Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08222


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Full Text
ARIO XXXVI. HOMERO 209.
Por tres mezes adiaotados 5$000.
Por tres mezes vencidos 6$000.
SEGUNDA FIBA 10 DE SETEBBRO DE 1869.
Por anuo aduntado 19$000
Porte franco para o subscritor.
ENCARREGADOS DA. SUBSCRIPCAO DO NORTB
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty.o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maririhao.o Sr. Manoel Jos MarlinsRibei
ro Guiraares; Piauhy, o Sr. Joao Fcrnandes de
Aloraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jeronvmo da Costa.
1'AlUiDA OO LOKllhlO.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros,Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as trras feiras.
Pao d'Alho, Naz'arelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazeira, Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo.Serinhaem, RioFormoso.Una. Barreiros.
Agua Preta, Pimenteiras eNatalquintasfeiras.
(Todos oscnrreiospartem as 10 horas da manhaa.
EPHEMERIDES DO MEZ DE SETEMBRO.
8 Quarto minguante as 8 horas e 47 minutos
damanha.
15 La nova as 3 horas e 49 minutos da manhaa
11 Quarto crescente as 9 horas e 5 minutos da
tarde.
29 Luacheia as 11 horas e 20 minutosda tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro aos 54 minutos da manhaa.
Segundo aos 30 minutosda tarde.
AUDINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas'
Juizo do commercio : quartas ao meio dia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civil: tercas e sextas ao meio dia
Segunda varado civcl; quartas e sabbados a urna
hora da tarde.
PARTE OFFICIAl.
Guverno da provincia.
tXPF.Pir.NTE DO DIA 6 DE SETEMBRO DE 1860.
Oflicio ao Exm. presidente da Parahiba.Com
a corita unta da importancia da pistola e espadas
ornecidas pelo arsenal de guerra ao oponte lis-
cal dessa provincia, Jos Joaquim de Lima, fici
satisfeito o que V. Exc. soliciiou ero effieio, n.
158, de 28 de agosto ultimo.
Dito ao Exm. presidente das Alagas.Passo
s mos de
geucia, o olliciu que em o de julho uliimo di-
rigio-me o enviajo eatraordinario e ministro ple-
nipotenciario do Brasil era Londres, dando co-
nhecimento do oflicio que naquella dala dirigi
na Exm. Sr. ministro do imperio, acerca da cori-
ta do semestre vencido cm 31 de julho do anno
passado.
Portara.O presidente da provincia allenden-
do ao que requereu o arcidiago Placido Antonio
da Silva Santos, vicario collado da fieguezia de
S. Fr. Pedro Conexivos desta cidade, resolvc con-
ceder-lhe dous mezes de licenca com o venci-
mento da respectiva congrua, e clausula do apre-
senlar a prsenle portara ao Exm. e Rvdm. pre-
D1AS DA SEMANA.
10 Segunda. S. Nicolao Tolenlino ; S. Jader ab
11 Tercia. S. Theodora penitente ; S. Proto m.
12 Quarta. S. Aula v. m. ; S. Juvencio b.
13 Cuinta. S. Filippe m. ; S. Ligorio.
14 Sexta. Exaltacao da Santa Cruz; S. Materno b.
15 Sabbado. S. Domingos cm Soriano.
[i6 Domingo. S. Domingos em Soriano.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPQAO NO SL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcfio Dias; Bahia,
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, o Si.
Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O proprielario do diario Manoel Figueiroa e
Faria.nasua linaria praca da Independencia na
6 e 8.
pur un ministro ao culto qualquer que soja a.cas olliciaes o numero de divorcios prouunwo-
sua residencia, e at fora da circumscripcao do dos todos os anuos nos Estados-Unidos,
domicilio dos esposos, a qualquer hora e era lo- Os recenceamenlos peridicos consignara cui-
por copia 4s maos de V. Exc. os documentos mi- ,
nistradas pelo commandantc do presidio de Fernn lado diocesano antes de enlrar no gozo da mes-
do, comprovando a morle dos sentenciados des-
sa provincia, Manoel Florentino de Lima c Ma-
noel Joaquim Dourado ; ficando assim saiisfeilo
o que solicitou o secretario dessa presidencia em
offlcio de 8 de agosto uliimo.
Dito ae comraandanle das armas.Sirva-se V.
Exc. de tomar on consideraco, e proceder como
entender conveniente acerca do que pede no in-
ma licenca
Dita.O presidenje da provincia, allendendo
ao que requereu o professor publico de instruc-
r;ao elementar da cidade de Goianna, Joao Jos
ftarrozo Juvenis, e n informado ministrada pelo
director geral da instruccao publica, ouvido o
conselho director, resolvc considera-lo habilitado
para perceber as vantagens do arl. 26 da lei pro-
ctuso requerimento o soldado do 10 bataiho de j vincial n. 369 de 14 do malo de 1855.
infantaria Manoel Gomes Ventana, que se ocha
preso na forialosa do Brum.
Dito ao mesrno Pode V. S. mandar passar
escusa do servico ao soldado do 4" baUlhao de
artilharia a pe", Jos Carlos Pereira de Araujo,
visto que para esse firn raolhcu ao cofre da the-
sourana de fazenda, nos lermosdo arl. 12 do re-
glamento anriexo ao decreto n. 2478 de 28 de
setembro de 1859, a quanlia de 600J?000 rs.
Dito ao Dr. chefe de polica.Respondendo ao
oflicio d. 1205, que V. S me dirigiu em data do
1" deste mez, lenlio a dizer-lhe, que importan-
do a entrega do desertor, Severo Jos de Amorim
que do commandanle do destacamento da villa
o Brejo. exigi o respectivo delegado, a sua
baixa do tervico do corpo de polica, de que j
ento era elle praca effecliva, s podia essa en-
trega ser determinada pela presidencia ; pelo que
com razo recusou-sc o commandanle do desta-
camento a entregar o roferido desertor.
Para esle fim acabo de expedir a precisa ordem.
Dito o commandanle da divisao naval. Haja
V. S. designar um dos oflicios da armada para
commandar interinamente a companhia de apren-
dises marinheiros, durante o impedimento do
respectivo commandantc, visto nao haver quem
o subsiitua, como declarou o inspector do arse-
nal de maritiha em oflicio de 5 do correntc.
Cinmuncuu-se o arsenal de marinha.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Em
Tista de sua inforraarao de hontem, sob n. 374, o
nuloriso a adraitlir no companhia de arlitices des-
se arsenal o menor Antouio Joaquim da Silva, fi-
ll.o de Ignacia Francisca dos Pjssos, sujeitando
Cata a clausula proposta por V. S. no final de sua
citada informadlo.
Dito ao uiesrao.Providenciando acerca do
que represcnlou o commandanle da diviso na-
val em utllcio de 23 de agoslo ultimo, aulorisel o
conselho de compras navaes, nao s a promover,
do modo que Ihe parecer inais conveniente, a
acquisico Jos objectos que forcm uecessarios
enfermara de marinha, mas tambem contratar o
fornecimento de dietas da melhor maneira pos-
sivel, e com vantagem da fazenda nacional, e do
scrviQo da mesma enfermara.
E podendo acontecer que o referido conselho
nao consiga etlciluar logo contratos neste seuii-
do, recommendo a V. S. gue, em tal caso, man-
de comprar e pagar pelo agenl6 comprador desse
arsenal as dietas necessarias aquelle eslabcleci-
ir.enio, enclusive a lavagem de roupa etc., de-
clarando V. S. em tempo qual a quanlia de que
dove estar munido o mesmo agente, alim do oc-
correr aos pagamentos de semelliaiile de-pesa.
OUiciou-se neste sentido ao sopradito conselho
ds compras, enviando-se copia de ambos the-
souraria de fazenda
Dito ao inspector da thosouroria de Tazenda.
Sirva-se V. S de expedir as suas ordens no sen-
do de ser em tempo renovado o contrato para
furnecimento d'agua potavel ao forte do Buraco,
visto que, segundo consta de oflicio do coronel
commandanle das armas datado do honlemj sob
n. 961, o respectivo fornecedor declarou que, do
1" de oulubro em diante, nao tora aquelle focne-
cimenlo sern novo contracto
Dito ao mesmo.Estando nos termos legacs o
prel junto em duplcala, mande V. S. pagar a
Antonio Domingucs de Almeida Pocas, os venc-
menlos relativos ao mez de agosto" ultimo, dos
guardas naciooaes destacados no municipio de
Nazareth, segundo requisilou o respectivo com-
mandantc superior em oflicio de 2 do correntc,
sob n. 99 Communicou-se ao respectivo com-
mandantc superior.
Dito ao commandanle do corpo de polica.
Mande V. S. engajar o paisano Jos Francisco
Pereira, que, segundo o (testado junio ao scu
oflicio desta data, sob n. 371, foi julgado apto
para o servco do corpo de seu commaudo.
Dito ao mesmo. Mande V. S. dar baila do
corpo do seu commaudo, e por dsposico do
c.'iefe de polica, por ser desertor da guarda na-
cional, a praca Severo Jos de Amorim, de quo
t: iia o seu oflicio n. 369 de 5 do correnle, a que
respondo com a copia do que nesla data dirijo ao
chefe de polica.
Expediente do secretario.
Oflicio ao commandanle das armas. S. Exc.
o Sr. presidcrite da provincia, manda declarar a
V. S. em resposla ao seu oflicio de 5 do cor-
rente, sob n. 961. que nesla se expede ordem
ihesourara do fa/.enda, para que em tempo seja
renovado o contrato para fornerimento d'agua po-
tavel ao forte do Buraco, conforme V. S. solici-
tou no citado oflicio.
Dilo ao Sr. Eduardo Ferrera Alvc3, vice-con-
sul do Brasil no Havre. O Exm. Sr. presidente
da provincia manda aecusar recebida as commu-
nieaoes que me dirigi em 31 de julho uliimo, o
Sr. Eduardo Ferrera Alves, vice-consul do Bra-
sil no Havre, acompanhado do conliccimenlo de
3 caixas com camas de ferro transportadas no
navio francez Berthe para o porlo Dito oo commandanle superior do Itccifo. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, manda aecu-
sar rocebido o oflicio n. 147, de 5 do correnle,
em que V. S. participa ler designado o cirurgiao
lente do 3o batalho de infanlaria da guarda
nacional deste municipio o Dr. Joao Maria Seve,
para servir no 6" da mesma arma, actualmente
dostacado, visto achar-se impedido o deslu bata-
lhao.
Dito ao juiz de direito do Tacaral.S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, manda declarar a V.
S., cm resposla ao seu oflicio de 10 Je agoslo
prximo (indo, que nesla dala so ordena que o
Dr. Viccnto Jansen de Castro e Albuquerque en-
tre quanlo anles no excrcicio do cargo de pro-
motor dessa comarco, para onde foi nomcado, ou
declare so aceita, ou nao, a nomeacao.Officiou-
se ao referido bacharel.
Oflicio ao coronel commandanle dos armas.
Hoja V. S. de mandar postar urna guarda de
honra ao lado dojt--. .. .-"Santa Isabel, hoje x
sete e meia horas da noite.
Dito ao commandanle superior de Garanhuns.
Devolvo a V. S. a relajo e pret da guarda na-
cional destacada nessa comarca, e a que so refere
o seu oflicio n" 49, de 18 de agosto ultimo, alim
de que mande reforma-Ios de conformidade com
a informaco da thesouraria de fazenda, constan-
te da copia junta.
Ditoao commandanle superior de Villa-Bella.
Devolvo a V. S. os prets que acompan haram o
seu oflicio n. 58, de 6 de dezombro do anno pas-
sado, e a que se referi o de 10 de julho ultimo,
alim deque seja satisfeito a exigencia da thesou-
raria de fazenda constantes das copias juntas.
Dito ao inspector da lliesouraria provincial.
Mande V. S. indemnisar o cofre da thesouraria
do fazenda da quantia de 33#600 reis, em que
segundo a corita junta, importara os despezas fin-
tas pela collectoria de rendas geraes da villa de
Tacaral cora o sustento dos presos da respectiva
cadeia, no tempo decorrido de 11 a 31 de marco
prximo passado.Communicou-se lliesourana
de fazenda.
Dilo ao juiz de paz presidente da mes^ parochial
da Boa-Vista desta cidade.O cidadao Luiz Car-
los de Magalhaes Breves, votante dessa parochia,
aclia de represenlar-me, que lendo sido eleito o
cidadao Jacobina para membro da respectiva me-
sa parochial, nos termos do Io. do arl. Io. do
decreto n. 842 de 19 de oulubro de 1855, pela
turma dos supplentes de eleilores. Vmc. recusa-
ra adii.itil-o a fazer parte da mencionada mesa,
pedindo-me aquelle cidadao providencias.
E como me parece que em vista da disposico
citada, e na ausencia de um motivo plausivo!,
que por ventura se nao tenha dado, nao regu-
lar a deliberaran tomada por Vmc recoramen-
do-lhe que reconsiderando a material sujeile a
questo nova deciso, nos termos expressos do
art. 12 das inslruces, que baixou com o decreto
a. 1812 de 23 de 'agosto de 1856.
Portara.O presidente da provincia resolve,
sob proposta do chefe de polica, desla dala, de-
mittir o bacharel Jos Igcocio da Cuoha Robcllo
do cargo de delegado de polica do termo de Goi-
anna.Communicou-sc ao chefe de polica.
Dita.O presidente da provincia resolve, sob
proposla do chefe de polica, desta dala, demillir
a Antonio Pinhero de Mendonca do cargo de sub
regeilas pa
substituir-lhe o concurso de um obscuro juiz de
paz ou deoutro oflicial subalterno desconliccido
de todos. Felizmente esses costumes ainda nao
se acham mui diseminados ; porm grande
falta da lei despojar o casamento do urna certa
solemnidadcque faz comprehender melhor a sua
importancia, e das garantas da publicidade que
mantera o respeilo humano, a que muila gente
gosta de fugir.
O Sr Carlier acrescenla :
Que enorme aberroco dos costumes dos pe-
regrinos I
Aqu, porm nos apartamos da opinio do au-
tor ; pois os peregrinos ou puritanos que fun-
daran) a Nova Inglaterra tiaham-se "revollado
contra a autordade da Igreja, e seu protestan-
tismo coiitinha em germen a resistencia a qual-
quer outra autordade. Sua autordade phari-
saica era apenas urna mascara que mal occul-
tava a relaxaco actual. Esta relaxado iem por
causa primaria a liberdade excessiva de que go-
zara os jovens americanos antes do casamento ;
dissolucao do casamento.
De dirTerentes extractos parciaes feilos por elle,
o Sr. Carlier concluio qne dez mil divorcios sao
proclamados annualmento pelo menos, e julga
estar a quem da verdade. Poriilhamos a sua
opinio. Entreguemo-nos aos mesmos clculos
durante a nossa estada nos Estados-Unidos, e
arhamos aproximadamente cinco mil divorcios ;
de sorte qne dez mil pessoas obtem todos os an-
nos o direito de viver cm adulterio legal. Se se
avaliar em vintc annos a duracao media da vida
desses divorcios, depois da soiugo do primeiro
casamento, achir-se-ha que duzentas mil pes-
ra as ultimas roM>iur.es ; porem essas desordens
liveram ainda outros causas: urna dolase a per-
da do tino poltico.
O tino poltico desapparece na Europa ; todos
veem, todos confessam isso. Nao ha mais es-
colas verdaderamente governamentacs. As no-
ces elementares dos deveres e dos direitos sao
desconhecidas : d'ahi provem rnuitas vezes, nos
fados, a exaltacao do falso, a delicacao do mal,
a victoria do injusto. Tudo parece legitimo e
possivcl ao andar que emprehende um levanta-
mento qualquer em nome de um povo, de urna
nacionalidade. de urna liberdade Regimons cons-
tilucionoese poderes absolutos eslo exposlos aos
mesmos ataques, desmoronam-se sob'golpes da
mesma nalureza; todas as ruinas causadas ha
doze annos forao qualificadas de liberlamento e
progresso. A defeza tanto mais fraca e difficil
quanlo o alaque 3cil e oussdo. Quem nao se
mi^rrV0^^0 qUKC nS che\ ",lrin,a i"* WE eVoc dlir n e flua S
converia juntar os bigamos sao oumerosos nos
Estados-Unidos onde acontece muitas vezes que
alguem se casa em diversos estados, c forraar-se-
hia inca idea do que o protestantismo fez do ca-
samento. O Sr. Carlier nota que em Franja, lo-
niand o numero mais alto, nao ha todos os an-
nos mais de mil e nove centas separaces, das
os pelos povos que ellcs
saqueavam ao depois?
Essa perversao do senso publico nao procede,
cm parte, de se abaterem os caracteres as altas
regies, de se dexarem os homens polticos nos
quaes o mundo lem os olhos, vencer por senli-
mentos egostas? Slrn; nossa-sociodade desmo-
rona-se por causa do individualismo. Nos povos
a razao;
e aqui o Sr. Carlier lem toda a razao de censu- quaes duzentas aceas or adi Itprio "o naen i,
rar ao Sr. Aleixo de Tocqueville. O autor da qu n?a grande p'aTdos divofcios ^
Democracia n A menea "
cincoenla annos
cm todo o enili
cao pelos Estados-Unidos
Em quasi todas as nacoes prolestontcs as jo-
vens sao iiifiniamente mais seuhores de suas
menea nao seria assignado aos Unids sao obldos por essa ultima causa ; e per- ; condescendenc
o que escrevia aos vinle e cinco,: gunU si mesmo cora razao como foi que o Sr. I canliUsmn A
usiosmo ingenuo de sua admira- Tocopeville pode aflirmar a superioridade dos iica e so il m,
per
costuhies americanos sobre os coslumes dos po-
vos da Europa.
tramos recentemente pelas queixas de to-
Mc
os povos catholicos... Nos dos os jornaes americanos, o que o protestantis-
Lsiados-Lnidos, as doutnnas do protestantismo mo f comblnam-se com urna constituicao mu livre e'radea apenas era nome, e a fraude exercida
com um eslaoo social per domis democrtico ; era indos os graos da escala social, no commer-
em parle olguma urna joven nao mais prompla co, fia industria, e principalmente na slla poli-
e completamente entregue a si s. Mu cedo ella ca. Vemos hoje o que o protestantismo fez da
pensa por si propria, falla com liberdade e obra ] moridodc public, e entretanto os jornres do
so Abrcra-lhe os olhos, doixam-lhe ver a vida ; liberalismo nao pedem nenhuma reforma na le-
tal qual e com os perigos de que cheia por gislacao americana. Seus esforros tendera pelo
isso lem ella coslumes puros antes que urua al- confaro a arrancar os ltimos vestigios do ca-
ma casta. Preferirao garantir a sua honeslidade I Iholfcismo na legislado de Franca alim denos
que respeilar demasiadameire a sua inno- fazeiperdor o que nos resta de honra, devirtude
cenca.
O Sr. Tocqueville acrcsccnta que elle prefere a
libordada do comportamenio da joven americana
educado limida o retirada da joven fran-
ceza.
_0 Sr. Carlier que vio de perlo as Americanas,
nao parlilha essa preferencia, c nos somos abso-
lutamente da sua opinio.
Tambem conhecemos os Otdadaos dos Estados-
Unidos ; temos visto em seu interior as donzel-
las protestantes em muitos ouiros paizes, e de-
c'"
eos
e pnbidodc.
C. DE LAROCHE. HKROX.
(Le Monde.//. Duperron
U|i jornal calholico de Londres, Weekly-He-
gist&, publicou ltimamente o seguinte artigo
em resposta s calumnias de que o rei de ap-
les t seu guverno nao cessara de ser alvo nosjor-
naei inglczes :
'0 hispo calholico da Australia occidental.
latamos que a castidade a melhor garanta dos tendo cm sua recente viagem ao reino de Napo-
;ostumcs puros. |es rjccasiao de fazer saber ao rei Francisco II. a
r.ssa castidade mantida no catho.ocismo pela necessidode em que se achavam os subditos in-
coiifissao
virtude em
sera esse auxilio, eremos ainda na glezes calholico da Australia occidental, do man-
3 classes da sociedado onde a dar construir urna cathedral na cidade do Persh,
o corajudos outros viciado por urna
~ia hbil que se approxima do mer-
ssim desapparece a doulrina pol-
tica e social que esses homens deveriam pregar
sempre com a palavra e com o exemplo.
Porque motivo as concepces, os esforgos, as
esperancas dos Ilustres polticos de nossa po-
ca aborloram mais ou menos? porque elles ce-
i a uraa altrarao egoislica. Qual
nistro constilucional que, demiliido, soubere-l
des estados na anarcha republicana, ser nos-ha,
pe cerlo, fcil fugir repercussao I...
Assim se alterara as nocoes mais cssenciaes
do patriotismo esclarecido ; porque os homens
dolados de talento e fama nao sabem pregar com
a palavra e comj) exemplo. O amor proprio do
uns osannulla ; o egosmo mui dcilmente h-
bil de outros, os humilha. No individuo, o egos-
mo o primeiro anel da cadeia dos vicios;
em a nacho elle incompatvcl cora o patriotis-
mo esclarecido, pois a luz patritica s pode vir
do coracao, e este s esclarecido no hornera
humildemente dedicado.
G. de la Toi R.
(Le Afonde.//. Duperron.)
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO
ASSEHBL.4 GEIUL LEGISLATIVA
CMARA DOS SRS- DEPUTADOS.
SESSAO EM 8 DE AGOSTO.
Presidencia do Sr. conde de Baependy.
A's 11 horas da manhaa, depois reunido nu-
mero legal de Srs. deputados.
I.ida approvada a acta da antecedente.
O Sr*. i. secretario d corita do seguinte :
EXPEDIENTE.
Um requerimento de Luiz Jos Pereira de
Carvalho, pedindo ser matriculado no primeiro
anno da esclU de marinha cora praca de aspi-
rante.A' commisso de instruccao publica.
urna allraco egoislica." Qual foi o mi- Pagamento do meio sold o D. C. M.'das Chagas
ie de qualquer coUigaoaoQa'l fofo* Si l*~SC' jU'ga"Se beCl dc ucliberaC3o, e vai'a
moso orador que, expulso da tribuna, poude es- ilmunmlr Para entrar na ordem dos trabalhos, o
caParn toda a tendencia de opposico sysleraali-I ProJcdo com que coiiclue o seguinte parecer:
Ascommisses reunidas de maritihas e guer-
gabado pelos economistas como um canlao ira ] o seu pedido, se fizess a sua custa na fundico
minentemenle p-ogressivo. rico e illustrado. O \ real de Petrarva. urna grade de ferro de mais'de
ndo, inteiramentc calholico, eslygmalisado dous mil e quinhentos ps de comprraento, para
mesmos plulosophos como pobre e aira- fechar o terreno no qual deve ser edificada a ca-
En- thedral.
pelos
ssdo, esse paiz do imboceis papeirentes.
trelanlo que sob o poni de vista moral o can-
to de Vaud esl para o do Valais assim como
o vicio esl para o virtude. No primeiro, a don-
sella do povo que conserva a virgindode at ca-
zar-se a excepcao ; no segundo, a regra ;
eis a influencia Ja conlissao. Esle facto nos foi
confessado por numerosos protestante na Suissn
e esle contraste enlro os dous cultos, como ins
truniento de moralidade, o mesmo no mun-
do inteiro.
A jovem americana caza-se guiando-se por si
propria, c eis por que se caza s veses lo mal.
D Sr. Carlier passa em revista os diversos pro-
cesaos por meio dos quaes ella chega a conse-
guir um marido, e o mais curioso o que o
autor chama com lana grana o casamento por
indueco. Aos olhos da le americana, nao
preciso que promessa de casamento se faca em
termos formaos : frequentes visitas, expreses
de afl'eico, alguna presentes oflerecidos, sao ou-
Iras lanas circumslancias de que pode lanrar
nio urna moca alim de provor a existencia "de
uns contracto matrimonial ; e muitas vezes os
juizes nao exigem mais para eslabelecr a vali-
dado da unio. Essa inlerpretacao arbitraria
era urna materia lo importante lem dado lu-
A vista desse acto de generosidade de Fran-
cisco II para com os subditos de S. M. B., nao
podemos dispensar-nos de notar o contraste que
elle aprsenla com a linguagem inconveniente
que empregam a respeito do re, alguns jornaes
inglezes.
Diversas igrejas foram lanzadas por Ierra no
reino de aples, pelos ltimos tremores de tr-
ra, e sua reparacao abrir a sua magostado Fran-
cisco II um vasto campo ao exercicio da piedade
hereditaria cm sua cas ; porm conlribuindo li-
beralmenlo no presente momento para a cons-
truc^o de urna cathedral nos dominios da rai-
nha, esse soberano pralica com a piedade, ou-
Iras virtudes.
E' para nos o cumprimento de um dever de
juslica para com esse soberano calumniado, pu-
blicar oque lemos recolhido da bocea do proprio
prelado. Esle durante a sua estada em aples,
desejou visitar as prises do paiz, a cerca das
quaes, estando na Australia, havia lido tanta
cousa nos folhas inglezas, e ficamos sorpresos dc
saber de S. Exc. que o estado dessas prises era
mui dilTerentc do que o publico inglez fora leva-
do a imaginar. Os compartimentos vastos, cla-
ros e ventilados da de S. Francisco, os habitan-
gar s especulaces mais vergonhosas, e ullima- tes sadios, bem nutridos (iceii norished) e al
monta r\ \.n V..../. T.*___. .:__ -____________:._ .!-_.- f v ....',
Dito ao inspector da thesouraria. A Antonio! dele"do do V- deslricto da tregueza de Goian-
na.Communicou-se ao chefe de polica.
Dita.O presidente do provincia, annuindo ao
que requisilou o inspector do thesouraria de fazen-
da em oflicio n. 741 de 5 do correnle, resolve
designar os proressores, bacharel Antonio Rangel
de Torres Bandeira e Anlonio Egidio da Silva para
examinadores do concurso, que se tcm de pro-
ceder na mesma thesouraria, para preenchimento
dos lugares vagos de praticanle ; sendo o primei-
ro dos nomeados para leitura, analyse gramatical
e orlhographia, eo segundo para nrilhmelca at
atheoria de proporc,es inclusive, e ordena que
neste sentido secxpec.am as convenientes ordens.
Ofliciou-se ao regedor do gymnasio e commu-
nicou-se thesouraria dc fazenda.
Juvencio Pires Falcao mande V. S. pagar a quan-
tia de 129, cm que importa o aluguel de 3 me-
zes, vencidos no ultimo do agosto prximo findo,
da casa qne serve de quarlol ao deslcarnento de
Ipojuca, como se v do recibo junio em dupl-
cala, que mofo remcllido pelo cheo de poli:ia
com oflicio dc hontera, sob n. 1218.
Dito ao mesmo. Monde V. S. pagar, vista
do competente certificado, a quaulia de 1:760,
que tPtn dircilo o arremtame do empedromenlo
fle 500 bracas na estrada da Victoria, enlre os
marcos de oito dez mil bracas, -por haver exe-
cul.ido um terco das obras do seu contrato, se-
gundo me declarou o director da reparlico das
obras publicas em oflicio de hontom sob n. 2109.
Communicou-se este.
Dito ao mesmo. Allendendo ao que me re-
quereu o arrematante Jos Fernandes Monleiro,
e usando da attritiuico que me foi conferida no
S 13 arl. 26 da lei do ornamento vigente, recom-
mendo u V. S. que, em vista do competente cer-
tificado, mande pagar ao supplicante a quanlia de
6055750, o que segundo declarou o director da
reparlico das obras publicas cm oflicio de hon-
tem, sob n. 250, tem elle direito pelo excesso,
que se deu, no transporte da pedra precisa para
a obra do 5. Unco estrada da Escoda.
Dilo ao mesmo." Em vista dos conl.as juntas,
mande V. S. pagar a Antonio Domingucs de Al-
meida Pocas a quantia do 1529 dlspendda nos
mezes de julho o agoslo deste anno com o sus-
tenta dos presos pobres da cadeia da cidade de
Nazarelh. segundo me declarou o chefe de poli-
cio em oflicio dc hontem, sob n. 1217.Commu-
nicou-se oo chefe de policio.
Dilo ao promotor publico deslo termo. Con-
formando-me com o parorer do consclheiro pre-
sidente da relaco. acerca do objeclo de seu ofli-
cio dc 29 de agoslo lindo, lhe declaro, que ver-
sando as duvidas nello expostas sobre um caso
pendente de deciso das autoridades judiciarias, a
quem esscncialmento compete a sua aprecago
'.'i/.ciulo applicaco das leis, e dando s partes os
recursos legaes, nao podem ser objecto de con-
sulla em vista do que esclarece o aviso n. 70 de
7 de fevereiro do 1856, cuja observancia lhe re-
commendo.
Dito ao conselho administrativo. Autoriso o
conselho administrativo a comprar -fiara a escola
do prlmeiras letlras da colonia militar de Pimen-
teiras, os ohjectos mencionados no pedido junto.
Dito ao cngenhero fiscal da estrada de ferro.
Transmuto por copia a Vmc, para sua ulelli-
mente o New York Times dizia a esse respeilo .
E' extremamente perigoso paraos homens ri-
cos [seren cortezes para com urna mulher sol-
teira.
Que estronha legislaco I diz muilo bem o
Sr. Carlier. Trata-so da" venda do mais pe-
queo lote de Ierras, preciso urna escritura,
sellada em presenca de lestemunhas e registra-
da as notas de um tabelliao. Trata-sede um
testamento, exgo-se mais ainda ; porem quanto
o" acto mais importante da vida, bstanle
simples indicios para provar o contracto feito pe-
las parles. Como si o cazamenlo nao trouxesse
comsigo consequencias de forfuna muilo mais
graves do que urna venda ou um testamento 1
Ao ver essa excessiva facilidade da lei para a
constituico do cazamenlo, nao eslariamos au-
torisados a dizer que ella nao tem em vista se-
no um promiscuidade destinada ao augmento
dapopulaco, sem atlender a parle moral c ao
luluro da familia? Essa idea se fortifica mais
EXTERIOR.
Debaixo desto titulo :O casamento nosfsta-
dos-Lnidos, o Sr. Augusto Carlier acaba de pu-
blicar um excelleole Irabalho sobre o modo por
quo o Iaco conjugal eslouvadomente preparado,
elevianamente formado e fcilmente quebrado na
grande repblica protestante do Novo Mundo.
Comtudo o autor nao se colloca absolutamente
sob o ponto dc vista christo ; o legista que
examina a influencia exercida na sociedade por
una legislaco imprudente que entrega oo ca-
pricho e paixo os mais graves interesses da
familia e da humanidado ; porm 8S concluses
a que chega o Sr. Carlier em nome da moral,
sao as mesraas que deduziriamos em nome da
religio ; e anda que esse doulo jurisconsulto
nao o diga formalmente, estamos certos dc que
ser de nossa opinio sobre o seguinte ponto :
o protestantismo foi que produzio o aviliamento
do matrimonio ; a supposta reforma que come-
VrOt com unips sacrilegas, devia terminar no
divorcio cm todas as seitas que produzio, e na
polygamia em algomai de entre ellas,
Sendo o livre exame o grande principio do
protestantismo, os jovens nao podiom deixar de
reivindicar o direito dc escolhcrem reciproca-
mente um marido ou urna mulher, pondo de par-
te toda a autordade paterna Quando se regeita
a auloridade em materia de religio, nao pos-
sivel conserva-la na familia :
Assim como oconsentimento paterno nao
obrgatorio para o casamento, diz o Sr. Carlier,
assim tambem a le nao exige proclamas, leste-
munhas e at assignatura das parles ; o c?sa-
meuto pode ser celebrado por um juiz de paz ou
satisfeitos faziara nascer no espirito do visitante
a idea dc um asylo antes do que de uraa habita-
cao de criminosos
Testemunha do ardor com que os presionei-
ros se applicam a qualquer especie de trabalho,
desde a conslruc^o de orgos que podem erapa-
relhor com os melhores productos do Irabalho li-
vre nesse genero, at a impressodos buhles de
caminho de ferro, o bispo foi obrigado a reconhe-
cerque os condemnados era aples trabalhavara
mais voluntariamedio e com mais eflcacia do
que os convicis inglczes de Swan river (rio do
CysneJ; ecomo qualquer conslrongimenlo ba-
nido desse estabelecimento, vio-se obrigado a
concluir quecram mais felizes.
Em poni algum dos dominios da rainha, o
j recurso a acgo moral as prises nao foi ensoia-
| do com mais perseverando, e podemos acerescen-
lar com mais felicidade do que em Stcnn river, e
! entretanto all nao faltam exemplos de conviets
asa??* s&<@!!@K~gK
O Sr, Carlier tem toda a razo O protestantis-
mo quiz lirar loda a garanta ao casamento
ca? Ha excepedes, porm s to raras e lo
pouco salientes que a regra geral manifesla-
mente verdadeira. E existem poucos desses il-
lustrcs servidores do poize dc sua f aos quaes
alguna disgraca nao exaspere, alguma victoria
nao exalte, que marchem sern tropecar por essa
via poltica onde nao so pode andar seno com os
olhos e o coraco para cima procurando no co a
direceo, a consolado e o soccorro I O engodo
dos applousos humanos fez muitas vezes perde-
rcm-se os melhores; chegaram a crer-se alguma
cousa por sua propria luz, a procurar so a si
mesmos. Quando I lies ollonderam a vaidade,
nao souberam perdoar perderam sem recurso
aquella forca de acc,o, aquella faculdade de
mandar que podia grupar em torno delles os ele-
mentos de um grande partido.
Assim curvaram homens que teem um coraco
magnnimo, grande tlenlo, e alma altiva e chr'is-
ta. Que exemplos nos do outras celebridades
polticas que nao sao sustentadas em seu carcter
pela d gn ida de da f?
Essacalhegoria de personagens importantes s
ternura alvo: o hora exilo individual. O que
desejom primeiro que tudo dspor de pingues
p;'>niidose de una grande influencia, do parti-
cipar ie poder. Frustrados cm suas vistas e
apeadis por urna revoluco, nunca se confesso
vencidos, o abslem-se principalmente de protes-
tar contra o vencedor; expellidos na vespera,
reapparecom no dia seguiule, rastejando pelas
proximidades do novo throno. Circulara em tor-
no da praca, silio as entradas cora urna pacien-
cia inolleravel, espiando a sabida mais commo-
da para tornarem a entrar em casa. O poder
a patria delles; o ordenado, o seu ideal. Apre-
senta-se emfim a occasio de reentrar; lanco
mo della com urna fdici lado extrema ; o paiz
que os em prega deve ser feliz e bem governado,
o mundo satisfeito, vislo que eiles esto bem
empreados. Quem livesso vislo o rosto com-
prido, mudo, fransido, obsequioso, antes da glo-
riosa reslauraco, nao os reconheceria ao depois.
Os novos bordados tornados a collocar em seu
traje velho resplandecem menos que suas phy-
sionoraias. Sao to felizes que so querem mos-
trar reconhecidos. Mas qual o seu genero de
reconhecimento? Apenas se offerece a occasio
de um acto de zelo que os mais nobres caracteres
julgariam impossiveis, elles precipitam-se e cum-
prem-na.
Quando csss3 exemplos sao dados as primei-
ras carnadas em mais de um grande paiz euro-
peu, possivel que o tino poltico nao se obli-
tere, que a dignidade permaneca na multido ?
Cada um cuida em si, presta"ouvidos s suas
paixes ou s dc otilrem ; quasi ninguera es-
tuda os grandes interesses da patria.
Assim, nao nos admiremos de que os primei-
ros interesses da Franca sejam habilualniente
dosprezados pelos escrptores politicos.
Nao ha verdade mais frisante,"fioco mais ele-
mentar do que este pensamenlo : o" raoior inle-
resse poiitico e social da Franca ser urna po-
ra e jstiea civil, exaruinrom com a devida al-
lenco o requerimento de D. Carolina Muller
das Chagas ; e considerando quo a disposicao do
art. 14 do decreto de 13 de marco do 1844, que
baixou com as alleracoes feitas no plano do
monle-pio geral de economa dos servidores do
Estado, ulra de convenieule moralidade publi-
ca, perfeitamente conforme nalureza do be-
neficio proveniente do meio sold, concedido
tambem como soccorro alimentar, de parecer
que esta augusta cmara adopto a seguiule re-
soluco :
A asscnibla geral resohe :
a Artigo nico. O meio sold ser sempre
pago s pensionistas, logo que estejam emenci-
padas, ainda que sejam casadas ; e s se paga-
r a seus maridos ou procuradores aposentan-
do procuraco ou aulhorisoco das mesmos pen-
sionistas ; revogados disposices em contrario.
Paco dacaruora dos deputados, em7deogos-
to de 1860.Dias Vieira.Peixolo de Souza.
F. Octaviano.I.amego Costa.Ferrera de A-
guiar.
0.1DF.M DO DIA.
Primeira parte.
Contina a dscusso do art. 1. das emendas
do senado ao projeclo de reforma bancaria.
Ora o Sr. Barros Piraentel.
O Sr. Pedro iluniz propoc o encerramenlo da
dscusso.
Consultada a cmara, decide-se aflirmativa-
menlo.
O Sr. Franco de Almeida requer que a vota-
co seja nomial.
Approvado o requerimento, procede-se vo-
tago.
Alguns Srs. deputados explicara a razo por
que votara pro ou contra a materia discutida.
Neste ponto trocam-se alguns aportes
O Sr. Cruz Machado declara que, como o
anno passadoa favor.
O Sr. Presidente observa que, permiltido s-
menle ao deputado dar o seu voto, atm ou nao,
6 contra o regiment Ja casa a decloraco do
motivo por que o prcsla.
Terminada a votaco, cujo resultado damos em
oulio lugar, sao os emendas approvadas e vo
com a proposco commisso de redaeco.
O Sr. Cruz Machado (jela ordem), recordan-
do cmara as declarardts feitas por alguns Srs.
tencia resolutamente eatholical Urna crianca sem dePu,ados. quando ltimamente na questo elei-
prevences reconheceria a evidencia do axioma ;! lora'
lo, os condemnados poderiam, segundo parece,
sercm admitidlos a livre circuladlo, pois cerlo
que cm caso de evaso, soriam presos em poucos
porem ao mesmo lempo, por urna hypocrisia que dias, ou pereceriam de privacao no deserto.
pretende servir causa da moral, "chama casa-
mento a qualquer unio temporaria contratada
por jovens anda contra a vontade de seus pais.
Smenle por meio do divorcio recobrom a libor-
dada com c mesma facilidade com que a perde-
ram, e eis onde se torna a encontrar o protes-
tantismo com o seu despreso a autordade e a
sua propenso em favorecer a independencia in-
dividual at em seus maioresdesvios. O Sr. Carlier
reconheco comnosco que o divorcio entrou no
mundo chrislo com o protestantismo :
O christianismo riera proclamar urna nova lei
que eslabtlecia que o homem nao pode separar
oque Deus uni : o casamento lornou-se um
sacramento O ao mesmo tempo o repudio e o di-
vorcio foram anniquilados. Foi longa a luta
para fazer prevalecer esses principios ; porm no
dcimo segundo seculo as ultimas resistencias
haviam cessado, e era completa a victoria As
cousas raudaram de aspecto no dcimo quinto
seculo, quando oppareceu a reforma. I'.ntiio ne-
gara m tudo igualmente, o sacramento e a lei da
Indissolubilidade ; o ao passo que os catholicos
permaneciam fiis a essa lei, os protestantes ad-
miram, nao o repudio antigo, maso divorcio mu-
tuo para cada esposo.
Ooutor enamora os causas mltiplas a quo se
concede o divorcio nos Estados-Unidos. A lisia
r.omprida, pois que no Kentucky um marido
nao tem mesmo o direito de annunciar que nao
pagar as dividas de sua mulher sem dor a esta
um motivo suflicienle para obler a dissolucao do
casamento. S falla a esso nomenclatura, diz o
Sr. Carlier, o divorcio por calculo que Cicero in-
vocou para repudiar Terenuia.no porque tivesse
contra ella alguma affronla que allegar, masera-
Ihe preciso um novo doto para pagar a seus ere-
dores. Debalde procurou o autor as esHsit-'
Em aples, pelo contrario, no anno passa-
do, no lempo do jubileu, o superintendente das
prises pedio ao governo que lhe deixasse levar
comsigo todos 03 prisioneiros alim de visitaren)
as igrejas, da cidade prescriptas para se gonhor
indulgencias, alarmando que nenhum delles ha-
via de fugir. A sua supplica foi acolhida favora-
vclraentc ; os prisioneiros em numero de mais de
seis centos, sem outra guarda alm do superin-
tendente e de um sanio podro da companhia de
Jess, o Rvm. padre Planas, percorreram as ras
estreitas e populosos de aples ; e, ainda que
alguns delles condemnados perpetuamente nada
tivessem que receiar de urna evaso, nenhum s
procurou fugir. Toes toctos fallara mais alto
que cloqueles discursos.
A classificaco dos prisioneiros, esse ponto
to importante "da disciplina das prises como
obstculo a corrupto e meto de melhoramento
moral, a classificago dos prisioneiros, que ne-
nhuma admoesiaco conseguio estabelecer em
.Viran river. vai ser inlroduzida as pr3es na-
politanas. E para nao levar mais longe e3ta com-
paiaco, accresccntemos apenas urna palavra.
Ao ver-se a atlilude cheia de respeilo e de affei-
cao dos prsioueiros napolitanos para com os seus
superiores, o bispo nao pode deixar de inferir
d'ahi que a condneta desses superiores a respeilo
delles devia ser mui difireme doquella que re-
velaran) os fados levados o anno passado a pre-
senta da justiQa em occasio do seperintendente
e das outras autoridades do Conviel Establish-
ment da Australia occidental.
[Le Monde.II. Duperron.)
A falta de energa moral e d valor bellico em-
alguns soberanos tcm sem dunda contribuido pa
o nosso mundo poltico nao o percebe. Elle nao
comprehende que s Franca, sendo a mais pode-
rosa das nacoes cotholicas e possuindo urna nu-
merosa marinha, vera decuplar por toda a parle
a sua influencia se tomasse a defeza dos seus
correligionarios. Nao v quo a grandeza do ca-
tholicismo pelo qual a Franca pode ser tran-
quilla e to forte no interior, lo influente no
exterior, depende da unidade independente da
sua egrejo, por consequencia do poder tem-
poral do Papado. Nao considera que a gran-
deza da Franca que a Inglaterra combale prin-
cipalmente na Italia, procurando destruir ahi
ao Papado. Nao reconhece que a firme pro-
lecco da f calholico ao eslrangeiro creara
milhes de alliados s nosas bandeiras em tor-
no das nossas fronlciras.
Os Irlandezes catholicos, vexados pelo protes-
tantismo inglez ; os catholicos suissos, opprimi-
dos pelos centralisadores protestantes ; os catho-
licos belgas, despojados pelos iiberaes pedreiros
lirres ; os catholicos do Kheno, maltratados por
urna minora protestante ; todos esses povos af-
ilelos voltam os olhos debalde para o mundo po-
ltico francez ; elle nao os quer ver, nao os v.
