Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08216


This item is only available as the following downloads:


Full Text
1110 XXXVI. HUMERO- 203.
Por tres mezes adianlados 5$000. *
Por tres mezes vencidos 6$000.
SABBADO I DE EIEBBBO DE 1861.
Por anno adianUb. 19$AQ0-
Porie>anCo para Mitecrflgr.
KNCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO- DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr- A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J. Jos de Oli-
veira; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martins Ribei
ro Cuimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Woracs Jnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
PAKl'llJA UU lAHUiLlOa.
Olind a todos os das as 9 1/2 horas do dia.
lguarass, Goiaana e Parabiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros,Bonito, Caruar, Allinhoe
Garanhuns as trras feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso.llna, Barreiros.
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
1 (Todos os correios partem as 10 horas da manhaa.
EPHEMER1DIS DO MEZ DE SETEMBRO.
8 Quarto roinguante as 8 horas e 47 minuto
da manhaa.
15 La nova as 3 horase 49 minutos da manhaa"
21 Quarlo crescenle as 9> horas e 5 minutos da
tarde.
29 Luacheia as 11 horas e 20 minutos da larde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 5 horas o.18 minutos da manhaa.
Segundo as 5 horas e 42 minulos da larde.
us
PARTE OFFICIftL.
ministerio do Imperio.
DBGRRTO N. 1,082 DE 18 I)E ACOST LE 1860.
A (era a lei n. 387 oe 19 de agosto de 1840, e o
decreto n 812 de 19 de selembro de 1855, sobre
eleices.
Hei por hem sanecionar e mandar que se exe-
cule a esoluro seguinte da assembla geral le-
gislativa :
Arl. 1." A lei n. 387 de 19 de agosto de 1846,
c o_ decreto n. 812 de 19 de selembro de 1855,
serio observados rom as seguales alleraeoes:
i." Nenhuma provincia dar menos de do
depotados assembla geral.
2 As provincias do imperio serio divididas
cin dislrinclos eleitoracs de tres deputados cada
um. Quando porm derem s dous deputados, uu
o numero destes nao fr mltiplo de tres, have-
i'i um ou dous districtos de dous deputados.
3. llavera tantns collegios eleitoraes quan-
tas forem as ridades e villas do imperio, coman-
lo que. nenhum delles teuha menos de 20 eleito-
res. Nos municipios porm em que se nao verifi-
car este numero, os respectivos eleitores forma-
rao collegio coni os da cidade ou villa do mesmo
districto que ficar mais prxima, excepto quando
dislarem entre si mais de 30 leguas por ierra, ca-
so em que poder haver collegio de menos de
20 eleitores.
4." Os deputados assembla geral sero
clcitos por maioria relativa de rotos.
5. Nao ha ver supplenles de deputados
assembla geral. No caso do morie djdeputailu,
opcao por outro districto ou perda do seu lugar
por qualquer motivo, proceder-se-ha a nova elei-
cao no respectivo districto.
t! 6,*A eleig.io dos membros das asscmblas
provinciaes faz-se-ha da mesma maneira que
a dos deputados assembla geral. tirando revo
pida a disposicao do paragrapho dezesete do
art. Io do decreto de 19 de selembro de 1855,
e distribuldo-se o numero que compele a cada
provincia, nos termos do paragrapho 1( do mes-
mo artigo, pelos noves districtos na proporcodo
numero de deputados que cada um delles ele-
ger. _
7." As disposices dos paragraphos quarto c i
quinto sio cntciisivas aos membros das assem- j
blas provinciaes.
5 8." Nos districtos eleitoiaes que tiverem mais
de um collegio, o guverno designar para a apu-
raco geral dus volos a cmara municipal da ci-
dade ou villa mais importante dos mesmos dis-
trictos
9." Os eleitores de que tinta o $ 12 do art.
1" do decreto de 19 de selembro de 18E.5, sao ni-
camente os do collegio que se rene na cidade ou
villa cabeca do distnclo eleiloral, e suas funecoes
limitam-se a assistir ao acto da apuraeo, o re-
clamar contra qualquer rreguhridade "que nella
observem, lancando-se a rcelamacao na acta res-
pectiva.
Podero, porm, assistir aquello acto, o usar
do mesmo direilo de reclamado os eleitores dos
de mais collegios do districto.
10. O governo na cile e os presidentes as
provincias xaro o numero de eleitores que deva
dar cada parochia, na razio de um eleilor por
Irinta votantes, conforme a menor das analtica-
roes feilas nos anuos de 1657, 1858 e 1859, com-
anlo, porm, que nenhuma parochia d menos
eleitores do que o numero npprovado na actual
legislatura, nem tcnba augmento maior que a
melado desse numero.
Se fallar alguna das qualificarocs cima apou-
ladas, tegtilari a menor das dujs que existirera ;
havendo apenas urna, esta ; c na falla das tres, a
do correi.te anuo.
11. Guando de urna ou mais parochias se
houvrr desmembrado territorio parase aniiexnra
outra, ou para formar nova parochia, esla ou
aquella juntamente com as que perderam terri-
torio nao dai.io maior numero de eleileres do
que deram ante? da alteraco, ou quando reuni-
das na eleicao da actual legislatura, salvo a aug-
mento permittido no paragrapho anleccdenld.
A dislnbuicao do numero de eleitores que de-
ve tocar a cada una dolas ser feita sobre a ba-
so da qualificaco anterior ao desmeniuramonto.
S \i. as parochias que solTrerem alleraco em
seos territorios, ou que forem creadas depois da
execucao desta lei, (r-se-ha a distribuico do
numero de seus eleitores segundo a regia slabe-
leci la no paragrapho antecedente.
s I!. As incompatibilidades eslabelecidas pelo
jj 20 do art. Io do decreto de 19 de selembro de
1555 comprehendeni 03 juizes de orphus eos
substitutos destes, bem como os dos funceiona-
rios designados no mesmo decreto, que tiverem
estado no exercicio dos respectivos cargos den-
tro dos quatro mezes anteriores eleicao secun-
daria.
S 1 i. A incompalibilidade dos funccionaiios ef-
fectvos, a que se refere o paragrapho anteceden-
te, e o vigsimo do art. Io do decreto de 19 de
selembro de 1855. subsiste anda em todo o dis-
inti eleiloral, se nao tiverem deixado seis me-
zes antes da eleicao secundaria o exercicio dos
respectivos cargos, em virtude de renuncia, de-
misso, accesso ou remoco.
S 15. Os prazoa marcados nos dous paragra-
phos antecedentes ficam reduzidos a tres mezes
para a primeira eleig.io de deputados que se fi-
zer em virtude desta" lei ; bem como nos casos de
dissolocoda cmara dts ddpulados.
10. A eleicao de eleitores da prxima legis-
latura lera lugar na ullim dominga do mez de
dezcnibro desle armo.
Ait 2 o A organisaco dos novos districtos elei-
toraes se far do coformidade com o 2o do
arl. Io, allcndendo o governo na aunexacao dos
acluaes districtos, quanlo fr possivel, sua in-
legridade e coutiguidade.
Feita a divisao o designacao de que tratar os
paragraphos 2o, 3. 8o, 10 c 11 do arl. Io, nao
podero ser alteradas seno por lei.
Art. 3." Ficam revogads as. disposices em
contrario.
Joo de Almeida Pereira Filho, do meu conse-
iho, ministro e secretario de estado dos negocios
do imperio, assim o tenha entendido e faca exc-
cu'ar.
Palacio do Rio de Janeiro, aos. 18 de agosto de
1860, 39" da independencia o do imperio.
Com a rubrica de Sua Mageslade o Imperador.
Joo de Almeida Pereira Filho. Joo l.ustnsa
da Cunha Pararngu.
Transitou na chancellara do imperio, em 20
de agosto de 1860. Josino do Nascimenlo Silva.
Publicado na secretaria de estado dos negocios
do imperio, em 20 de agosto de 1860.Jos Bo-
nifacio Nasientcs de Azainbuja.
DECRETO S. 2,621 DE 21 DE ACOST PE 1860.
I) instruccoes para execucao do decreton. 1,082
de 18 do corren le mes, sobre eleices.
Hei por bem que na execucao do "decreto n.
1,082 de 18 do corrente mez se observem as ins-
truccoes que com este baixo, assignadas por Joo
de Ameida Pereira Filho, do meu conselho, mi-
nistro e secretario de estado dos negocios do im-
perio, que ossira o tenha entendido e fac,a exe-
cutar.
Palacio do Ro de Janeiro, em 22 de agosto de
1860, 39 da independencia e do imperio.Com
n rubrica de S. M. o Imperador. Joo de Almei-
da Pereira Filho.
C4PITILO 1.
Da eleicao primaria.
Arl. 1. No processo eleiloral conlinuaro a ob-
servar-se as disposices das leis de 19 de agosto
de 1816 e 19 de selembro de 1855, e das instruc-
coes do governo e mais regras concerpenles 69
AUDINECIAS DOS TRIBJJNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio : segundas e quintas.
Relacao : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 hojas-
Juizo do commercio : queras ao meo dia. \
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeir* Tira do civil: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do ciyel;.quartars e sabbados a urna
hoM da tarde.
inesuio processo, na parle eui que nao livurem
sido alteradas as primeiras pelo decreto n. 1,082
de 18 do corrente mez, e as segundas por estas
instruccoes.
Art. 2. Para formaco das juntas de qualiflca-
cio e mesas das asscmblas parochiaes n5o serao
convocados os eleitores e supplenles cuja legili-
midade nao houver sido expressamente reconhe-
cida pela cmara dos deputados.
Art. 3. O escrivao do juiz de paz que for clei-
tor ou supplenle nao fica privado por esta cir-
riimstancia de votar c ser votado para membro
da junta ou mesa parorhial, nos termos do 1 do
art. 1 da lei de 19 de selembro de 1855.
Dever porm, ueste caso, ser chamado para
subsitui-lo com o escrivao do subdelegado. Na
falta desle o presidente da junta uu mesa paro-
chial nomear e juramentar quera sirva em seu
lugar nos trabalhos eleitoraes.
Art. 4. No impedimento de todos os quatro
membros da junta 011 mesa parochial, depois de
assignada a acia de sua nomeaco na coformi-
dade do arl. 17 das instrucces de 13 de agosto de
1856, o presidente da junta ou mesa nomear
para formarem parte della dous cidados que le-
nham os requintos exigidos para eleilor, c com
esles designar os outros dous membros, volando
os Ires por escrutinio secreto.
Art. 5 Se acontecer que, alm dos quatro
membros da junta, deixe de comparecer lambem
o juiz de paz presidente, ser substituido, na for-
ma da lei, por qualquer dos seus immediatos que
esliver desimpedido, ao qual competir a designa-
cao dos membros da mesa de que trata o artigo
antecedente ; seguindo-se no mais o que se acha
disposto no mesmo artigo.
Arl. 6. As mesas das asscmblas parochiaes
trabalharo em dias successivos, dando principio
aos respectivos trabalhos s 9 horas da manhaa e
encerrando-os s 6 o meia da tarde, salvo se an-
tes dessa hora cstver esgotada a lisia da chamada
do dia, nu terminada a apuraco.
Arl. 7. O presidente das mesas parochiaes ve-
larao em que em caso nenhum se deixe de orga-
nisar a relacao dos votantes que nao comparece-
rn! primeira e segunda chamada, nem de
proceder-se terceira no dia inmediato ao em
que Ondar-se a segunda, em hora que ser an-
nunciado pelos mesmos presidentes ao encerra-
rem os liabalhos do dia.
Arl. 8. Concluido o processo da contagem das
cdulas, e depois de emmassadas estas, dever-se-
ha fazer sempre expressa menco do numero das
que foram recolhidas,
edificios designados pelo governo na corle e pelos
presidentes as provincias, e depois de organisa-
dos na forma establecida as leis.e instruccoes
em vigor, proceder-se-ha' eleic?o de dous' ou
tres deputados. ou de tantos membros das assem-
bleas provinciaes quantos dever dar o districto
eleiloral respectivo, votando.cada eleilor em tan-
tos noraes quantos forem" os deputados ou os
membros das asscmblas provinciaes, em cdala
nao assignada, escripia m papel foruecido pela-)
mesa. J*
Art 23. Resmbidas, contadas c apuradas as
cdulas, se rVrar a acta, que ser assignada pe-
la mesa e eleitores que quuercm, e em segida
transcripta no livro de notas do labelliao da villa [ da Pereira Filho
ou cidade, chamado para este fim pela mesa do
collegio; e nao o havendo na villa, far as suas 1
vezes o escrivao de paz, na forma da lei de 15 de
Outubro de 1827 sendo obrigado o dito labelliao
ou escrivao a dar logo traslado a queni o re-
querer.
Desta acta continuarlo a ser exlrahidas as tres
copias de que traiam o arl. 79 da le n. 387 de
19 de Agosto de 1846, e 10 do arl. Io do decre-
10 n. 82 de 19 de Selembro de 1855; sendo po-
rm remellida cmara municipal da cidade ou
villa designada para fazer a apuraeo geral das
actas dos colegios do districto eleiloral a que
pelo do 10 era destinada acamara municipal
da cabeca do districto.
Arl. 24. A respeito da remessa das actas obser-
var-se-ha o disposto no 11 do art. Io do decreto
D. 842de 19 de Selembro de 1855.
Art. 25. Trinla dias depois do marcado para a
eleicao de deputados'ou membros das assemblas
provinciaes, a cmara municipal designada para
fazer a apuraeo geral das acias dos collegios do
districto, previamente convocados os eleitores do
collegio da villa ou cidade respectiva, far a apu-
raeo na forma dos arts. 85, 86 e 87 da lei n. 387
de 19 de Agosto de 1946, lavrando-se a acta, em
que se far menco das reclamacocs que se fize-
rem em coformidade do 9o do arl. 1 do de-
creto n. 1,082 de 18 do corrente mez, sendo as-
signada lambem pelos eleitores que o quizerem.
Art. 26. Sero declarados depulidos ou mem-
bros das assemblas provinciaes os cidados que e fifiT
obtivcrcm maioria de votos aleo numero desque'
dever eleger o districto eleiloral, sendo-lhes ex-1
Pedidos os diplomas pela cmara municipal, na'
furnn do citado art. 88 da lei n. 387 de 19 de :
Agoslo de 1846.
Havendo empale entre os volados, o numero
i preenchido por aquello ou aquellos que a '
s
assembla geral e dozu'membros da assembla
legislativa provincial.
O segundo comprehender os actoaes segundo
e lerceiro districtos eleitoraes, tendo por sede a
cidade de S. Christovo, e eleger dous deputa-
4>lea legislativa provincial.
Joo de Almeida Pereira Filho, do meu con-
selho, ministro e secretario de estado dos nego-
cios imperio, assim o tenha entendido e faca
executar.
o?la? ? Ri0 de ,aneir. en 22 de agolo de
18WJ, J9 da independencia e do imperio.Com
a rubrica de S. M o Imperador.Joo de Almei-
DAS DA SEMANA.
27 Segunda S.Jos.de Calazansteld.daf escolas.
28 Terca.-S Agosiirlho b. doWtrVa greia.
29 (>arla>pegolaco de S. Julo Bptisra.
30 Quinta. S. Roza de Lima americana v/lj
31 Sexta. S. Ryrnunitq,Nonato caed. c.
,1 Saljbado,, S. Egideo ab.; Ss. Josu e 60V0.
Ife norn'rngo. Nossa Seorada Penha.S Esax>>
^NCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO S
^'go^s, o Sr. Claudino PalcSo Dias; Bahia,
Sr.
Jo
.^jos Martins Alves; Rio de Jaaeiro, o S.
sWereira Majos,.
*m r3*
PERNAMBUCO.
V
vdT dentro do quaf\as Alias ou bilheies
valores deverio ser. rematados, ficand
desde quo tiver com\a.doTvr
Muico isenlys. do imposto desello
O abalim'
O pr^priHario do diario Manoel Figueiroa de
Par|XlJ su^ivrariV praga d%dependeneia ni.
montos e ifor-
-*-i*
X
de laesil(.r assembla geskj
I oWi'jfeu
cnirrlefj
4." As disposices'dos paragraphos antecV-
u valor total dos bilheies ou notas"; ^nCS flc8,m ei^ns\v" s fefarmss e rnodifi-
>s fixados na forma de" $& de a^sodS c,,i,"*- da* escriP-
5." Emquanto o governo nao deolarar cons-
liluida una companhia ou so&iedade anonyma
nao se poder emitlir, sob qualquo*' pretexto,
alo algum. cautela, promessa de accoes, ou
nem superior a-5*,[grapho dar
rior a 12 T+^SZZ^&ttlZR '^"T" !T i^0 ^^
rt q. os mesmos bancos l?ve,em adiciona.- 2tiSZr22r~*&
3. Secgao.Rio do Janeiro. Ministerio dos
negocios do imperio, em 18 de agoslo de 1860.
Illm. e Exm. Sr. Tenho presente o oicio de
V. Exc. n. 698 de 9 do corrente mez, submelten-
do approvaco do governo imperial a seguinte
resposta que deu consulla que lhe dirigi o
juiz do paz da parochia de lguarass.. Que ten-
do sido annullada pela cmara dos deputados a
eleicao de 4 eleitores da dita parochia, e sendo
taes eleitores nullos, considerados como se nao
existissem, cntraram no numero daquelles que
nao podiam ser substituidos para a formacao das
juntas de qualificaco, e das mesas das assem-
blas parochiaes ; e que portanto nao devia o re-
ferido juiz convocar supplenles para preencher a
falta dos mesmos eleitores E em resposta de-
claro-lhe que o governo imperial approva a de-
ciso de V. F.xc, por estar de accordo com oqne
dispoe o art. 5o da lei de 19 de agoslo de 1846 e
o aviso n. 362 de 31 de outubro de 1856, e va-
nos outros expedidos para, intelligencia do'ctado
artigo. O que commnnico V. Exc. para seuco- cm mocda de ouro a vontade do portador, a im-
nao resga
ta lei, reverter em beneficio dos e3tabeecimcn-
tos pios que o goveruo designar.
3.Se no firn do prazo de ubi anno, conta-
do da publicado desta lei, os bancos nao se
acnarem anda habilitados para fcr suas no- '
tas por mocda de ouro, o governo7ra restrinzir "ec'Vaao le qualqa^r natureza. que possa
annualmente emquanto nao conseguir .ler cerliricr a qualidade de accionista ; e ainda de-
sultado, a somma das notas ou bilhetes em clrcu- P'S ^e conslllu,da'sua* aos nao sero dego-
lacipf na proporgao, quo marcar de accCrdo com ^ufiJI* podor."J,er cotad"s s6m 1ue esU'a
podendo esta ser no rca.h?a? um I"31,1? d> seu valor.
A infraccao das disposices do.prsenle para-
1 'ugar imporc.o da mulla de um
m, trans-
accoes de taes
os mesmos bancos ; nao
prlroeiro anno inferiora 3
nos anuos seguinles inferior a 6'nem supe"
do poder executivo, subtituir seus lulos de b" f.f^ i comP'1nh,as ou sociedades anooymas
rantia pelos valores mencionados^no 6 1 dt| e "" T ,paues *"*'.">; 2o. de pro-
artigo: elogo que suas notas forem converli-i 5?5J!i*S?22Li?!J?? imperio empresti-
mo a favor de governos'eslrangeiros ou de com-
utros paizes, sera an-
ou moeda de ouro que effectiva'mete J?!1?-1?0- d. 8overno ^'Perial, o antes do regis-
veis em moeda de ouro. vontade do portador osnhilT^UhXiS
poderao emitlir na razo dupla dos referidos' L aL .a-Iec,d
ment
o para fazer constar ao mencionado
nhecimcDto,
juiz.
Deus guarde V. ExcJoo de Almeida Pe-
reira Filho.Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco.
o que lera lugar em acta
especial, com todas as cspecificacoes exigidas | sorle designar, fazendo-'se menco dssonaVcu"
pelo art. 49 da le de 19 de agoslo de 1816. e de- Arl. 27. Quando o districto eleiloral liver um
clarando-seo numero das inutilisada?. eso o o-ls collegio. tanto para os deputados como para
rara em viriude do arl. uO da rilada lei ou do os membros das assemblas provinciaes semro
arl o das instruccoes de 2/ de selembro de 1856 de diplomas copias authenticas da acta do colle-
Art. i). As mesas parochiaes nao podem recu-! gio nico, dispensada i
sar-se a receber e mandar transcrever as actas
lodos os protestos que forem apresentados pelos
votantes das respectivas pjrochias, com.as cir-
euirialaueias que tenderem a esclarecer a autori-
dade compleme, c fa/.endo acompanharquaes-
quer informaces que as dilas mesas hajam de
darde lodosos documentos que forem necessa-
rios para perfeito conhecmento da verdade.
Arl. 10
ces
cdulas
a remessa da copia desti-
nada cmara municipal nos dislrictcs de mais de
um collegio.
CAPITULO III.
Da eleicao de senadores.
Arl. 28. Para a eleicao de senadores os elei-
tores se reunrao nos collegios eleitoraes nova-
mente creados em virtude do decreto
.. n. 1,082 de
18 do corrente mez, observando-se em ludo mais
l. 1U_ As disposices do art 40 das instruc- : o que dispem os captulos 2" e 3o do til 3o da
de 2, de selembro de 1856, exigindo que as lei n. 387del9 de Agosto de 1816 o decreto n
sejam abortas, examinadas c apuradas 565 de 10 de Julho de 1850 e o cap 3o arl 2
urna por una, nao dispensara as mesas parochiaes
de procederem ao arranjo e coordenado das
mesinas cdulas, como recommenda o arl. 49 da
lei de 19 de agoslo de 1816.
Arl. 11. As cdulas dos volantes podem ser
escripias 110 proprio papel do involucro, ou em
papel separado, urna vez que em arabas as hypo-
llieses sejam fechadas por lodos os lados, como
determinara os citadas instruccoes de 27 de se-
lembro, cora obreia,lacre ououlra substancia apro-
priada.
Arl. 12. As disposices do art. 5 das instruc-
coes de 27 de selembro de 1856 comprehendem,
para o fim de seren inutilisadas, nao s todas as
cdulas que se encontrarem em numero exceden-
te de urna, dentro de qualquer involucro, como
lambem a que se adiar escripia no involucro que
as contiver.
Arl. 13. A cdula porm, que, nao tendo no-
mos rscados, emendados ou alterados, encon-
irar-se incluida em oulra. com os nomes risca-
dos, emendados ou alterados, scrVindo de^nvo-
lucro, ser apurada.
Arl. 14. as assemblas parochiaes s podem
apresentar-se reclamando, protestando, ou por
qualquer modo inieivindo na fisealisacao dos tra-
balhos eleitoraes das mesmas assemblas, os ci-
dados que se acharen! incluidos na lisia geral
ou supplementar da qualificaco da respectiva
parochia.
Arl. 15. Os presidentes de provincia designa-
rlo desde logo, e faro publicar nos jornaes, o nu-
mero de eleitores que deva dar cada parochia,
guiando-se pelas regras proscriptas nos 10, 11
e 12 do decreto n. 1,082 de 18 do corrente mez, e
expediro as commuDicaces a lempo de constar
a respectiva designacao "antes do dia 30 de no-
vembro prximo futuro, afim de que os juizes de
paz que tiverem de fazer as ronvocaces declaren!
nos edilaes o numero dos eleitores."
Art. 16. Os presidentess da mesas parochiaes,
alm da leilura reenmroendada pela lei de 19 de
agoslo de 1846 e inslrucco de 13 de agosto de
1856, faro lambem a das prsenles instruccoes,
da portara do presidente designando o numero
de eleitores.
A integra da mesma portara ser transcripta
na acta especial da apuraeo da mesa.
Art. 17. As mesas parochiaes em caso algum
apuraro, sob pena de mulla, os nomes que as
cdulas conliverem alm do ultimo do numero
designado na portara do presidente da provincia
Art. 18. As mesas parochiaes, antes de lavrar-
se a acta da apuraeo, procedero ao sorteio para
o desempate nos dos que tiverem igual nume-
ro de volos para eleitores, mas lambem dos sup-
plenles al o numero correspondente ao total dos
mesmos eleitores, collocando os seus nomes na
ordem em que icarem depois do dito sorleo.
Art. 19. As parochias creadas depois da divi-
sao dos districtos a que se proceder para exfeu-
cao do decreto 11. 1,082 de 18 do corrente mez,
icaro pertencendo aos districtos quo compre-
henderem as parochias de que foram desmem-
bradas.
Os rolantes porm daquellas que tiverem sido
creadas em territorios desmembrados das paro-
chias perlencentes a mais de um districto, con-
linuaro a volar e a ser volados as parochias a
que perlenciam, at que por lei se designem os
districtos a que as novas assim creadas devero
perlencer.
Art. 20. A disposicao do artigo antecedenle
comprehende as parochias que. embora creadas
anles da nova divjso de districtos, nao forem
nella contempladas por nao estarem cannica-
mente providas, anda quando venham a s-lo
antes da eleicao.
CAPITULO II.
Da eleicao de deputados assembla geral e mem-
bros das assemblas legislativas provincia.es.
Art. 21. Na eleicao de deputados assembla
geral e membros das assemblas legislativas pro-
vinciaes se observaro em cada urna das provin-
cias do Imperio as disposices dos decretos con-
cernentes nova organisaco do3 districtos elei-
toraes, de coformidade com as regras prescriptas
nos captulos Io c 3o do til. 3o da lei 11. 387 de
19 de agoslo do 1846, e captulos 2o e 4o, art. 23,
das instruccoes que baixaram com o decreto n.
1,812 de 23 de Agoslo de 1856, na parle cm que
nao foro alterados pelo decreto n. 1,082 de 18 de
Agosto corrente.
Art. 22. 0 collegios eleitoraes creados era vir-
tude dP Citado decreto o. 1,082. (uaccionaro nos
Arl.
1, 2 c 3" das instruccoes que baixaram com
o decreton. 1,812 de 23 de Agoslo de 1856.
CAPITULO IV.
Disposices geraes.
29. Sero reputados nullos os vetos que
para membros das assemblas provinciaes, depu-
lados ou senadores recahirem lano nos funecio-
narios especificados no 20 do arl. Io do decreto
n. 812 de 19 de Selembro de 1855 como nos de-
s'5nados no 13 do art. Io do decreto n. 1082
de 18 do corrente. mez, por nao poderem ser vo-
lados em todo o districto eleiloral de que fizer
parle territorio em que exen;o jurisdiccao ou .
tiverem exercido dentro dos prazos marcados nes- "n i d0 frrente, dando instruccoes para
Circular.3." seceo.Rio de Janeiro.Minia-
l.''r'0~-os negocios do imperio, em 22 de agosto
lllm. e Exm. Sr.Passo as mos de V. Exc,
para a devida execucao, os inclusos exemplares
do decreto n. 1,082 de 18 do correnle, que altera
a le n. 387 de 19 de agosto de 1846 e o decreto
n. 812 de 19 de selembro de 1855 sobre eleices,
do qual V. Exc. deve dar inmediatamente ro-
nhecimentos cmaras municipaes c s autori-
dades que tem de inlervir no processo eleiloral,
mandando igualmente publica-lo pela imprensa!
E porque se lonha de proceder impreterivclmen-
te na ultima_ dominga do mez de dezembro desle
anno a eleicao primaria, compre que V. Exc. ex-
peca as suasordens com a antecedencia precisa
para quo ella so faca naquelle dia, guardando-s
os prazos legaes, e designando V. Exc. o numero
de eleitores que dove dar cada parochia, na for-
ma do que dispe o paragrapho dcimo do anigo
1" do decreto citado.
Feita esta designacao, V. Exc. enviar inme-
diatamente ao governo imperial um mappa, em
que especifique o numero de eleitores marcados
para cadi parochia, o numero de eleitores ac-
luaes, e dos volantes qnalilicados em 1857,1858,
1859 ou 1860, se nao tiver havido qualificaco
nos anteriores. De ludo quanto occorrer V. Exc.
informar o governo imperial
Deus Guarde a V. Exc. Joo de Almeida Pe-
reira Filho.Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco.
Cumpra-sc.Palacio do governo de Pernara-
buco, 31 de agosto de 1860. I.eilo da Cunha.
3.a Seceo.Itio de Janeiro Ministerio dos
negocios do imperio, em 24 de agoslo de 1860.
llim. e Exm. Sr. Passo as mos de V. Exc.
para os flus convenientes, copii do decreto n.
possuirem dentro dos limites marcados nos seus
estatutos, que por este faci icaro desde lo-o
alterados neste sentido.
5. Ser considerado fallido o banco de cir-
culaco que nao satisfiser vista e em moeda
corrente, ou, verificadas as hypoteses do paga-
previstas pelo paragrapho antecedente
la de ouro a vontade do po
portancia de seu bilhele ou notas apresentada
ao troco ; o pelo lempo da mora o portador
ter direilo ao juro corrente. as mesmas pe-
nas incorrero os bancos que violarem as dispo-
sices dos 1 2., 3., e 4. desle artigo.
trovado o fado por protesto ou qualquer ou-
tro modo que produz f. o juiz competente
o requcnmenlo da parle, ou por denuncia d
promotor publico, ou de qualquer fiscal da fa-
zenda, ou ex-officio, proceder nos termos da
le abertura e deelaracae da fall
tro dos respectivos estatuios ou contratos," ou
servirem, doinmediarios em transares sobre
taes ttulos ou accoes.
6 A carta de autorisaco e os estatutos das
companhias e sociedades anon.ymas, depois de
competentemente approvados o registrados 110
prazo que o governo determinar em seus regu-
lamentos, sero publicados nos peridicos de
maior circulaco do lugar do rigistro por ordem
da autoridado competente, e custa dos inle-
ressados.
Do registro dos contratos das demais socieda-
des a autoridade competente mandar pelo mes-
mo modo publicar nicamente os nomes dos as-
sociados, ou dos seus gerentes, quer as socie-
dades sejam em nomo collectivo, quer em com-
mandita, a razo social, o seu capital, objecto
ou lira.
7. As disposices penars do Io desle "-
relos
nomeaco .do governo, ao qual competir .
1. Fiscalisar lodas as operaces do banco e as
deliberares de seu conselho administrativo, e
da assembla geral dos accionistas, e suspen-
der a execucao das que forem contrarias aos es-
utos o presento lei, dando immediatamen-
elles ou pela presente lei
8." A3 companhias ou sociedades anonymas
especificadas nc 1* do presente artigo, que
actualmente funecionarem sem autorisaco e
approvaco de seus estatutos ou escripturas de
le coma ao governo para que esle decidase""dc- S-SS?0-' *?r'V obri*ada a olicita-la dentro
-----?........Y.". i do prazo e pela forma que o governo determinar
ve ser ou nao execuladas.
2. Assistir, quando julgar conveniente
ses da
soes da assembla geral dos accionistas, s do ^X primero
conselho administrativo e de suas commisses, c Oleren
ihES? Sbre *Ml*Mt maleria s"Jela a *"a nhL "ou ocV2
, em seus regulamentos. As que o nao Dzerem
incorrero as penas conminadas no dito para-
do
le ultimo decreto; devendo-se fazer disso men-
co motivada as actas dos collegios ou das c-
maras aparadoras, com a declarado do numero
de votos que obliveram.
Art 30. Sero tomados ara separado nos res-
pectivos collegios, e nao serao incluidos na apu-
raeo geral feita pelas cmaras, os votos dos
execucao do decreto 11. 1,082 de 18 do mesmo
mez. -Cumpre que V. Exc. mande publicarnos
jornaes da provincia o referido decreto, e o en-
vi s cmaras municipaes e a todas s autorida-
des que leem de inlervir no processo eleiloral. E
porque lenha V. Exc. em observancia das men-
cionadas instruccoes, de fazer a designacao dos
eleitores que excederem ao numero marcado para collc.o'os eleitoraes que devem existir nessa pro-
a freguezia, e nem sero ellos admiltidos a tomar: Tlucia> lecommendo V. Exc, quede ludo
parlo na organisaco das mesas dos collegios fa- 1u'ln5 resolver tal respeito d immtdiatame-.i-
zendo-se disto menco as actas respectivas.
Art. 31. Os eleitores das parochias que forem
creadas depois da diviso actual dos districtos
conlinuaro a votar nos collegios eleitoraes a que
perlenciam antes de serem desmembradas.
Art. 32. Os collegios eleitoraes se renniro na
matriz da cidade ou villa cabeca do municipio,
ou em outro edificio designado previameme pelo
presidente,
Art. 33. Os municipios que nao poderem por
si sos formar collegio eleiloral^ por eslarem in-
cluidos na disposicao do 3 do art. 1 do decre-
to n. 1,082 de 18 do corrente mez, sero annexos
pelo presidente da provincia villa ou cidade
mVf Prox'ma. guardando-se as seguinles regras:
1J Sea annexaco fr de um s municipio, se-
r designada para'sde do collegio eleiloral a villa
ou cidade que eleger maior numero de eleitores;
Se porm a annexaco fr de mais de um
municipio, ser designada para sede a villa ou ci-
dade mais central.
Palacio do Rio de Janeiro, em 22 de Agosto
de 1860.7oao de Almeida Pereira Filho.
DECRETO N. 2,622 DE 22 DE AGOSTO DE 1860.
Regula o modo de proceder-se eleicao de depu-
tados e membros das assemblas legislativas
provinciaes, as provincias que constituem um
so districto eleiloral,
Para execucao do decreto d. 1.082 de 18 do
corrente mez, hei por bem decretar o seguinte :
Art. Io As provincias do Amazanos, Espirito-
Santo, Paran, e Santa Catharna elegero dous
deputados assembla geral, e vinte membros
para as respectivas assemblas legislativas
As provincias do Rio Grande do Norte,
Goyaz, e Malio-Grosso elegero dous depulados ras de ouro.
;t i.Li.niiJ.',. ..-----1 _- ?__ ______.
te conhecmento ao governo imperta..
Deus guarde V. Exc Joo do Almeida Pe-
reira Filho.Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco.
Cumpra-se.Palacio do governo de Pernam-
buco, 31 de agosto de 1860.I.eitoda Cunha.
Ministerio da Fazenda.
LEI N. 1,083 OE 22 OE ACOST DE 1860.
Contendo providencias sobre os bancos de emis-
sao^ meio circulante e diversos companhias e
sociedades.
I). Pedro II, por graca de Dos e unnime ac-
clamacio dos povos, imperador constitucional e
defensor perpetuo do Brasil: fazemos saber a to-
dos os nossos subditos que a assembla geral le-
gislativa decrelou e nos queremos a lei se-
guinte :
Art. 1. Nenhum dos bancos creados por de-
cretos do poder excutivo poder emittir sob a
forma do olas ou bilheies so portador quantia
superior ao termo medio de sua emisso operada
no decurso do primeiro semestre do corrente
anno, emquanto nao esliver habilitado para rea-
lizar em ouro o pagamento de suas notas ; ex-
cepto se alm do fundo disponivel ou de garan-
ta e das ouiras condces eslabelecidas nos res-
pectivos estatuios, tiver era caixa parle de seu
capital equivalente ao excesso do dilo termo
medio de emisso, e fr esta parte representa-
da por moeda de ouroou barras do mesmo me-
tal do loque de vinte e dous quilates, ou por
barras de prala de onze dinheirosna relacao fi-
xada pelo art. 3," do decreto n. 1,721 de 5 de
fevereiro de 1856, contanto que o valor destas
nao exceda quarta parte do da moeda e bar-
deliberac&o.
3." Assistir ao recenseamento das caixas
banco, e exigi-lo quando julgar conveniente.
4." Examinar a escnpluraco do banco todas
as vezes que fr a bem do iteresse publico.
Esle fiscal perceber um honorario annual
que ser lixado pelo ministro da fazenda. o para
pelo banco.
8. S podero fazer parle dos dividendos
gerentes ou directores das compa-
ou sociedades anonymas de que traa o g
Io desle artigo, sero obngados a publicar c re-
raetler ao governo. nos prazos e pelo modo es-
labelecidos nos seus regulamentos, demonstra-
res e documentos que por estes forem deter-
minados, sob penada multa de 100J a 1:000
por cada falla ou omissao. '
10. Os bancos nao podero emprestar sobre
penhor de suas propriaz aeces.
11. Os directores ou membros da gerencia
dos bancos e sociedades anonymas de qualquer!011 adminislraco dos bneos sero substituidos
nalureza os lucros lquidos provenientes de opc- annualmente na 5a parle. A antiguidade, e, no
r.'li'nn n(T\ ol ..n ua.tu!J_____ ____...- i -i.i i Ha imitl a i (<>> .i'
races effectivamenle concluidas no respectivo
semestre.
9." O governo poder promover o resgate do
papel moeda na forma da lei n. 401, de 11 de
selembro de 1846. sem prejuizoda disposicao do
art. 2o da le n. 683, de 5 dejulhode 1853.
10. Nenhum banco que nao fr dos actual-
mente eslabelecidos por decretos do poder qxe-
cutivo, companhia ou sociedade de qualquer na-
tureza, commercianle ou individuo de qualquer
condicio, poder emittir, sem autorisaco do po-
der legislativo, notas, bilhetes, vales, papel ou
caso de igual antiguidade, a sortu regular a
subsliluirao.
12. Nao sero admiltidos votos por procu-
raco para a eleicao de directores ou membros
da gerencia ou adminislraco dos bancos.
13. Os directores e supplenles substituidos
nao podero ser reeleitos dentro do primeiro an-
no contado da iln da substituido.
14. As caixas econmicas, como cslabeleci-
mtnlos de beneficencia, seio dirigidas o admi-
nistradas gratuitamente por directores nomeados
pelo governo ; o os bons servicos por estes pres-
tados sero reputados relevantes era qualquer
Ululo algum ao portador, ou com o njme desle occaco e para qualquer fim.
em branco, sob pena de mulla do quadruplo do | 15\ As Caix.S econmicas n
seu valor, a qual recahir integralmente lauto outra operaco que nao seja a d
nao podero fazer
recito, E l0daTla ""h1 COmpreh,endC 0?; Por cada deposilante. As quantias depositada!
ItZ?. '-. ,orlador Piados D"a ; na mesma. ou cm dificrenle4 caixa por um racs-
?re^ eque por accun.ulaco ou por
...i". .Cil,.."m.l"!.0.?"e ejam de quanl,a T'lquer outro motivo excederem ao computo de
4:000g, nao vencero juros.
asseniDla geral, e vinte dous membros para as
respectivas assemblas legislativas.
Art. 3 As provincias do Para e do Piauhy ele-
gero tres deputados assembla geral, e a pri-
meira tjinta, e a segunda vinte quatro membros
para as respectivas assemblas legislativas.
Em quanlo o banco do Brasil nao puder rea-
lizar tambem em ouro o pagamento das respec-
tivas notas, s poder o governo conceder-lhe
a faculdade de elevar a emisso alm do duplo
do fundo disponivel, nos termos do art. 1." $ 7.
da lei n. 683 de 5 de julho do 1853, e do arl. 18
Arl. 4 As referidas provincias conslituiro um dos estatutos do mesmo banco, quando tal con-
s dislriclo eleiloral, e a apuraeo final dos volos,' cesso nao lhe der o direilo de emitlir quantia
quer para deputados quer para membros das as- i superior ao termo medio da emisso, calculado
sem blas legislativas provinciaes, ser fela pelas por trimestre desde sua inslallaco al o que si
cmaras municipaes das capilaes das mesmas tiver completado em marco do corrente anno.
provincias, s quaes sero remettidss as actas das
respectivas eleices pelas mesas dos collegios
eleitoraes
Joo de Almeida Pereira Filho, do meu con-
selho, ministro c secretario do estado dos nego-
cios do imperio, assim o tenha entendido e faca
executar. Palacio do Rio de Janeiro, em 22 de
Agoslo de 1860, trigessimo nono da independen-
cia e do Imperio.
Com a rubrica de S M. o Imperador.Joo de
Almeida Pereira Reg.
Decreto n. 8,624 de 22 de agosto de 1860.
Dcvidc a provincia de Sergipe em dous districtos
eleitoraes.
Para execucao do decreto n. 1,082 do 18 do
corrente mez, hei por bera decretar o seguinte :
Artigo nico. A provincia de Sergipo ser di-
vidida era dous districtos eleitoraes com a desig-
nacao de primeiro e segundo.
O primeiro comprehender os acluaes primei-
ro e q uarto districtos eleitoraes, tendo por s le
a cda(Je (Je Aracaj., e elogerft dous deputaqqs
. marco
1. Se a emisso actual de qualquer banco
exceder os limites fizados no principio desle ar-
tigo, ser elle obrigado a reduzi-la a esses limi-
tes dentro do prazo que o governo determinar,
nunca maior que o de seis mezes.
2. Nenhum dos bancos creados por decretos
do poder execulivo poder emitlir, ou maoter
na circulaco notas, bilhetes, e em geral escrip-
tos que conteuho promessa ou obrigaco de va-
lor receido em deposito ou de pagamento ao
portador, de quantia inferior a cincoenla rail reis
na corte o provincia do Rio do Janeiro, e a vin-
te e cinco mil ris as oulras provincias
Se dentro de seis mezes, contados da publica-
cao desta lei, 0 banco do Brasil nao se adiar
habilitado pata realizar suas notas em ouro, nao
poder dahi em diante conservar na circulaco
mais de vinte e cinco por cento da sua emisso
total, representados pelos referidos bilhetes de
quantia inferior a cincoenta. mil reis na corto, e,
viole cinco mil reis as provincias.
