Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08227


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Full Text
IHIfi IIIT1. SOMERO 214,
Por tres mezes adianlados 5$000-
Por tres mezes nacidos 6$000.
SABBJDG 15 DE &ETEHBR0 BE 186.
Por auno adiantado 19$000
Porte fraoeo para o subscritor.
K.NCARREnADOS DA SUBSCR1PCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
N i tal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly, o
Sr. A. de Lenio Braga; Cera, p Sr. J.Jos de. Oli-
veira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Marlins Ribei-
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Joao Fernandes de
Muraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. Hamos;
maznos, o Sr. Jeronymo da Cusa. ______^_
PARTIDA U03 lAMlllblUJ.
Olind a todos os das as 9 1/2 horas do dia.
lguar.is.su, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anio, Bezerros.Bonilo, Caruar, AUinhoe
Garanhuns as trras feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo.Serinhem, Rio Formoso.Una.Barrciros.
Agua Preta, Piraenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partero as 10 horas da manha.
EPHEMERIDE* DO MEZ DE SETEMBRO.
8 Onarto minguante as 8 horas e 47 minuto-
da manha.
15 La nova as 3 horas e 49 minutos da manha
21 Quartocrescente as 9 horas e 5 minutos da
tarde.
29 Luacheia as 11 hcras e 20 minutos da larde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 5horas el8 minutos da manha.
Secundo a* 5 horas e 42 minutos da tarde.
AUDINECIAS DOS TRIBUNAESDA CAPITAL.
Tribunal docomraercio : segundas e quintas.
Relaro : terjas feiras e sabbados.
Pazenda : tercas, quintas e sabbados as 10- horas.
Juizo do commercio : quartas ao meio dia.
Dito de orphaos: ternas e sextas as 10 horas.
Primeira Tara do civil: tercas o sextas ao meio di
Segunda varado civel; quartas e sabbados a uma
hora rta tarde.
DAS DA SEMANA.
10 Segunda. S. Nicolao Tolenlino ; S. Jader ab
11 Terca. S. Theodora penitente ; S. Prulo m.
12 Quarla. S. Auta v. m. : S. Juvencio b.
13 Cuinta. S. Filippe m. ; S. Ligorio.
14 Sexta. Exallaco da Santa Cruz; S. Materno h.
15 eSabbado. S. Domingos ero Soriano.
16 Domingo. S. Domingos em Suriano.
ENCABREGADOS DA STJBSCRIPCO NO SUL.
Alagoas, "o Sr. Claudino Falcan Dias; Babia,
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, oSi,
Joo Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Manoel Figuoiroa e
iFaria.nasua livraria praca dda lnependeDcia [
'fie 8.
PARTE OFFICIAL.
Ministerio do imperio.
Decreto n. 1,623 de22 de agosto de 1860.
Divide a provincia da P.irahyba em dous distric-
tos eleiloraes.
Para execuco do decreto n. 1,082 de 18 de j chegando
agosto de 1860, hei por bem decretar o sc-
guinte :
Art. I." A provincia da Parahyba fica dividida
e:n dous distridos eleiloraes.
O 1. comprehende os acluses 1., e 3."
districlos eleiloraes, tendo por sede a cidade da
Garahyba, e eleger tres deputados assembla
geral o dezoilo membros da assembla legislati-
va provincial.
O 2." comprehende os actuaos .o 5." distric-
los eleiloraes, tendo por sede a villa do Pombal
e eleger tres deputados assembla geral e
doze membros da assembla legislativa provin-
cial.
Art. 2." \s cmaras municipaes da cidade. e
villa designadas no artigo antecedente para sede
dos districlos eleiloraes compete fazer a apura-
cao dos votos, na forma do art 25 das instruc-
<:oes que baixaram com o decreto n. 2,621 de 22
de agosto de 1860.
Joo de Almeida Pereira Filho, do meu conse-
lho. ministro e secretario de estado dos negocios
d" imperio, assim o lenha entendido e faca exc-
eda r.
Palacio do Rio de Janeiro, em 22 de agosto de
1860, 39." da independencia e do imperio. Coro
a rubrica de S. M. o Imperador.Joo de Almei-
da Pereira Filho.
fcxc. Dous guarde a V. txcLuz Pedreir do
Cotilo Ferraz.Sr. presidente da provincia de....
No mesmo sentido aos juizes de paz do muni-
cipio da corte.
Instrucges a quo so refero o aviso
dcsta data.
Art. 1. Os volantes, proporcSo que frem
chamados, na conformidad^ do arl. 48 da lei
n. 387 do 19 de agosto de 1816, a quo forem
mesa da assembla parochial, irao
introduzindo na urna as rana cdulas, as quaes
devero ser fechadas de todos os lados.
Art. 2." So a cdula nao estiver fechada, na
forma do artigo antecedente, o presidente da
mesa advertir ao volanlo, para que a feche,
sem o que nao ser admillida, nao so cba-
Jaboaiau e a Nuri beca, lera por sede a villa
do Cabo.
O 4o dislricto comprehende os actuaos 10 e
II" districlos eleiloraes, e lera por sede a villa de
Caruar.
O 5o districto comprehende os acluaes 12" e
13 districlos eleiloraes, c tcn'i por sede a Villa-
Bella.
Art. 2. Os Io, 2o e 3o districlos elegero cada !
um Ires deputados assembla geral o nove:
membros da assembla legislativa provincial.
Os 4o e. 5o districlos elegero cada um dous de- '
potados assembla geral c seis membros da as-j
setiibla legislativa provincial
Arl. 3." As cmaras municipaes das cidades o;
villas designadas no art. Io para sedo dos dis- I
mando outro votante sem que nquelle feche sua ; Indos eleiloraes compete fazer a apuracio geral
cdula. dos votos, na forma to arl. 25 do decreto ti. 2,621 ,
Ari. 3. A urna devora estar fechada a cha- de 22 de agosto d< 1860.
ve durante o recebimenlo da cdulas o con- Joo do Almcida Pereira Filho, do met conse-!
ter na parte superior urna simples abertura lho, ministro o secretario d. estado dos negocios
do lamanho sulicienle para que passe uma ? | do imperio, anio o tenlia entendido o faca exe-
cedula.
Art. 4. A conlagem c apuracao serao feibs l-
rando-ae da urna as cdulas uma por uma, e
brindo-se estas na occasio da apuracao.
Art. 3.- Quando no acto da apuracao so
adiar debaixo do mesmo involucro mais de
uma cdula serao iuulilisadas ludas as que fo-
rem encontradas, fazendo-se na act3 meucao
deste fado e todas as mais circumslancias que
occorrerem
Palacio do Rio de Janeiro, em 27 de sotembro
de 1856.I.uiz Pedreira do Cotilo Ferraz.
Decreto n. 2,627 de 25 de agosto de 1860.
Divide a provincia do Maranho em dous distric-
los eleiloraes.
Para execuco do decreto n. 1,082 de 18 de
agosto de 1860, hel por bem decretar o se-
guidle :
Art. 1. A provincia do Maranho (ka dividida
em dous districlos eleiloraes.
O 1." comprehende os actuaes 1., 2. e 3.
districlos eleiloraes. tendo por sede a cidade da
s. I.uiz, e eleger tres deputados assembla ge-
ral e qnirizc membros da assembla legislativo
provincial.
ii 2." comprehender os actuaes 4., 5. e 6."
districlos eleiloraes, lendo por sede a ciliado de
Decreto n. 2,638 de 5 de selembro de 1860.
Divide a provincia to Rio de Janeiro em districlos
eleiloraes.
Para execuco do decreto ti. 1,082 de 18 de
agosto de 1860, hei por bem decretar o so-
guinle:
Arl. 1." A provincia do Rio de Janeiro fica di-
vidida em districlos eleiloraes.
O 1" comprehende os actuaes Io, 2" o 3o dis-
triclos eleitoraes, a os respectivos eleilores se
reunirn no paco da illuslrissima cmara muni-
cipal.
actuaes 4, 5 e 6o dis-
pot sede a cidade de
actuaes 7", 8o e 9 dis-
O 2o comprehende os
tridos eleiloraes, e lera
Campos.
O 3" comprehende os
Irictos eleiloraes, e lera por sede a cidade de N-
Iheroby.
O 4" comprehende os actuaes 10", 11" 12
Caxia*, e eleger tres deputados assembla ge- districlos eleiloraes, e ter por sede, a villa de Pi-
ral o qtiinze membros da assembla legislativa rahy.
provincial. Art. 2." Cada uni dos referidos distictros elc-
Arl 2.' A's cmaras municipaes das cidades ger tres deputados assembla geral legislativa,
designadas no artigo antecedente para sio dos ; expcditido-se diplomas aos que forem eleitos pelo
districlos eleiloraes compele fa/er a apuracao | primeiro dislricto pela forma determinada no ar-
geral dos votos, na forma do art. 25 das iustruc-
epes que baixaram coro o decreto ti 2621 de 22
de agosto de 1860.
Joao de Almeida Pereira Filho, do meu con-
selho, ministro o secretario de estado dos nego-
cios do imperio, assim o lenha entendido o faca
executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 25 de agosto de
1860, 39. da independencia e do imperio.Com
a rubrica de S. M. 0 Imperador.Joo de Almei-
da Pereira Filho.
Di
ligo 27 das instrucces que baixaram com o de-
creto n. 2.621 de i do agosto de 1860.
Arl. 3." Os 2". 3" o 4" districlos eleiloraes de
que trata o art 1", elegero cada um 15 mem-
bros da assembla provincial.
Arl. 4." As cmaras municipaes das cidades e
villas designadas para sede dos 2o, 3 e 4" dis-
triclos eleitoraes compete fazer a apuracao geral
itos votos, na forma do art. 25 das instrucges que
baixaram com o decreto n. 2,621 de 22 de agosto
de 1860.
Joo de Almeida Pereira Filho, do meu conse-
ibo, ministro e secretario de estado dos negocios
do imperio, assim o lenha entendido 0 faca exe-
cutar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 5 do setembro
de 1860, 39" da independencia e do imperio
Com a rubrica de S. M. o Imperador. Joo de
Almeida Pereira Filho.
Decreto n. 2,631 de I de setembro de 1860.
Divide a provincia de S. Pedro em dous distric-
los eleitoraes.
Para execuco do decrelo numero 1,082 de 18
de agoslo de 1860, hei por bem decretar ose-
guinte :
Arl |. A provincia de S. Pedro fica dividida
em dus districlos eleitoraes.
<) 1" districlo comprehende os actuaes Io, 4o c
6" districlos eleiloraes, meno3 as villas de Sania
Anua do Livramento o de N. Senhora da Concei-
go do Passo-Fundo, e lera por sedo a cidade de
Porto-Alegre.
2" distrido comprehende os actuaes 2o, 3 e
5" districlos eleiloraes o mais as villas do Santa
Anna do l.ivranienlo e do Passo-Fundo, oler
por sede a cidade do Rio Grande.
Art. 2." Esles dous districlos elegero cada um
Ires deputados assembla geral e qtiinze mem-
bros da assembla provincial.
Arl. 3. As cmaras municipaes das cidadesdd
Poilo Alegro n do Kio Grande compele fazer a
apuracao geral dos rolos, na forma do art. 2i do
decreto n. 2,621 de 22 de agosto de 1860.
Joo to Almeida Pereira FiUio, do meu con-
Palacio do Rio de Janeiro, em 5 de setembro sp|ll' ""nistro e secretario de eslado dos liego-
da 1860, 39" da independencia e do impeli. cios (1 Imperio,assim o lenha entendido e faca
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Joo de executar.
Almeida Pereira Filho
Decrelo n. 2.635 de 5 de setembro de 1X00.
ido a provincia do Ceara em Ires districlos
eleitoraes.
Para execuco do decreto n. 1,082 de 18 de
i de 1860, hei por bem decielar o sc-
guintc :
Atr. 1. A provincia do Cear fica dividida em
tres tlislriclt s eleitoraes.
O 1. districlo comprehende q> actuaes 1", 5o e
(>. districlos eleiloraes, e lera por sedo a cidade
da Fortaleza.
O i" dislricto comprehende os actuaes2, 3",
e i. districlos eleiloraes, o lera por sede a cida-
de Sobral.
i) 3." districlo comprehende os actuaes 7." e
8." disirictos eleiloraes, e teta por sede a villa
do Grato
Art. 2 Os 1." e 2. districlos elegero cada
um tres deputados a assembla geral legislativa
doze membros da assembla provincial. O 3."
districto eleger dous deputados assembla ge-
ral legislativa o oito membros da assembla pro-
vincial.
Art. 3." s cmaras municipaes das cidades e
villas designadas no art. 1.- para sede dos dis-
triclos eleitoraes compete fazer a apuracao geral
dos votos, na forma do art. 25 das iustrucroes
que baixaram com o decreto n. 2,621 de 22 de
agosto de 1860.
Joo de Almeida Pereira Filho, do meu con-
sellio, ministre o secretario do estado dos nego-
cios do imperio, assim o lenha entendido o (ara
executar.
cular.
Palacio do Rio do Janeiro, em o Io do setem-
bro de 1860, 39 da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Joo do
Almeida Pereira Filho.
j Ministerio dos negocios eslan
geiros.
Teve lugar, no dia 4 do corrate, s 6 horas
i da larde, no pa;o le S. Christovo, a audiencia i
publica do apresentaqo do Sr. baro de Meuse- i
back, ministro residente da Prnssia.
Na occasio do entregar a S. M. Imperial a
carta, que o acredita naquelle carcter, proferio o i
Sr. de Meuseback o seguate discurso :
Senhor! Sua Alteza real o Sr. principo re-,
gente da Prussia dignou-se fazer-me a insigne!
honra de escollierme parasen representante jun-
to de Vossa Magostado, e encarregou-me de ma-
nifeslar-vos seus senlimentos arnigaveis o since-
ros votos pela felicidade do Vossa Magestade, de
Sua Augusta Familia, e pela prospfrilade ta na-;
cao brasileira, que faz rpidos progressos sob o
sabio e paternal reinado de Vossa Magestade.
O ioleresse que su i alteza real tem sempre
lomado pelo uesenvolvimento deste imperio aug-
menloucom o grande numero do nossos compa-
triotas, que vieran qui procurar uma nova pa-
tria. 0 principe regente tem sempre f i I o intei-I
rajuglica s nobres o generosas inlencoes, assim
como aos constantes esferjos de Vossa Magosta-
do para assegunr a nossos nacionaes una sorte '
feliz.
Mas as qoeixas de alguns de nossos compa-
triotas, a noticia de uma miseria quo repercuti
ltimamente em nosso pai/, e cotnmnveii o no-
bre coracao de nosso augusto regento, fizeram
nasccr a apprehenso de que as magnnimas in-
lencoes de Vossa Magestade nao tonham, latvez,
encontrado por toda a parte uma eecuco igual-
mente ennscienciosa.
O meu governo encarregou-me, porlanlo, de
examinar imparc.ialmente, nos proprios lugares,
a posico de nossos compatriotas.
Feliz por ser honrado com uma misso que
enconlra as miabas sympatbiis pessoaes, empro-
garei todo o met zelo para preenchet as inlen-
coes do principe regente e para manler e estrel-
lar cada vez mais os lieos de amizade que sem-
pre leom existido entre os doos paizes. Farei lo-
dos os esforcos por merecer durante a rainlia mis-
so a alta conlisnca. e benevolencia de Vossa Ma-
gestade.
Senhor' Tenho a honra de apresentar-vos c
carta pela qtial sua alteza real o Sr. principo re-
genlo me acredita no carcter do ministro resi-
dente junio de Vossa Magostado.
S. M. o Imperador diguou-so de responder:
Aprecio muito osla prora da amizade de meu
mtiilo charo primo o principe regento da Trussia
Espero, Sr. de Meuseback, que oblereis completo
resoltado da vossa misso, (cando ainda mais
reconhecido o inleresse que o governo brasileiro
lem sempre tomado pelo progresso 0a colonisa-
co, o qtial depende essencialmente da felicidade
dos emigrantes.
Decreto n. 2,628 de 25 de agosto de 1S60.
Divide a provincia das Alaguas em dous distric-
los eleitoraes.
Para execuco do decreto n. 1,082 de 16 de
agoslo de 1860, hei por bem decretar o se-
guinle :
Arl. 1". A provincia das Alagoas fica disidida
em dous districlos eleiloraes.
O 1. districto comprehende os actuaes Io, 2o e
3." districlos eleitoraes, menos o municipio das
Alagoas com todas as sua< parochias, tendo por
sedo a cidado de Macii, o eleger tres deputados
.i assembla geral c desoilo membros da assem-
bla legislativa provincial.
') 2. districto comprehende os acluaes i" e 5
districlos eleiloraes o mais o municipio das Ala-
goas com todas as suas parochias. lendo por sede
a cidade do Penedo, e eleger dous deputados
assembla geral e doze membros da assembla le-
gislativa provincial
Arl. 2.- A's cmaras municipaes das cidades
designadas no artigo antecedente para sede dos
districlos eleiloraes compete fazer apuracao geral
tos votos, na forma do art. 25 das inslrincoes
Iiio baixaram com o decrelo n. 2,621 de 22 de
agosto de 1860.
Joao de Almcida Pereira Filho, do meu conse-
Iho, ministro e secretario de eslado dos negocios
do imperio, assim o lenha entendido e faca exe-
cutar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 25 de agosto de
1860. 33 da inllepeodeocia e do imperio.Com
a rubrica de S. M. o Imperador.=Joo de Al.nei-
da Pereira Filho.
Palacio do Rio do Janeiro, em 1 do selembro
de 1860, 3'J" da independencia e do imperio.
Com a rubrica do S. M. o Imperador. Joo do
Almeida Pereira Filho.
4riso circular de 27 de setembro de 1856
Manda observar as seguinles instruccoas, preve-
nindo oabusodeserem laucadas as urnas elei-
loraes cdulas cm numero superior os dos.vo-
tantes.
1.a seceso.Rio de Janeiro ministerio dos ne-
gocios do imperio, em 27 de setembro de 1856.
Tendo chegado a conhecimento do governo im-
perial o abuso deserem lanzadas as urnas elei-
toraes cdulas cm numero superior ao dos vo-
tantes quo compareteram ; e sendo necessario
acantelar a reprodncSo do semelhanto frau-
de, ha o mesmo governo por bem mandar ob-
servar as instrucces r.nnexas :
Para este fim deverv. Exc, apenas receber
as ditas inslruccoes, dar-lhes a maior publicida-
de e remettc-las para ujas as parochias dessa
provincia, onde possam ainda chegar a lempo
do serem observadas na prxima eleico pri-
maria.
O que s ha por muito rtcommendado V.
Decreto n. 2,639 de 5 de setembro de 1S60.
Divido a provincia de S. Paulo em tres districlos
eleitoraes.
Para execuco do decreto numero 1,082 de 18
de agosto de 1860, hei por bem decretar o se-
guinle :
Art. 1. A provincia do S. Paulo fica dividida
em ires districlos eleiloraes.
O Io comprehende os actuaes t", 5" o 7 dis-
triclos eleiloraes, e mais as parochias dp Soccor-
ro e de Mogy das Cruzes, lendo por sede a cidade
de S. Paulo.
O 2o comprehende os acluaes 2", 3o e 4 dis-
triclos eleitoraes, monos a parochia de Mogy das
Cruzes, leudo por sede a cidade de Taubal"
O 3 romprehendo os actuaos 6, 8" e 9o dis-
triclos eleitoraes, menos a parochia do Soccotro,
lendo por sedo a cidade de Mogy-mirim.
Arl. 2 Cada um dos dislridos de que traa o
artigo antecedente, eleger Ires deputados as-
sembla geral e doze membros da assembla pro-
vincial.
Art. 3 As cmaras municipaes das cida'dos
designadas no art Io para sede dos districlos
eleiloraes compete fazer a apuracao geral dos vo-
tos, na forma tas instrucces que baixaram com
o decreto n. 2,621 de 23 de agoslo do 1860.
Joo tle Alenla Pereira Filho, do meu conse-
lho, ministro e secretario de estado dos negocios
ilo imperto, assim o lenha entendido e fa;a exe-
cutar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 5 do selembro
de 1860.Com a rubrica de S. M. o Imperador.
Joo de Almeida Pereira Filho.
Decreto n. 2,633 de 1 de setembro de 1860.
Divide a provincia de Pernambuco cm cinco dis-
tridos eleitoraes.
Para execuco do decreto numero 1,082 do 18
de agosto de 1860. hei por bem decretar o se-
guinie :
Art. t." A provincia de Pernambuco fica divi-
dida em cinco disinctos eleitoraes.
O Io dislricto comprehendo os actuaes Io, 2o e
4o districlos eleiloraes o mais as parochias de
Santo Amaro de Jaboalo e de Nossa Senhora do
Rosario de Muiibeca, o ter por sede a cidade do
Recito,
O 2o districto comprehendo os actuaes 3o, 5o e
6 districlos eleiloraes, o ter por sede a cidadu
do Nazaroh.
O 3o districlo comprehende os actuaos 7o, 8o e
9o districtos eloiloraes, menos as parochias do
Decreto n. 2633 de um do selembro de 1860.
Divide a provincia de Pernambuco em cinco
dislridos eleiloraes.
Paia execuco do decreto n. 1082 de 18 de
agosto de 1860, hei por bem decretar o seguate:
Art. I. A provincia de Pernambuco fica divi-
da em cinco districlos eleiloraes.
O primeiro dislricto comprehende os actuaes
primeiro, segundo e quarto districtos eleiloraes,
e mais as parochias do S. Amaro de Jaboalo, e
do V S. do Rosario da Muribcca, o lera por sede
a cidade do Recite.
O segundo districto comprehende os acluaes
tereciro, quinto o sexto districtos eleiloraes, e
ter por sede a cidade do Nazareth.
O terceiro districlo comprehende os-arttiaes
stimo, oitavo e nono districtos eleiloraes, me-
nos as parochias de Jaboalo e da Muribeca, e
ter por s le a villa do Cabo.
O quarto districto comprehende os actuaes d-
cimo, o dcimo primeiro districtos, e ter por
s3e a villa de Caruor,.
O quinto districlo comprehende os acluaes d-
cimo segundo, e dcimo terceiro dislridos elei-
loraes, o ter por sede a villa Bella
Art. 2. O primeiro, segundo e terceiro distric-
tos elegero cada um ires deputados assem-
bla geral, e nove membros da assembla legis-
lativa provincial.
O quarto e quinto districlos elegero cada um
dous deputados assembla geral, c seis mem-
bros da assembla legislativa provincial.
Art. 3. As cmaras municipaes das cidades e
villas designadas no ait. 1. para sedo dos dis-
trictos eleiloraes compete fazer a apurac.au geral
dos volos, na forma do arl. 25 do decrelo n.
2621 de 22 de agoslo de 1860. Joo de Almei-
da Pereira Filho, do meu conselho, ministro e
secretario do estado dos negocios do imperio,
assim o lenha intendido e faga executar.
Palacio do Rio do Janeiro em 1 de setembro
de 1860, trigsimo nono da independencia do
Imperio e com a rubrica de sua magestade o Im-
perador : Joo do Almeida Pereira Filho.
Conforme, Jos Bonifacio (lcente de Azambuja.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios do
Imperio, 28 do agosto de 1860. Illm. e Exm.
Sr._ Tenho presente o oTicio de V. Exc. n.
705 de 18 do corrente mez submetlendo a consi-
derarn do govern. imperial a seguinte resposta
que deu ao 1. juiz de paz da freguezia do S. Frei
Ped o Goticahes.
Que expedir ordem par que se reunisse ex-
traordinariamente o conselho municipal de re-
curso, afim de tomar conhecimento das rccla-
nracoea feitas contra as decises da junta quatill-
cadora da dita freguezia;mas que nao podendo o
mesmo conselho 1-rminar os seus Irabalhos anlcs
do dia7do selembro,epor conseguinle oslar promp-
ta a qualificaco para servir ni prxima eleicflo
dojuizeg d- paz. e vereadores, cumpria que o
juiz convocasse os cidados qualificados o anno
passado. Em resposla declaro-Ihe que o gover-
no imperial approva a deliberago de V. F.xc. por
estar de accordo rom os avisos n. 77 e n. 100 de
5 de julho, e 28 de agosto do 1848, que V. Exc.
cita na mencionada resposla. O qu comrauni-
co a V. Exc. para sua intelligencia epaia o fa-
zer constar aquello juiz.
Deus guarde a V. Exc. Joo de Almeida Pe-
reira Filho. Sr. presidente da provincia de
Pernambuco.
Governo da provincia
EXPEDIENTE PO DIA 13 DE SBTEMBRO DE 1860.
OHicio. A' mesa parochial da freguezia dos
Alfogados Pilo ofikio que mo dirigi lion-
tem a mesa parochial dos AlTogados fico ir.leira-
do de haver-se concluido na mesma data os Ira-
balhos eleitoraes d'aquella parochia.
Quanto s provindencias, que me agradece a
mesa parochial, tenho a dizer-lhe que furam el-
las o rumpriraenlo da um dever, que considero
to imprtame, quinto o a manulencao da Irn-
quilidade publica, a seguranca individual e a li-
berdado com que devem os cidados, sem des-
tineco de classes 011 de opinies, concerrrer s
urnas eleitoraes.
Dito. Ao juiz de paz presidente da mesa
parochial da freguezia do Goit. Bocommen-
dando nesta data ao subdelegado do polica dessa
freguezia que satisfaga as requisices, que Vme.
Ihe fizer. no sentido de ser garantida a mesa
parochial no livre exercicio de suas funecoes, es-
pero que Vmc. prosiga regularmente nos Iraba-
lhos cleitoraps. quo foram ioterrompidos em
conseqticncia dos motivos, que Vmc. trouxc
peasoalmente ao meu conhecimento.
Previno a Vmc. de que fago hoje marchar pa-
ra ah una forga a disposigo do subdelegado de
poliria para nquelle fim, delerminando-lhe que
so enlenda com Vmc. Officiouse ao referido
subdelegado.
Dilo mesa |parorhiai do Brejo da Madre de
Deus Tenho presente o officio que em 7 do cor-
tante dirigio-me a mesa parochial do Brejo da
Madre do Deus communicando-roe que, tendo-se
retirado o juiz do paz mais volado. Theodoro
Marlins Chaves, por nao querer annuir suspen-
so dos seus trahilhos, por ello proposla, sem
que se rerificasse primeiramente a [alaiQcae5o das
urnas, que o referido uiz do paz tomara por pro-
texto da suspenso, resolver chamar para presi-
dida ao juiz de paz immedialo em votas, e prose-
guir nos seus Irabalhos, depois de ter feilo abrir
publicamente as urnas e verificado nilo existir a"
falsificago, a que se soccorrera squelle juiz de
paz.
E em 'esposla tenho a declarar que mu regu-
larmente procedeu a mesa parochial na delibe-
raco. que tomou, para que nao ficnssem inter-
rompidos ns seus irabalhos e so conlinu-isse.
como conrinha, na concluso do processo clci-
toral.
Dito ao Exm. presidente de Sergipc Acenso n
recepgo do oflicio que V. Exc. rae dirigi em 6
do agosto ultimo com um exemplar do relalono,
com que, no dia 5 de margo deste nnno. abri V.
Exc. 3 primeira sesso ordinaria da decima ter-
ceira legislatura d'assembla dessa provincia.
Dito ao Exm. presidente das Alagoas.Logo
que recebi o oflicio de V. Exc. datado do 10 do
cotrenle exped as convenientes ordens para que
se couli.iue a abonar a Frederico Augusto Cesar
llurlamirqiie a prestaco mensal tle 5C8000. que
Ihnconiignou seu pai'o coronel ao exercito, Trn-
jano Cesar BurUmarquc.
Dito ao mesmo.Passo as mos de V. Exc por
copia o auto de vislom e de identidado de pes-
soa do sentenciado dessa provincia Manoel Fran-
cisco da Silva Guimares, que falleceu no presi-
dio de Fernando.
Dito ao commandante das armas.Pode V.
S. mandar passar escusa do servigo ao soldado da
companhia fixa de cavallaria. Candido Jos Pe-
reira, visto que para esse fim rerolheu ao cofre da
thesournria de fazenda, nos termos do artigo 12
do regulamento annexo ao decrelo n. 2,178 de
28 de setembro de 1859, a qnantia do 600SOO0.
Dilo ad mesmo.Com a inclusa copia do oflicio
do Dr. chele de polica de 11 do corrento, sob n
1.229, respondo no que me dirigi esse commando
em 3 do agosto ultimo, solicitando que lho fosse
declarado o dia. em que foi preso como recruta,
o desertor Antonio Augusto de Aguiar.
Dito ao chefo de polica.Transmiti por copia
0 officio que me dirigi o commandante do pre-
sidio de Fernando em 6 do corrente, participando
o assassinato do sentenciado Joo Alves Barboza
dos Passos. e bem assim o termo do exame, que
se fez no cadver deste, afim de que V. S. proce-
d como for de lei.
Dilo ao mesmo.Devolvo a V. S. as conlas da
despeza feila pelo delegado de Garanhuns com o
desertor o recrola, do que trata o seu oflicio n.
1,002 de 21 de julho prximo findo, afim de se-
rem processndas nos termos do (.(Tirio do inspec-
! tor da thesouraria de fazenda, n. 909, de 29 de
agosto, junto por copia.
Dilo ao inspector da thesouraria de f.tzcnda.
: Haja V. S. de informar qual a duvda que tem em
i realisar o pagamento das diarias dos quatro ser-
i ventes de que trata o director do arsenal de guer-
j ra no oflicio junio.
Dito ao mesmo.Allendendo que o lugar de
i amanuense da repartigo especial das trras pu-
! tilicas, que oceupa Francisco Pacifico do Amaral,
sem duvida distancio do de oflicial da mesma
reparlico, que ello interinamente tem exercidn.
e que, assentandu essa dislinego na nature/a
das funecoes, que estabeleeem a calhegoria dos
doos cargos, o servigo, os deveres e responsabi-
lidades de um, nao sao os mesmos do outro ;
pelo que aquello empregado, servindo como ofli-
cial, exorce funeges, que nao poderia exercer
; como amanuense, determino a V. S. que mando
; pagar-lho as vantagens, a que lem direilo, por
, estar subsliluindo o oflicial de sua repartigo, e
) a quo se oppooessa thesouraria pelos fundameti-
I tos conslantes do sua informago de 11 de agosto
findo, que nao sao procedentes.
Dito ao mesmo.Participnndo-me o comman-
j dmte do presidio do Fernando em officio do 18
j do agoslo ultimo, que mandou-so recolher ao res-
; peetno almoxarifado, 475alqueires do farinha de
' mandioca nproveitados das rogas illi plantadas, os
I quaes reunidos i farinha ltimamente enviada,
I podem abastecer o presidio atdezembro proxi-
mo vindooro ; assim o commuuico a V. S. para
: seu conhecimento
Dilo ao mesmo.Em vista do que expe o ins-
peclor do arsenal de mnrinha em officio de hon-
; tem, sob n.384, constante da copia junta, aulori-
i so a V. S. a mandar pagar s pessoas indicadas
j no citado oflicio a importancia dos objectos nelle
mencionados. Communicou-se no inspeclcr do
: arsenal de marinha.
Dito ao inspector da thesouraria provincial-
Nos termos de sua informago de hontem, sob
n. 38, ni mil V S. elevaros vncimenlos do so-
licitador da fazenda provincial, Joo Firmino Cor-
roa do Araujo, na razo do augmento concedido
pelo artigo 31 da lei do orgamento vigente.
Dilo ao mesmo. De conforroidade com a sua
informago de hontem, sob. n. 439, dado acerca
do requcrimenlo do Manoel Barbosa da Silva,ex-
arrematarite do imposto do 20500 rs. por cabega
de gado vaceum consumido na comarca de Santo
Anto, faga V. S. suspender a execug.So movida
contra o supplicante, que dover ser'pago, logo
que o permtiam as rendas publicas.
Ditoao mesmo.Inteirado do conteudo de sua
'informago do 31 de agosto ultimo, sob n. 425,
dada acerca do requcrimenlo em quo Pedro Soa-
] res d Mello pede o pagamento da gratilicagao,
que lho compete, por harer regido inlerinaraen-
; le a cadeira de instruego primaria da villa do
i Bonito, a contar de 20 de fevereiro a 15 de junho
i deste anno, o auloriso a mandar eltectuar csso
pagamento na razo de -OOJOOO rs. annuaes
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Au-
loriso a V. S. a admittir na companhia de apren-
dizes artistas desse arsenal o menor Antonio Go-
mes Moreira, de que trata Manoel Antonio de Je-
ss, no requerimenlo. sobre que versa a informa-
go de V. S de hontem, sob n. 382.
Ditoao commandante do corpo de polica.
Pode V. S. mandar engajar o paisano Apolinario
Jos l.oiirenco, que, segundo o altestado junio ao
seu officio desta dala, sob n. 382, foi julgado ap-
to para o servigo do corpo sob seu eom-
[ mando.
Dito *o inspector da thesouraria de fazenda.
Estando nos termos legaes as toldas, relagcs e;
pret juntos em duplcala, mande V. S. pagar a
Jos Dias Moreira, os vncimenlos dos guardas
nacionaes destacados na cidade de Caruar, du-
rante o mez de agoslo prximo findo, e a Benja-
mim Constan! da Cunha Salles os do alferes com- !
mandante daquclle destacamento, a contar de 4 i
do julho deste anno ateo ultimo do citado mez
de agosto, couformo requisiton o respectivo com-
mandante superior em oflicio de 2 do corrente.
Communicon-so ao commandante superior do
Bonito.
Dito ao mesmo.A' vista das duas contas jun- I
tas, mande V. S. indemnisar a reparlico da
guerra daquanlia de 149981 rs., quo se despen-
den com o enralivo do machinisla do vapor l'ia-
mo, Antonio Jos Cardoso, foguistas Jos Ma-
ra dos Santos e Jos Joaquim Alves. o grumete
Lu/ Gomes Barbosa, quo esliveram recolhdos
na enfermara do presidio de Fernando.
Diloao uiz municipal da Ia vara. Transmil-
to a Vmc para ter o conveniente deslino, os au-
tos do vistura e identidad*do pessoas dos sen-
tenciados Laurentino Correia do Lima. Manoel
Francisco da Silva Guimares e Joo Alves Bar-
bosa dos Passos, quo fallecern! no presidio de
Fernando, como mo participa o respectivo com-
mandante em oflicio de 31 de junlio ullimo.
Dito ao juiz municipal e de orphos do termo
de Tacaratu'. Tendo ouvido o director dos In-
dios da aldeia do Brejo dos Padres, nosso termo,
sobre o objeclo do requerimenlo do alguns des-
ses Indios, que me foi enviado com o seu officio
de 18 de abril deste anno, a que respondo, ca- '
bilmente se deiendeu o mesmo director das im-
pulagoes o fados, que lho erara altribudos.pelo '
que nenhuma provilenca administrativa ha a I
lomar o este respeilo.
Devolvo o requerimenlo dos Indios para ser
por Vme. atlenddo no que for de sua privativa
utlribiiigo.
Dilo ao director do arsenal de guerra. Em
vista de sua informago datada de 12 do corren-
te o aototiso a fornecer a repartirlo das obras
militares uma mesa para escrever e seis cadei-
ras.Coromunicou-iC ao director das obras mi-
litares.
Dilo ao direclor geral da instruego publica.
Ero resposta ao seu oflicio de 10 do corrente, no
qual Vmc. me coinmunica ter sido absolvido pelo
jury o professor de instruego publica do Brejo.
Manoel Joaquim Xavier Bibeiro,tenho a dizer-lhe
que pode fa.:er entrar no exercicio do seu ern-
prego o referido professor, caso nao tenha havi-
d_o appellaco, que suspenda os ell'cilos da deci-
so, que o absoiveu.
Dilo ao superintendente da estrada de ferro.
Convindo que ao engenheiro encarregado di mc-
dicao das Ierras dos indios do municipio da Esca-
da, Elenrique Jos da Silva Quinlanilha, se d,
independento da apresentago de bilhele, passa-
gem por conta do governo nos wagons da linha
frrea, quando a servigo publico vier capital,
oh ollar della para o centro da provincia, a*aim
o declaro ao Sr. superintendente da companhia
respectiva, afim de que espega neste sentido 3S
convenientes ordens.
Portara O presidente da provincia, allenden-
do ao que requeren a professora publica de ins-
Irucco elementar da freguezia da S de Olinda,
Leonor Carolina de Vasconccllos Borges Leal, e
a informago ministrada pelo director geral in-
terino de instruego publica, ouvido o conselho
director, resolve considera-la habilitada para
perceber as vantagens do art. 26 do lei provin-
cial n. 369, de 14 do maio de 1855. e bem assim
igualar o orienado da referida professsora ao dos
actuaes professores, na conformidnde do art 4
da lei n. 429 de 13 de junh.i de 1857.
Dita.O presidente da provincia, lendo em
vista a proposla do director geral interino da ins-
truego publica de 12 do corrente, resolve no-
mear delegado do districto Iliterario da villa do
Bonito ao bncharel Francisco Jos Fernandes Gi-
tirana.
Dita.-O presidente da provincia, allendendo
ao que requereram os professores pblicos de
instruego elementar da tiln do Cabo, Claudino
dos Santos Lopes Castello Branco, da povoago
de Paralibe, Alexandrino Ayres da Paixo e da
villa da Escads Miguel Archanjo Pimonlel, e as
informages ministradas pelo direclor geral in-
terino da instruego publica, ouvido o conselho
director, resolve considera-los habilitados para
perceberem as vantagens do ait. 26 da lei n. 369
de 1 de maio de 1855.
Dita. O presidente da provincia, attendendo
ao que requoreu a professora publica do inslruc-
Cio elementar da povoago de Alegados, Maria
Colho da Silva, e a informago do director geral
interino da instruego publica, rasolve do confor-
midad!! com o art 4 da lei provincial n. 429 de
13 de junho de 1857, igualar o ordenado da re-
ferida professora ao dos actuaos professores.
Dita.O Sr. agento da companhia brasileira
dos paquetes a vapor mande dar passagem de
estado no convs. para a provincia do Maranho,
no vapor que se espera do sul. a Isidoro Jos,
que tuvo baixa do servigo no 8' batalho de in-
fantaria.
Dila.O Sr. gerente da companhia Pernam-
| bocana, mande dar transporle para a provincia
I do Cear na primeira npporlunidado ao crimino-
so de niorte Luiz Pereira da Silva, o a duas pra-
! cas que o vo escoltando, sendo as respectivas
] passagens pagas naquella provincia.
Expediente do secretario do governo
Oflicio ao inspector da thesouraria de fazenda.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, transmiti a V. S. a inclusa ordem do
thesouro. sob n. 131.
Dilo ao bacharel Hcnrique Jos da Silva Quin-
lanilha, engenheiro encarregado da demarcago
das Ierras dos indios.S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, manda declarar a V. S. em respos-
ta ao sen oflicio de 3 do cotrenle quo nao haven-
do crdito para pagamento dos seus vncimen-
los, segundo informa o inspector da thesouraria
de fazenda, deve V. S. esperar por elle para ser
salisfeita a sua ro DESPACHOS DO DA 12 DE SETEMBRO.
Requerimentos.
1561. Alexandrino Ayres da Paixo, profes-
sor publico da povoago" da Parahiba. Passe
portarla na forma requerida.
1562. Claudino dos Santos Lopes Castello-
Branco. professor publico da Villa-Bella. Pas-
so portiria, considerando o supplicante habilita-
do na forma requerida.
1563. Diogo Pereita de Sonza. A thesou-
raria provincial lem ordem para pagar ao suppli-
cante na razo de 400000 rs. annuaes.
1561. Francisca Maria da Conceico. Em
visla do que informou o coronel commandante
das armas, nao tem lagar o que requer.
1565. Francisco Goncalves da Rocha. Re-
mcllido ao Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda para considerar abonadas as faltas do sup-
plicante.
1566. Francisco Pacifico do Amaral Diri-
ja-se ao Sr. inspector da thesouraria da fazenda,
qtiem nesta dala se expede a conveniente ordem.
1567. Ilenry Gibson. Informe o Sr. di-
rector das obras publicas.
1568. Joaquim Manoel de Oliraira e Silva.
Informo o Sr. director da instruego publica.
1569. Bacharel Joo Vicente da Silva Costa.
Proveo supplicante o que allega
1570. Joaquim Servulo Gramma. Tnfor-
fmo o Sr. direclor do arsenal de guerra.
1571. Jos llypoiito de Moira Lima. In-
Orm_e_o director das obras publicas.
1572. Jos Francisco Pinto Guimares, ci-
rurgio do grande hospital decaridade. Infor-
mo o Sr. Dr. provedor da santa casa da Miseri-
cordia.
1573 D. Leonor Carolina de Vasconcellos
Borges Leal. Passe portada na forma reque-
rida.
1574. Maria Colho da Silva, Passe por-
tara na forma requerida.
4575- Miguel Archanjo Pmentel, professor
publico da Villa-Bella. Passe portara na for-
mi requerida.
157*. Manoel Gomes Ventana. Em vista
do que informou o coronel commandante des ar-
mas nao ha que deferir.
1577. Manoel Barbosa da Silva, O inspec-
tor da Ihesourarii -provincial tem ordem para
suspender a execuco movida contra o suppli-
cante"
1578. Manoel Antonio de Jess. Enlen-
da-se cora o Sr. inspector do arsenal do mari-
nha, a quem se expedera as ordens necessarias
para atlcnder ao supplicante.
1579. Maria Salom do Siquera Varojo.
Km vista da infurroago do director geral da ins-
truego publica, nao tem lugar.
1580. Manoel Pereira da Costa. Informo
o Sr. Dr. chefe de polica.
1581. Santiago de Moragos. Informe o
Sr. inspector d3 thesouraria de fazenda.
EXTERIOR.
Estado oriental.
Ji'OSSAS UELAgES COM O IMPERIO DO BR.AZIL
Montevideo, 8 de agosto do 1860.
Quando a imprensa oflicial se oceupa era su-
blevar os succeplibilidades de raga contra uma
nago amiga dever da imprensa popular mos-
trar :io povo com singeleza e verdade quaes sao
os vnculos que nos ligara a essa nago e seus
procedmentos mais culminantes, para que o
povo nao so deixe arrebatar por um falso esti-
mulo do mentido patriotismo.
Com esse proposito necessitamos remontar-nos
ao periodo que deu nasciroenlo narionalidade
oriental, procurando as foules mais puras da
historia a verdade dos fados para aprescnla-los
ao povo que nao revolve documentos e nein tem
lempo para recorrer aos archivos e conservar na
memoria os successos que passatn velozes sua
vista ndiflerente. pelo commuro poltica.
Ao mesmo lempo que os acontccimenlo sug-
geriaro ao imperador D. Pedro l a idea de cele-
brar a paz de 1828, o governo de repblica ar-
gentina, pelo orgo do seu ministro da guerra,
dizia ae general Lavalleja chefe do exercito do
operagdes. governador o capitao mor da pro-
vincia Oriental, em 12 de maio de 1828 : go-
verno nao lem Irepilado em aceitar a base da
independencia absoluta da Banda Oriental, por-
que a er conveniente, atientas as circumslancias
d.i repblica ero geral e ero particular dessa pro-
vincia, E' precito nao nos enganarmos sobre a
ii.11 ii re/.i de nossos recursos para continuar por
mais lempo uma guerra to prolongada e omi-
nosa.
Essas palavras provam que foi a necessidado
quem obrigou a aceitar a medgo olTerecida per
lord Pon-omby
Nao obstante, nao conhecemos documento al-
guna publico era reservado que revele o pen-
tamento no gabinete de S. Chrislovo de sub-
trahir-se a negociar sobre a baso de iudependen-
cia absoluta da Banda Oriental, ao passo que em
ola reservada de 26 do julho do mesmo anno,
o ministro argentino dizia aos seus plenipoten-
ciarios Guido e Balcarec : < Apezar de que as
inslruccoes que so deram aos Srs. ministros ple-
nipotenciarios do bastante campo para obrar
segundo o quo se aprsente nessa corte o gover-
no er que as ultimas oceurrencias relativas aos
tumultos das tropas estrangeiras, os avangos da
cxpedigj do norte que faz seu movimento fa-
voravelroenle sobre o Rio-Pardo o ameagar em
breve Porlo-Alegre, e a circumslancia necessa-
ria de que, augmentada nossa forga maritima s
ordens do almirante Brown, dentro de poucos
dias dar vela para unir-se aos navios que. so-
gundo noticias recebid.is hontem, devera ter par-
tido dos Estados-Unidos nos flus do maio, ao
' mando do tenente-eoronel t'ournier, o collo-
catn na necessidade de separar toda idea, cuja
ten Jencia seja a absoluta independencia da pru-
i vincia oriental e formago de um estado novov
Por isso, pois, o governo resolveu, que eri-
, Irelacando as domis prevenges de suas ins-
trueges com os dous arligos que agora remelle
como addicianaes, os Srs. plenipotenciarios nao
devem consentir em entrar em estipulago de
| nenhuma classe de tratado que lenha por objec-
to especial reconhecer u absoluta independen-
cia da Banda Oriental, erigidas em um oslado
! novo; que, pelo contrario, em todas as oc -asios
precisas devem deixar conhecer a opposigo quo
oflerece para ella o pronunciamenlo da opluto
uniformo o geral a esse respeilo, o o fatal ex-
emplo de reconhecer o principio de poder se ce-
der ou dispr do uma parlo do territorio em fa-
vor do resto ; o que ueste intuito sement se
consideren autorisados para negociar, quer no
carador da convenci, armisticio ou tratado,
que Uca sujeita aqulla provincia a uma inde-
pendencia temporaria, quo sirva de ensaio para
conhecer sua disposigo s melhoras que tenha
adquirido com a experiencia do passado, a fim
do que se pronuncio em favor de um dos dous
estados a quo queira pertencer.
Importa deixar consignado esles cotcenos
para a melhor iutelligencia dos arls.3, 10 c 11
da convengo preliminar de 27 do agosto da
' 1828 e da applicago que se Ihe deu depois, ti-
i rindo as deilugoes* conseguinle*.
A base, pois, da independencia absoluta foi
I que deu mrito a todas as difliculdades que so
Isuscitaram; assim como, por nao renunciar-so
de lodo esperanga de que a Banda Oriental se
reincorporasse Repblica Argentina, nao se
quiz chegar ao tratado definitivo. Queria-se o
ensaio, queria-se a prora de incapacidade do
constituir-nos para que nesse caso nos pronun-
ciassemos a qual dos dous estados queramos
perlencer.
Os plenipotenciarios brazileiros, porm trium-
pharam naquellas conferencias que linham lugar
na rOrle do Rio do Janeiro, e desde eutao ficou
estabelecida definitivamente a independencia
oriental, sera mais limitaco que a de aceitar
auxilios dos dous governos conjunclanienlo,
sempre que, jurada a conslituigo e cinco annos
depois, fosse alterada a ordem ou atacada a
autorldade.
Esse foi o primeiro servigo que fez nncionn-
lidado oriental o gabinete de S. Christovo, uo
por amor aos Orienlaes, mas por sua propria con-
veniencia, por sua irinquillidade, e para por al-
godo entre crystaes, alim de que nao se rore-
pessem, segundo a phrase de um de seus mas
eminentes estadistas.
Que aquello gabinete desejava deixar bem es-
tabelecida essa independencia, est palpavelinen-
le demonstrado em seu empenho e solicitude
para chegar ao tratado definitivo, assim como a
i ventado raanifesla do general Rosas de eludir os
, compromissos da convengo.
Depois de dirigir-se o governo imparial ao da
Repblica Argentina em tal demanda, seu agen-
te diplomtico o Sr. Vasconcellos passou ao go-
verdo do novo Eslado em 6 de julho de 183*v
uma communicago convidando-o a nomcar o
plenipotenciario que assisiisse s conferencias
que com tal objecto deviam ter lugar no Rio de
Janeiro.
O encarregado dos negocios eslr?ngeiros da