Se podesse, havia de negar a existencia delles e
poucas vezes nao accroca os jerseguidores. A
Polonia soffre e morro ;"nada melhor; a Ir-
landa suecumbe, por que nao ? Sao paizes ca-
tholicos.
Eis os senlimenlos polticos e o nivel intellcc-
tual que dominara na Ierra de Carlos Magno e
de S. Luiz. At ninguem quer confessar hoje
que a f perseguida dos Saboianos foi que prin-
cipalmente conlribuo para os lancar em massa
em nossos bracos, e que o nico meio de fazer
conquistas uteis, annexaces duraveis, de con-
quistar allianQas solidas, seria obrir os bracos,
algures, aos homens atormentados no que lem
de mais precioso, s conscicncia e a f.
Nao ; tacamos por loda a parle caminhos de
ferro, tratados de commercio, poniese canacs, e
deixemos por toda a parte circular a revoluco :
eis o progresso dos politicos que sao olhados co-
mo serios e habis. Deixemos ao depois riscar
da Carta todos os pequeos estados italianos, de-
pois os pequeos estados allemes, depois os pe-
queos estados slavos. E que nos importa a con-
servacio ou a deslruigo dos Estados Pontifi-
cios. Eis urna excclleoto poltica. A Franga ser
cnlo cercada por tres grandes nages militares
agglomradas ; urna deltas, a naco slava, pos-
suir a metade do mundo. Onoss dinheiro tora
feito seus canaes, seus caminhos de ferro, seus
telegraphos. Ao depois estaremos bem abriga-
dos das id raso es E precipite-se um desses gron-
deram o seu voto nominal, lembra tam-
bem que na votaco presente ellas se repeliram.
Seguindo o exemplo de muilos de seus collegas,
cujas declarace3 p?ssram inclumes, eslranha
que fosse elle o escolhido para carregar com o
martyrio da punico. Declara, porlanto, que
vola como o armo passadoa favor.
O Sr. Barros Pimenlel v uisto urna sencura
odiosa.
O Sr. Cruz Mathado, proseguindo, sustenta
quo a declarago de seu voto nao parle de uro.
desojo de offensa a ninguera ; que nao leve, em-
fim, intenco do fazer ura epigramma.
O Sr. Toscano Brrelo declara que, se um
epigramma, cabe a todos.
O Sr. Franco de Almeida protesta contra a
proposico do Sr. Toscano. *
O Sr. Cruz Machado, proseguindo depois de
algumas observaces, accrescenta que a sua dc-
claraco nao podia pertubar a marcha da votaco,
tanto que nao impediu que a passagem das forcas
I caudinas so fizesse com a maior regularidade A
odiosidade nao esl na simples declaraco de um
vol ; consiste na conducta daquclles que o
presto.
O Sr. Presidente declara ao Sr. Machado que
nao o cscolhra, como elle se manifest, para
lembror o cumprimento do regiment da casa.
Nao excluindo ninguem, S. Exc. fez urna ob-
servarlo apenas, e nao urna censura, como pa-
receu ao Sr. deputado.
Contina a dscusso do projecto n. 123 de
188, mandando pagar a Manoel Teixeira Bar-
bosa a quantia de 150:732gi50, importancia de
urna sentenga que obteve contra a fazenda.
Depois de orar o Sr. Toscano Brrelo, Oca a
discnsso adiada.
Segunda parle.
Procedendo-so votaco do art. 9. do orna-
mento, approvado.
Sao approvados os mais artgos, excepto o 8.a,
cuja dscusso se reserva para o dia seguinte.
O Sr. Teixeira Jnior requer por 24 lior
o adiaraento dos arligos additivos, que acal
de ser appoiados, depois de serem publicad
jornal da casa.
hora.
*
u
TT


<)
DIARIO DE FERKAMBUCO. SEGUNDA FE1RA 10 DE SETEMBRO DE 1860.
Consultada a cmara, approvado o requeri-
mcoto.
O Sr, Barros Pimenlel rcquer quo de preie-
rencia a qualqncr outra materia so trate na ses-
so seguiute dos arligos additivos.
O Sr. Presidente consulta a cmara, que do-
cide favoravelmenle.
Esgotadas as materias dadas para a 2.a parto
pa ordcni do da, loma-se primeira parte.
Entra de novo em discussao o projecto n. 12U
de 1858.
Oram os Srs, Saraiva, Araujo Jorge e Henri-
ques.
A discussao Oca adiada pela hora.
O Sr. Presidente da para ordem do dia o se- I
guinte :
Discussao dos arligos addilivo3 do oreamento
do art. 8., e, se houver lempo, das materias
j designadas.
Lcvoiita-se o sesso.
TABELLA dos eiupiegados das recebedorias do Hio de Janeiro, Babia e
Pernambuco, e seos vencimentos.
EMPREGOS.
SESSAO EM 9 DE AGOSTO.
Presidencia do Sr. conde de Baependy.
Havendo numero legal de Srs. depulados, bre-
se sesso.
Lida approvada a acta da antecedente.
O Sr. Primeiro Secretario d conta do se-
guinlc
EXPEDIENTE :
Um oflicio do ministerio do imperio, commu-
nicando que so expedir aviso ao ministerio da
fazenda sobre a resoluco que tomara a cmara
dos depulados suppriroindo um lugar de continuo
c creando dous de guarda das galeras.In-
leirada.
Ou'.ro do mesmo ministerio, remoliendo um
aulhngrapho da resoluco da assemblca geral le-
gislativa, autorisando o governo a ra cular as facilidades do imperio os alumnos, que,
por motivos justificados, nao comparecerem no
prazo ixado para semelhanlo fim.A' archi-
var-so.
Ouiro do secretario do senado enviando as
emendas all feitas s tres proposires desla c-
mara, aulorisando o governo a manlar admillir
malricula e exame a varios estudantes no pri-
meiro auno das faculdades medicas e jurdicas
do imperio. Dispensada a irapresso, a requer -
ment do Sr. Salles, vo entrar brevidade q or-
d >in dos trabalhos.
Um requerimenlo de Antonio Pereira de Ma-
galhaes pedhdo a conce-sao de se naluralisar
brasileiro.A' commissao de conslituirao e po-
deres.
E approvada a redaceo do projecto que auto-
risa o governo a conceder um anuo do lincenca
com ordenado ao Dr. Jos Maria de S c Benevi-
des, 1. ofDcial da secretaria da juslica.
ORDEM DO DIA.
Continua a discussao dos arligos addilivos do
oreamento aliada cm sesso de 8.
Oram os Srs. presidente do conselho e Luiz
Carlos.
A discussao fica adiada pela hora.
O Sr. Presidente d para ordem do dia a con-
lnuacfio da discussao dos addilivos do orcamen-
lo, e, em seguida, do art. 8"; e, se houver lem-
po, segunda discussao da proposta do governo
sobre o casamento entre pessoas que nao profes-
sem a religiao calholica apostlica romana ; dis-
cussao das emendas do seralo s propositos
dosta cmara mandando admillir matricula dos
[acuidades do imperio a varios estudantes, c as
materias j designadas.
Levanlou-se a sesso.
Administrador.........
Escrivo.................
Primeiros escripturarios
Segundos ditos.........
Amanuenses............
Trancantes...........
Thesourciro............
Fiel Jo Ihesoureiro___
Recebcdor do sello......
Fiel do dito dito.......
Lanzadores..............
Porteiro.................
Continuo................
Correios..................
Cobradores..........
RIO DE JANEIRO
0,8 0/0 DA RENDA EX 171
PARTES.
Vencimento animal de cada
emprego.
8.

1
1
2
6
10
20
1
1
1
1
7
1
1
4
15
o
o
a
m
O
20008000
16008000
10008000
800*000
600j000
3608000
1600S0(,()
6008000
10008000
4008000
8OU5OOO
600000
400S000
30OSO00
o
S00800C
600gOO<>
4008000
3OO8000
20OgO00
MOffOOO
eoogooo
3008000
4008COO
2008000
4G08000
2008000
2008000
2008000
o
=3
9
14
12
6
5
3
BAHA E PERNAMBDCO
4,4 0/0 DA RENDA EM 67
PARTES.
Vencimealo annual de cada
emprego.
~r
1
1
3
3
3
1
1
o
a
a
a>
a
12008000
9008000
7008000
500000
4003000
3008000
900000
3005000
600g000
00;000
3008(00
240SO00
6008000
4008000
3008000
2.08000
2O0S0O0
1008000
4008000
3005000
300JOOO
2OO5OOO
1008000
lOOOOO
o
10
7
5
4
3
71/2
3
( 1 Estes empregados percebero a commissao de 3 0/0 pela arrecadagao dos impostos so-
bre que nao ha mullas, e a gratificado diaria do 48000 para cavalgadura, quando orem
incumbidos da cobranza as freguezias de fura da cidade.
(") Abonar-se-ha a estes a mesma commissao de 3 0/0, sendo a gralificaco da-
'o-.paia.C.avJal?'lduril.s arbitrada pelos inspectores das Ihesourarias, na forma do decreto n.
u9- A. J. Henriques. Sampaio Yianna. Torres Homem.
na
SESSAO EM 10 DE AGOSTO.
Presidencia do Sr. conde de Baependy.
Havendo numero legal de Srs. depulados. '
abre-se a sesso.
Lida a acta da anteceden la, approvada.
O Sr. Primeiro Secretario d corita do se-
guite j
EXPEDIENTE :
i ni ollido do ministerio do imperio, commu-;
nicando que dalli se avisara ao ministerio da fa-
zonda que, vago o lugar de ollieial da secretaria '
da cmara dos Srs. depulados, que oceupava Mel- j
chior Carneiro de Mondonoa Franca, fra nornea- ;
do para exerce-lo o Dr Jos Custodio Muniz Bar- ;
cto. Imeirada.
Oolro do presidente do Para, remoliendo um
oxomjil.ir da collecrao das lois provinclaes. pro- !
mitigadas pela respectiva assembla.A'com-'
missao de asserableas provinriaes.
Um requerimenlo dos empregados da adminis-
traeo dos correios da provincia do Gnyaz, pedin-
do augmenlo de scus vencimentos.V' comniis- :
sao de pensos o ordenados.
Outrode Augusto Ilildwirth. podindo dispensa
de toriipo para se naluralisar brasileiro.A'com-
mis^ao de constiluico c poderes.
i
ORDEM DO DA.
Contina a discussao dos arligos addilivos do
ornamento.
Fallara os Srs. presidente do conselho, Teixeira
Jnior e Saraiva
O Sr uarte Brandan prope o cncerramento
da oscusao.
Consultada a casa, decide-se afTirmalivamenle. '
Procedendo-so votaejio, passa a proposta
lerceira discussao, indo entretanto com as se-
guimos emolidas approvadas commissao res-
pectiva, que lem de redigi-las
Art. 7. Ficam approvados os decretos expedi-
dos pele governo sob n. 736 de 2d de novembro
de 1SM), n 670 de 22 de novembro de 1851
2,3 3 de 29 de Janeiro de 1859 e 2.518 de 10 d
marco do correle anno, que reformaran) o Ihe-
rouro nacional e Ihesourarias de fazenda as pro-
vincias, e estaboloceram regras para a tomada do
coritas dos responsavois para com a fazenda pu-
blica : e assim tambem as tabellas annexas aos
decretos ns. 2,532 de 25 de fevereiro e 2551 de
17 de mareo do rorronle anno, que lixaram os ven
cimentos dos empregados da oflkina da estampa-
ra oimpresso do thesouro e das recebedorias
da corle e provincias, e os vencimenlos dos em-
pregados da lyposraphia nacional, eslabeleeidos
o decreto n. 2,192 de 39 do setembro de 1859 .
O governo fica autorisado para mandar sa-
tisfazer em apolicesda divida publica interna na
forma do arl. 38 di lei de 15 de novembro de
1827, os conliocimentos da mesma divida, reco-
nhecida as ihesourarias de fazenda das provin-
cias, sempre que por circumslancias extraordi-
narias nao soja possivel o exame e fiscalisacao
dos respectivos ttulos no ihcsouro uacional .
< No arl. 1. g 3., em vez doarl. 23 do re-
gulamento de 11 de abril de 1812.diga-se
art. 17 do regulamento n. 151 de 11 de abril de
18 2 .
< No art. 2 1.. cm vez deda lei do 21 de
setembro de 1813, diga-seda lei de 21 de ou-
lubro de 1843 .
No art. 8. Io, em vez da lei de 30 de se-
tembro de 1841, diga-selei n. 243 de 30 de
novembro de lfel .
Art. 7." Ficam approvados os decretos ex-
pedidos pelo governo sob o. 736 de 20 de no-
vembro do 1851. n.2,313 de 29 de Janeiro de
1859 e n. 2.518 de 10 de margo do correnle anno,
que reformaram o Ihesouro e Ihesourarias de fa-
zenda as provincias, e estabeleccram regras
para a tomada de cuntas dos responsavois p.tjo
com a fazenda publica ; e assim tambem a la-
bella n. 2,a32 de 25 de fevereiro de 1860. fixando
3 vencimenlos dos empregados da ocina de
estampara e improsso do thesouro publico, e os
vencimentos dos empregados da lypographi na-
cional, eslabelecidos por decreto n. 2192 de 30
do setembro de 1859
Os empregados das recebedorias da corle e pro-
vincias da Bahia e Pernambuco percebero desde
j os vencimenlos fixados naxtabella annexa, os
quaes nao serio calculados dentro do periodo de
Ues annos, contados na promulgarlo da presente
lei, para aquellos que nesse lempo houverem de
ser aposentados. Antes se abonar smenle o
ordenado da tabella annexa ao decreto d. 2551 de
7 de mar^o do correte anno.
mercaduras que nao forem compreheudidas
especial, de que trata este artigo.
nico; "Posta era execueao a tarifa especial
seguir p
por mar ou por trra, satisfar.io previamente a corlejo
d.llerenca entro os dircilos do consumo estabele- verno e ao exoeclaculo
cidos na tarifa especial e os da tarifa geral.
Offerecemos como addilivo oseguinie projec-
to dascmmiss'5es de fazenda c agricultura :
Art. 1- O governo fica autorisado para con-
ceder fra da zona das fronleiras na provincia do
Amazonas, e as que se acham as mesmas cir-
cumstdncias exeepcionaes, ierras ecompos devo-
lulos para a creacao de gados, sob a condglo de
pagsrera os concessionarios o respectivo proco,
higo que laes ierras e campos forem medidos e
demarcados na forma da lei n. 604 de 18 de se-
tembro de 1850, reverlcndo para o dominio lucio-
nal, cora perda das bemfeitorias existentes, os
terrenos concedidos, so os concessionarios ou
s-us successores nao quizeiem ou nao puderem
pagar a importancia dos mesmos terrenos, calcu-
lado segundo as bases da citada lei n. 601.
Art. 2." A conessio de que traa o artigo
antecedente nao poder exceder em ierras de
cultura meia legua quadrada, e em campos de
criar a tres leguas para cada concessionario.
Ao 4o do Io artigo addilivo, depois das pa-
labras linaes llcando neste caso revogado o trt.
25 da le de 18 de setembro de 1845 accrescen-
lo-sena parto relaliva s fronleiras quejulgar
conveniente.
Arligo. Fica o governo autorisado para :
ricain senias das laxas respectivas ascirro-
chinas da Sania Casa da Misericordia da corle,
destinadas conducQao para os cemilerios dos
cadveres dos pobres, enterrados gratuita motile ;
assim como os empregados no transporte dos en-
fermos pobres dos seus domicilios para o hospi-
tal geral e deste para s enfermaras exlernas.
Na autorsjc.io conferida aogoverno pelo art.
14 2" da lei n. 719 de 28 de setembro de 1851
para alienar os terrenos desnecessarios do Jar-
dim Botnico da Laga de Rodrigo de Freilas, se
comprehende a da desappropriaco do dominic
directo delles cmara municipal da corle. O
produelo dessa desappropriaco far parte do pa-
trimonio da mesma cmara" e ser empregado
em apolices da divida publica, na forma do art.
40 da lei n. 028 de 17 do setembro de 1851.
O governo lica autorisado para pagar ao ban-
co do Brasil os 2,000:0008 de papel-moeda quo
resgalar durante o exercicio desla le, emiilinde
apolices da divida publica de 6 % ou fazendo
qualqucr oulra operanao de crdito que enlender
mais vantajosa, se com o producto da ronda pu-
blica nao poder realisar o dito pagamento.
O governo lica desde j autorisado a contratar
com o engenheiro Henry Law.ou com quem mais
vanlagen3 offerecer, a construejo de um segun-
do dique ni ilha das Cobras, para o servico da
rnarinha de guerra e mercante, nao excederido o
seu custo a 855:000;.
Arligo. Fica o governo autorisado desde ja
a contratar a demolic.o do morro do Caslello com
a companhia ou empresario que melhores con-
dicoes oll'erecer, debaixo dasseguintes clausulas:
1.a Dous tercos, pelo menos, do capital em
que for oreada a empreza deverao ser levantados
fra do imperio, sem corapromisso algum do go-
veruo imperial relativamente aos juros e amor-
tisago do raosmo capital.
2.a O governo ceder aos empresarios, a li-
tulo gratuilo, os proprios nacionaes situados no
dilo morro, assim como os terrenos resultantes
da demolicao e desaterros sobre o mar, excep-
tuando destes os necessariosa eslabelecimenlos e
logradros pblicos.
a 3.a O estado poder concorrer com algum au-
xilio, que nao exceda de 1,000.0008, prestados
pela forma quo o governo julgue mais convenien-
te, para as dospezas de desappropriaco das pro-
priedadts particulares comprehondidas no per-
metro do plano approvado pelo mesmo governo.
4.a Serao isenlos do pagamento da siza c da
dcima urbana, durante o praso de 20 annos, os
terrenos c predios que (carera denlroda rea da
concessao, bom como as dosappropriaces de que
iraia a clausula antecedente.
5." Goza rao de despicho livro de dircilos os
instrumentos, machinas o materiaes que os con-
cessionarios rnporlarem de paizes ostrangeiros
para as obras especificadas no seu contrato.
*.c-" A <'si>osi..rio do arl. 8" da lei n. 80C do gnenlo, igualmente approvado, "
Zj de setembro de !8o4 extensiva sdesapp^sr Lidos e apoiados os scg.Miites arti
priacOos a que se refere o presente arligo.
O governo fica autorisado a conceder or-
dem {lerceira de Nossa Serihora do Carmo da im-
perial" cidade de (Juro Preto o uso perpetuo da
banqueta do castigaos de prala, que pertencer
exmela contraria do Senhor do Bom-Fim, ou-
tr'ora erecta na capella .la mesma ordem.
Fica o governo autorisado a dospender al a
auantia de 100;OJOS com a desappropriaco dos
predios coniiguos aos arsonacs da Bahia'e Per-
nambuco.
Art. l.0 decreto de 14 de oulubro de 1843,
que extingui o vinculo do Jagura, em Minas
Coraos, sera observado com as soguinles altcra-
(dea:
'< f.d O preco das arrematados dos bens po-
der ser pago a prasos, mediante tianca idnea,
conforme for eslabeiecidoem regulamento do go-
verno. O praso das letras nao exceder ao lem-
po lixado no arl. 4o da lei n. 560 de 6 de setem-
bro do 1S50, e pela venda licar a fazenda publi-
ca exonerada de qualqner responsabilidade, salva
a disposieodoari. 10 do decreto de 22 de agos-
to de lb7.
2. O governo fica autorisado a mandar ar-
rendar os bens que nao forem arrematados por
falla de licitantes, podendo dividir as fazendas
em sesmarias. e estas em lotes, como for mais I de hojc'(IO)
convenientei s arrematares e arrendamontos ; el Declaramos ter volado contra a elevaeao dos
poder a todo lempo fazer arrematar os bens ar- imposlos.
rondados, preferindo lauto por lano os arrenda- O Sr. Presidente d para ordem do dia o se-
larios. guinte.
3. Fica oulrnsim autorisado o governo a Discussao de requerimentos ; e, se houver tem-
separar as arremalacoes as dilTerenles especies P> ,l;,s materias j designadas, que nao foram
decididas, precedendo a volac.io da emenda do
senado, cuja discussao ficou encerrada.
Levanla-s-) sessao.
BCCideule de forja maior, mas um fado, cuja in-
leira respoosabidade recahe sobre o Sr. ebefe da
estacao naval. O governo nao pode despensar-
so de entrar n* apreciagao dos motivos, que teve
o Sr. Waldenkook para desattender a represen-
tacao do commandante e da officialidade do vaso
naufragado.
Nao se trata aqui smenle do prejuizo pecunia-
rio que soffreu o eslado com o naufragio do um
de seus barcos de guerra ; trata-se muilo prin-
cipalmente devinte e tantas victimas sacrificadas
a urna imprevidencia condemnavel cm oulra
qualquer conjuoctura, mas ainda mais condem-
navel, no caso de ser exaclo que foram despre-
sadas as repelidas observacoes mensacs, e por
ultimo a representarlo do commandante o da of-
ficialidade do Caliope. N'esta ultima hypothese
ha um grande crime a punir, e de presumir
que, por amor da juslica o da moralidade, essa
puniQo seno faca esperar por muilo lempo.
Nao ha muilo que morreu um distincto offlcial
de marinha, o Sr. Jaufret, e oniniao geral que
morrera victima da brulalidade e arrogancia al-
tamente collocada. Convm, pois, desenthroni-
sar essa eolidadeestranha, que desconhece ajus-
ticia e a humanidade, e para quem nao ha oulra
le alm de sua vonlade. E' preciso que desap-
pareca esSa creacao bastarda em um paiz cons-
tilucionalie livre, onde s ha um funecionario ir-
re^ponsayel, que S M. o Imperador.
'Do interior da provincia, alm de algumas
noticias eleiloraes, nada consta que mereca a at-
lenco publica.
Aqui na capital lem funecionado o tribunal do
jury com muila rogularidade. e as suas decises
leem sido em geral inspiradas por um espirito
de rectidao e de jusliqa que faz muila honra aos
Srs.juizes de fado. O ministerio publicse lem
manlido na altura de sua nobre e honrosa, mas
difficil miss5o. A clareza com que expe os fados
e os analysa, a lucidez com que desenvolve as
questocs de direito e ao poder mgico de sua pa-
lavra se deve em grande parle o accerto das de-
cises do tribunal.
?c mencionada, as mercadorias nella compre- ceb7uo0,dia.I.d,t,fl1T^,:o. E^2." do,saPPe;-
i meiros
mo na<
dos os festejos desso
apezar daseleicoes rnunicipaes, cuios Dri-
hendidas c j despachadas para consumo as^al-\^T^fiSSITiCSTSZ3SZ2 S C"
fandegas da referida provincia aue livorem oor' meir(3,raualnos.t'veram principio nesso da. Co-
qua.qucr motivode^eKr1 para 2S."SXJZ S["-**?? f^l -JOOH ^:
8 1." Desapropriar as nascerites de agua pre-
cisas para abaslecimento da cidade do Rio de Ja-
neiro
2. Comprar terrenos as proximidaJes
das estradas do ferro para o eslabolocimcnlode
colonias, continuando em vigor para esse fin o
crdito aberlo pelo decreto n. 885 de 4 de oulu-
bro de 1856.
3." Conceder aos nacionaes que se estae-
lecerem nessas colonias, as j croadas ou em
oulras que venha crear, os mesmos favores |ue
se cOncedem aos colonos eslrangoiros.
Ficam elevados a 8003 os ordenados dosaju-
dantes dos escrivaes dos almaxarifados da inten-
dencia e arsenal de marinha da Bahia e Pernan-
buco, subslituindo a mesma graliicaco quo tc-
lualmcnle percebem.
do Baixo Amazonas, que foi creado ao mesmo
lempo que o do Alto Amazonas, que recebe or-
denado dos cofres genes, o que se Ihe deve por
lodo o lempo que tem servido e continuar a
servir.
Entrando em discussao o art. 8 do mesmo or-
poiados os segointes arligos, entram
logo om discussao e sao approvados :
'< O governo fica aulorisado a mandar fazer a
revisao da lista dn anliguidnde dos juizes de di-
reilo, sendo todos os projudicados admittidos a
reclamar denlro de dous annos, contanto que
insiruam sua reclimacao com cerlidao authentica
de seu exercicio de magistratura, providenciando
do modo que todos os juizes de direito receban)
animalmente, por intermedio dos presidentes das
provincias, a lista de ariliguidade do runo pre-
cedente, sem cojo recebimerilo serao em todo o
lempo admittidos.
Fica o governo autorizado a_ auxiliar a em-
pieza de navegaco a vapor cnlre as lagoas da
provincia das Alagoas, com urna subvencao at
30000^, dispensando para com a mesma empreza
de navegaco lodos os favores de que ella possa
carecer para a sua rcalisaro.
Passando-se discussao' do art. Io das emen-
das do sonado s proposicoes da cmara dos Srs.
depulados, mandando admillir matricula das
facilidades do imperio a varios esludanles. vori-
flca-sc nao haver casa. Nao so podendo proceder
rolacBo, fica a discussao encerrada.
Os Srs. F. Oclaviano, Alexandre de Siqutira o
Franco de Almeida mandam mesa a seguiute
doclaracao. que lem de sabir na acia da sesso
dij ficaram reducidos ao
no palacio do go-
pedaculo lyrico a noite, no tbea-
tro de Santa Izabel.
As noticias eleiloraes, que tem chegado ao
nosso conhecimento sao as soguinles :
RECIFE.
Freguezia de S. Prei Pedro Goncalees. No
dia 7 hora legal procederam-se as preparato-
rios da aleieo, e organisoco da mesa cleitoral,
que ficou assim conslituida:'
PresidentePadre Jos Lcile Pilla Orligueira.
McsariosJos Pedro das Neves.
Jos Joaquina Alvos de Miranda.
r. Julio Pereira Monteiro.
Luiz Antonio Goncalves Penna.
Organisada a mesa, foram os trabalhos addiados
por isso. Desse fado resultou umonfliclo, hou
vo pancadas, e diz-se que o proprfo subdelo-
gado se apresenlava armado cita umpunhal.
Chegando estas oceurrencias ao conhecimenlo
do Exm. Sr. presidente da provincia, no dia 7 ao
nieio dia, com participado de que a ordem pu-
blica achava-se ameacada, S. Exc. demittio in-
coulinente o delegado e o subdelegado de poli-
ca, e nomeou delegado d'aquelle termo oSr. Ti-
bu.rc, da 8ilva Tarares, capito do quarto bata-
Ihao de artilharia de linha, que seguio para alli
no mesmo dia 7.
Freguezia de Santo ntio. A mesa eleitoral
acha-se assim constituida :
Presidente. Jos Sererino Cavalcanli de Albu-
querque.
Mesarios.Tiburlino Piolo de Almeida.
Joao Florentino de Ges Caralcanti.
Isidio Das da Silva.
Joo Eugenio da Triodade.
Os trabalhos teem corrido com admiravel cal-
ma, e linha-se conseguido terminar no dia 7 a
primeira chamada dos votantes.
as freguezias do Poco da Panella, de S. Lou-
renco da Malta, de Santo Amaro de Jaboato e
do Cabo nada lem occorrido de nolavel, que nos
conste, sobre a marcha do processo eleitoral.
Na freguezia deN. S. da Gloria do Goil, achan-
do-se impedidos o primeiro e o segundo juiz de
paz, tomou o lerceiro a presidencia da assembla
paroclual, e comegaram os trabalhos da mesa
cora rogularidade. Mas depois, alguns dos sup-
plentes deeleitores, que haviam assislido aos
trabalhos e assignado a acta da installaco da
mesa, zeram um protesto, allegando que'o acto
da installaco da mesa era nullo. Como era de
suppor, mesa recusou admillir esse extempor-
neo protesto, e em consequencia disso comecou
um tumulto, que acabou por inulilisarem os pro-
testantes o livro da qualificacao, e suspender a
mesa os scus trabalhos e representar ao Exm. Sr.
presidente da provincia, que trata de resolver o
negocio.
Era Itamarac e Pau Araarello a eleicao tem
corrido plcidamente.
Demandaran! o nosso porto do dia 1 al o
dia 6 do correnle. 15 ombarcagoes mercantes,
com a lotacao de 5286 toneladas. Sahiram, du-
ranle os mesmos dias. 13 embarcacoes mercan-
tes, com a lotacao de 5,269 toneladas.
Renderam, do 1. a 6 do correnle : a al-
fandega, 76.4008725; o consulado geral, 3:674888
rs.; a recebedoria das rendas geraes internas,
3:695g427 ; o consulado provincial, 4:7278292.
O movimento geral da alfandega, durante
esses mesmos das foi de 3,823 volumes, a saber:
volumes entrados com fazendas 355; cora gne-
ros. 1,258; total dos volumes entrados, 1613.
Volumes sahidos com fazendas, 910 ; com gne-
ros, 1,300; total dos volumes sahidos, 2,210.
POSr SCKIPTIM.
Os raembros da mesa parochial de San Jos
Joo Joaquina de Figueirodo o Jos Francisco de
Souza Lima declararara-se coact.., e foram parti-
cipar presidencia da provincia, que desarapa-
ravam os lugares quo o
----------- iu6oict iiuu uccupavain na mesa. A'
" ? ?'/LT,'? -m ^ieSC Pcedu cm or- i V11,a. P^m, das rollexoos que ll.es fez oSr. pre-
dem e rogularidade a primeira chamada dos vo- Isidenle, resolveram-se ellos a retomar parte
1 trabalhos da mesa. Foram tambem
parte nos
levados a
Freguezia do Sacramento do lairro de Santo tomar este accordo em conseiuencia de algumas
*<> No da ,, s 10 horas e meia da ma- I providencias dadas por S. Exc. do conformidade
riliaa, comecaram os trabalhos p;la organisagao : com que Ihe haviam represenlado.
pSmTiP! "cou. con,l,'ida d0 modo seguinte: Hoje por cerca de meio dia urna porgo de
l residente.Dr. Antonio Epaminondas de Mello. ------------------u-
pn-
de bens, urnas das ootras, c a dislribul-los pelas
mais
diversas fazendas e sesmarias, como for
conveniente s mesmas arreraaiages.
Fica o governo autorisado a despender al a
quantia de 250:0008 com a construeco de urna
nova ponte qoe ligue o bairro de-Sanio Antonio
ao da Roa-Vista.
Os crditos concedidos pelo 5 7o do arl. 16
da lei ii 939 de 26 de setembro de 1857, para
COnstruccio de edificios proprios para as facul-
dades de direito do Recife e de medicina do Rio
de Janeiro, ficam restabelecidos, e o governo
desde j autorisado a dar principio construeco
desses edificios.
O governo fica autorisado para despender
desde j a quantia necessaria para a eontinuacSo
do exame da navegabilidade a vapor do rio de*S.! sao anda as mesmas que nos vierara "por'aueies
francisco da Cachoeira, do Pirapora para cima, i paijuctes.
PERNAMBUCO.
RECIPE, 9 DE SETEMBRO DE 1860.
S SEIS HORAS DA TARDE.
Retruspecto semanal.
Na semana passada, quatro paquetes, um da
Europa dous dos portos do sul e um dos do nor-
te ; na que hoje termina nem um s livemos, de
sortc que todas as noticias de fra da provincia
empregados em algum dos arsenaes de marinha
do imperio.
O governo fica aulorisado desde j para mar-
car os casos em que deve ter lugar o disposto no
art. 10 da sobredila lei, na parle relativa ao exer-
cicio dos menbros do conselho naval, regulndo-
se pelas disposlcoos anlogas era vigor no minis-
terio da guerra.
E' o governo autorisado a aposentar o cirur"
giao Joaquina Jo<*5 Alves de Albuquerque, encar-
regadoda enfermara de marinha da provincia do
Pernambuco, com o ordenado correspondente aos
vencimentos que actualmente percebe e ao lem-
po de servico quo livor.
Offerecemos como addilivo o seguintc pro-
jecto da commissao de fazenda :
Art. Io A companhia Jacuby, da navegaco
a vapor dos rios da provincia do S. Pedro do Rio
Grande do Sul, fica alliviada do pagamento do
imposto de 5 0|0, ou meia siza pela compra effec-
tuada dos vapores Cachoeira, Guarany, Rio Par-
dense e Crrelo,
pessoas
de tripularlo. Naquella correspondencia l-se o
seguiute trecho :
Disse-nos tambem o Sr. commandante (do
Caliope), que o navio sabio deste porto sem fa-
zer agua; que a mastreaco, veame e cor-
deame nao podia estar em melhor eslado, e
tanto assim que nada snlTreu; mas que nada
poda garantir sobre o fundo, e que em todas
as partes mensaes observou sempre a conveni-
encia de ser revisto, por ignorar o que eslava
> por baixo do cobre do forro.
Sobre este mesmo triste aconlecimento, p Sr
Dr. Luiz Miguel Quadros escreve na Imprensa do
Maranho o seguinte, que coincide com o que
nos refere o nosso correspondente, e quo muilo
comprometi ao chefe da estacao naval do norte
o Sr. Waldenkooek.
Registrando este sinistro, diz o Sr. Dr. Qua-
ilros depois de referir o fado do naufragio, sen-
limos em nos o peso desla desgraca imraensa,
que tem enchido de consternaco a populaco
desla capital: entre as victimas perdemosami-
---------------------------------- ......' "-i"'"'? I" i U**IIIU3 lilil-
L u A mesma companhia gozar por espaco | gos, perdemos antigos companheiros Cabc-
i dez annos de isonco do dito imposto de 5 OO; nos accrescentar que dizem nao ser innocente
;Us compras que realisar de barcos de vapor' .< o ar'. Waldenkooek, chefe da estacao naval
de
pe
destinados e elfeclivamenle empregados na na-
vegado fluvial da provincia.
Offe.-ecemos como artigo addilivo o seguinte
projecto da commissao de fazenda :
Arligo. O governo flca autorisado para.orga-
nisar urna tarifa especial de direitos de imporla-
go, consumo e transito, destinada s alfandegas
da provincia de S. Pedro do Rio-Grande do Sul,
e para mandar pd-la em execueao quando enten-
der conveniente. Na organjsaco da tarifa os di-
reitos de consumo serao regulados entre o mni-
mo de 2 e o mximo de 20 0|0, segundo a quali-
dade das mercaduras ; llcando todava snjeitas
aos dircilos especificados na tarifa geral aquellas
_. -----y mu,,
por ter ordenado que sahisse do porto um na-
a vio velho, incapaz de resistir ao menor tem-
poral, 3em de anlemo 1er tomado todas as
precauces necessanas, exigidas pela pruden-
cia e pelo dever de bom servidor do Estado.
Consta quo o commandante o officialidade re-
presentaram verbalmente ao chefe sobre o pes-
simo estado do vasoe nao foram atlendidos
estas censuras resulta gravissimo compromet-
timento para o Sr Waldencook, que se acha col-
locado na indeclinavel necessidade de justificar-
se para com o governo e para com o paiz. O nau-
fragio do Caliope, a ter-se dado era razodo mo
estado do costado, nao um caso fortuito, um
Mesarios.Marcelino dos Santos Pinheiro.
Camillo A. Ferreira da Silva.
Jos Francisco Carneiro.
Severiano Jos de Moura.
Aps a organisaco da mesa, seguiose
meira chamada e recebimenlo das sedulas dos
volantes-at as 5 horas da tarde, em que suspon-
der.m-se os trabalhos.
No dia 8 proseguiam os trabalhos com rogulari-
dade ; mas sobrevindo ni-cia hora depois do meio
dia, um grande disturbio dentro da igroja, com
gritos de fra o juiz de paz e nao tendo
sido suffieienle para o conlcr a forca de artilha-
ria e polica, que alli se achava, o Sr. Dr. juiz de
paz, a conselho do Exm. Sr presidente, quo alli
mandara o Sr. Dr. chefe de polica, a ver se con-
segua conter o tumulto, addiou os trabalhos para
o dia 17 do correnle, pois que continuava a rei-
nar a maior agilacao, nao podendo a mesa func-
cionar com a precisa calma e rogularidade.
Freguezia de San Jos.So dia 7, com as for-
malidades legaes, foi composta a mesa uo modo
seguinte:
PresidenteManoel Ferreira Accioli.
MesariosJos Goncalves de S.
r; Abilio A. llar.lios de Castro.
Joo Joaquin de Figueircdo.
Jos Fraucisco de Souza Lima.
Passou-se depois a fazer a primeira chamada
dos votantes, o que proseguio sera inlerrupc.ao e
com toda a rogularidade al hora do cncerra-
mento dos trabalhos.
No dia 8, aps alguns disturbios, a audoridade
fez evacuar a igreja, deixando apenas alguns ho-
mens cordatos das duas parcialidades, o postando
senlinellas porta, proseguio a chamada o mais
actos da eleieo. Apparecendo depois novos e mais
graves disturbios, foram para alli mandadas vio-
le pracas decavalleria de linha para apasiguar o
tumulto. Continuando a agitac.o, o presidente
da mesa suspendeu os trabalhos s quatro horas
e meia da tarde.
Freguezia do Sacramento da Boa-Vista.No
dia 7, a mesa foi assim constituida :
PresidenteAnlonio Carneiro Machado Rios.
MesariosManuel Coolho Cintra.
Francisco Ignacio de Allayde.
Joaquina Augusto F. Jacobina.
Decio de Aquiuo Fonseca.
A validade da eleieo do Sr. Jacobina foi con-
testada pelo Sr. presidente da mesa, o parece ter
sido eleilo em seu lugar o Sr. Carlos Perclli; nas
em consequencia de urna represeniaco feita ao
Exm. Sr. presidente da provincia, foi novamen-
tc admiilido a fazer parte da mesa o Sr. Jacobina
Besolvida esta duvida, encerraram-se os Iraba-
Ihos d'isse dia.
No dia 8 procedeu-se a primeira chamada dos
volantes, e os trabalhos correram mu regular
pacficamente.
Freguezia dos Afogados.Xo da 7, depois de
constituida a mesa, procedeu-se era lodo o reslo
do dia chamada e recebimenlo das sedulas dos
votantes.
A's onze horas e meia da manha, havendo si-
do perturbada a ordem, veio pedir providencias
ao governo da provincia urna commissao, da qual
era rnembro e relator o subdelegado d'aquelle
dislricto, alferes do nono balalho de infamara,
que foi por esse motivo demillido e preso. Foi
immeualamenle nomeado e parlio para alli, com
doze pracas o Sr. capito Luiz Francisco Teixeira
do quarto balalho de artilharia de linha. S.
S. levou ordens positivas de manler a iranquilli-
dade e garantir a mesa e os cidadaos no livre ex-
ercicio dos seos direitos polticos.
O Sr. capito Teixeira chegou alli no mesmo
dia 7 sduas horas da larde. Os trabalhos, al
enio suspensos, coniinuaram com rogularidade.
Freguezia de Muribeca.No dia 7, comocando
os trabalhos pela organisaco da mesa parochial,
ficou esta assim constituida :
PresidenteNereu de Sa e Albuquerque.
MesariosDr. Manoel do N. Machado Porlella.
Augusto de S e Albuquerque.
Jos Francisco de Oliveira Lima.
JosThomaz P. Machado Porlella.
Spguio-se depois a chamada dos votantes, que
tem corrido sem novidade. Ao Sr. subdelegado
d'aquella freguezia se deve, em grande parle, o
socego com que tem sido feita a eleieo.
OLIXDA.
Freguezia da SNo dia 7, procedendo-se
organisaco da mesa, ficou ella assim consli-
tuida :
PresidenteDr. Manoel J. de Miranda Lobo.
MesariosJos Joaquina de Lima Jnior.
Joo Goncalves Rodrigues Franca.
, Anlonio Francisco Guimares.
Miguel J. B. da Fonseca.
Comocou depois a chamada dos votantes, e nao
consta que tenha havido alli nenhura disturbio.
Freguezia de S. Pedro Marlyr.A mesa elei-
toral ticou organisada do modo seguinte:
PresidenteDr. Manoel A. dos Pasaos e Silva.
MesariosFrancisco M. dos Anjos Paula.
Antonio Joaquina de A. Guedes.
Francisco Luiz Vires.
Camillo Tavora da Silveira Indgena
Os trabalhos leem corrido com regularidade.
Freguezia de Iguarassu'A mesa eleitoral
acha-se assim constituida :
PresidenteFrancisco Cavalcanli J. Galvo.
MesariosFirmino T. da Cmara Santiago.
Luiz Ignacio Teixeira de Araujo.
Manoel Francisco de Souza Leo.
Sebastio Antonio de Mello Reg.
Nao nos consta que os trabalhos da eleieo li-
vessera softrido a menor perturbacao nessa fre-
guezia.
Freguezia de Goianna.i* noite de [6 do cor-
rente, o subdelegado Pinheiro de Mendonca,
por occasio do tocar a msica da guarda na-
cional, prctendeu, seguido de algumas pracas do
destacamento, lomar urna especie de satisfaco
povo acompanhou al a polica e reclamou do Sr.
Dr. chefe de polica a soltura de um homem que
fra preso na freguezia de San Jos, por ler sido
encontrado com urna faca de pona.
O novo delegado de Goianna. chegou alli no
dia 8 s 8 horas da manha, e otlkiou a presi-
dencia dizendo que ludo corria tranquilamente,
e que funecionava a mesa eleitoral.
as freguezias do Recite e Boa-Vista corre-
ram hoje os trabalhos em perfeita harmona.
. No aclo de se proceder, na freguezia da S
cidade de Olinda, lerceira chamada dos votan-
tes, houve um desagnisado, provocado por um
grupo quo invadir a igreja. A mesa tomou a
providencia de suspender os trabalhos, fazendo
dispersar os amolinadores, e como estos corres-
sem commetter iguaes desacatos na igreja de S.
Pedro Marlyr, tambem a mesa eleiloral dessa fre-
guezia lomar o alvitre de suspender os seus tra-
balhos.
REVISA o^ARIA.
.Temos noticias da cmara de Paje de Flo-
res, que trazein a dala de 26 do passado.
No termo do Villa-Bolla iam os negocios pbli-
cos com solfrivel rogularidade cm sua marcha.
A secca subsiste, e os gneros sobem de prego.
O termo propriamonla de Flores goza igual-
mente de Iranquillidadc.
Fugira um preso, que d'ali a para Villa-Bella,
conduzido por uns soldados e pelo carcereiro ;
que a seu turno poz-se tambem em fuga.
Em Baixa-Verde a secca contina, nao haven-
do mais esperancas de invern.
Os gneros alimenticios acharase por precos
exeessivos.
O termo de Ingazeira por esso lado nao se
aprsenla sob melhores relaces, que os nutres.
Grassando a secca, ludo acha-se dflicullado ;
o que anda augmrntado por falla de Iroco
miudo.
