Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08229


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Full Text
USO XXXY1. HOMERO 216.
Pop tres mezes adiantados 5000.
Por tres mezes vencidos 6$000.
TERCA FEIRA 18 DE SETEMBE9 DE 1860.
Por armo adiantado 19$000
Porle franco para o subscritor.
EN Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
N tal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Ol-
veira; Uaranhio, o Sr. Manoel Jos MarlinsRibei
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Joao Fernandes do
t'AKllUA uo luhhlius.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
lguarass, Goianna e Parahiba as segundas
e sextas eiras.
S. Anto, Bezerros.Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as tercas fciras.
Pao d'Alho, Naz'areth, Limoeiro, Brejo, Pes-
quera.lngazeira, Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo.Serinhem, RioPormoso.Una, Barreiros.
Muraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos; Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas (ei ras.
Amazonas, o Sr. Joronymo da Costa. ______ (Todos os corrcios partem as 10 horas da manha.
EPHEMERIDEs DO MEZ DE SETEMBRO.
8 Quarto minguante as 8 horas e 47 minutos
da manha.
15 La nova as 3 horas e 49 minutos da manha
21 Quarto crescente as 9 horas e 5 minutos da
tarde.
29 Luacheia as 11 horas e 20 minutos da tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeir3 as 7 horas e 42 minutos da manha.
Sesundo as 8 horas e 6 mininos da tarde.
AUD1NECIAS DOSTRIBLNAESDA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaro : tergas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas
Juizo do commercio : quartas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira Tara do civil: tercas o sextas ao meio di.
Segunda varado civel; quartas e sabbados a urna
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
17 Segunda. S. Pedro de Arbunes m.
18 Terea. S. Jos do Cupertino f.; S. Thornaz.
19 Qunrta. S. Januario b. m. ; S. Nilob
20 Quinta. S. Eustaquio m. ; S. Glicerio b.
21 Sexta. S. Matheus apostlo e Evangelista.
22 Sabbado. S. Mauricio e seus comp.'mra.
2:1 Domingo. S. I.ino p. m. : S. Tecla v. m.
ENCARREGADOS DA SUBSCR1PCO NO SUL-.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Das; Bahia,
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Preira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Manoel Figueiroa e
Faria.nasua livraria prara dda Inependencia ns
6e8. ,
PARTE 0FFICIAL
Ministerio lo imperio.
espediente do dia 12 de abril de 1860.
5" soegao.Ao presidente da provincia da Pa-
rahyba. remellenuo, para despachar como julgar
con veniente, o requerimento ero que Jos Luy-
dio de Souza, enformeiro do hospital da Miseri-
cordia da capital da mesma provincia, pede a
grara de ser aposentado naquelle lugar
19
5a secgo.Ao presidente da provincia de Ma-
runlio, declarando, em solucao ao oflicio cm que
o inspector de saude daquellc porto pergunta-se
os paquetes da compauhia brasileita devem ou
nio apresenlar carta de saude, que se o paquete
proceder de porto em que reine molestia pesti-
lencial, deve apresenlar a referida carta, e que
no caso contrario bastar utn simples bilheto.
20
3o seccao.Ao presidente da provincia do Cea-
r, apprvando a deciso que den sob'e a com-
petencia do conselho municipal que tero de co-
nhecer dos recursos interpostos das decises da
junta qu.ili Qcadora da freguezia da Misso Velha,
declarando que, compondo-se esta freauezia de
territorios de qu.alro termos, o conscllio munici-
pal competente para julgar de taes recursos o
do termo dc*arbalha, onde esta collocada a sede
da freguezia.
7" seccao.Ao presidente da provincia de Per-
nambuco, declarando que nada se pode resolver
acerca do prolongamento da va terrea da esta-
co das Cinco-Ponas at ao centro da capital,
ero que a tal respeito einilta a sua opinio, boro
como sobre a permisso a companliia afim de
comprar boles para o transporte de gneros at
a referida capital.
Ao vicepresidente da provincia do Ama-
zonas, apprvando a deliberaco quu tomou de
nito se oppr partida do vapor Maraj, perten-
cenle coropanliia de navegaco do Amazonas,
do porto daquclla capital para o de Lirarinas e
intermedios, da repblica do Per, e declarando
que os vapores da refeiida compauhia, comquan-
to gozem dos privilegios de navios de guerra.es-
lo sujeitos aos regulamentos dos porlos pura on-
de cot-iduzirem passageiros ou carga.
21
4o secgo.Ao director da facultado de direito
de S. Paulo, o aviso do loor seguinte :
Fui presente a S. M o Imperador o oflicio do
director interino dessa faculdade de 3 de agosto
prximo fin.lo, no qual expondo que uin profes-
sor nao tinha lido o cien icio da respectiva cadeira
dorante o auno de 183 por nao haver esludantu
alg'im matriculado na sua aula, cntrava em du-
vidase a este professor era applicave! a excep-
cao do arl. 247 ao regulamento de 24 de feverei-
io de 1855; e sendo ouvida a seccao do conselho
do estado dos negocios do imperto sobre as sc-
guintes queslos:
1", se os lentes ou professores das facilidades,
que deixarem do reger suas respectivas cadeiras
por falta de alumnos matriculados nes suas au-
las, eslo compreliendidos na segunda livpolhcse
figurad] no art. 2~ do regiment complementar
das facilidades de ireito, e na tnreeira hypothe-
sc do arl. 321 do regiment complementar dos
estatuios das faculdades de medicina ;
2, se no caso de solucao negativa, dovem-sc-
lhes alionar, na forma do art. 95 dos primeiros
estatuios e 130 dos segundos, as gralificncoes que
lites compelen! :
Lo mesmo augusto scnlior, considerando: Io,
que pelos arts. 95 dos estatutos das [acuidades
de direito e 217 do respectivo regulamento com-
pletneolar, 13.) dos das facilidades de medicina e
321 dj seu regulamento complementar, os lentes
que coroparecerem faculdade para preenther as
suas funeges, c nao pudorem excrce-las porcau-
sa que Ibes nao seja pessoal, nao perdem as suas
gratilicagOes ; 2", que a falta de alumnos matri-
culados nao una causa pessoal aos lentes o pro-
tessores ; 3 finalmente, quo o principio consig-
nado nos estatutos, de que a grjliticac.au smen-
te percebida pro labore, nao autorisa a fazer
dislinccoes que nao existen! nos estatuios e ro-
culamnlos, os quaes, pela letra de seus arligos,
favorecen] os lentes o professores ; e confornian-
do-sc coro o parecer da referida seccao do conse-
llio de estado, exarado em consulta de 9 de fe-
'.ereiro prximo passado, resolve :
Que os leules o professores das faculdades
do imperio nao devem ser privados das gralili-
rnces que 1 hes pertencerem, quando fetxarem
do reger as respectivas cadeiras por falta de alum-
nos matriculados em suas aulas, visto como nes-
ta hypothese eslo comprehenaidos na excepcao
figurada no arl. 247 do regulamento complemen-
tar das (acuidades de direito e no art 321 do re-
gulamento complementar dos estatutos da ficul-
dade de medicina.
7o seccao.Ao presidente da provincia do Ma-
ranho, declaiando, em resposla ao oflicio cm que
pede um auxilio dos cofres geraes ali.n c oc-
correr aos embaracos Qnanceiroa com que lula a
provincia, que deve, de accordo com a respecti-
va assomblca legislativa, tancar roo dos meios
negocios da [azoada, e presidente do tribunal do
Ihesouro nacional, assim o lenha entendido c fa-
ca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, cm 29 de agosto de
1860, trigsimo nono da independencia e do im-
perio. Com a rnbrica de S. M. o Imperador.
Angelo Moni: da Silva Ferros.
Ministerio da guerra.
Expediente do dia 1junho de 1860.
Circular.lllm. e Exm. Sr.Nao convindo ao
servido que, sem permisso dogoverno imperial,
se continu as provincias a conceder licencas
aos officiacs nao reformados que estiverem em-
preados cm qnalquer coromissao, seja de que
natureza for, assim o communico a V. Lxc. para
seu goveruo.
Deis guarde a V. F.xc.Sebastio do fego
BarrosSr. presidente da provincia de....
tenla e oilo de quatorzo de oulubro
ceios cincuenta e quatro.
Joo I.ustosa da Cunha Paranagu, do roeu
conselho, ministro e secietario do estado dos ne-
gocios da justica, assim o tenha entendido e faga
executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em viole oilo de
margo de mil oilo centos o sessenta, Irigessimo
nono da independencia c do imperio.
Com a rublica de Sua Magestade o Impera-
dor.Joo I.ustosa da Cunha Paranagu.Con-
formo Antonio Leite de Pinho.
de mil oilo Uno ao presidente do tribunal do Commer-
cio.Transmiti a V. S. para seu conhecimenlo,!
copia do decreto n. 2576 de 21 de abril ultimo.
Expediente
Oflicio ao Exm.
Ministerio <1a marinha.
Aviso de 20 de agosto de 1860.
Fixa o prazo para a aprosenlnro dos livros e
documentos conseincntes n cotilas dos respon-
saveis por dinheiros c valores do F.slado a que
se refere o art. 31 do regulamento e decreto
n. 2,548 de 10 de margo do crrenle nnno.
2 seccao.Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios da marinha, cm 20 de agosto de 1860
lllm. e Exm. SrDeclaro a V. Exc, era res-
posta ao seu aviso de 24 de abril do crrente an-
uo, que. cm vista do que expender ... contador de
marinha em oflicios ns. 971 e 144 de 15de junho
ultimo e 10 de agoslo correnle, resolv fixar o
p azo de dous mezes para apreseulago, na con-
lttoria e Ihcsourarias de fazenda, dos livros e
documentos concernentes a conlas dos dinheiros
c valores da fazenda nacional a cargo dos diver-
sos responsaveis subordinados a este ministerio :
e bem assim marcar igual prazo para liquidacao
das ditas cotilas a sua remessa ao tribunal do
tbesouro nos termos do artigo 34 do regulamen-
to e decreto n. 2,548 de 10 de marco desle anno.
D^os guarde a V. Exc.Francisco Xavier Paes
farreto.Sr. conselheiro ministro e secretario
de estado dos negocios da fazenda.
Ministerio dos negocios da justica. Rio de Ja-
neiro, em 15 de junho de 1860.' Sendo pr-
senle Sua Magostado o Imperador diversas re-
presenlaces de Jos Correia Mondes, condem-
nado ao pagamento de mullas por infraeces de
pasturas e dilacs da lllma. cmara municipal, e
as inforroacoes prestadas por Vmc. a tal respeito,
em oflicios "de 10 e 17 de seUmbro de 1857 el.0
de dezemhro de 1859, e resultando destas, que
; deu-se eTeclivamctiti! o faci irregular de ter si-
doaquelle individuo recolhido p.isao. e tiell
I conservado, desde 7 de oulubro de 1856 al 16
j de marco de 1857, pretexto de pagamento, li-
! qniducao c commtitacao djs referidas multas,
por nada ter requerido -it 18 dj fevereiro de
1857, nao ptovada a impossibilidade do paga-las,
manda o mesmo augusto scnlior, tendo ouvido a
seccao do justica do conselho de estado, o con-
,ormando-so com o seu parecer, por sua impe-
rial resolucao de 21 de abril prximo passado,
declarar a Vine, para seu couliecimenlo e execu-
cao :1o, que na
pena de multa, quando nao esliver especialmon-
lo regulada, se dever proceder na forma dos
arts. 55 e seguintes do cdigo criminal com a
modificacio do art. 291 do cdigo d j processo, e
no deerelo n.595 de 18 de marco de 1819, quer
as mullas sejam municipoes, quer por infraego
de lei criminal; 2." que, para o reo poder ser re-
colliiilj prsio ou nella ronservado pretexto de
multa, indispensnvel que esta nao somenle se
ache liquidada, e elle tenha sido intimado para
paga-la, no termo da lei, como que esleja coro-
mutada em lempo certo de prisao ; 3., final-
mente, que, para se proceder referida commu-
tacan, nao necessario que o reo prove insolva-
bilidade, a qual semp.-e se presume em son fa-
vor, quando no processo nao se adiar provado o
contrario.
Deus guarde a Vmc. Joo I.ustosa da Cunha
Paranagu. Sr. juiz municipal da 3a vara da
corte. Conforme Antonio Leite de Pinho.
2a seccao. Ministerio dos negocios da justica
Rio de Janeiro, 19 de junho de 1860. lllm". e
Esm. S. Foram presentes & S. M. o Imperader
as seguinles duvidas, suscitadas pelo promotor
publico da comarca da Maioridade, e offerecidas
por V. Exc. considerado do governo imperial
j em oflicio n. 2l do anno passado : l","se a sen-
; tenca de pronuncia, sendo revogada, deixa de in-
lerromper a prescripeo; 2", se a saluda mo-
mentanea dos reos do termo do delicio pode in-
fluir para alterar o prazo da prescripeo; 3", se
no decurso da formacn da culpa, provar-sc que
o reo sofl'ria de alienaco mental, quando com-
meiieu o delicio, pode o juiz apreciar esta cir-
Icumstaucia para fundamentar i despronuncia, ou
se ella da exclusiva competencia do jury: e o
: mesmo augusto senhor tendo ouvido a seccao de
justica do conselho de estado, houve por bem
i mandar declarar a V. Exc, por sua imperial e
immediata resolucao de 5 de maio ultimo : Io,
que a revogacao da pronuncia faz cessar, com os
DECRETO K. 2576 HE 21 DE ABRIL DE 1860.
Ilei por bem, usando da atiribuigo quo me
confere o arl. 102, 12 da constituigao do impe-
rio.revogar os arts. 1., 5., 6. e 10. dodecreto
n. g012 de 4 de novembro de 1857.
Joo I.ustosa da Cunha Paranagu, do meu
conselho, ministro secretario de estado dos
negocios da justica, assim o tenha entendido c
faca executar
Palacio do Rio do Janeiro, em 21 de abril de
1860, Irigessimo nono da independencia c do
imperio.
Com a rubrica de Su Magestade o Imperador.
Joo Luslosa da Cunha Paranagu.Confor-
me.Antonio Leite dePinha.
do aecrelurio do yocernu
Sr. Francisco Xavier Boa lem-
po, director geral da secretaria de estado dos ne-
revogando os arts.15. 6 clOdo decreto n.2012 do 4 gocios da marinha.S. Exc, o Sr. presidente da
de novembro de 1857, da portara expedida pelo provincia, manda aecusar recebido o ofDcio que
ministerio da justiga ao tribunal do commercio da V. Exc. Ihe dirigi cm 25 de agosto ultimo cora-
provinciadaBahla,erol5dejunho,solvendo duvidas ; mullicando que naquella data fora concedido ao
sobre notas promissorias, e do aviso expedido cirurgio encarregado da enfermara de marinha
pelo mesmo ministerio em 11 do referido mez de dcsta provincia, Joaquina Jos Alves de Albuquer-
junho ao presidente da provincia de Minas Gcraes, que, um mez de licenga. com o respectivo veoci-
solvendo duvidas sobre o regiment de custas. : ment, para tralar de seus intereses Fizeraro-se
Igual ao juiz especial do commercio. as precisas communicac.es.
Dito ao inspector da Ihesouraria provincial Dito ao inspector da thesouraria defazendi.
Transmiti a V. S. a inclusa conta, aflm de que De ordem de S. Exc, o Sr. presidente da provin-
mande pagar a Antonio Borges da Fonseca Ju- ; cia, transmuto a V. S. as tres inclusas ordens do
nior, conformo requisitou o chefe de polica em Ihesouro nacional, sob n. 133, 135 e 136
oflicio de 13 do correte, sob n. 1235, a quantia Dito ao juiz de direito interino da comarca do
de 58:800 ris, dispondida, no mez de julho ulli- Cabo.S. Exc, o Sr. presidente da provincia,
mo, com o sustento dos prezos pobres da cadeia manila commonicar a V. S. que fica inteiradn de
do termo de Flores.Communicou-se ao chefe ter V. S., conforme participou em oflicio de 6 do
de polica. correnle, noroeado o cidadao Francisco Brando
Dilo ao mesmo.Antoriso a V. S. a mandar Cavalcanti de Albuquerque para servir de promo-
pagar, nos termos de sua informacao de 12 do lor publico dessa comarca no impedimento do
correnle, sob n 437, a quantia de 145 rs, a que efectivo, que se acha no gozo de licenga.
lem direito o professor jubilado na cadeira de Dilo ao engenheiro fiscal da estrada de ferro.
pedir a regfiierag.io nacional do Oriental, para
irope lir a sua independencia futura o argu-
mento quo empregam hoje : a inlegridade da
Turqua. Querer crear no Egypto alguma cou
sa que seja oriental e que nao possa tornar-se
ingleza, Iranceza ou austraca, era atacar a intc-
gjidade da Turqua. Querer no Lbano crear urna
organisaro nacional e quasi independente era
atacar a inlegridade da Turqua.
Aqui in.possivel deixar de fazer urna obser-
vagao a respeito da ambco da Turqua, a qual
se torna maior a medida que a sua torga me-
nor. A sua velhii'o mais cobigosa do que > sua
mocidade ; a sua fraque/. tern roais desejos do
que a sua forga. A Turqua antiga. a Turqua de
Mahomet II edo grao Solimao adinitlia em seu
seo nao se quanlas nacionalidades que perrou-
neciam meio independentes, tributarias a titulo
mais ou menos rigorosos, porm nao sngeitas. A
idea do eslado moderno, isto a idea de urna
sociedade, da qual todos os merobros obedecera
a mesma lei, nao existia na Turqua. Os sulldes
eran antes suzeranos do que soberanos do seu
imperio. S em nossos dias foi que a idea do
eslado ent roo na cabeca dos Turcos.
EXPEDIENTE DO DIA 15 DE SETF.MBUO DE 1860.
Oflicio.A mesa pdrorhisl de S. Josdtsta ci- ',
dade. Requerendu-me Joo Joaquim de Figuei-
redo e Jos Francisco de Souza Lima, membros'
da mesa parochial de S. Jos, providencias para
que nao sejam apuradas as cdulas, que nao se
acharem fechadas por todos os lados, vislo que |
neste caso nao deviam ser admitlidas, como ex-
pressamenle determina a lei, recommendo a essa '
mesa parochial, em additamento ao meu oflicio
de honlem que, se cora violagao do artigo 2" das
tnstruccoes de 27 de setembro de 1856, foram
recebidas pela mesa cdulas abortas por algum
ou algutis dos lados, nao devem ellas ser apura-
das, porque alias seria Iludida aquella disposico
legal, embora por um aclo posterior ao previsto. |
A mesa parochial de S. Jos reconhecer sem
duvida que, para seren respeiladas as suas del i ^
beraces, e manlidas pela autoridade superior,
compre que sejam ellas determinadas pela es-
Ircla observancia da lei, que de novo lhe re-
commendo.
Dilo mesTia.Represenlando-mc anda os
membros da mesa parochial de S. Jos, Joo
Joaquim de Figueiredo e Jos Francisco de Sou-
za Lima contra a nlelligencia dada por essa mesa
disposgo do artigo 1" das inslrucces de 27
de setembro de 1856, que manda que as cdulas
sejam fechadas por todos os lados, devo declarar
a essa .nesa que a intelligencia, alias clara, do
citado artigo acha-se explicad pelo aviso n. 361
de 30 de oulubro de 1856 2, em presenga do
qual deve a mesa proceder, resolvendo quaes os
cdulas, que na forma dessas disposiges, devem,
ou nao, ser apuradas.
Dilo ao Exm. presidente do Para.Vou rogar
a V. Exc. si> sirva de expedir as suas ordens a
(im deque sejam fornecidos ao professor de sci-
encias naturacs do gyronasio provincial, Mr. L.
J. Brunet, actualme
instraeco primaria do collegio dos orphaos, Jos S Exc, o Sr'.' presidente da provincia, manda de-1 i!u^Vbm7^^fr peto direito ad-
Pohcarpo de Freitas, proveniente da grattficagao clarar a \ S. que Oca de posse do seu oflicio de ministrado ? Acho-lhe urna razao menes frivo-
por roais de doze annos de servtgo, a contar de 4 do correnle, sob n. 92, e das conlas que o acom-
10 de abril at o ultimo de dezerobro de 1817, panharain, da receiti e despeza da estrada de
dia anterior ao em que principiou a pjrceber a ferro desta provincia, pertencentes ao semestre
prximo passado de fevereiro a junho do correnle
anno
Dilo ao bacharel Felisbitio de Mendonca Vas-
concelos.De ordem de S. Exc. ,o Sr. presidente
da provincia, acenso a recepgo do offlcio quu V.
mencionada gralificagao.
Dito ao director do arsenal de guerra. De
conformldade com o que requisitou o coronel
commandante das armas em oflicio de 14 do cor-
renle, recommendo a Vmc. que d as providen-
cias necessarias para que se tornera com urgencia i S. dirigi em 3 do crrente mez, cominunicando
ao 4. batalho de artilharia a p os arligos de I que no da anterior reassuroira o excrcicio das
fardamento mencionados em urna dts olas da suas funecos de juiz municipal do termo de Bar-
...le em seivico do governo i
?U5'0.5." .'??.H"t!?-?" I b* provincia do Amazonas, os objectos deque
iraia o offlcio, junto por copia do regedor di-
quelle eslabelecimenlo.
Achndo justas as consideracocs que faz o'
mesmo regedor acerca da remessa" feila desta pro-1
vncia.lenho por melliur o alvitre por elle lembra-
do, e que espero ser attendido por V. Exc, que;
ter a bondade de remetter a conta daquelles
reparlico do quartel mestre general, a que se
refere o meu oflicio de 31 de agosto.
Dilo ao mesmo.Maja Vmc de, tondo em
vista o que reflcoxona o inspector dn thesouraria
de fazenda no oflicio junto, informar sobre o
pedido tambem junto, de objectos precisos ao
presidio de Fernando.
Dilo ao conselho administrativo.=Autoriso o
conselho administrativo a comprar para forneci-
mento da officina de sapatarla eslabelecida no
presidio de Fernando os objectos mencionados
na relago^junta.Communicou-se thesouraria
de fazenda, e ao commandante do presidio.
Dilo cmara municipal do Recife.Em res-
posla ao que consulta a cmara municipal Itecife
em oflicio de 31 de julho ultimo, sob n. 71, devo
declarar-llie quo tendo a lei do ore miento pro-
vincial vigente nos 28 a 3 do art. 25 transfe-
rido para a receita respectiva a renda proveni-
ente dos impostos, al ento rounicipaes, sobre
capiro de planta, carros de aluguel c outros ve-
| ltenlos de conduego, evidente que revogou
nessa parle o orgamento municipal, e que essa
I renda deve reverter fazenda provincial desde o
dia cm que comecou a ter execugao aquella dis-
posigo de lei.
Como porm essa transferencia do destino da
mencionada renda nao possa em caso algum pre-
judicar o direito anteriormente adquirido,
anda concludente que subsiste o contralo do
arrematago feila por essa enmara municipal
para a cobranga do primeiro dos referidos im-
postos, devendo o seu producto ser recolhido aos
cofres provinciaes. Remetteu se copia desle
oBcio thesouraria provincial.
Dito ao juiz de direito dal." vara.Transmit-
i por copia a Vmc. para seu conhecimenlo o
decreto u. 2566 de 28 de margo ultimo estabele-
cendo o modo porque devem ser presentes ao
outros elidios da senlenca o da interrupeo da
do que se tero servido outros provincias, pois que presrr(lc5o> como 0 decidir V. Exc ; 2".'que a
o governo nao pode prestar taes auxilios, e ai.e- I sa|,,ia
nns limila-se a auxiliar as obras provinciaes.
30
5o seccao.Ao presdeme da provincia do Cea- j
r, declarando quo o aviso de 31 de Janeiro ul-
timo, rcferlndo se s commissoes uomeadas pa-
objeclos para ser opportnnamento satsfeila.- Poder moderador as peticoes de graga nos casos
Communicou-se ao regedor do gyronasio.
Dito ao commandante das armas.Sirva se V.
S. de expedir as suas ordens para que nao seja
remcltido para a corte nestes dous mezes o re-
cruta Manoel Geraldo, que requereu-me prazo
para provnr isengo legal.
Dilo ao mesmo.Compre que da forga de linha
destacada na cidade de Olinda. mande V. S. ro-
colher ao respectivo quarlel 30 prags coro o al-
teres que all se acha, devendo o resto da mes-
ma torga permanecer naquella cidade s ordens
do respectivo delegado.
Dito ao commandante da cstaco naval.Com-
munico a V. S. para seu conhecimenlo que por
aviso da marinha do 4 do crrente foi-me decla-
rado que o novo hiale, construido no arsenal de
em que a pena imposta nao for a capital.Ofli-
ciou-sc neste sentido aos de mais juizes de direi-
to da provincia.
Dilo ao mesmo. Transmiti a Vmc para seu
conhecimenlo, copias do decreto n. 2576 de 21
de abril revogando os arls. 1, 5, 6 e 10 do decre-
to n. 2012de 4 de novembto de 1857, da portara
expedida pelo ministerio da justica ao tribunal
do commercio da provincia da Baha solvendo
duvidas cerca de notas promissorias, e dos
avisos expendidos pelo mesmo ministerio em 11,
15 e 19 do referido mez de junho ; o 1." ao pre-
sidente da provincia de Minas Geraes solvendo
duvidas sobre o regiment de cu-tas ; o 2 do
juiz municipal da 3." ra^fa corte declarando o
modo porque se deve proceder na redurco ou
marinha desta provincia, deve denominarse Rio ^rT"!"?*0 da pena de, uUa "uaendo !a0 esli"
ver especialmente regulada e o 3." e ultimo ao
presidente da provincia do Rio Grande Norte
solvendo duvidas sobro a interrupgo de pres-
cripro e a necasio em que devem ser aprecia-
das as circunstancias justificativas dos
delictos.
Ofliciou-se sobre o mesmo assumpto aos de
xa examinar as barcas da compauhia brasiletra de
paquetes, nao derogou o art. 7o das instrueges
mandadas observar pelo decreto n. 1,551 de 10
de fevereiro de 1855, relativas s commissoes in-
cumbidas da vcsloria de lodos os vapores nacio-
naes : sao commissoes dislnclas qne se regolam
por disposiges differentes.
Ministerio da fazenda.
Decreto n. 2.630 de 29 de agosto de 1860.
Declara qual a intelligencia que se deve dar a al-
guns arligos dos estatutos do banco Commer-
cial c agrcola relativos s caixas filmes e
agencias.
Ilei por bem, tendo-me conformado com o pa-
recer das seccocs de justica e de fazenda do con-
selho de Estado, por minha imperial resolucao
de 21 de abril do correnle anno, decretar o se-J
guinle :
Artigo 1/ As disposicOes do titulo 5 dos esta-
tuios do banco Commerrial c Asnela approva-
dos pelo decreto n. 1,971 do 31 de agoslo de
1857 nao isenlam as caixas filiaes o agencias do
mesmo banco j existentes c as que forem crea-
das da obrigaco de se regerem ero suas opera-
ces por estatutos especiaos approvados na forran
da legislaco cm vigor.
Paragrapho nico. A falla desses estatutos nao
poder ser snpprida por um regulamento interno
feito e approvado pela directora do banco.
Art. 2." O capital ou ttulos de sarn lia da
Cmissao de cada caixa filial ou agencia do banco
Commerrial e Agrcola, na forma dos arts. 15,
16, 30, 31 e 57 dos mesmos estatutos, nao pde-
la servir de base ou de fundo de garanta omis-
so da caixa matriz ou de qualqucr outra caixa
ciu agencia.
Arl. 3 As catx/s tilines eslabelecides em Vas-
couras c em Campos sao obrigadas a dar plena
excucao ao disposto nos nrtigos antecedentes
dentro do prazo de sessenta dias, contados da
Jala da publicagao deste decreto, sob pena de
flearcro sujeitas ao quo dispo o art. 10 do de-
creto n. 575 de 10 de jnneiro de 1849.
Angelo Moniz da Silva Ferrar, do meu conse-
lho, senador do imperio, presidente do conselho
de ministros, ministro e secretario de estado dos
do reo do lermo do delicio, anda que mo-
mentnea, altera o prazo para a prescripeo, por-
que o art. 273 do regulamento n 120 do 31 de jn-
neiro de 1812 considera a residencia sem inter-
rupeo como condico essencial para que o cri-
me sejn prescripto, segundo o decidir igual-
mente V.|Exc.: 3o, que da exclusiva competen-
cia do jury c aprecaco das cireimistaneias jus-
tificativas do delicio, romo foi explicado pelos
avisos n. 46 de 16 de fevereiro de 1854, e n. 133
de 14 de abril de 1858, anda quando se tralo da
loucura e esta seja de noloriedade publica : o
que communico a V. Exc. para son intelligencia
e paaa o fazer constar ao referido promotor.
Deus gunrde a V. Exc. Joo I.ustosa da Cu-
nha Paranagn. Sr. presidente da provincia do
Rio-Grande do Norte. Conforme. Antonio
Leite de Pinho.
Formoso, e que tica servindo nessa eslaco.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.'Em
cumprimento do aviso expedido pelo ministerio
da marinha em 4 do correnle, recommendo a V.
S que mande proceder novamcnle urna rigo-
rosa vestoria no hiate Parahybano
qual as-istir o constructor Trajnno Augusto ,
de Carvalho. a (ira de conhecer se bem o estado > """ Ju":es.de dlreil da P". do navio, e so convem submott-lo a fabrico, do-, -,.''? .. .. _
vento o dilo construclor.no caso allirmalivo.! 'Julz de ^aos do Recife -Transmuto
apresentar o ornamento da despesa, que Mr5 Vc. para seu conhecimento. copias do decra-
10 n. 2a7 de 21 de abril ultimo revogando os arts
de noveni-
minislerio
da justiga em 11 de junho ao presidente da pro-
vincia de Minas-Geraes solvendo duvidas sobre o
regiment de cusas":Igual ao juiz dos feitos da
fazenda.
reros, quo deixra para servir de juiz de direito
da respectiva comarca, no impedimento do efec-
tivo.
DESPACHOS DO DIA 15 DE SEIKMBUO.
Requcrimentos.
1597.Antonio Rodrigues do Albuquerque.
Informe o Sr. inspector da thesouraria provin-
cial.
1598.Horacio Alves da Silva 2. lenlo do
4. batalho de arMiliaria a p.Como pede.
1599.Izdoru Jos, ex-cabo de esquadra du
exercilo.D-se-lho a passagem de convs por
conta do governo.
1600.Jos Thornaz do Aro.iral e Mello, ex ca-
dete do exercilo.D-se-lhe passagem do es-
tado.
1601.Joo Bizerra de Mello, guarda do con-
sulado provincial.Informe o Sr. inspector da
Ihosouraria provincial, ouvindo o admi.iislrauor
do consulado
1602.Jos Polycarpo de Frailas, professor pu-
blico jubilado.Diriji-sc a thesouraria provincial,
a quem se expede ordem para o pagamento que
requer.
1603.B.ic.harcl Joo Vicente da Stlva Costa,
professor de geometra do collegio das arles da
faculdade de direito.Psse-sc portara r.onte-
deudo 3 mezes de licenca com vencimeutos na
forma da lei.
1601.Luiz do Azevedo Souz.a, 2. escripiura-
rio do consol .do provincial.Pusse-sc portara
concedendo 3 mezes de licenga com vencimenlos
nos termos do art. 49 do regulamento de 3 de
agoslo de 1852.
1605.Luiz Cyriaco da Silva.Informe o Sr.
director geral da instruego publica.
1606.Manoel Geraldo.- O supplcante pode
provar isengo legal dentro do praso marcado no
regulamento do 1. de maio de 1855.
1607.Moradores do curato do Loreto na fre-
guezia de Muribaca.Informe a cmara munici-
pal do Recife.
16:>8Thornaz Antonio Ramos Z.iny, secreta-
rio da reparlico das obras publicas.Como pede.
mister f,zcr-se, comprimi que \\ S. roe d con- "" 'le *"' u,l,mol,ro,r"8" la de ludo, a (m de ser levado ao conhecimenlo Ljlf taw do decreto n. 2.012 de 4
do governo imperial. bro_de 18o* e do aviso expedido pelo
Dilo ao mesmo.Baja V. S. de inforroar-me
sobre a materia do aviso junto por copia expe-
dido pelo ministerio da marinha cm31 de agosto
ultimo, relativamente ao fornecimento de carvo
de pedra para esse arsenal.
Dito ao inspector da ihesouraria do fazenda.
Em additamento ao meu oflicio de honlem de-
Dito no conselho administrativo do patrimonio
de orphaos A vista do quo ponderou o presi-
dente do conselho administrativo do patrimonio
claro a V. S que foi approvado e contracto feito' dos orphaos ero offlcio de 14 do correnle resolvo
com o doutor em medicina, Flix Moreno Bran-| por portara desta data mandar ficar sem effeito
do, para servir na guarnigo destn provincia, e! a de 5 deste mez pela qual foi nomcado o pro-
nao no hospital militar, como foi declarado DO I fessor jubilado, Victoriano Jos de Assumpgo,
citado oflicio. para substituir interinamente o professor de pri-
Dito ao mesmo.Remello a V. S. a conta n-' meiras ledras do collegio dos orphaos. devendo
clusa em duplicita da importancia devida ao continuar na regencia da respectiva cadeira o ca-
romroendador Manoel Figueiroa de Faria pela; pello do collegio Fr. Pedro da Puriticago Paz e
publicagao no O. ario de Pernambuco do editaos Paiva ; oque communico ao mesmo conselho
0 atinuocios do arsenal de marinha e-do conso- pura seu conhecimenlo c execugao.
Iho naval, para que V. S. a mande pagar, ican- j Dito ao director das obras militares.A visla
do prevenido de que para obviar as duvidas sus-j do oflicio do major commandante interino do 4."
citadas as informaces, que se prestarero eer- batalho de artilharia a p, constanlo da copia
C0 JIM AS DO DAS ARMAS.
Quartel do coimnando das armas
em Pernambuco, na cidade do
Recife, 17 de selembro de 1HUO.
ORDEM DO DIA N. 17.
O coronel commandante das armas lera a satis-
cao de fazer pubico para conhecimenlo da guar-
nigo e devdo elTeiio, a parte do oflicio que na
dala de 15 do correnle recebeu da presidencia,
relativamente a exoueraco a pedido do Sr. capi-
llo do 4o batalho de artilharia a p Luiz Fran-
cisco Teixeira, do cargo de subdelegado do dis-
Irirto dos Alegados c ao modo porque este Sr.
capitn all se comporiou.
Faz igualmente publico, que por aviso do mi-
nisterio da guerra de 11 de julho ultimo foi ap-
provado o contrato feito com o Sr. r. cm medi-
cina Flix Moreno Brando, para servir na guar-
nigo desta provincia.
Ia seccaoPalacio do governo de Pernambu-
co cm 15 de setembro de 1860.lllm. Sr.Por
portara desta data conced no capilo do 4 ba-
talho de artilharia a p Luiz Francisco Teixeira
* exonerago que pedio do cargo de subdelegado
do dsiiicto dos A togados : o que communico a
V. S. para seu conhecimenlo, e aflm de que pe-
los meos do esiyo louve o referido capilo pelo
modo intelligenle c zelo com que se houve na-
quella com misso..............................,...........
Dous guarde a V. S.Ambrosio Leito da Cu-
nha.Sr coronel commandante das armas.
Assignado. Jos Antonio da Fonseca Galvo.
Conforme. Antonio Eneas Gustavo Galto,
a. Os Turcos comprehenderam raui depressa as
lacilidades de ndmiuistrago e explorago que
davam as regras do direito admnistrativo moder-
no, e particularmente as mximas da centra-
lisago. A medida, pois, que a Europa lem res-
tituido ti Turqua as provincias que se havum
separadadella, a Porta, em vez de reslabelecer
nellas os antigos coslumes, e as antigs preroga-
livas, em vez de respeilar a velha orgnnisago
nacional, empenhou-se em substituir o seu do-
minio puro esimples, telicilando-se de ser sobe-
rana onde outr'ora apenas era suzerana, julgan-
du-se maisfurtc e muito altiva por ser um estado
moderno : nao somenle, ainda o repito, por es-
pirilo desyslema.
Os Turcos nao sao to principiantes como que-
rera inculcar-se. Como a aboligo de todas as
independencias torna mais proveilosa a explora-
go dos pachalics, como o enriquecimento dos
funecionarios, granas a essa dominago absoluta,
mais fcil, maisprompto e mais seguro, os no-
VOS funeciooarios turcos afleicoaram-se apaixo-
nadamente autoridade do estado. Querem go-
vernar ao modo occidental, alim de exploraren!
mais commodamenie ao modo oriental. Eis o
segredo da voga da idea cenlralisadra no Orien-
te. O sulto faz consistir nella a sua vaidade, os
pachas o seu inleresse
Substituir em loda a parle funecionarios vindos
de Constanlinopla s autoridades o s influencias
locaes, tal ha sido desle 180, isto desde a
primeira restaurago da Turqua feila pela Eu-
ropa, ou, se o querem, desdo a primeira prova
de fraqueza da Turqua [a segunda dala da guer-
ra do oriente e do tratado de 1856). tal ha sido
a poltica da Turqua, poltica inteiramenle con-
traria ao verdadeiros inleresses do Oriente e a
poltica da Franga, pois que a Franga quera
desenvolver e consolidar no Oriente as "torgas e a
independencias locaes, ao passo que a Porta pro-
cura anniq.nla-las, nao fazendo cousa algnma
e prejudicando a quem quer obrar.
Em vez de repor o Lbano as condcoes do
anlgo rgimen de adminislrago sob o qual ri-
vera at 1840? em vez de vollar forma de uro
poder unice na pessoa de uro dos membros da
familia mais influeute e mais respeilavel no L-
bano, > o que era a p-oposico simples e sensata
da Franca, eslabeleccram um governo christo
para os Maronitaj, um goveinador mahometano
para os Druzzos, e um pacha turco cima dos
dous governaJores, desumndo-os, conlrarian-
do-os e irritando as nacionalidades urnas contra
entras, ero rezOe consagra-las e r*uni-las como
havia feito o emir Bechir. Para a Porta, esse
systema era uro encaminhamento ao poder tur-
co nico e directo na rooiilanha ; e a Franca nao
se enganava. Dcsdp o principio ella havia com-
balido essa divisan dos poderes no Lbano e o
proieclo da Porta de vir a estabelecer a sua au-
loridade directa e absoluta na tnonlanha. Ti' mais
que provado, diza o P. Giiisol a 13 de abril de
184 em um despacho dirigido ao ministro tran-
ce/, cm Constanlinopla, que a itistituigao dos
dous camacans, maronita e druzzo.s servio pa-
ra crear duas autoridades sem fuigas, seno dous
instrumentos de desordem as roaos do pacha
i governador geral da Syria :... como poder, s se
nula a aceto do pacha, c esta argo antes ap-
plicnda ero conservar as desunioes c a anarchia
do que em pacificar, em concliar e fundar algu-
ma cousa de razoavcl. >>
Tenho mullas vezes lido nos jurnaes inglezes,
e al li ha poucosdias no Morning-I'ost que nao
razoavel responsabilisar o governo turco pelos
aronieciuicnlos que se passara no Lbano, porque
o Liliana nao esl collocado sob a autoridade di-
recta de um pacha. E' um erro, a Porta res-
ponsavel porque ella fez ludo para se-lo. Queri-
do lord Palmerslon quiz restituir a Syria Por-
ta, o P. Guizot Iho d3se e ha pouco cilci as suas
palavras : V. Exc. restitue a PorU o que ella
nao poder uem gnvernar nem administrar. A
Porta quiz governar e admnslar o proprio L-
bano que ella nunca havia governado nem ad-
ministrado : ella o quiz, npezar da opposigo da
Europa que a 8 de fevereiro de 185, ero urna
nota assignada pelos ministros das cinco grandes
potencias rcivindicava altamente o principio da
independencia administrativa da montanha da
Syria. Ser-nos hia particularmente iropossivel,
i diziaro as cinco grandes potencias, admiltir a ac-
Eneas uu^uvi '. I cSo d0 ,l de-Sa.Ja n extenso quo lhe as-
olferos anidante de ordens intennodocommando. | Cgn|t|nPn<>,K memorandum da porU? (30 de ja.
neiro de 185), ou de qualquer modo que atacas-
EXTERIOR.
Governo da provincia
nFc.tiF.TO n. 2566 pe 28 BE nango uf. 1860.
Ilei por bem decretar o seguinte :
Art. 1." As patjces de graca para perdo e
commutacn de pena, que nao fr a capital, se-
ro apresentadas, nn corle, secretaria de estado
dos negocios da justica ; nns provincias aos res-
pectivos presidentes, nos termos do decreto nu-
mero seis cenlo trinta e dous de vinte seto de
agosto de mil oilo centos qnarenta e nove.
Art. 2. Devem essas peticoes ser instruidas
com os seguinles documentos ; 1. cerltdo da
qtieixa, denuncia, ou ordem porque se houver
instaurado o processo ; 2." cerlido do corpo de
delicio quando houver; 3. cerlido do depoi-
menlo das testemunhas da aecusncio c da defe-
za ; 4. cerlido das senlengas; 5. e de lodos os
documentos que ao peticionario, p aos respecti-
vos juizes pareco conveniente.
Art. 3." Ornando os peticionarios por sua po-
breza, nao possam ajuntnr s peligoes os docu-
mentos mencionados no arl. 2., os presidentes
das provincias e o director geral da secretaria de
estado dos negocios da justiga ns fnro sje.ntar
ex-oflicio.
Arl. 4." Ouvdos os juizes respectivos^ seguir-1 mande entregar a pessoa
se-ha no processo das peticoes degrada oque
esl determinado no decreto nuracr'j dous mil
frsenlos e cincoenta de cinco de 'fevereiro de
mil oilo centos cincoenta e nove.
Arl. 5. Aos recursos de grac- nestes casos
sao applicaveis as disposiges do-'j arts. 6,7, 8, 9,
e 10, do decreto numero mil q-uatro centos cui-
ca de semelhante cunta, determino ncsla data
ao inspector do arsenal de marinha e ao conse-
lho de compras navaes que aquellas pnblica-
gocs proceda contracto ou ajuste sobre o seu
prego. Fez-se o expediente de que se trata.
Dito no mesmo.Em visla do reribo junio, es-
lando elle nos termos legnes, mande V. S. pa-
gar a Antonio Borges da Fonceca Jnior, confor-
me requisilou-me o chefe de polica em oflicio
de 13 do torrente, sob n. 1234, a quantia de
59120 ris, em que importa a desposa feila com
o fornecimento de luz ao qunrtel do destacamen-
to da villa de Flores nos rae/es de junho e julho
deste anno.Communicou-se ao chefe de polica.
Dilo no mesmo.Reslituindo a V. S., o pret
junto em duplcala dos vencimenlos dn guarda
nacional destacada em Nazareth, a contar do 1.
a 11 do mez de julho ultimo, o antoriso a mau-
llar pagar a Jos Hara Ferreira da Cunha, con-
forme requisitou o respectivo commandante su-
perior em oflicio de 20 d'aquelle mez, a impor-
tancia de taes vencimenlos, visto nao haver in-
conveniente nesse pagamento, segundo consta da
informago de V. S. ministrada em 13 do corren-
te, sob n. tH.Communicou-se ao referido
commandanle superior.
Dito ao mesmo.Tendo em considerarlo as
poderosas razes legadas por S. Ex. Rvm. no
oflicio junto por copia, recommendo a V. S. qne
je para isso se mos-
trar competentemente habilitada .1 quantia de
6:0008000 rs. por conta dos 11:1005000 rs de
que traa a ordem do Ihesouro nacional n. 131 de
20 de agosto ultimo, o em que importa o pro-
ducto liquido da lotera extrahida era 27 de julho
ultimo a beneficio das obras da matriz da fregue-
zia do S. Jos desta cidade.
jenta. mande Vmc. fazor com urgencia os coli-
cortos de que necessita o quartel do Campo das
Princezas.Communicou-se ao commandanle das
armas.
Portara.O presidente da provincia resolve
que fique sem alfeilo a portara do 5 do corrento
pela qual foi nomeado o professor jubilado Victo-
riano Jos d'Aussumpcao para reger interina-
mente a cadeira de/pWnieiras letlras do collegio
dos orphaos, vwso qiiKnao tem solicitado al o
presente o respectivo litujo.
Dita.O presidente da provincia resolvo con-
ceder ao capilo do 4o batalho de artilharia
Francisco Luiz Teixeira a exonerago que pedio
do-cargo de subdelegado do districtode Afogados,
1. da freguezia do mesmo nomo.Communicou-
se ao commandanle das armas e ao chefo de po-
lica.
Dita.O presidente da provincia, tendo em
vista a informago do commandanle superior da
guarda nacional" da comarca do Rio For mozo da-
tada de 5 do correnle, resolve passar para a lista
de reserva, por ter sido considerado incapaz do
servigo activo em inspecgo de sade, o capilo
do batalho n. 44 de nfantarn da mesma guarda
nacional, Joaquim Elviro Alves da Silva, que ser
aggregado a secgo de reserva n. II.Communi-
cou-se no commandanto superior do Rio For-
mozo.
Dila.O presidente da provincia resolve, sob
proposta dn chefe de polica desta data, nomear
oscidados capilo Antonio Bernardo Quinleiro,
Jovino Carneiro Machado Ros e Francisco Ma-
mede de Alrneida, para os cargos de Io, 2o c 3o
supplentes de subdplogado de policia da freguezia
de Santo Antonio desta cidade.Communuou-se
ao chefe de policia.
A Europa restituir em 13i'> a Syria a Porta
Otloraana, isto a anarchia. Era principalmen-
te no Lbano que os effeitos dessa restaurado da
anarchia devam-sc fazer sentir.
Havia no Lbano urna familia que, por assim
dizer, tinha creado um principado nacional e que
manlinha a ordem na montanha. era a familia
Cheab ; o emir Bechir, chefe dessa familia lnh a
fallecido e SUS familia havia perdido o poder;
porm anda conservava muila autoridade na
montanha. A Franga desejava o restabelecimen-
to dos Cheab que sonberam 110 mesmo lempo
subjugar os Diuzzose os Maronitas.
Era para o Lbano um governo nacional anda
que dependente da Porta ; um governo emlim
conformo aos votos da poltica franceza no Orien-
te. Ess.a poltica, como lodos sabem, muito
imparcial e desinteressada. Ella procura em to-
da a parle concentrar as nacionalidades, desen-
volv}-las, fazer cora ellas estados mais ou menos
dependentes da Porta, regenerar finalmente e for-
tificar o Oriente por si mesmo, atlm de a sublra-
hir s ambiges do Occidente. O restabelecimcn-
lo da familia Cheab. a orginisago do Lbano
era, pois, um dos pensamenios da poltica fran-
ceza. A Europa infelizmente nessa poca nao
eslava disposla a seguir a poltica franceza no
Oriente. .Ella acab.ava de repudia la no Egypto ;
nao quera contnua-la no Lbano.
Porque razo ? Agradava. pois, a Europa con-
servar o Oriente no estado precario c incerlo em
que elle se achava e era que se acha mais que
nunca? A Turqua lhe pareca til para conser-
va-lo nessa incerteza que nao desesperava a ara-
bigo de ninguero ? O que me admira nao que
algitmns potencias europeas tenharo gostado des-
se estado de cousas, que a Europa inteira. ex-
cepto a Franga.se tenha colligado para mant-lo.
Todos queriam conservar as suas probabilidades
na successo, at aquelles que nao tnham direito
ero ttulos.
O argumento que empregavam eulo pata im-
se o principio do independencia administrativa
cima mencionada. Nodigam, pois, qne a Por-
ta nao responsavcl pela iufolicidade do Lbano.
Ella quiz o systema de urna adminislrago divi-
dida entre os Druzzos e os Maronilas Nao somen-
le ella quiz um caimacn maronita e nm caima-
cn druzzo ; estabeleceu em cada aldeia dous ve-
kis, um para os chrislos e ouiro para os Din-
zos, levando assim o systema da divso al a
sua maior altura, creando em toda a parte duas
nacionalidades, separando em loda a parte as
raras, atoando, os odios, preparando a guerra e
collocando cima desses funccio.iarios subalter-
nos, cm toda a parte oppostos um ao entro, o
pacha de Saida como supremo juslceiro. Desde
o memorndum da Porta Olla mana de 30 de Ja-
neiro de 1845, o Lbano esl sujeilo a autoridade
directa do sulio : e a Purla a responsavcl por
lodo o mal assim no passado como no presente.
Digo no passado : de certo nao houve no pas-
sado morticinios comnaraveis aquelles que aca-
bamos de ver no Lbano. Entretanto, desde
1845, o systema de desunio e de lula ntrodu-
zido na montanha pela Porta Ollomana havia
produzido os seus fructos. Os Druzzos linhaiu
atacado os Maronitas ; os chefes c os soldados
turcos linham assisiido n esses ataques e at s
vezes os linham animado. Algumas silagoes dos
dos despachos do P. Guizot faro ver ao publico
o quadro dos acontcciroenlos dessa poca, qua-
dro tanto mais curioso quanto se asseraelha trago
por trago, ainda que em ponto menor, aos acon-
tccimenlos de hoje
Apenas o P. Guizot recebeu a noticia das per-
turbagdesdo Lbano, esrreveu ao nosso ministro
em Cnslantinopla que era Porta Ollomana a
quem se devia attnbuirta responsabllidadc moral
dos deploreveis scontecimentos de q\p esse piiz
acabava de ser thealro. Depois, era um novo
despacho, fazendo por assim ditera nairaco
dos morticinios que acabavam de indignar a Eu-
ropa, contina nestes termos:
c Eu soube que a parcialidade do muchir de
Saida e das tropas turcas em favor dos Uru.iz.es


