estados-Unidos. Um minis-
tro melhodisla, o R. Jacob Hanien, fui enforcado
"Mire si, que urna de ilh a v e"lori,i1"0
s etlrangeiras nao : LbJ* h? "o estado de NeW-Jersey por ler en-
venenado a sua mulher cinco mezes d.-pois de
casado Elle seduzira Miss Dorland. e tasara
com ella para salvar a sua repuiaco do minis-
: porem |..go depois conceaeu'urna violenta
2." A indemnisaco do que Irata este arti-
go nao poder venicar-so seuo 110 caso de ef
tectuar-se a viagem.
Arl. 2. Ficaiu revogaasss disposiees era
contrario.
Vai .1 commisso de redacQo.
Contina a segunda discussao do projeclo nu-
mero 123 de 18(8 da quesloTeixeira Barboza
Depois do orarem 03 Srs. Itezerra Cavalcanli o
Henriques, Oca a discussao adiada pela hora.
Passaudo-se a segunda parle da ordem do dia,
era conheeido pelosantoo que boje se sena
beatihcado. Deveu ello a sua excedente educa-
Cao ao virtuoso Aincdeo de Hauterire, hispo do
Lozana. r
Esle soberano favorecen os guelfos em favor de
Alexandro III, salvou a Igreja, dando muitas
consolacoes ao Summo Pcnlifice.
E quo diremos peio mesmo lempo do Beato
lionilacio, nrcebispo do Cantuarra, da mesma fa-
milia ?
Lembre-se V. M. de que Amadeo V, foi
quem persuadi Joao XXII a promulgar urna
cruzada.
Quer ver qual era o respeto e amor de Ame-
r h PC bVn,mo l'ontilice ?
jUditiosa observaeo do jornal piemonlez, pro-
testar contra essas Iheorias deploraveis ; pro, la -
niainos de um modo implcito, se o quizerem,
. mas perfeilamente claro, que, quando as leis
.eternas da justica sao odiosamente violadas
quando os dtreitos mais sagrados sao calcados aos
pos, quando o sangue corre, quando os bons sao
"cumasda hberdade dos mos, perlence ento
aos principes que lem o poder, procurar um ter-
mo prompio taes desordens o entrar, em caso
oe necesstdade, mao armada se os estados en-
tregue .1 confusao e anarchia.
Dis motivos invocados para justificar essa in-
iciiao e raze-la aceitar sem opposicao pela Eu-
ropa chrislaa, poderiamos deduzir al qualro ra-
/oes principaes que podem autorisar una poten-
paixio por oma jotren de sua congregaco Uis I OBrT^'T.'i'," 8e^ P" aa "' do dia,
Smilh. e ape/ar do recurso ao divorcio Prfe io f?.1 d,scusf',. Pjoclo ... 83 deste n-
dese robara car-se de sua mulher por melote ve- m od. Q ea, I o a le. de 23 de novembro de 18(1
nono alim de poder desposar o mais breve oossi- r re a sua segunda paixao. Os protestante e"e v^""P. JoM ",c'nbros or'B"os o doze
extraordinarios, o cotiselbo de estado ser d:r-
lam a eonliss.io secreta dos calholicos ; c no
eiilrelanlo s circu no arrepeudiraento de um
culpado, fazendo elle urna conlisso publica de
seu crime. Ilarden entregou, pois, publicida-
de urna historia de sua vida, c nello confessa ter
inopinado arsnico e ludano a sua infeliz mu-
llici por onze vezes diversas. A primeira occa-
sio em que lhe deu o veneno foi quando ella
sem desconfiar, eslava sentada em seus joelhos'
tile liana deitado arseni;o era urna metade de
una macu, oconvidou-a teruanienle a comer
em quanlo elle coma a outra raolade que nao
linna veneno. Ao observar-lhe sua mulher que
senta como que arca estalar nos denles, raspn-
deu-lne que era um p para impedi-la de licar
grvida Isto I-se esciiplo na conlisso escrip-
ia daquello miseravel. Ao depois deu-lhe arse-
cia intervir em ouiro estado :
1- Quando o governo local presta o seu concur- "i,(l <--m lelte alim de apressar
9 n'S.. ,""S grai'!'s' ou 0S0 pode reprim-las ; O supplicio desse criminoso era. oois
2. Quando urna classe do eidadaoa victima qoe merecido; porm causa indlanacao o com
SaK-.-* Ulra daSSC "* *e'ou Por.amento. da mul.ido em torifo Z l lfZ'
mais audaz Ao passo que en. Boma o em aualauer ierra rV
3. Quando Iral.-se de fazer cessar urna perse- """ca o povo nao v no culpado seno n. chris
g^^a'!,r,d,!',nC'hllS,r; -, l^q"fvaimorrer; e lhe dS com eTusa es-
nir,iii "81"10 se violara aberlamenle '""la de suas oraces, entre os protestantes a
\\1Pn,fa !'0S C?m a E0rOW- execracao popular-aconipanha o c, demnadu al
pvoo n p aqUe"e ODernno ( Amedeo"V) Vuera I d, '"' de um milhao do inimigos, Druzzos
o ou o Papa segurando as redeas do seu ca- Metualis, Musulmanes, ele. Logo," osor "o I
u'e im. ,- a- rPS ',em n,'1ior'a. e segundo as doulrinas parla-
Flir Pm [i a, dKerSS mea '1reS' "a f""eL'isam **0, ounn.es ru
IV I tIL fig S a ^a"de homcm ( Amedeo plmente ra/o ; porm o bom senso da Europa
o mximo respeilo Saula S, prolesta contra semelhanles applicaces compre-
volucionaria, a questo'de maicria. nao ir
admissive quando se trata da applicaeao deslas
chdsAi6- ^erCi'',CI dS dirc,ilos das potencias!----------...... i>>aieoios uo infeliz dere-
Aquelles quoseachain hoje opprimi- \ """ ser perturbados por essas injurias barbaras.,
urna populacao de cerca dej lor "clura ser esle um meio cuidoso deodis- ppnsando as leis de amortisaco s malrizes das
ante.s ntie ftanlftm nn .ma. [tur .1) :irri[ian.li moni ^ n .*,.-----------------.. vil Lie__11,11-, H^ n.s--------o tf...i. _^.:= ...
gritos insultantes de um povo inteiro quo I
I exprobrava seus crimen e o votova ao inferno.
;Assim os ltimos pensamenlos do infeliz deve-
dido em qualro seeces : contencioso adminis-
tiaiivo ; eslrangetros, marinha e guerra tiuslica e
fazenda ; e imperio.
Esla ultimaseccJo consultar lambem sbreos
negocios quo correrera pelo ministerio da agri-
cullura o obras publicas.
Este nicamente o espirito do arl. 1."
Oram os Srs. Franco de Almeida e ministro do
imperio.
Nao havendo casa para volar-se, o Sr. presi-
dente declara encerrada a discussao e designa a
ordem do dia.
Levanta-so a sesso.
SESSAO EM 17 DE AGOSTO.
Presidencia do Sr. visconde de Camaragibe..
Havendo numero legal de Srs deputados, abre-
se a sesso.
Lida a acia da anterior, approvada.
0 Sr. 1." secretario d conta do seguinle
EXPEDIENTE.
Un parecer da commisso deconsliluio e po-
deres, autorisando o governo a mandar passar
caria do naluralisacao a Manoel de Souza Silva
Serodio Julgado objecto de deliberaco. vai a
Imprimir para entrar na ordem dos Irabalhos.
1 O Sr. Pcreira da Cunha, fundamenlando-o
ligeiramenlc, manda mesa ura projecto dis-
mulher de Ca rol IV Yendo VZtnl"L%^'' setecrAo. n M h"..?JS' PPu,,Sao do *> iar ve"lura esl,! "' n.eio ca'ridoso de o dis- Pasando as leis de amortisaco s malrizes da
va.gata, toi aqueUe A^Seo^t^m itt_&lr^F2. 22Z Z^SZ^Vi^^ > ~- SSTK 1JP~* L*~S*-J-.
v ao Summo Pontifice.
Foi um homern cheio da caridade, a ponto do
P-ir os pobres mesa dizeudo que estes faziam a
pompa da sua corte.
hende perfeilamenle que ha regras' de juslca e
de humanidade que eslo cima de todas as c'on-
s.deraeoes esenplas e juradas. Demonslra-sc
que o principio das maiorias absurdo o revol-
parecer disiiia de seu Creador? V|C"> de S. Paulo, para que posso possuir e
4 14 de iiilha ,iQ -. m, v i : adquirir bens do raiz at o valor de 30:000g ; (1-
exemnlod.ssaseu";'HC^:nW"Ulk Um D0! cand0 '"usados o revalidados aquellos bens
rt!; S!?..-t?l !f ^^Sf1?,.1?^*!!1*. Pr oacasiSo que. sem Hcenca, possuirem actualmente as
r. *""" *"" f"'"-iidu uas maiorias absurdo o revnl-
tin nnr P?" i?" ? CrU"d" Pu1cla'nada era *- l!>T e'a ?',M consqncias : nova conquista da
por Po H, nao so para libertar o santo se- 0ld,fni sobre a revoluco.
puichro. mas lambem para refrear os turcos.
roi justo, paciente, manso, resignado, e sabia
ganhar os coracoes dos seus subditos pelo subli-
me exercicio das virtudes chrislaas
Morreu em sabbado de Alleluia em Vercelli no
anno do 1472, sendo chorado e venerado pelos i
povos que o perdiam.
i,Pe. huveram dous Amedeos, que seguiram ou-
troilnlho, nao os imite.
cava7ln q.!.m0rle, Uo des8ra0'"la pela queda de
"!aI,'..'!Ua-a,rreba,ou Amedeo VII. quo tinha
(Julia prelencao revolucionaria anniquilada.
Osractosconsumniados despeito de todo o dirci-
lo e de toda a justiga, deviam ser aceilos por is-
so mesmo que erara consummados; lomavora lu-
gar entre os fados mais legtimos e mais regu-
lares s morticinios do Libano a os assassina-
los de Damasco lambem sao fados consummados;
porem ainda quando o tossem com menos horr-
les, atrocidades e infamias, nem por isso deixa-
riam de provocar a indignaco da Europa e legi-
de executar-so o"pinta Huks. Tend'o esse r
riniieu-o assassinado tres pessoas no mir, delc-
minou a senlenca que elle baria de
.rime em una ilheta da enseada de Ne'w-York
em pleno mar e a vista dos innumeraveis navios
que sulcam-no em todos os sentidos. A execu-
. cao converteu-se pois n'um espectculo, prega-
ra-n-se cartazes em lodos os muros annuncian-
do-a, e nulhares de barcos do recreio trouxeram
curiosos vidos de contemplar os ltimos momen-
tos do pirata. O proprio vapor quo condu/ja
iticks, tinha a bordo mil e quiuhentos pessoas
que o Herald descreve nos seguintcs lermos:
Jogadores do murro, jugadores de proliss.io,
bebenoes a reforma, adores, mdicos e redac-
tores de jornaes
Um loia de bebidas e urna sala de refrescos
estavam bertas a enlre ponte, e flzeram bem
bom negocio, diz anda o Herald. Desviaran) o
pe- da esleir em que la para rodear Greal
DMatid2r.T"'UB""1 A,nea*o v". quo tinha I Umara prompla iiilervenyao de qualquer polen-1ZZZ,.T"Sj!
p .s adosuas homenagensao anlipapa Benedic-i "mada, de urna espada para proteger e vin- I?' ?' .nda e8lei."
/mo. ,. !arem toda aparte os innocentes ; f;^ o av,o niODStro quo alinal pdo flac-
?e rnrpnpf. ," ^mfm VI) nsta que E, ao depois. como deveremos entender agora '"" dfn"gla erra para a A-ner.ca ; e emquanlo
e convertera. renunciando ao am.papado. que o dogma da soberana popular ? O povo turco ^,C,".0MS "dm.ravam as proporces do collosso
<.. eutre dous copos do agurdente, o condemnado
ouvia piedosamenteasexhortaces do B. P. Do-
r.' (TI -1 111 I (1.1 PitmninKn .1.. I_____ n
exercitou, tomando o nome de Flix v
Ponha, portanto, os olhos na historia de tantos
dos seus que tao brhanle e dcca at aos ul-
que c o representante do imperio e que lhe d
seu nome, nao se lerantou era peso para exter-
inar os christos? ^ao pois, um facto
m. iTZ~ r'*""'7 ,: uc-^-a aie aos ul- i 'r os cnrisiaosr "ao e, no s um fado
nodel nS de Sa^de,,h, Para os lomar Por remptono a manim.dade coraje pronuncio
\Srih lr nihn. ,i v Con'ia esles? ?oisbera essa manimidade em
dmn- ,0r Amede" Ii FO- er urna justificaco e urna descuipa aos
als Frn6'^6 i1"8"1 "0B,Par" 4P'oa. nzn olbo. da Europa, umaSazao para as plencia!
memos en ''UC, dePul8 d.epo'os soflri- s.range.ras intervirem, ou pelo menos appro-
do di *; ronuot,a acaba *ua v'* no noricia- """m o ralicarern a nossi intsrvenco.
5S h? ru.n" l. Xw VC Hm;* rS- '. 0. .qi fazer no, admit.ir qua
ranquel, da companhia de Jess.
-;-i.....- >nj. Como oulros
iou se L e amerlcanos. Hicks nao ponencia a 10-
daem J*'"? ..'*"? eal P* ,i,,ha do baplisado.
As visitas das irmaes de caridado em sua priso
e as do alguns jesutas fizeram-no abracar o ca-
tholicismo, e elle morreu como um perfeito
chrislo. Seu animo, porm, foi por um ins-
tante abalado 6 suas oraces dislrahidas pela
vista do cuiler em que havia eommellido o cri-
me. rireram a crueldade de amarrar esse vaso
a alguns pasos do cadafalso, uuj grande ban-
mesmas malrizes, e assim isenlas d3s penas do
commisso, etc., em quo hajam porvenlura in-
expTSr seu corrido.Dispensada a impressao a requerimeu-
lo do autor, o projecto, julgado objecio de deli-
beracSo, vai entrar da ordem dos trabalhos.
O Sr. C. Madudeira requer urgencia para que
na sessao do dia, ou na seguinle, se discuta o
parecer da commisso de inslruco publica, re-
lativamente pretenco do estudanle Gaspar da
Silva Itodrigues.
Consultada a casa, decido-se negativamente.
O DEM DO DIA.
Posto a votos o projecto n. 83 deste anno,
cuja Ia discussao encerrou-so na sesso de 16!
approvado, e passa 2'1 discussao.
Julgado objpcto de deliberaco, devia remel-
ler-so a imprimir o parocer da commisso de
penoes e ordenados, approvando a pensao an-
nual de 6003 concedida ao conego Monocl Ro-
borada Silva Diniz; dispensada, porm, a im-
pressao, a requerimenlo do Sr. Rocha Franco
dado para ordem dos trabalhos. Entrando final-
mente em nica discussao, a requerimenlo do
Sr. Cruz Machado, approvado, e vai commis-
so de redaeco.
Entrando m 3a jiscussao a proposla do orea-
monto da despeza o receila geral do imperio,
apoiado, alm de varias emendas oflereciias, o
seguinle artigo additivo assignado pelo Sr. Fer-
nandes da Cunha e oulros:
Fica o governo autorisado a garantir ao em-
prezario das duas navegaces a vapor dos rios
Jequilinhonlia e de S. Francisco um empreslimo
dentro ou ra do imperio, com as seguidles
eondieoos;
1.a 0 empreslimo deve ser amortizado den-
geral legislativa, oslabelecendo certas condiri.es
sobre bancos de emisso, convidada pelo Sr.
presidente, dirige-se ao paco didade, a fin de
curaprir all a misso de que se encarregra ; e,
voliando pouco depois. o Sr. Cruz Machado, co-
mo seu relator, declara que, sendo a commis-
so inlroduzda com as formalidades do eslvlo
aoresemra a Sua Mageslade o Imperador o'de-
creto da lc bancari, diguanlo-se o mesmo
Augusto Senhor responder : Examinirci-
O Sr. Presidente declara que a resposla de
J>ua Mageslade e recebida cora muito especial
agrado.
0 Sr. Athayde requer urgencia para se tratar
da discussao do orcamento.
Consultada a cmara approvado o rcaueri-
mcnlo. *
ORDEM DO DIA.
Contina a 3a discussao do orcamento da des-
poza o rcceita geral do imperio, com as emen-
das adoptadas.
Suscita-se urna queslao de ordem enlre os Srs.
Marlinho Campos. Sampaio Vianna o Cruz Ma-
chado.relativamente a um artigo addilivo, que
O Sr. Sampaio Vianna pede para relirar-se o
artigo addilivo da commisso de fazenda autori-
sando o governo a mandar extrahir as loteras
necessanas indemuisaco da nova empreza
lynca da corle, em virlude da prorograco do
seu contrato.
Consultada a cmara, decide-se afTirmaliva-
menle.
Depois de orarem os Srs. Peixoto de Azevedo
e llenriquo, fica a discussao adiada pela hora.
O Sr. Presidente d para ordem do dia de se-
gunda-teira o seguinle :
Continuaco da 3a discussao do orearaenlo da
despeza e receila geral do imperio; da propos-
la do governo sobre o casamento civil; do pro-
jecto n 120 deste anno tornando extensivas as
disposi(oes dos arts. 9, 10 o 13 do regulamenlo
approvado por decreto do 16 de Janeiro de 1858,
aos corpos policiacs das provincia?, sujeitos a
destacamentos em lodo o territorio da respecti-
va provincia, c as mateiias aiileiiormente desig-
nadas.
Levantase a sesso.
-- ov ti nu aui
lacoes quo rao em ootro lugar.
nV-if** mm dia 23 (iuinia-f')
ORDEM DO DIA.
Contina a 3. discussao do orcamento da des-
peza e receila geral do imperio.
Depois de orarem os Srs. Athayde, ministro
da fazenda e Franco do Almeida, encerra-sc a
discussao a requerimenlo do Sr. Dantas.
Procedendo-se votacao sao approvadas as se-
gumtes emendas;
Fica o governo autonsado a mandar desdo
j cxlrahir 12 loteras para cumprimeuto do con-
trato celebrado com a empreza lyrica da curte
por decreto de 12 de margo de 1858. podendo
desde j rescindir do mesmo contrato, de accor-
do com aempreza.
Ajemendaj approvada da commisso art. 9.
I 49 elevando a 12 \ o imposto de 8 I sobre o
o valor das loteras accresccnle-se : sendo
appticado 1 % ao fundo capital dos montes do
soccorro que o governo designar.
Ao 12 do art. 3. da proposta-accrescen-
te-se : incluida a quantia de 6.000S para o
seminario episcopal da provincia do Amazonas.
A emenda da 2.a commisso do orcamento
ao g 11 do art. 2. ajunle-so : desde "ja
Nos 46 o 47 do arl. 9. do capit. 2. da
receila geral accrescente-se depois de 12
0|0 :desde j.
Ao art. II 5., depois das palavras 4 0i0,
accrescente-se :nunca excedente de 600.
Ao 10 i fine, em lugar de 30 OO no caso
contrano-digi-se : 2 0|0 no caso contrario.
Ao art. 12, depois das palavrasns. 870 de
22 de novembro do 1851-diga-se-n. 2,498 de
4 do abril de 1857. epois das pelavras-n.
2.048 diga-se-n. 2,549; c depois das palavras
n. 2,548diga-se14.
O art. 11 (additivo) 7. substilaa-sc pelo
seguinle : r
7.o Para aforar os terrenos de alluvio onde
existirem morrinhas e alagadiros ou terenos
de volulos as povoacoes ou m seus arredo-
res. Esta disposico lica extensiva a quaesquer
oulros terrenos as mesmas cond.coes.
Fica o governo aulorisado a encapar o
contrato feito com a companhia de navegacao o-
commercio do Mucury, indemnisando os accio-
nistas do capital ede suasaegaes.
Accrescente-se:applicando para este fin o
producto do empreslimo contrahido em virlude
da le n. 1,011 de 8 de junho de 1859.
O governo fica autorisado a ceder um parte
do terreno nacional denominado Jalob, extremo
dasf.izendas Grande e Boqueirao. da provincia
doliauhy. alim de ser edificada no referido
terreno a matriz da freguezia de S. Joo do
Piauby.
a O governo fica autorisado a mandar proceder
aos exames necessarios para a desobsirurcao da
barra do rio Cunha e canalisaco do rioCear-
merim, no Rio Grande do Norl ; e a fazer exe-
cutar os referidos melhoramenlos sem augmento
de despeza alm da decretada pelas diversas
verbas de obras publicas, o
Fica o governo aulorisado a contratar em
todo ou em parle com quera melhores condices
ouerecer o servico da navegacao a vapor do'ltio
de Janeiro Santa Catharna pelos porlos inter-
mediarios de S. Paulo e Paran urna vez que
rescinda o contrato era vigor, nao excedendo
nunca na despeza a subveneo actualmente
applicada.
A requerimonto do Sr. Fernandes da Cunha
retirado o additivo ao orcamento, relativamente
a favores que deviam ser concedidos compa-
nhia de navegacao a vapor nos rios Jequitinhouha
e S. Francisco.
Apoiado, posto em discussao e approvado o
seguinle requerimenlo dos Srs. Nebias e Costa
Piulo.
Ilequeremos que seja redigido em projecto
separado o artigo additivo relativo a autorisaco
enlre esta corle e Santa Chatarina, no caso 'do
ser rescindido o contrato vigente.,
Procedendo-se finalmente rotacSo adopta-
do o projecto, o vai com as emendas' commisso
de redaeco.
Contina a 3.a discussao da proposla do go-
verno, com as emendas approvadas em- 2.a dis-
cussao, sobro o casamento civil.
Ora o Sr. Casimiro Madureira.
Dada-a hora, o Sr. presidento declara adiada e
discussao e d para ordem do dia o seguinle :
Continuaco das materias anteriormente desig-
nadas, ainda nao decididas; 1.a discussao do
projecto n. 128 deslo anno autorisaudo o governo
a passar carta de ualuralsac,o a Manoel de Sou-
za Silva Serodio e oulros.
Levanta-se a sesso.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
SESSAO EM 20 DE% AGOSTO DE 1860.
Vxce-presidencia do Sr. 'visconde de Camaragibe.
Havendo numero legal de Srs. depulados, a-
bre-se a sesso.
Lida a acia da ajlerior, approvada.
O Sr. 1 Secretario d conla do seguinle :
EXPEDIENTE.
Um officio do secretario do senado, commu-
cando qne a proposico da cmara dos depula-
dos (que devolvida) elevando a 24 o numero
das loteras concedidas ao thealro Lyrico nao
mereceu all approvaco. Inteirada.
Outro do mesmo seerelario, communicando
que aquella cmara, adoplando-a, vai mandar
sanecao imperial a resoluco que allera a lei n.
387 do 19 de agosto de 186 o o decreto n. 842
de 19 de setembro de 1855__Inteirada.
Ura requerimenlo de Joso Manoel Moreira, en-
carregado de conduzir o expediente desla ca lia-
ra, pediudo augmento do ordenado.A' com-
misso respectiva.
ORDEM DO DIA.
continua a S. discussao do orcameDlo da des- rentes demonstracoes
Pew,C!ila gPral d".imPeno. Itrou grande soma' de logeles do ar ; o-, con-
,m r!,8^ "ca 1uIeslao,de ordem em que lo- i servadores desla freguezia de Santo Antonio r.e-
nT, .5s Sr: """o Campos e Nebias. lo mesmo principio, hontem mandaram cantar
AiPn-i?. mit"Slr0 da fazenda Franco de no "W*o do Carmo urna missa em aeco do
Alilii IUd. 0T33c
Dada hora o Sr presidente declara a discus- Ainda mais esta vez rollamos a tratar ou
!!? a,dlada Ppla hora e des,Sa Pa" a ordem do antes a lembrar a necessidaJe de dar sabida
Comahca ue Goianna. Foram ultimados
os trabalhos cleitoraes desla comarca c sal ira ni
eleitos camaristas os senhores :
Joo Joaquim da Cosa Reg Barrros 3526
Padre Luiz Jos de Figueiredo ... 3241
Felippe Francisco Cavalcanto .... 32
Jos de S Albuquerque Mello Gadelha 3229
Dr. Joaquim Jos Nuncs da Cunha Ma-
chado ............3IS8
Dr. Domingos Lourcnco Vaz Curado 3188
Dr. Jos Joaquim Ferreira.....3178
Dr Joaquim Francisco Cavalcanli Lins 3178
Antonio Quedes Gondin......315S
Da apuraco para juizes do paz da cidade re-
sultou serem eleitos os senhores seguinles :
Antonio Alvos Vianna......1385
Antonio Pinlieiio de Mendonca .... 1234
Padre Manoel Marques Barbuza 1U77
Simplicio Tavares de Mello.....1077
Viila da Escaoa. Deslc mpuicipio foram
eleitos vereadores os senhores :
Baro de Ullinga.
Belmiro da Silvcira Lins.
Jos Francisco de Parias Sales.
Boque Ferreira da Costa.
Jos l.eo Pe eir de Mello.
Jos Hermillo Cavalcanli Lins.
Jos Pereira d'Araujo.
Para juizes de paz do Io districlo foranv eleitos
os senhores :
Francisco Antonio de Barros o Silva.
Salvador dos Santos Monteiro Cavalcanli,
Thomaz Rodrigues Pereira.
Francisco de Barros V'ellozo da Silvcira.
Amanhaa lera lugar, no palaceta da ra da
Praia, a sesso solemnisadora do anniversario da
soeiedatfe Instituto Po e Lillerario.
Em outio lugar damos um escripto. quo
nos oppe ao quo dissemos sobro a retirada do
Sr. Thomaz de Paria da agencia dos paquetes a
vapor; e sem quo opponh'imos a nosso turno a
menor objec^o ao que all dito em favor dos
novos agentes, apenas turemos o reparo de que
a nosso respeilo deu-se urna injustic.a, j nao fal-
lando na ausencia dessas formas, que a civilida-
dc aconselha ao homern social, sempre que se
dirige a outro que nem ao menos o aggredio.
E' injusliga, com effeilo, negar-nos o direito
de elogiar o Sr. Thomaz de Faria na apreciado
de seus aclos como agente, quando desse direito
se usa largamente acerca dos Srs. Azevedo &
Meiides, que o substituirara, e aos quaes nem
por sombra ofrendemos.
Parece-nos quo a apreciaco dos aclos do ex-
agente nao importa virluslmenlc censura aos ac-
tuaos.
Os liberaes, pelo facto do triumpho oblido
na eleico da freguezia da Ba-Vista, deram. di fie-
de jubilo, as quaes en-
fogelas do ar ; o* con-
dia da sesso seguinle :
Conlinoaco das materias j designadas 1 a
discussao do projecto n. 124 deste anno 1.a dita
_.... r~..>..wa. ** ucsieuuno i. dita derramameiilo pela estrada oda cansam sr.imio
do projeclo nao impresso dispensando ps leis dej mal aos viandantes, Irazarn dan ,no^ sa".de PU!
am >rtisacao s malrizes da villa Rolla a p. I kii. a n,.u. *La.....). .,_ sn" .. p.u
s aguas, quo inundam a estrada de S. Amaro"
No estado ero que se acham ellas, islo nr>
derramamento pela estrada toda, causara grndo
amortisaco s malrizes da villa Bella da Pnn-
reza e de S. Sebsslio, na provincia de S.
t auto.
Lcvanta-se n sessao.
; SESSAO EM 21 DE AGOSTO.
ice-presidencia do Sr visco.ndfde Camaragibe.
Havendo numero legal de S.rs. depulados, a-
bre-se a sessao.
blica, e podem desenvolver alguma epidemia,
creando ou estabelecendo all um foco de infec-
co.
E' esta urna cousa que nao deve ser lancada
na indilerenca, por que d'osla em taes situacoes
podem resultar grares males.
Qonlem toram submettidos ao exame do
processo de habllitaco jpara o concurso s ca-
deiras vagas de inslruccio primaria da provic-
T7
t :<>.:>: s,m.
X \
-.-*-
TTf
^'." .*"'