O governo marcar na forma do arl. 5. d.a Jei
n. 53 de 6 de. Outubro de 1835, um prozo ntqa-
superior a cincoenta muris.
Taes recibos o mandatos devero ser apre-
sentados no prazo de Ires dias contados das res-
pectivas dalas, sob pena de perder o portador o
direilo regressivo contra o passador.
11. E' permittido s caixas matriz e filiaes
do banco do Brazil receber cm pagamento- notas
dos outros bancos de circulaco existentes nos
lugares em que cada urna deflas se acharassen-
lada, e estes estabelecimentos sero obrigados
a trocar semanalmenle, em lugar cerlo, as notas
que tiverem recebdo uns dos outros, e a reali-
zar os respectivos saldos em moeda correnle.
12. Nao pedero fazer parle do fundo dis-
ponirol ou da garanta da emisso dos bancos
as moedas de prala, nem as olas do governo
do valor de l$000 a 5*000, nem notas de qual-
quer banco.
O governo desmonetizar as raoedas de ouro
de 58000.
Arl. 2 Na organisaco e rgimen das com-
panhias e sociedades anonymas, assim civis,
como mercantis, observar-se-ho as seguinles
disposices
16. Os dinheiros recebidos pelas caixas eco-
nmicas sero entregues no prazo mximo de
oito dias estacan de fazenda que o governo
designar em cada provincia ou municipio, e ven-
cero o juro de 6 0(0 desde o dia de sua entrada.
Os juros sero accumulados semeslralmente, e a
retirada dos depsitos s poder ter lugar com
previo aviso do depositante, feto cora antece-
dencia de oito dias pelo menos.
17. As caixas econmicas, que actualmente
funecionam com autorisaco do governo, conti-
uuaro as operaces conforme seus estatutos,
podendo os fundos que nao eslivercm emprega-
dos em ttulos da divida publica fundada ou fluc-
tuante, ter o destino determinado 110 paragrapho
antecedente
18. A disposicao do paragrapho dezases des-
le arligo fica extensiva aos npiaes e conlribui-
Ces dos monle-pos e de sociedades dos soccor-
ros mutuos que o requererem.
19. Os montes de soccorro nao podero fazer
outras operaces, senao as de cmpreslimos de
dinheiro sobre penhor pela laxa de juro que o
1. As companhias ou sociedades anonymas, governo annualmente fixar, e a prazo nunca
nacionaes ou eslrangeiras, suascaixas filiaes ou
agenciaes, que se incorporaren! ou funeciona-
rem sem autorisaco concedida por le ou por
decreto do poder execulivo, e approvaco de
seus estatutos ou escripturas de associaco. alm
de incorrerem na pena do art. 10 do decreto n.
575 de 10 de Janeiro de 1849, pagaro. as que
tiverem capital social a mulla de 1 a 5 do mes-
mo capital, c as que o o tiverem a de 1:000$
a 5.000$ pelas quaes multas assim como por to-
dos os actos das referidas sociedades ficam so-
lidariamente responsaveis os socios que as or-
ganisarem ou lomarcm parle em suas delibera-
res, direceo ou gerencia, cas pessoas quo di-
recta ou indirectamente as promoverem.
Esta disposicao applicavel aos raonte-pios,
s sociedades do soccotos rauluos, as caixas
econmicas, e a toda e qualquer sociedade sem
firma soci*l administrada por mandatarios' an-
da que seja benefiecnte. Aos presidentes das
provincias, e na formados regulamentos do go-
verno, perlence a faculdade de autorisar e ap-
provar os estatutos dos monle-pios o das socie-
dades de soccorros mutuos ou de qualquer outra
associaco de beneficencia estabelecida as pro-
vincias, salva a disposicao do arl. 10 10 da lei
n. 16 de 12 de agosto de 1834.
2. Emquanto por lei nao fr regulada esla
materia, Gca dependente de autorisaco legisla-
tiva especial a crea cao e organisaco ouincorpo-
raco: 1", de bancos de drculago ou de suas cai-
xas liliaes e agencias ; 2, de companhias que
emprehenderem a consiruco de estradas de
ferro e canjes de navegaco que servirem a mais
de urna provincia.
Esta disposicao extenciva approvaco ou
confirmaco dos estatutos ou escripturas de as-
sociaco o prorogaco do lempo de durado das
referidas compauhias oa sociedades anonymas.
3 A autorisaco e approvaco de que trata
o paragrapho antecedente, dever ser solicitada
por intermedio do governo, o qual, ouvida a
respectiva seceo do conselho de estado, reniel-.
maior de nove mezes. Os fundos desles estabe-
lecimentos, para tal fim podero consistir r.o.
producto de subscripces, doaces e legados de
particulares, ou podero ser foruecidos por era-
prestirao do governo, quando esle o julgar con-
veniente, pela importancia depositada nos ccres
pblicos, na forma do 16, 17 e 18 deste ar'.igo.
ou por particulares a titulo benfico ou oneroso.
20. Os lucros realisados pelos monies de
soccorros creados em virtude da presente lei.
deduzidos os juros dos fundos fornecidos por em-
prestimo, na forma do paragrapho antecedente,
faro parle do seu capital; e logo que este seja
sufficiente para suas operaces poderao ser ap-
plicados annualmente s despezas das estabele-
cimentos pos que o governo designar.
21. Os dinheiros recebidos cm virtude dos.
16, 17 e 18 deste artigo, qua nao tiverem at
applicaco aulorisado pelo 19,. sero emprega.
dos as operaces de amorlisaco da divida pu-
blica fundada, ou as despezas ordinarias du es-
tado, sendo escripturados coiao deposito.
22. As caixas econmicas, os mor.te-pios.
ou de soccorro, e as sociedades de soccorros
mutuos creados cm virtude da presente lei, ficam
isentos do imposto do sello, e lero a faculdado
de aceitar doaces o legados.
23. As sociedades de qualquo especie, e os
individuos que cstabelecerem casas de empres-
limo sobre peniores sem autorisaco, ou quo
tendo-a obtido nao tiverem escripluraco regular
na forma que estabclecereni os regulamentos do
governo, ficam sujeitos, alm das penas commi-
nadas no 1Q desle artigo, e das era que incor-
rerem em virtude da cdigo criminal, de pri-
so simples de dous a seis mezes, que ser im-
pasta pela competente autoridade policial.
24. As Iransacoes e tranferencias de accoes.
de companhias c sociedades anonymas. e dos t-
tulos da divida publica, e de quaesquer outros
que adrailtam colaco, s podero ter lugar por
intermedio dos respectivos correlores, sob pena
de pullidaije, alm das rjue forern applicaveis a
ILEGVEL


(*)
MARIO PE PERftAMBUCO. SABBADO DE SETEMBRO DE 1860.
laes actos, em wrludo dos respectivos reguU- teuciano do Brasil cm Pianca. Junta airar V.
uientos, salvo as disposices dos tratados era Exc- n primeira va de urna letra na importancia
vigor. I de 168 francos e 30 cntimos, sacada pela casa
Arl. 3 0 governo fica autorisado para fazer comuiercial de F. Sauvage 4 C." contra os nego-
asdespezas necessarias para subslituigo da ac- tantos dessa praga I. Mge & C.a, e a favor de
tul moeda de cobre cin circulago por outra de ; v- E*c, para pagimcnio do sabio que so Ihe es-
rma especie, debaixo das seguites bases la dover, como mi v da conla correnle, que
1. O valor nominal de cada pega nao poder ompanhou o oCTlcio^c 12 de julho ultimo, em
exceder a 10 0|0 sobre a importancia das despe- lue. v- Exc-. parlicipafldo fcaver entregado i tu-
zas de sua liga o fabrico. pora geral das irroaas dccarldadc a quantia do
2. S6 sero obrigalorios os pagamentos na 1.300 franco!, destinada ao pagamento da passa-
nova moeda at o valor da mnima moeda de Rcm de urna nova irmaa em subslituigo da que
prata. a qeal sera de 500 ris, logo que o gover- fallereu ltimamente nesta provincia, me envia
no tenha dttmoneiUudo a oe 200 rs., para o que os documentos relativo* enrommenda de qua-
fica autorisado. renta.amas de ferro feila pelo meu antecessor
3. O govarno marcar era seus regalamenlos, cm ofllcio de 8 He marcj ultimo.
nao s os p.azos e modo da substituido da moe- Reitero V. Etc. os protestos de arinha subida
da de cobre, mas tambera determinar a quali- e*1' e mui distincta considerago.
dade de liga da nova moed, seu peso, valor ^',0 ao cnsul de Frange. Acausando a re-
dianietro e typo. cepgio do oRcio que me dirigi o Sr. Visconde
4." A inceda de cobre substituida ser inutili-
sada e vendida como sizalha.
5.* A actual moeda de cobre que nao fdr leva-
da ao troco nos prazos que o governo designar,
ticar sujeta s disposices do art. 10 da le n.
53 de 6 de outubro de 1835. ja/
Art. 4 o O governo s poder permillir fka-
nho da prata dos particulares cm caso de neres-
sidade, devendo a senhorinhagem perlencer
fazenda publica.
Art. 5. O governo fica igualmente autorisado
nao s para conceder aos accionistas das estradas
de l.emont, cnsul de Franea, acomparrhado da
tradueco do aviso feilo aos navegantes, relativa-
mente aos pliares e bausas daquelle imperio,
cabe-rae dizer ao mesmo senhor cnsul que nes-
ta dala transmuto o referido aviso ao capillo do
porto desta prowcia, afim de dar-lhe a conve-
niente publicidafle^T
Renov ao senhor cnsul de Franca a segu-
ranca^ie minha perfeita estima c subida conside-
rarlo.Transmittio-se o aviso 30 capito do por-
to para o fim cima indicado.
Dito ao conunandanle das armas.Sirva-se V.
S. do expedir suas ordens, para que sr-ja-me
de feru, que gozam da garanta do *}uro,'a per-
muta de suas acedes por apolices da divida pu- i apresentado, hoje s 4 horas da tarJe, un sida*.
Mica interna do 6 QqO ao par, ou por ttulos da i Jo ''t cavallaria para nd Goianna.
divida publica externa de 4 2|1 0|0 ao par, seos Dtono inspector do arsenal de marinha.
ditos accionistas enlrarcm efectivamente no Ihe- v,s, 1ue- segundo y. S. declara em seu officio
souro cora a quantia necessaiia para preencher ,le hontem, sob n. 367, foi considerado apto para
o valor nominal das raesmas accOes, mas lam- "" na companhia do aprendizes artistas desse
bem para realizar a dita permuta por qualquer rsenal.o menor Justino Lopes da Silva, que pa-
oulro meio que nao seja menos favoravel aos in- semelhanle jira Ihe foi mandado apresenlar
por parte do juiz de orphaos deste termo, o auto-
riso a fazer otTecliva a admisso do referido me-
nor.Cummunicou-se ao juiz de orphaos do Ue-
cifo.
Dito no commandanle do corpo de polica.Ao
lei, salva a disposioo do 23 do art -2o, sero ""1(;'0 Jo v- S- esta data, sob n. 358, respondo
impostas administrativamente. dizendo-lhe que deve incluir na respectiva folha
Melade do seu producto ser applicado em be-i os vcncimcnlos do major Alexaodre do Barros e
nelicio do monte de 30ccorro do lugar mais pro- j^lbuquerque e tcnenlo Francisco Paulo do Sou-
ximu, ou na sua falla, do qualquer nutro eslabe- za Halagela desde a dala dos ttulos de suas
lecimento pi ; e a outra melade ser dividida ; l'romoges, vislo corno, estando elles ausentes da
entre os empreados ou pessoas quo promove- ; capital, e em commisso, tecm direitos aosven-
rem a sua iinposico ou dereiu noticia da iufrac- eimenlos dos poslos para que foram promovidos.
^Ao. Oluciou-so ueste sentido thesouraria provin-
Art. 7." O governo nos rcgulamentos que ex-
pedir para a boa execuco desta lei. poder im-
pr mullas de 100-3 at 1:000$, o do accordo cora
as presentes disposices determinar as condi-
c.es necessarias pira a organisago e incorpo-
teresses do estado.
A summe proveniente da primeira das indica-
das operages lera a applicago que Ihe for dada
as leis do orgamento.
Arl. 6. As multas de que trata a presente
Dito ao inspector da thesouraria do fazenda.
Pode V. S. mandar pagar ao ex-cadetc Tilo An-
gosto de Aluquerque Porlocarroiro, por cotila
do que se Ihe est a dever, de fardamenlo ven-
racSo das corapanhias c saciedades anonymas. c"'" e,n dilTerentes exercicios. smente a quantia
c dos eslaelecimcnlos de que traa o art, Io 5S llc '*6,w pcrlenconle ao de 1850 a 1860, devendo
1", 14, 18, 19 e 20 do art. 2 desla lei, sua ins- : uf'plicaule quanlo ao mais requerer essa
pecgo c exames, os casos e a forma da suspeu- Jhcsoiiraria a respectiva liquidacao, conforme V.
lias, e o que fr necessario
hontem. sob n.
sao ou dissolugo d
para exercicio das funegesde corretor e regula-
ridade de seus actos.
Ait. 8." ricura revogadas as disposices em
contrario.
Mandamos porlanto a todas as autoridades a
quera o conhecimento c execugo da referida lei ; lenle a quantia de 31J200 para forragem de
perlencer, que a compran) c farara cumprir e {,m ues,a 'luc conduzio a sua bagagem nas via-
guardar to mteirarnente como ne'lla se conlm. 8ens qic fez da villa de Tncaral a Buique o vi-
secretario de estado dos negocios da fazenda a i ce-versa, e de Tacarala Pranhas.Coairauni-
faca imprimir, publicar c correr. Dada no pala- cou-se ao commandanle das armas,
rio do Kiii de Janeiro, aos inte e dous de agos-
S. indica em sua iufonnaco de
910.
Dito ao mesmo. Resliluo a V. S. o requer-
inenlo do tenentc Jos Cesario Varella de Fran-
ca, afim de que, nos termos de sua inforrnaro
de hontem, sob n. 013, mande pagar ao mesmo
de mil oitocentos e sessenta, trigsimo nono da
independencia u do imperio. Imperador rom
a rubrica e guarda. Angelo Muuiz da Silva
l'erraz.
Carla de lei pela qual V. M. I. manda executar
o decreto da assemula geral legislativa, que
houve por bem sanecionar (uniendo providencias
Dito ao mesmo.Inleirado do conle lo de sua
iiifui'inaeao de honleni, sob n. 911, dada acerca
do requerimenlo em que o alferes do nono bata-
Ihao de infantaris, Luiz Antonio Ferraz Jnior,
pede o pagamento de seus rencimentos relativos
aos mezes de abril a junho deste anuo, como
commandanle da companhia de pedestres da co-
marca de Tacarat, lenlio a dzer que pode V. S.
sobre os bancos de enrfssao, meio circulante e \ mandar pagar a quantia de 266j>200, a que tem
dir.'ito o mesmo alteres, sendo 220600 sob mi-
nha responsabilldado, risto nao haver crdito pa-
ra essa despoza, e ser ella di nalureza daquellas
que sao indicadas no 12 art. primelro do de-
creto de 7 de mao de 1S2.Coinmunicou-sc ao
commandanle das armas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Cora a inforrnaro junta por copia, ministrada
pele cmara municipal desla capital, respondo o
tilliiio de 14 do correnle mez, sob n. 346, em que
V. S. pede providencias para que o fiscal da fre-
guozia de Sanio Amaro de Jaboalao reeolha ao
cofre dessa thesouraria o producto da cobranca,
que fez, do imposto de 2$500 por cabeca de ga'jo
vncjum consumido naquella freguezia.'
Dito ao mesmo.De conformidade rom a in-
forniaeo da contadoria dessa thesouraria, e a
que se refere a de V. S. datada de honleni, e sob
n. 419, o autoriso a mandar pagar a quantia de
3959100, que, segundo a conta que devolvo, foi
dispendida pelo delegado de Iguarass cora os
reparos da respectiva cadeia. Communicou-so
ao chele de polica.
diversas companhias c sociedades.
Para V. M. I. ver, Carlos Augusto de S a fez.
Ministerio da justlca.
DECRETO N. 2.618 DE 11 DE ACOST HE 1S60.
Ettabelece os emolumentos que decem pagar no
thesouro nacional os empreados das secreta-
rias de polica nomeados por portara de sen*
respectivos che fes.
Hei por bem ordenar que os empregados das
secretarias de polica, cuja aomeaco compele
aos seus respectivos chelos, paguem'no thesouro
nacional pelos litlos de sua numeago os orno-
luntenlos marcados no regulamenlo de 19 de
abril de 18 i para concesso de erdenados a
empregos nao mencionados.
Joo Lustosa da Cunha Paranagu, do meu
conselho, ministro e secretario de eslado dos
negocios da justica, assim o lenha entendido e
faga executar. Palacio do Rio de Janeiro, em 1
de agosto .'! i 1M!), iri.;.'simo-nono da indepen-
dencia o do imperio.Com a rubrica de S. M. o
Imperador. Joao Lustosa da Cunha l'ara-
tUVJUII.
.1!iiiistM-i<> la iitai'iiiha.
AVISO DE -II DE Jl LIIO DE 1860.
Altera o regulamenlo provisorio paraoservieo
de reboque por vapor nas barras da provincia
de Sergipe, mandado executar por aviso de 9 de
abril de 1858.
Rio de Janeiro, ministerio dos negocios da
narinha em 31 dejulho de 1860.Illni. e Exm.
Sr. Sua Magostado e Imperador, atlendendo a
que expuzera essa presidencia em officio n. 2>,
de de i utubro do anuo prximo passado, com
referencia a represenUco do director da asso-
ciago Sergi pense,
Dilo ao mesmo. Nos termos de sua infor-
macode houlera, sobo. 423, mande V. S. pa-
gar, a peasoa que paraesse fim se mostrar com-
pelenteinenle habilitada, a quantia de 7I#676
rs. era que importara os rencimentoa do capio
Francisco das Chayas Pereira, commandanle da
escolla de guardas nacouaes, quo em julho pr-
ximo findo conduzij Ires criminosos da comarca
do Brejo para esta capital.
Dilo ao mesmo. A Antonio Domingues do
Almeida Pocas mande V. S. pagar a quantia de
57^800 rs. despeudiuda no mez dejulho ultimo
com o sustento dos presos pobres da cadeia de
- i S. A lilao, como se da conla junta, que rae
- 1 foi reineliida pelo chele de polica com o officio
e conformando se com o pa
reccr manifestado pelo conselho naval e.n cou-lde hontem, sob n. 1190. Communicou-s" ao
sulla 11 2-ji de J de maip ultimo, ha por bem chele de polica.
ordenar que na execuco do regulamenlo pro* i- | Dito ao mesmo. Lm vista dos atleslados de
nono para o semeo de reboqce por vapor nas boa frequencu do estudanle Arsenio Fortnalo
rjessa provincia, que Daixou com aviso
barras
daudo do 9 de aliril de 1838, se observe osaddi-
lamentos o alleragcs consignadas nos seguioles
arligos :
1." As inspeegocs ordenadas no arl. 7. d0
cilido regulamenlo de 9 de abril de 1858, reino
leilas de modo que nao inluuompam
reboque.
2." Oscab
da Silva, o qual lein reaaettido regularmente os
quadros exigidos pela 2.-1 co'ndicao do seu con-
tracto, que existen! no palacio d presidencia, e
das razos, expostas no officio incluso por copia
do ministro brasileiro residente em Paris, man-
de V. S. exonerar da Banca prestada pan rece-
oservieo de ber a subvencao que Ihe foi concedida pela lei 11.
1358 a seu irmo Joaquiui Arsenio Cintra da Silva.
"s ou espas empregados no reboque "'l0 ao mesmo. Era vista do alleslado jun-
scrao fornecidos as embarcarles pela companhia ',0' a (I" s(! refere a sua informal o de honlem,
medanle a retribuico de 10 % sol|rn a laxa das i sou '; -6 o autoriso a mandar pagar a quantia
toneladas, bavendo toda a possnel cautela a bor- ,le 1625000 rs. que se est a dever ao contracta-
do das mesnins embarcacoes para evitar que se dr ^a illuminai;ao a azeite na freguesia dos A-
fogaJos, visto ler elle curaprido o seu roulraclo
110 mez de abril prximo findo segundo decla-
ro u o director interino da reparlico das obras
publicas em ollicio de 11 do correlo, n 235.
Communicou-se aQ director das obras publicas.
Dito ao director do arsenal de guerra. Para
cumplimento do disposlo no avisp da repirticao
do imperio de 17 de levereiro ultimo, conslaiile
da copia junta, informe Vmc. se no exercicio de
1856 a 1857 especialmente nos mezes de abril e
maio forneceu esse arsenaj azeite na importan-
cia de 8400O rs. para luzes do palacio desla
presidencia, ou do corpo da repecliva guarda.
Dito ao juiz municipal de S. Anlo. Tenho
prsenlo o ollicio de 17 correnle, em que Vmc.
me consulta, se deve proceder contra o escrvo
Belarmino dos Sanios Bolco, que devendo a
compatiha-lo a urna delgencia fra da cidade cm
lugar do escrvo de orphaos, por cojo carlorio
conia o feilo, mas que por doenle nao poda
preslar-se a esse servigo, havia preferido o que
posteroinemle Ihe fra ordenado ploiuizde
dreito.
eslraguem, sob pena do'ser por elles responsa-
bilisado o capito ou meslre do navio onde is=o
acontecer.
3,u Os soccorosprestados pelo vaporaos navios
que se acharen) por qualquer circumslancia ex-
traordinaria lora da barra impossibilitados de a
demandar, sero pagos por urna indemnisacao
razoavel, regulada pela directora da assocago;
e no caso da discordancia das parles, por urna
commisso de peritos a contento dos nteres-
sados.
4. Semprequea olalaa fizersignaldc permit-
ur a barra sabida, ou de embarcaco que pede
reboque para entrada ou soccorro," e fr adiado
o contrario, j porque a barra esteja brava, a rio
permillir a saluda, j porque tal reboque nao
tenha sido pedido, ser o rigia da atalaia punido
com a perda de 8 das de seus rencimentos, e at
cora a deraisso do lugar, segundo as circuras-
lanciaa que se derem.
Dos guarde a V. Exc Francisco Xavier Pacs
arreto. Sr. presidente da provincia de Ser-
fipe.
AVISO DE 11 DE ACOST T>E 1860.
Designa o uniforme dos guardas da companhia
de aprendizes arirfkcs do arsenal de marinha
da corle, que serrirtm de sargento-ajudante,
e de primeiros e segundos sargentos.
3.' secc&o.Rio Ue Janeiro.Ministerio dos
negocios da marinha, em 11 de agosto de 1860
-S M o Imperador conformando-se com o ,
que V. S. expoz. em officio n. 533 de 20 de julho quinco do lestemunhas! e
prximo preier.to, ha por bem que o uniforme'era de nalureza que nao pdia se'r; de"m"orjd~a"sem
dos guardas da companhia de aprendizes artfices grave inconveniente, eo passo que ? doli "enrm
desse arsenal, que semrem de sargento-a udante de Vmc. poda ser adiada para oulra ocS
e de primeiros e segundos sargentos, seja igual tenho a declarar-lho que aevla Vmc lanrar
que foi manado para as oulras pracas da logo mo do recurso, a que se soccorreu ultima -
me dirijo Luiza Mana da Hua, Vine, na qua-
lidade de juiz de paz 1," votado daquelle distric-
lo, mpre exercer esse cargo durante o correnle
I anno, como seu legitimo substituto em vista do
. que djspe o art. 10 do cdigo do processo, e es-
I clarece o aviso n 38 de 13 de julho de 1843.
Devo ainfti dizer-lhe, que quando duvid hou-
| vesse sobre essa subtiluigao, devia Vmc. pedir
j ao governo, csclarecimenio, e nao mandar, como
, do seu despacho de 16 deste mez, que me foi
presento. angado na petico de Luiza Mara da
Hora, que ella o (lzesse.
Dilo ao Sr. Flix Fernandes Portell. vereador
da cmara municipal do Bonito.Alm de que a
Vmc. no permitiido dirigir-se a presidencia
cozoo vereador da enmara municipal seno eaa
corporago, e versando a consulta que faz cm seu
officio de 22 deste mez, sobre materia de eleiges
e que era urna relago tem com as allribuigOes
conferidas poi> le; as cmaras municipaes, nao
podem as dundas por Vnrc. expostas ser toma-
das em considerago.
Dito ao conselho administrativo do patrimonio
dos orphaos.Mande o conselho administrativo
do patrimonio dos orphaos recolher ao collegio
da.s-orphas a menor Eudox maior desamparo, e que Ihe ser aprcsenlada
cajm este officio.
Portara.O presidealc da provincia, atlen-
dendo ao que Ihe representou o regedor do
gymnasio provincial, resolve demillir o porteiro
daquelle estabplecimento Joao Francisco Bastos
do Oiveira, por assim convir ao servigo publico.
Communicou-se ao inspector da thesouraria
provincial e o regedor do gymnasio.
Dita.O presidente da provincia, resolve, sob
proposla dochefejde polica, nomear o alferes do
8." balalho de infanlaria, Manoel Jos dos San-
Poriella, para o cargo de subdelegado do dstric-
lo dos AfogatJos.- Communicou-se ao comman-
danle das armas e ao chefe de polica.
Dita.O presidente da provincia resolve, sob
proposta do chefe de polica, nomear o lenle
dd 9o balalho de infanlaria. Joaquim Fabriciode
Mallos, para o cargo de subdelegado do distrcto
de Olinda.Communicou-se ao commandanle das
armas e ao chefe de polica.
Dita.O presidento da provincia, atlendendo
ao que Ihe requereu o lente do 9o balalho de
infanlaria Manoel de Azevedo do Nascimeiito, re-
solve conceder-lhe, de conformidade en 111 o pa-
recer da junta militar de saude, 3 mezes de li-
cenca com vencimentos na forma da lei, para tra-
tar de sua saude fra da capital.
Dita.O Sr. ogenlc da companhia brasileira de
paquetes a vapor, mande dar urna passagem de
ron vs para o Rio de Janeiro, em um dos vapo-
res que seguir para o sul, finarle Manoel de
Noronha, cm lugar destinado para passageiro de
eslado.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao Dr. Hermogenes Scrates Tdvares de
Vanconcellos.S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, manda aecusar recebidoo officio de 29 do
correnle, era que V. S. participa ter entrado no
exercicio do cargo de juiz de direilo interino da
2U vara desla cidade.Fizerara-se as convenien-
tes comrauuicages.
Desimcuos do di 30 de agosto
y Reqnetimentos..
1430Majbx Alexaudre Augusto do Frias Vil-
lar.Ao Sr. inspector da thesouraria de fazenda,
para reconsiderar avista do exposlo e informar de
novo.
1410Capito Francisco Raphael de Mello Re-
g.Registrada a licenca na thesouraria provin-
cial, sero supplicante ailendido.
1541.O mesmo. Remeltido ao Sr. iuspeclor
da thesouraria provincial para man.lar pagar ao
supplicante o que se Iho esliver a dever na forma
da lcj.
1412Frederico Carnciro Leao.Passe-se por-
tara coocedendo tres mezes de licenca com ven-
cimentos na forma da lei.
1413.Francisco das Chagas Pereir3. Dirja-
se thesouraria provincial.
14 lJoaquim Jos da Cosa. Nao tem lugar
avistada informago do inspector da thesouraria
provincial.
145Jos I.eilor. Declare o supplicante se
quer ser exonerado do lugar que oceupa no hos-
pital militar pan seguir para o Rio [Grande do
Sul, como pede.
1446 a 14(8Joaquim Cavaleanti de Albuquer-
que Mello, Manoel Jos de Almeida Soares e Ulys-
ses Justiniano de Oiveira. J esl prvido o
lugar.
1119Luiz de Franca Soulo. O supplicante
ser pago logo que o permiltirem os cofres pu-
blico..
1150Luiz Antonio Ferraz Jnior.A thesou-
raria de fazenda tem ordem para cffeciuar o pa-
gamento requerido.
1151Luisa Mara da llora.Recorra a suppli-
cante ao juiz de paz do Io distrcto, a quem nes-
la dala se ministra o preciso esclarecimento.
1452.Mura Joaquina da Silva Maula Como
roquer, pagos os direitos devidos.
1153Tilo Augusto de Albuquerque Porlocar-
reiro.-Para pagamento do fardamento relativo ao
exercicio prximo passado, se expede ordem nec-
ia dala ao inspector da thesouraria de fazenda,
j quem deve o supplicante requerer a liqoidago
do que peilence aos exercicios j encerrados."
COMANDO "DAS ARMAS.
Quai'tel lo cumulando da armas
em Pcrnainbuco, na cidade do
Uecife, :: 1 de agosto ,ie I86O.
ORDEM 1)0 DA N7.
O coronel commandanle das armas determina,
que na manha do da Io de selembro prximo
viudonro, se passe revista geral de moslia em
seus respectivos quarteis, aos corpos movis do
exercilo aqui existentes, e s companhias avulsas
desla giiarnieao, pela ordem seguinle : s 6 horas
companhia de artfices, s 0112 ao 4o balalho de
arlilharia a p, s 7 l[ ao 8", s 7 3[ ao 9, es
8 l| aoll), todos de infanlaria, e finalmente s
8 3(1 companhia fixa de cavallaria.
O mesmo coronel commandanle das armas faz
cerlo para o deudo flu, que approvou o engaja-
menlo que hontem con Iranio para servir mais 6
annos, nos termos do decreto e regulamenlo do Io
de maio de 1838, o soldado da 7a companhia do
8o balalho de infanlaria, Rosalino de San la-
Anna.
Assigoado. Jos Antonio da Fonscca Oalvo.
Conforme. ,1/ito/iio Eneas Gustavo Oalvo,
alteres aiudante de ordens interino docoinmando.
Considerando ludo quanto expoe Vmc. no ri-
lado ollicio, c reconhecendo que o predito Be-
larmino, sendo esrrivfd do crime, e officiando
inleiramente no carlorio do jury o das execu-
ges criminaes, nao podia no caso em questo
deixar de cumprir a ordem do juiz de direilo,
nao s por ser auloridade superior, como por
que o servigo por elle ordenado
por
sendo a expe-
dirlo de um mandado de h.ibeas-corpos, e -
m processo crlme
INTERIOR.
ao
mesma companhia no aviso regulamenlar" de 12
de agosto de 18i7, com a dilTerenra de Irazerem
mi l'onet galio deouro avivado d encarnado, o
daquelle de urna, c o deste de meia pollegada
de largura, leudo na frente radicalmente colloci-
da una ancora com cora imperial; e no
braco direilo, o sargento-ajudante dous gales
de ouro de urna polleg.-,d> de largura e nove de
comprmelo, postos obliquamente, com a cora
imperial por cima; os primeiros sargentos os
mesmos galoes sem a cora; e os segundos um
so galao, lambem sera a cora- o que commu-
nico a V. S. para sua intelligencia c execuco =
Dos guarde a V. S.Francisco Xavier' Paes
llarreto.Sr. inspector do arsenal de marinha
corle.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO DI* 30 E AGOSTO DE 1860.
Officio ao Exm. conselheiio Jos Marques Lis-
boa, ministro extraordinario e enviado plenipo-
mente no fim do evitar conflictos, que podem
perlubar harmona, que lano convm boa
adminislrag&o da justigo, e que Vmc. como es-
pero, prudenlementc procurar semprc manter.
Dilo ao promotor publico da Boa-Visla.De
conformidade cora o modelo n. 3 com referencia
ao2 do arl. 26, cap, 3 do regulamenlo especial
para as cadeias da provincia, approvado por acto
da presidencia de 11 de julho ultimo, e de que.
Ihe envi copia, deve Vmc. se nenhuma observa-
gao tiver a fazer, escrever a declarago devis-
lanas contas do forneciraentos aos presos po-
bres do termo, em que Vmc. residir, ou se achar
que Ihe forera apresentadas pelo fornecedor, ou
pelo delegado respectivo.
Fica assim satisfeilo o sen officio de 6 de julho
deste anno.
Dilo ao 1. juiz de pz do 2." distrito de Ha-
marac Tendo-se mudado dessa freguezia o ci-
dadao Manoel Florentino de Miranda e Albuquer-
que, 4. juiz de paz do 2. districto da mesma
villa, segundo consta de urna representago que
KIO DC .IVM.IttO
15 de agosto de I86O.
O senado rejeilou hontem em 1." discussao o
projecto que eleva a 24 o numero das loteras
concedidas empreza lyrica o a emenda do Sr.
visconde de Ilaborahy.
Approvou em 3." discussao o projeclo de
reforma eleitoral, depoisde orarem os Srs. Souza
Ramos, c Sinimb.
Approvou sem debate em 1.a e 2.a discussao a
proposla de Dxago de forgas de torra.
A cmara dos deputados approvou honlem em
2.a discussao, depois de orarem os Srs. Vilella
Tavares e Pinto de Campos, a proposta do go-
verno sobre casainentos enlre pessoas que nao
professern a religio calholica apostlica ro-
mana.
Entrn depois em 3" discussao o projecto que
marca o subsidio e e indemnisacao para as des-
pezas de viagom de viuda e voll dos deputados,
a qual ficou encerrada, depois de um dbale en-
tre os Srs. Luiz Carlos, Athayde, Marlinho Cam-
pos e Candido Mcndes.
Por decreto de 31 de julho prximo passado
foi condecorado com a conimenda da ordem de
Cjaris'o o Sr. Joaquim Antonio da Cunha, nego-
ciante desta prca.
17
O senado hontem approvou em 1." o 2.a dis-
cussao a proposta da fixago de forgas de mar,
depois de orarem os Srs. visconde de Abael,
ministro da marinha, e visconde do Jequili-
nlionha.
Approvou era 2.a discussao o projecto que re-
gula o art. 6.0 1. da conslituico cora urna
emenda oTerecida pelo Sr. bar de Muriliba
depois de orarem os Srs. baro de Muriliba Si-
nimb, Vasconcellos, e visconde de Ma'ran-
guapc.
A cmara dos deputados adoplou hontem o
projeclo que marca o subsidio e a indemnisago
para as despezas da riagem de vinaa e volta dos
deputados.
Continuou depois a discussao do projeclo que
autorisa o governo a mandar pagar a Manoel Jos
Teixeira Barbosa a importancia da sentenga que
obleve conlra a fazenda publica. Oraram os Srs.
Bezerra Cavaleanti e Henriques, Ocando a discus-
sao addiada.
Eotrou por fim em discussao o projeclo que
modillca a le e 23 Ue uoveuiliro de 1841 que
ereou o conselho de estada, e o regulamenlo de
5 de fevereiro de 1842, a qual ficou encerrada de-
pois do orarem os Srs. Franco de Almeida e mi-
nistro do imperio.
Por decreto de 13 do correnle mez leve merc
das honras de grandeza o Sr. baro de Auto-
Bina
Po' "retos da mesma dala tiveram merc do
foro de fldalgo da casa imperial os Srs. Manoel
do Reg Barros Souza Leo e Anlouie Francisco
Paes do Mello Brrelo.
18-
Hontem no senado nao houve sesso por falta
de numero legal.
A cmara dos deputados approvou hontem em
1. discussao o projecto que modifica a lei de 23
de novembro de 1841, que creou o conselho de
fo'f'a0' e "*goTanienta de 5 de fevereiro de
1842.
Approvou depois em urna s discussao o pro-
jecto quo concede una pengo annual de 6U0S
ao conego Manoel Roberto da Silva Dniz, viga-
rio da freguezia do Beliui, na provincia de Minas-
Geraes.
Enlrou por fim em discussao a proposla do or-
garaento da despeza e receita geral do imperio.
Oraram os Srs. Teixeira Soares e Casimiro Ma-
dureira, ficando a discuso adiada.
Forara olerecidas e apoiadas as seguites
emendas:
O arl. 11 (ddilivo) 7 subslitua-so pelo se-
guinte:
7. Para aforar os terrenos de alluviao on-
de exlsiirem marinhas, e bem assim os alagadi-
gos, ou terrenos do volulos encravados nas po-
voages, ou nos arredores.
Esta disposigao fica extensiva a qualquer ou-
tros lerrenos devolulos nas mesmas condiges.
A. J. Henriques.Sampaio Vianna.Torr'es-Ho-
mem.
Ao art. 12 depois das palabras n. 870 de 22
de novembro de 1851, diga-sen. 2,498 ds 4 de
abiil de 1857.
Depois das palavras n. 2,548, diga-see n.
2,51; depois das palavras n. 2,518 de 10, diga
c 14-A. J. Henriques.Sampaio Vianna.
Torres- Homem.
A emenda da 2.a commisso do orgamento
ao II do art. 2ajunte-sedesde j.S.* de Ma-
cedo.A. da Cosa Pinto Silva.
Ao 12 do arl. 3 da proposla, accrescenle-se
incluida a quantia de 6:000$ para e seminario
episcopal da provincia de do Amazonas.S. R.
A. da Cosa Pinto Silva.S. de Macedo.
Os olficiacs das armas de cavallaria e Infan-
laria que j o eram cm 31 de marco do 1851 se-
ro promovidos por anliguidade, merecimento o
csludos theoriocos, anda quando carceam das
habilitagcs scieniificas de que trata a legslaco
em vigor.
1." Os ofliciaes das referidas armas eleva-
dos a essa cathegoria depois de 31 de Marco de
1851 sero promovidos quando, pela legieaeo
em vigor c satisfeita a disposico desde artigo,
Ihes c-iuber o direilo a accesso" ao posto inme-
diato', na razo de dous lergos por anliguidade e
por lergo por csludos scienificos.
t 2. Para o preenchiuinlo das vagas nos
poslos dos olciaes superiores nas dilferenles ar-
mas guardar-sc-ha sempro o equilibrio cnlrc os
principios de anliguidade e merecimento.
. 3. Fica entendido que as presentes dspo-
siedes nao dispensam todas as oulras condices
exigidas pela legslaco vigente.L. A. da Cunha
Mallos.Antonio Fexoio de Azevedo.Jesuloo
Lamego Costa.
A nova empreza lyrica da corte, representa-
da pela sua commisso fiscal composta dos Srs.
Manoel Hygino de Figueireto, baro do Pilar,
e Joo Pereira Darriguo Faro, reclama desla au-
gusla cmara urna medula contra a falla de sub-
vencao que tem solfrido depois que fiudou em
dzembro de 1859 o seu coutralo com o governo,
nao obstante ler sido prorogado por mais um an-
no, pelo decreto de 12 de marco de 1858 o qual
comegou a 4 de fevereiro do crrente, e lera de
expirar em dia igual do anno de 1861, c de ha-
ver cumplido todas as estipulages onerosas do
mesmo contrato, satisfagan do "governo.
Allega anda a nova empreza que, leudo
lindado em dezembro de 18 9 cora o seu prmei-
ro contrato, a extraego das loteras concedidas
pelo corpo legislativo como subvencao ao thea-
tio lyrico, na f do seu novo contrat* com o go-
verno, tem continuado a cumpri-lo em lodas as
obrgaces que este Ihe impe, confiando justa-
mente nao s na subvencao j concedida pelo an-
terior, que foi prorogado, seno tambera no fa-
voravel deferimenlo que esta augusta cmara so
dignara dar sua repre^entaeo do anno passa-
do, em que demonslrou a osufficiencia da sub-
vengan do 12 loteras annuaes, elevando o seu
numero a 24 pelo projeclo de rcsolugo que pen-
de de deciso do senado ; sendo que por isso ha
conlrahido empeuhos superiores a suas forgas, e
eoncluindo por pedir que na 3.a discussao do or-
gamento geral da receil.i e despeza, quo breve
lera de oceupar a cmara, se iuclua um artigo
ddilivo autorisando o governo para, por meio
de loteras que tara exlrabir, indemnisar a em-
preza lyrica da subvencao a que se ulga cora di-
reilo, e bem assim a providenciar de futuro, caso
entenda que convm manter um thealro lyrico na
corte.
A commisso do fazenda, a quem foi re-
meltdo o requerimenlo da nova empreza lyrica,
considerando que pelo simples facto da proroga-
gao do seu contrato, por decreto de 12 de marco
de 1858, tem ella indisputave jus s condiges
ventajosas do mesmo contrato, urna vez que le-
t nha cumprido e continu a cumprir as obriga-
, ces e onus que elle Ihe impuzera ; o que a
commisso acredita ler-se verificado al o pre-
: sent, segundo as infolmages do ministerio do
j imperio existentes na cmara : considerando mais
que, leudo de findar em 4 de fevereiro de 1861 o
vigente contrato, e manifestada como tem sido
i pelo corpo legislativo e pelo governo a conve-
niencia de auxiliar, para quo se possa manter,
i urna acea lyrica na corte, ser opporluna a oc-
casiao para provdeuciar-se a esle respeito : con-
siderando tambera, que o meio do subvencao em
; forma de loteras preferivel ao do pagamento
directo pelos cofres do thesouro, com o produelo
dos impostos, mormenle em presenca da defi-
ciencia da receita publica, de parecer que se
adoplc na 3.a discussu do orgamento o seguinle
artigo ddilivo :
Artigo. O governo fica desde j autorisado :
1." Para mandar exlrahir as loteras que
forera necessarias afim de com o seu producto
indemr.isar nova empreza lyrica da cArte do
que Ihe fr devido, cm rirtude da prcrogago do
seu contrato pelo decreto de 12 de marco de
1858.