v*>
linham-se lomado mai9 clara e odiosa. Nao s
essas Iropas.cujj misso dovia ser interporem-se
entre os dous parlidos, protegern os ruzzos e
deixaram syslematicamcnte opprimir e aseassinar
os christaos, mas ainda cm muitai occasies el-
las toma rain parle no morticinio desles ltimos ;
ellas commelteram crueldades hornadas, e ago-
ra nao mais possivel duvidar da complicidade
dos agentes da Porta com o inimigos Maronilas.
O nosso cnsul [ em Beyroulh ). cuja intelli-
gencia e zelo estao cima de qualquer louvor,
por mais de urna vez invocou de balde a aulori-
dade de Vedji-Ili-Pacha para prevenir ou doler
a desordem. O muchir continuou impaesivcl.
ou at fingi ignorar fados que nao eram aegre-
de para ninguem. Foi lamben, de balde que c
P. Poujade iuatara com elle para lomar medi-
das afim de livrar de qualquer ataque os con-
ventos dos capuchos em Aboy e Suiima. Nada
so fez. Esses dous conventos saqueados e quei-
mados pelos Druzzcs, nao existan mais hoje, e
um frade que oceupava o do Abey, o padre Car-
los, foi assassinado, com circumslancias atrozes,
em presenca do 150 homens de tropas olloma-
nas. Al entao os missionarios haviam sido res-
peilados no raeio das lutas e inimisades la mon-
lanha. Um semelhanto alternado aflecla roui
profundamente
_j'ea de l-uU-Pach. que parece querer ugu as raiile toda a vina ; e Garibaldi, que al4s u de-
difficuldades do sua missao. Ahmel-Pach. go- testa, obedece-sempro sua influencia, pota que
vernador de Damasco eKurchidPach, govecoa-caminha para o mesmo lira. A -inrica pessoa
dor de Beyroulh eram tncontcstavclmente, fia que, em Palermo, parece ter \ontade propria
opinieo de lodos os christaos da Syria, os dous! o pro-dictador Deprelis, que fez apioclamar como
maiores criminosos; porquanio, se nao foram le do estado o estatuto piemontez Mas. ape-
elles precisamente os que ordenaran! o mortici- I sar'desta formalidade, nao o estatuto mas sim
nio. linham-no pelo meuos aulorisado e tolerado a anarchia-que reina na Sicilia
DIAftlO U PERSAMBtJQO. ftTERCA FEtRA I DR SETEMBRO DE 1860.
vncirt::r^r^^!:,a,^!!j^!,iiiro: u,r ^ e ?" que es.a
com sua inaccao.
Esperava-sc pela execuco desses dous mise-
raveis, como um severissimo exemplo, urna sa-
tisfago eslrondosa dada a juslica o huraanida-
de. Fuad-Pach, porm, uo se atraveu a lomar
sobre si a reaponsabilidade desle acto de sabia e
vigorosa poltica : einiou os dous Pachas para
Conslantinopla, afim de seiem alli julgados. Ks-
la resoluco, pelo que tem referencia a Ahmel-
Pach, apoiou-a elle com um privilegio quo as
leis turcas conferom aos muchirs (marechaes),
que nao podem ser julgados sono por um tribu-
nal especial em Conslantinopla c composlo de 3
muchirs.
O governo turco vio-se embarac.adissimo por
causa disto ; mas, a instancias dos embaixadores
cslrangeiros, deeidiu-se a reunir im mediamente
urna especio de ronselho de guerra, que con-
demnou Ahraet-Pacha degradaco de suns
iiauo anecia rain ~""" "iui-ibiuo a ui^iiiunrau ue suas
is inleresses do nossj' ""'ras e empregos, e a ser envaido a Syria para
- r. ser alli subraotlido a julgamento. O mesmo suc-
------------.. a honra o <,<, .....,, ..., ,
protectorado religioso para que passa e deva fi- se
car impune...... Assignalei a ftsponsabilidade cedou a Kurchid-Pach, e ha razo para crer que
que laes acontecimenlos, favorecidos pela negli- "'
gencia ou complicidade das autoridades da Por- ,
la ; faziam recahir sobre ella. Essa responsabi-
lidade tem-se aggravado... A Poi'a deve pro-
ambos soffreram o casiigo de seus airaos nos
proprios lugares em que forara estes commet-
tidos.
Cumpre observar todava que o ministro Fuad-
Pach, que alias se mostrara lo pusilnime a
respeito dos dous governadores da Syria, parece
disposto a empregar rnais vigor c severidade a
respeito das autoridades subalternas. Todos os
funecionarios do Lbano e de Dimasco, que se
mostraran! frouxos ou conniventes na desordem
e uos moilicinios, forara deruiltidos, desador-
ndose presos. Pizeran excepeo a esla regrao
tropas attomanas que nao im- i c<"*' e mnphli do Beyroulh, "cujo procodimenlo
para com os christaos linha sido irreprehensvel
e humano.
0 Libng foi todo percorrido pelas tropas tur-
cas. Poram presos 800 Druzzos e entre estes 20
dos chees principaes. Procurou-se descobrir os
objeclos roubados, e foram encontrados cm lo
grande numero, que o seu peso avallado a car-
ga do 3.000 camellos.
Mas quem restituir aos pobres christaos as
searas destruidas, as colheilas de seda de todo
perdidas, as casas encendiadas ? Quem Ihes res-
liluir tantas victimas charas, cruelmente assas-
sinadas, e, o que anda maior desgraca, as mu-
Dieres e as (Ihas laucadas uos torpes harems dos
nmsulmanos? Estas misrrimas crealuras foram
vendidas aos centenares, em Damasco e no Liba-
no, us i>racas publicas o militas dellas forara le-
vadas para u deserto pelos Beduinos.
A juslica e a reparacao de tantos e tao graves
i males licaro cortamente incompletos ; mas cum-
pre pelo menos que os culpados sejam punidos
com tanta severidade, que lhes nao lique vonla-
de de reproduzir factos seraelhanles. A Europa
deve or.rigar a Turqua a pro .eder.desle modo.
Dsse tambem, na caria anterior, que a confe-
rencia de Paris decidir que se enviasse Syria
12,000 homens, dos quaes a melado sera orne-
cida pela Franca,
No da 8 do corrente essa divisao embarcou
em Marselha, e a esta hora j ha do ter desem-
barcado em Bcyroth. imperador pissou re-
! vista aos dous regimentos do lnha que formara
| a inlantaria da divisao, e nesse acto dingo-lhes
a seguinle proclamaco.
.< Soldados! Ides partir para a Syria, e a Fran-
Qa minio se congratula com una expedicao,
cojo nico (iin o de fazer iriuraphar os direi-
In8 da juslica e da humanidade. De faci, nao
se trata de ir fazer guerra a urna potencia
ceder de modo que destrua a opinio que come-
r a ganhar crdito : quo ella quiz destruir os
christaos pelos Drusos, ou, pelo menos, enfra-
queceros dous partidos um pelo outro. afim de
eslabelecer mais fcilmente a sua auloridade
directa na molsnha.
Tenho necessidade do provar a medonha seme-
lhanca dos fados ? Esses Muronias assassinados
em presenta das (ro
pedem a carnificina ou que at nella tomara
parte ; esses funecionarios turcos que nao re-
priman o mal ou que acorocoam-no, nao o
que a Europa acaba de ver ? O mal maior pre-
sentemente ; os crimes mais numerosos e mais
h irrendos ; o sanguo corre em ondas e por toda
a parte. A causa, porm, a mesma : o fana-
tismo e a barbaria mnlsumana que se manifes-
tava desde 1845, e quo toma livre curso cm
1800. A alvo tambem o mesmo : trala-se de
destruir e exterminar os christaos. O dever e o
direito da Europa pois tambem o mesmo ; pu-
nir semulhaiiles allomados, impedir que se re-
novero, vingar o seu nome a sua civilisagao, a
sua religiao ; pois, nao vos illudais, na Syria
hoje como ha pouco em DjeJa, o nomo, a c-
vilsacao, a religiao da Europa que a velha bar-
baria mulsumon? persegue a ferro c fogo. E' a
Europa que atacada e desafiada. Querer ella
defender-se ? ou entao onlinuar a crer que a
inlegridade do imperio ollomano consiste na
ll'usao impune do sangue christo !
Entre os direilos e devores da Europa, gosla-
nios de separar os direilos e deveres particulares
da Franca. O despacho de 1845 nao esqnece es-
ses direilos e esses deveres particulares da Fran-
ca no Oriente; o protectorado religioso que ella
sempre exerceu. Em urna sess.io da cmara dos
Pares (ISdejuIho de 1815), o oloquenle e perse-
verante defensor de lodosos interesses e de todos
os direilos do christanismo o senhor Montalem-
liert, lembrra esse protectorado religioso no
Oriente, o pergunlra se o goveruo franiez o su-
hordinava accao das oulras potencias europeas !
O Sr. Guizot Ihe responda, e a citacao que se
vai 1er a,'plica-se ainda aos acontecimenlos e
complicaron de hoje com urna exaclidao singular:
a Persuada-se o Sr. Montalembert quo nunca
abandonemos o direito de proteger por nos s os
christaos do Oriente sempre que o podamos e
deviamos. Nao renunciando ao exereicio desee
protectorado nico, todas as vezes que o inte-
resse la siluacao nos pareca comporta-lo. Quan-
)o tratamos das questes com cinco foi por que
pensamos que para resolv-las efiicazmenie,
promptamente, no proprio interesse das popula-
'.oos do que se tratava, era melbor Iralar com
finco do quo nos s. Quando reconhecemos que
sos podamos resolver as questes, abandonemos
nennum aos nossos amigos privilegios. Dire ao
nobre preopinante, e esiou cerlo de que ouvir
com prazer, que de Roma, da propagando, vieran
ao governo do rci vivos e reiterados agradecimen-
tos em virtudo do modo por que se houve na
iyria.
Lembro esto incidente parlamentar de 18,5 e
agora o face com prazer por duas ra/.es :
A primelra que em urna das ultimas sessoes
docorpo legislativo, um depuiado, o Sr. gene-
ral Lclirelon, pedio ao governo quo exercesse no
Oriente esse protectorado religioso que um dos
privilegios da Franca, o o Sr. presidente do con-
o que secunda e auxilia grande parte a
revoluto italiana a confusao que se introdu-
io nos actos do governo de Mapolea. Nunca se
sabe o que o governo tem de fazer, e nem elle
mesura o sabe tambem. O vinculo de lidelidade
que liga as tropas ao chele do. estado acha-sc
frouxo e quasi despedazado. Ha junto ao rei
algung ministros honestos e honrados, que de-
ejaram a pratica sincera da consliluicao lti-
mamente proclamada; mos como lhes fallece a
uecessaria energa, o necessario espirito de co-
herencia, nao lem conseguid* reunir a si sonao
um limitado numero de pessoas notareis da na-
vincia. tratou de despedir, rescidindo com os
que nisto coacordaram. os contratos feilos rom
ellos, sob o compromettimonto de os transportar
par* oeira provincia, onde podessem exercer os
aeus omcios, mas, sem lhes dar graticago al-
guma; e aquelies que nao convieram na rescisao
comraellida, ellaf^ram todava compelalos,
com quebr o crdito e decoro do governo pro-
vincial. r
So 1. de agosto, o presidente abri a 4.' ses-
sao da asserobla provincial com um relalorio
importante, oqua! resumirei alguna trechos, e
cilare outros, afim de pintar melbor as circums-
lancias da poca e o estado das cuusw
Tendo sido pela lei de 26 de setembro de 1836,
dividido era 1 secces a secretaria do governo,
louva o presidente nesse relalorio os trabalhos
e a exaclidao da 2.a, ao passo quo estigmalisa os
da 1. cujos regustos achou em grande atrazo; e
aeciara que por islo aposentou com meio orde-
---------,.. opposicao ili-
granle entre os dous poderes toruou-se eminen-
temente desa?radavel para o administrador.
Ncssa sesso foram creadas a 30 de agosto a
freguezia de Santa Anna do Brejo Grande, a 31
do mesmo mez a da Barbalha, o a 13 de setem-
bro finalmente a de Santa Anna do Acarac. A
io *e^amcDl0 aulorl80u despeza de ris
1*8:182^000 ; e a 6 de oulubro foi volada a crea-
cao de urna cotomisso encarregada de levar a
effeilo o projeclo do Banco e Sociedade de Colo-
nisacao. Agricultura, e Creacao de Gados, segun-
do o plano presentado por Joaquim Jos Si-
queira. '
Uma representa^ae injuriosa foi levada nessa
larobom ao monarcha pela assembla,
~-.....YiTIr "* *"**<>? uuioici ya na- n iue por sio aposeniou com meio orde-
cao. Collocados entre os absolutistas, que de- nado o secrelario Joao Gomes Brasil que recu
ecjanim reslabelecor o antigo reamen. e os de- sando a merrft. foi demiiiiin rn,Uu..::-'.
eejariim reslabelecor o antigo rgimen, e os de-
magogos Mazzinislas, que se acham ligados aos
unitarios piemontezes, os poores ministros en-
contrara embaracos a cada passo,
sempre suas medidas de um modo
torio.
A principio concederam uma liberdade de im-
prensa sem limite; mas aterrados logo depois
com a audacia das faeces, que desmoronavam
a monarthia, decretaran! o estado de sitio. O
rei acha-secm um estado de perplexdade e de
abalimenlo extremo ; nao sabe se deva conti-
nuar a guiar-se pelos seus ministros, ou se lan-
Qsr-se nos bracos da amiga corte. Diz-se en
sando a merc, foi deraillido sem retribuico
Depois de tratarda instruejoo publica, do triste
estado do culto divino, da saude publica, chega
e lomara administrado da juslica. e ah fulmina a pessima
cnntradic- applicacao da juslica feita pelos juizes de paz
duendo que um clamor geral se tem levantado
contra sua ignorancia, indolencia e connivencia
com os crtmmosos, e domonslrado que as tre
sessoes precedentes a assembla provincial con-
vencida das malversagdes desles juizes, tratou de
oppor-lbes os maiores obstculos por leis s ve
zes suspeitas de anli-conslitucionaes.sem todava
remover as causas que tornaran) imprpular a
lagislralura do paz. Em seguida lastima a igno-
tretanto que elle acaba de propr a rain ha" viu- rancia dos jurados, sua apaihTaTnaVmdYe^
va sua madrasta, que a alma do partido abso- lem em soltaros maiores criminosos censura
lutisla, que se retire das Duas Sicilias e v para ''
qualquer ; idos tao somenle ajudar o Sullao a
subjugar a sua obediencia aquelies de seus
subditos, que se deixaram cegar por un
phanatismo proprio dos seclos passados.
Nesse paiz longiuquo, rico de gloriosas recor-
daces, faieis o vosso dever, o mostrar-vos-
liis dignos filhos desses hroes, que conduz-
rara gloriosamente por essas Ierras a bandeira
de Christo.
Nao sois muilos, mas ao grande numero sup-
pre a vossa coragem e prestigio, pois por toda
a paite por onde passa hoje o estandarte ran-
coz as naeoes sabem que hi um* grande causa
que o precede o um grande povo que o segu.
Estas phiuses enthusiastcas produ/.iram o seu
effeilo nos soldados o no proprio pai/. q impe-
rador sabe fallar melhor que ninguem
geni que convm ao espirito generoso,
e aveuluroso da Franca.
A Inglaterra \ com mos olhos a
da Syria ; temo que o stalu quo oriental seja
perturbado, e que qualquer mudanca na consli-
luicao do imperio turco se CHivrta em una
a Hespanha.
Mas o incidente mais curioso e inesperado o
do desagrado em que cshio o conde d'Aquila.
lio do re. e o seu consequenle exilio. sabido,
mormenle nesse imperio, que o conde d'Aquila
cunhado do imperador D. Pedro II, por ler
casado com a princeza imperial D. Januaiia.
Ha muito lempo, islo desde o reinado de
Fernando II, quo o condo suspeito corte
como partidario das ideas liberaos. Logo que
rebenlou a revolucao na Sicilia, elle pronunci-
ou-se aberlamente, assim como o priucipe de
Syracusa seu irmo mais velho, em favor das
reorraas, e apoiou rauito o reslabelecraenlo da
consliluicao
muilo a
mar parte nos conselhos em que se tralou da
a inshtuicao dos agentes da polica, que i
podendo prender sonao em flagrante delicio ou
depois da culpa formada, sao forjados viver
sem accao no meio dosciiminososque apparecem
afouiamenle em publico, emquanlo se nao Ihe
a culpa. Reprova as leis que restringirn!
gim os seus irmaos civilisados, os descendentes
de outros Indios ; se hao de vir ser cxpeclado-
res e victimas do delcixo, do abandono, e da pi-
Ihagem, melhor ser entao deixa-los entregues
sua vida selvagem, fazendo-os internarem-se por
esses extensos bosques ou tirando-lhes pela forca
os meios de nos fazerem prejuizos,
Os Indios de Almofalla. os ceBlo e dez mise-
raveis Indios de Baluriie. os 18 casaos. 8 viuvas
e 37 meninos da nacao Tapuia de Monlemor, os
casaes de Cascavcl.os de Mecejana, Soures Arron-
ches, Sapupara e Villa Vi con sao dignos da pro-
tecgo da auloridade publica. Em numero de 60
me vieram ltimamente comprimentar c servir,
I im pando os arredores de Ai ronches e melhoran-
contra o presiden^", ao quf UchaVa u"Z'-' I do.08 cam"hos- ,"" Pedem, pastor que os
dente revolucionario, de reaccionisla e de pro- 'SS^f ? re?ta^lo"nBenl d seuadirecto-
lector de criminosos. Mas esse funecionario de- S'n a.restl u,?ao dos b,eD9 ^e ,?" i ou-
fenden-se de taes accosacSes. n'um extenso offi- "i,"1?" recordando-se lastimosos do tem.
ci dirigido ao ministro, no qualalle-iv"nuata po e dosfflTo^ d'el-re D. Joao VI, pedem o.
da esla opposicao era dirigida ola V^iiJ k\ ^verno do re velho.
d ------------ .-.6u>a que tu-
a esla opposicao era dirigida pelo senador Alen-
car ; que, relegado n'um seu sitio distante ires
leguas da cidade, d'ahi diriga, na phrase do c-
cusado, com sua destreza bem conhecida, em
questes dcsla nalureza, os membros da assem-
bla ; a qual eleita durante sua administraco,
achava-se composta de cegos partidarios das suas
opuiies polticas, impostos aos eleilores forra
Prepotentes ambiciosos e deshumanos lirao
dos bens de que os esbulharara e continuam a es-
bulha-los, o uso fructo que lhes devera compe-
tir. O desamparo em que se acham, os nrnhuns
recursos da parte das autoridades incumbidas de
vigiar sobre ellos, e as qualidades naluraes quo
pela maior paite os caraderisam, fazem uecessa-
ria alguma providencia em seu beneficio. Meu-
das armas. Por islo pedio nesta occasio, e con- "*,jalguma Provldecl" eni u beuecio. Me
linuou a pedir com instancias a sua demissa?o a SSSXaJBS^J^STwSSl i reslabel?-
cimento das aldeas de villa Vicosa e boures.e nao
qual
logo.
o ministerio lodavia nao Ihe conce'deu
rae parece desvantajosa esta medida, urna vez
que alientos os diversos negocios que oceupam o
Os negocios porem iam nesse entretanto cho- ,"' a diversos negocios que oceupam o
gando laes extremos, que inspirara" a'ios mpi dS "'ZeS d1, ?r.Ph?0S. se lhes d "^em
receios de um rompimento gcral por toda a oro- u.,n.3dvKado. .u ollictiador que promova a me-
vincia. Em Sobral o juiz de direito Joao Fer- i Sa0. rwttl"K. demarcaco e conservado de
nandes Barros, rdeme sectario do senador o SUaS e[ras' e ?,ue TC1ueira ludo mais que con-
que tinha creado na sua comarca um par ido no- "T f be-ni ^T* .
moroso, insuflava-lhe as ideas exagerada* nue o A urirae,r? 'entativa de inlroduc^ao de colo-
animavam, de maneira que essas pessoa eaauel- "?3 nesla Provlncl'1 foi plenamente mallograda ;
las oulras de opinics contrarias, formaram na na0.,era?s escravos su(Ticieiiles, nao pode pro-
villa dous campos armados, que estiveram DOr 8ri,d"'a, industria, deve acanhar-se a agricultura.
-.- .. H .t,o,6sl|| vezes em termos de romper em cicotuui um m onde 'alla auxil, do liomem. Cumpre olhar
rtird"r fS CabTS d'1S COmarcns- lra "tro- N"' es.adPo o pres dente leu : ?"" ',,.nd0S COm TS'aS Un,bem d-e,le nleroS-
por fli Iicultar esta medida anda mais a reuniao oara coronel ao il> ,l n, rLMn.. 5 .. se aldoiamento
i.hia auxiliadora da polica, creada por lei'de
lodo, companhia que se formava das pessoas que
nao estavam no caso de serem guardas nacio-
naes; porque devia elh ser de pouca ou nenhu-
. na utilidade, sendo subordinada aos iuizes de
cao. Nessa conjuncin mcslraram-se paz. J
lisfeitos com elle, e chamaram-no a to-j Mostrando consecutivamente que as vistas da
-'!,! AC"selnos. em 1,JC se lralou da lei da creaco de uma colonisacao de Portugue-
i*, 1 nov ree,men zes das ilhas "ao tonm preenchidas, como e"ual.
rei de SS&! haTZV?! 7*'* **& j aSsigou,e' ,8Slima r-se su^prlmido
SfeitosS"o lo^H? 122 r,caram,Sr'aS1VllaSlleMm'ja"a' ^rroch eSourea, pelo
nXconde^Vnuful ? 1,,lPlrC4!01 "!?1,.,,/,,f,do fal^ s"PPs'o de ler-se extinguido o directorio
^hroo do W LhemJavor da lab.lKlade do dos Indios pela conslituigao ; porque, quando es-
m rabsurdi, nee I"1-0' T billas existiam. nao fallavam bracos por mo-
consoirav! ..oT'. ^T'"". '1Ue elle dico Pre!- la" >,a" aS"cullura como para
lra'" Til'1,ler,a f""-p proclamar re- as obras publicas e particulares, ao passo que ho-
fo nume o de hZorrt'g,m0nlad0f par0 SS0 cer- Je fal,ra complelaraenle pela d speisao eVxtinc-
lo numero de homens. cuins ninformre linh* ,.i h.. m..., i_j ',... __.._ .OA""j-
doa^iSde'fSo "e'm rtudetrir l 2T3SI Para coro" 1*WC$?. e deu-lhe
laiicias nnlnli- aLgra"dcs dls" colmando da forca regular, que ah se ochava
luiente reprova a idea do compa- destacada ; suspendeu do exereicio das respecli-
cujos uniformes linharn
lo numero de homens
sido apprehendidos.
Nao ha quero, ao ler lies aecusaces, nao veja
que sao destituidas de fundamento.' Entretanto,
depois do uma sessao do conselhu de ministros
o re, cedendos instancias do Sr. Libario Ro-
mano, ministro do interior, e do Sr. Pianelli,
ministro da guerra, ordenou ao conde d'Aquila
que deixasse aples. Felizmente, grecas
previdencia do miuistro brasiloiro em Pars
achava-se no porto de aples uma corveta'
cao dos mestnos Indios. Islo poslo, insta pela
calhcchese e civilisacao destes, incumbida pelo
arto addiccional s asseniblas provinciaes ; as-
sim como pela conservaco ao menos das duas vil-
las Soures e villa Vicosa, j que os bens das oulras
tinham sido invadidos, reclamando a existencia
em cada comarca de um advogado dos Indios,
para Iralar dos seus bens, em subsltuico nesla
parte dos juizes de orphos.que se acham sobre-
carregados de servico.
J consigne! o que expenden elle, e o quo
monteara bn^odZa1d,A','"!a 'V"""?^^ obrou"Vora"reacaoVoa MBSSTmmtm. en-
ninte para bordo dessa crvela. O conde em- gaiados na Europa
barcou-se lambem em um Mate a vapor que Ihe '
portence, o os dous esposos dirigiram-se pura
vas funeces o juiz de direito, assim como a di-
versas oulras autoridades e certos olciaes da
guarda nacional : cora estas medidas conseguio
reslabelecer a ordem na comarca.
tambera appareceram amcacas ou
----------- o alguma providencia mais,
que a seu respeilo decretardes, podem sor muito
proficuos incentivos para o fim a que me retiro.
Os Indios sao geralmonle doceis. humildes, obe-
dientes, religiosos e alguns mesmo amantes do
trabalho para que se olt'erocera como j vos refe-
ri, e como succede era Mecejaoa, cujo parodio
se offereceram para auxiliar as obras da malriz.
; Tirar proveito de suas boa3 disposi^es, prevenir
a lingua-
gueireiro
expedicao
:..ik .i,, i- 7 ,------r.iraiiiuuiuii-.iuiuu un uiipciiu lurco se C'iiivorla em
ino ue astado responden promptamente que o ameaca ao seu imperio das Indias Assim
orerrio franco/eslav.i iiiw.i^in i ...... .i. ,.i__' .............. _.*,. '
governo francez eslava decidido a usar do todos
us seus direilos, no Oliente. Com a mtnha cita-
(aode 1815, nao procuro, pois, louvar a cma-
ra dos Paros em detrimento do senado e do cor-
po legislativo. Pelo contrario, procuro a tradi-
:o entre as nossas assemblas deliberativas, nolo
as semelhancas entre regimens differciitos. espe-
rando sempre que o governo u o publico acaba-
o pouco a pouco por nao cempreliender mais
i especie de antipalhia que quizeram eslabele-
cer entre o governo parlamentar e o governo re-
presentativo actual. Quanlo a mira, sao gover-
nos parlamentares os que lem um parlamento;
e excellente esto simples difinico. Se lia pes-
soas para as quaes o adjectivo parlamentar quor
ducr preponderancia imperiosa do parlamento
sobre o governo ; se ha oulras para as quaes a Alm de que j se ocha ..orneada uma
palavra representativo quer dier governo onde
ouvido, ou consultado o povo representado
sera ser cnteuio-me em recusar o diccionario
dess pessoas. Elle nao se acha inserto na cons-
lituigao do 1852,
A segunda razio que faz que cu gosle de citar
a reivindicado que em 1845 os Srs. Monlaletm-
bert c l,uizol faziam do protedorado religioso da
t ranea no Oriente, que o governo francez est
presenteineiilo mui decidido a usar delle. Ttm
direito nao s como potencia europea, mas lem
anda um direilo e um dever particular, por qoe
a Franca. Elle nao acha melhor, como o Sr
i.uizolcm I85, tratar com cinco para salvar os
clirislaosdaSyriade um exterminio syslematico-
porm est promplo para obrar s. e eu o esli-
mo. F. o seu dever geral de humanidado- n
seu direito p.rlicul.rcom governo fncez Pe- I d! l^l"'^ P'" lr*MP" os sol-
ta de semelhantes desastres, o accordo curop.'-o Como dl3S? em mi",,a ulli"ia caria, o rei do
obrar na Syria de m modo promplo e e IB coz. J' mo'"e q".' ol)slar (,s,e Pas3 de Gariboldi,
Mas se o accordo europeo embaraza-se e demora-
se, estimamos saber que a Franga est decidida
Marselha onde saltaran!.' Honlcm pas
I ans de viagoni para Inglaterra a reunircm-se
ao principe e princeza de Joinvlle.
Bem se v q,la os negocios da lioliamcham-se
cada vez mais complicodos, o que a soluco nao
pode esior prxima. Sejam quaes forem as
vantagens de Garibaldi, ainda que por meio di
Iraicao elle consiga apoderar se de aples as
cousas nao estarao terminadas, porquanto ainda
llie reslana Roma com o general Lamoricire e
a Austria com o seu respeilavel exercilo Tu-
do esi, pois, ainda envolvido em trevas nesta
moxinifada revolucionaria.
O que me faz acreditar que os negocios eslo
anda longe de uma solucao definitiva que o
imperador vai fazer umn rtagem que o lora por
minias semanas afaslado do centro dos nco-
cos. "
Mojo mesmo, 23. o imperador c a irnpe-
ratriz parlan de Paris para Lyao, o de l suas
magostados derem vir a esle paiz em que me
acho visitar a Saboia, que Ihe prepara uma re-
cepcao brilhante.
Relativamente ao banco provincial, deixarei
fallar o mesmo presidente, hornera versado nes-
'* malerin de economa. Organisado cm
'?'*u..... conseguio que suas lcttras fossem rece-
bidas as eslacoes provinciaes, como moeda, e
obrigados os ernpregados, em pagamento de seus
honorarios, receb-las, o egualraente os parti-
culares que tivessera Iransacces cora a fazenda
provincial. Esle extraordinario favor, sem que
em compensacao o banco fizesse o menor sncri-
lentativas de rompimento ; e como a opposicao I .7" ao presidente se manifeslasse no Cralo por meio q> 9,SU9 defp.'los os 'ornan inuteis a si e so-
de excessos e declamaces publicas contra elle e CICuauP-subs,"ulr C01" ell"a pouco c pouco os es-
contra o ministerio, o governo mandou o teen- crav.s e chama-Ios ao servico. a que se furla-n
to Luiz Rodrigues Cgaves substituir nocommando s OCIOS03 e ociosos colonos, com que quasi sera-
do respectivo destacamento aoalferes Camilo Jos ''re i"0S P'Meote,*in- lsto UD>a 'arefa humana,
deAguiar.possoa completamente afleclaao senador I P,ollllca de ,1,,c vos na0 de(,' descuidar.
Aloncar, e que fra por elle noraeado para aquel-: a*?"et do,ba"= Provincial, S. Ese. d parle
le commando. durante a sua admnistraeo O V deixa"a elle de existir a 30 de maio, nios-
novo commandanlo tendo forte razos p'ara re- lrand-se, Pezaroso de 1ue nao houvcsse tido es-
ceiar a seducc.io do seu predecessor sobre a tro- f ostabelec,menlo bases mais solidas, nao obs-
pa do seu commando. relirou-se com ella da villa nl os a'"t,,l,os ornecidos pelos cofres proviu-
e foi estacionar na povoaoao do Joazeiro sita- V\: e unalrapnl remala o seu rotatorio mos-
da na distancio de leguas, no caminho do Cra- i Lrand0 pet'sl,no oslado das financas por meio
to para o Ico. Era seguida expedio o presidente d rfsumo do,s alan.n" dos ann,os ntenores, ta-
para esse ponto mais 30 pracas que co-n as 40 | ?A 2-,*5oaC"-de 18J7 a ^l.t* Provlnclal cra
que j elle ah linha. completara,.! 70 homens tv?^*!*399 ,re": q"e e,n 18f "ll?m,e",ou em
bem armados e municimdos ; os quaes exorcla- '* ,rs-. d? alcance- e em l:42o155 prove-
dos e s ordens d'este olTi.ial de reconhecida ha- "lenles de ,l,uls ^alisados; o que ludo som-
bilidade. restabeleceram a iranquillidade e o im- mado 1!r?d,u um quaillu' d 67:01l?>588 ris.
perio da lei. I do 1ual descontando 10:5588015 ris. imporlaii-
Dcpois de 13 mezes de uma presidencia lern- ''Ia,d,.P?8amento da divida do 1839. inclusivo a
pestuosa e cheia de embaracos, o Sr ManocJ Fe resl""".'ao do -00050J0 de res em letras, apre-
lisardo enlregou a 15 de fevreiro de 1839 a pro- ",.,2 fim ^ ann0 de.183 ura delicil d^
sidencia son successor o Dr. Joao Antonio de 5, rcis .l)en,on.slra igualmente, que sen-
Miranda, que leve de supporlar a mesma oppo- f.j!?da a roc,M!a *?** <" 6--711W17 ris
Sicao feita ao seu predecessor, opposicao anda a ,,esP? .cm rl3 '90:2869/80. devera appare-
ni3ir. muilo mais perigosa n'aquello lempo i c"r "m deuc" qufl avalia Bm W:000000 ; o qual
em consequencia do estado de fermentado em r.canido ? outros 40 contos de dficit presumivel
que se achavam as provincias do Maranh'o on- ,.Cxerclc',0 do ,8J9' a Vlsla do oslado da receita
de a rebelliao eslava no seu au-o o do Ptuliv a,le mPZ do aS03l- fara u,n hllal de 80:0003000.
onde bandos de faccinorosos percorriam em gran- e.\,?ATn-i 1"* somraados les com os..........
do numero o paiz em lodos os sentidos, tendo l^iif^* mWESS!??* r"n, dc 180 uma
estes levado a audacia ao ponto de temaran ldb:4b.}Jj2/3 re.is. que poder com eco-
contra a vida do presidente Visconde da Pama- "?nilas/eduzr-se 110 contos de ris. mas quo
nao poieru ser salisfeita sem os soccorros do po-
iliesourarta, quando lem de effecluar compras de n.liai relaedea com o Coar ; c receiava-se se-
generos e passar fundos, sujeita-se semo-! ""'ament que o juiz de direilo de Sobral se en-
mante projouo. As lottras do banco, pelo sim- I tendesse com ellos, por limitar esta comarca
pies fado de nao serem realisadas volitado do rom Piauhy pela Serra Grande
portador, e de terem circulaco toreada, perde- ; rp|> suspenso pelo Sr. "
rom o nalureza de bilheles do conflanca, e se | nuava realmente com seus manojos excitar a
Ktrnaram verdadoiro pipel moeda, que, alm dos, populaco conlra o governo ; e a opposicao em
grandes malos que sempre comsigo traz, tem o',oda a parte cliegou aos ltimos extremos"dexal-
D'epois iro a Niza, dnlli a Toulon onde so lminl.nen,,e Pori50 de ser multiplicado vontade laSa?. mas a firmeza o a energa do presidente
Jbarcaro pira ir ver a krcelia sl i oos direclores, sem que o governo possa cohibir: conliveram o sen descomediraeulo.
n_. n...:,L '. UUO UUOr nmiiuln mm innitil.i>a /%...< ,i. Km n ,hnn II., .---- L
Este liacha-
Manoel Folsardo, conli-
Todas oslas sabias ponderacos nao liveram re-
sultado algosa proveiloso, porque com asdiscus-
sos principiou novamente a tempestarle quo foi
lerrivel.
(Co/i/iiiur-e-/io).
-, ve-
so que os seus estadistas esforcam-so, no parla-
mento, por atenuar o mais que pu.-sivel os des-
mandos da Porta Ottomana c de seus agentes.
Lord Palmerston esforcava-se, nesles ltimos
das, por demonstrar que, nos negocios do Lba-
no, as provocacespartiram ludas dos Maronilas,
e que os Druzzos tinham apenas usado de repre-
salias
Quera elle por este modo diminuir o interesse
que inspiravam as victimas, e sobretudo azer
que se deixassc nicamente a Porta o cuidado da
reprossao. Esla lctica, porm, nao ser bem
succedida ; a Franca, nem a Ilussia, nem mesmo
a Allemauha admiili que se deva dcixar s autori-
dades turcas o direilo de julgarein, por si s, os
: que o phanatismo mueulmano provocou.
commis-
sao europea pata apreciar os fados : a Franca e
a Inglaterra designaram por seus comiuissario's os
Srs. Beclard, cnsul em Alexandiia, e lord Du-
forin. Os commissarios das oulras potencias reu-
nir se-hao a eslos sonliorcs
Passo agora a oceupar-mo dos negocios da lla-
na, quo se lornam cada vez mais
que Garibaldi eos seus soldados nada tenham
tonlado de serio contra o reino de aplos. Mas
a araeaga contina a estar suspensa, e todos os
das, de duas semanas a esta parle, chegam-nos
a noticia prematura dc torera os garibaldinos
desembarcado na Calabria. A oslas noli as suc-
cedem logo os desmentidos ; mas o que ha de
cato e positivo quo, no proprio porto de Mes-
Sina, acliam-se quitas centenas de barros de lo-
a especii, preparados para transportar os sol-
l.ma llotilha de sote vasos de guerra lhes ser-
vir .le escolta.
Falle era uma de minhas ultimas cartas na1
entrevista do principe regente da Prussia com o
imperador da Austria cjm Ttcplilz.
Segundo um jornal belga, ordinariamente bem
niormado, eis o que alli se conlratou:
Ioo principe regente e o imperador compro-
melteram-se a manler, quanlo queslo do Ori-
ente o tratado de Paris do 30 de marco de 185G,
a impedir tudo o que se pos3a fazer no sentido
de destruir a inlegridade do imperio ollomano,
e a eolen lerem-se sobre este ponto com o gabi-
nete de Londres;
i"sobre a queslao interior da Allemauha, a
Austria fez notaveis concesses, especialmente
no ponto do vista militar; compromelleu-ae
alm disso a se nao.oppor .lo forma alguma s
roformis liberaes personificadas na poltica da
Prussia ;
3relativamente aos negocios da Italia, o
principo di Prussia reconheceu que a posse 'da
Venecia era do uma importancia real para a
Austria; mas nada so comprometido a este res-
peilo uma vez que o movimento italiano se limi-
tes, posto ; lava aos Italianos. So. porm, uma potencia
eslrangeira lomasse parlo nelle. o principo re-
gente auxiliara a Austria com os exercilos prus-
sia nos ;
4oo principe regente obrigou-se a empre-
gar os seus bons ollicios e sua iiifluenda pes-
soal para tiazor o imperador Alexandre da Bus-
sia a uma roconeiliaQao cora a Austria.
U Constitucional desta manha pe em du-
vda a exaclidao dessas revelaces ; mas en le-
nho razos para crer que ha muita verdade na
a obrar s, chamando" todos, nao esperando por
iniiguem, por que onde corro sanguo, a huma-
nidade nao pode esperar.
Os nossos leilores icrao que as citaces de ou-
U ora vindas do Guizot, Thiers e Monialembrrl
lem a vanlagem de explicar o presente c do con-
lirma-lo ern voz da conlradizfi-lo Elles nos per-
miturao pois de reservar anda para o nosso pro-
umo artigo alguns extractos que hao dc teslimu-
nhar a connexo e persistencia da poltica fran-
ceza no Oriente.
Sainl-MarcGrardn.
(Le Tournal des D'ebats.)
H. Duperron.
Paris, 3 de agosto de iWt;o.
Sr. redactor.Com quinto esla minha carta
seja datada de Paris, o que fiz para que os leilo-
res do Diano saibam que o velho correspon-
dente daquella cidsdo quem escreve, acho-me
todava de presente em Aix-les-B.iins, a cenlo e
.incenla legoaa dislanie do Paris. no departa-
mento novo da Saboia, onde se rene lodos os
anuos, na estacao calmosa do esli, ura numero
avullado de pessoas para lomar banhos e distra-
lnr-se. Como os mais. vim procurar a dislracco
e o repouso lao necessarios aos obreiros da in-
lolligcncia, e dar ao raesmo lempo alguns pas-
seioscomo Iralamento preventivo contra as af-
lecces dos bronchios, que sinto caneados no
correr do invern.
Mas, a despoito de oslar assim afastado daquella
minha residencia habitad, mesmo d'qui, em
consequencia da rapidez das communicacoes.
me em estado de dar noticia de todos os
mas nao o pode conseguir. K entretanto veia-se
o que succedeu :Assegura-so que foi dirigida
do gabioete de Vienna ao de Turim uma nota
declarando que no caso de ataque dos estados
contirientacs do rei de aplos por Garibaldi, o
governo austraco eslava resolvido a intervir por
meio das armas o a prestar todo o auxilio ao "u-
verno das uas Sicilias.
Semclhuntc doclarago cra para dar que pen-
sar ao Sr. de Cavour, e diz-se que foi por causa
dnso quo Vctor Eramanuel escreveu a carta a
Garibaldi, convidando-o a suspender as opera-
coes conlra o continente napolitano.
Apesarde ler recusado annuir aos eonsclhos
do rei, Garibaldi parece no entretanto muilo
preoecupado com essa ameaca, que augmenta
consideravelmetite as diTiculd'ades de sua em-
preza, e deste modo quo se pode explicar a
sua hesitaco.
Os agentes de Garibaldi. na alta Italia, tinham
preparado uma expedido conlra os Estados Pon-
tificios, c haviam convocado a invento de italiana
loo fcil em inflammar-se. J se achavam reu-
nidos em Genova muitos mil voluntarios, proce-
dentes com mais particularidade da Voneca e da
Lombardia, os quaes esperavam anciosos pelo
signal da partida. Mos o Sr. de Cavour ossus-
ou-sc. Atacar o Papa era nao s atacar cm
todo o orbe calholiro oscniiraento christo, co-
mo lambem indispr a Franga, que se encarre-
gou da guarda e defeza do Papa na cidado do
Roma, c foinecer Austria uma occasio de in-
tervir. Atlendondo talvez a eslas consideraces,
o gabinete piemontez moslrou-so vigoroso'afim
de se nao deixar dosvairar pela revolucao. O
ministro do interior, Sr. Farini, apreselou-se
em Genova, centro das reunios do voluntarios,
para enlender-se cora o Sr. Bortani, principal
agente de Garibaldi, e por meio do promessas
de amcacas alcancou delle a soguranca de q
yerso do jornal belga, quo oidiuari imenle
informado polo diplmala russo.
No fim do mez parlo para Paris, e a minha
seguinle carta ser escripia naquella capital.
par alBum6 feS iS*; S aCaS me esca-|ae nass alcancou delle a soguranca de que
do Droi mo 1 m. "i6' a ,corrMPnd6IICa nao se "-eaHsaria a expedicao conlra s Eslios
lia duTordeqi dVh?[ *"" ^ Pon.ificios. Os voluntarios que se destinav.m a
Unuam a Ser !iieri?PM-nlM que-co2- e,ffec,"-'a fora<" aviados para a Sicilia, onde
urna narte os^ ne"orin h,?|0 PUbli''^ e Sao de Garibaldi far o quo quizer.
"^r^^^^^^^llj^^!- Siena, acha-se muilo agitada. O
que ha: H
A-lm UWv da nuf C"-rlaS anleriros. linha eu .
irangeiros dbSuli, encarregado dos plenos po-
deros de seu soberano, se aprosontra em Bey-
roulh e fra dalli para Damasco aflm de inflingir
aos autores e cmplices dos morticinios um casii-
go exeroplar.
Todos se queixim geraltrente da extrema fra-
govano lem passado por grandes trabalhos para
organisa-la. Garibaldi dirige proclaraaQos sen-
tiraentaes s damas sicilianas ; mas os seus mi-
que presle, e as suas
ordens quasi que ninguem as executa. Crisp,
ultra-mizzinista, detestado pela classe media ;
mas o general revolucionario oo quer abando-
nar o seu pariido. Presento ou ausente. Maz-
zini sempre em lodo o caso a alma da empreza
da untilcacao da Italia, quo elle lom pregado du-
qualquer emissao, que inundando o mercado de | Era agosto abri elle a assembla provincial
papel desacreditado, promova a diminuico dos com um relalorio cheio de pensronlos muiju-
valores nlrados nos cofres provinciaes, empeiore ''
a forte dos ernpregados, occasiono oscillaces
as lo i lunas particulares, e estabelega conlra a
diciosos, do conselhos prudentes e do vistas rui
exactas sobre o estado da
necessidades.
PERNAMBUCQ.
REVISTA PIARA.
Prbgsezia de S. Jos.Nesla freguezia ul-
A par disto, abunda as mesmas censuras do
seu predecessor sobre a divisao da secretaria do
governo em duas secces, lendo por chefes a pri-
mara o secretario do governo. e a segunda o
ajudante de ordens do presidente ; lastima a
desnarmonia que reinou enlrc sou antecessor e
a assembla ; communica os cuidados que Ihe
causaram os movimentos do Piauhy, cujos revol-
tosos denominados Ualaios pareciam amcarar a
cmara de Sobral, o que molivou sua id i i essa
villa cora alguma forca. leudo ah dado as preci-
sas providencias, o apoz seu regresso deixado um
respeilavel destacamento e officiaes de confianza
para auxiliarem as autoridades; qoeixe-ae amar-
gamente do oslado de ignorancia e das arbitra-
riedades pralicadas pela judicatura.
rovincia um cambio cada vez maisdesfavoravel.
Nada receio dos ernpregados. queso teem mos-
trado zelosos de acreditar o banco mas a di-
reccao muda, o seus inleresses a impeliera
multiplicar empreslimos para tornar mais avul-
lado o dividendo. O banco lem deixado de rea-
lisar suas lellras, pedindo prazos uns o recu-
sando pagar outros. Semelhante fado impor-
ta uma bancarrota, e esta idea tem calado tanto
na populaco, que apenas na cidade do Aracoiy
corran as notas, e somenle entre a ihesoureria
e as pessoas que com olla teem iransacces.
Sob laes impresses, pode a adopeo de medi-
das urgentes, quor annullando a le de 3 de se-
tembro de ls3b' que o creou, quer revendo os es-
laiulos para remover o mal ou alalha-lo ; por-
que, continua S. Exc, simples leilura dos cita-
dos estatutos, podia-se afoutamente predizer que
o banco em pouco lempo deixaria de satisfacer
seus__cmpenhos.Com ura fundo cerca de 60contos
de ris.empreslou 170 contos sugeilos que os re-
duziram capitaes fixos, edificando casas, ou
empregando-os em arremalaces, de qoe nao se
poda tirar resultado sono no fim de tres annos |mi'T'b7'ZZZrZZT'. ,"u1'".""" lv'; u'l"e
Assim, emittindo o banco quasi o triplo deseos f, -f "? for-as,par.a reS'!lar'sar aadm.n.s-
fundos. nao podendo realis^r so'nma alguma po e3tto m^aSS. T T'6. ^
lao longo prazo. via-se toreado fazer face o- Za nara LIZr Z. L, r de.,mO'os
das as circumslancias que occorriam. com a quao- !,?!,=?,,, i' Sltaa ?lVuA "-'l c ec"
lia que entrn principio para osseuscofr* A.' ,^ -' ""1 >,res"le1m ma,s Palxoes P'
grande emissao. em relaco s fon- dr ac do 2S2! '"'esses .particulares do que as ne-
cear, tornou intil nao pequeo soLa de ^MS/8d?'TSida "'"1,"31"^0-
dulas geraes. que procurarara logo sahidanara ', S,obrea ca,echeso d^s Indios, trasladara tex-
Pornambuco e oulras pro v a e eseescoa-! ,^ T ^'V"',0 lrCCh' l'"e lanl tem de
memo elevou-se tanto que com grande ollR- Jud,c" 'l3nll> de '"^"co :
cuidado se encontrara sedulas para pagamento Nos sitios que servem de limites esta pro-
as eslacoes geraes. alguma das i vincia cora a da Parahyba e Pernambuco. no ler-
provincia e de suasj imanao.se apurac.io d'osvotospara" vereadore's[
l rosoli.ni o seguinle :
Dr Antonio Vicente do NascImentoFeitoza
Manoel do Nascimento da Cosa Monleiro
Dr. Filippe Carneiro de Olinda Campello-
Foliciano Joaquim dos Santos............
Baro do l.ivramonlo....................
Thomaz d'Aquino Fonsoca................
Fernando Pranciseo d'Aguiar Montarroyos
Jos Carlos Teixeira......................
Francisco Accioli de Gouveia Lins........
Luiz Francisco do Barros Bego...........
Mano.d Joaquim do Boga Barros.........
Ilodolpho Joo Barata d'Almeida.........
Manoel Joaquim Ferroira Esteves.........
Joaquim Lucio Monleiro da Franca ......
Gustavo Jos do Rogo....................
Antonio Jos de Olieira..................
..., o p.awMraaa urm jmncaiura, particular- --'."...o jure no wuveira..................
monte pelos juizes de paz o pelos juizes munici-: Simplicio Jos de Mello..................
paese do orphos, que lem excitado contra si o. Justino Pereira de Parias................
clamor geral e a renrovaco de toda a populaco ; Sn*A r-"'"!n Aa ""
arge a inaccao e a immoralidade deslos juizes
de ser a cansa dos criminosos andarem impunes,
o dos devedores da fazenda n.io pagarem o que
devem, porque a assembla provincial fez o que
Eshoco histrico sobre a provincia
to Cear pelo Dr. Tlieberge.
(Conlinuacao do n. 210)
Nesse atino, houve na provincia, urna grande
talla de ocreaes. de modo que. do ltio de Janeiro
mandaran!-se soccorros em farinha no valor de
mais do 10 conlos de ris.
O vice-presidpnte Joo Facundo, s esleve
lesla dos negocios durante 15 dias, no fim dos
quaes, entrego;, a 16 do mesmo mez de dezem-
bro, a administracao ao novo presidente Manoel
Felizardn de Souza e Mello, que sendo animado
de opimns polticas diamelralmenlc opposlas s
do seu predecessor, nao resisti sempre ao de-
sojo de destruir ou contrariar os seus lei los.
Em novembro, tulfam chegado das ilhas dos
Acores, 120 colonos ahi engajados, os quaes
foram distribuidos por dilorentes cidados cm
viriudedo19do art. 1." da lei do26do'no-
vembro de 1830 O presidente no relalorio que
lez a assembla, cora referencia elles diz que
todas as pessoas que os tomaram, liveram logo
motivos de se arrependerera disto ; o que ailri-
buia a terem sido elles escolhidos pelo capilo
do navio que os Irouxe. ntreos vadios, reos de
polica o perdidos; mas, a verdadeira causa de
semelhante resultado, nao foi oulra seno o te-
rem sido osles homens assim entregues parti-
culares incumbidos de servicos domsticos
eguaes aos que se exigem dos escravos; o qu
esta por corto mu longe do que se emendo por
colonisacao. Elles recusaram-se a servir como
escravos, e abandonaran! seguidamente os seus
amos antes dn terem pago as despezas por estes
adianladas; eTcilos quo sempre so manifestar
loda a vez que a colonisacao for entendida c de-
senvolvida em sua pratica por semelhante modo.
O syslema de colonisacao seguido hoje no sul
do imperio, por seus resultados vantajosos, prova
sem replica que o erro, de que proveio aquelle
inconveniente, parti meramente do governo
que quiz estabelecer no Cear, antes uma escra-
valura de homens brancos, do que um verda-
deira colonisacao.
Em virtude da lei de 12 de solembro dc 1830
foi o hachare! Marcos Antonio de Macedo, man-
dado Europa eogajsr cincoenla colonos ades-
trados na feilura de estradas; e cm Janeiro de
1838 chegaram dezesseis arii.:;os destes, que o
quaes. por um criminoso abuso recebia tambem
notas do banco. Tem de entrar para o Ihesou-
raria geral cerca dc sessenta contos do ris, pro-
venientes de empreslimos feilos debaixo de di-
versos lilulos, c dilRcil se lorna semelhante en-
mo do Jardira erra uma tribu india (os Chocas,
em distancia de 6 a 8 leguas da referida villa, os
quaes fazem innuraeros prejuizos aos criadores
da vizinhanen. Tem-se feilo loda a diligencia
para 3ldeia-los e civilisa-los, mas baldos lem
430
430
423
417
412
ol
399
397
397
234
231
220
217
217
187
159
121
ns
92
76
. -- ----- ................. o cu- k-.u ..UCI.1-IUS a viniisa-ios, mas Dataos lem
irada falla de sedulas, tendo oslas o agio de j sido lodos os esforcos paro esle fim ernpregados.
H por cenlo. o devendo-so elevar muilo mais. J em 1809 polo governo de Pernambuco foi
logo que a thcsouraria gral o runipra cora o seu mandodo-Frei Angelo, traje dj Ponha para o tim
dever. fazendo execntar os devedores.... j de caiechiso-los, e depois de ler-se zlosamenle
Tratando das obras publicas, declara ler feito adicado a lo louvavel commisso, apenas os
o possivel para fornecer do agua potavel a pepo- Pde conservar alguns mezes cra aldeia O mes-
bcao da cidado, concerlondo o chafariz da Prai- ,nc tentaram, mas debalde alguns cidados do
nha, obra do governador M. I. deSampaio, cons- Jard'm. O terreno que habitara nao lhes oltVre-
iruindo a cacimba do povo, e provendo de uma
bomba e de um tanque de ferro e quanlo ao cha-;
fariz do palacio, que se achura sem prestimo,
aceresceata que os facultativos consull'ados so-
bre a qualidade da respectiva agua, declararam
ser m. e que por isto nao lralou de o concertar,
esperando oulro exame
ce comniodidades para a vida : vivera da pesca
e do raca, e naquelles sitios nao ha logos, nem
nos, nem abundancia de cago, chegando apenas
para o tabaco de que sao "moito apaixonados o
pouco mel e cera que apanham, d'ondo sededuz
nao haver vantagem alguma que os convide para Joao Francisco do"Bego Maia
aldeiarem-se.tondo sido estas as vistas do refer-. Joaquim Lucio Uonlaro da Franca'.'.'.'.'.'.
do Sacerdote. Cllia delicailp? o nrniioneia no mu. : rr M.I.A. r._.:__i, n___,_. .
Jos Osario de Mello...
Dr. Ignacio Firmo Xavier.................
Dr. Augusto Carneiro Monleiro da Silva
San los v................................
fOO Francisco do Bogo Maia.............
Francisco de Miranda Leal Seve........
Baro de Muribeca........................
Prbsubzm os Boa-Vista. O resultado da
apuraco o seguinle :
Manoel do Nascimento da Cosa Monleiro .
Baro do Livramento....................
Dr. Antonio Vicente do Nascimento Fei-
toza.....................................
Thomaz do A quino Fonsoca..............
Francisco Accioli de Goveia Lins.........
Feliciano Joaquim dos Santos...........
Dr. Felippe Carneiro de Olinda Campello.
Jos Carlos Teixeira......................
Francisco de Miranda Leal Seve........
Jos Mana Freir Gamoiro...............
Manoel Joaqnim do Rogo e Albuqucrquc.
Gustavo Jos do Rpgo....................
Fernando Francisco de Aguiar Montar-
royos..................................
Simplicio Jos de Mello..................
Luiz Francisco de Barros Rogo..........
Antonio Marques de Amorim.............
Jos Joaquim Antunes....................
Jos Cosario de Azevedo..................
Rodolpho Joo Barata de Almeida.......
Manoel Goncalves da Silva Jnior........
Justino Pereira do Faria.................
Dr. Ignacio Firmo Xavier................
Antonio Jos do Olivoira.................
Joaquim de Almeida Pinto................
Dr. Angelo Henriquos da Silva
76
70
70
48
4J0
43 i
426
411
399
395
394
373
36i
350
347
36
_--------- oluu ,;,., us ,1S,S uo reieri-. joaquim i.ueio .MonLiro da Franca.. ..
! do sacerdole, cuja delicadeza e prudencia os con- Dr. Nabor Carneiro B. Cavalcanli.....
,: liveram. romo disse. por pouco temqo reunidos: Francisco Antonio Pereira da Silva '.."..
S na Baixa-Vorde. F. cuta n uM iri..> .. ~. n....... .____:_.____ ."* .
Combate a idea da estrada da capilal ao Ico
!'aP ^nuHLl6'0..5-h- ,Cdd*,B,?S 6 fa,l,f naBaixa-Verde. E' esta a ..ica Irib queme
de norVlli Xi^ -'JUd,CT"men,e n1ue,,,a PEUado existir nesla provincia, e que me iafor-
de por (lia chamar o commcrcio para a capital, mam constar de 25 homens dc arco alm rio
quando palpavel que o porto natural do Ico mulheres o meninoT. bem que rta a'ntuTdade
tua. o^ ^ e^r.eerntZrao0odsai:Xr,len,r,eStr'lda ST d'e"a pe, PMl ne-clinTcrer quo mui
o r o Jaguaribe ma,or deve s seu "mero.B (Beleva no-
No artigo fi, anca, oi., 4. .k l,arq'10 J na,lue,le lemP 9a tavam muilos
icas, quejxa-so da thesouraria delles. como -eriflquoi uliimaraenie, ouvindo
que. creada pela lei n. 32 do 1836. o s come-
cando ler exereicio no 1. de julho dc 1837 nao
lem com ludo trazido a escripturaco em dia.
Este relalorio cheio de vistas profundas e de
pensamentosemminenlemenle judiciosas, poslo
quo algumas vezes se resinla de alguma reaeco
conlra as obras do senador Alencar.produzio pouca
impressono animo da assembla, com posta em
goral de crealuras e amigos do dito senador : a
conlar no lugar diversos casos desles por teste-
munhas oculares.)
A razao ea humanidade exigem que chame-
mos estes infelizos ao seio da religiao e da socie-
dade. Elles conhecem e vem frequentemente
os nossos homens ; ellos lem idea de um aldeia-
raento ou de urna povoaco : e visto que a ingra -
tidao dos lugares por onde erram nao lolera
bro declarou-se em opposicao abe la S J E^ Gameiro........ .....
bro declarou-se cm opposicao aborta pelo moti-
vo de ser negada a sanreo uma lei julgada il-
egal. Despenado por isloadoptou novamente a
lei, com a maioria do dous tercos dos votos al-
lerando-lhe porem sempre alguma cousa no 'con-
texto primitivo ; o como o presidente se recu-
sasso a manda-la publicar e execular razo
da llegalidade nao obsianle a olteraco que
nella haviam feilo nesta segunda opreaeiita-
fao, a assembla mandou publica-la por ser pre-
sidente e expedio ordem a todas as autoridades
da provincia, afim de prem-na em execuco
sem embargo das ordens era conlrario do presi-
- r.-.-- ,-..,.,........._......!,,..,.,,,. .,,iid rreir uam
nao ousam trocar pelos dissabores da sociedade,; Feliciano Joaquim dos
cria rnoii Antnn/nr n---- ^__ v UJ
335
316
29 i
276
22
222
196
87
5i
53
39
21
18
8
8
8
5
Damos o seguinle resumo da votaco apu-
rada para vereadoros da cmara desla cidade,
com exeluso das froguezias do Sanio Antonio e
S. Lourenco da Malla :
Luiz Francisco dc Barros Bego.......... 3246
Manoel Joaquim do Bego e Albuquerque. 907$
Roiolpho Joo Barata de Almeida...... 2705
Gustavo Jos do Bego.................... 29i
Jos Cesario de Mello.................,,[ 2558
Dr. Angelo Henriques da Silva___...... 2175
Manoel do Nascimento da Cos'ta Monleiro. 1989
Francisco Miranda Leal Seve............. 1981
Dr. Antonio Vicente do Nascimenlo Fei-
losa..................................... 1964
Simplicio Jos de Mello.................. 1810
Francisco Accioli de Gouveia Lins...... 1774
Thomaz de Aquino Fonseca.............. 1733
1729
1636
seria meu entender que os acenassemos com o
Evangelho, com afagos e com todos os meios
possiveis para chama-Ios villa do Jardim, on-
de se curasse da sua sustentacao e civilisacao.
necessaiia uma misso, sao ecessarias despe-
zas ; mas o objeele lao justo, motiva tanto in-
teresse e sympalhias, quo me persuado oceupar
por alguns instantes a vossa altenco.
Que importa, porm, senhores,' que arranque-
mos cslesinfehzes dos serios em que vagan se
porveniura Ibes nao offerecermos vanlag-ns que
os nao facam arrepender da permuta. Se hao de
Santos..........
fin colts nssrsom sa ssrsrasi- s
Jos Carlos Teixeira......................
Baro do Livramento.....................
Fernando Francisco d'Aguiar Montarroyos
Justino Pereira de Faria ....... ........
Joao Francisco do Rogo Maia............
Amonio Jos de Oliveira..................
Francisco Antonio Pereira da Silva.......
Manoel Goncalves da Silva Jnior........
Dr. Ignacio Firmo Xavier................
Joaquim Lucio Monleiro da Franca......! 457
Joaqui-n de Almeida Pinto.............. 453
Jos Joaquim Antunes.................... 389
Honlem recomecaram os trabalhos eleito
1573
1515
1505
140*
1334
1235
984
752
616
573
>