O capilao Domingos e um filho foram da ca-
deia de Flores removidos para a d'ali, em cuja
jurisdiceo esto pronunciados.
De hoje por dianto paga o novo banco de
Pernambnco o quinto dividendo, na razo de
98000 por aeco.
O goverrio francez, para repartiera da agri-
cultura, commercio e obras publicas, ha resol vi-
do fazer dillerentes alteracoes nos phares e ba-
usas da cosa da Franca, "cuja execueao, porm,
s ter lugar na eslavo vindoura.
Chamamos a allencao dos navegantes para o
respectivo aviso, inserido no lugar competente
desle Diario,
Instam-nos pela inserco do seguinte :
Pede-se auloridade compleme, que man-
e i de dar sabida s aguas da chuva que eslao empo-
codas na estrada que vai de Sanio Amaro para
Belm ; pois que ellas inlerrompem o transito
publico.
Sobro isto j temos tratado ; sirva o pedido
cima de m-jis urna lembrauga.
Um morador do lugar.
Passageiros do patacho brisileiro Alfredo,
sahido para o Para, polo Cear e Maranho:
Joo Alvares, Dr. Marliniano Mendes Pereira,
Anna Josepha M. Pereira, Norberlo B. do Albu-
querque, Manoel Francisco Bordalho, Antonio
Ferreira da Rocha, Vicente S. Duarte.
Hospital de caridade. Existem 54 ho-
mens e 62 mulheres nacionaes; 6 homens es-
trargeiros, e 1 raulher escrava, total 123.
Na totalidadedos doeDtes existem 37 aliena-
dos, sendo 3d mulheres e 7 homens.
Foram visitadas *s enfermaras pelo crur-
gio Pinto, s." horas da manha, pelo Dr. Dor-
nellas. s 8 horas da manha, e pelo Dr. Firmo
s 5 horas da tarde de homem.
de Azevedo, casa lerrea arrenda-
da por............................
dem 4Demetrio de Azevedo Lis-
., v. casa l*'fca arrendada por
dem 6.Antonio Cordeiro de Oli-
veira, casa terrea arrendada por..
dem 8.Jos Maria Freir Ga-
raeiro, casa terrea arrendada por
dem 16. Jaquelina Carneiro de
Albuquerque Lacerda, casa terrea
arrendada por....................
dem 18.Bcnto dos Santos Bal
mos, casa terrea arrendada por..
dem 3.Catharina Coelho da Sil-
va Brando, casa terrea arren-
dada por..........................
dem 5.Uaria Clemenlins Rodri-
gues e Francisco Antonio Frei-
r Jnior, casa terrea arrenda-
da por............................
dem 7. Herdeiros de-Antonio
Joaquim Correa de Brillo, casa
lerrea arrendada por.............
dem 9.Maria Joaquina da Cunha
Vianna, casa terrea arrendada
por..............................
dem 13 Francisco Jos Gomes
de Santa Ros3, casa terrea arren-
dada por........................;
dem 11.Maria Joanna da Cunha,
casa Ierre arrendada por........
dem 15. Francisco Jos Gomes
di Santa Rosa, casa terrea arren-
dada por.........................
dem 17O mesmo, casa terrea
arrendada por....................
dem 19. Antonio da Costa Ri-
beiro Mello, casa terrea arrenda-
da por............................
dem 21.O mesmo, casa lerrea
com 10 quarlos no quintal, arren-
dada por..........................
Travessa do Jasmim.
Numero 1. Dorolha Maria da
Paixo, casa lerrea dividida em
8 quarlcs, arrendada por.........
dem 2.Antonio da Costa Ribeiro
Mello casa terrea arrendada
por...............................
Ra dos Prazeres.
Numero 4.Herraina de Sena Pi-
r, casa terrea arrendada por....
dem 10.Joaquim de Azevedo Pe-
reira, casa lerrea arrendada por..
dem 16.O mesmo, casa terrea
arrendada por....................
dem 18.Anlonio da Costa Ribei-
ro Mello, casa terrea arrendada
por...............................
dem 20. Francisco Jos Gome3
de Sania Rosa, casa terrea ar-
rendada por......... ............
dem 28.-'Luiz Jos da Costa -
raorim, casa lerrea arrendada
por...............................
dem 30.Joo Jos Lopes da Sil-
va, casa lerrea arrendada por....
dem 32.Jos Carneiro da Cunha,
casa terrea arrendada por........
dem 30 0 mesmo, casa terrea
arrendada por....................
dem 1.Francisco Ferreira da Sil-
va, casa terrea arrendada por
dem 3. Francisco Mendes Mar-
tns, casa terrea arrendada por...
dem 5.O mesmo, casa lerrea ar-
rendada por......................
Ra dos Coclhos.
Numero C.Marcelino Jos Lopes,
casa terrea arrendada por........
dem 8Adelo Jos de Men-
donca, um sobrado de um andar
esoio e 2 lujas arrendado por..
dem 14.Fortunata Candida Coe-
lho da Silva, um sobrado com um
andar e urna loja arrendado por..
dem 3.Dr. Jos Goncalves da
Siria, casa lerrea arrendada por.
dem 5.Dr. Sebaslio Goncalves
da Silva, casa terrea arrendada
por...............................
dem 7.Dr. Jos Goncalves da
Silva, casa lerrea arrendada por.
dem 9.Joo Jos de Carvalho
Moraes, casa lerrea aircndada
, Por...............................
dem 15.Luiz Antonio Pereira, ca-
sa terrea arrendada por..........
dem 19. Marcelino Jos Lopes,
casa terrea arrendada por........
Largo dos Coelhos.
Numero 1.Jos do Amorim Li-
ma, casa torrea avallada por......
dem 11. Viuva de Miguel Car-
neiro do Cunha, um lelheiro que
serve de olaria avallado por......
Ra do Rosario.
Numero 8. Luiz Pereira Raposo,
casa terrea arrendada por.......
dem 18.Padre Jos do Jess Ma-
ria de Vasconcellos, casa lerrea
arrendada por....................
dem 20. Manoel Jos Carneiro,
casa terrea arrendada por........
dem 28. Antonio Goncalves de
Oliveira, casa teirea arrendada
por...............................
dem 30.Jos Jeronymo da Silva,
um sobrado de um andar c urna
loja arrendado por.............
dem 50. Jos Pacheco de Medei-
ros, casa torrea arrendada por..
dem 52 Bernardino Jos Mon-
teiro, casa lerrea arrendada por..
dem 1.Joo Jos Fernandos de
Carvalho, casa lerrea arrendada
por..............................
dem 29 Herdeiros de Manoel Joa-
quim Pinto Machado, casa ler-
rea arrendada por................
dem 31.Maria Antonia Teixeira,
casa terrea arrendada por........
dem 35--Dr. Manoel Ferreira da
Silva, casa lerrea arrendada por.
dem 45.Herdeiros do Elias Fal-
co de Carvalho, casa lerrea ar-
rendada por......................
dem 47Viuva e herdeiros de
Amaro Francisco de Paula e An-
tonio Doraingues de Almeida Po-
Qas, casa lerrea arrenda la por___
dem 49. Jos Joaquim Bolelho,
casa terrea arrendada por......
dem 53.Jos da Cosa Dourado,
sobrado de um andar e solo e
urna loja arrendado por..........
(Coii/inuar
1208OOO
141S00O
1808000
18OJ00O
3608000
300o00O
144:000
120S00O
12OS00O
1448000
1928000
1688000
192800O
192J000
1448000
552jOOO
960;0CO
6O80OO
360SO0O
240$O0O
300800O
205000
240iOOO
3C0800O
2168000
1208000
4O0$0O
96:000
240?00O
240j000
2408C00
1:2008000
480800O
200e000
2008000
2008000
liljJOOO
4008000
14(8000
200g000
1508000
2 08000
108;00O
16S8000
2108000
6008000
20OS00O
360;000
200SOOO
1448000
120JOOO
14800O
2 (OgOOO
300JOOO
2 (OJO JO
8 OjOOO
se-/a).
Communicados.
CHRQNICA JUICIARIA.
JURY DO RECIFE.
4.a SESSAO JUDICIARIA
DIA 7 DE SETEMBRO.
PRESIDENCIA DO SR. DR. JLIZ DE DIREITO INTERINO
DA 2.a VARA CRIMINAL. 1IERMO-
CENES SCRATES TAVARES DE VASCONCELLOS.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopol-
dino de Gusmo Lobo.
Escrivo interino, o Sr. Antonio Joaquim Pe-
reira de Oliveira.
As onze horas da manha, o escrivo fazendo
a chamada, averiguou-se estarem presentes 11
jurados, em vista do que declarou o juiz nao ha-
ver casa, multando em 20j os Srs. jurados que
fallarara, addiando a sesso para o da 8 do cor-
renle.
Sala das sessoas do jujy, 7 de setembro de
1860.
CONSULADO PR0VIXCIAL.
Alteracoes feitas no lancaoiento da d-
cima da freguezia da Boa-Vista, que
tem de servir no auno financeiro de
1860 a 1861, pelo Iancador Joo
Pedro Jess da llalla.
Ra de San-Goncalo.
Numero 9.Viuva e herdeiros de
Jos dos Sautos Nunes de Oli-
veira, casa terrea arrendada por 1415000
dem 19.Helena Rosa Bamos, ca-
sa terrea arrendada por.......... 144*000
dem 27.Jos Candido de Carva-
lho Medeiros, ura sobrado de 1
andar e urna loja arrendado por 4208000
Ra do Jasmim.
Numero 2. Antonio Fernandes
Esboeo biutjiaptiko sobre a vida e os es-
criptos do cidado brasileiro Jos Joa-
qu'nit de Moraes Sarniento, dottlor em
medicina pela faculdade de Pars, com-
meiidador da Ordem de C/tristo. caral-
Iciro da Legiao de Honra, cavalh'iro da
Imperial Ordem da Rosa, eavalleiro da
OrdeindeChristo de Portugal, socio ho-
norario das sociedades zeladora das se i en-
cas de Pars e Bordean^, secretario per-
petuo da sociedade de medicina de Per-
nambttco,socio honorario do Gabinete de
Leiturade Pernambuco e Maranho, so-
cio honorario do Atheneu ; que aos seus
dignos filhos, Dr. Luciano Xavier de Mo-
raes Sarment, Antonio Jos de Moraes
Sarment, e Exma. Sra. D. A. de Ma-
raes Sarment.
O. D. e C.
O ACTOR
I
Aos vultos que se tem erguido prototypos,
um pedestal pouco : as existencias vasadas no
molde do dever, da moral, da religiao, um esbo-
50 biographico nao diz ludo.
Comludo, lentarei corto da benevolencia dos
contemporneos, apanhar os Iracos do ancio
que no decurso de largos annos" lem exhibido
provas robustas de amor, da patria e da humani-
dade, da lilleratura e das sciencias, das letras e
das artes, porque nao recrimine a geraco futura,
o deleixo e a ingralido da geranio contempo-
rnea.
As ac?5es guerreiras insculpem-se em estatuas
e memorias ; que as arces virtuosas, e os ras-
gos do genio, console-se ao menos salvados do
olvido, na iela, no livro, e no raarmore, para
exemplo de uns, c leuitivo de oulros.
Em lempos em que na iraprensa chovem as
necrologas, as menias c as biographias, venham
ao menos algumas llnhas justas indicar o lugar
que compete honra e virlude, para qu
aMH
T"T
-*r
T-7


m
DIARIO DE PERNABMUCO. SEGUNDA FEIRA 10 DE SETEMRRO DE 1860.
a posteridade rogosije-se, os contemporneos
imilem-no, e o futuro glorifique-o.
Tarabem nao nos impeli na empreza que Ira-
caruos, nem as illusoes do pr.ela, nem as afTei-
ccs da amzade, nem considrraces alheias ao
em, ao justo, e ao honesto ; tanto mais quan-
to, o Dr. Moraes Sarment, por si eflorece
penna do biographo largas considerares como
liomem, medico, c litleralo.
Dando a Cezar o que de Cczar, e a Deus o
jue de Deus, com a razio ria, a consciencia
tranquilla, a imaginaeao calma, encelaremos esse
trabalho justa e necessario, pedindo sos talentos
escusa, a lodos, contemplarlo e indulgencia.
II '
Nos suburbios da villa de Braganoa, em Portu-
gal, onde as cordilheiras do Mario aggrupadas se
dilatam em valles arenos e lujuriantes, e depois
transformam-se em piysagons pilloroscas e mag-
nificas, se erguo o velho solar da geraco portu-
gueza dos Moraes Sarmentos, illustre tronco de
feilos distinctos prl da dymstia braganlina.e
da relgio catholica apostlica romana.
Foi no seio d aquel'a paysaem S'vera dos
Tijs-os-Montes, e do Ilustres senidores da mo-
fiarchia luzilana, que nasceu Jos Joaquirn de
Moraes Sarment aos 31 dj mez de Janeiro do
onno de 1804.
Renov de urna arvore frondosa e robusta, es-
peranza de una rara coslumeira a antepr o de-
ver ao prazer, o infante Jos Joaquirn vio corre-
rem os das, crescer o prosperar a sua existencia
contento e descuidosa.
Naquelle viver campesivo e saudavel, ao ar
uidude pela medicina, ao paxs udopluo pelos i se pelo abuso, peta* exigent as dvsuorieudas, e
W
servidos da penna e dos conselhos polticos, e a
litteratura pelos seus escriptos.
III
O medico.
Para bem se romprchender a missao a que se
empenba o Dr. Moraes Sarment, ser conveni-
ente lembrar, que a grandeza do destino humano
nao rncerra-se na dilataran da existencia secu-
lar, no viver i inmerso ns fruiqoes sensuaes, e
menos as arcos numerosas, porm vulgares. A
grandeza do destino humano, contem-se na pou-
quidade dos lustros, quando s cada um delles
assignIa-os os feilos magnficos, as acees brio-
sas c dignas, as producidos luteranas c scien-
tificas, onde manifesta-se a superiondade, trans-
luz o genio, e admira-so a originalidade.
Foi assim em l'ernambuco o Dr J. J. deM. S.,
porque, como medico apaixonou-se pela sciencia,
e como quer um crcdit>, o verdadeiro medico
aquello que desprendendo-se dos lacos soriaes
de todo o genero, vive, ama, apaixoa-se pela
sciencia. O verdadeiro medico suslenla-se por
esse senlimento, lano quanlo pela certeza de ser
til a sociedade.
Desembaicando em Pernambuco. as vistas
profundas do Dr. Sarniento fixaram-se em tres
grandes arobices ; a ainbico de ser til ao Bra-
sil pela medicina ; a ambicio de coadjuval-o na
sua orgatiisaro ; e ambicio deura nome modes-
to, justo e celebre, que lhe caraelerisasse o
genio.
Desde ento o medico foi caridoso, bom, gene-
roso, para com os pobres, despendendo, como
pelas aspiracesinfinilasde amhicoes seni limie-
(es.
No centro de urna anarchia poltica de tal or-
dem, o Dr. Moraes Sarment, com a intelligen-
cia lgica e clara, nao vacillou na escolha dos
principios que deveriam reorganisar a nacao ; is-
to ahraeou o ^rt'nci>io da autoridade, para de-
pois fazer imperar o principio da liberdade.
Alm do que, o principio aa autoridade, per-
cebia bem o amigo do autor dos eslvdos histri-
cos, era a monarchia braganlina firmada no thro-
no ; era o chrislianismo, e era a phllosophia
eclctica, com o principio unitario-ratholiro a
frente do universo ; em quanto o principio da li-
berdade illimitada, tenda As claras ao republi-
canismo, as crencas diversas, e ao systcma admi-
nistrativo federal, inconseqoente, absurdo e de
funestos resultados na Amrica-Meridional.
Cc-robater portante o erro poltico do spu lem-
po, dirigir o espirito publico desvairado dos inte-' inventos, pelo numero e exeellencia de suas vir-
resses monarchicos e christlos, da unidade naci- ludes, ou pela vestidlo de seus conhecimenlos,
nal emfim, lal foi o papel politico que brilhante- se lornaram Ilustres e famigerados, todos pro-
mente desempenhou o Dr. Sarment pela im-j curamos com inslinctiva curicsidade 'saber a vida
prensa e pelos conselhos, al ver victoriosos seus publica e privada, como se, por lei providencia
livel ; u respfilo, a estima e a considerar dos
ricos o pobres, dos fiacos e poderosos, dos go-
bernantes egovernados, e o que raais, de ho-
mens, mtilheres e infantes.
Que os filhos do Dr. Moraes Sarment
a publicacao u Jos Eustaquio Gomes
E' sobretodo em essa tiofca bingraphica, co-
mo no artigo sobre a inauguraco da irmanda-
de da Misericordia do Recife, como na vigila im-
perial aos Guararapes, como em muitos outros j dan o que val o trabalho, a perse
escriptos do Dr. Moraes Sarment, que podemos tudo ; a abstrarrao o a esa
dizer como Mettemeut a respeito de um genio
francez, quo o seu genio um encontr feliz de
graca e melancola, de sentimenio e do idea, de
indulgencia philosophica e critica engenho,
em quadradas em um fundo de elegancia que
d um novo preco, da mesma sorte quo um d
manle de urna bella agua mais agradavel avie
quando bem engastado.
O toque fino, a mo de mestro, a elegancL
gtaciosa, o eslylista mimoso, revala-sc aos olhos
dos entendidos, as primeiras seguintes paginas
da noticia biographica do Dr. Gomes.
Dos homens, que pela originalidade de se-is
genio o brilho t a mmorindade ; te hornera,
dever, a ju.i.ta, o senlimento elevado-de sao pro-
de ; eo humilde autor destas lisa*
^generosamente pago 4* flpttto
juslica 4o bem e o bettT
3>?s Pinhiiro,
), '.'t.'.'la da
ITpeqn
rabro.
Temos at
digoacao a visla'
da pequea par
pelos interesses
lidde esta que le
guerra cruenta
outra preteneo que/t
IVri^rt tem 1
iuj>ndo int
i be4ecr a er
M | dundo os trii-
,'iocetMwepta,1 ventura ,** <
ia cidada piMtia I creado Bfes'
uirvalba, par^-'
jobiw bsndeira de
tregous centra quK^ior
TOmarca
aquellas
nena par-
Francisco
,;>osej-9 d'aquel.e a^uhor,
principios, coroados seus esforcos, e Iriumphante | imposta humanidade, taes vidas devessem ser- l con,ra numeroso pait'JiJ a causa que adoptara. Visto e conhecido o me-' vir de modelo, eexcitamento aos bons, e aos 'ha- a sua 'rpslouca la idea, '- ciMitre autoridades
dico e o poltico, encaremos pois o homem de le- '
Iras e sciencia?.
0 litleralo scientifico.
V
A imitacao o objecto da arle propriamenle
dita ; a invenco o sello do engenho, diz Carlos
Nodier. Os mais arrojados entcndimenlos po-
fiii das monlanhas, em excrcicios gvnaslicos ; "10 ,pl|ho visto militas vezes, com os desvalidos,! dem-se conciliar com a vida mais simples e a
pelos carvalhies e castanhaes, em quanto se de-1 1ue acabava de rereber dos ricos e poderosos. | regular, diz Talandicr. Por lano nao sor-
semohia o tronco, brolavam-lho d'alma as pri- Alll,v o espetaculo dos infortunios humanos prehendedor que o medico, como o Dr. Moraes
P
meiras impressoes de viveza, agilidade, o cons-l
tancia inaudita, que mais tarde formou-lhe o ca- ]
racler, e rcvellou-lhe as faculdades e sptiddes
para os traballios intellccuaes. que auxiliadas da !
perseveranga e estudo, tudo venccni c consc-
gnem.
Era j;i indicar milito, quem na juvenlude
conslituio-80 digno, e no futuro promeltia ser
bello prolotypo de innmeras virtudes domesti-
cas e sociaes. Arrancado cedo s blandicia do
lar, romeraram os excrcicios escolares, e tambem I
cedo a despuntaros pimpollios do genio do in-
fante, quo logo ntreos de sua classe, oblevo ,
um grao disliuclo e honroso, bello e esperan-
coso.
Com aplidoes to notavclmenle caraclcrisa-
das desdo verdes annos, cresceu o infante Jos |
Joaquirn, at que preparado c premiado nos icn-
ibiia-se a mao c o roraco do medico, e algumas Sarment, que o politico honesto, que o philoso-
vezes com os sorrisos" espirituosos, e as fallas pho, exhbase provas numerosas de um engenho
caiinhosas, sanara muita enfermidade que mais inventivo, apar do cscriptor de estylo.crudircao,
se aninfaava n'aln.a do que no corpo.
Vi-Iho sobre ludo desempenar esae sanio
dever do verdadeiro medico em urna quadra tre-
menda de lulo, de uiedo e lerror, quando essa
capital linha as ruos ermas, a casara cerrada, o
commercio parausado, os semblantes palldus c
lvidos, e o co vestido de negro.
Nessa quadra em que a morte faria recuar os
relentes, vactllar o ani:co dos renles, e alerro-
risar a todos, o Dr. Moraes Sarniento, com o
sorriso da esperanca nos labios, com a luz da
confianza uos olhos, descia a derramar por toda
a parte onde se desprenda um grito : f e
esperanca; em Dos, e na medicina
No largo lempo de alguns annos, na poca
e profundeza.
O Dr. Jos Joaquirn de Moraes Sarniento, o
laureado de Chateaubiiand pelas Ineses c memo-
rias magnficamente desenvolvidas em eslylo a-
nieno, c de cor meridional de sua provincia na-
tal, alm de ser Athenense de Paris escrevendo
em francs, com o crescimento da idade, da
experiencia e do estudo, um eslylista
beis, de opprobrio e remorso aos ineptos e aos da romarca. porque estas
perversos. j serrar na seu posto de hoii
<
Este desejo innato nem sempre possivel j m"Strar o mais leve pendor por este
Jo se con-
sem por aclos
salisfazer-se, porque de muitos homens afamados a'l'!elle1 Hoja pore'm, que tem chegado ao
nao em restrictas localidades, mas no orbe intei- .msis all 3rao cynismo desses partidarios que
luclam com a desordem e
ro, se ignora anda boje a palcruidade, c at o ,uclani com a desordem e a lo icura do desespe-
logar do nascimento. Em taes casos a imagina-' ro- Por'l"e veem j imnuneiile um desengao
;ao loma a dianteira aos fados, ecada qual, se- cr,,c'l. hoje. queja batea porta o da em que de-
guindo as ideas que forma do merecimento leal ve reverdecer para uns e murchar pira outros a
de taes homens. inventa, exagera, dando-os mui- ^sPf,aa.de um resultado feliz, nao podemos
las vezes pelo que nunca foram, ou allribuindo- d.cl!',r.de juntar a nossa voz essas outras que:
Ihes o que nunca fizeram. Ja "a"npri'iisa lodosos diis refutara
Foi isto exactamente o que sncccdeu a res- ia8p,ra as tmputaroes vagas e as arguicoes sem
louca e drsarasoada, e ouira legitima e verda-
deira, ah eslo prximas as eleicojjajfi os con-
campo, pondo em to%s meios
: de que dispenfc.'^j^
m sido o prefCgfl .essas duas
K qual telijj pugIMr corli bom
una ide] j
er responder e
Trilerro|5ttUJftrBi
nalidada de|t 0KTonio
para a imprensa de
inJigno. ramos resta-
s, c fazer ligeiras con-
pagarmos qualquer impres-
ue por ventura tenhara pro-
s que se leem na Ordem o lie-
os quabiuer provenido que por
insulluosas caiinarios tenhara
i cidade.
L'io em 1856 o Sr. Antonio Fran-
cieco'.l'ereira, tMTfc' 'ie reconhecer o seu erro, de
arrepender-so o de tni -ih!ar-se, multo pelo con-
''^rio in-'tio em 'sosten' i -lo a lodo o custo, e
'"i re*lia -I* foesera quacs lossem os meios. Eis,
digiinm tfg^agsggijan. aAua do todoi os males
d--i i i,-rfa iTurausM BO quairo anuos.
.-^1'M''l'li||Bje4Baif^nJajya.le urna par-
po,, ciafidade queTftrli'^nf^|y0"t lula por urna
SPU trairao, e pois tiwtt) teptoureila para conseguir o
seu um, sem es-ol o> meios e tem aliene.Vi a
conveniencia algum.O. Pfc^ Jfil, a,| ,s aj au-
toridades, por,, e,,,s, firBjei n ,, un,p, ment
do seu de/er, recusavan.TBpTqualuuer anoio.
recusavam a mais pequea Hh sao. conservan-
do-se neutras no meio da lucia ; e este fado
longe de recommonda-las a
retdde'a ele
peilo do Dr. Jos Eustaquio Gomes, o qual pouco
fallara dos outros, e nada dizia de si. Fallecido
quisi a duas mil legoasila trra natal, e sobre-
vivendo aos amigos, que anda aqu Uvera na
mocidade, ninguem em Pernambuco sabia dos
pormenores de sua vid. Astro radiante de sa-
ber e de virtudes s se
essa geni--, como ca-
com van- "eres distinctos c lunrciunarios pblicos que
.icoos sem s 'mhan em vista o rumprimeuto da lei, e o
; fundamento em que sao lao feriis esses'pseudo- desempenho dos seu deveres, ao contrario le-
escriploros do Liberal o Ordem; nao podemos 1'anlou contra ellas uim cruzada do calurnnia-
deizarda levantar um brado em favor da causa dores, que derr.Tmou na imprensa toda a raiva e
justa das autoridades desla comarca, e da pre- d('speilo de ]iie eslava pos tencao razoavel do candidato natural deste clr- Jesmoralisa-las peranle o guverno, na esperanca
del las.
culo.
I Ufe
himenlos do idioma patrio, foi enviado a Coim- '.'"enienda do cliolera-morbus, na phase affltclira
reronhereu, quando j i V'L'1"-"
Oguem podia marcar no ?
onde primeiro appuc-
ccra.
Foi sem duvida por sso que entre tantas no-
tocanle, quanto as materias Iliterarias sobre que licas necrolgicas de ignotas celebridades, que
versam arrancam lagrimas sem despende-las das os peridicos nos revelam quolidianainente'. ne-
palpebras, e sao perolas de orvalho matutino as' nliuma sabio al hoje relativa ao Dr Gomes e
campias esverdeadas da nossa America. | todava ninguem leve mais amigos do que elle
portuguez perto do sen zenilh, e niiigi
de sensibilidado exquisita locada de reflexo e horisonte o ponto exacto* o
crudigao Essa sensibilidade paternal que se de- i
para nos escupios do Dr. Sarment, tanto mais I
izmenle para o nosso paiz a poca das
sempre frtil em acontecimientos tria-
lea, em injusteas clamorosas, em ressentioien-
tos profundos e deaoeitos desarasoados ? A lucia
comcci a sp einpenhir muito lempo antes do
do conseguir a mudanca
Nao nosso proposito, e non: para isso nos
sobra o lempo aponannos o replannos as ca-
lumnias que se llies tem assacado, o que alias
tem feto mui ventajosamente es bem aparadas
peonas do Timn, Ventas, Argos a outros por
bra, a Alhenas-Unirersitarlado LusilanlS.
Poi all, em Cuimbra, que as faculdades do in-
fante cresceram com vico e rapidez, a par das
{acuidades physicas que se desicndiaro com os
anuos, a experiencia, eo estudo ; e foi all tam-
bero i|up, na e-colha de tao variadas disciplinas,
preterio Jos Joaquirn de Moraes Sarmcntii o sar-
cedoco do medico, que como urna providencia se
destina e dedica ao alivio e soicorro da huma-
:. lace.
Era urna cscnlha acertada de jovem enlre os
tres magistosos sacerdocios a que se consagran)
o< mancebos de prole illustre ;a advogacia, a
cleresia e a medicina ; a dedicacao aos interes-
ses e direitos da hunianidade. aos slvatenos
d'alma, e aos lenitivos do organismo.
Coimbra, porm, era um circulo por domis '
estrello para a intelligencia que pretenda bra- ]
cejar rom os myslerios da organisaQo, atleuder-
Ihe as causas e os effeitos, ouvinilo abalisados !
professores, e as hedes do estudo e da expe
iiencia.
As vistas e os anhelos do mancebo Moraes
Sarment, nos sonbos proprios da idade, de har-
mona com as ambieoes de gloria, concenlrarnm-
se em Paris, pera onde parti no anno de 1823.
Chegando, porm, a Paris. nao licou c jovem
Sarment boqui-aberto em face da cidade de 10
leguas de povoacao, 10 leguas de monumentos,
10 leguas de distrarcoos, 10 leguas de corrup-
Qoes, 10 leguasemllin de prazerea e commocoes
vivissimas. O carcter de Moraes Sarment, for-
mado por ascendentes para quem odYrer lei
divina, no seio de una naliirez-i severa o leflexi-
va,e as lides escolares, conservou-se puro dos
vicios da Babylonia moderna, fiel a relgio de
seus riis, applicadu missao augusta que esco-
lhera, e digno das ambieoes legitimas dos (.lien-
to- conscienciosos em cojos a vocacao intima
rompe a despeilo de todos os obstculos.
Poi no vasto theatro do mundo civilisado, em
Tariz, quo Jos Joaquirn de Moraes Sarmonto,
comecou a desprender as srenlelhas do talento
meridional, e as forras da juvenlude; j na ex-
ai ta observancia dos esludos escolares, c j em
composiedes litterarias de mrito o peso, que ao
futuro doutorando promediam um lugar assigna-
la lo e glorioso nos fastos humanos.
E' que Jos Joaquirn, em sua vida e em seus
escriptos, presediam os dous movis poderosos
que erguem ao genio urna estatua, c a immorta-
iidalc; isto e, o trabalho, a a perseverancia' por-
que o trabalho perseverante a lei de toda >rte,
a criaro ideialisada, como a existencia ho-
nosla, regular, enrgica, moral, inlelleetual, e
religiosa, um bello typo digno do urna esta-
tua da arto.
Alm do que, aquello que artista, ou ho-
Qioui de sciencia, sendo pensador profondo, ge-
nio completo real, nao espera eneonimendas,
cria, pro.tuz, trabatha sempr^, hoje, amanhaa c
depois. Canev viva em sin oflicina, diz um
historiador, como Voltaire viva em seu gabi-
uele.
da febre amarella, as quadras indemicas que a
espacos tem assolado Pernambuco, pensarnos nao
ha ver ninguem que nao tenha visto ao p do
leito dos enfermos um homem de mediana esta-
lura, cheio do corpo, de rosio redondo, olhos
rasgados e inlellgentes, bocea risonha, palavra
amena e porlugueza, um lodo emfim onde se,
aprende dous annos frvidos e profundos, como ^os anuos o trabalhos.
os que concebem as inlelligencias superiores : o
amor da familia, e o amor da sciencia.
Em o Dr. Jos Joaquirn de Moraes Sarmonto,
o amor da familia, concentrou-se no trabalho e
perseverauca, na economa do lempo e das su-
perfluidades, no encanto do lar e da prole, no
v.....,....u9 Ktnimn uu nutsu nun. louavia ninguem leve mais amigos do que elle
De urna alegra philosophica que sorri-se com-l ninguem, que eu giba, derramou por esta pro-
o argumentador, mas que conlem-se as vezes pe--vinria mais beneficios. Nao foi, porm negra
las considerares danatureza physica c moral d ingratidao, indisculparel olvido,' ou fro'indilVe-
lomem, o Dr. Jos Joaquirn, descubre um enge-
nho perspicaz, e sem o querer, a par de profun-
da erudicc.ao litteraria e scenlifica, urna lgica
cerrada e dogmtica, auxiliada de urna memoria
ptodiogiosa, ncansavel e robuslissima, alravez
renttsnio que intorpeceram as vontades. Cum-
pna ter documentos, informaroes exactas e com-
pletas, porque nao era o Dr Gomes homem de
quem se fallassfl nicamente em desalalo da sau-
dade e do senlimento, e anda mmios por mero
cerimouial. e taes documentos e informaroes de-
dia do combato decisivo, e durante esse lempo es,1> P>ai'i '. o nosso lim foi somonte explicar ao
os prellosgeraem debalxo das mais psalas ta- PttD"COarazo desaa guerra cncarnicada que se
lumnias e das mais torpes doestos ; os manejos lom fci'o pela imprensa o destnelos mag:stra-
eleitoraes combinam-S" e desfazem-se todos os ''s os Sis. Drs. Joo Antonio do Araujo Freitis
das, e a intriga corre por toda a parte, ora ma- en?t c Joao Hcrcano. Alvos Maciel, c aos
nejada pela penna do escriptor publico, ora se- s,rs- ',r- delegado Jos Ignacio da Cunha R.i bello
meada m argumentes do advogado, ja escond- subdelegado Antonio Pinneiro de Meodonca.
da nasdobras da solaina de algum
finalmente, sopradi pela bosiua de al
polica, que por ja ter sobre a fronte itnpt
~~~......-..-. ui-iimouidi, c laes uocumenios e m
Seu tlenlo de cscriptor, urna feliz combina- vendo vir de regies longinquas, nao podam che-
cao da imaginacao inventiva e viva da lazao me-1 gar com presteza
dilaliva c lgica, dos laivos de urna poesa sensi-
tiva c trente, e de urna intelligencia rigorosa e
Ilustrada.
Enlre os numerosos ttabalhos Iliterarios de me-
j bello e na poesa de um porvir glorioso e immor- nl u0 Dr. Moraes Sarniento, merecem especial
I lal ; c o amor da sciencia, era o rasgo atrevido '"enco do biographo, o seu discurso do Gymna-
I do engenho que rompe os myslerios, que voa sio l'ernambucano, e a sua noticia biographica do
pelos espacos, que prescruta do futuro, que pro- r- '0i^ Eustaquio Gomes, e depois os seus tra-
phetisi sobre a nalureza physica e moral do ua"">s da sociedade de Medicina de Pernambuco,
homem e da sociedade. em quanto com urna mao como secretario perpetuo que era.
maneja o escalpello, c com a outra a penna poli- Nos escriptos indicados, alm de outros muitos
tica, scienlilica e Iliteraria. cm largos traeos se despula a alma do cidado,
Nalureza benvola o generosa, caracler fcil e esP'"to do pensador, a aspiraeo do philosopho
dcil como una enanca, espiilo poderoso, logi- e do christo, e amor e a gralidho do amigo e do
co e positivo, as vezes, prendado de urna focal- douto.
dado de trabalho maravilhosa, junio aodom da E^assini que erudito e philologo. no discurso
Senhor dos documentos que atteslam o nasci- >ra "m
metalo, a infancia, a juvenlude, e a ririlidada do _'1"1" "
Dr. Gomes, o Dr. Morues Sarment, traca um
laigo quadroonde apparecern as lides, os'sotTri-
mfntos, as decepces, as honras e virtudes, as
alegras e as esperaneaa, os ronhecimentos scicn-
titcos e lillerarios, do homem queardia em de-
seps de ser til a humanidad*; que comprehen-
deu toda a excellencia deste ministerio santo,
ferrete depeijuro, nao se poja de preslar-se
a la i ignobil quo infame mister Chega o da
em qu" deve decidr-se a lucia o o choque dos
interesses tanto mais tornvel quanto se ellec-
lua de mais perto, o as pretencoes encoulram-se
ponto commum e nico, e tem lugar por-
ma guerre encarnizada, onde a menos
padrinhada poli opiaio publica, a menos le-
gitima pe enijugo os meios os uiiis torpes, os
recursos OS mais desesperados e indignos, ea in-
triga a mais negra e infame I l'assa finalmente
vinario, e j ''- ''s'' -"erra infamemente planejada, o mais
algum reo de "'^"'rnente realisada, tem continuado, c hoje,
! impresso o 'lue se approximam as eleiees, e que vio mur-
chando as osperencos de realisar se o tiiu a que
seproposeram com esso torpe procedimento, tila
vai sendo mais terrvel, e tem locado j a um
tal grao de cinismo, que. longo de pnjudcar
aos guerreados, depda contra os guerreadores.
E na verdade que criterio pode merecer urna
parcialidadeem cuja bandeira se l um nome re-
pugnante a comarca, o nome do Sr. Souza Car-
valho, que lembra interesses de urna provincia
ostranha?!.. Que criterio pode merecer urna par-
cialidadc que, clamando contra phantaslicas e.
7iie ionio harmonisava com o sen carcter emi- l'raJa os ltimos cartuchos que leen! lirado no
nnteuiente bemfasejo,e que qunl ouiro cathecu seu a,s,'lla'. apezar di malfica fesliridade com
m'tno pedia ser iniciado nos mysterio do sacer-
docio-medico.
Nao nos podemos furtir a Iranscripco inlegral
a eleico, um partido bale palmas ao seu trium- 'f'WM perseguieoes das autoridades, arvora.
pho, e o outro cheio de despeilo o de raiva d c '''ya J.ia'ilo l si um pendo quo moslra co-
pasto aos seus ressen timen tos, o queima
d um periodo da noticia biographica do Dr. Go-
mes, no qual o engenho do Dr. Sarment, depois
analyse profunda do corpo e alma humana, o Oo .Gymnasio, o Dr. Moraes Sarment, distingue i d largamente discursar a respeito de urna mn-
Dr. Jos Joaquirn faz-me-hia vacillar pelo seu ', as 'deas de educaco e inslruccao assim : mora indita do illnslre clnico na qual se
triplo carcter de medico, polico e litleralo, I Para grande numero de ppssoas sao estas Ufnam minuciosamente consignadas questoes va-1ment0 'es aconlecimenlos,
se ao engenho nao fosse permittido, como diz M. ] l'a)avras como que synonymas ; mas enlre ellas I ;,s, e hygiene publica, desde o simples syste- lllaa0 actual desla comarca ; e sao
: de Stael, tomar todas as formas, ou excrcer-se i va' loJo o espaco que separa a moraldade eo .a al a erysipela a mais arare a araare- lont;o bastarda do Sr Souza Carv
em todas os espheras onde se insculpem os ele-
mentos constitutivos do engenho, o instincto, a
abstraccao e a especialidade, soccorridas do tra-
balho, da allencao e di perseverauca.
IV
O politico
O homem que como medico soubera traear e
execuiar urna car reir tao bella quanto gloriosa,
nao poderia faltar ao conipiment de sua am-
bico de ser til a nacao que adoptara em
1852. ^
Profundo conhe.-edor das fibras que moveu o
humano, analtico
saber, cousas i|ue em verdade deveriam andar
sempre unidas, mas que infelizmente nem sem-
presc encontrara juntas.
Todas as vezes que na vida dos povos, no
correr dos seculos a educaco e a instrueco se
separaram, ou so desiquili'braram ; todas as'vezes css' da'niversidade de Edimburgo
que entre a educaco moral e a cultura das fa-; f,ram electivas, c que erara naquelle lempo ro-
5 .'i?ce??a!lf i tr'SPntadas pelo col-bre Culleu, o qual desem-
Irracando as tneorias medicas do gcosseiro hu-
enjsipea a mais grare a granij
ntsa ; o douto biographo couclue com um trecho
blrilalocomo um baixo relevo dos melhures tein-
ps de Roma e Grecia.
E' o seguinte :
Educado (o Dr. Gomes) as dontrnas medi-
que
loe havia rompcadu o combate i
Triste poca a dis elei^dea !
Esta cidade j tem sido o exemplo do que dol-
amos dito, e este anuo as inesmas semas j
tem lido lugar, e as cuusas se cncamiiihain
a repeticao dellas.
Enlretanto dous nicos fados deram nascl-
e crear am a
el les : a pre-
alho o a tres-
para
Francisco Pe-
loocadi adheso do Sr. Antonio
reir essa protenrq.
Sao avancamos proposices vagas e sem fun-
damento como os pseudo-escriptores do Liberal
vamos fazer algumas reflexoes que
e 0,-,/t"
harmona para a perfeicao do homem, foram
grandes as desgranas, que assolaram as nacoes.
_ guando osgovernos atlenderara saislruc-
cao, o deixaram enfraquecer a educaco, flore-
cern! os brilhautes seclos de pulida corrupcao
por
levou todos ossystenns nica podra de toque,
onde se podem aquilatar, isto ao leito do doen-
corarao humano, analtico do corpo como da
alma, intelligencia perspicaz e activa. possuidorlae PwcIm, de Augusto Cezar.'e de I.uiz XIV ; I absolutismo dos systemas, quanto da increduli-
de um cabedal prodigioso de conhecimenlos |tie-*'lua"(, entre as calamidades de continuas devas- jade da therapeutica. Aphilosophia pratica da
raiios c scienlificos, o Dr. Jos Joaquirn de Mo- i |Coea desuppareceu quasi de lodo a instroeco e' sua clnica era evidentemente o eccletismo De
raes Sarment, nao poderia licor impassivel ante ll,ou So una educaco sem leis, nem philosopliia ', iodos colina o que a consciencia esclarecida pela
os movimoiilos politicos que se operavam no ve'u mysticismo semi-barbaro da idade" media ;\ raa0 e pc|a experiencia lhe dictara e por sso i di ,rt capricho tem cegado, c
vasto imperio de Santa Cruz, sera que, comludo, toando finalmente se deu ludo nslrucco) o '
jamis apparecesse-lbe o busto na tribuna, ou em "ada educaco, vimos nos lempos amigos os
commissoes polticas. horrores do baixo imperio, e quasi em nossosdias
O seu papel, era como o do profeta a lr nos ass'm que a philosophia scosualisla da Regencia,
myslerios do futuro ; a sua aeco, era como o do e de ^u'z "* chegou a substituir a educaco gra-
timoneiro arrojando com seguranca urna mi Jua'mcnlc enfraqueci.ia, presenciou o mundo as do calculo, nico conhe.imento inrontestavet i
alravez de um ocano procelloso. lerozes saturnaes da convenco franceza. i homem, e ainda menos com o fingido ardor de
Na Europa, arrendera o Dr.Sarniento de abat- que a historia nos mostra em grande os-' interesseiros e descarados charlalaes nao rom-
sados hisloriadoTca, (* que oseculo XVI fechara ca,a "as diversas pitases das nacoes, observa-se
a poca exclusivamente religiosa; a sociedade l'd racsujo modo n'ura s individuo. A proporco
saia da dade-media; lancava-se fora do velhol 1". sentiincnto do dever se enfraquece, is-
nio victima principalcomo marlyr o ex-esm-
vao Miguel Joaquirn de Faria Braga."homem cheio
de. enmes. e que tem escripia a historia do su.i
vida nos roes de acipados dos cartorios desla ci-
dade?!..