2. Para contratar com a actual, ou com
qualquer oulra empreza, por espago de Ires an-
nos, e por contratos animalmente renovados, a
c coutinuaco da opera lyrica italiana, fazendo
para este fim exlrahir por anuo 18 loteras, cuto
producto ser exclusivamente applicado aos no-
vos contratos, e convenientemente fiscalisedo
pelo governo.
Sala das commissoes da cmara dos deputa-
dos, 13 de agosto de 1860. L. A. do Sampaio
Vianna. Torres Ilomem.
Ao 1 do art, 11, accrescenle-se ex-
ceptuados os gneros alimenticios de consumo
geral, salva a hypolhese do 4. F. C Brao-
do.
Em vez das palavras desde j, diga-se
do 1." de Janeiro de 1861 em dianle. Paula
Santos.
Suppriraam-sc os seguites arligos o para-
graphos:
I 3." do arl. 11 que impe a mulla de 10 a
130 por cenlo sobre a falta de sisa na venda de es-
cravos.
5." do art II que eleva a 4 por cenlo o
imposto de chancellara.
g 9. do art. 11 que eleva ao dobro a laxa
do sello lixo e proporcional.
10 do arl. 11 que subslitue o imposto des
casas de negocio por urna nova laxa fixa e va-
riavel.
8. do art. 12 que impe obrigacao de es-
criptura publica na venda de escravos! Paula
Santos.
Fica q governo autorisado a encampar o
contrato feilo com a companhia de navegacao c
commercio do Mucury, indemuisando os accio-
nistas do capital de suas aeces.
Accrescenle-se applcando para este fim o
producto do emprestimo conlrahido em viriude
da lei n. 1,011 de 8 de junho de 1859. Anto-
nio Candido da Cruz Machado.
O governo abrir venda em lodas as procin-
cias collecgo das leis do imperio, prego
nunca maior de melade do que aclualmmente
tm na typographia nacional. S. R.
Sala das sessesJ 17 de agosto de 1860.
S. G. de Aranjo Jorge. Toscano Brrelo.
O governo fica autorisado a mandar proceder
aos exames necessarios para a desobstrnegao da
barra do rio Cunlia, e canalisago do ro Cear-
Mirim na provincia do Rio-Grande do Norle, e a
fazer executar os referidos melhoramentos sem
alm da decretada pelas
ijiublicas. Bezerra Ca-
auguit'iiio de desp,
diversas verbas de obr
vnlcante.
Fica o governo autorisado a garantir ao cm-
prezario das duas navegages a vapor dos rios
Jequiti.ihoiiha e S. Francisco, um emprestimo
dentro ou fra do imperio, com as seguites ?on-
diges :
1." O emprestimo deve ser amortizado den-
tro do prazo de doae annos, pagos somcstral-
mente os juros e amorlizagao do mesmo, com
urna quantia certa e igual.
2 O pagamento dos juros e amortizagio do
refende emprestimo em.cada semestre, nao de-
vera exceder lotalidade das subvences geraes
e provjnciaes, concedidas s mencionadas em-
prezas. as quaes ficam hypothecadas ao sobredito
pagamento, nao podendo o emprezaro receb-las
sem mostrar ler satisfeilo o uliimo pagamente-
vencido do mesmo empresliino.
3. Ficam ainda mais hypothecados segu-
ranca do emprestimo o material e mais perten-
ces de ambas emprezas ; e sobre isto, o empre-
zaro reforgar anda a sua garanta com hypo-
theca de bens de raz equivalentes lotalidade
do emprestimo, so o governo assim o entender
necessario.
4.a As mencionadas emprezas sero levadas
a elfeito dentro de un anuo depois de realizado o
emprestimo, nao podendo o emprezaro em hypo-
lhese alguma recorrer a reclamacoes de qualquer
nalureza, a pretexto de infortunios ou perdas por
torga maior, para desonerar suas propriedades
hypothecadas, que ficam sujeilas indemnisacao
do governo. J. J. Fernandes da Cunha M
P. de Souza Danlas. Jos Augusto Chaves.
J. M. da Silva Prannos. Pedro Moniz. L.
A. Pereira Franco. Teixeira Soares. Costa
Moreira. Pederneiras.
- 19 -
O senado hontem rejeilou o art. 1.a do pro-
jeclo que regula o art. 6." da conslituico e ap-
; provou a emenda substitutiva do Sr.'baro de
Muriliba, e a do Sr. Sinimb ao 5.
Rejeilou cm seguida o art. 2." do mesmo pro-
jeclo.
Approvou sem dbale em 2.a discussao o
art. 1. do projeclo que prohibe a venda de es-
cravos em leilo publico.
Passando-se a discutir o art. 2., oraram os
Srs. visconde de Abaete, Silveira da Molla c ba-
ro de Muriliba, Gcando a discussao encerrada.
Na cmara dos deputados, hontem, o Se. Bap-
lsla Monleiro fundamentou e apresentou um re-
querimenlo, pedindo informages ao governo
acerca das queixas ou denuncias que tem sido
apresentadas por crime de responsabilidadc con-
lra os juizes municipaes Leandro Ribeiro do Si-
queira Maciel e Goncalo Vieira de Carvalho e
Mello, este do termo" de Villa-Nova, e aquelle
do do Rosario, da provincia de Sergipe.
Em seguida o Sr. Mariuho Campos lambem
fundamentou e apresentou um requerimenlo, pe-
dindo ao governo exemplares du botlelim official
em numero sufficietite para screm distribuidos
pelos membros da cmara.
Continuou por fim a discussao da proposta do
orgamento da despeza e receita geral do impe-
rio. Oraram os Sis. Peixolo de Azevedo e Ilen-
riques, ficando adiada a discussao.
Forara apreseuladas as seguites emendas :
Ao art. 11, g S depois das palavras =s at
I 4 por cenlo accrescenle-se nunca excedente
de 600.;(I00.
Ao S 10 in fine, em lugar Je 30 por cen-
to, no caso conuario diga-se .20 por cenlo,
no caso contrario. L. A. de Sampaio Vianna.
Turres Ho.nem. A. J. Henriques.
Ao 26 dos a.lditivos accresceulc so as-
sim como a gacanlir-lhes dispensa do servigo ac-
I livo da guarda nacional isengo do roer uta -
menlo em dreuinstancias ordinarias, dadas
.celias condiges de moralidade e assduidade de
; trabalho, e em numero limitado, na razo da po-
| pulaco das diversas localidades, e da imporlan-
ca da cultura de que se oceupem. S. F. de
: Araujo Jorge.
O governo autorisado a contratar com An-
| Ionio Pedroso de Albuquerque e outros, que rc-
, quereraro a conetrueco da estrada de ferro do
Paraguass, na provincia da Babia, a qual partin-
I do da cidade da Cachoeira v terminar na Cha-
; pada Diamantina, com um ramal villa da Feira
, de Sani'Anna, e a con.strucgo da grande ponte
sobre o rio Paraguass, que* una aquella cidade
freguezia de S. FeTix ; concedendo empreza
todos aquellos favores que possa precisar para
, ser levada a effelo, menos a garanta de juros
sobre osen capital, e qualquer outro favor pecu-
| niario. II. Augusto Chaves. Meudes da Cos-
. "a. Teixeira Soares. Baio do Bom Jardim.
J. J. Fernandes da Cunha. J. A. Saraiva.
Pedio Moniz. Pereira Franco.
O governo fica auturisado a ceder urna parle
do terreno nacional, denominado Ja toba, extre-
mo das fazendas Grande e Boquero, da provin-
cia do Piauhy, afim de ser edificada no referido
terreno a igreja matriz da freguezia de S- Joo de
I Piauhy. J. A. Saraiva. P. Moniz.
g Fica o governo autorisado para desde j
I mandar exlrahir al 12 loteras, para cumpii-
I ment do contrato celebrado cora a empreza ly-
! rica da corle, por decreto de 12 de marco de
1858, podende desde j rescindir o menino "con-
! trato, de accordo com a empreza. L. A. de
l Sampaio Vianna. Torres Homem. A. J.
I Henriques.
A' emenda ja approvada da commisso ao
I art. 9. S 46, elevando a 12 por cenlo o imposto
de 8 por cento sobre o valor das loteras, accres-
Icente-se sendo applicado 1 por cenlo ao fun-
do capilal dos Montes de Soccorro que o governo
designar.
u g 45 Imposto sobre barcos do interior,
suppriiua-se. L. A. de Sampaio Vianna.
Torres Hornera. A. J. Henriques
Por decreto de 10 do passado foram noraeados
cavallciros d3 ordem de S. Berilo deAviz o ma-
jor Joaquim Joo de Menezes Doria c o capilo
Francisco da Cosa Reg Monleiro.
20
Por docrclo de lie 18 do correute foram re-
movidos a pedido seu :
O juiz municipal e de orphaos Pedro Alfonso
Ferreira do'A'breu, do termo de Castro para o do
Principe, da provincia do Paran.
O juiz municipal o de orphaos Bernardo Jacin-
U10 da Veiga, do termo de S. Jos para o de
Caldas, na provincia de Minas Geraes.
Fez-sc merc ao conego honorario da S de
Olinda, Dr. Joaquim Francisco de Paria, da dig-
nidade de deo da mesma Se.
Foram nomeados :
O lenle cosonel Joaquim Jos Cocino de
Souza, chefe dj estado-maior do commando su-
perior da guarda nacional do municipio de Naza-
relh; da provincia da Baha.
O lente Leo Caldas de Brilo, lenle coro-
nel commandanle do batalho de infanlaria n, 43
da mesma guarda nacional.
Foi reformado Jos Joaquim de Arantes, major
da anliga guarda nacional da provincia de Minas
, Geraes, no mesmo posto.
FoicYsignado o capito do quarto balalho do
servigo activo da guarda nacional da provincia
1 de S. Paulo Manoel Nunes da Silva Ferreira
ra servir de major do mesmo batalho.
Concedeu-se a graduaco de major a Salvador
Ferraz de Almeida, major da anliga guarda na-
cional da provincia de Minas-Geraes.
Foi aceita a desistencia que Luiz Everaldino
Gongalves dos Santos faz da serventa vitalicia
dos officios de tabellio o escrvo dos orphaos
da villa de Marac da provincia da Baha.
Fez-se merc da serventa vitalicia :
A Joaquim Jos de Avilla, do officio de tabel-
lio do publico, judicial e notas do termo de Bro-
tas, da provincia de S. Paulo ;
A Manoel Gongalves Pacheco, do officio de
partidor do juizo municipal e de orphaos do ter-
mo deSorocaba da mesma provincia.
Foram perdoados :
A Joaquim Francisco Pereira, a pena de um
mez de prlso simples e mulla correspondente a
duastergas parles do lempo, que Ihe foi imposta
por sentenga do jury do termo de Ilaborahy-da
provincia do Rio de Janeiro.
A Marcolino Antonio Pereira Ramos, soldado
do corpo policial da corte, a pena que Ihe foi im-
posta poelo conselho supremo militar e de justi-
ca, de servir por lempo de quatro annos no exer-
cilo. por haver pralicado o crime de segunda de-
sergo.
gar s raauifeslages de alegra da toda a popu-
lago. Houverara illuminagea, levautararu-so
arcas, embandeirou-se a cidade, e preparavam-
se para os dous ltimos das de esta urna gran-
de regata e um baile, que seria honrado com a
presengo ao principe.
candidatura do Sr. Douglas cadera presi-
dencial continuava aganhar grande apoio emdif-
rereotes Estados da Unio. que o candidato pre-
dilecto percorna attrahindo em grandes meelings
os suifragios populares.
Em Boslon houvera no dia 25 urna reunio de
seus pariidarios, em que so calculava nada menos
do 40,000 pessoas presentes.
O grande vapor Greal Eastern, ainda ancorado
no porto de New-York, era visitado diariamente
por crescida mullido. O numero dos enriosos
subir no dia 24 a 19,000 cabecas, conlando-se
urna vez de 6 a 7,000 a bordo.
Publicra-se em New-York o quadro estaiisti-
co da emigrago eslrangeira para aquelle porlo
no correnle anno at 25 do passado.
Elievara-se ella nesse periodo a 59,227 emi-
grantes conlra 45,729 ditos em decurso iaual no-
anno de 1859.
I Houvera em Dalles (Texas) um violento incen-
1 dio que reduzira a cinzas os principaes edificios
ida cidade, avaliando-se as perdas em 700.000
pesos.
Esse desaslro fra atlribuido aos planos do
urna associago de abolicionistas que lendbm i
devaslagao de todo o norte do eslado para faci-
litar urna grande insurrtigo em fivor da sua
causa ao approximar-se o dia eleitoral.
Havam sido presos alguns individuos de cures-
branca e preta. como envolvidos nessa conjura-
gao.
As noticias do Mexico>lcancam at 19 d pas-
sado.
Zuloago passara-se para o campo de Degola-
do, e se pronunciara era favor dos consliiucio-
naes, sendo imitado por Carlos Miranion, irmo
do presdeme, que arrastrou comsigo o corpo quo
commandava ealguma arlilharia.
Miramos, balido em um encontr, reuna no-
vas forras e preparava-se para oulro combate.
Urna correspondencia do New-York Herald da-
va como certa e eminente a intervengo da lies-
panha nos negocios do Mxico, assim como a
neulralidade das oulras potencias eslrangeira?.
Entre os representantes destes que haviam sus-
pendido as suas relages diplomticas com o go-
verno do Miramon liguravo os Srs. Malhcw?,
pela Gra Bretanha, de Launde, pela Franca,
Wagoer pela Prussia.
No dia 26 constara pelo telegrapho em Was-
hington que o eslado de Chiappas havia sido in-
vadido pelos flibiisleiros de Guatemala, que In-
cendiaran diversas fazendas e reliraram-se de-
pois de um largo saque com avullada porco da
despojos.
Temos datas dos Estados-Unidos at 26 do pas-
sado.
No dia 23 noile chegra a SI. John o princi-
po de Galles, onde tora recebido pelo governador
da cidade frente de todas asauloridadescivis e
militares, e de um numeroso concurso de povo.
S. A. Brilannica hospedara-se no palacio do
governo tencionando seguir viagem no dia 25
tarde.
A coade de St.-John procurava demonstrar
ao seu Ilustre hospede o cnlhusiasmo cora que
acolhia a sua visita.
No dia 23 fecharam-se lodas as lojas, e ficou
interrompido o Irafego commercial para dar lu-
Por decrelo de 13 do correnle foi agraciado-
com commenda da ordem deChristo o Sr. con-
selheiro Frederico Geraldes Tavares da Veiga
Cabial.
21
O senado hontem regeitou ero 2a discussao os
arls 2o, 3 o 4" do projeclo que prohibe a ven-
da dos eseravos em leilo publico.
Approvou em 3a discussao as emendas substi-
tutivas do projeclo que regula o arl. 6. g 1. da
consliluigo, depois de orarem os Srs. Nabuco o
visconde de Muranguapc.
Approvou sem dbale em 3a discus?o a pro-
posta de fixago de forgas de ierra.
Entrando era 3*discusso a proposla de fixa-
go daforga naval, oraram os Srs. visconde de
Abael, Siniub, e visconde de Jequitinhonha
ficando a discussao encenada.
Continuou honlem na cmara dos deputados a
discussao do orgamento da despeza e receita ge-
ral do imperio. Oraram os Srs. presideniodo
conselho e Franco de Almeida, ficando a discus-
sao adiada.
Foram offerecidos e npoiados e apoiados osse-
guinles addilivos :
Fica o governo aulorisado a contratar, em
lodo ou em parte, com quem mclhorcs condices
olfereccr, o servigo da navegago a vapor do'Rio
de Janeiro a Sania Calharina, "pelos portos inter-
mediarios de S. Paulo e Paran, urna vez que se
rescinda o contrato era vigor, nao excedend
nunca na despeza a consigna cao ou subvencao
actualmente applicada.Joaquim Octavio e-
bias.
Nos g 46 e 47 do art. 9. do cap. 2.Receita
geralacrescenle-se, depois de 12 por cento
desde y.A.J. Henriques.Sampaio t'ianna.
A ordem do da para boje :
Continuagao das malcras antcriormenle de-
signadas, e Ia discussao do projecto n. 124 deste
anuo.
1 discussao do projecto nao impresso, dis-
pensando as leis de amorlizagao para que pos-
sam possuir bens do raiz as igrejas malrizes da
tilla-Bella da Trinceza c S. Sebaslio, de S.
Paulo.
Por decreto de 10 do correnle foi condecorado
com o habito de Aviz o major de engenheiros
Paulo Jos Pereira.
Manifestou-se honlem as 4 c meia horas da
madrugada, um violento incendio no botequiu
! da praca da Consliluigo n. 22 peileiicente a Jos
I Garcia Pereira e oulro.
O fogo ateou-so e lavrou primeiramcnle na
.sala da frente, c communicando-se de jantar,
ganhou maior intc-iisidade, e deslruio lodo o
predio.
As casas adjacenles, de ns. 18 e 20, snffrcram
grande estrago, ficando a ultima inutilisida, o
poucoas de ns. 15 e 156 ra do Cano, e n.
39 ra no Thealro.
Comparecerim os Srs. chefe de polica, sub-
delegado do dislriclo c oulras autoridades poli-
caos, bem como alguns piquetes dos corpos da
guarnicio, e parle da Iripolago da fragata Cons-
tituifo, crvela Dous de Julho, vapor Amazo-
nas, e paquete francez fxlremadure.
O incendio ficou extinelo as 9 boras da ma-
n h a.
Foram presos para averiguages' os dous so-
cios proprietarios do bolequim e todos os seus
empregados.
Noticiando esle desastro lembraremos ao Sr.
chefe de polica a necessidade urgente que ha do
regularisar-se melhor o melhodo adoptado e se-
guido para os signaes de incendio.
Segundo o novo regulamenlo cm pralica, de-
vem estes signaes parlir em primeiro lugar da
matriz da freguezia onde se der o incendio, e s
podo repeli-los a igreja de S. Francisco de Pau-
la, onde para esse fim ha una corda pendente do
sino grande sebre o adro da igreja ao alcance
da pessoa encarregada pela polica do tocar o
fogo.
Resulla cm rouilos casos dessas disposices
exclusivistas a demora dos soccorros que "sao
proraplamente reclmalos, e que mais cedo ap-
pareceriam se, como oulr'ora, fossem reclamadas
pelos sinos mais prximos ao lugar do sinstro,
a que outros mais distantes se uninam, dando
maior ainplido c mais publicidade ao triste avi-
so, e facilitando a preslago de soccorros com
mais brevidade e em num-ro mais crescido.
Esperando-se ao contrario que parta o sigoal
la igreja matriz ou de urna outra proscripta, a-
trasa-se a marcha destes soccorros, como ainda
hontem succeden, que emeada ponto donde par-
tirn) podiam ser pedidos pelo sino mais viainno.
Evita-se, certo, pelo melhodo actualmente
seguido, a maior expango do alarma causado
pelo loque de muitos sinos; mas a essa peque-
a conveniencia oppe-se oulras mais directas
em prol da humanidade, e a que uiister al-
lender
Cromos pois que nesse sentido se far alguma
modificago na melhodo adoptado para os sig-
naes do incendio.
- 22
O senado approvou hontem em 3. discussao a
proposla de fixago de forga naval.
Approvou em 3. discussao duas proposiges
concedendo pensos baroneza da Victoria e'sua
filha, e ao lenente-coroncl Francisco Xavier do
Barros Galvo.
Approvou em 3. discussao a proposico quo
manda contar anliguidade aos ofliciaes da arma-
da e do respeclivo corpo do saude os servigos
prestados a bordo como pralicautes e pillos.
Approvou em 3. discussao o projeclo prohibin-
do as loteras e rifas de qualquer especie nao au-
torisadas por lei, depois de orarem os Sis. Dan-
las, Ferreira Penna, marquez de Olinda, viscon-
de de Ilaborahy e Carneiro de Campos.
Approvou successivamenle era 1. o 2. discussao
Ires proposlas : a 1. autorisando o governo a
mandar salisfazer ao padre Paulo Guilherme Til-
bu ry o ordenado correspondente ao lempo que
esleve privado do exercicio da cadeira da lingua
ingleza ; a 2. reconhecendo cidado brasileiro a
Pedro Flix Maria de Freitas albuquerque ; 3. ap-
provando a penso concedida a Pedro Jos Car-
doso.
Hontem, na cmara dos deputados o Sr F. Oc-
laviano annunciou as seguites inlerpellaccs,
Tx-
iir
ILEGVEL
*m


DIARTO PE PERWABMUCO. SaEBADO I E SETEMBRO DE 18W.
cuja discussao foi marcada para quima-feira au
meio-dia :
1." Se o govcrno, quando fez a recente no-
meaeo de subdelegado para a freguezia de S.
Jos desta corle as vesperas de eleicoes, igno-
rava que o cidado nomeado fra un dos mas
ardemos corypl.os de urna parcialidade daquelle
freguezia as eleicdes do 1856. s poni de sus-
tentar lulas corporaes ; e Que inda este anno,
por nccasiao das qualificaoes, se moslrra em-
penhado excessivamente m preparar o terreno
eleiloral ?
2 Se exacto que pela referida subdelega-
da se? est instaurando como arma eleiloral um
proresso ex-officio conlra o cidado Jos Carlos
Taes Brrelo, por nao ser da parcialidade de sub-
delegado ?
3 o Se o govcrno nao leve noticia de que o
supplenle de subdelegado em exercicio na fre-
guezia da Laga como presdeme da mesa de qna-
licaio da mesma freguezia commellera graves
abusos por si oa tolerando que os inspectores de
quarteirao commetlessem ?
4. Se o governo aclia compaliveis as func-
ces de feilor conferenle da alfandega. fuocees.
exercidas diai menle das 9 s 3 horas da larde, i
com as de suhdehgado de urna freguezia qual-
qui;r, o principalmente do una freguezia de fra
da cidade, como soja, a da Lagos ; ou se admilte
esse abuso para assegurar a victoria pnrcialida-
de daquelle empregadode fazenda que o taiu-
liona da polica '/
Coniiniiou depois a discussao da propnsta do
orramenloda despeza e receila-geral do imperio,
o lendo-se pedido eneeiramonlo depois de orar
o Sr. Mhayde, procedou-se votacao.
Approvaram-so os seguimos arti'gos addilivos,
c cara elfos foi adoptada a mesma propnsla.
A rnenla j approvada da commisso no
ari. 9 ij 4fi, elevando a 12 0(0 o imposto de 8 Oj"
sobre o valor das lolerias, aceroseenle-se :sen-
t" appilcado 1 l)|() ao funde capital dos montes
de soi-corro que o Boverno designar.
O g 45. Imposto sobre barcos do interior,
supprinja-seL. A. de Sampaio Vianna.Torres
Homero.A J. Ilenrii|iics.
Ao !< 12 do arl. 3o da proposta aeorescenle-
se incluindo a qoantia de 6:0002 para o semi-
nario episcopal da provincia do Amazonas.A
da Costa Pinto Silva.S. de Macedo.
A emenda da 2. commisso do orcamentn ao
J? 11 do arl. 2. ajonte-se :desde j.S. de Ma-
cedo.A. (la Costa Pinto Silva.
Nos S 6 e 47 do arl. 9" do cap. 2.Recei-
ta geral accrescenle-se depois de 12 0(0desde
j'1-A. J. Benriques.Sampaio Vianna.
C Ao arl. 11. j 5":depois ilas palavras.Ale
A 0(0accresceuic-se e nunca excedente de
600*000.
Aoi? 10, iu fine, em lugar de 30 0|0 no caso
contrarodiga-se 2o 0|D no caso contrario.L.
A. Sampaio Vianna. Torres-Homero. A. J
Henriques. >
k Ao arl. 12 (additTO.) Depois das pilavras n.
870 de 22 de novemhro de lbl, diga-se n. 2198
de de abril de 1837.
Depois das palacras n 2o8, i-a-s.ce n
2>'J ; o depois das palavras ir 2o8 de 10, dga-
se e 14 A. J. Henriques.Sampaio Vianna.
Torres-Homero.
O arl. 11 (additivo) 7o subslitua-sc pelo se-
guinte :
S Para aforar os terrenos de alluvio
onde exislirem merinhas, e bem assim os alaga-
voaces ou seos arredores. Esta uisposico fica
extensiva a qnaesquer oulros terrenos devallos
ras mesin.is enndcoes.A. J. Henriques.Sam-
paio Vianna.Torrcs-Homcm,
Fica o geverno aulorisado desde j para man-
dar extrahir al 12 loteras para eumpriiucoto do
contrato celebrado com a empreza Ivica da cor-
te, por decreto de 12 do man-o de 153, podendo
desde j rescindir o mesmo contrato, de accordo
com a empreza.1 A. de Sampaio Vianna.
Torres-Hornera.A. J. Henriques.
() governo fica aulorisado a ce ler urna parle
lo terreno niclonal denominado lalob, extremo
das fazendas Grande e Buqueiro, da 'provincia
do Piauhy, alim de sor edificada no referido ter-
reno a groja matriz da freguezia de S. Joo do
Piauhy. J. a. Saraiva.
Ina o governo aulorisado a encampar o con-
trito frito rom a cnnipanhia de navegarn eeom-
Biercio do Uueury, indemnisando os accionistas
do capital de guas acedes
Aecrescente-se :Applicando para esle fim
o producto do empreslimo conlrahido em virlu-
de .la le n. 1,011 de 8 de junho de 1859.A. C.
da Cruz Machado
Os ofliciaes das ai mas de ravallaria e infan-
laria que j o eram em32de marco de 1851, so-
raa promovidos por antiguidade, estudos theori-
cos ou merccimenlo, anda quando carecam das
Labililacoes scienlifleas de que trata a legislacao
ero vigor, guardadas as seguinles regras :
1" Os ofliciaes das referidas armas, elevados
a essa categora at 31 di
promovidos quando pela
marco de 1851, sero
gislacio em vigor, c
satisfeils a disposicAo deste artigo, Ibes coubc'r o
direito a accesso ao posto mmedialo, na razo
do dons tercos por antiguidade e um terco por
esludos seicolifleos.
2." Para o preenchimento das vagas dos pos-
tos dos ofliciaes superiores as dilTerentes armas,
guardar-se-ha sempre o equilibrio entre os prin-
cipios de antiguidade e merecimenlo.
_ Fica entendido que as presentes disposlces
nao dispensam todas as oulras cundices exigidas
pela legislacao vigente. L. A. da Cu'nlia Mallos
Antonio Peixoto de Azevedo.Jesuiuo I.amexo
Costa. 6
i 'i governo fica aulorisado a mandar proceder
aus exames necossarios para a desnbstruceo da
barra do rio Cunlia e canalsaeo do rio Cear-
Mirim, na provincia do Rio-Grande do Norte, c
a fazer decretar os referidos melliorameutos em
augmento de despeza. alm da decretada pelas
diversas verbas de jbras publicas.Bezerra Ca-
valcanli.
Fica autorisa lo o governo a contratar, em
lodo ou em parto, com que-n melhores condices
offerecer, o servico da navegacfto a vapor do Rio
de Janeiro a Santa Catharina, pelos portos inter-
mediarios de S. Paulo e Paran, urna vez que se
rescinda o contrato em vigor, nao excedendo nun-
ca na despeza a consignacao ou subveneao ac-
tualmente applicada.Joaquim Octavio Nebias
Continuou depois a discussao da proposla do
governo sobre casamentos entre pessoas que nao
professern a religio catholica apostlica romana.
Ourou o Sr. Casimiro M adureira. Picando a dis-
cussao adiada.
23
Ifonlem. As nove horas da manha, relebrou-
s; na matriz do Sacramento a missa e libera-me
por alma do fallecido commendador Manoel Mo-
reira de Castro : assislio a este acto de piedadee
religio um numeroso concurso de prenles e
amigos do digno linado, ruja memoria >cr sem-
pre saudosa em geral a lodos ellos e em parti-
cular s duas familias que lano lliedeveram, a
familia propria.a do sangue.ea familia do Jornal
do Comvitrcio
Agradecendo profundamente a lodosos senho-
res ([ue concorreram quelle aclo com especia-
lidade rendemos tributos de reeonliocimcuto aos
membros das redactos dos diversos jornaes, que
tantas demonstracoes leem dado do seu senti-
rnento pela morle daquelle que era lambem seu
irniao pela imprensa.
Foi nomeado presidente da provincia do Ama-
zonas o Sr. Manuel Clemenlino Carneiro da Cu-
nha, por haver pedido demisso do mesmo car-
go o Sr. Francisco Januario da Cama Cer-
queira.
Concluio-se honlem no senado a discussao do
projecto que prohibe a exlracco de lolerias e
rifas nao autorsadas por lei, o qual foi volado no
sentido que consta da aclri que publicamos
no lugar competente, temi orado os Srs. I).
.Manoel, visronde de Jequilinhonlia, Silveira da
Multo, presidente do conselho, e Souza Ra-
mos.
Honlem nao houve sesso na camera dos de-
putados por falla de numero legal.
Pelo Apa, entrado honlem noite, recebemos
folhas de Montevideo al 14 do crreme e de Bue-
nos-Ayres ot 9 do mesmo mez.
A hora avancad em que as recebemos nao nos
permiti dar delalhadaniente as noticias que nel-
las se conten, reduzindb-nos as resumir as de
Jiiais importancia.
A misso do Sr. Lamas Europa ainda conli-
nuava adiada.
Por decieto de 9 desle mes foi reconhecido o
Sr. Delfn Huergo no carcter de cncarregado de
negocios da Confederaco Argentina junto ao go-
verno oriental.
Haviam-se evadido do carcere da Unio em
Montevideo dez presos, aiguns dos quacs aecu-
sados de grandes crimes.
Tmha fallecido o Sr. Martin G. Zmica.
Fura assnssinado na noite do dia 8 do correle
o subdito hespanhol Francisco Carrasco, pelo
goai ii i -coSi i Henjaniin Almena. AllriUoe-.se es-
se crime a ciumes. A mulher em cuja casa com-
metlera-se o atlentado, achava-se detida, e o
assassino evadira-se.
Por um artigo publicado na Repblica, jornal
que passa por official, intitulado Nossas relagoes
com o imperio de Brasil, vemos que ainda conti-
nnam as cousas no mesmo p desagradare! dos
ltimos lempos.
Por decreto de 6 de agosto o governo oriental
abri ao commereio de Btienos-Ayres lodos os
portos da Repblica que se achavm fechados
aquella provincia desdo a revolujao abrutada
do general Cesar Diaz por decreto de 22 de Ja-
neiro de 1858. Foi esso o fim da misso do
Sr Castellano junto ao governo do Buenos-
Ayres.
Conslava em Montevideo que o vapor Sa/.o he-
via subido o alto Uruguay, indo al o porto de
L'ruguayana, e alravess.indo assim o Sallo Gran-
de, de difficil navegado.
De Buenos-Ayres as noticias de mais vulto sao
as seguinles :
Bavia-se effectuado com toda a tranquil-
lidade a cleico de depulados conveni;o ad
hoc.
Os eleilos pela capital foram os Srs. Va'entin
Alsina com 2.C91 volos, Jos Marmol com
2,021, Domingo Sarmiento com 2,091, Adol-
pho Alsina cum 1,771, llutino Elizalde com
1.115.
Na Confederaco Argentina houve mu lauca de
ministerio.
O novo gabinete foi assim ronposlo :
Interior, Dr. Dalmacio Vellez Sarzficld ; rela-
coes exteriores, Dr. Salvador Carril ; insIrucQo
publica, Dr. Juo Pujal : fazenda, Norberto
de la Riestra ; guerra e maiinha, coronel Pan-
nero.
Essa composico minislerial era lo inesperada
que ainda nao so croditava nella, apezar de le-
la noticiado os jomaos mais ofliciaes da Confe-
deraco.
No Paraguay nada de notavel referem as fo-
lhas que temos vista.
Os Srs. depulados da Bahia dirigiram ao Sr.
presidente do conselho a carta que abaixo pu-
blicamos.
O fim da carta chamar a attenco do governo
imperial para o estado em que se acha n comar-
ca do Rio de S. Francisco, na provincia da Ba-
bia, assolada uestes ltimos lempos pelo flagcilo
da secca.
O Sr. conselheiro Paranhos associou-so
depntacao badiana nesse seu louvovcl empe-
nho :
Illm.o Exm Sr. conselheiro Angelo Muniz
da Silva Ferraz.A poltica, como a religio, m-
poe devores que se nao limitam ao foro interno
da ronsciencia, que exigem publica demonstra-
rlo da sua rrenca e do seu culto.
Ha emocoes na vida publica que se nao po-
dem occuliar que prorompnm irresistivelmente
nas effusdes da dor ou do enthusiasmo, se-
gundo a natureza do aconlecimenlo quo as mo-
tiva.
" Infelizmente nao um fado de publico ri-
gnsijo que boje nos traz presenca de V. Fxc,
como cbife do gabinete imperial, e um dos pre-
claros lilhos da nossa provincia natal. Nossa
emoco de pozar, gemidos, e nao ovacoes, vi-
mos echoar junto de V. Exc. em nome da Ierra
em qoe nnscemos, contristados pela nuvem ne-
gra que paira actualmente sobre essa bella es-
trella da conslellacio brasileira.
<' Os senlimentos que desperla lo grave con-
junctura nao podiaoi deixar de encontrar no ani-
mo dos governo imperial a mais generosa sym-
palhia c o mais vivo interesan
S o desconhecinienlo do quadro que temos
diante dos olhosseria causa deqna se demorasse
o lenitivo que. reclampm as populacoes daquel-
las comarcas. K, se nunca fra licito presumir
lo extraordinaria circnnislancia, menas pndera-
mos reeeia-lo boje que so acha testa da pu-
blica administradlo um dos mais illustres repre-
sentantes da provincia da Baha.
Nao ha m s Brasileiro que possa ser in-
differenle caiamidade que lem pesado com mo
de ferro sobre tantas familias brasileiras. Como,
pois, receiar indifferenca e descuido do parte do
gabinete imperial, de iim gabinete de que V.
me. chefe era que a Bahia conla mais de um
amigo ?
O governo imperial, seus dignos delegados,
V. Fxc. pelo que particularmente llio loca, nos o
eremos sinceramente, leem enmprido, e cumpri-
ro cabalmente o sen dever Mas esle dever tam -
bem nosso al certo poni, o em taes circums-
lancias, como j observamos a V. Exc, nao
possivel nem licito abafar a cxpresso de nossos
proprios seutimentos.
Basta, para teslemunho da conQanca que nos
inspira o patriotismo e solicitu.le do governo im-
perial, o meio e a forma desla manifeslaco.
INtamos cortos de que V. Exc. assim o aprecia-
r, fazenda nteira justiea pureza e modestia
de nosso procodimento.
Nao queremos nesta occasiSo investigar as
causas que He ha muito enlorpecem o progresso
da provincia da Bahia. Seria remontar muito
longo, aprofundar demasiado os seus soffrimen-
tos, eslender nossas vistas sobre o estado geral
do paiz.
Nao se traa agora dos males que demandum
longa e porfiada cura, que no mesmo grao, com
mais ou menos intensidadc, se fazem sentir em
lorio o Brasil.
Esli sero naturalmente vencidos, nao cons-
ternam, sao a parlilba de lodas as naces, ainda
a? mais vigorosas, nas pliases criticas "de sua ju-
ventude. Estes leem remedio no lempo, nos es-
forcos combinados de lodos os Brasileiros. Des-
gosiam e impacienlan nosso patriotismo, mas
nao o 3batem, porque nao podem obstar nossa
marcha ascendente para o futuro prospero e bri-
lliante que nos aguarda.
A larefa que devenios linje desemponhar
mais circunscripta a mais fcil, poslo que mais
urgente e mais afflictiva.
V. Exc. sabe que povoaces outr'ora feriis
e abundantes, nos serles de nossa provincia, ha
mais de urn anno luiarn com a miseria c a fume,
pelo flagello da secca, que as leem perseguido
cruelmente.
urna populaco de mais do 300,000 almas
sobre quem pesa lo horrivel caiamidade. Sao
territorios dos inris preciosos por sua feracidade
e riquezas naturaes que hoje, crestados pelo ine-
xoravel flagello. nao podem nutrir aos seus pro-
prios habitantes.
Os recursos da provincia sao escassos para
arodir a tantas victimas e a tantos sofiViinentns
Acreditamos que os delegados do governo
imperial nao leem poupado esforcos para alliviar
aquella populaco infeliz. Mas o "mal contina, e
seus efeilos subsisliram muito depois que liuha
cessado a sua causa eventual e aterradora.
I.onge de nos a idea do arvorar em syslcma
de governo o da beneficencia legal, que acoroca
a imprevidencia, favorece a ociosidade e d mr-
gem a que o espirito de especularlo exploie a
mina das miserias publicas.
Casos hn, porm, lo imprevistos e lo gra-
ves, que o governo nao pode esquivar-se a eslen-
der sua nio protectora e bemfazeja s populacoes
fiagelladas: que o deve fazer em nome dahu-
mauidade, em nome da communlio nacional,
em nome dos proprios inieresses colleclivosNja
sociedade a cujos destinos preside. \
A adversidade porque estn passando os ha-
bitantes da Chapada do Rio de Contas, de Cete-
le, do Joazeiro, de Monte-Santo 0 oulros pontos,
conslitne de certo urna dessas excepcoes, merc
de Deus, raras cnlre nos, em que c" permillido
implorar os sorcorros do estado para allivio da
miseria particular.
A constituirlo do imperio sabiamente OS ga-
ranti em seu arl. 179 31.
Nos os solicitamos, Sr. ministro, e este o
objecto da carta que julgamos conveniente diri-
gir a V. Exc.
Como, porm, devem ser prestados esses
sorcorros, de que natureza e extenso devem ser
elles ?
Cabe ao governo imperial resolver estas
questdes. E nossa confianga plena no acert
com que elle se haver em to patritico em-
pentan.
Todava, seja-nos relevado chamar a atlen-
eo de V. Exc. para obstado das vas decommu-
nicaco entre os pontos interiores de nossa pro-
vincia e os do seu litioral.
Ah est a causa principal e mai elicienlc
das desgranas que hoje deploramos.
V. Exc. ronhece perfeilamenle quanlo valem
para o commereio da Bahia as suas lavras dia-
mantinas A viaco desde esse ponto importante,
por toda a margem do caudaloso Paraguass,
urna successo de pertgos que intimidara o via-
jante o ruis ousado.
Percorra-se essa estrada, e ver-sc-ha o mais
triste espectculo de animaes afogados em ex-
tensos tremendaeg, voluntes de fazendas aban-
donados aqu e all, tropas fatigadas, arrestndo-
se o cusi para vencerem em quarenla e sessenta
dios de viagem urna distancia de setenta leguas,
quo lautas vao, por exmiip.Hi, teiix a san-
ta Isabel de Paraguass 1 .
A estrada do Orob, outro que conduz das
lavras diamantinas a S. Flix ou Cachoeira, nao
se acha em estado menos lamentavel.
Por urna carga de seis arrobas pago-se nos-
sas estradas o frete de 50#, termo medio !
Da villa do Rio de Cuntas, de Jacobina, de
quasi todos os pontos do sertSo, o norte e ao
sul. nao se desee para o litioral. pelas viacoes
aatuaes, sem pasan igoaes transes, sem grandes
despegas, fortes privares e serios perigos.
As vezes faltam absolutamente os meios de
transporte, porque lugares ha onde nem agua se
encontra pora matar a sede dos animaes !
Comprehende-se, porlanto, o desespero da-
quellas populacoes. vendo seus campos esterili-
sados recusar-lhes o alimento quolidiano, o nao
podendo receber promptamenle os auxilios que
Ihes sao enviados, nem vir procura-Ios tora do
theatro de suas de3gragas.
A emigraco arriscada e diffic.il para todos ;
impossivel para a maior parte dos habitantes.
A emigraco p.1e ser um recurso til, mas um
recurso do mui limitada applica^o.
Quaesqusr que sejam as providencias que o
governo geral e provincial adopten para mitigar
a triste situaco dos povos do serio da Babia,
sero pouco effica^es se nao tiverem em vistas
prevenir o reaparecimento do mal, exlinguindo a
cansa que aponamos como prinripala falta de
viabilidade entre aqnelles remotos ceiros e as
cidades do litioral.
Dissemos que deixavamos sabedoria do go-
verno imperial a iniciativa das medidas e dos
conselhos que sejam mais conducentes a prote-
ger o presente e o futuro daquellas ricas comar-
cas. Desculpe-nos V. Exc. se de algum modo nos
abastarnos daste preceito nas poucas considera-
rles que acabamos de submelter ao seu illustra-
do criterio. Pareceu-nos qne sua omissao seria
por de mais notavel.