DIARIO DE PERNAMICO. TERCA PA 18 DR SETEMBRO DE 1*60.
raes itesta fceguezia de Sanio Antonio, que lia-
viara silo adiados; antes porm da mesa dar
principio, os dous membros da opposicao, que
dalla faziain parte, dingiram-se a S. Esc. pedin-
do-lhe providencias que os garantisse.
A essa reelamacao, o Eira. Sr. presidente as-
scverou-lhes quo daria as convenientes ordens;
as quaes effeciivanicntc expeio a mesa eleiloral
no sentido da requis^io e em face da lei respec-
tiva.
Se ni embargo, porm, desta salisfaco que por
S Exc. foi dada aquella reelamacao, s referidos
mesados em seu regresso lendo sido convidados
pelo presidente da mesa a virem dar comeco aos
trahalhos, dcixarara-se ficar fora, sem quererem
preslar-sc abertura do cofre. Nesta ronjunclu-
ra, o Sr. Epamiiioudas designou para substituir
aos dous mesarios os Srs. Joaquim Francisco
Torres G.ilindo e Pedro de Alcntara Monte Lima ;
e em seguida fez forcar a fechadura d'aquelle
cofre, cuja chave eslava em miios dos referidos
u LAPACHOS.
Um requerimento de Caelano Gyriaco da Cosa
Moreirn, officiado pelo senhor desembargador fis-
cal, replicando do despacho de 14 de junho ulti-
mo.Deferido na forma do parecer fiscal.
Outro de Gaspar Antonio Vieira Guimares e
Jos Gomes Villar, tambera officiado. pedindo o
registro do sen contrato social.Registre-se.
Outro do mesrao, e Francisco da Silvs Fonse-
ca, igualmente officiado, pedindo o registro do
seu contrato social.Regfslre-se.
Outro de Victorino Domingos Al ves Maia, pe-
dindo registrar a escriptura de hypotheca que
aju rita.Regislre-se.
Oulro de Claudio Dubeux, pedindo moratoria.
Nomeia para syndicantes os crelores Adimson
Howie & Companhia e Prente Vianna & Com-
panhia, para verificaren! a exactido do balando
mar-so Jo paulo a que quena chegar, e 8- pae-
sagem Ihe era embargada e embarazada com a-
quelles projecti. Foi entoque algumas espal-
deiradas foram dadas nos que assim procedern).
I.ogo, conclue o orgu da ordem constitucional',
foi ospaldeirado c pisado a ps de cavallos o di-
reito do voto livre.
Nao ; forara reprimidos somenle os que aggro-
diam a tropa, e ci queriam que ella chegasse,ao
lugar era que deria velar pelo Iranquillidad o
manter a ordem,como lodos viram.
E' que no conceito dos boletinistas .eleitoraes,
jogar fundos de garrafas e pedras contra a turca
publica que nao offendia a uinguem, exercer o
direilo do voto livre.
Depois desse artigo de fun lo. 16 -se um pro-
testo feilo anteo publico, deduziJo em 15 arli-
gos, por cidadaos moradores e votantes da fre-
guezia de patito Anto, que ouvindo dizer que
Publicaces a pedido.
apresentado, vista dos livros e papis que o im-
petrante lhes devo facultar no seu escriptorio e havia baruVho na matriz, lomaran) tal medo, que
remellcr ao juiz especial do commercio para pro- era l foram, e retiram-se para as suas casas,
. proseguindo assim STMUmjtMi der gencias dos arligos 893 e 900 do co- ; esperando que um dia vira que o governo seja
leal. Eise protesto, manifest, represeulacao, ou
loria de inqui- como mellior nomo haja, < st assignado por pes-
pedida pelo | soas rauito conhecidas tanto nesta, como na ci-
Foi noraeado 3* sapalcntc do subdelegado!tribunal d-> commercio de Himburgo, ao desia
desta frogue/.ia do Santo Antonio o Sr. Jovino provincia.Sellados, voltem.
Nada mais houve.
Felicilacoo que deixoudeser proferida em vir-
lude da hora, sociedade Recreio- LiMerario e
Beneficente por ocrasi&o da sua installaco no
palacete da ra da Praia no dia 2: do regente
mez, pelo esludanle do lanno da faculdade de
direito ARdi C de Albuquerque.
Meu senhores! -
Convidado por um dos illustrc3 membros.
que faz parle dcsta soriedade. para aseisiir ao
raagestoso dia da sua installacta julguei indis-
pensaveldhser-vos duns palavras.
Km primeim lugar dir-vos-hei que, todas as
vezes que vejo jnrens esperanzosos, come vos,
emprehendendo congas desl) ordem, enrho-me
de onlhusiasmo e faz-me dispertar a idea de pro-
gresso que pouco pouco se ra espargindo pela
5 a meia horas da tarde, em que ultimou-se a se- "'8 commercial.
gunda chamada sem inlervonco da opposicao Auloamento de urna carta precaton:
que relirou-se. r,'-:'lu testemunhas, cx-ofiicio, exr.
Carneiro Machado Rios.
Este senhor acha-se j em exercicio.
Chamamos a siria allonco da competente
autoridado para a falla do seguranca de proprie-
daleque vaj pela Torre, onde os larapios v.o
seu salvo apropriando-se do alheio, serviudo-
II.es ludo quanlo podem apanhar, desde a galli-
uha at o carado.
No correr da semana passada nessa loralidade,
torearan a taberna do Sr. Caneca, e della rouba- aberta a sessao ; e
SESSAO JUDICIARIA EM 17 DE SETEMBRO.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADO!
S01ZA.
Ao meio-dia, achando-se prsenles os Se-
uhores desembargadores Villares e Silva Gui-
mares, e os senhores deputados Lemos, Basto,
dade da Victoria, sobresahindo entre ellas os Srs.
Joo Thom, Pelro Goncalves, Marcos Gomes,
Jos Ferreira, Manoel Pereira, Jos Francisco,
Joo Jos de Espirito Santo, etc etc. O Sr. Dr.
Pedro Beltro, que 6 o autor e motor de um tal
documento, leve a modestia de assigoar em ul-
timo lugar. E' das sagradas ledras :
Os ltimos serao os primeiros, e os primeiros
sero os ltimos.
Huje nao vem mais extracto dos debates lia-
ra m differenles objecios de mais ou menos valor,
sem que se techa descoberlo o autor ou autores
J sse atrevido roubo, quo deu-se por meio de
deslelliamenlo da respectiva casa.
E' preciso mais alguma acliwdadc, quo garan- '
ta a presencio de laes actos criminosos, que af-:
foctam lio directamente propriedade ; preciso
que, 'i lando ha urna populaco ociosa em parte, |
que leva o dia a dormir para velar a noite, se le- <
nha urna vigilancia mais perspicaz, que antes
provina o crime do que o puna depoisde perpe- j
trado.
No Diario de hontcm viram os leilores o j
artiga do Sr. Dr. Sabino acerco da sua invonro
do agitador dynamico, por meio do qual facilita-
se grandemente a preparacao dos medicamentos
homeopalhicos.
E' a mecnica dando as mo? pharmacia ho-
meopathica, que por tal arte adianta-se em per-
feicao pralica.
Pela descripro que faz o Sr. Dr. Sabino acer-
ca do seu invento, resallara as vantagens delle
provenientes ; e nos rongratulamo-nos com esse
nosso dislincto paliicio, que mesino duenle nao
deixa de Irabalhai era favor da sciencia o da hu-
manuladr-, s quaes com deroQo lera dedicado
suas vigilias e seus esforros.
Informam-nos que no becco do Quialio, na
Boa-Vista, ha um prelo que cosluma a castigar a
um filho de modo verdadeiramente brbaro ; o
que anda sabbado ultimo leve lugar, durando a
Qagellaco enlao por mais de urna hora, com in
commodo dos vizinhos, alin da barbaridade do
aelo.
Reclamamos porlanto alguma atlenco da au-
toridade publica, para que seja evilada essa pra-
tica selvagem de castigo infligido urna crianca,
que, por mais que mereca urna punieo seus
mos feitos, nao deve ella ullrspassar os limites
do urna correccao racional e proporcionada.
No da 13 o Instituto Pi c Luterano pro-
cedeu a eIei';'o do conselho e coraroisaes que
(eni defunecionar de selerabro a marco viudou-
ro, cojo resollado foi o seguinte:
Presidente.Manoel Paulino Cesar Loureiro.
Vco-presidunte. Joao Adolplio Ribeiro da
Silva.
1." Secretario.Allino Rodrigues Pimenta.
2. Secretario.Joo Baplista de Siqueira Ca-
valcanti.
Orador.Epifanio Jos da Rocha Riltancourl.
Adj'into de orador.Francisco Ridrigues Soa-
res.
Thesoureiro.Francisco Jos de Souza.
Bibliothccario,Sesostris Silrio deUoraes Sar-
ment.
Vogaes.
Antonia Paulino Caralcanti.
Manuel Rernardina Vieira Carateanti.
Caelano Mara de Parias Nevos.
Jos Elysou de Cnrvalho.
I.uz Pereira Sodr Jnior.
Antonio Venancio Cavalcanti.
Manoel Barata de Oliveira Mello.
Benedicto Marques da Silva Accauan.
Luis Antonio Ferreira Sonto Jnior.
Antonio Carlos Damasceno.
Demetrio Jos Teixeira.
6 Ju Relami de Oliveira Nobrega.
Uontem efectivamente celebraram-so na!
matriz do Corpo Santo as seie missas mandadas
1 dizer pelo Sr. commandaute da estacao e seus ;
ofllciaes pelas almas dos nufragos do Calliope.'
Assistiram ellas nao s os dilus officiaes, co-I
mo parte da guarnicao de cada ura dos navios de i
guerra surios no porto.
O novo hiato, construido no arsenal demari-l
alia desla provincia loi denominado Rio Formoso, '
C ica er.corporado eslaco naval.
Vai armar em guerra pascando para elle a
Reg e Silvcira, o senhor presidente declarou vidos na rclaco. apezar do contina do numero
foi lida e approvada a acta anterior. Tinhs de chegar a vez do Sr. desem-
bargador Figueira, que por uo ter o curso de
archileclo-raedidoro, uo soube fazer applirar;ao
na sessao da geometra que aprendeu no lempo de casra-
i bulho. Por isso escusado saber-se o que elle
appella- J disso.
Em compensado vem o boletim de S. Jos. E
da anterior.
IlLGAMENTOS.
Foi assignado o accordao proferido
passada na appellacao entre partes :
Appellante, Candido Vieira Vianna
do, Frederico Hasselman.
ppellanles, o presidente e directores da caixa que phrase polida que elle conlm O presiden-
filial do banco do Brasil nesta provincia ; appel-
lados. N. O. Bicber 4 C. e J. Keller & C
Mandaram-se chamar os Srs. depulados sup-
plonles inmediatos para a prxima sessao.
Appellante, Tiburcio Valeriano Baplista ; ap-
pellada, D. Archaugela Mara Ramos e Silva e
outros.
Foi designado o primeiro dia til.
TASSACENS.
Appellante, Filippe Nery Alfonso Ferreira e ou-
tros ; appcllado, Jos Gabriel Pereira de Lyra.
Do Sr. desembargado!- Villares ao Sr. desembar-,
gador Silva Guimares.
le da mesa um ente desprezivcl, que est
fazendo urna velhacaria iao infame como ello
(E os dous liberaes que eslo na mesa, que pa-
pel represenlam?) Isio que linguagem de
urna folha o do um partido que se preza, e nao
como a do lenrol do Diario !
Ao boletim segu o Sr. Elisio da Fonscca, que
pelo que mostra anda ancioso por mostrar-se, e
assim cometa urna mal cabida resposta ao
que hontem dissemos acerca da eleico do
Poco :
Seinpre penscique o modo por que proced
durante o processo eleitoral da freguesa do Po-
2-barrica rame de Ierro; a i. A. da Silva
Guimares.
Weaiwa-trastes, tinta, bonetes, etc.; a Ama-
ral Ah-rs & e.
1 caira- ma-rroqnins ; a Rothe & Bidoulac.
1 dita conservas : a J. Praeger & C.
1 dita reogios ; a A. J. Paria.
1 dila instrumentos e msica ; a T. Bastos.
1 dita ohjeelo de costaba, 1 dila quadros dou-
rodos ; a Sou'/n Franco.
9 volumes-requifes, clcheles, bengalas, miu-
dezas, ele ; a Vaz & Leal.
28 ditas camfteiros, vidros, porcellan, etc ; a
Frigozo & Val*.
9 ditas trastes, chapeos e roupa ; n Ramos Du-
pratA C.
25 barr.s c 50 meios manteiga ; a Bastos & Lo-
mos.
40 ditos e 40 dilos dila, 40 fardos papel ; a J.
bella trra da Santa Cruz. Eu, p'ois, applaudo ; M. da Rosa.
com vosco, este dia tao memoravel, e a idea1 10 barris e 40'Oteios manteiga; a Si Lcito.
grandiosa de que vos achaes possuidos. 1 barrica vinho ; a G. Cazn.
Em segunJo lugar dir-vos-hei que urna- so- I 7 caixas couros-; a J. Power & C.
ciedad-! que se compe de membros como vos, e I 9 voluntes fazenda de sed, de algndao, por-
que tem por fim desempenhar urna missao tao : collana, crystaes, ele, 1 einbrulhu amostras; a
all c importante, tal como esta do Recreio Lil- Dammayer & Caminho.
terario e Beneficente, nao poderia doizar de en-
cerrar em seu seio um merabro, cujo mrito c
illustrac,ao vos honra a toda a prora.
Isio senhores nada mais significa do que a
esculla que ti/.estes do lllm. Sr. Dr. Jos Lou-
Monsenhor Francisco Muniz Tarares.
Aalonio Jos Gomes do Correio.
Commendador Jos Pires Ferreira.
Commendador Joao Pinto da Lemos Jnior.
Exm conselheiro Jos Denlo da Cunha e r'iguei-
redo. ^
Exm. Visconde da Boa-Vista.
Exm. Visconde de Camaragibe.
Exm. Bario de Muribcca.
Rvm. Fre Caelano de Messina.
Dr. Luiz Carlos de Paira Teixeira.
Exm. R uo do Rio Formoso.
Exm. Visconde de Suassuna.
Exm. Brigadeiro Manoel Muniz Tarares.
Dezemb'irgador Agnstinho Ermelindo de Leo.
Commendador Manoel Jos da Cosa.
Denlo Jos da Cosa.
Dr. LuizFelippede Souza Leo.
Commendador Thomaz de Aquino Fonceca.
Dr. Theodoro Machado Freir Pereira da Silva
Dr. Gervasio Goncalves da Silva.
Dr. Jeronymo Vilella de Caslro Tavares.
Dr. Jos Antonio de Figueiredo
Commendador Manoel Goncalves da Silva.
Commendador Manoel Ignscio de Oliveira.
Commendador Joao Pin:
instrumentos, ele. ;. a ordem.
5Svolnmes drogas, fumo, papel pintado, ca-
mas de ferro, chapeos, lencos, flores artificiaos,
papel p:ra cigarros, encerados, etc., 20 Caixu
reno Meira de Vasconcellos para presidente de conservas; a J. da Silva Paria.
vossa sociedade foi a mais aeerlada que podieis
imaginar, e porlanto saudo-vos inda por esle
vosso procedimcnio e .isseguro-vos que o trinm-
phoser certo, e assim locareis a mela desojada,
todos coberlos de louros.
a Nada disso de novo e nada poderia dizer,
porm presumo que os meos collegas substitui-
rn as miabas lactinas por ideas que mullo ap-
proveilem a assoctaco e com isto eslou plena-
mente salisfeito. Tenho dito.
Andr Cavalcanti de Albuquerque.
Recife 2 de setembro de 1860.
Menron
O Sr. presidente den provimenlo ao aggra- co da Panella nao dsse motivo a sor calumnia-
do como sou pelo Diario de Pernambuco
de hoje; mas infelizmento o contrario acou-
leceu.
Onde esl a calumnia asaacada ao Sr. Fonse-
ca? Dizemosqnc S. S. promelieu corrigir os en-
gaos do boletim fe nao desmentir o boletim, co-
mo inverte o Sr. Fotiseca).
Isso coufessa o Sr. Fooscca, que declara ter
dito que reparara qualquer inexaclilo, que se
escevesse.....
O finado e j cita lo padre Lopes Gama referia
urna ancdota, que'pedimos venia ao Sr. Elisio
i~ para repetir, a despeiio de ser ella tao velha e
AOSf. DP. IleriUOgeilCS, eaOSSrS.JUlZCS conhecid*. como as theses do direito pu-
de fado da sessao que foi hoje eiicer- b,c0- iue Liberal ainJa aci"onten^r^-
vo do juizo municipal de Sernhcm, em que
sao :
Aggravanle, o coronel Gaspar de Menezes Vas-
concellos de Diummnnd ; aggravados, a viuva c
herdeiros de Joao Henriques da Silva.
Nada mais houve a tratar.
Reg Rangel,
No impedimcuio do secretario.
rada, e ao Sr. Dr. promotor.
Nao posso eonter-me em silencio ao contem-
plar as maneiras affaveis, elhanas cora que oSr.
Dr. lleimogenes se diguou Iraiar-me nessa ses-
sao do jury que presidio sendo eu to humilde e
obscuro advogado.
Sou por demais admirador do Sr. Dr. Hermo-
genes ; pois que sen porte respeitoso na cadeira
da presidencia do jury c sua docilidade ao mesmo
lempo para com todos o fazem credor do mais
subidoQapreco.
E" a magesiradns como o Dr. llermogencs, que
o governo deve depositar toda confiauca que
mislerao magistrado recto que administra ajus-
lica com igualdade.
Sempre que o importante cargo de magistra-
do se acha confiado a caracteres como a Dr. ller-
mogencs, a causa da juslica o do direito repousa
inabalavel ua vereda da igualdade na appli-
caco.
i,i que nutra cousa nao me dado offerecer ao
digno magistrado, ao menos quero patentear-
llie a miaba fiel eslima e alia consideraco que
Ihe consagro ; desculpe se oliendo sua modestia
Nao desconlieco a pouca importancia do meu
humilde nome para lecer encomios a caracteres
conhecidos, entretanto cada um d o que pude e
o que tem.
Como homem de lettras nao avulto, como ad-
vogado nao desconlieco quanlo pequeo sou :
por isso nao son habilitado a lecer o verdadeiro
panegrico do Sr. Dr. Hermogenes, mas o que dei-
xo exposlo sao os justos sentimentos que nutro a
seu respeilo.
Nao posso dispensar de agradecer a benevolencia
ilos Srs. jurados era ouvirem-rae cora tanta al-
loncao as cinco defe/.as que liz na sessao que hoje
lindou.
Aceilem, pois, o meu verdadeiro reconheci-
luenlo e gralido.
Empalideca em contemplar miaba inihilida-
de como advogado : mas alegrava-me ao mesmo
COMMERCIO,
Praca do Recife 17 de se-