DIARIO DE PERKABMUCO. SAMADO 22 DE SlTEvIBRO DE W0,


Ca, os il.us inlividuos que se haviam inscripto
para lie, e que deixaram de comparecer por
motivo justifcalo.
Acha-se nomeado ajudanle do procurador
fiscal da comarca de Flores o Sr. Melquisodec
Comes l'ereira de Vasconcellos
A professora de inslriiccao elementar da
cidade do Nazareih foi jugada habilitada para
entrar do goto da percepeo das vantagens do
artiga 26 da lei n. 369, e 'simultneamente foi-
llie igualado o ordfcnido no dos adunes profes-
sores, segundo o dispeslo no artigo 4o da le n.
421 de 13 dejunho de 1857.
Passageiros do vapor Paran sabidos para
os porlos do norte :
Antonio Jos Gorirjalves, Felisbcrto Monleiro
ti.i Cunda, Jus Joaquim da Silva, dizertor do
3 balalhaode artilharia. Joo Sebasliao da Silva
Lisboa, commissario, um foguista do vapor Pi-
ruja, Francisco Julio do Au Irade, cscrivao do
vapor Camacuam, Joo Carlos Souza Machado,
1 lente da armada, Antonio Goncalros Mj-
eh i lo, Izidoro Jos, Ru-ffo, Bruno Manuel Fer-
r ira, cominenda lur Antonio Teles de Menezes,
Joaqun de Souza Valle, l.ycurgode Albuquer-
qne Nasrimento, Joaquim Dominguos do Sonza,
sua sen hora c 3 lillios, Severiauo Bandera de
Mello, Joo Jos l.eile Goimaries, Jos Antonio
da Silva Araujo, Jo; Nones do Paula, Theo-
duro Jus, Cyprianu Luiz da Paz Jnior, Antonio
Gomes Mariano, Trnjnno de Azevedo Cruz, e 3
praeas escollando estes, Jos Goncalves Lima,
soldado com sua mullier, Francisco Forreira
Borges.
Matadocuo publico :
Ma tarara-se no dia 21 do cocrcule para consu-
n; i desta cidade 80 rezes.
Moiu alid.uf. no da 21 :
Maris, branca, 14 mezes; g-.slro interile.
Porliro Joo, prclo, solteiro, 35 anuos; plily-
s. ".
Jos Cingoloste, pardo, casado, 43 anuos; con-
gestao cerebral
Joo, bronco, 3 mc/.cs; coiivulses.
Deodalo Gomes do Oliveira, pardo, casado, 38
annos ; apoplexia.
Manoel Ignacio, preto, solteiro, 20 aunos ; to-
tano.
No dia 20 do crrente, foram recolhidos
casa de deleiicao 2 inullieres, sendo 1 livre o 1
iva, c ambas a ordetn do subdelegado de S.
Jos.
Hospital de cahidade. Existem 56 ho-
mens e 58 mullieres uacionaes ; 6 liomens cs-
Irangeiros, e 1 mullier escrava, total 121.
Na totalidadedos doeolas existan 37 aliena-
dos, sendo 31) mullieres e 7 homens.
Foram visitadas as eufermarias pelo cirur-
giao Pinto, Ss 7 lioras c um quarlo da ma-
iih.ia, pelo r. Dornellas s 7 horas e 1/4 da
rnanhaa, e pelo Dr. Firmo s 2 huras 1/2 da
tarde de honiem.
Felleceu uro homcm de ttano, hontcm as 3
lloras da tarde, poticas horas depois da entrada.
dem ts.Jos Goncaivea Torres,
um sobrado de dous andares e
urna toja arrendado por. 63i>j000
dem 10. Ordom Terceira de S.
Francisco, um sobrado com urna
ioja e dous andares arrendado
por.......... 6111840
dem 12Dr. Abilio Jos Tavares
da Silva, um sobrado de dous an-
dares e urna loja arrendado por. 72OJ0O0
dem 16.Capella dos Prazeres de
Gunrarapes. um sobrado com tres
andares a urna loja arrendado
Por.......... 6i)0500O
dem 18 Ordem Terceira de S.
Francisco, um sobrado de dous
andares e urna loja arrendado
Pr....... 4380i)0
Roa da Linguela.
Numero 2.Mosleiro de S. Bento,
um sobrado de ura anJar e urna
loja arrendado por..... 500000
dem 8.Ordem Terceira de S.
Francisco, um sobrado de tres
andares c urna loja arrendado
P'r.......... 1:3303000
dem 3. Orpho Jos Rodrigues
Lima, um sobrado de dous anda-
res e urna loja arrendado por. 5680C0
Beccodo Abreu.
Numero 4.Herdciros do visconde
de Loures, um sobrado de tres
andares c urna loja arrendado
Por........... 48CJ00O
[Conlinuar-se-ha.)
A0 i'tlILI).
Venho boje cumprir a promossa que fiz no
Diario de Pernambuco do 12 do correte. Pre-
tendo expr a verdade com a rudeza do homem
quo se preza.e que nao teme adversarios.
Pelo Deus vivo e por minha honra declaro, o
que se tem publicado no Diario de Pernambuco,
relativamente aos tristes aconlecimentos da S |
ueOlinda omana de urna fonte impura.Nao
verdade que o tenenle-coronel Joo Paulo lenha
dndo o grito de guerra para a scena de violencia
o de sangue que leve lugor na S odia 9 do
correnle.
Nao verdade que meu irtno lenha insti-
a Se, laudo declurado iu uccisiao, em que Un: n-
zerara ver a necessidade de continuar no seu pos-
to, aun de que os nos** contrarios
*V
-------------------. nao se pre-
vaiecessein da sua ausencia, queseu irraao-es-
lava ames de ludo.
Srr^doC=^A^S^,UriaPrM :dS -*Z*Ztt amrmT'clar
ra aue eVtav,1. Ah?" d Su7? fl]*wl" ^ue nM* es, P^ado a respeito das raines qu
a S f!P,Kft q,UM!d me" lrmao cheon ? U'8u ^correnle para nao inventariar os ben
a S; felizmente porm sobra-me sliivez 1
nao lancar mo deste recurso.
Do que Roa dito se v claramente que nao foi o-
leueiile coronel Joo Paulo quem deu -11 grito
gado os nimos, o dado incremento quolla sce- i jj ^ da. desordem e que meu irmo nao-
na, nao obstante os esforgos que liz para que ella 1 anilnos netu deu incremento a
cessasse. | '"J9, .
Os fados se passaram da maneira seguinte : k 1 \nie.rt>aa* de tirarer de sobro si a responsa-
Nao tendo podido, por doente. assistir aos Ira- Df"ljaa ac. s*a propno acto, correrarn a palacio
alguns iiilividuos. e narraram o successo de um
modo re/oltantomenle calumnioso.
A calumnia communicada verbilmente foi re-
pelida oficialmente e na imprensa.
Prorurou-se convencer ao presidente e ao pu-
blico que as jessoas de meu lado tiiiham promo-
vido a desordem cora o lim de quebrarem a urna
e de faztrem violencia aos membros da mesa :
110 "ni.mu que nenhum3 tentativa houve contra
a urna o nenhuma violencia pessoal contra os
msanos.
A, liyperbole.
i 00,7000
200000
300;000
3003000
CONSULADO PROVINCIAL.
AUcrares as casas abaixo declara-
das, pcTienccii.es a freguezia de S.
Pedro (ionealvcs, feilas pelo lanca-
lor Joao Pedro Jess da Malta.
Ra do Amorirn
N. 13.Therez-i Goncalves de Jess
Azevedo, um sobrado de 3 anda-
res, e urna loja arrendado por CjJOOO
dem 15.Jos Jacome Tassd J-
nior, um sobrado de 4 andares e
una loja, arrendado por OJOjOOO
dem I".Antonio Jos Ramos, 1
sobrado de 2 andares e urna loja
arrendado por....... GOjOOl)
1 lem 19 Rosa Mara Duarte, 1 so-
brado de 3 andares e 2 tojas ar-
rendado por...... 1:06iJ?000
dem 23.Mosteiro do S. Bento, 1
sobrado com 1 loja o 2 andares
arrendado por....... 8123000
dem -25. Yiuva o herdeiros do
Juo de Oliveira Guimaraes, 1 so-
brido de 3 andares el urna loja
avallado por....... 70;000
dem 27.Jos Rodrigues !e Arau-
jo Porto, 1 sobrido de 3 andares
u una loja arrendado por SiOjOOO
Roa da Moeda
Na 13.Manoel Goncnlvesda Silva,
1 sobrado de 2 andares e 1 loja
arrendado por...... 700$000
dem 15.O mesmo, 1 sobrado do
2 ailares el leja arrendado por 7005000
Idiwn 17.Orpho Juo Rodrigues
Lima, 1 sobrado Jo oodares e 1
loja arrendado por..... 4705000
dem 10.Viuva Je Jos Luiz G)ii-
ralvos e Joaquim Antonio Penna,
1 sobrado do 2 andares c 1 loja
arrendado por....... 470J000
dem i',. Viuva tl' J'.s AITonso
Moreira, 1 sobrado de 2 andares
c nina loja arrendado por GSjOOO
dem 27.Jus Antonio de Azevedo
Sanios, 1 sbralo de 1 andar e
1 luja ai renda lo por.....
dem 33.Jos Joaquim Pires Soa-
res e Joaquim JosSeixas Jnior,
casa terrea arrendada por .
dem 35.Joaquim Lopes de Al-
meida, 1 sobrado de I loja e I an-
dar arrendado por......
dem 39. Viuva e herdeiros de
.1 is Diogo da Silva, 1 sobrado do
1 andar o 1 luja arrendado por .
lina da Lapa.
N. .Anna Joaquina de Saot'Anoa
casa terrea arrendada por .
Mein 6.A mesma, 1 sobrado de i
andares e 1 hija arrendado por .
dem 10.Sebastiao Jos da Silva
Braga, casa terrea arrendada por
dem 1 O mesmo, casa terrea ar-
rendada por........
dem 3.Monoel Ignacio do Oli-
veira, 1 sobrado de 2 andares e I
loja arrendada por.....
dem 7.Herdeiros de Joo Tava-
res Cordeiro, casa terrea arren-
dada por.........
dem 13.Pedro Ignacio Baptista,
om sobrado de tres andares e urna
loja arrendado por.....
Roa do Costa.
Numero 2 Viuva e herdeiros de
.1 is Diogo da Silva, um sobradu
tie qualro andares e urna loja ar-
rendado por......
Ra da Madre de D>os.
Numero 36.Francisco da Cunta
M ichado Pedrosa, um sobrado de
tres ailares e tres lujas arren-
dado por.........
Id'iu 5.Joanna Mara dos Sanios
Morees, um sobrado do urna loja
arrendado por....... 600000
Largo da Assembla.
Numero 2.Jos da Cunda, casa
terrea arrendada por..... 300JOO)
dem 4.Jnrinlho de Abreu Ribei-
ro, casa ierren arrendada por. 4COgOOO
dem 6.O mesmo, casa terrea ar-
rendada por........ 400^000
dem 12 Viuva e herdeiros de
Anlonio Francisco de Miranda,
um .-obrado de tres andares c
urna loja arrendado por. 950-5000
Ideal 14. Herdeiros de Prxedes
da Foeseca Coutinho c Joaquim
Francisco de Alero, um sobrado
de tres andares cuma loja arren-
dajo por......... 1 1405000
l< m 16.Herdpiros de Maria Jo-
saplia de Mallos e o Dr. Ludg>ro
Goncalves da Silva, um sobrado
d'1 tres andares e urna loja ar-
rendado por...... 8005000
IJ.'in 18 Marianna Dorolha Joa-
quina, um sobrado de qualro a-
ilares c una loja arrendado por. 1:1005000
dem 1.A mesma, casa Ierren ar-
rendada por....... 1:2005000
dem 7. Baro do Livramento, um
sobrado arrendailo por. 20;000
dem 9.O n.osrao, urna casa ter-
rea arrendada por...... 240*000
Idea 11.Vicente Ferreira da Cos-
ta, um armazem com um sobra-
do' no fundo arrendado por. 900JOO0
dem 13.O mesmo, um sobrado
rom un andar c urna loja ar-
rendado por....... 5005000
Becco do Noronha.
Numero 1.Jacintho de Abreu Ri-
beiro, um sobrado de dous an-
dares e duas lujas arrendado por. 42O5OOO
Ra do Torres.
Numero 4.Irmandade das Almas
do Recifo, um sobrado de um an-
dar c urna loja arrendado por. 270JQOO
nossas vistas sobre essa
provincia,-in l'ar, (fon-
de lem saido lao t.;
1,..i.ies tlenlos, parece-
nos que grande papel
est reservado ao Sr.
Dr. Ambrosio no futuro
para dar a nossa trra
o cunbo nacional, quo
Ihe yertence.
O di/no arcebispo Baha paraeuse : o il
lustre estadista Souza
Franco, que pode ser
elassifleado o primeiro
linanceiro do imperio,
paraensc : na cmara
temporaria ouve-se a
poderosa voz do dislioc-
lo Sr. Tilo Franco do
Aluicida, quem os
oligarchas deram o pa-
pel de cabo da patru-
Iha que se debate em
orol da verdade do go-
tern representativo, c
0 Sr. Tilo Franco de
Almeida paraeuse.
Nao sera pois de ad-
mirar que um paraeu-
se, avallando na cien-
cia e na pralica da ad-
ministrar'), viosse a
Pernambuco restabele-
cer o gijverno represen-
tativo, tascado sssiai
um immenso servh-o
monnrchla e a oaco.
Una gloria paraeuse
110 clero, una gloria
paraense do senado,
urna gloria paraeuse na
cmara temporaria e
una gloria paraense na
adminislncao da pro-
vincia, que a chave
do norte, teceriam para
o Par urna cora de
lorias, de que teria de
ensoberbecer-se esse fu-
turo colosso da Ameri-
ca lo Sul.
Ha vera admira vel ac-
ciirdo entre as f j e^s
pbysii-as e as [oreas
muraes dessu gigante
que \: correr a seus
[es o mais magestoso
dus rio*, e que ergue
sna cabeca coborla de
florestas colossaes at
topetar com as nuvens.
{Liberal l'ernainbu-
1 cano de 22 de agosto
I de 18611.)
Das tres urna : ou doudo,
verso.
\ anttliese.
S. Exc. (o Sr. Dr.
Ambrosio) deixou-sc ar-
rastrar, nao sabemos
balhos eleitoraesdo dii7, fui todava compellido
a apresenlar-me em Olmdu no dia 8 a instan- ,
cias de meu irmao e de um nraig 1, que viersm
eipr-mo na noite do dia 7 o modo revoltanle
por que eslavam proendendo as mesas parocluaes
la S e do S. Pedro Marlyr, recusando os votos
de mullos cidadaos qualiticados sob pretextos'
ovidenlcmenle contrarios \. le.
Formulada urna representaeSo ao presidente da
provincia, parti para Oliuda apresentei-me na
igreja de S. Pedro Marlyr hora designada pela
le para o principio doi Irabalhos eleitorae3 : ao !
depois das 11 horas comparecern, os membros
da mesa parochial. A'vist. do numero respeila-
vel de cidadaos, quo corapareceram para volar, e
depois de alguma exitatjao e procrastioar;o cons-
tiluio-se a mesa ; enlo um dos membros d'ella
reclamou, ou antes em tom de autoridade decla-
ro u que nao principiaiiam a fun.cionar antes
que o povo se arredasse da mesa em distancia de
una braca ; salisfeito este desojo ou ordem, e
naturalmente desaponlailo com aattitude pacilica,
e respeitosa do povo, o mesmo individuo decla-
rou quu os Irabalhos nao contimiariam antes que
lodo o povo se retlrasse para [ora da igreja, e
que se nao fosse obedecido era conveniente quo
!!? JS!L ""-e* A^.opresidenta da mesa suspendesse os trabaihos.
(Bello phrascado I
Collocado no declive
do crirae, deixou que
homens vlogativos o
impellissem, e S. Exc,
urna vez perdido o equi-
bltrio tal, e havendo alm disto o grande incon-
veniente de ficar o povooxposto a um sol arden-
lissimo em urna quadra de epidemia, e de rio
poder fcilmente e em lempo comparecer cha-
mada, uo fallando no direilo de nspecco que a
lei cencede aos cidadaos, manifestou-so o senti-
librio, resvalou e pre- | lnento geral de no se satisfazer as exigencia do
cipituu-sc ato o fundo mesario ; e depois de alguma discussHo, acoor-
do abysmo duu-se quo o povo licaria do lado do allar-mr,
A memoria de S. Exc. I e om grande distancia da mesa. Arrependidos
ficou marcada em Per- x ou contrariados os mesarios por esla pequea
'! concessao, resolve-se desde logo (no que parece)
crear motivos que autorisassem medulas de rigor
e de intimidacao. Nesla dia us irabalhos cor-
rerarn com grande desvantagein para os homens
da mesa nao obstante as recusacoes e admisses
indevidas de votos.
Em quanto as cousas se passavam asslm em S.
."ao, pt!ljr0i corra a eleieo na S, cheia de troperos
pernarabucanos pe|as recusap,5es eni grande numero, e pela be-
level estigma de um
presidente que no
consultou nem a dig-
nidade do emprego que
oceupava, nem a pro-
pria dignidade pessoal
Cegou-o a arabi
ac-resceuia que essas razoes eram conhecldas Oa
mulher do recrreme, e que por consentimonto
della que laes- bens nao foram inventariadas e
parlilhado, porque a mesma mulher do recor-
,, i re,llB era s1" depoimento fl. 99 declara niie imo
doao.Ln,mh H,SSe18mC3q,',nh!id0,e0rroft-!preSlra lal e"'m,lo. e que "no'r va
1 ^"^Jjj'^.^l^103 re,eri,ioa ^ recorrele ; e. negando
ro
o
; bCIIS
ja referidos.
Pelo que perlenoo ao dol, a mulher do re-
currente em seu depoimento de II 99 tambern
nao npprova a dnaciio,. e renuncia de que falla o
recorrido a ff. 37 v., o expresso na Ord. liv. 4,
tit. 97, quo os lilhos Iragam collatjao os dotes,
doacoes e liberalidades quo houvesseni recebido
de seus pais, isso depois da morle dos meamos
doadores.
A Ord., liv. 4o, til. 96-, 19, a que o juiz se
refere na sentenca fl. 150-v., uo pdeler appli-
cacao a qimstao que se ventila nos autos, porque
a urd. ciiada traa de parlilhas feilas o.-.caadas,
e nos utos IraU-so do bens que nao foram in-
ventariados, nem partilhados. e por isso pede o
recrreme que sojam trazidos sobre-parlilha.
Portanlo, concedida a revista pedid 1 pelas
rnzoes que licnm expostns, mandnm quo os nulos
sejam remeltidos para a relaeo da Babia que
designara para revisan e novo julgamenlo. '
Rio de Janeiro, 16 de junho do 1860. P-
nheiro. presidente. Veiga.C. Franca.A. Pan-
loja.Nabuco Siqueira.Silva Tavares.-Aze-
vedo.\ dioso.Brito.
Os Srs. Perdigo Malheiros o Erneslo Franca
fiir.nu impedidos. *
Foram jui/.es nesta causa os Srs. Drs. Antonio
Moreira Tavares, como juiz municipal da 2' vara
corle, e desembargadores Valdetaro, vencido em
ta parte. Cosa Pinto.vencido om parte, llibeirn,
I ereira Monleiro e Paula Monteiro, eru lugar do
Sr. Gomes Ribeiro, que jurou suspeieo.
Um. e Exm. Sr. conaelheiro presidente do sup-
preino Iril.unal da rtlat.Ao.
O tente coronel Jos Anlonio Lopes, vem re-
POI-CC......K. fcw o Mmm ,ie mandar dar-lhe
lacao la pronuncia contra o suppticauif, y.
ritla pelo l)r jrt de direilo inlerino da coman-a
do K10 Formse, no processo ullimamente sub-
mettido este egregio tribunal em grao de re-
curso. Nestes termos, P. V. Exc. assim Ihe
delira E. R. Mee.
Passo. Recite, 9 de agosto de 1860.
A. /.". de Leao, P.
Antes 00 concluir n presento cxposirao devo
scionticar ai publico que o successo da S moti-
vou a taodesejada suspencao dos Irabalhos em
; ambas as feguezias, a suspira*a demissao lo de-
legado e sibJelegado, o redobrameulo da guarda
das malria;s, a oblileracao do dever, e lodos os
actos de rger que soconsi'queiuias de urna no-
va ordem le cousas em lempos eleiloraes.
Lan;adoo dado ganharam os homens da me-
sa : os acontecimentos salisli/.eram inlrramciitc
os seus caculos : o plano nefando produ/io lo-
dos os seu fructos ; vencen-se com o sacrilicio
do pudor, t a cusa de muilo suor fri e de rnui-
la transgredo de lei. Consumou se a obra da ini-
quidade.
Feito o nsumo dos acontecimentos, ad perpe-
tniim re mtmorum. un ---- >
- tS'nA" "r.alcnnti de Mbuquerque.
R.-cife, 19 de sei'-i..-. 1000
Correspondencias.
tuosa, como por estar provado que o recrreme
estima va e protega a Manoel Cambado o su fa-
milia e com laes seritment.is nao poda ser o
protector de seu mnladur. muilo principalmenl,-
quando se observasso que tendo sido preso Jos
uomes do Mello no mesmo din do assassinato de
luo se trata como autor delle conforme v-ae de
tolhas 68. e se procedendo sob essa mpresso ao
respectivo sumario somentc pola pronuncia a fo-
Ihas 62 dada a 16 de abril de 1853 se cbnhece-
rara perfeitamenle os verdadeiros criminosos e
antes era prematura que o recorrente procedesse
conlraelles que alias foram presos no dia se-
guinte. Porlanto carecendo o processo contra o
recrreme de provas ou indicios vehementes que
cenvencam ier elle recrreme iucorrido nos
oous crimes.supposlos pela sentenca recorrida,
reiormam a mesma senlenca por infundada e iu-
jur.dica vistos os autos, mandnm que ao recr-
reme sed baixa na culpa, panas as cusas pela
rauninpali3.de e adverlem ao juiz aquo que I He
nao licito trazer como fundamenlo de pt.tcedi-
menlo judiciaro ordens imperiaesque nao coos-
tam dos- autos.
Recite 4 de agostp de I860.-Leo. presidente
Silveira, votei pola conlirmacao da pronun-
cia. Figueira do Mello. Lnureigo Santiago.
Nada mais se conlinlia em dito accordao pedido
por rortcdo a que bem e (ielraeiile copiado dos
proprios autos aos qunes me reporto e v.j na
verdade sem cousa queduvidi faca, conferida e
couceitada subscripta e assignada nests cidalc
do Recife de Pernambuco aos 13 dia do raer
do agosto do 1860-Saneen o assignei era f
de verdade, Jos Peres Campello do Almeida.
CO^SIKRGio.
Srs. redactores.Len lo no sea Diario de 21
do crrenle um altostado passado pelo cipio de
polica, Jos Francisco Cirneiro Monleiro, res- Jos Peres Campello de Almeida, escrican da re-
(cuitados!) em vez de
ligarem a lembranca do j
Sr. Dr. Ambrosio Lei- '
to da Cunlii o epilhe- j
lo de libertador, dirao
que em 1860 veio a
Pernambuco l do Pa-
ra um homcm que co-
berlo com o niigesloso
manto de presidente da
provincia, no se de-
dignou de troca-lo pelo
de CARRASCO DOS
PERNAMBCANOS.
O Para lera de enver-
gonhar-se, c a anti I he-
se ser a mais comple-
ta, quando se lr de
um lado os nomos glo-
riosos de um arcebispo
da B.ihiade um Ber-
nardo de Souza Fran-
code um Tito Franco
de Almeidae de oulro
o nome amaidicoidode
um Ambrosio Leilao da
Cunha. Too moco c to
fementido !
[Liberal Pernambu-
cano de 19 de setembro
de 1860.)
Recife, 20 de selembro.
ou besla, ou per-
O Cacique.
A adminisIrarjSo provincial est sob o peso dc-
uina lerrvel sentenca, de que no ha recurso
possivel. Con lemnado pelo orgam liberal 20
annos do prsio com trabalho, como ocurso no
grao mximo do art. 86. '2a parle do cdigo cri-
minal, o administrador di provincia apresta-se
para seguir viagem ao presidio. Eis ah urna
carreira gloriosa que se remata bem tristemente,
olTerecendo umi heo amarga de experiencia i
quantos succederem ao actual administrador na
geslao dos negocios pblicos. Est vencido o
passo que vai do Capitolio Tarpeia !
Oiiem o diria? Pavoneado pelo orgam liberal,
384$00O I levado em Iriumpho pela tropa ao mando de
Uaribaldi haitiano, o Sr. Dr. Ambrosio cabe de
800*000 ; ura co de delicias em um baralhro de amargura.
nevolencia, com que se recebiam volosde meno-
res, e de individuos deseoiibociuos.
Tendo-sc resolvido na freguezia de S. Pedro a
questo da nao sabida do povo p ira foro da
ixreja, deixoi meu irmao, e diversos amigos ins-
peccionando a eleieo, a segu para a S. onde
dilferenles cidadaos qualilicados volantes, me fi-
zuram vivas queixas contra a injustica com que
estavam sendo esbulhados do direilo de votar.
Desojando evitar alguma rechinaran mais
enrgica, e porventura oOensiva, e ao mesmo
lempo fallar a generosidade o ao espirito da mesa
pedi a palavra a bem da ordem e regularidad!:
dos Irabalhos, celia rae foi concedida pelo presi-
dente da mesa, que ueste ponto foi mais generoso
do que. o do S. Pedro Martyr.
Tendo fallado no sentido cima dito, continua-
ran] os trabaihos com toda calma, e foram rece-
idos os votos de muilos cidadaos do meu lado,
no obstante ahumas recusacdS que se deram,
'. anda que poucas : infelizmente, porm, o Sr
juiz de paz deu-so logo por incommodado, o que
; molivou, nao sei se legalmenle, a suspenso dos
\ Irabalhos tima hora da tarde, pouco mais ou
, menos.
Nestas circuinstancias foi requisilndo ao dele-
I jado o Sr. capitao de fragata Caelauo Alves de
I Souza Filgueira augmento d> torca militar, ao
1 que se negou o mesmo delegado naturalmente
I por ver que o povo se conserva** tranquillo, c
pela dilliculdade quo havia de destrair as poucas
pracas que restavam da guarda das duas inatri/.es,
e da cadeia.
Nesta siluaco a requisi;o de augmento de
torga nao podia de modo algura ter por fim ga-
rantir o direilo de volar, seno dar um aspecto
imponente mesa, abra de que ella podesse n
o.-,. Ito uLroc Ha ninitn mio (inveniente nos
iuleresses que liulia em vista promover. Em pre-
senta desta contrariedad nao Ilgico quo no es-
piriio dealguem se suscilasse a i.la de urna scena
de perlurbaco.e do violencia que podesse causar
inlmidscao e justificar posteriormente as medi-
das de rigor que porventura se pri'lendesse por
em pralica com o soccorro da almejada forja pu-
blica.
A ludo isto aecresce a consideracao da vanla-
gem que se podera tirar do retardamento dos
Irabalhos das duas freguezias da cidade de Olin-
da, em quanto se proceda a eleieo de Nossa Se-
uliora do O' de Uaranguape, cujo resultado con-
vinha que fosse conhecido antes da terminacao da
eleieo as duas mencionadas fregue/ias.
Foi este o aspecto eleiloral do dia 8.
As lfi horas e mcia do dia 9, nlguns cidadaos
que se haviam distinguido pelo all'erro ao lado,que
me era adverso, o que al enlo (inham assislido
constanlemcnlo a eleieo da freguezia de S. Pedro
dirtgiram-se desla freguezia para a da S ; e logo
depois desfilaran! na mesma direccau com pe-
lueiios inlervallos alguns grupos de 3 e 4 indivi-
duos armados do ccele, entre os quaes se nota-
peilo dos tiros dados sobre a casa em que mora-
va o Dr. iuiz do direilo Corroa Lima em Caruar,
nirmo, sustento e jur> que aquelle altestado
destituido de verdade e exactido.
Nio posso tolerar 4sangue fri, que se esteja
icabrunhandu rapulatjdos alheias com laes alica-
tados. E me pareen que o Sr. capitao Carneiro
Monleiro Bodaria mais avisado se se conservasse
silencioso Inl respeilo.
Com muilo costo e s com grande sacrificio re-
Praca do Recife 21 de se-
tembro de 1860.
A.* tres \v.n\\s t\a t^vAe.
CiiSimmmvs ufneiaes.
lc.,,c_1nn,Oao^nn.', W *J
Oeorge /'ifcneu- .......j,,a
'ibourcq Secretario.
Dcacoolo d
:. i i.
corro imprensa, o alguma vez que o fa;o
sempre seguro em boa cooscencia, e em dalos
verdicos.
Para ser comprehendido nao preciso ir mais
longe : e conformo o que apparecor anida tomarei
a attiludo que me tora por dever de honra.
Dr. franeisco de Paula Iluptisla.
Publicacoes a pedido.
larode Pernambuco, por Sun Magestade Im-
perial e constitucional que Deus guarde, etc.
Certifico que revendo os autos de recurso de
que trata a pelieo retro, delles consta a SUS-
lentacao pe lid i pelo sup|ilicanle, a iual do
Iheor seguinto : Senbor O recorrido des-
pacho de pronuncie n tuinas basen-se as provas
constantes vista uos autos mencionados no
mesmo despacho que apreciado pelo julgador
alheio a cousiderices particulares, e adstriclos
ao allegado o provado nao poderiara dar oulro
resoltado: as testomunlins sao contestes em af-
lirmarmais ou menos circuios! nciadmenle as
aceese omissdos do recrreme que s junta liga
que o snjeitam as penas dos nrligos do cdigo
criminal em que foi pronunciado; e por mais
exforeos que fi/.esse este em suas rnzoes do re-
curso para destruir a forca dos dnpoimenlos dos
irmaos tle Jos Moni/, nada pode adianlar, por
que segundo os principios geraes de direilo cri-
minal adoptado pela nova legtsl.co as leslo-
munhas sao saspeitas ou merecedora de mais
ou menos conceiio segundo o grao de parentes-
co, intimidado, independencia do autor ou do
reo, mas ser Jos Mouiz parte ueste processo .'
foi elle o beneficiado pelo recor-
rente ">r cuj prolecco credor da gralido das
leslemunhas de que se trata, logo a argumenta-
i;ao do recorrente coniraproducent" por que
em lugar de destruir n forea dos depoimcnlos,
da-lhes mais fjn;.i. Nem pode vir ao caso a
divergencia observada pelo recorrente enlco o
depoimento das leslemunhas deste processo, c
OS interrogatorios de Anlonio O Joo Muniz pe-
bricaale lera de subir no proco quando tiver cor-1 rante o jury depois que aquellos sao prestados
leza que diias saias, achiro acceitaco. Aqui j I sob a roaponsabilidade dos Santos Bvanigelhos, o
Alfitii.Iega.
Rendimento dodia 1 a 20. 2U.93SJ001
dem do dia 21.......15.680jC67
227.618^071
27
Copia (l'iuiia fiada de Paria.
.1 i pelo vapor passado Ihe dei noticia da minha
chegada a osla cidade, e de loda a viagem, agora
aproveilo escrever-lbe pelo Sr. F. para Ihe man- I Pelo contrario
dar o melhor presente que sai que Vmc. mais es-
timtria pornue realmente achei o que ainda no
havia levado no estado de perfei;o, o so duas
saias balidos, sendo urna de 30 arcos, e oulra de
2 arcos, desnecessario fazer-lh" elogio, porque
quero que Vmc. pense que quero dar valor ao
rilen presente, pois tanto achei oxcesso na bon-
dade como no proco, e ha quem liga que o f -
.tfoviitinuto la alfindegra
Volumes entrados com (azendas 1-8
com gneros. 137
Volumes sabidos com fazendas 110
com eneros 79
------18'J
Descarregam boje 22 de setembro.
Brigne uiglezMarchametrilhos de ferro.
Briguo ingle/.Eagle objeclos oara a estrada,
ilriguc iuglez Bothesaxbacalh.u.
Itrigue portuguezConstantediversos gneros.
Brigue biasileiro=Bugeoaidem.
Barca francezaBerlhmercaduras.
Barca inglezaDyssonrarvao.
Barca inglezaPalmathaferro e carvo.
Consulado geral.
Rendimento :1o Jis I a 20. 9 955d1oK
dem do dia 21....... 7984217
10:753375
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 20.
dem do dia 21.
824:170
1713990
996S460
nao se encontrara senhoras com saias las miras
em qualquer rounio do primeira ordem. Talvez
a minha primo pense que sao muilo pesadas, pois
nao sao, sao leves e fortes. Tenbo gustado muilo
de Pari?, achei melhor do que pensava. Ei creio
que se fossem para ah al quem no tem usado
leria d comprar, por ora no tenbo adiado por
c trio, e sim mais calor do que ah, Tem-me
valido muilo o pouco que sabia do ftancez, e creio
que em breve licavi fallando.
Coiiiniifi.
Ao publie*.
A Revista Diaria de 19 do vigente, d cotila
da Iransieo que se operoi na companhia brasi-
leira de paquetes a vapor, no que diz respeilo no
Sr. Thomaz de Parla ler largado a agencia dos
meamos paquetes em Pernambuco, o os Srs. Aze-
vedo & Mondes lerem assunido este io impor-
tante |uanto honorfico encargo.
O digno redactor da Revista Diaria, noticiando
este fado, prevalece-se da oppoitiinidade, para
prodigilisar ao Sr. Thomaz de Faria alguns en-
comios, favores m >is ou menos merecidos pondo
O magistrado inlelligeiiie e probo, o politice ilus- vam varios que j haviam volado em S. Pedro
essjhoo
168.-000
732;O0O
1:000 ;00
1:1805000
SOOijOOO Irado e sincero, o administrador recto e leal, que
inda ha pouco azia a gloria do Pai, continuan-
2IO3OOO do as Iradiccoes gloriosas de um arcebispo da
Babia, um I!, de Souza Franco, um Tilo de Al-
meida, aquelle sobie cujos hombros descan^a-
vam cora seguranca os deslinos da provincia,
Iransforma-se de dades patrias, carrasco dos peroambucanos os-
tenlando-se como o apostlo do velho rgimen,
o delegado da reacro olygarchica, o continuador
de um Sergio de Macedol
E' por estes fumlamenlos que o congresso hai-
tiano, sob a presidencia do homem poca, resol- | de al
ve condemnar ao Sr. Dr. Ambrosio no grao m-
ximo do arligo de lei citado. Era preciso umJ^tMip o presidente da provincia na qual tho expuz
grande excraplo de punicao, e o congresso no a situacodos negocios nos 2 termos de Olinda e
tremeu em vola-lo. Pro'cedessem assim lodos os! Iguarassfi, cheguei a igreja de S. Pedro exacta-
dispenseiros da justica, e a sociedade verla ope- mente n'esta occasiao : o dirigiudo-nio a meu ir-
ror-se em seu acio uma transformado de fond \ man, que se nclnva dentro di igreja, elle iVz-me
en cambie! I sentir o receio que linha, deque nouvesse algum
Onde apona a historia o exemplo de um pre- disturbio na S, dando co-no motivo do seu re-
si lente de arovincia que segu ferropeado o ca-jeeio a nairaco do que lica dito. Comprehen-
minho do presidio? Era que annaes do mundo I dendo a delicadeza da siluaeo. e desojando con-
se depara a tremenda exemplaridade de ver-se llrar qualquer successo desagralavel quo por
favor da mesa. Executada aquelli evoluco, re-
liraram-se os menrjonados cidadaos para a fre-
guezia de S. Potro, permanecendo na S os in-
dividuos, que compunham os referidos grupos.
Pouco mlis 011 monos a este lempo as recusacoes
pririripiaraiu a ter lugar com intolerancia, para
uo dizer com insolencia e audacia : s recusa-
coes succediam reelamneijes mais ou menos ener
gicas, porm sem carcter hostil.
Em quanto as consas corrinm assim na Se, na-
da se fazia em S Pedro Marlyr, noiaudo-se so-
menle uma como que expectac.io muda da parte
ins liomens declara lamento meus contra-
estes assistiJos da liberdada dedefeza concedida
aos acensados na barra dos Irbunaos sustentadas
como licam os fnnilamentos da pronuncia re-
corrida compro por amor 1 ropntacao los func-
cionarios pblicos quo liveram parte nesle pro-
cesso dizer duas palavras sobre a historia des m
origem e proseguimento : Cousiaii'lo a s. M.
o Imperador por occasiao tle sua viziln a cidade
do Rio Formoso que em um dos carinos dessa
cidade exista n senicn;. constante de (olhas29 e
30 dos auto* originaes e de quo trata o recorren-
te a folhas 48 de sois rastas, ordenou ao Dr.
aervazio onmpello i'irea reneiru emu juis direilo interino da comarca que lomasse conhe-
rimenlo do laclo, em coosequencia do quo o
juiz de direilo mandou tirar copia de todo o
processo e remi'tter ao promoltor publico que
com esse documento deu a denuncia de tolhas
urna ; isto posio nao posso consentir que pas-
se desapercebida dizer o recorrente em suas
rasos que o presente processo filho de plan >s
polticos para ns inaes concorreram os mencio-
nados funecionarios. O esorivao faca no termo
legal remessa destes autos ao raerelissimo tribu-
nal a quem, que decidir como entender de jus-
flespaclios le exportaefo pelante-
sa
dia 31 de selembru de lHtl
GenovaBscun sarda Amissione, Bastos i
Lomos, 438 con ros salgados.
Rio da PrataBrigne nacionalMarioho III, A.
Irmaos, 50 pipas cachaca.
Liverpool Brigu inglez Odom>\ Mells I.al-
b.n & C 53 sacras algodo.
Becebeiloria de rentliis Iriteriias
greraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 20. 14:057$43
dem do dia 21....... 3:2O4j450
17:26l702
Consulado provincial
Kendimouto do dia 1 a 20.
dem do dia 21. .
aa.-u.-.-.ira* i T.ir-
48715{2HS
5:J71ff94U
54^3178228
-;
aflOTliliRtOdOp<3
de parte esse incens queimado.essas cousas que i,?a_ V|||a de Barrciros 18 de jullu de 1860.
. _-..- I 113 J\.< I JUIIIVIIa *- -'----..
rios. Tendo lido nessa manha uma conferencia
Lom o presidente da provincia na qual Ihe expuz
um delegaeo do governo condemnado 20 annos
de pristi? E digain que o Garibaldi peba nao
um dictador s direitas o de parva fecundi-
dadel
Cabo nqui pelo uma idea associada. No ha
anda minios annos que l do fundo de um mos-
leiro sorgiram propbecias, que nssignnlaram os
prximos annos como celebres em acontecimen-
tos notaveis. R-zava o apostlo do futuro :
Em 1859, a sociedade europea sentir em seu
seio u 111 a profunda commoeo; o centro do mun-
do cathulico ser um thealro de guerra.... Em
1860, surgir um GRANDE HOMEM....
Esludc-se piofundamenle a siluaeo. i.ijal
este GRANDE HOMEVI, apontado desde um pas-
sado remolo? Garibaldi, Garibaldi, exclama a
Italia; l'eitosa, Feilosa, exclama o imperio.
Eslava reservada heroica provincia de Per-
nambuco a gloria de ver levanlar-se um tilho
gigante, embalado sombra das florestas aineri-
venliira podesse ler lugar deixei meu irmao re-
commendando-lhe toda vigilancia na eleico de
S. Pedro o segu apressadamente para a S, onde
fui encontrar o Sr. delegado Souza Filgueira, que
Iralava de acalmar o povo indiguado pelas recu-
sacoes acinlosas da mesa, e abrindo espado por
enire o povo approximei-m da mesa, a liz seo-
lir com loda a franqueza e energa o necessidade
de calma e de respeilo a autoridade constituida,
declarando ao mesmo lempo que o recurso nico
quo nos resta va era reclamarmos pacificamente
permite a autoridade competente contra as injus-
ticias, que a mesa fosse commellendo.
Pouco depois a imprudencia de um mogo que
me ficava fronteiro do lado opposto da mesa deu
logara uma scena de palavras desagradaveis en-
tre elle, o um oulro, que Ihe licava prximo, o
quiera alTeicoado a minha causa : nesta occasiao
um homem juo seassentava a direila do juiz de
paz, e quasi a par deste nicabeceira da mesa le-
oninas vezes sao lilhas de consi leracoes particu-
lares e i inmerecidas, o prescindindo de entrar na
apreciacto se o Sr. Thomaz do Paria durante o
lempo "de sua gerenciaprocuran sempre com
afinco os interesses da companhia, mesmo com
perda, algumas vezes dos que Ihe eram proprios
limitar-nos-hemos a dizer alguma cousa com
referencia aos nossos agentes.
A escolha que a companhia brasileira fez, no-
ineando seus agenles nesla cidade aos Srs. Aze-
vedo & Mendos, uma das acertadas escolhas que
se fazerh na vida do homem.
Porque! alm de minios predicados que abo-
nim os Srs. Azevedo & Hendes, oque os recorn-
mendam como dignos do lal nomea;o : basia di-
aer-se, quer particular, qu"r commercialmenle
tratarni >, que s> dous perfelOS cavalheiros, ne-
gociantes probos, honrados, dignos de tolo o me-
recimenlo, assenlando a estes bons predicados,
vcnladeiros caractersticos do negociante, um
completo conheciraeiilo ao negocio, costuraos da
praca, onde residem ; predicados estes que for-
cosamente os ha-de impellir bem salisfazerem,
a tornarernse credores di confianca que a com-
panhia brasileira acaba decooiLsr-lhes.
Louvores, pois, a companhia brasileira de pa-
quetes a vapor, pela descripcao com que se bou-
ve, na acertada nomeacao que tueram para seas
agentes em Pernambuco, as pessoas dos Srs.
Azevedo ^ Mendes.
Recife, 20 de selembro de 1S30.
F.
Sentenca na revista civel n. 5833.
Vistos, exposlos o relatados osles nulos de
revista civel entre parles,
.Vicios sabidos no dia 21.
Terra Novabarca ingle/a Trinculo, capitao F.
Damond, em lastro.
Porlos do norte vapor, nacional Piirnnn, com-
mandanto o Io lenle Puntes Ribeiro.
canas, crestado pelo sol dos trpicos, dominar! vanion-se paludo e com voz solemne pronunciou
a vasta extensao que separa o Prata do Amazo-j lorrivel palavra-haja:comprehendendoo que
as e diciar ao mundo a lei nova, como o Moyses : haa de sinistro nesla fatdica expressao pergun-
do novo mundo, o Garibaldi_dos trpicos, 0 I''com loda a torga aquelle individuo o que elle
ho
uta
novo mundo, o Garibaldi dos trpicos, 0 |''com loda a lorca aquene inumauo o que ene
mem poca, o successor de enrique Dias, o queria significar com aquella expressao a verse
gro por excellencia! Cu, en-rgia da inlerrogagao o fazia calar
Pnrabens nossa fortuna Eis ah um grande infelizmente porm o instrumento da malJadc do
recorrente o Dr. Joa-
quim Antonio Carneiro da Cunha Miranda, e re-
corrido o Dr. Joaquim Procopio de Figueiredo,
concedern revista pedida pela injustica notoria
commellida pelo ncr.lo fl. 16C v., que conlirmou
n senlenca 11. 150 v,, q-ie julgou improcedente o
libello fl.' 4, porque ofTendin a sentenca fl. 12 v.,
e o acord II. 12 celebrado entre o ree.or.Mo fl a
mullier do recurrente, nicos herdeiros de I). Jo-
sepha Lo Usa de Figueiredo. etc.
B' preceito estabele;ido na Ord., liv. 3o, lit.
66, Io, que o julgador dve sempre dar sen-
tenca de conformida le com o libello : o o que o
recrreme pedio no libello fl 4 que o recorri-
do, como Inventarame dos bens de D. Josepha
Luiza do Figueiredo, sogra tanto do recrreme,
como do reco.rido fosse condemnado a traier os
bens que menciona no mesmo libello a sobre-
parlilhas, visto nao lerem sido descriplos e par-
tilhados no respectivo inventario ; vsla do que,
evidento que semelhante libello nao ollendia
nem a senlenca ti. 12 v., nem o acord II. 12,
Felisbino de Mendonra \'a seconlinha em dtla sustenlaco aqu transcripta
e pedidas por certidao exlrahida dos proprios
autos laes e quaes me reporto o vai na verdade
sem cousa que duvida faca conferida e concer-
tada, subscripta e assignada nesta citado do Re-
! cife de Pernambuco aos 13 dias do mez de agos-
to le 1860, subscrivi e assignei.
Em do verdade,
Sos Peres Campello de Almeida.
Illm, e Exm. Sr. conselbeiro presidente do
superior tribunal da ri'lacao.O lencnle-coronel
Jos Antonio Lopes, vem" requerer a V. Exc. se i
digno de mandar dar-lhe por cerlidao o Iheor1
verbo ad verbuin do venerando accordo deste |
egregio triDunal desproounciando o supplicanlel
no processo contra elle instaurado pelo jui/.o de
direilo da comarca do Rio Formoso por crime '
de responsabilidade. Nestes tormos pede a V.
Exc. assim Ihe delira.E K. M.
Passe. Recife 9 de agosto de 1860.A. Leo,
residente.
Jos Peres Campello de Almeida, escrivao da re-
laeo de Pernambuco por S H. I e C. que
I).'os guarde etc.
Certifico que revendo os aulos de que traa a
pelieo do supplicanle delles consta o accordo
cujo Iheor o s'-guinle:
Accordo em rolagffn etc.(jue feito o sorteio
e rotatorio do eslylo dao provimento a> recurso
interposlo a folhas 4 pelo lonente-coronel Jos
Arit.inio Lopes da seiitenca de folhas 11 verso a
43 pelo qual foi pronunciado como incurso nos
arts. 154 129 5" do cdigo criminal sob os
fundamentos i'rtmeiro de no ler procedido
cnica Manuel Gomes Jacintho (por alcunha Can-
balo) por crirao de injurias e calumnias ou amea
gas por elle follas a Jos Moniz que de laes cri-
messe Ihe qieixara providenciando assim para
prevenir o seu assissinalo : e segundo.
do no
r-. *5 1 CS es 3 1 Horas 1
w w B c a c V. v V. Atmosphera 0 60 cr Pl 3= 2 > n ;-S -i si w
fS A Direcgo. < H O
15 t-s w 05 ID ce ce 0 -4 73 33 . en 1 | Intensidade 1
s a hS 1 - iva os .A KS O ce (vi 0 ! Centgrado. PJ O B te = O 0. B O ? 0 0 >
p 00 1 Reaumur.
ce 00 en 1 1 -^ 3 | Fahrenheit
co <= cr. | llygrometr *
-1 a* i = Barometrc l . 1
A noite nublada e de nguaceiros, vento SE,
veio para o lerral e assim amanheceu.
OSCILLaUjrVQ D\ XAKK.
Preamar as 8 h 5i' da manha, n||ura 6.0 p.
Bdixainar as 3 h 6' da larde, altura 1.50 p.
Observatorio do arsenal do marinha 21 de se-
lembro de 1860 ViRf.ts J'jmou.
Edita es.
Joao Baplisla do Caslroe Silva, inspector da the-
souraria de fa/.enda de Pernambuco, por Sua
Mageslade Imperial e Constitucional, que Dos
guarde, etc.
Faz saber a lodos os habitantes desla provincia
hav'erVmpregado cintra o dito Jos Moni/, e seus que ern virlude da ordem do Exm. Sr. ministro
irmlios os metas a seu alcam-e para prende-los da fazenda, presidente do tribunal do tliesouro
como assassinosdo referido MancelGambado eislo nacional, se procedo peU tliesourana subsli-
por motivos de alTeicao oucentomplacao que Ibes lu;ao das notas do mesmo Ihesouru de 209000
prestara como moradores no seu engenho ; por- da quarta estampa, papel branco, valor por valor
quanto relativamente a primeira omissao no at o lim de abril de 1861, comcQando
ella'r'spondcsst como era misler em tace dos
arls 150 do cdigo do processo criminal e 398 do
regulamento de 31 de Janeiro de 182. e nem
to pouco estando urovado dos actos que cora
efieild houvpra nos termos do art. 79 do mesmo
cdigo a queixa a qie se refere a dita pronuncia,
icio que respeita a segunda omissio, vfi-se
E p
cimo mez.
Thesouraria de fazenda do Pernambuco, 21 de
selembro de 1860.
Joao Baplisla de Caslro e Silva.
O Illm Sr. regedor do gymuasio manda
avisir nos pais, tutores ou correspondentes dts
alumnos internos, meio-pensionistas e externos
hornera, um homem celebre, que nasce snberbo
da rara patria 1 Elle quo leva a audacia do la-
lento condemnar por si um delegado do go-
verno, capaz de mais, capaz de ludo. Que
milito que roube a libetdaie do Sr. Ambrosio,
aquelle que j deu um bote contra a liberdade
de Dos?
Recife 20 de setembro.
W.
P. S. Sopponham os leilores que vai cima
deste uma figura armada em guerra, de eimo,
capacete e saia do malha, que brande a espada
contra um nioinho". E' a postura favorita dos
Quichotes de lodos os lempos 1 Sentimos q,ue a
yavura nao esteja impressa; seria de um bello
elTeito. Mas note-se que o lijuro acacliapado
e assim modo de iohame.
outros tiuha-se compenetrado bem do seu papel,
e em lugar de so recolher ao silencio, repeli a
mesma palavra com torca sempre crescenle por
diversas vezes. N'um volver de olhos presencie
a scena mais repugnante, que lenho visto; e cuja
repeticao pego a Deus que no permita que eu
presencie do novo.A faca de pona e o ccele
foroiu postos em acoto dentro do templo do Se-
nbor, e o sangue manchou o pavimento, em que
o chrislao arrependido de.ve proslernar-se para
fazer actos de humildade e penitencia 1
Por mais que me exforcasse para fazce cessat
aquella scena de sacrilegio e de sangue, nao foi
possivel conter os impos em seu furor.A real-
dade em seu declive tem leis tan (alaes como a
da gravitaeo. Em pouco lempa a lula cessou :
foi en 15o que meu irmao, tendo sabido do succes-
so em S. Pedro Marlyr, onda se acu.ava cketiou
tornasol a tomas -u ou ruma ut-iw-m "": u ( im in,iiai-. .. -------- ----
fado vrteme como a primeira ou fuera refenn- dente ao 4o trimestre, do 1 de outubro ao ul-
do se a inimigos do recorrente, sendo lambem timo de dezerabro do corrente auno.
laes como a segunda, ou sao em direit 1 defeituo- S-cretaria do Syn.nas.o P^^n'.il.!?"
' i" a so umca.igu Z*&^T*Z U.^^?iTtoinkanhas do sumario de do gynmasio, que. o ^a^^
o documento que se acha do 11. 6.em dianle.que folhas 37 a folhas 41 ou nada depo-m sobre ojp.ao recebimenlp teK^IM.IK
relaeo nenhuma lera com os heos mencionados
no libello, e pelo acord compromelteram-se o
recorrido o a mulher do recrreme a curnprir as
referidas parlilbas e nada reclamar contra ellas
em lempo algum.
A' vista das palavras do referido compromi-
so, manifest quo elle se limitava aos bens
que foram objeclo da mesma parlilha, e nem
possivel que se possa eslender aos referidos no
libello, des quaes nao se tratou nem COgitOtl
quando leve lugar a mesma parlilha, e isso
conforme o direilo, Dig., liv. 9o 3 De transac-
lieae, e tei 35 De paclis.
Que os bens do quo trata o libello fl. 4 per-
tenciam beianca de D. Josepha Luiza do Fi-
gueiredo, e que on foram inventariados e par-
lilhados, est provaoXi pela confissao d recorri-
do na conlrariedade fl. 36. trepli.es fL 46 e no
depoimenle.fi:. 57.
Nem obsta ler o recorrido, referido as razoes
por q_uo laes lieos nao fcraa invenUciados, e
segn..
sas o indignas de crdito por serem irmaos do
criminoso Jos Moniz e oulros, presos pelo re-
crreme e posteriormente pronunciadas pele as-
sassinato do Manoel Cambado, e conseguintemen-
le por laes consideracoes nao podem produzrem
direilo a conviccao da cnminalidade do recor-
rente, ao passo "que a qnarla testemunha do su-
mario claramente jura que os assassinos de seu
pai foram perseguidos e processados peto recr-
reme, c este tacto acha-sc demontrado igual-
mente pelos depoimentos c validale decorridos
de folhas 33. 37, tactos esses que excluem toda
a idea de prevericaQo da parte do recorrente,
sendo que ainda quando elles nao conslassem
dos aulos nem por essa imputacao a que so soc-
corce a senlenija de prwinnta deixava de carecer
do base jurdica lai'io por fiindar-^e soraente no
depoim.*ao da Ukoiw testaavunha e essa dvtei-
nambuco, 21 de selembro de 1860.O secretario
A. A. CabraL
O Dr. Anselmo Francisco Peretli, commendador
da imperial ordem da llosa e da de Christo, e
juiz de direilo especial do e.oromercio distaci-
dado do Recife de Pernambuco c seu termo,
por S. al. I. eC, que Deus guarde etc.
Faco saber aos que o prsenle edilal virem, e
dello noticia liverem, em como no dia 26. do se-
tembro do correte anuo, se ha de arr-ma*ar em
praca publica deste juizo e sala dos auditorios,
os bens seguintes :
Uma meia commda, fallando duas gavetas, no
valor de 8j is. .. .
Doze cadeiras cora asseuto de palhinha por
12 rs
Seis ditas quebradas sam valor.
Uma marqueza por 10# rs.
T "\
ILEGVEL