S nos resta offerecer a V. Exc. nosso dbil
concurso lo ffficaz quanto em nos couber, para
coadjuvar o governo imperial em seus nobres in-
tentos. Com esse concurso devia V. Exc. contar,
mas nos lhe o ratificamos, possuidos da confian-
za quo o patriotismo de V. Exc. merece a todos
os Radanos.
Temos a honra de ser de V Exc. ptricios
muito alientos e veneradores.Baro do Rom
Jardim.Pedro Moni/. Brrelo de Arago.Jos
Antonio Saraiva.Luiz Antonio Pereira Franco.
Manoel Pinto de Souza DantasJoaquim Je-
rnimo Fernandes da Cunha.Innocencio Vello-
zoPederneiras.Francisco Mondes da Costa Cor-
roa.Jos Augusto Chaves.Manoel Teixeira
Soares.Luiz Antonio Sampaio Vianna.Jos
Maria da Silva Paranhos .
Foi agraciado rom o titulo de baro de Cal o
Sr. Fructuoso Pinto da Cosa, da provincia da
Bahia.
Tiveram morro do titulo do conselho os Srs.
Antonio Jos de Bem, Antonio Jos Ilen.iques e
lo.o Eslevo da Cruz.
Foram nomeados: dignitario da ordem da
Rosa o Sr. conselheiro Jos Carlos de Almeida
Aras ; commendador da mesma ordem o Sr.
Jos Mauricio Fernandes Pereira oe Barros.
Consta que o Sr. Dr. Jusliniano Daplisti
Madureira pedio e obteve demisso do cargo de
chefo de polica da provincia do Rio de Janeiro.
Concedeu-se a penso annual de 600$
Sra. D. Josepha Hara Aragonez de Varia, viuva
do Dr. Jos Candido de Faria, e a de 132j|, sem
prejuizo do meio sold que percebe, a Sra. I).
Candida Rosa Pereira Nunes. viuva do alteres
Francisco Jos Nuies.
2-
0 seuado approvou hontera era primeira e se-
gunda discussao a proposico approvando o con-
trato celebrado com Jos Antonio Soares para a
navegaco a vapor cnlre Montevideo e Cuyabfi
tendo orado os Srs. Silveira da Molla, Sinimb,
e visconde de Abaet.
Approyou em primeira c segunda discussao a
proposico que autorisa o governo a sentar de
impostos da alfandega os objectos necessarios
empreza do aceio publico do Recife.
Approvaram-se algumas pensos e licencia a
estudanles para se malricularem.
Encerrou-se a segunda discussao da proposico
que dispensa as leis de amorlisaco para o hos-
pital porluguez ereclo na ci lado do Recife, tendo
orado ossonhores marquez de Olinda e Vascon-
celos.
A cmara dos depulados oceupou-se honlem
sement com a discussao das olerpellaces an-
nunciaias pelo Sr. F. Oclaviano e j publicadas
no Jornal do Commereio dt> 22 do correle. Orou
o mesmo senhnr. e mais os senhores ministro da
justiea, Mirlinho Campos, presidente do conselho
e Paranhos, ficando a discussao adiada.
Foi agraciado pela Sania S, com o Ululo de
prolonotario apostlico, o Rvm. padre-meslre
lrneslo Camillo Brrelo, lente de Iheologi do
seminario episcopal da Conceico.
Foi nomeado oflicial da ordem da Rosa o Sr.
Carnudo Fernandes da Cosa Cuiraares, primiro
escriplurario da recebedoria do municipio.
25-
llonlem ni senado nao houve sesso por falta
de numero legal.
A cmara dos depulados adoptou honlem, de-
pois de orarem os senhores ministro da justiea e
Pinto de Campos, a proposla do governo sobre
casamentos entre pessoas que nao professern a
religio e.alhoHca.
Approvou depois em primeira discussao o pro-
jecto que manda pagar o meio sold s pensio-
nistas do monte-po, logo que eslejara emanci-
pada?, ainda que sejam casadas.
Continuando a discus-o das interpellaces do
Sr. F. Oclaviano, requercu-se c approvou-se o
cneerramento.
Em seguida adoptou acamara o projecto que
autorisa o governo a conceder ao parodio colla-
do Pedro Pieranloni dous annos de licenea, com
os vencimenlos da respectiva congrua, para ir
Europa tratar de sua sade.
Approvou tambera as emendas do senado alte-
rando algumas disposices dos cdigos criminal
e do processo.
Enlrou por fim em discussao o projeclo que
autorisa o governo a mandar passar caria de c-
dado brasileiro aos cstrangeiros Manoel de Sou-
za Silva Serodio. Antonio Pereira de Magalbes
e Augusto Hildewirlh, a qual ficou encerrada por
nao haver numero legal.
A' carta dos Srs. depulados da Bahia que ante-
hontern publicamos reclamando providencias pa-
ra o estado em que se acham as comarcas do Rio
de S. Francisco, responden o Sr. presidente do
conselho pela seguinle maneira :
Illms. e Exms. SrsDepois de agradecer a
VV. EExrs. o conceilo que de mini formara, cor-
re-ma o dever de asscgurir-lhes que o governo
imperial, solicito era promover quanto lhe cabe
os inieresses geraes do imperio c acudir s po-
pulacoes que sofTrem em virtude de inesperadas
calamidades de fome e pesie, continuar a pres-
tar a sua allcnco sobre o estado da parle dos
habitantes da provincia da Babia, actualmente '
victima do flagello da steca.
Sou com a mais distincla consideraco e per-
feita estima, de VV EExcs. Illms. c Exms. Srs.
ha rito de Bom Jardim, conselheiro Jos Antonio
Saraiva, conselheiro Jos Mara da Silva Para-
nhos, Dr. Jos Augusto Chaves o mais membros
da deputoco da Bahia, amigo muito affectuoso
e criado respeitador, Angelo Muniz da Silva
Ferraz.
Corle. 24 de agosto de 1860.
Foi nomeado cavalleiro da ordem de S. Bento
do Avii, o capito Jos Antonio de Oliveira Bo-
lelho.
Honlem, pelas onze e meia horas da ma-
nlia, virou-sena Bahia de S. Christovo um DO-1
lo do ganho que, segundo a deelaraco dos dous
prelos que o tripolavam, vinha da ilha do Bom '
Jess:
Os pretos. no momento do sinistro, salvaram-
sc agarrando-so vela, e foram recolhidos por
um bole que demandava a praia de S. Christo-
vo, dando-se mais os passageiros desle ao tra-
balho de reunir e salvar aiguns objectos que a
correlo levava, e ainda depois conduzindo o bo-
te virado a reboque para S. Christovo.
Nesse trajelo s l'amenlavam os nufragos a
perda de 30*000 em prata, de um tapete, e de
um chapeo de sol que haviam desapparecido no
mar.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO. ,
Rio de Janeiro 2-1 de agosto.
Est quasi terminada a grande campanha par-
lamentar da sesso de 1860, e comecam j a re-
lirar-se os paladioos que nella figurafam, ou que
contenlaram-se somentede assistir a estes tor-
neios. Foi urna campanha que deu a nns mui-
tos louros a colher, e a oulras mullas decepces
e aiguns desengaaos, da pouca aceitado que me-
rece lioje ua opinrao publica o eoiprego di sy-s-
tema proletario para impedir a passagem de rae-
didas que o govcrno considera uleis e necess>-
rias administrado do par*, e que reclama do-
poder legislativo. Durante a sesso de 1860 lor-
nou-se notavel urna entidade que se ficou de-
nominadominora do senadoa qual titulo
estrategia opposicionisla pretenden oppor o seu
voto nao s s propostas do governo, como as
deliberares da cmara dos depulados embara-
zando o votacao de proposicoes j d'alli vindas,
ou com expedientes mal aceilos e reconhetlda-
inenle anulosos, ou com discursos interrainaveis
em qne todos os das se repeliam os meamos ar-
gumentos e quasi as mesmas phrases. Foram
principalmente objecto desta intitulada estrate-
gia opposionista as duas mais impnrlanUs leis
de que o corpo legislativo leve de oceupar-se na
sessao deste anno ; a saber, a reforma eleiloral e
a le banca ra
Nao obstante porm todos estes esforcos da
minora e todas as vantagens desla tctica, as
duas leis foram votadas e j se acham sanecio-
nadas e publicadas na folha official desles lti-
mos das, fatondo perianto parte da legislacao
do imperio. E' verdade que nao se conscgio
esle resullado.se nao depois que o senado en-
lendeu necessario adoptar algumas providencias
regimentaes que desarmaran) o ardor parlatorio
da minora, e que conseguiram chama-la or-
dem para que lhe nao fojse permillido annulltr
os esforcos da maioria e privar o govcrno e o
paiz de reformas sobre cuja necessidade as duas
cmaras se mostravam de accordo, e eram re-
clamadas pelo ministerio. Nesles incidentes nao
dcixou de ficaralgum desar o minora, porque
tornou-se manifest que osen fim nao era ou-
tro eeno crear iropecos a a Jminislracao, o que
parece estar bjm longe da nobre misso do le-
gislador e principalmente dos da cmara vitali-
ca, fazendo-se necessario adoptar contra estes
desvies e a bem da ordem medidas quasi coer-
citivas.
O Jornal do Commereio de hoje publica j o
regulamento para execuc.o da lei eleiloral, e Is-
lo prova qne o governo tinha j preparados to-
dos estes irabalhos, o que nao ser pela demora
dellesque a lei deixar de ser bem exerutada.
Al 15 de selembro o regulamento o a lei lero
chegado ao mesmo lempo lodas as provincias
martimas, e em pouco lempo mais s contraes
mais remotas, pois evidente que o governo
em pregar para isto as maiores diligencias, para
qae os presidentes nao enconlrcm ditlicul lados
na execuco da lei. nem o processo eleiloral se-
jadefeiluoso por falla das necessarias e X plica-
COPS.
Espera-se agora lodos os dias pela publicaco
do regulamento de lei naneara, ou antes pelos
differentes regulamentos que devem auxiliar a
execuco desla importantissima lei, que encerra
disposiroes lo variadas e cada qual sobre objec-
to de grave in'ercsse publico, como lera visto
pela publicaco do seu lexlo nas columnas da
folha official. R' urna lei que pot si s e acom-
panhada dos seus reapoitoses regulamentos for-
mar un volme da nossa legislacao
Foi seguramente urn empenlio honroso o que
moslron o governo na promulaaco da lei han-i
caria, mas deve se conessar que' lomnu sobre si '
urna penosissima tarefa, em cumpriniento da;
qual ha de achar-sn mais de urna vez embara-
zado. O que entretanto predispon a opinio pa- ]
ra atlennar qualquer falla que por ventura possa1
haver na execuco desla lei de to complicado
mecanismo, sao as seguinles ronsideracocs : 1.a.
que a lei era urna necessidade publica,'pois que
era urgente nao s remediar e por um paraieiro
em gra.issimos abusos que a falla delta tinha'
deixado com metter, romo regular para o futuro
os importantes assumplns de que ella se oceupa
para qne nao coiiiinuasse o paiz no perigo de ver
repetidas esses abusos, desde que tivessemos al-
gum o.Uro ministerio de vistas largas, como foi
o de 4 de maio ; 2.", que devendo sempre esla
reforma ser exacutada e dirigida por um minis-
terio que acomprehendesse bm, de routade forte
ede illuslraco pralica, evidenteque se os actuaos
nao pode re m leva-la bom termo corlando to-
das as difliculdades que se fazem praticameate
reconhecendo, nenhum outro o faria mclhor,
pois estes pos.suem urna ra-a vonlade de traba-
Ihar e de rereal o resultado das ideas que con -
cebera a o que Ibes paree eram uleis ao paiz. Fi-
nalmente teremos em pouco lempo do apreciar
as vantagens das novas disposicoes e a influencia
que ellas leem de exercer sobr a marcha e acci-
dentes da nossa circulaco monetaria, podendo-
se desde j lomar como'uni symptoma benfico
a subida do carabina 26 l|l, coUco porque se
lizeram os saques para o paquete francez que
parte a manha para a Europa.
No senado ten-so continuado a discutir as-
sumptos inporlanles, laes como o projecto de
lei relativo aosdireilos de nacionalidad e quel-
le que extingue de una vez o abuso das rifas e
loteras particulares, impondo penes aos infrac-
tores qup quizerem ainda continuar na cspeeula-
co. O projeclo do sanador Silveira da Molta
prohibindo a venda dos escravos em leiloe es-
labeiecendo nutras disposicoes anlogas, foi lam-
bem objecto de discussao' nesles ltimos dias,
mas nao pude ser approvaio por se haver pon-
derado cenas difliculdades que intallivelmente
surgida ai na sua execuro com oulras disposi-
coes da nossa legislacao! A cmara temporaria
lambem se ocenpado de materia grave como so-
ja a lei sobre os casamentos de pessoas que pro-
feasam religio differenle : e ludo islo pedera
linear votado e decidido esto anuo, e nao fossa
to curia a sesso legislativa. Realmente em
quatro rae/es de sesso smenle leudo neces-i-
dade de votar-se a lei do nrcamento e as de
fixaco de. torcas, quasi impossivel que baja
lempo para que -as cmaras discutan e volom
oulras leis importantes e que nao podem sofiVet
demora ; principalmente ndmillido como est o
syslema prolelalori", c tolerado como arma de
opposico. Se a sesso legislativa fosse mais
longa somonte de 30 dias. o gabinete de 10 de
agoslo loria esle anno nblido o maior iriumpho
parlamentar de que haja memoria, conseguiudo
i volac.o de definitiva de quatro ou cinco leis
importantes, como sao aquellas que ficam men-
cionadas ; e a legislatura dos circuios teria assim
rosgatndo as culpas de eslerilidadn que peso so-
bre ella nos seus tres primeiros annos de exis-
tencia, fazendo o quarto c ultimo d'elles o mais
.fecundo em Irabalhos que se poleria desojar.
i linde estar lembrado do lhe haver eu dito nas
cartas antecedentes, que o depulado Oclaviano
'era um dos mais ardenles opposilores da refor-
! ma da lei eleiloral, j na sua qnalidade de mem-
| bro da fraeca opposicionisla, o j como candi-
dato cuja candidatura se via emperigo de nau-
fragar. Em minha opinio o perigo para elle
era muito maior se rontinuasse a diviso dos
circuios individuaes como era pela lei de 1855
I de que hoje que a corle lem de eleger simult-
neamente Ires representantes, o que lhe ser
; mais fcil reunir as racees dispersas dos elei-
lores seus amigos nas differentes freguesias do
municipio neutro. Pois, apezar disto, o homem
lem continuado a sua animosidade contra o go-
verno, e ainda na sesso de hontem leve lugar e
hade boje continuar a discussao de urna inepta
inlerpellaco por ello feila ao governo sobre a
nomeaeo de aiguns subdelegados perleneenles
ao circulo por elle pretendido, romo lera visto
pela publicaco dos jornaes. O Sr. ministro da
justiea respondeu satisfactoriamente aos difieren-
tes tpicos da inlerpellaco que ero minha opi-
nio nem resposla mer'eciam, c aiguns outros
deputados tnmaram lambem parte na discussao.
E' sempre um praser e urna gloria para o go-
vcrno ver que as censuras dos seus opposilores
mais ardenles recahem sobre a nomeaeo de ai-
guns subdelegados de polica, que po'ssam nao
favorecer muio os inieresses de aiguns candida-
tos. Segundo a opinio geral o Sr. Oclaviano
um homem morto na prxima eleicao ; e nao
faz l muita falta.
Fallceu ha dias o Sr. Manoel Moreira de Cas-
tro, director e principal redactor do Jornal do
Commereio, o qual nao foi ainda substituido e
dificilmenle poder s-lo. E' urna posico im-
porlantissima na corle, e no imperio, que'nao se
sabe ainda aquem ser dada, e porque ser tam-
bera prehenchida como o era pelo Sr. Castro.
A sua morte fui geralmonle sentida, e o seu en-
terro honrosamente concomito.
E' ludo quanto me occorro dizer-lhe boje.
tsi
o Sr. Dr. Jos Mauricio Fo.nanoe. Pe eir! d ZVS.TJBJ^Wnl,\',k"Vri^io d9l9U'
Rorros, pV T recep'10 "0"'"" do imposlo.
Borros,
Com o offialalo da Rosa, o Sr. Candido Fernan-
des da Costa Guimares, l. eseripturario da re-
cebedoria de rendas da corte.
Com o habito de S. Benlo de Az, o Sr. ca-
pito Jos Antonio de Oliveira Bolelho.
L-se no Correio Mercantil ;
Foi ante-honlem entregue Sua Magostado
o Imperador urna delicada cora de pennas, man-
dada fazer pelos veteranos da independencia re-
sidentes na Bahia, os quacs nerooaram nesla
corte illustres rompanheiros dessa poca glorio-
sa para apreseniarem no imperador a sua oftVr-
ta. A commisso incumbida dessa honrosa mis-
so foi compoeta dos Srs. marquez de Caxias,
visconde de Jequilinhonha, baro do Suruhy,
conselheiro Joaquim Jss l'inheiro de Vasconcel-
os, brigaieiro Jos l.eite Pacheco, brigadeiro
Luiz Amonio Favilla c advogado A. P. Rebou-
cas. O Sr. brigadeiro f.eile Pacheco reciton em
presenca de Sua Mageslade o Imperador o sc-
guiiite discurso :
Senhor.Os veteranos Ja independencia
do imperio*na provincia da Bahia, pinhorados
Nada por corlo obslava a que assim fossf en-
tendido, ao passo que a inlelligencia contrara
Irazia vexacio para o contribuinto e atropello
para os proprios oinpregados.
Por porl.aria de SO do Misado foi demittido
o porleiro do uymnasio provincial, J. o Francisco
Baslos de Olireir, por conveniencia do servico.
publico.
No dia 3 lera lugar o jnlgamenlo definitivo
das provas dadas pelos que se apresenlaram no.
processo de habilitaco pata ad misso ao concur-
so dascadeiras de instrueco elementar, que es-
too por prover.
Nesse msmo dia o conselho director apreciar
o resultado da volaco dos examinadores
Hoje aquartela o 6." balalhu da guarda na-
cional deste commando superior, deixando o
aquarle menlo o 4." da mesma guarda nacional,
que nelle eslava. *
O vapor Oyapock, trouxe seu bordo par
esla provincia os Exms. Srs. depulados assm-
bla geral, visconde de Cauaragibe, e Dr. Silvino
Cavalianli.
Igualmente veio nelle o Rvm. Sr. Fr Cae-
zi wsjsssu s&njs?s! ^Vbssl1: wez* a 6 i",,ade
cellos, havendo antes, no' convenio do Carmo
urna missa qual asstsliro lodos os socios.
Pelo delegado de polica de Santo Anlo foi
preso no dn 8 do raer lindo Manoel Miranda da
urna cora de pennas.
Coube, senhor, a honrosa misso de com o
maior jubilo deposita-la nas augustas raaos de
\ossa Magestade Imperial a veteranos que. corn-
os que leem a subida honra de offere e-la. nao R0c"h-."crim.nn" STJKS1 SfTi ,"rn"di
trepidram ante perigos em obedecer ao pntrolico I -.im^SSSJStl?Z?l i- -,
gri.o que nos campos do Ypiranga soltaba o ira I rad^ Fra^l co de As u da S tv", i","" MP"1"
orW e augusto fundador do imperio da Santa S7gE*l vB2^2S1
, Digne-se. pois. Vossa Magestade Imnertol '^^'l^dTl.vI" d ?Ben,i0 ba-
.celta-?, como "mais uma prova do re pei.o e' BT^e ros tffV^JTSL ^^ *< ler"<*
veneraco que lh tributara sublitos So. to*S prefil?La.?Si^ 19 do passado Manoel
das .iii .. ,.i.i..,., 1 i l,reira Va A>sumpzoo, conherulo porMineo
s e sublimes virtudes I pronunciado em crime de morte no termo de Se-
quao admiradores das altas o sublimes virtudes
que ornrm o corarn de Vossa Mageslade Impe-
rial, da augusta imperalriz o das serenmas prin-
cesas ; virtudes que tanto ennobrecem C immor-
lalisam osuavissimo e feliz reinado de Vossa Ma"-
gestade Imperial.
Permilla-nos, senhor, que em nome denos-
sos Compaubeiros de armas Icnhamos. a honra
rinhem.
Foram recolhidos casa de dotenco no
da 30 desle mez: 3 homens escravos. sendo 1
ordem do Dr. delegado do 1." districlo. 1 a ordem
do subdelegado do Recito c 1 a ordem do da
Boa-\ isla.
Passageiros viudos do Rio de Janeiro, no
..-. ^ hs mamr. ~t=tjesa"oV5 rs&B
peria
Sua Magestade o Imperador se dignnu res-
ponder que muito agradeca aos benemritos ve-
teranos da independencia.
Communicara-nos o seguinle:
Joaquina Teixeira Campos e scufilho, Fr. Caeta-
no de Messina, padre Andr de Santa Mara e seu
crudo, Dr. Joaquim A. C. da Cunha c Miranda
seu eseravo, Amaro Bezerra Cavalcanti, Joa-
quim Javencio da Silva Jnior. Miguel do Mirau-
f Osempregadosda provincia' do Rio deja- S '^ ^ ZSXJS^rSJi^
neiro. unidos pela idea do soccorre-em-se mu- escrava, ex-cadele Jo^m la C nlia So uto Mau r
...ament, fundaram honlem a sua asso iaco. Augusto llost Georg" J,mL O -u o M*H
m tr/nelo HvmIVvlirMnoUrVn,SS; ?* "" le ?ederif0 rte C^ U."" depulado* S Ivi-
nar tz pe|0 Rvm. vigacio Antonio Jos de lre.las. no C. de Albuquerque e seu eseravo visconde do
depulado provincal. clegeram uma directora C.amaragibe edon-; escravos Pedro \lex drin.
^>?*!*.}"*!<.r*^b^ qe a as- Machado; Carolina d",' i,ma SaSs sus' iana
pre-
coni-
sociacao se inslalle delinilivamente, o qui
tendem fazer no dia 7 de selembro, e uma
misso para redigir os estatuios.
Compoe-se a directora dos Srs. :
Luiz Honorio Vieira Soyto, oulcial-oaior ds
secretaria da assembla provincial e depulado
mesma assembla, presidente ;
Commendador Joo Antonio de Magalhes
Cairel, director da fazenda aposentado, vice-
presidente ;
Joaquim Francisco Leal, official-maior da
secretaria da presidencia aposeutano, primfiro
secretario ;
Dr. Jos Carlos de Alamhary Luz, primiro
ofDcial de
lario.
a secrelarta do governo, segundo secre-
l
menor e sua criada, grumete Manoel Ignacio do
Medeiros. Julio Fi!gueiras. Antonio Rodrigues
Cordeiro e seu eseravo. Gabriel Atcdes Raposo
da Cmara, D. Joanna Paulina de Cerqueira, gru-
mete Antonio Jos d'Oliveira, Antonio Jernimo
Manines, Jos Benlo de Souza, Jos (encalves
da Silva, Joaquim Cardoso Paira, 1 cabo, i sol-
dado, 4 desertores, 2 Africanos.
Soguero para o norte ; Baro de Mamanguape
e seu criado. Dr. Jayme C Leal c 5 escravos. Dr.
Francisco Frei Alternan, Fclinto Oiympio Freir
da Costa, depulado Antonio Pinto de Mendonca
e seu eseravo, cadete Va I frede Cuso, depulado
Manoel Fernandes Vieira sen lilbo menor e i
criado, Dr. Jos Joo d'Araujo Luna e seu cria-
do, depulado Jos Joaquim F. V. Relford, 1 cria-
. __ .... '. uepuiauo jusi: joaquim i. i llellord. 1 cna-
A CJram.SSo que lem de redigir os eslalu- do o 1 eseravo, Fr. Caetano Santa Rila Svrio e V
OIllL'Oe-SK dllS ."srs. llr Joco ile Miriiula .ln .>-....... I__- i- .__.._ ... .. _.
lOSCOmpde-M dos Srs. : Dr Jos d Miranda da
Silva lteis. director das obras publicas ; Dr. An-
tonio Luiz da Cunha Manso S.iyo, Ihcsonreiro da
provincia ; commendador j'oo Antonio de
Magalhes C.ilvel ; e Jos Joaquim Vieira Souto,
contador da directora do rendas.
Desle ultimo senhor parti a idea de aSSOa
ciar os empregados da provincia, com o lim de
mutuamente se protegerem. a associacoj con-
la 88 membros.
O fim lo diario e ulil que de. esperar que
todos os empregados da provincia so rcuuam
I esses seus collegas.
llahia. Apenas encontramos dignos de men-
, cao o seguinle, que se l no Jornal dn Tarde :
Da correspondencia particular do Progrtsto,
eseravo, baro do Curupi e 1 diado, Dr.'lticardo
l'ocanlins, depulado Dr. Francisco 1).....ingos da
Silva, Joo da Malta Moraes Reg, padje Flo-
rindoGomoj Veras. D. Maria Apolonia das Vir-
gens, depulado Joo Augusto Correa, dito Fran-
cisco Araujo Lima, dilo Dr. Tila Franco d'AI-
meida cseu eseravo, capito Caetano da Silva
Paranhos, sua senliora e 2 escravos.
Passageiros do vapor francez Eslramadure,
enlrados do portos do sul :J II Vasconrollos,
Willeman, Razrs, Corderean Belleot. M. J. da
Silva, Maria irma de caridade, Len Leris Paul
Local.
Seguem para Bordeaux e porlos intermedios :
Emilio Bernard, Antonio dos Santos Ferreira,
Thomaz Jolies, Joaquim Carduzo Ayres, Pater
.; a n* -....... '..........*'"*"*" """ Jomes, joaquim Laniozo Ayres, l'aler
et.r-fhLo0. ',', i i -?h ,g '. V ""s Sanll,s |,,'l0ir-' J'"'"''. Jo rranciseodn
I Depois de lano desanimo, de lano esmo- Paula C. de Albuquerque, sua senliora e 1 lilho
, reclnenlo quo se apoderou desta populaco. que Willian Elle. Joo Goncalves Mamede Angela M
encarava a secca e a orne como interminavois. Marqueede Paira o 3'lilhos menores, ienri.iue
: eio a cnuva, e com ella luzu paro nosum rain Luis de Campo*.
de esperanca, quo j nos vai fazendo olvidar as
i amarguras dos soffrimcnlos, de que acabamos d
. _e
ser victima.
Nossas-campinas, quo ainda ha pouco de-
vorados po!a adusta secca, spresentavam um
quadro de miseria, boje osteniam-se lapisadas
de verdejante relva c malisadas de odorferas
Dores.
E' que Deus nao deixa de velar sobre
nos.
Nestas ultimas feiras tero apparerido farinha
em abundancia, a qual se lem vendido n 2)000
o 2;20rcis; o niilho est a 3560 o 3j000 a
quarla, e assim ludo mais vai bailando de
preco.

Concluindo esla, meu charo redactor, cum-
pro-me louvar o cari loso proco limeiito do ne-I
gocianle desla praca Antonio Mendes de Leo,
q-te compadecido dos transes porque eslava m I
passando os seus patricios, por falla de gneros
alimenticios, lem mandado essa cidade com-
pra-los e exnor aqu venda, e vendendu po-
broza al a diminuta quanlia de 20 rs. de fari-
nha, milito, feijo, etc., ele, salvando nica -
I menteos fieles e desonzas leilas com a conduc-
j cao de taes gneros, de sorle que os laes mo-
nopolistas que por aqoi appareceram viram-se na
necessilado de tambero baratearen! os seus ge- r
eros.
Alagos.Nada oreorreu depois do ultimo va-
por. No numero seguinle daremos a carta do
nosso correspondente.
Moiu'm.iiia'iv. no niv 31 no cokukntb:
Generosa, preta. escrava, 2 ancos, menoogite.
Maria, brama, 3 annos, escarlatina anginosa.
Maria, parda, 1 hora, espasmo.
Thomazia Maria de Aquino, parda, viuva, 65
annos, intente.
Manoel, bronco, 1 mez, boxigas.
Catharina, preta, escrava, soltcira, 50 annos.
ascite.
Miguel, prclo, eseravo, 6 annos, fri.aldade.
Anua Joaquina Pereira de Mello, branca, viu-
va, 03 anuos, apnplexia.
Matadouso riBi.tc.o. Mataram-se par3 o
consumo da cidade no dia 3J do crranle 1G6
rezos
No
dia 31. 83.
DIARIO OE PERNAMBUCO
Honlem fundearam em nosso porto os vapo-
res Oyapock, e Extremadure, vindos dos portos
do sul. Por elles recebemos jornaes e cartas,
do Rio al 25, da Bahia at 28 e de Alagas al
30 do corrente.
Em outra parle encontrar-se-ho as noticias
mais importantes.
Foram agraciados:
Com adignitaria da imperial ordem da Ros.- o
Sr. conselheiro Dr. Jos Carlos de Almeida
Aroas ;
Com a carta de conselho, os Srs. Dr Antonio
Jos Henriques o commendadores Antonia Jos
de Bem o Joao Eslevo da Cruz ;
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
No dia 30 leve lugar nc palacete da ra da
Praia a eleico da sociedade acadmica, Protec-
tora da Remtsso dos Captivos, e deu o seguinle
resultado:
Directores.
Io Anno.
Antonio Pires Ferreira.
Arislides de Paula Dias Marlins.
2o Anno.
Trajano Varalo do Medeiros.
Manoel Barboza de Araujo,
3" Anno.
Francisco A. Fernandes Pinheiro Filho.
i Jos Paulino da Cmara.
4o Anno.
Francisco Ildefonso Ribeiro de Menezes.
' Fraucisco Paunllo Fernandes Bastos.
5" Anno.
i Domingos A. Pires de Carvalho e Albuquerque.
Joo Coelho Bastos do Nascimento.
1" Secretario.
Luiz Barrelto Correia de Menezes.
2o 5ecre/orto.
i Jos Bernardo Gal vao Alcanforado.
T/iesourciro.
Luiz Carneiro de Albuquerque Lcenla.
, Procuradores dos socios benemritos e senhoras
protectoras.
Gervasio Mancebo Jnior.
Benicio Dantas Marlins.
Vrocuradores.
Anno Francisco Antonio Filgueira Filho.
Auno Joo Jos de Moura Mag.alhes.
Anno Joo Gomes Ribeiro Jnior.
Anno Manoel Jos Espinla Jnior
Anno Benedicio de Barros o Vasconcellos.
Amanha lera lugar a testa de Nossa Senliora
da Penha, no convento dos Capuchinhos. A igre-
a acha-se elegante o magestosamenle ornada,
sobresahindo no alio d capella-mr, um quadro
allegoriro do combate de David e do gigante Go-
lias, aquello por parle do exercito de Israel, e
este pelo dos Philisleos.
O Sr. inspector da thesourara provincial
altendendo s reclaraaces, que ha pouco fizemos
sobre o nao querer o consulado provincial rece-
ber a importancia do imposlo de novos o velhos
direilos antes de finalisado o mez a que ella perT
lenca, delerminoupor portara de honlem aquella
ostaco que o referido imposto fosse cobrado sem
essa reslriccao," podendo os contribuales paga-lo
ero qualquer lempo.
A dociso do Sr. inspector reformando a intol-
ligencia do consulado provincial sobre a materia,
voio aligeirar a cndilo do contribuinle, e dar
uma prova de que nao uavia ordem anterior sua
Dorrospondciiciris.
Srs. redactores Leudo seu runceiluado Dia~
rio de honleui 31 de agosto, vi que o Sr. Joo
Vieira le Mello e Silva ainda nao era chegado
nesla capital ; porm quando mandei publicar a
minha corrspondenria, foi na hypOlhese delle
ler chegado no dia 29 deste lindante mez. porin-
l'onnar-me uma pessoa insuspeila. Entretanto
com a chegada do Sr. Joo Vieira. proseguirei
na demonstraban dos fados que pretendo levar
ao conhecinienlo do Exm. Sr. Dr. Ambrosio Lei-
to da Cunha e ao respeil.ivel publico.
Recife, 31 de agosto de 1860.
S. I'cs de Souza.
Bogo a Vnics. o favor de publicar a lisia infra.
, dos cidados deste municipio, nos quaes preten-
do votar para veroalores da cmara municipal
desta cidade.
Baro de Muriheca.
Dr. Angelo Henriques da Silva.
Tenenle-coronel Manoel Joaquim do Reg e Al-
buquerque.
Idoui Luiz Francisco de Barros Rogo.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Tenenle-coronel Rodolpho Joo Balara de Al-
meida.
Cavalleiro Simplicio Jos de Mello.
Major Antonio Jos de Oliveira.
Tenenle-coronel Joaquim Lucio Monleiro da
Franca.
Os quaes lodos julgo muito dignos para rece-
bereni a preferencia dos sufragios do municipio.
O i'ouiite de S. Antonio.
Srs. redactores Pelo dedo se conhccc o gi-
gante.
As pessoas que liverem conhecimento do Sr.
Joo Vicente Galvo, e do grao de sua instrueco.
reeonhecero logo, que a correspondencia que so
lo no Liberal l'ernambucano de hoje contra o
Exm. ronogo Piulo de Campos, nao obra sua, o
que apenas elle naturalmente a subscreveu.
O eslylo, c o odio concentrado que respira em
toda aquella correspondencia, e celtas phrases
muito usadas em arligos edictoriaes do Liberal
Pernambucano, revelara bem, que ella exclu-
sivamente obra do t'ntmigo rancoroso e inrejoso)
de que tratou o Exm. conego Pinto de Campos na
carta, j que ora se responde, sob a respousa-
bilidadc do Sr Joo Vicente.
Condecido, pois, o verdadoiro aulor da corres-
pondencia, j v o publico, que oulras cousas nao
se poda dizer em relar;ao pessoa do Exm. co-
nego Pinto de Campos, que parece ir subiudo na
razo da maior dse de insultos, que so Ihealira
pelas columnas do Liberal.
Itepelirnm-se, sob a responsabilidade do nro.
homem conhecido, as injurias, insultos, e ca-
lumnias lanas vezes prodigilisadas pelo an-
nimo.
Nada mais adianlou-se. A carta do Exm. co-
nego Campes licou sem conleslac.o, porque tal
honra nao se pode dar esse amomoado de pala-
vras injuriosas quo compozeram a corresponden-
cia do Sr. Joao Vicente.
E' nosso parecer que o Exm. Sr. conego Cam-
pos deve entregar aodesprezo a correspondencia
de que nos temos oceupado, nao descendo dar
resposla, pois que o publico lem feito c continua-
r a fazer-lne josllca, apezar da raiva e desespero
de seus invejosos inimigos.
Mas, o Exm. conego deve chegar da corte do
hoje at amanha, e enlo tomar o parecer qua
julgar mais conveniente.
Recife, 30 de agosto de agosto de 1860.
A. Y.


i
Publicaces a pedida
NENIA
Offerecida ao Illm Sr. Dr. Joaquiui
Barbosa Lima, eni sijgnal de pro-
fundo sentimento pela prematu-
ra morte le sua digntosiina con-
sorte...
A morte impa,
Que a nos so slenla
Senipre cruenta,
Sempre lyranna,
Em marcha ufana
Decpa a flor,
Que mais primor
Pode encerrar:
T respeilar
Nem quiz. amigo,
0 puro abrigo
Do leu amor.
Koiiboii-lc cm lira
A fra morte
Fiel consorte
Dos dias leus 1...
Mas ere em Dos;
Qu'ello virtude
1 ni alaJe
Jamis negou:
Qit'ella encontrn
Melhor guarida
Do qu'esta vida,
Que lano Ilude.
I"ra auem foi lha
Estremecida,
Esposa lilla,
Mae extremosa,
E virtuosa
Sempre qui/ ser,
Nao, o morrer
Nao desgiaca.
Al graca.
Que Dos olVreco
A quem merece
Vida ditosa.
P'ra que chorar
Tal passamentu.
Se uin pe-nsaraento
To-lo christao
Traz razie
A (irme crenca
De qu'em presenta
De Dos est :
QuVIla lera
Eterna gloria,
Qu' da vwtoria
A recompensa ?....
Nao choris, pois,
O' caro amigo,
Senlc cemigo
A morle sus;
Mas v que a la
Indo ao occaso.
Nao perdo acaso,
0 brilho seu:
. Cyra no co,
Rrilhando ainda,
F. at mais linda
E n'oulro pr*so.
Olha, conlempla
Os leus (ilhinhos,
Qu'inno:enlinlios,
Fico penando ;
Pois Ihe fallando
Me carinhosa.
Vida penosa
Ha o de pasar,
Em sen lugar
Vai consola-Ios,
Vai abraca-los,
0' meu Barbosa !....
Por seu affoctuoso amigo e collega
Americo Fernandes Trigo de Loureiro.
Jam proximus ardet L'calegon ..
Eis so approxima o dia 7 de setembro em que
o povo pernambutano, assim como o das demais
provincias do imperio, lem de exercer a sua so-
berana, elegendo seus magestrados populares I
Eis se approxima esso dia e comeeam a cahir as
mascaras,comcesm a exibir-seas Irakesi-
nhas. s vingancas mesquinlta el relir/u.
I. ludo isio infelizmente se for em nome do
povo, o para bem do povo! E o pobre povo
quem no fim paga as cusas do tal processoII
Nos, porm, romo nao temos inieresses pro-
pnos, que ant.-ponhamos aos inieresses reaes do
povo, applaudimus a chapa apresentada no dia-
rio dt hontem n 201, porque reconhecemos
presltmosa? qu.-.lidades em todos os cidados nel-
la mencionados, mxime no Sr. commendador
Caelano Pinto de Veras, que tendo servido o lu-
gar de juiz, para que proposto. nos dous ulii-
mos anuos, poriou-se com inteireza, e aplido
inlmitaveis, sendo que o commercio enconlrou
nelle sempre ama garanta segura de seus legili-
mos inieresses; seja pois aquella chapa a chapa
do commercio e por isso a repelimos.
Para juizea de paz do 1" dislriclo :
Dr. Antonio Epaminondas de Mello.
Commendador, Csetano Pinto de Veras.
Major, Antonio Bernardo Quinleiro.
Cpaao, Jos I.uiz Pereira.
O Commercianle.
pora juiz de paz.
Habililaeoes para ser votado
1." Nao saber ler.
2.a Nao saber escrever.
3." Nao saber fallar.
.a E como consequencia ser perfeita-
mente estupido.
5.a Ser selvagem.
6. Ser asqueroso e repllenle.
Cidados votantes da freguezia de Sanio Anto-
nio aproveiloi o cidado que est nestas circums-
taocias.
[Um Volante.
Parajuizes de paz da freguesia do Recite
1 dislricto.
Padre Jos Leite Pilla Ortigueira.
Capitao,Joo da Silva Faria.
Tenente, Manuel Luiz Gongalves Jnior.
Aleres, Jos Pedro das Neves.
2o distncto.
Alferes, Ignacio Antonio Borges.
Joo Bernardino de Souza.
Anlonio Henriques Mafra.
Estevao Jorge Baplisla.
Por um Volante.
A gratidao da innocente JRUinlia.
E' na idade de seis annos que urna p'obre or-
pha sera mi, gozando apenas dos desvellos de
seu pobre pai, que nao Ihe podendo subminis-
trar lodo o necessario, ve se obrigado a confia-la
a pessoa? eslrauhas ; correndo assim a sua edu-
cacao a revelia, quando achou um homem ver-
dadeiramenle generoso que ficon de protce-la
E a vs que me dirijo, a v3 que rae ficastes
de proteger, do procurar no asylo das orphas i
educacao com as mximas evanglicas que ahi se
bebe, a vos a quem recommendo que vos nao
csquerais da vosea promessa, que vos nao esque-
jis da pobre o innocente Rilinha que se ve pri-
vada dos carinhos de sua mi, da educacao que
tem, como todos, direilo de gozar, ella vos pe-
de, senhor, que a nao esquejis e que cumprin-
do a vossa sagrada proraessa conquistis as ben-
raos da posleridade.
Eu sou qual lerna avezinha
Voando de ramo em ramo,
Em perdendo a mi que tinha
J perdi tudo o que amo,
Nao ha sorte como a minha 1
Meu pai, ah 1 quanlo deseja
Dar-me boa educacao,
Por muito lerno que seja
Seu amor nao pode, nao ;
Todo o bem elle me almeja.
Mas vos, era cuja existencia
Ha o amor da caridade
Que protegis a innocencia,
Ouo legis a liberdade ;
Oh I dai-mo a luz da sciencia,
Sim I mancebo generoso,
Lembrai este canlo raen,
Dai-rue um porvir venturoso.
Que junio aos anjos no co
Haveis de viver glorioso I
Sua afilhada Rita.
Para juizess de paz da freguezia de
Santo Antonio.
I. disiricio.
Dr. Antonio Epaminondas de Mello.
Proprielarlo Caelano Pinlo de Veras.
Major Antonio Bernardo Quinteiro.
Capilo Jos LtlU Pereira Jnior.
_ 2.a dislricto.