Entretanto mui diversamente tem procedilo a
parcialdade contraria, aquella que lera a sna
frente os nomos respeitaveis dos Srs. coronis
| Joao Joaquirn da Cunha Reg lluros e Antonio
Mjps Vianna. Respeito 1, amor ordem,
s. i adheso s autoridades e coadjuvaco a una pre-
leneau justa e conveniente aos interesses da co-
marca, eis em resumo a liistor a do procedimento
dessa parcialdade. E shi esto os fados que
tillara mais alto que tudo. Victimas tambera do
tmputacoes desairosas, mas sera fundamento.
aquellos dous senhores leem sido inmolados no
mesmo altar que as autoridades, mas leem limi-
n i deixaro bem justificado o"nosso pensamenl /. "d0 .seu procedimento, o que lera sido imitado
Goianna tem em seu seio filhos habilitados pa- por ''Jos iiuc o seguem, a defender-se, e a pro-
r.i representa-la na cmara qualriencal, e fora '.a.r,,l.'l,.r:.si ,"u I,or ""''""le"
della filhos dedicados aos seus interesses, e
quando urna cidade: ou um circulo, sobo rgi-
men do actual systema, se acha cm laes con-
dicrors nao ha necessidado de pedir emprestado
a outra cidade, outro circulo, e muilj menos
a outra provincia um representante, um adroga- ; '"' dl, u,n Procedimento em contrario dara
do dos seus direitos e interesses. E' esta a opi- j' ent'nder que de fado existe na comarca urna
niio lilha da um senlimento, que s noto sei,1"la encarnieada, uiin guerra desabrida, como
esqueci Jo por homens a quem um mal en ten- ^'remelles incukarpela aprensa da capital,
dito capricho tem cegado, e feito esquecer as "' ulv,v- st> ignoro que essa parcialdade nao
verdadeirasconveniencias de sua trra natal. [P'a de um pequeo numero de homens despei-
A vista disto cora que credenciaes se apresen- udoaLe descontentes, a quem um capricho tem
le ; nao com o enthusiasmo oe aerios idelogos la o-l'arahibano-Sr. Souza Carvalho por osle c a ponto de pretenderen! constituir un
alambicados, que nenhuma duvida leem era ad-1 circulo, e porque motivos ou conveniencias apa-/
mitlir opinies contrarias as leis da gravitacao e drinha o Sr. Antonio Francisco Pereira e os ho-
mens que o cercara to Infeliz idea, to exage-
rada
morismo no fim do secuto passado, nos cncami
nhou |iara a excitabilidade e puro dynamismo
dos nossos dias, licou o Dr. Gomes por croaqao p
pela ndole natural do seu genio, lu desviado do
edio dos seus amigos, o
contrario do que contra ellas se lera dilo p< la iru-
prensa, a defender-s to somonte, porque com-
prehendera o quanto inconveniente e indigna
o desordenado systema de aggredir sem reserva,
de que lancam mao os seus adversarios, p por que
e potico passado da cavallaria, cominunas, ca-
que dominavam asgeracoes ingenuas.
< Depois a predica da" reforma, a autoridade e
,. ... [oexamo lularam estrepitosos sem se poderem
Homero Phidias, Joao Gurjon, e Tasso, Mil- entender ; operava-so urna transformaro social;
ton, Virgilio, Mohere, romo euire nos, Gon;al-i trabalho opintoso que s percebera-o alguns
vs Das, Magalnaes e Macedo, nlica-nos a ra-1espirites superiores.
mo, devem ter aprendido a lei immutavel do o combale myslerioso da f e da torca brutal
tratialho. como aquellos genios-modelos. I osla prestos a (indar-se ; o egosmo da lena al-
lose Joaquirn de Moraes Sarniento, cm Pariz, teia-se sobre o principio calholico vasto univor-
a rida e dillicil, mas nobre e gran- |sale protector; as nacjes
to e, a medida que os oll'eilos de urna boa edu-
Ihodraes c castellos, heroicos c'piedosas legendas cacao desapparecen n'urn homem, este liomem,
por mais instruido que seja, precipita-se de abys-
nio cm abysmo, e corre direilo e presuroso sua
dcslruicao. s.
A educaco, diz o illustre Bacon,
diosa, percorrida por aquellos artistas do mar-
nioie, da lela e da imprensa ; estrada quo con-
duz aos alpes da gloria, se o genio tem animo
para filar o porvir t rabal lioso, augusto e rutilo da
immortalidade, alravez das contrariedades infi-
nitas da vida social
Desconhecido al onlao, c com poucos recur-
os estmulos que orcam os tlenlos fidados a
concepcao, e a cxecuQo dos grandes rasgos ar-
listicos, luteranos o scienlificos, approveitando
com prespicacia a inspiraco instantnea e o
lempo.
A inspirarao, a grande occasio do genio,
diz um psychologo e erudito : e Moraes Sarmen-
t, sem proteccOes nem fortuna em Pars, co-
Diecava a escrevor apenas, quando o autor do
se agrupam cada una
em sua circonscripco material.
< Na idade-modia, urna crenca fazia erguer
muttides para libertar o sepulciro doChrsto;
depois de icforma o seu direilo publico, cada
poro pensa om si, cada potentado as proprias
conquistas.
i Os impptos generosos para o trumpho moral
sos pecuniarios, o jovem Moraes Sarment, leve de urna idea eztinguem-se ;uma provincia de
mais acorescenlada as soberanas, os a ambicao
dominante.
o Em Franca, a guerra declarada as duas
forcas vitaos de dade-tr.edia ; o espirito de loca-
bra do costume tomada desde a infanci
da ha mais simples, nem mais verdadeit5
esta dobra do costume lomada desde a infancia,
para fazer a ventura do educando, e contribuir
o que della se deve esperar, quem que a deve
dar? Em que base so ha de fundar? Ohl Evi-
dentemente s o relgio a pode dar, s as suas
doutrinas lhe podem servir de base.
Suiponho que ninguem pode duvidar por
mais curto que seja o alcance de sua intelligen-
cia, que fora da dotilrina santa do sacrificio, dou-
Irina geral entre lodos os povos, e to anliga co-
mo o inundo, ncnhnma outra base se pode dar
educaco, a nao ser a salisfacao dos interesses
pessoacs, isto o completa ngacao do dever, a
total deslruico do laco social.
Em outra parle do d'iscurso encara, o Dr. Mo-
raes Sarment, as difficuldades da luta do bem
pendo, com o ignorante audaz, era tudo e por
tudo com o saber tradicional dos soclos, nica
fonle da perfeicao a que chegou a humanidade
em lodos os ramos das sciencias e das artes, mas
to somonte com a vootade honesta e summa-
mente louvavpl de ludo experimentar om si e por
si, na nica intengo de ampliar seus tecursos
llierapeulicos.
Qual foi a convceo, que de tanto labor, de
Ni- lao diuturnas experiencias lhe ficou, bbm o vi-
limos todos no modo porque se tralava as suas
molestias, inclusivamente naquella d que falle-
cen, o ecliyiismo, sempre o cclociismo, at o
ultimo suspiro.
A mancira delicada, sensircl o compungida, co-
mo nos relata o Dr. Sarment a ultima ceremo-
do-l
prelonro '?
Os verdadeiro filhos de Goianna, aquellesquo
cora verdade o sincerida te defendem os bros e
loros deste seu torrao natal, nao podiam receber
seraelhanle enxerlo sem levantar um brado de
indignacao, e sem desde logo fazer tira protesto
de guerra ; e is a rj/o porque Comecou a lucia,
que os apologistas do Sr Souza Carvalho nao
quizeram manier no terreno digno que lhe ron-
vinha para a susteni irein como o leem feito, de
um modo indigno e cobarde, como bem o pro-
vam esses artigos publicado no Liberal o Ordem.
escriptos cm estylo rogateiro e peijados das mais
lorpes calumnias.
Sabemos que em eleico a lucia irremissivel
quo hoje nao so com prebende eleico sem lucia,
sem choque de interesses, o sera embate de pre-
tencoes, porque infelizmente i l vo bom lon-
nia prestada ao Dr. Gomes, alem dos traeos da n" os lempos em que a opino publica apona-
universal, isto 6. a com- : contra os prejuizos inveterados ; (p. 9 o 10) mais i inclivos, que costumam revelar parte dos gover-
| alem prescuta da historia patria (f>. 18) as causas nos a esphera dos varos conspicuos, em tod i de
flc-no do chrislianismo, do llen e Mala, e dos dades da igreja gallicana ; tentativa escrupulosa
esludos hutoncos. acertou ler-lhe os escriptos, que nem tem o arrojo de reforma, ora o espirito
admirando-lliea originalidade luterana,o lornoio de conservaco da anliga hierarchia pontifical.
lid.ide e o pensamento
mua o o calholismo.
0 poder real cenlralisa-se, rompe de frente occasionaes da m educaco entrnos, e desco-
lodos os obstculos, ao mesmo lempo que se i breda nc cancro roedor de loda moralidado, na
oppoe ao elemento religioso a thecria das lber- aula-ehrislaa oscravatura recrutada entre sel va-
gons, o as addiees do populaco que nos lera
viudo de alm-mar. sem moraldade, sem leis,
dieco pura p correcta, da pintura lgubre e so-
lu^anlo, da dr amarga o dcsonsoft'rida, lembra a
narralivadeuma singeloza enmmovedora de Top-
pfer, Rernadira Ribeiro, ou Proi Luiz de Souza.
Falla assim a commoco viva e profunda, o co-
ra^.ao generoso o christo, o espirito elevado o
sabedor das cousas da ierra: Ao outro dia, em
torno de um sarcophago modesto, que sustinha
fretro nao menos simples, s coberto por longa
tela negra om quo debalde so proruravam os dis-
da phrase, e as pinturas de una cor toda meri-
dional, viva e sensivel como o sol portuguez.
E' desse lempo, e devido, j a inspiraco ap- I
proveitada. e j a protoeco de Chateaubriaud, : .
que naquella pocha presidia urna associao lil- ; consideraVo rdr^^eificiVd^Henrqu
terana, que Moraes Sarment dissertou sobre o fin da luta puramente religiosa
multas theses, ganhou premios.
pontifical
A cora nao lem desde ento raais que urna
preocupaco, seu ongrandecimonlo.
Esta passagora do um oslado social a um ou-
tro nao pode-se operar sem vivos abalos. Devp-se
e IVcomo
va um nomo, converga toda pira elle, e eslava
ludo feilo, por quanlo esse fado callara quaes-
quer outras pretencoes, se por ventura nc-sse
lempo fosse frequenle a pluralidade dellas ; mas
sabemos tambem que a luda muito menos ter-
rvel, muilo menos odiosa, quanlo pleiteam a
eleico duas pretencoes legitimas, dous interes-
ses reconhocidos, finalmente, dous candidatos
quo leem iguaesdireitos aos sulfragios do povo
que leem de elege-los. E qual a situaQo da
comarca noslc sentido? Todos o sabera, todos a
veem, entretanto pinla-la-hemos resumidamente.
Corram mui pacificamente os negocios elei-
toraes de Goianna, nao havia na comarca diviso
de partidos, porque a opinio era nina s, a me-
llior concordia exista entre todos, quando o Sr.
Antonio Francisco Pereira em 1856, iltudindo
tia:coeiramenle o governo, abusou da confianca
revelou urna o Sem duvida existe ainda entre os povos as
n estylo singelo o ameno, urna I ideas fortemenle theocraticas; o catholecismo
jices;
quistas,
- -,.....: ', %"., ""='"'i''iui;js loriemenio tneocraticas; o catholeci
maginacao vivo, nexivcl o Iiorida, e um espirito inspira sempre fervor; determina perseguir
Claro, activo, e capaz de largas cmpresis. mais emfim a reforma a seu turno faz conqul
Ainda incompleta a sua educaqo litteraria,
casou-se Jos Joaquirn de Muraos Sarniento,
com a Illni." e Exm. senhori D. Clementina de
Varilles, filha de Ilustres troncos parisienses,
do quem, mais lardo, veio a ler Ires filhos, es-
peranzas de urna existencia digna, laboriosa, e
honrada.
Em 1830 recebou Jos Joaquirn de Moraes
Sarment, o grao de Dr. pela faculdade de Pa-
r-, depois do que viajou pela l.ombardia, Suissa
c iples, volrendo nlflm aos lares patrios aps
a larga auzencia do 8 annos.
Foi em Lisboa que o Dr. Jos Joaquirn tracou o
vasto plano de se estabelecer no Rrasil, no qual
cumpria execuiar as elevadas posices de medi-
co, poltico e litleralo.
A existencia incontostavelmentn como cada
um a concebe, ou idialisa, no vasto centro das
combinaces sociaes, bem que o homem de ge-
nio alguraas vezes se arrebate por demais alm
das espheras do mundo sublunar.
O espirito do homem de genio, bem que mili-
tas rezos devague, comludo conlem-se no tra-
balho consciencoso pelos ihemas sublimes, mas
regulares e razoaveis, pelos quaes transluzem os
caprichos, as beatificares raphaelices. ou as
concepQes dantescas da mente grandiosa.
Se o genio lem o previlegio de transforrasr-se,
rerelar-se om campos diversos, claro que a
intelligencia que escrevera no foco das luzes do
domina aclos polticos, o o principio religioso
idea secundaria.
_ A poltica absorve ludo, e cora ella avulla a
diplomacia, os interesses dos principados, as
relaces inloiramentc possoaes, fundadas sobre
as pretencoes terriloriaes.
o Rrasil, vira o Dr. Sarment, que a luta
religiosa produzira apenas a poca gloriosa de
1621 1654. quando Pernambuco, Parahiba, Ro
Grande c o Cear, dominadas polo poder Hollan-
dez, ergueram-se como um s liomem a prl do
principio-mouarchico e calholico, universal c
philosopliico,
A luta lerritorial, quasi insignificante desde a
colenisaco at nossos dias, devia-o assim sar
porque o territorio era amplissimo e a populaco
rareada; e depois porque a constiluiro os
cdigos livelavam tudo passando a rasoura destrui-
dora sbreos previlegios heriditarios, cacheticos,
e reprovados, pela cmsaco e progressos
sociaes.
A penas na assimil.ico histrica europea
americana avulla lemidamenlc o principio in-
dustrial polas ambicies e oxigencias do socolo
cm que l bete tem raais previlegios o estmulos
do que l'esprit.
O que pois ferira as vistas do Dr% Moraes Sar-
ment em rclaco a poltica, foi a lula entre o
principio da autoridade absoluta e o principio
da liberdade desregrada. Aquelle, como em toda
seus restos inanimados, se observou dentro c fo-
ra da igreja de S. Pedro, a maior concurrencia de
assislenles, que he presenciado era Pernambuco.
Nao eram vaas c follases demoostraces de
afl'ecto dadas aos morios om attenco aos vivos,
e sera coslumes. pois nenhum prenle linha no Recife. o seus,
Mas logo apos esta aposlrophe justa e severa, mais ntimos amigos eram os pobres e os desva- \ V'e este havia nclle
philosopho christo appli.-a o balsamo da es-1 lidos. Nao ora ingente apparato de extraordtna-1 "m candidato a qnem o governo nada devia, o do I
ra pompa, que movia to denso concurso era tor- quera nada podia esperar, retirando assim o seu
no do tmulo de um medico velho o pobre. No i apoio, que era ento de alguma valia somonte I
semblante dos assislenles claramenlo sn divisava porque oceupava por si e polos seus bs lugares
u senlimento, que alli os congregava e o triste I de polica, do candidato que mereca n confianza
pensamenlo, quo alli os preoecupava. Era o ul-|do governo, e cuja reeleico era sern duvida por
timo, espontaneo e puro tributo di gratido, era | elle desojada- E' um fado que esl no dominio
o derradeiro adeus da saudade.
A intelligencia do Dr. Sarment offerece o ca-
rador dos climas das zonas temperadas que nada
produzem do desordenado nem impetuoso. Co-
mo um ribeiro a serpentear socegado, claro e pu-lllu.
cegado ao poni
partido.
E's em resumo o procedimento de um e de ou-
tro lado, o publico que os compare e decida do
que parle osla a lealdade a ordem, a moraldade
e a justica
Passemos ao s-gund ponto, respondamos a
segunda tiiterrogaco Quem pugna cora bom
direilo o por urna idea justa ?
A vista do queja temos dito no correr desle
artigo, e das consideraces que j temos feito.
ora qtMsi desnecessario gaslarmos mais lempo J
arguoientaco, e bem po-luramos responder im-
mediatamente :o bom direilo assiste ao nume-
roso partido dos Srs coronis Joo Joaquirn da
Cunha Reg Barros e Antonio Aires Vianna, eso
ello pugna por uma idea justa, entretanto dire-
mos sempre alguma consa a respeito.
i) Sr. Antonio Francisco Pereira, alteodendo
aomcote ao seu gosto pessoal, desprezando as
conveniencias da comarca e esquecendo se dos
seus interesses, aprsenla como candidato sen lias
prximas eleices o Sr. Souza Carvalho, apezar
dadecepeo de 1856; o partido que o sogue
mui limitado, e portante improprio para expri-
mir a vontade popular do circulo; o Sr. Souza
Carvalho Hlho de urna provincia ostranha, nflo
lem nesla comarca ligaces nenhumas, e seus
procedentes.... mas nao queremos inrorrer ras
justas censaras que fazemos aos escriplores do
Liberal a Ordem ; deixemos em silencio os fados
indecorosos que poderiamos citar, sera comludo
fallara verdade como aquellos); e alm disto o
Sr. Antonio Francisco Pereira um hornera dcs-
conceiluado na opinio do governo ; entretanto
os Srs. coronis Joo Joiquiru da Cunha Reg
Barros o Antonio Alvos Vianna aprosentam o Sr.
Dr. Joo Alfredo Corroa de Oliveira, candidato
sympathico comarca, que filho della, que lem
liabilitaees e quo alm disto lera no circulo li-
peranca, como a absolver os erros dos antepas-
sados pela nova direcc&o dos canlemporancos,
quando fallo assim :
Roma leve em sua origem muilo peioresele-
mentos de educaco moral : mas uma serie de
grandes res e de sabios legisladores, attendondo
cuidadosamente a esta primeira necessidade das
nacoes, inventando com admiravel sagacidade os
elementos deeducaco, que Ihes faltnvam, trans-
formou dentro em mui poucas geracoes um ag-
gregado de salteadores no povo quo" maior res-
peito tem tido lei, o o respeito lei a escala
mais exacta para medir a moraldade do urna
nacao.
Em nosfos das iguaes prodigios da influen-
cia da educaco se tem visto cm Botany-Bay. Os
criminosos, que para alli esgola a Inglaterra,
conservara pola maior parle a depravacao, que
levam da Europa : mas os filhos, os netos desses
reprobos da sociedade britnica, gracas educa-
co ministrada por um governo atiento e intelli-
jente, gracas a profuso das escolas que se cn-
contram em lodos os lugares habitados, OS indi-
ro, por enlre a espessura esverdeada de nnssas
malas virgens, assim o seu estylo mimoso, cor-
recto e singlo, corre manso, abundante e claro.
Ao lercm-se os escriptos primorosos do Dr.
Sarment, o coraco restolga na arcada do peito,
a alma extasa-sede contente, c a sensibilidade
agila-se suavemente o estima-se, ama-so at, ao
autor do discurso da abertura do Oymnasio, da
noticia biograpliica do Dr. Gomes, das memorias
medicas de Pernambuco, da irmandade da Mise-
ricordia do Recife, do passeio imperial aos G-ua-
rarapes e de tantos outros escriptos, infelizmente
gaees intimas o numerosas, acrescendo que
ni ti" m.ii j ,, *
depositado, para proteger "flu".''* *'''rcs sao arompanhados pela quasi
tolalidalo dos comarcos e Goianna, o merecem
iuleira confianca do governo.
Este simples parallelo deixa bem saliente,
aquella assovprac.io que acuna lizemos, isto ,
que o bom direilo assisle ao numeroso partido
dos Srs. coronis Joo Joiquim da Cunha Reg
Rarros e Antonio Alves Vianna, e quo s elle
pugna por uma dea justa.
Poderiamos, se fosse necessario, dar maior
elaslieidadc e desenvolvimiento a estas ultimas.
consideraedes, mas temos sido muito extensos o
guardamos alguma cousa para uma outra occa-
sio, se por ventura a isso nos provocaren!.
fiemo.
genas de BoUny-Bay admiram a lodos os viajan- pouco zeladospelo autor para sen renome c im-
,?k, *m devcr,a dar cop,a Ue S1 onl toda a P81""'. lendia a degenerar no despotismo ; como
este, em iodo o universo, despenhara-se na anar-
chia
. No Brasil, na epoca de 1810 o principio da au-
toridade jazia sobremodo cerceado, coagido polos
coslumes e pela educarlo, desprestigiado pelas
transformaras rpidas e mal pensadas : eroquan-
to o principio da liberdade illimitada, corrompia-
() Com especialiadeLapeligue e Chateaubriand
quem seguimos quasi textualmente nestes
parle
O Dr. Moraes Sarment para oxeuular a sua
bella popaescolheu a capital da provincia do
Pernambuco 0ode desembarcou no anno de
1810.
A< ompinhemos pois ao Dr. Jos Joaquirn de
Moraes Sarment, quo no espaco de SO annos
pela sua vida e seus escriptos, enlre nos soube
criar um nomo nolavel, uma fortuna importan-
te, e uma reputarlo dislinda e merecida, com
o lito em nobres arabirocs : ser alil a huma- periodos.
tos pela sua grande simplicidado, extrema fran-
queza o ingenuidade, nao menos do que pela sua
senco da maior parte dos vicios frequentos na
Europa.
Ao lugar de historiador e moralista, depois se-
gue-se a apreciarlo da educaco clausurada, os
meios de corrigir a infancia, a inslruc<;ao que se
lhes deve apphcar. o erro da educarlo da moci-
dade em Ierras estranhas, a necessidade do estu-
do das linguas moras romo das vivas, o panege-
rico da lingun deCames que rene a abundan-
cia, a pompa, a variedade o a harmona, a supe-
riordade da civilisaco moderna sobre a anliga,
a vanlngem e utilidade das sciencias, das leis e
das artes, emfim um ramalhete perfumoso, va-
morlalidade, em que se dcscobrem sempre as
ideas moraes casadas s lines uteis, astresgran-
da opinio publica ; lodos sabera que o Sr. Amo-
nio Frincisco Pereira, esfriou a sua adheso ao
Exm. Sr. Dr. Joo Jos Ferreira de Aginar, para
favorecer a louca pretenco do Sr. Souza Carva-
Felizmento, porm, para os bros da co-
marca, o para honra dos seus filhos o governo
nlo eslava de todo abandonado neste ponto da
provincia, e porquanlo os SS. coronis Joo Joa-
quirn da Cunha Reg Barros e Antonio Alvos
Vianna aqu eslavam, e liis aos seus principios
e firmes no seu posto do honra, deram mais uma
ptova de servidores dedicados e desinteressado
do governo. extorvando os planos do servidor-
renegado, o Sr. Antinio Francisco Pereira. c cu-
tio triumphou a causa da juslica, prevalecen o
verdadeiro interesse da comarca, porquanlo o
Sr. Souza Carvalho vio fogir-lhe a esperanza,
que elle julgava prestes a cryslalisar-se, e o
Exm. Sr. Dr. P. de Aguiar foi reeleilo.
Esta derrota, porm, nao lancou por Ierra os
des ambices do uma alma larga, e o sentirnenlo castellos do Sr. Souza Carvalho, nem poz termo
da honra, do dever, do bem, do Justo e da virtu-
de, refundidos no magnnimo principio dadigni-
dade humana.
Aquelle que se engrandece por uma s virtude
um pedestal pouco ; ao que rene lanas, a
immorli idade ea gloria ; e tal ser a recompen-
sa do Dr. Jos J. de Moraes Sarment, em Per-
nambuco, e no Brasil inleiro.
VII.
Emfim, eisem poucas linha?, os traeos afra-
gados do varo brasileiro, que no prriMo de A
lustros, concebeu, mediten e realisou, o projecto
riado, colorido de todas as cores, admiravel do gigantesco que abrangia a politico, a liileratura. a
instrueco, de irabalho, e peiseveranija, de seve- sciencia, a meoeciua e a lula tenaz para obter uma
ridade e benignidade, de paternaes conselhos e I fortuna para descanso de seus velhos anuos, e o
experiencias, que conseguio para o Dr. Moraes! estabelccimento de seus briosos filhos.
Sarment uma ovaco digna, merecida, e glorio-
sa, enlre todos que ouviram, ou leram, o seu mi-
moso discurso dogymnasio pernambucano.
VI
Os applausos que recebcu o Dr. Jos Joaquirn
de Moraos Sarment, pelo seu bello discurso do
aymnasio, nao foram menos vivos com a leitura e
Que estes pois mlrem-so as acedes, que ao
aulor de seus dias, chamon s recompensas me-
recidas de ires nacoes, a franceza, a porlugueza
e a brasileira ; os ttulos Iliterarios de varias so-
ciedades, de Paris, Bordeaux, Lisboa, Pernam-
buco c Maranho ; as bencos unnimes de tan-
tos individuos arrancados mortc certa e infal-
aos desatinos do trnsfuga que o protega, porque
o primeiro um moco impertinente o teimoso,
e o segundo devia ser exagerado na sua falla,
para cumprir a siria de- renegadoque sempre
fantico e louco pelo principio que o fez renegar.
E pois essa vergonha que o Sr. Antonio Francisco
Pereira dovoria ler sepultado no esquecimonlo
com o silencio c o recolhimcnlo, anda hoje faz
rorar os verdadeiros iilnos de Goianna, que co-
mo taes prezam a sua dignidade, porque aquelle
senhor ainda nao abandonou < intento, louco sem
duviqVa, de realisar os sonhos dourados do seu
protegido onhador.
E' alm dislo candidato tambem as prximas
eleices o Sr. Dr. Joao Alfredo Correia de Olirei-
rajilho desla cidade, membro de uma familia
nnmerosa e importante e mogo cheio de talentos,
quo f dante de si um futuro brilhante e lison-
treiro ; pretenco legitima e natural, e que alm
disto favorecida pelo alargamento dos circuios,
que se realisar sem duvida este anno.
Eis a situarlo da comarca, ahi esto duas pre-
tencoes que se encontrara, e que se balero, urna
Publicaces a pedido.
Saudades de Pajea.
Chegado de Paje c algum tanto adoentado,
sou forrado a recorrer ao proslimo do Diario de
Pernambuco para responder ao jusliceiro ouri-
curyense, que hoje vera era sou numero 207 sob
o lilulo que rao aproprio, no inluito bem visivel
de molestar aos meus amigos capillo Baplisla,
Corroa, capillo Benedicto, capillo Marcos, pa-
dre Aranha, padre Marcal, e lenle-coronel
Ptdro Possoa de Siqueira Campos, e ainda raais
ao muito dislindo capillo Lucio Jos de Siqueira.
Em quanlo pu aqu eslou desafio ao corres-
pondente do Diario ou outro qualquer, fran-
camente se ocupar do mrito ou de aierito dos
individuos cima mencionados, e fora Correia
que pode como moco ter commettido alguma im-
prudencia, mas nunca Ucinorosidade ou infamia,
garanto que o carcter de lodos os outros ca-
vaileiros lio nobre, to elevado c lio puro,
que est cima de qualquer maligna insinuadlo:
sendo que as liabilitaees para s< r juiz de paz s
podem caber ao jus'titeiro ouricuryiense, eja-
mis ao meu muito digno amigo capillo Jlo
Baplisla de Alhayde Siqueira, que cortamente
cidado de rara intelligencia n'aquelles sertes,
e proprio para mais elevados cargos
Correia entretanto vom como um moco valen-
te e resoluto, c de cuja deciso se temem os
disrolos, que pretendem intilmente figurar na
scena poltica de Flo-cs, da qual os afastou a
espontaneidade do povo, que vota aos dscolos o
maior despreso; sua moralidade porem. cans-
\
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
! MUTILADO


w
derada uo seu verdadeiro pomo de vista nao lem
Dodoa.
de??aPM&/a if"PaiaIidado a pubcacao
desta .manhaa o seu velho respeilafcrt rudo
Recito 0 de setembr^de 1860.
coaiMBacio.
Novo Banco de
Pernambuco. V} SI
Sao convidados os Srs. accionistas' do
novo banco de Pernambuco para virem
receber o quinto dividendo de 9j por
accao, do dia 10 de setenibro em diante.
Cosiad.iuho ......
Costado........
Forro. ........
Soalho.........
ya? aguilhadas.....
dem quirz.
Virnhtico pranches de doua
custados ...*..
dem idem cusladinho de dito
dem taboas de costado de 35
' 40p. de c. e21/2 a 3 do
largarte......
dem idenTdfyo de dito uauee
1 dem idera dplorr
DIARIO DE PERWAMfiUGO. SEGUNDA FEIRA 10 DE SETEMBRO DE 4860.
urna
-




um
OJOOO
Consulado de Franca
Azeite doce-------
Batatas- -
Eacalho----------
PRACA DO RECIPE
? DESETEHBRODE18GO'
t
AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cmbios----------Saccou-se sobre Londres a 25
1/4. 25 3/8 e 25 1/2. d. porljf,
sobre Paris de 380 a 383 rs.
por fr.( sobre Lisboa 115 por
i, de premio, e sobre Himbur-
go a 720 rs. por M. B., men-
tando os saques acerca de &
35.000.
Algodao----------O superior vendeu-se a "3800
a 8S000 rs. e o commum a
7$600 rs. por arroba.
Assucar----------Algum branco que tem entra-
do, tem sido vindido para con-
sumo de ojJOOO a 6$0OU rs. por
arroba.
Agurdente-------Vendeu-se a HOgOOO rcis a
pipa, sendo muilu procurada.
Couros-------------Os seceos salgados vonderara-
se a 212 1/2, rs. p.ir libra.
Arroz-------------Vendeu-se do 2,650 a 2j90O
rs. por arroba.
dem do 2ft300 a 2J400 rs. por
galo.
Vendern)-se a 1$200 rs. por
arroba.
Vendeu-se um carregamento a'
11/000 rs. a barica. c relalhou-
se de 4J50 a 12}?000 rs.. Pi-
cando em ser 11.000 barricas.
Carne secca-------Vendeu-se de 3J700 a 4j500
rs. por arroba do Rio Grande
e de 2g800 a 3.J0J0 a do Ri
da Prata, ficando em ser
53.000 armbas da primeira, e
12,000 da segunda.
Cale----------------Venden sede Gj000a7$000 por
arroba.
Cha----------------dem de 1S600 a 1$900 rs. por
libra.
Carvao de podra- dem de 19J500 a 2I>000 rs.,
sendo hoje nominal
Cervoja------------Variou de 4J300 a 5,9700 rs.
por duzia de garrafas, confor-
me a qualidyle.
l'arinha de Irigo O carrogamonto de Trioste que
oslara era ser a semana pas-
sada ficou ; e livemos na pre-
sente oulro de Philadcla e
um de Richmond, parlo se-
guio para o sul. Existen) em
ser 15,000 barricas, sendo 1900
de Philadellia.SOOO de Trieste,
e 5700 de Richomond, tendo-se
relalliada de 203 a 21)} rs. a I
primeira, 21} a 23) rs. a so- I
gunda. e do 19* a2l rs a!
terceira.
Vendeu-so a 5J?000 a sacca.
Vendeu-se a ljfOOO rs. por ar-
roba.
Cenebra----------Veudeu-se a 270 rs. a botija.
Hanteiga----------A Ingleza vendeu-se a IglOO
rs. a libra, e a franceza de
570 a 600 rs., Picando era ser
ISOObarris.
Oleo de Hollara -Vendeu-se a 1>700 rs. por ga-
ln.
- Veuleram-se a CgOOO a caixa.
- Os llamengos vcndcrani-sc a
2S700 rs.
Toucinho----------Vendeu-se a 7jj500 por ar-
roba.
Vinagre----------Vendeu-se de 110J a 120$ rs.
a pipa.
Espermacetc- dem a 900 rs a libra develas
Stearinas----------dem de 620 a 6i0rs. a libra.
F retes-------------O lastro para Liverpool a 10, e
o algodo a 7 16 por libra.
Variaran de 10 a 15 por cenlo
ao auno, discontando a caixa
filial cerca de 400 conlos de
reis.
!.'**$ara ca"
dem lie* rodas
ditas .
Mel
Milho
Pedros de amolar
dem de filtrar
dem rebolos .
Piassava em molhos-v- .
Sabo......... libra
Salsa parrilha......arroba
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta (meio). urna
Tapioca........arrba
Unhas de boi......cento
Vinagre .......pipa
Pao brasil......, quintal
ogooo
30g000
300
2J500
800
9S000
giao
200
120
25SOO0
51000
3S0C0
33200
$3l)0
50-3000
l00OO
Moviiaeiito do porto.
yavios entrados no dia 7.
Sydnei. 80 dias, galera americana Bowd'Uch,
de 399 toneladas, capitao W. Patrele, equipa-
gem 23, carg guano ; ao rcosmo capitao Veio
refrescar e seguio para Hampton Roads.
Ass. 13 dias, hiate brasileiro Santa Hita, de
55 toneladas, capitao Antonio Joaquim Aires
da Silva, eqnipagem 5, Carga sal ; a Martina
Irmo.
Gasp. 8 dias, patacho inglez Cornuccpia,
de 155 toneladas, capitao Jamos C Cort, eqni-
pagem 9, carga 2,251 linas cora bacalho ; a
Saunders Brothers & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Terra-Nova. Rrigue inglez Mercury, capitao
W. S. Knight, em lastro.
Ba
6KUUU
8 000
2S240 Em Pernambuco.
^^JUflisterio da agricultura do comnier-
203cdfr ci e das obras publicas.
Pharcs e Balizas.
. u AVIS9OS NAVEGANTES.
ln!- inod'nc*?oes 8erSo '""roduzidasna illa-
Efi" !.' TtauS de Fr?nc-a< no Principio da boa
testado, o desdo hoje cr-se dever informar dl-
as os navegantes. Annunciar-se-ha ulteriormen-
te, o era prazo curto, a poca precisa em que ca-
da um dos novos fogos for posto em actividade.
Illuminaco da Gironde.
O fogo lixo da ponta da Coubra ser installado
no cume do andaime de madeira, actualmente em
construccao peilo desle pharol, e o seu alcance
elevar-se-ha a 15 milhas.
A inlensidade dos fogos do penhasco (de la Fa-
laise) c da Terra Negra (Tcrre Negro) ser dupli-
cada na direccao que ellos signalam.
O fogo xo da pona do Grave ser substituido
por um fogo do mesmo carcter, porm de 15 rai-
mas de alcance, que ser installado no cume da
torre, actualmente em conslrucco a 320 metros
no S. S. O. do pharolele actual.*
O pharol flucluanle de Fallis ser transporta-
do a 600 metros pouco mais ou menos para o N.
W. O. da posicao que elle oceupa hoje, o o seu
urilho ser augmentado.
Um pharol flucluanle de fogo lixo branco, de
10 milhas de alcance, ser ancorado pelo travs
da torre de By.
Lina terceira luz flucluanle de fogo Pxo bran-
co, de 9 milhas de alcance, ser ancorado provi-
soriamente abaixo da Marechale pelo travs de
Mapon.
Um fogo Cxo branco de 13 milhas de alcance se-
ra acceso no cume do andaime de madeira actual-
mente em conslrucco sobre a exlrcmidade norte
da ilha de Paliras.
liralira um pequeo fogo Pxo branco de 3 rai-
mas de alcance ser acceso cima de Pauillac, pa-
ra signalar a ongem do fundeadouro desde nome.
Ouando todos estes bgos forera accesos, os na-
vegantes que quizerem entrar de noile na Giron-
oo e chegar ao ancorador de Panillac, devero
conformar-se com as indicacoes seguinles:
Depois de terem reconheci Jo sua posieao, por
observacoes nuticas referidas aos pharoesda tor-
re de Cordouau e da Coubre,collocar-so-hao sobre
l'ortaria.
n.S. S6"1 d8 n8lrucco Publica de Per-
nambuco 28 de agosto de 1860.
ouvidore I" ge,al i".,erino da mslruccao publica.
fe rMude, C0nf0ronl'dade com disPs'o n
conaTd* r n- 369 de U de mai0 dc 55.
Profesor. "CUrS?S no arl- da K os
cionldn, 1 P-ofsoras particulares abaixo men
c ncoenfi e"oino.la" ?J^os apagar a multa do
foma d, r l-.relf Cad, Um> ''" nao lercm na
iunTo Y iW Ie' ,e.dfS ios,fU(=oes de 11 de
verificara. II e. ,ab,>,l>o "m o exame de
nris di e caPac,dade Professional dentro do
Suuhr-A A mzes' m.arcad0 no edilal Je 15 de
?efS. anrn0 paSSad0 : ,derend0 cada ""i *W
souraru ProfMO,s e Pfessora recolher a thc-
au nti aifnda. Pro,vncial a mencionada
delrii, dL'c,ncoe,nla m'i rdis, dentro do praso
n.l .1 d'aSC n-ad0S da da,a des,a ado o
EL* as resmas mullas cobradas execnti-
nrnv!n!f,.COm "? P^i'0"' COm divida "Cliva
provincial proveniente dos iropostos.
Jos Soares de zeaedo
Director geral interino.
laria0^80"3 6 profcssoras a 1ue se refere a por
Antonio Ignacio da Silva
Honorato Augusto de Miranda
Jos BernardinodeSouza Peixc
Joao Jos Vieira de Barros
Padre Vicenlc Ferrer de Albuquerque
Joao Augusto de Vasconcello Leilao
i Antonio do Sacramento Pessoa
Para, pelo Cear e MaranhDo. Patacho brasi-
leiro Alfredo, capitao Antonio Travasso da Ro-
sa, carga dillerentes generes.
Parahiba. Barca ingleza Carolina, capitao
Luiz N. liara, era lastro. Suspendeu do la-
inaro.
Babia. Brigue inglez Elisabetk, Me. Lea, capi-
tao P. G. Joan, com a inesraa carga que Irou-
xe de Habor Grace. Suspendeu do lamarao.
Dita de mandioca
Feijo -
Passas-------
Queijos-------
Uesconlos
Precos corrcnlcs dos prineipaes gene-
ros e ppodueces nacionaes,
que se despacham pela mesado consu-
lado na semana de
de 3 o 8 de selembro de 1860.
Agurdente alcool ou espirito
de agurdente ..... caada
Idi-ra caxaca...... >
dom de cana......
dem gonebra......
dem idem....... botija
dem licor....... caada
dem idem....... garrafa
alqueiro
arroba
>
vcaada

arroba

arroba
dem restilada e do reino caada
Algodao em pluma 1.a sorte. arroba
Idera idem 2.a dita ....
dem idem 3.a dita ....
Idera em caroco .....
Arroz pilado...... arrba
dem com casca.....
Assucar branco novo .
dem mascavado idem .
Azeile de mamona ....
dem de raendoim e de coco.
Borraclia lina......
dem grossa......
Caf em grao bom.....
dem idem restolho ....
dem idem com casca. ...
dem moide......
Carne secca ...
Carvao de madeira .... >
Cera de carnauba em pao
dem idem em velas. ...
Charutos bons...... cento
dem ordinarios.....
Idera regala......
Chifres........ >
Lonco seceos......
Couros de bol salgados libra
Idera idera seceos espichados.
dem idem verdes ....
dem de cabra cortidos um
dem de onca......
Doce de calda...... libra
dem de Goiaba
dem seceos......
Espanadorcs grandes. um
dem pequeos.....
Esleirs de preperi .... urna
Estoupa nacional..... arroba
Farinha de aramia ....
dem de mandioca .... alqueire
Feijo........ alqueire
Fumo em folha bom. arroba
dem idem ordinario. ...
dem idem restolho ....
dem em rolo bom .... >
dem idem ordinario. ... >
Goraina polvilho.....
Ipo. acanhua...... arrm-
lenha em achas grandes cento
dem idem pequeas.....
dem era toros. ... >
Madeiras cedro taboas de forro urna
Louro pranchoes de 2 custados um
960
600
00
800
280
960
320
800
7$800
6$S00
5JJ80
ljJ950
3J300
3S600
4g800
2JS600
13600
2g000
7fl000
4$000
7$500
4$500
5g000
9$600
4|000
1J600
9g000
13$000
23500
IgOOO
30O0
5S000
4S0O0
220
400
140
300
lOjJOOO
500
400
13000
320$0
1$600
300
ljCOO
sgooo
2j}500
7g000
15$000
9g000
7S000
16g000
a a e 0 r B 1 | Horas 1
5 s c Atmosphera.
2 si a w 09 jfi Direccao. < O
? "9 1 2 | Inlensidade 3 1
t*S t) f> liJ le 1 b 5 2 ti t-l Centgrado. -i n x B O H 5
fi M) M 0 ^ 1 P P P P 'i Reaumur. 0 ^, OO *. s> 1
-! 5 "o "i5 1 Fahrenheit
* 2 1 Hygrometro.
i ~i ^1 -13 .-!-* ^i oc g X ln ce b Barmetro
y
m 2
i o
p s
c
er.
C".
>
alguns nevooiros, vento
e ao amauheccr rondou
A noile clara cora
SE, veio para o Ierra
pelo S.
OSCILLACAO DA MAII.
Preamar as 8 h 5' da manhia, altura 6.50 p.
Baixamar as 3 h 6' da tarde, altura 1.50 p.
Observatorio do arsenal de marinha 7 de se-
lembro de 1860. Vifo.as Ji.niob.
Editaes.
EilTAL
A mezaparochial da freguezia
do S. Sacramento do bairro
de S. Antonio da cidade do
Recife.
Faz saber a lodos os cidados qualificados vo-
tantos desta freguezia, que era virludo da suspen-
sa o dos Irabalhos eloitoraes ordenada por causa
dos tumultos e desordens que houveram hoje
dentro da Matriz, e imposi$~
zer parle do povo, de sua
"a execucao
e
ro do pharol da Coubre. Liles devero enlo mu-
uar de rumo e fazer proa sobre o pharol de Cor-
donan aleo momento em que o fogo vermelhodo
penhasco (de la Falaise) se mostrar sobre a mes-
! mi vertical que o do Terra-negra e seguir a di-
I reccao indicada por esles fogos al encontrar-sc
com a dos fogos lixos verraelho do S. Georg.s e
| das dunas de Suzae. Dirigir-se-bao enlo sobre
estes dous fogos e guiar-se-ho depois successa-
menle sobre os alinhamenlos seguiutes:
O fogo lixo de Bichara visto polo pharol flc-
luanle do Fallis; o pharol a fogo flxo branco da
ponta de Grave, visto pelo pharol flucluanle de
gallis; o pharol a fugo lixo branco da ilhado
lauras, visto pelo flucluanle de Mopon ; o f luctuante da tone de By, visto pelo fogo fluclutn-
te de Mapor.
Se os fogos do Sao Georgese das dunas de Si-
zac achareiu-se encoberlus pela cerracao, os -
voganles reconhecero. avistando o pharol de
torduan, o pomo onde deveni abandonar a linha
dos fogos do Penhasco (de la Falaise] c de Teria-
nogra, logo que avistassem o logo de Cordoiiin
claramente colorido de vermelho deveriara affir
proa ao S. E. 1[2 B. verdadeiro mantendo-se ta
zona vermelha doste pharol at avistarem os fi-
gos de 1 aliis e de Richard, um pelo oulro.