(4)
MARIO PE PERWAMBCO. SABBAPO 22 PE SETEMBRO DE 1860.
Urna mesa pequea por -\$ rs.
Una ita grande por 0d rs.
Um loucador por 2 rs.
Iiii cabido por 1$ rs.
Um quadro por 320 rs.
Trozo pires por 19 rs.
Dei copos por 1 rs.
Cinco l.'ii.is vasias por 400 rs.
Dore carias de traques por 90 rs.
Onze lalas cotn saidinhas de .Vanles por 2j is.
Setenta e qualro garrafas vasias por 1><80.
Hozaseis fiascos vasios por 610 rs.
Urna baoia de folha por 4u0 rs.
Uoze colheres de melal por lg rs.
Uezaseis garrafas vasias por 320 rs.
Una barrica coui garrafas vasias por t> rs.
Duas colheres de prala baixa por 2 rs.
Duas notas promissorias de Caetnno de Mallos
Simos, passada a 3 de julho de 1855, 6 mezes,
da quantia de 50 cada ama, por jifcj.
Urna dita de Aulonio Joaquim de t.ima, pas-
sada a 27 de julho de 1853, da quantia de ris
1305020, por 6">c3IO.
Lima dita do Joan Leite do Rogo Sampeio, pas-
sada era 9 de maio de 185, i G mezes, da quan-
tia de 100J rs., por 503 rs.
Urna dita de Luis Gomes Torres, passada a 9
de oulubro de 1851, 0 mezes, da quantia de
96S380, por -03 rs.
Tres ditas de Jernimo Manoel de leras, pas-
sada a 17 de fevereiro de 1849, 3, G o 9 mezes,
da quantia do 775200 cada nina, por 60.;? rs.
Os quaes bens sao periencontos a Jos Diasda
Silva Cardeal e vo praca por execueo que Ihe
oncaminha Domingos Jos da Cunha Lages, e nao
havendo lancador, que cubra o pr.eco da avalla-
cao ser a arremalaco feita pelo'proco da adju-
dicaran rom o abale da lei.
E para chegar ao conhecimonto de lodos man-
dei passar editacs qno serio publicados pela im-
prensa e afiliados nos lugares do coslume.
Cidade do Recife de 31 de goslo do 1860, 39.
da independencia e do imperio do Brasil.
Ku Manoel Mara Rodrigues do Nascimenlo, es-
crivao o subscrevi.
4n.e/io Francisco Peretti.
se recbete o unposlu da declina urbana Ha re-
ferido exercicio -sern ser por guia do jnizo. cen-
forme se acha determinado pela thesouraria da
fazenda provincial. Cellecloria dc Ondc 15 do
setembro de-lSGO.O escrivao,
Juo Goncalve9 Rodrigues Franja.
Novo Banco de
Pernambuco.
Sao convidados os Sr. accionistas do
uovo banco de Pernambuco para virem
receber o quinto dividendo de 9,s por
acrao, do dia 10 de setembro em diante.
M\ esleirs ; 258 grvalas ; 258 mantas de la ;
1834 bolees grande de melal bremzeado com
o n 10 ; 918 ditos pequeos de metal bronzeado
com o n. 10; 378 dilos grandes de racial pra-
leado com o n.. 10; 162 ditos jtequenos de melal
praleado cam o n. 10.
Companhia de artfices.
I 84 bonels ; 84 grvalas ; 81 pares de platinas ;
;84 esleirs ; 84 mantas; 252 botoes grandes de
metal amarello com o o. 3.
Companhia de cavallaria.
3 bandas de laa ; 70 bonels ; 70 estotras; 70
| grvalas ; 70 paros de luva3 de al goda o ; 70
mantas de laa : 980 botoes grandes de metal ama-
1 relio com a letra It : 560 dilos pequeos de me-
lal amarello com a letra R.
Materia prima para os mesmos corpos cima
declarados.
270 covndos panno mselo alvadio ; 5 ditos de
de guerra, lem de'comprar os objecos fiEMS?,' ^t^tf^}*' def',rro: 33i
r ditos debaou verde ; 8 2/ ditos deeasemira ver-
Consellio adniinistrat vo.
O conselho administrado, para fornecimento
do arsena
seguintes
Para o S. balilhjio de arlilliaria.
351 bonetes para inferiores c soldados; 2 ditos
para os sargentos ajudante o quarlel-meslre ; 17
ditos para msicos ; 720 esteiras ; 330 purs de
platinas para inferiores e sollados; 17 pares de
platinas para msicos; 370 grvalas : 370 man-
tas ; 228 botoes grandes de melal praleado com
o n. i ; 102 dito* pequeos do metal praleado
com o n. -; 2038 ditos grandes de metal ama-
rello com o n. 4 ; 389 dilos pequeos de metal
amarello com o n. 4.
9. batalhao de infatuara.
2 bonetes para os sargentos ajudaule e qnnrtel
mestre ; 27 dilos para msicos ; 107 dilos para
inferiores o soldados 38 esteiras ; 160 grvalas ;
162 mantas de la : 27 pares de charlaleiras para
msicos ; 378 boldes grandes de melal praleado
com o n. 9; 1G2 boldes pequeos de metal pra-
leado com o n. 9.
10. batalhao do infanlaria.
27 bonetes para msicos; 23! dilos para sol-
dados ; 27 pares de charlaleiras para msicos;
Attenco.
Roga-se a todas as possefas que esliio dovendo
ao abaixa assignado, venhara pagar no prazode30
das acontar da dala desto. e aquellas pessoas
que doixarem de o fazer no dilo brazo serao cha-
mados a juizo para realisarem
Recite 21 de setembro de 186(J.
Oabaixo assignado,
Facnltalivo pela academia imperial de
medicina, medico cirorgica desta
corte:
Atteslo que sendo chamado para tratar da me-
nina D. Emma Cook, de 10 anuos de idade, Clha
da Sra. D. Elisa Cook, moradora na ra dos
.Hurtis n 7. era sao Christov.'io.
Notei que soffiia de hepalile- (vulgo inflamma-
cao de ligado), e que em datas anteriores se ha-
via submctt.do s medicacOes. por facultativos
aconselhadas, sem obler satisfatorio resultado
b, aconselhando eu o uso das chapas medicinad
lio Ricard Kirk. e-'criplono na ra do Parto
n. 19, era menos de dous mezes vi-a perfeita-
as pessoas que Ihe sao devedoras, talo~'da' praca !,,?. ^!?r d?3a e,"fermJ-'"1e. 1e por
como de fra. a virem saldar seus dbitos at> Sra KSirato aPP>>caSo do mais ener-
os seus dbitos.
Domingos Francisco Ramalho.
4viso tempo.
O abaixo assignado. estabelocido com fabrica
de lamancos na ra Direila n. 16. avisa a todas
de ; 5 dilos de oleado ; 265 ditos de panno azul ;
varas 391 do aniagem ; 3300 varas de liirn bron-
co ; 3055 varas de algodaozinho; 18'J varas de
galio de prala de t pollegada de largun ; 106 1/2
varas do galao de prala do raeia pollegada de
largura ; 71 varas da tranca de reirez ; 37 1?2
do fita de la, conforma o figurino ; 15(8 bu-
los de metal amarello lisos para capotes.
4. batalhao de arlilharia.
50 varas de brirn branco ; 50 ditas le algodao-
zinho ; 20 bonels.
Quem quizer vender laes objeclos aprsenle asi
sujs proposlas ern carta fechada na secretaria do
conselho s 10 horas da manhaa d dia l. de
oulubro prximo vindouro.
Sala das sesses do conselho adtiinislrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra. 21 de
setembro de 1860.
Denlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Perda Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
da 20 de oulubro prximo futuro, do contrario
serao seus nomos publicados por este jornal as-
sim como cobrar judicialmente da.juelle's que
abusarera. pois o ibaixo assignado l.imbem tera
devores a cumprir. Recife. 22 de setembro de
loU.
Antonio Jos Fernandes de Castro.
Precisa-se de um feilor que soia tambera
capaz de tratar de cavallos, para um sitio peque-
no : na ra da Cadeia n. 6.
li porque rao fosse este pedido, e seja veida-
de. passe o presente e firraei.Dr. Joaquim Jos
Lardoso de Siqueira Amazonas.
Rio de Janeiro 28 de dezembro de 1855.
Atiesto que tendo opplieado as chapas medi-
etnaes do Sr. Ricardo Kirk, cora oscriplorio na
ra do l'arto n. U9,dellas tenho oblido vantagon*
mmensas, raormente as i n flu ma res do esto-
Attenco.
Aluga-se um sitio nos Afogados com os pre-
dicados seguintes : boa casa de vivenda, casa do
banhos, batanles frucleiras de diversas qualida-
des. tendo entre ellas 82 ps de cajueiros nov0*
quaes carregam bastante, ur bom viveiro e urna*
oana bem preparada, na qual se trabalha era
obras finas, hora porto de embarque, e fica junto
daestacao : quem pretender dirija-se Iravessa
do arsenal de guerra n. 1, armazern
que ahi se ensinar o sitio ese dir
ha de tratar.
do carne,
com quem
Xarope
se
........-,r.,-.-.- .V'MVifi.je1|a se faz publico
;r......"i" --1 ,0 corrento moz, depois do moio-
uia so nao de arrematar er:i hasta publica por-
ta da mosma repartiorio, sendo a arremalacio li-
vre de diroiiosao arrematante, um bidet com en-
cost, avallado era 20;000, vindo do Porto no na-
no portnguez Proraplido II, entrado no me/.
passaoo, o abandonado nos direitos por Jos
tomo dos Santos Fon les
AlaNdoga de Pernambuco, 20 de setembro de
N'U. (J inspector,
_ Benlo Jos Fernandes Barros
Pela nspeccao da alfandoga
quo mi dia 25 do correlo
Be bao de
sendo a arremalaco livre de direitos
A li-
tante. 6
so la/, publico.
. depois do meio-dia
arrematar a porta da mosma reparticao|
ao arroma-
24.a
rau m s. isabel.
LYRIGA DE fi.HRINANGELI
Sabbado 22 de setembro
recita da assignalnra c 12 para os camarotes de segunda serie
P.epresentar-se-ha a grande opera em tres acios de Donizetti:
leguras, viudas do sul
para os senhores abaixo de-
caixas cora 72garrafas de viuho do Vero?
com 18 mod.das. no valor de 960 rs. a medid,
apprehendidas em acto de desembarque sera li-
cenca da alfandega, porApollinario Francisco Go-
mes auxiliado polo inspector de quarteirao Jos
1 anco do Carvalho, e p, los pedei.res os Hra
r.qu-s de Souza o Joo Vicente.
imV/3",1,'^ dc Pcranuco, 20 de setembro do
icou.U inspector,
Denlo Jos Fernandos Barros.
neiacao das carias si
pelo vapor Paran
clarados :
J'adrc Antonio da Cunha Figueiredo
Antonio .lose do Figueiredo.
Antonio Fanas Brandan Cordciro.
Bolarmiiio do Reg Barros.
Cypriano Fenelon Guedes Alcoforado
it. Francisco Pinto Pessoa.
Iloracio de Gusrao Coe"
los Nonos do Olireira.
Dr. Manoel Jos da Silva Neiva
Mana Je/nina Dourada Ca
Machado & Dantas.
Conselho administrativo.
O conselho administra
do arsenal de guerra
tus 8egointes :
Para provimento do
Os bilheles vendera-se como de costurae.
Principiar as 8 horas
m um
S.
THEATllO
no.
Jvalcanle.
Uro, para fornecimento
lem de comprar os objec-
armazeni do arsenal de
guerra.
I sra a ofilcina de sapalari
.1 cama tica dehabeo da
dlreee&o doaetor Carvalho.
DOMINGO, 23 DE SETEMBRO.
S { 1/2 HORAS DA TARDE.
ESTR.\
DO
NORTE-AMERICANO
GlILHERBE LGHlS B|NTRElt.
QUE TESI TRABAi.HADO Nos PMNCIPAES TIIEA-
TBOSDA VMEflICA DO NORTE.
LOKO que os Sis. prefossores da orcheslra exe-
brilliante ouvertura, subir scena
ha dousannos, de excellentes madeiras. pregado
, o encavilhado de ferro e pao, e forrado de cobre
na um auno : pnra ver, defroule do caos do Ra-
mos, para IreUr, na ra da Madre de Dos n. 2.
Para o Aracaty
O hiaie Santa Rila.) recebo
com Martina & Irmo
mero 2.
carga
ra da Madre de
: trata-se
Dos nu-
Para o Ass.
-Segu em poneos dias o hiate Camaragihe
K? W?0 d" cobie. Por j ler par?e de
, seu cairogamento para o resto e passageiros tra-
la-se na ra do Vivario n. 5.
Aracaty pelo Ass.
Segu com a maior brevidade o
por j ter a maior parte da carga
hiate Gralidio
prompla para
i rnrln ------- r----- "o" K'"l|"it, para
o rosto o passageiro?, trala-seno Passeio Publico
n- 11, ou na ra do Codorniz n. 5, cora Pereira &
> alent.
600 meios
-'.00(1 couros
sias
de Fernando
varas do
arroba de cera
21) libras do ga-
sallos ;
geoipapo ;
sodas ,
O rolos de
1 rodete de
ia da ilha
de Nnronha.
de sola: 200 meios de vaqiIclas
de cabra o ovelhas ; 600
algodao ; lo dunas de facas- l
de abolhas ; 1 arroba de bre
a I11"."' df caparos; 2 duiias de i
i mi s. de8rosas; 20 caitas de
100 milheiros de lachas de
madeira para formas, de '
muer mandioca ; madeiras precisas para duas
prensas de raauulaclurar farinlia
Quem quizer vender taes objeclos aprsente as
proposlas em caria fechada, na secretaria
tS'mei*810"raS da ma'"ia d0 -.
Sala das sessoes
BL&Smt d arse"al d0 suerra- 17 d0
Denlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Pe- ,rc, i"0' ?0?*J "cre'ano interino.
tola mesa do consulado
publico, que no ultimo do
RmiS? lCnal d a"n0 ''"-eeiro de
n,o, ,,. l e"du po ?!ftaa os collec-
ier?m a0hi,m c',n debil0- d0 'Dl'oslo da
dcima e mais imposlos que so arrecadam por
esta mesa, mandem saldar seus dbitos. afK ;
^^tSador'TheodoroMah3d^-'
o escolenlo drama em dous
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
Scklner, Cardoso, Jos, D.
Adoros : Carvalho
Pranooa c D. Julio.
No lim do drama o Sr. Goilherme execular a
engrarada comedia elupia, fazendo um busto de
um raoleque responder a tudu que se Ihe
untar.
Soguir-se^ha pela companhia
media :
PAOUETES A VAPOR-
per-
a engranada co-
do conselho administrativo,
provincial se faz
prsenle mez finalisa-
Alieiifoada Diabrura.
Dar fin ao espectculo com os Irabalhos do
Sr. Guilherme iar.1 fallar caixoos, radeiras e ludo
que esliver em scena.
A direceo deste theatro nao se tora poupado
a sacnhcias para bom salisfazor o respeitavel pu-
i ?j P8il,c,P 1e ueste dia a entrada ge-
ral de Ig poj pessoa.
Os bilhetes acham-se desde j venda no es-
cnptorio do theatro.
O vapor Oyapock, commandante ocapilao te-
nente Santa Barbara, espera-se dos porlos do
norte al o dia 25 do corrente
ra os poilos do sul no dia 20.
Reccbe-se desde j passageiros e engaja se a
cania e encomraendas que o vapor poder condu-
zir, sendo despachada cora antecedencia at a
-espera de sua chogada : agencia ra da Cruz
n. 1, escriptorio de Azevedo & Mendos.
Consta neo ao abaixo assignado M
l que em poder do Sr. tenente-co- S
b ronel Franca param duas lettras M
g urna da quantia de 1:875^500 e p
% outra de clous contos setecentos e g
| tantos mil res, que se diz sereno '
aceitas e firmadas por pessoa de
| nome igual ao do abaixo astifina-
do, sendo saeador dellas o Sr.
| Joao Paulo de Souza, declara o
l abaixo assignado mui solemne-
^ ...vu^,. que por semetiianUs le.
tras nao pode e nem deve ser ret-
ponsavel, pois qne as nao firmou
e menos ao bv. Joo Paulo, co.n
j fjttem tendo tido varios negocios a
de que Ihe aceitou algumas let-
tras, todavia com elle ja se acha ffl
\ quite e saldo, do que conserva os
respectivos recibos, sendo que
; 18$ que Ihe resta da compra de
i tres pares de argolas, Ihe tem
| deixa lo de pagar nicamente pe- lo receio de fazer pagamentj e "a
transa cedes com um fallido, co-
mo esta' qualilicado o referido
Sr. Joao Paulo, mas que todav
esta proinpto a pagar
mostrar legalmente
para receber.
Isto posto e se ben que
deva a idea de taes lelt
comtEodar ao abf
poique al
lo saeador
que alto e bom som diz
$> o queira ouvir
5 das lettras nao o abaixo .
M nado, porm sim outro, com tu-
3| do faz-ge o presente aviso para
6 evitar duvidas e questoes que
possam apparecerem, o abaixo
K assignado nao s as contestara'
X com todas as foi cas como crnni- "8
nalmente proceder' contra quem M
m quer que leve a fraqueza e rra'
* le de abusar de seu nome. Re- s
* efe 20 de setembro de 1800. 3>
S Francisco Coireia de Andrade P
mmmmmm m mmmmm
Premio de 500J.
L0-dl.3l5doJcorrenl'' "o lugar Firmeza do
arrembaram urna janolla da
No cscriptorio de Guilherme Carvalho
ra do Viga rio n. 17.
I ara conhecimentu do publico I
mago, fijado, baro, etc. ; ainda que'sua efficacia ;
su eslenda s le-es de outros igaos, todava !
de indisputavel mrito para os casos supra apon- ',
lados. e bem depressa se senlirao em abono a**u. "l V"1"" V do verdad
da verdade. rosque, bem conhecido pelas
E porque me fosse pedido. paei este e Qr- "9.exPecf,">ento para todis
mei-Dr. Joaquim Jos Cardoso de &ZJL ". W0S pulmonares,
mazonas.
Rio de Janeiro 27 de Janeiro de 1S56.
[Reeonhecida rerdadeira a assfamatura supra
I
4C.


ranscrevemos o
xa ropo do
innumeraveis cu-
as molestias dos
Os abaixo
las & C,
Attenco.
as pessoas o os pais de familia que
quizerem ulilisar-se com o
i soaa,
assignados, successores do A. C Ya-
m eVpr0pr,tln08 d0 "rope do bosque
m Miente ao pj.Wico. que do 1. de julho era
rim mudanra nos lelreiros c cnvollo-
rralas o moias garrafas, em conse-
grando faisificaco que algumas nes-
i sentimenlos e bem conhecidas '
-
Cielo da Cosa Campeiio.
Jos Alvos de Monte Raso.
Joao Alvos do Oliveira.
Manoel Jos Ferreira.
Miguel Esteres Alvos.
Antonio de Albuquerque Maranho
francisco Jos da Costa.
Os abaixo assignados
- fazem scienle ao ros-
peitavol publico e ao corpo do coramercin
amigavelmonie dosenvolveram a
linnam na taberna n. 1 do
I punido3tfTAt S5gnadS PCl <**
O papel que serve de envoltorio branco tan
lo das garrafas como das neias "arrnf l'J
segoinie letreiro em le.ras dWa" H 'prins o
do'hnr"a,,n,l0Spd0 Rio ^ Jar-
do bosque 40 ra do Hospicio
; As garrafas c moias Errafne .5
na
a quem se
autorisado
que
sociodade que
paleo do Torco uno
Wrava na razan do Francisco de Oliveira Jnior
\ C ficando todo, archivo a cargo do Francisco
le (Uvera Jnior Recife 18 do setembro do
lbeO.-trancisco de Oliveira Jnior. Jacimho
Raposo de Almeida. '"'"
vidro do
na ra do
los Borges, livre
bilos at isla dala ;
nao
tras en-
ixo assignado,
n esta' o Sr. Joao Pau-
e descontador dellas,
a quem
ouvir. que o aceitante
assig-
SOC1EDADE
STITCTO PI E LITTERAIIO
presidente faz-se publico, que
rrenle, s 7 hars da nmte
sa
ma
domingo, 23 do ror'r
l!!;t'a8"noP.0,acetedarnadai-raia a sesso
magna^ em anmreraario da inslallaco do mesmo
I s. luto ; bem como as 10 horas da manha, "o
con\entodos religiosos Carmelitas haver a olis-
que se tem do celebrar ao padroeiro da raos-
sociodade. para o que sao convidados lodos
os socios ofToclivos. honorarios o correspondeo-
"s ; sendo a nolar quo as carias dirigidas em
especia darao entrada para a sesso a noite.
Secretaria do tnstiiuto Pi e Litteiario aos 19
de setembro de 1860. lJ
Altino Rodrigues Pimenla,
i." secretario.
Na roa Augusta n. 3!) ha urna pessoa com
quera l Irala arraigar comida para fra. para ca-
sa de homcni solieiro ou mesmo de familia.
r ~ ;4!,'f 8e "m. rrani0 rmazem na ra da
Cruz n. 29 com sabida para a ra dos Tanoeiros :
a tratar no pateo de S. Pedro ti. 0.
sverdiada. 0jS*iSt?
Hospicio n.-10, RiodeJaneirS
Luiz Cabral do Medeiros rlerinri ~r, ,
'ave. publico e P^bXtt^ZiWfTn
merco quo compren a taberna sita Sa ra d
-Sanio Amaron. 28. que amigamente 1 k
e RabeHo 4 A.mei!. mTjTSUS
o desoneradi de todos os de-
-.comp.reearp?.2^fte^9d^
SSsBSsaf*f
treiia do Rosario no deposito -eral
i^So-ro-^KS-y--

na ra
/#/A
moro 33.
Na i
nu-
se dir
nitores.
%ua Imperial n. 20.1
quera d dinhoiro a premio sobro
pe-
tormo da Escada
la Km
o,c,Ti k "romuaram uma janolla da
1 trancelim:Tp^do7 cVa.o com'J.SAT"?,:
S*ffliW* 1 ?'C complot""-
Leiloes.