Capilao Firmino Jos de Oliveira.
Tenente Camello Augusto Ferreira da Silvr..
Dr. Angelo Henriques da Silva.
Capitao Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
Um votante,
Pergunla-se aos senhores abaiso declarados,
que tenham a bondade de declaiar por esta folha
oii pelo Liberal, $ que partido pertencero, afim
de nao haver duvida na volacio que deve ter lu-
gar no dia 7 de setembro v.indouro. Os senhores :
Major Alexandre Augusto de fras Villar.
Dr. Jos Joaquim de Souza.
Ignacio Antonio Borges.
Padre Jos Leite Pitia Ortigneira.
Andr dcAbreu Porlo.
Manoel da Silva Nevos.
DIARIO DE PEfiAMBOnO. SABBADO t DE SETEMtRO DE 1860.
Antonio Henrique Mafra,
L'm libe
ral verdadeiro.
COMMERCIO.
ra.
Alfande
Rendimcnto dodia la 30. 292.-268*615
dem do dia 31......23:47921i
315747*829
Kscravos despachados
Mesa
1860.
~~ ~ l:48Jj000
29.392*837
do consulado provincial 31 de agoslo de
02escripturario,
"hsses Coklw Cavaleanli de Mello.
Movimento do porto.
Moviiuento da alfandegra
Volumes entrados cora foseadas
com gneros .
Volumes sabidos cora fazendas
com gneros
65
290
------ 355
38
293
------331
Descarregam hoje 1. de agosto.
Barca americanaGolden Hownatroz e rotim.
Barca portuguezaGratidodiversos generas.
Barca ingleza Bonitamercadorias.
Brigue inglezMinslrelcarvo.
Brigue nacionalAlmirante diversos gneros.
Brigue inglezMercury mercadorias.
Patacho porluguez Promptido diversos oe-
ueros.
Palhbole americanoOriamarinlia de Irigo.
RENDIMIENTO DA AI.FANDEf.A DE PER-
NAMBUCO NOME/. DE AGOSTO DE
1860.
Imporlarao.
Dirci'os de importar.io para con-
sumo ...............
Dilus de bldeselo e reexportaco
para os porlos estrangeiros *. .
Ditos de h-ldeatSO e reexpirlacao
para os porlos do imperio .
Expediente dos gneros estrangeiros
aa vagados por cabotagem livres de
direilos de conmino........
Dito do paiz...........
Dito livrrs..............
Arinazcnascm das mercadorias .
Dita da plvora...........
Premio de assignauo.........
Interior.
Multas................
Sello do papelfixo.........
Dilo dilo proporcional......,
Imposlo do ijudanle dos despa-
chante!.........
Emolumentos de cerlidOcs.....\
309:572*989
56*936
156*067
335>79
864*1.50
467*32)
3:420*620
425*000
276*065
I*lsj"il8
32*180
6*500
Navios-entrados no dia 31.
New-Zecland5 mozes, barca americana Sichel,
de 331 toneladas, capilo Quaer, equipagem
25, carga azeite ae peixe ; ao capitao. Veio re-
frescare seguio para Warera.
Rio de Janeiro10 dias, briguo dinamarquez
Hexndal, de 262 toneladas, capitao F. J. Bod-
ker, equipagem 9. carga caf ; a ordera. Veio
refrescar eseguio para Norlh Carolina.
Liverpool36 dias, barca ineleza Palmatha, de
338 toneladas, capitao G. Gray, equipagem 11
carga lamidas ; a S^unders Brolhers & C.
Fiumc80 dias, escuna hoHandeza Atlante, de
130 toneladas, capilao P. B Holk, equipagem
7, carga 1,350 banicas com farinha de triso;
a N. O. Bieber & C. 6
Porlos da sul6 dias ell horas, vapor nacional
Oyapock, commandanle capitao lenlo Anlo-
nio Joaquim de.Sinta Barbara.
Porlos do sul6 dias, vapor francez Extremadu-
re, commandanle C. Crolier.
Londres31 dias, brigue inglez Eagle, de 199 to-
neladas, capitao John Brown, equipagem 9,
carga fazendas, plvora e mais gneros ; a Ros-
tron Rooker & C.
Troon62 dias. barca ingleza Dyson, de 267 to-
neladas, capitao J. Halliday. equipagem 12,
carga carvao do pedra : a Scolt W.lson 4 C.
Genova47 das, patacho sardo Avelina, de 147
toneladas, capitao Caelano Berlolell.equipagem
1.1. carga massas, azeile o mais gneros; a
ordem.
Navio sohido no mesmo dia.
Rio de JaneiroVapor inglez de guerra Ardenl.
commandanle Parisli.
E para o;uo chage ao conhecimonio de lodos
mandei passar editaes que sero publicados pela
impreosa e aflhados nos lugares do costume.
Cidado do Recife de Pernambuco, aos 17 de
agosto de 1860, 39. da independencia e do impe-
rio do Brasil.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimento,
esenvao o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretli.
Ir Wr pa/l,! da carM : Para o rento trata-so com J----------------------:-----:-----:--------------
Marlins 4 Irmo, ra da Madre de Deas n. 2. de 8er emprezano de theatro, e
Leiles.
Declara^oes.
os ce -
o. be
a
B
Horas
n
a
5
c
c
co
CO
Atmosphera.
Direccao.
? !
Intensidade

i
6*250
31*000
Extraordinaria.
Na seguinies especie:
Dinheiro 307:189*764
Assigiuidos. 8:558*065
3l5:7i7S29
Depsitos
no ultimo de
3I5:747829
Em balando
julho........
Enlrados no correnle
Sabidos .......
mez
15:210*308
8:338*357
-23:518*665
3:87i*826
19:673*839
Existentes........
Na seguinte* especies :
Dinheiro .... 889*639
Letras......18:78i*2O0
Contribuicao de caridade.
Rendimenlo nesle mez.........
Alfaudega de l'ernanibuco, 31 de agoslo de
1860.
O cscrivao,
Faustino Jos dos Santos.
Consulado geral.
Rendimenlo dodia I a 30. 19:213*149
dem do dia 31....... 107*933
19:321*082
14
O
o co
h9
O
Centgrado.
Reaumur.
OD
O
I Fahrenheit


-I
co
aja
?3
o
I Hygro metro.
Barmetro.
c
es
J.
S
<
p*s
"* ce
o
H S
> CO
3
a o
O 58
O
.evoeiros, veuto
A noile clara com grandes
SE, e assim amanheceu.
OSCH.LACAO DA MARK.
BaixamarasOh 12" da manhaa, altura 0 50 n
Preamar as 3 h 5i' da tarde, altura 7.50 p.
Observatorio do arsenal de marinlia 31 de aeos-
tode1868. V1KGASJ,.NI0R.
Editaes.
cn f,,rel?,.adminisl"?ao do correio desta cidade
c C0, q'! as raalas 1ue lera de conduzir
fprhadah ?,PCoVara S Pr,0S d0 n0rlc Serao
lechadas hoje as 3 horas da tarde.
Correio geral.
Relacao das cartas seguras, vindas do sul
e oas existentes na administrarlo do correio des-
ta cidade para os sennoret abaixo declarados ;
ur. Antonio Epaminondas de Mello.
Anlonio Annes Vieira de Souza.
Antonio I.uiz Goncalves Ferreira.
Alvaro Antonio da Costa.
Bernardo Jos Correia de S.
D. Candida Innocencia de Serpa Brandao Cor-
ueiro.
I>. P. Wild & C.
Emigdio Joaquim dos Santos.
Francisco Antonio de Freitas Barros.
Francisco Raphael de Mello Reg
Francisco Prisco de Souza Paraizo
Goncilo da Silva Forte.
Gracilian0 Aristidcs do Prado Pimenlel.
liuiiherme Frederico de Sotiza Carvalho.
I Henrique Guilherme Slepple.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
! Dr Joq,>m Peikio Pinto de Almeida Castro
Joaquim Mannho Cavaloanli de Albuquerque
Padre Joaquim Raphael da Silva.
Joaquim Gelsen de Mesquila.
Joao Baplisla Fragoso.
Joao Bezerra de Salles.
] Joo Pinto de Lemos Jnior.
| D. Josepha Francisca Pinto Rigneira Raraos.
Jos Joaquim Domingucs Carneiro.
Dr. Jos Leandro.
Jos Luiz Coelho de Campos.
Jos Carlos Fixer.
se Jos Marqees Ferreira.
Luiz Francisco Teixeira.
Manoel Goncalves da Silva.
Manoel Elias de Honra.
Dr. Frederico de Brito Coligipe.
Consellio administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
ao arsenal de guerra, tem de comprar os obiec-
; 'os-seguintcs :
g Para as escolas elementares do 9. c 10. bata-
Ihao de infantaria de linlia.
9." batalhao.
Papel almaco. resmas 6 ; peanas de ganro 400 :
caivetes 2 ; lapis de pao. diizias 6 ; lint'a prela
para escrever, garrafas 6 ; areia preta, libras 6 ;
coiiPcaa de cartas para principiantes, exempla-
res 20 ; taboadas, cxemplarcs 20 ; grammaticas
portuguezas por Monte-Verde, ultima edico,
expropiares 6 ; compendios do arilhmetica 'por
Avila, exemplares 6 ; paulas 6 ; escripia ou tras-
lados, excmplares20.
10. batalhao.
inn pel .almaC. resmas 6 ; pennas de ganco
tw; caivetes 2 ; tinta prela para escrever, g.ir-
ratas 6; lapis de pan, duzias 6 ; areia prela, li-
aras b; rollecoes do cartas para principiantes,
exemplares 20; laboadas, exemplares 20 ; gram-
malicas portuguezas por Monte-Verde, ultima
edii-ao. exemplares 6 ; compendios de arilhmeti-
ca por Avila, exemplares 6; paulas 6 ; escripta
ou Iraslados, exemplares 20.
Para o hospital militar.
I.ences de cobre pesando 40 libras cada um, 2.
a quizer vender taes objectos aprsente
Companbia In Jcninisadora
LE ILO
. -, que e
continuar a pensar que $e acha em al-
gumadessasaldeiasda Italia, aprender'
em pouco qual o valor da soberana da
platea. Ittn escreve
A alma da Norma.
-- Precisa-se alugar um sobrado de um andar
h8 nV\- bon8ccsladoscomquinlal, nos bair-
rosda Bua-\isla e Sanio Antonio : quem o ti-
ver dinja-se a ra do Crespo n. 25.
Na ruada Cadeia n. 2i, deseja se
tallar com os enhore:
Jos Leopoldo da Silva.
Para cumpnr a dtsposicao do art. 19 .
dos estatutos da companhia de seguros Marcelino d Souza Pereira de Brito
martimos indemnUadora, o agente Cleto da Costa Campello.
Ilyppohto fara'Iedaona porta da asso- Jos Candido de Barros,
ciacao commercial de 15 accoesda mes- Jos Alvares Monte Baso
ma companhia em tres lotes, sendo o Joao Alves de Oliveira,
primeuo de ns. 226 a 250, o segundo
de ns. 2 la 2i5, e o terceiro de ni.
de setembro ao
561 a 565 : sabbado
meio dia em ponto.
t
Urna rica mobilia de Jacaran-
da a Luiz XV, com tampos
de marmore, urna outra
sein estes, guarda roupas,
guarda vestidos de ama-
relio e nogueira, guarda
louca, toilets, apparado-
res, candelabros, serpenti-
nas, louca etc., etc.
Anlunes fara leilao em seu arraazem ra do
oo Imperador n.73
Sexla-feira 31 do correnle
12 duzias de pelle decou-
rode lustre.
As 11 horas era ponto.
uo Aives ue uuveira,
Agradecimento.
r.. /.__...... .
Secrelaria do governo de Pernambuco, 31 do
agosto de 1S60.
S. Exc, o Sr. presidente, da provincia, manda
publiczr para conheeimenlo de quem possa inlc-
ressar, que o Exm. Sr. ministro da fazenda, ten-
do ordenado a thesonraria de fazenda desta pro-
vincia que proceda a subsiituicao das notas de
208000 ris da 4" estampa, papel" branco, decla-
rou em aviso de 13 do correnle, que esla subs- de setembro'
ro. r-omecando do Io do maio segrate, o prazo agoslo de 1860 <"sc"*" ue 0uerra, ja e
33.8-279 0|Vno7ao? H-es nZT ^^ ,0 Pr ^S.t^S,^
"" '" ,-, _,___,' Coronel presidente.
O secretario do governo, Francisco Joaquim Pereira Lobo,
O fl, Anselmo f^JSVSS^ Perante a JS nSlS'S^dat^
&*ml-2Td*" ?". ?Sa e ,la de Chri8t0' c OInda' Mtrt0 e7renosZs31 do crre
SS.% bSL^ttafi ^Ci" ,0" 21 e 28 ^ m" d miembro'proxinfo vTndou-
n n'biico e seo lo no nnr P i J-1V~\ r f,ara.ser<,nl "rematados por quem mais der
R! Kdro II. Ze"sVarde%te.l0CoSr' i^A^9.^? qne fasen,H, arte de sua
Faco saber aos une o Dresenie edita) virem e
Um sobrado.
PELO AGENTE
PESTAA.
O referido agenle far leilae por conla
quem perlencer, sabbado Io de setembro as
horas da manhaa em seu annazcm na ra
Vigano n. 11
as suas propostas em carta fechada na secretaria !1 sobrado de um indar com sollo en, ...i i
de SSft 10 h0r" da raanhaa d0 dia 3 eslad0- c ''-.an\es0mc^mmoednosm,cm 'um
grande quintal, todo murado, sito na ra da
Iadeira da S cm Olinda.
Inflammaco da bocea do estomago.
Lm meu escravo de nome Daniel, tendo pade-
cido pelo longo espaco de 16 annos de inam-
macao na bocea do estomago, que Ihe tirava a
respiragao, acompanhada de muito cansaco e al
ltimamente tmpossibiliiava-o de dormi'r deila-
do. o durante este lempo tendo eito quanlo f,i
vT TiKSJS?obter um resullado f"0"-
vel e nao sabendo o mais que fazer. lembrei-
me de mandar applicar urna das chapas medri-
tan 'i?Q RlCard Kilk- morador na^rua do Par-
lo n. 119, e com efTeilo. depois da applicacao da
iltP\na Par'? ,,dCada Pr -0 dias, "Uve a
m ?.d V'tr C"npletamente boro: pelo
que tributo ao dito senhor o meu mais puro e
56nCRio .W-decimenlo. Ra da Assembl" !
-1 iS7' T Dotmingos Aloes Loureiro.
,)* de1sclembro prximo, depois da
Vista tem de seren arrematados 8 rolos de sicu-
pna penhorados a Joaquim Carneiro Leal por
execuoao de Bernardo Jos da Silva GuimarS
I
PENNA DEACO
^OE^W.SCULLY
Estas pennas de differentes aualidades, sao fa-
bricadas de ac de prala refinada de primeira
tempera, e sao applicaveis a todo o tamanho de
ettra. Preco 1.00 cada caixa e pennas de ouro
lelo mesmo aulor com pona de diamante que
crem a grande vantagom de nao eslar sujeitas*
crear errugem e conservando se bem limpasso
de duracao infinita, deposito em casa dos Srs
iluedes a Goncalves ra da Cadeia n. 7.
.Va ra de S. Gongalo n. 8, casa de'solao
precisa-se alugar urna escrava fiel, quesaiba fa-
zer com perfeicao o servigo interno e externo de
urna casa de pouca familia. Paga-se a conteni.
Prevencao!
Estando a findar os fresc'ies queiios de Seridd
as excellenles maclas ea bella manlciea refina-
da em frascos, previne-se aos amantes das ditos
gneros que venham a elles corr presteza para
depois nao h.iver queixa no arraazem da ra
estrella do Rosario n. 11.
Na livraria n, G e 8 da praca dv
Independencia precisa fallar ao Sr. Ma-
noel Antonio Pinto da Silva.
Ensino de msica.
OITerecc-se para leccionar o solfejo.eomo tam-
Dera a tocar varios instrumentos ; dando as li-
coesdas 7 horas s 9 1|2 da noile: a tratar na ra
Roda n. 50.
Diversas provincias.
Rendimenlo do dia 1 a 30. .
dem do dia 31......
- que o presente
delle noticia liverem, que no dia 5 de setembro
desle anno se bao de arrematar f>m praca publi-
1./9/8129 ca deste juizo, na sala das audiencias, os cscra-
1$316 i vos seguintes :
~~~ ,~ I Rosa' de "C"10- i l:B6ft45. mais mmenos, pela quanlia de 4008O00 : Julia,
_ .---------=Jcrioo1a, idade de 35 annos, por 50OS000; Cy-
Uespachos de exportacao pela me- | pruno, idade de 10 annos, por 8003000. os quaes
sa do consulado desta cidade n pseravos sao pertenceutes a Joao Paulo de
lia 31 de agosto de 1860 Souza, e vo praca por execuoao, que Ihe
PortoBrigue porluguez Amalia I, M. J, Ra- enc'mmha Anlonio Bezerra de Menezcs Lyra ; e
mos e Silva, 44 saccas algodao ; Azevedo & nio.navendo lancador, que cubra o preco da ava-
liacao, ser e arrematacao feila pelo" preco da
adjudicaco com abale da lei.
Hendes, 30 couros salgados ; Barreta & Me-
deiros, 120 meios de sola, 18 couros seceos.
Recebedoria de reas internas
geracs ,|, Pernambuco
Rendimenlo dodia 1 a 30. 3I:670J027
dem do dia 31.......1:876368
rendas : a aferic.io de p'esos o medidas por 60'.S
rs., imposto dos 500 rs. sobre cabeca de gado
V'1CoCo"mnR0r 503S' al,,8uel das casinhas da ribei-
ra .S200 rs.. mscales e bocetairas 3)8500 rs.,
Si?nra' Eobre KWMO rs. repesos do acongue 12-jtoo rs., dos
2U0 rs., sobre o galo suino 83256 rs., dos 100
rs.. sobre o gado ovelhum 63221 rs. Os preten-
LEILAO
Dr
DE
O agente Hyppohto fara' leilao de
uma exceilente casa terrea em frente
da matriz da Varzea, tendo de frente
uma porta e duas janellas com
modaroes para familia, bo
15
de Paris.
Ra Nova15
Frederico Ganiier. cirurgiao dentista, fe
| faz lodas as operaooe sda suaartee col- ^
loca denles artificiaes, tudo com a supe- 2
i, riondadp e perfeirao que as pessoas en- S
^ tendidas Ihe reconhecem. *E
L^-.leran""a e P*a denlifricios ele. m
, Hoje.logo que lindar \ audlendadoSrDr.
Juiz municipal da segunda vara, ser arrematado
o escravo Belmiro, avaliado em 500. penhorado
nos herdeiros de Antonio Gomes Pessoa por
execucao do Dr. Joo Jos Pinlo. Escrivao San-
para tamilia,
. cercado e plantado de diversa
denles podem comparecer no paco dassessoes da i ras e banlio no rio que corre Dlos ftin- i -
me^ma cmara nos referidos dias, munidos de J. j L.M j ^f- IS
fiadores habilitados na forma da li. uu",aos aejdos, OS pretendentes poderao-diriffir-se f
Paco da cmara municipal da cidade de Olin- ao agente cima que para este fim se J
da em sessao ordinaria de 24 de agoslo de 1860
Joaquim Cavaleanli de Albuquerque, presiden-
teEduardo Daniel Cavaleanli Velloz de Cui-
vara, secretario.
32:946*395
RENDIMEXTO DA RECEBEDORIA DE REXD4S
INTERNAS GERAES DE PEnXAMBUCO DO
MEZ DEjAGOSIO. A SABER :
Foros de terrenos do marinha .. 112S088
Ladennos....................... 165s000
biza dos bens de raiz............. 6:388g642
Decima addicional das corpora-
coes de mio mora............. 397g2C0
Direilos novos e velhos e de
chancellaria.................... 669|}813
Ditos de patentes dosofciaes da
guarda nacional................ 738J000
Diiima de chancellaria........... 353;>197
Multa por infraeces do regula-
B n?enlo.......................... 21^344
Sello do papel fixo e proporcional. 9:927^924
Premio de dcposilos pblicos___ 396944?
Imposto de Correlores............ 800y000
Emolumentos................. 260S720
Imposto sobre lojas e casas de
desceios............ 10:936}200
Dito sobre casas de movis, rou-
pas, ele. fabricados cm paiz es-
trangeiro............ '680*000
Dito sobre barros do interior. 19S20O
Taxa de escravos......... 1841000
Cobranca da divida activa .... 302>439
Extraordinario.
Indcmnisaces........... 342&870
Receila eventual.................... 2503459
32946*395
Recebedoria de Pernambuco 31 de agosto de
1860,
O escrivao,
Manoel Antonio Simoes do Amoral.
Consulado provincial.
Rendimenlo do dia 1 a 30. 27-Q7qM71
ide* jo -a 3i.....; ; iSoo
THEATRO DE S. ISABEL.
C0.IIPAMII1 LVIHOE r..JHRIMELI
Sabbado I de setembro.
19." recita da assignatura c dcima para os camarotes de primeira serie
Representar-se-ha a opera em quatro actos de Verdi : L
ao
acha habilitado : segunda-feira o de se
terabro, as 11 horas em ponto em seu
srmazem na ra do Imperador n. 35.
IPIUMIIKC.
m
- m
a mesma direcciio do Ma-
Teixeira I.ima, professor *D
em homeopalhia. Asconsullascomo d'an- 1
tes. S
Continua sob
noel do Mallos

Vendem-se os biihetes como de costume
Principiar s 8 horas em poni
29-392'*M7
RENDIMEXTO DA MESA DO CONSULADO PRO-
VINCIAL EM O MEZ DE AGOSTO DE 1860.
Direilos de 90 rs. por (a) do as-
sucar exportado.........
Dito de 20 rs. por caada d'aguar-
dente, alcool etc.................
Dilo de 7 01o do niel.......
Dito 2 Oloidem do algodao expor-
tado'...............
Dito de 17 rs. por libra de couros
seceos, verdes e espichados.....
dem idern de 5 dem dos mais
generes exportados.......
Capatazia de 320 rs. por sacca de
algodao Jexporlado .......
Decima dos predios urbanos .
2 por ccnlo de meia siza de es-
cravos ......... ....
Sello de herancaso legados. .'
10 porcentode novos o velhos di-
reilos dos empregados provin-
ciaes...............
Imposto de 4 por cento sobre di-
versos esta belecimen tos.....
Dilo de 40J000 por casa de perfu-
maras etc......................
Passa portes.......,.........,*,*."..*.
Taxa da inslruciopublica .......
Multas por infraeces .
Cusas..........................*,."
Juros da decima......'
7:l95j!797
537255
905531
844J060
3:522fi808
405596
703J040
6.1135157
3:901$020
4:044309
356J299
6139920
Avisos martimos.
Pai a o Cear, Maranhao e
Para.
Segu cora muila brevidade o veleiro c bem co-*
nhecido patacho nacional Alfredo por ter par-
le do seu carregamento prompto : para o resto
da carga e passageiros. trala-se com o consigna-
tario Caelano Cyriaco da Costa Moreira, no seu
escriploiio, largo do Corpo Santo, ou com o ca-
pitao Travasso no trapiche do algodao.
Para o Ass e Aracaly.
O hiate Beberibe pnrj teralguma carga ; para
a reslo c passageiros, trala-se na ra do Viga-
no n. 5,
e en-
dia do
E>]
i
i
Riode Janeiro,
a barca nacional Clemenlina
dade : para o resto da carga e
ta-se com Guilherme Carvalho
Torres.
sahe cora brevi-
passageiros, tra-
& C, na ra do
8C0JJ000
8*400
330800
75j>000
1880943
8292
Para o Rio de Janeiro.
O veleiro e bemeonhecido briguo nacional Al-
mirante pretende seguir com muita brevidade,
lem parle de seu carregamento prompto : para
resto que Ihe falla, trata-so com os seus consig-
natarios Azevedo & Mendes.no seu escriptorio ra
da Cruz n. 1.
m
tarde, c recebe carga al 4 ao meio dia
commendas c dinheiro a frele at o meio
dia da sabida.
O brigue brasileiro Imperador, recebe al-
guma carga a frele para o Rio Grande do Sul: a
lar com Amorim Irmaos, ra da Cruz n. 3.
Para a Baha.
Pretende seguir veleira e bem conhecida su-
maca nacional Hortencia, neslfs 8 dias lem a
seu bordo metade do seu carregamento, par o
resto que Ihe falla Irata-se com os consignata-
rios Azevedo & Mendes, no seu escriptorio, ra
da Cruz n. 1.
a ~"cPdrf "isboa sahe imprelerivelmentc ateo
da 15 o brigue Tarujo & Filhos por ter parte
de seu carregamenio promplo : quem quizer car-
regar 011 ir de passagera,dirja-se ao consignata-
rio na ra da Cadeia do Recite, escriptorio de
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Para o Porlo tem a sahir al o fim do mez
o brigue Amalia I : quem quizer earregar ou
ir de passagem. para oque tem excellenlescom-
modos, dinja-se ao consignatario, na ra da Ca-
deia do Recife, escriptorio de Manoel Joaiuiro
Raraos e Silva. *
COMPANHIA PEmMBUCAiU
DE
Navegado costeira a vapor.
O vapor Persinungn, commandanle Manoel
Joaquim Lobato, segu para os porlos do sol de
sua escala no dia 5 do selembro s 5 horas da
COMPAMIA PERNAMBUCANA
DE
Navegaco coseira a vapor
O vapor Iguarass, commandanle o segundo
tenente Joaquim Alves Ureiri, segu viagern
para os porlos do norte dsia escala al' Gran-
ja no da 6 de setembro s 5 horas da tarde
Recebe carga para a Granja no dia 25 e 27
Acaracu 28. Cear 29 e 30. Aracaty 31? Mac
?,VftdLte7br%N,U,3e 4' Pahiba dTal
al ao meio da. Passage.ros. encommendas e
dinhe.ro a frele al o dia 6 ao meio dia : geren-
cia no Forle do Mallo n. 1.
Aracaty.
Sahe com brevidado o hiate Dous Irmaos, por
i
PELO AGENTE
PESTAA.
Segunda-fe ira 3 do correte. jSis
O referido agente, autorisadapor uma familia *Kn
que se retira para fora da provincia, tara' leilao
de todos seus movis a saber: 1 mobia de
Jacaranda, candelabros de crystal, serpentinas
de ditos, jarros, calungas, tpeles, quadros, ca-
mas francezas, ditas de ferro, loilelis de mngno
cora marmore, dilos dourados, guarda roupa,
guarda louca, apparadores. mesa elstica, lava-
torios, cadeiras avulsas. consolos com espelho
loucas, vidros etc., e oulros muitos objectos qu
so achar.io patentes naoccasiao do leilao : segun-
da-fera 3 do correnle s 10 horas da manhaa
na ra do I.ivramento sobrado n, 31, onde i mo-
rn o Sr. Dr. Perreira.
N. R. 0 leilao foi Iransfetido para segunda-
feira, era consequencia de ler chegadoos vapores
uao pode ter lugar no dia 31 como eslava n-
nunciado.
Avisos diversos.
ao Sr. emprezano do theatro ly rico, q ue
nao esteja a' manar os seus assignantes,
com repeticoe* seguidas de operas, gra-
vando a bolsa dos pobres miseros que
cahiram na asneira de llie pagar adian-
tado as assignaturas. Alm disso que
se record que quando fez seu contrato,
e nelle incluio dar, dentro do anno s-
nico, operas novas, nao foi por certo
das do jaez dosFalsi Monetai i, dig-
na s de um theatro de aldeia. Ainda
mais que se lembre de que um dos prin-
cipaes deveres de um emprezano e fa-
zer preparar um bom scenario, ade-
quado a poca, e deaccordo com o que
diz o libretto, afim de que nao appare-
ca um claustro de convento da especie
do que apresentou no TROVADOR.
Que faca tomar liqoes de historia ao seu
eowiador, P** quewflo1 tftihAi a'sce-
na saloias de botinas e salas balo. Que
tenha d dos soldados doTrovador,___
dando-lhes se quer boas barracas, e nao
esse myxto que apresentou. Que vascu-
Ihe o repertorio do mundo lyrico co-
nhecido, e que la' achara' operas da
forca de seuscantores,afim de nao
os obrigar a'fiascar, como na
Norma, Trovador e Barbeiro de Sevi-
IhaEmfim, que se record que nao
com insulto emaIcreacoes, que lepo-
Botica cenlral homcopalliica
Do
DR- SABINO 0, L pimo.
Novos medicamenioshomeopathicos en-
viadosda Kuropa pelo Dr. Sabino.
Estes raedicaraantos preparados espe- i
cialmenteseg.mdoasnecessidadesda ho- *
mcopaihia no Brasil, vende-se pelos pre-2
eos conhecidos na botica central horneo- S
Pol n'C6 rUade S3nl Amaro MundoNo-
ocla dos fabricantes amerlc-
nos Grouver & Hakcr.
JSSSt d\zs:.:-.s'K'.!: nsT2uel p-
a GIH LDSO-BIUSLEIRA,
2, boldeu Square, Londres.
J. G. OLIVEIRA-tendo augmentado, com lo-
mar a casa contigua, ampias e excellen.es ac-
oeTeT^Tn" P,fa m"0 mai0r n"n" eVo-
pedesde novo se recommenda ao favor e lem-
branca dos seus amigos e dosSrs. viajantes oue
visitemesta capital; continuaapreslar-lhecsetis
serviros e bons oficina guiando-os era lodas m
cousas que precisera conheeimenlo pralieo do
paiz, etc.;.alera do porluguez. e do ns ez falla-se
na casa o hespanhol e fraeez.
Quera tiver um sitio perto ou
longe desta cidade, com tanto que tenha
casa de vtvenda, arvores de fructo e fi-
que prximo ao banho salgado, tempe-
rado ou doce, e o queira alugar diri-
ja-se ao largo do Terco casa terrea nu-
mero 33.
h,,7j>rCns,1"splora,ra Pr<"no 2:500$. dando-se
nre'.en'r em "2 .Pre'i0 d ^bt,d7.Or ; quem
preienJer annunne para ser procurado
com o Vr?* V'.FaiAn?T' 5- MPJ-se fallar
com os .Srs. abaixo declarados :
Jos Flix da Cosa.
Francisco Xavier de S.
Jos Rodrigues de Passos.
Joo Manoel Vjanna.
Temoleo Peres de Albuquerque Maranhao.
lia "hnmgrSe- Um mo,e1ue P casa de fami-
iu da0MadCre"deVoser nabera *IW'to = '
n so< lllivui
Recreio Litterario e Benefi-
cente.
hS lleS d Sr-P.re9iden'e efTeclivo lenho a
emhn f.T PU,b,,C0' q"e omingo 2 de e-
t Sl^LeAdA ^ da Praia' a s'alacao solem-
^L-AAdC- Para CUJ flm- Pe|o prsenle sao
SIJ' 9 "Dlinte, das le,r" e d Progresso:
devendo para mais brilhantismo apresentafem-se
decentemente vestidos, nica condicao que so
exige para obterem ingresso.
O mesmo Sr. presidente manda convidar, com
espccialidade, as familias que se dignarem de
abrilhantarcora suas presentas o acto : cienli
ticando que acharo em dito salao lugares nnitn
propnos e distinclos para assislirem a seso a
Siphos. d aDnVerSar da ^^o *
Fmalmenle, o mesmo Sr. presidenle mmda
avisar .es senhores socios instaladores Z
rtrmCHarHen,dl,salao s 3 horas d.^ardo
do mesmo da da instalacao.
Pecife 27 de agosto de 1860.
Bento Jos Alves Vianna Filho.
1." secretario.
' x


DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBADO f DE SETEMBRO DE 1860.
fin
wmmmiwmm
DE
NA LOJA E ARMAZEM
DE
Joaquitn Francisco dos Santos.
crouic Ao liccco Aa Congregado \ctreiro vcrilc.
Seda de quadrinhos muilo fina covado 1S0OO
ofcites de velludo com froco pretos e
de cores para cabeca do senhora da
ultima moda 9
Fazendas para vestidos, sendo sedas, la
e seda, cambraia e seda tapada o
transparente, covado JS
Luvjs de seda bordadas e lisas para se*
nhoras, horauns e meninos S
Lencos de seda rxos para senliora a
2;000 e 2S500
Mantas para grvalas c grvalas de seda
de todas as qualidades 9
Chapeos franeczes forma moderna 8>500
Lencos de gorguro pretos 2J00
Ricas capellas brancas para noivados 9
Saias balo para sonhoras e meninas 0
Tafet roxo o covado 500
Chitas francezas a -260, 280. 300 e .>320
Cassas francezas, a vara 500
Setim preto azul e encarnado proprio
para forros com 4 palmos "de largura,
o covado
Casrmira lisa de cores 2 larguras, o co-
vado
Chales de merino bordados, lisos e es-
lampados de todas as qualidades
Seda lisa prela e de cores propria pa-
ra forros com 4 palmos de largura, o
covado
Ricos cortes de seda pretos e de cores
com 2 saias e de babados
Ditos de gaze e de seda phantasia
Chales de louquim muito finos
Grosdenaple preto c de cores de todas
as qualidades
Seda lavrada preta e branca
Capas de fil c visitas de seda preta com
froco
18600
2$000
9
dou-
Arrenila-se ou aluga-se o sitio da porta
d'agua no Munteim, o qual tem grande e excel-
leute casa de vivenda, espacosa estribara e co-
cheira, e casa para feilor, boro pomar e baixa pa-
ra capim, e cercado para vaccas : quem preten-
der, dirija-se aquello sitio para examina-lo : tra-
ta-se na cambna do Carino n. 8, segundo andar.
Os abaixo assignados declaran) ao respeita-
vel publico que Chardel Thelesphoro de Oliveira
deixou de ser seu caixeiro desdo o dia 28 do cor- ; nos tmulos dos lllms. Srs. Yiraes, Dr. Aguiar'
Gravador e
rador.
Crava-se e doura-se em marmore lettras pro-
prias para catacumba ou tmulo a 100 rs. cada
urna, o annuncianle aprsenla seus trabaihos
rente mez, c nao se responsabilisam porqualquer
recebimento feilo pelo mesmo Chardel aquella
data em diante. Recife 29 de agosto de 1860.
Silva & Ribeiro.
Honlem 27 do corrcnle desappareccu da
casa do Dr. Lobo Moscoso, na ra da Gloria, um
pavo, que fui visto por varias pessoas da ra de
Santa Cruz, sem que ninsuom dsse noticia cer-
ta delle : roga-se, portanto, a quem o achou ou
souber onde est, de leva-lo casa de seu dono,
ou participar para o ir buscar onde estiver, e gra-
tifica-se o trabalho.
Sacca-se sobre a Bthia : em de casa Ar-
kwright& C., ra da Cruz n til.
>*Tr*TirrTTTTTrTrT"r'YTTYTTT*
DENTISTA FRANCEZ.
-> Paulo Gaignoux, dentista, ra das 1.a-
2 rangeiras 15. Na mesma casa lem agua e
^ p denlifico.
At i.t ii.lia_4.iji.Ax lliliiiiiili
Guerra, Tassoe em outros mais
d'Agua n. 52.
ra da Caixa
3
0
M
mi
"
Mauocl do Couto Gucdesvai provincia do
Cear.
O bacharel Francisco Luiz Correia de An-
i drade vai residir por estes 4 mezes em Goianna :
1$500 alli, na na Direita, offerece seus serviros seus
amigos, c saus trabaihos de advocada ao publico.
D-se dinheiro a premio em pequeas quan-
lias sobre penhores de ouro ou prata de lei: na
tua du Rosario da Boa-Vista n. 58.
Casa em 01 indo.
Aluga-se urna casa na ra do Cabral da cidade
de Olinda, com o fundo para o rio, quintal gran-
de com arvores de fruclo, muito fresca, sem vi-
| zinhos defronte, propria para passar a fesla, ou
para morada, leudo terreno pora plantar capim
para 2 ou 3 cavallos : na livraria ns 6 e 8 da
praca da Independencia
Nicolao Jorge Botelho relira-se para os por-
tos do norte.
Joaqun Correia Lima Wandcrley avisa ao
publico que nao conlratem a compra do escravo
Hoberlo, crioulo, de idade 30 anuos, pouco mais
[ ou menos, do qual se diz senhor Manoel de Bar-
; ros Wanderley, pois dito escravo 6 de proprieda-
de do annuncianle.
i Precisa-se, de una ama para comprar e co-
zinhar: na ra do Padre Floriano n. 49.
s@s@s # @@@
@ a a.____..Ifi.-. i __i 9
Gratiticaco.
o
Perdeu-se desde a ra Imperial al a ra das
Flores um caderncle cora outros papis dentro,
que s a seu dono servem : a pessoa que os
achou lenha a bondade mandar entregar na ra
Nova n. 35. loja de ferragens, que ser rcconi-
peosada.
A pessoa que annunciou querer comprar
um silho com pouco uso, pode dinsir-se a ra
do Hospicio, casa terrea junto a urna cocheira de
pintor de carros, que achara com quem tratar.
Offerecc-se urna ama pura engommar e co-
zinhar, para casa de pouca familia ; na ra da
Conceico n. 17.
Narciso Ferrelra da Silva retira-se para f-
ra da provincia, o que faz pub'ico na conformi-
dade da lei.
Sociedade dos devotos da ca pella da
Senhora da Conceico da
Joao de Barros.
Do ordem do presidente desla sociedade, c pe-
lo presente convido a lodos os senhores socios
mesarios para sessao da mesa directora, no dia
3 do corrente, pelas 6 horas da tarde, no lugar
do costume, e sendo como sao de muita impor-
tancia os objeclos que se tem a tratar nesla ses-
so. espera-se o comparecimento dos raesmos
senhores. Recife 1." de selembro de 1860.
Luiz Francisco de Paula Ramos,
Secretario.
Cozinheiro.
8*9
3
re
3
a
3
es.
o
J. 00 ej. o
<= o o
O o o
. o o o =>
DE
una cao a
A empreza da illuminacao a gaz. dcsta cidade, faz sciente a todas as
pessoas |ue col loen ram candieiros de gaz em seus casas, e aos que pretcn-
collociir, que tem resolvido baixar os procos dos globos de vi-
os prten-
da ra do Imperador n. 51, um comple-
arandelas e lustres
dem ainda
dro para l|500, 2$ e 2$500 os mais unos que se pode fabricar,
dentes acharao
io sortiuiento
no armazem da ra do Imperador
a sua escollia, assim como candieiros,
chegados ltimamente, de gostos
sejar.
variados e do melhor que se pode de-
Rostton Kooker & C,
Agentes.


8
g

Attendite ct \i-j
dele!
Declarase a quem convier, que o Sr. $
Joaquitn Alves Conli nao acadmico do @
primeiro anno ou estudanle da faculdade
dediroito, sendo por isso talvez que elle @
nao tem ouvido a quem o chama pelo @
Diario. >
~^" O cascabulho. ^
CASA
COMMISSO
DE
DE
NA
Precisa-se de um bom cozinheiro p
rapazes solleiros, que d fiador a sua
a tratar na ra da Cadeia do Recife n. 23, loja de
fazendas.
SOCIEDADE
INSTITUTO PI E LITTERARIO
Amauhaa haver sessao cxlraorJinaiia do^on-
selho director, as 9 horas da inanh.i : depois da
qual (as 10 horas) haver sessao ordinaria da as-
sembla geral, conforme o 1 do art. 41 dos
estatutos, aflu de se proceder a eleirao dos mera-
bros que lecm de reger esta sociedade do cr-
reme me/, marco de t8l ; sendo presidida po-
lo dignlssimo presidente honorario o lllm. Sr.
Dr. Aprigtb Justiniano da Silva Guimares.
Secretaria do Instituto Pi e Liltetario 1." de
setembro de 18C0.
Altino Rodrigues Pntenla,
1. secretario.
3000CIACA0 wpo gvaplci
ycvnamhucAUA.
Domingo 2 de setembro, as 10 hons da ma-
nha, haver sessao ordinaria do conscItTo. em
seguida 4qual funecionar a assembla geral.
Todos os Srs. socios elleclivos sao, portanto,
convidados a comparecerem, visto ter de tratarse
da discusso dos estatutos e de negocio de im-
portancia social.
Secretaria da Associaco Typographica Tcr-
nambucina, 29 de agost de 1860.
Jlvencio Cesar,
Io secretario.
Ricardo Knowlcs de Lisboa pede aos seus
correspondentes que lhes deem informar-ao Ja
qualquer extravio de carta dirigida ao seu cui-
dado, afim de fazer as necessarias indagac6>s,
estrada de era consequencia de Joo D. Irak, ultiminiente
seu caixero encarregado da agenciado telegrarc-
mas liaver conessado ter disiruido urna carta
mandada para encaruiibar ; reubando urna opta
do banco de Inglaterra que ella cobria.
Aluga se um sitio grande com
excellente casa de vivenda, com todas as
commodidades para familia, no lu.iar
da Ca^a Forte : a tratar com
prietanos, X.O. Bieber & C.
Precsa-scde urna ama que Saiba cozinliar
e engommar : a tratar na ra do Vigario n. li.
segundo andar.