IllumiuaQo ds proximidades de Perros.
[Costas do norte.)
Cinco novos fogos sern prximamente access
durante todas as noites as proximidades do a-
coradouro de Perros,
Um f,.go fixo vermelho de 5 milhas d'alcante
sera acceso sobre a ponta de Ploumanach a en-
trada do pequeo porlo desle nome.
Dous fogos lixos brancoa signalarao a direccao
do canal occidental do ancoradouro de Porros
serao estabelecidos um perlo da ponte de Nanto-
nar, o oulro a 685 metros de distancia no S. E.
sobre urna torrinha recentemenle conlruida pr-
ximo da fazt-nda de Kergear.
A direccao do canal oriental ser igualmente
igualada por dous fogos fixos brancos, allumia-
dos, um a 100 metros atrs do signal de madeira
que serve actualmente de balisa do dia, o oulro'
perlo do moiuho de Kerprigenl e 2865 metros ao
S. O. do primeiro.
Os navegantes qne quizerem entramo porlo de
trros pelo canal occidental devero deixar o
alinhamento indicado pelos fogos de Nantouar e
de Kcrjean, um pouco antes de ver um pelo ou-
lro os fogos do muinho de Kerprigenl, e seguir
enlao a direccao dada por esles ltimos fogos.
Illuminaco das proximidades de Brhal.
[Costas do norte.)
Dous fogos Pxos vermelhos seio d'aqui a pou-
co accesos durante todas as noites, sobro a lha
de Brhal. Elles daro um alinhamento passan-
do pela Horaine. Ser enlo fcil de evitar esle
igo por meio dc observaco sobre o pharol dos
;os ser ins-
e illumi-
. assentado
no cume dj torrinha rocenteraentc conslruida so-
bre a planura de Rosedo e s Iluminar um
Padre Manoel Adriano de Albnquerque Mello
Victoriano Antonio Muniz
Padro-Joaquim Jos de Farias
Joaquim Jos Balmacedo
Francisco Jos das Chagas
.Manoel Jos de Farias Simes
Manoel Francisco Pereira
Manoel da Silva Coulo
Antonio da Cosa Lima
Tiburtino Floriano da Carvalho
Manoel Furlado da Cosa Tico
Joaquim Jos Florencio de Moura
Bstevao Pinlo de Moracs
Jos Corroa Paz
Antonio Bonlo Pioheiro
Joaquim Bellarmino de Mello
Joaquim Jos de Araujo
Severlano Marlyr Vieira
Antonio Jos Coelho de Queiroz
os Ramos de Vasconcollos
Cardeiro
o Espirilo-Santo
.- da Rocha
Urbana Angella de Lima
Maria Seraphina Vieira
Iria da Cunha Leite
Vicencia Maria do Carmo Cezar
Anna Ferreira da Silva
Maria de Nazareth Augusta
D. Joaquina Lourenca da Conceicao Lima
p. Amalia Vicencia do Espirito-Santo
O. Joanna Rosa da Trindado
Luiza Annes de Andrade I.ial
Francisca Maria do Rozario
Maria Severina do Monte Souza
Mara Eugenia Ferreira
Elena dos Sanios Pinhciro
Mara Joaquina do Paraso
Emilia Fausta de Merina Costa
Thereza Guilhermina de Caivalho
Anna Maria da Conceicao Nepomuccno
Francisca de Assis Domingues Carneiro
Berlina Carolina Cezar Galvo.
Secretaria da inslrucco publica de Pernam-
buco 28 de agoslo de 1860.
O secretorio interino
Salvador Henriques de Albuquerque
Pe_la administrarlo do correio de Pernam
buco se faz publico, que om conformidade do de
crelo n. /87 de 15 de maio de 1851 e respectivas''
instrucr.oes, leve hoje lugar o processo da aber- I
tura das cartas atrazadas pertencenles ao mez de
agoslo de 1859, condemnadas a consummo pelo
art. 1.18 do regulamento geral dos correios de 21
dedezembiodel844; assistio ao dito processo
o Sr. negociante Manoel Alvos Guerra.
Desla abertura resullou acharera-se somenle
urna carta cora docuraenlo descriplo em livro
para esse Pira destinado, ficando recolhida con-
venientemente para ser entregue a quera de di-
reiio pcrlencor.
Urna carta de Antonio Jos de Frcilas da cida-
de do Aracaty, para Fouseca & Silva, cora urna
letra.
D.
D.
D.
D.
I).
D.
D.
D.
I).
D.
f>.
Conselbo administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal do guerra, era cumprimento ao art.
22 do regulamento de 14 de dezerabro de 1852,
faz publico, que foram aceitas as proposlas dos
senhores abaixo declarados.
Para fornecimento do arsenal de guerra.
Jacinlho Soares de Menezes :
6 garrafas de tinta prcta de escrever a 360 rs.
Guiraaraes & Oliveira :
tufa?3e280larCS da hisloria de SimodeNtn-
a 45oVrtseinplar'S da-Economia da v'da Humana
a 1280O0animt"CaS Pr,u8uezas Pr cslro Nuncs
20 arithmeticas por Collado a I328O.
100 resumos da doulrina chrisla a 80 rs.
50 cartas de A B C a 60 rs.
lOOtaboadas a 60 rs.
20 translados de cursivo a 60 rs.
25 ditos de baslardiuhos a 60 rs.
30 ditos de bastardos a 60 rs.
30 ditos de A B C a 60 rs.
4 duzias de Lipis finos a 320 rs.
50 pautas a 40 rs.
400 pennas de pato a 800 rs. o cento.
Para o quarlel general.
Joao Jos da Silva :
*ztstuirc6pos d'a8ua'uma por istoe
2 copos de vidro para agua a 950 rs
12 quartinhas grandes a 320 rs.
1 jarra de barro pa agua por 8g.
Para as casas das guardas.
bacas de louca a 13.
5 copos de vidro 950 rs.
1 thesoura grande por 13900.
3 caslicacs com lanternasde vidro a 5g
10 quartinhas grandes a 320 rs.
Para o arsenal de guerra.
0 mesmo vendedor Joao Jos da Silva ;
1 resma de papel almaro por 33700.
C duzias de lapis para pedra a 600 rs.
fechaduras finas para carleiras de difTerentes
lmannos por 13.
O conselho avisa aos mesmos vendedores, que
devem recolher os objectos comprados na sala da
secretaria do conselho s 10 horas da raanha do
da.... do crreme raez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal do guerra. 5 de
selembro de 1860. *
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
O lancador da recebedoria de rendas inter-
nas geraes. de conformidade com osr 2 o
3. ,4. e 6." do art. 37 do decreto de 17 de mar-
co do correte anno, tendo de principiar no dia
10 do presente mez a fazer a collecta as ras
do Imperador. Pedro II, 22 de Novembro. becco
ao I healro e Crespo, do bairro de Santo Antonio
do imposto sobre as lujas c casas corarr.crciaes
. outras de diversas elasses e denominacoes avisa
; aos dorios dos seus respeclivos eslabeecimenlos,
, que tenliam os seus recibos ou papis de arrenda-
; mentos de suas casas nos ditos eslabeecimenlos
, para por elles se fazer o processo do lancamcnlo
. na razao de 20 por cenlo do aluguel annial
' ic?rfCel!ed(?l'a, de Pe"a"ibuco 6 do selembro de
i ioo.Jos Theodoro Sena.
a entender-se com Joao Jos da Cunha Lagos na
ra da Cruz n. 15, segundo andar, ou com o mes-
ir no trapiche do algodo.
Aracaty.
Sahe cora brevidado o hiale Dous rmeos, por
Vi fr P t da.car6a : Para o resto Irala-so com
Marlins & Irmao. ra da Madre de Deus n. 2.
Cear.
Segu com muila brevidade o palhabole San-
la Cruz : para o resto da carga trata-se ao lado
doCorpo Santo n. 25.
Leiles.
LEILAO
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para seren re-
: colhidas desde j as notas
de 10,000 ;e 2o,ooo da
emissao do banco.
Avisos martimos.
Quarta-feira 12 do corrente.
PELO AGENTE
Costa Carvalho.
O mesmo agfnte far leiiao em seu armazem
ua ra da Cruz n. 9 por cont de uma pessoa
que se retira para fora da provincia, de lodos 09
prf paros de uma casa dc familia : na mesma
occasiao vender
Um cabriolet
WSZ esSlhorren?dpoSntr Per,CnCC9
LILAO
DE
Gneros de estiva.
O agente Ucha far leilao dos seguinles g-
neros de estiva na porta do armazem do Sr. An-
nes, confronto a alfandega, na quinta-feira 13 do
cerrenlo s II horas do dia
DE
Barricas com cerveja.
Barris com toucinho,
Barris comviuagre PRR.
ara
:ns que houveram hoje plor'8 P.or'neio dc observaco sobre o
licio que prolendiam fa- "??"" de Brhal. un destes dous fogos
opnio, sobre as reso- ullaJ fobre a Pon,a do Paon (Pavo)
na moza, cuia execucao ara ,OJo 'Tisonte. O oulro ser
- *J ----- v '-'^.W ,.,.,, w^ lili III-,
Illuminaco da entrada do porto de Trouville.
(Calvados.)
A exlremidade do dique oriental do porto de
Trouville ser prximamente signalado por um
pequeo fogo lixo verde de 2 milhas d'alcance.
llluraiuaoo da entrada do porto de Celte.
[Herauth.)
O pharol novamente construido sobre a ponte
Sao Luiz a entrada de porlo do Celte, ser posto
em actividaie d'aqui ha pouros mezes. Elle con-
sistir em um fogo Pxo branco de 15 milhas de
alcance. O pharol actual de Sao Luiz ser sup-
pnmido na mesma poca.
O mappa retro faz conhecer por ordem de la-
se mudes, as posices goographicas as alturas e os
alcances dos novos fogos, referidos ao meridiano
ue Pars.
ucoes tomadas pela mesma meza, cuj
3 observancia impedio por todos os meios; tem
designado o dia 17 do corrcnlo pelas 9 horas da r- "vr~vu uiuoium.
raanha pira conlinuaoo dos rnesmos Irabalhos .p.;!-0 a"8"J de 20" pouco mais ou menos
cleitoraes. E por isso assim o manda annunciar'1
pelo presente edilal, que devora sor publicado
pola iinprensa, e affixado em todos os lugares que
forin convenientes. Recife 8 de Selembro de
1860. F.u Joaquim da Silva Rogo, cscrivoque
o escrevi.
Antonio Epaminondas de Afelio.
juiz de paz, prosidenlo da meta.
Camillo A. Ferreira da Silva.
membro secretario.
ilarcolino dos Santos Pinheiro.
membro da meza.
Pela inspoccao da alfandega se faz publico'
que no dia 10 do correle, depois do meio dia,
so ho de arrematar em hasta pub ica, livres dc
direilos ao arrematante, no oslado em que si
acharcm, 252 garrafas com 63 de cerveja, no va
lor do 720 rs. a medida, vindas de Antuerpia, no
navio Monickendan, entrado em junho, abando-
nadas aos direiios por C. Luiz Cambronne.
Alfandega de Pernambuco. 6 de selembro de
1860.O inspector.
Rento Jos Fernandos Barros.
A cmara municipal dosla cidade manda
publicar, para conheciroenlo dos seus municipes,
e afim de que seja observada a postura abaixo
Iranscripta, que foi approvada provisoriaroenle
pelo F.xm. presidente da provincia, era data de
24 do correnle.
Pago da cmara municipal do Recife em sesso
de 27 de agoslo de 1860.Gustavo Jos do llego,
pro-presideute.Manoel Ferreira Accioli, sacre-
lario.
Quarla seceso. Palacio do governo de Per- .
nambuco em 24 de agosto de 1860.
O presidente da provincia, tondo era vista o
que represenlou a cmara municipal do Recife
em officio de 22 do corrente sob n. 78. resolve
approvar provisoriamente o seguinte artigo de i
postura :
Artigo nico.Ningucra poder conduzir cal
pelas ras da cidade. e estradas do municipio,
es-
Per ullimo procedeu-se a queima das oulras
cartas, que nao encerraran! dinheiro ou docu--^
menlos, de que se lavrou o respectivo termo que
e o quo se segu. Administrado do correio de
11 ernambuco, 4 de selembro de 1860.
Termo de consummo das cartas atrazadas per-
tencenles ao mes de agosto de 1859.
Aos 4 das do raez de selembro de 1860, nesta
administiacao do correio, s 11 horas da raanha
estando presente os Srs. administrador Domingos
dostassos Miranda e mais ernpregados abaixo !
assignarjos, procedeu-se em virtude do art 138 I
do regulamento dos correios de 21 de dezembro I
ue 1844. a consummo de 95 cartas selladas, 179
nao selladas, ni importancia u> 2838OO, como1
consta da factura, cuja importancia vai descar-
regada nesta data ao respectivo Ihesoureiro.
t, para constar lavrou-se esle termo era que
assignou o administrador e Ihesoureiro Domin-
gos dos Passos Miranda.
Eu Francisco Simes da Silva, aiudanle e con-
tador o escrevi.
Os ofciaes papelistas. Ismael Amavel Gomes
ua Silva.Eduardo Firmiuo da Silva.Luiz de
iranca de Oliveira Lima.Pralicanle, Vicente,
ferreira da Porciuncula.Porleiro, Manoel Ma- Joaquim Jos Mondes, no trapiche do algodo
nnho de Souza Piraenlel.
A junla administrativa da irraandade da
banla Casa da Misericordia do Recife, manda fa-
zer publico s pessoas que arremalaram as reu-
s das casas do patrimonio da mesma Sania
Terga-feira 11 do corrente.
Anlunes far leilao em sen armazem de difTe-
rentes pecas le marcineiria do mais apurado
goslo. candelabros, serpentinas, piauos em per-
leiio estado, e de uma rica mobilia de Jacaranda
a Luiz XV. As 11 horas em poni.
Duasescravasede
um carreto.
Terra-feira 11 do corrente.
Antunes farlleilao em seu armazem ra do
Imperador n. 73 de duas excellentes escravas e
de um carro de volta inteira de puchar objectos
da alfandega. As 11 horas era ponto.
Avisos diversos.
Rio de Janeiro.
O voleiro e bem conhecido brigue nacional
Almirante pretende seguir com muila brevi-
dade, tem parlo de sua carga a bordo : para o
resto quelhe falta, trala-se com os consignata-
rios Azevedo & Mendes, no seu escriptorio, ra
da Cruz o. 1.
Aracaty pelo Ass. __.......^
pofjYerTraaioTp^^ oacoularou tirar o fer-
o resto c passageiros, Ira la-se no Passeio Publico TO SOr deV(lai?PTl tp re>ant\n
n. 11, ou na ra do Codorniz n. 5, com Pereira & ,. viuaueilie respoil-
Valenle- i sabelisado : quem o'pegar tra-
ga a livraria n. 0 e 8 da praca
Acha-se ausente desta
typographia o preto Joao co-
nhecido por Guabir, o quai
tin um ferro ao pescoco
Maranho e Par.
Segu com brevidade o hiale nacional aNo-
vaes por ter parle do sen carregamento promp-
to; pata o resto da carga, trala-se cora Joao
Francisco da Silva Novaos, no largo do Corpo
nlo n. 6, segundo andar, ou com o capitao
Acarac.
O palhabole Santo Amaro segu com brevi-
a tratar no largo do Corpo Santo n. 25.
--.------ ,.-.. ,...v,,v. u luuaiuu Odllta --------------
i^asa, no Iriennio a contar do primeiro de julho Para Lisboa sahe imprelerivelmento ateo
do correnle anno a 30 de junho de 1863, e que \ dla 15 brigue Tarujo & Filhos por ter parte
Mi^Mffitll
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3330 = 0333503300
: : S: 1 : : I: it
os hadores ainda nao assignaram os respeclivos
lerraos, quo o devem fazer no prazo de 15 dias.
contados desta data, sob pena de se proceder a
nova arremalacao.
Secretaria d Santa Casa da Misericordia do Re-
cae, 5 de selembro dc 1860.O escrivo, Fran-
cisco Antonio Cavalcanti Coussciro.
A junta administrativa da irmaudade da
o- .
o
c
sem ser coberla de maneira que o vento a nao
cspalhe : os infractores solTroro a multa do 103,
a qual ser dobrada na reincidencia.Ambrosio
Leilao da Cunha.Conforme Antonio Leite de
Pinho.
Secretaria do governojjde Pernambuco. 31 do
agosto de 1860.
S. Exc, o Sr. presidente da provincia, manda
publicir para conhecimenlo de quem possa inlo-
ressar, que o Exm. Sr. ministro da fazenda, ten-
do ordenado a ihesouraria de fazenda desla pro-
vincia que proceda a substiluico das notas de
203000 ris da 4a eslampa, papel branco, decla-
rou em aviso de 13 do correnle, que esta subs-
tiluico ter lugar no lempo que decorrer de
agora at o Gm de abril do anno prximo futu-
ro, comegando do Io dc maio seguinte, o prazo
de 10 mezes para o descont mcnsal de 10 por
0|0 no valor de taes olas.
O secretario do governo,
Joao Rodrigues Chaves.
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Declarares.
Pela capitana do Porto se fazem publico os
avisos abaixo, das alteraces que na prxima es-
tacao se porao em execucao nos pharoes e bau-
sas da costa da Franca, conforme indicara os
mesmos avisos. Capitana do porlo de Pernam-
buco 4 de setembro de 1860.O secrelario,
J. P. Barreto de Mello Reg
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Sania Casa da Misericordia do Recife, manda fa- '' deia do Recife,
zer publico, para conhecimenlo do quera po3sa Ramos e Silva,
inleressar, que est resolvida a fazer cumprir
exactamente as condices dos contratos de ar-
rendamenlo dos predios do patrimonio da mes-
nia Santa Casa, e para que em lempo algum se
allegue ignorancia, manda publicar as referidas
coiiices, que sao as seguinles :
1.a Oue o arrematante ou rendeiro ser obri-
gado a pagar o proco do seu contrato por qutrteis
vencidos.
2.a Que nao poder sublocar a casa ou parle
della sem licenca por despaoho da junta, sob
pena de Picar de nenhum clleilo o contrato e pro-
ceder-se a nova arremalacao,
3.a Que o arrematante "ou rendeiro ser obri-
gado a conservar seropre em bom estado o pre-
dio, sob pena de pagar as perdas e darnnos, qua
ino forem allribuidas; devendo enlrega-lo de
mesma mam ra que o receber.
4.a Quo nao curaprindo em parte ou no todo as
condices do contrato se tornar nulo e de ne-
nhum vigor ; Picando salvo a junla o direilo de
laver do contratante ou do seu (ador, como me-
Ihos Ihe ronvier as perdas e damnos que ao pre-
dio causarem e as rendas que estiverera vencidas.
Secretaria da Sania Casa da Misericordia do
Recife, 4 de selembro de 1860.O escrivo, Fran-
cisco Antonio Cavalcanti Consseiro.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguinles :
Para os recrutas do 9. ballho de Intratara.
Brim branco para 16 calcas, varas 40 ; algo-
dozinho para 16 camisas, varas 40 ; esleirs 16 ;
grvalas 16 ; mantas de la 16.
Para provimento do arsenal de guerra.
Velas estearinas, libras 100; pennas d'aco in-
glezas caixas 13 ; caivetes de aparar pennas 7 ;
espanadores dc pennas 2 ; paridlas de ferro es-
lanhado de n. 3, 1 ; chaleira de ferro eslanhado
de n. 6, 1.
Para o hospital militar.
8 arrobas de assucar refinado da primeira qua-
lidado.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
suas proposlas em caria fechada na secretaria do
conselho s 10 horas da manha do dia 14 do
corrente mez.
Sala das sesses do con3elho administrativo,
para fornecimenlo do arsenal de guerra, 5 d
selembro de 1860.
Bento los Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronol vogal secretario interino.
de seu carregamento prorapto : quera quizer car-
regar ou ir de passagera,dirija-se ao consignata-
rio na ra da Cadeja do Recife, escriptorio de
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Para o Porlo tem a sahir al o fim do raez
o brigue Amalia I : quem quizer carregar ou
ir de passagem, para oque lem excellenlescom-
modos, dirjase ao consignatario, na ra da Ca-
escriptorio de Manoel Joajuim
Baha,
Segu para a Bahia em poucos diis o palha-
1 bote Dous Amigos para alguma carga miu-
; da quo ainda pode receber, trala-se com o seu
consignatario Francisco L. O. Azevedo na ruada
Madre de Dos n. 12.
Para a Parahiba segu a barcaca Dous de
Julho, meslre Joao Pedro da Silva : para carga,
da Indepedencia.
. ~ 0 dedicar-se ao ensino de piano e de canto : as
pessoas e os pas de familia que quiscrem uiili-
sar-se cora o seu presumo, podem procura-lo na
ra de Sania Isabel n. 9 para tratarem cora o
mesmo senhor, que ser Biui razoavcl nos seus
ajustes.
Precisa-sede um bom compositor lypogra-
pho e que seja paginador, para fra da provincia;
na ra da Cadeia n. 40, todos os dias at 9 horas
da manha.
PRECISASE
de una mullicr quesaiba cozinhar o engommar,
para ir servir em uma caaa na villa da Escada ;
d-se um bom ordenado, preferindo-se, porem,
se freslrangeira : quera quizer dirija-se esta
lypographia, ou ruados Pescadores n. 35, onde
efectivamente achara com quem tratar.
Vovo sortimento
de camisas inglezas na loja
de Goes & Basto.
O novo sortimento das acostumadas
camisas inglezas, peito de linlio e pre-
gas largas, sao mais finas e de melhores
gostos a 38tf a duzia, barato.
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
SOB A MuEifA DE E- KERVAM
Esle hotelcollocado no centro de uma das capitaes importantes da Europa, torna-sede grande
valor paraos brasileiros e portuguezes, por seus bons coramodos e confortavel. Sua posic,o
uma das melhores da cidade, por se achar nao s prximo s estafes de caminhos de ferro, da
Allemanha a Franca, como por ter a dous minutos de si, todos os theatrose diveriimentos: e,
alm disso, os mdicos precos convidara
No hotel hasempre pessoas especises, fallando o francez.allemao, flsmengo, inglez e por-
uguez, para acompanhar as tourislas, qur em suas excurses na cidade, qur no reino, qur
emfim para toda a Europa, por presos que nunca excedem de 8 a 10 francos (39200 4?K00 \
por dia. '
Durante oespaco de oito a Jez mezes, ahi residiraro os Exms. Srs. conselheiro Silva Fer-
rio, e seu filhoo r. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Drs. Felippe Lopes
Netto, Manoel de Figueirda Faria, edeserabargador Pontos Visgueiro ( do Brasil, ) e muilas ou-
lras pessoas tanto de um, como de outro paiz.
Os prego de todo oservico, por dia, regulara de 10 a 12 francos (43tOOO 4*500.)
No hotel encontrara-se informaces exactas acerca de ludo que pode precisar um esirangeiro.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
11 "
IMUTILADQ
'


Na ra da Cadeia n, 24,
ti eseja-se fallar com os senhures !
Marcelino do Souza Pereira de Brilo.
Cielo da Cosa Cana pello.
Jos Airea Monte laso.
Joao Airea de Olivcira.
Joaquirn Clemenle de Lomos Duarla.
Antonio Caetano da Mulla.
Augusto radceo Queiroga.
Manoel Jos Ferreira.
Manoel dos Santos Azevedo.
Bemjamin do Carrao Lopes.
Migue: Francisco do Souza Reg.
-Silvino Meudes de Azevedo,
Joao Rodrigues Cordeiro.
Aluga-se casa da travessa do Carmo n. 2:
a tratar na ra do Quumado n. 48.
Precisa-se alugar urna casa que tenha quin-
lal, do bairro da Boa-Vista : quem liver an-
Duncie.
Fugio no da 3 do corrale uma escrava de
nomo Antonia, do nago Costa, com os seguinles
signaos : alta, magra, com idade de 50 annos,
lerou corasigo uin tabeleiro, foi vestida com rou-
Iao do chita azul ja de.bolada, uma sala do chi-
ta encarnada, uui panno da Costa no hombro
com listras encarnadas ; quem apprehende-la,
leve-a casa de sua senhora na ra da Glorh n.
71, casa terrea junto ao convento da Gloria, que
ser bem recompensado. Cuja escrava foi com-
prada a 23 de agosto a Joo Ferreira de Souza.
gConsiiUorio central komeopaluicog
| IPIMSBUJ. 1
5$ Continua sob a mesma direegao da Ma-
$ r.oel de Mattos Teixeira Lima, proessor
5* em homeopalhia. As consultas como d'an-fis
tes. @
f -- I
Botica central liomcopalhica
Do
g DR. SABINO 0, L PISHO-g
S Novos mcdicamentoshomcopathicos en-&-
g viadosda Europa pelo Dr. Sabino 2
_;- Balea medicamontos preparados espe-
@ cialmenlesegundoas necessidadesda ho-'g
@ nieopatla noBrasil, vende-se pelos pre-gf
r$ eos conheeidoa na botica central horneo-*
@ palhica, ra de Sanio Amaro [HondoNo-S
vo) n 6. |
No da 11 do correle mez, na audiencia do
lllm. Sr. )r. juiz de orphiios, tem de ser arre-
matado, por ser a ullima praca. os alugueis do
sobrado n. 1, sito no beceo do Abreu, quo faz
; lina para o das Almas, no bairro do Recife,
avallado em 25# por anno ; cujo sobrado per-
(cnceaosorphos filhos do fallecido Jaciniho Sil-
vestre Vicente, c vai praca a requeriaiento de
i). Mara das Dores Raymunda do Gu, viuva d3-
quelle fallecido, e tulora de sus tilhas ; o es-
cripto se acha na roo do respectivo porleiro.
Attenco.
Na ra das Cruzes n. 21, primeiro andar, pre-
eisa-se de um preto de idade, preferindo-se com
alt-'uma pralie.-i de cozinha.
Attenco.
DIARIO DE PEBNAMBLCO. SEGUNDA FEIRA 10 DE SETEMBRO DE 1860.
s Srs. Jjo Mi/juel de Oliven..
Berardo o Candido Tiieodoro Rodrigues
Pinto, dtrijara se a h ja do Ramallio ra
Diretta n. 83, que se Ihe deseja fallar.
Na livraria n, G e 8 da praca da
Independencia precisa fallar ao Sr. Ma-
0 Sr. Jos Antonio Camello tenha a bondade
de vir tirar os p.nhores que existen) na ra do .
llangel n. 4j, no prazo de 8 das, lindo os auaes i 4 > n- j c-i
serao vendidos para pagamento do principal o n0el Anton, P,,lto d* Sl1-
juros. Recito 5 de setembro de 1860.
agencia dos fabricantes amerlca-
nos Grourer & Baker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Johnston & ra da Senzala Nova n. 52
' Dcsencaminhou-se da travessa dos acou-
guinhos, no dia 5 do correnle mez. uma cadel-
linha dogue de cor orcta, orelhas corladas bas-
laule curtas, sendo muito viva, e acode pelo no-
me de Minerva : a pessoa quo a liver achado,
querendo reslilui-la, pode dirigir-se a mesma ra
cima n. 23, que ser recompensada.
Para pastar a fesla.
Aluga-se uma excellento easa de sobrado na
entrada da poma-.-ao do Monttiro, com grandes e
excellenles commodos para uma numerosa fami-
lia : a tralar na ra do Queimado n. 32, loja.
Aluga-se por preco eommodo a loja da casa
COMIDSIMA
ALLIANCE
Estabeiecida m Londres
mm u mu,
CAPITAL
Cinco hVY)l5cs de libras
slevViiuvs. *
Saunders Brothers & C. tem a honra de infor-
mar aoa senhores negocianies, propietarios de
Gravador e dou-
rador.
Grava-se e doura-se em marmore lellras pro-
prias para calacumba ou (umulo a 100 rs. cada
urna, o aonunciante aprsenla seus Irabalhos
nos lumulos dos Illms. Srs. Vires, Dr. Aguiar,
Guerra, Tassoe em oulros mais ra di Caixa
d'Agua n. 52.
O Sr. Antonio llenrinues de Mi-
randa que morou nos Aflictos, queira
annunciar sna morada ou dirigir-se a
esta tjpograpliia a negocio de seu in-,
teretse.
Sr. Domingos CiSaiio Pinto,
r)
Norat Irmos
fazem publico que, lendo osocio Miguel Norat
d3 ir a Europa no prximo vapor de 15 do cor-
renle, scienliflca a todos os seus devedores, que
no prazo de 6 das venham ealisfazer seus dbi-
tos e liquidar atlas comas, Ocando o activo e
passivo a cargo de seu primeiro socio Justino
da roa do imperador n. 75, lado do caes : a Ira- casas, e a quem mais convier, que eslo plena-
tar no primeiro andar da mesma casa.
No dia 11 de setembro, pelas 11 horas da
manha, na audiencia do Sr. Dr. juiz de orphaos, cobertos de telha, e igualmente, sobre osobjectos = 2.
se ha de arrematar a quem mais der por arren- """ !- ~.~.~ j:n..:
damenlo do sobrado de dous andares n. 47, silo
na ra Nova, que ser a ultima praga : quem pre-
tende-la, podei aprcseiitar-se no referido dia e
hora na casa das audiencias.
, mente autorisados pela dita companhia para ef-
fecluar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
cobertos de telha, e igualmente, sobre osobjectos
que conlivcrem os mesmos edificios, quer con-
sista em mobilia ou em fazendas de qualqucr
qualidade.
PEt-iiA L-EAC0
. CE W.SMLLY g
Estas pennas de dilTercntes aualidades, sao fa-
briradas de aro de prata refinada de primeira
lempira, c sao applicavcis a todo o taraanho de
ellra. l'reno l^riOU cada caixa e pennas de ouro
lelo mesmo autor corn puna de diamante, que
crem a grande vantagem de nao estar sujeitas a
crear t'errugem e conservndose bem limpassito
de duraran infinita, deposito em casa dos Srs.
Huedes & GoncaWea la da Cadeia n. 7.
DENTISTA
Dentista de Pars.
j 15 Ra Nova15 u
^to Frederico Gautier, cirurgio dentista, -v
^ faz todas as operaroe da sua arte e col- jg
t loca denles arlificiaes, tudo com a supe- r*jj
3^ rioridade e perfeieao que as pessoas en- ^g
t tendidas Ihe reconhecem. te
tffc Tem agua e pos dentifricios etc. ?g
Aluga-se um grande arniazem, proprio para
quslqucr eslabelecimento, na ra do Bangel n.
62: a tratar na palco de S. redro n. 6
Aluga-sc um armazem
29. com sahida para a ra dos
lar no pateo de S. Pedro n. 6.
DE
PERNAMBUCO.
^ 3~Rua cstreita do Rosai-io--3
a| Francisco Pinto Ozorio continua a col-
55 locar denles arlificiaes tanto por meio
^ de molas como pela pressao do ar, nao
,2 recebe paga alguma sem que as obras
^ nao fiquem a voutade de seus donos,
. na tem pozes c oulras preparares as mais
^ acreditadas para conserfaco da bocea
mmmmm ^%gm m
Na ra estrella do Bosario n 29 tem um
moleque de 18 annos para se alugar: quem pre-
tender, dirija-so a mesma casa.
irTtlUTTT'tHTT'rTTTTT'y^
l DENTISTA FRANCEZ.
> Paulo Gaignoux, dentista, ra das La-
* rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e
^ p dentifico.
X.LX.. 8.A.AA t.jt&A.A tJl.ii. kkJLJLX*,
queira dirigir-te a "eta tvooeranhia "l8,1,"0 a Ci,rR0. ue se,u Primelro s^io Justino
2 ,, e ... a tvpograpnia Norat, que continua a ter venda na ra da Im-
que se Ihe precisa tallar. peratnz n. 26. segundo andar, o mais variado
Precisase alugar urna escrava para casa de SOIll"iento de brilhantes e obra;
luca familia : na, '' ^^pWiiendciicia n. 38 i 810S. etc^, alianrand j-se quo nf
dir quet^^-" veiide oBjtxtos de ouro que n
1. \
larga do Rosario, ^ojei
tanto da praca cnico malo, que se acha "com o
'ando estabelecido lia
_ jasa de pasto na ra
clara aos seus freguezes
obras de ouro, relo-
esla casa nao se
- nao soja de lei, e
por presos mu razoavi.
Miguel Norat, subdito francez.
f4;ra da provincia.
s
. o
A. OB O
<* ti
O O O O
o o o o
o o o o
CASA
DE
mesmo estabelecimenlo na ra estreila do Rosa-
rio n. 23, confronte a ra das Larangeiras, aonde
continuara a servir os freguezes da melhor forma
possivcl e por eommodo proco. N0 mesmo esta-
belecimenlo fornece-se alrnoeo e jautar por mez
^andando-se em casa, mais barato do que em
! outra qualquer parle ; e lodos os dias das 7 horas
em diante tem papa de fariuha do Marauho e
ararula, assim corno nos domingos e dias sanios
i tem a encllente mao de vacca.das 3 horas da ma-
drugada em dian'e, e prepara-sc toda encom-
menda que se fizer.
Aluga-sc o segundo andar da casa dos Qua-
iro Lanos em Olmda e bem fresca, com commo-
dos sumaentes para qualquer familia, tendo a
mesma casa frente para a ladeira da Misericor-
dia e outra para a ra de Malinas Ferreira, com
direccao so mar, pelo que pode ser aproveilada
por familias que qudram fazer uso dos banhos
salgados; a tratar em Olinda com o capilo de
trgala Caetano Alves de Souza Filgueiras, ou na
ruadaCidea do Rccife, escriplorio n. 58, de
Leal & Irmao.
.0T,i,Pf,r MCi^"Se B,ilg,r para uma casa do "paz
soiietro uma ama forra ou capilva, que seia po-
na engommadeira : no Hospicio, primeiro por-
lao de ferr depois do quarlel.
Nijguem se engae.
Osalmanats de Caslilho, com fo Itinha para o
brasil, su se achavam venda na livraria aca-
dmica, ra do lrnp.-rador d. 79 ; assim pois as
pessoas que desojarem comprar o almanak de
embranra Luso-Brasileiro daquellc autor para o
anno de 1861. poden, dirigir-se livraria cima,
oiideelleseslao venda por ordera e aulerisa-
fttuk0 vi"1, Sr "?M*tlw Jos Feliciano de
Caslilho Brrelo eNoronha, do Rio d Janeiro
sahe para
LASA LDSO-BRASLEIRA*
2, GoJden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAtendo augmentado, com to-
na ra da Cruz n. mar a casa contigua, ampias e excellenles ae- JSS^S rocel,em-so c
Tanoetros: a tra- commodaoOes para muito raaior numero de hos- ""' P" commisaao po
----------------------- pedesde novo se recommenda ao favor e lem- s j,^\ an-n~seo bom ln
t seus amigos e dosSrs. viajantes que iam "",,:, PSSIV,,|S Para que os mesmr
acapitaliconlinuaaprestar-lhetseus ilhr s cm Promplidao afim de sen
bonsofficiosruiando-oseni todas as ... s "ao,fotrrerem empale na vendad
COMMISSAO DE ESCRAVOS
Ra larga do Rosario d. 20
segunde andar.
Nesla casa recebem-so esclavos para serem
EAU MIN
. ir conla de seus so-
pedesde novo se recommenda ao favor e lem- j ,; !1'sco hom '"lamento, assim como
branca dos seus amigos e dosSrs. viajantes que Bm ",t!,"c,las Pssiv'is para que os mesmos sc-
visilemesla capital; continua a prestar-lhetseus 'A,, C'm PromPl'dao afim deseos se-
servirose bonsoCicinsguiando-os em todas as \LT.^ folirerem empale na venda delles.
cousasque precisern conhecimento pralico do I d"*a 'a. *empre para vender escravos do
Paiz. etc.: alrn do portuguez e do nslez talla-se f1 l*,*ea de a^os os sexos, cora hab li-
na casa o hesnanhol e francez. I.-' c som e,,M-
NATURALLE DE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n. 22.
APPOVACilu E AlTORISACiO
.-y w .l.m.w- UCOIglI.lUU O 5 l II U V @ ventano or raorle de sua mulher pede a
quem se julgarcrcdor de seu casal, que ?
S aprsenle suascontas c aos que sao seus %
5$ devedoresque venham saldar as suas.
Frincisco Gomes de Mallos Jnior.
queira ir como se The lem pedido por
vezes ruada Cadeia do Recite n. 23.
3E
pessoa do esiripturacao commercial
DA
kmmm mmmk m mmmm
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
39, entrada pelo boceo do bolcquim "do Paira J Proi'rio para quem quizer apreuder"p^r modco
oras da manha ou i Pre5-
ELECTRO MAGNTICAS EPISPATICAS
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo.
segundo andar, das 6 s 9 horas u.
na praga do Corpo Santo escriplorio n. 5, das 9
s 4 da larde.
O abaixo assignado faz scienle ao publico
com especialidade ao rcspeilavel commcrcio, ijue
Jos Maria de Azevedo, administrador e inleres-
sado na taberna sita no paleo do Terco n 28,
deixou de continuar com a administracao da dita
taberna desde odia 5 do correrte c completa-
mente dispenso de todo e qualquer servico ten-
denle a mesma. Recite C de setembro de 1860.
Jos Antonio Soares de Azevedo.
Na ra do Trapiche Novo n. 6, precisa-se
ter noticias do Sr. Eduardo Coclho Fernandes,
chegado de Lisboa em 1857.
Attenco.
. **
Pracisa-se alugar un sobrado de um andar ou
;de dous, em boro eslado.com quintal, nos bair-
, ros di Roa-Vista o Santo Antonio : quem o liver
i dinja-se a ra do Crespo n.25.
No dia 16 do agosto do correnle anno fugio
oprelo de nome Severo, criaulo, estatura rogu-
AS CHAPAS MEDICINAES sao muito conhecidas no Rio de Janeiro e em todas as provincias ? pre,2 de nome ^evcro.
deste imperio ha mais de 22 annos, e sao afamadas, pelas boas curas que so lomobtido hiuZ ,E' cflr preta fe".:oes compridas, boa figura,
midades abaixo escripias, o que se prova com innmeros allcslados aue exislom rfP .-'"*. I ?'hos vermelhos. com uma costura na barriga no
Preven?o.
. <,i ------- .----------------' ifiunugs, pci>i unas curas que SO lom ou ido 03S Onfcr-
midades abaixo escripias, o que se prova com innmeros allcslados que existem de pessoas can i
zese dedistinccoes. p- oas caPa lado dircito de uma facada : quem o pegar, diri-
Com estas CHAPAS-BiiECTRO-HAeHBTiCA-BUSPasllCAS oble m se umacura radical e infallivel em :Ja_seJa ,r,uf de Hortas n 86, ou a loja de cera da
lodos os casos deiiiflammara (cansacoou falla de respiraro), sejam internas o externas como fUa du Labu8a 1uc sera gratificado,
ci'' ,1cd; bo(esveslomaS. b50, rins. tero, peito, p.lpilago de coracao, garganta, olhosm-
s.oelas. rheumatismo, paralys.a e todas es afiecces, nervosas, etc., etc.' Igualmente par.as d?
renles especies de tumores, como lobinhos, escrfulas etc., seja qual fr o sllamanho e pro-
!SRfiU& SB!2S!3M SCr radk8!menle -.-*. aconsc.hadVpor
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escriplo, teudo lodo o cuidada dp
corpo, declara
nho eii um ped
bem applicadas no seu lugar """, """"' """" "c 4UC c"aPas possam ser i ~ ^re.iano oe r u protessor jubilado de
DX.Ia A 1 i ii nstruccao primaria, contina aleccionar em ca-
i rios tSSSS VSFMm '" COffi"elenlCS <***" e ** todos os access: j EsJS S? I"*9"' '"^ C0"ed0r d
Consullas a todas as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianca, em seu escrioto- Aluga-se um sitio grande com
achara aucrto lodosos dias, sem cscepoo, das 9 horas da manhaa's da larde. excellente casa de vivenda, com todas as
jcommodidadespara familia, no lugar
da Caa Forte : a tratar com ospro-
prietanos, N.O. Bieber & C.
aZntott^ZlZ^^ZLirZ tm: enh0r3 ou nan,:8' de<=,ar""do a ">'os gneros, que venham a elles cora presteza
lu pane do corpo existe, se na caneca, pescoco, braco, coxa, poma, p, ou tronco do Para depois nao ha ver queixa no armayem da
aoed'a,aoCdoCn70o7onaC,a' S Send ncha6; feridas ou'ulceras, o molde do seu Urna! ra eslreila po Rosano^i 1 arraaZem ^
las no se luSa C a dec,ara^ao c,,de ,,. af"" de que as chapas possam ser!. Aureliano de P B., professor jubilado de
ias no stu iu0ar. nstrucoao nrimaria Mnlindi.lu.ul>
Mauricio Jos dos Sanios Ribeiro, ehegido
ltimamente de Lisboa, faz sciente ao respeita-
el publico que acaba de estabelecer na ra lar-
ga do Rosario n. 21, primeiro andar, uma offi-
cina de ourives onde aprompta quaesquer ob-
jectos tendentes a mesma arle do mais apurado
gasto o pcrfeicaode trabalho, como sejam ade-
remos completos, brochas, pulseiras, a neis, a I r-
eles etc., etc. F.m seu eslabelecimento promet-
e concertar qualquer obra da sua arle com per-
leicao A pratica adquirida por sua longa resi-
dencia em Lisboa, e as rrls(5rs directas que
constantemente mantem coni algumas das mais
respciiaveis casas d'oquella cidade, que so em-
Pregam no fabrico de todo o genero de obras de
prala, o habilitara, a encarregar-se de qualquer
encomuienda de laes objeclos tanto para a ixreia
corno para uso domestico. As pessoas. pois, que
se dignarem honra-Io com a sua confianca se-
rio servidas com o maior zelo e selicilude por
procos baralissimos. '
O Sr. Domingos Jos Soares. odicial da se-
crelarla do governo, queira dirigir-se a ra I)-
rciia n. 68, afim de saldar o que est a dever
aos Iierdciros do Caetano Tereira Gom-alves da
Cuuha. t
Attenco. *
Silva i Molla declaram a seus devedores que
Estando a (indar os frescaes queijos do Cerid,! '" dnti l'rocuracao aos Srs Manoel Joaquim
asexcellentes macJas. e a bella manleiga reli- {anios sv. l'rancisco Severiauno Rabello &
nada em frascos, previne-se aos amantes dos I D"m">gos Alves Matheus e Carralho No-
;ueira & C, para receberem todas as dividas de
119 Ra do Parto ||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
Borba.
sua casa o dar quilacao.
de 18C0.