mallado de verde
Perdeu sehontempela manbia na chogada do
caminho de forro na estaco das Cinco Ponas,
no poriao da sabida, um pe raciiu t'inbrulho com
Him"u! J ?,1",1S : ?Wm aS ncll0"> qerendo res-
im id'"la-*a. r" da Cruz do Recife, arma-
cm n. 14, que sera recompensado.
ASSOCIAQAO
Soccorros Mutuos
espera porlanto o
o comparccimenlo das
Sr.
senhores sa-
prosidente
cios.
18 de setcm-
Albino de Jess Randeira.
1." secretario
SOCIEDAOF
pleto es
o o esmilte j algum cabido
raez. seguir pi-/com 1 pulseira do mesmo aderero, 1 dita do ou
! ro maeico, 1 liga de unicorne encastoada 2 fleas
de ouro macico.uma grande e outra pequea" 1
cabeca de S Joao, 1 dita de S. Rraz de ouro
buz.o encastoad,. 1 cordo grosso de menino
com 2 palmos, 1 cassoleta grande. 1 dita peque-
a de ouro lavrado. 1 par de argolas lisas. 1
nelao de ouro com marca de esmall
leve por fra as letras C R. S
1 chave de relogio toda de ouro
um'com diamalf.."?010,.9 d "'0"re8' 2 "K *',,0[es > Mm^S S,
um com diamante grande, e outro todo de ouro rla do assembla
iso. I pares de botoes de punho do camisa. 1 i ,0 horas da
Vaccina publica.
rransmiaaao do fluido de braco
quintas o domingo, no lorreoda
t Z \ ~m1Iai"o vaccinadt.r
dar do sobrado da roa eslr
Os Sra. assignantes
uraco, as
alfandega, e
nafre-
. segundo sa-
eta do Rosario ti. 30.
an-
te azul que
e dentro G f.. ().,
com agulha d
ARTJSTASSELLEIROS
fcm reriiuiiibufo.
f presidente convido aos se-
extraordina-
eral domingo 23 do crreme
wisos martimos.
O
^riKPdrf 'Sb0d sahe '"'protorivolmenlo ateo
da 15 o brigue cTarujo & Pilhnsa por ter parte
de seu carregamenio prnmplo :
Urna taberna.
i -;.^~w... fiwiiiiio quem quizer car- !
novo banco de KVaPS^JasSPS Sa^do 22 do correte,
rernambuco repeteo avi- Joguin/e s. por despacho do ex, sr. Dr. jUz
on ntlk fnrr r JrOrtO DOr Lisboa. especial do commercio, a requeriraento
U que leZ para Sereill re- colhdas desde j as notas ^- ^^uK^irc^ t^t^ '^^^rJ^^, o agente ca-
de 10,000 e 2o,ooo da
emissao do banco.
Ja
ins-
Tribunal do comiiiorcio.
tela secrataria do tribunal do commercio
prov.nc.a de Pernambuco se faz contarT
2ffijMTP6l?0.to-,,T" de reSislro- Jo heor
m.imo a dnr! soc,eJ;,de ^e em 30 de agosto
< do'i a p.u espa- de ,res an"09. c-
r.l V .de- Julho vroximo passado, izeram
v'llSrtdD.td& Vit3Goimi" e JosGomo
cidad in n ? Prlufuezes. domiciliados nesla
cidade do Recite, sendo o fin socia
RA MARCHA ECLASSE: para carga o passageU marff fara' "eilao dos gneros e arma-
raa'-se'com K w riT'i'"!"5 r.omn>odu5c- S*o pertencentes ^esma taberna na
^.y^^ffD^JSStJ ra Imperial n. 43, na travessa do bec
co do Lima as 11 horas em ponto
Maranho e Para.
Segu com brevidade o hiate nacional
Xovaes ;
------ ov/vmi i, coniraer-
co de fazendas na loja da ra do Cres
ciascoCdSS1ilv1PTaSerOS- ,ra,'a-Se com Jpao P":
n fl 1 a NoJvaes> no largi do Corpo Santo
Aracaty.
. Al o fim da presente semana seguir i
po n. 17. nvelraonle o hiate DuviJoso ; para% resn.e da
(arga, liata-se com Curgol Irroaos. em seu
cnptorio. ra da Cadeia do Recife
dar n. 28.
es-
primeiro an-
Para este
lixhalacao ;
Aracaty.
o hiate
trata-se
porto seguir brovmenle
para o restante da carga
Wmnri2?2 IrmJ0S' rua da Cadcia VRecife...
H, primeiro andar.
A barcaca Idalina,
ara
COS comnnir.' frnecl,los P<"" mbOS OS SO-
CIOS, compet.ndo ao primeiro o uso da firma so-
nimhre,a,l0 l"'bunal d<> commercio de Per-
nambuco 18 de setembro de 1860.
Dinamerico Augusto do Reg Rangel.
No impedimento do oflicial-maior.
iribunaldoeommercio,
nr^l?eHr proi inca de Pernambuco se faz constar a inscrip-
cao no registro publico
sociedade de "
Francisco da
lecidos cora
do desta cidade n. 1. durando o referido contrato
umanno acoatardol.- de julho do corrente
deba.xo da firma de Guimaraes 4 Fonseca, e com
o capital de 12:641*844. ministrado por ambos os
socos, competmdo ao socio Vieira Guimaraes o
uso da firma social.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 18 de setembro de 1860.
Dinaraerico Augusto do Reg Rangel
No impedimto do oflicial-maior.
tommando das armas.
v. mcsmo, commando se declara que est
\n* VaS" de cscrivao d0 Presidio de Fernan-
do que deve ser preenchido por algum Sr offi-
cial reformado, ou individuo queja leoha' bem
servido no exercilo, segundo o* dispoalTno aS
do ministerio da guerra de 27 de junhu do alio
passado O pretndeme que se acha" em taes
crcumstoncas, convidado a apresenlar-se
secretaria militar, das 9 horas da manhaa
da larde, nos dias uteis.
O major secretario,
Francisco Camello Pessoa de Laceria.
r^ nHCOlf'eCl0rKdie r6nd,aS Provinciaes da cidade rata-secom Manoel Ign."cio"de"liveirS
de Olinda faz publico pelo presente, que no dia ; na praca do Corpo Santc oicem n Ltrl ?'
^.^eseiembrosecncejrou o exercicio de 189>esmo, a bordo. m cap"ao d
60, c que do l.<"e oulubio em diante nai Vend*-8* n k;.,-c... Rla)
LEILAO
Coinmercial.
Segunda-feira 24 do corrente.
Aniues autorisado pelo Exm. Sr. Dr. juiz es-
pecial do commercio a r- querimenlo dos deoo-
s.tarios da massa fallida de Joaquim da Cosa
Maia, fara leilao no da cima designado di-
nlieiro ou a prazo sobre proposlas, das ferragens
c dividas da loja da rua Nova n. 41, bem como
aa melade do terreno e olaria no lugar da Torre
f..r u.marasae terreno a margem do rio no
lugar dos Remedios. As informales precisas
dar o annuncanle emseu armfzem na rua do
Imperador n. ,5. dando principio ao leilao s
11 horas em ponto.
pretenden-
roga seus deve
debilos
Avisos diversos.
os
na
s 2
Rio de Janeiro.
O veleiro e bem conhecido brigue nacional
Almirante pretende seguir com muita brevida-
de, por ter dous tercos da sua carga a bordo
para o resto que Ihe falta, c escravos a frote, pa-
ra os quaes tem excellentes commodos. trata-se
com os seus consignatarios Azevedo e Mendes
no seu esenptorio. rua da Cruz n 1.
Para o Rio Grande do
sahir dentro desles poucos
cionil Arapehy. por ter
prompta : para o restante
Sul
dias o patacho na-
quasi loda a carga
do carregamento con-
nao"
Vende-se o hiate Santa
construido
"V dla ^ do corrente. lugio o escravo de
nome Romualdo, cor bem preta, idade 20 annos
sem barba, estatura regular, tem a raonheca d
mao direila torta para dentro ; levou camisa de
chita roxa e calca de algodao azul: qnem o p
gar leve-o a Bernardino Francisco de Azevedo
se existe nesU cidade diiija-se rua Direila
n 7Pr^'S'l"Se de "ma ,ma no P8,eo do Terco
n. 26 e tambem urna dc leite. ^
Precisa-se de um caixeiro para loja de fer-
ragens e miudezas. que dissu lenha completa
praiica e que lenha nunca menos de 18 annos
do idade. cuja 6 para i cidade de Macei : nuera
pretender, e lendo as habililaedes cima men-
Silvna*SCP0aeapPTCrr/a ,0Ja dt! SamPai.
Silva & C, na rua da Cadeia do Recife
Aluga-so uma casa com bastantes commo-
dos para se passar a festa ou mesmo porannu
pVu- doMome"- defro"l da capella de g
"M.: S" "Pretender, dirija-se a rua
larga U Rosario n. 27, taberna.
; firmeza, casa pertencenle a estrada de ferro i
inspector da mesma. e oliereco 500# de premio a
quera denunciar os aulures. V
Gaudino Lopes dc Oliveira.
Cozinheiro .
Ouem precisar de ura crioulo do meia idade
""''f61'0' lamo de rnes como de n.as-
sas, o qual conhecido por ler estado om casas
de primera ordem. d.rija-se ao Manguir.ho Pa-
pa-ierra, casas terreas do Sr. Carneiro defroule
do sitio do Sr. Bastos, a fallar com o annunrian e
que se chama Domingos Jos Soares nunciBnle
n OTA!*?0 ,umK Casa lorrea narua Ja Roda
n. com 2salas,5quarlos, cozinha fra. ouin-
al com poruo para-a rua dos Palos, com cacim-
ba e mais commodos de familia ; os
tes procurem na mesma casa cima.
Justino da Silva Boavisla
dores o obsequio de virem saldar
ate o lim do corrente mez, cortos de que desta
dala em-dianle promover a cobranca judicial-
mente. u"""
Aluga-se um sitio na Capunga Nova, mar-
gen, do Capibaribe, com muias frucleiras e duas
oaixas de capim que sustentara 6 cavallos e uma
casa terrea com 6 quarlos. 3 salas, cocheira o es-
irinana, e um solao cotn 2 quarlos e 1 sala
quera pretender, dirija-se aos qualro cantos dc
b. Ooncalo n. I, segundo andar.
Defronte da matriz.
Precsa-se de uma ama para casa de peuca fa-
nmeroT8.rUa ^ C8bU8, Sbrad de Um andar
loT/J cg,a"Se. po.r f?s,ai por anno-e raes[no ven-'
de-se o sitio de Jos Mananno de Albuquerque
na Torre, cora alguns commodos ; e bem assim
aiuga-se uma casa na povoaco do Monteiro, por
losia ; a tratar com o mesmo na Estrada Nova
ou con. o Sr. Jos Azevedo de Andrade na ru
do Crespo.
."" ,No dia},9,do corrente perdeu-se no cami- ;
uho de Pao d Alho para esta praca os seguintes
papis: uma ordem do Sr. Caefano Correia de
Amorim, senhor do engenho Palhela, Para* Sr
Joao Baptisla dos Santos Lobo pagar a quem Ihe'
apresentasse dita ordem.a quanlia de 515 ; uma
carta para o Sr. Mauricio Francisco de Lima e
urna letra sacada em favor do Sr. tenenle-coro-
nel Jos Mara dos Sanios Cavalcanti contra
Dr
O Dr. Cosme de Sa' Pe eir da' S
consultas medicas em seu escrip- S
tono, no bairrodo Recife, tua
da Cruz n. 53
todos os dias.me-
nos nos domingos, desde as 6
horas at ai 10 da manbaa, s-
breos seguintes pontos
1 Molestias de olhos ;
2.- Molestias de coraro
pcito ;
o.- Molestias dos orgacs da
racao e do anus ;
V.- Praticara' toda e qualcjuer
operacao que julg-r conve-
niente para o restabelecimcn-
to dos seus doentes.
O examedaspessoasque o con-
sultarem sera' feito indistincta-
menle, e na ordem de suas en-
tradas, fazendo eveepcao os doen-
tes de olhos, ou aqueles que por
motivo justo obtiveiem hora
marcada para este lira.
na cidade de O.indaVnV.r mSa'r TcltZt
Prala.
Paga-so por melhor prpc0
qualquer parte, pralj de le'i
roa larga do Rosario, loja n
Comes de Mallos Jnior
louca.
do que
fina ou
2 de
era oulra
baixa : na
Francisco
junto ao armazern de
- O abaixo assignado faz v0r ao Sr Luiz Jos-
Marques, arrematante do consumo "
?B:
lo
lo da rua da Sania Cruz n. 3
lombro do corrente anno
reir da Silva.
do dia 30 de se-
ern diante.Luiz Mo-
e de
ge-
regedora da i mian-
do Divino Espirito
a
k-Z Alu8-ise no lugar dos Arrombados, em O-
inda, um excellente sobrado cora excellente quin-
tal para plantaco dc capim ou verduras, cuja
casa tem uiuitus commodos e perio dos banhos
estes a escolher, de agua doce, salgada ou mis-
turada : quem a pretender, entenda-se com seu
proprielario Jos Antunes Guimaraes, na ma de
Ap lio, armazern do Sr. Barbosa.
Manoel de Benevides. subdito
ai ao Rio de Janeiro e leva era
sua raulhor.
Senhor Bom Jess das Dores
em S. Goncalo.
Ingar, domingo 23 do corrente,
ladaco da mila-
"esus dos Pobres
do em procis-
pede a todos
a mesa
dade
Sanio,
ft.t^SEi** "emne.no
lii
c^T;' s da larde. supradito dia o
- wtT,,e.J7 '"'C lem "as cm s"" Mr!
rrecisa-se de uma ama para ro/inlnr e on-
- "/"co-npT].c'1sa de pouca an,ilia: 2sV
lio
liliBDMTOIRII
No sitio dos Rurilis
no ArraiaJ.
Rocebc-se a roupa nos dias 1, 2 e 3-15 16 o
" entrega-se a dos tres prim'eiros
porluguoz,
sua companhia
Revendo ter
17 de cada moz
lias a 16. 17el8eadM tros segu
-re n:,s ias *e 2 d"^gCn.e ul"
ini?.!^, T S,e avlso P'1" 1"o nao continu a
K^d^oirtew^-o-ffi^
Se a boa ordem foi sempro til em todas
SaTXTa,Smm- "ue nt,8le lbo"to?io el a
seja exigida para que tambem nelle
5LrV3r~S possa con-
".arnoirn I ^..l'f------- """* """' cul 'lu--ena ha de pnssar
de Albuquerque, no ongenho Vare-Grand RfriS SS?^""" n/V ,es,adas' a0 sanir ^
comarca de Pa d'Alho junto ao engenho Lava" I bK v ""% d. lmP^d0r. Crespo. Ca-
gem. pois o referido Sr. Lobo j est scLtede & o- "'rUf da.lmP"lriz, dita da Con-
j scenie de eeicao. Rozano, Arag.io, beco do Veras, rua Ve-
Iha. pateo e rua da Santa Cruz em frente, a re-
Ordem terceira do
Carmo.
nao pagara dita ordem.
Muita attenco.
Precisa-se aiugarum quarlo com a" entrada io-
dependente, nos bairros de Santo Antanio o S
dol;^al,Ver'dlrJa-Searuad^^--
- Precisa-se de 800 a premio pelo lempo de
tres mezes, dando-se para garanta um
que vale 2:000 ; quem quizer dar
para ser procurado.
O Sr. Thomaz Otlom de Souza Santiasn
Je ama caria na rua Velha n. 43. sani980
escravo
annuncie
colher-se. A mesa loga a lodos os seus irmos
para comparecerem em S. Goncalo as 2 horas da
tarde, para encorporados irem buscar a sua ima-
Jos Lucio do Carmo,
Escrivao interino.
rrccisa so de uma ama para cozinhar e
comprar: na rua Direila n. 86, primeiro andar
Fugto a escrava crioula Hyppolila.de estatu-
ra baixa, magra, com falta de denles na frente
foi escrava do fallecido padre Alexandre. mora
flor era Parnamevim : quem a pegar leve-a
jo* Direita o. 86, frimeiro andar.
prejudi-
terrenos
sso que
isas
Nao querendoa mesa actual
*r os possuidores das casas e
ioreirosa mesma ordem, por
convida a todos estes a comparecerem
na casa do prior, com os seus titulos:
no pateo do Carmo n. 16" das 7 hora
9 da manhaa e das 3 as 5 da tarde.
No dia 25 do correte, em rraca publicado
Dr. juiz municipal da primeira vara, escriv
Baptista que ter lugar na casa da audiencia
depois de meio dia, se bao de arrematar ai di"':
das activas da massa do finado Viclorio da
; Castro Moura, pe a maior auami >.JV
- cida pela totalidade das r2"-- !. flare-
a I nones e quantias constara
nesmas dividas, cojos
do escriplo era mao
' do respectivo porfiro" Jos dos sTn.oTCret
ILEGVEL


DI AMO D PRAMBCO. SABBAfQ 2-2 DE SETEMBRO DE 1g60
Altenco.
o
Na na do Encantamento n. 12, primeiro an-
dar, aluga-se un qusrto a pessoa capaz, c man-
da-sc comida para fora, al moro e jantar por 35j
mensaes, o manda-te levar cata dos fregueses.
Domingos l'.odngucs do Andrade vai as Ala-
goas, levando i;m sua companhia sua senhora c os
uscravos Mariana, Jos o Vernica, deixando por
seus procuradores, durante a su3 ausencia aos
3. DetOno de Azevedo Villarouco e Miguel Jos
Barbosa Guimaraes.
l'recisa-se de urna ama para o diario de urna
casa do homcm s : na ra da Paln n. 76; po-
de-so procurar das 3 as 0 da larde, preferindo-se
estraogeira.
Roga-se
ao Sr. Trajano Cornciro Leal o favor de dirigir-so
ra do Crespo n. 17, loja de Guimaraes & Villar
a negocio que nao ignora.
l'recisa-se do urna ama ue saiba engora-
ron e que compre, para urna casa de pouca fa-
milia : na ra da Seuzala Nova n. 112.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 5
Ja ra do Vig.nio : quem o pretender dirija-so
ao armazcm do mesmo.
Precisa-se de urna ama (com preferencia
escrava), que saiba aier coro'perfeic&o o serrino
interno o externo de urna casa do pouca familia,
o niio so olha proco : na ra da Santa Cruz n. 28
ou na ra de S. Cunalo n. 14.
Aluga-se urna casa na ilha do Retiro, sendo
a ultima que llca ao lado do sul, com boas nc-
commodacoes para familia, quintal murado, ca-
cimba e banho na porta, etc., o lugar j 6 conhe-
cido, e recommendavel pela sua posico alegro,
porcarao hdo da ponte da Passagm, e ser
mui fresco : i|iirm pretender, pode entender-sc
com l.ui/. Manoel Rodrigues Valonea om casa de
sua morada, casa ao norte da fabrica do gaz ni
beira do rio.
^Consultorio central honeopathicof
3
@
::

::
Retratos
em cartees de visita como se
usa em Paris.
Os 100 por
I Na livraria n. 0 e 8 da praca da
j Independencia precisa fallar ao Sr. Ma-
noel Antonio Pinto da Silva.
Aluga-se um pequeo sitio na raelhor ra
da Capunga, na ra que vai em direitura s casas
da viuva l.asscrre, com grande casa e commodos
Gravador e
rador.
dou-
a tratar na ra do Livramento,
do mimo aos pa- <{em quizer dar, annuncio para ser procurado',
remottiio commo-1 Do engenho Pao Santo, freguezia do Cab
Cabo,
I)F.
MIMIOTM.
9
ontinua son a mesma direcejo do Ma-fljJ
noel do Mallos Teixeira I.ima," professor|
em homeopathia.As consultas como d'an-i*
1
Botiea central liomeopalhica g
I DI- SABINO "o, L PISIIO J
..; Novos luodicamentoshomcopalhicosen-S
^viadosda Europa peloBr. Sabino
; > i licam inlos preparados espe-j
tmente seguodoasnecessidadesda ho-5:
{ a ipathia no Brasil, ven lo-se pelos
E o relralo o mais econmico que se pode ob-
ler e o mais proprio para dar
rentse a mijos, padecido ser rem
damenle dentro do urna carta. Batea retrato, fogirant do abaixo asaignado dous escravos com
nao obstante suas pequeas dimensoes, repre- signaes seguinles : Tilo, de estatura media1
sentam a pessoa do ligura inleira com o maior P^'o o secco do corpo, tem urnas feridas na ca-
apuro nos dotalhes, sao a mais propria recordaco "<-'i|a Je una das pernas, nao tem barba e renre-
de todas as pessoas que nos sao gratas. Reunidos ser>la ler de 19 a 20 annos do idade, o crioulo
emcollooe.au podero servir para formar um ele- Manonl, denacio Congo, baixo.de cor fula, lem
gante lbum dedicado a amisade. liram-sc todos pouca barba noqueixo, tem o dedo de urna das
os dase com qualquer lempo, no instituto plio- nios, immedialo ao pollegnr, turado pelo p d
lograpliico do Slahl & C. Retratos do S. M. o *. 'em as pernas roseas, e os dedos curto'
Imperador
para familia
loja n. 33.
Precisa-se de 400$ a juros por lempo de um nos tmulos dos Illms. Srs. Virios, Dr. Ag
anno, dando liypolhcca em urna escrava moca : Guerra, Tasso e em outros mais ra da Caixa
Grava-se e doura-se em marmore lellras pro-
prias para catacumba ou tmulo a 100 rs. cada
urna, o aonunciante aprsenla seus Irabalhos
Agua n.
ra da Imperatriz.
asencla dos lahrit-anr.es america-
nos Groixver & Itaker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
/obciston & ra da Seuzala Nova n. 52
Para passar a fesa.
Aluga-se urna excellente casa do sobrado na
entrada da povoa;ao do Mouteiro, rom grandes e
escolenles commodos para uma numerosa fami-
lia : a tratar uu ra do Queimado n. 32, loja.
PEWNA DE AC
oe W.SCUI.LY
Estas pennas de differontcs 'lualidades, sao fa-
bricadas do ac de prala refinada de primeira
lomperi, o sao applicaveis a todo o tamanho de
ettra. Prego 19500 cada caixa e pennas de ouro
lelo mes ru autor com pima de diamante, que
crem a grande rantagem de nao estar sujeitas a
cr.^r f errugem o conservando-so bom limpassao
de ou-arao infinita, deposito em casa dos Srs.
lluedOi S Goncalvesrna da Cadeia n. 7.
uma
"a
nos,
de idido ; levou
chapeo de pa- I
representa ter de 30 a 38 anuos
camisa e caiga de algodo azul, o
Iba usado : queco os apprcbender, poder lva-
los r:o mesmo engenho, ou no Recite, ra do Cal-
deireiro n. 42, a Fraocisco Quintiuo
Estoves, que ser bem recompensado.
Eduardo Carneiro Leo
Rodrigues \ =' 3 ;
COMI-AHIMIA
slabcecida m Londres
r a*.

ue Pars,
m
1
-i
pre-2

@
gf; -onhe -i los na botica central homeo-
l iihica risa Je Santo Amaro [MuodoNo-
Sr. Domingos Cetario Pinto
dirigir-se a esta typograp!,a.
fallar.
U
i|ueira
qtte si'
11,0
precisa
15 Ra.Nova15
Fredorico Giiutier. cirurguio dentista,
faz todas as operage da suaarle e col-
loca dontos artificiaos, ludo com 8 supe-
rioridade e perfeico que as pessoas en-
t; tendidas Ihe reconliecom.
^". Tem agua e pos dentifricios etc.
Precisa ge do um moco de 14 a 10 annos,
para caix< iro : na ra estrella do Rosario a. 12
Antonio de Alineida Cordeiro, subdito por-
tuguez, retira se [.ara o Rio i!e Janeiro.
Vi lliam Jaiksuti, retira para o Rio Je Ja-
neiro.
Wm Venghn, rolira-se para o Rio do Ja
ne iro.
Aluga-se um escr
tender diriia-sp ra do
CAPITAL
Ciiico &iil\}.i>es de llevas
sttr tinas.
Saunders Rrolhcisi C. tem a honra de infor-
mar aos senhores negociantes, proprelarios de
casas, e a quera mais convier, que esta o plena-
mento autorizados pela dita companhia para cf-
fectuar seguros sobro edificios de lijlo podra,
coberlos do tel'na, o igualmente sobre osobjeetos
que coniivcrem os mesmos edificios, quer con-
sisia era mottia ou em fazeudas de qualquer
qualidade.
DENTISTA
ni;
PERMJIfBlICO.
3Ra estrella do llosaiio-3
B
Francisco Pinto Ozono conlip.ua a co
tocar denles artiliciaes tanto por meio
molas como pela presso do ar.
- s?
o prc-
B Je molas como pela presso d ar, nao
bo paga alguma sem q-.te as obras
iao Bquem a vontade do scus donos,
tem pozos c onlras preparac/oes as mais ft
j^ acreditadas para conser.-acf.j da bocea ^
:"':.: msmsm m^m $mmi
Precisa-se do um tnoleoote que entendado
cozinha e comprar na ra : na cua do Vignr.o
c. 1 i. segundo andar.
Aviso. |
O Dr joao Podro Soduro da Fonsr.ca gj
mmlou a sua residencia para a ra da Ge- C:"
deia do Renfe n. 52, seguudo andar, aoo- J
de s; presta ao servioo tanto de medicina @
como do cirurgiae u,:s !J para As 10 horas
da manha serapre e encoutrario em casa, ffii
Precisa-seue urna pessoa que Cenha bs-
tanlo pr.V.ica Je taberna, sendo hbil c que afian-
ce sua conducta, entrando com algum capital,
dsse-lhe Inleressc em una taberna em uma das
Loas ras do bairro de Sanio Antonio, cuja la-
berna esl bem afreguozada, tinto para o malo
como para a praoa ; c corro o dono
estar dentro da mesma, precisa
que tirar tenha as qualidadt-s oxigidas: a faiar i
na Iravessa da Madre de Dos com n Sr. Jos Vi-
cente de Lima no armazem do Sr. Manoel lava-
res Cordeiro.
r?.?
nao possa
que a pessoa
Liquidado
para acabar.
DOS
Douores Ramos e Seve
Sita em Santo Amaro.
Este estabelciment contina debiixo da ad-
mtnistraeio dos proprelarios a receber doentes
de qualquer natureza ou calbegoria que seja.
O zelo c cuidado all empregados para o
prompto reslabelecioieoto dos doentes, geral-
menle conhecido.
Quem se quizer utilisar pode dirigir-se s ca-
sas dos proprielarios, ambos moradores na ra
Nova, ou entender-se com o regente no estabe-
lci monto.
A diaria para os oscravos de 2*500, c para
os luces de 3^200 ou iiOOO, porm em certos
c.uos podo havor algum abatimorito.
As operai;cs sero previamente sjusladas
-Na na de Apol-
I. 9 precisa-sc do lima ama mri rmlnhor o .:
ptecos
enco::-
160
50,1
ISjjlC
150l 0
2s500
o n. y precisa-sc do urna ama para cozinhar e
engommar para um rapaz solleiro, agradando
nao so olha a proco.
nanos para alugar na ra da Florentina
ns. 10 e 12: a tratar na ra de Apello n. "J.
Mo de va cea
amanbaa, dos 2 horas Ja madrugada em diante :
na ruaeslreita do Rosario n. 12, primeiro andar.
l).i-se dinheiro a juros sobro penhorea do
oum ou prala: na ruado Rosariu da Boa-Vista
n, oS.
Ka
ompras.
DE
Ra larga do Uosario u. 20
seguidle andar,
Neata casa recebftm-se escravos pata scre-m
vendidos P/.v coromissao por corta de scusse-
uiioros. Aftanca-seo boto trstamenlo assimoc-mo
as diligencias posareis para que os mismos se-
jan rendidos com promplido afim de seus se-
Raosoffrerem empate na venda-delles
Compra-sc uma oh du.is rasas Icrrcas pe-
quenas, cojo preco tmo vxceda de LOOOJ a 1:500.
Comprum-secaibros novos ou usados de to-
dos os lamanhos, igualmente taboas de andaimes
e alguna terrenos que sejam propnos : na taber-
na da na das Cruces n 2.
Coropram-ae jornaes para Snitrulho, que
sejam limpos a 3?:>UO a arroba : no palco do Tcr-
_, ,'.'" "". fabrica do cigarros; na mesma casa ven-
ESCUAVOS P*1?-*6 d"us lgica le- ouro, sendo um patente
inglcz o oulro suisso.
Compra-se papel de jonul a 120 rs. a libra :
a ra larga do Rosario n. d7, deposito de as-
Xa loja da ra-do Crispo n. 14, v< n-
I de se um vanado sortiment do tazen*
das de todas as quididades, por
| mais commodos que se podem
| liar ; como bem :
Casta* decores ixas, covado a
ICamizinba cora golUnha para
senhora u
Gollinbas bordadas p;ia se- "
nhota a
Cortes de vstido de p antasia
para senhor de t. jjj a
Dito de dito de seda para se-
rdiora de 20|j a -i0000
Pentes riquissimos de trtara-
ga de 10$ a
Chales de la estampado a
! Llitos de touquim bordados
de 15$ a OjffOOO
JOS de cassa com bico a i 20
idas de baile de merino e
0.S a
Paleto! de casemra e
de 1 $ a
E outras muitas 'azendas que
do comprador se desengaara'. .
Vende-se um terreno na ra Imperial, pro-
pio, com 1!0 palmos de frente, com unir,
nha de njulo com multo bella vista, desembar-
que :itraz, grandes fundos at o rio, aterrado a
prompto a edificar um esiabelecimenlo, ou
pricda<*cs, o que se vender com todo fum
palle, como convenh.i ao comprador: no m -
lugar, casa n. 222, a tratar com o proprb
Victorino Francisco dos Sanios.
Tricopherous
panno
15.S0O
e >i<.i
para Umpar as
los : vende-se
ro &ndar.
caspas o fa/.er ronascer osea el-
na ra do Queimado n. 6, pricpei-
>-
; i
.'.
sucar.