Precisase lomar a premio a quanlia de dez
adozeconlos de ris, dando-se bypoiheca cm
um predio nobre que val mais de 40:00lr000 :
queni_Tiizpr f.izer esta negocio, annuncio.
paca casa de
i conducta :
o
os pro-
Compras.
ESCRAVOS
Ra larga do Rosario n. 20
seguode andar.
Nesla casa recebem-sc escravos para sercm
vendidos por coramisso nnr muta de seus e.
@@ , as diligencias possiveis para que os mesmos se-
.jam vendidos com promplidao afim de seus se-
nhores nao sofrerem empale na venda delles.
.Nesla casa ha sempre para vender escravos do
: differenles idades de arabos os sexos, com habili-
dudes e sem ellas.
O bacharel Agostnho F.unolino de Leu J-
nior, juiz municipal e de oiphos do termo de
De ordem doSr. presidente convido aos senho-. uiinda, faz publico, que entrn no exorekio de
res socios para sabbado 1. de setembro se reu- ; seu cargo, e contina a residir na ladeira do Va-
nlrem ao meio dia cm ponto no lugar do costu- radouro.
Sociedade
\3mv\o Bciicivcciiic Vos Co-
cheiros em Pernambuco.
APPKOVACAO E AtiTORISACiO
DA
me, c o mesmo senhor manda fazer ver, que
visto a indisposico de alguns senhores socios,
ve-se obligado a pr em execuco a lei 8ppro-
vada em sessao de 24 de oulubro de 1659.
Secretaria da sociedade Unio Bcneticenle dos
Cocheiros em Pernambuco 28 de gosto de 1860.
Damasio Miranda de Souza Couto,
1." secretario.
O baixo
E
fifRim BE 1IE6D1A
JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPATICAS
11'
Para screm applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem ncommodo.
AS CHAPAS MF.DICINAESso muito conhecidas no Rio de Janeiro e em todas as provincias
deste imperio ha mais de 22 annos, esao afamadas, pelas boas curas que se lem obtido as en fer-
tilidades abaixo escripias, o que se prova com innmeros altestados que exislm de pessoas capa-
zes c de dislincc^s.
Com estas Chapas-electro- vcseti.:a-fimspasticxs oblem se una cura radical c infallivel em '
todos os casos de inllammacao [cansaroou fulla de respirarao), sejam internas ou externas, como
do ligado, bofes, estomago, bam, rins, tero, peilo, palpiacao de corceo, garganta, olho's, ery-
fiipelas, rheumatismo, paralysia e todas as a+Tecrops, nervosas, etc., etc. Igualmente para as dif-
ferenles especies de tumores, como lobinho-, escrfulas ele, seja qual fr o seu tamaito e pro-
fuudea, por meio da suppuracao scrio radicalmente extirpados, sendo o seu uso aconselhado por
habis e distinclos facultativos
As encommendas das provincias devera ser dirigidas por escripto, teudo todo o cuidado de
fazer as necessarias explicacoes, se as chapas sao para homcm, senhora ou crianca, declarando a
molestia era que parte di corpo existe, se na cabeca, pescoco, braco, coxa, perita, p, ou tronco do
corpo, declarando a circuraferencia : e sendo inchaVo>s, feri'das ou'tilceras, o molde do seu tama-
ito em um pedaro de papel e a declaraco onde extslem, afim de que as chapas possam ser
bera applicadas no seu ugar.
Pde-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapasserao acompanhadas das competentes explicacoes e l3mbem de todos os accesso-
rios para a collocacao dellas.
Consullas a todas as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianca, em seu cscripto-
Jio, que se achara aberto lodosos dias, sem excepcao, das 9 horas da manhaa's 2 da larde.
||9 Ra do Parto ||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
assignado estando a fazer tn- M
"ventario por morte de sua mulher pede a
quem se julgar credor de seu casal, que
! aprsente suascotilas c aos que sao seus
devedoresque vetiham saldar as suas.
Fnncisco Gomes de Mallos Jnior. @
# & $ #
Alugam-se 5 pretos proprios para todo
o'servico aqui na cidade, sendo annualmenlc :
quem precisar dirija-sc a ra do Imperador n.
39, entrada pelo becco do botequim do Paira,
; segundo andar, das 6 s 9 horas da manhaa ou
' na praca do Corpo Sanio escriptorio n. 5, das 9
s 4 da" tarde.
_ Precisa-se de urna ama de idade para co-
zinliar : na ra dos Pescadores ns. 1 e 3.
- Henry Vefbeck, Belga, vai ao Rio de Ja-
neiro.
^ O Sr. Joaquin Alves Cunt ^
9 queira ir como se Ihe lem pedido por 9
H vezes ruada Cadeia do Rcfife n. 23. m

(Juera precisar de urna ama sec-
ca coto bastantes habilidades, dirija-se
a ra do Pocinho n. 23.
Quera precisar de unta criada porlugueza
nao sendo para servico de ra o lendo pouca fa-
milia, dinja-se a rua'do Queimado loja de ferra-
gens n. 14.
Francisco Tavares Botelho participa ao res-
peitavel corpo de comraercio desta cidade, que
no dia 2 dejulho prximo pissado deixou de ser
Joaquim Barbosa Lima agradece cordial
mente lodas is pessoas que se dignaram
assistir as exequias por sua presada esposa
D. Joanna Ilapiista Barbosa Lima, e acom-
panharseus restos mortaes ao ultimo jazi-
go. Aprovcta a occasio para convidar os
seus amigos assistir a missa do stimo
da, que tera lugar na matriz da Boa-Vista
s 7 horas da manhaa do dia quarta-feira
5 de setembro.

O Dr. Azevedo Pe tira, ha pouco che-
@ gado nesta capital, faz sciente ao respei-
lavel publico que acha-se prompto a qual-
quer hora cm sua residencia ra da Im-
peralriz, sobrado n. 88, segundo andar,
prestar os recursos de sua profisso ; na
mesma casa d consultas gratis aos po-
brea.
* @@@
Sitio para alugar.
Na Capunga Nova contiguo ao sitio do Dr
cobina, e em frenle da ra que vai ter a S. Jo-
do Mangiiinho, esl para alugar-so um sitio com
bastantes arvores fructferas, pequea baixa de
capim, excellente casa assobradada, que lem
commodos para grande familia, cocheira, caval-
larico, casa para criados e para bauho : a tratar
na ra Nova ti. 56.
g@@@@ @@@@@
Constitiit, I
9
m
alfaiate de Patis, lendo transferido a sua
residencia para a ra do Imperador n. 42,
toga a lodos os seus anligos freguezes e a
todas as pessoas em geral, que o quizercra
homar com a sua freeuezia que hajam de
o procurar d'ora em diante na dita casa. O
mesmo annuncia que piepara vestidos a
arrazonas para senhoras montarem a ca-
vallo.
m
S*\
?-;@@@@ Q;@@@ @@s
Borba.
A sabida que lem lido esle rap prova sua boa
qualidade, nao desmenlindo assim a qualidade do
fumo de que feito, colhidn as immedia?es da
cidade a que deve sen nonte na provincia Giam-
Par : deposito, ra da Cadeia n. 17
IQAO
DO
IEIIID. II. III
Ra do Brura (passando o chafariz.)
No depozo (Leste esta\e\eeimei\to sempre Via grande sorUmento de me
eVianlsmo para os engenVios de assucar a saber:
Machinas de vapor modernas, de golpe cumprido, conomicas de combustivel, e defaclimoassento;
Rodas d'agua de ierro cora cubos le inadeira largas, leves, fortes, e bem balancadas;^
Catinos de ferro, e portas d'agua;iara ditas, e serrilhas para rodas de madeira ;
Moendas inteiras com virgens muito fortes, e convenientes ;
Sfeia moendas com rodetasmotorasiara agua, cavallos, oubois, acunhadas em aguilhoes dtaz ;
Taivas de ferro fundido ebatido, e de cobre;
Pares e bicas para o caldo, crivose portas de ferro para sfornalhas ;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, fornos para cozer farinha ;
Roletas dentadas de todos os taraanhos para vapor, agua, cavallos oubois ;
Agaillioes, bronzes e parafusos, arados, eixos e odas paracarroqas, formas galvanizadas para purgar etc., eic.
D. W. Bowman confia que os seus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
que o honram, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, epelofacto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito fim,
assim como pola coutinuaco da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que podar? necessilar.
# # ?""d.0f.r- A,"n' Eloy Ro"gue" da Silva, na
taberna da ra .Nova n. 48, na sociedade que gy-
ravasoba firma de Antonio Eloy Rodrigues da
Silva & C, licando o Sr. Eloy obrigado por lodo
o activo e passivo da mesma sociedade, por ter
assim amigavelmenle concordado. Recife 30 de
agosto de 18C0.
Procisa-se de um rapaz dos chegados do
Porto, para urna taberna : a fallar no aterro da
Boa-Vista n. 56.
Urna pessoa de escripluraco commercial
offerece-se a fazer qualquer escripia com toda a
. Ja- perfeico e celeridaile : na ra do Queimado, loja
de fazendas n. 34, se dir quem Na mesma
loja se dir quem vende um piano de boas vuzes,
proptio para quem quizer aprender, por mdico
preco.
Fredetico Augusto de .ima Novar?, decla-
ra ao respeitavel publico e com espectalidade ao
digno corpo do commercio que da dala dcsle em
diante assiguar-se-ha por Frederico Augusto
Perreira de Novaos. O mesmo julga nada dever
nesta praca, porm comtudo quem se julgar seu
credor baja de aprescittar as suas conlas para
seren pagas no prazo pe 3 dias a contar da dala
deste. Recife 30 de agosto de 1860.
Precisa-se de um menino pata caixejro de
urna Ubctna : no becco Largo n. 13.
Aluga-se um atmazem na ra do Rangcl
n. 62: a tratar no paleo de S. Pedro n 6.
Mauricio Jos dos Sautos Ribeiro, chcgido
ltimamente do Lisboa, faz scicnle ao respeila-
vcl publico que acaba de cstabelecer na ra lar-
ga do Rosario n. 21, primeiro andar, urna offi-
cina de ourives onde aprompta quaesquer ob-
jeclos tendentes a mesma arle do mais apurado
gasto e pcrfeiro de Irabalho, como sejam ade-
recos completos, brochas, pulsetras, aneis, alfi-
neles ele, etc. Em seu estabelecimento promel-
te concertar qualquer obra da sua arto com per-
feico A ortica adquirida por sua longa resi-
dencia em Lisboa, e as rtlacoes directas que
constantemente maniera com algumas das mais
respeitaveis casas d'aquella cidade, que so em-
pregam no fabrico de todo o genero de obras de
prata, o habilitan! a encarregar-se de qualquer
encommenda de taes objeclos lauto para a groja
como para uso domestico. As pessoas. pois, que
se dignarem honra-lo com a sua confianca, so-
rao servidas com o raaior zelo e solicitude e por
prec.ua baratissimos.
O Sr. Domingos Jos Soares. official da se-
cretaria do governo, queira drigir-se a ra Di-
rcila n. 68, afim de saldar o que est a dever
aos herdeiros do Caetano Tereira Concal,ves da
Cuuha.
Troca-se um mulaiinho de 10 annos por
urna negriuha ou negra, tamben se vende ; na
ra do Imperador n. 51, primeiro andar.
Precisa-se do um rapaz dos chegados do
Porto para una taberna : a fallar no paleo do
Paraizo n 56.
A peisoa que annunciou querer um silho
j usado, dirija-sc a ra Direila n. 7, que achara
com quem tratar.
Atteugao.
Eugio desde o dia 13 do corrente mez o escravo
Luiz com os signaos seguinles : crioulo, cor fula,
alto e bom feilo do corpo, gago bastante, tem
o dedo mnimo do p corlado, natural do ser-
to do Cesr : quem o pegar, leve-o a son senhor
na ra Direila n. 112, ou na ra de Apollo n. 43,
armazem de assucar, que ser recompensado.
Roga-se ao Sr. Frederico Hansen queira
apparecer na ra do Queimado n. 30 para nego-
cio de seu inleresso.
Na ra do Rangel n. 73, segundo andar,
vende-se letlepuro a 320 rs. a garrafa, desde s 6
al s 8 horas da manhaa, e recebem-se encom-
mendas.
No dia 29 do corrente furlaram no lugar
chamado Pavao, estaijo da linha frrea, da casa
do engenheiro Harris, um relogio de ouro paten-
te nglez, meio chronometro, do valor de300000,
alado urna cadeia de ouro inglcz, lendo urna
pequea moeda de prata de 100 rs. porlugueza.
O relogio tem o ponteiro dos cylindros regulando
sobre o mostrador dos minutos. D-se 508000
de gralillcacao a quem der noticia do relogio, e
1000ll0 se vier o ladro com o furto. Os objec-
los arima mencionados perlencem ao Sr. Cordn
Cowpor.
111 consecuencia do fallecimento
de um dos socios ila irma commercial
de Xisto Vieira Coellio & C, lica a cargo
dos socios existentes a sua liquidadlo,
continuando o estabelecimento so a
razao de Andrade & llego. Recife, 1-
de setembro de 18(i0.Manoel Azeve
do de Andrade. Antonio de Souza
Reg.
Pede-se ao Sr. Dr. Adelino Car-
neiro da Cunlia, da Paraliiba, que cons-
ta acliar-se nesta cidade, que antes de
retirarse para sua provincia queira di-
ngir-se a praca da Independencia li-
vraria n. 6 e8, que se Ihe precisa fallar.
Salustiane Gonzalos, subdito hcspanhol, re-
lira-se par3 fflra do imperio.
Alugam-se dins escravas, ambas engora-
madeiras e cozinheiras : nos Afilelos, casa cin-
zonta fronloira igroja.
P.iga-sc OJ de gralcaco a quem trouxer
urna boa ama de leileao cotlegio Bom Consolho.
Antonio dos Santos Perreira, deixou, du-
rante sua oslada rm Europa, como primeiro pro-
curador o Sr. Antonio Moreira Reis, cm segundo
o Sr. Antonio Jos Pessoa Eimda.
Hotel trovador.
= Comprs-se urna grammalica francez de
Bourgain : a pessoa que tiver e quizer vender,
dirija-so a roparlico do corrcio, ou annu;..:e
sua morada para ser procurado.
r.ompra-sc um habito de cavalleiro da or-
dem da Rosa : na ra larga do Rosario 11 tiO,
loja.
Compra-fe ouro de 20$ e IG':
na ra da Cadeia do Recife loja de fa-
zendas n. 51.
Compra-se um sitio nos lugares seguinles :
estrada dif Joo de Barros, Afilelos, Rosarioho e
Bclcm at a capclla, que lenha casa, boa estri-
bara, casa para pretos, e bstanles arvoredos Jo
fruclo ; assim como d-se algum dinheiro a pre-
mio sobre o mesmo silio, no caso que nao quei-
rara vender, com hypotheca lo mesmo : quem
pretender fazer este negocio, annuncie para ser
procurado, ou dinja-so a ra da Imperalii, loja
de iniudezasn. 56.
Compra-se um molequo- de li a 16 annos,
bonito e sem defeilo, que sirva para pagem ; pa-
ga se bem agradando : na ra de Apollo n. 24,
segundo andar.
Compra-se urna casa terrea na bairro da
Boa-Vista, em boa tua, que tenha 2 salas, 3 a i
quarlos, rozinha fura, quntale cacimba : a pes-
soa que liver, annuncie por esta folha para ser
procurada.
Compra-se urna escrava de mea idade, boa
figura, possante, sem vicios nem achaques al-
guns, lintpa : no Recife, ra da Cruz n. 31.
Vendas.
Vendem-so 2 bois mansos, proprios para
carro ou carroca ; a Iratar na ra da Guia 11 9.
Bons escravos.
Duas lindas crioulas de dade de 16 a 20 an-
nos, 1 escrava excellente cozinheira, 1 dita por
6OO3, 1 dita por 900, 1 bonito moleque de 20
annos, 1 niiilatinho de 16, 1 dito do 11 por 80 -,
2 escravos para lodo o servico, mui robustos,
ambos por 1.6000 ; na rna de Aguas-Verdes nu-
mero 46.
?L# U'.3 OS ci<0CB Seguro contra Fogo
compahhia
3
^
n
i
NA
Ra larga do Rosario o. 44.
Nesle hotel conlinua-se a servir ao publico
com a raaior I impoza, brevidade, e commodos
precos, comidas oslas follas por um hornera per-
feito na arle culinaria ; o dono do estabelecimen-
to pede a proteccio do publico e dos seus ami-
gos, e espera merecer esta allencao.
SOCIEDADE
DAS
ARTES MECIMCIS E LIRERAES j
PERNAMBUCO. 3
De ordem do Sr. director da sociedade das!
Arlos Mechanicas e Libertes desta cidade, conv- 9
do a lodos os socios respectivos para se rcunirem I j
extraordinariamente segunda-feira 3 de setembro I a
s 6 1(2 horas da tardo, no lugar do costume.
Secretaria da sociedade das Arles Mechanicas
e l.iberaes de Pernambuco em 30 de agoslo de
1860.
mo de Souza Montciro,
i.- Secretario.
SO^de gratificacao.
Contina a estar fgido desde o dia 4 de abril
prximo passado o preto de nome Flix, cora ida-
de de 35 a 40 annos, de naciio Mossambique, e
lem os signaes seguntes: estatura baixa, cor
fula, ps um pouco apalhelados, tem um calom-
binho nlre as sobrancelhas por cima do nariz,
que parece ser signal da -torra delle ; este preto
tem servido era dilferenles arles, pescador, ca-
noeiro, caiador, trabalhidor de campo, e hoje
padeiro, a que perlence ; foi escravo do Sr. Ma-
noel Francisco Duarte, e quando foge costuma
mudar o nome para Joao, e intitula-se. forro,
tem sido visto nos arrabaides desla cidade da es-
Irada de Beberbe em dirercao al a matriz da
Varzea : portanto roga-se a todo e qualquer que
o encontrar ou delle souber, que o pegue e leve-o
ao pateo da Santa Cruz, paitara n. 6, que rece-
ber a gratificacao cima ; assim como se pro-
testa contra quem o liver acolitado.
= Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 14
da ra Nova : no primeiro andar do mesmo so-
brado, das 6 s 9 horas da manhaa.
Altenco.
m
Jos-Filippe Marlins, estando estabelecido ha
urna porco de anuos com casa de pasto na ra
larga.do Rosario, hoje declara aos seus freguezes
tanlo da praca como do malo, que se acha com o
mesmo estabelecimento na ra estreita do Rosa-
ro n. 23, confronte a ra das Larangeiras, aonde
continuar a servir os freguezes da melhor forma
possivol e por commodo proco. No mesmo esta-
belecimento fornece-se almo'co c antar por mez,
mandando-se em casa, mais barato do que em
outra qualquer parte ; o lodos os dias das 7 horas
era diante tem papa de farinha do Marauho e
araruta, assim como nos domingos e dias santos
lem a excellente mo de vacca.das 3 horas da ma-
drugada em dian'c, e prepara-se toda encom-
menda que se fuer.
Precisa-se de urna pessoa livre ou escrava
para cozinliar e fazer mais algum servico dentro
de casa ; a tratar na ra da Senzala Nova n. 4.
Aluga-se um quarto na travessa do Cam-
pello n. 4, primeiro andar, entrada independen-
te : tra4a-se na loja.
Ftigio no dia 30 de agoslo a escrava Zeferi-
na, preta crioula, um pouco fula, de idade de 13
a 14 annos, magra, bracos e pernas finas, rosto
comprido. pos e maos descarnadas e um pouco
brancas, de quem padece de frialdade, o olhar
espantado, quando anda aos polos ; julga-se
ella estar acoulada cm alguma casa,por ser inlei-
raraenle nova nesta cidade por ha pouco lempo
ter chegado de fra e nunca sahir a ra ; pro-
tesla-se contra quem a tiver acoulado como a le
determina ; levou vestido de chita cabocola de
quadros de mangas curtas, e um chales velho um
pouco escuro, ha quem a visse no paleo do Car-
mo : roga-se aos capites de campo, autoridades
policiaes e a qualquer pessoa a apprehensao, e
lerera-na a seu senhor na ra do Crespo n. 15,
que se recompensar.
c
LONDRES
AGENTES 1
J. Astley <8t Coiupanhia.S
__ ^^^ a^
Tesile-se J
Formas de ferro
para
purgar assucar.
Enchadas de ferro. 2?
Ferro sueco.
Espingardas. |
Ac de Trieste. |
Pregos de cobre de com- 3
posic,ao. -:
Barril ha e cabos.
Brim de vela.
Couro de lustre.
Paihinha para marcinei-
ro : no armazem de C.
J. Astley 4 C.
Vende-se para fra da praca um escravo
crioulo.de idade 20 annos, bonita fignra e muilo
sadio, som vicio algum, e 6 perito official do
marcineiro : a tratar na ra eslreta do Rosario
n 31, armazem.
(lito palmos de largo.
A 900 rs. a vara.
No armazem da ra do Queimado n. 19. vnde-
se brim trancada alvo com 8 palmos de largo,
fazenda a mais propria para toalhas, pelo bara-
tsimo proco de 900 rs. a vara : vende-sc ni-
camente no armazem cima.
Cear.
Segu com muita brevidade o palhabole San-
ta Cruz : para o reslo da carga trata-se ao lado
do Corpo Santo n. 25.
Acarac.
O palhabole Santo Amaro segu com brevi-
dade a tralar no largo do Corpo Sanio n. 25.
Vende-se na ra Direila n. 99, taberna no-
va, manteiga a 640 rs, a libra, dita ingloza a
1S280, passas boas a 640, linguic.as a 440, cha da
India a 29400, arroz pilado a 120, bolachinha in-
gleza a 240, e lambem se vendem 8 moedas por-
luguezas de ouro.
Libras sterlinas
Vendem-se libras sterlinas : no escriptorio de
Manoel Ignacio do Oliveira & Filhos, largo do
Corpo Santo.
Vestido a 2:300.
Riquissimos cortes de chita larga francez, de
mui lindos padroes, tendo entre elles de coros
escuras, claras, e miudinhas, pelo diminuto pre-
co de 2?300, lendo 11 covados cada corle; na
ra do Queimado, loja n. 18 A, esquina que vol-
la para a roa eslreila do Rosario.
Aniriiaes de roda,
Vendem-se algun3 animaos de roda, muilo
bons e por prego commodo, a dinheiro ou a pra-
zo a Iralar no engenho Algodones, ou no Re-
cife, ra Bella n 35.
I MUTILADO I


(6)
Fazenclas finas e
roupa feita.
Augusto A Perdigo.
Com leja Da ra da Cadeia do Recite n. 23
uiidtii e dio amostras as seguintes fazendas:
fortes de vestidos de seda prclos c de cores
Curies de ditos de barege, de tar'.atana e de gaze
de soda.
Cambraias de cures, brancas e organdys.
Anguilillas para saias, saias balao, de clina, ma-
dapoln e bordadas.
Lencos de labyrintho do Aracaty e francezes.
Chapeos amazonas de patn e de seda para se-
nil uas e meninas.
Enfeitesde froeo, de vidrilho e de flores.
Penles de tartaruga, imuerntriz e outros gostos.
Manguitos e gollas, ponto inglez, francez e mis-
san gn.
Vestuarios de fustao, de la e de seda para
cria n (ja.
Manteletes, taimas o pelerinas de differenles qua-
lidades.
Chales de tonym, de merino e de la de ponta
redonda.
Lavas de pellica brancas, prelas e de cores.
Vestidos de blond, manas de dito, capellas e
flores sullas.
Sinturoes, camisas de linlio e esparlilhos para
senhora.
Perfumarlas finas, saboncios e agua de colonia.
Casacas, sobrecasacas e paletots de panno preto
e do cor.
Paletots de alpaca, de seda e de linho.
Calis iie case mira de cor, prctas e de brim
Camilas de madapolao, de linho inglez ede la.
Seroulas de linho o de meia.
Mala-, sacros, apelrcixos para viagem.
Chancas para invern, botinas do Helia e outros
fabricantes.
Chapeos do Chyli, de naasa e de f-Iiro para ho-
raem,
Charutos roanilha, havana, Rio de Janeiro e
Babia.
Borzegnios ioglezes.
' i rna da Cadcia do Rcif n. 45, esquina da
la Madre de Dos, vendem-se os afamados
b zegulns ingle.es, solas grossas e prova d'agna,
pelo mdico proco de 05 o par; assim como bor-
xeguins de como de lustre para hornese senho-
ras, pnr mdicos presos.
Vendem-se acedes da companhia de Bc.be-
ribe : quem as pretender dirjase ra de Apollo
armozera n. 2.
Loja de miudezas na ra
Direita N. 85, ondetem
o lampeao do gaz,
T.n lem-so bandejas finas a 1. 1*200 19500 2
2910 I, 2>600, 23800, 3200, 49 e 5g, bengalas de"
c.iin i linas a t e 1*500, grvalas pretas de se-
1-2.)', ditas de cores a 19, alneles em
nbas muito linos a 200 e280 r-., litas pro-
para enfeitns de vestido de seda a 400, 500
I rs. i v ira, franjas de seda de cores a 320,
5 10. 600 e800 r-, a vara, I uvas de fio de cores
pira homem, brancas,a6i0, ditas de cores a 610,
ditas le se la enfeitadas pira senhora a 3$, en-
- de trancas de relindo dos mais modernos
que ha para senhora i O90OO, ditos de fitas de
sc.li 1 !$5O0, dit03 pora meninas de trancad
vell ido a 500, ditas de fila de s^da 1 49, luvas
1) se : 1 p ira homem a IjiOO, tesouras para unhas
finas 1 su is., ,lilas para costura a 13. clcheles
bKJadinhos a 120, esrovas para cabello a 1-9,
dii is para roupa a I$200, trancas de caracol de
'.i: ', pee. 1 -i m le, a 280, meias cruas para ho-
m o 1 231100, ditas a J800 o 59. ditas brancas
a i I IU o 3J2 )i, ditas Unas do cores a 298OO, di-
ira meninos, decores 2.961)0, ditas linas
bi h de men nos \ 3*300, ditas para meninas
1 1)700.1 luzia, bolesde seda pira casaveque
a 320 a duzia, tinta ae carmi/.iu lina a iO rs.,
concha de metal principe paraassucar a 400 rs.,
ditas p ira cha a 800 rs. a duzia, linteiros o ariei-
1 13, caixinhas do papel sortidae em
cores 1 19, ditos de quadnnhos a 800 rs lia pa-
r iri ir a mai lina gie ha a 7*500 a libra, ala-
res chai s do algodo a 60 rs., ditos rolicos a
lOOrs penles do borracha para bichos a "410,
ditos travessos para meninas a !J, ditos de bu-
anco pan bi :hos a 280, ditos para alisar a
j I rs., ditos lo borracha para alisar aGOOrs.,
h 3 do isso 1 210, ditos do louca broncos a
11), liaa ie res 1 160, bolesde raadreperola
Dii'i 1 30'1 rs 1 sroza, IIreas para ealcas a 100
r lixinh is do naoel de cor a 800 rs.. caixas de
obrei.i de col 1 a lili rs. linhas de peso a 120,
dilis de ctbe'_-i encarnada a 120, fitas lavradas
di largura le 5dedos com piulas de mofo a 320
a v 1. -iiii le linho a lio a vira, bico preto
de se li a 120, 200, 320, 400 e 600 rs. a vara,
bri.-i [ucdos pira meninos, do diversas qualida-
des, ni iis barato que em outra qualquer parte,
li 1 ip.is de eamurca a 500 rs., ditas do chouro a
410. iOO. 800, 1*500 o i:
P&rahyba.
Vende-se o eogeaho Torrinba distan
t .1 sta ciliado ditas leguas por trra,
te n terreno para dotts mil paes or an-
1: e boa casa de viven Ja assobradada
bjas obras, te;n embarque m porto dis
taute do engerido l|2 quatto de legua
do rio Parahyba eera menos de horas
se vem acidade: quem o pretender di-
rija-se a Joao Jos de tfecreros Correia
6 G que dir' quem o vende.
Meias de seda para me-
ninos .
Superiores raeias Je seda de peso para meni-
no-- de tolos os tamaitos : vendem I.eile & Ir-
mo, na ra da Cadeia do Rehile n. 4Q, a 2^500
o par
Vende-se um sitio na Passagam da Magda-
lena, margem do Capibaribe, com urna grande
casa toda murada, com caes, muitas arvores de
diversos Tractos: a tratar com Joao Manocl Ro-
drigues Valenca, no mesmo lugar.
Aviso aossenho-
res deengenho.
Vendem-sc duas carrocas com seos perlences,
para carregar assucar; a trataros ra da Cruz
n. 9, primeiro andar.
ns^m^-m^m mtmmmn
X recebeu-se novo sortimento de vesti- 3*
! Loja de marmore. (
Taberna.
Vende-se urna taberna na ra Direita dos Afo-
gados n. 20. com poucos fundos, propria para
principiante : quem a pretender diriia-se a
mesma. '
CAL DE LISBOA,
nova e muito bem acondicionada : na ra da Ca-
dea do Reciten. 38, primeiro andar
mmmmm a&^ mw&mmm
U Hecebeu-se novo sortimento de cha- cj>
v pos de seda c palha da Iialia para se- H
3 nhoras na 9
I Loja de marmorc.
Cheguem ao barato
O Pregui,;a est queimanJo, em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Pegas de bretanha de rolo cora 10 varas a
25>, casemira escura infestada propria para cai-
ga, collete e palilols a 9GO rs. o covado, carabraia
organdy do muito bom gosto a -180 rs. a vara,
dita liza transparente muito Gna a 39, 4?>, 53,
e 6?? a pega, dita lapada, com 10 varas a 5$ e
6$ a peca, chitas largas de molernos e escolhidos
padrees a 240, 260 e 280 rs. o covado, riqu-
simos chales de merino estampado a ?# e 85>
ditos bordados com duas palmas, fazenda muilo
delicada a 9$ cada um, ditos com urna s pal-
ma, muilo finos a 85500, ditos lisos com fran-
jas de seda a 5#, lencos de cassa com barra a
100, 1-20 e l 00 c Ja um, meias muilo finas pa-
ra senhora a 45 a duzia, ditas de boa qualidade
a 33 e 3#500 a duzia, chitas francezas de ricos
desanos, para coberu a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 5^900 a poga, e a ltjO rs.
o covado, brim branco de puro linho a 1-5
13?2O0 e I5G00 a vara, dito proto muito encor-
pa lo a IjOO a vara, brillantina azul a 400, rs.
o covado, alpacas de difierenies cores a 3G0 rs. o
covado, cesomiras prelas finas a 23500, 35 e
35500 o covado, cambiia preta e desalpicos a
500 rs. a vara, e outras muitas fazendas que se
far patente ao comprador, e de todas se daro
amostras com penhr.
PIARIO DE PERfUMBDCO. SABBADO 1 DE SETEMBRO Dt 1860.
Attenco
Vende se na ra da Cruz n. 48, urna
divida julgada por sentenQa, o devedor
dizem que tem loja em nome de outro
na iua da Imperatriz, cujo devedor
chama-se Antonio Jos de Azevedo,
Milho e farelo.
Vende-se na travessa do palco do Paraiio n.
16, casa pintad 1 de amarello.
Tachas para engenbo
Fundi^o de ferro e bronze
DB
Francisct Antonio Correia Cardoze,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Pechinchas
sem iguaes, na ra do Quei-
mado n. 65, na bem conhe-
cida loja da diligencia de
Fajozes Jnior AGunnares
Meias pintadas muito finas para homem a
I$800 a duzia, e em pares a 160 rs., clcheles
francezes em carliio a 320 a duzia do cartes, e a
30 rs. rada carlao com 14 pares, luvas finas de
seda para homensc senhoras a 610 o par, ditas
com alguna defeilo a 240 o par, muito boas cor-
das para violao a 80 rs.,agulhas francezas, caixas
com 4 papis a 100 rs., apparelhos de porcellana
muito lindos para menina a 1J800, 2;500, 3 e 4#,
Era casa de Borolt & C, ra da Cruz do
Recife n. 5, vende-se :
Cabriolis americanos muito lindos.
Charutos de Havana verdadeiros.
Fumo americano de superior qualidade.
Champagne da pr Carne de vacca e de porco em barris multo
frescas.
Licores de diversas qualidados, como sejam,
Chery, Cordial. Muit Julap, Bilters Whiskey,
sal a parrilha em frascos grandes.
Em casa de Sabe Sel metan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos doafamado fabrican-
te Traumann de Hatnburgo.
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para vender em
eu armazem, na praca do Corpo Santo n. llt
alguns pianos do ultimo gosto, recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadvrood ASons de Londres, e
muilo nroprios oara este clima.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P. Jo-
hnston & C. ra da Senzalan. 42.
Potassa da Rossia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecldo e acreditado deposito da
1 ra da Cadeia do Becife n. 12, ha para vender
potassa da Bussia e da do Bio de Janeiro, nova
ede uperiorqualidade, assim como tambem
calvirgemem pedra: ludo or Drecos muito
I razoaveis
TU
Zs.
GRANDE SORTIMENTO
DB
Fazendas e obras feiasl
REMEDIO INC0MPAKAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos de todas as nacSes pp-
dem testemunhar as virtudes dcste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle flzeram tem seu corpo e mem-
brosinteiramenleaiosdepois de haveremprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-haconvencerdessascura maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatara
todos os dias ha muitosanuos; ea maior parte
della sao lio sor prendentes que admiran: o
medico mais celebres. Quanlas pessoas recoS
braram com este soberano remedio o uso de seug
bracos e pernas, depoisde ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam soffrer a ;
amputacaol Dellas lia muitas que havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
submetterem essa operacfio dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa na
enfusao de -seu recouhecimento declararam es
te resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de maisauleuti-
carem suaflrmativa.
Ninguem desesperara do eslsdo de saude sa
Uvesse bastante conanca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindoalgum lempo o
raentralatoquenecessitassca nalureza do mu,
cujo resultado seria prova riucoutestavelmeute
Oue tudocura.
*> uiiKHeuto e atil, mais particu-
larmente nos seruintes vasos.
45-- Ra Direila-45
Este estabelecimento oTerece ao pu-
blico um bello e rico sortimento por
precos convenientes, a saber :
Homem.
Borzeguins ir,penaos.....10#000
Ditos aristocrticos......9#000 *
Ditos burguezes........7000
Ditos democrticos.......suoo
Meio borzeguins patente. 6^500
L.OJ
HA
ja c *xuumm
DE
Neste armazem de molhados con-
itolaa.."eSeem lTlr^n?,lLCS,nU'S,g''D('")3 abaix0 me"cianados de superiores qualidados e mais ba
dos propdeurios V ?T Srem a mair parte delleii r0CCBJ(" em direitura por c.
rato
por conta
Mantciga ingleza e Cranccaa
%t?c?&r**wu>aiiaio aomercad de63 8ots-aubra ecm b"rii
QacVjos lamengos
muilo novos rccentemenle chegados no ullimo vapor da Europa de 18700 a 33 es
que o freguez zer se far mais algum abalimenlo.
vista do gasto
logios
Suissos.
Em casa de Schafleitlin&C, ra da Cruz n.
'i. vende-se ura grande e variado sortimento de
re igios de algibeira horisontaes, patentes, chro-
m :i'tros, meios chronometros, de ouro, prala
d turada e folheados a ouro, sendo estes relogios
dos primeiros fabricantes da Suissa, que se ven-
dero por precos razoaveis.
Estopa da trra,
fina c secca : na ra Direila n. 91.
Attenco.
Vende-se na ra do Trapiche Novo n. 14, ar-
mazem de Andr de Abreu Porto, carne de porco
americana, dita de vacca, por diminuios precos,
em barris de 200 libras a 30$ o barril, urna gran-
de porcao de cobre velho, composigao e cavilhas
de cobre, urna porcao de bronze, urna porcao de
travs, e grande.porc.5o de taboado de pnho e
de carvalho ; todo se vemle por todo prego para
Matar por estar liquidando o seu n gocio, e
igualmente vinhos de diversas qualidades, e ou
tos mais gneros.
Qucijo prato
os mais novos que exislem no mercado a la a libra, em porcao se far abalimenlo.
A.meixas francezas
Hm'o'ifa,"!0 X 1l21ibraPrlS-r>00rs., e em campoteiras de vidro contendo cada urna 3 libra
por o^tjUtf.
Mustar&a ing\eza fvanceza
em frascos a 60 rs. e era potes franceza a 800 rs cada um.
Veraadeiros figos de comadre
BolaciiinVva ingVcza
a mais nova que ha no mercado a 20 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 4S.
Potes vldrados
de ta 8 libras proprias para manleiga ou outro qualquer liquido de 400 a 1SO0O rs. cada um
Vmendoas confeiladas proprias para sortes
de S Joao
a 1$ a libra e em frasquinlios, contendo 1 1|2 libra por 2J.
C\i preto, kyson e parola
os melhores que ha neste mercado de l{f600,23 e 2S500 a libra.
Ma^as em caix.n\ias de 8 Ultras
contendo cada urna dilTerenles qualidades a 43500.
Vaillos de denles lidiados
em molhos com 20 macinhos cada um por 200 rs.
Ti jlo f rancez
propriospara limpar faca a 200 rs.
\ Conservas inglezas c francezas
era latas e em frascos de differenles qualidades.
Presnntos, clionricas c paios
o mais novo que ha neste genero a 480. 640 e 720 rs. a libra.
Latas de bolacliinna de soda
de dilTerenles qualidades a 13600 em porcao se far algum abatimento
Tambem vendem-se os seguintes gneros ludo recenteraele chorado e de unerio
res qualidades, presuntos a 180 rs. a libra, chourica muilo nova, marmeladii5n m. r.n, l r
bricantede Lisboa, macada tomate, pera secca, paa-as fructaa emcalda 1Ja afamafdo fa-
cera amendoascobertas-, ,-onfeites. pastilhas te"*vMi^
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de S. Flix, mar.sSetodas as aul id a re? Zn'
mamu.to fina, erv, has franewas.champagoe das mais acreditadas marcas ceceas de dZ"
spermacc cbarato, licores francezes mutto finos, marrasquino de zara, azeitedoce pur ficado &
lonas muito novas, banha de porco refinada e outros muilo gneros ue enconlra? ?tS2E?Z
molhados. por.sso prometiera os propietarios venderem por muito menoSd?qu" out foooahuer
promelem mais tambera scrvirera aquellas pessoas que mandarem por outras oouen^oratita 2m
vwsaem pes,oalmente ; rogara tambetd a todos os sanhoresde engenho e aenhnSt lLSSS
j Na ra do Queimad ) u. jjj
46, frente amareila.
| Grande e variado sortimento de sobre- |p
casacasecasanas da pannos unos pretos
g o de cores a 283. 30 c 35,>?, paletots dos S
g mesmos pannos pretos e de cores a 283, % 203 223 e 253, dilos de casemira msela- W
> dos desuporioi gosto a 163 e 183, dilos 3$
p das mesmas casemiras saceos modelo ?K
I inglez 103,123, 143 e 153, ditos de al- 2
5 paca preta lina soceos a 43, ditos sobre- <|f
casa tambera de alpaca a 7. 83 e 9-3, di- $
P los de merino setim a IO3, ditos de me- 35
6 rin^ de eordao a 9j, calcas pretas das fl.
ff mesmas fazendas a 53 e 63, colleles pa- S5t
I ra luto da mesraa faz-nda, paletots de |j
brim trancado a 5$, ditos pardos e de **
te fustao a 43 e 5,5, calcas de casemira do m
r cor e prelas a 73, 83, 93 e 103, ditos das g
I mesmas casemiras para menino a 63, 7$
K e 83, ditos de brim para homem a 33, 1
33500. 43 e 5J. dilos broncos finos a 5, ^
63 e 73, ditos de meia casemira a 43 e
53, colleles de casemiras preta o de co- ^
res a 5g, e 63, dilos de gorgurao de seda 9
brancos e de cores a 53 e 63, ditos de s
velludo preto e de cores a 9j el03, ditos $
de brim branco e de cor a 33, 33500 43, jm
palilols de panno fino para menino a ^
153, 163 e 183, ditos de casemira do cor fjf
a 73,83 e 93, ditos de alpaca a 33e 33500, S
sobrecasacas de alpaca tambem pa.-a me- m
I g| nio a 53 e 6-3, camisas para os mesmos 3$
de cores e brancas a duzia 153, 163 e 203, <^>
meia3cru3S c pintadas para menino d 32
todos os tamanhos, calcas de brim para p
os mesmos a 33500 e 3J,* colarinho de li- 31 nho a 63000 a duzia, loalhas do linho pa--X
:|S ra raaos a 900 rs. cala urna, casaveques !|2
9 de carabraia muito fina e modernos pelo v
. diminuto preco de 123, chapeos com abas 3*
S de lustre a 5-3, camisas para homem de *3?
todas as qualidades, seroulas para hn- ^te
Mmem a I63, 203 e 253 a duzia, vestimen- S
tas para menino de 3 a 8 annns, sendo ^g
* calca, jaqueta e coletes ludo por 103, co- S
g| bertas de fueteo a 63, loalhas de linho 3g
a para mesa grande a 7 e 83, camisas in- j>
g glezas novamentechegada a 363 a duzia. &
Na fabrica de caldeireiro da ra Imperial,
junto a fabrica de sabao, e na ra Nova, loja de'
errager.s n. 37, ha urna grande porcao defolhas
de zinco, j preparada para lelhados, e pelo di-
minuto nreco de 140 is. a libra
Alporcas
Caimbras
Callos.