Recife 6 de setembro
A sabida que tem lido este rap prova sua boa
qualidade, nao desmenlindo assim a qualidade do
fumo de que feilo, colhido nas irnmedia^es da
cidade a que deve seu nome na provincia Giarn-
Par : deposito, rus da Cadeia n. 17
I{2AO
IfiiliiEIEi J.
V
Ra do Brum (passando o chafariz.)
No depozilo deste csialieleciiiieiilo sempre lia grande sortimento de me
kianisaio para os engenlios de assuear a saber:
?diV? mderna8: def 0,Pe cumprido.conomicas de combustivel, e defacUlimoassento:
r\nnndlS? T*S*" U ^t* IaPSa'leve8' ortes' e be balacadas ;
Cinnoi de ferro, e portas d aguapara dita,,- e serrilhas para rodas de madeira';
Moenda$ inteirai com virgens muito ortes, e convenientes;
Tl\^d:trroT7ifo'Sd^,,dreacr^ea. cafa"oi-ou hou'acunhadas em aeui,"oe! diaz
Paros e bical para o caldo, cri.ose portal de'ferro para !rornalhai;
Alan >,, de ferro momho. de mandioca, tanm para cowr farinha ;
Role a dentadas de todo o. tamanho. para vapor, agua.cavallo. ooboi, ;
A:idll,2,,brooIe.epara(u.o.arado.,exo eoda.paracarroca, rna.*Saln,Mdapar pnrgaretc etc
D.W.Bowman confia que os seus fregue7.es acharo tudo digno da preferencia om
lf.Xara P.ela.lon8a Pjrienci que elle tem do mech.nismo proprioW^HmSS.
toredesta provincia, epelofacto de mandar construir pessoalmente as suas obras nas
cuu, eroditadaa fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito fim
Miui como pela coolinuacao da sua fabrica em Pernambuco, Para modificado mechaniT-
mo a vontade de cada comprador, e de fazer os conceptos de que podara necesX
Os abaixo assignados participan, aos Srs. de-
vedores da casa commercial dos Srs. Silva & Molla
que delegaram ao Sr. solicitador Jos Jaciniho
oa Silva a procuragao que daquelles receberam,
para cobraren) a importancia dos seus dbitos
ternambuco, 6 de setembro de 186U.Manoel
Joaquim Ramos e Silva.-Por procuracao, An-
tonio Lopes Rodrigues.Carvalho, Nogu'eira i C
-llamingos Alves Matheus.V. S. Rabello &
l'ilho.
A "7 ^'"""86 um moleque para servico de casa
ae familia ou outra qualquer oceupaca a tra-
tar no Pombal, pouco adiante do sitio do lllm.
>r. Visconde, na casa que tem um lanco de mu-
ro na frente.
Precisase de uma ama forra ou captiva,
que saiba cozinhar c engommar: a tralar na ra
oo \igario n. lf, segundo andar.
Eu abaixo assignado declaro ao publico que
deixei de ser procurador bastante de Rosa Maria
da Conceicao Maia desde o 1. de setembro de
lew,Antonio Francisco Alves Conde.
Attenco.
Os curadores fiscaes da tallencia de
Siqueira & Pereira, rogam a todas as
pessoas devedoras a massa que devim
(juanto antes vir pagar seus Jebitos aos
credores deposita; ios D. P. Will & C ,
no mesmo estabelecimento da ra do
Crespo ou no largo do Corpo Santo, em
casa dos mesmos Srs. depositario.
Saca-se sobre Lisboa e Porto, ra
do Vigario n. 9, primeiro andar, es-
criptono de Carvalho, Nogueira & C.
Ensino de msica.
OfTerece-se para leccionar o solfejo.como tam-
oem a tocar vanos instrumcnlos ; dando as li-
coes das7 horas s 9 1[2 da noite: a tratar na rus
da Roda n. 50.
Aluga-se umacisa no paleo do Terco n.
d, com sotao e outra na ra do Brum n 34
propnos para qualquer estabelecimento : a tratar
na ra da Cadeia do Recife n. 4.
dn"hfpA"J"? "a nile dc 4 Para 5 d0 correnle,
nn ? 8,eU.r0' Um CaVa" melad. Com
p 8 aos "'Gados um de branco e outro de
P,e'0' 'em a ""rea em forma de um X, a pessoa
n,aPiTr '"L-Vo quartel dooilavo batalhao
SS h reS Da SoleJ1e. ao capilo comman-
uma graHflSi-o". Cmpanha' qU6 lhe dar
Quem tiver um sitio perto ou
longe desta cidade, com tanto qu tenha
casa de vivenda, arvore defructo e fi-
que prximo ao banho salgado, tempe-
rado ou^doce, e o queira alugar din-
ja-se ao largo do Terco casa t rrea nu-
mero 33.
Attenco.
Tendo coDSlado ao ahjiixo assignado que era
voz publica que a'igumas pessoas da cidade da
Victoria ou da provincia tonham abonado ou da-
do conhecimento para comprar nesta cidade do
Recife, o abaixo assignado vem pois declarar
pelo presente (ou tirar alguma catarata dos olhos
de algum qudam) que desde 4 de novembro de
1848 a 4 de setembro de 1860, que negociante
na cldado da Victoria nao precisou e nem abacu-
lou a pessoa alguma para que lho dsse (lamia
ou abono em casa commercial da cidade do Re-
cife, o nem em outra parte qualquer; sim, de-
vido seu crdito nesla praga a sua diligencia o
maneira honrosa cora que tem tratado cora seus
credores. O abaixo assignado desafia a aquello
que diz ter-lhe dado flanea, a declarar, pois que
disso nao lem. Victoria 5 de setembro de 1860.
Francisco Xavier de Salles Cavalcanti de Al-
meida.
etratos
em carles de visita como se
usa era Pars. Os 100 por
A Al
2o$.
E o retrato o mais econmico que se pode ob-
ler e o mais proprio para dar de mimo aos p-
renlos o amigos, podendo ser remetliJo com nu-
damente dentro de uma carta. Estes retrato,
nao obstante suas pequeas dimenses, repre-
sentara a pessoa de figura inteira cora o maior
No earrii ilT,'^ "" "I,".uc.-,u'"--'to- i puronoa dcialhes, sao a mais propria record joao
^*n.0 S.jBStfKi& B: r"fl.pcssoas quc nos sri gra,as-.
Lnsmo prompto e
Agencia de passaporte e folha
corrida.
fcil,
theorica e pralica da arle de fazer retratos se-
Claudino do Rogo Lima .tira passaporte para
dentro e fora do imperio por eommodo prero e
presteza na ra da l'raia, primeiro andar d.47. : S""do o syslema de ambrolypo. nico processo
--Aluga-se uma casa torrea na ra Imperial i I"11"3 successo inallivel. As 5 lices por lOJf.
atar na ra do Rangel n. 60. Apparelhos completos para viagem'com lodos os
1 perlences necessarios para este processo. Collo-
Dr. Cosme deba' Pereira da' 9
fi consultas medicas em seu esetip- t
V torio, no bairro do ecife, tua I
gg da Cruz n. 53, todos csdias.me- S
M os nos domingos, desde as 6
J horas at as 10 da manha, so-
S breos seguintej pontos i i
1.* Molestias de oll.os ;
|g 2.- Molestias de coracao e de l
s Peil; a
M 3.- Molestias dos orgaos da ge-
^ raco e do a us ;
P 4.- Kraticara' toda e qualquer j
fi operacao que julg.r conve- i
M nientepara o restabelecimen- i
to dos seus doentes.
O examedaspessoasque o con- '
8 sultarem sera' feito indistincta- f
^ mente, e na orden de suas en- I
Iradas, fazendo excepcao os doen
! dion garantido ^o frasquinho: deposito da pas-
stpartouls francezes e caixinhas americanas do
I inarroquim o de bfalo, no instituto photogia-
phico de Stahl & C. retratistas de S. II. o Im-
perador n. 12, ra da Imperatriz.
Compras.
Coropra-se uma carroca com um boi; na
ra do Rangel n. 71. Na raesma casa compram-so
S 3 cabras de leile que de uma garrafa.
Compra-se ouro de 20jf e 10,*; :
I na ra da Cadeia do llecife loja de fa-
P zondas n. 51.
I Conipra-sc um sobrado dc dous ou tres an-
|; dares, ou algumas casas terreas : na ra do
!S,Queiraado n. 12, primeiro andar se dir quem
i 11uer-
Compra-se uma mulata moca per-
[ feita costureira, paga-se muito bem
l! agradando : na-ra do Trapiche n. 40
escriptorio, se dir' quem a pretende.
Moeda de ouro.

(fif
tes de olhos, ou atiuelles que or $
motivo ;,,cr^ i i ca' ^"ui|uoiii-8c |cs uc i vf venias : no
iittto obt.verem hora escriptorio de Carvalho, Nogueira & C.,
marcada para este im.
- jy -mmm mmm
Almanak de lembraiicas.
Luso-Brasileiro
Compram-se pecas de I6| velhas : no
iptrio de Ca
ra do Vigario n 9, primeiro andar.
TAHA
.W
PARA
Chegaram ha pouco de Lisboa osles inleressan-
tes almanaks. o vende-se ua livraria econmica
ao p6 do arco de Santo Antonio.
Precisa se de uma mulher idosa, soltcira
para servico tanto interno como externo de uma
casa de por.ca familia : na praia do Caldeireiro
numero 1.
Itelmira Joaquina 1-ixeira Campos con-
vida a todas as pessoa de sua amisade. para
nssistirem umn missa que tem de celebrar-
so por alma de sua presada amiga a Exma.
>ra. D. Amalia da Silva Pimcntcl, esposado
txm. Sr. coronel Galdino Jusliniano da Sil-
va Pimentel, na groja de Santa Thereza em
tJiinda, no da quarta feira doze do correnle.
as oilo oras da minliaa.
Furtarara ae urna caima ae ferro tundead
na coroa do passarinho, um ancorle de ferro
patente com a competente correnle de 15 bracas
pouco mais ou menos: se alguem descobrir
quem foi o malfeitor ou larapio, souber da cor-
rente, etc., e o oommunicar na ra da Cruz n
21, primeiro andar, ou a Sebastiao Lepes Guiraa-
res Jnior, ser bem gratificado.
Precisa-se dc um hornera para distribuidor
de folhas : na livraria ns. 6 e 8 da praca da In-
dependencia.
OfTerece-se um rapaz para criado de qual-
quer c?sa : quom o pretender, diriia-se ao paleo
do Terco n. 14. '
OfTerece-se uma ama capaz para desempe-
rnar o servico de uma casa quem pretender
dinja-se a ra da Imperatriz n. 59,
Precisa-se na rua da Imperalriz n. 4 de
um rapaz portuguez que tenha alguma pralica de
azendas. r
Vendas.
200$.
Fugio do engenho Quanduz, era Santo Anto,
uo dia 18 de maio do anno prximo passado. um
escravo de nome Luiz, de idade de 23 24 an-
nos, com os signaes seguinles cabra, de esta-
tura regular, baixo, quando se ausenlou n."io li-
nha barba uenhuma, cabello a especio do de
rato, tem um pequeo geito nas pernas para
dentro, um signal na pona da lingua do lama-
nho de um caroca de goiaba que o atrapalha um
pouco quando falla, tem as cosas bem cicatriza-
das dc chicote ; esle escravo foi da villa do Sa-
boeiro. comprado ao Sr. Domingos de Souza Bar-
ros, c ha noticia delle eslar acoulado em uma
azenda cima da dita villa 20 legoas : pede-se
porianto a captura do dito escravo, e quem o
pegar, leve-o a seu senhor no dito engenho, ou
no Recife a Bernardino Francisco de Azezedo
Campos, no paleo do Carmo, quo se gratificar
com a quantia de 2008.
OtTereceso um pequeo de 8 a 10 annos
para caixeiro de alguma loja de fazendas ou miu-
dezas : na rua do Queimado, loja n. 13.
Nova invenco.
Retratos photographicos estampados de ma-
neira indelevcl em lencos de cambraia e de seda.
Esta applicaco nova da photographia nao mo-
ramente objecto de curiosidade porque escusan-
do o irabalho de se bordar as iniciaes nos lencos
nunca permiltir duvida sobre o verdadeiro don
delles : instituto photogrsphico, rua da Impera-
trn n. 1-2. v
Na ruados Pires n. 44, deseja-se fallar cora
o sr. atieres Joao Baphsta Bispo (ou Slenezes) do
xiou balalhao.
Vende-se um escravo crioulo com idade
de 20 annos, perito carreiro : na rua do Hospi-
cio u. 15.
Vende-se uma excellente barraca nova, to-
da encavilhacij de ferro e preparada "para nave-
gar, a qual foi leita na provincia das Alagoas,
com ptimas madeiras de conslruccao e com ca-
pncidade de pegar 700 saceos de ssucar, visto
ter 70 toneladas de hitaran ; ouem a pretender,
dirija-sc a rua do Crespo n. 13, para seu ajuste,
qur a dinheiro quer a prazo, com boas firmas.
Potassa da Bussia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito da
rua da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender a
verdadeira potassa da Russia nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra, tudo por presos mais baratos do que em
outra qualquer parte.
Cera de carnauba.
Vende-se na rua da Cadeia n 57 a 95600 a ar-
arroba e a 11)5500; i melhor que tem vindo ao
mercado.
Na rua da Cadeia n. 24,
vendem-sc as seguinles fazendas por metade de
seu valor para liquidado.
Casaveques de fuslao .1 8 e 12$.
Ditos de seda a 25jt.
Ditos de velludo a 40 c 0Oi
Chapeos de seda para senhora a 10a.
Enfeitesde flores a 6g.
Camisetas com manguitos a 3. 4, 5 e 63.
Folhos bordados liras a 500, tg, 2j e3500.
Entremeios finos, pecas com 12 varas a 1*.
Collarinhos bordados dc 500 rs., 2j|, 3 e J.
Bolesde seda, velludo, de louca e de fuslo,
de qualidades finas, duzia a 200, 400 e 600 rs.
Chales de louquim a 10#, 153. 20$ e 35JJ.
Um completo sorlimento de franjas de seda e
de algodo.
Ricos de seda brancos e pretos, de todas as
larguras, vara a 160, 240, 400, 800 e i.
Cheguem ao barato.
Vende-se na taberna po pateo do Terco n 28,
manteiga ingiera muito nova a 1*200 a fibra, dita
franceza 600 rs., cha da ludia muito superior a
2s200, aletria muito nova a 480, macarrao a -* 0
rs., btalas a 60 rs., loucinho de Lisboa muito
novo a 360. chourigas de Lisboa muito novas a
560, banha de porco a 560, vinho do Porlo cha-
mico engarrafado, a garrafa 1$. dito de Lisboa
em pipa a garrafa a 480, e oulros muitos gneros
que aqui se nao mencionan), e que a vista do
comprador se dir o menos preco que em outra
qualquer parle, e ludo muito b'om.
Pechincha.
Chita estreila rxa com pequeas pintas de
mofo, covado a 120 rs., pega a 4j>500: na rua
do Queimado n. 44.
Vende-se cera de carnauba, sebo em velos
e em pao, vindo do Pcrlo, fio da Bahia para li-
quidar : na rua da Cruz, armazem n. 33.
Mel.
No caes do Ramos n. 10, vendern-se barris de
mol de muito boa qualidade pur 15*000 cada
um com 17 caadas.
Vende-se um terreno no lugar da Capunga
Nova margera do rio Capibaribe, cujo terreno
tem um quarto grande de pedra ecal, e alicoree
para edilicago de uma grande casa, cora diffe-
rentes arvores de fruclo, boa cacimba com ex-
cellente agua de beber, assira como boa baixa
de capim : quem quizer comprar, dirija-se a rua
da Soledade, casa o. 42, a fallar com seu pro-
prieta rio.
Vaquetas,
Vcndera-se por preco eommodo boas vaquetas
de lustre para cobrir carros: na loja de selleiro
da rua larga do Rosario n. 28.
~J
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


-V '
(6)
DIARIO DE PERKAMBL'CO. SEGUNDA FEIRA 10 DE SETEMBRO DE 1860.
23
Fazendas finas
roupa feita.
Augusto & Perdigo.
Com IoJ3 oa ra da Cadcia do Recite n.
taudem e dio amostras as seguintes fazendas:
Cortes de vestidos de seda pretose decores.
Corles do ditos de baregc, de tarlatana e de gaze
de seda.
Cambraias de cores, brancas o organdys. i
Anquinhas para saias.saias balo, de clina, ma-
dapoln e bordadas.
Lencos de labyrinllio do Chapeos amazonas de palha e de seda para se-
nhoras e meninas.
Enfeitesde troco, de vidrilho o de dores.
Talos de tartaruga, imoeratriz e outros goslos.
Manguitos e gollas, ponto inglez, francez e mis-
sanga.
Vestuarios de uslo, de l e de seda para
crianr.a.
Mineteles, taimas e pelerinas de differentes qua-
lidades.
Chales de toupiim, de merino e de 15 de ponta
redonda.
Luvas de pellica brancas, pretas e de cores.
Vestidos de blond, mantas de dito, capellas e
llores solas.
Siolnres, camisas de Iinho e esparlilhos para
senhora.
Perumarias Qnas. sabonetes e agua de colonia.
Cisaei?, sobrecasacas e paletots de panno preto
o de cor.
Pilolols de alpaca, de seda e de linho.
Calcas ile casemira de c6r, pretas o de brim
Caraibas do malapolao, ue linho inglez e de laa.
Seroulas do linho e de meia.
Malas, saceos, apetrcixos para viagem.
Chancas para invern, bolinas do Ifeli e outros
fabricantes.
Chipos do Chyli, de massa e de fellro para ho-
mem.
Charutos roanilha, havana, Rio de Janeiro e
Babia.
Libras sterlinas
Vendem-se libras sterlinas; no escriplorio de
Hanocl Ignacio de Oliveira & Filhos, largo do
Curpo Santo.
M NOVA
Luja de miudezas na ra
DireitaN. 85, onde tem
o lampea do yaz,
vendom-se bandeja? finas a 13. lj)20l). 1?500, 29,
25():), 2j600, 2$800, 39200, 49 e 5S, bengalas de
canoa linas a 2 e 1-9500, grvalas pretas de se-
tim a 19200, ditas de cores a 19, alfuieles em
Caixinhas muilo linos a 200 e 280 rs., fitas pro-
prias para enfeites de vestido de seda a 400, 500
e lil) rs. a vara, franjas de seda de cores a 320,
500, 600 e 800 rs. a vara, luvas de fio de cores
para homem, brancas, a640, ditasde cores a60,
ditas de seda enfeitadas para senhora a 2j, en-
feilC3 de trangas de velludo dos mais modernos
q le ha para senhora t 55300, ditos de fitas de
s^ la 1 jOO, ditos para meninas de tranca de
vellu lo a 4J500, ditas de fita de seda 1 49, luvas
de seda para homem a SSOO, lesouras para unhas
finas a 8 l> rs., ditas para costura a 19, clcheles
b)rJadiados a 120, osearas para cabello a 1JJ,
ditas para roupa 1$200, trancas de caracol de
1. pera grande, a 280. meis cruas para ho-
in 1 9 2$ 100, ditas a 4800 e 59, ditas brancas
a 2 i I) a tas jara meninos, de cores a 2.96OO, ditas finas
brancas de meninos a 39*300, ditas para meninas
a l'T'l) a duzis, botoes de seda para casaveque
a 32) a duzia, tinta de carmiin lina a 500 rs.,
1 inchi de metal principe para assucar a 401) r=.,
d is para cha a 8'JI) rs. a duzia, linteiros e ariei-
ros linos a l. caixinhas de papel surtidas em
c res a 1;, Jilos de quadnnhos a 800 rs la pa-
r bor 1 ir a mais lina que ha a 7-9500 a libra, ata-
cad iros ch itos de algodo a 6J rs., ditos rolicos a
103 rs p/Miles de borracha para bichos a i 10,
ditos Iravessos para meninas a O, ditos de bu-
falo branco para bichos a 280, ditos para alisar a
5)') r>., ditos de borracha para alisar a COOrs.,
botoes de osso a 210, ditos de louca breos a
1 10, ditos de cores a ICO, botoes de madreperola
fin a 80) rs. a groza, tirelas para calcas a 100
rs., caixinhas de papel de cor a 800 rs., caixas de
obreia de cola a 101) rs. Unhas de peso a 120,
ditas de cabeca encarnada a 120, fitas tarradas
di largura de 5 I Jo- rom pintas de mofo a 320
a vara, galn de linho a 110 a vara, bico preto
de seda a 120, 200. 2:). 100 e 600 rs. a vara.
brin ruedos para meninos, de diversas qualida-
des, m lis barato que en oulra qualquer parte,
baeras de eanurca a 500 rs., dius de chouro a
410. 500,800, 1*500 e 2*
Parahyba.
V<;n 1'3-se o engenho Torrinha distan
te d-sU cidade duas leguas por trra,
te a terreno pira dous mil paes oor ati-
no e bia easa de vvenla assobradada e
Inas obras, tem embarque no porto dis
tante do engenho 1|2 qiarto de legua
do rio Parahyba eem menos de 3 horas
Se ve n a ciUde: quem o pretender di-
rija-se a Io5o .Tose de YL'Jeiros Correia
& C que dir' quem o vende.
VenJo-se um sitio na Passagem da Magda-
lena, .a nnrgem do Capibaribe, com urna grande
casa tola murada, com caes, militas
diversos tractos : a tratar com Joao
drigues Valonea, no mesmo lugar.
Vende-se na ra da lmpe-
ratrizn. 2,
superior fumo de Garanhuus a 860 rs. a libra,
baralissimo.
Vende-se um caixao de urna casa na cidade
de Olinda, nos Quatro Cantos ; urna casa de lai-
pa na bica dos yuatro Cantos : a tratar na ra
do Fogo n. 42.
Vende-se urna porgao de lellias e lijlos,
que mesmo serve para 'a^lho, por mnito menos
dmheiro do que
estalcirode Thom
Vende-se a ca
37 : o tratar na ra
CAL D^
nova e muilo bem acn
deia do Recite n. 38,
i
Seboe graixa.
S* o coado c graixa em bexigas : no armazem
oc Tiso i i ruaos, no caes de Apollo
Venie-se uu.a candi d'agua em bom esta-
do : na ra Imperial n. 171.
Vende-se urna casa terrea oa travessa Im-
perial : a fallar na taberna da esquina.
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
ni
Francisco Antonio Correia Gardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz econcerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para vender em
eu armazem, na praga do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, receotimeote
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres,
muilo proprios cara este clima.
Vestido a 2:300.
Riquissimos cortes de chita larga franceza, de
mui lindos padrdes, tendo entre clles de cores
escuras, claras, e miudinhas, pelo diminuto pre-
go de 2&500, tendo 11 corados cada corle ; na
ra do Queimado, loja n. 18 A, esquina que vol-
la para a ra estrella do Rosario.
Cheeuem ao barato
O Preguica est queimando, em sua loja oa
ruado Queimado n. 2.
Pegas de brelanha de rolo com 10 varas a
23, casemira escura infestada propria para cai-
ga, collele e palilots a 960 rs. o covado, cambraia
organdy de muito bom gosto a 480 rs. a vara,
dita liza transparente muito fina a 3J>, 49, B?>,
e G3 a pega, dita tpala, com 10 varas a 59 e
63 a pega, cintas largas da molernos c escollados
padres a 240, 360 o 280 rs. o covado, riquis-
simos chales de merino estampado a 7}e 83,
ditos bordados com duas palmas, fazenda muito
delicada a 93 cadi um, ditos com urna s pal-
ma, muito unos a 83500, ditos lizos com fran-
jas de seda a 5$, lengos de cassa com barra a
100, 180e 160 cida um, meias muilo finas pa-
ra senhora a 43 a duzia, ditas de boa qualidade
a 33 e 3#500 a duzia, chitas francezas de ricos
desenhos, para coberU a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 58900 a poga, e a 160 rs.
o covado, brim branco de puro linho a 1#,
13200 e 13600 a vara, dito preto muilo encor-
pado a 13500 a vara, brilhantini azul a 400, rs.
o covado, alpacas de differentes cores a 360 rs. o
Pechinchas
sem iguaes, na ra do Quei-
mado n. 65, na bem conhe-
cida loja da diligencia de
Fajozes Jnior & Guuuares
Meias pintadas muilo finas para homem a I
18800 a duzia, e em pares a 160 rs., clcheles!
francezes em cartao a 320 a duzia de carios, e a
30 rs. cada carlao rom 14 pares, luvas linas de i
seda para homense senhoras a 640 o par, ditas!
com algum defeilo a 240 o par, muito boas cor- '
das para violao a 80 rs.,gulhas francezas, caixas .
cuna 4 papis a 100 rs., apparelhos de porcellana
muito lindos para menina a 1J8O0, 23500, 3 e 4
Em rasa de Borott & C, ra da Cruz do
Recite n. 5, vende-se :
Cabriolis americanos muito lindos.
Charutos de Havana verdadeiros.
Fumo americano de superior quaridade.
Champagne, da pr'meira qualidade.
Carne de vacca e de porco em barris multo
frescas.
Licores de diversas qualidades, como sejam,
Chcry, Cordial, Muil Julap, Billers Whiskey,
sal a parrilha em frascos grandes.
Fogoes econmi-
cos.
GRANDE SORTMEMO
DB
Fazendas e obras feitas
NA
Fogoes econmicos americanos, os melhnres
que tem vindo ao mercado, nao s por cozinha- I
i 2#500, 33 e CoSop?r SSASS gEt leh
33500 o covado, cambria preta e desalpicos a i estao-se vendendo por melado" do seu valor,
500 rs. a vara, e oulras multas fazendas que se I aPProveilar a occasiao. Garante-se a boa quali-
fara patente ao comprador, e de todas se daro
amostras com penhr.
dade e bom travado dos raesmos : vende-se na
fundicao da ra do Brum n. 28. loja de ferragens
da ra da Cadcia do Recife n. 64.
arvores de
Manocl Ro-
Relogios
BARATO SO NOP
Suissos.
Em casa de Schafleillin &C, ruada Cruz n.
3-. voude-seura grande e variado sortimento de
relogios de algibeira horisonlaes.patentos.chro-
nametros, meios chronometros, de ouro, prata
d turada efolhoadosa ouro,sendo osles relogios
d h primeirosfabricaulesda Suissa, que se ven-
derlo por precos razoaveis.
Vende-se um jogo de diccionariosioglezes,
um dito allcmo, um dito latino, um dito flos
sanctorum, um dito breviarios romanos : na tra-
vessa da Congregacao n. 3.
Vendem-se duas moradas de casas terreas
feitas ha 4 annos, na rna do Palacio do Bispo,
contando cada urna 30 palmos de frente e 70 de
fundo, com 2 s ilas c 3 quarlos, cozinha fra,
quintal e cacimba, chaos proprios : a tralir na
praca da Boa-Vista n. 10.
Venle-se urna cscrava parda anda moga e
propria para qualquer servigo '. na ra da Santa
Cruz n. 66.
Vende-se urna porcao de cera de carnauba
de boa qualidade : na ra da Sania Cruz u. 36.
Vende-se urna mobilia de jacaranda.com as
pecas do coslume : no sitio defronte da igreja da
Estancia.
Vende-se urna negra boa cozinheira e en-
gomraadeira : na ra do Imperador n. 67, no se-
gundo andar.
Arados americanos e machinas
paia lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & C. ra daSenzalan. 42.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conbecldo e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
polassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de uperiorqualidade, assim como tambem
cal virgem em pedra: ludo cor presos muito
razoaveis
Neste armazem de molhados con-
linua-se a vender os seguintes gneros abaixo mencianados de superiores qualidades e mais barato '
do que em oulra qualquer parte, por serem a maior parte delles rocebidos em direitura por conta'
dos propnelarios. *
ManteVga \i\g\eza c franceza
perfeitamente flora mais nova que tem vindo ao mercado de 60 a 800 rs. a libra eem barril
se fara algum abalimenlo.
QacVjos flamengos
muito novos recentcmenle chegados no ultimo vapor da Europa de 1S700 a 33 ea vista do gasto
que o freguez iizer se tara mais algum abatimeuto.
Qttcijo prato
os mais novos que existem no mercado a 13 a libra, em porgo se fari abatimenlo.
A.n\cVvas rauccias
em latas de 1 1(2 libra por 13500 rs., e em campoteiras de vidro contendo cada uma 3 libra
por 35OOO.
Mustarda \ugVeza c vaneeza
em frascos a 640 rs. e em potes franceza a 800 rs cada um.
VerilaAciros ugos de comadre
Bo\ac\iVn\ia ingleza
a mais nova que ha 110 mercado a 0 rs. a libra e em bar-rica com 1 arroba por 43.
t Potes vidrados
de 1 a 8 libras proprias para manteiga ou oulro qualquer liquido de 400 a IjJOOO rs. cada um.
\a\cm\oas conVeiladas proprias para sortes
de S Joao
a 1S a libra e cm frasquinhos, contendo 1 1[2 libra por 2j.
C\i preto, \\ysoi\ e pcrola
os melhores que ha nesle mercado de I36OO, 2 e 2{>500 a libra.
Majas em ca v\ nlias de 8 libras
contendo cada uma dilferenles qualidades a 43500.
Palitos de dentes licuados
em molhos com 20 macinhos cada um por 200 rs.
Ti jlo rancez
proprios para limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas e francezas
em latas e em frascos de differentes qualidades.
Presuntos, cliourieas e paios
o mais novo que ha neste genero a 480, 610 e 720 rs. a libra.
la tas de bolacuinlia de soda
de difTerentcsqualidades a 1JS600 em porcao sefar algum abalimento.
Tambem vendem-se os seguintes gneros ludo recenteraente
Loja e armazem
DE *
Ges&Basto.j
Na roa do Queitiiad) n. j
46, frente amarella.
Sortimento completo de sobrecasaca de !
panno preto o de cor a 253, 283, 303 e J
353, casacas a 28-3. 303 e353. palilots dos \
mesmos pannos 203. 223 e 25g, dilos de i
casemira de cor a 16 eos das mesmas casemiras modelo inglez <
casemira fina a 103, 12/ 1 13 e 158, ditos \
saceos de alpaca prolo a 43, ditos sobre 1
fino de alpaca a 73, 8jc'J3, ditos dme-
ri setim a 10$, dilos de merino cord.ao ;
a lOg e 123, ditos de sarja preta tram.ada '
saceos a 6j, dilos sobrecasacos da mes-
raa fazenda a 83, ditos de fuslao do cor c '
branco a 43. 4S500 o 5g. collelcs de ca- !
semira de cor e preto a 53 e 63, ditos de '
merino preto para luto a 43 e 53, dilos I
de velludo preto de cor a 93 o 103, ditos 1
de gorgurao de seda a 53 c 63, dilos de j
brim branco e de cor a 23500 e 33. calcas '
de casemira do cor e preto a 7$. 83, '93
e 103, ditas para menino a 63 e 73, ditas
de merino de cordao para nomcm a 5j o '
6j, ditis de brim branco a 5} e 63, dilas
dild de cor a 33, 33500, 4J e 53, e de
lodas'estas obras temos um grande sor-
timento para menino de todos os lma-
nnos ; camisas inglezas a 363 < duzia. Na
mesma loja ha palelots de panno preto
para menino a lij, 15J o 16. ditos do
casemira para os mesmos pelo mesmo
preco, dilos de alpaca saceos a 3-3 e
3g500, ditos sobrecasacos a 53 e 63 para
os mesmos, caigas de brim a 2350l, 3j o
3s5O, palelots saceos de casemira de cor
a 6J e 73, loallias de linho a 800 e 1$ ca-
da uma. m
No mesmo estabelccimcnto manda-se f
apromptar todas as qualidades de obras j|
tendentes a roupas feitas,era poucos dias, ||
que para esse fim temos numero suf- j
liciente de peritos officiaes de alfaiates a|
rgidos por um hbil meslre de seme- rf>
lhantc arte, flcando os donos do estabe- fs
lecimento responsaveis pelas mesmas mr
obras al a sua enirega. a|
Uvas e maces.
Vende-se as superiores uvas e mages porlu-
guezas: na ra estrella do Rosario 11, esta-
belecimenlo de Sodr 4 C.
Presuntos.
No estabelecimento da ra cstreita do Rosario
n 11, tem presunto de fiambre promplo para
lanche, por isso preiinc-se nos fregiiezese aman-
tes do dito genero que nao deixem de vir apre-
ciar, assim como avisa-se com parlicularidade
aos Srs. votantes.
ai
HHIEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
minares de individuos de todas as nac5es p9-
dem testemunharas virtudesdeste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e meni-
bros inteiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-haconvencerdessascura maravillosas
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha muitos annos ; e a maior parte
della sao tao sor prendentes que admiran; o
medico mais celebres. Quanlas pessoas recof
braram com este soberano remedio o uso de seu
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam soffrer a
amputaeao! Dellas ha muitas que havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para seno
submetterem essa operaco dolorosa foram
curadas completamenle, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa na
enfusao de seu recouhecimento declararam es
le resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de maisaulenli-
carem suafirmativa.
Niuguem desesperara do estsdo de saude sa
tivesse bastante confianga para cnsaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
meutratatoquenecessitassea natureza dom.,
cujo resultado seria prova rincontestavelmente
Oue tudocura.
til, mais particu-
se^uintes casos.
Inflammacao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
l'ulmes.
45-nRua
Dlreila45
O ungento e
anuente nos
Alporcas
Caimbras
Callos.
anee res.
Corladuras.
Uores decabega.
das costas.
doS membros.
Enfermidades da cutis
emgeral.
Ditas do anus.
Erupcdes e escorbti-
cas.
Fistulasno abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escldalas.
Inchagoes
Inflammacao do ligado.
Queimadelas.
Sarna
Supuracoes ptridas
Tinha.cra qualquerpar-
te que seja.
Tremorde ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
dasarticulaeoes.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabeciraento
geralde Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e Hespanha.
Venle-se a800 rs., cada bocetinha contm
uma instruccao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum.
pharmaceutico, na ra da Crun. 22. em Por-
nambu.io.
Relogios.
Vende-seem casa de Johnston Pater & C, ra
do Vigario n. 3, um bellosorlimento de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambem uma
variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
irito de vinhocom 44
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
(tros, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas na ra larga do Rosario n. 36.
Rna daSenzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhes in-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, cliieote para carros, e
montara, arreios para carro de um e dous cval-
os e relogios d'ouro patente inglezes
*3s$ acaras snsnaraBjg v "* ,
Cimento inglez! Rival sera segundo.
c
W Para collar vidros, louca, tartaruga, w
^ martlm etc.chegou urna pequea porfi c2s
** deste cimento ja muicanhecido uesla ca- W
| pial e se vende nicamente na casa de ^
g Augusto & Perdigao, na ra da Cadeia do <
m Recife n. 23, a 23 cada vidro dmheiro i |
^ vista. Os amadores deven) quanlo antes ??
^m priver-se delle. 3
i^emacn ansie smmmimn
Na fabrica de caldeireiro da ra Imperial,
junto a fabrca_de sabo, e na ra Nova, loja de
ferragens n. 37, ha uma grande porcao de folhas
de zinco, j preparada para telhados, e pelo di-
minuto oreco de 140 is. a libra
res qualidades, presuntos a 480 rsfa libra.'chourica muito nova, ma'rraclda do mafs afam^tah"
bricante de Lisboa, maca de tomate, pera secca, pas^s, fructas em calda, amendoas, nozes, frascos
molhados, por isso prometiera os proprielarios venderem por muito menos do que outroaualauer
promelera mais tambera servirem aquellas pessoas que mandarem poroulras pouco praticas como'
; viessem pessoalmontc ; rogam tambera a lodos os sanhoresde engenho e senhores lavradores
queiram mandarsuas encommendas no armazem Progresso aue se lhes afanga a boa qualidade e
o acondiciouamento luauuauee
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitosparacamisas,
Biscoutos .
Emcasa de Arkwight & C,
Cruz n. 61.
Pechincha.
ARMAZEMDEROIPA FEITA
m ota m israii 4
Defronte do becco da Congregacoletreiro verde.
Cortes de chita franceza com 14 covados a
23200, chitas francezas a 200, 20 c 260 rs. o co-
vado ; a ellas que se acabam : na ra do Quei-
mado n. 44.
Botica.
Birtholomeu Francisco de Souza, ra larga do
Rosario n. 36, vende-se os segninles medica-
mentos :
Rob l'AITecleur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Brlstol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento llolloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidios de bocea larga com rolhas, de 2 oncas
e 12 libras.
Assim como tem um grande sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prego.
Cortes de ves-
Casacas de panno preto a 303, 35# e 40*000
Sobrecasacas de dito dito a 35$000
Paletots de panno de cores a 203, 25$,
30 e 353000
Ditos de casemira de cores a 153 e 22J0OO
Ditos de casemira de cores a 73 e 1230(0
Ditos de alpaca preta golla de velludo 3 12j000
Ditos de merino setim preto e de cor
a 83 e 93000
Ditos de alpaca de cores a 3500 e 5}009
Ditos de alpaca preta a 38500, 5, 73 e 9*000
Ditos de brim de cores a 3*500,43500 e 59000
Ditos de bramante de linho brancos a
4500 e 63OOO
Caigas de casemira preta e de cores a
. 10Je 123000
Ditasde princeza o alpaca de cordao
pretos a 53OOO
Ditas de brim branco e de cores a 23500,
43500 e 53000
Ditas de .anga de cores a 33000
Ditas de casemira a 5j50u
Cnlletes do velludo decores muito fino a
Dilos de casemira bordados e lisos pre-
tos e de cores a &3, 53500 e
Ditos de setim preto a
Ditos de casemira a
Ditos de seda branca a 53 o
Ditos de gorgurao de seda a 53 e
Ditos de fustao brancos e de cores a 3$ e
Ditos de brim branco e de cores a 23 e
Seroulas de linho a
Dilas de algodao a I36OO c
Camisas de peito de fuslao brancas e de
cores a 2300 e
Ditas de peito e punhos de linho muito
finas inglezas a duzia
Dilas de roadapolo brancas e de cores
a 13800. 23 o
Dilas de meia a 1$ e
Relog'os de ouro patente e orlsonlaes
Ditos ae prata galvanisados a 253 e
i Obras de ouro, aderegos, pulceiras e ro-
setas
IO3OOO
63000
50O0
33500
GjjOOO
63000
-33500
23500
23500
23OOO
23500
353000
23300
1S600
3
303000
tido por 2#500.
Superiores cortes de chita franceza larga de
muito lindos padroes do cores escuras e claras,
miudinhas, com 11 covados cada corte, pelo ba-
ralissimo prego de 2$500 : na loja do sobrado
amarello, uos quatro cantos da ra do Queimado
n. 29, de Jos Moreira Lopes.
Vendem-se
saceos com boa fatinha de mandioca a 4j500 ca-
da um, ditos do Porto com feijao preto, amarel-
lo evermelho a 143,12 e93, cal de Lisboa em
barris a 43, dita nos alqueires a 1$600 : na ra
do Brum n. 18 e 66, armazem de assucar.
Oilo palmos de largo.
A 900 rs. a vara
No armazem da ra do Queimado n. 19. vende-
se brim trancado alvo com 8 palmos de largo,
fazenda a mais propria para toalhas, polo bara-
tissimo prego de 900 rs. a vara : vende-se ni-
camente 00 armazem cima.
Na ra do Quaimado n. 55, defronte do sobra-
do novo, loja de miudczss de Jos de Azevedo
Maia e Silva, ha para vender os seguin|es artigos
abaixo declarados :
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Sapalos de tranca de algodao a 13.
Carlas de nlflnetes finos a 100 rs.
Espelhos de columnas madeira branca, o
13M0.
Phosphoroscom caixa de folha a 120 rs.
Frascos de macass perula a 200 rs.
Duzia de facas o garios muilo finos a 33500.
Clcheles em carlao de bo3 qualidade a 40 rs.
Caixas de clcheles balidos a 60 rs.
Caixas de obreias muilo novas a 40 rs.
Frasco de oleo de babosa a 500 rs.
Dito dito para fazer cabello corredio a 800 rs.
Sapalos de laa para criangas e200 rs.
Pares de meias para meninas a 240.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320,
Massos de grampas muilo boa3 a 40 rs.
Agulheiros de marfim a 160 rs.
Caivetes de aparar penas a 100 rs.
Grvalas de seda muito fins a 600 rs.
Tesouras para costura muito finas a 500 rs.
Dilas para unhas a 500 rs.
Pegas de franja de la com 10 varas a 13-
Pegas de tranca de laa com 13 varas a 500 rs.
Felilho para enfeilar vestido (pega) I3.
Linhas Pedro V, carlao com 200 jardas, a 60 rs.
Ditas dito com 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles muilo finas a 200 rs.
Pares de meias decores para hornera muilo fi-
nas a 140.
Cordao imperial (pecas) 40 rs.
S inleressa s senhoras.
Chegaram mais de novo as bellas e desejadas
pulseiras de coral, Dngindo una cobrinha, en-
casloadas em ouro : as lojas de eurives de Se-
rafirn & Irmo na ra do Cabug ns. 9 e 11.
Pechincha em roupa feita por um dos me-
lhores artistas nacionaes, na ra da Imperairi/
n. 60, loja de Gama & Silva : caigas de ganga
franceza muito bem taitas a 23500;" ditas de brim
de linho a 23500, ditasde dito a 23, colletes de
varias qualidades, paletots de panno fino sobre-
casacos, ditos saceos, dilos de alpaca preta e so-
brecasacos, assim como roupas grossas para es-
cravos, as quaes se vendem muito em conta.
Grammaticaingle-
za de Ollendorff.
Novo methodopara aprender a lr,
a csciever e a fallar inglez em 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de instruccao,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andar.
Este estabelecimento oercce ao pu-
blico um bello e rico sortimento por
precos convenientes, a saber :
Horaem.
Borzeguins imperiaes.'. 10/jOOO
Ditos aristocrticos....... 9#000
Ditos burguezes........ 7J00O
Ditos democrticos...... 63000
Meio borzeguins patente. GgOO
Sapa Ules nobreza....... 6$000
Ditos infantes......., SflOOO
Ditos de ltnlia (5 lj2 bateras). C$000
Ditos fragata (sola dupla). 5$000
Sapatos de salto (do tom). C$000
Ditos de petimetre...... 5$000
Ditos bailarinos........ "$500
Ditos impermeaveis...... 2$500
Senhora.
Borzeguins piimeira classe(sal-
to de quebrar).......51000
Ditos de segunda classe (quebra
cambada)......., 4$800
Ditos todos de merino (salto
dengoso).........4$00
Meninos e meninas.
Sapatoes de forra. ...... J$000
Ditos de arranca........5$500
Boizeguins resistencia 4$ e 5$800
Pateo de S. Pedro n. C, arma-
zem de gneros seceos e
molhados.
Vende-se nesle novo estabelecimento sacros
com trelo de Lisboa, farinha de mandioca, mi-
Iho, feijao mulitinho e preto, gomma de mandio-
ca, arroz de casca e dito do Maranhiio de supe-
rior qualidade, doce da casca da guiaba, vinho do
Perto em garrafa do melhor que podo haver no
mercado, manteiga ingleza e franceza, banha de
porro emlatas, bolachinh.as de soda de todas as
qualidade3, cerveja preta e branca da melhor
marca, queijos flamengos frescoes, conservas in-
glezas eos mais gneros que se vendem por menos
prego do que se vende em outra qualquer parte.
Em casa de N. O. Bicber & C.
successores, ra da Cruz n. 4, vi nde-fe
Vinbo Xerez em barris.
Champanha em caixas de 1 duzia da
acreditada marca Farre & C-, vinho
de superior qualidade.
Conhac em caixas de 1 duzia.
Vermouth em ditas de ditas.
Ferro da Suecia.
Ac de Milao
Brilhantes de todos os tamanlics
SYSTEMA MEDICO DE II0LL0WAY.
PILULAS HOLLWOYA.
EsteincstimaveI especfico, composto intein-
mente de hervas medicinaos, nao contm mercu-
rio, nein algum a outra substancia delecter.a Be
nigno mais tenrainfancia, e a compleico mais
delicada igualmente prompto c segu o para
desarreigar o mal na compleico mais robusia -
inteiramente innocente em sasoperaces e e-
fetos; pois busca e remove as doenca'dequal-
quer especie egro por mais antiga's e icnazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso: conseguirn.
recobrar a saude e torgas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais allictas nao devora entregaree a dc-
sesperacao ; facam um competente ensaio dos
eflicazes effeitos desta assombrosa inediciua e
prestesrecuperaro o beneficio da saude '
Nao se perca lempo era tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades:
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Arapolas.
Areas (mal de).
Asthma.
Clicas
Convulsoes.
Debildade ou extenua-
eao.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
ousa.
Dysintcria.
Oor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre
Ditas no figado.
Ditas venreas.
F.nxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas
intermitente.
Vendem-se estas
geral de Londres n
todos os boticarios
Febre de toda a especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammares.
Irregularidades de
menstruacao.
Combrigas de toda es-
pecie.
Mal ae Pedra.
Manchas na cutis.
Obslruccao de ventre.
I'hihisica ou comsump-
'."5o pulmonar.
Retenco de ourina.
Ilheumatismo.
Symptomassecundarios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
LM1I
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem e senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
ivndos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
oSuthall Mellor & C.
ltenlo.
Vendo-se uma escrava crioula com uma cria
de 11 metes, a cscrava 6 perita engommadeira,
costureira e cozinheira, e tem todas as habilida-
des t a tratar na ra da Imperatriz n. 9, segundo
andar.
Para cabriolet.
Vende-se um cavallo muito grande, gordo e
bonito, cxcllente para um bom cabriolet ou car-
ro : quem o quizer, poder ve lo na cocheira da
ra da Guia n 3, e trata-se no sobrado d. 5,
primeiro andar.
pilulas no eslabelecimento
224, SIranJ, e na lojo de
droguistas e oulras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 00 rs. cada uma
dellas, contm uma inslrucgao em portuguez pa-
ra explicar o modo dse usar deslas pilulas.
O deposito geral c em casa de Sr. Soum phar-
meceutico, na ra da Cruz n. 22, em Peruam-
buco
Attencao.
Vende-se na ra do Trapiche Novo n. 14, ar-
mazem deAndr de Abrcu Porto, carne de porco
americana, dita de vacca, por dirr.iuutos preces,
cm barris de200 libras a 30g o barril, uma gran-
de porcao do cobre velho, composirao e caninas
de cobre, uma porro de bronze, urna porcao de
travs, e grande porgo de taboado de pnho e
de carvalho ; ludo se vende por todo proco para
acabar por estar liquidando o seu n gocio, e
igualmente vinhos de diversas qualidades, e ou-
iros mais gneros
No armasem de fazendas da
ra do Queimado n, 19.
Chitas francezas miudinhas enm pequeo loque
de mofo a 200 rs. o covado, eambraias de cores
finas a 200 rs. o covado, lencos brancos para al-
gibeira a 23 a duzia, cambraia preta com pintas
brancas a 500 rs. avara, chitas de cores fizas
miudinhas a 160 o covado, cortes de hiberia com
14 covados por 2fi500, coberlas de chita (chine-
zas) a lf800, algodo onfestado largo a 600 rs. a
vara, chales do merino eslampados a 2J500,
meias para meninos e meninas, chita fina de ra-
rnagem para coberla a 280 o covado, baloes a
5# de superior qualidade, cobertores de la a 2j
Na ra da Imperalrizn. 54, ven-
de se presunto para fiambre vindo nes-
te ultimo vapor inglez a 560 rs. a li-
bra, queijos flamengos de pratos, bo-
lacliinlia de soda a 1$ a lata.
Milho.
Vendem-se saceos de milho chegado uliima-
mente do norte, e por preco commodo : no caes
do Ramos, taberna n. 1.
A lien cao.
Vendem-se queijos londrinos muito frescos de
superior qualidade ecousa nunca vista : na ra
estreila do Rosario, armazem n. 11 ; quanlo ao
prego segredo.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
.> .


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEGUNDA FKIRA 10 DE SF.TEMBRO DE 1860.
t
DE
UMUkkm I fBffClfi fil IEUIL
Sita ua roa Imperial n II8 e i 20 junto a fabrica de sako.
L'LLIUUSAS E1M-ALL1VE1S.
DE
Sebastiao J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Cosa.
Ncste estabelecimenlo ha sempre promptns alambiques de cobre de diferentes dimencoes
de 300 a 30005) simplese dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios continos
00
Pastilhas vegetaes de Kemp
contra as lombrigas
approvadas pela Exm.* nspeccao de esludo de
Habana e por rauilas outras juncias de hygiene
i publica dos Eslados Unidos e raas paizes da A-
merica.
ferro para rodas d agua,portas para fornalhas e en vos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dinieneoes para encmenlos, camas de ferro com armacao e sem ella, fuges de ferro potaveis e
econmicos, lachas e lachos de cobre, fundos de alambiques, oassadeicas. esnumadoira< rom
Garantidas como
daveis vista, doces
passadeicas, espumadciras, cocos infallivel contra as lombrigas.
-SKS
syys

iiiiiiiililiilili-iliilliliiiiillllis
GRANDE ARMAZEM
DE
vm
teses
f5fc

'
3a
Rua Nova n. 47, junto a igreja i Con-
ceico dos Militares.
Acha-sena direccao daoflicinadeste acreditado armazem o habi.
J puramen te vegetaes, agrada- ^ artista Francisco de AssisAveliar, antigo contra-mestre do fallecido
es ao paladar, sao o remedila! ^ 'T Ftrre,ra- respeitavel publico continuara" a encon- SL
eausam H *" em dito armazem um grande e variado sortimento de roupas ^fe
39s
Machinas de costura.
N. O. Bieber & C. Successores avisam ao pu-
blico, que no seu armazem na rua da Cruz n. 4,
eslo expostos venda as melbores machinas d
coslura que al hoje tcem vindo a este mercado,
asquaespossueni lodosos melhoramcntos inven-
tados al esla pora sei os defeilos que no
oulras se ola, assim sao de conslrucciio simples
e facilita ir. o uso. A coslura fela por estos ma-
/vnnasuao leem igual cm obra de mo, um pon-
! i bonito e forte, alem de que alinhnm e roem
*>?? de todos os modos, cada caita de cosluja repre-
sa T"fil".i?_u" .1'"do ,uilr,e par gabinete de senhora.
m
>Vv--
m&
das pasli-
tigg:
Port By-
As pas-
I cheiro fedilo.nh. o estomago nejado econ- gg| f'3!U^^^!.dJe-Te;^aletotf' Casacas' H<*. calcas IH
s>j de casemira preta e de core?, ditas de merino, de princeza, de bro
gf Pardo, brancoe de cores, colletes de velludo prcto c decores, dilofde
3>3 gp'gu'o, ditosdesetim preto ebranco, ditos de merir. para
Igualmente lia machinas para selteiros, ele. Os
precos sao mdicos, e o Sr. irmingham, nge-
nheira, cnsina o uso das machinas e todas as par-
licubrfBadcs da eoiiservacao de sua conslruc ."o
no acio da compra.
Em casu i rua da Cruz n. V, acha-se, venda um grande
variado suiimentc de ferragens finas, otras de
tanociro e perlenres s. m lim por usos domsti-
cos, producios lodos da industria nerle amcricc-
na, assim como :
Arados de diversos lamanhos.
Moiulios de milito.
Machinas para coi lar capim.
Grades.
Machinas para descarocar milho.
Cultivadores e ferros de enzonimsr economices
Seus proprietarios offerecem
nua comicl.ao no nariz, lio magro se poz que'I C colhetes Para meninos de a 12 annos, camisa?, sei'culas
eu tema perde-lo. Nestas circunstancias um vi- 3QS e Gravatas pretal e de cores, Ubres par* criados A.rrl*,,
e j sinho meu disse que as pasiilhas de Kemp ti- ||P a Guart*a nacional da capital e do interior.
venile-se:
Milho, saceos grandes, 7;000.
Prelo de l.itboa 5j>.
Faltaba de mandioca 5?.
imhos ou moldes que para lal lim foremapreseniados. Recebem-se encomraendas nesle esta- i Slreel pelos unicosproprietarios D. Lanman 9
^cimento na rua do Brum n 28 A e na rua do Collegio hoje do Imperador n. Gmoradia do cai- ', Kemp, droguislas por atacado em New York
r .lo estabeleciraeuto .lose Joaquira da Costa l'ereira, com quem os uretendeiites se cod-m t!>., c i i .j J^I .
tender para qualquor obra. prcienaeutes se poem; Acham-se a venda em todas as boticas das
----------------------_-----------------------------------------principaes cidadesdo imperio.

Fcitos de en-
gmmar
DEPSITOS
Rio de Janeiro na rua da Alfandega n. 89^
Babia, Germano & C., rua Julio n. 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Suum
<& Companhia rua do Cuz n. 22.
a 5^000.
Estes magnficos fer-
ros acham-se a venda
no arma/.em de fazen-
das de Kaymundo Car-
los Lcile & Irmo, rua
da Imperalriz n. 10.
Vinio de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann Irmiios&C., rua da
Cruz n. 10. encontra-se o deposito das bem co-
nhecidas marea dos Srs. Brandenburg Frres
le dos Srs. Oldckop Hareilhac & C, cm Bor-
As melliores machinas de coser dos mais deaux. Tem as seguinles qualidades :
ajamados autores de New-York, I. De ttpaudeiibui'g 'rreS.
M. Singer & C. e Wlieeler cV Wilson. st. Esiph.
St. Julicn.
Ncste eslabelcci-
menlo vendem-se as
machinas dcstes dous
autores, moslram-se a
qualqucr hora do dia ou
da noiie, e responsnbili-
samo-nos por sua boa
qualidade e seguranca :
no armazem de fazendas St. Julien Mdoc.
do laymundo Carlos Chateau Loville.
Margaux.
Larose.
Chteau Loville.
Chateau Margan!.
De Oldekop fe Mareilhac.
St. Julien.
Lcile & Irmos rua da
Imperalriz n. 10, amigamente aterro da Boa-
"'sla.
PINDICAO LOW MOW,
Ruada Seuzala Aova d. 42.
Nesle estabelecimenlo continua a haverum
comaplntosorlimenlode moendas emeiasmoen-
dasparaeuSenho, machina de vapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os lamanhos
Dar Jt
Vende-so. emeasa de Saunders Brothers &
C. praea do Gorpo Sanio, relogios do afama
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e tsmbem rancollins e cadeias varaos meamos,
deeiccllenle oslo.
Na mesma casa ha para
vender:
Shcrry em Larri?.
Madeira em Larris.
Cognac em barris qualidade fina.
Cognac em cauasqualidade inferior.
Cerveia branca.
S;~ s\? Sf &? T-r .; .?> rvr
PVCHMffim
Escravos fgidos.
ito mm wmm
DE
UaIGA VERDAD ira e
TIMA.
LEGI
Seda dequadrinhosmuito fina covado IgObO
Enfciles de velludo com frpeo prelos o
de cores para cabeca de senhora da
ultima moda 9
Fazendas para vestidos, sendo sedas, la
e seda, cambraia e seda tapada o
transparente, covado g
Luvis de seda bordadas e lisas para se-
nhoras, homens e meninos g
Lencos de seda rxos para senhora a
25000 e 2S500
Manas para grvalas e gravatas de seda
de lodas as qualidades 3
Chapeos francezes forma moderna 8-J5C0
Lencos de gorgurao prelos 2;0
Riascapellas brancas para noivados Jj
Saias balao para senhoras e meninas $
TafelA rxo o covado 500
Chitas francezas a 200, 280. 300 e 320
Cassas francezas, a vara $500 j
GRANDE SORTIMSTO
DE
fctf-:

'i:'c *Wi
PILULAS VEGETAES
ASSLCAIUDAS
NEW-YORK
O HELHOB IlESIEDlOCOMIECIDO
Coaira consUpagSt, ictericia, n/feerdes do [gado
febres biliosa, clicas, tndigettes
enxaquecas.
llemotrlioidas, diarrhea, doencas da
pelle, irupcoes.e todas as enfermidades,
PROVENIENTES DO ESTADO IMIM lio DO SANCIE.
T.>,00 caixasdeite remedio consommem-se
annualmentel'
KtciiK>dio la natiii-c/.a
Approvado pela falcuJaJo de medicina, e re-
lommendado como o mais valioso catrtico ve-
getal de lodos os conhecidos. Sendo eslas pilu-
las puramente \egelaes, nio conlem ellas ne-
nhura veneno mercurial nem algum outronu'ne-
ral; esto bem acondicionadas era caxas de folha
j ara resguarJa,r-se da humdade. .
Sao agrad&veis ao paladar, seguras e elTicazes
era sua operacao, ura remedio poderoso para a
juventude, pubardade e velhco.
Lea-se o folheio que acompanha cada caixa,
pelo qual se ficar conliecendo as muitas curas
milagrosas que lerae&ectusdo. D. T. Lanman
& Kemp, droguislas por atacado emew York,
sao os nicos fabricantes e proprietarios.
Acham-se venda em todas as bolicas das
principaes cidades do imperio,
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na rua Alfandega n. 89,
Buhia, Germano & C. rua Julio n. 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Soura
& C, rua Ja Cruz n. 22.
Adiniraveis remedios
HffkUM,
Todas as casas de famMia, seuhores de enge-
.'.', fazendeiros, etc., devem oslar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamenlos con
os quaes se cura eficazmente as principaes mo-
Lias.
Pro rapto alivio de Radway.
Inslantaneamenle alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rhcumalismo, dor de
cabera, nevralgia, diarrhea, cmaras, clicas, bi-
lis, indigcslio, crup, dores nos ossos, conlusoes,
queimadura, erupcoes cutneas, angina, relen-
i.o de ourina, etc., ele.
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermidades cscrophulosas.chro-
nieas esyp hlilicas; resolve os deposilos de mos
humores, purifica o sangue, renova o systema;
promplo e radicalmenle cura, escropbulas,vene-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, afecces do ligado e rins,
erysipelaa, abeessos e ulceras de lodas as classes,
molestias d'olhos, difficuldade das regras das
mulhcies hivocondria, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
!rrit" sT' equili,brM fcircu,a- direi,de fa,br,car a saisa p"""*^ por-: i o 4:;ra7;m7etao misn^ssc
,;,o o sangue, n.leiramen.e vegetaes favoraveis que o segredo de sua preparacao acha-se somen- manguitos, tiras bordadas, e entre raemmu
em lodos os casos nunca occasiona nauzeas ne te em poder dos referidos Lanman & Kemp
dores de ventre.dses del a 3 regularisam, de 4 Para evitar engaos com desapreciareis combi- ros por precio comraodo, ca
nscoe. de drogas perniciosas as pessoas que qui-' servera Jar. batisado d criancas para passeio do"!^*6 P"a Te'd ** "^ "'^
zerem comprar o verdade.ro devem bem observar: a 85?, 10 e 12, ricos lencos de cambraia da Lencos brancos de cambraia. a duzia, 2.
os seguales signaos sen, os quaes qualquer ou- llnho bordados para senhoras, ditos lisos para .AiinaVinAn
ira preparar falsa; : homera por p^o commodo,'saias bordadPasai A 14 ^A \ipAR.
1'O envoltorio de foraesl gravado de um la- 3500, ditas muilo fitas a 55. Ainda lem um IAWI\ U\J 1/11 Vil
dosobuma chapa de aSo, Irazendo ao p as se-: tnho i, chales de toquira a 30, cortes de Le^Vf^
. vestido de seda de cores muilo lindas e superio- ludo por menos do que em oulras partes : na lo-
res qualidades a 100, que j se venderam a | Ja do vapor na rua nova n. 7.
NALOJAE ARMAZEM
DE
Joaquim Francisco dos Sanios.
BOA is poi&D m
Hctronte Ao Vccco da Congvcga^i\o Yetvciro \cvi\c.
! Desapparccpu no domingo 2 do correrile
I pelas 0 horas da tarde, o escravo Antonio, cabra
e idade 20 aor.os, mais 011 menos, lu-rn parecido
; corpo1 e foin.es regulares, com principio de buco,
laueilos carapml.us e um lano runo, e falla
, mansamenlc : levou vestido camisa e calca bran-
, ca, chapeo de feilro do cor jarda, um simio do
, couro com hacia e alguma roupa ; julga-sc que
, andar as viziubancas desia cidade ou que se-
guir para o serto de Pajea de Flores, d'onde 6
ulli'i ; o cilio escravo foi comprado cm 31 de mar-
: CO de I80S a Juo Jos de Carvalbo Jnior : pc-
jde-se as auloridadea poliriaesecapites de cam-
po ou qualqm-r pessoa que o poasa descubrir o
llegaren., mandando-o apresentar a seu senbor
Jos Gomes Leal, morador no Itccife. rua da l.a-
deia, casa n. 50, pntneiro andar, onde ser rc-
nerosamenie lecompensado aquelle dos capites
de campo, ou pessoa do povo que o venha ca-
Iregar.
Selim preto azul e encarnado proprio
para forros com -i palmos de birgura,
o covado
Casemira lisa de cores 2 larguras, o co-
vado
Chales de merino bordados, lisos e es-
lampados de lodos as qualidades
Seda lisa prcla e de cores propria pa-
ra forros com palmos de largura, o
covado
Kicos corles de seda prelos e de cores
com 2 saias e de babadus
irnos de gaze e de seda phantasia
Chales de louquim muilo Cnos
Grosdenaple prelo e de cores de lodas
as qualidades
Seda lavrada prela e branca
Capas de Gl e visitas de seda preto com
froco
20OO
lCO
Fugio 110 dia 2 de setetrLuo do
corrente auno, o escravo Francisco,
mulato claro, coui idade de 30 annos
pouco niaisou meos, bardado, cabel-
los pretos aneliados, onduzio urna roa-
1*wu|cadeoveIpa em que Itvou a roupa e
a gum dinheiro, assim como un cha-
peo de couro, e natural da villa do Ipu'
provincia do Ceara' : rogase ros capi-
taes de campo, autoridades poliriaes e
a qualquer pessoa a apprehemSo do di-
to escravo a entregai a seu senhor Joao
Jote de Carvalbo Montes Filho, na na
do Queimado n. 13, que sera' bem re-
compensado
I
SALSA BARIilLUA
OE
Fazendas e roupa feia
NA LOJA E ARMAZEM
DE
Joaquim Rodrigues Tarares de Mello
RUA DO QUEIMADO N. 39
EM SIA LOJA I)E Ql'ATRO POR1AS.
Tem um completo sortimento de roupa feila,
e convida a todos os seus freguezes e lodas as
pesseas quedesejarem ler um sobrecasaco bem
feilo, 011 um calc.3 ou collele, de dirigirem-se a
este estabelecimenlo que enconirarao ura hbil I
ariisia, chegado ltimamente de Lisboa, para I
l.emedio sem igual, sendo reconhecidos pelos desempenhar es obras a vonlade dos freguezes. j
mdicos, os mais mnenles como remedio infal- Ja tem um grande soriimento de palitois de ca- j
hvel para curar escrophulas, cancros, rheumalis- ; semira cor de rap e outros escuros, que se ven-'
mo, enfermidades do ligado, dyspepsia,debi*da-dem a 12, oulros de casemira de quadrinhos!
dado geral, febre bilrosa e intermitiente, enfer- da mais fina que ha no mercado a 10?, ditos;
midades resulianies do emprego de mercurio, i do merino stima 125?, ditos de alpaka muilo
ulceras e emboes que resullam da impureza do fina a G?>, ditos francezes sobrecasacados a 12, I
sangue. { \m de panno fjno a 2o, 25, e 30, sobre-
CAUTELA. jcasacas francezas muito bem feitas a35*, cal-J
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por ala- iS8Jei,af ra.ais f,Q3 casemira a 10, ditas de'
Tachase moendas
Braga Silva & C.tem sempre no seu deposito
I da rua da Moeda n. 3 A,um grande ortimeuto
|de tachase moendas para engenho, do muito
I acreditado fabricante Edwin Maw a tratar no
i mesmo de osito ou na rua do Trapiche n 4.
Vendem-se carneiros gordos e baratos: na
rua doColoveo, padaria do Icio do noile.
Quarlinhas.
Na rua das Cruzes n. l A, vende-se quarlinhas
da Babia a 8 o ccnlo e a 100 rs. cada urna sem
defoito.
Fazendas por baixos precos
Rua do Queimado,, loja
de 4 portas n. 10.
Ainda restara algumas fazendas para concluir
aliquidaco da lirmade Leilci Correia,asqu3es
se veudem por diminuto preco, sendo entre ou-
tras as se uintes:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 100 rs.
Ditas largas, francezas, finas, a 240 e 260.
Riscados francezes de cores Cxas a 200 rs.
Cassas de cores, bous padroes, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco denho muilobom. va-
a 18000."
Cortes de calca de meia casemira a 2g.
Dilos de dita de casemira de cores a 5?.
Panno preto fino a 3 e 4.
Meias de cores, finas, para homem, duzia.
800.
Gravatas de seda de cores e pretas a 1.
Meias brancas linas para senhora a 3g.
Ditas ditas muilo finas a 4$.
Ditas cruas finas para homem a 4g.
Cortes de collelesde gorgurao de seda a 22-
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 4.
Seda prcla lavrada para vestido a 1600 e 2$
Cortes de vestido de seda prela lavrada a 16.
Lencos de chita a 100 rs.
, covado, a 560.
doseda,covado
Acha-se fgido um mublo cabra de nome
Rnymundo Patricio, oficial de pedreiro e Itarbei-
ro. iui remeilido do Para em ;.btl de 1859 pelo
Sr. Manutl Jcaquim de Paria, o qual foi aqui
vevdido ao Sr Feliciano Jos Gomes, e esle se-
nhor venden ltimamente ao Sr. Francisco Ma-
Ihias l'eieira da Cosa ; lim os seguimos si"-
naes : eialura regular, bastante groeso e barba-
do, olbos amarellados, falla com desembarace,
n i rescata ler 35 a 40 annns : roga-se as autori-
dades policiacs a sua
-apellas de aljofe com lEScripres, grandes a 103 : Km o dia 1
Dnas ditas por
Dilas dilas por
Dilasdil.is por
Dilas de imuilaile por
Quadros com a imagem do Senhor Cruxifi-
cado com inscripces por baiso a 10;
15 e a
Vendem-se sarcos com mi
Cadiia do Recite n 3.
Milho novo.
10 a"}: na rua da
Alambiques de cobre de
1(> a 200 caadas.
Na fabrica de Villaca Irmo & Andrade, rua do
Brum ns. 11 e 13, tem um grande soriimento de
alambiques, carapuces e serpentinas de lodas as
dimencoes, assim como um soilmenlo de sinos
de 16 libras a 8 arrobas, e vende-se por menos
de c -
par
lodas as obras perlenienles o offleina de caldci
reiro com a maior presteza possivel.
< I>1 CiitiflL5u.(OiLSi CSi t3:
do concille evadio-se do eil-
8 genio Cacliang da freguezia da Escada, oes-
5$ cravo de nome Jos, (um os signaes seguinles :
3 ciioulo, cor fula, cabello nao muilocarapinhado,
2 lem falta de denles na frente, olbos pequeos,
i estatura regular, secco, pernas finas, de idade de
SJ i annos. pouco mais ou menos : fugio levando
uma crreme ao pescoco; tem manas de rasti-
; go as nadegas e lalve lambem as lenha as
i oslas : quem o apprehrnder ou dille d. 1 noti-
cia, dirija se ao Defino engenho a fallar rom
liauricio Xavier Carneiio da Coima, bu nesta
: praca com o Sr. Joao Xavier Garneiro da Cunha,
no largo da matriz de Santo Amonio, que sei ge-
nerosamente recompensado.
Alleneo.
o
Fuftio o escravo ciioulo de nome Jos, idade
33 annos, cr fula, cabellos carapiuhos, altura
regular, olbos pelos, nariz chalo, pouca bar
5 a 10 por cenlo do que era oulra qualquer i pcs a.P?llu>laJo-S lem f'll,a ""e denles, cujo esua-
te, quer a dinheiro ou a prazo. e concerta-e vo sal""do a procurar comprador.com o conidi-
as as obras perlcnientes 80 oflicina de caldci- 1"10"'0 ** se scnhor.Goncalo de Barros c Silva,
com a maior presteza possivel.
r>SHJl-Lift.u.IL!HiiL'i O so? t.
Seguro conlra Fogo
m 2 *
todos que sao elles os nicos proprietarios da re- aPurado a 2*> dilos de borracha a 2500, cha-
ceita do Dr. Brisiol ,lendo-lhe comprado no an- poS decastor muilo superiores a 16, dilos de se
no de 1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa
?uma lem
guintes palavras
P. T. LANMAM & KEMP
SOL AGENTS
N. 69 WATER STREET.
New-VoTl#
a purgam. Lslas pilulas sao eflicazes as alfec-
oes do figado, bilis, dor de cabeca, ictericia, n-
dgestao, e era lodas as enfermidades das mu-
lleres, a saber : irregularidades, fluxo, reten-
Qoes, flores brancas, obstrueces, histerismo, ele,
sio do mais promplo efteilo na escarlatina, febre
biliosa, febre amarella. e em lodas as febres ma-
ignas.
Estes tres importantes medicamentos vem a-
companhados de instrucres impressas que mos-
trara com a maior minuciosidade a maneira de
applica los em qualquer enfermidade. Eslao ga-
rantidos de falsificac.o por s) haver a venda no
armazem de fazendas de Raymundo Carlos Leite
& Irmao, na rua da Imperalriz n. 10, nico
agentes em Pernambuco.
Rua Nova 11. 34.
Vende-se uma porc.o de garrafas vazias.
A 1,000 rs. a arro-
ba e 40 rs, a libra
Na rua Nova n. 69, vendam-so btalas muilo
novas chegadas no ultimo navio a 1 a arroba e
40 rs. 3 libra.
Vende-se o muito couhecido enguenlo de
molar ratos e baratas rpidamente ; na casa j Rio de Janeiro rua da Alfandega n. 89
a:ostumada. na rua de Senzala Velha m 50 Baha Germano & C. rua Julio n. 2.
Vende-se a taberna do pateo de S. Jos n. D___ Z, _
51, com poucos fundos, propria para principian- l Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum,
te: a tratar na mesma. C, rua da Cruz n 22.
Camisetas para senhora a 640 rs.
Dil;s bordadas finas a 2$500.
da, dos melhores que lera vindo ao mercado a 10, Toalhas de linho para mesa a 2 e 4.
dilos de sol. inglezesa 10, ditos muitosbons a ^ Camisas de meia, uma 640 rs.
195S Hiins rM,M o j;..____4 j 1 Lencos de seda para pescoco de senhora a
.9, ditos rancezes a 855, ditos grandes de pan- | vestidos brancos bordadas para baptisarcrian-
61 gas a 5$000.
to Cortes de calca de casemira preta a 6.
, proprio para collerinhos de meninos e Iravessei- > Chales deraerin com franja de seda a 5
I ara evilar engaos com defaprec'a veis combi- ros nnroreco mmmn-tn m. Kn,j.j. ..! Cortes de caiga de riscadodequadros a 800 rs.
m
LONDRES
AGENTES
morador cm Taquaielinga] nunca mais rollara
casa, pelo que se roga as autoiidades e capites
de campo a apprebeuso do mesmo escravo c a
entrega a seu sanhor no dito lugar de Taquare-
linga, ou nesta praca a Uanoel 1/idoro de Olirei-
ra Lobo, na prensa de algodao n. 7 do Forte c'o
Mallos ; cm qualqucr das duas parles se dar a
gralificarao de 50 pela apprehensao, as>imcomo
protesla-se contra quem o tiver acolitado.
Gratifica cao.
soooo.0
I'ugio no da ti de agoste
1 nome fedro. de cOrsimi-bra
j vl^uiiuiu, seguinles : rosto redondo, a
para
Vendem-se libras sterna?, em
150, capotinhos pretos e manteletes prelos de
ricos gostos a 20, 25 e 30, os ma3 superio-
res chales de casemira eslampados, muito 6nos, a casa de N. O. Bieber&C. : rua da Cru*
8 e a 10, toalhas de linho de vara e tres quar- : n *
las, adamascadas, muilo superiores a 5, ditas! Dno TVriXrO ri Q/
para rosto de linho a 1, chitas francezas de su- liUdllUVcl lio O**
25 O mesmo do oulro lado lem ura rotulo em I perior qualidade, tanto escuras como claras a \endem-se luvas de pellica com toquo de mo-
ppel azul claro cem a firma e rubrica dos pro- j 200, 280, 320, 400 e 440 rs. o covado, ricas fo IgOOO o par, e compra-se moeda de ouro na
prieta rio?. caserairas para caiga, colletes e palitois a 4 o co- "
3 Sobre a rolha acha-se o relralo e firma |!ado' umcompleto sortimento de outrasfazen-
I do inventor C. C. Brisiol em papel cor de rosa. I das ludo se.vende Por Pre? barato, e que nao.
4o Que as direccoes juntas cada carrafa e possivel aqu se poder mencionar nem a quarta
partedellas, no enlamo os freguezes chegando e
querendo comprar nao iraosem fazenda.
tem uma phenix semelhante a que vai cima do
presente annuncio.
DEPSITOS.
Azeilonas novas de superior qualidade :
vende-se na praga da Boa-Vista, taberna n. 14.
Vendo-se um cabriolel era muito bom es-
lado, e de 4 rodas, com o cavallo gordo e novo :
na estrada nova, casa de Jos Paulino deAlmei-
da Calauho.
mesma casa.
Modernos e boni-
tos enfeiles de froco,
Na loja da Aguia Branca vendem-se mu bo-
nitos e modernos enfeiles de froco, obra de mui-
to gosto a 6, 8 e 10SOOO : na rua do Queimado
n. 16.
Vende-se uma eserava de bsnila figura, de
idade 18 annos, e um moleque de idade 8 anuos ;
a trniar na rua do Encantamento n. 11.
Vendem-se saceos com farinha de mandio-
ca a C00 : na rua da Madre de Dos o. i.
l'ugio no dia 27 de agosto p p. um escravo por
anca, e"com os signaes
eguinles : rosto redondo, alio c secro, de calc-
ica redonda chala atraz, cem pouca barba, e
11 inda muilo apressado ; levou roupa de algodao
f ; branca e azul de riscadinho, chapeo dr bala
prela e do Chile, e lem por coslumc de ir para o
j Arraial e Remedio vadiar ; por isso peco s au-
toridades policiaes e capilAes de campo a sua cap-
tura e levarem a rua Dircia n. 12, ou a rua de
Apollo n. 4 B. Jos Francisco do Reg Medei-
ros e Mello.
Fugio no dia 30 de agosto a eserava Zefeii-
na, preta crioula, um pouco fula, de idade de 13
a 14 annos, magra, bracos e pernas finas, resto
jcomprido. pcs e maos descarnadas e um pouco
, brancas, de quem padece de frialdade, o olhar
espautado, quando anda aos pules ; julga-?c
: ella eslar acontada em alguina casa,por ser intei-
, ramete nova nesla cidade por ha jouco Irrr.po
i I ler chegado de fra e nunca sabir a rua ; pro-
' i testa-se conlra quem a tiver acontado como a li i
I determina ; levou vestido de chita caborola de
6 quadros de mangas curtas, e um chales velho um
k pouco escuro, ha quem a visse no paleo do Car-
mo : roga-se sos capites de campo, autoridades
policiaes e a qualqucr pessoa a apprehensao, c
levem na a seu senhor na rua do Crespo n. 15,
que se recompensar.
SO^de gratilicacao.
Contina a eslar fgido desde o dia 4 de abril
prximo passado o prelo de nome Flix, com ida-
de de 35 a 40 annos, de nagao Mossambique, o
lem os signaes seguinles : estatura baia, cor
fula, ps um pouco 3palheUdos, lem um calom-
binho (ntre as sobrancelhas por cima do nariz,
que parece ser signal da Ierra delle ; esle prcto
Vende-se
! Formas de ferro
* purgar assucar.
i Enchadas de ferro,
g Ferro sueco. I
I Espingardas. |
Ac de Trieste. |
i Pregos de cobre de com-
J posicao.
i Barrilha e cabos.
Brim de vela.
Couro de lustre.
I PaJhinha para marcinei-
ro : no armazem de C. c
I J. Astley & C.
Altenco
i
Vende se na rua da Cruz n. 48, uma
divida iuleada por sentenca, o devedor tem servido cm diftercnies arles, pescador." ca-
j.___ 1 j 1 noeiro. catador, trabalhidor d
dizem que tem loja emnome de oulro
na iua da Imperatriz, cujo devedor
chama-se Antonio Jos de Azevedo,
Vaquetas para cobrir
carros.
Vende-se na rua da Cruz do Recite n, 64, de
muito boa qualidade e commodo prego.
e campo, e hoje
padeiro, a que perlence ; foi esciavo do Sr. Ma-
noel Francisco Duarle, e quando foge cosluma
mudar o nome para Joao, e inlitula-se forro,
lem sido visto nos arrabaldes desla cidade da es-
trada de Beberibe em. directo al a matriz da
Varzca : porlanto roga-se a lodo e qualquer que
o encontrar ou delle souber, que o pegue e leve-o
so paleo da Sania Cruz, padaria n. 6, que rece-
ber a graliQcacao cima ; assim como se pro-
testa contra quem o tiver acoutado.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO

xT.'-i1:: *.:;


m
DIARIO DE PERNAMBUCO. SECUNDA FEIRA 10 DE SETMEBBO DE 18$0.
Litteratura.
1,0 servico de
Osfilhos de Mara.
(Conclusao.)
Se quier-no permitlir descerei com o se-
nhor.
Nao. Eu eslou muiUi.bcn aqui Eocan-
a dora Anncta... lia milito totopo, que desojo es-
tar s com vosco.
Porque pois isso, senhor, diz Anneta, es-
forgando-se para occullar a sua perlurbago.
-Porque !.... Nao o leudes adevinhado... H^
do cm mcus olhos'.' Para dizer que amorfos e
que quero amar-vos sempro ..
Pensaes nisso, seuhor?. Eu
vosso to I
Anela, vos nao sois feila para servir... lu-
do era vos encanta, iutiressa.
Nao me digaes isso, seahor, nao devo raais
ouvir-vos___
E eu, quero vos anar, vos adorar toda a mi-
nha vida ; vos nao podis me impedir.
Anneta alTastava sua cadeira da de Eduardo,
que se aproximava sem cessar ; emfim, a moca
se levanta, loma urna luz e diz a Eduardo :
Scnlior, vinde, eu o-lo rogo... saiamos do
mea quarto.... saiamos do raeu quarto. .. vou
vos condu/.ir para o salo. Eduardo suspira, olha
tristemente Anneta, murmurando :
Vos me expellis; nao queris mesmo ou-
Tir-mo.. odiaes-me, pois?
A pobre moga eslava bem longe de odiar aquel-
le que lhc fallara ; ao contrario seu olhar lhe
causara urna to doce enoeo, que ella ficou em
p, indecisa, trmula, com sua luz na mo.
De repenlo um grito escapa ao mancebo : o
bonct de Anneta acabi de lomar fego. A moca
percebe sua imprudencia, bnca para o canlo o i
castical; mas Eduardo esl j junto della ; apa- .
ga com suas mos a chamma que incendiava o :
bouel e os cabellos da bella moca, cerca-Ihe a
cabeca com seus dous bracos, e enche-a de bei- |
jos. A pobre rmela se senta sempre arder, li-
nha a cabeca perdida e depois havia na tal'
familia cerlo accidento que era a consequencia
icdtspensavel dos bonets queimalos.
Pobre Annela 1 ella ludo tem esquecido em
quanto Eduardo a lem junio de si ; mas apenas
seu amante a deixa, treme de sua falta, pensa
cm sua mai o no Sr. de Marville ; lemo que a ex-1
pillam vergonhosamente, se dcscobrireui que el-
l,i tem trabido a confianoa, e passa o resto da noi-;
le n'um choro amargo, lendo passado o principio
na embriaguez do amor.
No dia segiiinlc, de manlia, o Sr. de Marville
manda chamar Anela. A pobre mora treme ;
seu amo nunca mandou chama-la, ha perlo de :
seis mezes que a lem em seu Bervico ; desconfa
que elle lenha j conliecimento do que se icm
uho_
Ah 1 senhor, quaniu sois bom !... como se-
ria feliz... se o merecesso 1. Ah meu Deus 1 se
cu nao liresse posto o fogo no meu bonet 1
Anneta chorara, assim fallando. O Sr. de Mar-
ville a escuta sorprendido; toma-a pela mo,
aproxima-a a si repelindo :
Tendes qoemadu vosso bonet?
Sim, senhor... ah I... ora essa'l .. qtiandu se
lem fogo na cabeca, j nJo se sabe irais onde se
AJ> t-aeahpr, periUa^-mc !... vosso sobri-
ha entrad, .arV^conlra minha
nlade. *- ')
Que dizeis, An\ icu sobrinho...
Elle disse que rari lava; a culpa nao m>
nha, senhor; cu senta iV?-ambem o amara....
Ah! tambem nao sua a culpa... mas hontem a
noile... elle veio... e depois meu castical conmu-
nicou o fogo ao meu bonel ; foi elle quera o apa-
gn... e enlo eu ja nao mereco o quanto fazeis
por mira.
A moca cahio de joelhos diante de seu amo,
n'um pnnto profundo... O baro pareco pensa-
tivo ; dir-se-hia que se esquecra da moca ; mas
elle repele:Seu bonet queimado.. bem sin-
gular !
De repenlo duas pessoas entram bruscamente :
Maria e Pedro, que o bario mandara chamar,
e corriam, ignorando para que seria, mas con-
tentes porque iam ver Annela.
Avistando sua flha de joelhos e banhada em
lagrimas. Maria corre ella, abraca-a, aperta-a
em seus bracos, e pergunla ao senhor de Mar-
ville que falta teria podido rommclter sua flha.
O barao se cala ; mas Anneta murmura occultan-
do seu rosto no seio de sua mi:
Ah I mamas esqueci os rossos avisos ;
tanto me havicis recomraendado [de lomar cuida-
do... eu puz fogo no meu bonct l!l
Em quanto a pobre flha confessa sua culpa a
sua mai, Pedro se conserva em um canto nao
ousando fallar nem se morer, mas duaudu gran-
des suspiros.
O baro parece rcflectir, e Maria, depois de ler
recebido a confidencia de sua flha exclama :
Ah! tambem fui culpada depois de um ac-
cidente egual... Ora Deus minha chara Anneta.
eu te perdo, porque nao quererla que fosseis
lanQada fra da casa do leu amo, como foi la
mi, a pobre Maria.
Maria I exclama o barao,reparando na pobre
mai, chamais-vos. Maria? I
Sim, senhor.
Que lugar habitareis vos?
Dammeiy.
E vossos aihos?... quera seu pai ?
Maria chora ainda, de>ois conla por sua vez a
historia de sua mocidade, de seu amor por Pa-
trona, e acaba dizendo :
Vedes bem, snihor, quo minha pobre An-
neta nao tao culpada, como fui eu outr'ora ;
por piedade, nao a lancis fora, como cu o fui de-
Maria nao poda responder; ella estar lo te-
liz; chava o pai de seus filhos ; estes compsr-
lilhavam a embriaguez do sua mi, Anneta sobre-
ludo, quo poda amar Eduardo e que ia despo-
sa-lo I
E diz-se que ella fora esposa fiel e boa mi de
familia, posto que livesse queimado seu bonet.
Pedro assentou praca, e no flm de seis annos
de servico voltou... como linha parlido. E nada
mais atonleceu de intcressanle aos filhos de
Maria.
Paulo de Kock.
Dircito criminal.
Anda a queslao da criminalidade do ebrio,
Ainda a sua sustentacao peranle o nosso di-
reito constituido.Ainda a conleslaco da opi-
nio, que faz comprehender a embriaguez na
classe daquellas enfermidades ou defeitos na-
turaes, que desmantellam as faculdades intel-
lecluacs c nullifcam a rolenle.
Seja esquecida, por estranha ao principal fim
da queslao, a corroborado da censura, que fi-
zemos ao Sr. G. de Saboia, quando tralou de in-
dagar, se o individuo, que voluntariamente che-
ga ao estado do ernio, deve ser punido ; embora
livesse tomado pelo argumentar com o que
respeito ha de positivo, que vem a ser o 2.
do art. 10 e 9. do art. 18 do cdigo criminal ;
seja sim esquecido ; porquanto todas as bellezas
rhetoricas que enroupassem a proposico, que
enunciamos no precedente communcado, seriara
inulei para o caso verlente, que 6 demonstrar
com as iuzes da jurisprudencia criminal rerda-
des, que a obscuridade de nossa inlelligencia,
conhecia-os ; quem quer a causa, diz anda
elle, qner os eTeitos ; se sua vontade nao con-
correu immediata, concorreu medialamenle ;
logo, inferimos nos, o citado csrrptor, tambem
adopta a responsabilidade do individuo, que, em-
briagaudo-se volunlariamente, commelleu um
crime. O contrario disto importa urna re-
forma na these por S. S. enunciada, to-
lo que a embriaguez completa e invo-
luntaria urna circumsiancia dirimente da
criminalidade cm face do 2. do arl. 10 do
nosso cdigo criminal. J nao mais a em-
briaguez involuntaria, tambem a volunta-
ria.
A refutacao da opinio que isenta a responsa-
bilidade no primeiro caso, dispensa a destrui-
co da que amplia a disposicao do 2. do arl.
10 ao criminoso que embriagou se voluntaria-
mente.
Vejamos se podemos atlingir esse feliz re-
sultado.
Mas antes disso queremos offerecer ao Sr. G.
de Saboia urna distineco de loucura e embria-
guez, que ser acceiia, como esperamos, deve
boquear necessariamente a opinio que faz
comprehender a embriaguez no 2. do citado
artigo
A loucura um desarranjo completo das fa-
culdades racionaes, em virtude do qual nao pode
o louco concatenar seis pcnsamenlos : nesse es-
lado acha-se elle com sua actividade no maior
desenvolvimenlo, isto tem toda a liberdadc di
obrar, da qual usa impetuosamente ; lauca mo,
por exemplo, do urna faca, dirge-se um seu
seraelhante e mala.
A embriaguez completa tambem um desar-
ranjo das faculdades do espirito, era virtude do
qual obra sem conliecimento de causa : nesse
estado, porm. nao lera actividade alguma ;
um ente inteiratnentc passiro fica prostrado.
tocou a campaiuha ; a sua aia Virgina che-,livrar das vjsirihS! Aposto, Virginia, que falla-
toda a pressa^e lea algunas informagoes^ | ram das visi,8S do senhor Dortjgny?
, E' verdade interpretaran essas visitas l
sem aquello potente auxilio, enrolreria n'um si- sem poder suster-se de p e finalnetile dorme
lencio o mais criminoso acerca da refutacao in- tal a embriaguez completa que lhe tolhe a li-
scrla no Diario de hoje : anima-nos a clareza; berdade de obrar.
A incompleta que poderia encoraja-lo ; mas
essa nao dirime a criminalidade, porquanto nao
rouba toda a lu razo.
E' occasio de fundamcnlarmos a proposico
que foi interrumpida pela precedente dislincc'o ;
e para o conseguir nos soccorremos ainda dos
tres requisitos do 9 do art. 18 do nosso cdigo
criminal, cm que nos escudamos de outra rez,
porquanto o Sr. de Saboia inrocou para sua
defeza, embora nada mais fuesse que desenvol-
ver o nosso raciocinio.
Urna rez que o Ilustre rotulador j reconhe-
ce, que, quando a embriaguez procurada para
animar a perpetrarlo do crime, deve ser consi-
derada urna circunstancia aggraranle, porque,
da disposigo de mesmo 2." do arl. 10 e 9.
do art. 18. coja uterprelago pomos feila pa-
rece ler merecido de nosso Ilustre contem-
porneo a imporiancia dezero.
O espirito que vive no organismo de nossa le-
gislaco criminal, recommenda, que entendamos
o aceitemos todas as suas disposices litte-
ralmente ; por isso que materia slricti ju-
ris.
Para corlar maior desenrolvimento queslao
da criminalidade do individuo voluntariamente
embriagado. Insta tirar desse axioma a conclu-
sao de que a imput3bilidade contida no 2. do
art. 10 respeito dos loucos de todo o genero
negativa ao individuo quo no estado de embria-
passado enlre ella e Eduardo ; diz consigo :- pos da minha culpa
cerlameote vai pr-me fora. Apezar disso cora- 0 bara0 lem dado allenca0 a narrara0 de Mara
pre as ordens do baro, decidida a nao ajuntar a
mentira falta que commetlera, O Sr. de Mar-
rillo est assentado em seu escrplono, quando a
pobre moca appareceu, seu reccbmenlo menos
severo que de ordinario ; mas Anneta nao nota
isso, nao ousa leranlar a vista para elle.
Aproxima-vos, Annela, diz o barao, quero
conversar comvosco. Ha seis mezes que entras-
tes para minha casa, e desde esse lempo s tenho
motivos para louvar-vos ; minha casa 6 perfei-
tamente adiministrada, leudes estabelecido aqu
a ordem, a economa ; todos da casa vos elogiara...
Desejo recompensar tanta dedicarlo.
Anneta ouvia com sorpreza, porquanlo espera-
ra urna reprehenso ; mas os elogios que se lhe
acabavam de fazer eran peniveis e augmenlavam
seus remorsos.
com urna viva emoco ; por rezos occullou o seu
roslo as suas mos. Lugo que Maria acabou de
fallar, Eduardo entra em casa de seu lio Elle
fica interdicto vendo Annela em lagrimas, c duas
pessoas, que lhe sao eslranhas.
Eduardo, diz o baro de um tom severo, se-
dusisteis esta moca ; ella acaba de fazer-me a
confsso da sua culpa.
Meu to !
Abusasles da fraqueza e de terror desta me-
nina... nada vos pode dcsculpar.
Meu lio, adoro Anneta.
Nesso caso, senhor, s tendes um meio de
reparar vossa culpa.
guez tiver commellido crime ; porquanlo o co-|como dizem Orlolan e Dalloz, revela maior per-
digo nao falla dessa pretendida especie de lou- i vcrsidaJe na intenco do delnqueme, resta co-
cura em nenhuma de suas partes, e nem a po-j nbcpr que, cm vi-"ta desse requisito que exige
deria incluir no 2, sem vir professar um | que a embriaguez nao livesse sido procurada
erro, em confundir urna enfermidade com o pelo delnqueme como meio de o animar per-
vicio. petraco do crime, ella circumsiancia ate-
Enlendemos que a inania ou o desarranjo com- nuante e nao justificativa ; porquanto as ex-
ploto das faculdades respeito de todos os ob-1 presses desie requisito equivalen dizer-
involunlariamente embria-
juctos; a monomana ou a allucnaco da razo
acerca de um s ; a imbecilidade ou a obliiera-
c.io das faculdades ; o somnambulismo ou o mys-
leroso exorcicio da inlelligencia durante o soni-
uo, que sao as especies de loucura, de que
falla o 2." do art. 10 : todas ellas rerelam
maior ou menor grao de alienago mental, po-
rm motivada por differenlo causa, manifestada
por diferente modo.
O homem pode nascer sem a faculdade de ra-
ciocinar, sem inlelligencia c sem memoria ; p- 9. do arl. 18 pode servir para
de mesmo perde-las na poca da decreplude, opinio que S. S. emitle, de
Minha flha, creio ler adiado o meio de
s r-vos agradavcl, replica o baro, tenho tomado
Ordcuai.
E' desposa-la.
Desposa-la diz Eduardo observando o Sr.
de Marville para ver se se illudia.
Sim, biada o baro correndo para junto de
informaedes a vosso respeito... Sei quo amaos I Maria, porque Anneta minha flha, Pedro meu
extremosamente vossa mi o vossa irma, que se filho... Mara... pobre Maria reconhece em mim
acham era Pars, aonde vss os suslentaes.
Que senhor, vos sabis?...
Sim, miuha flha, isso ao menos o que se
me tem dito ; isso verdade?*
Oh sim, senhor, amo muito minha mai e
Pedro; riverjunto delles seria lodo
sejo.
aquello que teseduzio e depois lo abandonou lo
indignamente... Patrona, simples soldado en-
lo... depois official... e general. Avanca-se
de pressa no servico do imperador ; foi lamben
elle quem me fez baro. Tudo isso me fez es-
o meu de- quecer a joven de Danimcry. De volla para Pa-
rs, despose urna rica mulher... nao fui feliz...
Pois bem! cu quero satsfaze-los. Toma-
linha mullas vezes remorsos, pensara em Maria.
rei vossa mi, c ella ros ajudar nos rossos tra-, Tendo ficado riuvo, mandei tomar inforraacoes
ijalhos. i tuas, mas j turnas doixado havia muito lempo
Ser possivel! Uammery ; ninguem mo pode dizer que fim ti-
Sim E rosso irmao tambem ser empre- ; veste- Pobre Mari;i' cu lc encontr emfim, e
gado na casa. e minha flha que ha seis mezes se acha to per-
Ah 1 senhor, Pedro nao sabe fazer cousa | *o do mim !
em que pralica actos proprios da loucura ; mas
por urna lei invariavcl da nalureza, qual a de-
bilidade, que o reduz urna longa serie de an-
nos : pode a privaco desses dous, que come-
cam a fallar desde obergoat o tmulo, ser to-
tal, pude dizer respeito um s objeclo, pode
ser com furor ou sem elle, e por isso que so
lem chamado urnaloucura, outramono-
mana, aquellamana pacifica ou delirante,
ele.: entretanto assim nao acontece com a em-
briaguez : o louco nasce, ou o por urna causa
estranha sua vontade, e neste caso eslo o
maniaco, o monomaniaco, o idiota e o somnm-
bulo : o ebrio porm faz-se, e como tal nao pode
gozar do favor do 2. do art. 10.
A fiexbilidode daquelles que sustentan a opi-
nio contraria, vai precipitar se no absurdo de
irresponsabilisar o individuo, que, lomado do
urna paixo violenta, de urna colera, viesse
perpetrar um crime ; sim, porque a colera no
seu maior auge merece mais o epilheto de lou-
cura que a embriaguez ; o enlo o que seria da
soceda'de, o quo seria dos Retiris, por exem-
plo, quando contemplassem o corpo exanime de
um prente, que foi victima da louca colera de
uminimigo?
Comprehendemos que, quando o legislador es-
tabeleccu a irresponsabilidade dos loucos, quiz
que ella regesse a differentes hypotheses; mas
essas hypotheses sao a mana, a imbecilidade,
etc., e nao a embriaguez, cujos elTeitos podem
ser anlogos aos in loucura. sem que desla pos-
sa ser especie ; porque mesmo a medicina re-
pelle tal confuso.
Vamos agora chegar um ponto, em que o
Sr. G. de Saboia apparece, sentando da respon-
sabilidade mesmo o que embriagando-se volun-
se : o delinqueente
gado, etc.
Assim tambem, quando o cdigo exige que o
delnqueme nao livesse formado antes da em-
briaguez o projeclo do crime, para attenuar a
pena, quer dizer por outras palavrasque o em-
briagado livesse involuntariamente perpetrado o
crime.
Anda no terceiro requisito concorda o Sr. G.
de Saboia comnosco ; porlanto, como que o
fundamentar a
que a embria-
uez involuntaria dirime a criminalidade ?
Sem temor de ser contrariado, esperamos po-
der provar de outra vez, que lanto no 2." do
art 10, como no 9." do art. 18, segundo a nos-
sa opinio, que se achara verdaderamente es-
labelccidas as bises da criminalidade que fazem
objeclo do art. 3." de nosso codigs.
Por muito oceupadocom outias obrigaces, fi-
camos aqui.
Recite, 4 de setembro de 1860.
Januario Montenegro.
0 plaueta e seus satelliles.
Em geral as vuvas sornogas e bonitas.
Vai j enterromper-me, madama de Saverny ?
Que duvida I Inlerrompo, sim senhor. Acho
singular esse principio acerca das viuvas.
Hontem, censurou-me o desfecho, hoje cen-
sura-me o comego. Sou um narrador bem infe-
liz pelas extremidades.
Explique-nos oato, senhor, a sua Iheoria
sobre as viuvas, e nao estabeleca como principio
inconleslavel, como artigo de f, que todas as
viuvas sao mogas e bonita'.
Minha senhora, se nao fossem nem mogas
nem bonitas nao seriara viuvas; eis o que posso
dizer hoje, esperando um comraenlario revela-
dor... E depois essa Iheoria nada lera con a mi-
nha historia. E porlanto, contiuo... A Sra.
Gertrudes Dubuissons era viuva...
Isto moca e bonila, interrompeu a con-
dessa.
Inconteslavelmenle, minha =cnhora. A
nossa viuva habitava o seu caslello em Sena e
Mame, onde faria todos os esforcos para conso-
lar-se da vuvez com o aborrecimento domestico
Em pouco essa vida lhe pareceu inloleravel.
pois
gou
sua ama. O afogado nao tinha norrido ; esta-
van a trala-lo ; o seu estado nao era desespe-
rado. .
Mas porque razo esse mogo escolheu o
neu tanque para se afogar to desastradanente?
perguntou nndama Dubuissons.
Hei de Ih'o perguntar quando lomar si,
respondeu Virginia sahindo.
L comsigo a linda viuva eslava conlenlissimo
com a distraego. Eslava s em um castello im-
menso e deserlo ; conhecia a inclinago de Ires
. velhuscas, suas risnhas, para a maledicencia,
fugia das companhias para conserrar sua boa re-
pulacao de rieres, 6 espera de cousa melhor. A
gente de Sena e Mame muito m lingua no
rcro.
Nao ha ninguem como elle para fazer destas
reflexes, disse a condessa.
Constato um fado topographico e moral,
continuou Octario ; o que seria a historia sem a
refiexo philosophica? Continuemos.
O mogo afogado tornou si, mudou de roupa
com o rendeiro, agradeceu framente aos seus
salradores, como quem nao estara muito con-
tente por ter sidosalro, e encaminhou-se para a
grade do parque. Quando ia sahindo cnconlrou
um criado, que lhe pedio fosse ao castello. Elle
hesitou um instante, olhando para a fateota gro-
tesca que lhe dera o rendeiro. fez urna pantomi-
ma que significara : ora o que me importa ?
o deixou-so levar al presenca de madama
Dubuissons.
Senhor, disse-lhc a moga cora esse tom de-
sembaracado que a riqueza e a vuvez do, feli-
citome antes do tudo por v-lo livre de pergo,
mas quizera saber por que razo deu preferencia
ao meu tanque, havendo por aqui porto tantos
outros ?
Minha senhora, disso o ex-afogado, foi o
primeiro tanque que achei. Precisava morrer.
Na sua edade 1 Soffreu enlo alguma grande
desgraga ? o
Nao, minha senhora. Una desgraga liga-
nos vida, interessa-nos ; eremos senpre que
depois della ven a felicidade, e vvenos desta
naneira cem annos, com emoco. O meu suici-
dio tinha um motivo bem simples; eu eslava
aborrecido desle mundo.
Mas provavelmente, senhor, continuar
aborrecido araanha, depois d'araanha e en-
lo? ......
E' nevilavel, minha senhora, e enlo tor-
narei comegar.
No meu tanque ?
Ou em outro qualquer, para mim o
mesmo.
O mancebo ainda tinha no rosto a pallidez da
norte, e anda que estivesse vestido cono ren-
deiro da opera cmica, conservava ainda vanta-
gens de mocidade muito notaveis,' mesmo para
urna viuva que tinha raedo das hnguareiras ve-
Ihas do seu departamento.
Na realidade o senhor, disse a viuva com a
voz ligeiramente commovida, forga-me tomar
cuidado era si. A religio e a minha consrien-
cia prohbem-rae de abandona-lo. Assim jurar
que ha de vir fazer-me urna visita lodos os dias,
at sua completa cura.
Madama Dubuissons tinha esse altraclivo fas-
cinador, que acompanha todas as viuvas ; torna-
va-se urna Circe castellaa fazendo esse gracioso
convite. O mancebo olhou para ella ; um pra-
zor desconhecido perpassou-lhe a alma ; balbu-
c mi algumas palavras, e afina! de cotilas pro-
raetleu fazer o que lhe pediam.
Charao-mo Vicente Dorvigny, disse elle,
sou orpho ; tenho onze mil libras de rendi-
mento, o minha casa de campo fica muito porto
do caslello de V. Exc.
Como I disse madama Dubuissons, pois,
alen de outras rantagens, tem onze mil libras
de rendimenlo e a rida lhe pesada ?
O valor da minha fortuna, disse Dorvigny,
tambera tinha parle no meu incuravel aborreci-
mento. Esses onze mil francos, que nao concor-
dan con os doze nezes do auno, irrilan conti-
nuamente-o meu systema nerroso.....Entretan-
to, j que V. Exc. tere a boudade providencial
de testemunhar-rae alguna inleresse, vou fazer
esforcos para viver, o carregar esse fardo que
esta manha tinha deposto no seu tanque.
Trocadas mais algumas palavras de civilidade,
a
seu modo.
E' inpossivel que a gente viva neste mundo
cono quer.
Nio, minha senhora, preciso river como
querem os outros.
E se os outros seaborrecem?
Aborrece-se a gente tambem.
Virginia, deve-se sempre fazer algumas con
cesses ao mundo ou entrar no convento. Na
realidade estas visitas do senhor Dorvigny, com-
quanlo muito innocentes, nao parecem s-lo. O
mundo, aflnal de contas, nao exigente, con-
tenta-se com as apparencias. Commelta qualquer
quanto crime quizer, porm oceulte-os bem, que
o mundo lhe dar um premio do virlude... Se
Messalina nao se apresenlasse tao publicamente,
dar-lhe-hiam o premio de rosa... O mundo tem
razo; quem erra sou.eu ; as tres megeras esto
no seu direito. Hei dereformar-me.
Faz-me tremer minha senhora.
Nao tremas Virginia. O meu plano de con-
ducta muito simples e nao tem nada que as-
susle. Vers... Quiz como sabes, fazer urna acgo
boa.... Quiz salvar a vida 5 um louco Aqui es-
t a recompensa Neste mundo to mal organi-
sado, a virlude que se ostenta era publico mais
prejudicial reputaco do que o vicio que se
commeite na sombra.... Oure, Virginia ; conhe-
ceso Sr. Baralier?
O nosso vsinho? Cohheco muito.
Quero servir-me delle para moralisar, aos
olhos do mundo, as visitas do senhor Dorvigny.
Senhor Baralier deve estar muito aborrecido;
far-lhe-hci contrahiro habito de vir minha casa
s horas en que vem o senhor Dorvigny. Sahiro
juntos e o mundo dos espides talrez fique con-
tente.
E' boa idea.
O senhor Baralier j lem muito mais de cinco-
enta invenios; ten cabellos brancos; um tanto
tolo ; conselheiro municipal; cultiva bichos de
seda; tem presumpges de ser muito entendido
em horticultura; "segutido lenle da guarda
nacional.
O senhor Baralier goza da eslma e respeito dos
seus concidados, como dizem os jornaes. E'
o satellilc de que preciso. .. Escrerer-lhc-hei um
bilhetinho... nao, lhe escrercra... Virginia, irs
essa delle, e dir-lhe-has que desejo pedir tira
conselho sua experiencia agrcola amanha s
duas horas. Servir-me-hei de qualquer pretex-
to ; fallaremos en bichos de seda. E' um as-
sumplo incxgolarel. Apenas coraegada esta cou-
rersa, nao acabar mais Adiaremos sempre a
discusso para o dia seguinte.
Ah! espero, minha senhora. que desta rez
as tres reihas nao acharo o que dizer. Vou nes-
te andar casa do senhor Baralier.
Tudo sahio medida dos desejos de madama
Dubuissons. O senhor Baralier fez a primeira
visila em uniforme, c mostrou mesmo utna soli-
clude que regosijou a joven viuva, e fez augu-
rar bem das suas assiduidades. quolidianas, tao
uecessarias ao repouso domestico de madama
Dubuissons. Infelizmenle Baralier nao tinha si-
do feio nos seus tempos e Uvera seus louvores
por essa causa, louvores que lhe foram dados
por suas irmas o mai desde os quinze annos at
os trinla e cinco. Nao tardou, pois, suspeitar
algum myslerio no convite agrcola de sua visi-
nha. (Conlinnar-se-ha.)
Variedades.
tariamente, perpetra um crime : S. S., querendo
destruir a conclusao que tiramos por idenlidade Madama Dubuissons consolo-se, mas continua-
de razo respeito do embriagado voluntaria- va a andar aborrecida. Em certa manha de no-
mente, invocou a resposta de Filangire, que,
longe de servir para irresponsabilisar o indivi-
duo de que se trata, fortifica a opinio opposta,
vembro, s dez horas, dous camponezes foram
pedir-lhc licenga para deitarem no laranjal do
castello o cadver de um mancebo que linha-se
alguma.
Acharemos sempre rauilos meios de ulilisa-
lo ; mandei j buscar vossa mi. Hoje mesno
vossa familia vira habitar comnosco.
FOL.HETIM
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
Anneta, Pedro,vinde sobre meu corago... Ah !
vos nao ne deixareis jamis, e me ajudareis
fazer esquecer vossa mi os males que tem
so (Trido.
Isto lizcmos em 1853, e enlo, depois do apre-
sentarmos urna serio de refiexos que proravam
; nao s, a necessidade desla creago, como de
i um regulamcnto que organisamos, bascado no
i francez, que delerminasse a inspeceo peridica
; das machinas vapor nado ou em torra, disse-
mos o seguinte :
A creago de escolas de machiuislas, para
nellasse ensitiareni aos nossosjovens patricios os
conhecimentos necessarios, deve ser quanto an-
tes deci ciada.
Sement desto modo, d'aqui al poderemos le bous machiuislas nacionacs, que
noslivrem dos estrangeiros. que servem na nos-
sa marinha, a maior parte dos quaes, como j dis*
sernos, nao passam de acaudados prlicos, inca-
A semana que escoou-se no incommensuravcl pazes de proridenciarem n'um momento critico e
abysmo do passado, foi agitada e frvida ; Irou- especial, comprometiendo desle modo a salvacao
xe quasi toda a populago dessa cidade, ordina- do navio e das pessoas.
riamenle to calma, cm ebulico, em continuo Estas escolas devem ser eslabelecidas as
ruoviraonto. j provincias do Para, Pernanibtico, Babia e Rio
E havia motivo para tanto! O povo foi chama- Grande do Sul, filiaos de urna central na corle.
RESErrlA HARlfIWA.
XXXIII
StMMvnio.O rclatorio do Sr. ministro da mari-
nha.l'erda do brigue de guerra Calliope.
islo corrobora a opinio que considera impu deitado afogar no tanque. Urna emogo sem-
tavel o aelo praticado por esse individuo quo, era
briagado voluntariamente, violou a lei.
Aualysemos as palavras deste criminalista : o
homem que se acha em tal estado nao conhecc
o fim, nem os meios, mas, antes de ficar assim,
pre bem vinda n'um castello.
Como exclaraou ella, pois houve quen es-
colhesse o meu tonque para se afogar Hei de ir
queixr-me ao Sr. maire.
Entretanto concedeu a licenca. Urna hora de-
Vicente Dorvigny despedio-se da viuva que o
acompanhou at porta.
No dia seguinte, o manceb) foi entregar ao
rendeiro a roupa emprestada, e fazer segunda vi-
sita madama Dubuissons. A conversa foi mui-
to alegre para urna viuva de quatorze mezes e
um afogado da vespera. As visitas foram-se suc-
cedendo hora respeitavel do lunch, como di-
zem os Inglozes.
Um dia, Virginia, a aia, enlrou no quarlo de
sua ama, com o rosto irritado, em quo pareca
vir impresso o cunho do urna discusso viva e
recente. Nao ha nada que escape s mulhercs,
principalmente quando sao viuvas.
Virginia, disse madama Dubuissons, tcns o
quer que seja, ests com acara muito enfarrus-
cada.
Minha senhora, cstou com raiva das tres ir-
mas Vellaumet, aquellas megeras do Vallcc au
Thym.
E o que te fizeram essas megeras?
A mim, nada. Fallaran.
O que queras tu que fizessen tres vclliar-
ronas daquellas no Valle au Tliyn?
Que zessem o quo quizessem, mas que
respeilassem o prximo!
De que prximo fallaram ellas?
Da senhora.
E o que disserara?
Mil horrores! O que diem as ve'.has das
mogas.
Ah meu Dous da minha alma! quem nos
do nella excrcer urna das suas mais nobres
prcrogativas; mostrar-sc digno do fado gran-
dioso que nos recorda o dia 7 de setembro, esco-
lhendo com criterio os seus juizes, e os cidados
que deven compr a sua muncpalidade.
A Resenha Martima nao parlccipou deste mo-
vimenlo, conservou-se na esplera que lhe pro-
pria, como observadora, que investiga e cstuda,
que nao se iolercssa pelo triumpho desto ou
d'aquelle parlido; porque, como o disse Lamar-
tine, na poltica humana, ella nao ve seno ideas,
c nao nemes proprios, e no Brasil, nesle paiz de
encantos, c de liberdade, ninguem pode deixar
de ser liberal, ninguem deve ser aecusado de cor-
cunda.
O carcter do povo brasileiro, um sentmento
nelle ingnito, sua dogura habitual, o a nossa
educago repuliera a tendencia para este espi-
rito.
Affirmar o contrario agugar urna arma de
dous gumes, perigosa, porque tere al o proprio
que a maneja, e que de nenhum provcilo pode
servir ao paiz.
Nao se aventure, porm, pensar-se que, ella
indifTerenle ao resultado desto grande pleito
nacional, era que se debaten os mais charos in-
te rossos da patria.
Fra por denais arriscada esla conjectura.
Conservondo-se estranha lucia, em posigo
completamente neutral, a Resenha s pode
Deus que inspire o povo no exercicio do grande
direilo que aconslituigo lhe garante, para que
seus cscolhidos, fazendo o sacrificio de
As despeas que o governo fizer com estes
uleis cstabelecimenlos, sero productivas, c em
pouco lempo o paiz conhecer quanto lucrou
cora ellas, ainda que lenha feilo algum sacri-
ficio.
Ao vapor est incumbida a gloriosa lareta de
povoar dossqs deserto serios, de civilisar nos-
sas povoagOes, cspalhadas por nosso extenso s-
lo, de un-las, e levar-lhes tolos os elementos
sociaes de riqueza, donde resultar a prosperida-
de do imperio, o desenvolvimenlo do gigante
americano, que ora est despertando do longo
somno que lem levado. Seja nosso abengoado s-
lo coberlo de innumerarcis cania do forro, se-
melhando urna extensissima rede, sejam nossos
mageslosos rios sulcados por grande numero de
rapores, seja este magnifico agente empregado
cm melhorar nossa agricultura e nossas fabricas,
e rremos ainda em nossos das, o Brasil eleva-
do ao apogeo, espantando ao mundo, que j o
contempla admirado, com esta rpida elevaco ;
reremos anda nossa formosa patria, no reinado
do Senhor D. Pedro II, nosso adorado e Ilustra-
do Monarcha, cumprindo os altos o brilhanlcs
destinos, que lhe eslao reservados.
Das escolas que projectamos, sahiro modes-
tos operarios desla giandeza, que ajudaro as
i outras classes da sociedade neste patritico Ira-
' balho
Ellas nos forneccro, em pouco lempo, ma-
chinistas habis c sufiicientes ao nosso servico.
Ao brasileiro sobeja inlelligencia : estamos
cerlo que aproveilar no vasto campo dos estu-
e as machinas
mesqm-
nhas paixes e interesses do parlido no aliar da dos, que lhe proporciona o vapor
patria, se elercm altura da misso quo lhes [ por ello moridas.
conferida; estorcem-se para cicatrizaras suas I O regulamcnto, lo allnente reclamado, para
feridas, para inlroduzir nella os aperfeigoamen- o exorne dos machiuislas e vistorias das barcas
vapor, cora o fim de evitar a reproduegao de si-
tos da industria, da agricultura e da marinha,
com o que conseguiro dar-lho riqueza, tran-
quillfdade e bem estar no interior ; respeito, al-
lenco c amizade no exterior.
Um dos nossos priniciros passos quando lite-
mos o arrojo do disputar un lugar as illeiras do
jornalisno, foi propr a creago do escolas de
nachinislas no Rio de Janeiro, Baha e Pernan-
buco, para habilitar un pessoal nacional, que
nos fa'la ainda, nesta ulil o lucrativa profisso,
en quo nos achimos por ora em nuila depen-
dencia do estraogeiro.
nstros dolorosos, nao se fez esperar. O Exm. Sr.
Faranhos o expedio no principio de 1854, sendo
ministro da marinha.
creago das escolhas, porm, nao succedeu o Exc.
mesmo.
Eslava reservado ao Exm. Sr. Paes Barreto a
gloria do ligar seu nome esta instituido, esta-
Quando a posteridade tiver "do dar urna sen-
tonga sobre a admimstrago do actual ministro da
marinha, por sem duvida que lhe levar em gran-
de conla este acto, que a torna saliente.
E' verdado que se pode por ora julgar islo um
ensaio, mas os resultados ho de ser to profi-
cuos, que elle se radicar, e lera o desenvolvi-
menlo conveniente em muito pouco lempo O
passo principal est dado : nossos compatriotas,
alistando seus Olhos as companhias de apreo-
dizes artfices de nossos arsenaes de marinha,
lhes do urna posico certa no futuro ; tornamos
cidados uIps ao paiz, e creara una nova gera-
gao laboriosa e norigerada.
Nellas, alm dos diversos officos que se 1-
gam conslrucgoes dos navios, aprendidos com
o concurso da sciencia, que lhes lo valioso,
podom elles fazerem-se constructores navaes, e
machinislas das fabricas, c dos navios movidos
vapor.
Km troca desta educago, gratuitamente conce-
dida pelo estado, na qual, par e posso que o
alumno moslra apmveilaniento, ten urna remu-
nerago pecuniaria do estado, era justo que
este pertoncesso parle do lempo do operario,
quando formado, que rence comtudo, enlo con-
forme sua classo.
Por isso, mu bem estabelecida a disposicao
do regulamcnto que obrga aos alumnos das es-
colas de machinislas nacionaes servirem por 6
annos na marinha de guerra.
A escola creada na corto est cargo de um
dos directores das officinas de machinas do mes-
mo arsenal, que o governo designar.
Pura quem conheco esles dous diredores, que
sao, osdislinclos senhores primeiros tenentes da
armada Antonio Gomes de Mallos e Carlos Bra-
connol, que naturalmente lero tido urna grande
parle nesta creago, a escolhadogorcrno com-
pletamente udilTerentc ; porque, recahindo em
um, ou en outro, senpre boa ; risto quo aquel-
les senhores renen a maior soroma de habiliu-
ges possiveis para desempenhar esta tarefa ; o
que foi apregoado pelo Sr. Peno, proprietario do
maior e melhor estabelecimcnlo de machinas, na
Inglaterra, onde elles se applcavam ao esludo
desta ospccialidado, e lem sido reconhecido por
lodos os nacionacs profissionaos, e pelo proprio
governo na inlelligenle drecgo da nossa grande
officina do machinas do mencionado arsenal.
Sobrando-lhes, porm, habililages, collocados
neste ponto sem rtraes no imperio, tememos que
lhes fallo lempo para so dedicirom esle cnsi-
no. Comtudo, elles teem bastante patriotismo, e
faro todo o sacrificio possivel para corresponde-
retn s inlengcs dogorerno, que, impondo-lhes
esta ora obrigago, deu-lhes mais una prora de
aprego, que cortamente eslimaro ter recebido.
Falla agora quo o Sr. ministro da marinha com-
plete sua obra, creando nos demais arsenaes es-
tas escolas, como lembramos. E' de esperar que
S. Exc. assim proceda, e nesta confanga passa-
mos fallar de outro assumpto do relatorio de S
lua fesla para a Sicilia.
( Conclusao. )
Vou concluir, dando-ros una idea nais com-
pleta do circo de Milo, e descrevendo-vos o as-
pecto quo elle apresentava n'um dia de testa do
anuo passado, depois da victoria dosalliados.
Em torno do immenso oral do circo ha, como
j disse, urna especie de fosso ou canal cheio
d'agua ; desse fosso pode sabir em do/.e horas,
em virtude dos tubos que ah v3o ter, agua bas-
tante para inundar o circo, que assim se torna
n'um lago esplendido. Alise fazem regatos, ope-
ram-se abordagens, simulam-se combates na-
vaes. Ainda o anuo passado fingio-se um desses
combales, como se haviam dado na frica, para
dar-se prazer aos nossos soldados, que acharam a
invenco muito de goslo, e applaudram-a al
nao poder mais. Depois seguio-se a caca do gan-
sos e patos selvagens. De lempos em tempos sa-
bia d'agua um turbilho de chammas seguido do
estampido de um tiro de peca. Era um espect-
culo magnifico"e raro.
Supponho que a idea do circo de Milo parti
de Napoleo I, ou pelo menos elle a adoplou ;
foi elle quem ordenou a sua construego em
1805, inaugurando-o com urna fosta naval era
1807, segundo me parece. Milo nao possue ou-
tro rio alm do canal o Kaviglo, o qual sepa-
ra a cidado dos seus arrabaldes. Faz ah pelo
esto um calor abrasador. Foi, pois, urna idea
feliz essa de combatos naves, e testas n'agua.
Falla Paris urna construego como o circo de
Milo. Nao digo que se trate de construir um
amphithealro com os immensas proporcoes ar-
chiiectonicas das de Roma, Verona e Nimes.
Basta um como o de Milo, que foi construido
cm dous tres anuos, augmonlando-sc um pou-
co as dimenses quanto altura, para que se
consiga ler um circo, era que possam caber
60,000 homens. E' verdade que para Pnris
muito pouco; mas um tal monumento poderia
ser til em muitas circunstancias.
P. S. Esquecia-me dizer-vos que, feitas to-
das as despezas, a fesla de hontem devora render
para a Sicilia uns trinla mil francos.
A. Eroan.
( Presse. Silreira. }
Quando, obedecendo ao impulso de una gran-
de idea, provamos do urna mancira evidente, em
belecendo por decreto de 3 do margo ultimo, urna i Resenhas anteriores, a decadencia do material e
escola ia machinislas no arsenal de marinha da' do pessoal de nossa marinha de guerra, sem nos
corle, onde, segundo os estatutos, podero ma-] Curiados drde por to patcnic as nossas ma-
tricular-se al 40 aprendizes e operarios do mes- sellas nesle importante elemento da nossa torga,
mo arsenal. porque queramos provocar, como provcanos,
medidas salvadoras, declaramos que nao tinha-
mos corpo de ofieiaes marinheiros ; porque nao
rucreciam a honra desla denominaco os que ac-
tualmente o conslituiam, composto, na maior
parte, de homens iucapazos de elle pertonce-
rem, quer por falta de hablitages, quer por ex-
cesso de vicios, nos quaes a pederasta, a em-
briaguez, indicios bem salientes do falla de brio,
eram as qtialidades predominantes.
O governo imperial convencido da necessidade
de laucar seus olhos para esta parte do pessoal
de nossa marinha, para o qual nos e outros es-
critores martimos temos chamado sua altengo.
o lem feilo alvo, desde 1858. do algumas medi-
das, entre as quaes sobresali o plano da orga-
nisacao do respectivo quadro n'aquelle anno, e
as instruecos pelas quaes devem ser feilos os
exames dos candidatos que quizerem entrar no
dito quadro, publicados em 12 do Janeiro do cor-
rele anno.
Mas esta organisaco, ha de ser lenta, neces-
siti do auxilio do lempo, quo dcixamos passar
descuidosaroente, como estamos agora fazendo
relativamente ao corpo de officiaes da armada.
Acordamos quando o mal era irreparavel,
quando justamente preciso crear tudo de novo e
porque a dissolugodo corpo era completa.
O viveiro natural do corpo de officiaes mari-
nheiros, c inconteslavelmenle a marinhagem,
que ali tom um incentivo ao merecitnento, a
em nossa marinha um grande triumpho, a eman-
cipago da chbala !
Mas, quem nao sabe como constituida esla
nossa marinhagem ? Que esperar della quando
recrulada !\ torca, quando por assim dizer.
composta da escoria da populago, con raras
excepges ?
Um official marinhero bordo de um navio de
guerra lem tunegoes muiimportantes: por esse ex-
presso, se presume um homem que. aos verda-
deiros conhecimentos de sua profisso, rene in-
lelligencia regular para comprehender e executar,
subordinaco ecoslumes severos e irreprohensi-
veis, para conseguir torga moral sobre a guarni-
go, que o deve respeitar e obedecer, por assim
dizer automticamente, ao sybillo agudo e caden-
ciando do seu apilo.
elle o lo da cada hyerarchica que, une a
praca d'armas coberta.
Quasi todas as mantillas estrangeiras os pos-
suem encllenles, e nos j tvemos alguns bons,
Portuguezes, que ho doixado o servico da mari-
nha de guerra, por terem encontrado na mercan-
te maiores vantagens.
A triste experiencia que haremos adquirido no
servico que nos obrga escrever estas nao me-
nos tristes verdades, que muito nos incommo-
dam.
Sao fados qne lodos os dias presenciamos, e
que nos sao mui familiares.
Surge d'enlre urna guarnigo nossa, um mari-
nhero, que se torna notavel por urna aptido
profissional, por sua subordinago e actividade,
por sua abstengo bebida.
O commandante e officiaes encantados por es-
ta revelaco o estudam, o destingucm, acabara
por elera-lo official de proa. Pareco que esta
posigo deveria dar mais solidez estas qualida-
des, dando mais importancia quem foi della
investida. Engao, completa illuso 1
Os vicios adormecidos, lalvcz comprimidos pe-
lo raedo do castigo corporal, principian desper-
tar ; cada da se manifestam com mais hedion-
de/.a, e lerninan aflnal por apresenlar o mari-
nhero distinelo transformado em guardio ou
mestre relaxado, bebado e incorrlgivel.
Nao confiamos, porlanto, em regenerago para
este corpo, seno quando ella se basear na re-
generago ila marinhagem ; seno quando esla
marinhagem for composta de outros elementos,
tiver em seu seio voluntarios que amem a pro-
fisso do mar, c queiram della, fazer urna car-
reira ulil e honrosa, attendendo, desde que se
alistaron como grumetes, que em suas mos
esljsubir s mais altas dignidades da mari-
nha.
Como pedmos em 1851, organisou-se o res-
pectivo quadro ha dous annos. ougmentou-se os
rencimenlos, e agora exigiram-se os exames
que julgamos ulil sujeilar na corte, o as pro-
rincias, os pretendentes.
Conseguimos tambem, par destas rantagens,
que os officiaes marinheiros doentes concorres-
sera smenle com meio sold para seu tratamen
to nos hospitaos, sendo que al enlo perdiam
elles todos os rencimenlos, ou o quadruplo para
mais, desta contribuido.
Destas providencias se lem colhido j vanta-
gens relativas : havendo systema, persereranga e
dedicago o resto se conseguir com o lempo.
Talvez conviesse adoptar o systema seguido
na marinha ingleza, que possua dous estabeleci-
mentos de educago especial, o collegio naval de
Portsnoult e o asylo naval do Grecnwch, os
quaes ten sido un excellente viveiro de bons
officiaes marinheiros para ella. Os rapazos ad-
raitlidos nelles sao em grande parte, filhos de
amigos homens do mar, encanecidos ou mutila-
dos no servico do estado.
Deixamos "a resolugo deste problema ao nosso
conselho naval, e pessoas raais que nos autori-
sadas para acha-la
Como sp deve ler inferido de todos os nossos
escriptos, o nosso fim principal, o pensamento
que em nos predomina, dar marinha impe-
rial nova constiluigo mais duravel do que lem
tido at hoje, revesli-la de um carcter de per-
manencia na organisago do pessoal naval, que
se torne urna garanta de maior efficacia.
Se temos attingido ou nao este alvo o que
decidirn os nossos juizes conpctenles.
Nossa penna treno ainda ao tocar en un u>e-
donho acontecinento, que recenlemente, veio
enlutar a nossa pequea familia martima, e que
causn profunda sensago no paiz, onde tem lau-
cado a consternago, medida que vai sendo co-
nheeida.
O brigue de guerra nacional Calliope, perdeu-
se no dia 17 do mez lindo, como j se sabe, len-
do sahido na vespera do Maranho, afim de ir
estacionar no Cear, sem ser acossado pela tor-
menta, reinando muito bom lempo.
De sua guarnigo, composta de 74 pragas, sal-
varam-se nos escaleres, e em urna grande balsa
feila no momento do pergo, com ledo o sangue
fro, e at debaixo de ditos chistosos da marinha-
gem, cincoonla, inclusivo o commandante, o ca-
pito lente Manoel Maria LDo Bolelho, e o
piloto Uanoel de Jess e Silva, que sua cora-
gem, e pericia deveu a vida ; visto que tambem
se achara em o escaler que se virou no esparcel-
lado do rio L'r, en frente do qual o brigue se
subnergio s 11 horas da manha do referido
dia, lendo aberlo agua no dia 16, noite.
Choramos, pois, a morte de rimo equatro ser-
vidores do estado, morte ingloria e estril, entra
os quaes se cuntam os infelizes 2." lente An-
tonio de P*ula Rodrigues, 2. cirurgo Dr. Er-
melino Cezar di Silva, commissario Jos Agosti-
nho das Noves, c escrivao Antonio Eduardo de
Olivcira.
Os nufragos, que tveram a felicidade de es-
capar voracidade das vagas, chegaram ao Ma-
ranho, parle no dia 21, e parle no dia 25, no
mais lastimoso estado e despertaram altamente a
sensibilidadoda populago daquclla bella capital,
que dedica muita sympaiha marinha.
O digno chefe da estacan, profundamente com-
movido quando soube do fatal successo, deu to-
das as providencias uecessarias, fazendo al sa-
bir procura dos quo ainda nao tinham appare-
cido o vapor U. Pedro, sctido que sabemos que
sua anciedade ota indelinivel em quanto nao te-
ve certeza que elles tinham sido salvos.
Nao obstante, como sempre se v, alguns de-
safectos nao duvidaram explorar este successo
para cevar sua m vontade, e o inculparam por
ler feilo sahir o brigue, que, como se devla pre-
sumir de exames feilos no fundo, pouco antes
uaquelle porto, se achava em bom estado em que
o proprio comtuandunle em todas as suas partes
o recochecia.
Os Iribunaes apreciarao todas estas circums-
tancias, e faro plena justiga ao distincto chefe,
que repousa tranquillo em sua conscicncia.
Tambem, quando ha pouco mais do um anno,
se perdeu a charra Carioca, vimos ser censura-
do o Exm. Sr. ministro da marinha, e o Sr. chefe
do quartel general, que, entretanto, nao podiam
ser responsaveis por isso.
Proceda-se todas as indagaces, procure-ss
o fio da verdade, e a espada da le puna quem
for culpado, se culpado ha nesle deploravel acn-
lecimeulo.
E' o que desejamos, e que o actual Sr. minis-
tro da marinha, imitando um acto do seu ante-
cessor, que ficou gravado no corago de todos os
officiaes da armada, eslenda o mani imperial
por sobre as viuvas e orphos dos nossos cama-
radas qne suecumbiram, como praticou o Exm.
risconde de Abael com as dos sempre lembrados
officiaes da Carioca ; e que, considere a repro-
duegao desle fatal successo, em to curto espago
de lempo, como um aviso do co para provar'a
necessidade uigeule quo ha de providencias que
melhorem a sorte dos benemritos servidores da
corporaco da marinha, que esto em mui diver-
sas circunstancias de outras classes de emprea-
dos do estado, nao sujeitos estas calastrophes,
que nao rirem no mais lerriyel e traigoeira dos
elementos, confiados em a frgil enbarcago, que
pira aquellos a porta do tunulo ordinaria-
mente.
Depondo ainda mais urna lagrima sobre os ma-
nes de nossos collegas de Irabalhos do mar, cha-
mamos a atlengo dos poderes do estado para es-
ta cruel ligo, que nos grila aos ouvidos de una
naneira alroadorn. Diques, diques, diques.
E. A.
PERN IYP, DE M. F. DE FARU. WW.

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
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