tembrode1860.
fVs tres \iov\s i\a t^rAe.
Cota^oes orfleiaes.
Cimbio sobre o Rio de Jneiro=ao par 15 0;0
George l'atchettPresidente.
ubourcqSecretario.
Alfaitriegn.
Rendiruentododia 1 a 15. 14S.266592
dem do dia 17.......11:1*28^621
159.8959213
Movlinent da alfandejz;a
....o de Lemos.
4 ditas calcado, livros, | j0a0 Ignacio de Medeiros llego.
Jos Joo de Aniorim.
Antonio Piros Fetroira.
Manoel Pires Ferreira.
Commendador Domingos Alfonso Nery Ferreira.
Dr. Joaqun Pires Machado Porlella.
Major Jos Jarimho da Silveira.
Tenenle-coronel Theodoro Machado Freir Perei-
ra da Silva.
Commendador Anselmo Francisco Pcrelli.
Dr. Joo Capislrano Bandeira de Mello.
Dr. Francisco de Assis de Oliveira Mariel.
Antonio dos Sanios Siqueia Cavalcanti Jnior.
Major I.uz da Costa Porto Carreiro.
Commendador Antonio Mirques deAmorim.
Francisco de Assis Brilo.
Dr. Joo Pedro Maduro da Fonceca.
Anlonio dos Santos Siqueira Cavalcanti.
Dr. Abilio Jos Tavares da Silva.
Floriano Correia de Bnlo.
usrao.
caixas mercearia; a Letellier & C.
2 barricas vinho, 1 fardo rolhas; a
& C.
2 caixas vidros ; a Slahill & C.
25 barris e 50 meios manteiga ; a II. Whalclv
&C.
1 caixa couros ; a A. L. Rodrigues.
3 ditas livros c tintas ; a Guimares & Oli-
veira.
3 dilas objectos para escriplorio ; a Almcida
Gomes, Alves & G.
1 dila livros; a G. Campello.
50 barris e 50 meios manteiga, 5 volumcs cal-
cado, chapeos, etc.; s Cals Freres \ C.
18
Voluraes entrados com (azendas
com gneros .
Volumes sabidos cora fazendas
com gneros
dos desvalidos e os sustentculos das leis pri-
marias.
Sou imperiosamente impellido a agradecer
tumbem ao meu amigo o Sr. Dr. Francisco I.eo-
psldino de Gusmo Lobo o bom Iralamenlo que
su dignou prodigalisar-mo sempre que eu me
achava na cadeira da defeza.
Recife 13 de setembro de 1860.
Romualdo Alves de Oliveira.
lempo quando me achava em frente dos Srs. jui-
giftrnico do hiale"Parahibano, inclusive o com-' zs de fado que sao os slvatenos di innocencia
man lante, o Sr. 1" lente Manoel Carneiro da
Rocha.
O l'araliibano lera baixa, c ser entregue ao
arsenal de marinln.
O Rio Formoso, que j esl com nome, mas
nao deixa com ludo de serum pago, provou mo-
lhor na ultima experiencia que fez no dia 15 do
correle.
Dos jornae3 da corte consta ter sido promo-
vido I" lente o Sr. 2* lente da armada Ma-
noel de Moura Cirne.
Passageiros do barca nacional Clemenina,
saluda para o Rio de Janeiro : Acacio Ruarque
de Gusman, sua rni, urna irma e um irrao
menores, Egidio de Atahydc Rodrigues.
Passageiros do hiale brasileiro Invendr!,
sabido para o Aracaty : Henriquo E. Figueiredo,
Manoel Pereira Lamego. Carlos Anlonio Borges,
David de Moura Pacheco, Francisco Chrispim da
Silva, Raymundo O. da Silva Loureiro e sua fa-
milia, Jos Antonio Marques da Silva Guima-
res.
Passageiros do brigue portuguez Cons/aiif, I
vindo de. Lisboa : Luiz Antonio Fragoso, Aillo-
nio Joaquim da Silva. Joaquim P. C. da Silva,
MORTAMDADE l'O Dt* 16 :
Jacintha Candida de Souza, branca, casada, 28
anuos, parlo.
Fortunato, pardo, 11 mezes, gastro inlerile.
Manoel, branco, 5 mezes, inflammaco.
Antonio, pardo, 3 mezes, phlysico.
pete.
Certo sugeito. achando-se em urna reunio,
procurava por todos os meios occasio ou mo-
tivo para fallar em urna espingarda que linha
comprado, o que os outros ignoraran!. Mas a
conversa cada vez mais se affastavade cousa que
livesse rclaco cora a arma do nosso amigo
Contrariado cora isso, e nao querendo por
nada renunciar ao seu proposito, diz de re-
pente :
Um lyro 1 Vosss nao o ouviram ?
Nao, dizem os outros.
Pois cu o ouvi disliucUmente, c-a propo-
sito de tiro..... Eucaixou a historia da espin-
garda.
Apulique el cuento.
Folgamos de ler auxiliado o intento doSr. Eli-
sio da Fonseca.
O soldado '/..
P. S Com mais vagar fallaremos da ima-
ginada intervengo do governo era Oliuda e
Goianna.
Comarea 1 GaranliunS
Papacara, 16 de agosto.
Terminou hontem a festividude da virgem do
Bom Conselho em sua igreja.
Como sempre, esleve brllhante e bstanle con-
corrida.
O Dr. juiz de direilo da comarca assislio a ella,
e bem assim os vigarios de Garanhuns e (Jue-
brangulla, e outros sacerdotes.
Orou na fesla o vigario de Quebrangulla, o no
Te-Deum o padre capcllo do Correlo.
A importancia que goza na comarca o collegio
do Bom Conselho; n boa regularidad.; dos seus
negocios e patrimonio, mantida com zoilo e pro-
bidade pelo Rvm. capcllo padre Carneiro sem
dunda a causal de ser essa testa lo concorrida e
apreciada por lodos, que aspiram o engradeci-
raento desse pi estabelecimenlo, ao qual esl
associado o nome respeilavel do eximio varo,
3eu fundador Fr. Caelano de Messina.
E' preciso ver-se A ordem, o espirito religio-
so, que reina naquella casa ; o acatamento de
que sao credores as collegiaes, e mais quo ludo,
o zelo e desvello com que sao espiritualmente
dirigidos pelo digno e virtuoso padre Carneiro,
daro sempre ao collegio do Bom Conselho, a im-
182
2S
------ 430
61
120
------181
Descarregam hoje 18 de setembro.
Brigue inglezEagle cerveja, salitre 0 objectos
para a estrada.
Barca inglezaPalmalhaferro e carvo.
Barca inglezaMirandabacalho.
Barca inglezaTrncalo carvo.
Brigue inglezMarchamefazendas.
Brigue inglezMeaeslrel ferro e carvo.
Barca francezaBerlhfazendas.
Importaran.
Barca-ingleza Miranda, vmda de Terra Nova,
consignada a Johuslon Palor c C. manifeslou o
seguinle :
2,966 barricas bacalho, 93 linas salmo : aos
consignatarios.
300 barricas bacalho : a Saunders Brothers
&C.
Vapor francez Gin'enne, vindo da Europa, ma-
nifeslou o seguinle :
4 caixas marmelada ; a Teixeira Bastos.
10 dilas dores, 8 ditas conservas, l dita massa
de tomate ; a F. M. Duprat.
8 barricas e5l caixas viuhos ; a Joo da Silva
Faria.
4 ditas vinho ; a ordem.
1 caixa mercearia e bijouteria, 1 dita chales, 4
e raeias etc. ; a Joo K>
Lechre & C.
4 caixas bixas, 10 volumes chapeos, quinqui-
lleras, arcos, calcado, perfumariaa, mercearia,
modas, etc., 1 caixa conservas, 1 barril mantei-
ga, 1 dito carne de pt.rco ; a Adour c\- C.
1 Cixa chapeos ; a Lindon WilJ & C
61 volumes chapeos de sol, fazenda de lia, de
seda, de algodo. calcado, porcellana, modas,
couros, 1 embrulho amostras; a T. Sauvage
&C.
1 caixa papel de msica ; a II. Dumont
10 volumes roupa, pannos fazendas de seda,
de algodo, etc. ; a F.milie Dedier.
3 caixas objectos pan chapeos de sol, culileria,
etc. ; a C. Saunier.
1 dila espelhos ; a Scoll Wilson & C.
7 ditas Marceara, calcado, perfumara, quin-
quillera, etc. ; a Mello Lobo \- C
14 volumes trastes e perfumaras ; a D. A. Ne-
ry Ferreira. 1)
6 caixas vidros, cab-ado e chapees; a Coca-
da es D.
2 dilas vidros, 100 gigos batatas; a II. Halliday
& c.
10 volumes trastes, vidros, porcellana, ele; a
J. J.Pinho.
1 caixa perfumaras; a Cmara Guimares.
5 dilas couros, ferramenla e objectos para car-
ro ; a E. Bourgeois. 0
13 volumes crystaes, porcellana, vidros, or-
gos, meias, papel pintado, muros, arcos, ele,
2 barriquinles vinho ; a A. ftobert & Filhos.
25 volumes vidros, inedicameiitos, rolles ; a
B. F. de Souza.
15 dilos quiuquilharia, mercearia, ele. ; a P-
renle Vianna.
11 dilos calcado, pannos, ele. ; a A. C. de
Abren.
3 caixas camas de ferro ; ao presidente da pro-
vincia.
4 dilas chapeos de sol ; a Vidal & Bastos.
1 din espelhos; a Ferreira ^ Aran jo.
4 dilas cidos ; a J. Alves Guimares.
Consiliario gcral.
Rendimento ludia I a 15. 7 6795758
dem do dia 17....... 3IO>619
a Dammayer & Carneiro.
I). P Wild & C.
de pharmacia ; a
1 dita marmelada
Joaquim de
a A. Gomes
dilas pannos, camisas
ler & C
1 caixa sedas ;
1 dita ditas ; a
1 dita objectos
A. Pinto.
1 dita livros, c
Alvos & C.
1 barrica vinho
1 caixa sodas ; a
1 dita amostras
&C.
1 dila ditas e jornaes
1 dili dita de vinho
panhia.
1 dita chocolate, 3 frascos erras medicinaos ;
a M. J. de Souza.
2 caixas marmelada ; a Aquino Fonseca.
2 cestos frutas ; a Cunha Magalhaes.
3 caixas massa de tomates ; a S Lcito.
6dilas marmelada, 106 gigos figos ; a L. J da
C. Araorira.
9 caixas faldas, 5 ditas marmelada ; a Rn-
'.li-Un.
Brigue Ingles Dante, vindo de Terra Nova, con-
portancia de que j goza dos poderes do estado, i signado a Johnstou Paler & C, manifeslou o se-
No haquem nao admire o aceio e simplicda- guinte :
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 15. .
fdem do dia 17.......
f:99037
513J801
2c875
a A. Menezes.
Southall Mellors & C
de fazendas ; a F. Souvagc
a B. Millochau.
a Tvssete freres c Com-
516.676
Recehertoria le rendas internas
geraes de Pernambuco
Rendimento do dia 1 a 15. 10:968*370
dem do dia 17....... 9909455
11:9588625
Consolailo provincial.
Rendimento do dia 1 a 15. 4i:179J616
dem do dia 17....... 5775606
4:757j$222
Contra-bolclira.
vi
(15 DE SETEMBRO, HOn.VS DO COSTCJIE).
Em tempo de guerra
Mentira como trra.
(Rifo popular.)
Embora o camarada Arlilheiro pense quo esla
nossa epigraphe desacredita os nossos cscriptos,
c s ellos pode ter applicaco, coniinuaremos
ainda poralgum lempo a servir-nos della, como
meio de recomraendar aos leilores, que eslejam
sempre acautelados e prevenidos contra as noti-
cias e bolelins eleitoraes publicados no puro e
candido orgo da ordem
blico, que presencia os
que do una e outra parle se diz, que pode de-
cidir se somos nos que mentimos, ou elles. os
Mana Rosa da Concento, parda, colteira, lo an- apost,)lns da snl)er;llla popular.
5' Isio poslo, que-se sabendo que o Liberal bo-
de, o goslo e a harmona que ha em lodos os pa- j
ramenlos e adornos da igreja e litares.
Tudo isto inconteslnvelmenle decido a solici-
tude ao padre Carneiro, que incansavel no desem-
peuho dos seus deveres, lem-se tornado digno
da conflaoca daquelles, que oQicialmenle curam
do bem esr desse collegio
Apenas (sem ser tachigrapho] pude apanhar al-
gumas palavras do orador do Te-Deum quando
se dirigir s recolhidas, e aqu, pouco mais ou
menos, as deixo exarados.
A larde houve procisso que foi extraordina-
riamenlo concoirida pelo que havia mais grado
no lugar.
filustres filhos da Virgem do Bom Conselho I
Eis-me ainda urna vez parante vos, honrado
pela nobre misso de orador, cheio do mais pro-
fundo jubilo por considerar-vos anda as dilectas
ilhas da mi de Oeus, e convencido de que s a
virlude que cultivis, quem vos tem feito
i constitucional. O pu- I e.nc'rar cora resignaco evanglica e santo amor
fados, e que apre.ia o' e."s vlda lu"lru3a e uem aceita do eco que
2,330 barricas bacalho ; ao consignatario J.
Paler & C.
Barca franceza ferthe, ^vinda do Havre, con-
signada a Tysset & C.'\ manifeslou o seguinle:
250 barris e 250 meios manleiga, 1 dito vinho,
2caixas carros e rodas, I dita calcado, 6 ditas
phosphoros, 16 ditas queijos, 600 gigos btalas ;
aos consignatarios.
25 barts o 25 meios manteiga ; a J. J Mon-
teiro.
110 ditos e 110 meios manleiga, 13 volumes
calcado, chapeos de sol, fazenda de la, de algo-
do", de seda, ele., 200 caixas velas, 10 dilas ser-
1 embrulho amostra ;
17
Manoel, prelo, escravo, 15 mezes, convulses.
Marcolino, prelo, escravo, 25 anuos, tubrculo
pulmonar.
Mana, pela, 5 annos, vermes.
Justino, pardo, escravo, 5 annos, escarlatina.
Andrf\ prelo, escravo, solleiro, 50 aonos, gastro
nterile.
Eugenio, brinco, 2 mozos, convulses.
Umbelmo Gomes Muniz, branco, solleiro, 30
annos, tubrculo pulmonar,
l.ourenco Machado, prelo, solleiro, 65 annos,
dyarrhea.
Epifanio, pardo, 5 mezes, espasmo.
Maria Joaquina da Conceico, parda, viuva, 80
annos, hypclrophia no corac,o.
Jos, branco, 10 mezes, sarampo.
Manuel Machado Vieira, branco, soltciro, 50 an-
nos, hydrothora.
Hospital de caridaoe. Existem 48 ho-
mens e 6:3 mulheres nacionaes; 6 homens es-
trangeiros, el mulher escrava, total 118.
Na totalidadedos doentes existem 37 aliena-
dos, sendo 30 mulheres e 7 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirur-
gio Pinto, s 6 horas e 40 minutos da ma-
tiliia, pelo Dr. Dornellas s 7 horas e 20 minu-
tos da manha e pelo Dr. Firmo s 6 horas da
tarde de hontem.
Fallooeu um homcm de dyarrhea.
je nao esl menos ^menlo e sanhudo do que
hontem. No sou artigo de fundo o Sr. Dr. Ara-
ripe, chefo de polica, posio pela ra das A-j
margaras, de tal modo, que faz pasmar a quan-
tos, ha cousa de um anno, conceberan) e nutri-
rn) as melhores esperaiigas. em virlude do que
disse aquelle jornal, qoanilo S. S. aqu chegou e
passais no recolhimenlo e na pralica de angli-
cas accoes.
Sois estrellas scinlillantes no firmamento do
mundo social.
Sois anjos de candura, que adejais em der-
redor de urna humanidade enferma c egostica.
Sois exemplos vivos da piedade christa,
da penitencia sem exageraco. di caridade sem
fanatismo.
Sois entre vos, carinhosas irmas ; entre os
pobres desveladas protectoras; entro os ricos
lomou posse Eulo o Sr. crete de polica "olTt- I exemplos de abenegaco, entre lodos a realisa-
CHRONICft JUUIClftRIft.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 17 DE SETEM-
BRO DE 1860.
rRESWECIA DO EXM. SR. DESEHBARGADOR
1. A. DE SOUZA.
s 10 horas da manha. reunidos os Srs. depu-
tados Basto, Silveira e Lemos, o senhor presi-
dente declarou aberta a sessao ; lendo sido lida
c approvada a acta da ultima.
EXPEDIENTE.
Foi presente a cotaro official dos presos cor-
Tentes da praca, relativa semanahndas..Ar-
chive-se.
recia, pelo sen nome, pelos seus precedentes
como magistrado honesto e IIlastrado, solidas ga-
rantas ao partido liberal, cujas opinies incul-
cava-se surrateiramenle, que erara professadas
por S. S.
Mas hoje, quantum mu'atus ab illo O Sr.
Dr. Alencar Araripe nao mais do que um de-
magogo, que sempre o foi e em toda a pane por
onde leui andado [toujours el portout). como o
prova o faci significativo de ser procurado pe-
los boletinistas d S. Jos para ir assislir a cha-
mada dos volantes, procedendo ah cora tal de-
magia c enragement, que elles mesmos o elo-
giaram, como j izetuos notas no3 nossos escrip-
los anteriores. Quem liver pachorra, pois, que
v comparando essas c outros coherencias dos
homens da ordem constitucional.
Quanlo secretaria da polica, nem bom fal-
lar nisso :anles mil vezes as caldeiras de Pe-
dro Botelho I.... E' um foco de infeecao : ha ali
raonstros, serpeles, cobras cascavel, e outros
bichos venenosos que faz horror, principalmen-
te quando a serpele pe-se a dar vira-vollas
para morder o culcanhar da relai.o 1
O' gcnle, que feia obra !
O calangro alraz da cobra ..
Cobra verde, nao me mordas
Ao entrar na caroannho.
rao de urna idea sublime Inspirada pelo co.
Nao vos esquejis, pois, daquelles entes que
charos nesta vidavossos pas, vossos prenles
e protectorasorai por elles !
a Nao olvidis um momento aquelle varo
abengoado, que, inspirado pelo Espirito Divino,
findou esle eslabelecimentj, que hoje o escudo
com que vos defendis das seducoes do mundo,
o paladio da innocencia ; pureza dos vossos cos-
tumes.
Lembrai-vos anda do honrado sacerdote,
vosso director espiritual, a quem tanto deveis,
pelo desvello com que vos ha tratado, pelo amor
paternal que vos dedica e pelo interesse verda-
ileiro que toma por vossa humilde fortuna : pon-
do-a fura do alcance dos esbanjamcnlos e dela-
pidaQao.
Lembrai-vos afinal do humilde sacerdote,
que vos dirige estas toscas expressoes, que como
urna homenagem a virlude, a innocencia e a
piedade aqui licam neste papel, nao para quo as
conservis, porque trabalho mediocre, mais
para que conhegais, que elle sabe honrar o m-
rito e apreciar a virlude.
E' um pobre ramo de flores pobres, sem aro-
ma, paludas e amortecidas, que com fervor co-
lheu em sua fraca nlelligencia para depor aos
vossos ps : aceitai-as e o co que vos abencoe .
Valbam-nos os manes do padre Miguel Lopes
Gama !
Masa cobra engaa-se : a relaco tem cania--
rim no pavilho do Liberal.
A analyse do officio do coinmandanlo de caval-
laria do una lgica irresislivel !
A orca encontrn grupos amotinados que Ihe
davam (ora, e jogavaru fundos do garrafas,
pedras, etc., que feriram algnmas probas : o al-
teres esgotou os meios suasorios, para aprosi-
ERRATA.
Na correspondencia do Sr. Dr. M. M. Guerra,
deram-se alguna erros lypographicos dos quaes
s corrigimos o seguinle por ser o mais grave nao
poder ser supprido pelo leitor.
No periodo dcimo tarceiru 2a columna, onde
se l Entende o T. C. quo a opinio jurdica do
desembargador Guerra etc., a leia-se Entende
o T. C. que absurda cu condemnael a opinio
jurdica etc.
dinhas, 3 dilas marmore,
a N. O. Bieher & C.
150 barris o 150 meios manteiga, 26 volumes
fazenda de algodo, de seda e mixta, filas, etc., 2
embrulhos amostras ; a Kalkmann & C.
4 caixas chapeos; a J. O. Maia.
7 ditas dilos de fellro, gales, bonetes, plumas,
c etc. ; a Chrisliani C.
23 caixas mercaduras diversas, 9 dilas cha-
peos, balaios, pentes, camisas carteiras, etc.; a
Amaral Alvos & C.
25 barris e 5 meios manleiga ; a Manoel (toar-
le Rodrigues.
20 ditos o 30 rrUos dita, 2 cnixas clcheles e
encerado ; a Jos A. Moreira Dia?. & C.
10 barris atvaiade, una porcia de gesso em
peiira, 1 gigo garrafas, 2 caixas drogas; a Joo
Sonn & C
19 caixas fazenda de linhn, do algodo, mixta,
chapos, lilas, etc. ; a P. Wild & C.
38 volumes fazenda de seda, do la, pannos,
chapeos, calcado, roupa, ele, 50 barris e 50 meios
manteiga, 2 embrulhos amostras ; a Joo Kel-
ler & C.
3 volumes livros, papel de imprimir; a San-
tos & C.
15 caixas champanhe, 6 dilas fazenda de seda :
e algodo de la e mixta, 1 embrulho amostra ;
a C J. Astley & C.
81 volumes fazenda de algodo, spalos, reqoi-
d'S, pannos, camisas, sedas, chapeos de sol, li-
vros, ele ; a L. P. Wild & C.
3 volumes roupa e relogios; a A. T. Pereira.
100 caixas queijos, 50 volumes velas ; a Brcnder
a Brandis.
2 cajxas carros; a D A. Nery Ferreira (1)
50 barris o 50 meios manleiga ; a Johnsion
Paler & G.
4 caixas fazenda de algodo ; a G. B. Kalkman
&c.
1 dita roupa; a P. Moulim.
3 caixas pianos; a J Wignes.
20 volumes papel, mercearia, culileria, quiu-
quilharia, phosphoros, linhas, etc.; a II. de Aze-
vedo.
20 barris e 1 pipa vinho de bordeaux ; a Char-
les Lauthier & C.
8 dilos e 80 caixas vinho, 1 dita mallas; a If.
Deslibeaux.
4 caixas abslnthio, 1 caixa garrafas; a Saun-
ders Brothers &C.
80 barris e 80 meios manleiga ; a J. B. da Fon-
sera Jnior.
12 caixas e 1 barrica vinho, 4 volumes perfu-
maras, modas, crystaes, etc.; a E. l.ecomle.
50 barris e 100 meios manteiga, 3 caixas rou-
pa ; a A. Lopes Rodrigues.
1 caixa armas; a E. Laurence.
22 volumes porcellana, trastes, vidros de relo-
gios. pannos, carro, pertences, etc.; a A. Si-
queira.
Movimento do porto
Navios entrados no dia 16.
Asssn'lidias, hiato brasileiro Sergtpano, de
5f toneladas, capitn Anlonio Francisco das
Chagas, equipagem 6. carga sal ; a Marlins \
frmaos.
Navios saludos no mesmo dia.
Rio de Janeiro.Barca nacional Clemenina, ca-
pito Bellarmino dos Sontos Pinhero, carga
varios generes.
AracatyHiato brasileiro Invencivel, capito
Jos Joaquim A, da Silva, cargo varios g-
neros.
Navios entrados no dia 17.
Lisboa30 das, brigue portuguez Constante, de
303 toneladas, capito Augusto C. dos Res,
equipagem 16, carga vinho e mais gneros ; a
Thomaz de Aquino Fonseca.
Boston67 dias, barca americana Roanok, de
259 lonoladas, capito R. II. Gould, equipagem
9, carga madeira e mais gneros ; a II Forster
& C. Arribou cora agua aberta e seguio para
Montevideo.
Capilo Francisco Raphael de Mello Reg.
Dr. Joo Jos Ferreira de Agujar.
Agu.-.
Kvm. conego \ enancio Henrique de Rezende.
i Commendador Joo Goncalves da Silva.
j Commendador Rento Jos Fernandes Barros.
Rvm. provisor Francisco Jos Tavares da Gama.
; Jos Pereira da Cunha.
Nicolao Hartery.
I Manoel Ignacio de Medeiros Bego Monteiro.
Major Manoel Figueira de Faria.
Francisco Accioly de Govcia Lins.
Capitn Francisco de Paula Goncalves da Silva.
Dr. Manoel Ferreira da Silva.
Antonio de Moraes Gomes Ferreira.
Dr. Augusto Frederico de Oliveira.
Joaquim da Silva Castro.
Tenenle-coronel Florencio Jos Carneiro Mon-
teiro.
Antonio de Moura Rolim.
Dr. Jos Joaquim de Moraes Sarment.
Anlonio Jos de Castro.
Luiz Jos da Cosa Amorim.
Commendador Manoel Joaquim Ramos c Silva.
R'.m. Joaquim Raphael da Silva.
Capilo Anlonio Jo- Leal Res.
Joo da Cunha Magalhaes.
Tenenle-coronel Joo de Pinho Borges.
Dr. Jos Joaquim de Souza.
Dr. Manoel Adriano da Silva Puntes.
f>r. Prxedes Gomes de Souza Pilauga.
Rvm. padre Lino do Monte Carmello.
Rvm. frei Joo d'Assumpco Moura.
Rvm. fre Antonio de Santa Anglica Pimentel.
lvrn. padre Francisco Alves d'Abranles.
Rvm. frei Joaquim do F.spirilo Santo.
Commendador Anlonio Jos de Magalhaes Bastos.
Guilherme da Silva Guimares.
Manuel Custodio Peixoto Soa'es.
Miguel Antonio da Costa e Silva.
Henrique Bernardo d'Oliveira.
Tenenle-coronel Sebastio Lopes Guimares.
Dr. Braz Florentino Henrique de Souza.
Dr. I.ourenco Trigo de Loureio
Dr. Antonio Coelho de S e Albuquerque.
Tenenle-coronel Antonio Carlos de Pinho Borges.
Fran-isco Jos da Silva.
Tenenle-coronel Anlonio Germano Cavalcanti de
Albuquerque.
Dr. Joo Maria Seve.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Dr Felippe Lopes Netlo.
Capilo Antonio Francisco Pereira.
Anlonio Luiz dos Sanios.
Teriente-corcnel Francisco Baplista d'Almeida.
Dr. Joaquim d'Aquinn Foncera
Dr. Joaquim Antonio Alves Ribeiro.
Exm. biro do Livramento.
Jos Teixeira Bastos.
Salosliano d'Aquino Ferreira.
Joo Carduzo Ayres.
Tenenle Manoel Anlonio de Jess.
Dr. Alexandre de Souza Pereira do Carmo.
Miguel Felieio da Silva.
Jos Caelano de Carvalho.
Domingos Jos da Costa.
Dr. Pedro Dornellas Pessoa.
Tenenle Manoel Ferreira Aniones Villaca.
Consclhero Pedro Autran da Malta e Albuquer-
que.
Dr. Anlonio Ferreira Marlins Ribeiro.
Dr. Cosme de S Pereira.
Rvm. vigario-gersl Antonio da Cunha Figuei-
redo.
Dr. Francisco de Paula Baptisla.
Commondor Jos Pedro da Silva.
Bartholomeo Francisco de Souza.
Francisco Anlonio Cavalcante Cousseiro.
Joaquim Pedro Barrello de Mello Reg.
M Q. O o. a n~ -i -i c tr. o 2 s- 1 B 1 Horas
s i# = 3 5. s i V5 1 w i Atmosphera e (X V X < a >
* *c Direcco. < H O =!
* 53 era 1 V3 o 1 Intensidade
** --i a i b ! Centgrado. 5= B O S ss C 3 ~ ? r c c c. > y.
p 00 le 00 i)_ ""0D~ M O 00 r 1 I-i Reaumur.
-4 ce ^1 CO 3 -1 Fahrenheit
& -1 -4 ~ CJl bo S .1 fygrometr 0.
W en oo o 33 | ce 3 i c l Barmetro .
noite clara com alguns nevoeiros e aguacei-
ros, vento SE, veio para o terral e assim ama-
nheceu.
OSCILLAC.AO DA HAR.
Baixamar as II h 54' da manha, altura 0.50 p.
Preamar as 6 h 6' da tarde, altura 7.0 p.
Observatorio do arsenal de marinha 17 de se-
tembro de 1860 Vikp.as Jnior.
i^^m= imm i ^"^
Editaes.
A junta administrativa da irmandsde da
Sania Ctvsa de Misericordia do Recife, manda fa-
zer publico, que o Exm. presidente da provincia
por ofRcio de 13 de agosto ullmo, mandou con-
siderar como irmos instaladores da mesma ir-
mandade todas as pessoas que adherindo ao con-
vite doSr. commendador Jos Pires Ferreira, as-
signaram a lisia que por esle foi apresentada ao
mesmo Emx. Sr. e da qual forara escolhidos os
membros da referida junta ; cuja lista a que
vai abaixo transcripta.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 14 de setembro de 1860.
O escrivo,
Francisco Antonio Cavalcanti Cousseiro.
Lista dos irmos insinuadores da irmandade da
Santa Casa de Misericordia do Recife.
Oslll.mo* Sr.9
Exm, e Rvm. Bispo Diocesano.
Jos Maria da Cruz.
Capito Amaro de Barros Correia.
Dr. Jos Raymundo da Cosa Menezes.
Dr Bernardo'Dtiaite Brandao.
Dr. Anlonio Herculano do Souza Bandcira.
Dr. Rufino Augusto de Almeida.
Dr Leonardo Anlunes de Meia Henriques.
Rvm. Joao Jos da Costa Ribeiro.
Menoel Antonio Goncalves.
Dr. Antonio Alves d"e Souza Carvalho.
Francisco Srr.es da Silva.
Dr. Gabriel Soarcs Ropo/o Ja Cmara.
Dr. Joo Honorio Bezerra de Menezes.
Dr. Augusto de Souza Leo.
Capilo Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
Major Jos Joaquim Antones.
Dr. Caelano Xavier Pereira de Brito.
Patricio Jos Borges de Freitas.
Commendador Anlonio Goncalves Pereira Lima.
Dr. Jos Mamedo Alves Ferreira.
?nao Carceiro Rodrigues Caropello.
Dr. Ahavo Barbalho Uchoa Cavalcante.
Major Manoel do Nascmenlo da Costa Monteiro,
Commendador Joo Xavier Carneiro da Cunha.
Major Gustavo Jos do Reg.
Jos Peres da Cruz.
Joo Pacheco de Queiroga.
Dr. Joo Ferreira da Silva.
Manoel Goncalves Ferreira da Silva.
Manoel Peres Campello Jacome da Gama.
Dr. Tristo de Alencar Araripe.
Dr. Antonio Joaquim de Mello.
Rvm Francisco Peixoto Duarte.
Manoel Francisco Duarte.
Capilo Jos Maria Freir Gameiro.
Dr. Manoel do Nasrimenlo Machado Pottella.
Rvm. Conego Joaquim Pinto de Campos
Dr. Luiz de Carvalho Paes d'Andrade.
Jos Joaquim Das Fernandes.
Capilo Luiz de Mo aes Gomes Ferraita.
Capilo Luiz Anlonio de Siqueira.
Rvm. I.ourenco d'Albuquerquc Loyola.
Rvm. Custodio Joaquim da Cosa
Claudio Dubeux.
Tenenle coronel Jos Thomaz de Aguiar.
Capilo Antonio Valentn) da Silva Barroca.
Dr. Bento Jos da Costa.
Francisco de Taula Dias Fernandes.
Dr. Joaquim fle Stuza Reis.
Thomaz Carneiro.
Tenenle Candido Cassimiro Guedes Alcoforado.
Commendador Joe Pereira Vianna.
Dr. Jos Quinlino de Castro Leo.
Rvm. Antonio Francisco Goncalves Guimaies.
Rvm. Francisco Pedro da Silva.
Dr. Luiz do Albuquerque Marlins Pereira.
Jos de Barros Correia Selle.
Manoel Luiz Vires.
Major Jos Joaquim do Reg Barros.
Feliciano Rodrigues da Silva.
Jos de Wasconcellos.
Rvm Jos Teixeira de Mello.
Dr. Joo Francisco de Arruda C. *
Baroa da Vera Cruz.
Dr. Joaquim Francisco de Mello Cavarcaali.
Dr. Christovo dos Santos Cavalcanti.
Dr. Antonio Kpaminondas de Mello.
Tenenle coronel Jos Antonio Lopes.
TX"
~