()
Repblica Argentina, apezar disso, nao se pres-
lou nunca & concluso desejada pelo gabinete im-
perial, falseando pelo contrario a convenco pre-
liminar.
O general Rosas, que dentro dos cinco afi-
nos nada havia eilo ara sustentar a autoridade
amcacada como devia, segundo o arl. 10, te-
mou por pretexto a declaraban de guerra que
fez o general Rivera par* mandar ao territo-
rio da Repblica seus esquadres em 1839 e em
1843.
Nao lia oriental a qucm soja occulto que o go-
bernador de Buenos-Ayres ludo quera, menos a
independencia da Repblica, e que o restabelecl-
oiento da autoridade que invocava nao era senao
o pretexto eo veo quecobria suas vistas de rein-
corporaco.
Tanto assim que negou-se ao novo convite
quelhe fez o ministro de negocios eslrangeiros
do imperio o Sr. Ernesto Ferreira Franca cm de-
zembro de 1814, para ajustar definitivamente a
pazedeixar bem eslabelecida a independencia
dos Orientaes.
Das duas naees, pois, a que lem mostrado
ao mundo com actos oflieiaes que deseja a incor-
porarlo ou a conquista lem sido a naco argen-
tina, quer governada pelo general Rosas, quer
por Dorrego, o o lea conseguido sem a interpo-
sico dos auxilios do imperio, que em 1851 con-
Uibuio poderosamente com o seu dinheiro e com
as suas baionctas ao dosenvolviraenlu dascora-
bnaces do governo da Defensa de Montevideo
com u general Urquiza.
A demonstrado de desinteresse, quanto a vis-
tas de con juisla que deu ao mundo o gabinete
deS. M.o Imperador 1). Pedro II, retirando suas
lonjas do territorio da Repblica apenas conso-
guio-se a queda de Rosas, nao pode ter-so apa-
gado na memoria do povo para iiuem escreve-
mns.
E' to eloquente que nao necessita de cora-
m estaos.
Cooperou efficazmente a salvar a independen-
cia nacional do perigo que a amcacava o exor-
dio de D. Joo Manoel Rosas e retirou-se irarac-
diatamente.
Aceitamos como verdadeiro que nao procedes-
se sem ambicia na negociaco do tratado de li-
mites celebrado tora de lempo e nos mntenlos
menos oppoilunos para a Repblica; que nes-
ses tratados tomou para si una porcio de terri-
torio que devera perlencer-nos, mas'isso nao se-
r nunca outra cousa que um trumpho de sua
diplomacia sobre a nossa. e que a nosso turno
pederemos recobrar nlgum dia.
Se depois daquella grando cruzada que mudou
a face poltica do Rio da Prata o governo impe-
rial inlerveioem nossos negocios, lem sido sein-
pre por solicilaco nossa, tem sido sempre pa-
ra dar-nos dinheiro e proioccao. sem que ne-
Dhuma das fraeces polticas em que eslo di-
vidilios os Orientaes possa lavar-se desse pec-
cado..
Cumprc, pois, aos manejadores da imprensa
fazer o povo apereeber-se de que nao ha razio
para excitar pnixes ; que se o imperio recla-
ma que se reeonhecam os crditos de seus sub-
ditos osa de um direilo perfeito, como a In-
glaterra e a Franca cuja equiparando solici-
taos equitativamente, como ho de solicita-la a
Hespauha, Portugal, a Sardenha e tolas as do-
mis nacoes que lenham tratados com a Rep-
blica.
A origem, pois, das reelamaces nao est uas
vistas de conquistas ncm na trenca vulgar de
couvir ao Brasil nosso enfraquecimenlo ; est
em nossos erros, sim erros ; em noso modo de
usar da soberana no recinto da Ici, dictando leis
equoimando expedientes sem sombra de juizo
que dcixe provado a fraude e outros excessos
que sorvem pira provar que linhara razio os \
que desejavam que ensaiassenios nossa capaci-
dade antes de constituir-nos em naco indepen-
dente.
Quanto ao resto, eremos urna chimera desca-
bellada a de pretender nenhuma combinadlo
que noslire o carcter de pacta independeote,
porque o seiilimento de liberdade, patria e inde-
pendencia est lao profundamente arraigado nos
Orientaos que nada seria capaz de destrui-lo.
Por outra parle, quando um povo lem jurado
seu cdigo fundamental, e nelle se consignou
ue ser para sempre livre e independeote de
todo o poder eslrangeiro, commolto-sc um de-
licio somenle em propor o falseamento des-
se preceilo, seja qual for o motivo que se in-
roque.
[Pueblo.)
Estado Oriental.
O BRASIL E OS ESTADOS 1)0 RIO DA PRATA.
Montevideo, 2 de agosto de 18(50.
O governo imperial assovera que sse decidi
a firmar o tratado de commercio de l .te se tem-
brode ly.iT. que modificara o de 12 de oolunro
le 1851, sob a promessa formal de que o do per-
muta sena, ra. tincado ao mesiuo lempo pelo "o-
verno oriental.
Nao duvidamos que essa promessa ten ha sido
imprudentemente feita por nosso plenipotencia-
no, nao contando que nao dependa doli, nem
do governo oriental o seu cumpriinento, mas da
assemblea geral. O que temos, porm, razio
para por em dunda o que essaspilavras impli-
. am, isto que elle seja desranlajoso ao Brasil.
To persuadidos estavamos do conlraiio, que
se o governo imperial qufzesse d-Ios por con-
cluido nos encontrara ii.leiramenle dispostosa
fater-Ihe o gosto.
Se ello fosse strrclamcnte cumpdo por parle
las autoridades do imperio seria vantajoso para
i seu paiz ; que nao ser falseando as suas esli-
pulacoea como se tem feilo?
Porque cobra-se direiio de cxporlacio aos pro-
ductos do estado oriental que so inlroduzem pela
ironteira do Rio tirando ? Porque deixou-se. obs-
curamente explicado isso ? Para chamar-se se-
gundo o custu.iie 1
Porque se lem cobrido expediente introduc-
to de nossos xarques nos pullos do imperio,
gratilicacao por gado e outras pechin.has ? Ig-
nora por accaso que sua falla de cumplimento
ao que fot estipulado em um tratado solemne
os da direilo a consdera-lo rolo por nossa
parle?
I'm outro tpico da resposta falla do throno
retnre-se a assaasinatos e roubos de subditos do
imperio, residentes em nosso territorio.
Esta queixa tem por objeclo, como j disse- i
mos, presentar-nos peante o mundo entinado
como tuna horda decanibtos, e mnnter vivo na'
provincia do Rio Grande o odio que Ihes legara ni
os porluguozes centra a raga hespanhola.
Quanto ao pnmoro, se fossemos comparar em i
relacioa populaco a eslalistica criminal do Rra-
sil com a do estado orienlal, aquelle (Icaria de
peior lado.
Pois bem, se o governo imperial, que eonsom-
me com seus impostos directos e indirectos a me-1
lado dos producios do Irabalho da associaco bra- ;
sileira, e que por conseguinle devia te'r meios
S'.iiucientes sua disposigo para a rcpresso'
dessescrimes, nao pode consegui-lo, como pode-
ra fazo-lo o governo orienlal. a que se lem dei-
xado com to exiguos meios >
Se se considera por outra parle que a popula-1
'.ao Rio-Uandense (que se pretende concitar con-
ranos) establecida em nosso territorio passa >
talvez de 50,000 almas ; queso a maioria com-
posla de nomens honrados e laboriosos impos-
sivel que deixe de haver alguns viciosos e ladres.
nao se eslranhanhar por corto que elles sejam
victimas de seus pn.prios vicios.
Domis, as autoridades do imperio lecm sido
sempre conniventes nos roubos de gados e de
homens hvres de cor. perporados era nosso ter-
ritorio, mlroduzdos o vendidos na provincia do
JlIO I,raudo.
A impunidadedo que lem gozado esses crimi-
nosos os lem alentado a commelter novos crimes
e nossos homens de cors teem visto (oreados a
delender sua liberdade, matando a seus rap-
' lores.
Alera disso, o mesmo direilo e mais Justina
sem duvida loriarnos nos para reclamar por as-
sassifiatoa de cidados orientaes perpetrados no
Itio Oran Je o que teem (Icado impunes, visto que
o numero de nossos cidados residentes ou que
passara por all muilo diminuto, e comparati-
vamente o algaiismo dos assassinados maior.
guanlo ao segundo ponto, o seu (ira manter
Hio GrandePe*" d imPPrio a Provincia do
r S MPrP."h0\ P.rovin"* o Rio Grande le-
rs,11* .* mal cedo r, necessidade de
ohar para si e fazer por si. porque seus interes-
ses esli era completa conlraposico cora os do
sjutema ceolralisador do governo 'irnporial
tsse governo, como urna planta parasyia afo-
ga e mata a arvore que a alimenta.
O que lera retido al aqui a essa provincia era
o temor de cahir na anarchia de que Ihe davamos
lao tiiste exemplo.
A' vista, porra, de nossa cresqente prospen-
dade, obrado liberdade de nossas inslilnigoes,
vista de sua rpida decadencia, obra da pollina
machiavelica dos imperialistas, ella pouco a pou-
co irai recoohecendo que seus interesses bem en-
tendidos reclamara altamente oulfo destino para
poder aiiender com cus propnos recursos suas
necessidades desallendidas presentemente e i
desde algum lempo.
Fecharemos nossa rosposla a este tpico dizen-
do que o que ha de positivo, o que nao pode ne-
gar o governo imperial nem deixarde reconhecer
que neste paizvivem e enriquecem mais de
cincoenta mil Rio-Grandenses que se vecra obli-
gados a fugir de sua provincia para escaparenis
exaeces do governo e ao despotismo de suas au-
toridades subalternas.
Se esses Rio-Grandcnses fossem tao mal trata-
dos em nosso paiz, o abandonaran sera demora.
Em lugar disso, porm, vemos pelo contrario que
lodos os onnos so augmenta o seu numero com
as emigracoes dessa provincia
' 0 que ha de ceo que nesta repuhlhutela.
como a chamam os estadistas do imperio. Todo o
eslrangeiro aclia urna segunda patria, lao cari-
nhosa como a que o vio nascer ; que nella tra-
balha sem obstculos de especie alguma e enri-
quece ; que nella tem familia cora a qual paga
a lranca hospitalidade que recebe.
No Brasil ludo o contrario. All o eslrangei-
ro que chega cora capital trabalha para o goyer-
na imperial, e todo o mundoAse er autorisado
para eslorva-Io
O que chega sem outro capital que seus bra-
cos, ou morre defome, ou tem que abandonar o
paiz.
No prximo numero mostraremos o estado (1-
oancetro do imperio, tirando desse modo a ven-
da a alguns musas a quera cega seu apparenle
poder.
[La Repblica )
MABIO DE PKRWAMBUCQ. SABgATjQ 15 DK SETEMBRO DE 1860.
parto era outros Iruballios da cmara, seiido-lhes
apenas permiltido, durante a sesso preparatoria,
discutir a cleicao que Ihes disser respeito, des-
de que apresentem diploma ; retrando-se po-
rm do salo sempre que se liver de votar.
Arl. 5. Occupando os respectivos lugares o
i presidtnto e secretarios qne forem eleilos. se
proceder pela mesma forma eleica de vinte
um depulados, os quaes serio distribuidos por
sorle em sete eommissoes de tres men.bros ca-
da urna, que flearu numeradas segundo a ordem
que a mesma sorte eslabelecer.
Se o sorteio designar para alguna destas
eommissoes a depulado cujos poderes lenham
de ser por ella verificados, ser em seu lugar
sorteado outro que nao estoja nessas circuns-
tancias, e o nomo daquelle voltara para a urna.
a Art. 6." Estas eommissoes se incumbiro de
verificar os poderes dos deputados,, para o que
seram reraeltidos s mesnus eommissoes os di-
plomas, actas e mais papis que Ihes forem con-
cernenles.
A' primeira commisso perlencer o exame
das eleic,oes das provincias do Amazonas, Para,
Marauhao e Piauhy ; i segunda, das provincias
do Cear, Rio-Grande do Norte e Parahyba
INTERIOR.
HIO DE ,IA M.IKO
26 de setembro.
0 senado aoprovou hontem a redaeco do pro-
jeclo proliiuindo loteras e rifas nao "aulorisadas
por lei
Approvou era 3* discanto o prnjecto dispen-
sando as leis de amorlizacao para o hospital por-
luguez da cidade do Rcc'ife para possuir predios
al o valor de 200:0009
Pascando da 1" para a 2* discusso a proposi-
tlo que manda continuar em vigor na prxima
legislatura o decreto que marca o subsidio dos
deputados assemblea geral, foi approvado o
artigo Io, excepto o Io que fot rejeitado. londo
orado o Sr. vsconde de Jequitinhonha, Ferreira
Penni, Carneiro de Campos, D. Manoel, Souza
Ramos e presidente do conselho.
Fot appiovado sem debate o art. 2o da mesma
proposie.o.
Appro>ou-se era segunda discusso o prnjerlo,
que autorisa o governo a reformaras tabellas das
das maioias dos olliciaes corabatenles da ar-
mada.
Honlem na cmara dos deputados oSr. Athav-
de fiindanienton e aprosentou urna indicaco para
que se resiabelera a resolucio tmida em sesso
de 8 de mao do 188, para" que no priraero an-
no da legislatura as sesses preparatorias come-
cera no da 15 de abril.
O Sr. Cruz Machado tambera fundamento"! o
mandn urn addita ment para que raesrao duran-
te as sesses preparatorias nao possa a cmara
votar sobre parecer reconhecendo poderes de de-
pulado eleilo sem que esteja constituida com me-
lado e mas um de seos monbros.
Conrinuou depois a discusso do requerimento
do Sr. Toscauo Brrelo, adiado na sesso de 3'J de
junho desle anuo, pedindo informacoas ao go-
verno acercados processos quo na cidade de Ma- ,
manguape, da provincia da Parahyba.instaurara o
seu respectivo juiz municipal, Augusto de Alniei-'
da Albuquerque, contra algumas autoridades da i
referida provincia.
Oraram os Srs. Toscano Brrelo eiogo Velho,
fieando a discusso encerrada.
28
O senado approvou hontem eral" e 2" discus-
so a proposico que approva os estatutos da com-
panhia de navegac.io a vapor dentro da baha do
Rio Je Janeiro, leudo orado os Sr. Ferreira Peo-
na e Vaseonccllos.
Approvou sem debate era 3a discusso a oro-!
posir.io que autorisa o governo a reformar a la- !
bella das matoas dos olliciaes corabatenles da '
armada.
Entrando em Ia discusso o nrcaraenlo geral
do Imperio, oraram os Srs. I) Manoel e Vascon-
cellos, licandoa discusso adiada.
Nao honre sesso hontem na cmara dos depu-
taJos, por talla de numero legal.
Por decreto de 5 do correnle foi noraeado pro-
curador fiscal da thesouraria de Goyaz o bacha-
rel loaquim Flix de Souza,
29
0 senado honlem approvou em Ia discusso o
orcamentogeral do imperio, leudo orado o Sr.
Souza Franco o presidente do conselho.
Entrando era 2'1 discusso o art. 2o, orou o
Sr. ministro do imperio, e ficou a discusso en-
cerrada.
Acamara dos deputados adoplou hontem o
projeclo que autorisa o governo a passar caita de
naturalisaco aos estrangeiros Manoel de Souza
Silva Serodio, Antonio PcreiradeMagalhaese au-
gusto ilildewirth.
Rejetou em seguida o requer ment do Sr. Tos-
cano Brrelo pedindo itilorinaeoes ao governo -
Cerca dos processos que na cidade de Mamangua-
pe, provincia da Parahyba, instaurara o seu res-
pectivo juiz municipal Augusto de Almeida e Al-
buquerque, contra algunas autoridades da referi-
da proincia.
Approvou en 2-' discusso, depois do orarera
os Srs. -Miriinlio Campos e ministro dos negocios
estrangeiros, o projeclo determinando que odi-
relio que regula no Brasil o estado civil dos os-
Irangeiros ahi residentes, sem ser porserviQo de
sua naci, possa ser tambera applicido ao estado
civil dos Dllios desses mesmos eslrangeiros nas-
cidos no imperio, durante a minodadesomonte,
e sera prejuizo da nacionalidade reconhecida pelo
arl. 0"da constiluii;o.
Entrn p^-.r fim em tercera discusso o projec-
lo que faz extensivas aos corpos policiaes das pro-
vincias asdisposicoes dos srts. 9, 10 e 13 do re-
gulamenlo approvado pelo decreto de 16 de Ja-
neiro de 1858, destinado a reger o corpo policial
da corto, a qual Oeou encerrada por falla de nu-
mero legal para se votir.
Leu-se tambera o seguinlo parecer da coramis-
sao de polica sobre a reforma do regiment :
A commisso de polica examinou as indica-
cues dos Srs. Al hay de, Dantas. Villela Tarares e
Cruz Machado, as quaes se propem diversas al-
teracoes no capitulo 1 do regiment desia augus-
ta cmara, que trata da sesso preparatoria ; e
concordando a commisso acerca da convenien-
cia das ditas alteracdes, tem a honra de submel-
ler a anproracio d cmara um capitulo substi-
tutivodaquello que vigora actualmente, no qual
vac incluidas as referidas alteraces. bem como
outras que a commisso julga indispeneareis,
SU01 do que se consiga que a verificaco dos po-
deres dos deputados se faca com mais regulari-
dade, evitando-so assim censuras A cmara, cujo
crdito couvera zelarem bera das inslituices re-
|iresontalivas.
A commisso julgou nao dever agora tratar
do outras reformas no regiment, que tambera
(orara indicadas por alguns Srs. depulados, por
entender que estando a cmara a terminar suas
tunecoes, ser mais conveniente deixaressa ta-
rer.i a mesa que lem de servir na prxima legisla-
tura. r
< Nestes termos, a commisso do parecer que
seapprove como substitutivo do capitulo pr-
meiro do regiment interno desta cmara o se-
guidle :
CAPITULO I.
'< Da sesso preparatoria.
Arl. 1 No pruneiroanno da legislatura com-
parecero os deputados no salo da respectiva c-
mara, dozoito das antes do destinado para a aber-
tura da assemblea geral.
a Art. 2 A's onze horas da manha oceupar
a cadeira da presidencia o depulado que for mais
velho cm idade de entre os presentes, e convi-
dar para servirem inleirameute de secrtanosos
quatro depulados que maisraocoslhe parecerem ;
e havendo reclamaco de que existam oulros
mais mocos, os presentes decidiro, por meio de
rotacao, quaes devam ser chamados.
Arl. 3." Formada assim a mesa, cada um dos
depulados entregar ao presidente o seu diploma,
e um dos secretarios far relaco nominal dos
apresenlados.
Art. 4. Por esta relaco sero chamados os
depulados para dar seu vol em escrutinio secre-
to pela forma disposta no capitulo 7o, para pre-
sidente, vice-presidente e secretarios, que tm
de servir ale eleico da mesa de que traa o ca-
pituloa a qual deve fazer-se logo depoisda aber-
tura di assemblea geral.
< Nao sero admiltidos a volar os depulados
por distnclos em que houver mais de urna tur-
ma de eleilos, rj| quaes lambem nao' tomarao
Rio da Prata, quaudo ella voga merc dos tem-
puraes dos pampas.
p,P,rle ei'erior publicamos um artigo tradu-
zido do Pueblo, que d mostras do urna das ex-
ceptes nao muilo raras a quo alludimos. Ahi
se leem apreciaQes que honrara a razo o os sen-
timenlos de seu autor, altenuadas, para o pala-
dar dos leiiores orientaes, pelo velho c inven-
ctrel precooceilo das usurpagoei Urriloriaes.
Acceitemoa o que diz sem paixo o Pueblo, o
escuipenios o mais como erro do boa f ou es-
Iribilho obrigado para o escriptorde Montevideo.
Ao lado da Repblica, de que tambera transcre-
vemos alguns axtigos para que eulre nos se co-
nheca o que por all se escreve a respeito do
Brasil, nao admira que o Pueblo nos aecuse peho
quej,toca a limites, e ainda espere fazer recuar a
uossa fronleira. Admira sim que elle reconbeca
a importancia e servicos do Brasil, e proSiguo os
erros e irapordeucias de seus compatriotas.
3ft
O senado approvou honlem em 2.a discusso
encerrada na sesso anterior, o art. 2 du urra-
menlo geral do imperio.
Approvou e 2.a discusso a art. 3, que Oxa a
despeza do ministerio da justica, depois de ora-