! anee res.
Corladuras.
Dores decabeca.
das costas,
dos membros.
"fermidades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Erupcoes e escorbti-
cas.
Fistulasno abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escldalas.
Inchacoes
Inflarmacao dofgado.
Inflammacao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olbos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna
Rupuracoes ptridas
Tinha.emqualquerpar-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do (gado.
dasarticulacoes.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
Sapa toes nobresa.
Ditos infantes. ....,.,.
Ditos de linlia (3 1|2 bateras).
Ditos fragiita (sola dupla). .
Sapatos de salto (do tom).
6.S-000
5$000
CS000
5^000
6^000
5.S00
4800
4|5O0
Vende-se este ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e llespanha.
Venie-se a800 rs., cada bocelinha contm
urna nstruccao em prluguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico. na ra da Crun. 22. em Per-
nambu.10.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C, ra
do Vigario n. 3, um bellosortlmenlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
variedade de bonitos trancclins para os mesmos.
Espirito i!e vinlio coto M
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos paracamisas,
Riscoutos.
Emcasa de Arkwight & C, ruada
Cruz n. 61.
98a
Pcchincha.
4RM4ZEM DE ROUPA FEITA
MffiMXD
Defronte do becco da Congregacoletreiro verde.
Casacas de panno preto a 303, 35 e 40*000
Sobrecasacas de dito dito a 353000
Paletots de panno de cores a 203, 253,
30 e 353000
Ditos de casemira de cores a 153 e 22)1000
Ditos de casemira de cores a 7$ e 123010
Dilos de alpaca preta golla de velludo 1 I250OO
Dilos do merino setim preto e de cor
a 89 e 93000
Dilos de alpaca de cores a 33500 e 5:009
Hilos de alpaca preta a 3ff50O. 5. 7* e 9000
Ditos de brim de cores a 33500, 43500 e 53000
Ditos de bramante de linho brancos a
43500 e 63000
Caigas de casemira preta ede cores a
n. .10$e agm
Ditas de princeza e alpaca do cordio
Pretos a 530OO
Ditas de brim branco e de cores a 28500,
4$500 e 530OO
Ditas de ariga de cores a 3Ono
Ditas de casemira a 550o
I Colleles do velludo decores muilo fino a
Dilos de casemira bordados e lisos pre-
tos e d cores a 53, 53500 e
Ditos de setim preto a
I Ditos de casemira a
Dilos de seda branca a 5J e
Dilos de gorgurao de seda a 5J e
Dilos de fustao brancos e do cores a 3g e
Ritos de brim branco ede cores a 23 e
Seroulas de linho a
Ditas de algodao a 13600 e
Camisas de peilo de fustao brancase de
cores o 23300 e
Ditas de peilo e Dunhos de linho muilo
finas inglezas a duzia
Ditas de madapolao brancas e de cores
a 13800, 23 e
Ditas de meia a 1 e
Relog'os de ouro patente e orisonlaes
Ditos oe prata galvanisados a 253 e
Obras de ouro, aderemos, pulceiras e ro-
setas
lOOOO
63000
55000
3g500
63OOO
63OOO;
33500
29500
2*500
23OOO;
. 23500'
35JJ000
2iO0
1J600
%
303000
I
Corles de chita franceza com 11 covados a
23200, chitas francezas a 200, 210 c 260 rs. o co-
vado ; a ellas que se acabara : na ra do Quei-
mado n. 44.
Vende-se um carro e um boi muito bom e
manso : na ra da Florentina na cocheira do Dr.
Joo Lins Cavalcanli, das6 *9 horas da manliaa
Botica.
Bsrtholomeu Francisco do Souza, ra larga do
Rosario n. 36, vende-se os segnintes medica-
mentos :
Rob l'AflVcteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmalhico.
Vidros de bocea larga com rolhas, de 2 oncas
e 12 libras.
Assim como lenfum grande sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prego.
Cortes de ves-
tido por 2$500.
Superiores cortes de chita franceza larga de
muito lindos padres de cores escuras e claras,
miiidinhas, com 11 covados cada corle, pelo ba-
ratsimo prego de 2g500 : na loja do sobrado
amarello, uos quatro cantos da ra do Queimado
n. 29, de Jos Moreira Lopes.
Vendem-se
saceos com boa farinha de mandioca a 4a500 ca-
da um, ditos do Porto com feijo preto, amarel-
lo e vermelho a 14, 12 e 9$, cal de Lisboa em
arris a 4$, dita nos alqueires a 1g600 : ua ra
do Brura n. 18 e 66, armazem de assucar.
Doce fino da casca
'Tende se doce fino do casca de goia-
bae tambem mu baixo, tu do por pre-
co muito barato, queijos lamengos e
pratos muito frescaes ebegado hontem
pelo paquete inglez, rnanteiga ingleza
muito fina nova e mais baixa, tudo por
preco mais com modo que em outra
qualquer parte: ra ra do Imperador
n. 63.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
ffr4S, chegado da Europa, as garrafas ou as cu-
antas na ra lartta do Rosario n. 36.
RuadaSenzalaNovan.42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhoes in-
glezas, can deciros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arrotos para carro de urn edous?aval-
os e relogios d'ouro patente ioglezes
Rival sem segundo.
Na na do Queimado n. 55 de-
fronte do sobrado novo, lo-
ja de miudezas de Jos de
Azevedo Maia e Silva, tem
para vender os seguintes
artigos abanto declarados:
i Caixas de guillas francezas a 120 rs.
Sapatos de "tranca de algodao a 1^200.
Dilos de lia s 1 J>600.
i Carios de alneles finos a 100 rs.
I Espelhos de columnas, madeira branca, a lj>400.
Dilos dito de jacarando, a IgGOO:
Phosphoros era caixas de olha a 120 rs.
Frascos de mcass perola, a 200 rs.
Facas e garfos muito finos, duzia 3JJ500.
Carteos de clcheles de superior qualidade. a
40 rs.
Caixas clcheles batidos, a G0 rs.
Caixa de obreias muilo novas, a 40 rs.
Frascos de oleo de babosa mjilo fino, a 600 rs.
Dilos dilos para fazer o cabello corredio. a
isooo
Sapatos de la pan enancas, a 200 rs.
Pares de meias cruas para'meninos, a 100 rs.
Pares de luvas de cores fio de F.scossia, a
320 rs.
Pares de meias para meninos, a 240.
Macos de granipos muilo bons a 40 rs.
Agulhciros de marlim a 160 rs.
Caivetes do?aparar pennas a ICO rs.
Grvalas de seda muilo finas, a 600 rs.
Thesouras de costura multo finas, a 500 rs.
Dilos para unhas idem, a 500 rs.
Franja de la para vestidos, peca a ljOOO.
Magos de tranca de la muito fina, a 500 rs.
felilho de seda para enfeite do vestidos, peca
a 15000.
Vende-se
um piano em bom uso, que serve para aprender,
por preco muito commodo ; e um cavallo casta-
nho, de cabriole!, bastante gordo : no Io andar
do sobrado do pateo do Carnio n. 9.
Pechincha em roupa feita por um dos me-
lhores artistas nacionaes, na ra da Imperatriz
n. 60, loja de Gama & Silva caigas de ganga
franceza muito bem Taitas a 2g500;" ditas de brim
de linho a 2500, .ditas de dilo a 2g, colleles de
varias qualidades, paletots de panno fino sobre-
casacos, ditos saceos, dilos de alpaca prela e so-
brecasacos, assim como roupas grossas para cs-
cravos, asquaes se vendem muito em conta.
Grammaticaingle-
za de Ollendorff.
Novo metliodopara aprender a lr,
a cscrever e a fallar inglez em 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de instrucqao,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
egio) n. 57, segundo andar.
Ditos de petimetre......5$000
Ditos bailarinos........5/>'500
Dilos impermeaveis......2$500
Senhora.
Borzeguins piimeir classe(sal-
to de quebrar).......
Ditos de segunda classe (quebra
cambada). ..,...,.
Ditos todos de merino (sallo
dengoso).........
Meninos e meninas.
Sapatoes de forra....... 4S0Q0 '
Dtos,de arranca........ 5$500
Boizeguins resistencia 4$ e 5^800
ltecetieu-se novo soriimenio de boni- i tos bordados e enfeiles para senhuras na M
| Loja de marniore.
Pateo de S. Pedro n. 6, arma-"
zem de gneros seceos e
molhados.
Vende-se neste novo eslabelecimenlo saceos
com farelo de Lisboa, farinha de mandreca, mi-
lho, fejao mulaiinho e preto, gomma de mandio-
ca, arroz de casca e dilo do Haranho de supe-
rior qualidade, doce da casca da goiaba, vinho do
Perto em garrafa do melhor oue podo haver no
mercado, manleiga ingleza e franceza, banha de
porco enilatas, bolachinhas de soda de todas as '
qualidades. cerveja prela e branca da melhor
marca, queijos flamengos frescaes, conservas in-
glezas e os mais gneros que se vendem por menos
preco do que se vende em outra qualquer parte
$% ltecebeu se novo sortimento do boni- #.*
~J$> tos braceletes de sondado na Loja de marmore. a
Fejao novo.
Vendem se saceos com feijo novo a 85 o sac-
ro na travesea do pateo do Paraiao n. 16.
Em casa de N. O. Bicber & C.
successores, ra da Cruz n. 4, vndese
Vinho Xerez em barris.
Cliampanba em caixas de 1 duzia da'
acreditada marca Parre & C-, vinho
de superior qualidade.
Conh.ic em caixas de 1 duzia.
Vermoutli em ditas de ditas.
F^rro da Suecia.
Arto de Milao
Brilliantes de todos os tamardics
Na ra da Imperaliiz n. 37 vende-se um
carro multo leve c novo, com assentos para qua-
tro pessoas e bolea.
Na loja do Arantes vende-se a dinheiro
vista sapales de lustre para homens 4j).
SYSTES 3IEDCO Dt HOLLOWAY.
PILULAS HOLI.WOYA.
Esteinestimavel especifico, comporto inieir--
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, nein algum a outra substancia delecteria Be
M,'.f^;,mrS ",n,rn infnnria- earompleicomais
delicada igualmente prempto eseguro para
desarreigar o mal na compleicao mais robusta
inteiramente nnocnnte em sunsoperace= e ef'-
teitos; pois busca e remove as doeneas de aual-
3ersepPmme "^ por-"" e .enazes ,
Entre milhares de pessoas curadas com e remedio, muitas que j eslavam as portas da
more, preservando em seu uso: conseguYram
robrar a saude eforcas.depois de haver teni-
do intilmente todos os outros remedios
As mais afflictas nao devem entregar-se a de-
sesperarao; facam um competente ensaio dos
efcazes elTeitos desta assonbrosa medicina e
prestes recuperarte o beneficio da saude
Sao se perca lempo em tomar este remedio
para qna.quer das seguintes enferm.dades:
cobertos e descobertos, pequeos egrandes.de
ouro patente inglez, para homem e senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
irndos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
oSulhall Mellor i C
Seboe graixa.
Sebo coado e graixa em bexigas : no armazem
de Taso Irmaos, no caes de Apollo
Vende-so um bonito cavallo mellado muilo
manso e bom audador : a-tratar na ra do Quei-
mado, loja de ferragens n. 13.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Arcias (mal de).
Asthma.
Clicas
Convulses.
Debilidade ou extenua-
co.
Debilidade ou falta de
torcas para qualquer
tousa.
Djsinteria.
Dor de garganta.
de barriga,
--nos rins.
Dureza novenlre.
Enfeimidades no ventre
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas
intermitente.
Febre de toda a especie.
Gotta.
Ilemonhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigesics.
lnflainmacocs.
Irregularidades de
menslruaco.
Combrigas de toda es-
pecie.
Mal de Pedra.
Manchas na cutis.
Obstrurcao de ventre.
I'hlhisica oucomsump-
cno pulmonar.
Relenrode ourina.
Rheumalismo.
Symplomassecundarios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estos pilulas no eslabelecimenlo
geral de Londres n. 221, StranJ, e na lojo de
todos os bolirarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em loda a America
do Sul, Havana e llespanha.
Vendem-se os bocelinhas a 800 rs. cada urna
dellas, conten urna inslrucco cm portuguez pa-i
ra explicar o modo de se osar destas pilulas.
O deposito geral em rasa de Sr. Soum phar-
meceutico, na ra da Cruz n. 22, em Pernam-
buco.
i
asi,
E barato de mais. 1
Cabugn. 8. |
W K3* Grandes candes com corles de ves-
to lidos de seda de lindas crese de ricos bor- @
| dados que se venderam sempre a 80$ c a
100. vende-se agora a 40J5 cada corle,
por ter pequeos toques de mofo pouco S
pcrreptivel : na ra do Cabug loja n. 8,
f% de Almeida & Rurgos. 4*
Para um princi-
piante.
- Urna bonita armacao envernisada e
envidracada, na melhor localidade da
ra. Direita, esta' irluminsda a gaz, e
serve para qualquer negocio, porque a
casa prtsta-se a tudo, irelusive morada
de familia, por ter quintal, cacimba
etc. : i fallar na ra Direita n. 45.
^ ende-se um jogo de diccionarios iogleze,
um dito allemo. um dito lrlino. um dilo fl os
sanctorum, um dito breviarios romanos: na tra-
vessa da Congregarlo n. 3.
ILEGfVEL
-v
ft.' m
r
C *'. *
IJV1UT1LADO



DIARIO DE PEHNAMBUCO. SABBADO 1 DE SSTEMBRO BE 1860.
DE
uumktt i rmum u mtm.
DELIUUSAS ELM-ALLlVEiS.
Sita oa ra imperial n II8 e i 20 juaio a fabrica de sabo.
OE
Scbastio J. da Suva dirigida por Francisco Bclmiro da Costa.
JJ/J
illill-lillilllliiiilllllg
GRANDE ARMAZEM
CT)
DE
melhores systemas hoje approvados e conhecidos nesta e oulras provincias do imporio
de todas as di mnades, asperanles ede repucho lanto de cobre como de bronze e ferio I
de broDze deiodas asdimeofdeee feilios para alambiques, tanques etc. paratusos de
ferro para rodas d'agua.portas para fornalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre chumbo
Pastilhas vegetaes (leKenip
contra as lombrigas
pprovadas pela Exrn.* inspeccao de esludc de
labana e por muitas oulras juncias de hygiene
bombas publica dos Estados L'niJos
as diuienc
econom
para en.
arroel"
e folies para forreiros etc.,
lorneiras
bronze e
de todas
oulros
: muitosarligos por menos precodo que em outra qualquer
parte, desempenhaiido se toda e qualquer encomnicnda com presteza e perfeicao i conhecide
e para commudidade dosreguuzes que se dignsrcm honrarem-nos com a sua confiauca. acha-
ao ua ra Nuva n. 37 loja de erragens pessoa habilitada para tomar nota das encomiendas
e inais paizesda A-
raeriea.
Garantidas como puramente vegetaes, agrada-
daveif vista, doces ao paladar, so o remedio
i infallivel contra as lombrigas. Nao causam
nauseas, nem sensaces debilitantes.


m<
Rua Nova n. 47, junto a igreja da Con-
cciccio dos Militares.
Aclia-senadheccaodaofTicinadeste acreditado armazem o hbil &H
mi artista Franctsco de Assu Avellar, antigo contra-mestre do fallecido W$
nn }g le lodos os modos, cada caixa de cosluja repre-
I^S ?c'",a um li"Jo '"'Pie para gabinete de senhora.
Manoel Jos Ferreira. O respeitvel publico continan'
g^ trar em dito armazem um grande e variado sortimento de
Attenco.
Vendem-se queijos londrinos muito frescos, de
superior qualid3de, e cousa nunca vista : na ra
esireiia do Rosario, armazem n. 11 ; quanto aj
preco segredo.
Machinas de costura.
1 N. O. Bieber & C. Succesiores avisan) ao pu-
; blico, que uo seu armazem ua rua da Ciuz n. 4,
eslao eiposlos venda as n rlhurcs machinas de
costura que ale boje leem vindo a este mercado,
asqiaospossuem lodosos n.elhoramenlos inven-
tados at esta poca sen 1er os detritos que cm
oulras se nota, assim sao de construn-ao simples
e facilitan-, o uso A costura feta por estas uia-
enmasnao leem igual cm obra do mao, un pon-
i bonito e forte, alcm de que aliiiham c cosen

ene
; s3> eitas como selam : casacas, sobrecas.icas, fraques, paletots de p
'"! 88 i' d,t08 d?. caem!ra. de crts de merm, bombazina alpaca1
f^-J^ ; Igualmente lia niacbinus
Os
roupas *z jsuaimenie na niacinnus para sellairoe, ele,
-anno |^ \",^os "" ."10riicos. f Sr. Birmingham, enge-
Tesieraunho expoutanco era abono das pasli- [ *& lin0 d|ts de catemira de cores, de merm, bombazina aTnca'nrPM 1^ !'hro e"1SDa ^^' machinas c'iodas as par-
" StS "i Tanman e K p L "?' ^ ^J* ^ ^^ P* e de< ^ ^ W o^^o'pr""*5310 "" "^^
ts. v. I.Lan 1 e KemD.Port Rv- ': \-s^ de casemira m-rta p Hp rAio. A.t-,. JU ~.-~_a j...... ._. /. ? &K$ '
Em casa de N. 0. Bicbcr & C. Sucesores,
rua da Cruz n. 4, acha-se venda um grande e
vanado soilimento de fenagens linas, olas de
lanueiro e perlences sem lim por usos domsti-
cos, pioduclos lodos da industria norte merica-
na, assim cono
il-iS'iihos ou moldes qu para tal fin forem aposentados. Recebem-se encommendas neste esta- Sireet pelos nicosproprietarios D
imenlo na rua do Brum n 28 A e na rua do Collegio hoje do Imperador n. CSmoradia do cai- Kernp, droguistas por atacado em N
seiro do estabelocimento Jos Joaquim da Costa l'ereira, com quem os pretendentes se podem ArK m 1 1"' ,
e Hender para qualquer obre.
ABOBAS VECETArj*
- y '

4,^
*i
(j":KEMP NUHYA^mgK)
PILULftS VEGETAES
ASSLCARADAS
AlSUiilFii
NEW-YORK
O MELHOR REMEDIO COMIECIDO
Contra constipagOet, ictericia, a(feccesdo figado
febres biliosa, clicas, mdigesloes
enxaquecas,
Ilemoi rhoidas, Jiairhea, doencas da
pelle, irupcdes,e todas as enfermkfadet,
PROVEMl -. 11 DO ESTADO IMPURO 1)0 SSKGl'E.
~;',000 caixasdeile remedio consoinmem-se
annualmentel'
ItsMiis-dio da iiaturcza.
Approvado pela Lleudado de medicina, e re-
f'inmendado como o mais valioso catrtico ve-
getal de lodos os conhee'tdog. Sendo eslas pilu-
las puramente \egeiaes, nSo contcm ellas ne-
nliuin veneno mercurial nem algum outromj'nc-
*ral\ esto bem acondioionadas cm caix'as de folha
para resguardar-se da buroidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e cfTicazes
fin sua operacao, um remedio poderoso para a
Juventude, puberdade e vulliice.
Lea-se o follieio que aeompaoba cada caixa,
I o qual se flear conliecomlo as muitas curas
milagrosas que tem efjcluado. D. T. Lanman
& Kernp, droguistas por atacado cm New York,
so os nicos fabricantes e proprietarios.
Acnam-se venia em todas as boticas das
principaes cidades do imperio,
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na rua Alfandegan. 89,
Rjliia, Germano <& C. rua Juliao n. 2.
l'ernambuco, no armazem de drogas de J. Soum
& C, rua Ja Cruz n. 22.
diiiiraveis remedios
Lanman e
ew Yoik.
Acham-se venda em todas as Lolicas das
--------------------_--------\ principaes cidades do imperio.
Ferros de en- L de,,sitos
, Rio de Janeiro na rua da Alfandega n. 89.
Babia, Germano & C., rua Juliao n 2.
: Pernambuco, no armazem dedrogas de J. Suuno
gommar
econmicos
a 5#00.
Estes magnficos fer-
ros acham-se a venda
Progresso na cidade da Victoria
g^. | na rua da Mangueira, casa n 11, na Boa-Vista.
Em casa de Mills Satitam & C.
daCadeia do rtecien. 52, vende-te
bo Xerez e Porto engarrafados de
?/ supeiioi qualidade.
'^'Am Meias linas de algodao para senhoras e
Viiilio de Bordeaiix.
DE
i-a
no armazem de fazen- P_ ^ _
dasde Haymundo Car-: Lra C3Sa de Kalkmann lrmaos&C, rua da
los Leite & Irmio, rua I Cri3z a- ^0. enconlra-se o deposito das bem co-
da Imperalriz n. 10. nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Frres I
je dos Srs. Oldekop Mareilhac 4 C, em Bor-
As melhores machinas de coser dos mais | deaux. Tem as seguintes qualidades :
afamados autores de Ne^Tfork. i.; j)e Brandciiburg irres.
M. Smger & C. e Wbeeler & Wilson. 'Sl Esiph
Francisco Xaxier de Salles Cavalcante de Almeida
NO
Palco da Feira.
Neste
men'.o vendem-se as
machinas destes dous
autores, mostram-se a
qual'iuer hora do dia ou
ds noiie, e responsabili-
sanio-nos por sua boa
quiilidade e seguranza :
no armazem de fazendas
do Haymundo Carlos
l.eile & Irraaos rua d
Imperalriz n. 10, amigamente aterro da Boa-
''isla. 4
Pl
SI. Julien.
eslabeleci-1 Margaux.
Larose.
Chteau I.oville.
Chle,iu Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St. Julien.
St. Julien Mdoc.
HClLOLOW-IOV,
Chateau Loville.
]\a niesina casa ha para
vtnder:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em barris quadade fina.
Cognac cm caurasqualidade inferior.
Ruji da Scnzala Kova n. 42. cerreia branca
Neste estabeleciniento continua a haver um
comapletosortimeiitodeniowMlasenjeiasmoen-
dasparaeii3enho, machinas de vapor e taixas '
de ferro balido e coado. de lodos ostamanhos
Dar di
O proprietano desie eslabelecimenlo, como se acha com um grande o completo sorti-
mento, tendente a molhados, ferragens e miudezas convida portalo a lodos os moradores fi
desta cidade da Victoria, senhores de engenho e lavradoies queiram mandar suas ^
encommendas no Progresso do pateo da Fe'na, pois so abi enconlraro o bem e banto E
visto o propnelario eslar resolvido a vender, tanto em grosso, como a relalho, por menos 1
do que em oulra qualquer parle como sejam :
Latas de marmelada de 1 2 libras a 1 por 2^000, lalas de soda conleudo nove qualidades a 20OO, azeitonas muito novas. '
Ipassaa de ditas, vinho de todas as qualidades de 500 a 2t>000 rs. a garrafa, licorts
francezes de todas as qualidades, champanba, conbaque de ditas, louca fina, azul,piulada, K
e branca de lodos os padres, ameixas era compateiras e era lalas a 1*000 rs a libra' S
- latas de peixe de posto por 2*000 rs banha de porco refinada, ararula, fallas,'bolacbi- 9
g nha ngleza, biscoitmho, eoulras mais qualidades de massas finas, massa de lmale em 5
i latas e a relalho, letria, raacarrao, talharira a 800 a libra, verddein gomma de aramia |
% msenso de todas as qualidades, espirilov de cravo, canella, ealfazema, verdadeiros penles ^
| a impera-tris, e de tartaruga de 9;>000 a 103?C00 cada um, tranja e franja de seda fe S?
| cbadoras de broca, pregos em quantidade de todos os tamanhos e qualidades e o'utros E
| muitos objeclos qu por se tornar enfadonho deixa de os mencionar,
nomens.
'& Lonas lozas,
||j; Camisas de dito.
Tintas preparadas a oleo (em latas).
g| Sulfato de ierro.
Pedia hume.
g Azarcao.
^ Alvaiade.
& Sal amargo.
fe
S
icorts t^*
S Iteceueu-se novo soitimeuto de boni- .
IS los loques de sndalo na fti
4 Loja de marmore.
RELOGIOS.
Vende-so emeasa de Saunders Brothers &
C.praca do Corpo Santo, relogios do afama
do fabricante lloskell, por precos commodos,
e tambemtrancnllins e cadeias paraos meamos,
deexcellenle ostn.
U.aCA VEBDADEIRA E LEGI-
TIMA.
-! "i
aiencaios.
Todas as casas de familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, ele, devera eslar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos cono
os quacs se cura eficazmente as principaes mo-
le-lias.
Prompto alivio deRadway.
Instantneamente alivia as mais aceibas dores
e cura os peiores casos de rheumalismo, dor de
cabera, ncvralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, indigestan, crup, dores nos ossos, contusoes,
queimadura, erupgoes cutneas, angina, reten-
' ao de ourina, ele, etc.
Solutivo renovador.
Cur.. todas as enfermidades cscrophulosns.chro-
nicas es>-} hliticas; resolve os depsitos de mos
humores, turifica o sangue, renova o syslema;
prompto e rao^almenle cura, escrophulas.vene-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancor..afCcc0es do ligado e rins,
erysipelas, abeessos e ulceras de todas as classes,
molestias d'ohos, diflicaldade das regras das
mulheies hipocondra, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para regularisar o syslema, equilibrar a circula-
cio do sangue, inleiramenle vegetaes favoraveis
em todos os casos nunca occosiona nauzcas ne
dores do venlre, dses de 1 a rrgularisam, de 4
a 8 purgara. Estas pilulas sao eflieazes as airec-
jes do tigedo, bilis, dor de cabera, ictericia, in-
digeslao, e em todas as enfermidades das mu-
Tachas emo en das
Braga Silva &C.,tem sempre no seu deposito
da rua da Moeda n. 3 A,um grande orlimento
de tachase moeedas para engenho, do muito
acreditado fabricarle Edwin Maw a tratar no
mesmo de osito ou na rua do Trapiche n -i.
Vendem-se carneiios gordos e baratos: na
rua do Coiovco, padara do Iciio do norte.
Ceneja indiana
Vcnde-sc a verdadeira e superior quadade de
cerveja indiana, cousa nunca viuda a Pernambu-
co : no armazem da rua eslreila do Rosario nu-
mero 11.
Fazendas por baixos precos
Rua do (ueiniado, loja
de 4 portas n. 10.
Anda restam algumas fazendas para concluir
aliquidaco da lirma de LeileS Correia,asquees
Joaquim Ilotli-i-ucs 'lavares de dlf|Sai7,^BPi0J^.to^^M^,,to,,-
RA DO QUEIMADO N. 39
GIIANDE SdBTIMECTO
DE
azciiilas e roopa feifa
NA LOJA E AKMAZE.M
he
SALSA BAR11ILHA
DE
EX SLA LOJA DE Ql-ATRO l'OUTAS.
Tem um completo sortimento de roupa feila,
I e convida a lodos os seus freguezes e lodas as
pessoas que de^ejarem ler um sobrecasseo bem
feilo, ou um calca ou collete, do dirigiremse a
este eslabelecimento que enconlraro um hbil
artisia, ebegado ltimamente de Lisboa, para
; desempeiibar as obras a vontade dos freguezes.
, J
Chitas uo cures escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditas largas, francesas, finas, a2-i0e260.
Riscados francezes de cores Cxas a 200 rs.
Cassasdc cores, bonspadroes, a 2-0.
Briui delinho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco delinho muiobom.va-
a IjOOO.
Cortes de calca de meia casemfra a 2$.
Ditos de dila do easentir de cores a 5JS.
Panno prelo lino a 3j) e 4.
Meias de cores, finas, para homem, duzia.
Grvalas de seda de cores e prelas a 1$.
Meias brancas linas para senhora a 3g.
Ditas ditas muilo finas a 4$,.
Ditas cruas finas nara homem a 4$.
Cortes de collelesde gorgurao de seda a 2.
Cambraia lisa fina transparcLle, peca, a -tj.
Seda prela tarrada para vestido a l'gGOO e 2g
a lem um grande sortimento de paliiots de ca-
semira cor de rap e outros escuros, que se ven-
*:l IV ^' 'T rcC0I,hccl1dS. Hos dema 12?, outros de casemira de quadrinbos
mdicos, os mais .mnenles como remedio inal- da mais fina que ha no mercado a 169, ditos
^SLSl^^^?aU^SI^ 'iemern sclimal2^ ditos de alpaka muilo
mo, enfcimdsdcs do ligado, dyspepsia, debilida- fina a 6, ditos francezes dade geral, febre bil:osa e intermitiente, enfer- ditos de puno fimJ 2? SiTsS. oSl orTe^twVa.^.'pr^virdaVieS.
m.dades resultantes do emprego de mercurio, casacas francezas muito bem feilas a 35. cal-' J-priSs dechita a 100 rs.
ulceras e Braceos que resul.am da impureza do cas fe i tas da mais fina casemira a 10, ditas de i Kiff. eaX" ISFC"0' 5C-
U ralTirrA ,br"n ede fusiao por prerocommodo, um grande! Chita franceza moderna, 'tlngindoscda. covado
n t t ti- -La*, i sortimento de colleles de casemira a 5?, dilos dei a *.00t'-
D. T. Lanman & Kernp, droguistas por ala- oulras fazendas por preco commodo, um grande!
"d0.JNW_Trk.',.'egWD-* obrigadosa prevenir sorlimenlo de sapatos de tpele de gosio muilo !
No anuasem de raznelas da
rua do Queimado n, 19.
Chitas francesasmiudinhas com pequmu loque
de mofo a 200 rs. o covado cambraias de cus
finas a 200 rs. o covado, lencos brancos para al*
gibeira a 2| a duzia, cambraia prela com pintas
brancas a 500 rs. a vara, chitas decores flzas
miudinhas a 160 o covado, corles dr hiberia com
1-icovados por2>500, coberias de chita [chine-
las] a 1;5(10, algodo entestado largo a 6l)0 rs. a
vara, chales do merino estampados a 2*500,
meias para meninos e meninas, chita fint de ra-
magem para robera a 280 o covado, baldes a
5 de superior quadade, cobertores de la a 23
Vendem-se canoas de amarello de 1 pao st.
muilo peifcias, de 28 a SO palmos, por preco
con.modo : na rua do Vigaiio n. 5.
Loja das 6 portas
EM
vente Ao lAYKauciUo,
'Roupa feila barata,
r.ilelols saceos de casemira escura a -I?, ditos
no armazem ae Manoel Joaqmm. de d8 *'Pc prela a 4, ditos de brim pardo a 3,
Oliveira&C-, cm seceos de 24 ruia ami8ai"""s c de cores a i$, ditas de fuslao
lipmm^li,l,s-n, ,i^ r T flaa? --f500, paletots de panno fino, ditos do ca-
la do Cordcniz n. semira decores, calcas do casemira prela ede

no novo
Baha
da
18, cm lente a travesa
Dos.
Na rua da Cadeia n 2i-, vcnde-sc
por metade de seu valor, a dinheiro :
Cbapo para senhoras.
En'cites para cabeca.
Botes de todas as qualidades.
Fitas de ditjs ditas.
Bicos de ditas ditas.
Bordados de ditos ditas
Casaveques de ditas ditas.
r.-sr nm
Recebeu-se noo sortimeulo"dc vest- Qt|
lp> dos para noiva na
li|a \c mar mo ve.
i
X^ISOIcwiibnd a
VcnJem-se
Madre de corfS" cull',lps de velludo e de seda, um comple-
to sortimento de roupa feila, que vende-So poc
i lodo i>rcco.
Loja das seis portas m
frente do Lvpanieiilo.
Covado a 200 rs
Chitas francezas lar-ras do bonitos gostos a 200
rs. o covado, ditas eslreitas padres a imilaeo
de lazinhas a 160 rs. o covado, eassas de salpl-
cos bramos e d-^ cores a 240 <> covado.....as | i-
ra meninas e meninos a 240 o par, chales d
merino estampados rom barra a 2$, lencos bran-
cos com baria de cores 120 rs.ditos com bico a
iOO rs. A loja est aborta at as'J horas da noitc.
Hof-
l-t/i. --
Escrayos fgidos.
^^_________o
Anda fugido oescrvo crioulo de nome An-
tonio, que representa ler de idade de 30 a an-
j anda bola u pe
tentes suisso, sendo um de ouro^com a !ar do Sr Fr)nt
competente crtenle de ouro de lei tu- casa n. 15. defronte da igrejado Corpo Sanio,
docomiruito pouco uso, por precos (,"e sci bem rec?mP<,|>s;ilJo-
I,- ii, c An 5,1.,;,..,. .m ..,- i i Fugio no dia 19 de junlio prximo passado,
batatos de adinii-r, tm razao do dono do engenho D..m Successo do termo de Seri-
possuir onze presentemente : no pateo pbem, o escravo Daniel, preto fula, crioulo, ce
do Terco taberna n. 19. '^ai^e -0 aimos, pouco mais ou meaos, alio, sei -
' co, bem espigado, cabeca pequea, feicoes resu-
Iibras stei linas, em
casa de N. O. Bieberdi C. : rua da Cru'
n. i.
Vendem-se dous bous relogios pa- "03'?lalura r(o"'ar> "qoand
Ir niimmJ para fra ; este prelo foi escrav
' co Pereira Lemos : qnem o pegar queira va-I i
o resde.lavcl publico para desconfiar de algumas apurado a 23, ditos de borricha a 2500, cha- !
tenues iir.uac.ues da Salsa Familia de Bristol, pos decastor muito superiores a 1G9, dilos dse-
iste imperio, declarando a da, dos melhores que (em vindo ao mercado a 10, :
Enlreraeios bordados a 200 rs.
Camisetas para senhora 9 640 rs.
Ditas bordadas finas a 2500.
Toalhas de linho para mesa a S# e 4S.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencoa de seda para pescoco de senhora a
Z Ja ?8S6 C CmPr D0 ""' W' dlS ranfeZeS a ** dUS 6randes ^ pan- ? Cortes" de calca de casemira preta a 6.
,. ; io a 43, um completo sortimento de collinhas e Chales demerin com franja de seda a 5
Casa nenhuma mais ou pessoa algum. lera manguitos, tiras bordadas, e enlre meios muilo c^' de calca de riscado de quadros a 800 rs.
dircto d. fabricar a sala. pamlhadeBr.stol, por- preprio para collerinhos de meninos e Iravess i- do l"^"" ^ WU*m*1 ^
?tt!!Z!El!tt"~ '"apreso commodo, camisas bordadas uei
ie em poner u.,s reieridos Lanman o; J\einn Rnrvatn n. i .v.j. j .
Para evi^r engaos comd.apreciaveiscLbi- a^ lK ^^^^^$&&,
1 S??r mSW V 1- iui .nho bordados par'a senno.Tditos .Ss par I r^^ZS^0 ^
Lencos brancos de cambraia, a duzia, 2Jf.
Loja de marmore,
MH9K
R eaw
1
o, manduu busca lo, e nachegada dos portado-
res, e escravo desappareceu ; julga-se que an-
dar o dito escravo as visinfaancas da villa do
Cabo, ou do mesmo engenho S. Joao, ou do en-
genho Barbalho, onde tem niuilos conheridos,
le-aisnsfiiss iv11^! **B,a7 t68^gaJes.\d.f,,i o
, Sr. Jos Xavier da lo lia Wandcrley, hoje n;o-
TKJr\TTrk. n/,iil!nA-\.\l rador no engenho Serrana : Tcdc-so as aulori-
LlUVU SOrillllClltO d8deS de PO''-'3 do''mo do Cabe a captura des-
tcescravo, e aoscapilaesde campo ou qualquer
de Camisas illfirlezaS na loja peTa2ucoconlicga,_de pega-lo c levar aoen-
i s~> c t. J gP"ho SerriiihadcSennhacnia seu senhor Fran-
(Je LrOeS & liaSlO. | C1SC Manoel Wanderley Lins, oU rusta cidade
O novo sortimento das acostumadas | ^f/iSadS n?/"'^'' na fUa da Mocdi
camisas inglezas, pcito de linho e pre- j Anda continua a eslar fgido o escravo de
aeres, a saber : irregularidades, fluxo, reten- zerera comprar o verdadeiro dovem bem observar homem r.nr .,
caes, flores brancas, obstruyes, histerismo, etc., os seguintes signaes, sera os quaes qualquer ou 8SOO KifA"?, rdadaS *
sao do mais prompto elleilo na escarla.ina, febre tr. preparacao falsa: ***" SS t T ** ^ '"da lem m
reslinho (lechales de toquirn a 30, cortes de
N.
biliosa, febre amarella. e em lodas as febres ma-
ignas.
Estes (res importantes medicamentos vem a- guinles palavras":
companhados de instrueces impressas que mos-
trara com a maior minuciosidade a maneira de
applica los em qualquer enfermidade. Eslao ga-
rantidos de falsificarlo por s haver venda no
armazem de fazendas de Raymundo Carlos Leile
& lrmao, na rua da Imperalriz n. 10, nicos
agentes era Pernambuco.
~ Vendem-se 2 eseravos crioulos de idade de
23 e 14 annos! a tratar ua rua do Queimado, lo-
ja de ferragens n. 13.
>endem-se saceos da furinha de mandioca
a seis mil reis : na rua da Madre de Dos n. 2
Na rua da Cadeia do Recife n. 51.
andar, vcnde-sc urna escrava q
mar perfeitamenle, cozinha bem
e cose.
3ff500, dilas muito fir.as a
, reslinho t
do rhnrn", |lJri raeS,agTd0deUmla- v^ido de seda de cores rauilo lindaVe sp"r:
do sob urna chapa de ac, i.azendo ao p as se- res qualidades a 1003, que j se venderara a
150?, capoiinhos pretos e manteletes pretos de j
I-toja de movmove.
LOJA DO VAPOR.
gas largas, sao mais finas e de melhores n0l?ie Cosarin- idau" de 20 e tantos annos. pouco
postos a 384 a duzia haratn i ?niS .0U ,men0?-' esialura n!cdiann e toreado,
{jumos a op,s a duzia, e barato. | boos dente3 e lin ados, cabra escuro, quasi ne-
bar u ios
&
11. T. LANMAM & KEMP
SOL AGEKTS
69 ^VATER STREET.
Kew-lTork.
Grande e variado sortimento de calcado fran-
cez, roupa feila, miudezas Jias e perfumaras,
ludo por menos do que em oulras partes : na lo-
ja do vapor na rua nova n. 7.
Httfttf
i
Borzeguins.
ricos gostos a 2(1*. 253 e 303, os mais superio-
, res chales de casemira eslampados, muito finos, a
8ea 10, toalhas de linho de vara etresquar-
(las, adamascadas, muilo superiores a 53, dilas
. para rosto de linho a 13, chitas francezas de su-
perior qualidade, tanto escura como claras a
SU mesmo do OUtro lado tem um rotulo em 200, 280, 320, 400 e 440 rs. o covado, ricas
papel azul claro cem.a firma e rubrica dos pro-^asemiras para calca, colleles e palitoisa 43o co-
pneiarios. vado, e um completo sortimento de mitras fa-xm
'I 4 Que as d.reccoes juntas cada garrafa | partedellas, no entanto os freguezes che-ando P* Ptflaliall LlftKI
tem urna phenix semelhanle a que vai cima do querendo comprar nao irosemfazend '
presente annunclo.

Na rua da Cadeia do Recife n. 45, esquina da
rua da Madre de Dos, vendem-se borzeguins de
bezerro para harnero por 83 o par, sapatos rasos r
por 3, 4 e 5J, e borieguios para senhora e meni- i Pernambuco no armazem de drogas de J. So
xias por procos muilo comenodos. C., rua da Cruz n 22.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro rua da Alfandega n. 89.
Baha Germano & C. rua Juliao n. 2.
Potassa nacional.
Na rua do Vigarion. 9, primeiro andar, vende
I se muilo superior potassa, chegada ha poucos
iro,, das do Rio de Janeiro, em barris de 4 arrobas, e
a preco muilo commodo.
Araruta verda-
deira.
Na rua da Cadeia do Reci'e n. 1.
Candieiros econmicos.
Grande sorlimcnlo de candieiros econmicos
chegadosuliimamenle ao deposito da rua Nova,
aonde se achara todos os preparos p?r3 os mes-
mos candieiros, assim como grande porcao de
gaz hedrogenio que se afianca aos compradores
nunca haver falta ueste deposito de candieiros, e
ludo por preco rauilo commodo, que por cerlo
est justificado ser grande economa : na rua No-
1 va o. 20, loja do Vianna.
i pro, barba na pona do queiio, ulhos avrrme-
I Ihados, pernas um pouco arqueadas, fillio de
j Sobral [Cear] para onde tnppOe-se ler seuiido ;
' porlanlo, roga-se aos espilles decampo, 5s au-
londades policiaes c qualquer pessoa que o possa
Sodr& C, tendo grande sorlimenlo de cha- ^pprehender, levem-o sua senhora, no caes do
rulos, e desojando acabar com osmesmos avisa Kamos sbiado encarnado da esquina, que s< rao
aos seus freguezes e ao publico em eerl aue 6enerosaDlCnlc gratificados ; assim como igual-
esl torraudo por lodo e qualquer Dreco menle se protesta, como a lei determina, con-
: tra quem o livor acoulado emsua casa.
en-
de
Recebeu-se novo sorlimenlo
tos vestidos de phaulasia na
Loja de marmore.