(4>
Dezembargador D. Francisco Balihazar de Sil-
veira.
Tenente coronel Juislino Peroira de Faria.
I'eiienie Antonio Pereira de Facia,
Dr. Cypriano Fenelon Quedes AlcooraJe.
Dezembardor Antonio Joaquim da Silva Gome.
Berilo Jos Ramos do Oliveira.
Major Jos Antonio do Brilo Bastos.
Manoel Guncalves da Silva Jnior.
Dr. Ernesto d'Aquino Fonccca.
I)r_ Mauoel Gentil da Costa Alves.
Joo Baplista Fragoso.
Capitao Antonio Ferrcira d'Annunciacio.
Domingos dos Passos Miranda.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Tenente Jos Camello do Reg Barros.
Dr. Manoel de Figueiroa Faria.
Joaquim de Almcida Pinto.
Capilo Manel Alvcz Guerra.
Dr. Ignacio Joaquim d* Souza Leo.
Contmendador Manoel Camillo Pires Falco
Rvm. Camillo de Mendonca Furtado.
Dr. Jno Rodrigues Chaves.
Dr. Antonio Maria de Faria Nevcs.
Jos Joaquim da Costa Maia.
Manoel Policarpo Moreira de Azevedo.
Joao Francisco d'Oliveira.
Joaquim Jos de Faria Neves Jnior.
Dr. Francisco de Paula dos Santos Alcluia.
Tenente Mamede Sinies da Silva.
Simphronio Olimpio de Queiroga.
Major Joaquim Jos do Farias Nevos.
Dr. Francisco de Araujo Barros.
Dr. Joo da Silva Ramos.
Antonio Domingos Pinto.
Bento dos Sanios Ramos.
Vicente de Paula de Oliveira Villas-Boas.
Capilo Frederico Lopes Guimares.
Manuel Teixeira Bastos.
Dr. Jos Soares d'Azedo.
Joao Matia d'Albuquerquc e Oliveira.
francisco Joao de Barros.
I'iburcio Valeriano Baplista.
Coronel Joao Francisco de Chaby.
Conforme. o escrivao Francisco Anlonio
Cavalcanti Couceiro
0 l)r. Anselmo Francisco Peretli, commendador
da imperial ordem da Rosa e da de Chrislo, c
jan de direilo especial do cominercio desta ci-
dade do Recife, capital da prov ncia de Per-
nambuco c seu termo, por S. M. I. eC. o Sr
D. ledro II, que Dos guarde, etc.
Paco saber aos que o presento edital virom e
elle noticia liverem. era como acha-se aborta
a fallencta de Firmo Candido da Silvelra Juuior,
peta seutenca do theor segrale :
Expondo Fir.no Candido da Si
se lm publico que tica marcado o prazu de seis
mezes, contado da data deste, para a inscripcSo
dos que pretenderem concorrer ao lugar de lente
substituto desta faculdade, vago pela nomeacao
do Dr. Braz Florentino Delinques de Souza, para
a cadeira do fallecido Dr. Nuuo Ayque de Alvel-
los Annes de Brito Inglez, e accesso do substitu-
to Dr. Joao Silveira de Souza, a primeira cadeira
do segundo auno, deixada pelo niesmo Dr. Braz,
pelo que lodos os prelendentes ao dito lugar s
poderao apreseniar desde j nesta secretaria, pa-
ra inscrever seus nomes no livro competente, e
que Ihes permitiide fazer por procurador, sees-
tiverem a mais do vinte leguas desta cidade, ou
tiverem justo impedimento. Sao. porm. obri-
gados a aprcsenlar documentos que moslrem sua
qualidade de cidadio brasileiro, o de que eslao
no gozo de seusdircitos civis o polticos, cerlidao
de biptismo, folha corrida do lugar de seus do-
micilios, e. diploma de doutor, por urna das fa-
tuidades de direilo do imperio, ou publica forma
justificando a impossibilidede da apresenlacao do
original, e na mesma occasiao poderao
quaesquer documentos que julgarem
les, ou como titulo de habilitacu, ou como pro-
vas de servicos preslados ao estado, a huiuanida-
de ou a sciencia, dos quaes se Ihe
1)0 ; ludo de conformdado cora
do decreto n. 1386 de 28 do abr
MAMO PE PERMWrDCO. TRUC* FEIR* 18 PE SETEMBftO DE 1860.
eulregar
convenien-
arsenal e guerra, 14 de
-ilveira Jnior,
commerciante eslabelccido cora luja de viodezas partidores,
na ra da Cadeia do Recife n. 9, haver cessaJo offl
o seus pagamentos, e estando
passar reci-
os arls 36 c 37
de 1854, e 111
c sopuntes de numero 1568 de 24 de fevereiro de
E para que chegue ao conheciraenlo de lodos,
niandou o inesino Exm. Sr. director inleriuo afil-
iar O presente, que ser publicado pelas olhas
desta cidade e da corle.
Secretaria da faculdade de diruto do Recito
l.de setembro de 1860. No impedimento d
secretario, o ajudanle,,
,% n Manoel /.adiaras da Silva Braga.
U Dr. Innocencio Serfico de Assis Carvalho, juiz
municipal supplente da primeira vara do ter-
mo da cidade do Recie, etc.
Faro saber que pelo Dr. juiz de direilo da pri-
meira vara crin inal Bernardo Machado da Cesta
Dona me fui communicado por ofllcio de 15 do
correle, que attendendo os motivos que nao
embarazado as diligencias preparativas para a
corregi, adiara a audiencia geral da mesma
para o da 1. de outubro vindouro s 10 horas
da manhaa, que tora lugar na casa da reuniao do
Devem comparecer a chamada no da, hora e
lugar designados, os Srs. juizes municipaes, de
orphaos, delegados, subdelegados, juizes de paz
promotor publico, dito de capeilas e residuos^
curadores, thcsoureiios de orphaos, solii-iador'
liaos, escrlvaes, contadores, distribuidores]
avaliadores, depositarios pblicos,
caos de Justina,
para lorneciuionio do
setembro de 1860.
Bento os lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Correio geral.
Rclaco das carias seguras, vindas do sul
pelo vapor inglez Magdalena, pera os senhore
abano declarados:
Anselmo DuarteCedrim.
Antonio Jos da Costa Rogo.
A. J. de Figueircdo.
Claudino de Hollanda Cavalcanli.
Francisco Chaves.
Dr. Filippe Daltro Castro.
Francisco da Costa Maia.
F. Cavalcanll de Albuquerque.
Francisco Xavier de S.
Henrique de Oliveira Soares.
Izidora Scnhorinha Lopes.
Joaquim Augusto Pe reir Jacobina
J. Antonio de Magalhes Castro.
Dr. Joo Candido da Silva.
Manoel Camillo Pires.
Maria Josepha Nogoeira de Abreu.
Manoel da Silva Mendonca Vianna.
Olimpio Jos de Almed*.
Dr. Silvino Cavalcanti de Albuquerque.
Pela administrado do correio desta pro-
vincia se faz publico, que no dia 20 do crranle,
pelas 3 horas da larde em ponto, fechar-sehao
as malas que deve conduzir o vapor cosleiro
Persinunsa,> cora deslino a Tamandar
vincia de Macei.
Novo banco de
Pernambuco.
LEILAO
J* A ^ ca.Flo da galera amen-
arribada
Sao convidados os Srs. accionistas do
aovo banco de Pernambuco para virem
receber o quinto dividendo de 9 por
accao, do dia 10 de setembro em diante.
n,,h. mfSa do. consulado provincial se faz
publico, que no ultimo do presente mez Onalisa- cana Golden Hora,
18V1 TfirnreJ8ddC0nal d0 a"no flnanceiro de '
imo. '' dlvend0 Pr "nseguinto os conec-
tados que se acham era debito, do imposto da
I aectma e mais imposlos
, esta mesa, mandem sal,
vi'nHM0 \Ta "l"}1**05- "o consulado pro
J.Z 1-. de selembro de 1860,-No irapedi-
Sep.totV.mSil""d0r' ThCOd0r Mathsd Fle-
Muita attenco.
e pro-
Henry *or,ter & C., fara' leilao por in-!,
?LZ so/"ecadr por tervencSo do agente Hyppoto da Silva oaa"
S'i.Tdo^Si.'dKrn! T Pre8Cn^a do con8ul E.t.do..Un- "' -
dos e por conta e risco de auem nn exec,,cao da fazenda contra a irm
cer de 500 saceos com arrl JZT- H&SnSSL* ** do R'
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para serem re-
colhidas desde j as notas
de 1 o,ooo e 2o,ooo da
emisso do banco.
If6018?"80 a,u*ar um I08'1' com a enlrad a
.ndependenle, nos bairros de Santo Antonio e S-
don.'4"*?a UTer" dirija"e rua d0 Oueima-
Aluga-se uma excellenle casa na Capunea
Nova que Oca fronleira propriedade do Dr Pe-
reira do Carmo. ten, roul0 boas commodid.nles.
banhnro, terraco noadous oites. flores e arvo-
P(p re? -a : q"tra a P'etender. dirija se ao es-
aior co^Lt^^ZSSkf^^^'^. **
Era pra^a publica dos feitos da fazenda na-
nal se lia de arrematar no dia 20 do corrento
casa mei-agua sita na rua das Calcadas
aliada por 1.600. cuja casa foi penhorad'a por
isndade do Se-
arroz avariado : ro de Santo" Antonio"" "i":" "" "Sar0 d baif'
i quinta-feira 20 do crrente as 11 horas I ~ Jh-E- 'le vai para fra da provincia,
i em ponto no armazem alfandegado do'' Sl^n%,rec,,sa"se de T caixeiro dfl 10 a 13 auno?,
Mattos.
. carce.-eiros e porlcir,os. ad-
- esta cessacao de ministradores de cpelas, juizes. mdicos, the-
rmmerch. rmP,.i,i id8'I108, declaro dito soure.ros ou procuradores de ordens lerceiras,
m"leS^?L!ste^a,,H,a,,!bra' 6/^"iT irB,an,,"de8 """" 1aesquer officiae
aMT prximo fa,do d,a 6 de competentes para represenla-los, levando ditos
Voraeio cura^ n ,, ,, ni empregados os seus titules, livros. autos e pa-
res\lon i ,Z. % r S da,fallenc'a os "odo peis, que teera de ser vistos era corroicao, Qcin-
inVrin, n ^e8A',(.'omRanllia. e depositarios i do sujeitos no caso de faltarem as mdm diacl-
lado eoS nrfm''S & ^r8U0' P"8" ''"""^ e do rosponsabihdade
;,, ?'s PS-WS" Jurame,,l do csiylo e pelos E para que chegue
b, I SS'g"aJ0 l0 de deposito, o escri- passar o prsenlo
' !I:"?P" de8,a fentenca ao juiz de paz | pr. nsa e alixado no
o oseponnaraemiodososbons, livros e papis Joaquim Pereira de OU
THEATRO DE S. ISABEL.
GOIPANHII LYRICA DE G.MARINANGELI
Tercarcira 18 de setembro
ii." recita da assignalura e 12 pai-a os camarotes de primeira serie
nenresenlar-se na a grande opera em tres acios de Donizelti:
Criado.
Queijos flamencos
Terca-feira 18 do corrente.
O agente choa fara' leilao por con-! beraa oo orazo
ta e risco de quem pertencer de 18 cai-
Trecisa-se do um eserare de 12 a 16 annos
para servio do hornera solteiro, que soja fiel o
intelliKente : oh rua Nova n. 15. primeiro andar.
I Lusiodio Collaco Pereira Jnior faz publico
ao corpo coramercial, que comprou ao Sr. Joao
Ooncnlves Hespanl.ol a sua taberna sita na rua
dasduzes n. 24,livre e deserabaracada de todo o
>r onus ; porm se alguem se julgar cre-
conla na dita la-
d.,r da mesma. apr.-senle s
xas com queijos flamengos
as 11 horas em ponto na
mazem do Sr. Annes confronte a porta
da alfandega.
terc,a-feira
porta do ar-
marcada por lei.
a noticia a lodos, mandei
que ser publicado pela im-
ugar mais publico.
Os bilheles vendem-se como de coslume.
Principiar as 8 horas.
N. B. Quanto antes executar-se-ha agrande
Rosini, intituladas
Ter^a hira 18 do corrente.
Por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz
especial do coramercio. e a requerimen-
to dos depositarios da massa fallida de
i Antonio Jacintho Pacheco o agente Ca-
margofara' leilao da armacao e mais
gneros da taberna sita na roa Impe-
rial na esquina da travessa do Lima as
opera aparatos do c elebre commendador' 11 horas em ponto.
SEMIRAIIIDE
en Jo protogonisla a sen hora Beltramini.
do fallido.
E publicada a prsenle nos termos dos artigas
5.12 do cdigo o 129 do regulamento numero 7-J3
se darao as ulteriores providencias que o referido
eoJigo e regulameiiio prescreve. Recife, M de
selembro de I86UAnlouio Francisco l'erctti.
t mais se nao continua em dita serilem-a aqu
transcripta e para cumprimento da mesma con-
voco a lodos os credotes presentes do fallido pa-
ra com parece rom na sala dos auditorios no dia
1J do crrenle mez. s 10 horas da man.iaa, afim
ue se proceder a nomeacao do depositario ou de-
positarios, que ha de receber o administrar pro-
visoriariameulo a casa fallida.
E para que chegue ao conhecimento de lodos
mandei passar editaos quesero publicados pea
imprensa e aflkados ns lugares designados nos
citados arligos.
Recife, lude agosto de 1360.-Eu Adolpho Li-
berato Pereira de Oliveira, escrevente juramen-
tado o escrevi
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimenlo, es-
crivao o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelli.
i I);. Ansolrao Francisco Perelli, commendador
da imperial ordem da Rosa o da de Chrislo,
juizdu dueilo especial do coramercio desia ci-
dade do Retifo de Pernambuco o seu tormo
por Sua Magestade Imperial e Constitucional!
que Dos guarde, etc.
Faro saber aos que o presante edital vreme
deite noticia liverem, que se acha aberta a fallen-
cia de barrido \- Veiga, pela seutenca do theor
soguinle :
Julgo porsentenca a jutificacao produzida pa-
ra a detencao de Narciso Ferreira Veiga. E co-
mo desta justilicaco prova dos autos, e da do
arresto resulto a prova da cessacao dos paga-
menlos da l.rnia Garrido Veiga,' estabelec!da
cora loja de fazendas na rua Direita n. 105, o de
que sao socios o referido Veiga e Manoel Ferreira
'.arrido, declaro dita fuma em estado de quebra
e Oxo o termo legal da existencia desta a contar
do da Ode agosio prximo passado.
Momeio curadores liscaes da fallencia os ere-
dores Tinto de Souza & Bairo. o depositarios in-
lennos Daniel P. Wild & Carapanhiaf
E prestado pelos priraeiros o juramento do es-
lyio. e pelos segundos assinnado o termo de de-
posito, o esenvo remllela copia desla senten-
;a ao juiz do paz competente para apposico de
sellos, que ordeno se punliam era lodos os bens
l:vros e papis dos fallidos.
E publicada a presento na conformidade do
disposto nos arngos 812 do cdigo coramercial.
Va do regulamento numero 738, dar-se-hao as
subsequentes providencias, que o indicado cdi-
go e regulamento delerminam
FrSSo rereui.SOle",br0 de 186 ~ A"Selmo
E mais seno conlinlia em dita seutenca aqui
transcripta, e para cumprimento da mesma, con-
voco a lodos oscredores prsenles dos fallidos
para comparecerem na sala das audiencias no
da 19 do corrente mez, s 10 horas da manlian
alimde se proceder a nomeacao de depositario
ou depositarios que hao de receber e administrar
provisoriamente a casa fallida.
E para que chegue ao conheciraenlo de todos
mandei passar ediial quo serao publicados pela
imprensa e affixados nos lugares designados nos
citados arligos.
Recife, 15 de setembro de 1860.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimenlo
escrivao oterino o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelli.
lela secretaria do governo se faz publico
quo os despachos proferidos pelo Exm. Sr. mi-
nistro da jusliga era requerimentos d partes des-
ia provincia sao os constantes da relacao abaixo
Datas.
3 Manoel ConQalves Ferreira e Silva (objec-
lo) oflicio de justica (despacho) nao ha
que reerir.
14 Belarmino Firmino Bezerra de Mello [ob-
jecto) officio de justica (despacho] n-
defendo. '
31 Manoel Polycarpo Moreira do Azevedo
jObjecio) oOicio de juslica (despacho) pre-
judicado. "
31 Manoel Joaquim da Silva Ribeiro (objec-
tojofflcio de juslica (despacho) preiudi-
cado. r '
31 Francisco Jos de Oliveira Juuior [objec-
lo) officio de juslica (despacho) prejudi-
cado.
31 Joo Ferreira Vilella (objeclo) oflicio de
jusliQa (despacho) prejudicado.
31 Herculano Duarte da Miranda Henrique
objecto) ofRcio de juslica (despacho) pre-
judicado.
..reir, escrivao interino
do jury o escrevi.
Innocencio Serfico de Assis Carvalho.
THEATRO
Oeciarav-bs.
de Fernando
Conselho administrativo.
O conselho .administrativo, para fornecimento
Jo arsenal de guerra, tem de comprar os obiec-
tos segrales :
Par? provimento do armazem do arsenal de
guerra.
10 arrobas do lalao em folhas de diversas gros-
suras ; 2 lliesouras para latoeiros,
Pira a oflicina de Sapalaris da ilha
de Noronha.
600 nicios desoa; 200 raeios de vaquetas;
2.000 couros de cabra e ovelhas ; 600 varas de
algodao; 10 duzas de facas; 1 arroba do cera
de abelhas ; 1 arroba de breu ; 20 libras de ca-
lila ; 20 libras de caparosa ; 2 duzias de limas
chalas ; 2 duas de grosas ; 20 caixaa de sedas
100 railheiros de tachas de saltos ; O rolos de
madeira para formas, de genipopo ; 1 rodete de
moer mandioca ; madoiraa precisas para duas
prensas de manufacturar familia.
Quera quizar vender laes objeclos aprsente as
suaa proposlas em carta fechada, na secretaria
do consclho, s 10 horas da manha do dia 26 du
curenlo rae/..
Sala das sessoes do conselho adrainislraiivo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 17 do
setembro de 18G0.
liento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, em cumprimento ao arl.
22 do regulamenio de H de dezorabro de 1852,
faz publico, quo forara aceitas as propostas dos
senhores abaixo declarados.
SF.XTA-FE1RA, 21 DESETEMDRO DE 1860.
GRANDE CONCERT
Vocal e inslrumenlal.
REAL COMPANHIA
\iilo-Luso-Brasileira.
O vapor Jason. espera-so do Rio de Janeiro e
Baha ate o da 21 do corrente o seguir para a
Europa depois da demora costumada.
Gneros de estiva.
O agente L'choa far.i leilao dos segninles "ene-
ros de estiva, na porta do armazem do Sr \nnes
centrme a alandega, na quarla-feira 19 dn cor-
rente as II horas era panto
DE
Barricas cora cerveja.
Barris com loucinho.
Barris com vinagre.
______Saceos rom farello.
Um pedido.
Pede-se encarecidamente ao Sr. Lucio Coelho
que lenha a bondade dn annunciar um grande
, pane popular e esto particular por meio de car-
| tao. para o da 29 do corrente, por quanto a bella
rapazeada espera que este pedido seja satisfeilo.
Os assignanles do Cassino.
i Alugam-seduas meia aguas na rua do No-
de7erarsgan"lar "" ^ d ^ueimado "" ^
Precisa-se de uma ama forra ou captiva
Para engommar.
HortM^*2 rupa para on8n,m" na tu u.33.
Na rua V,
para se alugar,
lavar.
lha casa
que
n. 192 ha ume negra
sabe cosinhar, CDgommar o
DA
PROVINCIA.
Avisos diversos.
O Sr. thesoureiro das loteras manda fazer pu-
blico que se adiara venda todos os dias no es-
critorio das mesmas loteras na rua do Impera-
dor n. do,e as casas cnmmUsinnartae
Sr. thesoureiro na
manhaa
O abaixo assignado,
DADO pon
de
MARTIN SilYlONSEN,
RabcquistaSoloDe S. M. o Re
Dinamarca.
Logo quo S. Exc. o Sr. presidente da provincia
se dignar apparecer. dar principio o espec-
tculo.
PROGRAMMA.
Primeira parte.
1.Ouverlura pela orchestra.
2.Grande aria da opera I Purilani (Dellini)
cantada por madama Fanny Simonsen.
.1.Fantasa para piano sobre theraas de Lu-
das passagens eslao modificado*.'Vendo ospre? Facultativo pela academia imncrialde
eos acluaes de ------"'
Ia classo 2a classe 3a classe
Para Liverpool S6 .3.5
Lisboa
S. Vicente

16
12
7
dor n. J6,e as casas cominissionadas pelo mesmo
i na praca da Indepencia n?. 14 o
16 ona rua .Novan. 22. das 8 horas da
as 6 da tarde, os bilheles.e meios da ,,,,
parle da primeira lotera do collegio de N S
do RomCo!.selhu do Recife, cijas rodas devera
andar impreterivelraeiile no dia 22 do corrente
agosto de 1860
Thesouraria das loteras25d
O escrivao, 7. J. da Cruz.
Precisa-se de uma ama para tra-
tar de dous meninos que andam na es-
medicina, medico cirnrgica desla
ci'lc:
_ Altalo quo sendo chamado para tratar da r
nina D. Entina Cook. de 10 anios de idade"filha Porem cl"e sa,ba ,ava' e engom-
da Sra. D. Elisa Cook, moradora na rua dos mar P8 tratar da roupa dos mesmos :
WAt^ ;... !- !M de l./oS 50,
cao de ligado), e que em datas anteriores se ha-
REAL COMPANHIA
Anglo-Luso-Brasilcira.
O vapor Milford Ilaven, espera-so da Europa
do 18 a 20 do corrente e depois da demoia do cos-
lume seguir para os portos do sul, para passa-
meiro andar.
prt-
Grande recompeflsa.
Na estrada de Ponte de choa pela Soledado
ate o nairro de Santo Antonio perdeu-se uns au-
tos volumosos em grao de appcllacao, viudos de
I ajea de Flores : quem o achou o quizar ter a
ca di Lammcrmoor (Thalberg), executada por el; g6"S ctc ,ra,a"se cora 3 agenles Tasso Irmaos.
Sr. Frederico Lemeke.
4. necordacoes do Bellini. Fantasa para ra-
beca (ArlotJ executada por Martin Simonsen.
Segunda parte.
5.Ouverlura pela orchestra-
,-6'Pali",a Ingleza : Kathleen Mavournecn
iCrough).Bala.la Allemaa : Das Slandchen : Se-
Para os recrutas do 9. batalhao de intentara. I0"30,a ^chubert), cantada por madama Simonsen. '
i.aO Passaro ni Arvore (L'oiseau sur l'arbre
Rondo burlesco, composto c executado por Mar
lin Simonsen.
8 "Grande aria da opera Lucia di Lammer-
moor Donizelti), cantada por madama Faativ
Simonsen. w
I 9. Introduco e Varacoes sobre motivos de
la Filha do Regiment, compostas o executadas
por Manin Simonsen.
COMPANHIA PEINAMBUCANA
DB
Francisco de Paula Fernandes Moreira Jnior:
16 grvalas do sola de lustre 800 rs.
Jos Rodrigues da Silva Rocha :
16 esleirs de palha de carnauba a 400 rs.
Para o hospital militar.
Jos Rodrigues da Silva Rocha :
arrobas de assucar blanco refinado a 7&500 a
Para forcimenlo do arsenal de guerra.
Jos Rodrigues da Silva Rocha :
13 grosas de pennas d'aco para escrever a 800
rs. a grosa.
7 caivetes de 2 folhas a 800 rs.
1 panella do ferro do 3 galoes por 3j500.
I chaleira de ferro com o n 6 por 3*3500.
O conselho avisa aos mesmos senhores
edores que devem rccolher os objeclos
^ t\avegaco cosleira a vapor
ven-
cora-
mez s 10 horas
prados no dia 19 do corrente
da manhaa.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal do guerra 17 de
setembro do 1860.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogaljsecretario interino.
lancador da recebedoria de rendas inter-
nas geraes, de conformidade com os 53 1" 2 Io
4a. e 6-, do decreto de 17 de niaioo do corrente
anno, continua a fazer a collecia no dia 17 do
presente mez as ras do Queimado. praca da
Independencia, Cabug, Nova, Sol, Flores tra-
vessa da mesma e rua da Paz do baitro de Sanio
Antonio, do imposto sobre lojas e casas commer-
ciaes, eoulrasde diversas elasses e denominacoes
avisa aos donos dos seus respectivos estabeleci-
mentos, que tenham os seus recibos, ou papis
de arrenda metilos de suas casas nos ditos esla-
b.decimenlos, para por elles se lser o processo
do lancamento na razao de 20 por rento do alu-
guel annual.
Recebedoria de Pernambuco. 15 de setembro
de 1860.
Jos Theodoro de Senna.
Conselho administrativo.
O conselho admlnislravo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objeclos
seguinles :
Para o meio balalbao do Cear.
2 espadas com bainhas do ferro ; 2 telins de
couro envernisado ; 2 liadores de relroz prelo
2 cananas de rouro envernisado ; 6 resmas d
papel almaco ; 16 quarleiro.*s de pennas de pato
2 caivetes ; 6 garrafas de tinta preta de escre-
J de lapis de pao; 20cxemplajes
carias para principiantes ; 20
de collecoes de
Terceira parte.
10.Ouveilura pela orchestra.
11.Valsa brilhante para piano (Schulhoff)
execulaoo por Sr. Frederico Lemeke.
12 oGrande cavatina da Travala (Verdi) can-
tada por madama Fanny Simonsen.
13.Andante Spianato (Ernsl) o o Carnaval
de Veneza (Paganini), execulados por Martin Si-
monsen.
O Sr. Frederico Lemeke se presta benvola-
mente a obsequiar ao concertista.
O concert comecari as 8 horas.
PRECOS.
Camarotes de Ia ordem 158
2a 203
3a ioy
i.adeiras 5a
Plateas 2>
Os bilhcles acham-se venda desdo hoje no
hotel Inglez, onde se acha o Sr. Simonsen
da do concert no theatro.
O vapor (Persinunga, commandaole Manoel
Joaquim Lobato, segu para os portos do sul de
sua escala no dia 20 do corrente as 5 horas da
larde ; recebo carga ate o dia 19 ao meio dia,
encoraraendas e dinheiro at ao meio dia do da
anida. O expediento do eseriptoro fechar-se-ha i
s 3 horas da tarde. Nao se dar bilhetes de
Ta submcllido s medicaces. por facultativos
acouselnadas, sera obter satisfatorio resultado
b, acunselhando eu o uso das chapas medicinaes
do Sr Ricardo Kirk, eseriptoro na rua do Parlo
n. 11, em menos de dous mezes vi-I peifeita-
mente restabelecida dessa enfermidade, que por
mullos annos resistir applicacao do mais enr-
gico Iratameiito.
Epo,,|uc me fosso este pedido, e seja verda- cardade de os restituir""ve"nh"aTeala rVOOr.Thi?
tttSSSSZ*- JaqUm JS I ,Ue S?r i~i recomeSVoyP8raPh-a
Rio de Janeiro 28 de dezembro de 1855.
Atiesto que lendo applicado as chapas medi-
cinaes do Sr. Ricardo Knk, com escriptorio na
rua do Parto n. HO.dellas tenho*oblido vantagens
mmensas, raormenle as infimma.des do esto-
mago, figado, baro, ele. ; ainda que'sua eflicacia
su eslenda s lesoes de oulros org.ios, todava .'
de indisputavel mrito para os casos supra apon-
lados, e bera depressa se sentiio, em abono
da verdade.
E porque me fosse pedido, passei este e lir-
mciDr. Joaquim Jos Cardoso de Siuueira A-
raazonas.
Rio de Janeiro 27 de Janeiro do 1856.
(Reconhecida verdadera a assignatura supra
pelo tibelliao Manoel Hilario PiresFerro )
O abaixo assignado. na qualidado
menteiro do finado Fernando Subiella.
O lliesonreiro das loteras em consequenria
da aulorisarao que Ihe foi dada pelo Exm. Sr.
presdeme da provincia pelo oflicio abaixo trans-
crito, declara que a extraccio da primeira parle
da primeira lotera do collegio de Nossa Scnhora
de tesla- do Bom Con tendo de I para o da 22 do prsenle mez, visto como em
sn.^aoa5,vLaf? b?s do mesr fe- i fnn,spq"p,,cia 'iS^ia; arpa
ao, para o que se faz misler lerrainar o liquidar ler lugar a exlracco da dita lotera no dia 12
passage.m sem que na respectiva gerencia fique
I yjgy?- so- |, 4.- Mccao.-P.l.cie io averno de Pernara-
Escriptorio da companhia 13 de setembro de
1860.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
e no
Avisos martimos.
trata-se
Dos nu-
Para o Aracaty
0 hiale Santa Rita recebe carga
com Maitins & Irrao rua da Madre de
meru 2.
Para o Ass.
Segu em poucos dias o|hate Camaragibc.
forrado e pregado do cobre, por j ter parto de
scucatregamento para o resto e passogeiios tra-
la-se na rua do Vieario n. 5.
Aracaty.
Al o fim da presente semana seguir imprete-
rivelmenle o hiato Duvidoso ; para o restante
da carga, trata-se com Gurgel Irmaos em seu es-
mancas porlnguezas por Monte-Verde, ultima edi-
l Horacio de Gusmao Coelho (objecto) ofr-'cao 6 cxcmplares de compendio de arilhmeica
co de justica [despacho) prejudicado.
31 Belarmino dos Santos Bulcao (objeclo)
oflicio de justica (despacho) prejudicado.
34 Tilo Fock Romano (objecto) oflicio de
juslica /'despacho) prejudicado.
2 Patricio Jos da Costa Lima (objeclo)
queixa despacho) use dos meios ordi-
narios.
2 Manoel Themoteo Bezerra de Albuquer-
que Maranho (objeclo) queixa (despacho)
use dos meios ordinarios
10 Gervasio Eugenio Simes (objecto) ofli-
cio de juaiica (despacho) indeferido por
nao ser oflicio de juslica.
Antonio Louren?o de Albuquerquo Coe-
lho (objecto) ofllcio de juslica (despacho)
indeferida por nao ser oflicio de justica
Secretaiia do governo de Pernambuco 14 de
selembro de 1860.O secretario do governo,
Joo Rodrigues Chaves.
Faculdade de direito do Recife
REPETIDO DO EDITAL DA DIRECTORA
DE 16 DE JNHO DO CORRENTE.
De ordem do Exm. Sr. director interino o con-
s'lheiro Pedro Aulran da Malta e Albuquerque,
10
gar-
por Avilo ; 6 pautas; 6 excmplaresde lisiados"
6 libras de areia prela.
Meio batalhao da Parahyba do Norle.
6 resmas de papel almajo ; 2 caivetes 6
rafas detinla preta de escrever : 6 pautas.
Para a fortaleza dos Santos Res Magos do Rio
Grande do Norte.
1 bandeira imperial grande de flele ; 2 ditas
ditas pequeas de dito.
Para a colonia militar de Pimenteiras.
6 resmas de papel almaco ; 4 quarteiroes de
pennas de ganco ; 2 caivetes ; 2 duzias de la-
pis ; 6 garrafas de tinta preta do escrever; 20
exemplares de collecoes de carias ; 20 exempla-
res do taboadas; 6 exemplares de gramraati-
exemplaes de taboadas ; 6 exemplares de gr'a.T,- 2!Pl?1& "" d" CaUa d Rcdfe- primeir0 -
Aracaty pelo Ass.
Segu com a maior brevidade o hiato Gnlido
por j ter a maior parle da carga prompa ; para
o resto o passageiroj, trala-se no Passeio Publico
n. 11, ou na rua do Codorniz n. 5, cora Pereira A
tlenle.
Pro Lisboa sahe impreterivelmento aleo
da 15 o brigue Tarujo & Filhos por ter parte
de seu carregamenio proropto : quem quizer car-
regar ou ir de passagera, dirija -se ao consignata-
rio na rua da Cadeia do Recife, eseriptoro de
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Porto por Lisboa.
Vai sahir com brevidade para o Porto com es-
PAQUETES A VAPOR.
O vapor Paran, commandante Jos [Leopoldo
de Noronha Torresao, espera-se dos pottos do
sul at o dia 18 do corrente mez, quando deve
seguir para Parahiba, Natal, Cear, Maranho e
Para.
Recebe-sc desde j passageiros e engaja-sc a
carga c encommendas que o vapor poder condu-
zir, sendo despachada cora antecedencia al a
"espera de sua chegada : agencia rua da Cruz
n. 1, eseriptoro de Azevedo & Mendes.
Aracaty.
Para esto porto seguir brevemente o hiato
cEihalaeo; para o restante da carga, trata-se
com Gurgel Irmaos, rua da Cadeia do Recife n.
2a, primeiro andar.
Avisos martimos.
O capitao II. Rrakko do patieho hollandez
Eduard, ancorado nesle porto com um carrega-
mento de assucar o agurdente com deslino para
o Rio da Prala, precisa tomar a risco martimo
sobre o casco o o Irete do jjio navio, a quanlia
de l:600|l pelo pagamento das despezas feitas
neste porto : os prelendentes sao rogados a di-
rigir as suas proposlas ao consulado hollandez,
rua do Trapiche Novo n. 16, como cartas fecha-
das at quarta-feira ao meio dia.
nrdDa-,qUrr Paiamarnenlo do testador, de buco em 10 de seiem"Wde"86o" -"itendelX
XSSSlLSrffT a0mCSm ""aixoas-^oquerepresen.ou Vmc era s7u' officlo d hoje
XX.T, e a dlas..ass,ra co,no sa" ro- "ut"o a espacar para o dia 22 do erren le a
gado, todos os devedores de pagarem as suas extraccio da pr.mei.a parle da primeira k.tcria
conlas na mesma casa do estabelecimento do so-
cio Anlonio Rento de Araujo. Recife 17 de se-
tembro de 1860.Jos Pedro de Alcntara.
do collegio do Rom Conspira desla cidade.
Dos guarde a VmcAmbrozio Leilao da Cu-
nna Sr. ihesoureiro das loteras. Thesouraria
das loteras 11 de selembro de 1860.
Laboratorio le lavagem.
F.9te estabelecimento que comegou a funecio-
nar na casa do banhos do patea do Carmo, vai ser
transiendo no dia 15 do corrente para o sitio dos
; Ruriltsna estrada do Arraial.
! A excellenle zgua crreme e o espaco que all
ha, permittindo que se elevo o nnmero dos con-
currentes, prevme-se as pessoas que esperavara
! por esta transferencia, que podem mandar as
suas roupas para serem lavadas, embora nao te-
i i nham anda chegado as maiores machinas movi-
era generosamente recorapen- d'1' a vaPor. que salisfaru eLtao corapl lamento
0 as necesidades desta capital e seus arrabaldes
A casa de banhos continuar a ser o doposil
de recepcao e entrega das roupas da eapitaFe no
sitio dosBuniisse receber e entregar as
dos arrabaldes.
As vantagens presentes sao : boa lavagem era
i la das, garanta das pecas e precos muito razoaS
veis. As lucturas scro : boa" lavagem em -
das, garantidas sempre as pecas e precos muilo
i com modos.
Altenco.
Fugio do sitio do Sr. commendador Manoel
aongalves da Silva na Estancia, no dia 15 a noi-
te, um cavallo mellado claro com dinas preUs e
brancas, c cauda prela, frento aberta, dous ps o
uma mao calcados de branco, e uma mo de pre-
lo ; esi ferrado era un dosquarlos cora a letra
r ; est bastante carnudo e fogoso ; ao sahir do
boqueiro da Estancia desappareceu da vista de
quera o segua : quera o pegar, leve ou partcipe
no mesmo silio, ou na rua da Cadeia do Recife,
loja n. 41, que s
sado.
Precisa-se de uma ama para cozinhar: na
rua dos Pescadores n. 1-3.
* a
Aviso.

m
Attenco.
n.12,
Leudes.
' uu auoauns o exempiares ue gramraau- i>ala nnr Tl.hna n hri,,. ...,.------ wu* ca
casporluguezas adoptada ltimamente paralas au- ??" Ei*f'br,' "fnp"ll,*" /romplidio
lua 9ii nn,.,.i;.. a-----:.u__.:-- -_'_,. ',___ '">< torrado e enravilhado de cobre, de PR1MFI-
MARCHA E CLASSE : para carga e passagei-
ros, para os quaes tem excellenles commoilos
irala-se com Elias Jos dos Santos Andrado &
C, na rua da Madre de Dos n. 32, ou com oca-
as ; 20 compendios de arithmetica por Cullaco ; 11
20 collecoes de compendio para uso das aulas de'
do piimeiras letras, ultima edjQao.
Para o arsenal de guerra.
100 libras oe vellas estearinas.
Quera quizer vender taes objeclos aprsente as
suas propostas em caria fechada na secretaria do
conselho s 10 horas da manhaa do dia 21 do
corrente mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
pito.
Brigue nacional Veloz.
Freta-se para qualquer parle : a tratar com os
consignatarios Azevedo & Menees no sj scrD-
torio rua da Cru^ o. 1. r
LEILAO
Commercial.
Quinta feira 20 do corrente.
Antones autorisudo pelo Exm. Sr. Dr. juiz es-
pecial do coramercio, a reqoerimentd dos depo-
sitarios da massa fallida do Ignacio Ferreira da
Silva Lopes, far leilao no dia cimo designado
da parlado sobrado .i. 12da rua de Hortas| as-
sim como da armaco, miudezas e dividas da lo{
ja da travessa do Livramento q-e perlpnceu
aquello fallido.
Principiar s 11 horas em, poni.
0 Dr Joao Pedro Maduro da Ponseca
- mudou a sua residencia para a rua da Ca-
@ deiado Recife n. 52, seguudo andar, aon-
de S6 presta ao servico lano de medicina
como de cirurgia e das 9 para s 10 horas
da manha sempre o encontraro em casa.
> > Rua estreita do Rosario
Precisa-se alugar um moleque de: lu
15 at 20 annos: na rua da Cruz n. 17.! pnO-CITO aildar.
-Offerece-se urna mulher de meia idade e S"&U*V^
de boa conducta para ama interna de hornera qualquer hora aahor....VnJuU \\l0.r',eccr a
asrttsrpouca faniilia:na n,a fe^tf s^^tse^^:
"l'NVcasrdValfaiate de Flix Venancio de feol^ be"
CanUlice precisa-se fallar aos Srs. Antonio Ber- [ vez, o delicioso a
,. ,- --- ----- ----------- i "** nardino dos Santos Jnior Antonio Henrique de leve ceia, tambera acharo todas
Alenla Jnior. Antonio.Marques Correa, Au- davel sorvele de fruclaa que al.
gusto Ferreira Martina Ribeiro o Henrique de naria grandeza diminuto no o,
Souza Lima.
Os abaixo assignados fazem scente ao res-
peitavel publico e especialmente ao corpo do
commercio, quo dissolveram do commura accor-
do a sociedade que linham na loja de ferragens
sita na rua da Cadeia do Recife n. 53, cuja liqui-
da?ao e responsabilidade do activo e passivo fica
peilencendo a Jos Alves Fernandes, como do
distrato de sociedade feito uassignado nesla dala.
Recife 15 de setembro de 1860.
Jos Alves Fernandes.
o Dcllo lanche acompanhado
os, que anciosos esperam por sua
- moco, o fortificante jantar e a
as noites o agra-
alm de extraordi-
- no preco, aos domin-
gos pelas 2 horas da madrugada a saborosa mao
do vacca. o caf, cha. caf com leile, os oros, o
peixe de innmeras qualidades, era fim ludo bom
o servido cora presteza. Fornece comida diaria
ou mcnsal mandando levar ou mandando-so bus-
car, ludo por pouco prego, tambera apronipi-se
ioda e qualquer encommenda culinaria sendo
tena com antecedencia.
Aluga-se por um cont de res o
segundo e ferceiro andar do obrado n.
Feliciano Pereira de Lira." I r\ a~ ...... ai.
Roga-se a todas as pessoas que tem penho- i rua iNova 8 quaesalem de terem
res em poder da abaixo assignada, tenham a bon-
dade de vir resgala los no prazo de 8 dias, do
conlrario tero de ver seus nomes publicados por
este jornal e o lempo que j de vencidos, e nao
attendendo a este reclamo, sero os ditos penho-
res vendidos para pagamento do principal e juros;
e caso nao chegue, sero seus donos intimados
pelo restante. Reci? 18 de setembro de 1860.
Auna Duro.
ptimos commodos aciism-se andados.
O Sr. que morou na rua das La-
rangeiras e que annunciou concertar
pianos, queira ter a bondade de appa-
recer na rua larga do Rosario, arma-
zem de louca, pois ignora se a sua mo-
rada.


DIARIO DE ltNAMBtJCO. TEKCA FEIRA 18 DE SETEMBRO DE 1860.
a
Caixeiro.
Precisa-se um caixeiro porluguez com pratica
de fazendas : na ra da Imperairii n. 4.
Aluga-se o primciro andar da ra da Cruz
do Rccifo n. 31 proprio para homem solteiro ou
escriptoiio : a Iratar no armazcm do mesmu.
Precisa-se de 3:OOOJOOO a premio por uro
anno, com hypotheca em um sitio perlo da pra-
ea : a quem convier annuncie para ser procu-
rado,
Alugi-se o segundo andar do sobrado n. 5
da rua do Vigario : qucm o pretender dirija-se
ao armazcm do .mesmo.
Precisa-se de una orna (com preferencia
escrava), que saiba fazer com perfeico o servido
interno e externo de urna casa do pouca familia,
o nao se olha prego : na rua da Sania Cruz n. 28
ou na rua de S. Gonzalo n. 14.
Quem precisar de um liomcm para creado
ou para eitor de algum sitio, ou oulro qualiuer
servido, pode procurar na travessa da Madre de
Ucus n. 11, juo achara com quem tratar.
Ama de leite.
Prccisa-sc de una arai de leite, forra ou mes-
mo escrava, que tenha b<>a conduela : quem pre-
tender, dirija-se a rua do Pires, sitio que voltn
para o Corredor do Bispo.
l'ierre Simn M<>m, belga, vai para o Rio
Je Janeiro.
Precisa-se fallar aos herdeiros do ). Maria
llipreza de Jess, a negocio sobre a casa da rua
do Nogueira n. 14 ; a tratar no Recife, na tra-
vessa da Madre de Dos n. 18. ou declaro sua
morada para ser procurado.
D-se dinheiro a juros sobre penhores de
ouro ou prala : na rua do Rosario da Boa-Vista
numero 58.
onsuKorio central honicopnlhico
';
IPaiHAMIC.
No da 7 do crrenle um soluado do i" Uala-
lhao de ariilharia, do nomc Ilenciquc Nunes,
vestido a paisana, corpo regular, alio, pardo des-
fajado, natural do Limoeiro, alugou um cavallo
selado na coxcira de Manuel Anlunio Pereira na
travessa da rua do Sol n. 20, cujo cavallo lem os
signos segniilrs : castanho retinto, clinas prelas,
bem feilo de pescoco, cabega a carncirada, olhos
de moss, ferrado na anca direila com um P e P
degados tendo as asteas superior e inferior duas
aspeas : quem der noticia na mesma coxeira, so
gratificar generosamente.
Precisa-so fallar corn os Srs. Reinaldo Al-
vos de Mello o Felisberto Jernimo Coelho: na
ruando Imperador, em casa do alfaiale Flix V.
Cantalice.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Ilaker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Jonnston & rua da Senzala Nova n. 52
Para p-assai* a Testa.
Alagase urna cxccllenle easa de sobrado na
entrada da povoa^ao do Monti-iro, com grandes e
exccilenles commodos para urna numerosa fami-
lia : a tratar na rua do Queimado n. 32, loja.
PNSA EAC
l de V/.SCILY
Estas pennas de diflerenles aualidades, .sao fa-
bricadas de ac de prata refinada de primeira
tempera, e sao applicaveis a lodo o tamanhode
ellra. rreco 190U cada caixa e pennas de ouro
lelo mesmb autor com pona de diamante, que
crem a grande vantapem de nao estar snjeitas a
erj^r ferrugem e conservndose bem limpssiio
do o-acao infinita, deposito em casa dos Srs.
Huedcs & Goncalves rua da Cadcia n. 7.
Gravador e
rador.
dou-
nominando das armas.
Pelo commando das armas dcsla provincia, de
conformidade com as ordens do quiilel general
do exercito, contrala-se um capellao para o pte-
sidio de Fernando. O reverendo sacerdote quo
se quizer contratar para o servico do dito presi-
dio, 6 convidado a comparecer a secretaria mi- Gtiv-S6 e doura-se em marmore Ultras pro-
litar nos dias nleis, das 9 s 2 horas da larde. Pr,as Para ealacumba ou lumul0 a 10 r3-; cada
Predsa-se de urna mulher para engommar uma- "''peanle aprsenla scus Irabalhos
na rua do Seve, casa terrea junto ao sobrado de i nos lul!J.,0S 08 ,IIm*- Srs, Viraes, Dr. Aguiar,
cinco varandas, vizinho a grande casa que se esr ,ucrra' la" e em ou,ros nials rua dfl Ca'*a
azendo para o Gymnasio P'ovincial. d Agua n. 52.
vi- coa ? !?..i >
Na Iivrana n, 6 e 8 da praca da
Independencia precisa fallar ao Sr. Ma-
noet Antonio Pinto da Silva.
7 O Sr. Domingos Osario Pinto!
queipa diiigir-se a esta typographia, '
que se lhe precisa fallar.
Roga-se
UiBlLlJUlAlUilLUJ4dVli/* &
3 Continua sob a mesma direccao da Ma-gi
r"? noel do Mallos Teixcira Lima, professorg
v em hotnecpalhia.As consultas como d'an-*;
& tes.
Botica central homcopalhica
Do
DR. SVB1X0 0, L
Novos raodicame/ilosiiomeopathicos cn-
viadosda rCuropa p'elo Dr. Sabino
Estes modienmantos preparados cspe-|
"f" ,:aImenlcsegundoas necessidadesda ho-a
^ mnopaihia noBrasil, vende-se pelos Pre-
j eos conliccidos na bolica cenlial horneo-*
"^, palluca, rua de Sanio Amaro (Mundo No-
vo) n 6. ^
Aluga-se um sobrado de um sedar e solio:
na rua dos Quarleis n. 17.
lames Askcll, John Dear reliram-se para a
Inglaterra.
PrecsK-sc de nm caixeiro de 1? a 14 annos
Jo idade : na rua Dimita dos Afolados u. 13.
m