delender sua eleicao quando della se tratar eui
sesso ordinaria, fallando o numero de vezes e na
ordem que permiti o regiment da cmara J.
M. da Silva Paranhos.
Accrescenle-se na roiha emenda ao arl. 8
depois das palavrasassemblea geralo seguin-
le:Na paito relativa ao diplome ou diplomas
cuja reahdade for contestada. Silva Para-
nhos
Supprima-se a solemnidade do iurame*nlo
aos membros da commisso velkadora dos po-
deres.Pcreira da Cunba. W
Emenda ao arl. 8.Digi-se :Os depulados
preseoles-desde que forera em numero de me-
lad.* e mais un do total de que so compo e ca-
niara; o mais como no artigo. Martinho
Campos.
terceira, Jas provincias de Pernambuco e Ala- 71^'\l"e ,""":"u"u11 ua jusuja, aepots de ora-
goas ; quarU, das provincias de Sergipe eBa- L;-. ZT'. Vasconcells. ministro da justca, Jo-
liia A nuioia tno i.,n>i.i.. a., n. ". D'm e uaiilas.
lita ; a quinta das provincias do Espirito San-
to, Rio de Janeiro e S. Paulo ; sexta, da pro-
vincia de Minas Geraes ; e stima das provin-
cias de Goyaz. Mallo Grosso, Paran, Santa Ca-
thaiina e S. Pedro do Sul.
Art. 7. No diaseguinte, reunidos os depu-
lados no mesmo lugar e mesma hora, daro
contaas eommissoes do resultado do s?u trabalho
por districtos eleiloraes, em parecer escriplo ex-
pondo as duvidas que se Ihes offerecercra acerca de
ambos os graos da eleico, indicando ao mesmo
lempo as providencias que convenha recommen-
ao governo para represso dos abusos e ef-
Approvou cm ultimo lugar sem debate o ait. 4
que Oxa a despeza do ministerio dos negocios es-
traugeiros.
A cmara dos deputados adoptou o projeclo
que faz extensivas sos corpos policiaes das pro-
vincias as disposicoes dos arls. 9, 10 e 13 do re-
gulamenlo approvado pelo decreto de 16 do Ja-
neiro de 1858, que reg o corpo policial da
corle.
Discutio depois o projeclo do senado, determi-
nado que o direilo quo regula no Brasil o estado
tecina responsabilidade dos culpados. O pare- c,vl1 dos estrangeiros ahi residentes sem sor por
cer ser impresso no jornal que publicar as ses- | se,v,? de sua naco possa ser tambera aplicado
soes da cmara, para que possa entrar em dis- ao t,8l,du C1V'1 e ""ios dtsses mesroos eslran-
cussao o rotacao, nao sendo permitlida a dis- Selros nascidos no imperio, durante a minorida-
pensa da impressao, salvo so se tratar de diplo-' Je somenle, e sera prejuizo da nacionalidade re-
mas ue depuiados cuia eloirin s ini,. ,;i ._ conhecida nelo art K .i.- < conhecida pelo art. 6 da constiluico. Oraram
os Srs. Benevides, Parinhos, Mani'nho Campos,
Sergto de Macado e Cassimiro Madureira, fleando
a discus.o encerrada.
Foi noraeado para o lugar vago neste tribunal
o Sr. conselheiro Antonio Pinto Chicorro da
Gama.
Tirado o governo de prehencher urna vaga na
. ----r--------. --w au ai; ujiur UU UlplO-
mas ue depuiados cuja eleico j tenha sido ap-
provada. r
* Art. 8o Os depulados presentes decid-So
precedendo discusso, da validade das oleices
por meio de vota^o. So porem as oleices'of-I
lerecerem duvidas, a requerimenlo de qual quer !
depulado apoiado pela lerga parle dos presen- '
tes, jicara adiada a discusso e volaco dessas
&KE& Srjsx^rgs re.1;;-'10,0 ?rerm e prehencher uma
do as eommissoes concluirem annuUa'ndo elei" d?, V^JS? lconse'iue'";'a "omeaco do
cao de depulados, tilMSrSroT^diS n.'t T h"" ,CI"cho,rro ?a" s"l'remo tribu-
para serera discutidos c voTadoTdepo da b^r -1', '" ,'""' C?e clamada a oblida hontem a
tura da assemblea geral P relaeao dos quinze ju.zes de direilo mais amigos
ar-ajs SsSS i L^rtT^ff?!*
se tratar para o dia se^uite que Jorge Monteiro. Jos Ignacio Accioly de Vaseon-
Arl. 10. Verificada0, lelll,,t. i^ a iC'"",S- He,,r"l,,e *W Rabello, Alfonso Arlhur
de metade a mais um os iepu dos u S SJ.t^ ^'VV*- "'"* Btrb'lh0 ,M'
- 31 -
O senado honlem rejeilou a proposico da c-
mara dos Srs. deputados, que manda stisfazer o
I. lente da armada Augusto Mximo Rolo de
Almeida Torreso o pagamento dos sollos que
requor.
Approvou era seguida cm 2.a discusso o art. 5
ua proposta do poder executivo. contundo o or-
cameuio do ministerio da marinha.
Oraram os Srs. baro de Munliba, ministro da
marinha e Souza Franco.
Approvou o arl. 6 da raesma proposta conten-
do o orcamento do ministerio da guerra.
Entrando era discusso o arl. 7 que contera o
orcamento da fazenda. Oraram os Srs. Souza
Franco c presidente do conselho, e licoua discus-
so adiada.
Io de Setembro.
O senado hontem approvou em 2a discusso o
art. i da proposta do poder executivo, que fixa
a despeza do,minisleo da fazenda para o futuro
exercicio; orou o Sr. D. Manoel.
Entrando era discusso o art. 9o, que orea a
receita, oraram os Srs. Souza e Mello e Souza
Franco, fieando a discusso adiada.
A cmara dos deputados approvou hontem o
parecer da commisso de polica, reformando al-
guna artigo* do regiment interno cora as emen-
das da commisso e do Sr. Paranhos, rejeitando
as dos Srs. Martinho Campos e Pereira da Cunha.
Approvou depois era 2a discusso, o projeclo
do senado prohibindo as loteras e rifas de oaaT
quer especie nao aulorisadas por lei.
Approvou lambem. cm Ia discusso, o projeclo
dispondo que o icrapo de priso imposta em vir-
tude de red.icc.ao de mulla, quando o reo nao
poder paga-la. nunca seta maior do que a da
pena principal nos crimes afiancaveis, e de me-
tade nos crines iuaQancaveis.
Discuti por fin o projeclo que modifica a lei
de 3 de Novembro de 1841, que creou o conse-
lho do estado, e o regularaenlodede Fevereiro
de II2. Fizeram algumas observacoes os Srs
Casimiro Madureira e ministro do imperio, fiean-
do a discusso encerrada.
ao senado, e ao governo por intermedio do mi-
nistro e secretario de estados dos negocios do
imperio, reraellendo-se a esle a lista nominal
dos deputados presentes, e pediudo-se na mes-
ma oceasiao a dochraeo do dia hora e lugar em
que o Imperador receber a deputacao quo lera
de requerer designarlo do dia e hora da missa
do Lapirito-Santo. na capclla imperial, assim
como da hora e lugar da sesso imperial da a-
oertura da assemblea geral.
Quando nao puder abrir-so a assemblea e-
ral no da marcado na c instituido por nao ha-
ver o numero exigido de depulados, proceder-se-
ha na lrraa determinada no art. 20 do regimen-
t comraum
Art. 11. Os depulados se reunro diariamen-
te em sesso preparatoria al que estoja conclui-
da a vcnlicaco dos poderes, ou tenha lugar a
abertura da assemblea geral.
x Art 12. Os depulados que nao puderem
comparecer mndarao comludo o seu diploma e :
a exposicio por cscripto dos seus impcdraieu- *, & sancijo imperial, o projeclo do sellado
ios. Estas escusas, b-m como os diplomas que "'-'poiido que o direilo que regula no Brasil o es-
as acompauharem. sero remeltidas s resoecli- U'10 clnl dos es,rangeiros ah residentes, sem ser
vas eommissoes. Se as escusas forera desalen '
A cmara dos depulados adoplou honlem, para
itl.ir <*......:-... :_. ... *r .
didas, so far saber por olTicio aos depulados
que se oscusarara, afim de que compa'eco
Art. Id. No caso de raorle do denotado oo
Cao por outro districto, ou perda do seu lugar
por qual quer molivo, se far ao governo a de-
vtla coininunicaco, para que mande proceder
nova eleico no respectivo districto.
Art. l. Nos outros annos da legislatura, e
as sesses extraordinarias, ha veri lambem sos-
sao preparatoria seis dias antes do destinado pa-
ra a abertura da assemblea geral, allm de se ve-
nlicnrse ha na corlo o numero de deputados
necessano para a dita abertura, e havendo, fa-
zer-se a pariieipacao do art. lo.
< Art. 15. Nesta sesso serviro o presidente
e secretarios que o liverem sido no ultimo mez
da sessao antecedente ; e para examinar as es-
cusas e diplomas que de novo apparecerera ser-
vira a commisso do poderes da mesma sesso
ate que se nome a q..o devora servir na nova.
Arl lo. A sesso preparatoria de que trata
o ar.. 1 durara os das que forera necessarios
para os trabalhos do que a cmara se liver de
oceupar at abertura da assombla geral
< Art. 17. Antes da sesso imperial Ja aber-
tura, coiicorrero os depulados, no dia
por servico de sua naco, possa ser tambera ap-
plicado ao estado civil dos filhos desses mesmos
eslrangeiros as-idos no imperio durante a mi-
nondade somenle, o sera prejuizo da nacionalida-
de reconhecida pelo art. Cda constiluico.
Disenta depois o parecer da commisso de po-
lica, retornando alguns artigos do regiment
interno da mesma cmara.
Oraram os Srs. Martinho Campos, Pereira Pin-
to, Paranhos e Candido Mondes, licando a discus-
so adiada.
Forara aprcsenladas c apoialas as seantes
emendas:
Aocap. 1. No art. 8, depois das palavras^
lerej paite dos presentesaccrescente-seel
independenle de volaco.
No art. 10. Era ve'zdeverificada, etc., al a'
palavrapresentesd*ga-severificada a legali-
dade dos poderes, e se se acharera prsenles de-
pulados am numero de melada.a mais ura se fa-
ro, etc.Cunde de Baependy, presidente.Anto-
nio Pereira Piulo. |. secretario.Candido Mon-
des do Almeida 2. secretario.Antonio Francis-
co de Salles 3. secretario.Sebaslio Goncaives
da Silva, secretario.
Emenda ao ai l i.Desde que qne forera
presentes metide o mais ura dos depulados, se-
-f,--------- -*r-'-, n n e hora ------ ..... -,.-..vuv^, 0^
qne tor designada pelo Imperador, espolia ira- rao P01" esla ro'*SO chamados para dar o seu vo-
pernl para assistiiera missa o Espirito-Santo '"' e,c' e mala como "O artigo da commisso
na sua primeira parle.
Na segunda parle do arl. accressento-se :
A mesma disposiro ou prob.ibic.ao regular a
respeito do depulado ou deputados ruja eleico
for acensada de nullidade, mediente denuncia da-
da parante > cmara dos deputados ou perante a
cmara municipal que lizer a apnracio final dos
rojos, por ura ou mais cidados brasileiroa que
e depois desie aelo. sendo no primeira auno da
legislatura, prestaro as maas da maior aoiori-
dide ou dignidade ecclcsiisiica que se echar pr-
senle o juramento seguinte : Juro aos Santos
Evangelhos manter a religio calholica apost-
lica romana, observar o fazer observar a
constiluico, sustentar a indivisibilidadedo Im-
perio, a aclual dyuastia impeanlo, ser leal ao
Imperador, zelar os direilos dos povos, e promo- scJ'1nl habis para serera nomeados depulados os
ver quanto era mira coubur a prospendade "eral senadores.Martinho Campos.
da naci. > < Emenda ao arl. 5.0 presidente far orga-
. ... n nisar urna relaco nominal de todos os depulados
n, ,,',.Pp .,,,i"lns <\u<> ? prestaren juramento prsenles, salvas asdisposicoes do arl. I e por
o son n imP?na a "a Camara> l'cranie ella proceder a sorteio para a formaco de cinco ;
, ,,,v" coinmis.-es compostas do cinco membros.
-ni ?ii i.i"1mar.a .S Po"l:"l0S-p,n 28 l'e a- Art. 6 A ests eommissoes compele a veri-
postode lSi. Conde de Baependy. presiden- flcacao dos poderes, examinando ella tolos os'
I-.".7". n"".' ,,.reira ""0 L" Mcralario. documentos que forem presentes cmara, e ou- <
' n h <1 1A,'n,,,'1,,' | secretario. vindo os interessados ou denunciantes, quando '
A ionio Francisco da salles J." secretario. ; parecer conveniente, e celebrando sesses publi-
camenlo; processaio suramariamenie. a julga-'
randa validado ou nao validado das eleices nos
Sebasiiao Gon^lves da Silva. i. secretario .
A or lera do dia para boje :
Volaco do projeclo n. 120 deste anno, coja
discusso Deoa encerrada.
3.' discusso do projeclo do senado n. 130
deste anuo, drterminando que o direilo que rp-
gula no Brasil o oslado civil dos estrangeiros ahi
rdenles sem ser por servjco de sua naco possa .
ser tambera applirado ao estado civil dos lilhos ses
desses mesmos eslrangeiros nascidos no imperio i ,<
pareceres que sero BObmelthlos approvaco da
cmara.
1." A sorle designar a commissn que de-
ve conhecer da eleico de cada districto.
2." A ordem do sorteio designar os mem-
bros e a numeraco da cada urna das commis-
...n.rw> uasciuos no imperio, i .< 9 3 Proceder-se-ha a sorteio para subsi-
. ion r 3?",onle e sem Pfjuizo da luir o merabro das eommissoes que fallar por mais
no.ionaiidade reconhecida pelo art. 6. da consti- de 2t horas, ou for impedido, ou porque tenha a
SU commisso respectiva de julgar da sua propria
uiacussao do parecer da commisso de polica eleico.
sobro a reforma de alguns artigos do regiment: 4.a A verificaco de pobres ser sempre
nienio da cmara, se esliver improsso. commettida a urna commisso nomeada por sor-
ir, as materias i designadas, accrescendo ; teio, ainda depois de constituida a cmara, salvo
.s discusso do projeclo n. 83 deste anno, que quando a eleico j tenhi sido approvada anle-
modinca a le de 23 de in.verahro de 1841, que nrmente.Martinho Campos.)
creou o conselho de estado e o regulainenlo de Emenda ao arl. 5, 1.a parteEm lugar de
5 do fevere.ro de 1812. elelcio do 21 deputados. elc.,-diga-se-
i. no projeclo n. 12o do mesmo anno. que eleico de 25 deputados, os quaes seio disbi.i-
autorisa o governo para conceder carta de natu- dos por sorle era cinco eommissoes de cinco
jaiisacao do cidadao brasileiro ao subdito por- membros cada urna a
luguez padre Francisco de Miranda Pinto. < Emenda ao arl. 6.Estas commis.-oes se in-
oera do projeclo pj 127 do mesmo anno. qnecumbirao de verificar os poderes dos depu'ados
ospensa as leis de amorlizacao em favor da san- para o que prestaro juramento de procederem
la casa da misericordia da cidade de Vassouras. cora imparcialidade vista dos diplomas, actas e
dem do projeclo n. 105 do mesmo anno, que mais papis que forera prsenles cmara, e de
eleva a aleada dos juizes de paz as causas cora- quaesquer outras provas ou esclasecimentos que
merciaes e civeis ale a importancia de 150000. julguem necessarios. c sojarn ministradas pelo go-
.. ~-------7 verno, pelas parles interessadas, ou por qoaluuer
A imprensa de Montevideo, assim como a de cidadao.
Buenos-Ayres, continua a oceupar-se do estado
das relaces do Imperio com aquelles paizes
K escusado dizer aos nossos leilores que em ge-
ral os aristarcos da poltica brasileira descero
multas rato* ao nivel daspaixes mais vulgares ;
nao sao censores injustos, sao detractores fren-
ticos, e pouco ou nada conhecedores da sua pro-
pria historia. r
Nao raro todava tanta forca tora a verda-
de ver all surgir do quando era quando um
nu oulro campeao que nos faz juslica, que mos-
tra os dislates a loucas provoeaces de seus con-
socios ou compatriotas. Quaiquer que seja o
novel dessas mantfeslaces.os seus autores leem
multas vezes o merilo da verdadu e da raodera-
co. e acreditemos que elles, e nao os seus an-
tagonistas, exprimen os seniiajenlos da grande
maioria dos homens Ilustrados de seu paiz.
O que se chama conveniencias do momento e
o receio de perder os foros de bom patriota ira-
pode a conflsso do que se senle ; maso Brasil e
o seu governo sao, o nao podem deixnr de ser,
mais bera ronhecidos entre os seus vizinhos do
A primeira commisso competir o exame
das eleices das provincias do Amazonas, Para,
Marauhao, Piauhy, Cear e Rio Grande do Norte;
segunda, dasj-jovinrias da Parahyoa, Pernam-
buco, Alagoas e Sorgipc ; terceira, das provin-
cias da Rahia, Espirito Santo e Rio de Janeiro ; a
quarla, das provincias de Minas-Geraes e S.Pau-
lo; quinla, das provincias de Goyaz, Matto-Gros-
so, Pirana, Sania Calharina e S. Pedro do Rio
Grande do Sul.
Emenda ao art. 7.Em lugar deno dia se-
gfiintediga-senos dias segi-inles. Era lugar
deo parecer ser impressodiga-seos pare-
ceres sero impressos."
Emenda ao arl. 8.Subslitua-se a parle fi-
nal pelo seguinie : quando a maioria de alguma
das eommissoes concluir o seu parecer, annulan-
do a eleii-o de ura ou mais depulados. de quai-
quer oislriclo, o dito parecer flcar adiado para
ser discutido e votado depois da abertura da as-
semblea geral.
Oeleto ou eleilos sobre quem recahir a argi-
da nullidade nao podero mais volar nem tomar
------------ .w....^...wv^ i-iiiiD ua avus vinimos uu uaiiuiiiu'tur nao po
que a primeira vista, do quo em certas pocas parte as discusses.
se pudera presumir pelo que diz a imprensa do I Sero, porm, admitlidos, se o rerperem, a
Foi agraciado com o habilo da Rosa, em ro-
muueracao dos servicos que prestou como ar-
cintecto por occasio das exequias do Sr 0 Fer-
nando, re das duas Sicilas, o Sr. F. J. Bitten-
courl da Silva.
- 2 -
O senado approvou hontem sera debate em 3>
discusso a proposico que manda continuar era
vigor o decreto de 13 de Oezembro de 1852 que
marca o subsidio dos deputados assemblea ge-
Entrando em discusso o art. 9o da proposta
do poder execulivo, receita que orea a geral do
i'upeuo, oraram os Srs. presidente do conselho
viscoude de Jequitinhonha. e visconde de Maran-
guape, licando a discusso adiada.
Honlem nao houve sesso na cmara dos de-
pulados por falta de numero legal.
Sua Magostado o Imperador houve por bem
perdoar ao grumete do corpo de iraperiaes ma-
rinheiios Caelaoo Lopes da Silva Guimaries o
crirae de quarta deserco simples que coni-
raellera.
Foi concedido ao 2o cirurgio do corpo de Banda
da armada Dr. Jos Ignacio de Oliveira deraisso
do servico, o noraeado era seu lugar o i)r. Joo
Adnao Chavos.
Por decreto de 29 de Agosto ultimo, o de con-
lormidado cora o parecer ernitli lo pelo conselho
supremo militar era consulta do 13 do dito me/,
orara reformados no raesrao posto os ptiraeiros
lenles da 2J classe da armada l.uiz Francisco
Crrela Leal, Miguel de Souza Mello e Alvim
Joaquim Jos Marques e l.uiz Carlos Domingoes
Ferreira ; e passou daquella classe para a primeira
e 2 lente Francisco de Paula Fragoso.
O Sr. Lun Peixolo da Fonseca Guiraaros 1"
escnplurario do thesouro nacional, foi noraeado
cavalleiro da ordem da Rosa.
O senado hontem approvou em Ia discusso a
indicacao do Sr. Ferreira Penna sobre a publica-
cao dos trabalhos do senado em 16:.
Continuando a 2' discusso do arl. 9' da pro-
posta do poder executivo contendo o orcamento
da receita, oraram os Srs. visconJe de Jaqnili-
ohonha, sininb. Dias de Carralho e D Manoel,
licando a discusso encerrada.
A cmara dos deputados adoptou hontem, de-
pois de algumas observacoes dos Srs. Alexandre
de biqueira e ministro do imperio, o projeclo
que uiodilica a lei de 23 de Novembro do 18 i I
que creou o conselho do oslado, e o reglamen-
to ue j do Fevereiro de l>2.
Adoptou era seguida, para subir sanccio im-
perial, o projeclo do senado prohibindo s lote-
ras e rilas de quaiquer especie nao aulorisadas
por le.
Approvou tambera as emendas do senado
proposico da raesma cmara mandando conti-
nuar era vigor, durante a prxima Itgishtura o
decreto que marca o subsidio dos depulado- as-
semblea geral, c a indcranisaoo das despezas
de yiagcm de viuda e volla.
Discuti por fin o projocto qne manda pagar
o meio sold s pensionistas do Eslado logo que
estejam emancipa las. ainda que sejam casadas.
Oraram os Srs. S e Benevides e llias Vieira, Pi-
cando a discusso encerrada.
Por decreto de Io do corrente mez toram no-
meados :
Fiscal do banco Rural eHypolhecario. eslabe-
lecido nesta corle, o conselheiro Carlos Carneiro
de Campos;
Hito do banco Commoreial c Agrcola, idem, o
barbare! Jeronymo Jos Teueira;
Dito do banco da provincia do Rio Grande do
Sul. o Dr. Manoel Pereira da Silva L'batuba;
Dito do da Rahia, o bicharel Joo Jos de Oli-
veira Junquelra Jnior;
Dito do do Jtaranhio, o bacharel Joo Pedro
Das Vieira.
5
O senado honlem approvou em 3a discusso
duas proposicoes : Ia autoriaando o governo a
mandar matricular diversos estudanies as facili-
dades do imperio ; 2a aulorisando o governo a
pagar ao padre Guilhermc Paulo Tilbury o or-
denado correspondente ao lempo era que estere
privado do exercicio da cadeira da lingoa in-
gleza.
Approvou era seguida cm 2a discusso os lti-
mos artigos da lei do orcamento, ten lo orado os
Srs. Souza Franco, Ferra'z, visconde de Jequiti-
nhonha, Vaseonccllos e D. Manoel.
Honlem nao houve sessso na cmara dos de-
putados por falta de numero legal.
6
O sonado approvou honlem era Ia e 2a discus-
so una proposico sobre matriculas de diversos
esludanles.
Approvou era Ia discusso a penso de 200$
ao guarda nacional Jos da Silva Guimaries.
Approvou em seguida em 3a discusso onze
proposicoes, as 3 primeiras concedendo diversas
pensos, a 4" reconhecendo cidadao brasileira o
padre Flix Mara de Freitas Albuquerque. a 5a.
(aseado extensiva ao bacharel pela universidvde ;
de Coimbra Jos de Azevedo Correa a disposico
do art. 1 do decreto de 30 de agosto de 1831; a I
6" sentando de direilos os oojoctos precisos !
empreza de esgoto do Recife; a 7' sobre matri-
culas de diversos esludanles ; a 8a approvando o
contrato celebrado com Jos Antonio Soares para
a navegco a vapor entre Montevideo e Cuyab ;
a 9' aposentando a Silvano Francisco Alvos como
membro da junta vacciniea ; a 10a nppravtndo
os eslMutos da companhia de naregaco a vipor
na baha do Rio de Janeiro ; a IIa concedendo
carta de naturalisaco a Seralim Francisco de
Carvalho e outros estrangeiros.
Tendo lugar a 3" discusso do orcamento ora-
ram os Srs. Silveira da Motta e Souza Franco, fi-
eando a discusso adiada.
Nao houve hontem sesso na cmara dos de-
pulados por falla de numero legal.
Por decretos de 20, 22 e 25 de ago'sto lindo fo-
ram apresenlados :
O padre Joaquim Francisco Pereira Marcal, na
igreja parochial do Senhor Bom Jess da Para-
ty, da provincia de Sania Calharina e diocese do
Rio de Janeiro;
O padre Jos Joaquim Gonr-alves Benjamn na
igreja parochial de Nossa Senhora da Graca do
Arroio-Grande, da diocese de S. Pedro do Rio
Grande do Sul ;
Foram exonerados a pedido seu :
O juiz de direilo Jusliniano Baptista Madureira,
do cargo de chefo de polica da provincia do Rio
de Janeiro.
O juiz de direilo Manoel Pedro Alvares Morei-
ra Villaboim. do cargo de chefe .le polica da pro-
vincia do Espirito Santo.
Foram removidos a pedido seu :
O juiz municipal e de orphos Joaquim Theo-
doro Carneiro de Albuquerque, do termo da ca-
pital, para os do Cear-mirim e Touros, da pro-
nneja do Rio Grande do Norte ;
O juiz municipal e de orphaos Antonio Jos do
Alcona, dos termos reunidos de Principe e Aca-
21' 0,J?ro'inci o Rio Grande do Norte para o
da cpial da mesma provincia.
Foi reconduzido o bacharel Gervasio Carapello
Pires Ferreira no lugar municipal c de orphos
do^termo de Serinhiem, d provincia de Penarn-
Ccncedeu-se ao bacharel Amerito Brasilionse
de Almeida Mello a Uemissao que pedio do lugar
de juu municipal a de orphos dos termos reu-
nidos de Apiahy, Capo Bonito, Paranapanema e
ltapeva da Fauna, da provincia de S. Paulo.
Foram nomeados:
O conselheiro Antonio Pinto Chichorro da Ca-
ma, deserabargador da relaco do Rio do Janei-
ro, para um lugar de ministro do supremo tri-
bunal de justica ;
O bacharel Francisco Luiz Correa do Andrade
e Silva, juiz municipal e de orphos dos (erraos
reunidos da Maioridade, Porto Alegre e Aoudv
d3 provincia do Rio Grande do Norte ;
O bacharel Jos Manoel Portugal, juiz munici-
pal e de orphos dos termos reunidos do Apiahy,
Capo Bonito, Paranapanema e Ilapeva da Fali-
na, da provincia de S. Paulo ;
O bacharel Francisco Azarias de Queiroz Bole-
Iho, juiz municipal e de orphos du termo de La-
vras do Funil, da provincia de Minas Geraes;
O coronel honorario baro do Pilar, coronel
commandante superior da guarda nacional dos
municipios de Mago, Estrella e Pelropolis, da pro-
vincia do Rio de Janeiro.
Forara reformados:
Joaquim da Silva Lago, coronel commandante
superior da anliga guarda nacional da provincia
do S. Pedro do Rio Grande do Sul, no mesmo
posto com as honras daquelle lugar ;
Francisco Rodrigues Birbosa, lenle coronel
commandante do 5" corpo de cavallana da guar-
da nacional da provincia do Rio de Janeiro, no
posto de coronel;
Francisco Pereira de Bulhes Carvalho, len-
le coronel comraandaule do batalho de infama-
ra n. 21 da guarda nacional da provincia do Rio-
Janeiro, no posto de corone! ;
Joaquim Antonio Correa Gaio, lente coro-
nel da anliga guarda nacional da proviucia do
lernarabuco. no mesmo posto.
Frederico Alfonso de Barros, "capito cirurgio
mor do commando superior da guarda nacional
dos municipios da capital, S. Jos e S. Miguel,
da provincia de Santa Calharina, no mesmo posto;
Antonio Agoslinho de Andrade Figueira, ca-
pitao do 1 balalho de reserva da guarda nacio-
nal da provincia do Para, no posto de maior.
Concedou-se a Amonio Francisco de Oliveira,
major da anliga guarda nacional da proviucia do
Minas Geraes, as honras do mesmo poslo.
Foi suspenso do exercicio, na forma da lei, o
por lempo indeterminado, o lente coronel com-
mandanlo do 2o balalho de Infanta a da guarda
nacional da provincia da Parahiba, Amonio Tii-
xeira de Vaseonccllos.
Fez-se merc a Tito Livio Brando da serven-
ta vitalicia do ollicio de esenvo do jury do ter-
mo de Nazareth, da provincia da Babia.
Por decrelos de 29 de agosto lindo foram re-
movidos a pedido seu :
O juiz de direilo D. Luiz de Assis Mascarenha
da comirca de S. Joo do Principe de Ia entr-
ela, para a de Mag.de 2' cntrancia da provincia
do Rio de Janeiro ;
O juiz do direilo Sebaslio Cardoso, da comar-
ca da Imperalriz, na provincia do Cear, para a
do Maracas na da Baha ;
O juiz ue direilo Amonio Francisco do Salles,
da 2a vara da'comarca da capital da provincia da
Pernambuco, pera igual lugar da comarca da ca-
pital da provincia do Maranhao ;
O juiz de direilo Francisco Domingos da Silva,
da 2. vara crirae da comarca da capital da pro-
vincia do Maranhao, para igual vara da comarca
da capital da provincia de Pernambuco.
Forara nomeados :
0 juiz de direilo Jos Pereira da Silva Mora.es,
chefe de polica da provincia da Baha ;
O juiz de dirito Sebasao d-> Reg Barros La-
cerda, chefe de polica da provincia do Espirito-
Santo ;
O juiz do direilo Ilugolino Ayres de Almeida
Frailas, chefe de polica da provincia deScrgipo ;
O juiz de direlto Abilio Jos Tavares da Silva,
chele do polica da provincia do Maranhao ;
O juiz municipal Manoel Carnlho da Cosa.
juiz de direilo da comarca do Cetele d_a provin-
cia da I! lina ;
O bacharel Rodrigo Caslor de Albuquerque
Maranhao, juiz de direilo da comarca de Monte-
Alto, da mesma provincia ;
O bacharel Pelirito Henrlqucs do Almeida, iaii
de direilo da comarca do Propri, da provincia
de Sergipe ;
O bacharel Jos Mara do Albuquerque Mello,
juiz do direilo da comarca da Imperalriz, da pro-
vincia do Cear ;
O bachaiel Ernesto Francisco de Lima Sanio.:,
juiz municipal e de orphos do termo de Villa-
Nova, da provincia de Sergipe ;
Thomaz Bandeira, tenente-coronel comman-
dante do 1 corpo de cavalUria da guarda nacio-
nal da provincia di S. Pedio do Rio-Grande do
Sul, para chefe do estado-maior do conimando-
Supeor da guarda nacional dos municipios do
Cruz Alia e Passo Fundo, na mesma provincia ;
O capito Jos Bernaides Fagundes, leneolc-
corooel commandanta do corpo de cavallaria n.
O da guara nacional da dita provincia.
0 capito Joo de Freitas Noronha, tenente-
coronel commandante do corpo de cavallaria n.
i da guarda nacional da raesma provincia.
Fui transfer lo para o commando do Io corp>
de cavallaria da guarda nacional da dita provin-
cia o tenente-coronel commandante do corpo de
cavallaria n. 10 da dita guarda Diniz Das.
Tiveram mono da serventa vitalicia :
Baldoino Jos Coelho, do officio de escrivo do
juizo especial do commercio da capital do im-
perio ;
Manoel de Ca'valho Paes de Andrade, do offi-
cio de oscrivao do juizo especial do commercio
da capital da provincia do Pernambuco ;
Virgilio Alipio de Figueiredo, do ollicio do es-
crivo de orphos do termo de Ilaquy da provin-
cia de S. Pedro do Rio-Grande do Sul ;
Luiz Ualhias Teixeira de Almeida, do officio
do labellio do publico judicial e notas, do mes-
rao termo e provincia.
Foi perdoada a Robcrlo Dias Baptisla, guarda
nacional do Io corpo do cavallaria da provincia
le S. Paulo, a pena de um mez de priso, a quo
foi eondemnado em grao de appellaco, pela jun-
ta do juslica da capital da dita privincia.
Por decrelos de i e 5 do correnle declarou-so
sem effeilo o decreto de 12 de setembro do 1856,
que nomera o bacharel Antonio Manoel de Me-
deiros juiz municipal o de orphos do termo do
Chaves, da provincia do Para, por nao ler entra-
do era exercicio do referido termo no prazo da
lei.
Foram roconduzidos :
0 bacharel Malhias Antonio di Fonseca Mora-
(o, no lugar de juiz municipal o de otphaos do
termo de Braganca, da provincia de S. Paulo ;
O bacharel Candido Augusto Pereira Franco,
no lugar de juiz municipal e de orphos do ter-
ina de Ganarleiras, da provincia da Bahia.
Forara removidos a pedido seu :
O juiz municipal e de orphos Jos Gslandrni
de Azevedo, dos tormos reunidos de Obidos e
Faro, para o do Chavos, da provincia do Para ;
O juiz municipal e de orphos Francisco Jos
de Souza Gomes, do termo de Iguass, da pro-
vincia do Rio de Janeiro, para o do Taubal, na
de S. Paulo ;
O juiz municipal o do orphos Fausto Benja-
mn] da Cruz Goura, do lermo do Brejo d'Ara
para os reunidos do Pilar e Inga, da provincia da
Parahyba.
Foram nomeados.
O bacharel Anlonio Vespaziano de Albuquer-
que, juiz municipal e de orphos do termo de
Cistro, da provincia do Paran ;
O bacharel Vonancio Jos de Oliveira Lisboa,
juiz municipal e de orphos do lermo de Iguas-
s, da provincia do Rio de Janeiro;
O bacharel Ricardo Araavel Rodrigues, juiz
municipal e de orphos do termo da Chapada, da
provincia do Maranhao ;
O bacharel Antonio da Cunha Xavier c Andra-
de, juiz municipal e de orphos do termo do
Brejo d'Ara, da provincia da Parahyba ;
O capito Joo Nones Bueno do Prado, tenen-
te-coronel coramandanlo do 5" balalho de in-
famara da guarda nacional da provincia de Malo-
Grossn;
0 capito Carlos Mondes ue Carvalho. lenlo
coronel commandante 0*0 baulho de infantaria
n, 21 da guarda nacional da provincia do Piauhy;
O capito secretario gerr Anlonio Alvos do
Carvalho, major ajndanlo /lo ordens do comman-
do superior da guarda nacional dos municipios
do Brejo e Totoya da provincia do Maranhao ;
Manoel Soriano Guilherme do Mello, capito
secretario geral do mesra) commandante superior;
O capito Francisca Lucena Barros, e Pedro
Pereira Jacomo Bezerra, majores ajtadantos d



DIARIO DE PERNAttHCCO. 3*BBAI>0 18 DE SETEMBRO VP; iffr.
m
-cr.l-iis du commando superior da guarda naci-i
nal do municipio da Carolina, da provincia do Lruguay
Maranho ; |
Dionisio de Nazarelh Pimcnlcl o Araujo, cap- ]
Un quarlel-mestre do mcsmo commando su- |
porior ;
Ernesto Augusto de Oliveira Pimonlel. capitao
cirurgio-mor dn dilo commando superior ;
O capitao Jos Pinto Nogueira, major sjudante
de ordcns do commando superior da guarda na-
cional do municipio do Ico, da provincia do
Ceai;
O a I reres Jos Rodrigues Vriga Jnior, capitao
serrolario-geral do commando superior da guar-
da nacional dos municipios de Marah e Barra
de S. Joao. da provincia do Rio de Janeiro :
O tenentc Reginaldo Xavier Baleeiro, capitao
I para os navios de alto bordo que navegara o
Tara a construcjao do novo caes, que deve ser
edificado no local que occupava o anligo muelle
|do porto de Montevideo, foi admitlida a propos-
| la do Sr. D. Andr Czalas, que o effoctura
dentro do prazo de tres ou quatro mezes, orrado
na quantia de 14.320 pesos.
Inaugurava-se com toda a solemnidade o sylo
de mendigos na cidade da Unio. Entre os do-
nativos feitos no dia da inauguracao distinguio-se
o banco Man oiTertando vinloaccoos. Com a
instituirn desse cstabelecunento ficou prohi-
bida a mendicidaile publica naquella capital.
Por decreto de 27 de agosto ultimo foi noraea-
da urna com misso encarregada de preparar os
mas tacadas um uegro perleiicenw b cumpauhiu
do Ribeiro, nao so sabeodo o porque, neur quem
(osse o seu autor.
No mesmo dia enforcou-so urna negra escw-
va do Sr. commendador Antonio Botelho de An-
drade, bem fronleira a porta do mcsmo senlior.
Tambcm ignora-se o motivo.
Nos ltimos dias de julho tinha chovido
bastante ; porm infelizmente ocssaTara.
A fariuhee Os demais manrtmentos por all
continuaran! a subir de preco. A farinha eslava
se vendendo o praio a 1J8U c a 2$, sendo o at-
queire a 96J, ; o feijo a 2J800 o pralo, e as3im
por diante todos os demais gneros.
As noticias que recebemos da villa do Cami-
so sao asss lisongeiras.
As chutas linham por alli apparecido com
uterina interino, u Sr. Antonio Jcmtiuim Pe- A obra do Sr. conego, piirciu, esi lucomplela.
reir d'OUieira. jSim, todos sabem que a formo?i Olinda, e-
Doranfe a 4.* sesso jtfdicraria, que se encer- [ treilada de templos, vio a sus calhedral, como
pon no dia 13 do correle, foram julgados 1 i p-o- urna mi em lamentaveis suspiros, par que o fl-
cess-)9, em que foram tnvoDidos 15 reos. Al-;lho crivou-lhe no meigo eoraeo o punhal m-
tenlo o grande numero de procesaos, de que es--1 Incida ; assim como que sses fillios dignos
t pojado o enrtorio do jury, eis ahi urna sesso d* maldico dos cos e da trra, cobriram-na
qnasr Infructfera, de opprobrio, fazendo suspender os louvores di-
Irabalhos da commisso elassifiendora de ere-
cirurgio-mr do commando superior da guarda ditos. Picando composla dos Srs.: presidente, | abundandancia, salvando desta forma toda plan-i
nacional da comarca de Capinas, da provincia de Christovo Salvaguac ; membros. Joao I. Ulan- | laro qoe se tinha ji fe',10.
S. Piulo; c. Francisco Agell e Manoel Argerich.
Tito de Alireu Fialho, capitao secrelario-gcral Noticia a Repblica ter sido preso ao desem-
do commando superior da guarda nacional dos' barcar cm Montevideo um commerciante brasi-
munictpios de Haeei c Santa Luzia do Norte, da ilciro <*" "nr" Jos Lopes Ribeiro, estabelecido
provincia das Alagas ; n" Confederaco Argentina, que dalli se baria
Conceden se a Joao Mazia Bruzzi, tenente-co- i evadido com a quantia de-2,001) onsas.
ronel commandante da antiga guarda nacional! O Sr. Frederico Silva solicilava dos governos
la provincia de Minas-Coraos, as honras da mes- jfe Montevideo, de Ruenos-Ayrcs e da Confede-
ren posto.
Tiveram merco da servencia vitalicia
Nao obstante a boa vontade e a diligencia com
que eslreou o Sr. Or. juiz de direito interino da
segunda vara, preslando-se i julgar dous pro-
cesaos em cada dia de sesso, sempre que o lem-
po Ih'o permiltia, deu-se infelizmente que, nao
se reiinindo em tres dias consecutivos numero
legal do juizes, deixasse de funecionar durante
esse espaco o tribunal em prejuizo dos reos pre-
sos. Deduzindo so do lempo prenso da sessao o
t. dia, em que nao houve julgamenio, ve-se que
tribunal funrcionou
Jos llenriques Virgolino, do officiode escrivo
de orphaos do torno do rombal, da provincia da
Tar.iliyba ;
Cirios Antonio Cola?, dos officios de i.ahollic
do publico, judicial e notas, e escriviio das exe-
currose annexos do termo de Ilapirur-mirim,
di provincia do Maranho.
Foram perdoados:
A Icario Delermando da Silveira, o rosto do
lempo que I lio falta para cumprr a pena do dous
anuos e meio de prizo com trabalho, a que foi
con lemnado.
A Francisco dos Santos Res, o resto do lempo
que Ihe falta pare a pena de um anno de prisao
com trabalho, que foi condemnado.
A farinha por alli j apparecia com fartura,
vendendo-se a 2J e a 2f>240 ; o milho a 2^560 e
j a 3fJ a quarta. Os demais gneros j iam decli-
nando um pouco no mercado.
As chuvas leem continuado cora assiduidade
; pola Chapada, Lenres, Joazein e oulros lugares
! circumvisinhos.
as diversas freguezias desta capital tero si-
racao Argentina urna subvencao para estbele- do regular a eleicao para juizes de paz e ve-
cer um iclegrapho entre as duas primeiras capi -! readores. Nao se deu desordera ou desacato al- Francisco Antonio uas Chagas.
taes, atravessa.idn grande parte da campanha at gura. Luiz Francisco.
Paysand, p dalli e Paran, seguindo por Santa Deu-se hontem um fado lamenlavel a bor-
F e Rosario al Buenos-Avres. do da curveta D. Januaria. Trabalhando na
Pilo Mersuy, entrado hontem do Rio da Prala,
recebemos follias de Montevideo ata 31 do mez I
passado, de Buenos-Ayres al 23, da Confedera-
ran Argentina at 25 e do Paraguay at 20 do I
:: -ino mez .
Nenhuma nnviJade de importancia liavia oc-'
corrido naquelles paizes.
QUanto no estado de nossas rclares com o
Estado Oriental, eis o que dizem o? jornaes do !
pai/, a cujasapreciacoes sabe o leilor o descont !
que deve dar.
Diz a Repblica a esse respeilo
Ri'lalivamerite ao Brasil, temos motivos paia I
cror que nao ir muito adianto o resfriamento '
em que parecia ler-se colloeado aquel le governo!
p ira rom o nosso desde os successos dis esqua- :
das argentinas.
Segundo todas as probabilidades, a legarlo '
oriental na corle do Rio de Janeiro dar por ter-
minada a sua misso, e lalvez a esta hura j o Sr. '
Lamas, que a desempcnhnva, lenha apresenlado
a sua caria revocatoria.
". Por oulro la Jo a legaran imperial na repbli-
ca i;i ha algn) tempo desempenhado inteira- i
mente.
Ha dias, annunciou-sa o leilao dos movis
da mesma.
Haviam sido condemnados a dous anuos d
prisao com trabalho os inlividuos Antonio Uuar-
lella e Lourenco Sporta, ea um anno Domingos
Martnez, Pedro Vavone e Flix Cessio, por le-
rem vislo assassinar, sem procura re ni impedir, o
subdito hespanhol Andr Monleiro.
Sao estas as noticias de mais interesse de
Montevideo.
Do Buenos-Ayres traz-nos esse paquete o
resultado das eleices da campanha para deputa-
dos convenro ad hoc que ainda nao era aqu
conherida.
Os doze deputados portanlo que manda Bue-
nos-Ayres a essa convenci sao os seguales se-
nhnres, lodos do partido unitario, ou, como ul-
liniamenle denominado, do partido liberal.
Da capital :Valentim Alsina, Francisco dlas
Carreras, Rufino Klizalde, Domingo Sarmiento,
Jos Marmol, Adolfo Alsina.
Da campanha :Ireneo Portella, Nicinor Al-
barellcs, Lmilio Castro, coronel Paunero, Jos
Maria Gutirrez, Pastor Obligado".
O Sr. Manoel OCampo, tambem cleito, rennn-
ciou.
Tudo faz presumir, dizem o Racional e a Tri-
buna, que o desenlace dos debates da conveneo
liar em resultado o triumpho complete das re-
formas
F.utrctanto nao deita de haver, e apezar dos
ltimos acnntecimenlos, quem duvida ainda da
incorporaco de ficto de Buenos-Avies Con-
federaran.
A convenco devia reunir-se no dia 5 do cr-
renle.
O projeclo do depnlado Reistra, hoje ministro
da Confederado, suspendendo a queima do fun-
do amortizante de papel-moeda, foi rejeitado
: pelo senado e lica pendente da resoiuc&o da as-
I sembla geral.
O governo conliniiava entregando o milho e
verga ura marinheiro ingle, e arrcbeniando o
cabo que prenda urna grade sobre que trabalha-'
va, cabio e veio ao convz, prolu/.indo esta que-
da as lezdes seguiutes : luvarm scapulo-humo-
ral do braco esquerdo, urna f.-rida de polegada
deestenso sobre a olecrana, um outro ferimento
na articuladlo femuro tibial posterior de Iros pu-
legadas de esleuso e um outro ferimento no de-
do minimo, lezoes estas nos mnmbros thoraci-
cos c abdominaes esquerdo ; do lado direito frac-
tura do tercetro superio- do fmur e um feri- ,
mente extenso por arrancamento da regio rIu-
Sebastiao Pereira do Rasctmentb.
Jos Alexandre Gubian de Verdun.
Rufino Marques de Castro.
Os reos absolvidos cram iodiciados :
1 cm crime de roorte.
1 em eslellionilo.
1 em roubo.
2 em f-rimenlos leves.
3 em mearas.
3 em armas"defezas.
O roo indiciado em crime de morle livrou-te
em segundo juramento, allegando a circumslan
vinos.
Mas preciso tamuemdizer que os impos nao
foram somente esses homens mais crois que
''gre, que lingiram suas raaos no sangue de
seus irmaos. >>
Aquclles que chamavam e animavam psses im-
pos, que sevaram os seus inslioelos com a insu-
flagao da colera, e a promessa do apoio, como
queqjfceva a fera na jaula, offerecendo-lhe car-
ne enWnguenlada pBra desenvolver-lhe a feroci-
dade ; os cabalistas, tambem ferozes, qne ser-
lambeni
o tribunal lunccionoii apenas durante 11 dias de
trabalho regular, sendo julgados 14 processos, vem-se dos iranios como i imentos.
comprehi'ndendo a 15 ro.
Knlre estes, foram absolvidos
Jos Francisco de Sou;.a.
1 Manuel Ignacio Ferre:ra Lima.
Manuel de Sou/.a Ferraz.
Jos Theodoro da Silva
Jos Justino do Nascimento.
Gabriel Philosnn Guini
so impros, e ainda mais impios, quando, Ilus-
trados polas lices da experiencia e pel appli-
cacao que devem dar as leltras, leem urna misso
Importan! a preencher parante a soriedade,
misso lano mais nobre e gloriosa, qnanlo pesa-
dos e magestosos sao os deveres que leem a cum-
prr para com Deus e os homens.
0 que anda se nao disse, e falta saber-sc ,
que nessa cleico d S, era interessado um col-
lega do Rvm. Sr. Joao Chrisostomo, um cone-
go, cujo ligurava em urna das chapas dos cabal-
listas, o qual no da d< sues trisles aconlecimen-
los eslivera qaqaella igreja, nao para cantar os
louvores Dirinos, porque eslava secularmente
irajado, mas para ver, e, como interessado que
era, inspeccionar o processo eleiloral, com o
olfiar vido, e incendido do candidato, que quer
o triumpho da sua causa!
Esse olhar que devia ser de mansido e d di-
rigido aos altares!
Queris excluir a eleieo dos templos: lendes ;
Mas prega tambem a esclusan daquelles!
lea, profundo, sendo motivado pela introdueco em 1815.Julgando a deciso do jurv Contrarir
de urna Halagela. evidencia dos debates, o juiz inlerpz a anpel-
~ Soccorros promptos foram prestados pelos laco da Ici.
I>.,.v., v:n.u.:~ i;_____...... I- i-,._____ .
razao.
cia juatilicativa de ser menor de 14 annos. ao d" quera disse o divino mostr: nollo me t'angere
temporera que commetlera o delicio, acontecido c/iri.v/os tucos, da cleico, dessa lula apaixona-
damente porfiada, per'igosa, selvagem algumas
vezescomo acabis de ver.
Bem sabemos que a le nao inhibe ao sacerdo-
te o exeretcio de certos empregos civis e de elei-
Se, como parece, resultar que ambos os es- ,noio no P6809 t'""1 'l"e conlnbue aos gastos da
lados fiquem apenas representado- pelos consti-1 Confedcraco, e entregar em breve igual som-
lados geraes, ha motivos para errr que suas rela-
a installaco do congresso em San-
res, longe de alfrunvarem-se ge estreitariam
tanto oaaisquantc mais reduzido fosse o circulo
em que tivesse que jugar a diplomacia.
CAmpram-se reciprocamente os rnmpro-
missos inlernacionaes, e formule rada governo
urna poltica de boa vontade e a siga sem altera-
cao, que de nada mais SO precisa.
la pois multas esperanzas de que a poltica
futura de ambos os paizes ser mais proficua e
mais reciproca tambem.
A malicia dessa apreciaco da Repblica, jor- so. ns scguinles :
nal que passi por otliei.il. masque s vetes faz "r* conhecidoo
polilica por sua COOla, resalta ainda mais ao lado pilados convenro ad hoc de
das apreciacoes de oulros jornaes que nQ poden provincias. Entre-Rios havio e
ser lasados de suspeitos. Urqoiza e o Dr. Salvador Carril ;
ma para
la F.
A causa do general Rosas eslava a lerminar-se,
; suppuiiha-se que a sentenca definitiva seria a
rondemnaio do tyranuo qu, na phrase di Tri-
Luna, fusilava senhoras grvidas, como Camil-
i la Ogorman. t
O nosso ministro o Sr. Jos Maria do Amaral.
i que se achava em Buenos-Ayres. havia partido
para Montevideo a bordo do Parnahyha.
Da Confederaco as noticias mais importadles
Drs. Damazio, Villaboim, Furnandes o Cardini e Da s-ntenca que absolveu ao reo indiciado em
o interno do hospital. crime de eslelliotiato, appellju a parle acc.psado.- I '.'''o popular. Has essas disirarres dos drveres
Falleceu na noite do dia 1 do correte ese- ra que acompanhara a aeco desde a informarn religiosos sao contrarias o espirito das leis da
pultou-se hontem no ceraiterio do Cimpo Santo, da culpa. igrrja, que, quando privaran o sacerdote de um
arompanhado por grande sequilo do pessoas Appellou tambem o juiz dn senlenga do jury us mais importantes encargos que exorce o lio-
as mais respeitaves, o Sr. Dr. Francisco Mar-1 que, reconhecendo haver sido o aecusado Rufino ") ques de Araujo GiSes, juiz de direito da pri- Marques de Castro autor do furto, negou a vio- "'il'a. recebido em face do aliar, e abencoado
lencia frita i causa, julgando desl'arte perempto uo'o mesmo sacerdote, somente para que oulras
o procedimento ofiicial. obrigacoes nao o distnhissem dos de ministros do
Foram condemnados pelo jury os scguinles altar; nao podam ellos desejar que laes miais-
ros : j tros se inciimbissem de commissoes, que noces-
Manoel d'Assumpcao de Souza Mingabeira, sanamente oppcm-se ao lim de suis sabias dis-
meira vara crimen auditor da gente de guerra.
De cartas hontem recebidas temos noticia das
elcir's de alguns lugares de fura.
Em M iragogipe correu placida a cleirSo.
leudo obstado o Dr. delegado a algnns distur-
bios; que pretenda fazer o partido adverso ao t 1|2 metas de priste e mulla correspondente nosicoes.
Dr. Pinto Lima, por conhecor sua mi- metade do lempo, cont incurso no grao medio I Ora o conegO cercador pode exercer conveni-
do Sr.
noria.
Nos districtos da cidade, Capanema, Nag o
Coqueiro havia obtido triumpho o partido favora
vp| ao Sr. Dr. Pinto Lima, ficando hontem por
saber-se o resultado definitivo as Caveiras.
Em S. Filippe havia grandes preparativos
de forra armada para obstar as eleicoes, que to-
dava tem-se desusado em plena calma, porquan-
lo obs va do partido opposicionsta, que nao repeli
seus manejos. Grande a maioria do partido
que apoa o Sr. I)'. Pinto Lima.
Vendo o subdelegado, que faz parte da mi-! art. 3." da lei de 26 de outnbro de 1881.
do art. 201 docod. crin.
Manoel Jos da Paz, 20" dias do prisao e
mola correspondente metade do lemao, como
incurso no RraSl mini-no do art. 201, combinado
com o art. 3 docod. crim., por crime de tenta-
tiva de (crimento.
Manuel, escravo de Francisco Jos de Campos
Pamplona, 20 annos de gales, como incurso no
grao medio do art. 192 combinado com o art. 34
do couigo criminal.
Antonio Jos Alves, 3 \\i mezes de prisao
preciso
i enlmente os dous cargos, quando ambos teeni
funcedef. trabalhos a execntar era dias e horas
I determinadas, que se encontram? Seria
1 faltara um dos dous devores.
Se o rereador, lomando posse, c prestando [
; juramento de bem cumprir as suas obrigares, j
leva o intento de fallar a estas, para satisfazer a
do conego, aiin de contmetler um perjurio,
um r/ro cidado, e ser um pessimo tuneciona-|
I rio. Se pelo contrario compre fielmente o que
deve como rereador, e falla ao que deve como
rom trabalho, como incurso'no grao medio do nneso, que qualificaco merecer esse sacer-
noria, que se nao prestara o commandante da
forra as suas exigencias, representoii contri o
dito cunmandante, pintando phaiitasiados horro-
res, quando somente apenas reinara a melhor
ordem.
Nao surcedia o mesmo em S. Flix, onle
cerrn o delegado urna casa, de que lirn 18
Foram d'esfarle condemnados
1 por tentativa de morle.
1 por feri montos leves.
1 por tentativa de ferimento.
1 por uso de armas defezas.
Nao se conformando com a sentenca que con-
dernnou o reo indiciado em crime de tentativa de
dote ?
Pcnloe-fios o Sr
conego Joo Chrisostomo es-
sa ligeirasreflexdes. que nos foram disperlados
resultado das eleicoes dosde-
quasi todas a<
general
Santa F, os
A Prensa Oriental, que at aqui nao se (em
mostrado parcial polo'Brasil, usa entretanto de
onlra linguagem, tratando mesmo assumpto.
Di/, esse jornal :
'i A respeilo de nossis rrl.ices rom o Brasil,
?e nao estro em p de perfeita Inlelligenria. lo Dr. Torrente, Dr
pouco poden infundir recejos deque sofiraml!*" "'age del Es
.-"i i i alterar, contanlo-so com a luja disposi-
cao dos dous governos e o interesse bom onten-
didn de ambos os paizes para ebegar a um ac-
cordo honroso e razoavel, que sfasle lodo moti-
vo iie desintelligencia o permita cultiva-las com
amigare! lealdade em bem dos povos rizinhos
i nadas por muluas conveniencias a etreitar
Os vnculos de sua amisade e de suas relceos
Cummerciaos. >
A Reforma Pacifica igualmente, follia redigida
sob as vistas do governo argentino, rom quem
nao nos adiamos cm perfeita Intolligencia, nao
apetar disso passimista como a Repblica a
respeilo do futuro de nossas retardos com o
Estado Oriental.
Km sua Revista mental para o exterior espri-
nie-se nos segmntes termos
Srs. Harcellrno Freir, Nicacio Oronho, Simo
Iriondo, Jos Gelabert o Benjamn Victoria ; Rio-
ja, o Sr. general F.chague e o Sr. Benjamn Vic-
toria ; Mendoza. Dr. Matheos Buque, Indalecio
Chenaule Linas Gonzales ; Corrientes, Dr. Puj,
Dr Fonseea e Dr. Jos M. Rolen ;
tero, o Dr. D. Benjamn Gores-
liag, Justiniaiio Pose, N. Taboada, N. Goros-
tiaga ; Catamarca, os Srs. Pedro Segura, Ocla-
viano Navarra e Francisco Ramn Galludos.
Das mais provinci is o resollado das eleicoes
ainda nao era condecido ao certo.
Nao se confirma a noticia, trazida pelo paquete
passado, da mudanca do ministerio argentino. O
que loro lugar foi a'renuncia do Sr. Vidorica da
pasta da marinlu c guerra, na qual ora substi-
tuido pelo commandante das armas do Paran,
o Sr. Jos Maria Francia.
Havia noticia de ter sido bem acoilo por todas
as provincias o convenio de 6 de iunlio do Sr.
Veloz Sarzlield.
Na cmara dos depolados do Paran foi sane-|
cionada a permissao ao poder esecutivo para in-
lervir nos negocios da Rioja, moblisando torcas
pela leitura de seus dous arligos, para os quaes
s temos louvur. Inf'li/.mente lomos o primoro
quando um amigo nos mostrava a chapa em que
se achava o nomo do seu collega, o quando se
nos refera que um padre liberal havia lido, no
votamos, por serom ellos contrarios ao partiio morle pona de 20 annos dn gales, o juiz nter- dia 8, o mais descommunal procedimento na
poz para a relaco do distnclo a appellarjo matriz dos Amagados, vomitan lo, como um pos-
da le. j ses'o, palavras Imperiosas e obscenas contra ci-
Advogaram durante a I.' sesso parante o jury, dados respailareis, por cansa de eleicoes !
Knto. como S. Rvma. repetimos as palavras
de Jeremas.
AttenJoi, e vedo se ha dor semelhante a nii-
nha!
0 soldado Z.
do juiz de paz Curvello, com o tilo de atemorisar
o puvo. Volaram criminosos, escravos, etc., co-
mo dopois se ha de provar cem documentos.
Apozar de ludo islo, veudo-se em miniuia o
juiz do paz, consenlio que fosse violada a urna
por pessoas de seu partido, ao que oppondo-se
os msanos major Umbolinoe Dr. Sampaio, lo-
ram espalhadas e pelo chao jogadas as lisias-
ueste conflicto den o juiz de direito voz de pri-
sao aos dous mesarios, que obedecen do a ordem
seguirn para a Cachooira, protestando contra
a nutlidade de todo o acto. O povo em nume-
ro niaior de 200 pessoas investirn a quererlo-
mar os presos, porm osles, dopois de apasigua-
rem-no, chegaram ao xeu deslin, onde cs-
lavamnocaes a sua espera grande numero de
pessoas gradas. Acham-se incommunicaves,
redando-so at na prisllo a entrada do ser-
ventes
O juiz de paz nomoou in continenti dnas
pessoas do seu tredo para proencherem o lugar
dos mesarios presos, u proseguio nos trabalhos,
calcando assim as mais terminantes disposres
la lei,
08 Srs. :
Dr. Joo Jos Pinto Jnior.
Dr. GyprtaM Penelon Guedos Alcoforado.
Dr. Antonio Jos da Costa Ribpiro.
Dr. Ernesto Carolino de Lima Sanios.
Joo Antonio de Souza Ribeiro Jnior.
Romualdo Alvos de Oliveira.
Amerieo Nulo de Mendonca.
Rarlholomeu Gnedes de Souza.
Joo Maria de Muraos Navarro.
Servirn como escrivaes, os Srs.:
O escrivo privativo do jury, loaquim Francisco
de Paula Estoves Clemente.
O escrivo interino do juiz municipal da segunda
vara, Antonio Joaqmm Pereira de Oliveira.
O escrivo do juiz municipal da primeira vara,
Joo Saraivade Araujo Galvao
O escrivo da delegacia ao 1. dislricto, Amaro de
Barros Corre i.
PERNAMBUCO.
Gommunicados.
As relaces do Estado Oriental com o Impe- e oeclarando-a em estado de sitio,
rio, runda que nao possam ser citadas como um Segundo a Confederaco do Rosario, ir e
mndello de boa inlelligencia, estamos mu dis-
tanles de conceder-lhes o grao de desaccordo
qne Ihea assignara os diarios apaixonados de
ambna os paitas.
" Temos confian-a na patriotismo dos Orientes
o m circumspecro dos Brasileiros para esperar
com fundamento que ho de arranjat-se do mo-
do o mais amigavcl as respectivas reclama-
Cees que se acliam pendentes; nao desco-
lorimos por nenhum dos dous lados interesse em
caminhar para um desaccordo, cmquanlo que
vemos por ambas as partes grandes convenien-
cias em rnanlor a cordialidade que sempre ho
desfrutado.
em
governo hespa-
iira o arranjo
reunir-se a convenco
A misso oriental
alala ; Buppunha-sc
lugar.
Ficava inslallida
Europa cnnlinuava ainda
mesmo que nao loria mais
a
commisso classificadora
dos ttulos de divida contra o estado e ern exer-
cicio de suas fuoccds, sob a presidencia do Sr.
X ivier Alvarez.
O governo conseguir
te que desde lempos remotos serve de palacio
do governo, o que se havia arrendado ao Sr. I).!
Francisco Hocquard na poca do sitio para al-i
tender-se, segundo refero a Prensa de Monlevi-
do, s nocessidados imperiosas da defeza da ci-'
dade.
A Ntco, tratando da futura reunin das ca-
marasdo Estado Oriental no auno prximo, as-i
Sgnala entre as varias questes econmicas
que iccm de occupa-las a da liiialisicao dos tra-
tados de commercio com o Brasil, sobre a qual
diz o seguale: Rerivcr o direito de extra-1
dirn de gados polas frontoiras, qun produzir
tima venda segura, rebaixaudo-o a 2 ou 3 reaes
por rabera ; porque tima prolongada experiencia
nos onsna que os 8 reaes que eslabeleceu a lei
de 2!) de Janeiro de 1829 nao lem serrido seniio
para defraudar os interesses fiscaes e estabelecer
em grande estila o ron'rabando.
A mesma folha referindo-se Repblica Irans-
creve um projeclo do decreto legislativo da c-
mara dos deputados do Paran, cojo art. Io dis-
pe :que lica autorisado o poder executivo pa-
ra contratar com os Srs. Barco & Irmos, como
procuradores de D. Joo Thomaz Linavona, o es-
labelecimento de phares no banco ingloz e na
illia dos Lobos.
< F.s-e documento, diz o citado jornal, parece
npoorypho ; o a nao ser assim, fra um alienta-
do contri a soberana territorial da repblica.
E esprobrando repblica o ter dado essa no-
ticia sem commenlarios accrescenta : Vos que
nao vos agilacs pela independencia e soberana
nacional seno quando o Brasil quem a ataca,
supponde por um momento que onde se le|
amaras de deputados do Rio de Janeiro, oj
Paranhos onde se le Laspiur. Oue vos pa-
recera, collega? Guardarieis silencio vendo o
Brasil legislar sobre o nosso territorio"?
D-nos o collega a sua opino, c late com
enrgico protesto de contribuir para que nos-
sa iba dos Lobos nao succeda o mesmo que de
Martm Garca.
liiclinamo-nos a cror com a ffaca qun o de-
creto qun se atlribtie s cmaras argotitias apo-
criplio, o que s enrolre urna autorisaeo de
auxilio que s podor ser levado a etl'eiio com
previo aesentimento do governo oriental ou do
aceordo com elle.
No dia 15 de agoslo levo lugar na capital urna
fpsia era celebratjao do natalicio de S. M. o Im-
perador dos Francozes, promovida pela popula-
rn franceza.
misso extraordinaria junto ao
nhol o Sr. Dr. Loque.
Foi enviado a lluenos-Ayres pelo governo ar-
gentino o Sr._Vlvaro Alrogary, encirregado da
comprados ojelos neeassarios para o
da casa era que tum de
ad hoc em Sania F.
Devia nslallar-se prximamente em Cordova
urna succursal do banco Man dirigida pelo Sr.
I.ossa, amigo gerente do banco do Rosario.
Do Paraguay nada ha do nolavel a mencionar.
Apenas observava-se um cominuo niovimcnto
de (ropas de Humailj capital, Irasladando-so
as forcas de um ponto a outro sem cossar.
Do Chile as ultimas noticias olcancam a 17 do
agosto prximo passado.
Valpiraizo soIlVeu um forte temporal nos das
I i, 15 o 16 daquellc mez. O Commercio des-
creve os otl'eitos desastrosos do furaco nos sc-
guinles termos : a Lanrando-se a vista para o
mar, o aspecto que apresentava nossa biha era
espantoso; navios arrojados praia, acuitados
pelas ondas furiosas, cincoenta lanchas fe'itas em
pedaces peta furia da tempestada, oito ou mais
chalupas viradas o destruidas, marinheiros afo-
, gados, o por lim a praia coberta de lodos esses
destroc? dos elementos, e
En Bolivia, diz o Nacional de Buenos-Ayres,
continuavam os aprestos bellicos.
Fallava-se do urna cruzada sobre Tacna, en-
cabezada por um Sr. Loza e vanos oulros of-
flclaes.
0 Dr. Lmares havia imposto urna conlribui-
co mensal de 3,000 pesos ao clero, c outra da
mesma somma aos propretarios e cramer-
ciantes.
A Imprenta publicar artigos violentos contra
o governo do Per.
REVISTA DIARIA-
Mr. Cambronne, emprezaro do serviro da lim-
peza das casas desta cidade, leudo regressado da
corle aoude fora para tratar de negocios tende-
les mesma empieza, recomeca os trabalhos da
inhumarn dos camos ; os quaes haviam sido in-
lerrompidos.
Foi no meado por decreto do Io desto mez
o Sr. Joo Goncalves da Silva para fiscal do No-
vo Raneo de Pernambuco.
O Sr. Manuel de Carvalho Pas dn Andra-
de foi prvido na serventa vitalicia de escrivo
do juzo especial do commercio desia cidade.
Fui habilitada a proTessors de nstruccio
primaria do curato da S, Leonor Carolina de Ve-
ras llorges Leal, a lim de percebe* as vanlagens
consagradas no art. 2(5 da lei regulamenlar da
instrueco publica n. 369.
Foi-lhe igualmente equiparado o ordenado
aquello dos actuaos professores, de conformidade
com o disposto na lei n. 429, art. 4".
Us professores do Cabo, Claudino Lopes
dos Sin tos Castello-Branco, da Encada, Miguel
Archanjo Pimentcl, e de Paralbe, Alesandrino
Ayres da Paixo, obliveram a concesso da gra-
liucacao do art. 26 da le supia referida n.
369.
Fui igualado o ordenado da prefessora dos
Afogados, Maria Coelho di Silva ao dos profes-
sores, conformo a le do 13 do junho de 1857.
De ordem de S. Exc. Rvma., boje s 9 ho-
ras em ponto da manha, celebra com toda a
Contra-holetim.
v
(14 DE SKTKHI1H0, HORAS po COSTCME).
Em lempo de guerra
Mentira como trra.
(Rifo popular.;
Nunca a opigrapho que tomamos levo lo in-
teira applicaco, como dola faz o Liberal de
boje !
E nos que ainda hontem pensavamos que o
o'go da ordem comtilncional tinha entrado
no carajnho da moderaco Nescios que so-
mos !
Dous furibundos arligos edidoraes, alm da
continuacu da extracto dos discursos dos alt-
metros da situaco, e mais o boletim eleiloral,
urna correspondencia do Sr. hachare! Teixeira. o
Alcanas palavras aaT. C.--1I0 tDia-
ria 4e l'eniamlmi'o, eereatfade-
t'isao do li'ilmnal da relaca, 411c
concodcu saltan par babeas-cor-
pas ao Dr. Teixeira.
Srs. redactores. Une os olios polticos nao
lem remoraos, disse-o em phrase muilo espiri-
tuosa Ndame de Stael, o que estes odios
se exereem qnasi sempre sem ron-ciencia, sem
moralidadr e sem criterio de juslica ou do ra-
zo prova-o ainda mais elocuentemente a artigo
communicadii inserto no seu Ihario do 13 do
correuie, sob a* iniciaos T. C no qual o carc-
ter e a reputeco publica dos respailareis magis-
trados, que compcm o tribunal da relaco dos-
la provincia, sao poslos ao alvo da mais' fria o
acritosa maledicencia, e vituperados por um mo
do insolifo, que felizmente delta mais A deplo-
rar a voriigorr, do sontim-'nlo poltico e o desvio
do communicanle, o sua monos iligna postgao
em tal assumpto. que odioso que improficua
me ite procurou fazer refleclir sobre aquellos ma-
gistrados, d'eulre cujos mimes apparoco ododes-
ombargador A. M. Guerra, que de parceria
com os seus collegas foi acnimado de anarehit-
la o inspriado por expanrocs de patriotagem,
o dse ter menos bem ha-vido pelas convenien-
cias da ordem publica, no fado de volar pela
concesso de soltura por ra de habtas-corpn* ao
Dr. .1. F. Teixeira.
O desembarga lor (uerra, porm, que j est
velho, ojiorlanlo menos gil o vigoroso para asu-
ras da imprensa pono Mea; o quetem demais disso
bastante cqnsciencia de sua gravilado ccircums-
poeco, c do amor que deve dignidade de sua
Pelo vapor Princesa) de Joinville, da carreira
do sul. temos datas do Porlo Alegre al 39 do
passado, do Rio-Grande at 1 o da Sania l'.alha-
rina at 3 do corrente.
Os jornaes que temos vista oceupam-sc de
objeetosde interesse puramente local.
O sonado hontem approvou em 3.a discusso
una proposico da cmara dos senhores deputa-
dos autorisaiido o governo a mandar matricular
om diversos annos das faculdados do imperio a
Jos Marciano da Silva Pontos e oulros.
Continuando a 3 discusso da lei do Orca-
racuto, oraram os Srs. viscondo de Jequilinho-
nha, presidente do consellioe Manoel.
Hontem nao houve sesso na cmara dos de-
putados por falta do numero legal.
Por decrelo de 4 do corrente :
Foi removido o chefe de-polica da provincia
de S. Paulo, Ludgero Goncalves di Silva, para o
mesmo cargo na do Rio de Janeiro.
Foi nomeado o juiz de direito Luiz Jos de
Sampaio para o cargo de chefe de polica da pro-
vincia de S. Paulo,
Por decrelo de 1 do corrente foi nomeaJo Joo
Gonealvas da Silva para fiscal do banco de Per-
nambuco.
DIARIO DE PERNAMBUCO-
O vapor Magdalena, entrujo hontem do Rio o
Cantou-se una missa solemne e Baha, trouxe-nos noticias da primeira al9e da
J'e-Denm na capella da Caridad?, disooslo pplo
encarrogadn de negocios de Franca, e aqoecon-
correu urna brilhanie reenio, no meio1 da qual
se distingua a marintu frnnoera.
A populaco italiana festojou igualmente as
noticias ltimamente alli chegadas ta Italia.
Ia-se construir um caes de ferro de gramlo la-
manho em Pnysandu, ultimo porlo de accesao
segunda at 12 do corrente.
As noticias da corle edo sol do imperio rao
transcriptas por extenso em outra parte.
fahia Lo-se no- Jornal da Tarde :
As noticias q.tip tivemos da vrlta dos Lences
alcanzara al 1& do corrente, o que de mais no-
torio al'i se passou at essa data foi o seguinte :
No dij 12, amanheceu alli morto cojn algii-
uma outra de um aililheiro, nosso cantrida, lu-
do i materia que enche as columnas pulicas bc para a nao desapreciar, sojeitando-a ao no-
do Liberal. O resto materia do costura => : ba-lsar o alternativas, de urna discusso jorna-
uha de cobra easaavet, [sendas do Pregui- lislica, sobre o modo poique proferir o en ro-
ca, licoes de eloquenci, pilulas depurativas, to, como magistrado em urna qu-slo do dorai-
|,,c- no do tribunal de juslica, de que lera a honra de
Em um 4os laes citados artigos de redaceo ha sor membro, c isto ain ta menos com um peno-
una remessa pra o Diario de um gusto e mo-' nagem que apenas so d a conhecor pelas ini-
deraco intcirameute da escola liberal. Sondo o ciaes T. C. nao oceupar por isso o terreno para
Liberal urna folha muito pura, limpa, moderada
e fidedigna, est claro que o Diario de Per ni al-
buco amis najenta, mais atquerosa mais
insultadora, mais mentirosa, mais anarchica
queso publica no imperio, e admira que o Sr.
Dr. Leilao da Cimba publique o sen expediente
solemnidade o cabido da cathedral de Olinda, o l '** lenrol que faz no/o I
aclo do levanlamenlo da interdiccao em que Q-| 0 expediente devia lor ido para o Liberal, que
Ihos degenerados da igreja fizeram cubrir a mes- ( toalha do cambraa de linho, como o prova a
ma catliedr.il repicando ao signil de reconci-
liada o passagem do Santssimo Sacramento do
Seminario pata a mesma todas as grojas da ci-
dade.
Hontem oportaram a esta cidade o Sr.
Martin Siraonsen, rabequista-solo du S. M. o ro
da Dinamarca, o sua esposa a Sea. Fanny Si-
monseo, cantora da imperial academia de msi-
ca de Pars.
Como j dissemos de outra vez, prelendem amado) andar ospallundo que os desembargado-
daraqui alanos concert?, sendo o primeiro des-res 1"e mediram a altura da siluaro, rio ser
sua lingiiagem de lodos os dias. E quem a duvi-
dar que lea o boletim de hojoacorra da fregue-
lia deS. Jos, para ver oque |ez essa horda in-
famo, miseravel, do selvagens guabin'is, que
causara nojo Parece linguagem das foi has do
Rio da Prala !
Mas o nojo que o faz
modo.
E a invenco de o Sr. Dr. Fenelon
vomitar por esse
o irmao
tes no dia 19 do corrente. para o qual convida-
mos a concurrencia dos dilettanti.
Passageiros do vapor inglez Magdalena,
vindo do Rio de Janeiro e porlos intermedios :
E. H. Branoali, sua sotihora, 1 ilha o 2 criados,
Richard Auslin, Dr. Manoel Enedino do Rogo
Vllenla; Joo Veira de Azevodo, Joaquini
Sarment de Vasconcollos c Castro, Martin Si-
munsen. sua souhora e 1 criado.
Segnio para Soiithamptot conduzinlo desle
portos passageiros seguimos: Edwin Ballin-
ger, Ilenry Noaker. Benjamn T. llarres. Rober-
to Dawing, John Myeis, David Clereland, John
Pearce. David Young.
Passageiros do Mata nacional Dous Irmos,
sabido para o Aracaly '. Nicolao Jos do Araujo
o 1 fmulo, Joao Lourenco de Araujo, Liberali-
no G. Correia e um fmulo, Francisco G. Leal,
Joo N. (tabello c 1 fmulo.
Hospital de caiuuahk. Existem 50 ho-
mens e 62 mulheres nacionaes; 6 homens es-
trangeiros, e 1 mulher escrava, total 119.
Na totalidadedos doeotes existem 37 aliena-
dos, sendo 30 mulheres e 7 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirur-
gio Pinto, s 6 horas e 3/4 da manha, pelo
Dr. Dornellas s 7 horas e 1/2 da manha e pe-
lo Dr. Firmo s 6 horas da larde de hontem.
Essa c da trra mesmo ; srt
foi modelo sobre as de Monte-
removidos ?.
delles ; nao
video.
Os bolelinistas asseguram que inlroduziram-se
na urna daquella fregupzia cdulas de mais. E o
que fizeram os seus que laaran) c ainda toinom
parte na mesa ? Ou foram conniventes, ou tolos.
Ou ento os bollinistos eslo enjoados sem ter
do que, e romilam somrazo
O cama rada artilheiro acha que somos um tos honrosos o fados de sua vida publica que o
grande mentiroso ; porque dissemos alzuma con- i poe muito superior ao conceilo do communicanle,
sa relalivameulo Olinda, que foi pelo Sr. Dr. o quer se o considere como magistrado, qnerco-
Silvioo Cavalcanli contrariada. Se quem una rao politice, verla o T. C. que durante urna longa
vez contradiclado, lica sendo mentiroso, os bolo- carreira de mais detrinta annos deservaos pres-
que arrastado.
Isto posto, o desembargador Guerra d um
hornera por si, e este mais moro e mais disposlo
vera, aparar os golpes desapiadados, que a po-
lica por seu orgo my*terioso lem armado-
contras seu velho pai, d'envolia com os seus col-
legas do tribunal da relaco; lando ainda a van-
tagenieste substituto do desembargador Guer-
rade nao ser suspeito ao T C. ou aquellos que
moven a sua peona, pois o sempre foi con-
servador, por amor dos principios, que nao dos
individuos, o como tal j lem sido por rezes hos-
lilisado pola imprensa liberal.
E esse homem o abaixo assignado, que fa-
zendo ao Sr. T. C. a devida venia, tem a honra
de acceilar com S. S. urna diseusslo sobre a con-
ducta do seu velho pai. a quem o Sr. T. C. om
seu furor baraleou os litlos de anarchica e ins-
pirado por sontioicnlos do patriotagem : E an-
tes de ludo o Sr. T. C. nos permitir licenca pa-
ra Ihe implorarmos nina osplicaco consentanca
da patarra patriotagem que a nsso ver carece
ser onxorlada de novo nos Lexicn com a su-
torldade, ebrevet d'incenlion do respeilavel phi-
iologo T. C.
Foilo osle breve reparo entremos na aprcriaco
da materia do communicado : Se o senlior T C.
procurasse sabor antes de linear a sua atra-bilis
sobre o desembargador Guerra, dos preceden-
CHROUICA^UJUICIARIA.
JURY DO RECITE.
4.a SESSO JUDICIAMA
PRESiDEJCIA DO SR. DR. JUIZ DE DIREITO WTER1SO
DA 2." VARA C.R1JILNAL.. HKICHO-
GE*ES SCRATES TAVARES DE VASC0itf.ElI.0S.
Advogado dos autores, o Sr. Dr. Cyprtano Fene-
lon Guedet Alcoforado.
Advogado do reo, o Sr.. Dr, Joao Jbs Pinto Jn-
nior.
tinistas e lodos quintos escrevem para o Liberal
era podo so quer levantar a eabeca : porque
lodos es dias esto spndo, nao s contradiciadus,
como solemnemente desmentidos.
J respondemos ao Sr. Dr. Silvino, e erpera-
raos em Dos, quo o futuro explicar os fados
de modo que nao Acaremos por mentirosos. Nao
da, pois, a cabera ao artilheiro no que loca
Olinda, onde a lula, segundo elle diz, entre
amigos do hontem.
E a proposito de Olinda :
l.ouvaveis sao as reflexdes que acerca dos
acotitocimcntos orcorridos na S, tem feito o Sr.
conego Joo^Chrisosiomo. cuja dor pelo crime
commellido *ni casa doSeXHOU, no lemplo que
alegrava acidado das colinas, propria de um
sacerdote virtuoso, de um ministro dessa reli-
gio de paz o de mansido. irazida o pregada por
Ain ki.li. pie. derramando oseiisanguc na Cruz
para remir a humanidade, impoz sua Igreja o
horror ao sangue.
Como filho penitente que somos dessa Igreja,
apreciamos o ptoeeder doSr. conego, e nao te-
mos para olle se nao palavras de vencracao, tan-
to mais quanto o estigma que S. Rvm," langa so-
bre os reprobros, qne assim profanam os tem-
plos, fica ainla a qum da grovitJade do crime
por elles commettido.
lados ao paiz rom a maior dedicaco pola ino-
narehia o pola causa publica, o desembargador
Guerra lem a este titulo valioso adquirido um
nome respeilado, conhecido em todo o imperio,
como se pode dize-lo sem receio de pastar por
exagorado ou immodeslo, e como mo;mo se po-
derla toslemunha-lo por documentos os mais
honrososdo punho dos Paran?, dos Feijs, dos
Andradas, e oulros vullos respetlavois do paiz
com quera servio e militou, como poltico c- ma-
gistrado ; e que sao valiosas garantas (que talvez
o T. C. nunca lenha a venurs de um dia poder
exihir) de que o desembargador Guerra j conla
um nome que nao est por fazer, cujo mrito
a maledicencia de T. C. jamis podor attingir,
ou doturpar ; e so o T. C. fosse mais prudente,
e escrevesse com mais reflexo, e nao nicamen-
te inspirado por um despeito atroz por ver-se
contrariado era seus actos, ou em suas vistas po-
lticas, mas por forra da lei e da justica, cerla-
mentn nao loria o mesmo T. C. chegado ao exces-
so de enchorgar no voto do desembargador Guer-
ra jurdicamente motivado, o:erca do habeas cor-
pus do Dr. Teixeira sentimentos de palriotagem
e de anarchio, peni qualquer outr incentivo de
menos gravidade, ou menos proprio de seu ca-
rcter.
Tara conhecor porm o procedimenlo e as ia-
lencors do Lt. liradas a hmpo de toda inter-
pretarlo marina nao ser mister maisdoque urna
analyse brere da incoherencia de seus pensamen-
tos e das centradrecps palmares de que se eirou
o comniunicado a que se alinde.
Em yerdade o T. C. que lano se magnnn com
o provimento do habeas Corpus do Dr. Teixeira
que mereci'ii-lhe a honra de ura artigo de im-
pugnado e o mesmo que maravilhou-nss com a
coiifisso e recouhecimento da logalidade. e pro-
cedencia jurdica no accordao que deu provimen-
to ao referido habeas coipus, e que burilon nesle
periodo Nao censuraremos a concesso de ha-
beos corpas polo tribunal da relaco ao Dr. Tei-
xeira o que importa corla, e muilo lgicamente
por parte do communicanle a conrieco crece-
nheciraenlo explcito de que a jurisprudencia do
accordao que concedeu soltura a aquello Dr. su-
perior a loda censura, seuo mesmo a censura
da mi vontade, e do despotto poltico !
Mas a despeito doste reconherimonto lentou
anda o communicaMe e cora urna incoherencia
que faria vergenha a oro discpulo de logice, cen-
surar asiipposla inconveniencia da discusso* que
leve lugar na occasio do julgamonlo daquolle
recurso, censura esta que para por om claro sua
lneptdo. nao entrn na especficacao dos tactos
que constituirn) essa inconveniencia argida se-
no que canlelosamei.ie se abstrahio e dispensou
dessa analyse e prova ; o fallando de lal incon-
veniencia smenlo em retacan aos Exms. Srs. de-
zembargadores I). Francisco e Silva Gomos dei-
xou entrointo que em todo corpo do artigo res-
ralasse, e riesao de-permeio n nomo do dozeui-
bargador Guerra de quem se nao arge alli anda
que imaginariamente, como a respeilo de sous
coliegas, futirou censa alguna, que dsse lugar
a censura, que naquelles termo? vagos e austra-
les se Ihe fez no intento de desaria-lo peranle a
imprensa o o paiz.
De foilo, se os nicos nbjerlos de censura nes-
se assumpto oro sem duvida o vol para a con-
cesso do habeas-eorpus, e a supposta inconve-
niencia de linguagem da discusso, e se do onlra
sorto foi pelo communicanle reronhorida a pro-
cedencia legal da CMKessio] do hibeas-corpus,
e quanto ao segundo objerlo de censura a cons-
ciencia do communicanle tove um intervallo lu-
cido de respeilo verdad para nao envolver
nesse periodo o nomo, do desembargador Guerra,
qual 6 o motivo de censura, porque se raelluu d
permeio o seu nome para alcunha-lo com os ou-
lros sous collegas de anarchisia, e predominado
de patriotagem ? E' a quinta ossemia do despeito
e da maledicencia Mas nao admira tanto des-
eommodimenlo a respeite do dcscrabaigador
Guerra, quando a prerogaliva do iiiviolabihdade
la Gorda foi gravemente desrespoilada nesses
estylo zombeleiro e faceto, e^e vio o T. C.
com toda a galhardia a lancar sarcesmos e iro-
nas sobre a estabilidade do throno e da coroa !
E quer o T. C. que son lgica desvairad., e
fteu despeito para com o dozemhargador Guerra
0 seus cologas so pozesso em relevo de modo
mais formal, o mais deshonesto ? !
Pois de urna discusso publica de que so podo
tomaros dados e argumentos, c que se pretende
constituir de anrquica, e inspirada de palrio-
tagem nao houve um s specimen, um s argu-
mento, urna s phrase que oxeinplificassem, e ca-
ratensassom essa linguagem desordenada e desa-
sabrida que se inculca ter precedido a deciso do
habeas corpas !
Nao nos admira que seja profundo o desgosto
e mesmo o desapontamento do Sr. Dr. chefe de
pollcia por ver contrariado um seu acto, cuja
jurisprudenciareputa impeccavcl; esse senti-
menio natural, o del le lem havido om lodosos
tempes nmeros esemplos:0 pyrrhorrisreo ou
a exageraco da mriolablidade das opimoes
lem Chegado mesmo a excessos om homens alias
notareis; o grande jurisconsulto du Moulin
cuznnminado o Papiniauo Ganloz diz se que es-
creria em frente de suas consultas esta formula
perfectamente extravagante, /." que nao cedo
de minhas opimoes pelo de pettoa aionma ea
ijuem ninguem poder adiuntar ou entinar cou-
zo alguma etc : Tambera o poeta du Perrier,
que vivera no senil,. XVII oscrevoo : Smeulc
os loncos drixaro de apreciar os meus versos : >
E alguem Ihe responden entretanto espirilnosa-
1 mente com esta sentenra do Silomn. Onu-
mero do laucos infinito Nao laromos a?-
pliiar.io da parbola mais parece-nos que com-
qu .uto no Sr Dr. chefe de polica fosse monos
censnrarel essa resistencia de pyrrhonismo e no
no sentido de suas opiuide, todava, discreto co-
mo o jiilgamos nao seria olla quem authorgaria
qualquer T.C com fciresdo alter ego para lanzar
sobre os doze bargadores que concodoram a
babeas Corpus ao Sr. Teixeira a perrina que ce
deu a estampa no Diario de 13 do corrente :
Por assim ora cromos cmquanlo os fados o nao o
mostraren) de modo diverso.
A proposito pois dessa falsa da que nutro
; 0 T. C. acerca da influencia benficada juslica
dos tiibiinacs, em relaco sorte da ordem p-
blica e por isso que nao ssuppomos, inspirado por
alguem de melliores opinesque o Sr. Deifor-
oes.philosopno o publicista, que ora temos vista
pass iremos a remellar aoT C. para a leitura do
I seguinte periodo
v Se ha um meio pr/ilico e seguro de acalmar
! as irritaedes iiv,a.\s_ de fazer reinar a concordia
nos oslados o de cimentar a paz no seio du.-
jnaro,'s: 6 cerl.ment a do fazer dcslribuir
i <.( inteira justica a todos: E' a esta que incumbe
o dover do fazer manlor c reinar um porfolio
i equilibrio entro os diroilos o os deveres, e de
< defondel-os o anparal-os dos exIWcos iudiri-
| dnaes, que tenderen a romper os sous lacea, e
a fazer dosse modo sentir a lodos as vanlagens
i que olla proporciona a vida social. Nom n
habilidade nom a (urca satisfaran as necessi-
dados dosse papel diUil EX^pois ollas nao
< ten om seu abono como acontece com a mde-
(ectirol justica deslrihulirao dom de porsua-
dirde se fazer approrar pola razo relleclida
i o calma.3, palos dictamos da conscicniia. A
juslica perfeita ganha e iniorossa lodos os
coracqs excepto aquolles que lem motivos
para dosgoslal-a
Este pensannto lem n verdade se acha sleroolypada no eslylo e ideas
Ido communicado que aqui se aprecia !
Pois o T. C. que lano temo do dispretigio
dessa auloridado singular, que ello o proprio a
I reconhecer que exorhilou da esphera da lei na
I pri/.o do Dr. Teixeira [admiliudo a procedencia
i legal do /iaiicis-cor/:u) nao teme tambem. e com
, melhor fundamento polo disprestigio do um tri-
bunal superior das jnsticas de paiz, que a pre-
1 posto, o constituido como egide das liberdados
publicas do cidado. para nao arrastal-o para
I arena peridica, e disprestigia"-o como procurou
fazer nesle communicado que deu a estampa?
Pois lmente a polica que garanto e ordem
j publica o a inviolabildade dos direilos mais
precioso? do cidado ?
Cromos que o T C. sabe qne o poder judiciario
| nao tem a facuidad.! de dispeuc.ar no direito
escripia; que quando se trata de decidir da D-
i berdade'de um cid i lio que est eni constrangi-
| monto nao a occasio em que um tribunal res-
! petavel deve dispensar complacencias e atten-
j (oes para com a autoridade em disfavor do opri-
mido ; isto seria aiililheso da juslica.
Emende o T. C. que a opino jurdica emit-
i tida polo desembargodor Guerra, de que nao jul-
i gava admissivcl jtirdiramcnte a asserco do Sr.
1 Dr chefe de pnlia quando considerara ajonta-
menlo lucilo a rounio do povo no adro de uina
matriz para exercer seu direito poltico de votar
i na eleicao do juizes de paz e veriadorps?
Soria por ventura dosta proposito, que os
| olhos disvairados de T. C. viram disprenderem-
?> esses meteoros de anarchia, essas faiscas de
' patriotagem ?
Quanto a ameaca que envolco no proverbio ci-
liado no seuperiodo final, permllla-uos o T. C. que
: a julgucmos verdaderamente digna de compia-
I*-
Esperamos que o T. C. reconsidere a injusticia
! do suas asserces. sua falta absoluta do fundk-
1 ment, o o dasvio nolavel de sua linguagem, que
! os mesmos enlhusiasmos, c emocoesdu momen-
to nao justificara ; com o que nos dispensar de
voltar carga, contentando-nos em terminar es-
las lnhes com o pensamento do pico por-
tugiiez :
Muilo pode o furor no peto humano.
Rocife 13 de selembro de 1860.
Dr. Manoel Mareira Guerra.
Correspondencias.
OccoiTcncias d'OIada.
Quando urna loeahdadc qualquer acha-se a bra-
Cos com a anarchia e os seus habitantes sob a
'. presao a mais horrivel, sem mesmo saberem qual
' o dosfeche que trar tal estado, qual nao a a-
; legria e o prazer quando um braceo forte c etior-
gico salva do eminente pengo a essa afilela po-
pularlo ?!
Em tal altilirde achaa-se a bella OlinJa nos
primeiro? dias da votarao para juizes de paz eca-
maristas.
-rr
-v ::

ILEGVEL


(^
Os das 7. 8 c 9 foram asss aterradores para os
pa:icos habitantes d'alli o ludo dHiunciava que
mais ltrde ou mis cedo os hortfens que se cha-
mam Iiberacs prelendiam por em execucau os
seus nefandos planos contra aquclles que so Ihes
pcdiam ordem, bem como as autoridades. .Mas
esss nao se acharanr com forca bstanle para
restabelece-la, ou antes nao lhc "fazia islo corita,
por quanlo o proprto delegado era um dos seus
candidatos cmara municipal o o subdelegado
amfguissimo desie, em cuja casa vivia.
F.rn vista de taes relaeoes que comanla poda-
se ler com taes autoridades e quanuo anda ou-
vimosl dizer para a populaba :nao se as-
suslem, eslou rom vosseis; vosseis esio garan-
tidos?! Ora q.iem cora tacs predisposices poli-
ciaes nao se havia de assustar, urna vez que as
cousas eorriam assim c sem nenhuma
Hecebeiluria de rvudus intentan
eraes de Pemambueo
rtendimentododiala 13. 9:35605
dem do da t....... 1:UJ)95514
MARIO DE PERNAMBUCO. SABBAO 15 DE SETEMBRO DE 4860.
10:4518119
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a la. 43:1498076
..... 386j>319
dem do dia 14.
43:565J395
Movioiento do porto.
desmedidas fortes e convenientes da parle dosss
autoridades subalternas?
Assim eorriam os negocios devisando-se nos
semblantes da gente da ordera um pnico cnex-
Pnmiv>l. por ,sso ,,ll0 nl0 seac|,,ivarn cni ,laja
garantidos pela utoridade publica, quando ao
Principiar os trabalhos eleiloraes na calhedral no
da subsequente aquclles, cstourou o sou nefan-
do plano. Achava-se naquolle traballio parochial
o bem condecido Joo Paulo capitaneando aquel-
la sua gente a que elles chamam liberaos, tendo
por seus cliefes de brigada os celebres Chiisto Leal
e um tal Nascimento, que dizem ter sido major
dos revoltosos em oulros lempos e a quem atilda
llio dao este posto. Infelizmente para illes acha-
yam-se tarobooi presentes naquelle Irabalbo o
Dr. Silvino Cavalcanti com o seu inexperto irtnao
IMevao.
Erara 11 horas ou meio dia d'nquelle dia quan-
do liiialineiito arrebenlou a obra premeditada.
Jmmedialamente ergueram-sc os cceles
libaos, o eis que
combato rendido
llag-
Afano entrado no dia 14.
esperanca Rio de Janeiro e Babia6 das, vapor inglH
lena, commandanle Wolward.
Navios sahidos no mesmo dia.
AracalyHiale nacional Doug Irmos, capilao
Salao do Apollo.
Sabbado, 15 do correte,
As 8 horas da mi te
Era beueficio do artista M. Ferreira
Franca.
O benefloiado desojando* satisfacer os pessoas \
que nesle dia o prolcgcrcm, cm tudo quanlo es- '
liver da sua p*rlc. para que o espectculo soja
pomposo, aceilou o oTerecimenlo de um sen ami-
go particular que neste dia dir urna academia
de pbysica-rbimiea, cun programma das suas
sones escolbidas se acha no lugir competente.
O salao ser decorado do novo ao goMo de
de amigos do beneficiado que para este Qm Ihe
dispensaran a sua protocolo
Alem do bailo do cosime a bail mir.i.] lo-
Joaquim Jos da Mlve.ra, carga dierenles ge- cara escoltada, pecas de msica em obsequio
ao beneficiado, e os intervallos serao preenchi-
dos pela forma seguinte :
Primeira parte.
quadro Baile Volleios sobre a corda
A frigldeirn no chapeo. ---------
A dmso d'sgua e vinho.
Os bilhetes acham-se venda no bilheteiro do
mesmo ealao desde as 9 horas da manhaa des-
SO (J i a.
Entrada 200O.
O boiquira ser servido com comidas e bebidas.
THEATRO
DE
PB
da
eros.
PhiladclphiaBirca americana
William Ilard, carga assucar.
c; ce ^ te o i
p. I
.mao, capilao
Borai
n

I
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tmosphera.
Direcao.
P5
39
Intensidade
c os pll-
vinios tudo cnvollo cm um
e mortfero, gritaras infer-
naos, insultos e desaforos de toda a casta, e
nao foi genio depois de lempo avancado que se
amainaram os espirito* c os nimos. E qual foi
a consequencia de um tal tumulto e deseorea-
niento das inassas, fui o dcixarem alguns 5 ou 6
lcridos, alem de multa bordoada vellia e de boro
calibre, e onde tudo islo, oh! meus Deas, na ca-
sa do Scnbor 1 ionesselvagens e barbaros!..
Em laes emergencias nos ochavamos quando
um braco OIte nos foi enviado pelo presidente
da provincia, para o iim de fazer mantera ordem
e a tranquillidade pnblica.
_ Esto brago foi o do benemrito c valente capi-
lao Buiitv do 10 batalhao de primeira linlia
Apenas este capilao pisn em Olinda, tudo se mu-
dou, mudoram-se as sccnns, restabeleceu-se a
ordem a tranquillidade e a garanta publica.
Na mesina noite de sua ebegada entendendo
elle elle; dever revistar e correr agente que se
ochava agrpala no adro da igreja em S. Pedro
e da da S, que all eslavam para o lim de vigiar
a donzella urna eleiloral, resultou de tal servico
apanhar ieixesde enormes catetes c sipopao.com
alguinas laceas dos de um irnmenso gnipu viudos ,
de torras de Paulista, como se semeThaole appa- i
ralo losse necessario guarda da urna, a menos
que nao fosse para mui de proposito fazer nial, e
quaado taes apprehensdes se davam, e os rceles
eram lomado*, houveram alguns dos de barba e!
bigodcs perneados que esclamasscni, oh! j or-'
dem de se lomar cceles etc.? pois disto nao o
sabamos, por isso que at agora se nao fazia as-
assim ? ao que houve quem respoodesse. p..is ;
Oque sabendo que laesotdenscxis'.em e ho de
existir d'ora avante e que se oulr'ora se n.io pro-i
Al Da a que se nao audasse com laes instrumen-
tos, queixem-se da fruuxidao das autoridades
transadas.
I.ouvoies pois e agradecimenlo a energa do
bravo capilao Buriiy, em noiic dos bous e pacili-
os habitantes d'Olinda, por Idos ter restabelecido
a ordem, tranquillidade e confianza publica, da
qual conlinuaiemos agozar urna vez que lermi-
nou-se a causado um tal procedimento, procedi-
mento tao prejudicial quao descoiweniente ao
socego c a iramiuillidade de que tanto e tanto
carecemos, porque s com taes elementos que
conseguir-sc-ha os lilis a que agente se propoo
o nio com disturbios o afronta de todo o ge-
nero.
Terminan.m-so pois os trabalhos eleiloraes de
Olinda vencondo in lotum os amigos do Sr. ba-
rio da Vera Cruz.
O espectador.
Publicacoes a pedido.
Nestes ltimos das deslribuio-so pelos cida-
daos volantes da freguezia de Santo Antonio a
circular irifra, cuja publicacao nos 6 pedida.
CIRCULA U.
A comroistao abaxo asignada, convida a V.
S. para que vi dar o seu voto para juizes de paz
e veresdores, nu matriz de Santo Antonio, aos
cidsdaoa conservadores, alliados sinceros e de-
nodados do govorno.
A elei;ao desla freguezia, tem sido a mais dis-
putada, por sor a localidade em que est a sede
do govorno, o maior numero de negociantes e in-
dustriosos, de empregados pblicos, homens de
leltras, mlicos advogados, etc., ele. Se antes do
da 7 de selembro, j haviamos pedido uniao e
loaldadc ; hojn maioria de razio apparece para
que omproguemos lodos os esforzse dcdic3cao
pelo liiumpho da causa da legalldade, edosvr-
dadeiros principies governalivos.
A opposQao quer rencer por moos desarra-
zoados- contra a maioria da quaUflcac&o que c
nossa, contra a maioria da mesa qu adhere a
generosa poltica do governo actual, eroprega
ella a imposiraa da soberana popular, que con-
sidera superior ludo, le, s maiorlas referi-
das, e i oxcollenoia dos principios que seguimos.
Nao deixe V. S. ficar-se em casa e no indifieren-
lsnvo poltico, porque enlao cava a sua ruina :
carra matriz lirme em suos antigs conviccocs.
A autoridade a nossa garanta : e para nos, e
para lodos o principio da aulordade a ban-
deira mais explendida e magnifica que temos
abracado, com a qual temos vivido na paz e
prosperidad?, c pela qual devemos morrer.
Confiamos que V. S. concurren! cfTicazmrnlc
por si e por intermedio dos seus amigos para o I
triumpho legal das urnas.
Deus guarde a V. s. Freguezia de Sanio Anlo- i
nio, 11 de selembro de 186U.
Angelo Henrique da Silva.
Antonio Bernardo Quinteiro.
Jesuino Ferreira da S.lva.
Joaquim Antonio Carneiio.
Claudino Binicio Machado.
Firmino Jos de Oliveira.
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o terral e
A noile clara, vento SE. veio para
assim amarillecen.
_ OSCILLAQAO DA MAIl.
Baixamar as 8 h 6" da manhaa, altura O 75 p
I reamar as 2 h 18' da tarde, altura 6.90 p
Observatorio doarsena
lemliro de 1860
1-
frouxa, pelo joven Joo Ferreira.
2. quadro.Baile.Exerclcios de trapezio des-
de o 1. at o ullimo.
3. quadro.Baile.Lula indianna, por loda a
companhia.
4. quadro.Bailc.-Dfcullosos grupos sobre
oseadas preparados c ensaados polo beneficiado
para estedia.
Segunda parte.
Plivsica-eliimica.
PRIMEIRA PARTE.
As rnoedas multiplicadas.
O sacco da Malicia,
A garrafa transparente.
O liro do passarn.
A ii.urda no lenco.
O tiro da prenda"
SEGUNDA PARTE.
O espolho lelegrapbico.
O telegrapho das carias.
O liro do diabo,
O lenco e a laranja.
Os bonocos baila rinos.
demarinha 14 de
VlKBAS J'INIOB.
SABBADO. 15 DE SETEMBRO DE 1860.
!ocledade dramatiea debaixo
direc^ao do actor ( arvaIho.
Logo que o Exm. Sr. presidente da provincia
se oignar comparecer na tribuna, os Srs nro-
fessores da orchestra executarao urna escolhida
ouvenura e dar principio o espectculo
(A pedido de moilas pessoas)
o drama em tres actos :
JOS VELHACO
ou
O ALIADOR DtESCRiVATURA
oKANCA.
MEIRINHO EAPQBRE.
Terminar o espectculo com a jocosa come-
dia em um acto :
LEILO
SaMado i 5 do correle
O agente Pinto autorlsado por amu
poa que retira-se para aEuroPa, fa-
ra le.laodeumacaixa com 12 cartees
TZ h0KeJ C, Ve$!d0S de tafcta' Preto,
.com babados bordados a retrez c 3 ca-
xas com 108 cl-apeos de palhacliinezes,
osquaes terSo vendidos por precos com-
modos, em seu armazem ra da C.uz
n. ol. Principiara' as 11 ho
)ras.
Avisos diversos.
Altenco.
Na qual loraarao parle de Manoelinho o ador
(.arvalho. afim de mais sal.sfzer o respeitavel
co.de quem a companhia espera lodo oau-
se-
Editaes.
Pela secroiaria do governo se faz publico
que os despachos proferidos pelo Exm. Sr. mi-
nistro r>a juslica ern requorimenlos de parles des-
la provincia sao os constantes da relacao abaixo
lalas. '
3 Hanoel Concalves Ferreira c Silva objec-
lo) oflirip de juslica (despacho nao ha
que referir.
1 i Belarroino Firmino BezejN de Mello (ob-
jeclo) ofDcio de juslica (despaclft) in-
deferido.
31 Mannol Polycarpo Moreira do Azovcdo
(ol.jecto) officio de juslica (despacho) pre-
jiidicado. "
31 Hanoel Joiquim da Silva Ribeiro [obiec-
Io^oITicio de Justina despacho) pieiudi-
cado. '
31 Francisco Jos de Olivera Jnior (obiec-
lolofficio de jusiicj (despacho) prejdi-
cado. '
Joo Ferreira Vilclla (objecto) ofllciode.
jusliga [despacho] prejodicado.
Uercolano Duarte da Miranda Henrique
(objeclo) ofllcio de juslica (despacho) pre-
judicado.
Horario de Gusnio Coelho (objeclo) olTi-
cio de juslica (despacho) prejudicado.
Belarmino dos Santos Bulcao (objeclo1
olHcio de juslica (despacho) prejudicado'.
d- Tilo Fiock Ftomario (objeclo) oIBcio
jostiya ,'despacho) prejudicado.
2 Patricio Jos da Costa Lima (objeclo)
quena (despacho) use dos meios ordi-
narios.
2 Hanoel Thomolco Beierra
que Maranhao (objecto
use dos meios ordinarios
Gervasio Eugenio Simos (objeclo) ofll-
ciode juslica despacho) indeferido" por
nao ser ofTicio de juslica.
Antonio Lourenco de Xlbuquorquo Coe-
lho (objeclo) olicio de jusIqi (despacho)
indeferido por nao ser ofllcio de juslica
Recrelana do governo de Pernambuco 14 de
selembro de 1860.O serrelario do governo,
Joso Rodrigues Chaves.
Pelo commando das armas so faz publico
o ofTicio abaixo Iransciipto, para que do seu con-
teudotonba sciencia o inleressado.
THEATRO DE S. ISABEL
LRICA DE GJIARINANGELI
A. W, Osborn retratista americano annuncia
no respeitavel publico desla cidade que elle aca-
^ bs de receber dos Estados-Unidos da America
um explendido sorlimenlode molduras redondas
! douradas de lodos as dimensOes, caixas para re-
; tratos fazen ja muito fina, assim como recebeu
i un bello sortimenlo de casoletas de ouro e alfi-
I netes de dilo obra prima expressamenle para re-
tratos. A. \V. Osborn apro'eita esla aprazivel
opporlunidade para informar ae publico que elle
est resolvido a dar liccoes da sua arlo em lodos
os seus ramo?, assim corno tem para vendt-r um
.. .... completo sortimenlo chimico e outros aparatos
sendo al o da 20 do correni *r,UflwS**. lst0 Pr0I," P'lr<1 as P^sons que professam a sua arle,
u trrenle. Mr Osborn t.lmlvm lira retratos em cartes de
Allia de leite ^.ti*"! P3pel .^."P Por prego muito
se de urna am, d Te le Lo ou mes *?*&* ^^ ^
TJS"aAa- qUe tenha '-1 conducta quemare-
tnder, dinja-se a ra do Pires siiio P n
para o Com-lor do BUpo. q ,e "**'
HOSPITAL
PORTUGUEZ DE BENEFICENCIA
Eli
Pernambuco.
u ar. inesoure.ro das lo.erias manda fazer p,
bheo que se acham venda todos os dias no es-
encia nesu cidade.eomo deter- ; cr.ploro das mesmas loierias na ra do Impera-
estatutos respectivos, a junla dor n 36,c as casas commissionaflas pelo mesmo
. .ine aos senhores socios do Sr. thesoureiro na orara da Independa n til
SE.*.?^ "."1" l""ic nal. rija d
O Sr. ili.. 3r. i.. das loteras
lilil
feira ig'dTboaa "^ arlS,a!' eSPeClaCU' annU,,Cad ^ b* fica ****> P- ^ IB
*
ivisos martimos.
.Aracaly.
At o ITm da presente semana seguir imprete- I 2a
rivelmenle o hiato Duvidoaa ; para o rstanle '
da carga, traa-se com Gurgei Irmaos
cnptorio, ra da Cadeia do Recife
i il.r n 1Q f
dar n. 28.
em seu es-
primeiro an-
Aracaty.
Para este porlo seguir brevemonle o hiato
. 'I-.xhalacao ; para o restante da carga, lnla-se
;cm(,urgel Irmos, ra da Cadeia do Recife n.
primeiro andar.
Briguc nacional Veloz.
Freta-sc para qualqner parle : a tratar com os
consignatarios Azevedo& Mondes no seu escrip-
torio ra da Cruz n. 1.
mesmo sanio e a humanitaria instituico, que
tanui utilidade presta familia portugulva resi-
dente nesU hosp.taleira cidade. O estabeleci-
men.oachar-sehaa irlo e franco aos visitan^
e d is
patrono S. Joao do lieos.
Recife 12 de selembro de 1&60
Hanoel Ribeiro Basio?,
1." secrelario.
idpsdeas9 horas da manhaa atol da arde
| U8da noite, em que Andar a ladainha d
pn-
Ama.
31
31
31
31
de
de Albuqucr-
qucixa (despacho)
COMPANHA PBBNAHBUCANA
DE
o costeira a vapor
O vapor Persinunga, commandanle I
Joaquim Lobato, segu para os portos do sul de
dia 20 do correnle as 5 horas da
Procisa-se de urna ama boa cozinheira para
casa de pouca familia (solleiro) na ra do \-no-
m n. jo se dir quem precisa.
O abaixo assignado faz publico para conho-
cimento do corpo do eommereio que tem justo e
contratado vender ao Sr. Custodio Coliseo Pereira
Jniora sua taberna da roa das Cruzee'n
alguem se julgar com direiio
gocio, 83p*reca na meima ihnrnr' .'..'.'.?. "~:. i
10
10
sua escala no
larde recebe carga ale o dia
encominendas e dinheiro al
sbila. 0 expediente do esrri
s 3 horas da larde. Nao se
passagem sem que na respectiva p
depositado o competente passaporte
geiros que na forma da le nao
Terca forra 18 do comente.
Por despacho do IIIm. Sr. Dr.
especial do eommereio
19 ao meio dia,; to dos depositarios da raassa fallida de
VJZ 2?JJ-.ntl.' pic,,eco ageBte Ca-
f dar bilheies doima,folara le,lao da arma cao e mais
sua conducta :
21 : se Paraizo n. 16.
a impedir este ne- i
aip*reca na musmi taberna, ou anmincie
-prazode.resdias: Recife 12 de selembro de Na rindo Cl,,po
Joao-Goncalves. al",xo m,,""'"'" <-'*
Irecisa-se alugar um moleque" para urna
casa estrangeira, que sirva para todo o servico
na ra da f.ruzn. 17.
Um rapaz brasileiro de 1 i annos de idade
Uiz q.ie escreve bem, e de excellenle conduela da"
e a requprimen- 3v!..."*?f.\fn9"'8e ""recn para caixeiro
moz. d0 corrcnle
Thesouraria das loteras 23 de agosto de 1SC0
0 cscnvo, J. M. da Cruz.
Precisa-se de urna ama para tra-
tar de dous meninos que andam na es-
cola, poremq.ie saiba lavar e engom-
mar para tratar da roupa dos mesmos:
na ra da Madre de Dos n. 36,
metro andar.
0 abaxo assignado declara que nao pas-a
cousa alguma, que os escravos da "sua casa vio
buscar qualqner loja ou taberna, uma ve/ que
nao levem penhor ou bilhele do mesmo abaixo
asssignado. Recite 13 de selembro de 1860.
Cerrasio Gonfalca da Silia.
Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro de 12a!8annos
tenha pralica de taberna e qued fiador i
a tratar na Iravessa do paleo do
i\l(ii(a altenco
Antonio Joa-
n. 3 dsoja-se fallar aos
a negocio do sou inleressc :
.uim dos Santos Maia. Bernardino L.
terrena Loureiro. Luiz Gama, Julio Cesar Fer-
reira do Aguiar, Jos Joaquim de Oliveira Cam-
pos. Francisco Jos Rodiigoes dos Santos Ha-
noel Lopes dos Res, Sabino Jos de Almeid'a
de quaiqueresiabecimento.ou escriptorio de qual
quer senhor ajvogado ou escrivo. Tem alguns
principios de preparatorios, os quaes
sem elle.
Escriptorio da companhia 13
1860.
aos
podem
muito con-
correrao para aperfeicoar alguma intclligencia.
fique gneros da taberna sita na Vua Imi^ \ri? dS PSla,,eler""en,S ,i'h-r''
passa-|ria| na esquinada travessa do Lima as
Precisa-se saber onde existe Domingos Mon-
leiro de Souza. flho de Manuel Monleiro de Sou-
7.3 e Rosa Ferreira, do Porlo, o qual veio para
esta cidade ha 3 anuos, pouco miisou menos no
briaue Trovador: ao dilo Sr. Domingos ou a
viajar;
d.54.
rija-se ra de Ilorlas | *J^ttSl!' ^ "*
de selembro de
1 seccJo.Quarlel general do exercilo na cor-
le, 20 do agosio de 1860-Illm. Sr.Uavenoo
iNicacio Jos da Silva pedido perdo da desercao
que diz ter commellido em 1816. foi declarado
cm aviso do ministerio da guerra de 1 i do cor-
renle mez, que, se o snppicante aproveitando-
se do indulto concedido aos desertores se apre-
sentar autoridade competente, e depois reque-
rer baixa do seivico provando os motivos que ora
allega, cnle o gocrno imperial lomar sua pre-
icncao na considoraQo que merecer: o que >
Exc. o Sr. lenle general barao de Suruhy aju-
-lanle general do exercilo. manda comniunicar a
V. S. alim de que Ih'o faca constar no caso de
existir nossa provincia osse individuo
Dos guarde a V. S. Illm. Sr. coronel Jos \n-
Innio da Fonsera Galvao, commandanle das
mas na provincia de Pernambuco.
Fiedcrico Carneiro de Campos,
lado interino do ajudanle general.
O major secretario.Francisco Camello Pessoa
lacerda.
i Para o Porlo tem a sahir al o fim do me;
o tingue ir de passacem, para o que lem excellenles com-
modos, dinja-seao consignatario, na ra da Ca-
deia do Recife, escriptorio de Manoel Joainim
Ramos
11 horas em ponto.
Precisa-se fal
n. 27, escriptorio, ou
lar ao Sr. Jos Cuperlino dos 16, quarlo anda
Santos \ieira, nesta typographia.
Laboratorio de lavagem.
Este estabr
Um predio.
Belecimenlo que comecou a funecio-
; nar na casa de banlios do palea do Carmo, vai ser
transferido no dia 15 do correnle para o sitio dos
Buntiana errada do Arraia!.
| A excellenle sgua crreme c o espaco que all
lia, permitlindo que se eleve o numer dos con-
crrenles, previno-se as pessoas que esperavam
, por esta transferencia, que podem mandar as
: suas roupaa para screm lavadas, embora nao le-
nham anda cbeg.,dn as maiores machinas mov-
das a vapor, que satisfarn or.tao completamente
as necessidades desta capital e seos arrabaldes
;a de banhos continuar a ser o doposilo ge^
roga-se o
ra da Cruz do Recife
rua do Trapiche Novo d.
o .i;i j.ir
a T..No o''1 5,,. co-renle. depois da audiencia
do Illm. Sr. Dr.juiz municipal da segunda vara
se lia de arrematar urna armaran de taberna d
madeira louro com bolco o ca'nteiros para pipas
ludo bastante usado c dosconceriado. ivaliada
em 1009. a qual se ada na rua das Cinco Ponas
n. 71 ; um braco de halauca do ferro pequeo va-
nos pesos de dilo. varias medidas de f.ilh.i em
mao oslado c um caizilio, lulo por 20 por
execucao de Jos C.rrero da Silva e Jacntho Jos
o cabra
do Am.iral Arago.
No dia II do coirente desappareceu de casa
Raphael, de 14 anuos d'> idade, sabio
com caifa azul, camisa de algodoziuho com
mangas curtas, e tendo o cabello mal corlado
lo, be
leiro
ar-
0 vel
" Mmranle
dade, lem parle de
coronel depu-
e bem conhecido brigue nacional
pretende seguir com muta brevi-
sua carga a bordo : para o
resto que lhe falta, lrata-se com 03 consignata-
rios Azevedo t Mendos, no seu escriptorio, rua
da Cruz n. 1.
O agente Hyppolito da Silva autori-
sado pelo cnsul da Htsnanlm p cm na
, curadores dos lierdenos do subdito bes- J"s arrabaldes. os P^f.0* 1e. Pegarlore-o i rua d.i Madre do
1 panhol osas, de um sobrado sito na *? Tan,,8e"? P/osentes sao: boa lavagem em
[rua dos P.resn. H, excusado dizer mais 1.',ias-.Sa':a,l!l'1 Jas P Prec* mu.to razoa.
: alguma cou?a a respeito da bemfeitoria
o que ja bem
cido,
. deste predio visto que ja bem conie- **moos-
veis. As fucturas serao : boa' lavagem em 8
das, garantidas sempre as pecas c
pree.08 minio
Dos n 1, ou rua do Imperador n. G, segundo
andar, que ser bem recompensada.
Precisa-se uma mulher forra eu captiva que
seja fiel para coziohar e fazer o servico de casa :
na rua da Imperalriz n. 19.
Declaraces.
Aracaty pelo Ass.
viudas do sul
pora os senhores
COMllIEIlCIO*
Praca do Recife 14 dese-
tembrode 1860.
A.S tres \\ovas da Urde.
Cota$oes onie.iaes.
sobre Londres 25 1/1 c 25 3|8 d.
Cambio
90 \v.
Descont de letras10 e 12 OrO ao anno.
George PatcheltPresidente.
DubourcqSecrelario.
Alfantlega.
Rendimento do dia 1 a 13. 128.8108256
dem do dia 14....... 6.656399
Correio geral
Rela,;o das cartas seguras,
pelo vapor inglez Magdalena-,'
abaixo declarados:
Anselmo Duarlo Cedrim.
Antonio Jos da Cosa Reg.
A. J. de Figueredj.
Claudino de Hollandi Cavalcanti.
Francisco Chaves.
Dr. Filippe Da I tro Castro.
Francisco da Costa Maia.
F. Cavalcanti de Albuquerque.
Francisco Xavier do S.
_ ; Henrique de Oliveira Soares.
' Izidora Scnhoriuha Lopes.
Joaquim Augusto Ferreira Jacobina.
J. Antonio do Magalhes Castro.
Dr. Joo Candido da Silva.
Manoel Cantillo Pires.
Maria Josepha Nogoera de Abreu.
Manoel da Silva Mendonca Vianna.
Olimpio Jos de Almeid.i.
Dr. Silvno Cavalcanti de Albuquerque.
Pela administracao do correio desta pro-
vincia se faz publico, que no dia 20 do corrento,
pelas 3 horas da larde em poni, fecbar-se-ho
as malas que deve condu/ir o vapor cosieiro
"Persinunga com destino a Tamandar e
vincia de Macei.
Segu com a maior brevidade o hiato Gralidao
___ : l,or J lpr a maior parte da carga prompla ; para
| o resto o passageiros, trata-se no Passoio Publico
n. 11, ou na rua do Codorniz n. 5, com Pereira A-
Valente.
135.-4660655
pro-
Movlmento da alfandegra
268
Volumes entrados com fazendas
com gneros .
Volumes saludos com fazend. com gneros
30
------298
126
85
------211
Dcscarregam hoje 15 de selembro.
Galera francezaBerlhmercadorias.
Barca inglezaTrinculo-bacalho.
Itarca inglezaDyssoncarvao.
Barca inglezaPalmathamercadorias.
Brigue inglez Danlbacalho.
Brigue inglezMeaeslrel-ferro e carvo.
Brigue inglezEagle-objectos para a estrada do
ferro.
Brigue inglez-Marchantemercadorias
Polaca hepanholaNova Carlotapipas e bar-
risde vinho.
Consulado geral.
Rendimento do dia 1 a 13. .
dem do dia 14. ....
Novo Banco de
Pernambuco.
Sao convidados os Srs. accionistas do
uovo banco de Pernambuco para virem
receber o quinto dividendo de 91 por
jacc.ao, do dia 10 de setembroem diante.
Pela mfsa do consulado provincial se faz
i publico, quo no ultimo do presente mez finalisa-
j so o trimestre addicional do anuo financeiro de
859 a 1860 ; devendo por cnnseguinle os collec-
Para Lisboa sahe impreterivelmenlc ateo
da 15 o brigue Tarojo & Filhns por ler parte
de seu carregarnenio prompto : quem quizer car-
regar ou ir de passagem, drija-se ao consignila-
rio na rua da Cadeia do Recile, escriptorio de
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Para o Ass
segup na presente semana o brigue Bebcribe I
para o reato da carga e passageiros, Irala-se ni
rua do Vigario n. 5.
Para o Aracaty
segu com brevidede o hiale aCamaragihe por
ter parle da sua carga prompla pan o resto e
passageiros. trata-se na rua o"o Vigario n. 5.
Porto p-r Lihboa.
Vai sahir com brevidade para o Porto com es-
cala por Lisboa, o brigue porluguez Promplidao
II, torrado e encavilhado de cobre, de PR1MFI-
RA MARCHA ECLASSE: para carga e passagei-
ros, para os quaes lem excellenles commodos
trata-se rom Elias Jos dos Santos Andrade &
C., na rua da Madre de Dos n. 32, ou com o ca-
OITerece-so um criado para todo o servico
os pretendentes portanto poderao:de urna casa de homem solleiro. lano naciona"
dirigir se segunda-feira 17 do corrente' ?"mo cslri,ngpir" ("So saliendo fallar senao a
I i boras en ponto, em sen arma- 2f2li P0,lu5ue*a.) 'anca-se a conducta: a
puato, em seu ai ma- tratar na rua do Vigario n. 8. ou taberna n. 13.
mperador 3o, que' 0 Dr. .noel E Rogo Valone, pode ser
procurado para o exercicio de sua 'prolisso de
medico ; na rua da Cruz n. 21, segundo andar.
as i i Horas
z,em na rua
alii sera' electuad o leilo.
LEILO
Allenco.
Grande recompensa.
Na estrada de Ponte de Ueha pela Soledado
al o bairro de Santo Antonio perdeu-se uns au-
tos volrnosos em grao de appcllacio, viudos de
Paje de Flores : quem o achou o quizer ter a
caridade de os restituir, venha esla tvpographia
que ser generosamenlc recompensado.
O Sr. Joaquim Fernandos da Rosa fazscien-
te ao publico, que deixou ite exercor o lugar de
thesoureiro da sociedade Uniio beneficente dos
o di 1. de
Fugio desde o dia 13 de agosto do correnle
ajino ooscravo Luiz, com os signaos seguintes :|Cocber9 por motivos justos desde
alto o bem feilo de corpo, lera denles limados e agosto de 1860.
porfeilos c o dedo mnimo do p cortado ; quan- '
do falla com mdo bastante gago. Este escravo !
nalural do Sobral e ha loda certeza que se- >
guio para dilo lugar por Ierra pede-se por lan- !
10 a sua apprehensao a qualquor pessoa, que ser !
bem recompensado ; n enlender-se com o seu se-
0 agente Pinto far leilo de 12 relogios de
prila para algibeira e 20 relogios americanos
proprios para cima de r*osa, os quaes serao ven- "! rua Diaroita n. 112, ou na rua de Apollo |
didos por preco r-ornmoJo, visto que para fe- armazcm do assucar.
Altenco.
Rua estreita do Rosario n. 12,
prin eiro andar.
wmm
char factura e serao vendidos a vontade dos com-
pradores em seu armazem rua da Cruz n. o\, s
horas do dia sabbado 15 de selembro.
Commercial.
Sabbiido 15 do corrente.
REAL COMPANHIA
Anglo-Liiso-Brasileira.
O vapor /MOm, espera-se do Rio de Janeiro e
ama al o da 21 do correnle e seguir* para a
huropa depois da demora cosiumada. Os procos
lados que se acham em debito, "do"'imposto"da SlSSLTS^ "'^ficados. sendo
dcima e mais imposto? que se arrecadam por' -- -
esta mesa, manden) saldar seus dbitos, alim de
os pre-
5 3559083
41025
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 13. .
dem do dis 14...... .
que nao sejam ajuizados. Mesa da consulado pro-
vincial, 13 de selembro de 1860. No impedi-
mento do administrador, Theodoro Machado Frei-
! re Pereira da Silva.
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi
so que fez para serem re-
colhidas desde j as notas
de i o,ooo e 2o,ooo da
i emissao do banco.
7:3968108
351b06-2
28*000
Para Liverpool
Lisboa
S. Vicente
classe 2a elasse 3*classo
SB 35 S* 29 3t 16
26 22 12
19 18 7
REAL COMPANHIA
Anglo-Luso-Brasileira.
O vapor Slilford Haven. espers-se da.'Europa
do 18 a 20 do correnle e depois da demora do cos-
tume seguir para os portos do sul,. parapssa-
gens etc traln-se com os agentes TasIrmaos.
II
A anliga casa delante da mencionada rua adia-
se de novo surtida e preparada para fornecer a
qualqner hora, saborosos peliscos, a bella rapa-
zoaila. pois ah acharao duas frescas salas onde
j poderao saborear o bollo lanche acompanhado
j dos relhos ynhos, que anciosos esperara por sua
vez, o delicioso nlmucu, o fortificante janlare a
1 Ifvoceia, lambem acharao lorias as noitcs o agr-
I davel sorreie de frurtas, que alm de extraordi-
naria grandeza diminuto no preco, aos domin-
Aiiiuncs faru leilao no dia cima designado i gs pelas 2 horas da madrugada a" saborosa man
po.- ordem do Exm. Sr. Dr. juz esoeebl do com-, le vacua, o caf, cha. caf com leite, os ovo* o
mercio e a requerimento dos depositarios da i P do innmeras qualidades, em lim tudo bom
massa fallida de Jos Luiz Pereira, das fazendas c servido com presteza. Fornere comida diaria
c dividas da loja n. 16 sita na rua Nova o dos ou censal mandando levar ou mandando-se bus-
moveis, jotas e escravos pertencentes a dita Pr. ,l"'o por pouco preco. tambem aprompli-se
massa. Os prelendentes dirigir-se-hao ao agen- I 'oda e qualquor encommenda culinaria sendo
le anriuncianle para exame das retacos e precos fL'',a com antecedencia.
Aluga-se por um corito de reis o
O Ihesoureiro das
da autorisacao que II
loteras em consequencia
e foi dada pelo Exm. Sr.
do bataneo.
Principiar s 11 horas cm ponto.
LEIXO
Commercial,
Sexta-feira 14 do corrente.
Antones far leilao no dia cima designado
por ordem do Exm. Sr. Dr. juz especial do com-
raT.0/a^rTe,i,nen,lodosdeposUnriosd,mas- das ultimas medidas e resoluooe* toma-
s fallida de Joaquim da Cosli Maia das ferra- ,!. U a < "uyw iurna-
gense dividas a. loja n 39 da ru No^. "s d" ^j?2"1 do.tr,UmPho leSal da elei-
segundo e terceiro an Jar do sobrado n.
65 da rua Nova, os quaes alem de terem
ptimos commodos acham-se asseiados.
Annuncio.
Os membros do partido conservador
qu a Hijeados na freguezia de Santo An-
tonio, sao convidados a reunirem-se
amanhaa 16 do corrente pelas 6 horas
da tarde no rateo do Carmo n. 9, pr-
meiro andar, para que Gquem scientes
movis, joias. escravos e pindios pertencentes a
dita massa, sendo os referidos predios os se-
guimos : melade de um terreno com olaria no
lugar da Torre, uma casa com terreno a beira
do rio no lugar do Remedio, uma casa meia-agua
.na rua do Alecnm n. 21. Us prelendentes pode-
rao dirigir-se ao agente annunciante para qual-
buer informaco.
Principiar s 11 horas em ponto.
cao do dia segunte.
O Sr. que morou na rua das La-
raogeiras e que amiunciou concertar
pianos, queira ter a bondade de appa-
recer na rua larga do Rosario, arma-
zem de louca, pois ignora se a sua mo-
I rada.
presdeme da provincia pelo olficio abaixo traos-
cri jlo, declara que a exlraccio da primeira parle
da primeira lotera do collegio de Nossa Senhora
do llom Cmi-elho desta cidade fica transferida
para o dia 22 do prsenle mez. visto como em
consequencia do processo das eleices nao pode
ter lugar s oxtracco da dita lotera no di 12
deste mesmo mez como eslava arinuuciada
OFFICIO.
4." seccao.Palacio do governo de Pernam-
buco em 10 de selembro de 1860. Atlendendo
aoque i-epresenlou Vmc em seu olficio de boje
o autonso a espacar para o dia 22 do correnle a
exiraccao da primeira parle da primeira lotera
do collegio do llom Consolho desta cidade.
Dos guarde a Vmc Ambrozio Leilao da Cu-
nlia si. thesoureiro das loierias. Thesouraria
das loteras 11 de selembro de 1860.
Atlenco.
Xa rua das Cruzes n. 21. primeiro aniar for-
nece-se comedonas com lodo o aceio, e mais ba-
rato que em oulra parle; assim como iodos es
domingos e das santos mao de vacca a 400 r. o
melhor possivel.
Precisa-se do segundo andar de uma casa
com a frente para o nascente, tendo 2 salas, 3
quartos grandes ou 4 menores, eozinha fura, etc ,
prefenndo-se de um sndar ; islo por 3 annos.
ticanao o propnotario pago de lodos elles ao pas-
sar da esenptura : no primeiro andar da casa n.
IB, no paleo do Hospital do Paraizo.
Wilhelm Strnlz, Heiorich Ton Levern, Cari
Knaths, subditos nllemoes, reliram-sc para o Rio
de Janeiro.
_ Uma pessoa perita engomraadeira se pro-
poe a engommar para qualquor casa eslrangeira
ou brasilelra quem pretender, dirija-so a es-
trada do Rosarinho, primeiro sitio depois da
ponte.
Pao brasil.
Na na da Praia n. 10, vende-se cerca de 300
qumiaes de pao brasil, assim como 200 alqueires
de sal.
*
ILEGVEL


y
DIARIO DE RNAMBCO. SABBADO 15 DE SETEMBRO DE 1860.
f\
\
Preci-se alugar urna casa que lenha quin-
til, no bairro da Boa-Vista : quera liver an-
n un ci.
Offerece-se urna a ni capaz para o servido
i) urna casa : qujPnva pretender, dirija-se a ra
da Ml^ralriz n. 59.
^^cisa-se te um criado forro ou captivo,
que saiba cozinh$V para servido de urna rasa de
pequea familia : na Ponte de Ucha, sitio com
porlao de ferro defronte ao do Sr. Benlo Jos da
Cosa.
Precisa-se fallar aos herdeiros de D. Maria
IhTOza de Jess, a negocio sobre a casa da ra
do Noguoira n. 14 ; a tratar no Uecife, na Ira-
vcssa da Sladre de Dos n. 18. ou declare sua
morada-para ser procurado.
luga-so urna nesrinh3 propria para aia de
meninos ou para o servido de detilro do casa :
na ra do Hospicio u. 36.
Precisa-se de 1;500 a 2000$ n juros polo
lempo que so convencionar,dandn-se por garanta
3 escravos mocus de 20 annos : quein quizer fazer
este negocio, annuncie para ser procurado.
D-e dinheiro a juros sobre penhores de
ouro ou prata : na ra do Rosotio da Boa-Vista
numero 58.
Ofierece so m pequeo de 8 o 10 annos
ara Caiieiro de nlguma luja de fazendas ou miu-
dozas : na ra do Qucimado, leja n. 13.
Na ra ta Cadeia n. 2 i,
desoja-se fallar com os senhoros '.
Marcelino de Souza Penetra de Brilo.
Ocio da Costa Campello.
Tose Aires Monte I'.aso.
Joao Alvos de Olivcira.
Joaquim Ciemonlc do Lomos Duarla.
Antonio Caetano da Molla.
Augusto Pacheco Queiroga.
Manuel Jus Forrcira.
Manoel dos Sanios Azovcdo.
Bemjanrin do Carmo Lopes.
Silvia o Mondes, dn Azevedo,
Joao Rodrigues Cordciro.
^Consultorio central honicopatliico|;
I PSMMW. I
@ Continua sob a mesma direccao da lia-SJE
5 noel de Mallos Teixeira Lima," professorfc
ni hoaieopalht. As consullas como d'an-,$;
$> les. g
AMA
Precisa-se de urna ama para cozinhar para
peuca familia : na ra Nova n 20.
Altencfto.-
O Sr. Jos Antonio Camello tcnlia a bondade
\j Sr. omirigos Cetario Fimo
queira dirigir-te a etta typographia,
que se llie precisa fallar.
Cornmaudo das armas
Polo commando das armas dests'provineia, de
Gravador e dou-
rador.
- Grava-se e doura-se em marmore lellras pro-
conormidade com as ordens do qu.rlel general pras para ealacomba ou tmulo a 100 rs. cada
docxercilo, coiiirala-se um capellao para o pre- Jjma 0 a
sidio de Fernando. O reverendo sacerdoto quo nos umul
se quizer contratar para o servico do d.lo presi- Guerra, Tassoe em oulros mais ra da Caix
_nnuncianto aprsenla seus trabalhos
ando. O refrendo sacerdoto quo nos mmulos dos lllm. Srs. Viraes, Dr. Aguiar,
itratar para o servico do dito prest- Guerra, Tasso m ..i, ;<, :.. a. r.i.l
dio, convidado a comparecer na secretaria mi- u'\gua n. 52.
litar nos #ias ntois, das 9 as 2 horas da larde.
Precisa-se de urna mulher para engommar
Para >assar a fesla.
de vir tirar ospftihoresque existem na ra do i na rua do Scve- casa lcrrca un, ao sobrado do
Rangel n. 45, no prazo de 8 das, findo os quaes cillc" varandas, fiziuho a grande casa que se esr
serao vendidos para pagamenlo do principal c\azendo Para o Gymnasio P'ovincial.
juros. Recifo 5 de selembro de 1860. [ Alugs se "ma ds melhores casas do Ci-
aceaela dos fabricantes amerlca-'cnang'.com l,astall,es commodos e com finido
nos Grouver & Baker. rar" V'' : ? '"'S "" ""da P;,z 42-
m,^;,, a____ j V_ i O Sr Antonio francisco de Maura,omprc-
JofnnnA coer. em casa de SamuelP. "gado ^ cr lrio da (,klrada de ferro, tenha a
ston & rua da Senzala Nova n. | OI1(|ado de pfo^fe, rua d Rangel n -20.
para tratar de negocio de sou interesse.
Na livraiia n, 0 e 8 da praca da
Alugasc urna amllente casa de sobrado na I Independencia precisa fallar ao Si* Ma-
enlrada da povoa;o do Monttiro, com grandes e noel Antonio Pinto da Silva,
excellentes commodos para urna numerosa jfami-
lia : a tratar na rua doQueimado n. 32, leja.
/pEf.NA DEACP
\ ce W.SCLLY
Estas pennas de dftTcrentes aualidades, siio fa-
bricadas de ac de prala refinada de primeira
tempera, e sao applica'vcis,^ todo o tamanho de
eltra. Proco liJ'iO rada eaixa e pennas de ouro
lelo raesmo autor com ponta de dKnriAnto, que
:rom a grande vanlagem do nao jJfcfaY sujoilas a
crea
de
llucdes & Goncalves rua da Cadeia n. 7.
COMI-AJlIA
stabe orida m Londres
CAPITAL
ear ferrugeni e conservndose benj lioipas sao <->___ -lt x.^ J> tsv^.^.^
sduracao infinita, dcposilo^em casa dos Srs. LilllCO SlHIUCS ttC llDTaS
sVevWnas.
so
S
&
Sfl
dentista de Paris.
Botica central lionieopathica
L
n
Do
S DR. SABINO (U
-;:. X nos mecamentos'iomeopalhicos en-
adosda Kuropa pelo Dr. Sabino &>
j; Esles mo, licamanlos preparados espe-'v
i^ cialmentc segundo as necessidades da ho-.
g meopathia no Brasil, vende-se polos pre-g
j"-j eos conhecidos na botica central humeo-*
a pithica, rua de Santo Amaro MundoNo-j
vo; n 6.
Na rua DireilS n 5i. aluga-se o primeiro e
segundo andares com commodos p?ra familia : a
tratar na lula do dito.
15 Rua Nova15
f Rredorico G'n.lier. cirurgio dentista,
^jrf.i rodas as oprfrfooe da sua arlo e col-
n
fe
Saundors Brolhors& C. Icin a honra de infor-
mar aos seuhores negociantes, pro|iriolarios de
casas, e a quem mais convior, que eslo' plena-
mente aulurisados pel-j dila companhia para ef-
fectuar seguros sobro edificios de tijolo e pedra, \
cobertos de telha, e igaalmeate sobre osobjoelos
que coulivorcm os mosmos edificios, quer con-
nata em mobilia ou em fazendas de qualqucr
qualidade.
DENTISTA
PK
PER1VAIIIBUCO.
3Rua eslreila to Rosario-3
oca-denles art'iticiaes, ludo com a supe-
riocMde e perfeirao que as pessoasen-
Q: toJWidas Ihe reconhecem.
ge Tera^agua e pos tleritifiicios etc.
* jju^nMnnunoiuu querer lomar n juros d.ius
contdf de^rnrlt dando seguranza em hypothoca dn
ui'u piedlo iu'sta^cidade, o pagando os juros iiien-
salmonto, diiija se a blica da rua Nova n. 51.
Bobert Kiikpalrick, subdito inglez, relira-
so para Inglaterra".'
* lina pessoa curiosa offerecc-se para onsinar
as primeiras letras, nssim coipo costura elisia, ln-
byrintho, bordados, marcas, ele : a pessoa que
pretender, dirija-so a rua de S. Bum Jess das
Crioulas, casa n. 17. *
Guilherme Cnrvallio & C
arrendan o sou escritorio da rua do Torres, e os ^^^^fe-i SiSSigQIS fia^ff8SS
dons andaros, por so mudarcm'do mesrfio paca a No sabbado 15 do crrente, pelas 2 horas
rua do Visara n. 17,
Alugi-se um sobrado de um autar e solau: r-^ .
' JamesA-kell, John Dear, rctiram-se para a' "IHtlTlO (1C ZlllCO-
Inglaterra
-- Precia -3C de nm caixeiro de l 3 11 annos u ',l)auo de rinco aqu usado as
de idade : na rua Direita dos Afogades u-. 13. compnnliias do Ra e caminho de irrro.
Domingo 1G da corenle principia omni- A .._ A 1 1
bus Santo Antiio a vi,i..r para a carrir'a de OHil- f "ma dd* ba* m '***?** modernas, |.
ta, e Acar viajando s nos domingos c dias san- 't *a-*e recommendavel pela grande
los de manhaa e a larde, e quejr algum negocio duracao, pouco pe^O no edificio, bom
quizer contratar, dirija-se cochoira di rua da nnn r / 1 .
l'lorenlina 11 5 Nesta rochr-ira irata-se de ca- acond'C'onain(;ntO, baratera do CUstO,
vallse recolhc-so ca-ros a cabriolol. ifncil Conduccao etc etc., todos b tn
utSS^AX^jSSK'sTfl^;^ue *****d0 anco iniTu prir-
gos, um barril de loucinho com 1 arroba c 25 n"JTc,Pal9le,l*e se setiver a cautela de d*r
bras do )k>so, com os pontos quebndus : quein urna nio de m! ssjtfi^js'rafs.-ja tt r* ""';a de z,,co c ",o
ao cerroceiro Joao de Coutu Soares, ser rocom- '; u ,lDl'as cobre um espico que pre-
Pcs,,u'0- cisatii. pata tal im 50 tellias de barro,
ASSOGIACAO o fta^aco cobeito pela telha de zinco nao
de penetra o menor pingo de cliuva e a
SOCCOI'I'OS MutOS ciClllil Eiuancipaco kdtidade de sua conduccao tal que
dos Captivos. umacarroc^a podeconduzir deuma s
De ordom do Sr presidente sao convidados os vez ^ l;,a.do preciso pai a cobrir urna
membros "o conselho para sossao extraordinaria grande casa-, e o telbadode zinco muito
m.go. 16 do crreme, as ;util prIlC:pa!menle para cobrir enge-
do mesmo conselho dom
11 hoias do dia.
Secretaria da Associarao de Soccoiros Mutuos nlios, eSt;ilero5, barracoes I.enla Emancji aoao dos Captivos em li de armazerr de deposito ClC etc., CD3
demoro de louO. .' .
Albino de Jess Bandeira,
1. secrelario.
iumnja quein quizer experimentar o te-
lliado de zinco, conhecera' sua grande
ittJSSLfifi 'SSJS lZU\y*aU&m>cs,e tdl,ado vende se^
Vende-se una escrava crioula com idade de
do crrenle 25 annos, pou:o mais ou monos : na rua do Quoi-
Aei-agua sita na rua das Calcadas, ava-: mado. loia de~erragens n. 13.
I:60j>, cuj casa foi pcnfiorada por Vende-se urna armacao
r^ c
d 0
ce =3 a Vi ?*
a C <*
3 M 0 = c 0
u< fi9 3 c 0 0 0
0 0 O =>
Francisco Piulo Ozorio continua a col-
locar denles artificiaos tanto por moio
de molas como pola presso do ar, nao
recebe paga alguma sem que as obras
nao fiquem a vonlade do seus donos,
tem pozos c ouiras preparaooes as mais
acreditadas para conserfarao da bocea
do correnle os escravos sogui.tos : Nicolao, de
idade 35 anuos, avallado por 50J ; Boncdiclr,
orioulo, iiado 20 annos. a "aliado por C25J ; Ca-
nillo, crioulo, idade 50 annos, avahado por 30g;
Cantillo, crioulo. idade 50 anuos, avallado por
30UJ ; penlioiados pcli faseuda a Joaquim Ca-
valcanli do Albuqueriucyomo Qidor do ex-col-
ector do Cabo FranciscrjAntonio de S Bar.elo
Jnior.
=^ 111 praca publica dos Coitos da (agenda na-
cional so ha do arrematar no dia 20
urna cjsa m
iadi por
exoeueiio da Monda contra a irioandade do Se-
nhor dos Marlyrius da groja do Rosario do bairro
de Sanio Aulonio.
Th E. Muhle vai para fra da provincia.
Procisa-se do um cuxeiro do 10 a 13 anuos,
sondo portuguez, anda mesmo sem pralica, pa-
ra taberna : a tratar nu rua Direita n. 3a.
OftVrcce-se urna ama para casa de pouca
familia : quem precisar, dirija-se rua da Guia
numero 37.
Perdeu-se da quina do Cabug al esta ly
pographia 60j, seydo em 1 re clalas de 20,"
luem chou, quef^ndo reliijix .venha T*
lypographi
rs. por libra de 50 tellias para cima :
nos armazens Je Paulo Jos Gomes e
Manoel Firmino Ferrei'- ma da Con-
cordia armazm de materiaes.
Vende se urna bonita escrava ciioula de 10
a 18 annos de idade : a Iratar na rua da Moeda
n. 3, segundo andar.
de um deposiio na
rua de Hurtas n a9 : a tratar no mesmo.
U i|uom aiiion, querenuii resiiianii A-enl
GOMMISSAO DE BaKsBAyOS^^'^^gg^
204:
'o*.
Rua larga do Rosario n. 20
segunde andar.
Nesla casa recebem-se escravos paia seren
vendidos por commissao por conla de seus se-
da laido, tor lugar peante o lllm. Sr. Dr. juiz tibores. Alianra-se o bom Iratamenlo. assim como
as diligencias possivois para quo os mismos sc-
jam vendidos com promplidao afim de seus se-
nhoics nao sofi'rerem empale na venda dellos.
Nesla casa ha sempre para vender escravos do
difireme idades de arabos os sexos, com habili-
dades c sem ellas.
TTrTTiiiTT':rTTTUTT-?,Tn> I Mauricio Jos dos Santos Ribeiro, rheg.do
^ ullimamenle de Lisboa, faz srienle ao respeila-
vri publico que acaba do eslabelecer na roa lar*
ga do Rosario n. SI, prinieiro andar, urna olli-
cina de ourives onde aprompla quaosquer ob-
jectos tendeles a mesma arte do mais apurado
gasto e perfeicio d*e traualbo, como sejam ado-
reoos completos, brochas, pulseiras, aneis, alfi-
nelcs ele. de. Km seu eslabelecimento promet-
municipal da segunda vara, a arremalacao de to-
Bjanajl dos os movis, juias c escravo, penhorados a Jo-
J s A. Gubiam, por execuco de Jos Maiia Pes-
taa, devondo effectuar-se a arremalacao cm ca-
sa do depositario geral na rua eslreila" do Rosa-
rio : a ultima praca.
DENTISTA FRANCE2.
Y Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- ^
"J\ rangeiras 15. Na mesma casa lein agua e "*
7 i dentifleo. ^
x XAAAS..1.A..AS..A.4LAJS.1S..-.. y
mi LBSO-KKASLEIKA.
instituto po *mt6tu(ii>^
fifi J*pvo i
cotienle as i
horas da tarde. t V '
Secretaria do Instituto To e Liiti|jio\aos 15
de selembro de 1860 $ '.
^ AUino Rodrigues Pifenla,
1." secreta no.
A sossao cxlraordiuaAa"a,rd^no$s$'li
conselho ser quinta -foira 2CTdo
N
Rogase
ao p do arco de Sono
Antonio
VenJcni-sc ricos coeiros bordados j deb unlio -
dos, os mais ricos que pode haver no mercado,
proprios para baplisado.
\onde-seum silho com pouco uso. com
^todos os porttuces : na rua do Qucimado n 14,
lyjajto. fe,rragons.
fccliipl
MatjGvgfea Samados
, l vendem-se borzeguins deA'anles de bezerro su-
ao Sr. Joaquim Cavaldnli do Rogo Barros que 1'*"* 8$50, e com meias balaras a 950UO;
lenha a bondade de apparecer na' rja do Qui- l'rcS DUfc.8 v,sl.- .
mado n.40, luja. J\|
m A ni a i
libra, e'f
* largo ds
Louupras.
i nnil All /^T /\ -! > wrm i\ r. rv ~ Y ^mu. uuin> un i.uu n ut es re. eic. I'.m SOU eslalielecimoillo proilld- r-,
Arr^ftVArirt E AIITARIKAfftfl 2 Goldeu Square, Londres. [!ipc?nncc,'r''r1'1"0/br!\dasuaarlcum l"'r- U
n'rca.cODligua. ampias.e excellentes ac- .onslantemenle maniem con. aigumas das mais
HA 'commodacoes para muito maior numerode hos- rcspcilavois casas dVnuoll rirf.d. -* ,_
Compia-se urna mulata mora p r-
feita coftureira, paga-se muito bemfas segu
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
'commodacoes para muito maior numerode hos- respeilaveis casas d'tquella cida"de. "que" Ve eni-
i pedes-de novo se recommenda ao favor e lera- pregara no fabrico de lodo o genero de obras de
ELECTJIO .MAGNTICAS EPISPATICAS
i Ji'ly&f t IV jB.1I 14.
i
Para seren applicadas i.s partes affeetadas
sem resguardo nem incommodo.
\S CHAPAS HEDICINAES sao muito conhocidas no Kio de Janeiro e em todas as urovincias
leste imperio ha mais de 22 annos, 8sao afamadas, polas boas curas que se tem oblido as ente?.
midadea abaixo escripias, o que se prova com innmeros aitestados gue existrm de e zes e de dislinccoes. H^-uca|ia-
Com estas Ch\pae-electro-rai(btiga>epispasticas obtem
branca dos seus amigos c dosSrs. viajantes que
visitera osla capital continua a prestar-lhetseus
jserricose bons officios guiando-os cm todas as
] cousas que preciscm conhecimento pralico do
: paiz, etc.: alm do portuguez e do nslezfalla-Be
na casa o hesnanhol c francez.
I Precisa se do um caixeiro para ajudar outro
no lialcao de una padaria c que tenha as habili-
lardes noc.essarias pira preencher o lugar do pri-
meiro, sendo necessario, prefenndo-se um que
j lenha pratica doste negocio : -js que se acha-
ren] tiestas circunstancias e derom fiador a sua
conducta, podeni dirigir-se a rua larga do Rosa-
rio n. 18, que senario com qoeml Iralar, no se-
gundo andar, de manhaa at as 9 horas, de tarde
al as 3.
Precisa-se alugar um cozinheiro escravo
na rua das Cruzes n. 41,
Na roa da Imperatriz n. 5 desojase filia
com os Srs. abaixo declarados :
Jos Antonio de Oliveira
I). Francisca Adelaide C. Castro.
Miguel Archanjo.
F. P. A. Maranhao.
Jos Lino de Castro.
Francisco Goncalvos de Souza.
adando : na rua do Trapicbe n. 40
iptorio, i dra' (juera a pretende.
Atso.
teig franceza.
lie ha no mercado, a 5C0 rs. a
so~ faz algum abalTmenlo : no
sendera-se
: i." e 2." volumes da grsm-
iii a tira do BiTreain, diccionarios fianccz-portu-
guez por FonsQfaiportugucz-francez por Ro-
quctle, todas > lySMtto bom estado : a Iralar na
rua do Cabug ti. 8, v|a.> '
', Gurgol lrnraos fVm pnraj^nder:
Velas de carnruba., ^.* -^
Sola corlida franc*cza. tp''"
Cora de carnauba. i- -
piala, o habililam a encarregar-se de qualquer
encommenda de taes objeclos lano para a igreja
como para uso domestico. As pessoas. pols, que
se digi.arern honra-lo com a sua confianca, se- I'eciSa-ie comprar tinn mulata mo-
ro servidas com o maior zelo e solicitude e por c* que scia perfeita eostureira de npulba Lo"5os du labynniho.
To1SSE M Soares. offlci.ld.se- e teora p8g.,e b,m agradado a. WaBS de CS,)Crilia(;el.
cretara oo governo, queira dirigir-se a rua Di- suas qualidades : na rua do Trapicbe, -. "
roitan 68. alim de saldar o que esta a dever | Kecil'e, n. O, Se dir' quema pre- "Ji!" .
i Goncaivcs da tende. MTUiteiga pora tempero.
- Compra ti-se travos do 45 palmos, e caibros Perfp'lamenle cm bom estado, vende-se
do 35 : na rua No a n. 52,loja. barril a ICO rs. e a relalho a 200 rs. a libra
Compram-se mondas de ouro de 16$ o 20$ : largo da Penba n. 8.
no largo do Corpo Santo, escnptoiio de Manoel'
Isnaeio do Olireira & Filho.
Cunha.
Alnga-se nma prola mora para lodo o ser-
vico de urna casa de familia : na rus da Praia n.
7, segundo andar.
Manoel Antonio Fernandos, retira-so para
fra da provincia.
com 25 libras por 15?, a relflho a
no largo da lYnlis n. 8.
em
no
; Ensino de musica.i
Offcrece se para leccionar o solfejo.como tam-)
bem a locar varios instrumentos ; dando as li-
coes das 7 horas as 91 [2 da noile: a Iralar na rua
! da Roda n. 50.
. Madame Grkle, estabelccida na rua das Cru-
: zos n. 36,avisa ao rospeilavel publico que so aclia
sempre prompla para fazer qualquer obra de
1 vestidos de senhora, e lambem chapeos moda
de Paris, por muito commodu pieco.
Quem ttver um sitio perto
Vendas.
Cintas prelas de gosto o mais moderno pa-
ra seiilipns : em casa de J. Falque, rua do Cres-
po n. 4.
Lindos chapeos para baptisados, lano para
meninas como para meninas : na rua do Crespo
n. 4, casa do J. Falque.
Solas de tartaruga para segurar chancos do
cni.bnr.fl m a! i i-.1. '; \ cnde-se, permula-se, ou em ullimn caso
. era caso de J. Falque, rua do Crespo arrenda-se
Farinha de man-
dioca
muito nova, chegada antes do honlem : quali-
dades muito variadas, por dilTereules piceos,
em grandes porcocs ou a relalho ; no srniazem
de Anluncs Guimaraesdi C, largo da Assembla,
n. 19.
numero 4,
Vende-se urna taberna com poucos fundos,
buceo
As encommondas das provincias devem ser dirigidas por escripto, leudo lodo o cuidado de
fazer as neeessanas explicacoes, se as chapas sao para homcm, senhora ou erianca declarando a
molestia em que parle d corpo ONiste. se na cabera, poscoco, braco, coxa, perna.'p.ou lroi.ro do
corpo. declarando a circ.umforencia e sendo nchacois, teridas ou ulceras, o mo'd do seu tama
nho era umpedaeodcpapel eadcclaracaoonde cxislcm, afim de que as chapas poam s'er
za.
bem applicadas no seu lugar.
P:le-se mandar vir de qualquer ponto do imperio oBTulni^^^iS1*
D. Macedo Jnior.
Allenco.
Pracisa-se alugar um sobrado de um andar ou Ju'se ao ,arS do Ter9? casa l "ea n*
de dous, em bem estado.com quintal, nos bair- mero 35.
As chapassorao acompanhadas das competentes explicarois e tambm de lodos os acceso-
rios nara a collocaQao dellas.
Jio, qu
Consultas a lodas as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianca, em seu escriplo- '
e se achara aborto lodosos dias, sem cxcepco, das 9 horas da manhaa's > da larde.
UA DO
PERTO DO LARGO
quera o liver
tt O Dr. Cosme de Sa' l'eteira da'
qr consultas medicas em seu esciip-
Eslando a findar os frescaes queijos do Cerid, S ,ono' n0 bairro do Recie, na
as excellentes macias, e a bella manleiga reli- ^ da Cruz n. 5j, todos es dias,me-
om frascos,
Preveiico.
ndar os frescaes quei,
macas, e a bella i
iSfint.tnJlf60*' r,rp1vi"p-so f"3 mantos dos -^ nos nos domingos, desde 'as (I
I ditos gneros, que vrnliam a ellos cora presteza | ${ i ,
; para depois nao haver queixa : no armazem da a "Oras ateas IU da manliaa, SO-
DA CARIOCA.
rua eslreila po Rosario n. II.
Alujase um sitio grande com
escellente casadevivenda, com todas as
icommodidadespma familia, no Lugar
: da Ca'a Forte : a tratar com
prietanos, N.O Bieber S C.
os pro- |H
ge-
breos seguintes pontos f
1 Molestias de lLos ;
2.- Molestias de coraco i
peito ;
o.- Molestias dos orgacs da
racao e do antis ;
-h-.' Praticara' toda e qualquer
operneao que julg r conve-
niente para o res tabeleci me ri-
to dos seus doentes.
O examedaspessoafque o con
suitarem sera' feito indi.-tincla-
menle, e na orden de suas en-
tradas, faz-ndo excepcao os doen-
Jem carmelitana,e b-;m assim alpaca branca pa-
ra 610, 7O,CO0 e 1 o covado.
Allenco. e
i
Vende-se muito bom fumo de Oaranhuns ; na
rua do Padre Floriauo n. 74 por cima da taberna
da esquina.
Madcira de jaearaiii.
Vende-se duzia c meia de pos de Jacaranda de
superior qualidade e por mdico pnco : a Iralar
na rua do Ciespo, esquina da rua do Imperador
n.7, loja de fazendas de Guimares& Lima.
Chapeos de sol de seda ingle-
zes a 8#000.
Na rua do Crespo, esquina da rua do Impera-
dor o. 7, loja de fazendas linas de Guimaraes &
Lima, vendom-sc chapeos de sol de seda rngle-
zcs a 8g cada um. *"
Loja das seis portas em
fraile do Livramento.
o silio da Iraressa dos Remedios na
freguezia dos Afogados n. 21, sondo que s se
arrenda a quem quizer fizer j todos os concer-
tos de quo a casa precisar para ser descontada
nos aluguois, a importancia despendida com o
concert : puem prelender fazer quulquer nego-
cio, enlonda-se com sou proprieterio na rua de
S. Francisco, sobrado n. 10, como quem vai para
a rua Bella.
TTg
^.
;, = i vado, ditas estrellas
tes demonios, OU aquellos que por g \ 160 rs., cassjs de salpicos brancas
11 ora
Rua do Brum (passando o chafariz.)
No deposito deste eslabelecimento sempre Via grande sormento de me
enanismo para os engennos de assner a saber: v
Machinas de vapor modernas, de golpe cump iidoyeonornicas de combustivel, e dffac'tllimoasscEto;
Rolas d agua de ierro cora cubos le madeira largas, leves, fortes, e bem balancadas;
Cinnos de ferro, e portas d'aguaiara ditas, e serrillias para rodas de madeira ;
Moenlas inteiras com virgens muito fortes, e convenientes ; "^
Meta moendas cora rodetasmotoras )aVag'ta, cavallos, oubois, acunbadas em aguilhCcs daz ;
Taixat de ferro rcmdi.do e batido, e de dbbre ;
Parr, e bicas para o caldo, crivos e partas de ferro para as tomainas ;
Alambiques deferro, moinhos'de mandioca, forno para cozer farinha ;
Roletas dentadas de todos os tarbanhos para vapor,' agua, cavallc? o bois ;
Asailhlas.brooseseparafusot, arados, eixos e odas para carreas, orinas galvanizadas para pur_
D. W. Bowman confia q\j$Jsseus freguezes acharatudo digno da preferencia
qae o nonram, pela longa expeFenct que elle'tem o mechanismo proprio para os.aKricul-
tores desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
11 motivS- just> obtivereni
;4 marcada para este Cm.
Covado a 200 rs.
Cbilas largas de bonitos gustos a 200 rs. o co-
imitaco de laazinhas a
e oe cores a
'200 rs. o covado, pecas de esguiiio de algodao
'muilo fino a 3g a peca, ditas de brelanha de rolo
com 10 vaias a 29. riscadiulio de liuho a 100 rs.
o covado, chales de merino eslampados a 9.
lencos branrof rom barra de cor a 120 rs., dilos
com bico a 200 rs., algodao monslro de duas lar-
guias o nielhor que possivel a 6i0 rs. 3 vara,
mussulina encarnada a 240 o covado, fil de li-
' nbo pre lo baslaiilc largo. A loja esta aborta al as
i 9 horasTda noile.
em cartes'de visita como se!-"
usa em Paris.
o retrato o mais ccono
er e o mais proprio para
Vende-se pela metadede
seu valor, na loja da
la do Passeio Publico
numero 11.
Corles de casemira, padres oscuros a 32u0.
Corles de calca de castor encorpado a 1J200.
Ditos de brim miudos a \$.
Calcas feitas de brim e de castores a lj> e 1J200.
Chita franco/a miudaa2(0 o covado.
Dita a 280 rs.
Chita para colora muito benita a 240.
Dita miuda para vestido a 00 rs.
Lencos brancos de cassa, pequeos o finos, a
240 rs.
Panno fino azul muilo bom a 4 o covado.
Camisas francezas brancas a 1$9U0.
Ditas muilo lin.-is a 2400.
Chapeos de feltr-o muito fino a 4$
Chuaicos de sol de seda a 7$.
tratos
Os 100 por;
garete, etc.
com
lomico que se podeoli-
dar de mimo aos p-
renles e amuos, podendo ser rcmcllido commo-
damente denlro de urna caria. Esles retrato*
nao obstante suas pequeas diroenses, reprc-
senlam a pessoa de figura inleira com o maior
apuro nos deallics, sau a mais propria recordar-o
de todas as pessoas que nos sao gralas. Ruhidos
cmrollergao podorao servir para formar um ele-
iw, u^ ua imji ''..
L(f)a das seis portas cm
frente do Livramenlo.
Roupa feita barata.
Piletols da casemira escura a 4$, dilos de al-
paca prela a 4 e 5?), camisas brancas e de cures
a 2;, dilas de fuslao a 29500, ceroulas muilo fi-
nas a 10600 e 2?. palelots e brim pardo a 3$,
calcas do casemira protas e de coros, palelots de
panno preio, sobreeasacas, colleles de casemira
gante lbum dedicado a amisade. Tiram-se todos I prela. ditos de velludo prelo^de. cores.
os das e com qj.alqner lempo, no instituto pho- pelo sorlimei.to d roupa fela.
lographico de SUhl C. Retralos de Lo m[}m mm ft mm p(J|l|c|
PELO DOCTOR
Aprigio Justiniano da Silva
Guimaraes.
Obra dedicada a S. M. o Imperador.
Acha-se venda nalivraria acadmica dos Srs.
Miranda & Vas onrollos, rus do Imperador n. 79,
0#000 cada excmplar.
Imperador, rua da Imperatriz.
Furlaram de urna canoa de ferro tundeada
na coroa do passarinho, um ancorete de ferro
plente correntc de 15 bracas,
menos : se alguem descubrir
Ifeilor ou larapio, suubor oa cor^
ommunicar na rua da Cruz n.
au a Sebastian Lopes Cuima-
em gratificado.
,Madapoles de varias qualidades a 3J400,4;fr3uC,
4J600. 45800e 6S8O0 muilo finos.
Chales de la a 900 rs.
Ditos muito finos oscuros a 2$00.
Meias para homem a 2ja duzia.
Lencos de seda a 800 rs. cada um.
Chapeos de feltro com avaria a 500 rs.
Suspensorios, a duzia a 400 rs.
Algodao de duas larguras a GiO a vara.
| Miii'linho & Olivcira |
COM S
Loja de fizendas finas?
fiO-Ruada Cadeia do Recife-40
Enconlra-senestc estabeletimenlo lo.- ^
das as qualidades de fazendas. Ticos e *&
elegantes cortes de veslidos de fil, blona tg
e de seda, pretoa, brancos e de core;, v
cambraias, cassas, bareges, chapeos para
homem e senhora, ricos menteleles de
renda branca e preta, velludos de lodas
qualidades, grinalelas, aderocos de bri-
| Ihantes e loucados para seniora, perfu-
marias francezas, roupa (cita para homem
* c meninos, calcado de Melis para bo-
ff mem c Joly para senhora, luvas de pel-
II lica, chales de verdadeiro louquim e lo-
S dos os objectos necessarios a urna senho-
ji ra de gosto edo grande mundo.
KaBMBMMK l'liy W II HlfilMg
Machinas de coser.
Ycndc-se urna machina de coser de nova inven-
cao e de superior qualidado : na rua do Impera-
i dor, loja deniodtUS do Jo>miim Henriqu'cs da
1 Silva n. 38.
ILEGVELI
*>


(61
DIARIO DE PERIUMBUCO. SABBADO 15 DE SETEMBRO DE 1860.
Fazendas finas e
roupa feita.
Augusto & Perdigo.
Com loja na rua da Cadcia do Recite n 23
vndeme do amostras as sefuntes fazendas-
portes de vestidos de seda protosc decores
Cortes de dilo3 de barege, de lacatana e de eaze
de sed*.
Carubraias de cores, brancas o organdys.
Auquinhas para saias.saias bailo, de dina, ma-
dapoln e bordadas.
Leamos de labyrintlio do Aracaty e francezes.
Chapeos amazonas de palha e de seda para se-
nhoras e meninas.
Entortes de froco, de vidrilho e de flores.
Peales de tartaruga, imoeratriz e outros gostos.
Manguitos e gollas, pouto inglez, fraficez e mis-
sanga.
Vestuarios de fuslo, de la e de seda para
crianc.a.
Mineteles, taimas e pelerinas de difTerentcs qua-
lidades.
Chales de louiira, de merino e de la de pona
redonda.
Luvas de pellici brancas, prelas e de cores.
Vestidos de blond, mantas de dito, capellas e
flores solas.
SiulurOas, camisas de linho e esparlilhos para
senhora.
Perrumariis fiuas. s-iboneics e agua de colonia.
Casaca?, sobrecasacas e paletots de panno prcto
e do cor.
Paletots de alpaca, de seda c de linho.
Calcas 'le casemira de cor, prelas e de brim
Camisas de madapolo, ue linho inglez e de 15a.
Seroulas de linho e do meia.
Malas, saceos, apelrcixos para viagem.
Chancas para invern, botinas do Mell e outros
fabricantes.
Chapeos do Chyli, de massa e de feltro para ho-
mo ni.
Charutos raanilha, liavana, Rio de Janeiro e
Baha. .
Libras sterlinas
V'endem-se libras sterlinas : no cscriplorio de
Mi: i,l Ignacio de Olivcira 4 Filhos, largo do
C o Santo.
IVA NOVA
Loja (!e niudezas nra
DireitaN, 85, onmtem
o lampeao doU/az,
vendem-se bandejas finas a 1; \$mi 1*500, 2.},
2400, 23600, 23*00, 3#200, 4e 53 bengalas d
canna Irnas a 2$ e lj>500, gravitas prelas de se-
t. 11 a 1J20J, dilas de cores a 1, alfinetes em
caiiinhas muilo (no3 a 200 e 280 rs., filas pro-
prias para enfeites de vestido de seda a 00, 500
>)') rs. a vara, franjas de seda de cores a 320,
5 I). Glc 800 rs. a vara, luvas de fio do cores
para hornero, brancas, aCiO, dasdajcorcs a 610,
dii 19 de seda enfeitadas para senhora a 23, cn-
f -lo trancas de velludo dus mais moderno;
q 1 1 ha nua senhora 1 SjO, ditos de fitas de
seda a ($5O0, ditos para meninas de trancada
II ido a IjjOO, dilas de fita de seda 1 4>, luvas
''- ida para homern a lgSOO. tesouras para unhas
fin i- 1 8)0 rs., ditas para costura a lf), clcheles
b>rJadinos a 120, escoras para cabello a 18.
ditas para roupa 3 l200, IrWoas de caracol de
linho, peca grande, a 281), 'meias croas para ho-
111 o a 23 i"!), dias a 4,$S00 e 59, ditas brancas
a 23100 o 332O, dilas finas do cores a 2*800, di-
tas Mra noninosjf de cores a 2G00, dilas finas
b '. \\< de*mninos a 33S0O, ditas para meninas
a i.-7'))a Huta, bolo1* de sida para ensaveque
a 320a duzia, tinta do carmizin lina a M)0 rs.,
cancha de metal principe paraassucar a 400 rs.,
di: is para cha a 800 rs. a duzia, llnleiroa e ariei-
ris flnps a 1. caixinhas de papel sorlidas em
0 I?, ditos de quadrinhos a SHQ rs la pa-
r, uor I ir a mais lina qe ha a 74500 a lilfra, ala-
iros chatos do algodo a 60 rs., dito* rolicos a
lOJrs penles de borracha para bichos a 440,
1! is travessos pira meninas a 610, diios do bu-
branco para bichos a 280, ditos para alisar a
5)) rs., ditos de borracha para alisar a GOrs.,
b Vi de osso a 240, ditos de louca brancos a
1 l), ditos lie cores a 160, botoes de madreperola
fra a 80) rs. a groza, fivela.s para calcas a 100
rs., caixinhas de papol de cor a 800 rs., caixas de
11 de coli a 100 rs. linhas de peso a 120,
a 1- de cabeea encarnada a 120. lilis tarradas
di largura de 5 dedos com pintas de mofo a 326
a vari, gala* lelinh'i a 10 a vara, bieo prelo
de sed 1 a 140, 2 I). -f'. 100 e 600 rs. a vara,
b in luedos pira nieiiyMM, do diversas qualida-
I-. mis biralo que en oulra qualquer parte,
bi lecas de cam'iroi 1 5011 rs., ditas de uhouro a
4 10. 500, 800, 1.3500 e 2
Parahyba.
V..mI-3-sc o eunjnho Torrinha distan-
' sti cidade duas leguas por trra,
t_* a terreno pira dous mil paes oor an-
ni e b)i casa de vvenla assobradada
bjas obras, tem e albir fue n j porto dis
tinte do engenho 1|2 q tarto de legua
do rio Parahyba eera menos de 5 horas
s;- ve n a cid 1 Je: quem o pretender di-
rija se a Jlo Joie G t|ue Jira' qncm o vende, j
Aviso aos senhores fabri-
cantes de velas de car-
nauba.
Fio de algodo o melhor que lem vindo ao
mercado, para pavios de velas : vende-se na rua
da Cadeia. loja do ferragens de Vidal & Bast. s.
-- Vende-se para fra da provincia ou para
lgum engenho urna escrava de naoo, moca,
niulo robusta e sadia, capaz de qualquer sarvico,
e que sabe lavar o cozinhar o ordinario de urna
casa quem a pretender, dirija-se a rua do Im-
perador (anliga rua do Collegio) n. 77, no lercei-
ro andar
CAL DE LISBOA,
nova e muito bem acondicionada : na rua da Ca-
deia do Reciten. 38, primeuo andar
Vestido a 2:500.
Riquissimos cortes de chita larga franceza. de
mui lindos padres, tendo entre clles de cores
escuras, claras, e miudinhas, pelo diminuto pre-
cio de 2#500, tendo 11 covados cada corte ; na
rua do Queimado, loja n. 18 A, esquina que vol-
la para a rua eslreila do Rosario.
Cheguem ao barato
O Preguijaest queiraando, em sua loja na
rua do Queimado n. 2.
Pe^as de bretanha re rolo com 10 varas a
2$, casemira escura infestada propria para cai-
ga, collele e palitots a 960 rs. o covado, carabraia
organdy de muilo bom gosto a 480 rs. a vara,
dita liza transparente mritto fina a 3!5, 4$, B8,
e 6$ a pega, dita lapada, com 10 varas a 59 e
G3 a pega, chitas largas Ai molernos e escolhidos
jiadroes a 240, 260 e 280 rs. o covado, riquis-
simos chales de merino estampado a 7}e 89,
ditos bordados com duas palmas, fazenda muilo
delicada a 99 cada um, ditos com urna s pal-
ma, muilo finos a 89500, ditos lizos com fran-
jas de seda a 59, lengos de cassa com barra a
100, 120 e 160 c ida um, meias muilo finas pa-
ra senhora a 49 a duzia, ditas de boa qualidade
a 39 e 3#500 a duzia, chitas francezas de ricos
desenlios, para cobert a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 5JJ900 a poja, e a 160 rs.
o covado, brim I#2tf5 e I960.0ia vara, dito proto muito encor-
pa lo a l95p*vra. brillantina azul a 400, rs.
ocovfjo, alfa/asile d*iAferentes cores a 360 rs. o
ieovado, ceseTniras^p^ras linas a 2&500, 3 e
39580 o^pvado, catjlbria preta e desalpicos a
500 rs. a vara/e rwnra?"muias fazendas que se
far patenta^ ao comprador, e de todas se daro
amostras com penhr.
Mel.
No caes do Ramos n. 10, vendern-se barris de
mel de muito boa qaalidsde por ljOOO cada
um com 17 caadas.
Milho novo
Chegado do Cear, Maranho c Cotinguiba a dois
dias, em saceos grandes; no armazem de Antu-
uesGuimaraes & C, largo da Assembla n. 19.
Vendem-se das juntas de beis mansos pa-
ra carro : na rua da Imperalrtz n. 5, segundo
andar.
Seboe graixa.
Se J coado e graixa em bexigas : no armazem
u" Tasso Irmaos, no caes de Apollo
Tachas para engenho
Fundi^o de ferro e brouze
DB
Fraocisco Antonio Correia Capdozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Pechinchas
sem guaes, na rua do Quei-
mado n. 65, na bem conhe-
cida loja da diligencia de
Fajozes Jnior AGunnaraes
Meias pintadas muilo finas para homem a
Ig80l) a duzia, e em pares a 160 rs., clcheles
francezes em cart.o a 320 a duzia de carios, c a
30 rs. cada carlocom 14 pares, luvas finas de
seda para homense senhoras a 610 o par, dilas
com algum defeilo a 210 o par, muito boas cor-
das para violao a 80 rs.,agalhas francezas, caixas
com 4 papis a 100 rs., apparelhos de porcellana
muilo lindos para menina a I58OO, 2JJ500, 3 e 4,
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para vender em
eu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
aiguns pianos do ultimo gosto, reaeatimenle
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres.
muito cronos para este clima.
&mm&BWi &am essssesissgg
GRANDE SORTIMTO
DB
Fazendas e obras feitas.
luoja
HA
e anaiem
DE
Fogoes econmi-
cos,
Fogoes econmicos americanos, os mclhores
que lem vindo ao merrado, n o s por cozinha-
j rem em metade do lempo de qualquer ouiro,
como por nao gasiarem urna terca parle da lenha;
estao-se vendendo por metade "do seu valor,
approveitar a occasio. Garante-se a boa quaii-
dade e bom travado dos mesmos : vende-se na
fundicao da rua do Brum n. 28. loja de ferragens
da rua da Cadcia do Recife n. 64.
Relogios
Sissos.
F.m casa de Schafleillin & C, rua da Cruz n.
3?, venle-seura grande e variado sortimento de
r ''. igios e ilgibeira horisonlaes.pitentes.chro-
n rn'Iros, Tibios chronoraetros, de ouro, prata
d lirada efolheadosa ouro,sendo estes relogios
d >s orimeiros fabricanlesJa Suissa, que so ven-
d:;'So por preeos razoaveis.
Arados americanos e machinas
pata lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
linston & C. rua daSenzalan. i2.
Cbegaem ao barato.
Vende-se na taberna po paleo do Tercio n 28,
rnanleiga iogleta muilo nova a lS00 a libra, dita
franceza 1 600 rs., cha da ludia muilo superior a
2S200, aletria muito nova a 480, macarran a 4'K)
r., batatas a 00 rs., tuucinho de Lisboa muito
novo a 360. chouricas do Lisboa muito novas a
500, banha de porco'a 560, vinho do Porto cha-
mico engarrafido, a garrafa 1$. dilo de Lisboa
em pipa a garrafa a 480, e outro3 muilos gneros
quo aqui se nao mencionam, o que a vista do
comprador so dir o menos prero que era oulra
qualquer parle, e ludo muito bom.
Vende-se cera de carnauba, sebo em velas
c em pao, vindo do Porto, fio da Baha para li-
quidar : na rua da Cruz, armazem n. 33.
Cera de carnauba.
Vende-se na rua da Cadeia n. 57 a 9?G00 a ar-
arroba o a 112)500; a melhor que tem vindo ao
mercado.
Sola.
Vende-so tima partida de 1,220 meios de sola,
quasi toda de muilo boa qualidade, propria para
embarque ; e tambera se relalha, a dinheiro ou
a prazocom firmas a contento : trata-se na loja
da rua do Livramento n. 33.
Vende-se um excellenlc cabriole! e lam-
bem un carro de 4 rodas : na rua do Arago nu-
mero 37.
Vende-se um carro de conduco de gene-
ros o dous bois mansos e gordos, acostumado* a
seryieo, tudo por preeos razoaveis : na rua Nova
d. 48.
Neste armazem de molhados con-
tinua-se a vender os soguintesgneros abaixo mencianados do superiores qualidade e mais barato
dos pttro5rieUrioa5r *"" Parte' Pr >erein maiur parle delles recobidos <"'" Pr conta
ManteVga inglexa e franceza
perfeaniente flora mais nova que lem vindo ao mercado de 60 3 800 ts. a libra em barril
se fara algum abatimenlo.
Qucijos Clameujos
muilo novos recentemente chegados no ultimo vapor da Europa de 1S700 a 33 e.i vista do trasto
que o freguez izer se far mais algum abalimeulo. b
Qucjo pvato
os mais novos que existen) no mercado a 13 a libra, em porgo se far abatimento.
iVmeixas vaueezas
m latas1 de 1 1[2 libra por lOO rs., e em campoteiras de vidro contendo cada urna 3 libra
por o^iuli.
. Mustara ngleza e Vranccza
era frascos a 60 rs. e em potes franceza a 800 rs cada um.
VerAaAeros figos de comadre
>o. caixinnasd 8 libras eleg.i(lt&raenle enfeitadas proprias para mimo a IgGOO rs.
UoVac\vVnV\a iuglcza
a mais nova que ha no mercado a 40 rs. a libra e era barrica cora 1 arroba por 4J.
Potes vidrados
de la 8 libras propriis para rnanleiga ou outro qualquer liquido de 400 a lj>000 rs cada um
\u\cndoas confe'Uadas nrourias para sorles
de S Joao
a 13 a libra e em frasquinlios, contendo 1 1(2 libra po: 2j.
CVi prcto, hyson e pcrola
os melhores que ha neslc mercado de 18600,2} e 29500 a libra.
Macas cm caixinYias de 8 \iliras
contendo cada urna dilTerentes qualidades a 4S50O.
Palitos de denles lidiados
era molhJ com 20 macinhos cada um por 200 rs .
Tijolo francez
proprios para limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas c francezas
era latas e em frascos de differentes qualidades.
Presnntos, clionricas e palos
o mais novo que ha neste genero a 480, 640 e 720 rs. a libra.
Latas de bolaclvinha de soda
de differentes jualidades a IjjGOO em porreo se far algura abatimento
Tambera vendem-se os soguintes gneros ludo receniemete chcado e de ntutwi*
res qualidades presuntos a 480 rs. a libra, chouricn muito nova, marmelada do mais afamado W
bricantede Lisboa, niarade lmate, pera secca. pascas, fructas era calda, amendoTs n7 ?*2lll
com amendo.scobwtas.i-onfeites, yastilhas de variasqualidades, vinagre onnro VnMo.^'n "'
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de S. Flix, macas fe lodasas aual,did^lP"
ma muilo fina, ervilhas francezas.^.hampagno das raais acreditadas marcas, eerveia.de dit"
spermacetebaralo, licoresfrancezesmuito finos, marrasquino de zara, azeitedce nur n.adn ,!?'
lonas muito novas, banha de porco reQnada e ou.ros muilo gneros kSSSS^^SfTl
raolhados.porisso prometiera os proprietarios venderem por muito menos do qoeoutroaualauer
promelera raais tambera serv.rem aquellas pessoas que mandarera poroutras p co i S
viessem pessoalraente rogara lamben lodosos sanhoresde engenho e senhor, "raK
VSSSSSStSS enCmmendaS D irmaz8rn Proresso "e. afBanca a bo^VuTdaaee
[Ges&Bastoj
Na rua do Queimad) n.
46, frente amarella.
i Sortimento completo do sobrecasica de
panno preto e de cor a 25S. 283, 30> e
5 359. casacas a 289. 309 e35-J. palitots dos
mesmos pannos20. 229 e 25g, ditos de
casemira de cor a 16$ e 189. ditos sac-
j eos dns mesmas casemiras mo lelo inglez
5 casemira fina a 10. 12/? 14 e 15j, ditos
l saceos de alpaca preto a ijj, ditos sobre
fino de alpaca a 7, 8j e!). dilos de me-
\ ri sclim a 10$, ditos de merino cordo
a 10$ e 129, ditos de sarja preta trancada
i saceos a 6$. ditos sobrecasacos da me3-
J ma 'azenda a 89, dilos de fustn de cor e
i branco a 49. 4$500 e 5$. colleles de ca-
semira de cor e preto a 5 e 6, ditos de
merino preto para luto a 4 e 59, ditos
de velludo preto de cor a 9-J e I09, ditos
de gorgurao de seda a5j e 65, ditos de
brim branco e de cor a 2950U e 3), cikas
de casemira de cor e preto a 7$. 8$? 9?
e 10, ditas para menino a 69 e 7. ditas
de merino de cordao pira homem a 5$ o
69, dilas de brim branco a 5 e 6, dilas
ditd de cor a 3, 3500, 4-J e 5, e de
todas estas obras temos um grande sor-
timento para menino de lodos os lma-
nnos; camisas inglezas a 36 a duzia. Na
mesina loja ha paletots de panno preto
ffl para menino a 14$. 15J e 16;. ditos de
% casemira para os mesmos pelo mesrao
9| preco, dilos de alpaca saeco3 a 3j e
<<$ 3$5O0, ditos sbbrecssacos a 5J e 6$ para
os mesmos, caigas de brim a 2}50'l, 35 o
39500, paletots saceos de casemira de cor
a 69 e 7, loalhas de linho a 800 e 1$ ca-
da urna.
No mesmo estabelecimento manda-se
apromptar todas as qualidades de obras
tendentes a roupas feitas,em poucos dias,
quo para esse (ira temos numero suf-
iciente de peritos offieiaes de alfaiales
rgidos por um hbil mostr de seme-
lhanle arte, Dcando os donos do estabe-
lecimento responsaveis pelas mesmas 3
obras at a sua entregi. 3f
8na do Crespo,
Loja 11 25, de Joaquim Ferrei-
r de S.
Vende-se'por preeos baratissimos para acabar:
roupesde s^da para senhora a 159, laazinhas de
1 cores para vestido a 200 rs. o covado, cassas de
i cores linas a 210 o covado. chita larga a 20!) rs.,
' casaveques de cambraia bordados a 8. capas de
; fustao a 59, perneadores de cambraia bordados a
69. liras e buhados bordados a 320 a vara, lencos
de seda com franja a l.j. riscado francez a 200
; rs., sobrpeasacas de panno fino a 25. paletots de
j panno prelo e de cores a 18, 2o e 22, ditos de
alpaca de 4$ a 8$, calcas de casemira prelas c de
cores para lodos os preeos, dilas de brim bran-
co e de cores de 2 a 49, gollinhas bordadas de
iraspasso, camisinhas para senhora a 2$50,
m nguitos bordados 2-9000. chita de lustre lar-
ga para cubera a 320 rs,, esgniao de linho mui-
lo lino a lgfiQO a vara, bramante do linho com
9 palmos de largura a 29'X)0 a vara, damasco
de la com 9 palmos de largura a 2000 o co-
vado, pegas de madapolao fino a 49500. chapeos
de feltro finos, baldes a Garibalde a 5;500, pale-
tots de brim de cores o brancos de 49 a 6, ca-
misas brancas e de cores de 1*500 a 3&, e o'utras
muit.is fazendas por muito menos do seu valor
para fechar enntas.
REMEDIO INCUMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as nacSes P9-
dem testemunharas virtudesdeste remedro in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
bros inteiramente saos depois de haveremprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-haconvencerdessascura maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha muitosannos; ea maior parte
della sao tao sor prendentes que admiran, o
medico mais celebres. Quantas pessoas recof
broram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospilaes, onde de viam soffrer 1
amputado I Dcllas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
submettercm essa operacao dolorosa foram
curadas completamenle, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa na
enfusao de seu reconhecimento declararam es
le resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros Magistrados, afim de maisautenli-
carem sua-flrmativa.
Ninguem desesperara do eslsdo de saude sa
Uvesse bastante confianca p^ira ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algura lempo o
jmentratatoquenecessilassea natureza do mti.
i cuja resultado seria po va riucontestavelmente .
Queliidocura.
Uim^Hento e til, mais particu-
'*r,neato nos sSites casos.
inflamniacao dabexiga.
damatrij
Lepra.
I Alporcas
! Caimbras
I Callos.
a"ce res.
I Cortaduras.
l Doresdecabega.
I das costas.
dos meinbros.
tufermidades da cutis
emgerl.
Ditas do a us.
Enipces e escorbti-
cas.
Fistulasno abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escldalas.
Inchagocs
Inflanimaco doflgado.
Malcg das pernas. \
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de repts.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queynadelas. j>
Sarna
Supuracoes ptridas*
Tinha.era qualrjWr par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras naJbocca. ^*
dofigirW:, ^
dasarficulacoes.
Veias torcidas ou noda-
dasjias pernas.
Vende-se este unguento no estabecimento
geralde Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outraspessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e'llespanha.
Venle-se a800 rs., cada bocelinha contdm
urna instrucgao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste unguento.
I O deposito geral em casa do Sr. Soum.
;liharmaceutico. na rua da Crun. 22. em Per-
nambu.10.
Relosios.
IGiniento
inglez.
louca, larlarus
Para collar vidros,
^* ni.irfim etc., chegou urna pequea porcSo
<* deste cimento ja muicanhecido nesia ca-
pial e se rende nicamente na casa de
Augusto & Perdigan, na rua da Cadeia do
Recife n. 23, a 2 cada vidio dinheiro
vista. Os amadores devora quanlo antes
prover-se delle.
m
Na fabrica decaldeireiro da rua Imperial"
junto a fabrica de sabo, e na rua Nova, loja de i
ferragens n. 37, ha urna grande porcao de folhas '
de zinco, ja preparada para telhodos, e pelo di-
minuto oreco de 140 is. a libra
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitosparacamisas.
Biscoutos .
Emcasa de Arkwight & C, ruada
Cruz n. 61.
Pechincha.
Corles do chita franceza com 14 covados a
2920O, chilas francezas a 200, 240 e 2G0 rs. o co-
vado ; a ellas que se acabam : na rua do Quei-
mado n. 44.
Botica.
ARMAZEMDEROTPAFEITA
Defronte do becco da Congregacoletreiro verde.
Casacas de panno preto a 30, 35 e 40f000
Sobrecasacas de dilo dito a 35$000
Paletots de panno pretos e de cores a
20, 25, 30 e 35000
Ditos de casemira de cores a 15$ e 22*000
Dilos de casemira decores a 1% e 120(0
Dilos de alpaca preta golla de velludo 3 12JO00
Dilos de merino setira prelo e de cor
a 8 e 90f)0
Ditos de alpaca de cores a 3-9500 e 59009
Ditos de alpaca puta a 3,5500, 59. 7 e 99*100
Dilos de brira de cores a 3*500, 4500 e 5*000
Dilos de bramante de linho brincos a
45O0 e 6000
Calgasde casemira preta e de cores a
9, 10$ e 12*000
Dilas de princeza e alpaca de cordo
pretos a 5$00O
Ditas de brim branco e de cores a 2*500,
4|500 e 69OOO
Ritas de ?anga de cores a 30OO
Ditas de casemira a 5$50o
Colletes do velludo de cores muito fino a '
Dilos de casemira bordados e lisos pre-
tos e de cores a 5, 5*500 e
Dilos de setim preto a
Dilos de casemira a
Ditos de seda branca a 5$ e
Ditos de gorgurao de seda a 5$ e
Ditos de fustao brancos e de cores a 3$ e
Ditos de brim branco e de cores a 2 e
Seroulas de linho a
Dilas de algodo a 1*600 e
Camisas de pilo de fustao brancas e de
cores a 2100e
Ditas de peito e pannos de linho muito
finas inglezas a duzia
Dilas de madapolo brancas e de cores
aUSQO. o
Dilas de meia a 1 e
Relog"'o8 de ouro asiente e orisontaes
Ditos oe prata galvanisados a 25 e
Obras de ouro, adereros, pulceiras e ro-
setas
10*000
60OO
5$000
3J500
6*000
6*000
39500
2$500
2*500
2*000
29500
35$000
2500
l$6O0
i
30000
Bartholomeu Francisco de Souza, rua larga do
Rosario n. 36, vende-se os segninlcs medica-
mentos :
Robl'AVcleur.
Pillas contra sezoes.
Dilas vegelaes.
Salsaparrilha Brlstol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Rosque.
Pilulas americanas (conlra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmathico.
Vidros de bocea larga com rolhas, de 2 oncaa
e 12 libras.
Assim como lera um grando sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prego.
ATTENCiO.
Chegou o bem conhecido ungento de matar
ratos e oralas rpidamente : na bem conducida
casa j acostumada, na rua da Senzala Vclha
numero 50.
Oilo palmos de largo.
A 900 rs. a vara
No armazem da cua do Queimado n. 19. vende-
se brim tranrado alv com 8 palmos de largo,
fazenda a mais propria para loalhas. pelo bara-
tsimo prwo dn 900 rs. a vari : rndele ni-
camente 00 armazem cima.
vende-seem casa de Johnston Pater 4 C, rua
; do Vigario n. 3, um bellosortimento de relogios
' de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
rariedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Espirito de vinho cou 44
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
r.ios, chegado da Europa, as garrafas ou as c-
mdas ds rua lanra do Rosario n. 36.
Rua da Senzala Nova n. 42
Vende-se emcasa de S.P. Jonhston & C.va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhoesin-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montaa, arreios paracarro de um edous;aval-
os e relogios d'ouro patente inclezes
Rival sera segundo.
Ni rua do Quaimado n. 55. defronto do sobra-
do novo, loja do miudezas de Jos de Azevedo
Maii e Silva, ha para vender os seguinies artigos
abaixo declarados -
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Sapatos de tranca di algoilao a 1.
Carlas de alfinetes finos a 100 rs.
Ktpelhos de columnas madeira branca, a
1 ,*> I I '.
Phosphoros cora caixa de folha a 120 rs.
Frascos de macassa Derula a 200 rs.
Duzia de facas e garios muilo finos a 3*500.
Clchete? em carian de boa qualidade a 40 rs.
Caixas de clcheles batidos a 60 rs.
Caixas de obreias muilo novas a 40 rs.
Frasco de oleo de babosa a 500 rs.
Dilo dilo para fazer cabello corredio a 800 rs.
Sapatos de lia par enancas e 200 rs.
Pares de meias para meninas a 240.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320,
Massos de grampas muito boas a 40 rs.
Agulhciros de marfim a 160 rs.
Caivetes de aparar penas a 100 rs.
Grvalas de seda muito fines a 600 rs.
Tesouras para costura muilo finas a 500 rs.
Ditas para unhas a 500 rs.
Pecas de franja de lia com 10 varas a 1g.
Pegas de Iranra de la com 13 varas a 500 rs.
Fetilho para enfeilar vestido (pee) 1.
Linhas Pedro V, cario com 200 jardas, a 60 rs.
Dilas dito com 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles muilo linas a 200 rs.
Pares de meias decores para homem muilo fi-
nas a 140.
Cordao imperial (pec.as) 40 rs.
S inleressa s senhoras.
Chegaram miis de novo as bellas e desejadns
pulseiras de coral, fingindo una cobrinha, en-
casloadas em ouro : as lujas de ourives de Se-
ralira & Irmo na rua do Calinga ns. 9 e 11.
Pechincha em roupa feita por um dos me-
lhores artistas nacionaes, na rua da Imperatriz
n. 60, loja de Gama & Silva : calcas de ganga
franceza muito bem feitas a 2g500;'dilas de brim
de linho a 2500, ditas de dilo a 2$, colletes de
varias qualidades, paletots de panno fino sobre-
casacos, dilos saceos, dilos de alpaca preta e so-
brecasacos, assira como roupas grossas para es-
cravos, as quaes se vendem muito em conta.
Grammalicaingle-
za de Ollndorf.
Novo methodnpara aprender a lr,
a cscrever e a fallar inglez el' 6 mezes,
obra nteiramenle nova, para uao de
todos os estabelecimcntos de mtruccao.
pblicos e particulares. Vende-e'na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andar.
mm
cobertos e descbenos, pequeos e grandps.de
ouro patente inglez, para homem a senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
ivndos pelo ultimo paquete inglez : em casa d
oSuthall Mallnr & C:
Vaqoetas.
Vendem -m'por preco commodo boas vaquetas
de lustre para cobrir carros: na loja de selleiro
da rua larga do Rosarlo n. 28.
Vende-se por precisao urna escravn de na-
Can anda mocs, a qal boa qftanfeira : em
Fra de Portas, rea de Pilar n 67.
Vende-se um mulalinho proprio f ara pa-
gem, de idade 15 annes : na rua d Imprra-
tnz n. 5.
45--Rua Direila-,-45
Este estabelecimento offerece ao pu-
blico uun bello e rico sortimento por
preeos convenientes, a saber :
Homem.
Borzeguins mperiaes..... 10#000
Dilos aristocrticos....... 9)5000
Ditos burguezes........ 7/jOGO
Ditos democrticos...... 6$00O
Meio borzeguins patente. C$500
SapatOes nobreza....... 6/j'OOO
Ditos infantes........ 500O
Ditos de linba (3 1|2 bateras). C'/jOOO
Ditos fragata (sola dupla). 5000
Sapatos de salto (do tom). 6$000
Ditos de petimetre...... 5$000
Ditos bailarinos........ 5/,500
Ditos impermeaveis...... 2^500
Senhora.
Borzeguins piimeir classe(sal-
to de quebrar).......5^000
Ditos de segunda classe (quebra
cambada). ,...... 4 Ditos todos de merino (sallo
dengso)..........^500
Meninos e meninas.
Sapatoes de lorca. ...... 4000 '
Ditos de arranca........5.S500
Bo.zeguins resistencia 4^ e 3^800
Paleo de S. Pedro 11. 6, arma-
zem de gneros seceos e
molhados.
Vende-se neste novo eslabelecimenlo saceos
com farelo de Lisboa, farinha de mandicra. mi-
lho, fejao mulalinho e preto, gomma de mandio-
ca arroz de casca e dito do Maranho d sope-
riAqualidadp, doce da casca da guiaba, vinho do
I .-rio em garrafa do melhor que podo haver no
mercado, rnanleiga ingleza e franceza, banha de
porro emlaias, bolachinhns de soda d.> toda* a'
qualidades, cerveja preta e branca da melhor
marca, qi.e.jos flamengos fresraes, conservas in-
glezas e os mais gneros que se vendem por meno*
preco do que se vende em oulra qualquer parte
- Em casa de N. O. Uicber & C.
sticcessores, rua da Cruz n. 4, vndete
Vinho Xerez em barris.
Cliampanha em caixas de 1 duzia da
acreditada marca Farra & C-.' vinho
de superior qualidade.
Couhac em caixas de 1 duzia.
Vermouth em ditas de ditas.
Ferro da Suecia.
Ac de Milao
Brilhantes-de todos os tamanhes.
SYSTEMA Mi
PILULAS Hffl.
Esteinestimavel especifico, comporto lnteii -
mente de hervas medicinaos, nao conten mert-
no^nem alguma oulra substancia delectera B-
nigno mais tenra infancia, e compleicao maif
delicada igualmente prompto esc-uio par-,
desarreigar o mal na compleicaomais'robusia -
inteiramente innocente emsuasoperacoc^eel'-
felos; pois busca e remove as doenra'de ouai-
quer especie egro por mais antigs e tenaze
queseam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muas que j eslavara as pona"d.
moro, preservando em seu uso: conaSam
recobrar a saude ejorcas, depois de haver lem-
do intilmente todos osoutros remedios
As mais ahlelas nao devem entregar-s'e a de-
sesperara,.; acara um competente ento dis
efficazesetleilos destaaasombrnso medicina e
prestesrecuperarao o beneficio da saud '
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes onferm.dadeT
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.

r
i
Areias (malde).
Asi lima.
Clicas
Convulses.
Debilidade ou extenua-
eao.
"ebilidade ou falta de
forcas para qualquer
rousa.
Dysinteria.
Dorde garganta,
de barriga,
-nos rins.
Dureza no ventre.
F.nfei midades no ventre
Ditas no figado.
Dilas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas
inlermilente.
Vendem-se estas
geral de Londres n
todos os bolicarios
Pebre de toda a especie
Colla.
Hemorrhoidas.
Ilydropesia.
Icleriria.
Indigestos.
Inflammares.
Ir reg lar id-a des di
menstruaro.
Combrigas de toda es-
pecie.
Mal oc Pedra.
.Manchas na culis.
Obstruccao de ventre.
l'hlhisica ou comsump-
(.So pulmonar.
Reteiifo de ourina.
Rheunialismo.
Symplomassccundarios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo [mal.
pilulas no eslabelecimenlo
224, SlranJ, e na lojo de
- droguislas e nutras pessoas
enrarregidas de sua venda em loda a America
do Sul. Havana e Ilespanha.
Vendem-se as bocelinhas a 800 rs. cada unin
dellas, rontem urna inslrurcao em (lorluguez pa;
ra esplicnr o modo dse us'ir deslas pilulas.
O deposito geral 6 em casa de Sr. Soum phar-
meceulico, na rua da Cruz n. 22, em Pernam-
buco
ffllffla
No armasem de fazendas da
rua do Queimado n, 19.
Chitas francezas miudinhas com pequeno loque
de mofo a 200 rs. o covado, enmbraias de core,
linas a 200 rs. o covado, lencos brancos para al-
giboira a 25 a duzia, cambraia preta com pintas
brancas a 500 rs. a vara, chilas de cores Blas
miudinhas a 160 o covado, corles de hiberia com
14 covados por 2j500, roberas de chita (hine-
zas) a lf800, algodo entestado largo a 61)0 rs. a
vara, chales de merino eslampados a 2J500
meias para meninos e meninas, chila fina de ra-
rnagem para robera a 280 o covado. baldes a
*9 de superior qualidade, cobertores de laa a 2
Alten cao.
\endem-se quejjos londrinos muilo frescos de
superior qualidade ecousa nunca vista : na rua
estrella do Rosario, armazem n. 11 ; quanlo ao
proco segredo.
Na rua da Cadeia n. 5 4,
vendem-se os seguinles fazendas por metade de
seu valor para liquidaban.
Casavequos de fuMSo a 8 e 12$.
Dilos de soda a 258.
Dilos de velludo a 40 e COJ.
Chapeos de seda para senhora a 10$.
Enfeites de flores a 6g.
Camisetas rom manguitos a 3. 4, 5 e 6.
Fnlhos bordados tiras a 500, 1J, 2 e 38500.
ntremelos finos, pecas com 12 varas a 1 *.
Collarinhos bordados de 500 rs., 2g, 9 e 4$.
Botos de seda, velludo, de louca e de fusloo
de qualidades finas, duzia a 200, 00 e 600 rs. '
Chales de touquim a 10, 15. 20 e 35.
Um cmplelo sortimento de franjas de seda e
do algodo.
Bicos de seda brancos e preJoa, de todas as
larguras, vara a T60, 240, 400, 800 e t.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito da
rua da Cadeia do ocife n. 12, ba para vender a
verdaoVira polafss da Russia nova e de superior
qualidade. assim orno tambem cal Tfrgam em
podra, ludo por presos mais tarlos do que eni
oulra qualquer parle.
*Ti
*l 'I'
ILEGVEL
.
- um


DIARIO DE PEBNAMBUCO. SABBADQ 18 DE SETEMBRO DI 1860.
DE
Sita oa r-ua Imperial 118 e 120 junto a fabrica desabo.
tELtUUSAS E nVLUVElS.
i_Y)
m

i '.WS-
=5KZ3
T--\V,I
E83.
GRANDE ARMAZEM
DE
DE
-sw>
Pastilhas vegetaes de Kemp Hp
contra as lombrigas
Scbastio J. da Silva dirigida por Francisco Belniiro da Costa.
Neste estabelecimenio ha sempce pcoraptos alambiques de cobre de difTerentcs dimencoes
de 300 a 3 000) simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios conlno? PProvadas pela Lxm.* inspeccao de esludc de jjgjgg
; : restilar e destilar espiritos com graduaoo al 40 gios (pela graduaco de Sellon Cartier) dos Habana e por rauilas oulras juncias de hygiene I C
-..'.acres systemaa boje approvados e conhecidos nesta e oulras provincias do imperio, bombas publica Jos Estados UniJos e raais paizes da A- 3a?J
de todas as dimencoes, asperante3 e de repucho tanto de cobre como de brorue e ferro, torneiras merca i gg^
Ra Novan, kljuntoaigreja da Con-
ceicd dos Militares.
f/yy>
s/Sr.
BVWfs
TOES
S<
&
&
K
Kfc&
te
Acha-se na directo da oficinadeste acreditado armazem o hbil KSS
Ce bronze deodas as dimencoes e leilios para alambiques, tanques ele, parafusos de brouze e r .. ^ artista FranciCO de Assis Avtllar. anPO conli-a-mrstr^ rt\ Fllorar. SSS6
Ierro para todas d'agua.portas paca fornalhasecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas <*aranti\.s como puramente vegetaes, agrada- ; g? ,. ESfSSLS^ n*~~2alELuET^ "re d. *"ecJo &<
ts dimencoes para encmenlos, camas de ferro cemarmacao e sem ella, fuges de ferro potaveis e daveis a vista, doces ao paladar, sao o remedio 3s? iuvuvki jse reireita. u respeiuve publico continuara a encon- <<
inlallivel contra as lombrigas. Nao causara ^^ trar em dito armazem um grande e variado sortiixuito de roupas ^ ,
nauseas, nem sensacoes debilitantes. sgggg eitas, como sejam : casacas, sobrecasacas,raques, paletots de panno p&E
Tesienvinho exponlanco ein abono das pasli- &? fino, ditos de casemira de cores, de merino, bombazina alpaca preta S^C-s
has de Kemp. |^| e de cores, ditos de brim de bnho brando, pardo e de' cores, cairas ||
Srs. D. T. Lanman e Kemp.Port By- 3$^ de casemira preta e de cores, ditas de merino, de princesa, de brns lt|P
-on 12 de abril de 189 Senhores. As pas- s^g pardo, brancoe de cores, colletes de velludo preto e de
econmicas, lachas e tachos de cobce, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo em lenrolc barra, zinco era lencol e barra, lsnces e
rroellas de cobre, lencesdeferroalalao,ferro suecia inglezde todas asdiransocs.sifras, tornos
e folies para ferreiros etc., e outros muitosartigos por menos preco do que era outra qualquer
rte, deseenpenhando se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeicao j conhecida
1 para commodioade dos freguezes que se dignarem h(inrarem-nos com a sua coiifianea, acha-
co na ra .Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada paca tomar nota das encommendas.
Ero casa de N. 0. Bieber & t. Suctessures,
ra da Cruz o. "i. acbtf-se venda uro grande o
vaiiado sorlimenlo deecragens finas, obras de
lanoeiro e pedentes s*rn lim por usos domesli-
ces, producios todos da industria norte america-
na, assim romo :
Arados de diversos lamanhos.
Molnhosde tailho.
Machinas para coi lar capim.
Grades.
Machinas para descarocar milho.
Cultivadores c ferros de cnsommsr econmicos
Na ra do Codorniz n. 8,
vende-se:
Milho, saceos grandes, 7j000.
Farelo de Lisboa 5g.
Faiinha de mandioca "5.
Gomraa do Arac-ty propria para grude de a-
bciea de chapeos a J$ a airoba. E ouicos mais ge-
necos, ludo u.ais baraio que em oulra qualquer
parle.
CAMMEIROS
Grande .orlimrnto de conJieiros economices a
Seus proprietarins offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico era geral, toda e
(nalquer obra manufacturada em seu reconhecido estabelcimento a saber: machinas de vapor de
nbam curado sualilha.
ipil- g^v-;
Logo que soube disso s>i
Apromptam-se becas para desembargadores, lentes, juizes de di-.|>^ Na fabrica de caldeireico da ra I
nipenal, e na
acnlooa ruado iirum n. 28 A.ana ra do Collegiohoje do Imperador n. (Jmoradia do ca- Kemp, dioguistas por atacado em New York,
-ico do eslabelee.irnento .los Joaquira da Costa l'ereira, com quera os orelendentes se podem Achain-se venda em lodas as boticas 1
____________________________________________________priucipaes ci-Jadesdo imperio.
DEPSITOS
- .'..-r.dfr iara qualquer obra.
das
v""-/'tri ^ ^ & <& fc ^ ^

^"KEMP NUEY1Y0RK
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
NEW-YORK
0 MELlIOi; REMEDIO CO.MIF.CIDO
afra ConslipafSet, icler\cia,aftecroesdo figado
febre biliosas, clicas, mdigetloes
enxaquecas.
FeTOS tle CU-; Rio de Janeiro na ra da Alhndega n. 80.
Babia, (ieimano & C, cua Julio n 2.
Pernambuco, no armazem dedrogas de J. Suuit
& Cvmpaiiliia ra do Cruz n. 22.
gmmar
econmicos
a 5^000.
Esles magnficos fer-
ros aeham-se a venda
no armazem de azen-
das do Raymundo Car-
los I.cite & lrmao, ra
da lmperatriz n. 10.
igual.
DE
Viiiio de Bordeaox.
Em casa de Kalkmann Irmaos&C, ra da
Cruz n. 10. encontra-se o deposilo das bem co-
ntiendas marca dos Srs. Brandenburg Frcris
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
As melliores machinas de coser dos mais deaux- Tero as seguales qualidades:
\G^^CI\
WMOW,
Ruada Senzala 3\ova n.42.
Neste estabelecimento continua a haverum
coma pie tos or im en t o de moendas e meiasmoen-
dasparaeuaenho, machina de vapor e taixas
de ferro balido e coado. de todos os lamanhos
para J
HELOfilOS.
V.
afamados autores de New-Yoik, I.
M. Sioger C. e Wlieeler SiWilson.
1
Neste eslabelci-
mento vendem-se as
machinas destes dous
~Q autores, mostram-se a I
*' qualquer hora do din ou j
da nono, e responsabili- 1
snmo-iuis por sua boa \
i|ualidade e seguranea : ;
no armazem defazendas
do Raymundo Carlos
l.rite & Irmos ra d> i
Hernorrlioidas, diarrhea, doencas da lmperatriz n. 10, antigamenle aterro da Boa-
p'.le, irupres.e todas as cnfcrmiJudcs, "isla-
VENIENTES DO ESTADO IM1M110 DO SANl.E.
7">,000 caivasdeo remedio consommem-se
-nualmente!'
Rcinodio da natcircza.
\ 'trovarlo pi^la [alcudade de medicina, e re-
immendado como o raais valioso catrtico ve-
qrial de to.los os conhecidos. Sendo estas pilu-
.- puramente \egetae', nao conlcm ellas ne-
1 veneno mercurial nem alguin oulrom/nc-
ra/; esto b>m acondicionadas era caixas de folha
rasguarJar-se da humidade.
Sao agndiveis ao paladar, seguras e cITicazes
.! -11a operaeao, um remedio poderoso para a
ilude, puberdade e vulbice.
I.i-?e o fo I he lo que acompanha cada ca\a.
111I se Picar conbecendo as muilas curas
milagrosas que leraeffetlusdo. D. T. Lanman
tvemp, droguistas por atacado em New York,
os nicos fabricantes e proprietarios.
Achara-se venda em lodas as boticas das
ncipaes cidades do imperio,
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra Alfandegan. 80,
Bahia, Germano & C na Julio n. 2.
I'ernambuco, no armazem de ilrogas de J. Soura
& C. rua da Cruz n. 22.
Admirareis remedios
americanos.
Todas as casas de familia, senhores de enge-
1 n iros, ele., devera eslar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos con
mes se cura dicazmente as priucipaes ruo-
-li;is.
Pro rapto alivio deRadway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rlieumalismo, dor de
cabeca, nevralgia, diarrhea, cmaras, clicas, bi-
indigesto, crup, dore? nos ossos, conlusoes,
madura, erup;6es cutneas, angina, rcteD-
0 de ourina, ele, ele.
Solutivo renovador.
1 todas as eiifermidadesescropholosas.chro-
- esyp lili ticas; resolve os depsitos de mos
res, purifica o sangue, renova o systema:
prompio e radicaluienie cura, escropbulas,veno-
De lira rulen burg frres.
St. Eslph.
St. Julien.
Margaux.
La rose.
Chteau I.ovil'.e.
Chteau Margaux.
De Oltlekop & Mareilhac.
SI, Julien.
NA LOJA E ARMAZEM
DE
Joaquina Francisco dos Santos.
1
Detraate Ao licceo da Congvegaeuo \circiro
isooo
St. Julien Mdoc.
Chteau Loville.
Na inesma casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em barris qualidade fina.
Cognac em cnixasqualidade inferior.
Cerveia branca.
Vende-se emeass de Sauaders Brothers &
C. praca do C".-,o Santo, relogios do afama
jo fabricante Roskell, por precos comniodus,
e i?nibeiii'.ranci:llins e cadeias varaos niesmos,
deexcellenle kosio.
UXIGA VERDADEIRAE LEGI
TIMA.
2S500
83500
2;oO
1
$500
320
S5o
(ASDE SOKTHEXTO
SALSA BARIIILIIA
I1E
azendas e roupa feila
NA I.OJA E ARMAZEM
DE
Joaqnim Rodrigues lavares de Mello
RUA DO 0UEIMAD0 N. 39
ES Sl'A LOJA DE QI'ATIIO TORTAS.
OF.
Tem um completo sorlimento de roupa feila,
. e convida a todos os seus freguezes e lodas as
pesseas quedesejarem ler um sobrerasaco bem
feito, ou um calcha ou collete, de dirigiiemse a
este estabelecimenlo que encontrarao ura hbil
artista, chegado ultimamenio de Lisboa, para
Remedio sem igual, sendo reconhecidos pelos ']esemPennar 8S <*> a vonlade dos freguezes.
mdicos, os mais iminenles como remedio infal-1 Ja tem um "ran(,e octimento de pal.tois de ca- |
livel para curar escrophulos, cancros, iheumatis- ?emira cor ,le ra')e e oulros **aroa> Hue se ven"
mo, enfermidadesdo figado, dyspep.sia.debilida-
dade geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do emprrgo de mercurio,
ulceras e eriijcoes que resuliam da -impureza do
sangue.
CAUTF.LA.
D. T. Lanman A Kemp, droguistas por ata-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os- |cado New York, aegam-se obrigados a prevenir
sos, turnares brancos, afceces do figado e rins, ( rcsdeilavel publico para desconfiar de algumas oulras fazendas por prego commodo, um grande
rsipelas, abeessose ulceras de todas as classes, lenues in.ilaeoes da Salsa Patrullo de Brisiul, sorlinento .le sapatos de tpele de gosto muito
dem a 128, oulros de casemira de quadrinhos
da mais fina que ha no mercado a 16, ditos
de merino stima 129?, ditos de alpaka muilo
fina a 69, ditos francezes sobrecasacados a 12,
ditos de panno fino a 20, 258, e 30$. sobre-
casacas francezas muito bem feitas a 35a, cal-
gas feilas da mais fina casemira a 109, ditas de
brim ede fusiao por preco cornmodo, um grande
sorlimento de colletes decaseinira a 53J>, ditos de!
Seda de quadrinhos muito tina covado
1 nfciles de velludo com froco prelos e
de cores para cabera de senhora da
ultima moda
Fazendas para vestidos, sendo sedas, la
e seda, cimbcaia e seda tapada c
tcansparente, covado
I.uvs de seda bordadas e lisas paca se-
nhoras, horoens e meninos
Lencos de seda cosos paca senhora a
000 e
Mantas para grvalas egravatas de seda
de todas as qualidades
Chapeos francezes forma moderna
Lencos de gorgurao pecios
Ricascapellas beancas para noiradoa
Saias balao para senhoras e meninas
i Tafet rxo o covado
___2 Chitas francezas a 260, 260. 300 e
F Cassas francezas, a vara
Tachas e moendas
Braga Silva 4 C.tem sempre no seu deposito
da rua da Moeda n. 3 A,um grande ortimeuto
de tachase moendas para engenho, do multo
acreditado fabricante Edwin Maw a tratar no
tnesmo de osito ou na rua do Trapiche n 4.
Fazendas porbaixos precos
Rua do Qucimado^ loja
de i portas n. 10.
Ainda restam algumas fazendas para concluir
a liquidacao da firma de Leile & Correia.asquaes
se vendem por diminuto preeo, sendo entre ou-
lras as scues:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditas largas, francezas, linas, a 24 0 e 2C0.
Riscados francezes de cores lixas a200rs.
Cassas de cores, bons padres, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, a ICO rs.
Brim trancad o blanco de Un h o muilo bom.va-
a t#0U0."
Cortes de calca de meia casemira a 2g.
Dilos de dita'de casemira de coies a .";.
Panno prelo fino a 3j) e 4J>.
Meias de cores, finos, para homcm, duzia.
800.
Gravatas de seda de cores e pretas a 15.
Meias brancas finas para senhora a 3$.
Pilas ditas muito finas a 4g.
Ditas cruas finas para homcm a 4g.
Corles de rolletes de gorgurao de seda a 2j.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 45.
Selim preto azul c encarnado proprio
paca forros com 4 palmos do largura,
o covado
Casemira lisa de cores 2 larguras, o co-
v? do
Chales de merino hordados, lisos o es-
tampados de lodas as qualidades
Seda lisa preta e de cores propria pa-
ra forros com 4 palmos de largura, o
covado
Ricos cortes de seda prelos e de cores
com 2 saias e de babados
Dilos de gaze e de seda pbantasia
Chales de touquim muito finos
Grosdenaple preto e de cores de todas
as qualidades
Seda lavrada preta e branca
Capas de fil c visitas de seda prelo com
froco
lcCOO
2g000
I
155C0
I
Vende-se na loja de Antonio Augusto dos San-
ios Porto na loja ns. 37 e 39 na praea da Inde-
pendencia, capellas de aljoar e morale para ca-
tacumbas, tmulos etc., ele, da forma seguinte
e precos razoaveis :
Capellas dealjofe com ESCripcdes, grandes a 10j
i Ditas dilas por
, Dilas dilas por
I Ditas dilas por
! Dilas de imortaile por
(Juadros com a iniagem do Senhor Cruxifi-
cado com inscripcee por baixo a 10jj e a
Pecbincha.
Chita eslreila rxa com pequeas pintas de
mofo, eevado a 120 is., peca 3 -I55C0: na rua
du Queiiuadn n. 44.
Superurea corles de chita franceza lacga de
muilo lindos padri8, miudinhas e de quadros,
de coces fiaras o escuras, com 11 rovadoscada
roce, pelo baralissimo preco de 2$500 : na loja
do subrado eroarello, nos quairo ramos da rua
, do (.lueimado n. 9. de Jts Mucoica Lopes.
Aos senhores musios de
clarineto.
Vende-se u= meihodo de clarineto doauKr
S. 1". Blalle em porfeilo estado, pelo diminuto
preco de 85 : na rua do lirum n. 4 .
0 barateiro do passeio
Publico.
Loja numero! 1.
Esl vendendo ludo por metate do s< x
valor.
Casemira preta n-.uito lina, covado a 2j!.
Pinno lino prelo, covado a 3, e muilo supe-
rior a 5?.
Saija de seda hespanhols, covado a :'>.
Grosdenaple do mais fino que pode haver para
i as senhoras de bom goslo a I5OO, 2-;u0 e 2$800
o covado.
Tafel bronco covado a COO rs.
Dito cor de rosa a 600 rs.
Selim azul a 900 rs.
lulo preto a 900 rs.
Lencos pretos de selim maco da mellior qua-
lidade que h a SgOOO.
Dilos muilo linos a 28-100.
Seda prela lavrada, covado a 1900.
Lencos de seda com avaria a 320.
Brelanha de linho para len< oes e toalha, vara
a 600 rs.
Chapees de Miro bous a 3$200 e 4.
Grvalas de seda de rordo muilu ricas a t''.(!.
Dilas de selim bonitos gustos a TOO rs.
Panninho muilo lino e largo, peca a 4-600 e
6>5(I0.
Cassa de flores iniudas para babados e corti-
nados, a pceja a 2~.
Dita de quadrus a ;l.
Cambraia branca muilo fina e larga com 1C va-
ras, peca a 65 e 98500.
Corles de rllele de (ustaoa 500 es.
"Alpaca prela fina, covado a 700 e 800 es.
Brim de linho beanco muilo lino, vara a 2j2l \
Dito pardo de quadros, linho puro, vara a
S) 700 rs.
-; Dilos de nnho miudos, covado a ISO.
;!; Cambraias de cores, superior fazendr, vara a
28 600 rs.
88
c ^matrw%j** nz.;
Escra^os fgido:,
Continua fugidadesaa etiinbrodoanna pro-
1 \ioio passaoo a prota Rila, de Idada 5') ai 1 -,
I alta, corpo rrgular, lem as ruaos fovelras e s
i dedos des |i'- trepados una per rima dos ouin -,
I casada e deixou o n rido quem a appcehen-
, compensado.
B0S Acha-se fu-
per nao haver pasto no sitio em que eslao .
mais n&a njEx&sszpjsgi \ rMzr}do do l^(m l da ,8r"io
e nlencilios ; foz-se lodo o negocio a dinheiro ou '
a pcezo ; a Iralar com l(
Jcaquim de l'aria.
Preslem alleofo.
Seda preta lavrada parVvesi'ido V$60'0 e"28 ) verdadeira cerveja Bassl & C a 3'rs. a gnala, | "" a sua Pprehensio ; c qu< m 1
-lias d'olhos, difiieuldade das regras das
mulhcies hipocondra, venreo, etc.
way
pararegularisar o systema, equilibrar a circula-
que boje se vende neste imperio, declarando a apurado a 2, ditos de borracha a 28500, cha-
todos que sao ellesos nicos proprietarios da re- pos decasior muilo superiores a 168, ditos desa-
ceita do Dr. Bristol.lendo-lhe comprado no an- da, dos melhorcs que lera vindoao mercado a 108,
no de 1856. dilos de sol. inglezes a 109, ditos amitos bons a
Casa nenhuma mais ou pessoa alguraa lem 129, ditos francezes a 89, dilos grandes de pan-
direilo de fabricar a salsa parrilhadeBtisiol.por- n0 a 4?' ""^completo sorlimento de gollinhas e
odosangue, nieiramenie vegetaes favoraveis' que o segredo de sua pcepacac,a acha-se somen- ">anguilos, liras bordadas, e entre meios muilo
em todos os casos nunca occasiona nao eas ne ie em poder des referidos Lanman & Kemp. proprio para collerinhos ds meninos e travessei-
le ventre, dses de I a 3 regularisam, de 4 i Para avilar engaos comdefaprec'aveiscombi- ros I'or Prc^ commo('0 camisas bordadas que ;
a 8 purgam. Lslas pilulas sao eflicazes as alec- \ nagoes de drogas percicio-as,as pessoas que qui- servem Para batisado de criabas e para passeio
observar a 8^ e!29, cieos lencos de cambraia de
Ses do figedo, bilis, dor de cabera, icleriria, in- zecem comprac o veedadeico devem bem
digeslo, e em todas as enfermedades das mu- 0s seguintes signaes, sem os quaes qualquer ou-
heres, a saber : irregularidades, fluxo, reten- ira preparacao falsa;
-, flores brancas, obstruceoes, histeiismo, ele,
-To do mais prnmpto elTeito na escrlalina, febre
biliosa, febre amarella. c em todas as febres coa- gunles pa|avras .
1* O envoltorio de fora esl gravado de umia-
do sob urna chapa de ajo, trazendo ao p as se-
ignas.
N.
Estes tres importantes medicamentos vem a-
i'impanhados de instroccocs impressas queraos-
icim com a maior minnciosidade a maneira de
applica los em qnalqner enfermidade. Esto ca-
ramillos de falsificarlo por sA haver venda no
armazem de fazendas de Raymundo Carlos Leite
i lrmo, na rua da lmperatriz n. 10, nico*
agentes em Pernambuco.
A 1,000 rs. a arro-
ba e 40 rs, a libra
Na rua Nova n. 69, vendam-so batatas muilo 4o Que as
novas chegadas no ultimo navio a 18 a arroba e ; t(>m unia phenix
0 rs. a ,:
Grande e variado sorlimento de calcado fran-
liuho bordados para senhoras, ditos lisos para Cez, roupa feila, miudezas finas e perfumaras,
homem por prc^o commodo, saias bordadas a ludo por menos do que em oulras partes : na lo-
350O, ditas muito finas a 59. Ainda tem um a do Por "a rua nova n- 7"
resiinho de chales de toquim a 308, cortes de ... a:___. _,
vestido de seda de cores muito lindas e saperia. ~ Vendem-se libras tcilina, em
res qualidades a 1005, que j se Tendern a casa de N. O. Bieber & C. : rua da Lru*
1508, capotinhos pretos e manteletes prelos de n. *
ricosgosios a 208, 259e 309, os mais superio-: ____,;
1 r. __ Vendem-e saceos com fannha de niandio-
res chales de casemira estampados, muito finos, a ca mm a rua da Madrc de Dtos n. 2
88 e a 108, loalhas de linho de vara e tresquar-
las. adamascadas, muilo superiores a 59, dilas \frt 1 a lnnAclurQ
para rosio de linho a 19, chitas francezas de su- iviaCIl I IlaS lie COalUl a.
_, ... perior qualidade, tanto escuras como claras a
2' O mesmo do outro lado tem um rotulo era kfif t,so o 400 e 440 es ocnvadn ricas1 N. o. Bieber & C. Sucressores avisara ao pu-
' Panel azul claro cem a firma e rubrica dos oro- 1 ? r'0'ad' nCaS bliro, que no seu armazem na ma da Cruz n. 4,
papeazulclarocema brma e rubrica dos pro ,casemirasparaca|CB, colletes epahtolsa 49 0CO- estoeipoatos venda as melhores machinas de
pneacios. : vaj0j e ura completo sortimenlo de oulras fazen- costura que at hoje leem vindo a este mercado,
3* Sobre a rolh'a acba-se o retrato e firma i ,iaSj e tudo se vende por preco barato, e que nao as quaes possuem todos os melhoramcntos inven-
do inventor C.
D. T. LANMAM & KEMP
SOL AGFNTS
69 WATER STREET.
"NeW-lOTl.
libra.
5000 RS.
Ferros econmicos de engommar a vapor : na
rua Nova n. 20, loja do Vianna,
presente annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro rua da Alfandega n. 89.
Bahia Germano & C. rua Julio n. 2.
Pernambuco no rmazem de drogas de J. Soum,
C, rua da Cruz n 22. '
Vende-se urna excellenle barraca nova, lo- lo bonito e focle, alem de que alinham o co>em
da encavilhnda de ferro o preparada para nave-
gar, a qnal foi leila na provincia das Alngoas,
com ptimas madeiras do constrnrco o com ca-
pacidade de pegar 700 saceos de assucar, visto
ler 70 toneladas de lolaco : iuem a pretender,
dirija-se a ma do Crespn. 13, para sen ajuste,
qur a dinheiOJ qur a prazo, com boas firmas.
de todos os modos, cada caixa de costuia repr-
senla um lindo loilete para gabinete de senhora.
Igualmente ha machinas para selleiros, ete. Os
precos sao mdicos, e o Sr. Birmingharo, enge-
nheico, ensina o uso das machinas e lodas as par-
ticularidades da conservado de sua conslruccao
no acto da compra.
Seguro contra Fogo f
COJilPAIVniA
Cortes de vestida de eda prela lavrada a ICp. Saraundo-sc ao comprador a qualidade.
Lencos de chita a 100 es.
Laa'dequadros para vestido, covado, a 5C0.
Peitospara camisa, um, 320.
Chile franceza moderna, liugindoseda, covado
a 400 rs.
Eniremeios bordados a 200 rs.
Camisetas para senhora 3 6-0 rs.
Dilas bordadas finas a 2$E00.
Toalha3 delinho para mesa a?{e 48-
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pescoco de senhora a
Vcsfidos brancos bordados para baptisar crian-
zas a 5&000.
Cortes decalca do casemira preta a 68-
Chales demerin com franja de seda a 5
Cortes de calca de riscadodequadros ao00 rs.
Merino verde para vaslido de monlaria, cova-
do. 18280. __
Lencos brancos de c*mbraia, a duzia, v.
L0J4 DO VAPOR-
o qual fc'i a';:i
revdldo do Sr Feliciano Jos Gomes, e esle .h-
Benio de Loyola.. hI. V(,ndf,u ui,ima. 0I1,e ao Sr Francisco Ma.
libias Pereira da Cosa ; t< m os seguinies sig-
i naes : cslaluca cegolar, baslaulc grosso e bailo-
do, olhos amarellados, falla com desembarace,
Na praca da Boa-Vista n. 16 A, vende-se a ''Psenla ler 35 a 40 anane : roga-seas autori-
dades policiaca a
pegar, dirija-se ao engenho Guerra, em pojuca,
on na ruado Imperador n. 79, cscriploiio Je
Polycarpo Jos Laymo, ou na rea de Apollo.-'.
80, esrriptorio do Manoil Gouvcia de Souza, que
seta generosamente recompensado.
rugi no dia 9 do corcentc urna prela de
naci Costa, de nomo Isabel, reprsenla ter 'J5
annos de idade, baisa, muilo prela e muilo be-
xigosa, falla de 2 denles na frente, levou vestido
de chita novo cor de cosa e panno da Cosa, lem
sido vista no aterro dos Afogados c as ras des-
i la ciliado com ura taboleiro vendendo fruclas c
, hoclalice : pede-se as autoridades poliches o ca-
; pitaes de campo a apprehensao da di'a, e leven
i cua da Cadeia Vclha n. 1, que seca pago lodo o
g trabalbo.
aiSTi
LONDnES
AGENTES
|C J. Astley & Companhia.!
f Vende-se ji
f Formas de ferro para
purgarassucar. I
i Enchadas de ferro.
i Ferro sueco.
I Espingardas. {
Ac de Trieste.
Pregos de cobre de com- i
S posico. 11
Barriiha e cabos.
i Brim de vela. !
I Couro de lustre.
! Palhinha para marcinei- ,
ro : no armazem de C. i
J. Astley A C.
Attenco
Vende se na rua da Cruz n. 48, uma
divida julgada por sentenQa, o devedor
dizem que tem loja em neme de outro
na iua da lmperatriz, cujo devedor
chama-se Antonio Joe de Azevedo,
200$.
Fuglo iio engenho Quanduz, em Santo Aulao,
uo dia 18 de maio do anuo pcoximo paseado, um
escravo de none Luiz, de idade de 23 a 24 se-
nos, com os signaes seguintes caba, de esia-
lura regular, baixo, quando se ausenlou nao li-
nha barba uenhuma, cabello a especie do de
ralo, (em um pequeo geilo as pernas para
denlro, um ignal na jionia da lingua do lan.a-
nho de um carneo de goiaba que o alrapalba um
pouco quando falla, tem as cosas bem cicatriza-
das de chicle ; esle escravo foi da villa do Sa-
boeico, comprado ao Sr. Domingos de Souza Bar-
ros, e ha noticia dt lie eslar acontado em uma
fazenda cima da dila villa 20 legoas : pede-se
porianlo a captura do dito escravo, e quem o
pegar, leve-o a seu senhor no dilo engenho, ou
no Recife a Bernardino Francisco de Azezcdo
Campos, uo paleo doCaimo, que se gratificar
com a quanlia de 2i!< 5.
50$ de gratiicacao.
Contina a estar fgido desde o dia 4 de abril
prximo passado o prelo de nome Flix, com ida-
ide de 35 a 40 annos, de nacao Mossambique, o
! lem os signaes seguinles : eslaluca baixa, cor
j fula, ps um pouco apalhelsdos, lem um calom-
; binho 1 nlce as sobrancelhas por cima do nariz,
i que parece ser signal da terca delle ; esle pecio
; tem servido em dilTccenles arles, pescador, ca-
1 noeiro. caiador, Irabalfmdor de campo, e hoje
padeiro, a que perlence ; foi esclavo do Sr. ila-
noel Francisco Duarte, c quando foge cosanla
mudar o nome para Joao. e inlitula-se forro,
lem sido visto nos arrabaldes desla cidade da es-
trada de Beberibe em direrco at a matriz d
Vanea : porianlo roga-se a todo e qualquer que
o encontrar ou delle souber, que o pegue e leve-o
ao pateo da Stnta Croz, padaria n. 6, que rece-
ber a graticacao cima ; assim como se pro-
tckta contra quem o tiver acoulado.


()
MARIO DE PERNAMBUCO. ~ SABEADO ib DE SETMEBRO DE 1860
Li Itera tura.
Quintino Metsys.
(Conclusao.)
Ta Mclsys, disse olla, lia agora muila gen-
te docnlo ; e at aqu mcsmo na visiulianca ha
tres pessoas que esto decana ; o lecelo Ve-
(kon, o carpinleiro Balens, e Hans, o lape-
ceiro. Tan bera Irago para os dous primeiros al-
guma cousinha, quando pisso arranja-lo ; mas
< tai eciro Ilans trabalha na cama paia o nosso
convenio...
Que faz Hans para o vosso convento, mi-
nha irmaa? diz Quiulioo interrompendo-a prc-
cipitalamenie.
Tinta imagens impressas para leprosos, res-
pondeu ella ; nem por isso desempenha esse Ira-
boa por consentir, e a fn Metsys correa o mal
depressa que podia par o convento, que eTa
pouco distante decida Je. Balen porta precipi-
tadamente, e esperou, cora o coraco palpitando
que Ih'a viessem abrir.
Urna irma muito idosa appareceu ao pos-
tigo ; vendo que era urna mulher do povo,
que linha batido, abri lentamente o pergun-
tou :
Que queris, boa mulher?
Est no convento a ir mi a rsula ? ^
NSo, sabio ; vollai amauha.
A' estas palavras fez velha um signal, que
queiia dizer : Relirai-vos, que vuu {echar a
porta.
Fustes vos, mancebo,
iraageoa?
que pintastes est.-s
Siru, Sra. abbadessa, respondeu Quotino
com o cornead aperlado ; mas espero que, se II-
rer a felicidad-e de oblar as voseas boas grecas,
poderei com o lempo adquirir mais habilidade.
PerJoai-me, reneravel senhora, o ter estragado
cssas imagen?: oh! perdoai-m'o em nome da
minha desgrncada mi!
- Estragado exclamou a abbadessa com es-
panto ; sois beni modesto, mancebo/ Vim para
i dUcnros que nunca se virara mais bellas ima-
gens do que as'que pintastes !
balho muito bem, mas, como esl doente, nao I parase alTastar do convenio,
fa/craoscaao... Olhai, aqui trago algumas que Tendes anda alguma
fui agora buscar casa delle.
Tirn do ccslo u:na porco das iraagens, e
deu-as Quintiuo, quo as examino i urna a
urna.
Minha irmaa, disso elle por Cm, pareco-me
que poderia fazer melhor do que islo.
Oh I estis a rir, Quintiuo I Hans, otape-
ceiro, todos os dias lece desenlios nos tapetes ;
o quo faz com que elle eulenda disto alguma
cousa ; mas vos que sois ferreiro, como vos ba-
ria do convir esla obra ?
Quiniino levantou-se vivamente, e dirigindo-
se irma, disse com altivez :
Irmaa rsula, nao ha ferreiro, era tape-
cairo, nem pintor que saiba fazer urna bomba
A liaMelsys senlio um vivo pozar por oslaran- Rstas palavras assorebraram como um raio
sent a irma rsula, e, ret Ja por u;n sontimen- Quiniino interdicto ; o rosto j paludo cobrio-
to mais forte que ella, nao pode dar um passo se-lho de urna pollidez mortal, e tremia excessi-
: vamente, como dominado por urna enfermidade
cousa li/cr ? per- sbita ; de repente eslendeu os braceos para sua
gunlou a irma. mili, e exclamou :
Sim, minha irma, respondeu a velha, ;
tendo a bond.de de entrega, estas imagens ir- | T 0h rainl,a m5i- minha 1,,erda mai'
ma rsula, e dizei-lhe que foi Quiniino Metsys, j A [t\ mulher comprehendeu-o ; precipou-
o ferreiro que as fez... so p,ra s||a com um impulso apatxonadj, e cahio
Ah meu Deus que lorriveis imagens j anhelante nos bracos de seu lilho.
exclamou ella. Faz mal o ver isto ; por todo 0
Cora este locanto espectculo de amor e de fe-
licidade se sentirara as quatro pessoas que eram
leslemunhas delle, lo vivamente comraovidas,
que as lagrimas lhes rebentaram dos ollios.
dinheiro do mun lo nao quera ter semelhaulc
iraagem no meu livro du reza Comtudo mos-
Ira-las-hei irmaa rsula.
Nao eslo bem, minha irmaa ? pergunlou a
mi inquieta. Qujnlno Metsys, exclamou a abbadcssa,
Apro! quo horror! respondeu bruscamen- q,iereis fazer alguma cousa para mira ?
lo a irma. E depois foi preciso resignar-se a
partir. Ouvindo a voz da abbadessa, a rai linha ces-
Com ocoraco despedazado e a alma chcia de
ca humana, aeonl.'cunenius que vem desmentir
todos os dados da sciencia, e nos faiem sonhar,
apezar nosso, com espirilos invisireis, e com um
poder tnyslerioso e desconhecido. A esle respei-
lo, quero contar-vos um fado de que fui loste-
raunha ocular, oque me fez na imaginac,o urna
'mprcssaoindcstrutlivel.
No anno de 1834, habilava cm Borgerhoul
urna orpha de edade de pouco mais ou menos
18 annos, chamada Thereza. Tintn um genio d-
cil e pacifico ; ganhara o seu pao quolidiano cos-
turando, e moravn s n'um quarto que tnha ala-
gado. As suas delicadas, feires apresentavam to-
dos os signaos de gude c de felicdado ; o seu
compoilamenlo irroptchensivel o a sua alegra
natural, faziam com que tola a genio fosse sua
amiga; o como era muito laboriosa e ganhava
por Isso um menos mo salario, julgava-so com
justiga urna das mais folizes creaturas da trra.
Urna inacredilavel aventura veio sbitamente
fazer da joven e alegre rapariga um ser triste e
mseravcl. Eis, pouco mais ou menos, como ella
referia o acontecimenlo :
como a que Quiniino Metsys fez para o mercado
dos,.p.ios! f verdadeque eu nuncameservi|trislczai voll0*u a niai ,)ara jimi0 Jc seu lilho.. das suas raaos as delia. e ficou de p ao seu la-
de coras, e lalvez que a principio estrague al-
gara is imagens; mas nao esquejis, minha ir-
ma, que ura filuo que trabalha para sua pero ? Mas poJeria ella re.er as lagrimas e lor-; Faa. senhora. sou vosso obediente criada.
nar-so senhora da sua physionoma para nao dar A abbadessa toraou 0 livro d raaos da irm|a,
a conhecer o acolhimento que linha recebido ?
Um dia linha ido Borchero, para l fazer ves-
tidos de mulher e oulras obras de costura. Pela
larde, essa hora era que nao dia nem noile,
linha ella lomado por ura Malln para chegar i
casa mais depressa. Caminhava ligeiri, pois o co
cobiia-so de nuvens negras, e a obscurdade
ameacava sorprende-la de improviso. Dcraais.
tinha feilo nesse dia um calor abafadico ; ludo
fazia receiar que urna lerrivel tempestado reben-
laria em breve, e islo tanto tai, queja ardentes!
sado de aportar seu lilho. mas conservara urna rc,mP*sillum.navam, por momentos, o hori-
zonte. Thereza nao era das mais atrevidas ; o si- i
; Dir-lhe hia ella o resultado da sua Ja ao conven- do. Quiniino, raergulhado n'uraa especie de ex-
to, e langi-lo-hia noramenle no seu mortal deses- lasis, respoudeu :
mai nao um operario ordinario. Tenho o pre-
seniimeiilo da que hei de fazer alguma cousa.
Pois bem, Quiniino, aqu eslo imagens.
Experimental o que podereis fazer. Vossa mai
acompjnha-me ao convenio para eu Ihe dar tin-
tas e pinceis.
Me, minha mi. Ule depressa, exclamou
Quiniino arrebatado. Oh 1 vou polcr trabalhar,
o so conseguir fazer alguma cous, sararei segu-
ramenle, pos nao tornareis a solTrcr fome por
minha causa. Ide depressa.
Quando sua mi linha partido com a irmaa,
pegn as imagens urna depois da oulra, pen-
sando na> cores cora que Ihos piulara as diffe-
rcnles parles : aqui azul.ali arairello, aquiver-
melho ou verde. Esla meditaco solitaria in-
flammou-lhc de lal modo acabeca, quo 33 faces
emmagrecidas Ihe ravclarain anda o resto d'um
sangue generoso; andar com o lelo por cima
das figuras como se j estivesse oceupado a pin-
ta-las. As imagens que tinha vista estavam
bera longo de seren boa', e os seus defeilos nao
escaparan Quiniino ; pois durante os seus
annos de aprendisagetn, linha-sc familhrisado
com o desenlio ; os Irabalhos dira que linha
ejecutado cm ferro demonstravam suficicnlo-
mi'nle a sua experiencia e o seu gosto.
Quando sua m'ii voltou com as tintas, metleu-
s' nicama.poz dianlede si urna taboa qnadrada.
o meio sentado principiou a pintar. A velha viu-
va oslara com urna tal curiosidade do ver o re-
sulla lo do Irabalho deslc filho lo delicado, que
segua com urna altenco chcia de anciedado os
movmontos do pincel.
Anda que Quiniino trabalhava muilo lenta-
mente, tinha comtudo no fim d'uma horacoberlo
umi imagera com as raiis bellas coros e com as
Untas mais delicadas. Arrebatado da sua propria
obra, exclamou :
o' minha mi, viVIe, estarc curado den-
tro de pouco ; isto exceda as minhas espe-
ra no.-is
A pobre mulher nao sabia ni la da arle acerca
da qual Quiniino consuitava a sua opinio ; mas
di iwu-se seJu/.ir pelo brilho das cores, c ficou
estupefacta, muda da admiraco diante da ima-
gem pintada.
Quiniino, exclamou ella de reponto, ese
cu a fosse mostrar ao convento?
I.ogo, mi, depois do eu ter feilo mais
algunas. Di-me essa para a por dianle da
niini.
Vais enio pinta-las lod as do mesmo modo,
Quintino ?
Nao, rai ; mas esta tem muitos defeilos, e
quero vu-los para os corrigir na segunda. A re-
ina eslava lao cheia de alegra e conlentamento
como se Ihe livessa sobrovindo urna inexprimi-
rel felcidade; o que a encantara nao era o sa-
bjr seu filho colorir lo bera i migeos, pois disso
nao duvidava ella, o apenas esperara alguns
(tuicera do seu Irabalho, se comtudo Ih'o qui-
zessem aceeitar ; mas rigosijava-se com o con-
tenlamento de seu filho, quo, sustcniado pela
poixao do Irabalho, pareca aehar-se muito me-
lhor, e que, depois de ter acabado a torceira ima-
gen), tinha feito ouvir, mineira do exclama-
r'io, as priraeiras palavras d'uma das suas can-
(es csquecJas. Da tompos a lempos, com o seu
arreoatanienlo, a mulher interrumpa a assi-
duiJade do pintor para o abracar, e este diza
rindo :
Ento, deixai-me trabalhar, mi; nao me
estirveis de conlinuar 1
Quando a quarla imagem estara prompla, a
boa mulher insisti de tal modo com seu filho
para ns levar todas irma rsula, que elle aca-
. e, musirn lo-o ao mancebo, pergunlou-Ihe se
paixo de
que all se achavam. Quiniino
lencio da mortc, quo reinara no campo, csso ins-
tante lgubre, que precede a tempestada, e em
que a naturoza assusta Ja parece mergulhada n'um
estupor, lodos esses lerriveis signaos Ihe faziam
baler do angustia o coraco, c accelorar rpida-
mente o passo.
De repente um forraidavel relmpago sabio das
nuvens; o trovo ribomba e abala o slo. The-
elle quera pintar-lhe as iraagens da paixo de
palavras da umaa.po.s essas palavras l,nharaum'Nosso Senhor-q,10 ,, se achavam.
sentido ramio diverso daqnelle que lhes al.ribuiu esponJcu que na0 ousaria cr0prehender essa la-
a m Helsys. Para comprehender o seu equivo- ; ^ CQm Q re(;eio de eslragar Q predogo missal fm pM (|()rnjnaja ,,or um, vva anciedadei ,
co. deve-se saber quo as imagens^ pintadas por maf os dogios que ,he [otam prodjgalisados pela |0 as maos aos lnos 0 sou sust0i m a
Quintiuo represeutavam leprosos, ale.jados e pes-;ibbaJessaepel0 ,acerdolo dcram.lho emfim a menla anda, ouvindo periodo si una voz cs-
tiferos: ojoven ferreiro tinha-as pintado com j coragem de aceeitar essa grande obra,
tanta naluralidalo, linha at (alrex exagerado a :
Depois que prometteu, os visitantes prepara-
naturoza por excessodesentimeolu, que a irma,
vendo scenas horrorosas o feri la da sua vordade, ram -so Pora Parlir- e a irmaa Ursula m'^mon-
se de Quiniino e disse-lhe ao ouvido :
Conlinuai, mancebo. A Sra. abbadessa est;-
salisfeta no mais lio ponli com a vossa obra
nao deixa de exaliar o vosso mrito.
E com urna voz mais doce accrcscenlou :
Vossa mi nao tora a soffrer mais nenhuma
privac&o. Tendc coragem I
linha com isso sentido desguato o baria exclama-
do : que horror!
A mi. ignorando o raoliro desla exclamaeo,
linha enleadilo que a religiosa achata as pintu-
ras ms.
Apenas tinha entrado a porla, j seu filho ex-
clamava :
Enlo, mi, que se diz ?
A pobre mulher cahio, chorando, nos bracos
de seu filho, e o excesso do seu pezar impedio-a
a pronunciar una nica patarra; timbada em
lagrimas cubra de caricias apiixunadas o seu po-
bre Quiniino, quo esconda a cabeca no seo de
sua mi. Quaulo mais ntolerav6s erara as des-
granas destes infelizes, mais se exallara o seu
amor. So os suspiros .(.fados nao livessera de- i Quando a abbadcssa parlio C0ln pessoas
monstrado o seu solTrimento. pader-se hia acre- ; a acompiin|iavam. a feliz mai voltou para junio
ditar fcilmente que a alegra os transportara, do sou nlho e lan,:ando dou8 florins de ouro so-
pois davam-se mutuamente as mais vivas proras lire a palhe(ai exdamou .
Iranba, que Ihe porgunta as horas. A rapariga
aterrada dcixou cahir os bracos, o o seu olharfi-
xnu-se com horror n'uiiia feia velha, quo, cora
um rir medonho, rcterava a sua pergunta :
Ento, minha filha, quo horas sao?
Sem refleclir o com a cabeca desvairada, The-
reza respondeu :
Oilo horas.
Nao se pode imaginar de que doce emoco estas
palavras encheram o coraco de Quiniino ; diri-
gi um olhir do reconhociment irma rsula,
o disse com urna voz alterada :
Uma expresso de colora se pintou r.o rosto
enrugado da velha, e exclamou com um modo
irnico :
Resarc
mi tambera !
sempro por vos, serapre e minha
Oh tu. lambciu, tu d'aquelles que zona.
bam dos velhos de cr.bellos brancos I Nao fazos
bem, minha filha, cm andar depois das nove ho-
ras, por este caminho solitario. Nao sabes o que
pude acontecer!
Ves, Quintino, ves o que a abbadessa mo
Dizendo estas palavras, deu tres palmadas no
hombro direilo do Thereza, o continuou o seu
caminho. Com o contacto da mo da velha, a
desgranada rapariga lornou-se fria como gelo ;
sentio 11:11 inexplicavel cal.ifrio percorrer-lhe o
d'uma ardente ternura. \ intima diir que os ator-
mentava lerara-ot a consolarem-se reciproca-
menle, pois ambos comprehendiam ogualmente a I deu como paga do leu Irabalho Somos ricos, i corpo, o pararen-Ihe que um rudo laco Ihe aper-
extenso da sua miseria, filialmente Quintiuo meu filho, immensamente ricos I Vou depressa tara o coraco
fallou : i buscar ludo o que te fallou na la doonca I... E
Minha mi, minha querida mi, que havo- tu hasde sarar, meu querido Quintino! Todos os
mus de fazer ? Tu Jo nos engaa, ludo nos repelle, ; nossos males acabaran ; vamos de novo viver
meu Deus !
Meu lilho, exclamou com desespero a mi
desvairada, meu querida lilho ; nutri-te com o
meu leite, sempre trabalhoi para ti como uma
eserava quando oras novo. Tu tambem me tens
amado como um bom lilho, e por um penoso Ira-
balho quolidiano leus prvido s prc.'ises de tua
velha mi. Pois bem, Quintino, se preciso...
se nos preciso morrer, se a morte le impclle
para o tmulo, se suecumbo fome... oh res-
ta-nos ao menos uma ditosa certeza : mnrrore-
rnos juntos !
Um longo abraco soguio estas palavras ; nao se
ouvio mais no quarto seno as penosas aspiraces i
de dous pelos opprimilos pela dr e s vezes
urna voz extincla que murmurava :
Minha mai, oh minha querida mi!
felizes
. Nao vos disse que um filho que trabalha
para sua rai nao um operario ordinario? Oh !
sim, a dor que senti, vendo a vossa miseria, tor-
nou-mc pinlor. l'o o proprio Deus que dirigi a
minha iraca mo !
Havia j muilo lempo que eslavara abracados,
silenciosos e chorando, pois na sua tristeza inox-
primivel estavam como encadeades um ao oulro
pelo seu mutuo amor, quando ouviram de rpen-
lo uma voz que perguatava porla :
Onde mora olerreiro yuinno Melsys?
A velha mulher apressou-se enchugar as la-
Quintiuo Iraballnu muilo lempo no livro da
I abbadcssa ; mas quando terminou a obra, j so
i nolaram nclla maravilhosos progressos, que Ihe
I valeram uma generosa remuneraco. Receben
oulros Irabalhos do mesmo genero que elle sem-
pre executou vonladc do quem Ih'os confiavj.
Por fim aborreceu-so do pintar iraagens impres-
sas, poz-so elle mesmo a compor assumptos, o
bem que a principio achasse alguma difficulda-
de, chegou a vencer em pouco lempo lodos os
obstculos que Ihe apresentava a pratica da arte.
Durante dez mrzes anda, etlevo fraco e doente,
sem poder sabir de casa ; mas aprovcilon esse
lempo em aprender luda o quo lhc nao linha ce-
dido a generosa natureza, lo bem quo, quando,
grimas que Ihe banhavam o rosto, e quiz ir abrir ppla prmeira vez sah0 fo logosaudado por loda
a parle como um pinlor celebre.
POsLIIGTflM
-C3 FS'iF.]
JETT'
?0R
PAULO DE ROCK.
a porla ; mas antes della l ter chegado quatro
pessoas penelraram ao mesmo lempo no quarto
As duas primeiras eram a abbadcssa do con-
venio das irmas hospitaleras e um sacerdote
que a acompanhava. Em seguida vinham a ir-
ma Ursula e oulra religiosa, trazando debaixo do
braco um grande livro. Os visitantes fizaran) to-
dos com espanto os olhos em Quintino, que linha
deposto o seu pincel, e que, vorgonhoso, inquie-
to, esperavn urna severa censura.
A abbadessa approximou-se delle, e, mostran-
do-lhc as primeiras imagens que ello linha colo-
rido, pergunlou-Ihe cora uma voz que aecusava
evidentemente urna grande benevolencia :
J Ihe nao faltara dinheiro. Foi habitar com
sua velha mi uma bella casa, o tratou della sem-
pre com o mesmo amor, al quo, feliz por ler
seu filho viudo a ser a gloria da sua patria, odor-
meceu doceraente nos seus bracos com o somno
elerno.
Hkmiv Coxscieeice.
Trmula e imraovel, ficou alguns instantes co-
mo accommeilula d'um lorpr no mesmo lugar,
antes de Ihu vir idea o baler ni rabera da ve-
lha para quebrar o encanto da mo malfica, pela
qual recciava ter sido tocada ; mas a mulher j
ia to longe na escura vereda, que Thcieza nao
oiisou segu-la, tanto mais que um novo relm-
pago, arompanhado de Irovo, despedacou as
nuvens e a chuva principiou a cahir torren-
tes.
Com os vestidos lodos moldados esomi-morla,
Thereza chegou por fim casa, o despio-se e
mclieu-se na cama.
No da seguinte, pelo meio dia, entrou no seu
quarto uma pessoa de casa chama-la para jan-
lar ; mas ainda bem nao linha entrado quando
recuou dando um grando grito ; desceu correr
s oseadas, o chegou ao pe das outras pessoas,
dizendo :
Oh! Thereza esl mora!
A estas palavras, dous homens e Iros ou qua-
1ro mulheresse levantaran) da mesa e suhiram
precipuamente. A' primera vista, julgaram tam-
bera ver um cadver; mas lendo-se approxima-
do do leilo, comecaram duvidar desla desgra-
ca Thereza jaza sera morimento, verdado ;
um do seus bracos parecia muilo flexivol, pois
eslava pendente, como uma corda pelo leilo abai-
xo; o rosto eslava transparente como vidro e
araarellado; mas linha os olhos abortos, o anda
que bihando d'um modo fixo e assustador, es-
tavam vivse intactos. Um dos homens prsen-
les quiz por sobro o leilo o braco pendente ; mas
nao ficou pouco horrorisado encontrando esto
braco to leso o lo duro como se fosse do ferro.
Bem quo o corpo de Thereza apresentasse lodos
ossignaes da raorte, comtudo um sen'.imonto
Effeclivamonle, vizinho. vordade- succedem inexprimivel eslava no coraQode lodosos espec-
frequenlemenle cousas que excedem a intelligen- laderos. enhum d'enlro ellos acreditara que a
rapanga livesse deixado esle mundo ; ao con-
trario, lodos lindara convicio de quo ella rivia
ainda, apezar de ficar surda lodo o chamamen-
0 c iusensivcl aos beliscocs e sacudidellas.
A dospeito de todos os esforcos dos mdicos,
Thereza ficou nesle estado por dous dias e duaa
nuiles. No fim do quarenla c oilo horas, desper-
tou por si mesma, esfregou um nstameos odos,'
como quem saho d'um profundo somno, deilou '
ura olhar sorprezo pelo quarto o para as pessoas1
quo a rodeiavam, e comegou sbitamente der-
cantar lagrimas to abundantes, quo todos os quo i
ali estavam, choios de compoixoo, rhoraram com
ella. .'
Todos lhc drigiram a patarra e Ihe pergunta-
ram como esle inexplicavel mal Ihe tinha sobro-
vindo, mas ella cada vez chorara mais amarga-
mente, e nao responda nada. Depois d'um longo
interrogatorio que Ihe fez o medico, exclamou,
emfim, dando um cruel suspiro:
Oh roga por mim ; eslou enfeudada I
Poucas pessoas acreditaran) principio nesla '
asserco. Eu mesmo que a ouvi, presum ser islo1
effeito do desvario d'um espirito enfermo. Po-
rm a narrae.o do seu encontr com a velha, deu
pelo menos a todas s pessoas presentes, excep-
tuando o mdico e eu, a conriccio de quo olla
eslava effectivaraenle enfeilicoda.
Fosso como fosse, o que se soguio pareceu con-
firmar o seu horrivel pensamento. Por cinco an-
nos, os olhos Ihe conservaram o mesmo brilho, a
pelle continuou amanillada o transparente como
vidro. Atm disto, nao so observava nella ne-
nhuma oulra mudanca sono um omagrocimento
sempru croscente, o j lodos julgaram que a mor-
te tnha marcado cora uma cruz vormclha a ra-
pariga enfeitieada, e que nao lardara arreba-
tar a sua victima. Todos os annos, no dia e na
hora do seu encontr com a velha, era sbita-
mente atacada d'um somno lethargico que, como
o primeiro, durara todas s vezes quarenla e oi-
to horas. Durante estas crises, ella deva ouvir e
ver horriveis cousas, bem como padecer alrtzes
solTrnienlos ; pelo menos o quo muito faziam
presumir as queixas e palavras entrecortad s que
Ihe escapavam ; mas nem promessas era antea-
cas podiam decidi-la dizer o que senlia 011 va.
Ura poder mysterioso o formidavel para ella a
toreara ao silencio sobro esto ponto. Centava to-
dava quem quera ouvi-la, que todas as noites,
pela volta da meia noile, vi.i abrir-se a porta do
seu quarto e apparecer s velha feiliceira ; que es-
ta ni mulher se approxitnava do leilo, so lhc
punha cavallo sobre o corpo, e Ihe comprima
o paito com os joelhos durante uma hora, do tal
sorte que a dr Ihe fazia perder os sentidos,
a a vida, sem que polesso gritar, nem levan-
lar-so.
Duas mulheres que nao acreditaran) na realis
dade deslas apparices, lomaran) urna vez a au-
daciosa rcsoluco do velar junto de seu leilo al
que ella adormecesse. Ellas nao virara a feili-
ceira ; mas ao dar meia noile, a rapariga ador-
mecida abri olhos brilhantes, e suando abundan-
temente o com gritos roncos e assustadores,
poz-se lutar c dobster-se contra um ser in-
risirel quo Ihe doria pesar sobre o peilo, e a sua
pnysionomia toraou por fim urna tal expresso
de angustia, que as duas mulheres espantadas fu-
girara do quarlo.
Estes soffrimenlos continuos e incxplcaveis
nao impediam Thereza de so entregar aos seus
irabalhos habituaes. Considerara o seu estado
como urna sorte inevitavel, e ainda que deixasse
os seus visinhos consultar os mdicos c procurar
remedios para os seus males, parecia ficar indi-
ferente aos esforcos. Comprehcnde-so do cerio
que lodos os charlales, lodos os possuidores de
segredos contra a bruxaria, linliaui sido consul-
tados esle respeilo. Tinhara-so pronunciado
todas as especies de palavras era lingual conhe-
cidas o desconhecidas, sobre a joven doente ; ti-
nha-se deilado cora um sapo vivo na mo ; li-
nham-se posto dous ossos humanos em cruz au-
pes da cama ; tinha-se poslo debaixo do traves-
seiro, durante seis mezes, uma deslas membra-
nas, que algumas criancas Irazera na cabeca quan-
do nascem, e (razia ao peilo um bocado de corda
que linha servido para enforcar um assassino. E
todava ludo isto nao linha servido de nad a ; a
feiliceira conlinuava todas as noiles a pisar sob
seus joelhos e a marlyrisar a desgranada rapa-
riua.
A mo malfica.
nlia perdido e que nao Ihe era posaiveJ eoeun-
trar.
Ceri3ette esteve por um triz desmatar; uihou
para Sabretache que tomou logo a palacra e
disse :
Um
Pelos ins de 1837, Thereza eslava de tal modo
magra o enfraquecida, que j se nao linha cm p
senao com diTiculdade, e cada da parecia ser o
ultimo da sua vida. Aprsenla infeiramenle o
aspecto de um esqueleto vestido ; as faces linha-
as cavadas, os olhos brilhantes enterrados na r-
bita, e os dedos delgados cstalavam como ossos
despojados de carne.
Por osla poca soubcram os visi nhos por uma
aldea, que entre Zocrsel e Schilde, no meio do
malo, habilava ura velhinho que tinha poder
contra todo o soriilogio, o sabia livrar da mo
malfica o de lodo o mo fado. A aldea conten
como o velho tnha desenfeiticado as suas vaccas,
como linha livrado da mo malfica o filho de
seu irmao, o muitos oulros fados maravilhosos
que docidiram os visinhos experimentaren) an-
da uma vez, se este homem poderia virem auxilio
de Thereza.
Mandaran Schilde procurar o velho, e este,
depois do rauias instancias e suppliras, reio a
Borgerhoul com o mensageiro. Como todos os
septuagenarios, tinha as costas curvadas, os ca-
bellos brancos, as faces caradas e seccas, 6 os
olhos profundamente enterrados. Comtudo sua
physionoma nao faltara uma certa nobreza, e
lia-se-lhe nella a finura e a manha. O seu an-
dar era lento, os seus passos medidos e o 30u
olhar constantemente fixo 00 chao.
Quando enlrou no quarlo de Thereza, estavam
ah algumas vclhas e eu tambem. A rapariga
nao so commoveu i chegada do novo fazedor de
milagros, e consderou-o com ndiflerenga e in-
ctedulidade. Ello, sem reparar nella, foi succes-
sivamento murmurar a lodos os cantos do quarto
algumas palavras incomprehensiveis, tomou da
fogo dous tssos inftammados, po-los era cruz
junto da porla, os enlo veio collocar-se dianle
da rapariga. Depois de Ihe ter ura instante olha-
do para os olhos, dirgio-lhe com uma voz, cuja
timbre era exquisito, as seguintes perguntas :
Minha filha, uma mao malfica pousou so-
bre vos.
Bem o sei.
Nao tendes nada na consciencia ?
Oh nao, vou confessar-me todos os mezes
Nao vos amaldigoasles a vos mesmo ?
Ainda menos.
Nao sabis se vosso paiou se vossa mi vos
amaldicoou alguma vez?
Nao sei; eram muilo raeus amigos e morie-
ra m cedo.
Nunca acariciastes um gato prcto ".'"
Nao.
Nunca paraslcs meia noile n'uma rncru-
zilhada.
Nunca.
Eniao, larrea tenhaes razo para crer que a
velha vos enfellicou.
Oh quantoa isso, nao tenho duvida.
Queris serlivre ?
Isso nao se pergunta.
Respondci-me I
Sim, quero ser livre.
O velho foi silenciosamente acocorar-se ao p
do fago, e oiou fixamonte para as crepitantes la-
barodas, parecendo fallara ura espirito invisivcl.
inulil pintar-rus a anciedade e o terror das
mulheres quo l se achavam : todas estavam pal-
udas, trmulas, e clhavara urnas para as oulras
com um modo interrogador e interdicto. As mais
tmidas leriam de boa rontade sabido do quarto;
mas nenhuma ousava Iranspr os lices inflara-
mados, sabendo que a quo fosse feiliceira alli
quebrara infallivelmente a cabeca. No entretan-
to, o quarto linha-sc enchido de fumo ; as pobres
mulheres suffocavam e suavara bom suar com
os esforcos que faziam para nao tossirem.
Finalmente, no Qm de ura quarto de hora, o
velho levanlou-so, e, rollando para dianle da ra-
pariga, recomecou a fallar nestes termos:
Minha filha, condeno agora o vosso mal e
aquella que poz sobro a mo malfica.
E a velha feiliceira '?
.
Oh bem o sei.
Posso lrrar-ves, mas s por uma lula de
vida ou de morte. Dzei-me : se morrerdos em
quanto eu me esforcar por vos livrar da mo ma-
lfica, arguir-me-heis no dia do juizo final ?
Carregares com isso a minha alma ?
Oh! nao ; nao eslou eu condemnada
morrer se vos rae nao livrardes ?
E' isso o que decids ?
Sira.
O velho vollou-se para as mulheres espantadas,
e disse :
Desojis todas que esla rapariga soja Une?
Pois bem, posso cumprir essa obra ; mas para a
levar a bom fim tenho preciso d'uma cousa que
nao posso encontrar seno no cemiterio d'uma
aldea do territorio de Waes, do outro lado do
Escaul. Eu podio .azer a viagem minha cusa ;
mas ella deve ser feila com dinheiro expressa-
mcnle dado para islo.
Continuar se-ha).
animo para olhar o recem-ohrgado.
Minhas senhoras, disso Gaslao. perdem-me
o apresentar-me nesle traje de viagem... mas
I.eon exigi, eu nao poda recusar nada ura
os rapazas sempre tern aventuras de amigo, de quera eslou separado ha tanto lempo
todas as coros No regiment, coniaviun-an algu- tanto mais quanto elle disse-me que Vs. Excs m
Cerisette abaixou os olho, porque nao tinha lardou que ligeiro rubor assomasse ao rosto de
P
sen
XLII
fegresso de um viajante.
( Conliuuac,ao. )
mas bem boas... E enio na frica, isso ento eia desculpuri
um Deus nos acuda! Com mil... oh perdi mi-
nha senhora... Mas algumas ve/.os acabaran) tr-
gicamente porque os Bcduiuus nao gostara de
gracas 1
r Vi duas ou tres vezes o Sr Gastan de. Bru-
raire, disse madama de Ficrville a Len, l'.-ire-
ceu-me muito eslouvado levianoi.e Mffrivel-
mente oxlravaganie!
_ Minha lia julga-o muilo severamente... Gas-
am...
Cerisette que entreabrirlo os olhos disse'para o
marido:
Oh meu Dous, que Irabalho que te dou I
Ora aqui osla o que fizestes. nao querendo
que cu fosse chamar o medico, ha dous dias ;
eslavas hoje boa. Mas d'ora em diante, nao Ihe
arei mais ouridos, minha senhora,... Tu vais
_ 1 ------------ -------- r~......., 1 ... .,. .i. w ,^11 in\
tao e muito franco e nunca snube occullar os Ihor amigo Gaslao do Bruioire, disse I.eon apro-
sous defeilos... Isso para mim uma qualidade; xioiando-se de sua mulher com seu amigo.
Sitn. deixa estar que te desculpam. No cam- para o ten quarlo e deilar-le, nao assim ?
o, nao ha essas ceremonias... Agora vuu apro- Desojara bstanle, se isso nao le contraria,
enlat-te minha mulher... Est um pouco en-; Conlrariar-mo... por que ? por causa do
comuiodnda nesle momento, mas, nao obstante, Gasto? Pensas que tenho ceremonias cora elle?
estimar muilo conhecer-te. | E depois, em primeiro lugar t. Vou levar-te
Cerisette reconhecera perfetamente a voz de para q leu quarlo.
Gasto ; nao precisava olhar para elle, porque
nao Ihe restara a menor duvida.
Minha querida Ajzalda, aqui tens o meu me-
Posso andar, meu amigo.
J disse que nao te dava mais ouvidps.
Len lomou-a de novo nos bracos e* levou-a
par o seu aposenta, acompanbado pelas duas
criadas e por Guchardet, com uma garrafa d'li-
gua era cada mo. Madama de Ficrville vollou
As exhortados de Sabretache fizerara com que--------......,<.... .o* K...., .,.. = ...., T.n,,.,,,,;, xmiiuuu-auue seu
Ceriseite adquiris30 um pouco de coragem. Quan-, mas. na sociedad.;, sei que ha muila gente que j Era necessario erguer os olhos so o nao fize- ,
do sen marido vollou informar-se do sou esta- prefira a hypocrisia. cora a mascara da ssudez.; ra, Iradir-se-dia ; fra confessar que nao linda a- sala de jamar.
?.*'. .?"e"AU?"!"? ?.C?r,.A*!ce5 rom ala..q.?al ,eni scu 80sl : eu f nao 8sl ',0 mmo parn a Ppssoa '|ue-Ide a presenta vara : Ceri- 1 Sabretache' alli ficra para observar aquello
sello fez um esforco e levantando os odos para que fra causa de lodo esse incidente.
elle ao salo, mas apallidez de sen rosto, a lat-' mascaras.
guidez do sou olhar trahiam os solfrirncutos mu- Madama de Ficrville mordeu os beicos, ffenzlo
dos que experimenlava. a testa e nao disse mais palavredurarite toda a
A propria madama da Fierville conheceu o en-1 noile.
commodo de Cerisette e dignou-se perguntar-lho I O dia seguinte passou se sera que ninguenvep- cosas da cadeir*, e desmaiou. bria mcsmo
o quo linha A moca fez como lodos os que nao \ parecesso nos Grandes Carvalhos e Cerisette disse i Esto aconlocimenlo impedio que Len parce- o espirito,
quercm dizer ou nao adevinham a causa de sen comsigo. besse a perlurbaro, a emoco que se manifesl-1 Com os diados
mal; d-se quc.o dessrranjo de sua saudc prove-
nha do lempo. Pobre lempo quanlas vezes nao
tem coberto cora a la responsabilidade os enga-
os dos mdicos! E muito fcil aecusar aquellos
que nao podom se defender.
Contraria-me muilo, disse Len, estares in-
oisposla justamente no momento em que Gaslao
est para chegir, quero apresenla-lo at... Cen-
tava arranjarmoscora elle algura passeio...
Cerisette procurou sortir dizendo :
Passeiarosem mim.
Sera ti 1 Pois nao. Eu havia de ir passeiar
doixando-te encommodada. Picaremos fazendo-le
corapanhia.
Isso nao ha de divertir nada o leu amigo.
Porquo? Contar as suas viagens, aventu-
ras, que deve ler tido algumas interessantes;
porque o homem das aventuras ; em Pars j li-
vera muitas. Lembro-me que algura lempo an-
tes da sahir de Pars oncontrei-o, disse-mc que
andar raorlo de amores por uma mor;a que li-
V) Vide o Diario o. 213.
Gaslao que olhava para ella, balbuciou algumas Gaslao estava no mesmo hogar, immovel, pen-
palavras de comprimenio; procurou ainda (llar; saino. De risonha que estava sua physionoma
mas loldon-sc-lhe a vista, deixou-se cahir as 1 eo entrar na sala, tinha-se lomado seria, som-
uma idea fixa pareca occupar-lhc
disse comsigo Sabretache,
Se elle mudasse de idea se alsum obsta- | ra na physionoma de Gaslao. olhando para a se- parece-me que a reconheceu.
culo o impedisse de vir! Mas era o mesmo : mais
tarde ou mais cedo hade conhecer-mo por forca !
Oh! meu Deus! (ornai-rne desconhecida, enve-
Ihece-me dez annos... Porm enlo Len nao me
amaria mais e seria compiar muilo charo a rninha
tranquillidade.
No dia seguinte eslava a companhia reunida
para janlar, quando se ouvio no paleo um gran-
de barulhu de cavallos e estallos de. chicle. Era
uma sege de posta que tinha chegado. Len levan-
tou-se da mesa o corrou janella dizendo.
Sou capaz do apostar que Gaslao L se
apeiou do carro Vou j busra-lo... Botem de<-
pressa mais um prato na mesa 1
E Len sahio da salla de janlar. Cerisette tr-
mula e podendo apenas suslentar-se na sua ca-
deira, olhava para Sabretache que procurara 1n-
culir-lhe coragem.
Passos precipitados se fizerara ouvir na osea-
da... Entrou gente... F.ra Len que Irazia o seu
amigo dizendo:
Ora aqui estl o senhor to desojado!
nhora quem era apresenlado; Lcoirs se occu-1 Senhor, disse madama de Fierville rollan*
pou rom sua mulher; correu a ella agoniado, | do para a salla de janlar, meu sobrinho pede-lhc
exclamando: j que o desculpe... Foi levar sua mulher para o
Agalha I querida Agathn oh meu Deus i quarto... nao lardar vir para c '
nao nos ouve mais. Depressa, soccorro.... Mi-
nha lia, o que devo fazer ?
Pens, disse madama do Fierville, que o
mais urgente agora transpoila-la para a oulra
sala e deila-la no divn.
Nao se assusie, diise Sabretache Len,
Espero, minha senhora, que Len, nao so
encommodar por minha causa. E como esl
madama Dalbonne ?
Melhot; lornou a si... mas precisa de des-
canco...
Sim, disse Sabretache apenando em cada
isso nao nada, fraquoza... Nao deve admirar-! patarra, minha sobrinha ha uns dias que anda
se por que sabe que ha uns pouros de dias anda ; doente... quiz lutar, mas o mal era grande.
encommodada....
Oh sim. pobre Agalha... Gasto, lu me
desculpas, nao assim ?
E sem esperar a resposla do sen amigo, Len
tomou a mulher nos bracos e Iransporlou-a
sala vizlnha, onde a deilou sobre o divn. Ma-
dama de Fierville acoropanhou a doente. As
criadas vieram cora saes e frascos de cheiro.
Guichardet apreseutou-sc com duas garrafas
d'agua que linha lirado de cima da mesa. Pouco
Gasto vollou-se pra Sabretache a quem at
ento nao prestara altenco ; exarainou-o com
curiosidade. e disse em fim comprimenlando-a :
O Sr. ... lio de madama Dalbonne ?
Sim, senhor, com sua licenca.... Sabreta-
che, que serviu vinle o cinco annos, velho da
velha. como se diza naquelle bom lempo...
Gasto ficou um pouco sorpreso com o lom
um pouco soldadesco do to de madama Dalbon-
ne; mas nao disse mais palarra e pareceu lomar
s suas reftVxoes. Madama de Fierville fez um
movimenlo de hombros, pouco lisonceiro, em
quanto Sabielache fallara, porm nao disse nada.
Esses tres personagens ficaram. pois, examinar-
se em silencio, situarao que linda alguma cousa
de encommodo para cada um dellcs.
Gaslao pergunlava si mesmo se linha sido
victima de uma illuso, olhando para s mulher
do seu amigo.
Sabretache procurara adevinlmr na physiono-
ma do mancebo o que fazia, e se tinha reconhe-
cido Cerisette.
Madama de Fierville achava alguma cousa de
singular no sbito desmata de Cerisette, no em-
barazo que depois so manifestara em Gasto de
Brumire ; suspeilara nisso algum mysterio c fa-
zia leneo de descobri-lo.
A volta de Lenn e do Guichardet veio feliz-
mcnlc por lermo essa siluacao.
Como, minha lia, pois nao se sentn me-
sa disse Len correndo aportar a mo de Gas-
lao. Reparemos o lempo perdido. minha mu-
lher nSo quer que nos doixemos morrer fo-
me.... vai melhor, muito melhor....
Nao passavn do uma syncope, disse o mos-
tr de msica, pondo as duas garrafas era cima
da mesa, uma pequea pausa na cama Ihe far
bem....
Minha sobrinha lornou si ? pergunlou Sa-
bretache
Inteiramr-nte.... Agalha sent apenas ex-
trema fraquoza, jnlgo que nao pude vir c hoje,
desculpa-la-has. Gaslao. Ella esl muilo con-
trariada cora esto inridenle. justamente no dia
da tua chegada.... c eu tambem, porque reio es-
palliar um pouco de tristeza sobre a nossa felci-
dade.
Meu charo I.eon, esporo que nao me tratars
como qualquer cstranho. .. o mais importante
nesle momento a saudc de tua mulher; lalvez
desejasses estar ao p della....
Nao, nao, j passou : ella agora vai descin-
car um pouco. Vamos para a mesa, deixemo-
nos de tristezas.... festejemos a chegada de Gas-
to...: amanha Agatha festeja-la-ha comnosco.
Senlaram-se mesa, mas, apezar dos esforcos
do dono da casa, nao consoguio alegrar os seus
convivas. Madama de Fierville estava ainda raais
silenciosa que de ordinario, Sabretache inquieto,
o bom Guichardet triste peta ausencia de sua dis-
cipula, quo nao podar de noile estudar msica
com elle ; emm Gasto eslava, distrahido e cera
)
sempre responda direilo s perguntas de seu
amigo, que Ihe disse rindo :
Parere-me, meu charo Gaslao, que a la
viagem Turqua amadurocen-le muito a razao.
Em vez daquelle eslouvamento de outr'ora,
acho-m um ar grave c pensativo.
Que queros ? Sempic se traz alguma cousa
do paz em que so eslevo. A tacilurnidade dos
Turcos conlaminou-me tambera.... espero, toda-
va que os ares da Pranqa a dissiparam.
Ah I meu charo, desla vez en io que ficars
muilo lempo aqu.... promellfsle-m'o na tua
carta.... s le retirars quando eu te botar para
lora Pode ser que envelhecas nos Grandes Car-
valhos 1
Gasto ficou vexado e respondeu :
Meu amigo, bem sei que nunca me despe-
diras, por isso ficarei o mais lempo quo me fr
possivol... Conforme as nulicias que recebar do
Pars.
Ah ora muito bem Aqui osla o senhor
procurar o pretexto dos negocios para rao deixar,
porquo, quando chegou, r.chou gente doente, o'
casos tristes, e pensa que a vida neste caso devo
ser ponco divertida !
Ah Len, nao leus razo no que iaes... .
pensara que me conhocias melhor. Se eu jul-
gasso que trabas desgostos, se eu suppozesse que
rninha presencia poderia roiltiga-los, fra neces-
sario que me bolasses para fra para que eu mo
alasiasse do leu lado.
- Enlo, lomas ao serio nm gracejo ? Pois eu
, duvido da tua amizade? Mas para que me fallas
Ija em noticias de Paria ? Ora vamos: um toast
I ao inleiro reslabelecimenlo de minha mulher I
Tutos os homens salislizeram essa snnde. Ma-
j dama de Fierville nao beben. Loon subi ao ca-
bo de um momento para saber como eslava
! Agalha.
Eis alii um bom marido, disse Guichardet
1 durante a ausencia de Len.
Oh! sim, exclamou Sabretache, mil cara-
; binas Ello adora a mulher, mas verdade que
; minha sobrinha Ihe paga bem 1
Enlo um casal exrellenle disse Gaslao.
Sim, senhor, um casal, que ha quasi dous
anuos ainda nao foi perturbado pela mais ligeira
Burear.
( Continuarse-fia )
PERN TYP. DE U F. DE FAH1A.- lbl.
.
. -.-


Full Text
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