VISO.
nnores
Nesla ca
hi
Precisa-se comprar unn muala
mo-
iifrere:esidadMdT --" ^,u3ctc^s:".^ *^ W* *Ja perfeita costurera de agu ha
dudes e sem ellas.
arauos os sexos, com babili-
Mauricio Jos dos Santos Ribeiro, r-hendo
ltimamente de Lisboa, taz sciente ao respeila-
w.i p:iL,iuo que acaba de estebeiecer na ra lar-
.a do Rosario a. 21, primeiro andar, urna offl-
5 olido aprumpla quaosciuer ob-
mesma arte do mais apurado
perjeicaode Irabalho. como sewm ade-
cina do
jeetns tendentes a
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^ "P"m. .r'.1.'.'rlro de encncgar-se do qualquer
prala, o hsbililam a
* encommenda de taes objeclos tanto para a igreia
^ como para uso domestico. As pessoae. pois^q,^
_. se dignaran honra-lo com a sua correnca ae-
&
ca, se
e solicrtnde e por
rao servidas com o maior zelo
precos baratissimos.
- O !>: Manoel E. riego Valonea podo ser
procuiado para o exercicio de
medico ; na ra da Cruz a.
sua p.-ofiss.io do
21, segundo andar.
Para
serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo neni ineommodo.
DENTISTA FRANCfZ.
.v IN.iilc GaigsouK, dentista, ra das La-
y rengeiras ib. Na mesma cusa tem agua e
j denlifico.
i. iiii l-AAA i.. t Ai Ai A A AAAAA 8.
CASI LtSlI-BRASLEiHA^
2, Golden Square, -Lo ud res.
. (i. OLIVEIPiAleudoaugmcnlEdo.com te- I?i-kr J,-^ ~. 1 ,r *^ "'
i mar a casa contigua, ampias e eiosllcntes ac-! CillhlllO (16 IUlSICr
jcomoiodacoespara muito maior numero de hc-s-'
I pedesdo novo se ucummenda ac avor e lem-
, branca dos seus amigos e dosSrs. viajantes que
; risitemesta capital; continua a prestar-lhe.--seus
jservicose bonsolTicios guiando-os o ni todas as
cousas que precisem conhecimento pratico do
paiz.ctc. :alm doportuguez e do Bflezfalle-ce
. tic casa ohesnaiihole francez.
etesoura, paga-se bem agradando as
suas cpialidades : na ra do Trapielie,
O, se dita' quem a pie-,
Kecite, n.
tende.
Vende-se uma taberna com pouco- fundo?
propria para ara rapaz principiante : no .
Largo n. 1 ; o motivo se dir.
Na rua da Cadeia n. 21, venden:-?.- as
gumies fizendas, por melado de seu valer, pi
liquiJaea.j.
Ricos d-' seda brancos e relos, de todas
larguras, vara a 160. 210, 00, 80 o U00O.
Lm completo sorlimento de franjas de seda i
do algodo.
Chales de touquim a 10, 15, 20 e 35
Rotos de soda, velludo, de Ioium o de fu l<
de qnalidades finas, duzia a 2G0, i'0o600 rs.
Collarinhos bordados de 500 rs.. 2f, 3 e i?,
Entren eios finos, pecas com 12 varas a Ig.
Folhos bordados liras a 5(10, le, 23. 38500.
Camisetas com manguitos a 3?, 4, 5 e O:..
Enfeiles do llorosa t'^.
Chapees do soda para senhora a ldg.
Casaveques de velludo a 40 e 60J.
Co-mpram-se moedas do ouro de 1C o 20S :
no largo do Corpo Sanio, escriptorio de Manoel
Ig;.i:io do Oliveira i Fiiho.
Vendas.
Hilos do seda a 25:
Ditos do fuslo a 8 c 12o
lilas de seda c do todas as
rs. a 1J500.
Ditas de velludo de 20 rs
ICO
alg.
Vende-se uma mulata recolhida, de idade
it5 annos, de bonita figura, boa roslureira, lano
oe camisas de homem como vestidos do senhora
roupinhas de meninos, encher de labyrinthos
rades de len.o?, boa engommadeira o muito P*A n ,,
.- s UIlUd l!;t
m
iHarliDho & Oliveira
COM
I Loja
CO.M
fizendas
e quizo
vinos ; ua rua
por cima da lo-
mesma casa
15 CHAPAS
tnid idos abaixo
Jo dislincces.
MEDICIJVAESsio muitoconhecidas no Rinde Janeiro
imperio na mais de 22 annos, esao afamadas, polas boas
e em todas as provincias ;
o fM se pro com irmum^os-^ial^r S ^ ^^ "" C"f"r-
exislem de pessoascapa-
nho em
ivos '---------""' tuiseinaao por
u*KKt5^^^ *'? o cuidado de
Ua em que parlad! corpo exisle ." ..a ', i, t C'10'C3' dcc,a"ndo a
irando a cireumfopnri. !,l"-,J?J.?e5??' 1,r3,-: coxo.peroa, p.ou tron
enanca
oacabeca, pescoco, braco, cosa, pema.'p.ou tronco d
um pedae,, de papel e .^ docl.r.cK ode'Sem^ffiT i""8' "V* 0 "StaSiS-
n applleadasao oeu lugar. S^eex,8tem elim do 1ue as *P possam ser
i'*' le-se mandar
\- chapas
nos pira a colloc
landar virde qualquer ponto do imperio do Brasil
caao'E"1'2'35 d3S C(,m"ele"les e.p.icacoes e ta.nbem de lodos os accsso:
h2, r,"Cfi"SC paa 'efcionarosoirejo.comotam-
cL tau va0*ini"eBtos;dado as li-
ces das7 horas s 9 1 [2 ta noite: a tratar na rua
da Roda n. 50
Madame Gekle, eslabelecida na rua das Cru-
zes n. Cansa ao respeilavel publico qu<> se acha
semp.e prompta para fuer qualquer obra
vestidos de senhora. e tambem chapeos
de I aris. por muito commodo
@uem tiver
um
de
moda
pieco.
sitio perto ou
; longe desta cidade, com tanto que tenlia
casa de vivenda, fervores defructo e 1-
que pro;;jmoao banbo salgado, tempe-
rado ou doce, e o queira alugar diii-
i ja-se ao largo do Terco casa t. rrea nu-
mero .j.
annuncia
elle aca-
A n. erica,
119 Ruado Pauto
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
m
A.V, Osborn retratista americano
ao respeilavel publico desta cidade que
ba de receber dos Estados-Unidos da
um explendido sorlimento de molduras redondas
douradaa de todas as dimensoes, raixas para re-
tralos fazenda muilo fina, assim come ncebeu
ur>. bello sorlimento de c.isolelas de ouro e alfi-
netcs de dito obra prima expressamonle para re-
trato?. A. \V. Osborn apro eila esta aprazivel
opporlunidadt- para informar ao publico que elle
est resolvido a dar licedea da sua arleem lodos
oe seus ramos, assim corno tem para vender um
completo sorlimento chinaco e outros aparatos
prenno para as pessoas que professam a sua arle.
Mr Osborn tambem lira retrates em carios de
risita e em papel de escripia por preco muilo
razoaoel: na rua t, Imperador primeiro andar
com ba,deira.
Altenco.
Kissel relojoeiro francez, tendo de se relirar
desta cidade para tratar de sua saude, previne a
tooas as pessoas que tem concerlos de reloaios
em sna maopara rirem tirlos no prazo de oilo
das, contando desta dala, no pateo do Paraizon
II. Omesno tem para vender uma rnobilia
consislindo em 2 commodas na moda, sendo urna
cora podra marmore, 1 mesa do meio de sala lam-
nenicom pedra, uma duzia de cadeiras france-
zas, i camas de ferro, 1 rico relogio de
Jilos ulencilios de cozinha.
ara
hbil para aprender ludo o mais que
rem ensinar, sem doencas era
Nova, casa n. 14, segundo andar
ja do Sr. Diogo Jos da Costa. Na
vende-se um bonito escravo rrioulo de 2 annos
de idade, ptimo para un boleoiro ou para qual-
quer oulro servir,i, porquo muito activo.
Milhoascismil re, rare-
lo aquatro mil equi-
nhetos.
Na taberna da estrella do largo do I'araizo nu-
mero 1-1.
Vende-se uma casa terrea na rua
da Palma n. 20, e um negro iom para j
sitio ou para engenho: a tratar na rua!
da Concordia n II com a viuva do fal-
lecido Joaquim Jos de Oliveira.
Vendora-so bataneas de-1
cimaes no armazcm de Den-
Barroso, na rua da
15-
tizendas linas, j
Cadeia do Rcciie-4ol
10-
1
Eoconlra-soneslo esiabelecimenlo ,
jj6 das as qualidades de fazeudas. ricos i
legantes corles de vestidos de lil, blon
r e de seda, pretes, brancos e de cores
cambraias, cassas. bareges, chapeos para &
Mem o senhora, ricos- mmleleles
renda branca e prela. velludos do lodas "i '
qualidades, grinalelas, aderecos do bri- R
e manes e toncados para senhora, perfu-
manas francezas, roupa f>iia parahomet
i e meninos, calcado de Melis para
i moni oJoly para senhora, luvas do i
lita, chales de verdadeire touquim e lo-
dos os objeclos noressarios a uma senho-
ra dogos; i ,,,],. mundo. m
?m
',0- i
><
seeoKv- s
tm;.
. cker &
Cruz n.
Vonde-
parede,
DA
OVINCIA.
| O Sr. thesoureiro das lolerias manda fazer ou-
blico que se acham venda todos os dias no e-
cr.ptorio das mesraas lolerias na rua do I
oor n do.e as casas commissionadas pe
t>r. lliesoureiro na praca da Indepencia
10 o^na rua Nova n. 22, das 8 hras d
.~T V"Jc-S0 "'a crioula de excellente figura,
lendo 16 annos de idade. bonita e muilo propria
para mucama, sem dofeilo algum e com algumas '
habilidades : quem a pretender dirija-so ao sitio
das lloseiras, no Rosarinho.
Vende-so uma armaro propria para loja
de miudezaa ou oulro qualquer esiabelecimenlo,
na rua Oireila n. 9 a Ir.Ur na rua da Impera-
tri/. n. 60.
Lequid&co
na loja de miudeza na rua
do Queimado n. 59.
apolo i
mu a pea.
No armazem de fazendas
rua do Queimado n. i(.)
Madapolao francez enf.-slado com 24 ardas
muito encorpado, proprio para camisas o sajas de
senhoras : o proco pechincha.
Vende-sa urna porcao de couriohosrunidos
por pre;o muilo em conla ; no palco ne S. Pedro
da
com bellotas para cortinados
a caria
l.amparinas para 3 mozos, a 50 rs. a caixa
Facas muilo tinas a 160 rs. cada uma
peca
a caixa com
16
L .. ...
Rua do Brum (passando o chafariz.)
eWismo lTll dMtf ^^^ento sempte Va grand* sonimenio de me
enanismo para os engenYios de assucar a saber:
Machinas de vapor modernas, degolpt
Rolas d'agua de ierro com cubos le n,
^I^rZ B"T7 Jta$' G se""-spararodas de madeira ;
.oetiJas inten as com virgens muito fortes, e convenientes
a... d-w. arelo ^ c.i7elSt&^
no es
u uu imper-
is casas commissionao-as pelo mesmo
" pencia ns. 14 o
ras da manhaa
larde, os bilhclese meios da primeira
parle da primeira lotera do collegio de N. S
, do Rom CoLselho do Recife, cujas rodas devero
, andar mpreterivelmenle no dia 22 do correte
Thesouraria das loteras 25 de agosto de 1860
0 esernao, J. U. da Cruz.
Laboratorio de lavagem.
Este esiabelecimenlo que comecou a funecio-
ciar na casa de banhos do paleo do Carmo, vai ser
-Bu u n", d,a ',5 d? corren,e P"a o Mffi
llunlisna eslrada do Arraial.
I haAneXrminnn,tgU" Crr?n'e C 0SP8 1ue a,li
! ir L qe elflVe Dnmerc d* con-
crrenles, previne-se as pessoas que esperavam
LtLm. rsansfercncia- ** pd^' S
h.J "PaS P2ra sorem Iavadas. em"<"-a nao le-
nhara anda chegado as maiores machinas movi-
das a vapor que satisfarao eLlio coroplclamenle
asnecessidadesdeslacapit.il e seus arrabaldes
Mrfia moendas com rodetasmotoras >ara
A casa de banhos
de recepcao e entrega das roupas da capiTa"c"no
; sitio dos Burilisse-----k* -
iTaixas de ferro fundido c batido, e de cobre
iKua, cavallos, ou bois, acunbadas em aguilliOcs dcaza
- '-""uu, e ue cobre ;
'Pac-oes e Incas para o caldo, crivos e portas de ferro para as fornall.as
n,Z .Td. Y0/ m0,nh08 de raadioca, forn^paracozer ar nba
RodeUs dentadas de todos os tamanbos para vapor,' agua,cavallos" hr,;,'.
,. A;; ulb,es, bronzes e parafusos, arados, eixos e odaiparacarroc.,
ormas galvanizadas para purgar etc etc
ca lis acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle fa
continuar a ser o deposito
ilal <
e entregar
recebei-ii
dos arrabaldes.
kM/.8"1''80'!- P.rnM "o : boa lavagem em
a\f?"a da* Pf e precos muilo mzoJs
veis. As fucluras sero : boa i*.....-
das, garantidas sempre as pecas
commodos
avagem em -
e precos muilo
to7e JVas0ro^'Ina de AnZCVedo e Joaflui' Sarmcn-
Ricas franjas
350 a pega
Carlas de alineles a 100 rs.
.8RI
F
Linhas de miada preta a 20 rs" a miadinha
ranea de la para vestido a Ors. a
Linhas para marcar a 210 rs.
novellos
Grampos a -O rs. o maco com 23 grarapos
Capachos para portas a RIO rs. cada um
Agulheiro de p.io a 120 rs. a duzia
Grivaias do cambraia a 200 rs. cada uma
Mantas para grvalas a IjOOO cada uma
Rolos de linha para camisas de pretos a 120 rs.
a groza.
I-uvas de fio de escocia a 320 rs. o par
Dilas de pellica anda boas a 500 rs. o par
Latas com mola libra de banha aOOrs.cada uma
BOIOea do linha para casaveques a 240rs. a duzia
Miras de seda para senhora a 1 rs. o par
Helas muno finas para meninos a 1G0 rs. o par
Laa para bordar a ij? rs. a libra
Oculos de ac muilo finos a -100 rs. o par
Carlas porluguozas a 160 rs. cada ba ralbo
Larloes de coixeles a 20 rs. cada carlo
Abotuaduras para coletos a 200 rs. <-ada uma
.arteiras de agulhas a 2O rs. cada uma
Linhas de novellos do cor a 600 rs. a libra
Loques muito bom a 1.? rs. cada um
Sabonetes, eslralos e outras rauitissimas miude-
-se por todo preco a visla do
n 6.
Chama-se a atknco.
\onde-se saccas com farello a ijOOO -ai
uma : no paleo de S. Pedro 11. 6.
WcDde se um cava lio preto de ta-
manbo regular, o rual troia mui bem
na sellae bastinte manso: para ver e
tratar na cocheira do Sr. Joaquim r.
Ferreua da Silva, largo do arsenal de
marinha.
Fa relio a
2,600 a sacca.
no armazem
10, em frente
da rua
a rua
do
cl-
filas do sarja muilo
ricas por todo
a a
Al uga-
*3SlE C
izviagemannual para o dito fim,
me a vontade de cada orno pela continuado da sua fabrica em Pernambuco.para modifter o mchame
ring
hi.e.UmVasa terrea "P da 'K^ja
fu da Praia deT b,"l commodos : lar na
Praia nflB nl" l?"a n- M' ou na rua ^
fraia n. 51. amarzem de carne secca.
Mo'nteirn^'n',!1? *obrado si, na Povoaao dp
rua do"ft ;raVornna79aZ?lr,,a,"e r,n.dei n3
perader d. 2 '9 a lr3tnocaes do lm-
za
freguez
Como bem
pie;o
Franja, tranca, etc., etc., etc .
Esta lojatorna-se bem conhecida, poraue
nica que lem olampeao do gaz na porta.
Liquidado
Na loja de chapaos da praca da Independen-
cia os. Jt> e 38. vendem-se os seguinles objeclos
e mata barato que em outra qualquer parle : cba-
de1 e9XdGrti?*5^ 6*?' ditos d0 ch>'Ie
uom a I2?woo, ditos de casemra com abas for-
radas de pilha de 2 a 28560, ditos de oulras
quahdades que so com a visla os compradores
so convenceroo; bonels a ingleza bordados a
rbln'.'a08 d?w d'TerS0,S ROSlos *ara meninos,
chapeos de palha pa,a homem de diversos gos-
os. dilos amazonas tanto de feltro como de pa-
5 d?v",.80,!hftora,8,8ales de 0uro ede P"la p"-
S.rIS,pa",a gurda.nacional tanto
..hi^i com\do offidi,es. o ouiros rauilos
objeclos que eslarSo presentes.
Vende-se
Cordoniz n
Amorira.
Vende-se urna escrava de nacSo, rom boa
v&rCm,l,a'la:a d0 sabSo. e ptima pa
mero 30 ***** "'fUa da Sa,,la Cruz n""
Vende-se urna casa terrea em chaos r.ro-
prios, na rua do Padre Floriano n. 35 tracor
na rua larga do Rosario n. 20. segundo andar
Vende-se uma cama de angico em bom s-
brdo?riPLe con"nodo : na rua da fe". --
Aos senhores alfaiates.
Vende-se um resto de rciroz preto por barata
preco no For.e do Mallos, rua do Cordiniz y
lni7nf" se cadciMS de pinho proprias para
loja por_sorem muito commodas, cemento ,
em barricas como em linas ; no armazem n. 24
do caes do Imperador.
Chapeos zes a 8^000.
dor n 'y" \tCr,eT' e5quina da d0 apera-
dor n. 7, loja de fazendas linas de Guim
Lima, vendem-se chapeos de sol
zes a 8g cada um.
ara";; Si
de seda ingle-
Gneros em conla.
Vende-se manteiga ingleza
ceza_a6i0, cha muilo bom
a 19120, dita fran-
2J40O. baiau". 60"^ 77br"aXBiSllm
l 640 de qualro libras, arroz pilado a 120 a li-
na^iaberna da estrella no largo do Paraizo
bn
aumero 14.
mu" V.endera-e 6 burros novos. bastante gordos,
uinos do pasto, e mansos de roda ; assim como
uma escrava propria para lodo servico de enge-
r 11 o : a tratar cora o proprielario do engenho
Uueimadas freguezia de Barreiros onde so
aciiam os ditos obieclos : ou nesta cidade na rua
da Auroro, sobrado o. 22.
"
V .*'
T^


(6)
DIARIO DE PERHAfflBUCO. SABBADO 22 DE SETEMBRO DE 1860.
Fazendas finas (
roupa feita.
Augusto & Perdigad.
Com lojs oa ra da Cadeia do Recife n. 23
teudeni e diio amostras as seguintes fazendas-
Cortos de vestidos de seda prolos e de cores
Cortes de ditos de baregc, de tarlatana e de aie
de seda.
Cambraiu de cores, brancas e organdys.
Ai) luuhas para saias, saias balao, de clin, ma-
dapoln e bordadas
Lencos de labyrinlho do A.s: francezes.
Ch ip eos amazonas de palha e >. '^da para se-
nioras e meninas.
Eofeilesde troco, de vidrilho e de flores.
Peo lea de tartaruga, imoeratriz e outros goslos.
Hanguitoa e golias, ponto inglez, francez e mis-
sauga.
Vestuarios de fuslao, de la e de seda para
crianca.
Mineteles, taimas e pelerinas de differenles qua-
lidadea.
Chales de touiim, de merino e de l de pona
redonda,
l.uv.is de pellica brancas, prelas e de cores.
Vestidos de bloud, mantas de dito, capellas e
llores solas.
Si ituroea, camisas de linlio e espartilhos para
senhora.
Perfumarlas finas, sabonetes e agua de colonia.
Casacas, sobrecasacas e paletols de panno preto
e Jo cor.
Paletols dj alpaca, de seda e de linho.
Calila le easemira de cor, pretas e de brim
Cainitas le malapolao, ue lmho inglez e de laa.
Seroulas de linho e de meia.
Mal is, saceos, apetreixos para viagem.
Chancas pira invern, bolinas do Mell e outros
fabricantes.
Ch ipos do Chyli, de raassa e de fellro para ho-
rnera.
Charutos roa.nilha, havana, Rio de Janeiro e
Babia.
Parahvba.
/
Viniese o engentan Torrinha distan-
te I' .ti cidade duas legaas por tena,
te a terreno pira dous mil pes or an-
n) e bu casi de vi ven Ja assobradada e"
b) i> obras," tem euibir |ueno porto dis
!o t> lo eajjenlio 1|2 quaito de legua
do rio Pirahyba eem menos de o horas
se ve n aci Ude; quem o pretender di-
r; i -se a Jlo Jo< de Medeiros Correia
& G que dir' quem o vende.
OglOS
Sissos.
Era casa de Seliafleillin & C, ruada Cruz n.
38, ven le-se um grande e vanado sortimento de
is ie ilgibeira borisontaes.pateoles.chro-
nouetros, meios hronometros, de ouro, prata
i ira la efolheadosa ouro,sendo osles relogios
d); primeiros fabricutesda Suissa, d iro .ior procos razoaveis.
Arados americanos e machinas
pata lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
h lton <& C. ra da Senzalan. 42.
Telhado de zinco-
O teWialo de zinco aqui usado as
con > mbias do f;a'. e eaminho de ierro,
i' itni das boas in^encles moJerms, el-
le f i/, se reco.nmendavel pela grande
duragSo, pouco peso no edificio, bom
a .) i licini:nJato, birateza do curto,
fcil condceloetc etc., tojos sab.'ra
; i a duracSo do zinco inlioita prin-
. <: ;> tmente se se tiver a cautel de dar
i ii milo d tinta do lado ex posto ao
te ido, uTa tellia de zinco com o peso
il' 20 libras, cobre um espiro que pre-
i*i i pira ta! fina 50 tenas de barro,
o !Sp ico cobjrto pela telha de zinco nao
P'i'h-io :i vi >r oiogo de ebuva e a
iacilidad -sii con Inccao e tal que
', :, :uv>: i p > le cmduzir de urna s
vez > tel i! 1 preciso-pira cobrir umi
g ( i I: casi, e j tj'i.i lo Je zinco muito
u'.il princ ptmente para coljrir enge-
n'io, estaleiros, barrac3es de ferrarlas,
armizens d; deposito etc etc., em
s>u ni i quem quizee experimentar o te-
lindo de zino, conhecra' sui grande
Tantagem, este tiUiado vndese a 120
vi. por libra de 50 telbas para cima:
no? armizens de Paulo Jos -Gomes c
MiiOil f,ruino Ferrei'"a rna di Con-
C i1 lia armazem de raateriaes.
Manteiga franceza.
A mais nova que ha no mercado a 580 rs. a
libra, e era barril se faz algum abalimento : no
largo da Penha n. 8.
Lences de panno de linho da
Fcira a 1#800.
Vendem-se no armazem de fazendas da ra do
Queimado n. 19.
A1$800.
Coberlas de chita, gosto chinez e muito gran-
des, a preco de | g80 cada urna : na ra do Quei-
mado n. 19.
A 900 rs. a vara.
Brim trancado alvo proprio para loalhas de
mesa, com 8 palmos de largo, fazenda muito su-
perior, o pelo barato preco de 900 rs. a vara ;
s se vende no armazem de fazendas da ra do
Queimado u. 19.
Aviso aos senhores fabri-
cantes de velas de car-
nauba.
Fio de algodo o melhor que tem vindo ao
mercado, para pavios de velas : vende-se na ra
da Cadeia, luja de ferragens de Vidal & BasUs.
CAL DE LISBOA,
nova e muito bem acondicionada : na ra da Ca-
deia do Reciten. 38, primeiro andar.
Pechincha
Na travessa da ra das
Cruzes n. 2,
vendem-se borzeguins de Nantes de bezerro su-
periores a 8g50U, e com meias batarias a 9000;
proco nunca visto.
Cheguem ao barato
O Pregui.;a est queiraando, em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Pecas de bretanha de rolo com 10 varas a
2$, easemira escura infestada propria para cai-
ga, collete e palitols a 960 rs. o covado, cambraia
organdy de muito bom gosto a 480 rs. a vara,
dita liza transparente muito fina a 33?, 4??, 59,
e 63? a pega, Hila tapada, com lOvsras a 53? e
&%> a peca, chitas largas de molernos e escolhidos
padrdes a 240, 260 e 280 rs. o covado, riqu-
simos chales de merino estampado a 7}e 83>,
ditos bordados com duas palmas, fazenda muito
delicada a 93 cada um, ditos com urna s pal-
ma, muito finos a 85500, dhos lizos com fran-
jas de seda a 55, lencos de cassa com barra a
100, 120 e 160 c ida um, meias muito finas pa-
ra senhora a 43? a duzia, ditas de boa qualidade
a 33 e 3#500 a duzia, editas francezas de ricos
desenhos, para coberu a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 5&900 a poga, e a 160 rs.
o covado, brim branco de puro linho a 19,
13>200 e I3600 a vara, dito proto muito encor-
pado a 13500 a vara, brilhanuna azul a 400, rs.
ocovaJo, alpacas de differentes cores a 360 rs. o
covado, cesemiras pretas finas a 2S500, 37 e
335500 o covado, cambria preta e desalpicos a
500 rs. a vara, e oulrasmuias fazendas que se
far palenle ao comprador, e de todas se daro
amostras com penhr.
Vende-se um cscravo tnoulo de 20 anuos:
na ra do Imperador n 50, terreno andar.
Milho novo.
Vendem-sc saceos com milho a 6} : na ra di
Cadeia do Recife n 3.
Ruado Queimado u. 48.
Julio & Conrado receberam pelo ultimo vapor
o verdadeiro merino da China proprio para a or-
dem carmelitana, e bem assim alpaca branca pa-
ra 610, 720,600 e 19 o covado.
Sebo e graixa.
Se' o coado e graixa em bexigas : no armazem
i* Tasso Irmos, no caes de Apollo
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
DB
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz econcerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para vender em
en armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
u un j pian08 do ullimo gosto. recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres,
muito Drooriosoara este clima.
sisss smssfiwimam
^ Vende-se urna boa casa
Santo Amaron 12 ; a tratar
numero 14.
HA
e aTmaxem
DE
terrea na ra de
na *rua do Crespo '<
Pecliinchas
sem iguaes, na ra dffQuei- 1
mado n. 65, na bem conhe-j |
cida loja da diligencia de|S
Fajozes Jnior & Guiniaraes! f|
Meias pintadas muito finas para homem a
IgSOO a duzia. e em pares a 160 rs., clcheles
francezes em cnrtao a 320 a duzia de carles, e a|5
30 rs. cada carlaocom 14 pares, luvas finas de M
seda para homens e senhoras a 610 o par, ditas 3*
com algum defeito a 240 o par, muito boas cor-
das para violo a 80 rs.,agulhas francezas, caixas
com 4 papis a 100 rs., apparelhos de poreellana
muito lindos para menina a lJfSOO, 2^500, 3 e 4-5,;
Foges econmi-
cos,
I'ogoes econmicos americanos, os melhores
que tem viudo ao mercado, nao s por coziaba-l
rom em metade do lempo de qualquer oulro,
como por nao gastaren urna terca parle da lenha;
estao-se vendendo por metade "do seu valor,
approveitar a occasi.io. Garanle-se a boa quaii-
dade e bom travado dos mesmos : vende-se na
fundieo da ra do Brum n. 28, loja de ferragens
da ra da Cadeia do Recife n. 61.
(SARDE SORTIMENTO
DB
Fazendas e obras feitas
lioja
IGes &Basto j
Na ru do Queimad) n.
46, frente amarella.
Sortimento completo do sobrecasaca de
panno prelo c de cor a 25, 283, 30 e
353, casacas a 28*. 30 e35J. palitols dos
mesmos pannos20, 22 e 25g, ditos de
easemira de cor a 16;$ e 18, ditos sac-
eos das mosmas casemirus modelo inglez
easemira fina a 10, 12/ 1 f e 15g, ditos
saceos de alpaca prelo a 4g, ditos sobre
fino de alpaca a 7. 8>e'J, dilos de me-
rino setim a lOg, ditos de meriu cordao
a tOS e l. ditos de sarja preta trancada
saacos a 6$, ditos sobrecasacos da mes-
ma 'a/.enda a 83, ditos de fosto de cor o
branco a 4. 43500 e 5, colletcs de ea-
semira de cor e prelo a 53 c 6, dilos de
merino preto para lulo a 4 e 53. dilos
de velludo prelo de cor a 93 e lo, ditos
de gorgurao de seda a5-S e 6, dilos de
brim branco e de cor a 25!H> e 3. calcas
de easemira de cor e preto a 7|. 8|, J
e 10, ditas para menino a 63 e 7. ditas
de morin de cordao pira Hornera a 5j o
6$, ditas de brim branco a 5j o 6, ditas
dild de cor a 3j, 33500, 4l o 5. e de
todas estas obras temos um grande sor-
timento para menino de todos os tama-
itos ; camisas inglezas a 363 duzia. Na
mesma loja ha paletols de panno preto
para menino a 14g. 15J o 16. ditos do
easemira pira os mesmos pelo mesmo
prero, ditos de alpaca saceos a 3 e
3$500, ditos sobrecasacos a 5) e 63 para
os mesmos, calcas de brim a 2950'!, 33 o
3J500, paletots saceos de easemira deer
a 63 e 7, loalhas de linho a 800 e 13 ca-
da urna.
No mesmo eslabelecimento manda-se
apromptar todas as qualidades de obras
tendentes a roupas feitas,em poneos dias,
que para esso lim temos numero suf-
liciente de peritos officiics de alfaialcs
rgidos por um hbil meslre de seme-
Ihante arle, fleando os donos do estabe-
ecimento responsaveis pelas mesmas
obras al a sua eniresa.
REMEDIO MCOHIPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Milharesde individuos de todas as nacoes P9-
dem testemunhar as virtudes deste remedio iu-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle zeram tem seu corpo e mem-
bros inleiramenle saos depois de haveremprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascura maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha muitos anns ; e a maior parte
della sao tao sor prndenles que admiran; o
medico mais celebres. Quantas pessoas reco"
braram com este soberano remedio o uso de seus
bragos e pernas, depois de ler permanecido lon-
go lempo nos hospitacs, onde de viam softrer s
amputacaol Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para seno
submetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa na
enfusao de seu recouhecimento declararam es
te resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, aim de maisautenti-
carem suarmativa.
Niuguem desesperara do estsdo de saude sa
tivesse bastante confianca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo
mentratatoquenecessitassea natureza do m.,
cuju resultado seria prova riuconlestavelmeute '.
iwuetudocura.
O un-ruento e at, mais particu-
,:?.T,nenl0 nos sosuintes casos.
inflammaco dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peilos.
Alporcas
! Caimbras
; Calls.
I a"ce res
i Cortaduras.
IDres do cabeca.
-Jseoslas. "
S nieinbros.
-d
Euf,
erajidades da cutis
e>geral.
Dilasdoanus.
Erupces e escorbti-
cas.
Pistulasno abdomen.
FnaJdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva -.scalda las.
mchac.oes
Inflam'maco doflgado.
de olhos.
Mordedurasde reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuracoes ptridas
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremorde ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das 11 I ir H larfu'S.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
0!
Neste armazem de molhados con-
S a,rm I6,?der os,,0Suinll>sgCI>P'-os abaixo raencianados de superiores qualidades e mais barato
do que em oulra qualquer parte, por serem a maior parte delles receidos em direitu
dos proprietarios.
Manteiga inglexa e franceza
perfeilamente flora mais nova que lem vindo ao mercado de 610 a 800 ts. a libra
se tara algum abalimento.
ra por conta
e em barril
ea vista da gasto
Cambraia de salpicos a 4$500
a peca.
\ "ndo-se cambraia de salpicos muito fina com
S 12 varas, pelo baralissimo preco de 4j5l)0: ua
r-.ia do Queimado n. 19.
Setim branco e filo liso.
No arnmem de fazendas da ra do Queimado
numero 19.
Attenco.
VenJe-se para o malo urna prela da costa
de idade de quarenla o tantos anuos, muilo sa-
dii o bastante robusta, sabe bem lavar ecoiinhar
o diario de tima casi, vende-se em conta por ha-
ver precisao, no beco Largo n. 2, na mesma casa
vende-se urna tartaruga verdadeira.
Vende-se urna canoa de um pao bstanle
grande, propria para otaria quem quizer, diri-
ja -so ios Alagados, sitio do Sr. capilao Firraino,
ea tratar com Francisco Campello Pires Ferrei-
reira, na travessa do arsenal de guerra, nrmazem
de carne secca n. .5
Em casa do J. Praeger 4 Companhia, na
ra da Cruz n. 17, ha para vender-se
Bataneas decimaes.
Bichas.
Vendera-se bichas recentemente chegadas,
muilo novas, por preco commodo ; em casa de
Joao Son e C,a ra da Cruz u. 22, na botica
franceza.
Macas
o
das melhores qualidades que existe em Portugal,
vende-se nicamente no armazem Progresso de
Duarte 4 Irmo, no largo da Penha n. 8.
Vende-so urna loja de calcado] no melhor
local da roa do Ltvramento, cora arrrwco propria
para qualquer estaboleciir.enlo, a dinheiro ou a
praso a iratar na ra do Livramoato n. 33.
QaeV^os flameiigos
muito novos recenlemerite chegados no ullimo vapor da Europa de 1S700 a 33
que o treguez lizer se [ara mais algum abalimeulo.
Que 150 prato
os mais novos queexislem no mercado a 1 a libra, em porcao se far abatimeato.
iVnieix.as txaucezas
em 1^s^e 1l21ibra Por l500rs., e em carapoteiras de vidro contendo cada urna 3 libra
por djOO.
Mustarda agleza e rauceza
em frascos a 640 rs. e em potes franceza a 800 rs cada um.
Yer&aaeiros ugos de comadre
iu caixinhasd 8 libras eltfg*ntemnte onfeitadas proprias para mimo a 1S600 rs.
ulaciiuiVva ingleza
a mais nova que lu no morcado a 240 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 43.
Potes vidrados
de la 8 libras proprias para manteiga ou oulro qualquer liquido de 400 a 1000 rs. cada um
Xmeadoas coueadas proprias para sortes
de S ti ovio
a ljj a libra e em frasquinhos, conlcndo 1 1[2 libra por 23.
Cha preto, Viysou e perola
os melhores que ha neste mercadode lj>600,2e 2500 a libra.
M.a$as em caixinnas de 8 libras
contendo cada urna differenles qualidades a 4500.
Palitos de dientes licuados
em molhos cjm 20 raacinhos cada um por 200 rs.
Ti jlo fraucez
propriospara limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas c rancezas
em latas e em frascos de differenles qualidades.
Presuntos, cuouritjas epaios
o mais novo que ha neste genero a 480, 610 e 720 rs. a libra.
L.atas de &olacninna de soda
de dfterentcsiualdadesal600em porcao se far algum abatimenio
Tambera vendem-se os seguintes gneros ludo recentemente chcado e rf norin
res qualidades presuntos a 480 rs. a libra, chourica muilo nova, marraelada d0 mais afamado a"
^a.n!eie. ''.l!b,a''^-a.de.I0:3.'0'USA!???.' P3=3s,rru.?lafi em calda. aiflendoTs Jzel f?asco
Roa do Crespo,
Loja n. 25, de Joaquim Ferrei-
ra de S.
Vende-se por precos baralissimns para acabar:
roupoesde s>>da para senhora a 153, laazinha de
coros para vestido a 200 rs. o covado, cassas de
cores finas a 210 o covado, chita larga a 200 rs.,
casaveques de. cambraia bordados a 8, capas de
fuslao a 53, penleadores de cambraia bordados a
6. liras e babados bordados a 320 a vara, lengos
de seda com franja a 1, riscado francez a 200
rs., sobrecasacas de panno fino a 25. paletols de
panno pretu e de coros a 18, 20 o. 2*3. dilos de
alpaca de 43 a 83, calcas de easemira pretas e de
cores para todos os precos, ditas de brim bran-
co e de cores de 3 a 43", gollinhas bordadas de
traspasso, camisinhas para senhora a 23500,
nj nguitos bordados a 23000. chita de lustre lar-
ga para cobeita a 320 rs,, esguiio de linho mui-
to fino a 1200 a vara, bramante de linho com
9 palmos da largura a 2OO0 a vara, damasco
de laa com 9 palmos de largura a 2000 o co-
vado, pecas de madapolao fino a 43500. chapeos
de fellro finos, bales Garibalde a 5500. pale-
tols de brim de cores e brancos de 43 a 0, ca-
misas brancas e de cores de 1500 a 3, c outras
muitas fazendas por muilo menos do seu valor
para fechar contas.
Cimento inglez.|
Para collar vidros, louca, iartaru"a B
Vende-se este ungento no estabecimento
goralde Londres n. 224, Strand. e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
lo snl, Havana e Hcspanha.
Vende-se a800 rs., cada bocetinha contm
urna instrucco em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum.
pharmaceutico, na ra da Crun. 22, em Per-
nambuao.
Relogios,
Vnde-seera casa de Johnston Pater & C, ra
do Vigario n. 3, um bellosortimento de relogios
deouro, patente.inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
rariedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Espirito de vinho com 44
graos.
;-.;
$-?
. tartaruga,
marm etc.chegou urna pequea pon-fio m
desle cimento ja muicanhecido tiesta ca- 4
pial e se vende nicamente na casa de S
* Augusto & Perdigao, na ra da Cadeia do ^
iae Recife n. 23, a 2 cala vidro dinheiro ae
S vista. Os amadores devem quanto antes &
^ pr.iver-se delle. =|
Na fabrica de caldeireiro da ra Imperial,
junto a fabrica de sabio, e na ra Nova, loja de
ferragens n. 37, ha urna grande porcao defolhas
de zinco, j preparada para telhados, e pelo di-
minuto xireco de 140 rs. a libra
arga do
medica-
n2"ne"o" m."".' enCramendaS n0 arm"ew ^^'^^X^m^^Z^MS^I
OUPA FEITA
wmm&m
Defronte do becco da Congregacoletreiro verde.
Casacas do panno prelo a 30, 35 e
Sobrecasacas de dito dito a
Palelols de panno pretos e de cores a
20, 25, 30s e
Ditos de easemira de cores a 158 e
Ditos de easemira de cores a 78 e
Ditos de alpaca preta golla de velludo 3
Dilos do merino selim preto e de cor
a 8 e
Dilos de alpaca de cores a 3500 e
Ditos de alpaca preta a 3JJ500, 5, 7 e
Dilos de brim de cor6S a 3500,4500 e
Dilos de bramante de linho brancos a
4500 e
Calcasde easemira preta e de cores a
.9, 10$ e
Ditas de princeza e alpaca de cordao
pretos a
Ditas de brim branco e de cores a 2500,
4g500 e
Dilas de airfa de io;is a
Ditas de easemira a]
401000 Collotes de velludo decores muito fino a
333000 Ditos de easemira bordados e lisos pre-
tos e de cores a 5, 5500 e
3000 Dilos de setim relo a
229000 Ditos de easemira a
lS|0f0 Ditos de seda branca a 5Je
125000 Ditosde gorguro de seda a 5S e
Ditos de fuslao brancos e de cores a 38 e
9000 Dilos de brim branco e de cores a 2 e
5}009 Seroulas de linho a
9000 Ditas de algodo a I.600 e
53000 Camisas de peilo de fusto brancas e de
cores a 23100 e
6000 Ditas de peilo e punhos de linho muilo
finas inglezas a duzia
IS|000 Ditas de msdapolo brancas e de cores
a t#800. 2 o
5000 Dilas de meia a 1 e
Relng'os de ouro palenteo orisonlaes
5000 Ditos ae prata galvanisados a 25 e
3#0n0, Obras de ouro, aderemos, pulceiras e ro-
550u 1 setas
V
103000
60OO
55000
MS00
6000
60()0
33500
2S500
23500
2000
2500
35g00O
2S500
1S600

303000
Pilulas contra sezdes.
Dilas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarupe do Bosque.
rillas americanas (contra febres).
Ungento Ilolloway.
Pillas do dito.
Ellixr anli-asmathico.
Vidros de bocea larga com rolhas, de 2 oncas
e 12 libras.
Assim como lem um grande sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Velas de espermacete.
F.mcaixa com 25 libras por 15, a relalho a
610 a libra : no largo da Penha n. 8.
Manteiga para tempero.
Perfeilamente em bom estado, vende-se em
barril a 160 rs. ca relalho a 200 rs. a libra : no
largo da Penha n. 8.
Vende-se ou a luga-se nm sitio na Capun-
ga, ra do porto do Laserre, com boa casa ter-
rea, com bastantes arvoredosde fruclo, cuja casa
fica encostada casa do Sr. Bartholomeu : quem
aprelender por compra ou per aluguel, emenda-
se com o a'-aixo assignado,
Narciso Jos da Cosa Pereira.
S ioieressa s sentaras.
Existe novo sorlimenlo das novas e desejsdas
pulseias de coral fingindo urna cobrinha, eocas-
toadss cm "tiro : as lejas de ourlves df Sera-
phim & Irmlo, ra do Cabug ns. 9 e 11.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocoro 44
ros, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas na ra larga do Rosario n. 36.
Ra daSenzala Nova n. 42
Veude-seemcasade S.P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellis esilhoes in-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um e dous cval-
os e relozios d'ouro patente inslezes
Rival sem segundo.
Na ra do Quaimado n. 55, defronle do sobra-
do novo, loja de miudezas de Jos de Azovedo
Hau e Silva, ha para vender os seguinies artigos
abaixo declarados :
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
S-ip.-itos de tranca de algodo a 1.
Carlas de slfloetes finos a 100 rs.
E-spellios de columnas madeira branca, o
1$40.
Phosphoros com caixa de folha a 120 rs.
Frascos de macass perula a 200 rs.
Duzia de lacas o garfos muilo finos a 3500.
Clcheles em cartao de boa qualidade a 40 rs.
Caixas de clcheles batidos a 60 rs.
Caixas de obreias muilo novas a 40 rs.
Frasco de oleo de babosa a 500 rs.
Dito dito para fazer cabello corredio a 800 rs.
Sapalosdela para enancas e200 rs.
Pares de meias para meninas a 240.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320,
Mossos de grampas muilo boas a 40 rs.
Agulheiros de marfim a 160 rs.
Caivetes de aparar penas a 100 rs.
Grvalas de seda muito finas a 600 rs.
IVsouras para costura muilo finas a 500 rs.
Dilas para unhas a 500 rs.
Pecas de franja do laa com 10 varas a 1g.
Pegas de tranca de laa com 1? varas a 500 rs.
Fetilho para enfeitar vestido (peca) 1.
Linhas Pedro V, cario cun 200 jardos, a 60 rs.
Ditas dito com 100 jardas n 20 rs.
F.scovas para denles muilo linas a 200 rs.
Pares de meias decores para homem muilo fi-
nas a 140.
Cordo imperial (pecas) 40 rs.
Attenco.
Vendo-se a cocheia da ra da Paz, com lodos
os perlences, e 22 cavallos novos e traquinados
no servico dos carros; a Iratar na mesma co-
riiriia.ii. 13.
Grammalicaingle-
za de Ollendorf.
Novo metiiodopara aprender a lr,
a cscrever e a fallar inglez etn 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de instruccao,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro 11 (antigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andar.
45-- Ba 0ireila-4S
Esteestabelecimeoto offerece ao pu-
blico um bello e rico sortimento por
precos convenientes, a saber :
Homem.
Borzeguins imperiaes..... 10#0C0
Ditos aristocrticos....... 9#0G
Ditos burguezes........ 7C0O
Ditos democrticos...... 6^000
Meio borzeguins patente. 6#5CO
Sapatoes nobreza....... G00
Ditos infantes....., 5#000
Ditos de.hnha (3 i|2 bateras). (J,'0C0
Ditos fragata (sola dupla). 5j>00
Sapatos de salto (do tom). C$000
Ditos de petimetre...... 5jgC00
Ditos bailadnos........ 5|500
Ditos impermeaveis...... 2^500
Senhora.
Borzeguins primeir classe(sal-
to de quebrar).......5^000
Ditos de segunda classe (quebra
cambada). ,....... |gO0
Ditos todos de merino (salto
dengoso). *.....4^500
Meninos e meninas.
Sapatoes de loica. ...... 40C0
Ditos de arranca........o$50u
Boizeguins resistencia $ e 5800
Pateo de S. Pedro n. G, arma-
zem de gneros seceos e
molhados.
Vende-se neste. novo eslabelecimento saceos
com farelo de Lisboa, farinha de n.andicca, mi-
nio, leijao muUunho e preto, porania de mandio-
ca, arroz de csea e dilo do Maranhao de supe-
riorqualidade. doce da casca da guiaba, vinho d
1 erlo em garrafa do melhor que poda havor no
mercado, manteiga ingleza e franceza, banha de
porro emlalas, bolachinhns de soda de (odas as
qualidades. cerveja prela e branca da melhor
marca, queijos flamengos frescaes, conservas in-
glezas e os mais gneros que se vendem por menos
preco do que se vende em oulra qualquer parte
Bombas de Japy e de ou-
tros autores.
Na fabrica de caldeireiro da ra Imperial, e ns
ra Nova n. 35, Ioj* de ferragens, vendem-se as
verdadeiras bombas de Japy e de oulros autores
assim como tubos de chumbo para as mesmas t
mesmo para encmenlo, etc., ele.
Guimaraes Villar
com loja de fazenaas finas na ra do Crspo nu-
mero 17, participara ao respeilavel publico que
leem excelentes machinas de costura, dos me-
lhores autores de New-York, as quas vendem
por precos muilo mais em coala do que aquello
porque se leem vendido em outras casas.
Vende-se um terreno com urna casa no lu-
gar da Baixa Verde da Capunga. com algumas
Irucleuas, e por barato prejo : a tratar na ra
do Imperador n.75, armazem
SYSTEMA MEDICO DL HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este.incsumavel especifico, cornpi r((. inteir; -
mente de hervas medicinaos, naoconlf-m ner. 1 -
rio.nem alguma outra substancia delecter.a Be
nigno a mais tenra infancia, e a coropleicao mai.<-
delicada igualmente prompto cscluio para
desarreigar o mal na compleicomais robusta
inleiramenteinnocenteemsunsopeacese e''-
fetos; pois busca e remove as doenea/de qual-
quer especie egro por mais antipas ei.naz.,
queseum.
Eutre milhares de pessoas curadas com et
remedio, muitas que j eslavam as pona'd.
morte, preservando em seu uso : conseguirn'
recobrar a saude e forcas, depois de haverdenta-
do nutilmenie todos os outros remedios
As mais afilelas nao devem entregare a n.-
sesperacao; acara um competente ensn-0 ,,
effieazeseffei.os desta assombr.sa mediiL .
prestesrecuperarao o beneficio da saude
Nao se perca lempo em tomar este remedit
para qnaiquer das segu ies enfermedades:
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Areas (malde).
Aslhma.
Clicas
Convulsoes.
Oebilidade ou extenua-
530.
Debilidade ou falta di
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dorde garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no venlre.
Enfei midades no venlre
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Eniaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas.
intermitente.
Vendem-se estas
geral de Londres n
Febre de loda a especie
Colla.
Hemonhoidas.
Ilydropcsia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflanimacoes.
1 r r e g u l'a r i d a d e s de
menslruaro.
Combrigas de loda es-
pecie.
Mal ue Pedra.
Manchas na culis.
Obstrnrcao de venlre.
Phlhisica cucomsunip-
t5o pulmonar.
Relencaodeourino.
Rheunalismo.
Sym plomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
UKWDS
cobertos e descobertos, pequeos egrandes.de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
ivndos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
oSuthall Mellor & C.
Loja das seis portas em
frente do LivrameDlo.
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonilos goslos a 200 rs. o co-
vado, dilas eslreilas a imitacao de laazinhas a
160 rs., cassas de salpicos brancas e e cores a
200 rs. o covado, pe?as de esguiao de al(?odao
muito fino a 3$ a peca, dilas de bretanha de rolo
com 10 vai as a 2$. riscadnho de linho a 160 rs.
o covado, chales de roenn eslampsdos a 8.
longos branros com barra de cor a 120 rs., dilos
coa bico a 300 rs., algodo menstro de duas lar-
guras o mnihor que possivel a 640 rs. a vara,
rnussulina encarnada a 240 o covado, fil de li-
nho prelo bastante largo. A loa est 8berla al as
9 horas da noile.
pilulas no estabelecimenlo
224, StranJ, e na lojo de
lodos os boticarios droguistas e oulras pessoas
encarregidas de sua venda em loda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Venden -se es bocclinhas a E00 rs. cada um;.
dellas, contem urna inslrurcao em porluguez pa-
ra explicar o modo dse usar deslas pilulus.
O'deposilo geral em casa de Sr. Soum phar-
meceutico, na ra da Cruz n. 22, em Pernam-
buco
'otassa da Russia c ca! de
Lisboa.
No bem conhecido* acredilado deposito da
ra da Cadeia do Itecifen. 12,- ha para vender a
verdadeira potasas da Russia nova e de superior
qualidade, assim corro tambem cl virgrm em
pedra, ludo por pregos niais baratos do que cm
oulra qualquer parle.
RuaDireita n. 46.
Na grande fabrica de tamancos da roa Direila
esquina da travessa de S. Pedro, achara o res-
peilavel publico em geral um variado e ri mo sorlimenlo de tamancos de todas as qualida-
des, por menos preco do que cm outra qualquer
parte como sejam :"
Tamancos a moda do Porto a 1 $600.
Dilos rommuns (s visto)
Ditos de g.iz para senhora (alliado pintado).
Dilos sizudos (alliado de lustre).
Dilos pharol (velbutino).
Dilos bausas (marroquim).
Assim como sorlimenlo do calcado para senio-
ra, de lodas as qualidades, por pregos razoaveis.
Loja das seis portas cin
frente do Livnineiilo.
Roupa feita barata.
Pslelols de easemira escura a 4?, dilos de al-
paca preta a 4 e 5, camisas brancas c de cores
a t. dilas de fuslao a 2#500, ceroulas muito fi-
nas a 1*61)0 c 2J. paletols e brim pardo a 3$,
calcas de easemira prelas e de cores, palelols de
panno preto, sobrecasacas, colleles de easemira
prela, dilos de velludo pretoe de cores, um com-
pleto sortimento da roupa frita.
KS1 IDOS SOBRE 0 ENSNO 1'llLICd
PELO DOCTOR
Aprigio Justiniano a Silva
Gwimarez.
Obra dedicada i S. M. o Imperador.
Acha-se A venda na livrarii acadcoiica dos Sr?.
Miranda & Vasroncellos, ra do Imperador n. 79,
i 58000 rada esemplar
'T A^
^"S"
II" *''
?'?
ILEGVEL
TT


DIARIO DE PERNAMBUCO. SaBBADO 22 DE 8F.TEMBRO DE 1860.
DE
mmum i ratsrgia &e iiwis.
Sita na ra Imperial n 118 c 120 junto a faffrica de sabo.
I'ELIUUSAS ELM7aLL1\L1S.
DE
usJ/m
iliii


mmmm
i SWWVJ
GRANDE ARMAZEM
DE
Pastilhas vegetaes'deKeinp
Scbastiao J. da Silva dirigida por Francisco Beliniro da Costa. contra aS lnmhri Neste estabelecimento ha sempre promptos alambiques de cobre de dilTercntes dimences -""" o3iuiuuu8db
de 300 a 3 OOOj) simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios cominos WOvadas pela Exta.'inspercao de estudc de
hara resillare destilar espalos cora graduagao at 40 graos (pela graduaco deSellon Cartier) dos Habana e por rauilas outras juncias de hvgiene
388
-\\\-l
38S
3
383
Rua Nova n. 47, junto a igreja da Con.-
ceicao dos Militares.
(?)
J
melhoressystemashojeapprovadoseconhecidosnesta e outras provincias do impario, bombas publica dos Estados Un Jos emaisnai7e/^ A H i *. 2^5 ; g" 'drogemo, c todos os
de todas as dimences asperanles ede repucho tanto de cobre como de bronze e Ierro, torneiras m % Un'J0S e raa,s P31"* da A- ^ Act.a-sena dneccao daoflicinadeste acreditado armazem O hbil MSfiE ;confJ!mo d n"--os : na
de bronze de mdas as dimences e fetios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e "p" ... fggf artista Francisco de ssis Aveltar antiro rnni,-, n(,! 7 f li ** 3"
ferro para rodas d'agua.portas para fornalhas eenvos de ferro tubos de cobre e chumbo de todas Garantidas como puramentevegetaes, agrada- =^> "UbU4rrancco af assisa venar, antigo contra-mestre do fallecido ga=
Ero casa de N. O. Bieber & C. Saceeasures,
ra da Cruz n. i, acha-se venda um grande u
variado sorlimento de ferragens finas, obras de
lanociro e periclites sem lim por usos don .'li-
eos, producios lodos da industria norte amerita-
na, assim coso :
Arados de diversos tamanhos.
Moinhos de milho.
Machinas para cortar capim.
Grades.
Machinas para descampar milho.
Cultivadores c ferros de encomiar econmicos
CAiNDIElllOS
ECONMICOS
Grande sortimento de candieiros economices a
gaz idrogenio, c lodos os ais preps'os para
ra Non a n 20, I o ja
"--
)taveis e daveis
0m M?noel Jos Ferreira. O respeitvel publico contimara' a encon- S^
s dimences para encmenlos, camas de ferro comarmaeao e s'em ella, fugoes de ferro pot
nomicos, lachas ^aCo^iil5^.:Ittu"d^,_'.,a.,nb,Iuc. passadeicas, espumaderas, cocos' infsllivel contra as lom'brigas. Rao" 'causam! s| tr?r em d,t0 armazeni um grande e vanado foi tinento de roupas !^>"
para engenho, folha de Flandres, chumbo cm Icncole barra, zinco em lencol e barra. Unc
arroellas de cobre, tcncoesdeferroo lalao.fcrro suecia inglezde todas as dimnsoes, safras, lo
vista, doces oo paladar, sao o remedio ^y| "
contra as lombrigas. Kao causam ^^ .
5 nauseas, nem sensacoes debilitantes. >3 'pitas, como sejam : casacas, sobrecasaoas, fraques, patetots de panno |g
Tesiemtinhoexpontanco em abono das pasti- *H*f ""i ditos de catemira de cores, de merino, bombazina alpaca nreta KS
A t tencas
oes e
s>Sl e decores, ditos de brim de bnlio branco, pardo e de' cores, calcas
Vende-se um cnix proprio para padaria cu
refiaarao : no*paleo do Terco n. 14.
B> ^>> d<-" casemira preta e de cores, ditas de merino, de princeza, de'brms ' AS '*'" M Part, urancoe de cores, collttes de velludo preto e decores, dilesde S^ lllM. 11 V I 11
ti*'01^ gorguiao, ditos de setimpreto e branco, ditos de merino para luto S I /.q iln miiiilflioc fio PI'O
'"'m^ ditos de fustao branco e de cores, paletots, casaca, jaquetas, calcas S L''j" IfflllUtKIS Dl TM
mII e col'ietes Para meninos de 6 a 12 annos, camisas, seroulas, chapeos |^
tilhasf]ue Vmcs. fazem, curaram meu
pobre rapsz padeca de lombrigas, exhalava um I
ebeiro fedito, tinha o estomago inchado eco
< nua domicilio no na.iz. lio magro se Foz. mI ^S |r b w t iihuh, CIBHai, seroulas. Chapeos /)/i/,//// /V h m,^ /,
eu temia perde-lo. Nestas rircumstanciasum vi- M e grvalas preta? e de cores, libi es para criados, faldamentos ara Jg */'* 2. t>, 0/M6 C//
Seus proprie.arios oTereccm a seus numerosos freguezes e ao publico em geral, toda si1n,, meu ,disse inasde vaporde nnarn curado suafilha. Logo que soube disso ^Q Apromptam-se becas para desembarga dores, len^s iinr Wo Ai. X faalquer obra manufacturada era seu recunhecido estabelecimento a saber: machi
tes, juizes ele di- |^
'edesos tamanhos rodas d'agua para cogenhosi todas de ferro ou para cubos de madeira, moen- cemprei 2 vidros depastilhas e com ellas salveia $& reilo municipaes e promotores, e vestidos poi a n.ontaria. Nao afra ^' Mi?unulaKSM*a'l
dse m-.ias moendas, tachas de ferro batido e fundido de lodos os Umanlios guindastes, um- vida ila mou nn.n aisv>-j rfn.i ,______.__ j_ i j ". '""ji" >* ,v
s e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para amass! m- ft ,E vJi I 8S comprador alguna das roupas fetas Se apromptai ao OU- I i JftW !n2K P?",-8?.0
liocae paira dcscarocar olgodo, jirencas para mandioca e oleo de nciiii, porloes gradara, co-' vmcs. seu amo agradecido. j 58^| tras a 8cu {rosto H"er com fazenda sua ou do armazem
S.<":
SoudeVmcs. seu amo agradecido.
nntias e moinhos de vento, arados, cultiva.loJcs, ponles'aldeiras e tanuues. boias alvarengas. t-, i.tioyr. -xvn tpm pspr>llii >3 o todas as obras de raacliinisrac^. Executa-se qualqer obra seja qal r sua na'lureza pelos Preparadas no seu laboratorio n. HG Gold gb r ^, !f ^'''C'3". dando-se toda e qualqer roupa no \m
Ls-nhos ou moldes que para taljlrn forera, aprosontados. Itncebem-se encommendas n este esla- ; Street ptlos unicosproprietarios D. Lanman o 5$J->? C
reodem-se pe^as ce filas de coz a 20 rs cai-
160 240 rs., rolhercs
, a lino a 5j2C0. dtas
para cha a 21800 a duzi.V, eofeites de vidriihos
caia de bnfalo a li e
a IS500, 2fi 35. 4$. o 5,
mac.es de grampas roncas a-0 rs., ditos de cara-
8$^ c.01 a. 59.r? '."''''i'S e arrt iros finos a 2?, ga-
.- rlecuneutona ra do Brura n 28 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n. 65morada d cai- Kemp, droguistas por atacado cm New York. !^^SI31^ lSS^fSSStMmUmU1MMtmm'9Ut "^ S releQdenleS Pt>dem A^m-se iveLaem todas as boticas das ^^^11^^^^- tlim^M?M;|g||f H H i ^'^ ^^^ ^^ir^^^0" ^ ^!
------------------------------------------------_^_______________pnncipaes cijadesdo imperio.----------------------------------------'----------------------------------------------------------- ,: ". tlUC tu rs \ coruas
tEfOM


^KEMP UEV,ViY0Krv)
P1LULAS VEGETAES
ASSCARADAS
per
F ^ DEPSITOS
rCrroS CtO Cn; Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 80.
Baha, Germano & C, ra Julio n 2.
Pernambuco, no armazem dedrogesde J. Snum
S Companbia ra do Cruz n. 2*2.
gommar
econmicos
a 5,^000.
Estes magnificos fer-
ros acham-se a venda
no armazem de fazen-
das de Raymundo Car-
los Leile lrno. ra
da Imperatriz n. 10.
ulio de Borilfaiix.
Em casa de Kalkmann lrmaos&C, ra da
Cruz n. 10. encontra-se o deposito das bem co-
ntiendas marca dos Srs. Brandcnburg l'rcres
e dos Srs. Oldekop Marcilhac t C, cm Bor-
NALOJAE ARMAZEM
DE
\G,TiC\iV
NEW-YORK
O MELIIOR REMEDIO CONHECIDO
Ira constiparse, ictericia, a/fecces do fijado i s.
febres biliosas, clicas, xndigesloes
enxaq uecas.
leraorrlioidas, diarrhea, doencas da .Imperatriz n. 10.
palle, it-upres, e todas as enfermidades, "'isla-
PROVECIENTES DO ESTABO IMPURO DO SANGCE.
75,000 caxas deste remedio consoinmera-je
innualmonte!'
HeiiMMlio ila natut'CKU
Approva lo pela falcujade de medicina, e re-
cornmendado co no o mais valioso catrtico ve-
getal de todos os conlieeidos. Sendo estas pla-
las puramente tegetaes, nao couiem ellas ne-
liium veneno ercwi'a/nem alguin ouirom/iic-
ra/;esto bem acondicionadas era caixas de folha
para resguardar-se da huraidade.
Sao agradiveis ao paladar, seguras e elicazcs
rm sua operacao, um remedio poderoso pora a
juventude, pub-rdade e velhice.
Lea-se o folheto que acompanha cada cair^a.
pelo qual se Picar conhecendo as mutas curas
milagrosas que lem efluciuado. D. T. Lanman
:; Kemp, droguistas por atacado cm-\ew York,
sao os nicos fabricantes e proprietarios.
Acham-se venda em todas as boticas das
principaes cidades do imperio,
DEPSITOS.
Ro de Janeiro, na ra Alfandegan. 89,
Baha, Germano & C. ra Julio n. 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Scum
A C, ra Ja Cruz n. 22.
As melliores macliinas de coser dos mais deaux. Tera as seguintes qualidades :
aiamados autores de New-York, I. De lraudeiiburg frres.
M. Singer & C. e,Wheeler &Wilson st. Esiph.
Si. Julien.
Neste estnbcleci-
mcp.to vendem-se as
machinas destes dous
autores, moslram-se a
qualqer hora do dia ou
da noiie, c responsabili-
ssmo-nos por sua boa
qualidade e apgaraoca :
no armazem de fazendas
do Raymundo Carlos
Lcite & Irruos ra da
aterro da Boa-
Joaquim Francisco dos Sanios.
Marga ux.
Larose.
Cha'teau Loville.
Chteau Margaux.
De OUlckop & Mareilhac.
St. Julien.
HcYvonle Ao Viecco da Cottgrcga^ao letreivo veidc.
St. Julien Mdoc.
Chateau Loville,
Na mesma ctasa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
i Cognac cm berris qualidade fina.
Cognac em caixasqualidade inferior.
Ra la Senzala \ova o. 4^.
Neste estabelecimento continua a haverum'
comapletojorlimento di' mu en das e mc-iasmoen- '
daspara juSenho, machina de vapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os tamanhos
I nara d
| Cassas franc
IH
ACIA9
Vende-se eraoasa de Saunders Brothers &
G. praca do Corpo Santo, reiogios do afama
do fabricante Reskell, por preces commodos,
e tamben) rancr.llinse cadeias yarios mesmos,
deexcellente nosto.
U-CICA VERDABEIRA E
TIMA.
LEGI
1 Seda de quadrinhos muito fina covado l$C0O
Enfciles de velludo com froco preos e
de cores para cabeca de senhura da
ultima moda 9
Fazendas para vestidos, sendo sedas, 15
e seda, canibraia e seda tapada e
transparente, covado JS
Luvas de seda bordadas e lisas para se-
nhoras, homens e meninos S
Lencos de seda txos para senhora a
23OOO e 2$DC0
.Maulas para grvalas e grvalas de seda
de todas as qualidades $
Chapeos francezes forma moderna
Lencos de porgurao prelos
Ricascapeas brancas para noivados
I Saias balao para senhoras e meninas
Tafpt rxo o covado
I j___ Chitas francezas a 260, 280. 300 e
Selm preto azul e encarnado proprio
para forros cora 4 palmos de largura,
o covado
Casemira lisa de cores 2 larguras, o co-
vado
Chales de merino bordados, lisos e es-
lampados de todas as qualidades
Seda lisa preta e de cores propria pa-
ra forros cora -i palmos de largura, o
covado
cezas, a vara
Ricos cortes de seda prelos e de cores
com 2 saias e de babados
SS500 Ditos de gaze e de seda phanlasa
STOO Chales de louquim muito finos
Jt i Grosdenaple preto e de cores de ludas
$ I as qualidades
$500 Seda lavrada preta e branca
s>320 Capas de fil c visitas de seda preta com
500 froco
para violao a SO e 120 is., Iranras de linho para
enfciles de vestidos a'JIO rs. a" peca, penles tu
alizar, de baleia, a 240, calongas de diversas
qualidades a 120,160, 00,240, 280 e 480 rs.,
golinhas de corebi para senhora a 800 e Ig, ca-
r:ivel a 20 rs. sabo fino para baiba a 60 c '0 r:.,
bites linos linos a 40, SO e 100 r= a vara, rucias
para senhorasa 320 rs. o par, linhas de mi;da
paia corchia 2o rs. a miada, ribique a 80 rs. o
papel, olnias de ma..a a S rs. a caixa, vlsporas
a 1, carias i'ran guezaa a240 rs., lapis finos de topes a 160, li-
nhas pera marca a 20 rs.. lesouras a 100 rs.,
penles paro atar, -abello a 160 rs., orlos de r o
a 500e8r0 rs., pomada irnnceza a 10 rs., lapo-
tes para lamentas a2$500 o par, toncas para me-
! ninas e meninos de laa a 800 rs., eolheres para
cha a 800 rs. a duzia, alllneles em csixinha m.li-
to fino a 200 e 80 rs., luyas de fio d'Esccsia
decores para homem a C0. ias brancas a Co
rs., mcias cruasfinas para homem a 3;200 a du-
da, lia para bordar a mais'fina que ha a 7$5G0,
lima de carmim lina a CC rs., raixinha de ;-, < 1
sorlidaa em coks a 1, ditas de quadrin'- < a 8CO
rs., ditas decores a SCO rs, atacadores d'alr.odao
chatos a G0 rs., ditos rolicos a 100 rs., phica
1^600 'vessas para meninas a 00 rs ditos de borra-
; cha para alizar a 600 e 800 rs., tilos de bfalo
2$000 hranro a SCO rs diios psra pifilhos a 280 rs., di-
I tos parasuissas a 500 rs., prcas de trancas de
,. laa de caracol a 60 is., fitas de seda da larpura
\ de5 dedos a GO rs., olnias de colla a 100 rs.,
boneras c!e camnrea a ICO is., ditas de chouro a
500. 600, 1 .00 e 2?, lesouras para unhas .1 SCO
rs ditas para costuras 3 1#, [ara de cabo de ba-
taneo dous bolees 6i500 enfeiles dos nais mo-
dernos qnc ha para senhoras a S| e 4*500, di-
tos para meninas a -10 e "j, caixa de lampari-
nes de nova nvenco a 1(0 e 60 rs. bicos preU s
de seda a 100, ICO', 200, 280, 320 e 500 rs., car-
rele de linha do gaz de lodes as corea a '.0 is. ,
j ricas figuras para quadros rcuham logo antes
1 que se acabe a pecliinclia.
1;5C0
0
B
ase moen aas
Braga Silva & C.tem sempre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A.uiu grande orlimento
I de tachase moendas para engenho, do muito
acreditado fabricante Ed-win Maw a tratar no
mesmo de osito ou na ra do Trapiche n 4.
gjlj Fazendas por tos procos S*
\cnde-se na loja de Antonio Augusto dos San-
ios I'oilo na leja ns. 37 e 39 na praca da Inde-
pendencia, rapellas de aljfar o morale para ca-
tacumbas, tmulos etc., ele, da foima seauiiie
res :
fe com iEScripces, grendes a
Adiniraveis remedios
americanos.
Todas as casas de familia, senhores de engo-
lIio, azendeiros, etc., devem oslar prevenidos
jom estes remedios. Sao tres medicamentos eco
os quacs se cuia eficazmente as principaes mo-
lestias.
Prompto alivio de Radway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rheumaiismo, dor de
cabeca, nerralgia, diarrna, cmaras, clicas, bi-
lis, indigestao, crup, dores nos ossos, conlusoes,
queimadura, erupt;e cutneas, angina, reieD-
ao de ourina.eic, etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as eafermidadesescropoulosas,coro-
nices esyp hliiicas; resolve os depsitos de mos
humores, purifica o san^ue, r-enera o systema;
prompto e radicalmente cura, escrophulas.vene-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de s-
eos, tumores brancos, afeccoes do figado e rios,
erysipclas, abeeseos o ulceras de todas as classes,
molestias d'olhos, difficuldade d3s regras das
rau'.heics hipocendria, venreo, ele
Pilulas reguladoras de Rad-
wajT
para regularizar o apotema, equilibrar a circula-
do do sangue, intciramenlc vegetaes favoraveis
em lodosos casos nunca occasiona nauzcas ne
dores de ven Ir, dses de i a o regularicam, de 4
.NDE SORTIlffiSTO
DE
Fazendas e ronpa eila
SALSA BARIIILIIA
DE
NA I.OJA E AUMAZEM
DE
Joaquim Rodrgaos Tarares de Helio
RA DO UEIMADO N. 39
EM SLA LOJA OE QI'ATIIO TOMAS.
Tem um completo sortimento 1I9 ronpa feta,
8 convida a lodos os seus freguezes e todas as
'pessoas quedesejarem ter um sobreeasaco bem
feito, ou um cal^a ou collete, de dirigirem-se a
;esle estabelecimento que enconirarao um hbil
artista, chegado ltimamente da Lisboa, para
I desempenhar as obras a vonade dos freguezes.
J tem um grande sortimento da paliots de ca- ;
Remedio sem igual, sendo reconhecidos pelos; semira cor de rap e outros escuros, que se ven- '
mdicos, os ni3is iminentes como remedio infal-1 dem a 125, ouiros de casemira de quadrinhos
livel para curar escrophulas, cancros, ilieumalis-: da mais fina que ha no mercado a 16?, ditos
mo, enfermidades do figado, dyspepsia.dobida-'de merino selim a 125?, ditos de alpaka muilo
dade geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-j fina a 05, ditos francezes sobrecasacados a 12,
midades resultantes do emprego de mercurio,! ditos de panno fino a 20, 255, e 30, sobre-
ulceras e ernpfoas que resullam da impureza do \ casacas francezas muito bem felas a 35, cal-
Ra do Queimado, loja
de 4 portas n. 10.
Anda resiam algunas fazendas para concluir
1 a liquidado da firma de LeiteA Coneia.asquaes
: se vcudem por diminuto preeo, sendo entre ou-
; tras as seues :
Chitas ue cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditas largas, francezas, finas, a 2(f e260.
Itiscados francezes de cores fizas a 200 rs.
Cassas de cores, bonspadroes, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, nl60rs.
Brim trancado branco de linho muilo bom.va-
a 15000
Corles de calca de mcia casen Ira a 2,1.
Ditos de dita de casemira de cores a ;.
Panno prelo fino a 3 e 4.
Meias de cores, finas, psra homem, duzia.
800.
Gravatas de seda de cores e protas a 1.
Meias brancas finas para senhora a 3g.
Ditas ditas muilo finas a 4.
Hilas cruas finas para hom< m a 4J.
Cortes de rlleles de gorgurao de seda a 2$.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 4.
Ditas dilas por
Dilas dilas por
Hilas de imorlaile por
(.Miadros com a imagem do Senhor Ctuxifi-
cado com inscripces por baixo a 10 e a
Pechincha.
10
Arroz a 3,500 o
sacco.
Na praca Ja Boa-Viita 16 A, ven-
de-se a o.s )t)0 o sacco grande com ar-
roz pilado e misturado comease, o que
serve para galliulias eanimaes ou in.-
mo dando-se o trabalbo de escoll
poiseo melhor arroz que aqui fem viu-
do a este mercado.
A 3,500 o sacco.
8 I Na ra da Imperatriz n 54, vende-se
jairoz pilado misturado com casca em
Chito estrella rxa rom pequeas pintas de I saceos grandes a A'500 o sacco.
mofo, covado a 120 rs., peca a 4S00 : na ra
do ^eimadn n. 4.
Te I liad o de zinco.
Na fabrica de ca'dcireiro. sila na ra Imperial I re.-as e niadapoUo cem roqueo loque
e na rna Nova n. 35, lo a de ferra-cn* contina i ?van" a 2r),)0 :,?) p 350 : "a rua J J Crespo,
a vender-sc lelhado de zinco por menos proco do'ja dc porli,s "' S-
que se vender em qualqer ontra parte.
E bar?
^tissimo.
!-
loo
Pechincha sem
igual.
Superiores corles de chita fianccza larga de
> lindos ado, s, miudiulias e de quadms,
fest-rayos fugloi..
No dia 1 do correnle, ;s 6 horas da nii-
nlia. fnglo do poder de seu senhor, na cidade
de Olinda, 3 cabra Joaquina, cabello carapinbo,
ps grandes, amianto farinosa, estatura regular!
de 16 anuos dc idade, iom duas cicalrizes no
ilc cores claras o escuras, com 11 rovados cada PPsr<'r. le*"u casaveque o saia de cassa edr de.
corle, pelo baratssimo preco de 2500 : na loja rosa dpsbotado echles usado, intitula-so forra, o
do sobrado amarello. nos q'uairo cantos da rua "e?">fla-se ter seguido para algom dos tres se-
grales lugares, para esta cidade, ende lem |
eslado, para BebeiiLe, onde j morou
[ do Queimado n. 9. de Jcs Horaira Lepes.
sangue.
CAUTELA.
D. T. Lanman S Kemp, droguistas por ata-
cas feitas da mais fina casemira a 10, ditas de
brim ede fuslao por prec,o commodo, um grande
sortimento de colletes de casemira a 6J, ditos de
cado New York, aegam-se' obrigados a prevenir "J" Mend Vot ^ commodoJ um '".* DUasTorfda* \!i
o resdeilavcl publico para desconfiar de ahumas !sor,,rrfnl e sa.Pat0S, de taPe'a gosto muito Toalhas de linho para mes
tenues miucoes da Salsa Pa.rilbade Brisiol apurado a 2^, ditos de borracha a 2o00, cha-,
que hoje se vende neste imperio, declarando ; f os4decasl,(;r muito su peno res a 10, d.los desa-
todosquesa ellesos unicosproprietarios da re- i'' ^os melhoresque lem vindoao mercado a 10, '
ceita do Dr. Brisiol ,tendo-ll.e comprado no an- ''i S'; inS'eZeS a l(l\dll0S mu,ltsjbons a
no d6 185G. 12J>, ditos francezes a 8p, ditos grandes de pan-
' no a 49, um completo sortimento de gollinhas e
Casa neuliuma mais ou pessoa alguma tem manguitos, tiras bordadas, e entre meios muito
dire.to de fabricar a salsa parrilhadeBrislol.por- proprio para collernhos de meninos e Iravessei-:
qiie o segredo de sua prepara^ao acha-se somen- ros por prego commodo, camisas bordadas que i
te era pode.- dos referidos Lanman & Kemp. | servem para batsado de enancas e para passeio
ntremelos bordados a 200 rs.
Camisetas para senhora a G-10 rs.
ECO.
sa a 2 e 4.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pescoco de senhora a
Vestidos brancos bordados para baptisar crian-
cas a 53OOO.
Cortes decalca de casemira preta a 6 .
Chales demerin com franja de seda a 5
Cortes de caiga de riscadodequadros a 800 rs.
Mfrinverde para vestido de montaria, cova-
do. 1280.
Lencos brancosde cambraia, a duzia, 2.
LOJA DO VAPOR-
Para evitar engaos comdesaprec'aveiscombi- a 8, 10 e 125, ricos lencos de cambraia de I
a 8 purgam. Estas pilulas iao eflicazes as aflec-! naeoes de Hrnaas nomipin-ofi nc noccn____ i- 1 \ 1 1 1 1 .
coes do^figado, bilis, dor de cabeca. ictericia, in- I "rm comparo e^ linho bordados para senhoras, d.los lisos para
digeslao.e enloda as enfermidades das mu- l^t^Z^^^l^^T^''" o T ^ co^moio'^sa,a Jbordadas a 1 Grande e variado sorlimento de calcado fran-
j os se-0uintes signaes, sem os quaes qualqer ou- 3o00, ditas muilo finas a 58>. Anda tem um ; cez. roupa feita, miudezas finas e perfumaras,
tra preparaca falsa; restinho de chales de toquim a 30, corles de fua0 pGr nie"os do que em outras partes: na lo-
1* O envoltorio de fora est gravado de umla- ; vestido de seda decores muilo lindase superio-Ja do vapor "a rua Nova 7-
do sob urna chapa de ago, trazendo ao p as se- res qualidades a 100?>, que j se venderam a '
guintes palavras :
as enfermidades
res, a saber : irregularidades, fluxo, rcten-
coes, flores brancas, obstruccoes, histerismo, ele,
sao do mais prompto effeilo na escarlatina, fc-bre
biliosa, febre amarella, e em todas as febres usa-
ignas.
Estestres importantes medicamentos vem a-
C impaahados de nstruccoes impressas que mos-
Iram com a rnaior rainuciosidade a maneira de
appcalos cm q'iilquer enfennidade. Estao ga-
rantidos de falsiicacao por s haver venda no
armazem de fazendas o Raymundu Carlos Leite
Irmao, na rua da Imperatriz n. 10, nicos
agentes em Pernambuco.
Cambraia organ-
s a 360 o covado.
D. T. LANMAM & KEMP
sol finen
N. 69 1VATER STREET.
2' O mesmo do oulro lado tm um rotulo em | cSiras para caiga, colletes e palitots a 45 o co-
ppel azul claro cem a firma o rubrica dospro-
150, capoiinhos prelos e manteletes pretosde' "" Vendem-sc libras sternas, em
1 ricos gostos a 2U, 253 e 305, os mais superio- casa de Bieber S C. : rua da Cru-
res chales de casemira eslampados, muito finos, a n* ^* "
8 e a 10, toalhas de linho de vara e tres quar- I Vende-se azeile de peixe a 400 rs. a garra-
tas, adamascadas, muito superiores a 55J, ditas fa ; na rua Direila i. H, esquina que volta para
para rosto de linho a 19, chitas francezas de su- \ 8. Pedro.
perior qualidade, tanto escuras como claras a IfI *___1~ 1
,200, 280, 320, 400 e 440 rs. o covado, ricas 18161111188 116 COSlUfa.
(lyS a Vi) O COVaUO. 3 Sobre a rolha acha-se o retrato e firma
Vende-se na rua do Crespo, loja n. 8, de qna- do inventor C. C. Brisiol em papel cor de rosa.
4o Que as direeges juntas cada garrafa
lem orna phenix semfilhante a que vai cima do
presente annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro rua da Alfandega n. 89.
Bahia Germano & C. rua Julio n. 2.
, Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum,
C, rua da Cruz n 22.
tro portas, cumliraia" franceza organdys a 360 o
covado, para acabar" urna factura ; assim como
boas chitas francezas a ^>40 e 300 rs., fazenda de
lindos padres e cores (xas: dao- se maostras.
5000 RS.
Ferros econmicos de engommar a vapor
rua Nova n. 20, loja do Viann.
vado, e um completo sortimento de outrasfazen- J^JS*"* SrKfi-ftS f.
das, eludo se vende por prego barato, e que nao; esto exposlos venda as mclhores machinas de
possivel aqui se poder mencionar nema quarta i costura que at hoje teem vindo a este mercado,
p de um andar, que generosamenle recompensaij,
E prolestando usar do rigor das lcis ceir quema
f livor i'cculla.
! Desappareceu no domingo, 2 do correnle,
I pelas 6 horas da larde, o escravo Antonio, cabra,
de idade 0 annos, mais ou menos, bem pareci-
Ido, corpo e feiges regulares, cem principio de
bogo, cabellos carapinhos e um lano ruivos, e
falla mansamente, levou vestido camisa e calca
branca, chapeo de Miro de cor parda e um sur-
, rao de couro com bal-i c alguma roupa ; iulga-
. se que andar as visinhancas desia cidade em
:ti J. AStiey \ ram, ou que seguina para o serlo de Page .!o
'----& llores d'onde iilho ; dito escravo fci comprado
se
ferro
para
3

I Formas de
purgar assucar.
t Enchadas de ferro.
\ Ferro sueco.
i Espingardas.
| A90 de Trieste.
I Pregos de cobre de com-
I posigao.
Barrilha e cabos.
I Brim de vela.
g riwira u umie u limo ; uno escravo le coinpr
g em 31 de marco de 1858 a Joao Jos de Carvalho
t Jnior : pede se as autoridades peliciaes e capi-
f laes de campo, ou qualqer pessoa que o possa
i ; descobrir, o pegarem, mandando o aprescnlara
y seu senhor Jos Gomes Leal, morador no Recite,
6 ; rua da Cadeia, casa n. 50, pruneiro andar, onde
i sera generosamenie recon pensado aquello dos
capites de campo ou pessoa do [cu quo o ve-
tilla entregar.
Atlenco.
1
partedellas, no entanto os freguezes cheeandoe asq"aes.possucm lodosos melhoramentosinven-
auerendocomnrar n5n irowmfazen^o ,ados ale es,a [)0Ca SPm lcr os defeilos 1ue **
querenuocomprar nao raosemlazenda. oulras se nolai assim s3o de con8lruccg0 simples
ATTENCiO.
Vendem-se grandes toneis de amarello, assim
comotoneise quartulas de madeira de boa qua-
lidade, todos muilo propros para as deslillagoes
dosengenhos e para depsitos de mel : para ver
Iratar na rua do Queimado loja n. S9 ou na
rua imperial em cas* do major Antonio da Silva
C turnio.
pie
e facilitan: o uso. A costura fela por estas ma-
chinas nao teem igual em obra de roo, um pon-
to bonito e forte, alem de que alinham o co.em
de todos os modos, cada caixa dc costuja repre-
senta um lindo loilete para gabinete de senhora.
Igualmente ha machinas para selleiros, etc. Os
pregos sao mdicos, e o Sr. Birmingham, enge-
nhero, ensina o uso das machina e todas as par-
ticularidades da conservaco de sua conslrucgao
coacto 2 compra.
Couro de lustre.
Palhinha para marcinei-
ro : no armazem de C.
J. Astlej Si C.
Fugio desde o dia 13 de agoste do correnlo
i anno o escravo l.uz, com os signaes segninles :
S alto o bem feito de corpo, tem denles limrdos o
*j perfeitos e o dedo mnimo do p corlado ; quan-
{, do falla com medo bastante gago. Este escravo
( natural do Sobral e ha loda certeza que se-
guio para dilo lugar por Ierra pede-se por lan-
o a sua apprehensao a qualqer pessoa, que ser
m bem recompensado ; a en tenderse com'o seu se-
i nlior na rua niareila n. 112, ou na rua de Apello
A 1 n. 43, armazem de assucar.
Acha-se fgido um juilato cabra dc nonie
I Raymundo Patricio, official de pedreiro e barbei-
f- ro. foi rcmellido do Tara em abr! de 1859 pelo
I Sr. Manoel Jcaquim de l'aria, o qual foi aqui
m vevdido ao Sr Feliciano Jos Gomes,
e este se
?;ClS /Htnnnnrv : Ihias Perera da Costa ; tem os seguimos sig-
A lili"!I*jMO naes: estatura regular, baslaulc gros.-o e barba-
do, olhos amarellados, falla com desembarazo,
na rua da Imperatriz, cujo devedor
chama-se Antonio Jote de Azevedo,
Polycarpo Jos Layme, ou na rua. de Apoilon.
30, esenptorio de Manoel Gouveia de Souta, que
ser generosamente recompensado.


(8;
Lilteratura.
Ubrico de Anduza.
i
No mez de outubro do anno passado janlova
eu do hotel do Luxemburgo era Nimes com um
loa meus amigos, que narrou-me longamente as
aventuras de seu compatriota Ulriio de Anddza.
i-me dosta uarraco na oulrj tarde no
I dos Italianos, porque fazia muilo ca-
e domos elegantes do caf de Paris refresca-
n -so cora garrafas, geladi.s vinto graos abaixo
> 10.
Este refresco e este calor nada teera de com-
ir.um com a minlia carraro ; mas a memoria
sempre destas extravagancias.
Minha historia 6 histrica, contra o uso das
historias. Muilo fulgaria cuse a tivesso inven-
tado : felizes dos que iuvenlam, o reino da men-
tira Ihes perlence !
lira fresca a larde sob as lindas arvores da
Fonle, esse bello passeio, que Nimes vendera
Paris por cem milhoes, se Paris podesse com-
! r i lo. O primeiro sol de junho de 1836 occul-
1 iva-M no hoiisonto do llhudno ; e algumas
larailias de ricos ociosos vagavam indolenlemen-
:n fronte dos bar.hos de Diana, ruini solita-
ria, cheia do antigo perfume romano. Uous man
cebos conversavam juntos, separados de urna
lade de senhoras, qual pareciam per-
lencer. l'm charaava-se Lrico de Anduza, e
oulro Durand, como quasi todos os Ni-
niezes.
Ulrico de Anduza, nascido Das Ccvcnnas, re-
ceben, urna dessas educacocs chamadas incomple
nunca conheccu o colegio, uem cursou un-
arredondadas como chapeo de sol. Lstas aceas
encantadoras pas.savam-se diante ao lago de Co-
mo, ou sobre a Brenta, ou na Villa-Pamphili,
quando a voluptuosidade corra a Italia, e quau-
do urna chamma de amor cahida do sol nao era
perdida para a trra. Hoje esses quadros morios
resuscilam para mira, c miulia alma se fundo de
DIARIO DE PERNAMBUCO: SABBAO 22 DE SETEMBB bE i6.
prazer
Ulrico, mcu amigo, v
o reverso de ten
tcm alguma idea ; elle se di-
nao mais lempo, vas sof-
linha lomado o braco a Ul-
taa
tersidades, foi educado no lar paterno por um
profesaor condoscondenle, que dava suas lieors
la dos pequeos regatos e nos bosques do
' arvalhos. Quando o estudanle chegou edade
de Ji zeses anoos, o professor deu sua demissao
uas mos de M. Anduza, pai.
(J rico aproveitou alguns podaros de grego,
e franco/,, que por acaso lhe deixara o pro-
r, para dedicar-so estudos solitarios, que
dtstrahiam seus enfados: elle leu e pensou
multo.
Na edade de vinle e quatro annos herdou Ul-
rico a fortuna de sou pal, c abandonen as mon-
lanhas para conheccr ascidades : levara para a
lade um coracao novo, urna independencia
montanhez, ura thesouro dopaitoes vagas, una
r za de educacao envernisada pela leitura dos
i etas, e una alma nobre em um corpo bera
esculpido. Seu professor enconlrou-o em Nimes,
isso-lho : Sois um lindo humera, meu lllho, I
. manen! vestigio inris.
Eis-le casado '. dizia Durand Ulrico ; dou-'
ic os parabens.
Ii'aqui a cito dias, respondeu elle.
Parece-meque suspiraste.
Ah mcu amigo, meu costurac ; sus-
piro sempre'. Que queros tu? E' ura negocio,
casamento. Estivomushoje em casa dono-'
tario.
Os preliminares do casamento sao cncan-
; ores, nao verdade?
Que preliminares ?
Ah i o notario, os ensovaes, os presentes,
i pablicscd dos banhos, que sei eu !
Oh! ludo i-lo muilo divertido I O ola-
rto tnassou-DOS quatro horas diante do seu car-
I trio, u nao podemos assiguar hoje o contrato ;
.iva urna peca ; sombre filia urna pec.a : o ,
lem um millio, c faz chicanas por cem
otdos ; pretendo elle que em negocios, assim de-
ve ser. Eu lenho miiiha trra do S. llippolylo,
nao osi anda livre, dizom, de suas hy-
potbecas lgaos. Durante tres horas esta palavra
hypolhecasdespedagoti-me o ouvido direito,
i| eu prestara ao notario para ecunomisar o es-
rdo. Ilypolhecas I hypolhecas Enriei um
i .:reio S. llippolylo para pedir ao conservador
urna cerlidao de desembarga. Mr.Charloux, meu
..: >, nao quer concluir cousa alguma sem osla
Crlido. Que diabo olio bem sabe que eu lenho
Tinta mil francos de renda e domis, nada pe-
por sua filha ; elle quem se obstina em
querer dar-mu cem mil raucos. Guarde seus
em mil francos, o dO me Myrrha.
A la futura chama-se Myrrha?
Chama-se Margarida ; mas 6 um nonie que
i so acaba perde-se o folcgo em pronuncia-
ra plisci-a Myrrha : a Margarida dos Baby-
. nios. Diabos carreguem os sogros, as sogras e
notarios-I ellos lanrain gelu baldos choius
todo. Concebes-me em preseuqa desses ne-
t piares vivos .' cu, o liomcm da paixao desin-
resssda ? eu, o artista, o poeta, o louco, se
eres, que s procuro na inulher a raulhur ?
., que b lenho buscado no casamento um lon-
endex-vov.s, onde possa fallar de amor com
i la a tranquilltdade, sem temer todas as espa-
das de Damocles, quf as intrigas armara sobre as
as dos amantes ".' L ostou eu lodo amor e
i esta, preso aos uorJados desse vestido e sus-
penso ossas lindas madeizas de cabellos. Al-
to l, brada-me o sogro, dai-me vossa cerlidao
lo hypolhecas lgaos. E' como se o polo me ti-
vesso cabido sobro a caneca !
Ora esta I meu charo Ulrico, basta dar-lhe
a cerlidao.
Sim, prosa como s, basta dar-lh'a ; nao
osla dize-lo ; nao sabes tu quanlo desencanto
ha nisso ?
Nao.
Tanto melhor .. Oh ve Myrrha can.l-
nhar dianle do nos! Ella passa como um raio !
i 'no esse mantelete de lil fica-lhe gracioso so-
bre os hombros I como doce o som dessa voz,
que ella dexa cahir lnguidamente para que eu
ilha nos ares Oh deixa-me segui-la ; os
ni cus sobro os seus passos ; quero beber esse ar
que ella desloca ; quero beijar esses ramos que
Iremem ainda com urna caricia de seus dedos ;
quero rae expandir de felicidade nesse rogo que
ella iraca na atmosphera, c que ella com scuha-
lito de virgom embalsama tarde arrebatadora !
Estas lindas ruinas, estas galeras subterrneas,
i hoias de sombra e agua viv.a, estes muros anti-
gi s, onde treme o lyrio, estas balaustradas, que
E u,iran na fonle, estas arvores que cantara com
. ronzines, ludo ir-lo seria incompleto o sem
voz, se um peosamenlo de amor nao corresse
Destas sombras, nestas aguas, nesles rio?, nes-
tJS ruinas, em toda a parte. Sim, tenho visto as
mesmas cousas ern lindos quadros, em quadros
se olhara co: lagrimas nos olhos.com o sor-
riso nos labios, com o amor nocoraro.
lia lindas senhoras que caminham com lan-
guidez em marmreos trranos, acorapanhadas
de jovens senhores, e urna escala que desee ao
lago o s gndolas, e por cima lindas arvores
FOiLlIETm
i quadro ; o sogro
rijzo para nos...
fro-lo.
Mr. Chartoux
I rico.
Meu charo genro, diz elle, estis bem corto
que ha um carlorio de hypolhecas em S. Hppo-
!lyto ? r
Ulrico cahio das rmvens. e com a ponta dos
' botins fez cruzes sobro a areia do caminio. Oso-
j gro conlinuou :
1 Roflecli, meu filho : creio que fizeste um
| desalmo ; cslavamos oceupados a tratar de ne-
gocios com a senhora, e ella me disse :
Nao ha carli rio...
Pois bem I pois bem dizbruscamenlo Ul-
rico ; esperemos a volta de meu correio.
Esperemos, sim. Mas veris ; o conserva-
dor, u cuja allribuigao compele vossa ierra
I era Monipellicr ou em Nimes ; se for em Ni-
i mes....
Esperemos o correio.
Esperemos o correio. Se for era Nimes,
Mr. Bressan quem vos explicar, ou elle ou o'u-
tro ; conheco lodos. Se for em Moulpellier,
oh I culao...
Nao pensis que Cariamos mclhar em espe-
rar o correio f
De cerlo ; mas scraprese pode fallar sobre
seus negocios : vos oulros, rapazes, caminhais
cslouvadamenle ; nao entendis nada de nego-
cios ; e olhiis o casamento como um divert-
menlo : nao, o casamento nao um divertimen-
lo, meu charo Ulrico. Ainda que se seja muito
rico, quando chegam os iilhinlios, ca-se pobre :
6 misler comprar ura carlorio para esto ; cons-
tituir um dote aquella ; 6 o diabo arruinar os
lilhos.
Anda nao chegamos ahi, senhor Chartoux.
Chegareisem juatro dias. Se soubesseis co-
mo o lempo se passa Ah !... proposito, aohas-
tes essa peca ?... o extracto mortuario do senhor
vosso pai f
Ah I meu pobre pai morreu na balalha de
Brienne, lodo o mundo sabe I i
E'possivel; masemQra preciso a cerli-
dao. Esorevestes ao ministro da guer'a ?
Sim, lia dez ias.
J deveriois ter a resposta. Conhcccis al-
gueni na sccrelaria da guerra?
Nao, senhor.
Tanto poior ; bora seria que conhecesseis
alguera....
Parecc-mc que bem podoriamos casar-
nos sem todas essas enfadonlias formalida-
des...
Ah eis ainda o rapaz mas como queris
que passemos ao contrato, se falla-nos urun pe-
ca ? vejamos! si irnos razoaveis ; collocai-vos
no lugar do notario ; eu appello para Mr. Du-
rand ; o notario nao vos oonhece.
O notario me condece ; somos amigos de
infancia.
Doslingamos ; o amigo vos condece, mas o
ollicial poblico nao : nao rasoavcl ?
Nosta conversa linham ellos subido o camindo
em espiral, que conduz turre Magua. Ulrico
nao linda ouvido as ultimas palavras de Mr. Chir-
toux, o ji abraeava com seus odos de artista o
magnifico panorama, que o sol poenle dourava
com sua luz dorisontal. Elle contemplara essa
Roma franceza, que nadara-lhe aos ps nos trans-
parentes vapores do urna larde de primavera : a
alvura do* edificios modernos se destacara sobre
sombras ruinas espalhadas, ennegrecidas pelo
volco sarraceno ; no limite opposto da cidade,
arqueava-se o amphilheatro romano, lasquinha-
do pelos denles roedores do lempo, e que respira
s-'u com modo no meio das fabricas burguezas,
que pozeram-se de parte em um santo respoito.
Dame da columnata do llieatro moderno abai-
xiva-se com orgulbo o ati.o da Maison-Carrie,
esse diamante, que um imperador metteu no de-
do da cidade gauleza, o que elle lizera talhar a
imagen] dos templos de Augusto era Nula, da i
Fortuna viril era liorna, de Venus em Yerno- ,
g";
A' dimita eslava o horisonle fe hado de mor-!
tandas azues, onduladas como suas irruaas do Ti-
voli u de Albano, e fecundas tambera ern Ionios
d'agua maravilhosa, que pedem arcos de trium-
pho por aqiieductos.
A sociedade parou junto da grande ruina roma-
na, que hoje serve de pedestal & um telegrapho,
chamado a torro Magna. Mr. Chartoux contem-
plara o telegrapho, e procurara gravemente de-
ctrar o enigma, que seus bracos convulsivos lan-
cavara as intelligencias do ar.
As senhoras procuravam descubrir d'adi os toc-
tos de suas casis. Mr. Durand converaava com
mademoiselle Myrrha sobre a fabricaco dos es-I
tofos d<> Nimes.
Procuraram Ulrico de Anduza : j linda des-
apparecido, e cm vio esperaram-o at a noito.
Taires leuda visto passar seu correio, diz
Mr. Cdarloux; quer fazer-nos urna sorpreza :
terernos esla noito o documento do notario. Va-
mos para casa.
Esla explicaban satisfaz todos : drigiram-sc
pota a cidade ; j era noile.
Algumas doras depois Durand, que Droibrava
Ulrico, enconlrou-o defronle do anipditdeatro,
passoiando melancolicamento.
Nao me fazei pergunla nenhuma, diz Ulri-
co. Creio quo neste mundo da lugar para lodos,1
excepto para mira o alguns oulros. Adiaste o
leu, Durand ?
Sim, eu sou casado.
Sim, s casado, como o pio sobre o tabo-
leiro do xadroz ; ao menor movimento que Tacara
alraz de ti, cahes com a tesla contra o laboleiro,
e ningucra te chora. Dizem. ura pio.
Eu nao ; ostou contente com a niinda sor-
i te ; lomo o mundo como Tenho urna mulher
quem amo tranquillamentc. e dous (lhos, que
me diverlem ; Irabalno de da e passeio noile
Diabo ois-le em urna pnsi;o famosa !
Mas de que lo queizas tu, Ulrico ? Parece-
, me que teu deslino 6 muilo bom. E' o mundo
culpado, se em la edade j cdegasle auii#sgosto,
j sem teres passado pelo prazer".' Lenibras-me a
| historia do conde Gerardo...
Que conde Gerardo esso "?
E' um ravalbeiro do seculo \Ill, que...
Oh deixa l as antiguidades modernas,
urna donzella sempre
meu amigo. O quo peusas tu n respeito de Mr.
Chartoux?
Mr. Chartoux um homem de bem.
Ora todo o mundo homem de bem I
s o que se diz! Sabes tu quo bem cruel ter
uniio com esse homem honrado de mais !
Porm eu creio que tu nao precisas delle.
Mas elle precisa do raim ; urna sombra,
que vai seguir-me por toda a parle, e que som-
bra Tu nao saberias dizer a revolucao que em
mm se passa, quando elle chega com sua casaca !
azul, seu eterno collele branco, e alera deludo!
com sua figura, que urna parodia completa da
figura de Myrrha. Palavra de honra, sinto-me
desfallecer junto delle. Que ser do mira quan-
do eu estiver casado 1
Viajars.
Elle me seguir. Tens sogro, Durand?
Tenho dous : um sogro e urna sogra.
Entondo: e o quo fazos delles?
Mobiliam a sala : goslo da sociedade.
Ah I te resignas tudo, e eu nada !
Logo vir te-ha o bom senso.
Enlo estou louco?
Mas voltas ao conde Gerardo...
Ah temos o coDde Gerardo ainda... Ve-
jamos, para consolar-me, filia um pouco de Myr-
rha. Como a aedas ?
Arrebatadora cem vezes lenho te dilo.
Julgas que ella ama-rae ?
Julgo ; e porque nao te amar ?
Devo confossar quo acho-a muilo fra junto
de mira.
Ora !... natura
tmida...
Nas-resperas de casar-se ?
Sem duvida.
Nao isso o que em toda a parte dizem os
romances, os vaudevilles e operas... Ha urna
idea que me mala, raeu amigo : nunca acharei
urna raulher, que se eleve conformidade de
mcu amor, que me de o quo eu lhe darei ; fa^o
um papel de tolo. E' preciso, pois, que eu atr-
vesse a vida, sempre disposto lnn;ar-me corpo
o alma emurna paixao,sem tirar d'hi outra feli-
cidade, a nao ser o quo as conveniencias, a edu- |
cacao, os prejuizos, aconselharem que se rae d
em troc!
Espera, espera para te queixarcs; o pri-
meiro passo, que das no mundo, e j te revoltas
contra o desconhecido !
Sim, vivi al a edade de vinto e quatro an-j
nos as minhas Cevennas, e ha um anno que rae
enlreguei este mundo, creio cu. Menos lempo I
6 sufliciontc para conhece-lo ; estou cerlo que,
aqu nao serei feliz. Todos os meus dias sao
chcios de lacunas; compro por horas de tristeza |
alguns minutos de felicidade, e quando essa feli-
cidade chega. essa felicidade pela qual tanto sus-
pire!, felicidade do estar sentado junto de una !
donzella e de fallar-lhe seu respeilo, nunca me
succede como eu tinha previsto : nao digo o que
quera dizer-lhe, nao me responde o que eu es-
perava
Corro com tdesouros de amor no coracao. o no-
to que insonsivelmentc meu coracao se comprime
o fecda, sem que eu tonda nada gastar desse i
mundo de ideas, que eu Ido levara aos joeldos. |
Ha em torno de raim um baru'ho de palavra,
que sou estranho, e falla-se urna iinguagom que
nao comprehendo. A pobre moca mesrao Uca I
encerrada no circulo das banalidades burguezas ; '
nunca um lo a conduz 5 essa regiao ideal, onde
meu espirito a chama um casto rende:-vous.
Estamos sentados, suas mitos as minhas, seus
olhos nos meu3 ; e eutre nos dous da ura mundo
inicuo !
Ulrico calou-see tomou o braco seu amigo.
Passeiaranj por muito lempo ao redor do amph-
tdcalro ; ouvia-se apenas o barulho do rento,
que agitava as coras le musgo e saxifragias, sus-
pensas dos umbraes das columnatas, e o reliucho
dos cavallos, alindados cm frente dos camarotes
arruinados d< edis e dos cnsules. O silencio,
que noite reina em torno dos monumenios an-
tigos mais ruidoso quo o estrondo da tempesta-
do sobre as praias do mar, ou o murmurio da
multidu sobre as calcadas Jas grandes cidades.
Esses prticos abortos tecm rozes que contara as
lamenlaveis historias do passado. A noite iner-
roga as ruinas; ellas respondem noite, e de da [
csto mudas-
Bate porta do guarda, diz Ulrico ; faze-te '
reconherer, e entremos no amphilhea-tro: conso-
lar-nos-hemos melhor, sentados sobre ossas rui-
nas, do que em cadeins de velludo, nao ?
O porleiro abri a grade, e ellos etilraram as
arenas.
Senlemo-nos alli, diz Ulrico, diante do ca- |
marole das curtezaas ; oceupamos um assenlou '
que fot oulr'ura muilo procurado pelo mocidado
gauleza, e que hoje ninguem nos disputa. Era '
ura lempo feliz: a vida era comprida a passavam-
as em urna embriaguez que nao pormrUia a re-1
flexo. Depois disso a homem tornou-se bem
pequeo ; enlfto, eram necessarios pedacos de i
monlanha pan bancos, cortinas de purpura para
guarda-sol, urna chusma de cortezas mais para ;
cinto seus dmphithcatros, os rugidos de lodos os
monslros de Barca para orcheslra seus dramas.
Oh islo era viver O enfado e melancola sao
duas invenroes modernas : no meio destas rui-
nas que se descobre esta verdade. Tornamo-nos
to mesquinhus Temos pequeno ihc-alros, pe-
queos camarins, pequeas jamares, pequeos
amores : escrever-se-dia sobre urna unha o pro-
gramma dos prazeres que recebemos no berro.
Nesta sociedade, que nos crearan), nao ha lu-
gar pan a virlude era para a corrupeo ; o ho-
mem se debate no meio de urna civilsaco ins-
pida e estrella com um cdigo de moral bastardo,
que era religio, era impiedade. Os traba-
jadores felicitam-so de malar o tempo ; os ricos
e ociosos alravessam as cidades com a bolsa na
mao procurando emoces- peso de ouro ; lo- i
mam-Dios n diudeiro, e nao Ido do ceusa algu-
ma Tudo na existencia regulado corapasso: !
um notario registra nossas voluptuosidades e as
numera ; ura pai vende-vos o loilo nupcial de |
sua lilha, cola o xtasi, e tarifa a paixao ; um
moirinho accende os tachos do dymiuoo com pa-
pe scellado. Acreditarara nesse Ixifo epilptico, i
(llamado vida, e dividiram-o em nio sei quantos
quinhes nos carios do estado social. bem ]
miseravel ludo isto.
Ulriso sorria amargamente esmagando um tor-
rao de cemento romano.
Tens singulares disposices para o teu casa-
monto, diz-lde seu amigo ; olhas o mundo de
cima de quinze seculos, a ponto que ser preciso
te fazores bem pequeo para te poros agura de
sua altura. Joven, rico, e Uem felo tanto le es-
foreas por ser infeliz, como qualquer outpo por
chegar felicidade. Quem te melteu era caboca
do le tornares amante, pobre Ulrico ?
<5T^ 38^WF&. jffi
JB32'TBf7"
POR
PAULO DE KOCK.
queza de preferir a nossa felicidade opinio dos
oulros. Nao verdade. Agilita?
Pens absolutamente da misma maneira,
meu amigo.
Madama de Eierville cortou vivamente esta
conversa, -duendo Chalupoaux :
Que queros tu ? e una taialidade 1 Passo
por accaso junio de mira urna donzella, e eu per-
d a razao. Agora sou prudente, amanhaa so-
rel insensato. Urna paixao ioexhoravel me arras-
ta, e bera sei qual ser o resultado que islo ha
de ter. Quando esliverem consummados todos
os meus sacrificios; quando essa raulher rae li-
vor laucado ao pescoco suas lindas cadeias de
louros cabellos, direi crusando as mos sebre a
eabega : Como s isto !
Talvez !
Sim, di-lo-hei. Neste momento estou no
meus intervallos de razao : drixa-me pensar.
raen ultimo dia do libordade. Quiz subir bora
alio esla noite, afim de cahir mais baixo e apro-
veitar o alordoamenlo de minda queda para rael-
ler o anncl no dedo da esposa ; oh! se eu podes
se torrar atrnz 1
A honra, Ulrico a honra !...
A fionra rr.as compromelli cu essa mu-
Iher? Elia me conserva distante de si como
ura excommungado; deu-me oulro dia apona
de sua lava a beijar, e fez soar bera alto este fa-
vor. Quando eu a cerco de urna atmosphera de
amor; quando a chamma enrubesce-me a fronte,
e C3hera-rae dos labios palavras como faiscas, sua
alma permanece calma e seu semblante sereno
S conheco as raulheres pelos lirros. Oh bem
as calurauiaram elles, se se parecem todas com
Myrrha 1 Amanhaa possa abandona-la ; nen urna
s dobra de suas vestes virginaes por mira foram
manchadas 1
Mas nao a abandonars !
Ah! nao estarui anda amanlin seus joe-
lho3? Sim, danc.a-se amanhaa no casleilo de!
Rerooulens; ser um lindo baile, urna bella noi-
le Venho aqu lomar forras, neste ar podero- !
so, onde psiram lalvez sombras heroicas ; nao '
quero sacodr na soleira da festa osla poeira, que
se me agirra aos ps I veremos amanda... Meu
araigo! meu amigo oda desle lado, dircita ;'
ha um prtico negro que encaixilha a constella-'
cao de Orion. Desee msis para baixo; ha1
um muro cabido, envolvido deber; destingues!
por esta brecha um ngulo do palacio, c um pou-
comis longo urna vidraca, que brilha como urna !
grande estrella ? o qua'rto de Myrrha diantc da
explanada.
Ella vela!
Ella dorme dorme com a tranquilidade de !
ura arijo! E sua '.uupada quem vela versco- i
Dio esto coradas amanhaa suas faces. S o cri- I
me perturba o somno das mulheres ; o amor'
nunca.
Oh perdes a razao Ulrico ; o iumo o
amor.
O ciume o amor propro ferido; o amor
a paixao nunca satisfeila.
Nao comprehendo.
Entretanto a destincco clara.
De noite ludo p3ra uiim obscuro.
Eu repeti-la-ho ao meio dia.
Durand levantou-se c eslendeu a mao Ulrico.
Parles, diz Ulrico est bom : eu lico.
At amanhaa no baile. Neccssito partir j
para Arlos. At amanhaa.
At esta noite, antes ; j amanhaa.
Ulrico der'.ou-se sobre o bonco, cora os olhos-
vollados na direcro da vidraca luminosa, e con-
leraplou ainda por muito lempo do alto de seu '
observatorio essa estrello, que s para elle bri-;
lhava.
O vento stekrva nos penachos d'dervas, que
crescera pelas dobras das cornijas nocturnas
darrnonias corran! ao longo dos corredores cir-
culares, e prolongarana-se em eehos infinitos : o
cada agitaro do ar cau.sava um abalo melodioso
este iramenso teclado de ruinas. A ierra, a fo-
lha, o grao de areia, o insecto, o- passaro, ludo i
liona urna queixa a fazer invisivel divindade
do lugar. Nos intervallos de silencio podia-se
ouvir o sordo trabaldo do tempo, que mioava as '
bases de granito, e o alomo de p qe cadia so-
bro o podaco de herva, e lomava seu lugar no
thesouro, que cada seculo, expirando, lega ao
seculo-que comer.
A au-rora espargio sua tinta vaporosa pelo edi-
ficio, e deu-lhe um carcter de desdora incom-
paravel. Os altos muros oppostos ao* horisonle
do oriente conservavam a dupla escurido do
noite o do incendio sarraceno ; e era alguns lu-
gares o monumento pareca despojar-se de urna
mortallui, e preptrar para o dia o espectculo de
suas grandes pedras, semelhantes tmulos de-,
molidas por um furaco. No meio do circo, e
e erguendo os olhos aos cos, podo crer-se que
se habita o fundo da crtera de um volco esgo-
tado pelas erupces,. e que nao lem mais lava
vomitar aos campos, era mais fumo .lanraraos
ares ; nos oo nascer do sol revcla-se a" ruina
em sua aurola romana ; o artista inclina-so de
respeilo- ante essa arte poderosa, que arrancn
lanas podras da monlanha para langa-las na
planicie,, o fazo-las suhir ao co, como essas fon-j
es d'agua viva, que cabidas do reservalorio na-|
tal, tomara ligeiramente seu nivel ; anta gran-
deza e magostado ligam-se ainda urna graca,
urna suavidade de contornos, urna onJulaco
darmoniosa de formas, que satisfazem osolio3i
como o versos amigos arrebatara o ouvido. E
quem o prodigioso arcdilecto, que levanlou !
esta obra passanuo pela loriados Gaulezes? Nao
se sabe. Gloriosa abnegago de anilla 1 a glo-
ria da obra perlence Roma somou'.e. Vede o
sello da cidade eterna-; elle luz ao sol que nasce
sob sea pennaedo do hora : a loba amamen-
lando os gemeos !
Ulrico languu um ultimo olhar om torno de si,
o soreindo-se de raiva, disse alto ruina :
Vamos ver si o documento dc6 hypolhecas-
cdeg'ju ca sa do labollio.
II
A'pouta distancia da formosa. aldeia de Re-
moulens, na raargem osquorda do Gar.lun, fica'
urna dessas encauladoras casas de campo, qnn-
o orguldu burguez dos proprielnrios erigi em I
castellAs um desses deliciosos oasis, que o
nitio-da aprsenla era to grande numero, Ion- !
godas grandes estradas poenlas. O viajordo'
norte, que aUravessa nossos paizes meridionaes,
e observa a natureza, passando era um carro de
posta entre duas liloiras emblanquecidas pola
velhice e pela poeira, nao suspeila que aaistam
esses frteos o calmos relires, onde cantara as
funtes, onde tromom os alamos ao vento do.sols-
ticio, laacando-sc como Besas de egroja cima
da cpula dos caslandoiros.
E' ahi que a natura ardentc acoaseHta as
paixts. extremas ; ahi quo o amor a o odio
teera a ardenta do ligio Ao redor, dessas-re-
sdenciasa planicie quetma, a herva muccha-se,
o cjnnigo perde as fo'has e amarellece nns Wi-
goas, a flor se inclina para o ribeiso, e 03 trigos
ondulara como vagas douradas; cer.rem nessa al-
rao-spliora, onde cada alomo u.ma faisca, mil
cxcilantes pCrlimea, exnalados pelo abrasamen-i
lo do solo. Ao meio-dia o demonio, oceulto nos;
bosques de pinheiro, sacode por toda aparte seu i
ardile de resina ; c o homem, que vera pedir;
um asylo hsses oasis de cinturas da chammas,
olha se alguma imagera arrebatadora, creada pe- !
lo desejo, nao vem sentar-se languid* junto delle.'
No dia posterior ao de sua visita s arenas, I
Ulrico Oingio-se cavado ao casleilo de Remou-1
tens ; quando passou em frenle do quadranle da
estalagerr. Lafoux, marcava & sombra meio-dia.
AMvessou a ponte suspensa e entrn com um
vivo aperto de coracao n9allea de amoreiras.
que conduza propriedade de Mr. Chartoux. '
No torrado faziara os camponezes os prepara-
Uros da testa ; collocavam lampides em cordas '
espabavam nreia no quinconcio ; levantavani
pavillioes altos como as arvores, e dispunham
cora symetna iliante da fachada os vasos de clo-
endros o larangeins. Ulrico lindo sido vislo por
seu futuro sogro, quo veo recebo-Io no vestbu-
lo, e aperlou-lde a mao dizendo :
Ah lomos o documento?
Tomos o documento, respondeu Ulrico ; e
lirou da rarleira urna folha do papel sellado que
entregou Mr. Chartoux.
Ulrico lanruu um olhar rpido pelos salos, e
s vio duas^raquetlas e um volante sobre oso'a-
llio.
Mr. Chartoux leu o documento e dobrou-o cui-
dadosamente.
Est muito hora agora, diz elle, oslamos
em regra ; nao nos falla mais nada.... Sim, sim,
falta-nos ainda alguma cousa !
Ainda um documento exclamou Ulrico
consternado.
Nao, nao ; falta-nos um convidado para
completar a festa ; falla-nos meu filho Silvestre.
Ad I esperaremos.
Sim, espcra-lo I est n'Africa I M cabera!
quiz ser soldado, e um rolo de bollelins do im-
perio, que eu tinda no celloiro lhe translornou
o cerebro. E' comraaridante dos caladores ca- i
vallo, e oulro dia escreveu-me, o... o menino sol
tem vinto annos I... Estis disirahido raeu gen- 1
ro... encommoda-vos o calor; passemos ao sa-
lo... Quero fazer-vos refrescar ; as senhoras
eslao era seus loillelles ; j descera ; estavam
neghg quando ouvirara vosso cavallo e desap-
pareceram : bem conheceis as mulheres. t
Mr. Chartoux poz-se rir com esse estrondo de
quera quer romper o serio dos oulros ; mas 01-
rico conservou seu silencio egravidade. Entra-
ra no silo onde tudo lhe recordava Margari-
da; o bordado negligentemente deixado no es- '
paldar de urna cadeira, o ramalhctejde rozas des- ;
folhado dianle da vidraca, a partitura de /toben '
aberta na aria de Grce, um lenco de cara-
braia esquecido sobre a cadeira do piano. Uiri-
CO doixava errar c raorrer seus olbares sobre to-
das estas cousas aovadas, cheias desse perfume, i
que deixa a flor de laranjeira as ful has em que !
locou ; respirava com delicia o ar desse salo, i
onde o dose hlito de Myrrha Crincava ainda |
com os tomos luminosos, inlroduzidos-pelas ge-
losias ; e ouvia um barulho de passos ligeiros
por cima de sua cabera e urna voz bem contie-
nda que cantara, confundindo-so com o susurro
dos lodoes, cora o agreste murmurio da fonte, e
com as longinquas harmonas que sobem dos
campos s tollinas todos as horas do estio.
Senhor de Anduza, diz Mr. Chartoux, pare-
ce-me que sents muilo calor.
Eu, diz Ulrico sempre distradido ; eu !..
mas., nao, alguma cousa, o calor nao me in-
eornmoda.
Alt quero mostrar-vos urna cousa aqu
porlindo, que vos cansar muito prazer. Temos
muilo lempo por nos antes do bailo ; os con-
viles foram para as sele horas.
Ulrico resignou-se e seguio a Mr. Chartoux.
A conversa durou Irez horas, ou, para melhor
dizer, o monoloRo do rico proprienrio. Nemum
so pedaco de herva pasaou incgnito sob o p de !
Ulrico ; M. Chartoux fui inexoravel em suas de- I
moiislraso: depois de !er contado ludo que li-
nha felo. contou tudo que li-ncionava fazer em i
seus projectos do embellezamento ; fez dous es-
goladuuros ao Gardou, pkntou um bosque de'
corvalhos. conslruioum tanque, naluralisou ato-1
chonilda, fezum viveiro de biedos de seda ; om-'
fim,.guardando seu ultimo projeclo para o golpe
de sorpreza, annunciou paternalmente Ulrico
que ia mandar edificar para elle, para sua par-
Ucolar morada, um grande edili-io isolado sobre
as margons do Gardon, e acrescontou grave-
msnle :
Porei raargem do rio urna romprida gra-
de de ferro da altura de ura homem, para im-
pedir que vos3os fillios caiam u'agua.
Itnate momento Margarida appareccu como i
urna estrella por de Iraz de urna cortina de ala-1
mus da Italia. Ter-se-hia crido ver umadoaaosj
apparices, taes como o desejo extremo parece
peder cria-las-nessa poderosa natureza, onde al
vida anim ludo que nos cerca, coraooulr'ora no
meio das sanias llorestas da Grecia. A donzella
'razia um vestido branco, deslumbrante de sim-I
pncidade : o ouro rolava-lhe era madeixas de
cabello sobre a tesla e sobre as ospaduas : ella '
corra pela herva azulada como urna vella sobre
o espeldo do mar, e desappareoeu.
Ulrico linda visto Margarida, o iicra fri ; elle, |
que acabava do atravessar o campo procurando a
donzella em ludo o ospoco, inquietou-sc com !
essa mudanra sbita, quo'nelle se operava ; por:
que escolando Mr. Cdarloux om seu monolo- i
go inlermir.ovel, elle entrevira atravez das ar-!
vores de um parque na outra margem do Cardn.
Ilucluanles imagens, ageis-sombras, cobertas de
ura voluptuoso myaterio, e estremecer cerno se
um raio de sol lhe tivesse penetrado no ccrago ;
e agora a raulher adorada, Myrrha, sabida como
urna Ilamadryada da casca do um carval'io, rjei-
xava-o calmo c sem desojo 1
Oh dizia elle consigo, eu bem rae compre-
hondo, e soffrerei muito depois do meu casa-
mento por causa desta-exquisita delicadeza de
sensares Como suflicienlc to pouco para
manchar o esmalte dessa perola branca e tornar-
Ihe vulneravel a cor O menor sopro profino
desprende-lhe ura raio da corulla I K o que lhe
ficar na ultima phase de minha la de niel ?
E aquellas, quo brincam, riem e canlam do ou-
lro lado do rio ; essas formas elysoas, esqooci-
das do mundo ; essas imagens vaporosas, rober-
as de sombra no meio de lano sol; oh amo
o mysterio qoe as-cerca Nada posado edesen-
canisdor gravita,sobre seu horisonte ; um bei-
jo d> sol as faa desabrochar nesse jardiro,. .es-
ta hora, em que todo o alomo o meio da um
labio, que fecunda os jardins, o transtar-ma-os
em.gyneceus '. Oh I deixemo-las em seu mys-
terio ; nao nos opproximeroos, com modo de
que nao se desvancra meus olhos essa doce
miragem de mulheres, esse quadro divino, que
reflecte talvez oulro mundo, ura outro sol, um
oulro ceu.
Nao parecis estar era vosso estado normal,
meu charo genro, diz Mr. Chartoux, quem in-
quietava o srhismar de Ulrico.
Sim, sim, estou ura pouco preocupado...
Ah I o|casamento nao jqualquer cousa, en-
lendo. Quando eu eslava para casar-me, era
como vos, absolutamente como vos ; creio ver-
me. Soffri urna quebra em Moulpellier, que me
accabrunhou na vespera de meu casamento ; ti-
nha de infallivelmenle pagar cento e vinle e se-
le mil francos, c s possuia em calza dez mil.
Comprehendeis esta posicio ? Pois bem sala
della com as honras da'gucrra. Vos nao sois
commcreianle, nao lendes desles apertos Vos-
sos fundos esto bem empregados... Me disses-
les... juros sobre o estado ?
Sim.
Rcndc-vos quatro, quatro e meio ?
Sim.
E' pouco, mas seguro.
Sim.
A' menos que um transtorno
Sim.
Ento, todos nos estamos arruinados.
Sim
Vamos ; vinde, rinde ; acharemos Margari-
da ao piano ; ella cantar-vos-ha alguma cousa.
Enlraram na sala. Madama Chartoux fez um
comprimento seu futuro genro c apresentou-
Ihe urna cadeira ; Margarida deu-lhe um sorriso
gracioso e familiar.
Abrarai-vos. rapazes, diz o pai.
Margarida c Ulrico abragarara-se respeitosa-
menle. Ulrico descanrou as'luvas e o chapeo.
Mr. Durand nao veio comvosco ? diz Mar-
garida.
Vira mais larde, mademclsellc, rrspondcj
Ulrico ; elle parti para Arles esla manha ; foi
ver sua raulher em cafa de sua sogra.
Ah Mr. Durand casado ?
Sim, mademoiselle, ha Des annos ; habita
em Arles ordinariamente, onde est estableci-
do, c s veio Nimes para vor-me ; somos uni-
dos desde a mais teora iofancia ; meu nico
amigo, meu irmao.
Vejamos, diz Mr. Ch'artoux, senta-to ao pia-
no, o d-nos urna boa idea de li; viemos aqui
ouvir-te.
Ah-i meu Deus eu nao sei nada, nada ;
faz tanto calor Eslava oceupada estudar Ro-
ben. Conheceis Roben, Mr. deArduza?
Nao, mademoiselle.
Iremos ve-lo Paris, no?
Ah Ulrico nao so compromette cousa
alguma, diz o pai; muito bem assi.-n que de-
vemos ser. Nao promettais cousa algunws rau-
lheres, c dai-lhestudo.
Eis j algumas pessoas que chegam, diz
Margarida ; ouro carros.
Dar-nos-heis a porraisso de recebO-las,
senhoras 1 diz a mi cora urna affectagao de-boas
maneira*.
Ulrico se ioclinou e sabio.
Grande Deus 1 diz ella baixinho sua fi'.bo,
0 teu noivo est bem taciturno esta tarde.
E que traje para o baile !! diz Margarida
paleto! azul e esporas .r
Tem trinla mil francos de renda, diz Mr.
Chartoux.
Dous carros rodaran no pateo. Ulrico esla-
va j bem longe.
O pensativo mancebo entrou em um bosque
de carvalhos e sentou-se; seu espirito eslava
assaltado por peosamentos desordenados, que
elle nao se dava ao Irabalho de alar em racioci-
nio : ella nao linda mais (oreas para seguir lgi-
camente urna reflexo, para" edegar urna con-
sequencia, e abandonava-se vontade do mo-
mento, sem tentar domina-la, contando sempre
depois de tanta desilarao elevar-se- S urna des-
sas violentas revoltas d'lraa, era que nao da ne-
cessidade de calcular para obrar, em que loda a
inspiracao parece boa, porque Iraz um desfecdo.
Passra assim muitas doras, despojando do
suas glandes todos os ramos de carvalhos, que
fluctuavam-lde sob as mos.
A noite comecava cahir com sua languidez
amorosa, e as collinas espargiara es perfumes da
tarde ; os sinos soaran na aldeia,.e os derradei-
ros raios do crepsculo do estio douravam arnda
algumas rmvens do azul no pnc-nte, c coloriara
por intervallos a areia de prato, que o Gardo'n
rola e deposita sobre as margess aura um livre
sussurro corao de setirn. A orchestra convidara
s delicias do baile. Ulrico jogou um punhado
de glande ao rio, e disse como o eavallo de J^b :
Va//i os /
Durand foi a primeira pcssa, que elle sncon-
truu na a-venida soberbo como um elegante da
opera.
Muilo bem exclamou ello ; eslava vendo
que o baile comerava sem ti; julgava-te anida
as Arenas defronle do camarote des ccr.lezas.
Ahi! meu Deus! como vens vestido para um
baile, de que deves fazer as honsa !
Ura baile de campo! diz Ulrico cora hu-
mor.
Ura bailo de campo Meo amigo, olha ;. es-
te mundo de longe como na prefeitura o dia
de entrado. V osla fileira de carros; eslao
prsenles todas as autoridades do departamento.
Eu trouxo minha senhora, a miaba solvagera Ar-
tesiana ; est ponteada Osiris, como a lillia de
Phara : propara-lhe um uome egyprio tu, que
condeces o kaiendario do Oriento, pio ; mas,
palavra d'donra, oao podes appareces decente-
mente neste baila de paleta! o grvala, branca.
Escuta, escuta ; eis os primeiros compaseos : a
quadiilha dinamarquoza ; procuram-ts por toda
a parle. Olha, vio prefeilo quo passa cora suas
condecoracoes, o o general, fardado general, e
loda a sociodado nimeza !
Finalmente, o que queros.quo eu f3ea ? Vo
trez leguas d'aqui Nimes.
Impossivcl! ah pareco que representa-
mos a comedia.... Espera..., con vem que eu me
dedique ; tudo.pela amizade : terna raeu collele,
o minha casaca, d-me leu. paletot; toma meu
relogio ; por qic nao trazos relegie-?
Um relogio s serve para saber as horci.
. que nao sao.
E' o masmo, traz-se pela cadeia___ Toma
1 meu botio de diamante e minhas luvas amarel-
i lis. Tira as esporas ^ bum as bottas lustran.
I como vere.iz;. ellas sao acccilis no baile desdo
a revolucao dejulho: nos conquistamos as.bol-
tas. Eis-te lindo corao un berc de Balzic.
E la, tu, Durand ?
Eu, sacrilico-me ; vou tomar teu casallo 6
lomar a partir; conduziris minha mulhcr era
meu lilbury ; e ao a osquecas ao menes.!
(Coatlnuar-se-?la,.
ram ha lio pouco tempo. Tratam-mc com muita
ceremonia....
conhecido polas suas. boas fortuaas 1 E so cu qui-
, zesse dizer o que sei----ludo o que voc6 lem fei-
Minha senhora, respondeu Loo, com fria ; t0 de formidavel 1 Ah minha chara amiga, os
domens sotidigaos, o roc muito feliz em ser-
viuva !
disse
X l-Y-
Os esposos Chalupeaux.
I Continuarse. )
Voe dovia levar-mo Italia, Sr. Chalu-
peaux, disse a sanlo-peia vollsndo-se para o na-1
rido, que cada vez Qcara mais vcrmelho olhando
para Cerisotte.
Sim, querida amiga, temos com cffeilo fal-
lado muitas vezes de fazer essa viagem, fa-la-
horans, nao a drsp za que rae delcni. E'-me
indiilerenle gastar dinheiro quando me diviilo, c
quem tora u.eios
A Soissa, disse Len, muito bolla, muito
magestosa, mas nao alegre.... Admirem como
quizorem suas monlanhas cobcrlas de nev, e
que parecem querer servir de escada para subir-
se s nuvens, eu preflro a relva nev, c o chei-
ro da) larnugeiras ao que se respira as cabanas
su lasas.
Sim, disse Chalupeaux, cora ar dislrahido,
as cabanas em que se Tazera quoijos nao devem
cteirar flor de larangeiras !
E vem Bear por muito lempo em Paris,
mcu sohrindo? Julgava que linda renunciado
murada da capital.
Picare! emqnanlo minda mulher goslar dis-
to ; depende s da sus vontade ; e como s te-
mos urna, a della decidir I
Eu, meu amigo, farei o quo tu quizares.
Quoras.il/iiihi de porabus I disse madama
de Fierville, rindo rom ar de mofa. Merecem ser
ompalhados... Ah I perdo, cu quera dizer mul-
lidos n'um quadro!
E' possivel, minha lia, quo aos odos de cer-
tas pessoas um casal bem unido seja urna cousa
ridicula; mas cu e minha raulher lemos a fra-
polidez, temos muitas visitas fazer e pouco
lempo de que dispr. Estamos s suas ordous.
E comprimenlando retiraran)-se os jovens es-
Como nchou a nova opera, senhor? ES o vi ^ posos. Ceriselte respirou mais luremeule apenas
sexla-feira passada. sahio da casa de madama de Fierville, e Len
Era vez de responder, Chalupeaux conlinuou a disse-lhc pegando-lhe na nio :
olhar para Cerisotte cora os olhos espantados. Tranquiillisa-te, minha chara amiga, nao
Enlo, senhor, nao osla ouvinrto que mada-, viremos aqui to redo. Se minha lia :>o-s tivesse respeilo, porque nao lirou os olhos da moca !
raa de Fierville lhe falla? exclamou a mulhero- recebido do una maneira franca, se te houvesso' Eu murmurou Chalupeaux, lodu per tur-
na, deilando olhos irados ao marido. | dirigido algumas palavras amareis, eu te diria bado. Niio a conheco___ Sou incapaz!
Nao diz o que pensa, minha amiga,
madama de Fierville, sorrtndo. Mas torno mi-
nha pergunla ; o qucacha minha sobrinha, Sr.
Chalupeaux?
Na rcadade, meu marido deve ter oplnio '
Oh I perdo, sim, de corlo, escutava.... jDeveramos vir v-la algumas vezes. Mas em Ah isto vai-se lomando mo disso a Vi-
mas nao ouvi. vez disso sempre m.aldade, sempre ironia e mo- : rago ji de canduas s avessascora o marido.. Co-
fa.... uh I podo ficar em sua casa, soberba ta, mo pois nao conheco esta senhora que ha pou-
qu nao a iremos perturbar. co sabio d'aqui?
Depois da partida dos mancebos, os esposos
Chalupeaux tarnliem. quizeram retirar-se ; mas
madama do Fierville oppoz-se, redobroude ama-!
bilidade para com ellos, fez rom que a mulhero- '
na so sentasse seu lado, c disse :
[Vide o iorio a. 219.
Perguntava-lhe, senhor, so era de seu gos-
lo a msica da ultima opera ?
A msica ? Sim___eu sei creio que nao
ouvi.
Ora. senhor, onde lem a cabera nesle mo-
mento? bradou madama Chalupeaux. Est de
urna dislraccao extraordinaria. Como, estove na
Opera sexla-feira passada e nao ouvio a msica ?
Chalupeaux piocurou lomar p 'aquellas altu-
ras, lingiu rir, assoou-so, ospirrou, mas era fcil
ver quo com ludo isso s procurava dissimular
urna cousa que o prcorcupava vivamente. Mada-
ma do Fierville, que nao perdia nada, reparou na
enmeo, na perturbarlo que so manifostavam ern
Chalupeaux, medida quo examinava a mulher
de seu sobrinho : fingi quo nao poscava nada
e procurou tita-lo d'aquello veame.
Ora, minda chara Chalupeaux, pois quer
brigar com seu marido, porque achou pouco pra-
zer na msica e divorlio-se mais olhar para o
camarote? Algumas vezes encontram-so ohi pes-
soas que ha muilo nao se viam O acaso pro-
duz s vezes aconterimnnlns to singulares....
Com effeilo, minha senhora, o acaso.... E
depois ha semclhangas que admirara, que enga-
an)....
Achou alguem conhecido na Opera, Nemo-
rin ? Voc nao mo disse nada.
Eu, minha chara amiga, eslava na orches-
lra, c fiquei muilo salisfeito com a msica.
E ainda agora disse que no a tinha ouvi-
do.... Oh I Sr. Chalupeaux, isso singular.
Len o sua mulher, quem essa conversa pou-
co inleressava, troraram ainda algumas phrases,
depois levan'aram-se para so retiraren"!.
Como 1 vao j disse madama do Fiervillo,
como contrariada por essa partida brusca. Chega.-
Pois i quorern deixar-me 1___ Demorem-
se ainda um bocadinho. E depois estimarei saber
sua opino acerca da mulher de mcu sobrinho
Enlo, diga, como a ach?
Eu, ora.. como sabe, nunca observo mui-
to as pessoas. E depois, cada qual tcm seu gos-
Essa noca 'bonita.... de corlo, mas
Nao, nao___ Quero dizer, conhoro-a ago-
ra. Mas nao a conhecia antes.
Quera lhe falla do antes, senhor. Tcrgun-
la-se-lhe o quo pensa do rosto della?
Do rosto E'romo os mais. Nao lhe vi
nada de extraordinario....
Ah inagano mor.... o porque eslava vo-
c to vcrmelho quando olhara para ella?
Eu eslava vermolho? Era o fri talvez.
Aqui nao faz fiio.
Emo ora o calor.
lo.... Essa moca Bonita.... de coito, mas ura
genero de belleza que nao mo agrada.... Nao ha | Olde. mcu charo Sr. Chalupeaux, disse ma-
regularidade nenhuma as linhas do rosto, nao dama do Fierville, amelgando a voz, vot dizer-
ha era grego era roraano, nao se sabe que ?, lhe o que ainda agora mo veio idea ; creio que
Sou tambera da sua opino, nao se sabe o isso nao o zangar, e na realidade no que vou di-
que .... E qual a sua opinio. Sr. Chalu-
peaux ?
Chalupeaux tinha recalado as suas medita-
rles ; a mulher deu-lhe ura forle beBseao no
brac", dizendo :
Como, pois ainda? Em que esl3 .'pensan-
do, Neraorin ? Anda, vamos, dize j em que ests
pensando !
Neraorin levanlou vivamente a cabefj), o com
cara de simplorio disso :
Era nada, minha araguinha ; juro-te que
nao eslava pensando....
Hura I monslro Esl oceupado com algu-
ma nova conquista. Se soubesse, minha chara
Fiorvlle, que Joconde este meu marido....
De veras! Pois o Sr. Chalupeaux seduc-
tor?
N5o acredite, minha senhora : grara de
minha esposa!
Nao, scuhor, nao grara E depoi$ voc
zor nao ha nada que os possa offendor.
Falle, minha amavel amiga, disse madama
Chalupoaux, j azoada com lanos preliminares.
Pois bem, meus amigos, ainda agora, quan-
do meu sobrinho e sua mulhcr estavam aqui jul-
guci, pareceu-rac... pode ser quo rae tivesse
engaado.
Acabe, minha chara amiga, por obsequio...
l'areceu-me quo, examinando a mulher de
mcu sobrinho, o Sr. Chalupeaux fiora sorpren-
dido, admirado corao alguera que reconhece urna
pessoa queja conheceu.... e que, por motivos
que nao me perlence qualiGcar, nao quer raos-
tra-lo.
Tem voc um golpe de vista perfeito, mi-
nha amiga, disse a mulherona, sim, o rosto de
meu mando exprima ludo isso, c urna multido
do cousas mais. Responda, Nemoriu, o senhor
nao adevinhou?
Nao verdade! Perdo I quero dizer que ?
senhora engana-se, nao sei porque razao quer
qiic outenauKconhecida essa mega.....
Nao. Sr. Uialupeaut, nos nao queremos;
urna simples pergunla q,ue lhe faca.; c depois o
que ha de admiravel era queja tenha encontrado
madama Dalbonne em alguma parle ? Nao urna
dessas mocas bem educadas, que s deixam as
mais pelos maridos. Meu sobrinho fez a asneira
de rasar com urna mora___que provavclmeale
eiicaalrou em nlgus) baile publico.
E justamente Nemorin ia muilo Mal.i'.e e
ao Prado.... live proras disso...*.
Nao sei porque razas se obstinara era que-
rer que eu tenlta sido aventureiro. Iiberl.no....
As senhoras torluram-iue I Mas, madama Chalu-
peaux, c nocessario quo nao esqner;a que janla-
mus cm rasa de meu lio. que nao gosla de espe-
rar.... Jauta s quttro horas.... provincia-i
na, mas 6 o seu costume.
Os dous esposos dospediram-se do madama de
Fierville, enchendo-os de afagos o de testemu-
nhos de amizade.
Apenas os vio pelas costas, disso a lia de
Len :
Este Chalupeaux conheco a mulher de meu
sobrinho.... o que nao admilte a menor duvi-
da. Ah hei do penetrar esse mysterio___ Hei
de saber por (orea os antecedentes da tal Aga-
tha.
XLVI
rma porleira de camarotes.
Poneos dias depois da sua visita madama do
Fierville, Len e sua mulher foram ao tdeatro ;
era a nica dialrarcao que linham era Paris, on-
de nao lata riem A soircs, nom conccrlos, nom
bailes : mas o thealro tinha grande encanto
para Corisette ; lalvez os seus ensaios nessa car-
j reir augmenlasse o prazer que sontia cm ver 03
outros represonlareni.
Os jovens esposos foram ao thealro da Porta do
S. Marlinho, onde se representava um grande
drama que allrahia a mullido. Len prucurou
um camarote, e apresenlou-se-lhe urna porleira.
Era urna mulher extremamente corpulenta e
vestida com uma faceirice, que fazii subresahir
mais os accidenles de seu rosto cheio de borbu-
Ihas ; tinha um vestido de ramagens arregazado
ao lado corao as pastoras de Waiieau ; trazia na
cabega uma touca eheia de flores velhas, e o
enorme troco de cabello negro, cujos canudos ca-
hiam-lhe em girndola pelo rosto, linham o bri-
lho da graxa ingleza.
Ceristte cou inlerdicla 5 vista dessa porleira,
na (j,ual immsdialarnenle reconheceu n. mat de
Albertina. Madama Cralteraboule, porque er ella
que abra os camarotes na Porta de S. Marfeho,
pergunlou Len onde quera licar.
Tem a senhora um bom camruotc?
Tenho sempre para as pessoas boas. O se-
nhor comprehendo que a gente v logo cosa qurm
traa, e eu que nasci nos bastidores....
Nao lhe pergunlo onde macn, pergnnto-
Ihe se tem ura camarote.
Tenho um delicioso, d'orule so v ludo di-
vinamente, com um banquinhu, o mesmo cem
um coxim para a senhora___amitosroxins s a
senhora gosla delles.... se..,, se....
Madama Graltemboule deitava os olhos pava Ce-
risotlo, e eslava gaguejando sem poder acabar a
phrase, porque as feicoes da moga lhe linhan
fcito impresso, o procurava na sua memoria
lombrar-se onde j os tinha visto. Mas quasi lo-
go Cerisetle puchou polo braro do marido, di-
zendo-lhe .
Meu amigo, vamos para outro lado, nao
gosto desle.
Como quizeres.
O par afaslou-se, deixando madama Grattera-
boule espantada e muilissimo contrariada, por
ihe nao lerem aceitado o camarote qno offerecia.
Como I pois vo-se embora quando Ihes of-
ferezo um camarote cxcellenle. Que diabo lera
elles ?
Ests perdendo as freguezias, disse outra
porleira mi de Albertina.
Oh nao isso que rne poz tonta. Mas olhe,
mami Finard, parece^mo que j vi a cara
daquella moca : mas tenho vislo tanta cara.. ,
Ah 1 verdade I Ser aquella rapariguinha que
I eu vi debutar, e quo representava como os meus
chinellos? Parece quo d'entao para c tem-se
| arranjado, porque eslava com um chalo do ca-
chemira pura.... e mais eu entendo do riscado,
| minha filha leve sele no tempo do principe Che-
i mizakofT!
Ah voc tem uma filha que estove nessas
! alturas?
Ora se Nao ha mais de tres snnos linha
carro, cnadagem, jockoy.... Chamavam-a a sc-
1 nhora de Sani'Angelica, e a mim de Grattemboti-
lle Supprimi o de entrando para aqui, porque
i necessano que a gente so qualiilque conforme
! as posices.
[Conlinuar-se-ha.)
i
PERN. -TYP..DE M. F. DE FARlA.- 1861'.


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