I Dentista k Faris.
15Rua Nova15
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
taz ludas as operando da suaailee col-
lona denles artificiaos, ludo com a supe-
rinridade c perfnirao que as pessoas en-
tendidas lhe recoiihecem.
Tem agua e pos denlifricios e'C.
Km praca pnblira do juizo dos leilos d
fazenda nacional se ha de arrematar no dia 20
do corretite es escravos seguintes : Nicolao, de
idade 35 annos, avallado por 500?} : Benedicto,
crioulo, i Jado 20 annos, avallado por 625$ ; Ca-
nuto, crioulo, idade 50 annos, avahado por 500$;
Camillo, crioulo, idade 50 anuos, avahado por
30(1$; penhorados pela fazenda a Joaquim Ca-
valranti de Albuquerque como fiador do ex-col-
lector do Cabo Francisco Antonio de S Brrelo
Jnior.
Guilherme Carvalho & C.
arrendam o seo escriptorio da rua do Torres, e os
dons andares, por se mtidarcm do mesmo para a
rua do Vicario n. 17.
APPOVACiO E AlTJItlSACiO
CAPITAL
Cinco saYioes Ae libras
sievWuas.
Saundcrs Brothers & C. lem a honra de infor- i
mar aos senhores negociantes, proprietarios de i
casas, e a quem mais convier, que eslo plena-'
mente autorisados peb dita companhia para ef-
fectuar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
cobertos de lelha, c igualmente sobre os objeclos,
que contiverem os mesmos edificios, quer con-
sisla em mobilia ou em fazendas de qualqucr
qualidade.
trmmmm tmmm zmmtm
m DENTISTA
3Rua estrella lo Rosario-3
Francisco Piulo Ozorio continua a col-
locar drntes artlficiaes lano por mcio
de molas como pela pressa do ar, nao
recebe paga alguma sem que as obras
3i nao fiquem a vontade do scus donos,
a lem pozes c outras pre|iarai;5es as mais
jg acreditadas para cOBSeriracao da bocea
Precisa-se do segundo andar do urna casa
com a frenle para o nasecnte, leudo 2 salas, 3
quailos grandes ou 4 menores, cozinha fra, etc ,
preferindo-sc do um andar ; islo por 3 annos,
ficando o proprietario pago de todos elles ao pas-
sar da cscriptura : no primciro andar da casa n.
18, ite pateo do Hos{iital do Paraizo.
i TT5TTITTTT! XV YTTT" TT"? ? T>
: DENTISTA FRANCEZ. 5
s Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- <
rangoirao 15. Na mesma casa tem agua e -
i dentiico. X
x.iiAAiAAAA..tiLAi-f mi LlSO-iHLiSLElta
2, Golden Square, Londres.
. G. OLIVEIlAtendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e excellcntes ac-
commodacocs para muilo maior numero de hos-
pedesde. novo se recommenda ao favor e lem-
branca dos seus amigos e dotSrs. viajantes que
visitera esta capital; continua a prestar-1 lies seus
servirosc bons ofcios guiando-os em lodas as
cousas que precisem conh-ecimento pralico do
paiz, etc.: alm do portuguoz c do nslezfalla-se
na casa ohcsiianhole francez.
ao Sr. "Joa juim Cavalcanti do (lego Barros, que
tenha a bondade Jo appareccr na rua do Quei-
mado u. 46, loja.
Irniamlade de N. S. do
Bom Parto.
A mesi regedora faz sciento aos irmiios e ao
publico, que por motivo justo nao pode fazer a
testa de sua padroeira no dia 23 dcsle mez, co-
mo linha determinado, licando transferida para o
dia 21 de outubro prximo futuro.Oescrivao,
Claudino Jos Dias.
Precisi-se de urna ama para cozinhar par3
duas pessoas : na rua de Apollo n. 7, sobradinlio
por cima de um armazcm do assucar.
John Conway e Joseph Mackenzeg, subdi-
tos inglezes. reliram-se para fra do imperio.
Um moco, caixeiro de escripia, (por parti-
das dobradasj de urna casa commercial, queren-
do niudar de arruraarao por motivos justos, que
serao patentes a quem pretender, so offerece a
exercer o mesmo lugar, ou como caixeiro de rua
em umaoulra easa ; sobre sua capacidade c si-
i zudez d, aleni de cutras pessoas, o scu actual
patrao, como garante ; quem precisar, dirija-se a
oa do Sr. Figueiroa em carta fechada com as
iniciaes II. C.
Na rua da Cadcia n. 24 deseja-se fallar com I Sue"s a rs-.
os senhores:
Marcelino deSouza Pereira de Brilo.
Cielo da Costa Campcllo.
Jos .\lves de Monte Itaso.
Joao Alvcs de liv. ira.
Manoel Jos Ferreira.
Miguel Estoves Alvcs.
Jos Goncalves de Albuquerque.
Antonio de Albuquerque Maranho.
Francisco Jos da Costa.
M NOVA
Loja de militas na rua
Diveia N. <^5, onde tem
o lampeao do gaz,
vendem-se pecas de fitas de cor a 240 rs., cai-
xas d'agulhas frincezas a 160 240 rs., colheres
de metal principo para soupa fino a 5^200. dilas
para cha a 23800 a duzia, enfeites de vidrllhos
protos linos a 5^500, caixa de bfalo a 13 e
1S800, bandejas finas a lg500, 2$ 3, 4g, c &9,
macos de grampas rolicas a 40 rs., ditos de cara-
col a 80 rs linteiros e arceiros tinos a 2JJ, ga-
lio de linho branco a 100 rs. a vara, pulseiras
prctas a 1. torcidas para candieirns a 13 a du-
zia, pecas de litas de linho a 60e 80 rs., curdas
para vi'ol.io a 80 e 120 is., trancas de linho para
enfeites de vestidos a 900 rs. a pec.a, penies de
alizar, de baleia, a 250, calungas de diversas
qualidades a 120. 160, 200, fO, 280 e 480 rs.,
golinhas de corchi pira senhora a 800 c 10, ca-
ivetes do una folha a 160, escvas para denles
a 240 rs. sabio lino para barba a 80 e 320 rs.,
bicos finos finos a 40, 80 e 100 rs. a vara, meias
para senhoras a 32tl rs. o por, linhas de miada
para corchi a 20 rs. a miada, ribique a 80 rs. o
papel, obreiaa de maca a 80 rs. a caixa, vlspuras
a 1S, (arta* francezas" a 240 e 320, ditas portu-
"apis finos de cores a 16, li-
nhas pera marca a 20 rs., tesouras a 100 rs.,
peales paro alar cabello a 160 rs., oculos de ac,o
: a 50oe 8U0 r$., pomada francesa a IDO rs., lape-
, tes para laniernas a 2$500 o par, toucas para me-
ninas o meninos de laa a 800 rs., colheres para
1 cha a 800 rs. a duzia, allinetcs em caiiinha mui-
I to fino a 200 e 280 rs., luvas de fio d'Eseossia
I de cores para homem a (iiO. ditas brancas a 610
rs., moias cruas finas para hornern a 3;200 a du-
; zia, laa para bordar a mais fina que ha a 7$5i 0,
' tinta de carmim fina a 500 rs., caixioha de papel
sortijas em cores a lg, ditas de quadrinhos a fcCO
: r.., ditas de cores a 80 rs, atacadores d'algO'lio
?. Precisa-se alugar um perito jardineiro que en- chatos a 60 rs., ditos roli?os a 100 rs., penlcs
lenda do tratar de eavallos : na rua da Cadcia do lravt'S5as para meninas a 610 rs ditos de bnrra-
Etecife n. 6, primeiro andir. l',a liara nimt a 600 o 800 rs.. ditos de bfalo
Desapparcceu no domingo, 2 do correnle, branco a 500 rs,, ditos pira piolhos a 280 rs di-
pelas 6 horas da larde, o escravo Antonio, cabra' 'os parasuissas a 500 rs., pecas de trancas de
Attenco.
laa do caracol a 60 rs., fitas de seda da largara
de 5 dedos a 640 rs., obreias de colla a 100 rs.,
bonecas de camnrea a 160 rs., ditas de chouro a
500, 800, l':00 e Sf, tesouras para unhas a 800
rs ditas para costuras a 1JJ, faca de cabo de ba-
lando dous botoes 6;50O eufeiles dos mais mo-
dernos que ha para senhoras a 5l> e 48500, di-
tos para meninas a 4$00 c !>, caixa de lampari-
nas de nova invencao a 100 o 50 rs. bicos prelos
de seda a 100, 160* 200, 280. 320 e 500 rs., car-
retel de linha do gaz de todas as cores a 10 rs. ,
Rua larga do Rosario n. 20
segunde andar.
e
Ncsta casa recebem-se escravos para seren
vendidos por commissao por conla de seus se-
uhores. Alianca-seo bom tralamento. assim como
as diligencias possivois para que os mesmos 8e-
jam vendidos com promptidao afim de seus se-
nhores nao suflrerem empate na venda delles.
Ncsta casa* ha sempre para vender escravos da
dilTerentes idades de ambos os sexos, com habili-
dades o sem ellas.
Mauricio Jos dos Santos Ribeiro, rhegido
ltimamente do Lisboa, faz sciente ao respeita-
" publiro que acaba de eslabelecer na rua lar-
DA
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
ELECTRO MAGNTICAS EPISPATICAS
Para
serena applicadas s parles aneciadas
sem resguardo nem incommodo.
AS CHAPAS MEDICINAESsao muito conhecidas no Rio de Janeiro e em todas as provincias
. }te imperio ha mais de 22 annos, cs.o afamados, pelas boas curas que se lem obtido nssenfer- ;
muladas abaixo escripias, o que se prova com incumeros allcslados que existem de pessoas cana- I
-.es c le dislincco^s. F ="ot,,>u ^
Cora estasCii.ii-AS-rLF.c,!no-MAc.NF.TiCA-EPisrASTiCAs oblcm-soumacura radical c infalvclem !
como
ios, ery-
vcl
ga do Rosario n. 21, primciro andar, urna offi-
cina de ourives onde aprompla qnaesquer ob-
jeclos tendentes a mesma arle do mais apurado
gasto e perfeico de trabalho, como sejam ade-
recos completos, brochas, pulseiras, aneis, alfi-
neles etc., etc. Em seu cslabulecimenlo promel-
le_concertar qualquer obra da sua arte cora per-
feico A pralica adquirida por sua longa resi-
dencia em Lisboa, e as rvlsgiics directas que
constantemente maniera com algumas das mais
respetareis casas d'quella cidade, que sn em-
pregam no fabrico de lodo o genero de obras de
piala, o habililam a encarregar-se de qualquer
encommenda de taes objeclos tanto para a igreja
como para uso domestico. As pessoas. pols, que
; se dignarem honra-lo com a sua conlianca, se-
; rao servidas com o maior zelo e solicilude c por
precos baratissimos.
Sr. Domingos Jos Soares, ofcial da se-
crclaria do governo, queira dirigir-se a rua Di-
reila n. 68, afim de saldar o que est a dever
aos herdeiros do Caetano Pereira Goncalves da
Cunha.
O Dr. Manoel E. Reg Valenca pode ser
procurado para o exercicio de sua "profissao de
medico ; na rua da Cruz n. 21, segundo andar.
Ensino demusica.
! OlTerecc-se para leccionar o solfejo.como tam-
bem a tocar varios instrumentos ; dando as li-
?oes das 7 horas s 9 li2danoite: a tratar na rua
da Roda n. 50.
Madame Gekle, eslabelecida na rua das Cru-
; zes n. 36,avisa ao respeilavel publico que se acha
i sempre prompia para fazer qualquer obra de
vestidos de senhora, e tambera chapeos moda
de I'aris, por muito commodo pieco.
0- Quem tiver um sitio
de idade 20 annos, mais ou menos, bem pareci-
do, corpo c feicoes regulares, com principio de
buco, cabellos carapinhos e um lano ruivos, e
. falla mansamente, levou vestido camisa c cal^a
; branca, chapeo de feltro de cor parda e um sur-
rao de couro com baca e alguma roupa ; julga-
se que andar as risinhaoc.as des'a cidade em
companhia de oulros que tambera desapparece-
ram, ou que seguiia para o serijo de Page de
llores d'ondc lilho ; dito escravo oi comprado
em 31 de marco de 1858 a Joao Jos de Carvalho
Jnior : pedese as autoridades policiacs e cap- ve"ham logo antes que se acabe, a pecliincha.
taes de campo, ou qualquer pessoa que o possa \ t MK-'liA
descobrir, o pegarem, mandando o aprescnlar a X1.H.CIIV.CIU.
seu senbor Jos Gomes Leal, morador no Recife, I Vende-se am sitio com 2 casas
rua na t.ailcia, casa n. 06, primciro audar. onde I i i j i i
sei generosamente recompensado aquello dos a sabei' : uiua (lc Pudra e cal na 'lual
capities decampo ou pessoa do povo quo
ulia entregar.
Guilherme J. Knisler. subdito hoanam
e bailante tructeiraa
a casa de moradia tem
bastante commodos pata qualquer fa-
milia morar, tem terrenos para fazer
um ranclio no tjiial se pode fazer um,
patrimonio para quem qui?.er viver fora
da praca, tem mais terreno parase edi
as dif-
un Jeta, por meio da suppuracno serao radicalmente extirpados, sendo o seu uso aconselhado or
habis e dislinclos facultativos v
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo lodo o cuidado de
fazer K necessanas expheacoes, se as chapas sao para homem, senhora ou crianea declarando a
molestia era que parle do corpo existe, se na cabera, pescoco, braco, coxa, perna.'p.ou tronco do
C rpo, declarando a circumferencia : e sendo inchacos, feridas ou nieras, o molde
A. W, Gsborn retratista americano annuncia
ao respeilavel publiro desla cidade que elle aca-
ba de receber dos Estados-Unidos da America,
um explendido sortimentode molduras redondas
douradas de lodas as dimenses, caixas para re-
tratos fazeiua muilo fina, assira como recebeu
unt bello sorlimento de casolelas de ouro e alfi-
netes de dito obra prima expressamente para re-
Irstos. A. W. Osborn apro-eita esla aprazivel
opporlunidade para informar ae publico que elle
est resolvido a dar liccoes da sua arte em todos
os seus ramos, assim cmo lem para vender um
completo sorlimento ch.mico e outros aparatos
proprio para as pessoas que professam a sua arle. I longe desta cidade, com tanto que tenha
Osborn tambem lira retrates em carlocs de !.,. .i i ~ ,.
peito ou
J. Knisler. subdito hespanhol,
retirase pira o llio de Janeiro.
Aluga-sc una casa no lugar de Apipucos.
loda envidracada, com 2 gabinete?, 3 salas e 6
quario?, com cozinha grande, esihaia para 6
eavallos. cocheira. e 2 quarlos paTa criados, com
um quintal murado para galinhis. junto ao rio
Lapibaribe, com capim para 3 eavallos : qucm o
pretender, falle com o tcnente-coronel Vilella.
a saber : urna de
o ve- tem urna padarta que
gocio, o sitio tem 210 pi
e cal na
faz bastante ne-
almos de (rente
e -O de (undo
alera do mais,
Compras.
dificar 10 moradas de casa, o lugar e o
___ mais pitorescopossivel no lugar do Pe-
res, tambem se vendo um prtAo padeiro
para a mesma padaria, o motivo da ven-
da o dono ter de fazer urna viagem
para fora da provincia vende se barato,
Precisa-se comprar umi mulata mo- para ver todo c qualquer dia no misino
ca que seja perfeita costurcira de ogulha sitio ou na rua do Queimado loja de a-
Aviso.
bem agradando as zendasn. 65.
rua do Trapiche,
quem a pre-
e tesoura, paga-se
suas qualidades : na
Kecife, n. \Q, se dir
tende.
^-_Compra-ii-se travs de 45 palmos, e caibros
de 35 : na rua Nova n. 52,loja.
Compram-se moedas de ouro de 16g e 20 :
no largo do Corpo Santo, escriptorio de Manoel
Ignacio de Oliveira & l'ilho.
Vendas.
Chapeos de iinlio.
Liquidac&o
para acabar.
Na loja da rua do Crespo n. li, ven-
; de se um variado sorlimento de lazcn-
das de todas as q lalidades, por precos
mais eom*n idus jrar ; coma bem :
Cassas decores ixas, covado a
encon-
prra se*
Mr
visita e era papel
uho era un pedaco de papel e
liera applicadas no seu lugar.
a deelararao onde existem, afim de que as
do scu lama-
chapas possam ser
Pde-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas serao acompatihada* das competentes explicacoes e tambem de lodos os accesso-
-ioj para a collocaco dellas.
Consultas a todas as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianza, em seu cscripto-
Jio, que se achara aberlo todos os dias, sem exceprao, dae 9 horas da maniia s i da tarde.
de escripia por proco muilo ca8a de v'"*enda, arvorts de fi ucto e i-
ra/oavel: na rua do Imperador primeiro andar que prximo ao banho salp-ado, tempe-
radooudoce, e o queira alugar dll-
ju-se ao largo do Terco casa t. rrea mi-
. mero 33.
senhora a
Golhnhas bordadas
n I oi a a
Cortes de vistido de phantasia
para senhora de Iq'} a
Allenco.
Pracisa-se alugar um sobrado de um andar ou
de dous, em bem eslado.com quintal, nos bair-
ro= di Boa-Vista e Santo Antonio : quem o tiver
dirija-se a rua do Crespo n.25.
''2
-X.-B
%Z
Preveofo.
I!) Rua do Parto H9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
Estando a findar os frescaes queijos do Cerid,'
i ai exccilenles maesa?, e a bella manteiga refi-I
, nada em frascos, previne-se aos amantes dos
! ditos gneros, que venham a elles com presteza '
i para depois nao haver qucixa : no armazcm da
roa eslreila po ltosario n. II.
Alugase um sitio grande com;
excellente casadevivenda, com todas as
COmmodidadespma familia, no lugar]
ida Caa Forte : a tratar com os pro-
iprietarios, .N.O- Bieber C.
"2 O Dr. Cosme deSa' Pereira da'
g consultas medicas em seu escrip-
S torio, no bairro do Recife, la
H da Cruz n. 53, todos os dias.me-
^ nos nos domingos, desde as 6
S horas at as 10 da manhaa, so-
l breos seguintes pontos
1.* Molestias de odos ;
5 2.- Molestias de coracao e
2 P^'to ;
H 5.- Molestias dos orgacs da
M raeSo e do a us ;
"-.- Praticara' toda e qualquer
operacao que julg r conve-
|| niente para o restabelecimen-
to dos seus doentes.
oj* O exame das pessoafque o con
H sultarem sera' feito indistincta-
H mente, e na ordem de suas en-
Iradas, fazendo excepco os doen-
tes de olhos, ou aquelles que por
H motivo justo obtiverem hora
"S marcada para este fira.
de
8e"
Vendem-se na rua da Cadcia n 50 A, chapeos
ia^SenM^llL"!?1^4" chj,naPor?*' Camizinha com gollinha para
minuio preco, tornam-se rccomraenuaveis estes; "
chapeos, nao s por serem muilo leves, como
tambem por serem muilo frescos.
Vende-se o hiale Sania Rita, conslruido
ha dousannos, de excellcntes madeiras, pregado
e encavilhado de ferro c pao, e forrado de robre
ha um anno : para ver, defronte do caes do lla-
mos, para traiar, na rua da Madre de Dos n. 2. ,
= Vende-se um cofre com 4 palmos de corn- ltot dt d,to de seda Para 8e"
prido e2 de largo, todo chapiado de ferro em
volla, e [echadura do segredo, que serve para
guardar peca de grande valor de urna corpora-
rao por ser muilo seguro e forte ; na rua do Itan-
gel n. 27 se dir quem vende.
Vende-so azeite de peixe a 100 rs. a garra-
fa ; na rua Diieita n. 1 i, esquina que volta para
s>. Pedro.
Vende-se urna escrava moca de 15 a 16 an-
nos. de boa conduela, e com principio de varias
10
500
500
1-5$0C0
*o$ooc
. III
Rua do Brum (passando o chafariz.)
No epozAto Aesle eslabelecluiento sempre \ia grande sorUmeiilo de me
nanismo para os engenlios de assucar a saber:
Machinas de vapor modernas, de golpe cumplido,econmicas de combustivel, e dcfaclimoassecto;
Rodas d'agua de ferro com cubos le madeira largas, leves, fortes, e bem palancadas;
Cannos de ferro, e portas d'aguaoara ditas, e serrilhas para rodas de madeira ;
Moendas inteiras com virgensmuito fortes, e convenientes;
Mita moendas com rodetasmotoras,)ara agua, eavallos, oubois, acunhadas em aguilhoes deaza ;
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobre ;
Pares e bicas para o caldo, crivose portas de ferro para asfornalhas ;
Alambiques deferro, raoinhos de mandioca, forno para cozer farinha ;
Rojetas dentadas de todos os tamanhospara vapor,'agua,eavallos oubois ;
^ AfiuUV-es.bronzeseparafusos, arados, eixos e odas para carrosas, rmas galvanizadas para purgar etc., etc.
D W. Bowman confia que os seus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
o honram, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
t )pc? desta provincia, epelofacto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
m lis acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito fim,
asura somo pela coutinuacao da sua fabrica em Perambuco, para modificar omechanis-
030 a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que podm-p necessilar.
etratos
habilidades; na rua da Roda n. 5 i
ATTENjiO.
Vendem-se grandes toneis de amarello. assira
comotoneisc quarlolas de madeira de boa qua-
lidade, todos muilo proprios para as destillaces
dos eogennos e para depsitos de mel : para'ver
J Iratar na rua do Queimado loja n. 39 ou na
rua imperial em casa do majar Antonio da Silva
Gusmao.
Na rua da Cadeia n. 2, vendem-se as se-
guintes fjzendas, per nielado de seu valor, para
liquidarjo.
Bicos de seda brancos e prelos, de lodas as
larguras, vara a 160, 210, SOo, 8(10 o 1J000.
Um completo sorlimento de franjas de seda c
de algodao.
Chales de louqojm a 10, 15, 20 e 35JJ
Boloes de seda, velludo, de louca e de fusto
de qnalidades finas, duzia a 200, 400 o 600 rs.
Collarinhos bordados de 500 rs., 2j, 3 e -id-
Entrnelos finos, pegas com 12 varas a 1J.
Folhos bordados tiras a 5('0, 19, 2. 3^500.
Camisetas com manguitos a 3JS, 5 e 6j.
Enfeites de llores a 6$.
Chapees de seda para senhora a 10$.
Casaveques de velludo a 10 e 60g
Ditos do seda a 25*.
Ditos de fuslao a 8 e 12*
Filas de seda e de todas as qualidaJes de 160
rs. a 1*500.
Ditas de velludo do 20 rs. a 1g.
l ie
em cartes de visita como se
usa era Pars. Os 100 por
m$.
o relralo o mais econmico que se pode ob-
ler e o mais proprio para dar de mimo aos p-
renles e amuos, podeudo ser remeltido coramo-
damenle dentro do urna carta. Esles relralo?
nao obstante suas pequeas dimenses, repre-
sentara a pessoa de figura inteira enm o maior
apuro nos dealhes, sao a mais propria recordaro
de todas as pessoas que nos sao gratas. Reunidos
cmcollccco poderlo servir para formar um ele-
gante lbum dedicado a amisade. Tiram-se todos
os dase com qualquer lempo, no instituto pho-
tographico de Slahl & C. Retratos de S. M o
Imperador, rua da Iraoeratriz.
SOC1EDADE
INSTITUTO PI E LITTERARIO
A sesso extraordinaria para posse do novo
conselhoser quinla-feira 20 do correnle as f
horas da larde.
Secretaria do Instituto Pi e Lilteiario aos 15
de selcrabro de 1860.
Allino Rodrigues Pimenla,
J." secretario.
Nartinho & Oliveira
m
COM
fizendas
.Loja de fazendas finas.
[iO-Ruada Cadcia do Reeife-io]
> Encoiitra-seneste eslabeleciraenlo lo-
> das as qualidades do fazendas, ricos e
elegantes cortes e vestidos de fil, blond
o de seda, pretos, brancos e de cores,
carabraias, cassas. bareges, chapeos para
homem e senhora, ricos m?nleletes de
renda branca e prela, velludos de lodas
qualidades, grinalelas, aderecos de bri-
Ihanles o toncados para senhora, perfu-
maras francezas, roupa feila para homem
e meninos, calcado do Mclis para ho-
rnera ejoly para senhora, luvas de pel-
H lica, chales de verdadeire touquim e to-
, dos os objeclos necessarios a urna senho-
^ ra de goslo c do grande mundo.
CiDtas prelas de goslo o mais moderno pa-
ra senhoras : em casa de 1. Falque, rua do Cres-
po n. 4.
Lindos chapees para baplisados, tanto para
meninos como para meninas : na rua do Crespo
n, casa de J. Fa'que.
nhora de 20$ a
Pentes riquissimos de tartaru-
ga de Hty a 15"000
Chales de laa estampado a 2,<{5(:0
Ditos de touquim bordados
de 15$a 200000
Lencos de cassa com bico a 120
Sabidas de baile de merino e
de seda de lOtfa 150000
Paletot de casemira e panno
de 1*1 a 15.$000
E outras militas a/enda que a vista
do comprador se dcsenfjan.tra'.
Vendem-se 50 apolices da companhia do
encanararnlo das aguas : a traiar na rua da Ca-
deia do Recife n. 50, primeiro andar.
Lences de panno de linho da
Feira a 1#800.
Vendem-se no armazem de fazendas da rua do
Queimado n. 10.
A 1#800.
Cobertas de chita, goslo chinez e muita gran-
des, a prego de IJ8C0 cada urna : na rua do Quei-
mado n. 19.
A 900 rs. a vara.*
Brim trancado alvo proprio para toalhas de
mesa, com 8 palmos de largo, fazenda muilo su-
perior, e pelo barato preco de 900 rs. a vara ;
s se vende no armazem de fazendas da rua do
Queimado u. 19.
Gambraia de salpicos a i$500
a pe^a.
Vende-se cambraia de salpicos muito lina com
8 1|2 varas, pelo baratissimo prego de '5500 na
rua do Queimado n. 19.
Setim branco e filo liso.
No armizem de fazendas da rua do Queimado
numero 19.
Vende-se ou aluga-se um sitio na Canon-
ga, rua do porto do Laserre, com boa casa ter-
I rea, com bastantes arvoredosde fruclo, cuja rasa
j fica encostada casa do Sr. Bartholomeu: quem
o pretender por compra ou poraluguel, emenda-
se com o a>>aixo assignado,
Narciso Jos da Costa Pereira.
Vende-se um cofre com -i palmos de com-.
prido e 2 de largo, todo chipiado de ft-rro em
volta e fechadura de segredo, que pode servir
para guardar pecas de valor de alguma corpora-
cao, por ser muilo segura e forte: na rua do
Rangel n 21 se dir quem o tem.
Taberna.
Vende-se urna taberna com poucos fundos,
propria para principiante: na rua Direila dos
Afogados n. 20. Na mesma taberna se offerece
um menino para caixeiro de qualquer estabele-
cimento, menos botica e padaria : quem preci-
sar annuncie por este Diarioo.
iMilho novo.
Vendera-so saceos com milho a 6* : na rua da
Cadeia do Recife n 3. m
Vende-so urna negra boa engommaleira c
cozinheira na rua do Imperador n. 67, no se-
gundo andar.


(6)
ma, ma-
Fazendas finas e
roupa feita.
Augusto & Penligao.
Cora loja na ra da Cadcia do Rocife d. 23
tendem e do amostras as seguintes fazendas-
Cortes de vestidos de seda prclos e de cores
Curtos de ditos de barego, de tarlatana e de gaze
do seda.
Cambraiaa de cores, brancas o organdys.
Anquinhas para saias, saias balo, de clii
dapolio e bordadas.
Loaros de labyrinlho do Aracatv e francezes.
Chapeo amazonas de palln e de seda para se-
nitoras e meninas.
Enfeitesde froco, de vidrilho e de flores.
Pcnles de tarlsruga, imoeralriz e outros gostos.
Manguitos e gollas, ponto inglez, fraocez e mis-
sanga.
Vestuario! de fuslo, de la e de seda para
crian Qa.
Mineteles, taimas e pelerinas de differentes cua-
lidades,
diales de louim, de merino e de l de ponta
redonda.
Lavas de pellica brancas, pretas e Je cores.
Vestidos de blond, mantas do dito, capellas e
llores solas.
Siolures, camisas de linho e esparlilhos para
senhora.
Perfumaras finas, saboneles e agua de colonia.
Cisaca?, sobre-casacas e palelols de panno preto
e Je cor.
Paletols de alpaca, de seda e de linho.
Cilcis de casemira da cor, pretas e de brira
Camisas do malapolio, e linho iaglez e de laa.
Sealas de linho e de meia.
Halas, saceos, apetrcixos para viagom.
Chancas para invern, bolinas do Meli e outros
fabricantes.
Chapeos do Chyli, de massa e de fellro para ho-
luem.
Charutos manilha, havana, Rio de Janeiro e
Babia.
Parahyba.
Wr.ilese o engenho Torrinha distan-
t i st i cidade ditas leguas por trra,
te n terreno para dous mil pites or ati-
na e bja casa de vlvenda assobradada e
boa* obras, tem cmbar.|ueno porto dis
tante do engenho 1|2 quaito de legua
do rio Parahyba een menos de 3 horas
8e \a acidade: quera o pretender di-
rija-se a Jlo Jos de Medeiros Correia
C que dir' quem o vende.
Relogios
Suissos.
Em casa de Schafleillin & C, ruada Cruz n.
3, vende-se aa grande e variado sortiraento de
ia i a algiboira horsontaes, patentes, chro-
;: > u ^ris, meios ehronometros, de ouro, prata
dourada efolheadosa ouro,sendo estes relogios
-1 isprimeiros tabricantesda Suissa, que se ven-
der i por procos razoaveis.
i Arados americanos e machinas
pita lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston <& C. ra da Senzalan. 12.
Vende-so cera de carnauba, sebo cm velas
era pao, rindo do Porto, fio da Babia para li-
quidar : na ra da Cruz, armazera n. 33.
Cera de carnauba.
a 93600 a ar-
tera viudo ao
Aviso aos senhores fabri-
cantes de velas de car-
nauba.
Fio do algodao o melhor que tem rinda ao
mercado, para parios de velas: vende-se na ra
da Cadea loja do ferragens do Vidal & BasLs.
Vende-se para fra da provincia ou para
lgum engenho una escrav, de naco. bm
multo robusta 0 saia.eapaz de qualquer serv
e que sabe lavar e cozinhar o ordinario d,-urna
casa : quem a pretender, dirija-ae a ra do Im-
?oraadar(an,'ga '"* d Cllegi) B*77' no lerce-
CAL DE LfSBOA,
nova e muilo bem acondicionada : na ra da Ca-
dea do Recifen. 38. primero andar
Pechincha
Na travessa da ra das
Cruzes n. 2,
vendem-se borzeguins de Nantes de bezerro su-
periores a 88500, e com meias balaras a 9&000
preco nunca visto. "*"""
DIARIO DE PERWAMBUCO. TERCA FEIRA 18-DI SETKMBRO DE
1860.
Ra do Uueimado 48.
Julio 4 Conrado receberam pelo ullimo vapor
o verdadeiro merino da China proprio para aor-
dero carmelitana, e bem assim alpaca branca pa-
ra 610, 720,600 e 1 o covado.
Machinas de coser.
Vende-se uma machina de coser de nova inven-
cao e de superior qualidade : na ra do Impera-
dor, toja de niiudezas de Joaquim Henriaucs da
Silva n. 38. '
Seboe graixa.
Se o coado e graixa em bexigas : no armazem
t" Tasso Irmaos, no caes de Apollo
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concer ta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Setas do tartaruga para segurar chapeos de
nheras : "
numero 4.
Pianos
Saunders Brothers & C tem para vender em
?1f"na?em. na P"ca do Corpo Santo n. 11,
Si'T8,'10 ulllmo 08l- recentimente
wSESS? 0,.beti conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres.
mutto uropriosoara este clima.
919319 msmmmm
KA
e armazem
DE
senheras : era caso de J. Falque, ra do Crespo
Cheguem ao barato
O Pregui.;a est queimando, em sua loja na
ruado Queiraado n. 2.
Pegas de bretanha de rolo cora 10 varas a
, casemira escura infestada propria para cal-
ca, collete e paliiots a 960 re. o covado, cambraia
organdy de muilo bom gosio a 480 rs. a vara,
dita liza transparente muito fina a 33?, f|, 5$,
e6$a pega, dita tapada, com 10 varas a'aS&
63? a peca, chitas largas da molernos e escomidos
padres a 240, 960 e 280 rs. o covado, riqu-
simos chales de merino estampado a ?* e 83?,
ditos bordados com duas palmas, fazenda muit
delicada a 9$ cadi um, ditos com uma s pal-
ma, muilo finos a 89500, ditos lizos com fran-
jas de seda a 5*, lencos de cassa com barra a
100, 120 e 160 oda ura, meias muilo finas pa-
ra senhora a 43? a duzia, ditas de boa qualidade mul ^indos BMntarS80e! 2#50
a 33? e 3*500 a duzia, chitas francezas de ricos
desenhos, para coberl a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 5*900 a poja, e a 160 rs.
o covado, brim branco de puro linho a 1*"
135200 e 19600 a vara, dito prolo muilo encor-
pado a 13?500 a vara, brilhanna azul a 400, rs.
o covado, alpacas de differentes cores a 360 rs
oU rs. a vara, e oulrasmuilas fazendas que se fRre,t" a occasiao. Garante-se a boa qual'i-
farapalenteao comprador, e de todas se iuU f.J^^
I da ra da Cadea do Recife n. 6i.
Pechinchas
sem iguaes, na ra doQuei-
mado n. 65, na bem conhe-
cida loja da diligencia de
Fajozes Jnior & Guiniares
icanaaSHPlnladas muito finas Para >" a:
3S00 a duzia. e em pares a 160 rs.. clcheles
francezes em carlao a 320 a duzia de carlees, e a
30 rs. cada carlao com 14 pares, luvas linas de I
seda para homens c senhoras a 610 o par, ditas'
com algum defeitoa 240 o par, muito boas cor-
das para v.olao i,80 rs.,agulhas francezas. caixas1
4 papis a 100 rs., apparelhos de porcellana
xa menina a 1J800, 2*500, 3 e 4,
Fogoes econmi-
cos ,
nl^lS .ccnon,icos imericanos, os melhores
luo tem vindo ao mercado, nao so por coziuha-
metade do lempo de qualquer oulro,
;a parle da
do
amostras cora penhr.
BARATO SNOPROG
DE
--
rg da Fm
Neste armazem de molhados con-
GRANDE SORTIMENTO
DE
Fazendas e obras feitasj
Loja
IGes&BastoJ
Na ra do Queimad ) n.
46,frenteamarella.
Sorlimonlo completo de sobrocasaca de
panno prelo e de cor a 25J>, 28$, 30S e
35, casacas a 28*. 303 e359. paliiots dos
mesmos pannos 203. 228 e25g, ditos de
casemira de cor a 16! e 18*. dilos sac-
eos das mosmas casemiras modolo inglez
casemira fina a 10, 12^14 e 15$, dilos
saceos de alpaca prelo a 4g, ditos sobre
fino de alpaca a 7*. 8Se9j>, dilos de me-
rm setim a 10J. dilos de merino cordao
a 103 e 129, ditos de sarja preta trancada
saceos a 6$, dilos sobrecasacos da mes-
ma 'azenda a 83, dilos de fustao do cor o
branco a 43. 45500 o 5$. colleles de ca-
semira de cor e prelo a 58 o 63, dilos de
merm prelo para lulo a 48 e 5 dilos
de velludo prelo de ci.r a 93 e I03, dilos
degorgnro de seda a53o 63. dilos do
brim branco e de cor a 28500 e 33. calcas
de casemira do core prelo a 7. 8J, "93
e 103, dilas para menino a 63 e "3. d'ilas
de merm do cordao pira nomcm n 5j n
0, ditas de brim branco a 5} e 63, dilas
dild de cor a 38, 38500, 4i e 53, o de
todas estas obras temos-'um grande sor-
tmenlo para menino de lodos os tama-
5 nhos ; camisas inglezas a 363 1 duzia. Na
l mesma loja ha palelots de panno preto
I para menino a 14J, 15J c 16. ditos do
g casemira pira os raesmos pelo mesmo
! prero. ditos de alpaca saceos a 3? e
5 SgdOO, dilos sobrecasacos a 5j e 63 para
! S!KmASr"0,9, Calas de brim a *&**> i o
a dSOO, palelots saceos de casemira de cor
i a1 6} e ii, loalhas de linho a 800 e i ca-
da uma.
No mesmo eslabelecimento manda-ge
. apromptar todas as qualdades de obras
l tendentes a roupas foitas.em poucos dias
, que para esse lim lomos numero suf-
l hciente de peritos offlciaes de alfaiales
rgidos por ura hbil meslre de seme-
l hante arte, Ocando os donos do eslabe-
lecimento responsaveis pelas raesmas
1 obras ale a sua entrega.
REWEOIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Milharcsde individuos do todas as nac5e po-
dem testemunharas virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle zeram tem seu corpo e mem-
bros inteiramente saos depois de haveremprea-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascura maravilhosas
pela le.lura dos peridicos, que lh'as relatam
lodo, os dias ha muilo8annos. ea ma.or
della sao la0 sor prndenles que admiran, o
medico mais celebres. Quan.as pessoas rfto*
brarara cora este soberano remedio o uso de seu's
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam soffrer a
amputado! Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
submetterem essa operaCao dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodess
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa na
enfusaode seu recouhecimento declararam es
>e resultados benecos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, aflm de mais autenti-
caren! suafirmativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
"esse bastante confian5a para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo
mentratatoquenecessitassea natureza doma.,
cujo resultado seria prora rinconlestavelmente:
^uetudocura.
O ungento e til, mais parllcu-
Aborr UOS seintes casos.
inflamniacao dabexiga.
45-- Ra Oircita-45
pu-
por
Caimbras
Callos,
anee res.
Cortad uras.
Do[es de cabeca.
-*** costas.
pr 'Mcrabros.
bnferu,idades dacutis
.eiugeral.
?ltasdoanus.
LruPCes
cas.
Pislulasno abdomen.
Frialdad* ou falta de
ca,or as extremida-
des.
Frieiras.
pengiva escldalas,
'"chaces
Inflammacao doflgado.
Vende-se este
e escorbuti-
811a do Crespo,
Loja n 25, de Joaquim Ferrei-
ra de S.
Vende-se na ra da Cadea n 57
arroba ealIfcSOO; a melhor que
morcado.
Telhado de zinco.
O telhado de zinco aqui usado as
coinp mhias do na/, e camtaho de ierro,
uma dis boas iarenedes rao Jemas, el-
J.i7.-e recommendavel pela grande
d.1r.1e.I0, pouco peso no edificio, bom
11 licin tinento, barateza do cmto,
..I em Jiicei.j etc etc., tolos sabem
i d'ir.iclo do zinco i 11 (inita prin-
c.) lmente se se tiver h cautela de dar
'iui mi da tinta do lado e\posto ao
I upo, u ni telba de sinco com o peso
i 20 libras, obre n-n espaco que pre-
cisarla para tal li.n 50 telhas de barro,
o esp ico coberto pela tellui de zinco nao
penetra o menor pingo de chuva e
facilidade de sua conduccao e tal c
TTrrnkt podeconduzir de urna so
v o tellkdo preciso pira cobrir uma
{jt-ande ct($a, o telhado de zinco muito
til principalmente para cobrir enge-
nios, estateiros, barracoes de ferraris,
armazem de deposito etc, etc., em
su a j i quem quizer experimentar o te-
lhado de zinco, conhecara' sua grande
vantagem, este telhado vende se a 120
r.i. pov libra de 50 telhas para cima:
nos armazeas de Paulo Jos Gomes e
Mirod firmino Kerrei- rna da Con-
cordia armazem de materiaes.
Manteiga franceza.
A, mais nova que ha no mercado a 560 rs. a
libra, eom barril se faz algum abalimento : no
largo da Penha n. 9.
em barril
es visla de gasto
a
que

Vende-se pela metadede
sen valor, na loja da
ru* do Passeio Publico
numero 11.
Cortes de casimira, padres escuros a 3J200.
Cortes de cal-.) de castor encorpado a t$200.
ditos de brim iniudos a 1g.
Cal(sfeitas de brim Sdo casloresa \$ e 1J>200.
Chita franceza miuda a 210 o covado.
Oita a 23' rs.
Chita para robera muilo bonita a 20.
Hita miu la para vestido a -00 rs.
Leos branjos Jo cassa, peuucnos o finos, a
240 rs.
l'anno fino azul muito boma 4S o covado.
Camisas francezas brancas a 1$930.
Ditas muito fini3 a 2JJ0D.
Cliapeos de Celtro muito fino a j
Chapeos de sol de seda a 7$.
Madapoloos d varias 'lualidades a 33100,13300,
4,1600. 4800e S800 muito finos.
Chales de lia a 9')0rs.
Ditos muito finos escuros a 2SIO0.
Meias para homem a 2a duzia.
Leos de seda a 800 rs.cala um.
Cliapeos de fellro com arara a 500 rs.
Suspensorios, ? duzia a 400 rs.
Algodao de duas larguras a 640 a vjra.
Vende-se, perrauta-so, ou era ultimo caso
arrenda-se o sitio da travessa dos Remedios na
freguezia dos Afogados n. 21, sendo que s ge
arrenda a quera quizer fazer j todos os coocer-
tos de que a casa precisar para ser descontada
nos alaguis, a importancia despendida com o
concert : puem pretender farer quulqoer nego-
efe, enlenda-se com seu proprfelfirio na ra de
S. Francisco, (obrado n. 10, oeme quem vai para
a roa Bello.
do 1 n?,iler os,sS,linlfis gcueros abairo m en daados de superiores aualidadPe o LTi.-i Vende-se-por precos baratissimos para a
cores finas a 240 o covddo, chita larga a 200 rs
casaveques de cambraia bordados a 89. capas d
fustao.a 5. perneadores de cambraia bordados a
03. liras e babados bordados a 320 a vara lencos
de seda com franja a 1, riscado francez' a 200
rs., sobrecasacas de panno fino a -25 palelots de
panno preto o de cores a 18, 20 c 2a, dilos de
alpaca de 4g a 8t, calcas de casemira pretas e do
cores para todos os precos, dilas de brim bran-
co e de cores de 23 a 4, gollir.has bordadas do
iraspasso, camisinhas para senhora a 2S500
m nguitos bordados a 23000. chita de lustre lar-
ga para coberla a 320 rs esguiao de linho mui-
lo fino a 1200 a vara, bramante do linho com
9 palmos de largura a 23000 a vara, damasco
de laa cora 9 palmos de largura a 2S000 o co-
vado pegas de madapolao fino a 43500. chapeos
de feltro finos, bales Garibalde a 5J500, pale-
lots de brim de cores e brancos de 43 a 63 ca-
misas brancas e de cores de 1*500 a 33, e o'utras
minias fazendas por muito menos do seu valor
para fechar contas.
**mm mwmmmmmm
0 r Manteiga ingieza e franceza
XEttSSiS^*****" affl Qneijos fiamensos
ni! rnI0S re,.cenlcmcnle chegados no ultimo vapor da Euroi
que o freguez fizer se tara mais algum abalimento. '
Qneio prato
os raa,s novos que existera no mercado a 1 a Ubra. era porQao se far abalimento
\meivas francezas
iVmoJ 11l2UbraP-lS500rs.,eemcarapoteirasde vidro contendo cada uraa 3 libra
Mnstardaingiezae franceza
em frascos a 6*0 rs. e era potes franceza a 800 rs cada ura.
Verdadeiros ngos de comadre
u ca.tmnasd 8 libras oleran tantate enfeitadas proprias para mimo a 1J600 rs
Boiachinia ingieza
a mais nova que ha mercado a 20 rs. albra e om barrica cora 1 arroba por 4J
Potes \idrados
de la SU^as propras para manteiga ou oulro qualquer.iqudo de 400 a 13000 rs cad
iVmendoas confeitadas nroprias para soites
de S Joao
a lj a libra e cm frasquinhos, contendo 1 1(2 libra por 23.
Cha preto, hyson e peroia
os melhores que ha neste mercadode 13600.23 e 23500 a libra.
Macas em caivinhas de 8 libras
contendo cada uma diflerentes qualdades a 4500.
Palitos dedenteslichados
em molhos com 20 macinhos cada um por 200 rs.
Tijolo francez
proprios para limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas c francezas
em latas e em frascos de differentes qualdades.
Presnntos, cUonrcas enaios
o mais novo que ha neste genero a 480. 640 e 720 rs. a libra.
Latas de bolachinha de soda
de difrerenlesqualidades a 13600 em porco se far algum abalimento
Tambera vendom-se os seguintes gneros ludo recenlemente
res quali lades. presuntos a 480 rs. a libra, chourica muilo nova, ma
um.
chegado e de upero-
rmelada do mais afamado fa-
bricante de Lisboa, maca de lmate, pera secca.pas3s,f rucias em
com amendoascobertas.-onfetes. paslilhas de varasqualidadesTvinaaVh^endnis' 10zes. frascos
para conservas, charutos dos melhores fabricanlesde S Falii m'Z % '1oco Brdoaux,proprio
ma muito fina, ervilhas francezas.charapagne das mais acreditidi m d"aS T^'i-l^es.gom-
spermacetebarato, licores francezes muito finos, marrasquino de zar, "C",._c.eI!.el!l8 d.e dila.
Cimento inglez.
Tara collar vidros, louca, tartaruga
niariim etc., chegou uma pequea porca
deste cimento ja muicanhecido nesta ca-
pital e se vende nicamente na casa de
Augusto & Perdigao, na ra da Cadeia do
Recife n. '23, a 23 cada vidro dinheiro
visla. Os amadores devera quanto antes
prover-se delle.
penal,
junto a fabrica de sabao, e na ra Nova loja de"
lerragens n 37, ha uraa grande porc.lo de folhas
de zinco, ja preparada para telhados, e pelo di-
minuto oreco de 140 rs. a libra
da matriz
f-epra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuraces ptridas
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
doflgado.
dasarticulanes.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
ungento no estabecmento
geral de Londres n. 224, Strand. e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
Jo snl, ilavana e Hespanha.
VenJe-se a800 rs., cada bocetinha contera
uma mstrucr.o em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum.
pharraaceutico. na ra da Crun. 22. em Per-
nambu.io.
Relogios.
Vende-seem casa de Johnston Pater 4 C.rua
ao vigano n. 3, um bellosortimenlo de relogios
de ouro, palenteinglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambera uma
vanedade de bonitos trancelins para os raesmos.
Espirito de vinhoeom 441
graos. k>
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas na ra larga do Rosario n. 36.
Ra da Senzala Nova n. 42
Vende-se era casa de S.P. Jonhston A C. va-
quetas de lustre para carros, sellins silhes in-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montari.a, a rreios para carro de um e dous cval-
os e reosnos d'ouro patente inalezes
5$000
C$000
5O00
?^500
2.5500
seceos e
-se
P
acondicionan) ento
afflanc.a a boa qualidadee
ARMAZEMDE ROUPA FEITA
43 MA M> WHUMM 4
Defronte do becco da Congregacao letreiro verde.
Casacas de panno prelo a 303, 35 e
Sobrecasacas de dito dito a
Paletols de panno pretos e de cores a
20*. 25, 308 e
Ditos de casemira de cores a 158 e
Ditos de casemira de cores a 78 e
Ditos de alpaca prela golla de velludo a
Ditos do merino setim preto e de cor
.a 8 e
Dilos de alpaca de cores a 3500 e
DUos de alpaca preta a 38500, 5, 7 e
Olios de brira de cores a 3500,43500 e
Ditos de bramante de linho brancos a
49500 e
Cal?asde casemira preta e de cores a
.9, lOf e
Ditas de princeza e alpaca de cordao
pretos a
"'ViS-S brim branco e ie co^s 3 2500,
48500 e
Ditas de anga de .-oos a
Ditas de casemira a
40*000
35g000
353000
2-2B0O0
1230(0
12JO00
9*000
5f009
93000
53000
Colleles do velludo decores muito fino a
Ditos de casemira bordados e lisos pre-
tos e de cores a 5, 5500 e
Dilos de setim preto a
Ditos de casemira a
Ditos de seda branca a 5$ e
Dilos de gorgurao de seda a 5$ e
1OS00O
6f000
5J000
38500
63OOO
63OOO
Ditos de fuslo brancos e de cores a 3fl e 5oo 1
Ditos de brim braoro e de cores a 2 e Si'"8"
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitosparacamisas,
Biscoulos .
Eracasa de Arkwight 4C, ruada
Cruz n. 61.
Botica.
Barlholomeu Francisco de Souza, ra larga do
Rosario n. 36, vende-se os segnintes medica-
mentos :
Robl'Affccteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmalhico.
Vidroa de bocea larga com rolhas, de 2 onras
e 12 libras.
Assim como lera um grande sortiraenlo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
pre^o.
Velas de espermacete.
Eracaixa com 25 libras por 15}, a relalho a
640 a libra : no largo da Penha n. 8.
Manteiga para tempero.
Perfeitamente em bora estado, vende-se
barril a 160 rs. e a relalho a 200 rs. a libra
Rival sera segundo.
Na ra do Quaimadr. n. 55, defronle do sobra-
do novo, loja do miudezas de Jos de Azevedo
Mai* e Silva, ha para vender os seguinies arligos
abaixo declarados : 010
Caixas de agu has francezas a 120 rs.
Sapatos de tranca de algodao a 1.
Carlas de Mueles finos a 100 rs.
18U0elhOS d coIumnas made'ra branca, a
Phosphoroscom caixa de folha a 120 ts.
Frascos de macass perilla a 200 rs.
Duzia de facas o garfos muito finosa3500.
Clcheles em carlao de boa qualidade a 40 rs.
Caixas de clcheles batidos a 60 rs.
Caixas de obreias muilo novas a 40 rs.
Frasco de oleo de babosa a 500 rs.
Dito dito para fazer cabello corredio a 800 rs.
Sapatos de laa par.. criauQas e200 rs.
Pares de meias para meninas a 240.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320,
Massos de grampas muilo boas a 40 rs.
Agulheiros de marfim a 160 rs.
Caivetes de aparar penas a 100 rs.
Grvalas de seda muito lin.-'s a 600 rs.
Tesouras para costura muito finas a 500 rs.
Dilas para unhas a 500 rs.
Pecas de franja de laa com 10 varas a 18-
Pecas de Irania de laa com V) varas a 500 rs.
Felilho para enfeilar vestido (pea) 1.
Linhas Pedro V, carlao com 200 jardas, a 60 rs.
Dilas dito com 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles muito finas a 200 rs.
Pares de meias decores para homem muilo fi-
nas a 140.
Cordao imperial (pecas) 40 rs.
Gurgel Irmaos tem para vender :
\ elas de carnauba.
Sola corlida franceza.
Cora de carnauba.
Lencos de labyrinlho.
Grammaticaingle-
za de Ollendorff.
Novo methodopara aprender a lr,
a escrever e a fallar inglez em 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os e&tabelecimentos de nstruccao,
pblicos e particulares. Vende-se'na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andar.
Este estabeleciment offerece ao
blico um bello e rico sortimento
precos convenientes, a saber :
Homem.
Borzeguins roperiaes.....lOfOOO
Ditos aristocrticos.......9*000
Ditos burguezes........7,k000
Ditos democrticos......PfOOO
Meto borzeguins patente. C$500
Sapa toes nobreza.......OjjOOO
Oitos infantes.........5000
Uitos de lml.a (o 1|2 bateras). C$000
Ditos fragata (sola dupla). .
Sapatos de salto (do tom). .
Ditos de petimetre......
Ditos bailadnos........
Ditos mpermeaveis......
Senhora.
Borzeguins primeir classe(sal-
to de quebrar).......5000
Uitos de segunda classe (quebra
cambada) ..,...,.. ^80o
itos todos de merino (salto
denfs)-.........4500
Meninos e meninas.
Sapatoes de lorca.......UQM
D.tos de arranca........350
o.zegutns resistencia^ e 5*800
Pateo de S. Pedro 11. 6, arma-
zem de gneros
molhados.
comfoiCH.nf?lt n0V0, es,>elecimenlo saceos
com rarelo de Lisboa, far.nha de raandicca, mi-
ri,;.M HCaS C ,d" d0 aranhao de supe-
mr a g"nt.a d0 melhor I" Poda haver no
SuaZZ[al'S> b0!achinh"s ** "da de .odas
quahdades, cerveja preta e branca da mell.or
ilzlV^!l namen8s frescao. conservas in-
glezas e os mais gneros que se vendem pormenr^
preco do que se vende em outra qualquer parle
Em casa de N. O. Bieber & C
successores, ra da Cruz n. 4, vende-tc
Vinho Xerez em barris.
Cl.ampanhaem caixas de 1 duzia da
acreditada marca Farre & C-, vinl.o
de superior qualidade.
Goiihac em caixas de 1 duzia.
Vermouth em ditas de ditas.
Ferro da Suecia.
Aro de Milito
Brilhantes de iodos os taraarbes
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAT
PILULAS HOLLWOYA.
mPntoeH!SUmavel "P.eciico, coraposto inteit. -
rio no. rM med,cina1es-nao conlm raen it-
rio, neta alguraa outra substancia delecler a B,
u^cad^15 ST DfanCa' C a oPl5Soi ra
delicada igualmente prompto csegu.o par.
?i,.tnSm",?al na tomPleicaomais8robus.a .
Id Zd? h ,nnocente em uasoperacoes e e -
m \IVlI USC C rcmove as doen.as de quai-
3ese|aPraC,e ^ DOr "* e cenazes
r milhares de pessoas cura'das cora este
remedio, multas que ja estavara u porias d
prestesrecuperararobeS'0 med.,CI". "
Nao
-Jcio da saude
?! Ltenpo.em tomarest<
?ss;r,'A ^-K-ra.Kr *
Alporcas.
Ampolas.
Aretas (mal de).
Asthma.
Clicas
Convulsoes.
Debilidade ouextenua-
Cao.
Debilidade ou faltado
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidadesnoventre
Dilusno figado.
Dilas venreas.
Enxaqucca.
Herysipela.
Febre biliosas.
intermitente.
a especie
Febre de toda
Colla.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigesics.
nflaromacoes.
Irregul'aridades de
menslruac;ao.
Combrigas de loda es-
pecie.
Mal OePedra.
Manchas na culis.
Obslruccoo de venlre.
Phthisica oucomsump-
C3o pulmonar.
Retencaodeourina.
Rheumalismo.
Symptomassecundario*.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no estabelecimenlo
geral de Londres n 224, Strand, e na lojo de
todos os boticarios droguistas e outras pessoa*
encarregidas de sua venda em loda a America
do Sul, ll.-iv.ma e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 600 rs. cada uma
aellas, contem uma nslrucfao em porluguez oa-
ra explicar o modo de se usar deslas pilulas
O deposito geral em casa de Sr. Soura har-
meceultco, na ra da Cruz n. 22, em Pernam
Allenfao.
y
Seroulas de linho a
Ditas de algodao a 15600 c
Camisas de paito de fuslo brancas e de
cores a 23300 e
6j>000 Ditas de peilo e Dunhos de linho muilo
finas inglezas a duzia
tz$000 Dilas de madapolao brancas e de cores
a l8O0. 2 o
5^000 Dilas de meia a ljf e
Relog'osde onro patentee orisontaes
5*000 Dilos ae prata galvanisados a 25* e
3*0/K) j Obras de ouro, adereces, pulceiras e ro-
5J50v) | setas
tfSOD
25500
2jf0O0
2*500
35S0OO
2*500
18600
*
308000
a da Penba n. 8.
en
DO
Madeira de Jacaranda.
Vende-se duzia e meia de paos de Jacaranda de
superior qualidade e por mdico preco : a tratar
na ra do Crespo, esquina da ra do Imperador
n.7, loja de fazendas de GuimaraesA Lima
Chapeos 'le sol de seda ingle-
ses a 8#000.
Na ra do Crespo, esquina da ra do impera-
dor n. 7, loja de fazendas finas de Guimares &
Liran, vendem-se chapeos de sol de seda nzle-
zcs a 8$ cada um. 6
eobertos e descobertos, pequeos e grandes.de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
ivndos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
oSuthall Mellor & C."
Loja das seis portas em
frenle do LiyrameDto.
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonitos goslos a 200 rs. o co-
vado, dilas eslreilas a imilago de laazinhas a
160 rs., cossas de salpicos brancas e 0c cores a
200 rs. o covado, pe^as de esguiao de algodao
muito fino a 3J a peca, ditas de bretanha de rolo
com 10 vaias a 2*. riscadinho de linho a 160 rs
o covado, chales de merino estampados a 2
lencos brancos com barra de cor a 120 rs., ditos
com bico a 200 rs., algodao monstro de dus lar-
gucas o moihor que possvel a 640 rs a vara
mussulrna encarnada a 240 o ovado fil de li-
nho prelo bastante largo. A loja est aberla al as
9 horas da jioile.
Vende-se uma taberna com poucos fundos,
propria para um rapaz principame : no beo
Largo n. 1 ; o motivo se dir.
\endem-se queijos londrinos mu lo frescos de
superior qualidade ecousa nunca visla : na ra
eslreita do Rosario, armazem o. 11 quanlo ar.
prego segredo.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido acreditado deposito d,
ra da Cadeia do Recifen. 12, ha paraPder a
verdadeira po.assa da RuSsia nova e de superior
qualidade ass.ra como ,ambera cal virgera en-
podro, ludo por pregos mais baratos do que era
oulra qualquer parte.
Ra Direita n. 16.
-grrsgStv.'BarJBrfs:
piMlave publico era geral um variado e riquiss-
mo sor.imenlo de lamancos de todas as qulida-
n.r.'^ meno-8 prf5 do que em outra qualquer
parte como sejam : H ^
Tamanccs a moda do Porto a 1S600.
Ditos communs (s vista)
i os de gaz para senhora (alliado pintado!.
D. os s.zudos (alliado de lustre).
Di os pharol (velbulina).
Dilos bausas (marroquim).
r, h' mo Sor'mento de calcado para senho-
ra, Oe todas as qualdades, por precos razoaveis.
Loja das seis portas em
freoe do LivrameDlo.
Roupa feita barata.
n,. 9 de rasemira escura a 4$, dilos de al-
, p.re,a a 4 e 5*. camisas brancas e de core
a?;2!I".9180"2*500-cerou,os muiin:
as a 1W)0 e 2g, paletots e bnm pardo a 3%
calcas de casemira pretas e de cores, paletols de'
panno prelo, sobrecasacas, colleles de casemin
preta, ditos de velludo pretoe de cores, um com-
pleto sorlimenlode roupa feila.
KSTlDS SOBRE 0 OSIMI YIUUM
PELO DOCTOR
Apriyio Justiniano da Silva
Gwmares.
A,l,.0br'\dedicJa'la a S. M. o Imperador.
Mir C,A" i renda na Uvraria "deiBica dos Srs.
VSwfft r,H ,ronce lM- rua d0 aperador n. 79,
a wgwo rada exemplar.
T^:

-
' V,;'.


^rr"


DIABIO DE PERNAMBUCO. TERC* FEIBA 18 DE SETEMBRO DE 1860.
FABRICA
DE
muium i CfBoie si iifm.
Sita Da roa Imperial n 11S e i20 junto a fabrica de sabo.
DE
1'ELIUUSAS E1M-ALL1VEJS.
W&
(7)

*M/4
GRANDE ARMAZEM
DE
Pastilhas vegetaes de Kemp
contra as lombrigas
355$
SWV)
Sebastio J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
Ncste ostabelecimenlo ha sempre promptos alambiques de cobre de diflerenles dimeneoes v^uuii
de 300 a 3:000) simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios continos approvadas pela Exm.' inspeegao de estudc de
\ ara restilar c destilar espinlos com graduarlo at 40 graos (pela graduarlo de Sellon Carlier) dos Habana e por rauilas oulras juncias de hvgiene ^l
melhoressyslemashojeapprovadoseconhecidosnesU e oulras provincias do impario, bombas publica dos Elados Unidos ---=-
de todas as dimeneoes asperanles ede repucho Unto de cobre como de bronze e ferro, toruciras I o>wuu unaos
de bronze de radas as dinicnroese eitios para alambiques, tanques ele, parafusos de bronze e *
e maispaizesda A- gf
S9i
/f wa /6wa n. 47, /tmfo a t'grwjTz da Con-
' crifSa r/os Militares.
Acha-se na directo da oflicinadeste acreditado armazem o
liabi
y////
fipAS&f:
nsss
SxssS
Em casa de N. O. Biebcr & C. Succes.'ores
ra da Cruz n. 4, acha-se venda um grande o
variado soilimenlo de ferragens Tinas, obra 0e
lanoeiro e perlenres sera h'm per usos domsti-
cos, productos lodos da industiia noiic ameri -
na, assim romo :
Arados de diversos lamanhos.
llolnhos de uilho.
Machinas para corlar capim.
Grades.
Machinas para desearorar milho.
Culuvadores c ferro d cneomniar econmicos
CANDIEIROS
ECONMICOS
consumo dos mesos : na ra Nova u ~
[obre rapaz nadeciade lombrigas M Bprgujo, d.tosdeselim preto ebranco, ditos de merino para"lulo SU
Z\M dlto'def^ao branco e de cotes, paletots, casacas, jaquetas, cairas fife
Sens proprietarios offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico era geral, toda
1 cheiro fedito, linha o estomago inchado c
linua comicho no nariz, lao magro se poz que ^ G coinetes Para men.nos de a 12 annos, camisa?, scrolas. chapeos Iffe
;eu lemia perde-lo. Nestascircumsianciasumvi- 3^S e grvalas prctas e de cores, libres para criados, faldamentos :
Kemp li- a guarda "acional da capital e do interior.
e *
de
Para me
Pechincha sem
igual.
Superiores corles de chita francesa lara
ce
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhocs e boceas para fornalha, machinas para amassai man-
:.oca e para descarocar.algodao, prencas para mandioca o oleo de ricini, portes gradara, co-
; imnas e muinhos de vento, arados, cullivaJores, pontes, -aldeiras e tanuues, boias, alvarengas.
botes o todas as obras de machinisroo. Eiccuta-se qualqucr obra seja qual fr sua natureza pelos
ds Minos oh moldes que para tal m forem apresentados. Recebem-se encommendas neste esla- | Street pelos unicosproprietarios D. La notan 9
riecimenlo na ra do Brum n. 28 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n. GSmoradia do cai- Kemp, droguistas por atacado em New York
lSStltI!^&9m^ '^^^'^ qUem S Drelendenleg se Pdeffi Achara-se venda em todas as bo.icas 3
----------------------------------------------.----------------------------------------------___________________________ priucipaes cidadesdo imperio.
DEPSITOS
sinlio meu disse que as pastilhas
oh.ra curado sUa f.lha. Logo que soube disso I g| Apromptam-se becas para desembargados, lentes, jufe s de di- ^ Kre clarasW-it/* 2adr,s"
coropre 2 vidros depastilhas e com ellas salvei a s>> '
vida de meu filho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyr.
Preparadas no seu laboratorio n. :i Gold

t
PILULAS VEGETAES
ASSLCARADAS
NEW-YRK
O MELHOB HEMEDIO COMIECIDO
ntra anstiptteoes, ictericia, (fffecroes do figado
febres biliosas, clicas, indigestos
enxaquecas.
flemort-lioidas, diarrhea, doeneas da
pille, irupres.e todas as enfertnidades,
ruovr.Mi vrr.s no r.si.voo imimiio do sancce.
75,000 caixasdeste remedio consommem-se
nnualmentel'
Remedio la natureza.
Approvado nela fjlculade de medicina, e re-
inmendado como o mais valioso catrtico ve-
gelal de lodos os conhecidos. Sendo estas pilu-
;as puramente vegetaes, nao conlem ellas ne-
nhum veneno mercurial nem algum oulromme-
ral; eslao bem acondicionadas era caixas defolha
] nra rosguardar-se da bumidade.
Sao agrad.weis ao paladar, seguras e cfcazes
; ra sua operacao, ura remedio poderoso para a
uventude, pub^rdade e velbice.
Loa-se ofolbelo que acompanba cada caixa,
pj!o qual se ficar conliecondo as muilas curas
rosas que lem effecluado. D. T. Lanman
K'jmp, droguistas por atacado cmiNewYoik
sao os nicos fabricantes e proprietarios.
Acham-se venda em tojas as boticas das
priucipaes cidades do imperio,
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra Alfandegan. 89,
Babia, Germano & C. ra Julio n. 2.
Pcrnambuco, no armazem de drogas de J. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
Admiraveis remedios
americanos,
rodas as casas de familia, senhores de enge-
i lio, fazendeiros, etc., devera estar prevenido.
com estes remedios. Sao Iros medicamentos com
9 quacs se cura eficazmenle as principaes mo-
l< -lias.
Prornpto alivio de Radway.
Instantaneamenle alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rheumatismo, dor de
cabecea, nevralgia, diarrhea, cmaras, clicas, bi-
s, indigeslo, crup, dores nos ossos, conlusoes,
queimadura, erup^oes cutneas, angina, relCD-
."o de ourioa, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermidades escrophulosas.rhro-
cas esyp blilicas; rcsolve os depsitos de mos
I miores, puritira o sangue, renova o syslema;
rompi c radicalmente cura, escrophu'as,vene-
reo, tumores glandulares, iclericia, dores de os-
sos, tumores brancos, fecres do figado e rins,
rysipelas, abeessos e ulceras de todas as classes,
moleslias d'olhos, difficuldade das regras das
mulheies hipocondra, venreo, ele
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para rcgularisar o systema, equilibrar a circula-
;io do sangue, inleiramenle vegetaes favoraveis
em todos os casos nunca occasiona nauzcas ne
dores de venlre, dses de 1 a 3 regularisam, de 4
a 8 purgam. Estas pilulas sao eflicazes as alTec-
rocs do figado, bilis, dor de cabrea, iclericia, in-
tgeslao, e em todas as enfermidades das mu-
liores, a saber : irregularidades, fluxo, reten-
tes, flores brancas, obstrucroes, histerismo, ele,
sao do mais prompto effeilo na escarlatina, febre
biiiosa, febre amarella. e em todas as febres ma-
ignas.
Estes tres importantes medicamentos vem a-
cirnpanhados de instrueces impressas que mos-
p-n cora a maior minuciosidade a maneira de
applica los em quilquer enfermidade. Esto ga-
rantidos de falsificacao por so haver venda no
armazem de fazcudas de Raymundo Carlos Leite
i Irmao, na ra da Irnpcralriz n. 10, nicos
untes em Pernambuco.
Cambraia organ-
s a 360 o covado.
V'ende-se na ra do Cre9po, loja n. 8, de qna-
tr^ portas, combraia franceza organdys a 360 o
covado, para acabar urna factura : assim como
reiTOS de CIl- Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 80.
gO miliar Babia, Germino & C, ra Juliaon. 2.
; Pernambuco, no armazem dedn
panbia ra do Cruz n. 2.
Pernambuco, no armazem dedrogas de J. Suun
eCOIlOmiCOS & Companhia ra do Cruz
a d^OOO.
Estes magnficos fer-
ros acham-se a venda
no armazem de fazen-
d3s de Raymundo Car-
los l.eile & Irmao, ra
da Irnpcralriz n. 10.
Viiilio de Bordeaux.
Em C3sa de Kalkmann Irmos&C, ra da
Cruz n. 10. enconira-se o deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Freres
e dos Srs. Oldekop Mareilbac & C, em Bor-
As melhoreS machinas de coser dos mais deaux. Tem as seguinles qualidades :
EW1S1TO
NA LOJA E ARMAZEM
DE
Joaquim Francisco dos Sanios.
afamados autores de New-York, I.
M. Singer & C. e Wbeeler & Wilson.
Neste eslabeleci- j
mcn'.o vendem-se as
machinas desles dous
autores, mostram-se a j
qualquer hora do da ou
da noiie, e responsabili-
samo-nos por sua boa '
qualiiiade e seguranca : St, Julien.
no armazem de fazendas St. Julien Mdoc.
do Raymundo Carlos Chaleau Loville.
t.cile & Irmaoa ra da
Irnpcralriz n. 10, amigamente aterro da Boa-
isla.
De Brandenburg frres.
st. Eslph.
St. Julien.
Margaux.
Larose.
Chaleau Lovil.
Chaleau Margaux.
De Oldekop <& Mareilhac.
Hcfvoiile do Vjecco da Coigrcgaelio \eireiro \evi\c.
iVGI^CW
ii*
pinbicio low -m%
Ruada Scnzala Hora n.42.
Nesle estabelecimento continua a haver um'
comapletciorlimentodo moendas emeinsmoen-
das para euSenho, machina de vapor e taixas
do ferro batido e toado, de todos os lamanhos
para J
Na mesina casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em barris quadade fina.
Cognac em caixasqualidade inferior.
Cerveia branca.
RELOG
EJVJ
'Kfi
V'ende-se emeass de Saundcrs Brothers &
C. praca do Corp o Santo, relogios do afama
id fabricante rtoskell, por preces commodos,
e tambera.rancellins e cadeias paraos mesmos,
deexcellente roslo.
U TIMA.
LEGI
Seda dequadrinhos muilo fina covado 1gC00
nfeiles de velludo com froco prelos e
de cores para cabeca de senhora da
ullima moda $
Fazendas para vestidos, sendo sedas, la
c seda, cambraia e seda lapada e
transparente, covado g
Luts de seda bordadas e lisas para se-
nhoras, hemuns e meninos j
Lencos de seda roxos para senhora a
2;"000 e 2$5C0
Mantas para grvalas e grvalas de seda
de todas as qualidades $ ;
Chapeos francezes forma moderna 83GCO
Lencos de gorgurao prelos J200
Kicascapellas brancas para noivados 0
Saias balo para senhoras e meninas 9
Tafet rxo o covado $500
Chitas francezas a 260, 280. 300 e *320
Cassas france/.as, a vara 500 ;
Sclm prelo azul e encarnado proprio
para forros com 4 palmos de largura,
o covado
Casemira lisa de cores 2 larguras, o co-
vado
Chales de merino bordados, lisos c es-
tampados de todas as qualidades
Seda lisa prela e de cores propria pa-
ra forros com A palmos de largura, o
covado
Bicos corles de seda prelos e de cores
com 2 saias e de babados
Ditos de gaze e de seda phanlasia
Chales de touquim muito finos
Grosdenaple prelo c de cores de todas
as qualidades
Seda lavrada preta e branca
Capas de Ci e visitas de seda prela com
froco
IcOOO
2S0OO
15500
Loja numero H.
EslveadeBdo tilo por metade do seu
valor.
Casemira prela muilo Una, covado a 2 .neo Uno preto, covado a 3S, e muito supe-
Sarja de seda hespanhola, covado a 2j.
Grosdenaple do mais lino que pode haver para
as senhoras de bom gotoa lsf'JOll, 2*400 e .-til!
o covado.
Tafet branco covado a COO rs.
Dito cor de rosa a 600 rs
Setira azul a 'JO rs.
Dito preto a OO rs.
Lencos prelos de setim mac o da melhor a-
hdade que ha a 2$(00.
Ditos muito linos a 29400.
Seda preta latrada, covado a 15900.
Lencos de seda com a varia a 320
Bretanha de linho para lencea 'e toalba, rara
a 600 rs.
Chapeos de filtro bons a 3;200 e 4|
Clvalas de seda de cordo multo ricas
' bonitos gustos a 700 rs.
pe?a a 4?S00 e
babados e corii-
640.
larpo.
9
CHAME SORTIMEMO
SALSA BABRILIU
I'E
Remedio sem igual, sendo reconhecidos pelos
mdicos, os mais iminentes como remedio infal-
ivel para curar escropbulas, cancros, rheumalis-
Dt
Fazendas e roiipa feila
NA LOJA E ARMAZEM
DE
Joaquim Rodrigues Tavarcs de Mello
RA DO QEIMADO N. 39
EM SLA LOJA DE Ql'ATRO PORTAS.
Tem um completo sortimento de roupa feila, 1
e convida a todos os seus freguezes e todas as
perseas quedesejarem ter um sobreeasaco bem
felo, ou um> caiga ou collete, de dirgrem-se a
este estabelecimento que encontrarao um hbil
artista, i-hegado ullimamenle de Lisboa, para
desempenhar as obras a vontade dos freguezes.'
J lem um grande sortimento de palitots de ca-!
semira cor de rap e oulros escuros, que se ven- \
lema 1255, ouiros de casemira dequadrinhos
mo, enfermidades do ligado, dyspepsia.debilida- da ,na's fina que ha no mercado a 16, ditos
dade geral, febre biliosa e intermitiente, enfer- rfe merino stima 12?5, dtlos de alpaka muilo
midades resultantes do emprego de mercurio, | fi" a 63>, dilos francezes sobrecasacados a 12, :
ulceras e erii[coes que resultam da impureza do ,lilos de panno fino a 20, 2559, e 30, sobre-
sang"- casacas francezas muito bem feitas a 35, cal-;
CAUTELA. Qas feitas da mais fina casemira a 10, ditas de
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por ala- t? Ce flu9,S<|Por Pre! =ommodo, ura1 grande;
cado New York, aegam-se obrigados a ore venir 80M,mcnl0 *Clle,es ^casem.ra a o, ditos de
oresdeilavel publico para de?confiar de al.uma^0U,r" ,*' Pr Preoconimod?' um 8rn.de
tenues imitacoes da Salsa Fanilhade Brsiol' sorl,nf10^ ".Ito M ^f^to muito
que boje se vende nesle imperio, declan"d l T* d! os de borracha a 2o00 cha-
iodos que sao elles os nicos pronrielarios da re- < Po decas or ""oaupenores a 16,ditos de se-
ce.a do Dr. Brsiol, lendo-lbe comprado no ai- dos mfh^1''e'emendo o mercado a. 0,
nodel856. ditos de sol. ingiezes a 105, ditos minios bons a
! 129, ditos francezes a 85, ditos grandes de pan-
Casa nenhuma mais ou pessoa alpuma lem no a 45?, um completo sonmenlo de gollinbas e
direilo de fabricar a salsa parrilhadeBrisiol.por- \ manguilos, liras bordadas, e enlre meios muilo
que o segredo de sua preparaca acha-se somen- proprio para collerinhos de meninos e travessei-
le em poder di s referidos Lanman A Kemp. ros por preco commodo, camisas bordadas que
Para evitar engaos comdesaprecavescomb- servem para bailsado de crianzas e para passeio
najoes de drogas perniciosas,as pessoas que qui-' a 85?, 10 e I25, ricos leeros de cambraia de
zerem comprar o verdadeiro devem bem observar linho bordados para senhoras, ditos lisos para
j os seguintes signaes, sem os quaes qualquer ou- hornera por preco commodo, saias bordadas a
tra preparaga falsa; I 350O, ditas muito finas a 55?. Anda tem ura
1* O envoltorio de fora esl gravado de um la- resiinho de chales de toquim a 30, corles de
Tachase moendas
Braga Silva & C.,lem sempre no seu deposito
da ra da Mceda n. 3 A,um grande ortimento
de tachase moendas para engenho, do muito
acredilado fabricante Edvin ilaw a tratar no
mesmo de osito ou na ra do Trapiche n 4.
Fazendas por baixospre eos
Ra do Queimado, loja
de i portas n. 10,
Ainda reslam algumas fazendas para concluir
, a liqutdacao da lirma de Le i te & Correia.asquaes
! se vender por diminuto preco, sendo mire ou-
I tras as sues:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
i a 160 rs.
Ditaslargas, francezas, finas, a 240 e 260.
Bscados francezes de cores fixas a 200 rs.
Cassas de cores, bons padroes, a 2-0.
Brim delinho de quadros, covado, al60rs.
Brim trancado branco de linho muilo bom, va-
a IJOOO-
Corles de calca de meia casemira a 25.
Dilos de dita "de casemira de cores a [i.
Panno preto fino a 3 e 4.
Meias de cores, finas, para horneas, duzia.
80(1.
Grvalas de seda de cores e prelas a 1.
Meias brancas tinas para senhora a 3$.
Ditas ditasmuilo finas a 45.
Ditas cruas finas para hornera a -5J.
Cortes de rolletes de gorgurao de seda a 5?.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 4.
V'ende-se na loja de Antonio Augusto dos San-
ios Porto na loja ns. 37 e 3!) na praca da Inde-
pendencia, capollas de aljfar e morale para ca-
tacumbas, tmulos etc., ele, da forma seguinlc
e preces razoaveis :
iCapellas dealjoc com Escripcoes, grandes a
Ditas ditas por
i Ditas ditas por
. Ditas ditas por
| Ditas de imoilaile por
|Quadros com a imagen) do Senhor Crucifi-
cado com insrripres por baixo a 10? e a
TPeohincha.
Chita rslreila rdxa com pequeas pintas de
mofo, covado a 120 rs., pera a 4*500: na ra
do Oueimado n. AA.
Panninho muito fino e
6*500.
Cassa de llore? miudas para
nados, a peca a 2;.
Dita de quadros a 3#.
Cambraia branca muilo fina cia:ga com 10 va-
ras, peca a 6? e JOO.
Corles de collete de fustao a 5(0 rs.
Alpaca pela lina, covado a 7C0 e 800 rs.
Biim delinho branco muito fino, vara a23C(
Dito pardo de quadros, linho puro, vara a
pilos de linho miudos, covr.de a ISO.
^Cambraias decores, superior azend?, v;:, ,
Liqnidacio
Na loja do miudezas na
ra do Queimado n. 59
bolllas yic. cortinados ;
a caria.
10
8J
5S
3
2
SS
Telhado dr1 zinco.
brica de raldeireiro, sita na ra 1
a Nova n. 35, loja de ferragens. i_.
vender-se lelhado de zinco por menos puco do duzia.
ne se vender em qualquer oulia parle. Luvas de seda nai
ISo paleo do Carmo n. 6, vende-se urna es- Meios muilo unas
Ricas franjas com
35500 a pee i.
Caitas de allin.tes a 100 rs
Lamparines para 3 mezes a 50 rs.*a caixa.
Facas muito linas a 16'J is. cada um.
Liuhas de meiada prela a 20 rs. a meiadinha.
Tranca de la para vestido i AO rs. a peca.
Liuhas psra marcar a 2-0 rs. a quart com K
uovellos.
Graraposa -0 rs. o maco com 25grampos.
Capachos para ponas'a 401) ts. cada um.
Agulbeiros de pao a 120 rs. a duzia.
Clvalas de cambraia a 240 rs. cada um.
Mantas para grvalas a I cadi um.
rtotoes de Imha preta para camisas de
1 0 rs. a tilosa.
Luvas de lin da Escossia a 'Mu rs. o par.
Diiasde pellica anda boas ;: .*i( I rs n i r.
Latas com meia libra de banha
pcito
rs. c .i.
v- f i .... I *-""** com n.i iu iiri.i ue oai.i. i a .ul
Na fabrica de coldeireiro, sita na ra Imperial, I urna.
na raa Nova n. 35, loja de ferragens. contina I Boldes ( i casaveqoes a 240 i
Botdcs de linha para
ra senhora lopar.
e
a
1
No paleo do Carmo n. 6, vende-sc urna es- I Meios muo Olas pi
crava de naci da 40 annos, ci.gommadcira, co- Laa para bordar a i? a bra '
z.nhe.rae lavadora. rjculos de ac muilofinos a400 rs o par
m,Ts IfMS "mr s/rrnr:a- nlendo rouco; Carlas porlugnezas a ICO rs. o baralho
mais de 20005 em madeiraa serrad, pranches CariosTde clcheles a 20 ra cada um
e ntencilios ; faz-sc lodo o negocio a dinheiro ou I Abotuaduras para rolletes a 20" daiima
tratar com Ignacio Bento de Loyola. j Carleiraa de agulhaa a 240 cada una.
, Linhas de novrllos de cor a COO rs. a libra
Leques muilo bons a la cada um.
Saboncles, extratos e oulras muitissimas
- "mi iuiii ijimuu oiniii ue l
Preslem allenfo.
II'.: -
Na praca da Boa-Vista n. 16 A, vende-se
Seda prela lavrada para vestido a 1600 e 2g j verdadeira cerveja Bassl & C a 320 rs. a garrafa,
Corles de vestido de seda preta laviada a 16. 8>ranlindo-se ao comprador a quahdade.
Lencos de chita a 100 rs. *B3S'?aE^it_F.."tjS-lUlLJItt C2C3Cr;
Laa de quadros para vestido, covado, a 5C0.
Peitospara camisa, um. S20.
Chilafranceza moderna, lingindoseda, covado
a 400 rs.
Entremeios bordados a 200 rs.
Camisetas pira senhora a 640 rs.
Ditas bordadas finas a 2$f.00.
Toalhas delinho para mesa a 2 e 4.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pesclo de senhora a
Vestidos brancos bordados para baptisarcrian-
?as a 5J000.
Cortes decalca de casemira preta a 6.
Chales demerin com franja de seda a 5
Corles de calca de risca do de quadros a 800 rs.
Merino verde para vestido de montara, cova-
do. 1280.
Lencos brancosde cambraia, a duzia, 2.
eguro coalraFogo
COMPAHHIA
---------- -.....* ..VO IUJI]"
czas que se vendem por todo o preco vista du
dinheiro ; como bem fitas de sarja muito cas
por lodo o preco, franjas, trancas, ele.: a loja
torna-so bem conhccido porquo'uma que tem
o lampeao de gaz na porla.
Esera^os fgidos.
LONDRES
AGENTES
AUenco.
I rugi desde odia 13 de agosto do correr.;;
anuo o cscravo l.niz, com os signaes seguintes :
; alto c bem 'eilo de corpo, lem denles limados
6 perfeitos e o dedo mnimo do p4 corlado ; quan-
f do falla com mdo bastante gago. Este escraro
^. natural do Sobral e ha toda certeza que .---
| guio para dito lugar por Ierra pede-se por lan-
LOJA DO VAPOR-
Grande e variado sortimento de calcado fran-
cez, roupa feila, miudezas finas e perfumaras,
ludo por menos do que em oulras partes : na lo-
ja do vapor na ra Nova n. 7.
do sob urna chapa de ajo, trazendo ao p as se-
guintes palay-ras : -
I). T. LANMAM & KEMP
SOL AGEKTS
N. 69 WATER STREET.
New-Yorii,
2' O mesmo do culro lado tm um rotulo em
papel azul claro cen a firma e rubrica dos pro-
prietarios.
3* Sobre a rolha acha-se o retrato e firma
do inventor C. C. Brislol em p8pel cor de rosa.
4o Que as direcces juntas cada garrafa
tuiauu, |ia .ii-juar lima acmra ; ossiin uumu _k'_ u i i >
boas chitas franco/as a 5240 e 300 rs., fazenda de (lem uma PnPn"| semelhanle a que vai cima do
luidos padroes e cores fixas: dao- se maoslras. presente annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro ra da Alfandega n. 89.
Baha Germano & C. ra Jirliao n. 2.
, Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum,
C, ra da Cruz n 22.
Vendem-se libras steilina?, euu
casa deN. O. Bieber& C. : ra da Cru'
vestido de seda de cores muito lindas e superio-
res qualidades a 1009,- que j se venderam'a
150, capotinhos pretos e manteletes prelosdc
ricos gostos a 20, 259 e 30>, os mais superio- n- *
res chales de casemira eslampados, muito finos, a r j .j-
o. a- iu j ii i i >ia, vendem-se saceos com familia de mandio-
8 e a 10, toalhas delinho de vara e tres quar- ra a 6g000 : na ra da Madre de Dos n. 2
las, adamascadas, muilo superiores a 59, ditas
para rosto de linho a 19, chitas francezas de su-
perior quadade, tanto escuras como claras a
200.280.3t0, 400 e 440 rs. o covado, ricas .. _
,..;,..,...i.. .... i-l. N. O. Bieber & C. Successores avisam ao pu-
casem.ras para calca, colletes e palitots a 49 o co- j blif0i que no SPU arrnazem na rna da Cr..z n. 4,
vado, e um completo sonmenlo de outrasfazen- eatie exposlos venda 8S melhores machinas de
Machinas de costura.
5000 RS.
Ferros econmicos de engnmmar a vapor
ra Nova d. 20, loja do Vionna.
das, e ludo se vende por prego barato, e que nao
possivel aqui se poder mencionar nem a quar la
querendo comprar nao rao sem fazenda.
Pao brasil.
Na roa da Praia n. 10, vende-se cerca de 300
quintaos de pao brasil, assim como 200 alqueires
de sal.
C J. AstleV & Companhia. Jjio.suaapprehe.ao'aqualquer'pcMoa".
____m___2 b?m recompensado; a entenderse com o seu se-
Vende-se
Formas de ferro para I
Dhor na ra Diareila n. 112, ou na ra de Apollo
n. 43, armazem de assucar.
Acha-se fgido um mulato caira de nome
Raymundo Patricio,official de pedreiro e barbei-
| ro. foi remetlido do Para em abril de 18!) pelo
| i Sr. Manuel Jcaquim de Paria, o qual^foi aqu
vcvdido ao Sr Feliciano Jos Comes, oeste sc-
nhor vendeu ullimamenle ao Sr Francisco Na-
g ; iliias Pereira da Cosa ; trn os seguintes .-
s naes : estatura regular, bastaule gresso c barba-
Vi do, olhos amarellados, falla com deeembaraco
representa ter 35 n 40 annns : rega-se as aulori-
i i dades policiaes a sua apprehenso ; e quem o
? i pegar, dirija-se ao engenho Guerra, cm Ipojucs,
PreOS de CObre de COHl- 6!ou na ruaao Imperador n. 79, escrlplorio de
^^. a f Polycarpo Jos Layme, ou na ra de Apollo c.
30, cscriptorio de Slanoel Gouvcia de Souza, que
ser generosamente recompensado.
purgar assucar.
I Eiichadas de ferro.
| Ferro sueco.
i Espingardas.
qo de Trieste.
posiC/ao.
Barrilha e cabos.
Brim de vela.
Couro de lustre.
C
5
de gratificaco.
e
costura que ot hoje leem vindo a esle mercado,
as quaes possuem lodosos melhoramenlosinven-
i lados al esla poca sem ter os defcil03 que em
parte deltas, no entinto os freguezes chegando e! oulras se nota, assim sao de construeco simples
e facilitan: o uso A costura feila por estas ma-
chinas nao teem igual em obra de mo, um pon-
to bonito e forte, alem ele que alinham c cosem
de todos os modos, cada caixa de costuja repr-
senla um lindo loicte para gabinete de senhora.
Igualmente ha machinas para selleiros, ele. Os
precos sao mdicos, e o Sr. Birminghnm, enge-
nheiro, ensina o uso das machinas e todas as par-
ticularidades da conservado de sua construeco
no acto da compra.
Contina a estar fgido desde c da 4 de abril
| prximo passado o preto de nome Flix, com ida-
i de de 35 a 40 ancos, de afio Mossambiquc, e
tem os signaes seguinles :'estatura baixa, cOr
jfula, ps um ponro apalheUdcs, lem um calom-
[ I binho ntre as sobrancelhas por cima do nariz,
i I que parece ser signal da trra delle ; este prcl
noetro, ca)ador, trabalhndor de campo, e hoje 6
padeiro, a que pertence ; foi esciavo do Sr. Illa-
noel Francisco Duarlc, e quande foge coslurra
mudar o nome para Joo, e inlilula-se forro,
tem sido visto nos arrabaldes desta cidade da es-
trada de Bebcribe em direrro al a matriz d
Vanea : portanto roga-se a lodo e qualquer que
o encontrar ou delle souber. que o pegue e le\e o
ao paleo da Sania Cruz, padaria n. 6, que rece-
ber a graticacao cima ; assim como se pro-
testa contra quem o tiver secutado.
Palhinha para marcinei- ,
ro : no armazem de C.
J. Astley A C.
AUenco
Vende se na ra da Cruz n. 48, urna
divida julgada por sentencia, o devedor
dizem que tem loja em nome de outro
na iua da Imperatiiz, cttjo devedor
chama-se A ntonio Jo-. de Azevedo,

"l.-.A
.
-


C)
Litteratura.
Os dramas, do mar.
BOMTEKOE.
1
1C1>,
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FE1RA IR DE SETEMBRO DE 1860.
Quasi no fim de maio de 1619, lies navios
holtandc/.es, o Nieuw-Zecland, capitao Pedro
I'livsz, o cBitekulsen, capitao Joo Jansz, e o
, icrem dubrado ao largo o cabo da Boa-Espcran-
;i, costearan, com um lempo magnifico, a torra a tumba ; mas elle encarou-a sorrindo.
do Natal.
De surte que, lugo que D. Sebastiao suecum-
biu na expedigao de frica, o poeta, que j en-
to viva pobremente, viu-se obrigado i mudar
para urna casa ainda mais pobre na calcada de
Sant'Anna.
A sorte do infeliz poeta mais se aggravou an-
da com a morto de Antonio, o escravo javanez,'
porque, nao tendo j quom lhe mendigasse o
pao e nao querendo elle mendiga-lo, o desditoso
autor dos Lusiadas descendo mais wa degro
da escada da adversidade, leve de passar do seu
catre para o hospital.
Fallava-lhc chegar io ultimo degro, que era
Pobre poeta, que a patria esqueceu, nao a es-
quecendo elle!
Ao menos morro primeiro que Portugal !
Sepultarara-no i:'uma cova, sobre a qual po-
Havio 132 annos que o Porluguez Bartholomeu
Das, mandado cm busca do famoso Prestes-
Joo, o Papado Oriente, desde tres seculos pro-
curado, linha dobrado o cabo sem o saber, leva-
do por urna tempestado que o tomara as azas e zeram urna pedra sem nome.
o lngara do sul para leste. n___ ,
' Dezesiseis annos depois da sua morte, quando
Desde aquello dia, urna nova estrada para a i a sua fama se engrandeceu, D. Gonealo Coul-
India ficra aberta. { nho propoz quo se erigisse um monumento ao
Tara que os futuros navegadores se nSo desa- \ PCta ; maS COm SC fin0raVa ,u8ar do seu
niniassem, o re D. Joao II de Portugal tinha
mudado o nome de cabo das Tormentas, que
nascimento, tambem se nao suube onde era a
sua sepultura.
lhe pozera Bartholomeu Diasna sua rolla para | A final, um relho sacrislo lembrou-se de
Lisboa, na de cabo da Boa-Esperauga, que ficou ter, n'uma ooite de temporal, enterrado um ho-
oonservando.
L)ez annos depois, chegou a ser do Vasco da
Gama.
Ira preciso continuar a viagera de Bartholo-
meu Das d'ondc elle a linha interrompido ; ne-
cessilava-se ligar India Portugal, Calicul a
Lisl ";i.
mem sem prenles, sem familia, sem amigos,
que linha dous ferimcolos, um que lhe tirara
um n!lio e outro que lhe quebrara urna perna.
Por estes signaos reconheceu-se ser Cames.
AQI.'l JAZ MIZ DK CAM'lES.
PRINCIPE
DOS POKTAS DO SEC TEMPO. VIVF.r POBBE
E MISF.KAVELMENTE, E JIORHKI
li V MESMA ERMA
NO ANNO DE 1579.
Ali descansou, tranquillo e honrado, porto de
Abriu-se a sepultura com grande apparato, o
cadver f n tirado e transportado para um local
prximo do curo dat freirs franciscanas do con-
vento de Sant'Anna, esobre esta nova sepultura
Depois do ter imposto o nome Ierra do Na- pozeram urna campa de marmoro, en que se
tal, em memoria da nativida'ie de Nosso Senhor; gravou a seguinte inscripgao :
depois de haver tundeado om Sofala, qu9 tomou
pela amiga Ophyr; depois de successivamenle
ter descansado em Mogambique, cm Quila, cm
Mumbaga e em Mclinde : depois de ter rebebido
piloto experimentado do rci d'esla ultima cida-
do, Vasco da Gama lancou-se resolutamente no
mar de Osman, passou, segundo toda a proba-
bilidade, outro as Laquedvas e as Maldivas, e a
20 de maio de 1498 apurtou Calicul, n'aquelle
lempo ccnlro do commercio que a India fazia dous seculos mas no 1 de novembro de 1755,
com todo o vasto continente quo se eslende do precisando o cu assignalar com um lerrivel
Zanzbar ao cstreilo de Malaca. presagio o nascimento de urna rainha, un tre-
i mor de trra arrasou Lisboa, destruindo a esreja
Depois chegou a vez Cantos o Homero do Li c >> u j
. .. ,uulLro uo de SanlAnna e com ella a sepultura do autor
ocano indico : us Luzadas sao a historia pica dos Luziadas.
da sua riugem.
Esta rainha foi Mara Anloinctte de Austria.
Caraocs perdeu un ollio combalendo contra os
Mouros de Ceuta, quasi ao mesrao lempo que Reis c poelas ,)eus' de lcmP0S "pos, faz
Cervantes perdeu urna das mos batalhando con- c6"aes vossos destinos para mostrar ao universo
ra os Turcos do Lepanlo. i q'e sois eguacs !
Todos sabem como o poeta portuguez, depois Poeraa de Cames fizera a India popular,
de risitar Gs e de ter combalido em Chambo, l'uC0 'ardouque, por onde tinha passado o na-
no cabo Guardaf e em Mscale, por urnas saty- ve6adur nias. conqnistador Gama e o poeta Ca-
ras que fez, o desterraran! para as Molucas co- mocs Passassera lamben o commercianle Van
mo foi nomeado por D. Constantino de Dragan- Noorl com difirenos de que elle chegou a"
ea curador dos orphos em Maco, que mal exis- In lia anda ou que acabava de se descubrir ; como a,'avpS30U 'errivel eslreito descoborto por Ma-
depois, nao tendo orphos de quem ser curador 6aIhaos em 28 do maio de 15-20. e seguindo o
oscreveu um poema ; como embarcou com o seu exemP' de SebastiSo dol Cano, cntrou no alian-
duplicado thesouro, Ihosouro de fortuna e the- tico pcl call da Boa-Esperanca depois de ler
souro de poesa, para voltar para Ga ; como o dado volla ao mu"do ein ,rcs annos.
uo mar das Indias pelo eslreito de Magalhaes ou
pelo cabo da Boa-Esperanza.
O vento que devia decidir se aproara para
leste ou para oeste.
Antes de chegar as Canarias, encontrou os
dous navios com os quacs j o vimos dobrsr o
cabo
Depois de soffrerem tres semanas de calmara
na proximidade da linha, o vento sueste levc-a-os
ao mar das Anlilhas, pasa o meio dos bancos e
rochedos, queso chamam Abrolhos.
Dclles se lvraram, felizmente, procurando,
sem a achar, a ilha do Tristo da Cunha, e cm
breve, acossados de um vento Iravessia para o
cabo da Boa-Esperanza, approximararo-sc desle
porto com tal rapidez, que, com mdo de darem
costa, se affastaram para o sul, e confiando as
suas equipagens saas e vigorosas e n'uma abun-
dante provisao de agua, decidiram-se a dobrar o
cabo grande distancia.
Foi assim que chegaram altura da trra do
Natal. Ali o capitao Jansz, que tencionava ir
cosa de Coromandel, separou-se de Thysz e
Bonlekoo, para enfiar pelo canal de Mocambique
Passado alguna lempo, tendo occorrido desio-
telligencias entre Thysz e Bontekoe, Thysz fez-se
de vela com o seu navio e o Nieuw-Hoorn fi-
cou s.
Achava-se 23 graos de Utitudequando perdeu
de vista o Nieuw-Zeeland .
Dtsde a passagem do cabo que o estado sani-
'ario do navio havia mudado. Prximo a 30
graos, enlrou a adoecer a equipagem, e cinco ou
sois das depois que Bontekoe se separou do seu
ultimo companheiro, havia quarenta homens j
na enfermara.
Como a trra mais prxima fosse Madsgascar,
resolveu-se continuar a derrota para esta ilha,
e por isso vollaram proa sobre a bahia S. Luis.
Forera toda esta costa era ainda mal coohec-
da, e, apezar do proprio Bontekoe lor procurado
um bom ancoradouro com a sua lancha em quan-
lO o navio andar bordejando, apezar dos habi-
tantes do paiz correrem ao longo da costa fazen-
do-lhe signaos para se approximarcm, o pareces-
sem indicar por estes signaes um lugar para o
desembarque, como nao oforeciam nenhum re-
fresco co mar quebrava horrivclmontc contra a
praa, depois de urna vaa tentativa foita por um | lemP. p Posto que livesse j anoilecdo. vendo
marinheiro que se detou a nado e se vio obriga- 11"e a noi,e eslava boa e o mar socegado, desceu
do voltar pura a lancha sem poder chegar Para a lancha e foi era busca de melhor enseada.
torra, foi preciso voltar para bordo depois de urna Encontrou-a na distancia de cinco milhas.
visla era um lugar de delicias, e nao desejavam
oulra cousa senao Picar nclla.
Os seus rogos para que os desembarcassera
naquella Ierra, em que esperavam adiar a cura
apenas ali tocassem, lornaram-so taoincessantes,
que Bontekoe nao lhes pode resistir: declarou,
portanto, que, (osse qual fosse o risco, lhes per-
miltissem a ida para Ierra.
Esta declarado fu: acolhida com gritos de ale-
gra de toda a equipagem.
Os doenles, como mais apressados, foram os
primeiros que embarcaran). Bonttkoe deu-lhes
urna vela para formarem urna cabana, alm de
podorem ficar algunsdias em Ierra.
Carregou a lancha de raantimenlos, fez embar-
car um cosinheiro e toda a especie de utensilios,
e elle mesmo os acompanhou para lhes servir de
guia.
A' medida quo se approximavam de trra, a
alegra dos marinheiros redobrava ; muilos dclles
nao poderam conter-se que esperassem que a
lancha tocasse em trra : lan^aram-so nado, e
assim quo chegaram prai, revolveram-se so-
bre a horva, chamando seus companheiros, que
bem depressa se lhes foram reunir.
E, com effeilo, ou fosse sonho da imaginaoo
ou realidade, apenas se virara sombra das gran-
des arvores, apenas locarara Ierra que, quaes
novos Anteus, declararan! que sentiam vollarem-
lhes as forgas.
Nosle momento, um band o de pombos biavos
veio pousar em volta delles.
Nao moslraram o menor susto com a vista dos
marinheiros: como a ilha era deserta, a presenga
do homem nunca os tinha espantado ; deixaram-
se, pois, apanhar e matar s pancadas.
Viram-se passar no primeiro dia duzentos.
Depois disto, para variar o alimento, foram pro-
curar lariarugas e trouxerara urnas cincoenla.
Bontekoe, vendo que com effeilo nada lnham
que temer nostas praias, onde a Providencia se
mostrava to hospilalcira, deixou-os o voltou pa-
ra o navio ; mas, observando que o ancoradouro
ende ello estava era mo. alcangou da equipa-
gem, apezar da impaciencia que mostrava de ir
trra, queso procurasse outro melhor.
A equipagem nisso consenlio.
Esta adhesao, apezar do vivo desojo de desem-
barcaren!, locou Bontekoe, que nao quiz perder
uavio quo n levara, naufragando as costas de
Sio, e alirando o bardo lusitano aos mares da
China todo o sou dinheiro, mas elevando o seu
poema cima das aguas, salvou com urna das
niaos vida ccora a outra i imraorlalidade.
Foi este o con ego da fortuna martima dos
Hollandczes, os Phenicios da Eu.-opa, que de-
viain, n'um dia de orgulho, intitular-so os var-
redores dos mares, o icar, em vez do pavilho,
urna vassourano tope de seus navios.
Apezar de apparecer, seis annos depois, o' Passados quatorzo annos, o almirante hollan-
p.-.cma Os Luziadas, de ler no mesmo anno duas doz Jorge Splborgcn derrotava a armada hes-
oJiroes e de lodos os Porluguezos saborem de panhola as costas do Per e estabelecia o do-
cr o episodio do gigante Aadraaslor e as des- minio hollandcz as Molucas.
gragas de Igncz de Castro, era por isso deixou
de ser visto pelas ras de Lisboa, arrimado i Foi cinco annos epoia d'esla victoria que do-
uma muleta, um pobre velho camiohando para Draram cao da Bua-Esperanna, como j ds-
o convenio do S. Domingos, onde, de mistura sernos, os tres navios hollandezes coenmaodados
com os esludantes, ouvia loes de Iheologia, em por ^cdro Thysz, Joao Jansz c Bonlekoe.
qeanto um escravo javanez mendigava para elle Porque motivo navegavam estes tres baleeiro
o o suslentava com as csmolas que recebia. : de conserva ? E' o que vamos dizer.
L' verdade que quando o velho passava, todos' Guilherme Isbrantz Bontekoe nascera em 1618
paravam para o contemplar, e ouviam-so oslas e lnha sido nomeado ppla companhia hollandeza
das Indias Orientaes capitao do Neuw-IIoorn ,
navio de ?,100 toneladas, equipado por 206 ho-
mens, e destinado ao commercio.
palarraa consoladoras para o seu orgulho :
E' o grande poda Luiz de Camocs !
Alguns acrescentavam.
K pobre f
Ao que responda scrapre urna voz ;
Partir de Texol a 28 do dezembro, e desde 5
de Janeiro que sahira da Mancha, e seu navio ti-
nha sido assaltado por tres tufos do vento tao
fortes, que por um instante acreditara que sera
Nao ; o rei D. Sebastiao concedeu-lhc urna ali o termo da sua viagom.
pensao.
Porm a Providencia ordenou outra cousa : de-
. rom effeilo, o rei D. Sebastiao conceder ao pois de quinze dias de temporal, cessou o perio
liomem que Ilustrara o seu reinado urna pensao e asserenando o lempo, pode Bonlekue continuar
de nlnuns cruzadas por anno. a sua derrota, ignorando, comtudo, se entrara
intil fadiga.
A equipagem linha do convs observado todas
as manobras da lancha e vio-a voltar com o maior
desespero; mas Bonlekoe, que era adorado dos
seus marinheiros, Iratou de os animar, exhortan-
do-os a que livessem paciencia.
Resolveu-se procurar um ancoradouro nave-
gando para o sul: voltaram at 29 graos; mas
como as mesmas diQiculdades continuassem a
existir, tiveram que mudar mais urna vez de pa-
recer e de rumo, e decidirn vir descansar
qualquer das ilhas Mascarenhas.
Era assim que se chamavam naquella poca, e
aina hoje se chamam, as ilhas Mauricia e Bour-
bon.
Bontekoe manobrou de forma que veio pas-
sar por entre as duas ilhas.
Era urna excellente bahia cora o fundo de
areia.
Ao nascer do dia, o capitao conlinuou com as
suasnvestigagOes.
Apenas tinha andado um quarlo de legua, que
logo encontrou um lago.
Infelizmente, a agua nSo era muito doce ; po-
rm as margeos eslavam cobertas de aves aqua-
licas, e aores que o assombreavam, carregadas
de papagaios cinzentos, de torquazes e de passa-
ros desconhecidos, tanto na especie como na cor,
e j'into doslas arvores viam-se sombra vinte e
cinco tartarugas, reunidas era sociedade, poden-
do apenas mecher-se ; tal ora a sua gordura.
Bontekoe ficou em trra com tres ou quatro ho-
mens e mandou annuncar esta descoborla : aos
doenles disse-lhos quo havia encontrado um
acampamento melhor que o primeiro, e equipa-
gem que linha reconhecido um excellente anco-
radouro para o navio.
Mas a primeira que avislou foi a que depois re-
cebeu o nome de ilha Bourbon e foi a essa que
iratou de aportar. A' duzentos passos, pouco mais I No fim de duas horas, vieram o navio e i
ou menos, de trra, ancorou em quarenta bracas cha.
FOL1IETLU
IJnEJTnT'Tr'JBES.
roR
PAULO DE KOCK.
tha 1 oh meu amigo, quando a conlioceres, in-
vojars a minha sorte !....
Porm onde foi que conheceste tua mu-
lhor?...
Isso um romance. vem sentar-te aqui
ueste carramanchao quo le conlarci ludo.....
Meu charo Len, talvoz quo o minha per-
gunta fosse indiscreta e fica-lc salvo o diroilo de
nao responderos.
Que isso ? Dar-se-ha acaso que le lenhas
tornado Turco com migo ? Se tivessos desgostos,
amores, nao m'os confiaras ? Nao s mais, como
outr'ora, um outro eu ? Se alguem me insul-
tarse em minha ausencia, nao le bateras por
mim ? Se ultrsjassom a minha honra, nao seria
ultrajar a tua? Ser necessario quo to record a
nossa mocida.ii'. que no enlanto nao est tao
longo assim ? Quando vinhas dizer-me : Len,
tu lo bates em ducllo hoje ao meio-dia, pisto-
la, om tal lugar, ou nom se quer to porguulava o
motivo desse ducllo ; lnhas decidido e baslava
Len voliara muito contente ; sua mulner a j SSo para que eu o julgasse necessario o ia-mo
Le ni, porm por prudencia nao descea ao sa- bator, como o tenas feito se cu livesse dito
lo nesse da. Tomaram caf Dopols Len deu o i Tens um duello. Quem est nessis condigoos
braco Gastao o dingiram-se a-ribos para o jar- I Com um amigo, nao confia segredos, ponsa em
nim. Uepois de tao longa ausencia natural que voz alta,
dous amigos lo ntimos tenham muita cousa a _
contar; os mais convivas ndevinharamo e! Gastao que suspirara mais do urna vez cm
flcixaram que os dous mancebos se rclirassem | qu8n'u Len lhe recordara as proras de sua
sos. arrizade, respondeu dominando a sua emo-
Chegados urna das alleas do jardira, dsso
l.oon ao seu amigo .
Se tivesses rindo ha tres mezes, Gaslo, te-
nas sido testeraunha da felicidade mais per-
feila, mais intima... veras o casal mais feliz da
torra !
Entao agora nao mais assim ?
Ainda nos amamos muilo, porm entao
XL1I
Itegreuo deum viajante.
( Conlinuagao. )
Madama do Fierville finga olhar para o cam-
po e estar inleiramcnlo alheia conversa.
de profundidade.
Porm ali se lhe apresentou um lerrivel obs-
tculo: o mar quebrava-se tao visivelmente so-
bre os escolhos, que foi preciso ainda que a lan-
cha, tripulada por homens robustos, procurasse
nni lugar do desembarque : immedalaraenta tra-
tuu de o pcocurar e voltou no fim de duas horas.
Tinham podido desembarcar no meio do urna
magnifica vegetagao c traziara grande quantdado
de tartarugas.
Todos sabem que bemavenlurado man offe-
recem estes animae3 aos pobres escorbticos ;
portanto, os doenles unaniraente pediram que os
levassem para Ierra, o que primeiro lhes foi re- |
cusado pelo sobre-carga do navio, chamado Ilein-
Rul.
Segundo a sua opiniao, o navio poderiu ser
toreado a levantar ferro e fazer-se ao largo, e, se
esta desgraga acontecesse, os homens que cslives-
sem em trra ficavam perdidos.
Mas para estes desgracados a ilha que lnham
O navio deilou ferro na bahia em vinte c duas
bracas d'agua e os homens da equipagem desem-
barcaram por sua vez e em quatro viagens
Os marinheiros sao sublimes criangas. Aos
supremos desesperos, s lutas de gigantes, suc-
cedem -se muitas vezes entre elles aleonas pucris.
Foi o que aconleceu aquipagem do Neuw-
Iloorn, quando desembjrcou na ilha Bourbon.
Toda a praiaaprcseniava u speclo de urna tes-
ta, e de alguma sorte se pareca, exceptuando as
molhercs, com urna kermesse de Teniers.
Uns pozeram-se a pesiar no lago, outros a cagar
tartarugas, est'outros com paos c com pedras a
deitar abaixo das arvores os pombos; finalmente,
aindi outros correndo muito alegres, com os
bracos erguidos o soltando altos gritos para di-
zer que linham dado cora um regato de agua
ddee.
Accenderam-se grandes fogueiras, sobre as
quaes assaram os pombos, espetados em varas de
io e regados com a gordura das tartarugas cosi-
das na casca ; depois vieram os pescadores car-
regados com urna imnaensidade de angulas da
grossura de um braco, da quaes o cozinhoiro
fez excellentes caldeiradaj; tinham tambem vis-
to alguns bodes, aos quaes haviam perseguido,
porm s um conseguirn! apanhar, e esse mes-
mo tao velho, que tinha os ps rodos dos bi-
chos, e por isso ninguera o quiz comer.
No fim de tres das, os doenles eslavam quasi
curados. Foram levados para bordo, menos se-
le, que, anda padecendo, alcangaram licenga pa-
ra ficar em trra ale que o navio dsse definiti-
vamente vela.
Entretanto, fez-se urna grande provisao de aves,
tartarugas e enguias, que sesalgaram eque aug-
mentaran! outro tanto as provisoes da equipa-
gem.
A final, levanlaram ferro, deixandodeserta, co-
mo a tinham encontrado, a magnifica ilha Bour-
i bon, que devia ser, passados cento e cincoenla
I annos, urna das mais florescentes colonias da
Franca.
II
O fugo.
A intengao de Bonlekoe en de descansar em
Maurcia, como linha feito em Bourbon, para que
este segundo descanso complotasse a cura da sua
equipagem, to felizmente comegada pela pri-
meira.
Maso calculo foi mo, porque sotaventearan)
muito, e a ilha Mauricia, vista de longe, ficou
esquerda.
Coraegaram enlo as lamentacoes.
bordo anda havia alguns doenles e dous ou
tres dias mais eram suficientes para os curar.
Porque razao se nao tioham sacrificado csses
dous ou tros das, que sao tao pouca cousa n'uma
tal viagem, saude, o primeiro bem dos mari-
nheiros e a grande riqueza do capilo ?
Mais urna inquietagao se veio juntar tristeza
destas refloxoes.
A limitada instruegao, ou, para melhor dizer,
absoluta ignorancia cm que naquella poca se'
eslava dos perigos daquelle mar quasi desconhe-
cido, mais recoiosos os tornava ; julgava-se quo
seriaindispensavel arengar muito para o sul, an-
tes do encontrar os rentos geraes indispensaveis
para impcllirem o navio para Benlen ou Bata-
va.
Este receio fez cora quo virassem no bordo do
oeste com a proa ilha do Santa Mara, siluada
a sessenla leguas do Ma lagascar, e, pouco mais
ou menos, cm frente da bahia do Antonio Gil.
Alli chegaram naturalmente pelo lado oriental
da ilha e aeoraram n'uma abra da costa, em tre-
ze bragas de agua tao lmpida, que se va clara-
mente o fundo do mar.
A ilha de Santa Mara era povoada.
Os seus habitanles, posto que ainda menos cos-
lumados que os de Madagascar vSrosEuropeus,
apressaram-se ir a bordo, levando gallinbu,
limes e arroz, e, alera dsso, fizorara compre-
hender, por meio do signaes, que ainda tinham
vaccas, ovelhas e outras provisoes.
Bontekoe, para se fazer amigo delles, aprc-son-
tou-lhcs vinho n'uma tara de prata, e elles be-
bcram-o do mesmo modo que o Tara um cao
ou outro qualquer animal, moliendo o cara toda
na taga ; depois, mal tinham bebido, o licor co-
mecou a fazer sobre elles um eTeilo rpido por-
que nunca o tinham provado, e os tez dansar co-
mo doudos e gritar como furiosos.
Estes indgenas pertenciam segunda raga da
especie humana, i raga amarella oriunda da Asia
monglica, e andavam ns, cxcapoo do urna
tanga de algodao, que usavam era frraa de
aren tal.
Do navio todos os dias vinham trra commu-
nicar com elles ; campanhias. colheres, tarcas e
eontas de ridro ou de coral er%m os poderosos
meios de seducrao em pregados por Bontekoe.
Para cada um destes objectos havia urna vlel-
la, ura porco, ovelhas, arroz, melanciis ou leite,
q-ue elles conduziram em grandes tullas entran-
cadas, formando cestos tao seguros como escudel
las de pao ou lagas de porcelana.
Mas romo entre os fructos, os que faltaran
eran) justamente os limes e aslaranjas, que sao I
os mais necessarios s pessoas atacadas de es-
corbuto, Bonlekoe resolveu fazer urna expedirn
Madagascar afim de os achar.
Armou, pois, a lancha o n'ella fez conduzir
algumas mercadorias das que julgou que seriam
mais estimadas por aquellos insulanos, o, alra-
vessando a distancia que separa Santa Mara de
Madagascar, enlrou n'uma rbeira, a qual come-
cou a subir remando.
Porm, medida que arancara, como a ri-
oao...
Sou o mesmo sempre... Pois bem, dizo-me
como conheceste tua mulner ?
Passeiando cavallo nos Campos Elyseos ;
ella ia muitas vezes Neuilly com Sabretache
quejantou comuosco.
Seu to ?
Nao seu to ; a minha pobre Agalha era
urna crianga perdida n'uma estalagem, onde sua
nao nos tinha cahido aqu, como graniso sobre ama tinha entrado com olla, quando se diriga
flores, esta ta quo acabas do ver, madama de paia Pars...-A ama morreu ohi sbitamente ;
Fierville. J a conhecias... sabes que altiva, | no acharara com ella nenhuma informago re-
caustica, alma secca c tria, nada sympathica pa- | |dtiva menina, que ficou na estalagem at dc-
ra a minha Agalha, quem alias minha lia j i zesete annos... Robre pequea I que destino !
doleslava antes de conherer. i Talvez seja filha de pessoas ricas, que debalde a
E por que razo a detestara ? tenham procurado...
Porque casei-me sem consulta-la, porque Com effeilo, balbuciou Gastao, um destino
casoi com urna moga sem nome, sem fortuna bem singular.
e que em outro lempo so chamara grisette !...
sim, meu charo Gastao, posso dizer ludo islo
t, cujo coragao compreheude o meu. Sim, fiz
um casamento do amor, fiz o que muita gente
E rirou o rosto para que seu amigo no lhe
visse a periurbsgao, porque naquelle momento
adquirirs certeza de que madama Dalboune era
a moga com quem fizera conhecimonto no parque
chama loucura, tolice... porque para essa gente Saint Clod!
a riqueza vai antes de ludo. Mas lenho por Len rontinuou
companheira urna mulher encantadora, cujo amor l u que a minha pobre Agalha fez depois
correspondo ao meu urna muiher que emprega qc sabio da estalagem at o momento em que
feliz, cujos a enconlrei, no devo dizer-t'o, Gaslo, porque
pensametilos sao sempre meus, que no tem ou-
tros desejos que nao sejam os meus. Censuras-
ii.o p r ter feito esse casamento?
Se faz a la felicidade, se depois que o
contrahiste ainda nao liveste um momento de
arrependimenlo....
Eu, arrepender-me de ter esposado Aga-
!* Vide o Diario a. 2H.
vida dola e nao minha ; mas o quo le posso
dizer, que ella nao quiz enganar-me, quo
quando lhe ofTcreci a minha nio, recusou-a, de-
clarando que no se achara digna .de mim, de
mim cujo amor entretanto parlilhara .. que
emfim confessou-se mim, como um minis-
tro de Deus, para que eu a esquecesse, para
que eu banisse minha mogcra de seu cora-
co.....
Ah obrou bom I exclamou Gastao aper-
lando a mo de seu amigo. Todo aquelle que nao
quer engaar merece ser perdoado.... Depois.. .
contina......
Pois bem, meu amigo, precurei ser o que
se chama razoavel........ fiz o que pude para
esquecer essa pobre moga que rae supplicava,
chorando, que no pensasse mais nella. Balda-
dos esforgos sua imagem nao rr.e datura. Alu-
guei ura aposento na casa que ella habitara com
Sabretache ; esqueci dizer-to que esse soldado
foj o seu apoio, seu protector, seu pai ; que a
no ser ello, estar ella perdida para sempre :
que esse homem um modelo de honra, de pro-
bidade... o que isso deve fazer esquecer os ter-
mos um pouco soldadescos que elle sem6a na
conversago Emfim, offereci de novo minha
mo c minha fortuna ; recusaram-me. Desespe-
rado, eslava para morrer de desgosto. na man-
sarda em que me linha escondido. O acaso, a
piedade a conduziram cabeccira do enfermo ;
recoiiheceu-mc, vio que minha existencia estava
as suas mos, no hesilou mais e lornou-sc
minha muiher. Desse momento por diante, seu
amor, em voz de extinguirse, parece augmentar.
Agalha nao gusta de sociedades, renos habitar
esla propriedade, e a chegada do minha ta foi
a nica nurcm queompanou o co dourado dos
nossos dias. Mas agora, est* aqu, parere-me
que nao lenho mais quo desojar.
O rosto de Gaslo lornra-se o--ms risonho ou-
rindo o fim da narragao do seu amigo. Olhou
para elle com affeico, e respondeu :
Tudo vai muito bem, meu charo Len, e
sers feliz, muito mais, aposto, do juo essos ho-
mens que casara cora mogas educadas era gran-
des collogios... e que, com a fortuna, traten a
coquctlerie, gostos de prazeres o de luxo que ar-
ruinan o marido. Fizeste a sorte de tua muiher,
ella o sabe, e j que te ama, procurar pagar-te
em felicidade, o que Iho dste em riqueza e cou
| digo.
Agora, toca a tua vez, Gastao ; deves ter
quefazer-me alguma confidencia...
No lenho ; na Turqua, as aventuras eram
vivase curtas ; pens que por l nao deixei sau-
dades, asiim como no trouxe recordages muito
vivas.
Mas em Pars, ha tres annos c meio, fal
lasle-me em urna moga quom andavas procu-
rando. Era urna aventura original quo me de-
vas contar e partiste sem me dizer nada res-
peito.
Ora, essa era como lodss as outras.Sim,
lembro-me agora. Era urna rapariga que borda-
va. Tinha-a encontrado no thealro, marcou-me
urna entrevista e embacou-me. Mas depois en-
contrei-a o csquei i-me dola.
E agora, esls com o coragao lvre. Tanto
melhor, no ha nada que te chame Pars.
Oh 1 nao est l dos mais livres. Tenho
entre mos urna cousa muilo inlercssante...
urna viurinha. ... por ora no te posso dizer mais
nada.
Gomo, maganto Pois j e apenas ha oito
das que chegaste I
Sim, mas conhecia-a no dia em que chea
gue... e por isso que no posso promeller-t-
de ficar aqui o lempo que desojara.
Entao por que me escrevesle o contra-
rio ?
Porque quando te escreri, oslramos ar-
rufados, mas antes de parlr, fiz as pazes.
Muito bem, Sr. Gastao. Ah 1 rejo que no
tu teremos aqu muilo lempo... libertino I? Mas
rollemos ao salo, minha respeitarel la capaz
de formalisar-se por to longa ausencia...... Ora,
ahi tens quom me dara muito prazer se voltasse
para Pars Mas qual era falla nisso l No
possirel que ella acho graca nistu aqui, mas Dea
s para contrariar Agalha e mim.
Gaslo acompanhou o seu amigo, dizendo com-
sigo :
Pobre moca foi a minha presenga que a
incomniodou... nunca poder acosturar-se
rer-mo... mas ao menos descobr um pretexto
para no demorar-me muito.
Quando os dous amigos entraran na sala, Sa-
bretache examiiiou o rosto de Len ; rio-o cal-
mo e risonho ; o coracao do veterano respirou
mais livremento.
Madama de Fierville fez o mesmo que elle, mas
ficou desaponiada nada rendo que se podesse
prestar rommenlarios
D'ahi a pouco annuncioii-se o medico.que Len
Dalbonne mandara chamar cidade : e que esto
lerou logo ao quarto de sua muiher, dizendo aos
S"us amigos :
Isto pura precaugo ; val mais rir o dou-
tor muito cedo que muilo larde.
Excellente marido I dlsse Guichardet.
Sim, replirou Gaslo, mas parece lamben
que teni urna excellente muiher.
Sim, exclamou Sabretache, que senta de-
sejos de dar um abrngo om Gastao. Agatha me-
rece bem ser amada. Esse elogio pode parecer
suspeito na bocea de um lio. porm mais lardeo
senhor veraguo muito justo.
Estou muito persuadido disso, senhor.
Madama de Fierville. que prorarelmente pou-
co se enlretinha com esla conversa, pegou n'uma
vela e sabio da sala.
Len descou do segundo andar muito conten-
te ; o medico declarara que o incommudo de ma-
dama Dalbonne nada tinha do assuslador, que
ba't-ira-llie desrango.
Os homens passaram a noilo mais alegres do
que promellia o janlar. Veio ponche. Gaslo con-
tou alguma das suas arenluras na Turqua, Sa-
bretache alguns combates na frica, c (ii-aram lo-
dos muilo admirados de ouvircra dar onze ho-
ras, quando ainda oslaran enlrelidos a conver-
sar. E' verdade quo a lia no estar prsenlo,
Gaslo podra conlar anodoctas um pouco mais
livres, e Sabretache podra adubar seu goslo
as suas historietas com os competentes termos
technicos.
No da seguinlc o veterano espreilou o mo-
mento em que pedia achar Corisettc s : apenas
vio Loon deseer ao jardim, corren ao quarto da
moga, quo ainda estava na cama, e disse-lhe :
Nada de recejos, minha filha ; no lema a
presenga do Sr. Gastao, confio nollo agora. Be-
conheeou-a... l Vanlo i isso, no ha duvida,
mas no dir urna palavta que possa deixa-loade-
vinhar.
Cerisette desceu sala algum tempo depois do
almogo. Sabia que enlo madama de Fierville es-
lava ordinariamente ao sou quarto. Pareca lhe
que sentir-se-hia monos vexada se essa senhora
no eslresse prsenle quando ella tornasse
ver Gastao.
Apenas Len deixou sua muiher, correu pro-
curar sou amigo, quo estava no bilharcom Gui-
chardet o Sabrotarhe.
Minha muiher est na sala, dsso elle, vem
tomar conhecimonto com ella, porque a entre-
vista de hor.tem no se conta.
Gastao acompanhou o seu amigo, fazendo o
possivol para dissimular o que se passava no fun-
do de sua alma.
Cerisette, mea dolada sobre um divn, estava
pallda e trmula, anda que repelisse cada ins-
tante :
Coragem t Na sociedad necessario apron-
der-se i occultar o que se sonto.
E dirigi um snriiso gracioso naana que seu
marido lhe apresentou Len, disse-lhe :
Aqui tens Gaslo, quo to quer conhecer, o
quo espera no o recebors como honlem.
Caslo approximou-so, cumprimenlou o moca
con urna expressu to respelosa, que estase-
lio-so monos assuslada, o disso-lhe :
Affligio-me muilo, minha senhora, o des-
mato que tevc minha chegada...
Mas nao foi por culpa tua, disse Loon ; jal-
gas que minha muiher te lomar responsavel
das suas fraquezas?
Esporo que no. Se ou soubcse que a mi-
nha presenga poda causar a menor perturbarn,
a menor onnlrariodade em qualquer parlo,' cu
no hesitara em afaslar-mo, mesmo dos meus
melhores amigos.
Essas palarraa c a maneira por que foram di-
las, acabaran de dissipar completamente os re-
cejos de Cerisette, quo respondeu Gastao :
Senhor, um amigo do meu maride doro lor
certeza de ser sempre bem rindo aqui. A felici-
dade do Len e ser sempre o meu tnico pen-
samento. Ello feliz em vfi-lo... F.u partilho to-
dos os seus senlimentos.
Sabem o que ambos voces me parecem ?
dous cmbaixadores que lem ura tratado impor-
tante a concluir, disse Len rindo-se. Que tom
ceremonioso 1 Que perfume de diplomacia nos
seus discursos I... Eu os deixo ahi, porque sao
muilo espirituosos para mim. Quando vocf se
conhecerem me'hor, espero que nao empreea-
rao tanla flor de rhetorica.
E Loon sahio da sala dcxnndo Ceriselle s com
Gastao Brumtre. Esse momento linhi alguma
cousa do terrirel para a moca, porque ia fazer-
betr se tornava mais eslreila, as arvores das
margens, que ns entrada s formavam um tecto
do verdura o de sombra, iam peuco a pouco
baixando os ranos, de trraa que, chegando a
mett-los n'agua, acabaram cortando completa-
mente a passagem.
Alera d'isso, as margens da ribeira pareciam
desertas e as arvores inleiraraeaW infructferas
mas como fossera 15o espessas que dez homens
armadoi de flechas e emboscados por dctrazd'el-
las podiara matar al ao ultmo marinheiro sem
que podessem 3er apanhados, Bontokoe deu o
sign.il para a retirada e voltou para bordo.
Por fortuna, dous dias depois, achou n'oulro
ponto da ilha de Santa Mara o que tinha ido
procurar lo longe, islo laranjas, limes e ba-
nanas com profuso.
Nove dias passaram em Santa Mara.
Durante este tempo, a equipagem do Nieuw-
Hoorn readquiriu toda a torga e saude que li-
nha quando sahira do Texel.
Em quanto alli se demoraran, por muitas ve-
zes vieram a Ierra ranchos de marinheiros, e
n'estas excu/ses traziam sempro comsigo um
msico.
O msico locava urna pequea sanfona.
Os insulanos, quando o ouviara, senliam vivo
conlenlamento. O instrumento, to singello co-
mo era, causava-lhes cada vez mais espanto e
maior sattsfaco.
Uns assentavam-so em roda do msico, dando
estallos com os dedos; outros pulavam, ou, pa-
ra melhor dizer, saltavam como animaes selva
gens, e de vez era quando, como para agrade-
cer aos seus deuses o prazer que elles lhes dn-
vara, iam pr-se de joelhos dianle de cabegas
de bois espetadas cm estacas, que pareciam ser
os seus dolos.
Emfim, os nove dias findaram ; os doenles a-
chavara-se saos e o navio tinha sido reparado
com o maior cuidado ; portanto, fez-es vela c
dirgiu-se para o eslreito da So-ida.
A 19 de novembro de 1619, como se achasse
prximo da latitude do eslreito, isto cincoenla
graos e trinla minutos, pouco mais ou menos,
eram quasi duas horas da tarde, o dispensciro
desceu, como do cjslurae, para tirar a porrao de
agurdente destinada para o dia seguinte e'prcn-
deu a candeia do ferro a um barril mais alto do
que aquello que tinha de turar.
Enlao, por um d'estes torrireis acasos, que fa-
zem depender as grandes:catastrophes.le umami-
serarel causa, urna faisca cahiu no buraco do bato-
que ; immedialamente pegou o fogo e rebentaram
os dous fundos do tonel, e, semilhante um rio de
chammas, a agurdenle incendiada correu al
onde estava o carvo de pedra, su'mindo-se pot
entre elle, de maneira que pareceu que se li-
nha apagado.
Alguns baldes de agua foram deitados n'aquel-
le logar ; a agua foi, por assim dizer, em bas-
ca do fogo e desappareceu como elle no carvo.
Acreditou-se que tudo estava acabado.
FoL s ento que se deu noticia d'este aconte-
cimento a Bontekoe, que desceu e fez deitar no-
vos baldes de agua no carvo, depois do que vol-
tou socegado para o convez.
Passada meia hora, ouviu-se o grito de : fo-
go
Bontekoe correu por urna escotilha e viu, com
effeilo. a chamma que vinha Jo fundo do porao :
o fogo pegara no carvo, por baixo do qual cor-
rer a agurdenle incendiada.
O perigo era tanto mais lerrivel, por isso que
havia tres ou qualro fileiras de barrs, uns sobri-
os outros.
No havia, pois, tempo perder.
Era preciso afugar em agua o carvo o mais
depressa possivel, e por isso vasaram agua
cantaros no porao.
Mas enlo outro incidente se apresentou : a
agua, posta em contacto com o carvo incendia-
do, desenvolveu um tal fumo, que ninguera po-
de demorar-se no fundo do poro.
Comtudo, Bontekoe no so trou de l I
Comprohendera a responsabilidade que tinha
de salvar a vida sua equipagem, lanto para
com Deus como para cora os carregadores do
navio.
Dcixou-se, pois, ficar no meio do fumo, conti-
nuando a dar ordens, ao mesmo tempo que ou-
via cahir os marinheiros suffocados pelo fumo.
Elle mesrao era obrigado a ir de vez cm
quando escotilha respirar o ar puro ; depois
voliara para o meio do fumo, no qual pareca
que a poderosa vontade que o acimara s a elle
permitlia estar.
IConlinuar-se-ha.)
iho conlmcer como aquelle que a vio lo Infeliz,
so portara com ella.
Depois de um momento de silencio, que pare-
ceu lao longo Cerisette, e que todava ella uo
se atreven a quebrar, Gaslo tomou emfim a pa-
larra ; gabou a belleza do lugar, os pontos de
vista dos Grandes Carvalhos; depois por urna
transigo muito nalural descroveu o que obser-
vara nas suas viagens ; a singularidade dos usos
da Turqu, a maneira de viver dos Francez.es era
Constaulinopla, c cm ludo isso non urna patarra,
itera um fado que podesse recordar moca o
encontr do parque de Saiut-Cloud. E por "isso
ella ouvio o joveu viajante com um prazer e sa-
lisfacaoque iam a cada instante cm augmento ;
sua serenidade tornou-se completa, o para tor-
na-la ainda mais pcrfeiia, conversando, Gaslo
evitara lxar os olhos nos do Cerisette, que tam-
bera aballara os seus quando Gaslo ergua o
rosto.
Len voltou com Sabretache. Este olhou para
Cerisette ao entrar ; ella eslcndeu-the a mo sor-
riudo : comprehoiideram-se... A alegra animou
de novo o rosto uo veterano, e quando madama de
Fierville chegou sala, licou muito admirada de
s ver nella restos nsuuaos.
Pareco-me, disse ella, compondo o rosto,
que a iiidtsposigo da seuhora nao tcvu conse-
queucias.
No, minha chara lia. disse Len : minLa
muiher est boa ; e Vmc. dore estar por isso lio
salisteita como nos.
Madama de Fierville fez um ligoiro signal de
cabeca. murmurando :
Sempre esiive persuadida que aquillo nao
era serio I
Ora, esta lia do no sei que diga, ha de
perturbar esta felicidade, disse comsigo Gastao
examinando madama de Fierville. Pobre Ceriset-
te I Seria pena Deve achar-sa to feliz... c lo
admirada da sua posigo, era que entretanto nao
parece desairse. Ah I eu do rerlo no perturba-
n-i a sua felicidade. Vergunha para sempre ao
homem que revela as fraquezas de urna niulcr...
E dcpuis eu tinha truirnpnado por sorpreza. ella
nao so mo linha entregado.
A noite, anlos de subir para o seu quarlo, Ce-
risette aprovetTou um momento para chegat-se
>abreiache, e disse-lhe em voz baixa :
Julgou-o bam, meu amigo, um coraoo
bom o generoso, nao lenho nada temer dele.
t talvez eu me livesse engaado, disse Sa-
bretache, pode ser que elle no a livesse reco-
nhecido
Oh no. meu amigo, porque elle nunca
olha para mim lisamente, e se no me livesse re-
conhecido, no temera fazer-roe corar encen-
trando oa seus olhos.
Continuarse-ka).
PKHN. -TYP. DE M. t. DE tARU.- 1860.
.
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-rrzr?.
i


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