Novo rap do
Para.
Graliicaco
mm.
Fugio no dia 27 do andanic mez um escravo
; por nome Fedro, de cor simi-branca, e cornos
i segrales : rosto redondo, alio c secco, de calc-
ha redonda chala atraz, com pouca barba e
I anda muilo apressado ; levou roupa de algodao
branca o azul de nscadinho, chapeo de baila
prela e do Chile, c lem por costume de ir para o
Arraia e Remedio vadiar ; por isso peco s au-
, di o^toridaJespoticiaesecapilaesdecarapo a aua cap-
Paulo tura e levarera a rua Direila n. 42, ou a rua do
Vende-se novo rap do Para, dilo grosso,
meio grosso, dito fino, dilo lleiron, dito
Cordeiro, dilo Lisboa, dilo francez, dilo Rocha" Apollo n 4 B."
na raesma loja vendera-se franjas para cortina- : Fugio no dia 13 docorrenle mez a prela es-
es 1S!aSm Heda '0daS aS C0" CraVa S"". crloula- idad '35 annos. rs..-
mi.'.dP, Z VL e perlas, e muitas tura regular, cheia do corpo, a cara marcada de
Sn...,Bl,r: 5" rcUanlar8a d0 o-; queimadura de fogo. vestido de chila de hslra-
llZ\l J0 20bQ"Ca d0 Sr Denl Corre8. a ^carnadas e brancas, chales de merino Parar-
segunda loja n. 38.
Vcnde-sc um cabriolet de duas rodas : n.
cocheira do Sr. major Antonio Bernardo Quin-
eiro.
nado cliso, eslava em casa do Sr. Guilherme
Bessone de Almeida, na rua da Roda n. 47, para
ser vendida ; a pessoa que apprehender,leve-a
rua do Cabug, loja n. 1 C, que sera gratificada.


(8)
DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBADO I DE SETMEBRO DE 1880.
Litteratura.
0 Castello das Tres Torres.
As historias de almas do oulro mundo coniegam
todas assim :
Vina noite um viajante etc.... Bemaventura-
d.is historias I O interesso principia na primeira
patarra e acata na ultima. So se deviam contar
li sloriaa de almas do outro mundo.
Urna noitc, um viajante chamado Valerio Car-
deilhac, atraressara alinda aldeia do departa-
mento do Var, que tem o nome de Sainl-Cry.
lira n'um domingo de testa, dansava-se ao som
do tamboril contra todas as regras de Terpsicho-
rc ; cantava-se : Nao iremos mais ao bosque ; o
bebiam-se vinhos do Lamalgue e do Cais, que
sao como Vesuvios engarrafados.
Todos os habitantes das aldeiascrcumvisinhas
linham concorrido, sem se preoecuparem do mo-
do porque so passaria a noite n'um pequeo lu-
gar, ondoso hara urna cslalagem desprovida de
tudo, e quatro colchocs petrificados.
Valerio andar dez leguas a p, como dere via-
jar todo o artista amante de paisagens; e esque-
cera, por um instante, o cansago da jo/nada para
gozar daquella testa rustica, em que tantos ps
calcados de meias amarellassallavam com tanta
alegra ; mas fatisfeila a curiosdade, tratou de
ver como passaria aquella noite e onde dormira,
para o que coraecou a examinar as laboletas da
ra principal de Sainl-Cry. A hospedara dos
Djus Pombos eslava cheia do viajantes ; o do-
no da casa dormia envolvido em duas loalhas,
datado na mesa da cosnha, e apenas se dignou
abrir um olho para mandar passear Valerio para
o ar fresco.
lima anda um loja aberta, que era a do bar-
beiro do lugar, que exercia cumulativamente a
medicina e cirurgia. Valerio enlrou nella, sen-
tuu-so e apresenlou a cabega ao verdugo, para
assim ter um pretexto do conversado. O barbeiro
p >gou na cabega do viajante e dispoz-so a pen-
tca-la de urna maneira digna de apparecer no
bailo campestre de Saint-Cry.
Esta fesla bem incommoda paramim, dis-
se Valerio ; o lugar est cheio de viajantes; lia
So urna hospedara, e nao secorao hei-de pas-
sat a noite.
Ah senhor, exelamou o barbeiro, raspan-
do es cabellos do paciente com urna escora quo
j eslava sem barbas pela muita edade, che-
gou aqui em um mo dia I Se livesse vindo hon-
tcm, liaba at duas camas nos < E que he de agora fazer, urna vez que nao
vim hontem?
Pdc ir dormir para o Caslellet.
l'ica muilo longe ? ___
Nao, senhor no alto de um monte, que
dista daqui s tres leguas. O Sr. maire ha-de re-
celie-lo muilo bem.
Muilo obligado pelo seu Caslellet.
Ento nao sei que lhe faca, senhor... a nao
querer... Mas nada, nem pensar nisso... nao lhe
dou cese conselho.
Que conselho ?
O conselho de ir passar a noite. .
Aonde ?
Nao fallemos nisso, senhor.
Pelo contrario, fallemos meu charo Fi-
guro.
Ento o senhor quer passar a noite as Tres
Torres ?
Porque nao ? Al mesmo ha duas torres de
mais. Conlento-mo com urna.
Advirlo-lhe que um caslello que tem
ituito roa fima.
Tem ellcs camas ?
Trinta, pelo menos.
J vejo que ha de tudo muito, nesse caslel-
lo. E serei bemrecebido polo propietario?
Ah! senhor' disse o baibeiro baixando a
voz, o proprielario morreu.
FOLlIETIJJ
Ha quanlo lempo ?
Ha, pelo menos, vnlo annos.
E nao deixos herdti.os ?
Nao, senhor; o caslello pertence hoje c-
mara municipal, que quer vende-lo, mas nao
acha quem o compre.
Querer muilo caro por elle?
Pelo contrario, senhor, quer muilo ba-
rato
E ninguem o compra roesnio sendo ba-
rato ?

Nao, senhor. Eslo esperando que acamara
o d de graca.
Se isso acontecer ha de achar muito quem
o queira.
Duvido. E*um caslello amaldgoado. Se me
o dessem, nao o quera.
J enlendo, meu estimavel mestre ; por-
que ha ncllc apparges, almas do oulro mundo,
phantasmas...
E' exacto, senhor. Todas as noiles sente-se
l urna bulla infernal, que parece decondemna-
dos. Ouvera-se uns eslrondos que parecera sinos
tocar e dansar, que fazem tremer a Ierra. S o
diabo capaz de comprar semelhanle caslello
para fazer delle urna dependencia do inferno no
deparlamento do Var.
Tudo isso que me est dzendo, mestre, des-
afia a minha curiosidade ; o ha de ser cusloso
que eu resista a urna semelhanle lentacao. O cas-
lello tica muito longe ?
Vai-se l em dez minutos.
Pde-se cnsinar o caminho ?
Que diz ? exelamou o barbeiro allerrado,
isso lentacao do diabo !
A tenlago que tenlio muilo somno, e pre-
ciso dormir.
Pois, senhor, se espera poder l dormir,
cont que amanhia est a cahirde somno.
Veremos, mestre, quer ler aboudade de vr
ensnar-me o caminho ?
Ser mestre Olivier quem lh'o v ensinar, e
nao eu.
Onde est mestre Olivier ?
Vou chama-lo, que meu visinho ; nao tar-
do um instante... Nestelogarejo, em que apenas
hacem casas, lodos somos vsinhos.
V depressa, que preciso dormir.
Mestre Olivier nao se demorou em apparecer.
Era um bonemsinbo seceo, de olhos cinzenlos,
nariz muilo afilado, as faces fransdas, o olhar
selvtico e traicoeiro, c fallara um francez equi-
voco e p.iuco inlelligirel; porm a pantomima,
que lingua universal, era nellc clara como a luz
do meio dia.
Quer ir passar a noite ao caslello das Tres
Torres ? perguntou elle Valerio ; ire acempa-
nha-lo al porta, mas s al porta.
O viajante c mestre Olivier despedirn!-se do
barbeiro, e tomaram o caminho queconduzia ao
medouho caslello, o qual serva de hablaeo
enormes niorcegns, que haviam feito nelle o seu
domicilio, como para advertir os pissageiros do
perigo, segundo a opino da gente do lugar que
gosta de tudo que mararilhoso, e que por isso
nao pJe ver um castello velho sem lhe atlribuir
alguma lenda, o por isso pretendan), que alm
dos mais espirilos raaos que all existiam, se va
logoao anoilecer a joven castellaa de Saint-Cry,
dominando o seu castello das Tres Torres, e por
conseguinte, o lugar de que ella era a Dama
Branca, islo a amiga bemfeitora e protec-
tora.
A hora em que a imaginaco desla boa genle
julgava ver a Dama Branca na su janella aeria,
fez com que lhe fosse dada pelos Sainl-Cryens
a denorainocSo da estrella da noite.
Chogados ao porlao do caslello, o aldeo desc-
jou nicamente una boa noite Valerio, e dei-
xou-os. O intrpido viajante entrou por urna
sombra lameda de cyprestes e buxo, c bem de-
pressa chegou csplanada onde eslava o cas-
lello.
Todo este recinto era lgubre, sobreludo e
noite. O velho solar linha muilas janellassem
vidros, muros radiados, e portas sem fechos,que
gyravam merc do vento.
A herva crescia em roda das paredes com um
luxo do vegetago tumular ; os pogos e fooleses-
lavam morrendo de hydrophobia ; o pomar ape-
nas continha arvores esteris; e alguns pinheiros
agrupados, pareciam ter-se associado para sol-
taren! tristes queixumes, contemplando do alto
de seus ciinos frondosos as cousas espantosas,
que se passavam no interior do castello.
Valerio tinha tanta necessidade de dormir, que
nem (eria lido coragem para ter medo se fosse
pollio.
Dos dous hlenlos da porta principal do castel-
lo um eslava nos gonzos, o oulro linha desappa-
recido, o que acililava muilo o accesso das sa-
las baixas. >
Valerio Iranspoz o limiar, atravessou um largo
vestbulo cheio de chos, e deixando-sc guiar
pelos raios de urna estrella, branca como o vesti-
do de urna fada, em poucos instantes achou-se
n'uma sala ondedeu com o p n'um movel, que
apalpando, reconheccu ser um comprido camap
almofadado, que se usa em todas as residencias
campestres do mcio-dia.
Nao lhe foi possivel ir mais longe, nem procu-
rar cousa melhor.
Senlou-se primeiro, depois collocou as pisto-
las junto si ; olhou para urna das janellas aber-
las, esl.endendo-se com urna voluptuosidade de
viajante estafado, sobre o velho alcochoado do
vaslo sof, o adormeceu.
Algumas horas depois Valerio, apezar de pro-
fundamente adormecido, ouvio como em sonhos
urna bulha terrvel, composta de urna iromen-
sidade de ruidos, mas qual dominara um mur-
murio surdo que razia tremer a trra, da mesma
forma que o som agudo do tam-tam se eleva so-
bre os lamentos da orchestra afilela. Comtudo
conlinuava dormir ; porm o estrondo tornou-
se lo forte, quo os sele dormentes de cerlo te-
riam pulado no seu leito centenario. Valerio
abri finalmente os olhos, e por algura lempo
quiz ver se o seu hofrrivel souho conlinuava. Nao
era sonho! O casteTtoltremia todo desde os ali-
e fez (ogo. Uuviu-se um agudo grito, e um e-
norme e ultimo estrondo, que pareca provir da
queda de muitos ferros e balas de eslanho.
O vestbulo ficou em silencio, como se o in-
ferno todo livesse emigrado em massa diante
d'aqoelle tiro de pistolla. Esta singular expedi-
go tinha de todo affaslado o somno das palpe-
bdras e Valerio ; assenlou-se, porlanto, no so-
ph oriental, lornou a carreg/ a pistolla, e re-
solveu-se esperar pelo dia com os olhos abor-
tos no caso de novo aconlecimenlo. Passou-se
a noite sem mais aventura. Logo que amanhe-
ecu, Valerio tractou de examinar as localidades.
Algumas gotas de sangue lingiam a parede por
baixo da pequea fresta, e o pavimento do ves-
tbulo eslava juncado d'um immenso apparato
melallico, que sem duvida cahira da mo ferida
pela baila.
Em resultado das suas reflexes, Valerio for-
mou bem depressa urna conjectura engenhosa,
que veio a ser verdade. Voltou para a aldeia de
Saint-Cry, e nao se admirou quando lhe disse-
ram que o barbeiro linha sido chamado como
medico para ver mestre Olivier que se ferira an-
dando caca. Procurou saber onde era a habi-
tado de meslre Olivier, e para l se encami-
nhou.
A pequea propriedade que elle oceupava era
limilrophe das Ierras do caslello das Tres Torres.
Valerio enlrou, sera se fazer annunciar, n'uma
sala baixa onde eslava o barbeiro-medico e um
homem sentado n'uma grande poltrona : era o
meslre Olivier.
Muito bons das, meus amigos !disse Va-
lerio com modo alegre ;venho despedir-me o
agradecer-llies.
Depois, mudando de lom, moslrou-sc muito
compadecido, dizendo :
Que tem, mestre Olivier? Esl lo palu-
do? Que lhe aconteceu ?
O ferido balbuciou algumas palavras sem nexo,
mas o barbeiro acudi logo :
mello duas cousas : urna, cumprir a miuha pa-
lavra, e oulra fazer-lhe urna rizita quando j
nao seja alma do outro mundo.
Valerio apertou a mo do phantasma, e reti-
rou-se para continuar a sua jornada a p pelo
departamento do Var. Meslre Olivier veio a ser
effeclivamenle o proprielario do castello das
Tres Torres, que arrematou por pouco mais de
nada. Conlini, de lempos a lempos, para con-
servar-sc a m fama que tinha no lugar, a fazer
estrondo com os ferros, e comtudo passa por um
homem digno a todos os respeitos, o que obri-
gou o conselho municipal de Sait-Cry a altan-
car-lhe do ministro urna medalha de honra.
Mert.
( Commercio do Porto. )
A CABULA.
Caedo.
E' o que muilas vezes acontece aos cagado-
ccrces; rozes iiilermiterrtes alternaran) lamenta- res, disse elle ; o pobre meslre Olivier fe rio-se
veis ajilabas com os echos da escada ; um grito andando colovaSi logo ao amanhCcer,
lgubre, sirailhante ao vox titeen* de Virgilio, .
eii.i-, n.>, m_____. a .-i... i a o v'tra para o curar...espero que nao seja nada.
sama por momentos das entranhas da Ierra, co- r
Chama isso cagar coloras?Est bora !
Quer um conselho mestre Olivier? Nao cace mais
cotovias, nem brinque com as almas do outro
mundo do castello das Tres Torres.
mo oqueixume de urna pessoa enterrada viva ;
e ouvia-so um rumor surdo de correnles de ferro,
como so o demonio livesse convocado para aquel-
lo lugar lodos os acorren lados do inferno.
Islo agora serio, pensou Valerio comsigo,
scnlindo um leve arripio, depo3 do se certificar
que nao dormia.
Armou as pislollas, ievantou-se sem fazer a
menor bulla, o dirigindo-se mui de vagarinho
para a porta da sala, deitou os olhos para a bao-
da do vestbulo. Priiuciro nao vio nada, mas o
que se ouvia quebrava os ouvidos, e abalava o
animo. A escada principal repeta era todos os
seus echos este horrivel rnotim, e plida luz das
estrellas, que se escoava pelas fendas das pare-
des, ra-se fluctuar um p fino, levantado sera
duvida pelos ps, dos infernaos dansarinos, como
diz o grande poda :
El leurs pas, branlanl les voules colossales,
Troublenl les mors couchs sous le pav des sales.
Sempre immovel no limiar, e sempre olhando
com vistas espavoridas. Valerio distingui fi-
nal alguma cousa de informe e contuso que se
agitara n'uma abertura pralicada no alto da pa-
rede do vestbulo. Dous alvitres se apresenta-
ram entao ao seu espirito inquieto : o primero
aconselhava-o a rollar para a sala e a fugir para
os campos, sallando pela janella baixa ; o segun-
do era mais perigoso e mais nobre, era (car, e
foi este o que abracou. Um homem, que ver-
daderamente corajoso, repugna-lhe mostrar me-
do, al mesmo quando est szinho.
Examinou, pois, com minuciosa attcnco,]o
ponto, lvidamente allumiado, onde se agitara a
apparicao myslerosa, e quando una sbita irra-
diado da estrella dissipou a escurido, dcs:obrio
dislinctamenle um braco coberto com urna man-
ga branca, cuja mao se mova em perpetuas con-
vulscs. Valerio distava apenas dez passos d'esla
KaE
JES
i-:.
ron
PAULO DE KOCK.
XXXVI
O ferido sollou um longo suspiro, o estendeu
a mo esquerda em gesto supplicanle disse :
Senhor, nao me deite a perder! Sou pai de
familia.
Todos dizcm que sao pais de familia, quan-
do fazem alguma aeco m I exelamou Valerio ;
mas para quo se diverte com brincos perigosos,
como se fosso urna crianca ?
Nao sao brincos de enancas, disse o bar-
beiro.
Vamos, disse Valerio ; desejo ouvir a jus-
lificaco de urna lal loucura.
Nao temos duvida em lhe dizer, senhor ;
mas ha de dar-nos a sua palavra de honra de
guardar segredo somente al ao anno que vem.
Prometi guardar segredo, de muilo boa
vontade.
Urna vez que o promette, proseguo o bar-
beiro, saiba que meslre Olivier pretende arrema-
tar a propriedade das Tres Torres, que se ha de
vender por nada, isto t por pouca cousa. As
duas propriedades sao viziuhas, e bem v que
um cxccllenle negocio para mestre Olivier, que
nao rico, e quer 3ugraenlar os seus bens sem
prejudicar ninguem, visto que o castello das Tres
Torres pertence ao municipio. J entende ?
J percebi, respondeu Valerio; bem pen-
sado. Trate de si, mestre Olivier, e se conse-
mao: aponlou o cano da pistolla u aquella direc- "<=,
cao. acertou o potito de mira no braco infernal g'r ser o senhor do castello, desde j lhe pro-
Correi sobre esta mesa carunchosa
Lagrimas tristes minh as, borrifai-a,
Que o peso do Digesto a tem quebrado.
Cabula minha pachorrenta c gorda
Quem entre as folhas te espremeu dos livros ?
O vico de meus olhos se ha murchado
as fadigas, no ardor sevo do esludo :
Eslranhos nomes, ignoradas tretas,
Barbara asnera vi, cah com somno,
Penei apoquentado entre massadas,
Vaguei soziuho em clicas fervendo
Por essas aulas onde mora o susto.
Tudo soffri na esperanes de um f'riado,
Mas no instante d'have-lo loca o sino.
Cabula minha, pachorrenta e gorda
Quem entre as folhas te espremeu dos livros ?
Longe tarde por margeos do Mondego
Na solido melanclica do Almegre
Ouvi borrando a negregada cabra (t),
E d'ouvi-la tremeu minha preguiga.
Alta a noite escutei o bater fnebre
Dos lamancos ferrados das serventes
Nesta trra infernal, e s badaladas
Do relogio ajuntei meus ais mais tristes.
Cabula minha pachorrenta e gorda
Quem entre as folhas le espremeu dos livros ?
Os ventos as janellas assopravam ;
Duras rajadas d'aquilo medonho
Mancheas de cascalho semeavam
Pelo rolo sobrado : feia a noite
Nos acenou co'as negras vesp'ras d'aula
Malditas do socego : c eu s a va,
Eu s na cerrago das tempestades
Via brilhar a luz do gazio amigo.
nico norte meu. Por sobre a mesa
O duros membros negros eslendia
Esse Digeslo cujo aspecto horrendo
Taas vezes eu vi : e s leis sedigas
Corr o veo das interpostas folhas."
Quiz-me punir do misado atrevimento,
Com que as asneiras lhe vulguei njs aulas,
As iras lhe arroslei, ouvi sem medo
As macilentas folhas abanando
Por entre os turbilhes d'atra poeira :
Vi barbas d'L'lpiano de despeito
Erigarcm-se, e a cor terrena c paluda
A' luz do candeeiro apparecendo
Por sedigos murres quasi apagada-
Nao me aterrou ; que d'almejadas ferias
Me allumiava o pharol de Entrado amigo :
Tempo consolador, mimo da Cabula
Como em breve me deixas na Quaresma I
Engao lisongeiro do Estudantc
Que verdade cruel te ha dissipado !
Quem foi ceifar-tc no melhor da testa
Cabula rauha pachorrenta c gorda ?
Os echos do Penedo da Saudade,
\s pudras, que nascom no caminho
J me sabem da balda : e o rauco acconto
De meu triste carpir macaqueando
No susurro das folhas ponte-agudas
Os arbustos de Midas murmuraran).
Seus vasios canudos bem lalhados
Por minhas mos desetiloados guinchos
Ao festejar leu nome derramaran)
O turbulento arbusto pareca
Com minha gr preguica encanzinar-se.
Cabula minha pachorrenta e gorda
Quem entro as folhas te espremeu dos livros ?
O' Palacios Confusos lo queridos,
Oude lo doces horas de cavaco
E de troca passei : quarto benigno
Que meescutasle o fol'go resonando.
Que ouvisle meus hocejos compassados;
i O' cantinho da porta dessas aulas,
Onde m'ia esconder das sabbatinas.
Onde as clicas negras me iospiraram
Mil finas comedellas, mil patranhas.
Que ho de aos hedis servir d'excmplo e chasco
Tu guardirs meus planos entre aranhas,
| E uns segredos que eu sei, que me esculaste ;
E tu dirs aos prorindouros cursos
Se trocista nao fui, se amei a cabula,
Se por ella, o d'amor por certa moca
Meu corago bateo, carpi mioh'alma,
Ou modulou meu verso estas parodias.
Moga, moga, rival tu foste delta.
Tu roe ficaste s, nao desampares
Quem por ella e por ti quebrava esquinas
Quem por ti s agora nesta ierra
Soffre as massadas d'uma vida afflicla
Cabula minha pachorrenta e gorda
Quem entre as folhas te espremeu dos livros ?
Espantaram-te os lentes ISem conforto
Fiquei s ocsle val'd'impios estudos :
Alma deidade, sombra de leu manto
Eslendida a dormir se espreguigava
Toda esta humanidade amarelloco
Arripiado por me erguer lo cedo
Co trio da roanha. Quem te ha levado ?
Quem, rainhados bichos escolsticos,
Te desthronou sem d, que faz, que espera,
Que nao leva tambem d'aqui para fra
O pobre que sem ti breve enthysica?
Cabula minha pachorrenta e gorda
Oh pe-me a Irinta leguas de Combra.
[A Poltica Liberal, do Lisboa.)

Variedades.
(1) O sino da uuirersidade.
Em Batignolles.
Pas=ou-se um anno depois que Sabretache f-
ra morar com Cerisetle em Batignolles, em urna
linda casa da ra das Damas, onde baria um
grande jardim dividido em pequeas parles para
cada um inquilino.
Durante lodo esse anno, nao fallara trabalho
ao veterano, cujos negocios conlinuavam a
prosperar, porque quando a ordem se junta ao
trabalho o rerdadeiro caminho di fortuna.
Ceriselte quiz auxiliar o seu be.mfeilor, como-
rou a irabalhar com ardor, esperando as dis-
traccoes que o trabalho offerecc, encontrar a
tranquillidade e o repouso d'alma; consegui-
ra-o? Os suspiros que algumas rezos lhe escapa-
vam. expresso vaga e muilas vezes triste de
seus bellos dias diziam o contrario. Mas se
a lembranca de Len DUbonnc viva sempre
no fundo do seu corago, ao menos o nome des-
sc mancebo nunca lhe sahia dos labios; desde
que habilava em Batignolles fuera tengo de nao
fallar mais nelle talvez la rabem de nao
pensar.
Um anno de mais fez daquelia que anda ha
pouco era urna mocinha, urna mulhcr alta, bem
proporcionada, elegante e graciosa nos modos,
aioda que sempre modesta ; cmfim C^riseUe li-
nha um porte mais conveniente ; nao era mais a
criadinha de eslalagera, nem a grsetto quo se
arriscava em um Iheatro; era urna moca bem
educada que lera menos roda, porm que ser
mais respeitada.
Sua linguagem tambem tomou elegancia;
apurou-sc com a leilura, porque diga.m o que
disserem, das obras mais frivolas Oca sempre
alguma cousa; os espirilos justos conservara o
que bom e esquecem o que nao vale nada.
Dcixando a vizinhanga dos Campos Elysios,
renunciaram ambos aos passeios Neuilly. Sa-
bretacho conheceu que levar Ceriselte quinta
Vide o Diario n. 202.
de Dumarselle seria lazer sangrar as feridas do
seu corago, ferdas que pareciam apenas cica-
Irisadas; porque fra na estrada de Neuilly que
ella encontrara pela primeira vez I.eon Dal-
bonne, depois que esse moco comegra segu-
la. E quando por acaso Patarata alguma vez se
lembrava de propOf para irora ver se anda ha-
viam flores na quinta, Sabretache respoudia-lho
bruscamente :
Nao queremos mais ir passelar para essas
bandas. E isso deve ser-te agradare!, porque
anda podem haver por l algumas ratazonas e
t nao tuestes brilhaluras diante dellas.
No principio do invern Sabretache foi com-
primenlar Dumarselle quem achou mais triste,
mais abatido que antes da viagera.
Pouco aproveitou da casa que eu tinha
posto a sua disposcio, disse Dumarselle ao vele-
rano; o meu jardineiro disse-me queso
unas duas ou tres retes.
verdade, meu ofiicial. Muilas circums-i
lancas pozeram obstculos aos nossos projec-
tos, nao se faz sempre o que se esperava.... de-
pois linhamos mudado de casa. J nao estou
mais pcito da estrada de Neuilly. Moro agora
em Batignolles, na ra das Damas.
Preferiu esse lugar Pars?
Tenho all urna casinha mais bonila. Os
meus negocios rao bem, gragas ao meu ofiicial,
cuja freguezia deu-me felicidade.
Tanto melhor! E sua sobrinha contina
estar com voss?
Se esl consigo ? oh I nunca nos separare-
mos, meu ofiicial.
Entao nao desoja casar-se?
Nao pode ser.
Nao pode ser? Moca e bonila como es-
tou bem persuadido que nao lhe ho do ler fal-
tado os partidos.
Oh l nao de cerlo, at j recusou.
Conserva algura sentimenlo no fundo do
corago?
Perdao, mas nao posso dizer-lho isso, meu
ofiicial.
Oh nao lhe pergunto os seus segredos,
meu bravo, cada qual tem os seus, e alguns ha
que nao devem sabir do fundo do corago.
Apenas nao pode eucommodar-sc comigo por lhe
ter pergunlado noticias de sua sobrinha por quem
sent inmediatamente um inleresse, urna aftei-
go mesmo que pode parecer admiravel,
principalmente leudo eu tido lo poucas occa-
sioes de v-la.
Isso nao me admira, meu ofiicial. Agalha
tem alguma cousa quo depressa conquista os co-
rages, e cu tambem quiz-lhe logo bem.
Viu-a cresceri
Sabretache conheceu que tinha dito urna as-
nera, procurou emendar a mo dizendo que
Ceriselte fura educada longo delle e que estivera
muito tempo sem ve-la. Depois despediu-se d
Dumarselle, quem dcixou o numero de sua
casa e que lhe promelteu novos freguezes.
Ceriselte informou-se do resultado dessa vizi-
la, ficou vivamente comraovida pelo inleresse
que lhe tcsleraunhava Dumarselle, e exelamou :
Eu tambero nao sou ingrata e desejava que
esse senhor fosse bem feliz.
Infelizmente, creio que assim nao disse
Sabretache. Achei esse homem generoso mu-
dado e ainda mais triste que outr'ora. Prova-
velmenle nao ficou satisfeilo com o resultado da
sua viagera : entretanto disse-rae que lenciona-
va ainda ausentar-se por algum tempo.
O que causar dcsgoslo sse senhor?
o segredo delle, minha lilha, voss bem
os viu sabe que ueste mundo ha muitas pessoas que
| tem o seu.
Em urna callida noitc do verao, depois de le-
la passado com os seus amigos em Batignolles c
jogado o trinta o um com Sabretache, Patarata
dispunha-se voltar para casa quando ao por o
casquete exelamou :
A proposito, vosses lecm aqu era casa do-
cnlcs ou suji-iios muito friorenlos.
Quem foi que le disse isso?
Ha j duas vezes que me retirando d'aqui
me tenho encontrado cora um individuo que so-
bo. Pela pinta pareceu-me trabalhador..-- Es-
se sujeilo Iraz sempre agola da jaqueta levanta-
da e nariz enterrado na grvala. A pala do bo-
net dissimula lhe inleirameuto os olhos___ Ve-
jara l o que fica ao ar I Eis ahi esl porque eu
disse com os meus botos : Este sujeilo ou
est doente ou tem fro, e admirou-me, porque
oslamos no mez de agosto e a escola de nalacao
esl cheio todos os dias.
Nao sei de quem queros fallar, disse Sa-
bretache : entre os viztnhos ainda nao vi ne-
nhum nesse goslo E t, Agatha?
Eu ainda menos, meu amigo.
O sujeilo mogo ou reiho ?
Vendo s a cauda de um leo posso dizer-
teasua edade; mas d'um homem, quando s
lhe vejo a pona do nariz, difficil dizer com
quantos'janeiros carrega s costas, porque o na-
riz difDcilmente so enxerga.
Pouco nos importa que esse vzinho seja
moco ou velho. O que cerlo que mora no
andar de baixo, c nunca nos incommoda fazendo
barulho ; nao assim, pequea ?
Eu nunca ouco na la, disse Cerisetle ; pare-
ce que nao ha gente no andar de biixo.
Patarata despedto-se sem que fallassem mais
no sujeito que tanto se embrulhsva. Ceriselte
depressa esqueceu essa circumstaneia : entretan-
to, no dia seguinle, quando jantavara, Sabreta- lava urna circumstaneia como essa para renovar
che disse moga : : ledos os seus terrores que o tempo hara acal-
__A' proposito, informei-me do porteiro...... mado, mas que nao banira inteiramente do sua
assim como quem nao quer a cousa : porque olma.
emfim sempre bom saber que gente se tem por
perto, c as pessoas que occullara acara parecem
um pouco suspeitas.... Eu disse, pois, ao por-
teiro :
Ua muitos inquilinos no quinto andar ?
Como a casa s tem cinco andares, disse eu
comigo : Agora lic de saber por forga quera o
sujeito friorento. Uespondeu-me o porteiro :
Hara debaixo de sua casa dous quarlinhos
de rapaz solleiro, mas foram alugados ambos,
ha seis semanas, pelo mesmo individuo.
E' casado o tal sujeito, pcrgunlei eu.
Nao, solleiro, joalheiro ou pelo menos
j-se por tal. Poz nesses quarlos urna mabilia
A moca eslremeceu, pensando que perto de si
hara una pessoa quo a tinha conhecido, quando
ella descera ao ultimo grao de arlitamento. Esse
pensaraento,recordando-lhe urna poca de sua
vida, que desejra poder esquecer, era j para
ella um tormento, e sahio do jardim para fur-
tar-sc aos olhares dessa pessoa que dejapparece-
ra lo vivamente da janella, vendo que a linham
percebido.
Eutretanlo, Cerisetle nao julgou conveniente
dar parte ao seu protector dos seus sustos : co-
nhecia Sabretache ; sabia que baslava que ella
manifestasso o mais ligeiro receio para que elle
de novo se mudasse ; e como a sua casinha era
muito bonila o agradara muilo ao veterano, ella
muilo borutinha, mas nunca recebe visitas. O Sr
, ... ... ., nao lhe quena causar essa contaneJaJe.
Juliao vai ao seu trabalho c vire muito sizuda-I '
mente ; deixa algumas vezes de vir dormir c,
mas isso raro.
Mas entao, repliquei eu, o tal joalheiro
muito friorento porque anda sempre todo erobru-
lhado....
Oh I disse-me o porteiro, nao por fri ;
elle padece muito dos denles, e eis a razo por
que anda sempre com o lenco no roslo. Eis aqui
esl, minha filha, o que soube acerca do vi-
zinhoquedeu tanto que fazer Patarata.
Confesso-lho, meu amigo, que j me tinha
esquecido disso. Demais, voc conhecc Patarata
c sabe que elle faz sempre do um argueiro um
cavallcirc. Porque o joalheiro tem dor de den-
les, um personagein rayslerioso. Se elle me
risas com um veo pela cabega, dira sem duvida
que cu acabava de ler bexigas.
Sabretache rio da reflexo de Ceriselte, e nao
se Tallou mais no individuo que niorava no andar
de cima.
Alguns dias depois, passeiando na pequen
porco de jardim que lhe cabia, Ceriselte vio al-
guera na janella do quarto andar que dar para o
jardim. Devia ser o vzinho da dor de denles,
porque s elle oceupava lodo esse andar. Ella
procurou destinguir o roslo desse figuro ; mas
este linha na cabega um bonet de longa pala
e eslava com um lenco na bocea. Emfim sa-
hio da janella, quando rio a moga erguer os
olhos para l.
Decididamente, disse comsigo Cerisetle, o
Patarata tem razo, esse homem nao* quer ser
visto ; porque eraflra o ler dr de denles nao
razo para se Irazcr o bonet em cima dos olh os
Dessa vez, a apparicao do personagem, que
pareca com effeito ler alguma cousa de mysle-
rioso, preoecupou e enquietou Ceriselte ; ella
linha no pissado lanta cousa receiar, que bas-
Passararo-sc oilo dias. Ceriselte nao vio mais
o visinho. Patarata disse um dia :
Nao encontr mais o sujeito encapotado.
Parece que est no campo, disse Sabreta-
che ; porquo ha oito das que nao em casa.
Informou-se delle, meu amigo ? perguntou
Ceriselle.
Nao, fui o porteiro quem me disse esta ma-
nha.
Nao sei que fim levou o meu inquillino do
quinto andar, ha oito dias que nao pisa em casa.
Depois, como o tempo est bom, talvez fosse to-
mar ares no campo.
Ceriselte nada disse, mas respirou mais desa-
hogadamente sabendo que o individuo do quinto
andar nao a espreitava.
Quanlo Patarata entrou no dia seguinte na
casa dos seus amigos, trazia na mo urna carta
que cnlregou ao antigo camarada dizendo :
Aqui esl o que o porteiro rae deu para te
entregar, se nSo me cncommodasse. E mesmo
que me encommodasse, eu a levara, disse-llie
eu. Parece que linha chegado pouco. E' bo-
nita lettra, com um sinele grande. Lembra-me
os oficios que me davam para entregar.
Sabretache tomou a caria. Examinando a let-
tra, sentio nova emogao. Cerisetle que eslava
olhando para elle, ficou tambem trmula e bal-
buciou : /
De quem essa caria, meu amigo ?
Sabretache nao respondeu, mas quebrou o si-
nele : sob a capa estavam duas carias, urna para
elle, oulra dirigida a Cerisetle, e ambas da lettra
de Len Dalbonne. Apresenlou urna moga,
que deu um grito de alegra e murmnrou :
E' delle t Ah 1 ainda nao se esqueceu de
mini,
Tatarata que coroprehendeu que a sua presen-
TELEGBAPHO UNIVERSAL.
(Concluso.) -
O kreutzer corresponde a 1(100 de florm ,
ou 2 1(2 cntimos. Por milha urna palavra
custaria talvez 5 cntimos e um despacho
de 20 palavras expedido de Saratow a New-York
(aistancia 3 000 milhas), poderia custar 14 fiorins
e 30 kreutzers (32 francos]. Mas como lodaa ,
exlenso do fio nem sempre seria oceupada por
um despacho, poder-se-hia laxar a palavra para
a distancia de urna milha n urna cifra mais ele-
vada, oeste caso, suppondo os fiosem movmen-
lo por espago de 10 horas ora lugar de 20, e a
laxa elevada de 2 1{9 cntimos a 5, excedera
muilo a despeza ; um despacho de 20 palavras
de Saratow a New-York custaria, segundo esta
tarifa, 30 fiorins (ou 78 francos) ; ura de Constan-
tinopla Canto, 24 fiorins ; de Gilbraltar ao Ca-
bo da Boa Esperanga 17 fiorins, etc.
O autor desenvolve o utros muitos poutos, nos
quaes nao podemos acompanha-lo, por falla de
espago ; propoe ura congresso para chegar, se
possivel, aos raeios de impedir que nao se dos-
Iruam os apparclhos ou que certos estados nao
se arroguem o uso exclusivo delles, etc. Indica
o tempo quo levara um despacho para chegar
ao seu destino. Em 2! horas seria possivel ob-
er resposta do Rio de Janeiro a duas perguntas
feitas de Londres, contando coa as demoras cau- ,
sadas pela repetigo das perguntas feitas, traba-
lho que nao se faz, ao que parece, seno para
una distancia importante, 600 milhas por exem-
plo. Para urna distancia d'estas conlam-sc 45
minutos de espera ; portante, para um despacho
de Saratow ao Rio de Janeiro, 4 horas e meia.
Para a cxecur.ao d'esle vaslo projecto seriara
necessarios materiaes consideraveis. Para as..
9:336 milhas de telegraphia aerea, precisavam-
se 500.000 quintaes {medida allcma) de fios de
ferro, mais 10 roilhes do pegas de isolago, 2
milhcs de postes telegraphcos, 10 milhes de
escoras, 10:000 quintaes de eslanho para soldar
(Lothzinn), etc. Para as 4:993 milhas de tele-
graphia submarina seriam necessarios 30:000
quintaes do fio de rame, 100:000 de guita-per-
cha, 100:000 de alcalro, 100:000 do linho, 300:000
de fio de ferro para forrar exlerormcnte, etc.
Finalmente, calcula-so que seriam necessarios
29:000 apparelhos de escrever, de Morse, 24:000 ,
pilhas galvnicas, 30:000 compassos, 36:000 bus-
solas e 100 000 guarda-raios.
[Diario de Lisboa.)
ca devia cncommodar, foi fumar n'uma janella
do quarto visinho,
Vejamos em primero lugar o quo me es- *
erare, disse Sabretache.
Senhor.
Sei que nao lio de Agatha, mas que seu
prolector, que faz as vezes dos pais della, quo
nao deve querer seno a sua felicidale Em
nome desse inleresse que por ella tem.supplico-
llie, senhor, que interceda por mim e faga com
que ella nao regeite o ofTerccimenlo que lhe re-
novo. Sei agora porque razo recusou a minha
mo ; ella confessou-me suas faltas passad? ;
mas isso nao extingui o racu amor, um anno
de prova fez-nie ver quo sem ella mo er* impos-
sirel a felicidade ; e depois porque ni o se per- i
doariam alguns erros a aquella quf, por seu ar-
rependiraenlo c boa conducta te-n provado que
seu corago nao era vicioso ? Tomo a liberdade
de escrever tamben) ella algumas linhas.... O
Sr. dar-lhe-ha a minha carta e appoar o meu
pedido nao issim ? porque deve estar persua-
dido de que o meu desejo fazer a sua felici-*
dade.
Hdnrado mancebo exelamou Sabretache.
Irra I Este ama-a de veras.... Agora, perjueaa,
veja l o que lhe escreve.
Ceriselte enchugou as lagrimas quo lhe corran)
dos olhos c com voz entrecortada pelos solugos
leu :
.tcaba de passar-se um anno depois da nos-
sa ultima entrevista, depois que soube porque
recusava unirse mim. Nunca pensci que es->
taria em meu poder esquece-la, agora conheco
que viver sem voc impossivel. Querida Aga-
tha, porque esse o nico nome de que moque-
ro lembrar, nao recuso fazer a minha felicidade.
Preciso dizer-lho quo o passado ficar inteira-
mente riscado de minha memotia ? Ah I voc
deve estar certa quo toroando-se rainha mulher,
ser sempre rodeada de amor c do respeilo. S
espero urna pala'vra sua para ir longar-me a seus
ps.
Len Dalbonne.
Tanto amor tanto amor 1 e nao poder ser
esposa delle exelamou Cerisetle ; ah I esta pro-
vsnea muilo forte... falta-me a coragem I
Dizendo estas palavras a moga dcixou cahir a
cabega para traz; fechou os olhos e ficou com os
beicos braucos.
Continuar-si-ha.
FREN, TYP.DE M- F, DE FAR1A. 1661*.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EVFXZ10I6_64YPFZ INGEST_TIME 2013-04-26T23:21:36Z PACKAGE AA00011611_08216
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES