Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08214


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Full Text
nn de 1846.
Segunda feira SO
0 DIARIO publica-se todo, os diasque
5o forem de arda : o preco da assigna-
,a u. .1. xmnn ,. or ouartel pajos nrfian-
lina ho de
ra. por 1uar
.-Ha" Os nuc nao I
SO rs. por W e 160 em typo difiercntc.
MASES DA LA NO MF.Z DE MARgO.
rrtscente a 4 ai 8 hor. e ll mn. da tard.
I u"cbela a 12 as 11 hor. e 28 mo, da tard.
Jo(foan a 20 as 11 h. e 37 m n. d man.
La nova a 27 as 3 hor. c 30 mi, da man.
PAItTIDAS DOS CORREIOS.
Goianna, e Parahvba, Segd." e Sextas fciras.
Rio Grande do lorie, chega as quartas
reirs ao mcio da, eparte nasmesmas ho-
ras as quintas feiras.
Cabo, Sertn.ha.em, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, p Macey, no 1., 11 c 21 de cada mcz.
Garanhuns e Bonito a 10 e 24.
Boa-Vista c Flores a 13 e 28.
Victoria as quintas feiras.
Olinda todos os das.
PREAMAR DE HOJE.
Primelra as 7 h. e 42 minutos da inanhaa.
Segunda as 8 b. e 6 minutos da tarde.
de IVfaripo.
Anno XXII N. 71.
das da semana.
30 Secunda S. Dnmnino, and. do .1. dos
or", o do J. do C. da 2. v., do .1. M. da 2
1/ 31 Terca S. Balbina, aud. do J. do civ.
f*f da I. v. c do J. de pa/. do 2. dist. de t.
1 Quarta Macario, Aud. do J. do civ da
2." v.. c do J. de paz do 2. disi. de t.
2 Quinta S.Theodozia.aud. do J. dosorph.
e do J. M. da I v.
3 Sexta S. Ricardo, aud. do J. do civ. da
I. v.. e do J. de paz do 1. dist. de t.
4 Sabbailo S. limero, aud. do J. do civ.
da 1. v., c do J. de paz do 1. dist. de t.
5 Domingo S. Iria.
CAMBIOS NO DA 28 DE MARCO.
Caiob. sobre Londres 26 '/a d. p. I#. a 60 d,
,) Pars :l.">0 ris par (Vaneo.
Lista i 106 > c pr. p. ni.
Dse, de le. de !>* is dra is l Vi P % '"'"'
Oero-Onca hesnanholas Wiini) a 31*200
. Moeda de8#(00vel. 16*800 a I7*ni>
de 6/400 nov. I{*0 III a 16*300
de 4#IK)0 8*800 a 0*1)011
ProM-Patacoes .... I#!ll0 a 1*0*0
. Pesos Columnares 1*000 a I <>S0
> Ditos Mexicanos. ItfMIO a lOiO
. PrataMiuda 1*620 a '700
Acedes da C do Bcbcribe de DOaOOOao par.
DIARIO DE PER1AMBUCO
PEBNAMB'JCO.
Asscnibl Provincial.
SESSA.O EM 27 DE MARCO DE 1846.
PRESIDENCIA DO Sil. SOCZA TKIXKIIIA.
A 11 horas e Ire quarlos. o Sr. 1. secrelirio (ai a
chamada e veiifica eslarom prsenles 21 Srs. depulsdos,
fallando, com causa parlioipada, o Sr. Faria. e soiti el
la o Srs. Cuiiha Machado. Machado Rios, Mello, ba-
rio deSuasiuna, Podro Cavalcanti, Figueiredo e Sou-
za l.e.io.
O Sr. Presidente declara iberia i sesso.
O Sr. 2 Secretario l a acta da sesso anterior, que
e approvada.
O Sr. l.e Secretario menciona o leguinte
EXPBDIENTH.
Um ofllcio do aeorelario da proinca, participando,
que S. E(c. leiri marcado o da de boje, para, a uinaho-
la da tarde, receber, no palacio de sua residencia, a de -
nulacio, que lem de llie presentar os actos legislativos,
confeccionados pela mesma atiembla Inleirada.
utro do mes ni o secretario, remetiendo copia da ac-
ta da eleicio doi actuaos deputados provinciaes, relati-
va aorollegio de Nazareth, Mandou-se archivar
Um requerimenlo d Francisco JoSo Honorato Ser-
ra-Grande, em que pede, Iho leja concedida urna grati
liracSo, por ter servido o lugar de porleiro do jurjr.
A' commiiiBo de ordenados.
OSr. 1.* Secretario aprsenla aseguinte proposta:
A commissao de polica propoa a demissio cial-maior da secretaria desla assembla, Rufino Jos
Corroa de Almeida. Peixolo de Brito. Duarte.
OmetmoSr. 1. Secretario requer, que a votacio.
sobreest proposta seja nominal.
O Sr. Neto : Sr. presidente, qaando outras rasoes
me faltassem para rejeitar a propnsta da nobre com-
missio de polica, baslava-me o requerimenlo, leito pe-
lo nobra i.' secretario, para que losse nominal a vota-
cao, para me levar a recusar-lhe o meu voto. [Apoiado
Parece, que esse requeriinento revela a suspeta de nio
sermos capaies de arrostar as consecuencias de um vo-
to negativo : e quem nao quereri provar agora o erro
do nobre l. secretario, mnstr.ndo, que temos a precisa
coragem para acceitar toda e qualquer responsabilidad
dos actos, que pralicarmos nesla casa ? Cundo, que ne-
iiliuin dosmeus nobrescollegas deiai escapar esta oc-
casiio de dar um tostemunho solemne da elevacao dos
seus sentimentos, e da independencia de sus opiniSo.
J que tenbo a palavra, Sr. presidente, nSo me senta-
re!, sem faier algumas observarles, que reputo conve
nlenles.
Qu4ndo.se tratou da demissao do o." olllcial desla se-
cretaria, del um voto de conflanca A nobre commissio
de polica : nao procurei eiaminar as rasoes, que linha
para demitlir esse oflicial, com quantn reparasse, que o
ralo tivesse cahido sobre o mais fraco da casa : dimit
tambem a proposla do candidato ao lugar, que acabava
de ficar vago, aperar de nao me considerar habilitado
para julgar, naquella occasiio, do merecimento do Indi-
viduo proposto pelo Sr. 1. secretario, e da sua aptldio
para aquelle lugar. Sr. presidente, o caso agora mud
de figura. Se enleodemos, que convinha ter deferencias
com a nobre commissao de polica, nao nos obriitmos a
subscrever a iudo, quantn ello quliesse fazer : e como o
regiment nos incumbiste a di-cisio Anal de negocios
scmelhanles, a nobre commissao, amenos que se nio
(|ii'/ose eipr a urna derrota, devia tambem altendcr
opiniio dominante da casa, antes de pr-nos na colli-
sao, em que nos vemos. Esia altencSo nao quiz ella
ter: a proposta est em discussio, e, o que mais he,
acompanhada de um requeiimento para ser nominal
votacao de nogocio (So simples. Em taes circumstan-
cias, nao querendo mais teressa l na impeccabilidade
da nobre commissSo do policio, nem abdicar o dlreito,
quo lenlio, de examinar as ra.'jis do seu proeediuienlo.
entend, que nao bastava dar um voto symbollco a res
peito dessa proposta, e me cumpria manifestar a pouca
Importancia, que, a meus olhos, tem o estrategia da vo-
i'UHo nominal, Impuiinando a demissao pioposta, afim
de tirar qualquer duvida. que podesse haver, cerca da
minha-opIniSo nessa materia Isto posto, Sr. presiden-
te, ha de permlltir V. Etc., que eu peca a nobre com-
missao de polica algumas expllcacSes
Tenho sido por diversas vetes membro desta casa ; e
declama V. E*c que lenho snmpre feito o melbor con-
ceito da inteligencia e do lelo do empregado, cuja de
DiissSo se solicita. Nos annos anteriores, sem duvida,
tile lecooduiio com muita distinecao. O empregado,
acostumado a nUtUitit aog seus deveres, no oceupan-
do lugares de conflanca, em que se exija idenlidade de
principios com os da administracto, me parece, que nao
pede ser demittido sem rasao multo forte : quero acre-
ditar, que a commissao tivesse rasoes taes para reclamar
i demissao do oflii-lal-maior; e por (lio nao deve ella
ettranbar, que I lie pergunte, por que motivo assenta,
que esse empregado nao pode continuar a servir na se-
trelarla. Se o motivo, que ella der fr valioso e capat
de justificar a demissao pedida, anda assim recuso-lhe
o meu voto para convencer ao nobre 1." secretarlo, que
nada alcancara de mim, pondo-me a faca aos petos, e
reqoerendo urna votac&o nominal.
O Sr. Peixolo de Brito; Quer desculpar o acto.
O Orador : Para ter isto lugar, era necessaria a
convlccao, que no tenho, da injustica do meu procedi-
menle : eslou acostumado a votar com independencia
nos easos mais graves; e quem se condui, como eu, nes-
talrbuna, nio carece de procurar desculpas.
Enteodo, pois, Sr. presidente, que a nobre commissao
i'Mii pa rigorosa obrigatio de nos dar a raso, por que
( *if*i que etse empregado no pode, seto detrimento
do servido publico, continuar no exercicio de suas fune-
c6es: se nos nio der rasio convincente, he da dlgnldade
aa casa rejeitar a proposta, queixe-se quem aequeiiar.
O Sr. Munit lavares: Si. presidente, nunca me
occultei na trevas para cravar o puohal: meus factos
teem sido sempre pblicos ; voto conforme julgo em
minha consciencia.
OSr. Duarte : Como os todos votamos.
O Orador : Estou persuadido disto ; e por esta ra-
sio. vendo, queseexiula votacio nominal em orna ma-
teria to odiosa, e que nio tem nenhum interesse publi-
co, nao poda deiiar de faier essa observacio. Passarei
agora & materia da proposta.
Sr. presidente, em regia, as demisses de empregados,
que nao sio de conflanca, sempre forio odiosas ; ha,
porm, circunstancias lio eitraordinarlas, motivos lio
fortes, que obrigio ao goveino, ou a qualquer aisocia-
cio, acarregar-se dessa odiosidade para promover um
liem real, um bem maioi, Eiaminemos agora, se sa dio
estas citeumstancias, esses motivos lortlssmos, para
demittir-se esse homem, de que talla a proposta.
O empregado.publico he demittido, quando nocum-
pre com os seus deveres, qaando hostillsa de publico o
governo, que Ihe paa. Nio vejo, pois, que este em-
pregado, a quem se quer dumiltr. teoha deiado de
comprlr com a sua obrigacio ; nio me coma, que an-
de pelas esquinas a declamar contra o governo, e traga
na cara esse signal. que todos iolerprelio como de guer-
ra a actual admiulslracio. Ora, se elle assim se com-
porta, por que rasio ba de se propdr a sua demissio ?
No me parece justo. Euou persuadido, que V. Eic.
dirigindo-se ao Sr. presidente ) nio vem assignado nes-
ta proposta ; dou-lhe. por isso, o devldo parabem.
Voto contra a proposta, e votare! sempre multo cla-
ramente.
OSr. Peixolo ds Brito : Nao sei, porque os no-
bre! depulsdos enfandrio-se tanto, por um sou colle-
ga usar de um direilo, que Ibe di o regiment, quo
nio laz excepcio de ninguem, quando diz, que qualquer
deputado pode requerer votacio nominal, e nao decla-
rou tambem os objectos, obre que deve recahir esia vo-
tacio nominal : nio foi, portanto, com as villas, que os
nobres deputadoi me querem attribuir, que requer vo-
tacio nominal; foi para tornar bem patente um nego-
cio, que nao tem lido decidido amis lempo na casa,
pela repugnancia, que eu observava para essa demiisio :
entretanto que por fura se tem dito, que ella no loi
levada a emulo lio smente por culpa do 1." secretario
da casa, que a nio propunha.
O Sr. Neto : He a primeira ver, que ouco tal
cousa.
O Orador : Tem-se dito isto um milbio de vezes ;
o, quando se fe a proposta para demissio do terceiro
olTicial, se disse, que devia tamliem ter sido feita esla ;
e alguna dos nossos collegas bouverio, que nio votarao
por aquella proposta, porque no linha lido acompa-
nhada da quo te acba na mesa. Appello paia o tesie-
munho do meu nobre collcga-, o Sr. Arruda, que justili-
cou o seu voto do entio pela falta desta proppsta.
OSr. Arruda da Cmara faz signal de approvacio.
OSr. Jos Pedro : E quem be que nos determi-
na por fura oque devemos fazer aqui
O Orador : Ninguem o determina ; diz-se.
Fozei : Mas quem bo que diz ?
O Orador: Foi dito all, dentro daquolla ent-
lala. AlgunsSrs. depulsdos notario, que se lizeise a
propoita do terceiro olfici.il sem ler acompanhada primeiro, e al da do segundo : esta be a verdade, e, na
qualidade de partidista, eu no quero, que una respon-
sabilidad destas pese su sobre mim ; cada um lome a
parte, que Iho compele, e no se queira desculpar, lan-
(anilo-me a culpa...
O Sr. Neto : Eu a acceito de todo o meu coraco
O Sr. Jos Pedro : As nosta votacoes sao pu-
blicas.
O Orador : Se sio publicas as nossas votscoi,
para que le disse, que eu ponbo faca aos peilos, que
quero coagir a asiembla, quando proponho, que a vo-
tacio leja nominal? Porque um de urna faculdade,
iue me d o regiment, porque uso de um direilo, que
me compete ? Nio ba maior injustica : d maneira que
eu bei de ficar privado de um direilo, que be commum
para todos ni ? Ora, isto ho urna sem-resio...
O Sr. Reg Montan : Nutou-se a aspereza.
O Orador : Aipere>a Eu, que me levantei, e
nio fr mais do que ler o artigo do regiment, queme
autoria a requerer volacio nominal!! A asperea dos
nobres depulsdos be, de que eu tenho de queiiar-me
(_)ueireriS os nobre denotados instaurar um processo
acerca deste negocio ?
OSr. fleto: Sim, Sr.; estamos no nosso direilo.
O Orador : Annde esla ella obrig*cao imposta,
para que me subjeile ella ?
O Sr. Veto : No direilo, que temoi, de volar sobre
a materia ; o que niopodemos faier sem conbecimento
da materia : e para o ter nio bavemos de jurar oaipa-
lavrai da commissao...
O Sr. Muniz Tarares : Ha de aproienlar os mo-
tivos, por que se propde a demissio.
O Orador : E porque se nio exigirio esses moti-
vos cerca do terceiro ofllcial 7
O Sr. Neto : Eu quii exigi-los.
O Orador : Nio sei disto.
OSr. Neto : Fi al meui reparos.
O Orador : Nio os ouvi. Eu nio encelarei o pro-
cesso.
O Sr. Neto: Esta na obrigacio de o fazer.
O Orador : Nao quero fsxo-lo. A propoita esta
tobrea mesa'; cada um podo formar o sou juio acerca
della ; eslo no suu direilo approvando, ou rejeitan-
do-a.
eclaro ainda muilo positivamente, que lui olirigado
a isto pelo que se dizia por Tora ; porque descarregavio
contra mim com impiedade, assim como me obrigo a-
gora a apreientar umfacto, que nio pretenda referir a
casa, praticado por ene ofllcial, ha dous dias.
Parece, que a Divina Providencia me quiz loccorror
com elle nesla colliiio, em que me collocao os Srs. ; be
um laclo muilo connderavel...
Fozei: Vamos a elle.
O Orador : ... e que explica bem o que os nobres
deputados sabem..'.
O Sr. Neto : Ou querem laber.
O Orador : ... que explica a conducta deste om-
pregado, em lempos anteriores, iicutio-ie o projeclo
do me miento, e, na legunda dis u-si >. a commisso de
orcamento apresentou urna emenda substitutiva do um
aitigo, que eslava no propicio original, a emenda be es-
ta {ti). Hontm, no correr da discusso. nio reparei
para urna circumstancia, que vou agora referir casa.
Viero improssas as emendas para a tercoira discusso.
e entre ellas veio impmssi esta, que ratoga, no lim, os
artigos 13 o 14 da loi de 22 de inaio di I SV'i, com a
data da lei mudada para 2 de maio do I"- i i .
Votes : E nio lera erro da impiensa ?
0 Orador :-- Esperem, tendi paciencia, nio mo
ponhao laca aos paitos tambem. Felizmente eu lui o en-
carregado da redaccio da lei do orcameolo : e boje, que
j vou colhendo algura proveilo desta vida, em que es-
tou ; boje, que vou colbendo algum proveito da vida po-
ltica...
O Sr. Neto : He mais feliz do que eu.
O Orador : ... boje, que a experiencia mo vai en-
sinando alguma cousa, entend, que esla redaccio devia
ser feita com o maior cuidado poisivel ; fui nlioduzm-
do noi artigos as diversas emendas ; quando chego a es-
ta vejo 2 de maio de 41: e, como cu tinlia redigido a
emenda, vi, que nio era possivel somelhante data ; to-
dava luppuz, quo me teria engaado, examino o ob-
jecto, e vejo,que a lei, quesecilave na emenda impres-
sa, no linha relacio nenhu'iia com a materia ; que era
urna lei anterior, alheia materia contida no artigo ; e
vi.queOm engao destos ia deslruir todo o (rabalho
desta sesso ; porquo, sondo o artigo aquolle, quo da
autorisacio ao Eim. presidente da provincia para as
deipezas extraordinarias, o para applicar as sobras de
urnas verbas a outras, einfim, que servil para corlar os
alilhos. com que a adininistraio loi poada pela assem-
bla psssada, nada so tinba conseguido, ref'erinilo-ie a
urna le, que nio dispunha cousa alguma a lal respeilo :
ora, vendo isto, entendi, que poda ser erro da Ijpogra-
phia, que podia ter posto 2 de maio de 44 em lugar de
1 de maio de 45 ; mandoi, paro me desengaar, bus-
car a rrole, que linha ido ilara a typographia ; elle aqu
t-tt, he da propria lettra doofliciol-maiur, foi ello que
copioua emenda, mudou a data de lei. .
Vote': O erro nio he sensivel, nao era lei ainda !!
O Orador : Nao havia mais remedio ; porque, as-
lim passou a emenda em lercei/a discusso, e le escapos-
ie commiisao de redaccio, ou a mim, que fui quem
red.gi a lei, tifihamos perdido lodo o nosso trabolho. O
artigo 13 da le citada falsamente he relativo a biblio-
teca e livro do tombo deXisboa, o o 14 nao existe, por-
que o 45 bo o ultimoTessa lei, que diz, ficao revogadas
todas as leii e disposicOei em contrario. Os Senbori s to-
dos saben, o que eu sei ; mas lingem no sabc-lo, fin-
gem ignora-lo.
O Sr. Neto : -- Ohrigado pelo elogio.
O Orador-- Waiore, me tem o Sr feilo ; e eu nao
me escandaliso
O Sr. Alendes da Cunha : Desojo saber, se o pri-
meiro oicial da secretaria be compelente para^ alterar
alghma cousa daquillo, quo vai daqui escripto .
Fois :-- Nio.Sr.. nio he.
O Orador : Esta eUerncao he sensivel Nao he
su de una virgula, he urna palavra, be urna dala, a
falta he eisencial 7 Pelo menos eu fico em duvida; mas,
em caso de duvida, deve resolver-so en. favor do reo,
be regra de direilo: poim sera bom, que lo discuta
mais a materia; porquo da diicuiiio podem resultar os
eiclarecimontosnecessariosdcstes pontos do processo.
O nobre deputado eslava no caso de fazer a eccusacio ;
porque lie o nico, que descobno a lalta ; mas....bom
be, que continu a discusso mbre ella.
OSr. Arruda da Cmara : Preciso, para lor-
mar o meu juico, que se me declare, se essa leicoio-
cide com esta dala, que foi na emenda?
O Sr. Peixolo de Brito : Sim, Sr.
OSr. Jos Pedio : Eu dtiejo saber, so os traba-
Ibos da secretaria vio para lypographia, referendados
pelo official maior lmenle,iitobe seelles naodovem ser
referendados pelo primeiro secretario, como responsavel
pela secretaria ? Parece-me, que, como chefe da re
parlicao. devia faie-lo.
O Sr. Reg Montevo : Era o coitume.
OSr. Peixolo de Brito: O primeiro secretario
nio be copista.
O r. JVefo : Eitimei muilo, que o nobre pri-
meiro secretario explicasse i casa o motivo, por que
requereo votacio nominal; para-que seioubeiie, que
elle nio leve em vista coagir a nossa votacio : o nosio
regiment d-Ibe o direito de faier laes requer
tnentos, e eu promello votar em favor do que esla em
discussio, para provar-lhe, quo nio recuo diante da
res|ionsiluii l ule do meu voto. IVIi a palavra para o
declarar mais solemnemente.
O noliro primeiro secretario, om resposta atpergun-
tas. que tive a honra de lazer Ibe, disse, que, quanto
aos m tivoi da demissao. calava-ie, porque nos ludo
sainamos Declaro-lbe positivamente, que de nada sei,
e, te do alguma cousa soubesid, poupar-me-lua o tra-
balho do perguntar-lb'a.
Apootou-se, em abono da proposta, um fado, oc-
corrido bontem; e declarando o Sr. primeiro secreta-
rio, quo foi a Divina Providenoia quem lU'o poz hoja
liante dos olhos, croo, que millo nao so li.isri a pro -
posta om discussio; pojipie, quanloulle su verilicou,
ja eslava olla reolvida.
OSr. Peixolo de Brito : Nao, Sr. ; disse, que
elle un'su ronco nacollisio em quo os nobres deputa-
dos mo collocrio.
O Orador: Ora, he bom baver opposicao; porque
com ella tornou-se mais liquida a materia, o entramos
niim exame mais apurad i da iinp irlancia dos factos,
i|u se us apresenliio Segundo deprehendi das pala-
vras do Sr. primeiro secretario, olio entende, que a
ailerai io da dala de uina.loi, na minuta, queseman-
praticou. ventado di- inutilisar os tralialbos da caa ; e
na verdade, se houvesse na lecrclana um empregado
anima > destos sentimentos, eu nio consentena na
sua conservacio; mas, pergunto, nao seria bom, an-
tes de condemnarin s e dar as rass'ies, que leve, para obrar d'aquelle modo: e
taes sejo ellas, que nos no possamos faier um juizo
desfavoravel da sua probidade.
Sr. presidente, lodosos dias mo estou engaando em
cil ici's de leis : o nobre deputado, quo he juriscon-
sulto, ha de ter sollndo tambem os uiesmos inconve-
nientes.
O Sr. Peixolo de frilo : Nao como copista.
O Orador : l'ois como copula ainda peior, me suc-
cede quasi sempio. Ora, agora note \. Exc. oulra
cousa : hontem accabou a discusso ja larde, o ofll-
cial maior da societaria tinba do colligir esse monlio do
emendas.
O Sr. Peixolo de Brito : -- Foi antes do bontem,
nio foi hontem.
O Orador: Ainda melbor; foi no liar, em que
passou a lei do orcamento em segunda discussio; le-
cbou-se a casa mais tarde do que bontem, o official
maior leve de colligir cssas emendas, e r melle-las pa-
ra a lypographia a lempo de Se rom impressas, e virooa
para a discussio do hontem ; pois V. Eic. estara lem-
brado, que deo o projeclo para a ordem do lia de hon-
tem. Or, quo muilo be. cahisseemum erro quem,
depois de acabar to laide 0 trabaihn do sua rei>arli-
co, lanas cou-as devia fazer em lio iiouro lempo ? To-
dos nos us podemos engaar, e nio admilliremoB um
engao no oflicial maior da secretaria ? Nao he de sup-
|flr.que elle qui/osse neulralisor aaccaoda casa,estando
sulueito i nossa insperco, deliaixo do nosso anno
do au intento; pois, alm do podormos demitti lona
prxima sesso sopunte, eonbeoido o leu dolo, a e-
meriila linha de ser outra ve/ discutida e examinada por
todos nos, como foi. So houvesse, da porte do olTicial
rnaior, o na f, que llieattribuo o nobro primeiro te-
crelario, nao so guardara ello para a copia do utbo-
grapho da le, que devia ser submettido i sanrco do
Eim. presidente, e nio poda mais ser revisto por
mis .' Do corlo que sim. Domis, Sr. presidcnlo, se esse
motivo aulorisa alguein a suspeitar das intenees desso
individuo, eolio entendo, que niopodemos prescin-
dir de ouvi-lo, comprometiendo a sua honra em una
decitio desta ordem, sem dados sullicicntes para apre-
ciarmos a moralidade do sua conducta, e quando elle
pude moitrar-se digno da nossa conflanca.
O Sr. M en Jes da Cunha : Eu tambem eilou por
isso.
OOiador : Nao sei o que rosta para justificara
demissio : o nobie dejiutado usou do una reticencia,
quo m>' oflicial maior erio a causa da commisso de polica pe-
dir a sua demissio; mas ser o oflicial maior o nico
empregado do secretaria, que nio segu a poltica da
mumna delta assembla ?
O Ar. Peixolo de Brito : Actualmente be.
O Orador : Nio sei.
O Sr. Peixolo de Brito : O Sr. chefe de polica,
que o diga
O Orador : Entio elle tem o registo, em casa, dos
que teem cita ou aquella opiniio poltica ? Srs., lu-
gares ba, que eu asiento, nio devem soroecupados ionio
por pes?oas essencialmento identificadas com a poltica
do governo ; taes sio os empregoi do polica, o da se-
cretaria do governo, *c; perqu nao he justo, que o
presidente lenha o leu expediente confiado a seus pro-
prioi inimigos, que fazem a rada paiso funettissimas
revelecSes : nenhuma assembla deve concoirer, para
que prndenle algum ie veja na dolorosa posicio,
em que se tem visto o Sr Chichorro da Gama, cercado
de traidores, que puhcao lodosos dias os segredos do
leu expediente.
O Sr. uarie : E aqui nao ba segredos ? Per
exemplo, as sessoes secretas ?
iimmiI Aqui nio ha segredos, ludo he pu-
blico; mas, como di/.ia, nio he possivel, que o chefe
da provincia veja na sua secretaria os empregadui do gu-


m^m
=s

vernn tiraren) as provas dos jornaes mais immundos,
que, *I ii de insultaren) a moral publica depondo
contm civilisncio do paiz, alacio diariamente a pes-
10a do administrador da provincia, oamigo do go-
verno, a honra das familias, e, o que be mais horroroso,
propria pessoa do Monarcba. Sob influencia desta
convirti, quando se (ratou d. auiorisac/tn precisa,
para que o presidrnte ficasse com as mos desembara-
zadas, a fin do poder ueinillir entregados desta or-
dem, eu volei a favor, com loda a salislacio postifel ;
declaro V. Etc.. que assim votara lamliem, le es-
livesse na opposicao ete onno, como volei por auto-
isaces senn limite*, quando est- va na minora d si
casa, nos annus antecedentes; porque, Sr presidenta,
pens, que a mudanca de nossa posicio nao dove des-
truir os principios vitaea do gnverno; que estes prin-
cipios, simio respoilailos, concorrem para a prospe-
ridade do pait, e o pait tem direilos muilo sagrados,
que nunca devem ser esquecidos por seus filbos, qur
se achem nesla, qu<*r niquolla posicio. Estamos neit>
caso? Nao : esses segiedos nao bs na secretaria desta
as*embta, como pareceo ao nobre segundo secretario;
n nosso regiment permute a todos assistirem asnos-
jas dis u*s5es; ris meamos as mandamos publicar nos
joifiaM, a rusta dos cofre* piovinciaes: e nos casos de
se-so iaorct*f os ofh'ciics da secretaria nao podem
Ice lonliecimcnto do que so pass na cusa; fed'io-seas
poilas inlenores, casadas sao lacradas, para que se
piotaiba o que ellas contrem.
Sr. presidente, declaro a V. Ec., que tcnbo mu -
11 lisl o dn do cxprimir-mo desta maneira : nao sou
anillo do oflicial maior e, anda ha poucos das, pro-
\u, a reduccod seu ordonado : nos annos anteceden-
tes, quando aqu levo urna pretendi para melhorar
su i ondicfio, votei contra; mas buje, nesta tribuna,
nio tonh i dinnte dos ulhos, nem a pessoa prejudicada
com a medida, ncm aquella, que possa ganbar com a
, i i :--o da proposla da cunmiisio; tenbo em vista l-
mente os mcus deveres, e, no desempenln dalle*, ao
menos capricho em nio ler consieracoo com pes-
soa ilguma. Voto contra a proposta.
O Sr. Vende* da Cunha: Sr. presidente. nio des
Coliri offensa nlguina, feila a casa, na pelicao, que o no
ble deputado fe/., para que a votarlo fosse nominal ;
porque.O regiment este direilo. nao tem ein vista coagir a nenhuin dos de-
putidos ; alias seria nao so injusto, mas iniquo o regi -
nenio, se so nio arcommudasse com a constituido, que
quer volacao eipont me* : logo, nio he muilo rasoasel
d /ei -e. que a votncSo nominal foi pedida para coagir
os Sr*. lirputailos; niin nfio foi, nio poda ser.
Tambem niocnteodo, que a opiniio de um, ou ou-
Iro individuo, proferida fia desta casa, muitas veres
-ii i ni- il i ii II'\."i ou menos bom informado,
l'i-- causa -iilli enie pura so propr a demissao deslc
enipregado ; porqu lora da casa pode-se emiltir este,
ou ii un1 le juirn, al segundo o humor, du que cada un
se i li i pi.-sido oniio; mas i-lo nio pode servir de ba-
se pura mu voto emittido sob a responsahilidade, que
nos impon a lei do dever. quanto as materias, que sedis-
culcm, e so resulvem officialmcnte, com urna mi no
enlacio e a outra no evangelbo, tendo sempre a cons-
ciencia sem tropeen, na lingoagem de S. Paulo, adianle
de Dos, e dos hoii.cn*.
I'nico) o ni.I.ie \ secretario, sendo convidado a lor
mar o procesan, opresenloii um farto, que tem pesado
muilo em meu animo : eu e-lava inclinado a votar con-
tra a proposta ; porque pouro me importa a opiniio
poltica dnein|iregado. Eu enlendo, quo o empregado
pulilicn tem urna inteligencia para pensar e um co-
raiin para sentir, o por conscquencia pode pensar de
Um modo diverso do da i.dininistracio ; o que me pare-
ce indigno, cobarde o miserabilsimo, he haver um
empregado, que pegue na penna, o que escreva contra
o governo, b quem jurou fid< lidade e adbcsiu ; que
iiucbine em clul'S e uor oulros modos positivos para o
derrihur ; o que nio seria latil acreditar, se alguns des-
te* perjuros nio (iics-em ostenlacio de semelbanlu alei
vo/ia, comn lie notorio, Eu, no caso do gnverno, nio
conservara tsfues desto genero, nem por 2 horas, no
excrcicio das funeves pulilicas, por menos imporlaules
que losem.
O Sr. -Vcfo: Apoiado; tinha na lei o remedio.
OOiadvr :-- Se o fado, que o nobre depulao a-
prescnla, quo Com ruello be real, he lambeui intencio-
nal, be um fado muilo revollanlo. e digno de um exem
po severo ; e nao pJe ser acolhido, anda na mais cx-
cessiva indulgencia.
O Sr. Munu Tavates : -- He o que te precisa pro
Mr,
O Orador : He verdade ; e, como os nobres de-
putadesSHiiem.B presumpcio dedireiloni bncoolra nin-
guem emquantu se nio prova odelido;essbem tambem,
que a prrsuuipcio cede a verdade: o como eu me nio a
cbosufncientemento esclarecido; poique este esclarec -
ment nio pode virsenio da pnsencado reo, dando-se-
Ilie lodo lugar dcfe emittir em prova do engao, se engao foi, eu conve-
nboem <|ue elle seja chamado, e tambem o requeiro ;
e enlao faremos jastial : nacrtela, porm. de que, se
me nio Convencer de sua innocencia, eu voto pela po-
posta da mesa : poitanto. eu requeiro, que vena o offi-
cial, para ser ouvido, e se faier justica : vei hi, pois. o
bomem, oma-seo hornero, |ulgue-se o hornero, coo-
demnando-o, ou absoliendo-o, como lor juslo; islo
sempre, o principalmente boje, dia, em que a igreja
elebra um dos passos da misteriosa pauso do Salva-
dor, um dos passos, que d- o at o lugar, em que sellou
com o seu proprio sangue todos osdireitos e todas as
j'i.hi.i".
epois de breves reflexdes sobre a oidem, vai i mesa
o seguinte requerimenlo :
Requeiro, que seja ouvido o offiial-maior icerca
do ficto ref.rido pelo Sr. !. secretario, suspensa, en-
tretanto, a dscusso da proposta Lopes /Ve/o.
Sendoapprovado, be introdu/ido o oflicial maior na
sala, que, depois de scienlilicado, pelo Sr. presidente,
d'baver sido chamado para ser ouvido acerca do erro
commetlido em a copia de urna emenda, que ao projec-
to de oramei.to oi oferecds pela comroissio de szen-
da,, e por ello mandada para a lypogrepbia, deo as ex-
plicacSes, que se Ibe engiri, e recoIbeo-M secre-
taria.
Encerrada a disrussio, resolveo a assembla, que a
volaran fose nominal ; e, procedendo se a ella, eppro-
vaiio u pruposta oa ton.nimio os Sis. Penlo de un-
to, Allonso Ferreira, Arruda da Cmara, Uuarle, A-
breo e Lima, Cabral, e Villela lavares, e rejeitirio-na
os Srs. Munit Tavaras, Joaquim Villela, Mendes da
Cunba, Jos Pedro, Pereira de Carvalho, Cervalbo
Mindonca, Reg IMonteiro, Neto. Nogueira Pax, Pes-
soa, Barroso, Tiburtino, Cusa, e lloclla : fioindo, as-
sim, rejeitada a proposta para a demissao por 14 votos
contra 7,
OSr. Preiidentt nomfla para a deputacio, que tem
do apresentar sanecao do Exm. presidente da provin-
cia os actos legislativos, os Srs. Reg Monteiro, Men-
donca.e Laurentino.
L seo approva-se a redacto do projecto do o re-
menlo provincial.
lie lido e approvado o projecto n. 11, que cria urna
villa na povoayio de Fasenda-Graode, eliminado,
requerimenlo do Sr. Villela Ttvares, o artigo 2. do
mesmo projecto, por seachar sua materia providenciada
por lei.
A' I horada tarde, o Sr. presidente suspende a sss-
-Do. por haver saludo, cumprir sua miisio, a deputa-
cio de cuja nomeacio i cima se tratou.
A' 1 1/2 hora recolhe-se a deputacio sala, e con-
tina sessSo.
A assembla, sob proposta do Sr. presidente, noms
ao Sr. Feln Peiiotode Brito para receber, do cidsdio
Eiancisco Xavier Paes Brrelo, o saldo, em poder des-
te existente, do quanlitativo, que, na sessio passada,
Ibe lu entrogue, para despeas da assembla ; e bem
assim quaesquer quanlias neceiiarias para o expedien-
te, e asseio da casa.
OSr.Rejo Monitiro participa, que a deputacio,
enrarregada, pela assembla, de apresenttr ao Exm.
presidente da provincia os aulbographos dos artos legis-
lativos ltimamente decretados, so ir deseinpenbar esse
encargo, fora recebida, com as formalidades docostu-
ine, por S. Eic., que declarara, tomara na devida con-
suli-ri.rao os referidos actos legislativos. Jnlenada.
Lida a acta da presente sessio, be approvada.
O .">>. 'rendente levanta a aessao. (Erioduas horas
da larde )
Cmara Municipal.
sessaO hxtiuohdinvru aos 21 demarco
i.k 186.
Presidencia do Sr. Higo Albuquerqm.
Presentes os Srs Ramos, Oliveira, Carneiro Montei-
ro o Mello Cavalcanti, (allanto com causa os oulros
Srs., abre-se a sessio, sendo lida e approvada a acia
da antecedente,
O secretario dco conla de um offlcio do procurador,
em que pedia approvac3 das cl&usulas do contrato cele-
brado ruin o mestre carpina Paulo Jos do Araujo para
.i le mu .i fin da casa da Gamboa do-Car mu. --Mandou se
responder, quo so approvava, e notar, que a demolirio
jiseduvia estar fazendo; porque a portara do 26 de
fevereir i nio impoz a obrigai/io dessa approvafio.
Outru do mesmo, particip&njit ler sido jolgada a res-
cisio do C'inlrato com Caelano Theodoro Adunes Vil-
luga, imein i la n le il.i- |ii. c.i- ilo merca.lo e das casa* da
Soledade e Cinro-Pontas, assim como, que, fallando
ainda anno e meiu para completaren! os tres, por que
foi celebrado o dilo contrato, seria conveniente, que se
pozessrm em arrematarlo novamente, e pedindo pro
videncias contra a falla de asseio, que se observa oa-
quelles lugares. --Inleirada, e resolveo-so, que o mes-
mo procurador remelle-e com urgencias nota de to-
das as casas, que se devenio por em arrematarlo, eos
precos r.i-o.iseis, sobro que aquella se deveria batear; e
quanto a ultima parte, que se ufliciasse ao fiscal da
lioa Visla, rslranhando-lhe esse de.cuido, e activan-
iio-o a qu velo na decencia e asseio dos lugares indica-
dos pelo procurador.
(Jutro do mesmo, roquisitando copia da represe uta-
ci do engenheito em ebefe sobre a irregolaridade da
edificacio na ra de Santa- Rila. Mandou-se Ibe lor-
ncc.cr.
Uutrodo fiscal de S.-Jos, representando ser pre-
ciso mandar abrir a vala da ra do Nogueira para dar
esgun as agua-, visto que esta i llegada a estarlo das
ehuvasMandou-so entender com o vereador incum-
bido aa direcco da compunbia de ribeirinhos.
(Julio do mesmo, remetiendo um mappa demoni-
trativo do gado, que morreo de tingui.Inleirada.
Uutro do fiscal di Po(0, informando sobre a edifi-
cado de Jos Francisco Belem no lugar de S.-A tina,
conforme Ibe tinha sido ordenado.-- Intimada.
Resolveo a cmara, que se olTici..sie novamente ao
Exm. presidente da provincia, pedindo a copia da plan-
ta da cidade existente na secretaria do governo para ser
conferida com a da cmara, urna vei que naquella se-
cretaria se respondeo a pessoa incumbida de ir recobera
mesma planta, que esla nio exista all.
OSr. Mello Cavalcanti offereceo o seguinte requeri-
menlo, que loi approvado: --
Requeiro, que so ordene ao engeriheiro, informe
com urgencia, se a edificacio, a que esta procedendo o
ingle/. Coks em seu sitio no Manguind, foi ou nio
coideada, e. no caso de affirmaliva, por qual plantase
guiou ? Mello Cavalcanti u
Despachario-se as petn,ces de Manoel Jos de Souza,
do Miguel Archanjo l-'einandes Vunna, de Anacido
Jos de Mendonca, de I sanca di Irmio, de Jos Fran-
cisco Belm, de Joio Ferreira dos Santos, e do dou-
lor Pedro Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquer-
quo, c levanlou-se a sessio.
Eu, Jvo Jote Ftireira de Aguiar secretarioo
escrevi.
Reg Albuqiierque, presidente. liamos. Oiitet-
ra. Carneiro Monleiro. Mello Cavalcanti.
Correspondencia.
Srs. Hedactores. Confesso-llies, que, quando es-
crevi a mnha correspondencia publicada no seu es-
timavel peridico, acerca do atlenlado praticado no
tribunal do jury da cidade da Victoria pelo delegado
Pedro BeltrAo, "esperava, que elle, corrido de vergo-
nh;i, e convencido do crime, que havia commetlido,
se reduzisse ao silencio, ou tratasse de negar os
fados, em cuja tarefa nSo faltara quem o ajudasse.
Felizmente para ojuiz de direito deS.-AntSo, Dr. Pe-
retli, e mais ainda para a causa da Justina, tfio ultra-
jada por aquelle agente de polica, a sua cegueira,
ignorancia e orgullio so tacs, que elle uo duvidou
a prese n lar-so reo coiesso, no Diario-novo do 3, *,
16, 20, e 21 dcste mez ; querendo todava justificar
o que fez, ou, em falla de del'eza, insultar o digno
juiz de direito de S.-Antao.
Trea acontecmentos notaveis tiverSo lugar du- n&o entrou no recinto do tribunal; defeza, que vou
rante a ultima malfadada sesso do jury daquella
cidade: foi o primeiro ter-sc a presentado armado
na sala das sesses o soldado Possidonio, s ordens
de Beltrlo, circumstancia, que eu na niinha primei-
ra refer, e que o juiz levou ao conhecimonto do go-
verno da provincia, nlo para increpar aquelle dele-
gado, mas para mostrar, que, attribuindo o procodi-
mento do soldado ignorancia, nlo quiz mandar
prende-lo, por atteneflo BeltrSo, que entilo entendeo,
que o soldado tinha obrado mal. Que responde elle
a isto? Tanto nos communicados assignados por
Wanderley, como nos. oulros, confessa o facto; mas
accresccnta, que o juiz he calumniador, por dizer
no seu offlcio ao presidente, que pedio ao promotor
publico, que fosse nerguntar ao delegado, porque
tinha entrado o soldado armado, quando aquelle
funecionaro declara, que se dirigi ao delegado de
molu proprio, no vendo, que estas contradicc,oesd-
x;1o subsistir o essencial, isto he, que o soldado en-
trou armado, e que o juiz o nfio mandou prender,
como.o podia fazer; o que nfio so tira a ideia ridicula
de indisposiefio com a polica, como deixa ver o de-
sejo, que elle tinha de viver em harmona com o de-
legado.
Podia o promotor asseverar, que o juiz nfio Ihe pe-
dio para ir fallar ao Beltrfio? Podia lembrar-se nim-
ios cias depois da scena do soldado, que Beltrfio, que
desapprovou o que este fez, nlo usou da palavra es-
eandalo? Acceto assim mesmo a deelaraefio, porque,
apezarde tudo, ella preenche o fim, que eu quero:
1., porque mostra, que, alm do juiz, houve mais
quem se rritasse contra o soldado; 2.a, porque o juiz
nfio se servio da palavra escndalo senfio porque a
ouvo; pois ella, longe de desabonar a Beltrfio, mos-
tra, de sua parte, urna desapprovacilo mais enrgica
acefio reprehensivel de seu ordenanza.
Vamos ao segundo acontec ment. Decorrem al-
guns das, e, neste intervallo, Iteltrao, que tem a ma-
na de querer entender as cousas, val ostudar o c-
digo, arrepende-se da sua primera impressfio, e, por
fructo de suas lucubrares, apresenta-se, no dia 6, no
tribunal,e,emconversagfio, procura convencerojuiz,
de que elle obrava caprichosamente, nfio consentndo,
que o ordenanca cntrasse na sala do jury ; que a pa-
lavra assistir signficava permanecer, e nfio entrar,
estar presente: e, como o juiz nfio quizesse dobrar a
sua intelligenca e illustracfio as extravagancias da-
quclle cerebro pedrado, o que exiga m esforco de
humildado sobrehumano, toi-se azedando; quiz sa-
liera rasfio, por que o juiz mandavaposlar, as ses-
ses, que entravfio pela noite, sentinella junto gra-
de, para seguranca dos reos; ameacou com manda-la
retirar; e, rccrescendo-lhe a colera,chegou a dizer,
3ue seu ordenanza havia de entrar armado na sala
as sesses, qur ojuiz quizesse, qur nfio! Este
disse-lhe, que reflectisse antes de praticar tal desati-
no ; que consultassc seus superiores para se conven-
cer de quanto andava errado: e, como o visse com o
di.ibo no corpo, impoz-lhe silencio.
Aqui pa ten tea-se j intenefio criminosa no delega-
do, e um grande excesso, a que foi arrastrado pela
sua crassa ignorancia, unida a seu louco orgulho.
Poda o juiz tur mais rigor como Ucltrlo' Ningucm
o negara; mas parece, que elle j anteva, que o ho-
mem, fazendo alarde do crime, quo pretenda com-
melter, su havia de se prevalecer uns suppostos*asso-
mos do magistrado, para justlica-lo, e, pois, mos-
trou-se este de urna moderarlo dillicil de imi-
ta r-se.
Esta narraefio coincide com a que fez o juiz ao
presidente da provincia, e acha-se confirmada por
uuas correspondencias de Rcltro. Na de 4 deste
mez, diz por elle o soldado Wanderley, que a opinifio
do delegado era, quo seu ordenanca poda entrar ar-
mado, at dentro do tribunal, mas que, por'deferencia
ao chefo de polica, cumprra o que este lhe pres-
crevesse ; e na de 16, tambem do correte, refere a
altercaciio, que tove com ojuiz, e confessa, que, nfio
auerenuo o l)r- Peretti estar pela sua intelligenca
o verbo assistir, teve de responder-lhe com mais
vigor. Repona, oucabecai'?
Deixemos o plano, e vamos ao drama trgico; por-
que dco em resultado o vilipendio da justica, bur-
lesco, pela maneira, or que foi representado. Que-
ra Beltrfio realisar sua ameaga todo custo, e servio-
lliede pretexto, para fazer entrar armado seu orde-
nanca no tribunal, o offlcio do chefede polica, no
qual se Ihe'dizia, que seu ordenanca podia entrar ar-
mado na sala de suas audiencias, com tanto que nao
passasse pelo interior do tribunal do jury !! ( Vid- Dia-
rio-novo de 3 deste mez.)
Com esta cxplica^fio, que o condemna, vai o dele-
gado fazer a revista mensal da cadeia, como confessa
no termo, que fezlavrar, e.scmassistencia do promo-
tor, e nfio attendendo, que aquelle era o ultimo da
de sessfio, eque nada justificava semelhante urgen-
cia, apodera-seda sala das conferencias, que a cada
momento se podia tornar precisa para os trabalhos
do jury; oque torna evidente, que seu filo era ni-
camente fazer prevalecer a sua opinifio, entrando o
seu ordenanza armado dentro do tribunal.
Com cffeito, entra Wanderley na galera para ir
fallar com Beltrfio, e, quando chega pouca distancia
do juiz, fazendo grande bulha com a espada, c tra-
zendo pistola na mfio, este, que nfio devia tolerar
tantos ultrjese justicia, e s leis, d-lhe voz de pre-
so; qual nfio obedece o soldado, por dizer, que he
Ilegal, e o delegado, que esla no quarto das confe-
rencias, fronteiro cadeira do juiz, grita, feito um
possesso, que elle est no seu direito!!!
(.Tao com oapoiodo delegado, encosta-se o sol-
dado aporta do quarto das conferencias; ojuiz, re-
cejando urna scena de sangue, que podia suppr pre-
meditada, limita-se a mandar lavrar termo de resis-
tencia, c a doclarar-sc coacto; e Beltrfio sahe do
quarto para chama-lo calumniador, por liaver feito
escrever, que o ordenanza tinha entrado no tribunal
armado, recolhe-se, c manda lavrar oulro termo, e
abrir o alcnpfio da cnxovia para subirem os presos,
que o fazem com grande estrepito, e, depois de inter-
rogados, descem da mesma maneira !!! !
destruir, eque nunca o sentara da merecida p(1_
niefio pelas violencias, que praticou.
Disse na minha primera correspondencia, que $
subia para a casa do jury por urna oseada exterior (>
que por urna so porta se entrava para o interior ('|0
edificio; que estecompunha-sede urna sala, queg
tinha dividido por urna grade, para accommodar
juizes e espectadores, nchando-se o alcapfio da en-
torta na parte da sala oceupada por estes; e que
no fundo da mesma havfio dous quartos, um com
mobilia para conferencia do jurv, outro, sem ellg
para se recolherem as testemunnas. Beltrfio fa*
mesma descripefio do edificio, na correspondencia
de 3 deste mez, assignada por Wanderley; mas, ape-
zar disto, o para tirar toda duvida, vamos apresentar
a sua planta; ei-a:
3"
oiiiapisaj
Op BS3N

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Kstas circunstancias j do dominio do publico, e
3ue chegriioao conhecimento do Exm. Sr. presi-
ente, sfio confessadas por Beltrfio, no seu extico
termo, as suas correspondencias, e por Wanderley
na que assgnou. Releva, ponm, dizer, que o promo-
tor publico, que assgnou os dous termos lie sabido,
que o do juiz he de resistencia, de que seria o do Bel-
trfio?! ) diz nasuaj mencionada declararlo, que
o Beltrfio, depois da resistencia do soldado, sahiodo
quarto, e disse, (iguora-se quem, he de crer, que
todos prsenles J que o soldado tinha resistido, e
resistido bem Beltrfio diz no seu termo, que se di-
rigi para este fim aos jurados, o soldado presente,
bem entendido, e o juiz, que o soldado resisti, e
que o Beltrfio gritava, que elle fazia bem : que diffe-
rencas!! Nfio valia a pena por tfio pouco assignar
dous termos, nem fazer declaraces.
Tenho at agora mostrado o criminosissimo pro-
cedimento de Beltrfio com as suas proprias palavras;
| resta-lhc a defeza, que se apegou, de que o soldado
Diz Beltrfio, que a galera nfio faz parte do tribu-
nal, e eu nfio demonstro o contrario, porque n3o
Suero offender a illustracfio do publico; e depois
iz, que nfio ha galera na casa do jury da Victoria, .
sim um corredor, porque nao ka bancos naquelle es-
paco, entre tanto que no termo, que fez lavrar, con-
fessa, pobre homem que esse corredor eslava api-
nhado de espectadores, e que ro preciso arredar al-
guns para se poder abrir o alcapfio da enxoviai
logo, serve o corredor para os espectadores assisti-
rem s sesses, logo, he galera, ou como lhe qu-
zerem chamar, ou serve de galera. E para que
fim se dividi a sala, alias pequea, senfio para se-
parar us juizes dos especUdores / Deir-se-h de
comprehender agora, que o ordenanza, quando teve
orden de prisfio, nfio poda estar a mais de doze pal-
mos de distancia do juiz? Beltrfio quer, que a poli-
ca do jury se lmite ao espaco oceupado pelos jura-
dos, e que tudo mais seja polica externa; e se eu
disser a esse ente obtuso, que ella deve at abranger
a sala das conferencias, onde elle ostava ? Se Ibe dis-
ser, que a lamida de, que tem ojuiz, de fazer pren-
der quem est armado dentro do tribunal, he mais
feila para os espectadores do que para os juizes? Que
dir* Nada distocomprehender, eser muito,que
Dos o Ilumine a tal ponto, que chegue um dia
conyencer-se de que o verbo assistir no art. 288 do
cdigo do processo nfio pode significar permanecer,
Estfio reduzidos os factos sua verdadeira expres-
sfio. V-se, que o homem quera cominetler um de-
satino, e teve a audacia de commettero maior, que
se tem presenciado no tribunal do jury desta provin-
cia: elle, agente do governo, que devia darfrcaao
magistrado, foi o que ferio de morte a justica, e tu-
do isto fez, dizendo-seautorisado pelo chefe de poli-
ca. De duas urna : ou Beltrfio, nfiosejulgouauto-
risado pelo dito oflicio para fazer o que fez, o tudo
quanto praticou foi por maldade, e para compro-
metter o nome de seusuporior; ou sejulgou, cao
chefe de polica toca avahar, a que excessos ja foi
levado um tal individuo, e a quantos mais pode ser
ainda arrastrado por sua supina ignorancia, desme-
dido orgulho, e violencia de carcter.
Em qualquer dos casos, alm da pena, que devera
soffrer por seu crime, elle dove ter prompa demis-
sfio, que S. S. tem obrigaefio de propr. As infor-
maces de S. S. ao presidente da provincia de aecr-
do com a queixa do juiz, e com as accusacocs, quo
sem'duvida reproduzdo na sua resposta a S. Exc. ,o
devem habilitar para despedir do servido publico es-
se inepto e mo agente, e dcsaffronlar a justica do
paiz, que elle tanto offendeo; medida, pela qual nao
dever nunca dexar de insistir o juiz de Santo-An-
tfio. Pese bem S. Exc. todos os excessos praticados,
em tfio curto espaco de tempo, pelo delegado; a
perturbaefio, que deixrfio nos espiritos; a perda da
l'nivn moral do juiz; a audacia ou impudencia do
Beltrfio, quando se jacta de que nfio ser demittido;
o excmplo, que deo a um soldado subjeito a um re-
gualmento rigoroso, animando-o na desobediencia
ao presidente de um tribunal, no exercicio de suas
funcees, desobediencia, que tem j produzido p-
timos fructos; e estou certo, que conhecer, que he
tempo de applicar a Beltrfio as penas da le, e retirar-
lhe a confianca do governo.
Nfio me rebaixarci rebater o que escreveo Bel-
trfio, de parce i ra como cumplice o amigo Wander-
ley, de baxo, indigno, estupido e brutal contra o
honrado juiz de direilo de Santo-Antfio; mas loca-
re i em algumas passagens das correspondencias, tjue
bem pintao nhere. Ojuiz, para fazer ver, que nin-
gucm podia entrar armado no tribunal, disse,que
ncm o proprio commandante, quanto mais um sim-
ples soldado. Beltrfio insina logo, que o Dr. Peret-
ti he inimigo do commandante do corpo de polica,
e tem ogerisa a todo o corpo O juiz nfio consent,
que elle leia o oflicio do chefe de polica em altas vo-
zes, na occasifio, em que elle se apresentou no recin-
to do tribunal, pedindo a palavra para defender, sem
perda de tempo, ao socio Wanderley, pelo crime i'-
resistencia, quando o processo ainda tinha de ser or-
ganisado pelo juiz municipal, ecomo lhe fosse elli
negada, vociferou en tfio, e escreveo dcpoiSj que
juiz tinha tratado com pouco respeito o oflicio do
chefe do polica Ora, tudo isto para intriga esta mal [
alinhavado, e muito fedorentopara incens; outro
offlcio.
Decide Beltrfio no Diario-novo, que o Dr. Per'1'
he incompetente, por falta de hablilaces juridifi
para resolver a questfio, que nos oceupa, com i/upa" '
lidade, outrosdirifio com conhecimento decausa^
emSanto-Antfiodiz, bocea cheia, que elle nemg'iinj'
matica sabe O Dr. Peretti, cu jos merecimentos Hite-
rarios e trabalhos administrativos teem sido aproo -
dos pelos nossos primeiros estadistas, econfessau
em pleno senado por um seu contrario em pon'1 '
pelo actual ministro do imperio, que o demitt'0
presidencia da provincia das Alagas, smente pe-
que nfio se quiz prestar a poltica do gabinete, q
elle julgava errada, como o declarou o mesmo n
nistro, nfio sabe grammatica, nem um pouquindo
jurisprudencia l.emhremo-nos, que este he o ai '
das calamidades, e que coube ao juiz deSanto-An <
a maior de todas, a de ser examinado enigramnia
ca e jurisprudencia por Beltrfio. ,,,,.
Como he fado de quem responde BeHrfio_si
do burlesco para o atroz, vou ultimar esta ja J''^>i^
ga correspondencia com a increpaefio, que
fazao /

rfm.


Pcretti, de ser sanguinario. Nflo; o Dr. Peretli n3o he
pool, entrado no correle mea, consignado Me. Cal-
sanguinario; seja testemunhaasua moderaglo, que moni provenid a scena de sangue, que quasi se representa1
no tribunal do jury da cidadeda Victoria; sejSo teste-
munhas toda a sua vida passada e presente, sua e-
ducaclo religiosa, sua moral rgida ; sojSo testemu-
nhasosseusmais rancorosos inimigos : um s nao
llavera, a cxccpcSo do Beltrffo, que sustente tal ca-
ralumnia. O (acto, a que allude o furioso delegado,
nflo Ihe foi imputado, mas. sim a um digno militar,
a quem osseus inimigos polticos, que receben apoio
dos inventores tiessa atrocidad infernal, acabflo de
conferir o primeiro commando militar do cxercito.
Ku tenlio mais boa f, e se me viessem homens de
partido, em quadra de grande exaltacUo, dizer, que
um certo agente da autoridade publica, que todo o
mundo conhece, a quem imputio dous assassinatos,
e que moslra boa disposiQo para perpetrar outros,
tiiili morto um horneen influente do partido tjpposto
ao seu, pedera provas, pois conlieco m f, ce-
gucira c furor dos partidos, esirva a minha indul-
gencia, quando poda ser severo, do licito a Beltrao.
Conlieco a resignarlo do Dr. Peretti; mas elle he
hornera e deve ter-se sentido aviltado nessa lucta
forjada com Beltro, para desaggravo da le; porque,
em circunstancias mais favoraveis do que as delle
neste negocio, s um imperioso dever vencera em
mim o nojo e repugnancia, que senta, quando me
propunha responder a. tal individuo. Seja esta, pois,
a ultima vez; porque a insolencias o bufoneras nflo
respondo, c agora, que os Tactos estilo explicados,
outracousa nflo resta ao Beltrao.
O Jurado da cidadeVa Victoria.
COMMEftCIO.
W
Alfandega.
BEMniMUCTo do da 28................7:537*805
Pescarregao Koje 30.
\GoUt*-FI$ecefarro, lijlos, cirvloe michi-
niimo.
EscunaHarf-umcarvio.
Ii i reaArilidllbacalhio.
Brigue I tuna carvao
BrigueJosefina t Emiliavinboi e cebolla.
liare Antuerpiamercado ras.
Brigue Cataridea.
Escuna Anljedem.
BrigueS.-Andi-A postlofariobi.
150 tor.elada de camode pedra : J. B. Moreira.
OsPRAY. bsrea Inglesa, vinda doTerra-Nove, on-
trada no crrante me>, comignada I Me. Calmont Sj C,
manifestou o aeguinlc :
1,700 barricas de bacalhio : i Me. Calmont # C.
CONSTANTE, polaca tarda, vlnda de Vboia, entra-
da do correle met, cuusigoacio de N. O. Bleber $ C,
maoiiettou o seguate:
157 modioas de sal, 1 pipa aielte de ollveira, 4 caixas
camas de ferro, 4 ditas mobilla, 59 fardos e Ib eslas
papel, 13 lardos papel de embrulbo, lOaaccas pntenla:
tos consignatarios.
ANTJE, escuna, hollandera, vlnda de Harlingen. en-
trada oo correte mei, cooslgnaco de Breoder a Braa
di*, manifestou o seguiote :
200 calas genebra. 10 ditai espingardas, 1 barrica
facas. 1 eaixa e I barrica obrai de ferro e de cobre,
barricas progos, t barril mantalga, 3i>8 botlJOas oleo de
linhaca, 8 barriese alveiade, i caitas parteacei para es-
critorio e servlcos de casa, 305 caitas queljoi llamen-
gos, 140 ditas ditos de prato, 9&000 kilogrammas carvio
de pedra : aos consignatarios.
i caita obras de ferro e ico : a La Bretn Schramm
Consulado.
BEHDWKNTO DO DU 28.
Geral...........................'.. 3:034*116
Provincial.......................... 750*160
Ditarsai proiocias.................. 114*083
3:898*309
Antonio de Almeida, carga assucar. Patsageiro, Jo-
s Mara Furtado Prea, Portugus.
Mein; brigue porloguez Robim, capillo Antonio Pe-
reira Borgei jnior, carga assucar. Passsguiroi. I).
Josepba Joaquina de Muraos Sarment, Aletandro
Jos Gomes, Manoel Domingues Pereira, Jos An-
tunes uimaries, Brasileiros.
Ilaa de Fernando ; escuna de guerra brasileira Leopnl
dina, cninmandtnle o 1. tenante Candido Jos Fer-
reira. Condut o commandante da dita liba, sua la-
milia,40 presos de justica o 12 pracas d'arlilbaria.
Dei larages.
CUMPANHIA DEBEBIRIBE.
dilo Sr. bem sabe, quo ja pissou um anno: e nio o (a-
zendo no lempo marcado, seri tendida para pagamon-
to do principal e juros : asaim romo, tambero avisa as
mais peisoas, que leem penhores de ouro e prata, do os
irem tirar no mesmo praio cima marcado; se nio, per-
derlo' ludo o direilo, quo nellcs liverem, por ter pasta-
do dobrado lempo do trato, que se di com os dono de
t.,cs ol j.M'tn Fjz-so o presente, para que ninguem le
chame a ignorancia. Antonio Pertira dos Santos.
= Jaoinlho Jo.o do Medeiros, o Jos do Almeida
Muniz, lendo contratado com o Sr. Antonio Jos de
Souza Machado fa/erem o aterro de una porfi de
terreno alagado, no lugar de Fra-de-Portai.dole mar pequea, pagando-lhel o mrsmo Sr. 2500 rs.
unrtRHia Ub KbBIRIBE. por cada braga quadrada, e to ate o da 30 do corren-
U caita da companlna de Bebirihe, tendo de prestar le mez de marco, previnem ao dito Sr., que o refer.
contal a aiimini?traco, roga ios Srs. accionistas en
atraso, bajo de rea .'isa r as entradas da ultima prestaci
de 6 p. c. at o dia 8 de abril protimo futuro
O caita, M. G, da Silva.
=s O quarto batalhlo de artilharia a p precisa con-
tratar os geoeros seguintes: ca-ne verde e secca, baca-
Ibo, lann a, arrot, feijio toucinho, o assucar: ai
peisoas, que os quierem fornecer, dirijio-se ao quar-
tel do Hospicio no da 31 as 11 horas da manha.
Jotiquim Candido Pes>oa Segundo-lenenle, agente.
Aviso
s martimos.
IMPORTACAO.
GEOVE, polaca sarda, vinda de Genova e Marselha.
entrada no correte mes. consignada a, Gaudino Agosti-
obo de Barros, manifestou o segulnte :
De (io.iova. 9i fardos papel, H78 ditos dito de em-
brulbo, 123 suecas cevads, 427 caitas manaa, 80 cestos
dita, 46 b aricas castaobas, 14 fardos baibaote, 18 saccaa
leijio. 15 barricas alpiste, 5 fardos lonas, 21 ditos alfese-
ma, 2 barricas senue, l dila incens, I caita penses de
otarflm, 8.ditas laieodas de seda, 1 dita rahme, 1.500
resteas de albos, 3 caitas sangueaugas, 2 ditaa essencla
de anis, 7 ditas drogas, 1 barril dita. 3 fardos dita, 3
caitas farendas de algodo, 4 ditas calcado, 8 fardos es-
topa, 150 gigos batatas, 12 caitas (metas, 6 ditas quel-
jos. 1 dita livros, Scanastras fructas : 4 ordem.
De Marselba. 150 caitas sallo, 200 ditas ateite, 3
p i.i nos: .ordem.
NLIE-MATHILDE, brigue francet, vindo do Ha-
fie, entrado no corrente mez, coosigodo a J. P. Adour
& C manifestou o aeguinte;
300 barris e 200 suelos ditos manleiga, 3 caitas la-
teadas de seda, 1 ditas peilumaria, 30 cestos vinbo
chainpanba, 3 caixas faiend's de las, 2 ditas calcado. 3
ditas dito e palles. 1 dita (aiendas de Imtio, 1 dila bejo-
teria fina, 4 ditas fatendat de laa e de leda, 4 ditas cha-
peos para humero, I dita lencos para pescoco de leobo-
ra e suspensorios, 1 dita faiendaa de algodao e suspen-
sorios, i dita bejoteria falsa, calcado e lencos, I dita
cordlo de algodao, I dita farendas de leda e algodio :
J. P. Adour & C.
60 barris e 40 rneios ditos manleiga, 50 ditos chumbo
de inunicao : J J. Montelro.
110 barris e 20 malos ditos manleiga : k N. O. Bieber
&C.
80 barril e 40 rneios ditos manleiga, 2 ditos tiots, 2
caitas merciarlai, 3 ditas cbapos para meninos, 212
g'gos btalas, I calta chapoi o modal: 4 ordem.
80 caitaa queijoi, 50 ditas velas, 1 dita livroi: B.
Lasserre ,\ C.
I caita livroi: i L G, Ferreira & C.
1 picote e I caita plantas, 1 caita livros e papel:
F, M. C. da Fonseca.
2 caitas fateodas de algodio, 4 quartola vlnbo, I em-
brulbo amostras : Bolli &. Chavaooei.
1 pecle livros : Vaulhier.
I cala chapeos para bomem, 1 dita calcado, 1 dita
porcelUoa : 4 Leooir Puget $ C.
> caita callas de estanho : & Cesar Kruger.
'i caitas fateudas de algodio, I dita fateodat de seda,
1 embrulho amostras : i S. Tobler.
10 caitas lustros, alampadas, candieiroi, obraade vl-
dro, placas de ferro coado, p A. de Ollveira.
4 barra e t caita conservas, 1 caita modas e brinque-
dos : i Meoron & C.
caitaa Utas de seda, 3 ditis lateodas de algodio, t
dita ditas de lioho e algodo, 3 ditas chapeos para bomem,
I iliia ditos de sol de panoinbo, 2 ditas caodieiros de co-
bre, 2 ditas pannos, 3 ditas calcada, 4 ditaa couros, t
dita bons a luodos para chapeos, 9 ditas papel, 1 dita
fiieudes dalia, 1 dita obras de vidro, I dita laieodas de
"-da, t dita leques, papel e bejoteria falsa, 20 cestos vi-
\Dbo champaoba. I caita sedas e leques, 1 dita seda e
wjuieria dourada : 4 D.dier Colotubier & C.
4 caita latenda de algodSo e seda, 5 ditas o 7 fardos
faieodas de algodio, 2 caitaa ditas de seda e gravatai, 2
Boibrulhoa amoslrsi : 4 Kaikiuano ce Roaemuod.
1 fardo faieudas de lia : 4 A. Si. Martin.
' fardo laiendas de lia, 6 caltas e 3 laidos fazendas
de algodio, 50 caltas queijoi: a J. Keller g C.
2 caitai droga*, I dita pboipboroi, 1 uila clarilca-
dores, 2ditas amena, 4 dita papel de imprimir, 14
ditaa papel, a ditas cristal, i dita papel de cures, I dita
caitas de rilaoho, I dita peilumana, 3 ditas (alendas
de lia, i dn. ditai de BaSa, SMf raeriai, I dita papel
d'-vioro, | dita chapeos de seda, I dita Calcado, t dita
obra de metal, < ditas porodlana, 1 dila allin.'e-, I di
goa de colunia, i dita cliap6o de s..l de pauuiuliu, i
PRACA DO RF.aFE.28 DE MARgO DE 1846,
AS TRES MOKAS DA TARDE.
RBVIST\ SEMANAL.
Cambios As transaccoes da semana forio regulares
ao cambio de 26 '/ d. p. 1* rs.
Assucar A entrada do de cargas fei abundante, o
foi mais procurado esta semana, tendo-ie
tendido de 1*300 a 1*350 rs. por arroba so-
bra o farro do braocoeooeuedo.e de 1*100 a
14150 rs. a dita sobra o dito mascando di-
to ; e em turneado e enllocado branco de
2*400 i 2*900 n. a arrobl, a de 1*900 4
1*950 r* o masca vado
Algodio Tambern foi mais procurado, teodo-se ven-
dido de 5*100 a 6*200 rs. a arroba de 1.'
surto, e a 4*700 rs. de 2.*
Couros Venderlo -le de 131 a 132 '/ ". a libra ;
tendo diminuido o deposito em consequeocia
de maioies vaodaa.
Ateite doce dem a 1*900 rs. o galio do de Medi-
terrneo.
Bacalhio Eniruu um carregamento de 3,000 barri-
cas, que, por nio ser de boa qualidads, nao
acbou comprador por atacado, e se eit re'.a-
Ibando de 10* a 134' rs. a barrica.
Batatas Venderio-se de 500 a 800 rs. a arroba.
Ilolatinha dem a 3*700 n a barriquinba.
Carne seccaEntrarlo tres carregameolos, com o quaes
o deposito be de 36,000 arroba, leodo-ie
taadido de 2*400 a 3* rs. a arroba.
Farinba de trigo Cbegou um carregamento de Fon-
laioecom 1,300 barricas, que.se dii, loiven-
dido a 18*500 rs., e com elle o deposito be
de 5.500 barricas.
Dita de mandioca --Cbegario alguna pequeos earrega-
mentoi, dos quaea dous forio psra o Norte ,
tendo-ie vendido de 4*200*4*400 rs. o al-
queire enligo
Pimeola da India VenJeo-se a 180 rs. a libra.
Papel de embrulho dem de 800 a 1* rs. o de mar-
ca pequea.
Toucinho de Lisboa dem de 5*600 a 5*600 rs. a
arroba.
Vinbo da Figueira dem a 126* ri. a pipa.
Entr&ro depon da nosta uilima revista 22embar-
caroei, esabirio 12, etistiodo boje no porto 81 : sen-
do 2 amencanaa, 4 austracas, 25 brasileirai, 3 belgas,
5 dinamarqueas, 4 Irsocezai, 2 hamburguesas, 1 bes-
panbola, 1 hollndola, 10 ingletai, 2 napolitanas, 1
noiuegueose, 8 portuguesas, 7 urdas e 6 suecas.
Para Hainburgo sahe. o dia 10 de abril, o brigue
sueco Hrbe ; s tciu lugar para 50 caixas ; quem preten-
der, dirija-se aos consignatarios Le Urclou Scliraniiii & C
A barcafa Fio* -do- Mea fe irgue para qualquer
porte do Norte ou Sul : quem pietender canegar ,
ou frela-la dirija-se a Maooel Jos Goncalves liraa ,
seu proprietario ou ao mestre a bordo.
as Para o Havre sahira com brevidade O brigue
Irancez NtttMalnilde, capitio (iuilbert: quem qui-
tar carregar, ou ir de passagern dirija-se a'oi consig-
natarios J. P. Adour & Cotopaobia ra da Crus ,
n. 21.
= Para o Rio Grande-do-Sul pretende sabir, na
quarta-feira de manbia, o brigue S.-Maria-Boa-Sorte:
oseicravos, que liverem de embarcar, deveral Qoar a
bordo na vespnra.
= Para a Babia labe infallivelmente no da 31 do
coi rente o hiale Sanio-Antonio-1'lor do Rio; su
recebe alguma carga miuda o passageiros: trala-se com
Jos de Olivaira Campos na ra do Queimsdo, n. 4.
Para Falmoulb legue, em 8 das ,o lindos mu
veleiro brigue ingle/ .Susana capitio Mamell ; rece-
brndo pattageiroi smenle para ol quaes lem etcel-
leoles coiniiiodos : es pretendentei, dinjio-seao mes-
mo capitao ou aos consignataiios Me. Calmont &
Companbia.
ss Para o Maranliao lahe com a miior brevidade
possivel, o brigue-escuoa /.aura ; para carga e paa-
ssgeiros Irata-ie com o capilio ou com Novaesdt
Compasis na ra do Trapiche o. 3V.
Leil.to.
= J, D. Wolflinpp & Companbia (ario leilio, por
intervencio do corretor Oliveira, de todos os lundos dn
loja do chapeos da ra de Queimado n. 37 consis-
t i rulo em chapeos da varias qualidades o lodos os per
lences para labrica dos niesmos e armacAo &c., lu-
do para pagamento dos i-redores da dila loja : ler{a-fei-
ra 31 do correle ai 10 horas da manba na in-
dicada loja.
ivisos diversos.
Moviiiicnlo (lo Porto.
O DADOR.
O n.98 acha-se a venda na praca da Independencia,
livraria ni. 6 e 8.
um moleque para todo o
- Aluga-se
a"a ditos de teda, 1 dila u-pausnos, escovas e caitaa
P<"a rap, 2 ditaa obras de vmru, i dita fateodas de algo-
"0". 24 ditas queijos: i Avnal Fiies.
II UN A, tkngue ingles, vindo de iMew-Csstle, entrado
do correula mei, cunsigoado i JuaqUiui Baptista Mo-
reira, inaoifeaiou o seguuite .*
160 tiiieiauas e 2 quiutaea de carvio de pedra : 4 i.
B. Muieira.
'IARFREWS, brigue dinamarqus, vindo df L'ver-
Navios entrados no dia 28.
Baha ; 6 das, brigue sueco A'iiai'r, de 250 toneladas,
capitio B. B.Obssoo, equipagem 10, em lastro; a
ordem.
dem ; 6 das, brigue hamburgus Catharina, de 251
toneladas, capillo C. Ralbjej equipagem 12, em
lastro ; a ordem.
Mar-Pacifico, teodo sabido da New Bedlord, ba 32 me-
tes, galera americana Kragonia, de 497 toneladas,
capitio Chailei Waterman, equipagem 30, caiga a-
zeite; ao capitio.
Alcobaca por Babia ; 15 das, lancha brasileira Stnko-
ra-da-Ajuda, de 21 toneladas, capitio Milinianodos
Santos Miranda, equipagem 5, carga farinba ; a A-
molim Irruios. Passageiros Manuel Ignacio Si-
mOes, Antonio Custodio da Cuoba, e Geraldo Vat
da Silva, Brasileiros.
Aavsos sonidos ao mtimo dia.
Gotemburgo ; brigue lucoStwa, capitio G. Godher-
oii carga assucar.
Trieste; brigue sardo Rosa, espillo Filippe Semeglio,
carga assucar.
Rio Grande-do Sul pelo Bio de-Janeiro ; brigue bra-
silero Competidor, capillo Ignacio da Fooioca Mar-
ques, carga val ros gneros. Pasiageiroi, o 2 len-
te Maooel de Sigueira Campello Jnior, D. Mana
llavmunda Gomes e urna menor, Branleiroi, com 1
escraia e 15 ditos a entregar.
Cabn-V nle ; barca hamburgueza Catharina, capitio
C. Kulbjey, carga a mrima, que troute.
Navios sahido no da 29.
Falmoulb ; brigue dinamarqus omiso, capitio N. L.
Ellerj. carga .ssflear.
dem ; brigue dioau.arquez Rector, capillo C. trn-
tiaoioo, carga assucar.
Palermo ; barca nipolilana Antoniella, capillo Andr
de Bartolo, carga asquear.
Trieste ; galera auilnaoa Fadillts, capillo arlholo-
meu, carga aasucar.
UU*i bijguapoilugSIs'!*/? fl> ap'lin Severino
servico: na ra larga do Hozario, n. 26,
primeiro andar. .
A luga-se o primeiro andar do sobra-
do da ra do Queimado, n 7, com com-
mndtis .siillificulcs pura qualquer familia :
os pretendenles podero dingir-se a loja
do mesmo sobrado, que acharad com
quem tratar.
Aluga-se urna casa terrea, na ra da
Soledade, inuilo larga e nova, repartida
moderna, com duas salas, seis quartos, co-
zinba l'ra, quintal murado, e outro inui-
lo grande, cercado: tiata-se na ruada
Aurora, 11. 58.
Lotera de S. Pedro Martyr
de Dlinda.
No dia primeiro de abril protimo futuro, andaoin-
(alhvelmente as rodas desla lotera, embora fiquem al
gunl I.libeles : o resto desles acha-se posto a venda nos
lugares j mnuociadoa, eso serio 01 meimos bilbeles
vendido! al a vespera do andamento, nicamente na
botica doSr. Moreira Marquei na ra do Cabuga.
-Judo da Costa Majando, subdito portuguez, e sua
mulber Bernarda de Jrzus.com duas lilba menores, re-
lirad-se para fra da provincia.
= Precisa-so de um carpira para ir para um erge-
nbo perlo da praca : no Allerro-dos-Alogados, n. 31
Na mesma casa comprio-iebritai e qusrtaoi.ieado 00-
vos, e anda rneamo magros.
=0 Sr. 11 A. B. L. queira ter a boodade de man-
dar pagar ao abaiso assigoado a quanlia de (Jl j220 rs.,
procedidos de lileiioi, que vompiou ao abs::= :::gua-
duem sua V'oda na ra Furinosa, isto no pra/o de 8
dial 1 contar deilo le nio, se uiar dos rneios necesta-
rios para este IIni; pon o lempo lem sido lufliciente pa -
ra te esperar, como se podera mostrar com documentos
recebidos do dilo Sr. cima.
Antonio Pereira dos Santos.
= O Sr. George, Ingle/, que trabalba na fundi-
dlo da ra da Aurora, baja de ir, ou mandar tirar a sua
cauca, que lem empenbada na venda do abano assig-
nado, na ra Formte, iato 00 pratode 4 das ; pon o
do atorro i aoba promptu, na forma estipulada no pa-
pel de trato, desde o da 10 do presento mez, como ver-
I' lmente se Ihe lem feito r por diversaa sezes; e em
consequencia o chiman, por ineindeslo, a lomar contado
me nrionado aterro, e a 0Q morir oque conlratou ; vil-
ti> qu anda se aclia dentro do pra/o: e caso o nio faca,
er a isso compelilo judicialmente, pira o que j* foi
chamado a concilitcio.
= O abaito assignado, lendo com sorpreza o admi-
raego o annuncio leito pelo Sr. Jos Antonio de .Maga-
Ihaes Baslo, no Diario de Pernamburo n. oO. o para
que o publico suspenda toda a ideia do bem, ou do mal
a respeito, julga o annunciante de seu dever, por repu-
tarlo e crdito, dar latxlavio ao dito, e bem assim, quo
como escriplurario dos livros commerciaes do referido
Sr. Basto, ecomoieu caiseiro para um tudo, relativo a
seu negocio, lem etactamenle preenebido sua obriga-
cio, e nada deve ao Sr. Basto ; bem como nunca em
seu nome pedio o annuni-ianto para si cuusa alguma.
''.Si. Basto, quando pretendeoo annunciante para seu
servico, nio deo satrslacao ao publico, esto nio Ib'a
pedia agora, a se relleclisse, que com o lito eu an-
nuncio ia per de ma fe. o annunciante perante o referido
publico, o nio faria; porque para isso nio tinba, e era
lem o mais leve motivo. I'einambuco, V de marco do
1846. Domingos Aires Barbosa.
Furtrio, do bolso da urna casaca, mi nenen-
se urna carteira com 22j rs. o um meio bilbele da
lotera de S. PedroMarlyr.de n. 1118, ama caute-
la da mesma lotera : cujo numero ignora le ; e o di- r
nheiro, que lian 1 em dila carteira, era em duai cdulas
de 10j rs. e umi de dous mil rs. e a carteira ja be
bstanle velba porm dourada e ratificada de novo ,
com os cantos de papel verde-claro e o caderno de
dentro tambern novo que ainda nio lem eicnpla al-
guma. lto(i-ie u qualquer pessoa, que a tenha echa-
do ou a veja em inao de alguma pessoa de a tomar
e levar a casa de rancho da Senhora Bellinha, as Cin-
co Pontai que sera recompensado com a maior par-
le do dinheiro. A dita carteira desappareceo no dia
da procisso de Pnssos.
as Alugo-se dous moleqaes, um con pratica do
caipina e o oulro tanoeiro sendo este ultimo quaii
completo no seu olfloio nao se duvidando alu-
ga-los inesino para algum armazem de assucar : quem
os pretender, dirija-se a ra da Cunceicio da Boa-Vis-
ta n. 9.
A pessoa, que annunciou no Diario n. 68. quin-
l.i-eir.i :li oo coi r ote, querer fallar com Manoel
Joaquiui Torres di rija-se a ra larga do Horario ,
n. 29.
Alug"-ac, mentalmente, um preto escravo que
nio seja bebado sendo canoeiro, para conducir canoas
d'agoa : a tratar com Manoel Antcnio da Silva Motta ,
na ra de Apollo tanque d'agoa junto as taitas de
ferro.
Precisa-sealugar 12 | reos, para servico nesta
praca e lamliem homens lorroi ; pagio-se bem : a
billar rom Gaspar Jos dos I Seis em I ora de-Portal.
Troca-so urna preta de boa conducta, cotinha,
cose engomma e lava sadia, por outra que lenba
cria e leile vultando-se o que se a|uslar : na ra lar-
ga do Butano loja de miudezas o. 3, se dir quem
quer.
=3 Avisa-se aoSr. ihesoureiro da lotera de S. Pe-
dro que nao pague o ni' 10 bilbete da mesma lote-
ra den. 11IS, sean ao leu legitimo doao qua
be Izidoro Hilieiro Campos, poro ter perdido.
s Francisco Kernnndes Tbomaz faz publico, que
o escraso de Joaquiin Pereira da Cunha morador na
.Malhada-da-l'edia, provincia da Parahiba (o reco-
Ibnlo a cadea desla cidade por ordem do subdelga-
lo Ignacio Antonio Itorges a cujo respeiln esle Sr.
lem (eito pelo /Jtario-n os competentes anouncioi.
Francisco Fernandes Tliomaz, na qualidade de
procurador batante da viuva do tallecido Custodio Luis
liis, roga as pessoas, com quem o mesmo tallecido te-
ve transarles ese julgueui credorai, de epreseola-
rem snas cuntas para seiem eiaminadas,.
Precisa-se de um pequeo do 12a 11 un nos, pa-
ra caiteiro de venda ; na liavessa do Pociobo, n. 31.
Olferece-se um caiteiro para venda ou outra
qualquer oceupacio do que ji lem conhecimeniol o
d fiador a sua conducta ; quem de leu presumo se
quitar ulilisar, dirija-se a ra do Coldeireiro n. 60.
Agencia de passaportes.
Na ra do Collegio,botica n lli,enn Atterro-da-
Koa-Vsta loja n. 48, tirio-se passaporle para dentro e
((irado imperio,assim como despachao-se escravos: tudo
com brevidade.
Ao arsenal de guerra se offerece aieile de carra'
pato puro a 880 rs. a caada e do coco a iO r.
a medida lio de algodio e torcidas pelo mesnio preco
do mez pi cenlo ; no deposito de ateite de carrapato ,
na la da Sen/klla \ riba n. lr-0
yuem precisar de 11111 caiteiro portugus para ven-
da ou uutra qualquer oceupacao, mesmo sendo para o
niatlo, oqualja tein bstanle pratica de venda, dirja-
se 1 na do Nogoalra, casa 11. ii.
t 111 lioiii.in de meta Idade ollerccc o seu presumo
part iiualquer esubeleclmento, seja de que nalureza
'i : aue!" precisar annssncle a sua inorada para ser
procurado.
= Sal de Cadit c do A--.ii, bem grosso e claro, em
graudea e pr-qurnas porcAes, a liordo, e 110 ariiiaiem da
1 na da Sloeda, 11. 7; assim como nina por(o de palha de
carnauba, bem nova a por prejo couuuodo ; a tratar
COM l^opoldo Jos da Oosla Araujo.
^1= Ho ariiiaieni de Rragues, ao p do arco da Concei-
i, an, veudcni-sesaccas de (arelo uovo ao mdico prejo
de if JO rs.
O coronel Francisco Jos Damaiceoo Rotado
mudou sua residencia para a ra de Aguas-Verdes, so-
brado do uous.auiaie-, o. 86.


'-
-fTJT

A viuva de Anacido Antonio de Montes roga ao
Sr Francisco Riboiro de Bnio l!io maride pagar os fo-
. -..la ra du Gloi ia ; pois al o p:sente anda
ii 0 Ib i |ixga.
Oirercce-H una mulhcr pan ama de urna casa ,
a qual iffrivelmonle toda qualidade do comi-
di, eengomma bea; quem det seu prostimo se qui-
zer utiluar. dirija-te ao beeoo do Burgo, sobrado n 29,
ao pe da padaria.
Candido l.aciano d'1 .Melenos retirase para
Portugal, o tratar de sua saudo.
Antonio l'inlo subdito portugus, retira-te
para o Porto.
l)un..tien Duprat, ba pouco, cliegado de Franca,
tegue viagem para a Babia.
" Sr. Paulino (.Pocilio Babia tem orna carta ,
inda da Hahia era linda por cima da botica do
Sr. Gonzsga
= Oafiaixo asiignado recommenda ao lacaio Jacin-
ll.o Jos de Andrado quo baja de se conler com a sua
ni lingo i. desacredita nilo i pettjai, que nao falli
H1!' n-ni-e imporlo com o scu viver; antes de
quem ello falla llie p le justificar as arrobas do bo-
o estocar refina lo que elle negou para nao pa-
| II 6 at Contal avulladas, que faz coinscus freguezes,
que por iso tem ti Jo grandet quetloet, Os Srt oego-
1 I d '.' brir o olb ) corn o tal bicho do concha ,
i| i >ona de una manoiri e obra do outra.
Julo Cypriannq /{ngel.
Alog -seuipacata terrea na iua do Sebo, na
I > isla mur da, com cacimba e bom quintal por
l re/o muito barata : a tratar no paleo da S. Cruz ,
padaria du urna S porta de Manuel Ignacio do Sou-
Teiiera.
-- Alugio-ie o terceiro andar c solio da casada tra
I lo O p iiunfo, n. 1, muito fresca edo bonita
silla. | i prego muito commodo t a tratar na misma
travesa renda n. 7>.
Na roa da C.adei i do Itecile loja do Joio da Cu
i Magalbiei eziiteon cartas para osSrt. Jos !Mar-
l m Goinei da Costa, doutor Tboinai l'ompeo do Sou-
i '' -il Manoel do .Moura Volcado Jos Mara
Ferri ii da Cunlj i.
rreriia-so de um caixeiro de IV a 16 annos,
para un deposito de generes da Ierra ; na la Direi
ta, n. 18.
Al petiott, que litcrlo coritas com o fallecido
Purta,queirao tpresenlar quanto antes, noescrip-
tonu d i Bolli di Cbivannet, na ra da Crui, n. 40, pa-
i ici em pagas
Aluga-le o terceiro andar di casa da ra da Cru>,
no lenle, ii 40 : ti tratar no primeiro andar da nr s-
nii Casa i Cbiv.inms. Ad verte-te, que nao
temcoiinha, o por isto t conten a petioa tolteira,
Muga-te uinac si terrea lilaoa ra i'.o Mon-
deg i, d fronte do becco dai Barrenas, >or preco com-
iii" 1.1: a tratar na ra por de tras do tlie-itro volito ,
n. 20, segundo andar.
I'recia-t" alugar um rapaz, que se proponha a
I cava los. carrinboi o .n-iiwnli.r do libre ;
do Aterro-da-Boa-Viita n. 36
= Precita -te de nina pretl captiva pan ama de casa
di pouca familia que seiba cotinhar na ra do Col-
legio venda, n. 9.
No da 26 do correle i pelos 7 borat e meia da
noule, no pa'eo do Carino na occaiiio que ia o Sc-
nbor para o Carino, perdeo se una carleira verde ,
contri,,i nell uina sedula de 2000rt una obriga-
cJode 18,000 r~., e urn papel rom um Bsenlos;
a liver acbadoe a quizar restituir, dirija-te ao
; i o do Terco, n. I, queso Ibo agradcela
Compras.
-- Coniprflo-se cicravoi de amboi os sesos, sendo
do 12 a 20 annos, o coni linas lir'urus pago-so bem :
na ra Nova, loj de ferrageot, n. 16.
Compra lo efleclivamenle papel de embrulbo a
3O0n. a arroba ; na ra larga do Roiario n. 21,
(onlronte a botica nota do Sr. Sos Mari.
Compra te offeclivamente papel de ditriol velhot
para en.brulbo a 3300 rs. a arroba ; na ra larga do
rio, ns. 15 e 38
Compran se, para lora do provincia escravns do
ambos ot seiot, de lia iO anuos, cum habilidades
ou ii ni ellll ; sendo do bonitas liguras, pa^ao-se bem :
na ra das Criliet, n. 22, segundo andar.
= Coni| iSo-se para lora da provincia csrravos
de 13 a 20 aoOOl ; sendo de bonitas figuras, pago-
io bem : M ra da Cadeia de S. Antonio sobrado de
um andar, de vareada 8e [6o, n. 20.
= Cnmpr8o-ie 2 i scravos, um pedreiro e outro car-
pina paia urna cncoinnn nda do Rio Giande-do-Sul;
na ru do Collegio armazem n. III.
Compr -se um ou dous bracos do balanza Ro-
mo : na ra Direila n. 2.
Compra-se cobre virilUa-onda,
jior metade do sen enligo valor : na ruu
do Queitnado, loja de miudezas n. iq
Vendas.
Vendem-se dous apparelbos do louca sendo um
lino e outro entre-lino por preco rumo odo ; na tra-
versa da ra estrella do Itozario', n. 1.
\ eudu-e aarr..-pai iiilia ilu SUpeflOI qunliuauu,
ebegada no biiguo-escuna Laura ; no nr.....,nn do
Braguez, o pe do arco da Cuncei(ao.
as Vende-te couro do lustro da melbor qualidade ,
quo existe no mercado tanto em dutia como a re i-
llio : os artistas quoquierern fazer calcado desta fa-
zenda sem receio de Ibes rachar devem dirigir-ie a
na da Cadeia do Kecife loja do miude/al n. 8 ;
timbean se vendem cordal do Iripa e borddes para ra
beca.
Aendo-ie urna carroca nova, quo lerve para boi
ou cavallo. por preco contmodo ; no Alcrro-da-Boa-
Vista, n. b4.
tcVendeavee as obras completas de Goltier He-
necio 2 v., 7> n, ; Vollairo completo 3 n. ;
Hocaf ron estampas, 2000 rs. ; ohras de Wattol, encaderna-
dal, 7 v. ; Museu l'illoiesco cncadernndo, 8000 n. ;
Amigo dos bomens encadernaiio 8000 rs. ; metbo-
do de piano, completo o encadernado 8000 rs. ; na
ra do Crespo, livraria n. 11. Na mesma precia-'o
alugar urna oscrava quo saiba ongommai o coziohar.
=Vendc-se azeito doco fino, em garrafdcs de 2$
garralas; dito de coco as ranadas: na ra da Sen-
zalla-Velba deposito de azeito de carrapalo, n. 110.
Vendem-ie tabeas de pinbo americano, de 10 a
50 palmos de cornp'imento e do 1 palmo a 3 do lar-
gura ; -lito da Suecia costado, cosladinbo assua-
Iho e forro para lundos do barricas; assirn como urna
poreo ile relugo propria pata estacadas, ou cerca ,
ludo por pceo enmmodo por se querer desoecupar o
armazem : atrs do Ibeatro velho ou a tallar com
Joaquim Lopes de Almeida caixeiro do Sr. Joio Ma-
llieus.
Ventle-se, na rita da Cruz, n.
3 6o, armazn de Fernando Jos
%j Brngtiez, ra da Cadeia do He-
H c i le*, cera em velas, receliida |
3 ..ir,.

ltimamente de urna das mclho- H
res fabricas do Itio de Janeiro, I
c lie de ptimo sorliinenlo, por
5 ser de Ircs at i(i em libra e por
;' preco niais barato, do-ejue em
! Ira ipialipicr parle.
j ---..------- .-,, -j-^..v-. -v-.--.rr -,-H","
I ._'_.*
= \ ende-se urna prosodia 10j rs. ; o Kspelbo da
mortu com 40 estampas de grasuras de oc,o ; gar-
r. fas do tinta a 320 rs. ; boles brancos o pretos a
200 rs. a grosa : na livraria da ra do Crespo n II.
=Ycndcm-se borzeguins, pelo barato preco de 3200
rs. ; sapalos de lustro n. -7 nara meninas, a 800 rs.;
ditos da cordavo do Lisboa para senbora a 900 rs. ;
l.otins do Lisboa a 2860 rs. ; sapatos abotinados,!
3000 rs. ; chiquitos para meninos o 120 rs. ; o ou
tras umitas qualidadis por preco muito Comuiodo : na
ra ila Cadeia do Itecile n. 38.
= Vende-se um sitio na estrada de JoJo do llar ru; ,
junto ao becco do Espinbeiro com boa casa do pedra
e cal feita a moderna ditas de taipa pequeas ,
com 130 bracas de fundo o 00 ditas do frente bas-
lautes arvoredos de Irui lo ; vendo se para so pagar urna
bypotheca : na ruu dos Pires, n. 8.
Vende-te familia pela medida velba a retalbo,
ou cr.saccada por pre^O coiiiinodo ; no armazem du
polla larga no caes do Collegio, aonde basacrasde
lar.nlia do Um de-Jan im de superior qualidado ,
inilbo c leijio Uiulalinbo.
=zVndem-sodout ptimos o lindos escravns sendo
urna preta de na(,-ao Angola de idade de 17 annos ,
com lu ti i lid es o um prelo de idade de 2'2 anuos,
rarreiin e pupilo para qualqucr servico : na ra es-
treita do Rozarlo o. 51. primeiro andar.
Yciide-sea loja de miude/as da ra do Queimado,
n. 2 i, com os fundos que convicrcm ao comprador ;
lambem se vendem as miudezuss, a dinbeiru a vista,
com tbaletoffrivel urna musa propria para fazendas;
um candil iio do meio de sala ja u-ado ; o iniuilezis
a retalbo : tipettott, queso quierem aproveitar da
UCCaliBo de una Loa loja em ptima ra dirija se a
mesma loja, que acharo rom quem tratar,
. Vi-ndeiii-so 3 lindos cscravoi ; uina parda, de
13 anuos, com principio de costura, e be bastante di-
hgente; um prelo de 22 anuos, do muito bonita fi-
gura propuo para qualquor servuo ; um mulalinbo
ca i o, da 13 annos, multo pror.no para pagem : na
ra I. rga do lo/ario venda da esquina n. 39.
= Vende-te urna eterava de narao de bonita li;tl-
ra de 24 annos, ptima quilandeira ; dous inulati
ntios do 16 annos de bonitas figuras ptimos pa-
ra psgens ; um cscravo de naci Angola do 30 an-
nos ptimo serrador : na la das Ciuzis, n. 22,
segundo andar.
Vendem -se 8 bois mansos para, carro ; na ra
da l'i.i a n. 72.
Na ra do (Jueimado ns.l o 33 vende-so a
agn de Ungir os cabelles e suissas. O nclito Jo do ap-
plicar arompanba os lidn 1,
z^ Vende-so uina cscravo de no^o enzinha, en-
gomma cose rlian laz bicos, n lira assucar e faz do-
ees, sendo para lora da provincia ; na ra du Vigario ,
n. 19.
= Vcndem-se os alomados charutos primores, caja-
dores e lgalos ; na ra da Cruz n. 26, primeiro an-
dar.
Vende-so urna parda de 20 annos, pouco mois
ou ii crios sem vicios neto achaques cose, lava, en-
guio.a, coznlta o diaiio do unta casa o sabo Inzer
doces de todas as qualidades ; na ra da Ciuz, n. 51.
aa Vendem se os leguinlc escravns: dous prelo,
de 22 anuos, pouco tuais ou menos; 2 moloques de
16 a 18 annos, lodos proprios do servido de casa e cam-
po ; um uioleque peileilo official de sapaleiro do ida-
de de 18 a 20 annos; 2 ditos do 12 a 14 anuos ; 2 mu-
lalinhos, de 1 i annos ; uina preta petfuita engomma-
deira coslurcua ; duas ditas lavadeiras proprias do
servido de casa; urna iiogrinha de 14 annos; urna
mulaiinha de I i a 16 aunos ; todos sem vicios nem
achaques, o do mili lindas (guias: na ra da Csdeia
de S. Antonio, n. 28.
\ ende-se potassa americana, ltimamente ebe-
gada em barril glandes o pequeos ; lencos pretos,
seda da India ; -ruin pelo du Maco ; velas de es-
pcrinaceto de 4, 8 e 6 em libra ; cera amarella ; al-
godao grosso paia saceos ; ludo por pn-ro cummodo :
em casa de Malheus Austins & Companhta na ra di
Alfandega-\ elha n. 36.
Vende-se lo.ta a qualidade de tijolos de barro fino
o telha por mil is. nionoi, em milbciro do preco
geial a quem comprar o lijlo grosso Ue quo pre-
cisar mandando-se botar uns e outros em qualquer
porto por um iszoavel frele : na olaria do Cotovello ,
a primeua depois uo becco das Ii .nenas, eor.de te iio-
ca, por fi -m tijolo grosso qualquer outro lijlo e te-
lha.
Na loja da esquina da ra do Cres-
po n. a, dti viuwa Alfonso & C., conti-
iia-se a vender a superior sarja hespa-
nliola de duas larguras, pelo diminuto
preco de al5oo o covado e dita mus es-
trella a i|4& riS'
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- 3 s.
8
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= Relogioi do ouro, patente inglez j examina-
do! e approvailos aqu vondem-ie a dinbeiro por
nreco muito bailo ; correntinbat da ultima moda, pa-
drSo=Principe Alberto =: e tambem um chronome-
ro para navio bem regulado : na ra do Trapiche ,
n.
\0.
Contina a estar venda o silio
dos Afolados, que ioi do finado Joaquim
Ignacio Correia de Brito i quem o pre-
tender dirija-se ra Direita, casa de
nm andar, n 56. ____ __
I" ...
Vende-se a mais superior sarja
| latga hcspanhola, los de linho prc-
'0i tos muito superiores, lencos de se-
s| da de cores muito bons, pelo bara-
\ lo preco de lilao, e mitras muilas
>i fizciiJas, por preco mais em.conta ,
que em outra qualquer parte : na H
: pracinlia do Livramento, boje ra ^
j do -Queimudo, na segunda loja por m
\ baixo do sobrado grande de tres fc
fJi andares, n. 4^-
- Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve-
llia: na fabrica da ra Imperial,
n. 7; ra Uireila, n. 53, venda
de H. iMir;inda; no Alerro-da-
Boa-Vista, fabrica de licores de
l'rederico Chaves; e na ra do
Trapiche, armazem de molliados
do Jicolle.
=Veodem se 4 moloques pocat de 18 a 20 an-
nos bons para o Irabalbo de campo e da prici ; um
mulalinho do 16 nnos ptimo pagem e servente
do una casa ; um molequc nlcial de alfaialo e he bom
pagem ; duas mulalinhas, urna du 12 annos e a outra
do 16 rccolbidas, bonitas mucamai ; 4 escravas mo-
fas engmenlo, cozinliao, o lavo roupa ; urna pre-
ta velha por 1 SOc rs. ; dous cavados, um be bom
carregador o osquipador : na ra do Crespo o. 10 ,
primeiro andar.
a-Vendo-te unta bonita escrava quo cozinha bem
o diario do urna casa coie e lava 6 escravos de boas
liguras, sadioscsem vicios; um cabnnha do 8 an-
dot; lodos rhegados ltimamente do Aracaly : na rus
na Cruz n. 5.
= Hua do Trapicho n 40, muja branca e pro-
la do Londres, fabrica de llarclay & Companhia, a me-
lbor que lia o em barricas de 3 dunas. Ha um lote
menos estimado, da branca que se vende mu barato,
para se fechar urna conta ; tambem se vendem vinhos
superiores para gasto particular, sendo de Tencrifle,
Heipinba, e do l'orlo : ni casa do Chrittophers &
Uonaldsun,
\ende-se vinagre linio a 45,000 rs.a pipa ; di-
to branco a 35,000 dita : na ra Imperial n. 7.
= Yendo-so uina padaria em muito bom lugar do
negocio | tnmpia de todos os preparos e utensilioi
quasi novos enm comniodos na misma para moradia ,
a ti intu-iro ou a pra/o na ni. da Guia n. 7.
\ ende-se cal virgem de Lisboa, em caiiotei e
liarneas ebegada pelo ultimo navio ; no escriptorio
de Francisco Severianno Itabello & Filbo,
= Vtrndcin-so novos corles de fazenda indiana, imi-
tando seda o mais superior que tem n| parecido ,
lano pelos bonitos padrdes como pelas cores litas e
pela multa duraran leu diminuto preco be 5000 rt.
cada corto ; mantas do seda para senbora ai mais su-
peiioies quo teeni apparecido tanto pelo bom Ros-
to como pela lioa qualidado seu pre<;o be de 3000 a
I-Ja rs. cada urna ; sarjado seda preta para vellidos,
a'liois. o covado; dita bespanhola, larga, muito su
perior a 2600 rs.; metas do seda pela para bomem ,
a '2000 rs. o par ; ditas de algodo. pretal, imitando ,
savia a 320 rs. o par; meiasdolinbo para bomem a
muito linas a 500 rs. o par; luvas pretal sem dedos,
as mjis superiores quo lia a 1000 rt. o par; catimi-
ias muito encorpadas a 900 rs. o covado ; dita els-
ticas muito supeiiores, e do duas larguras a 4200
ra o covado ; cassa-clntas muilo fins a 3000 rs. o
corlo; ditas mais superiores, a 4000 ri ; chales de
seda do mais rico gusto, que teem vindo ; cambraia> -
parisienses; chitas francezes, largas e cstreitet pan. ,ei-
lidot; chalet de lia muilo boa lazenda a 3200 rt.;
Intu de linbo cum listrat azuei proprio para bomem
deolOsio, i.-. ', asstm como um bom sortunen-
lo de lazendas para calcas ; e oulras muilas fazenda ,
por prego muito em cunta : na ra do Cretpo loja no-
va n. 12 de Jos Joaquim da Silva Maia.
=^Vendcm-se moendat do ferro para engenhoi de
assucar, para vapor agoa e bestas de diversos tama-
iibot por preco commodo ; e igualmente taitas de
ferro coado e batido de todos os tamanhos : na pra-
ca do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmont &
CompanbiB ou na ra de Apollo iriM/rai. n. 6.
= Vende-se na ra das Cruiet, n. 41, panno de
linbo muilo bom, asiim como carmim para pintorei.
= Vende-te urna preta crioula ,. ebegada proiima-
mente doSerlao por prego commodo ; na ra da Ca-
dea-Velba n. 2.
Vende-so um preta moca do genlio da Cosa ,
de bonita figura e sadia ; na ra ettreita do Rozario ,
segundo andar do sobrado quo faz esquina para a ra
das Larangeirai.
Vende-te urna banda com Gel, o mait rico pot-
livel, urna barretina com um rico apparelbo o todo'
eut accetioriot ludo para official de guarda nacional,
de fileira por metade do leu valor embori attFj,
ludo quiii novo por nioter mait precito ; na ruado
Collegio n. 13. tedirJ quem vende.
etta loja vonde-ie panno fino preto a 3000, (K
f-iOOO e 5000 rs. ; merino, a 3200 ri. ; sarja hei-tH
panlfola ,.a 2400 rs. ; pecas de madapollo aft>
a3000, 3500, 4000,4500. 5000 e 3500 n. \a.?
5^ vai de teda, pretal o de cores para enhora a A
*J320rs. ; chita, a 140, 160,180 e 200 rt. ;
woutias muitai fazeodaa por barato preco.
Precos moderados !
Vendem-se, na loja de Guimarief Serafim & Cnmpi.
nhia na esquina da ra do Collegio, com Irente para
o arco do S. Antonio as seguintei laiendat: cintas
francezat, com quatro palmos e meio de largura
300 rs. o covado*, ditas dos meimos padrdet mashurkai,
pelo referido preco cima : aquellas sao de urna so cor,
teem desechos agradaveis, e lio mui proprias para vci-
lidoi de meninai, ou para robe de chambreide lenlto-
ra ; e estai lio de padres inteiramente novoi: tanto
urnas como outra sao de tintas finitiimai e o leus
pannos teem a consistencia do linho : chitas ingletai de
offrivel qualidade a meia pataca o covado ; e a prca
por 6000 n. ; riscadinhos largos e tecidos a 180 i
risradinhos largos de chadre a 210 rs.; dito tusos,
a 320 rt. ; luvasde seda som dedoi, pretal o de cOrc,
proprias para senbora a 240 ra. o par ; panno de li-
nho da ilba, com urna largura loffrivel, i 800 n.
vara ; pannos finos de cores, a 4800 n. o covido ; dito
preto prova de iimo da labiiua do bem acreditado
Abribam Rotb deMinclieiter a 9000 rs. o covado;
sedas do cbadre/ proprias para vestido, a 1440 rs. ;
prince/a preta com 7 palmos de largura a 1280n.;
franklin com a mesma largura, a 1280 ri. ; caisi com
chadrez de crc proprias para cortinados a 400 n.
a vara ; dita adamascada larga com ramoide cOrc,
a 480 rt a vara ; cambraia lin azulada a 400 rs, a
vara ; papel de machina a 2800 rt. a resma ; sarja
preta beipanhola ; tetim pieto de Macao; tarja de cor-
dao levantado propria para abas de sobre-caiacit e
casacas, por ser a que te usa na Europa ; cortes de ca-
simira Trancis elstica para calcas ; tafetas de c6-
res e preto ; chalet do seda ebegados ultimamentn -
Franca ; mantas pira senbora de ictim e escocezas,
das mais modernat; lenc,os de teda para bomem e se-
nbora ; ineas brancas de algodio inglezas de pa-
tente ; ditas de fio da Escocia abortas ; ditos de leda
preta e branca ; chapeos de sol para homem e senbora;
mciai curtas, de linho do Porto ; damaico de algodaoe
lia ; bretanba du linbo fino ; eiguiio da puro) linbo ;
volantes ; ga!0e; espiguilbas; e oulrsi muitai lazen-
das, conforme o indicado na epygraphe deile annuncio.
AZEITE de GARRAPATO.
Vencle-sc lodo o anuo, en
grandes porches e s caadas,
vonlade do comprador, e
sendo de 200 caadas para
cima cinco poreenio menos
no deposito da ruada Sepzal*
la-Velha n. 110.
=rVentle-se folha de flandret em porcei grande
e pequeas; em casa de M. Calmont & .ompanbia,
na prafa do Corpo Sanio,
= Contiruao-se a vender rbapeol finoi de castor,
rclalbo; na ra do Trapiche, n. 6, casa v JoSo Slw-r.
Champagne da marca C &c C, viu-
da no uilimo navio de Franca : vende-se
em porcoes e a relallio, em casa de Me.
Calmont & C.
Venderle na fabrica de espiriloi na ra de
S. Rila, n. 85,
Ago'ardenle de anii caada 640
Dita do reino ""O
Dita de Franca 96J
Dita de caima W
Kipirito de vioho '000
Genebra '^
Dita embotijada dutia 2*00
Licores sortidos engarrafados 19
Ditos ditos fin o &00
Ago'ardenle cachaca em pipil preco conforme o gran.
Em caa de Claudio Ilubeui na ra dat L*rn"
geirit n. 18 ha superior salitre refinado o nifll""
que tem apparectdo nesta prafa e igualmente encho-
fre ludo por preto commodo.

Escravos Fgidos
Fugio, no dia 30 de Janeiro um eicravo cu"
lo, de nome Koberto.com olficio de tapaleiro.e <\e P
isso lia de tra/.er os slgnaes da linha nol dedoi. '_
secco barbado, ps, rnios e dedoi grandes, cr P
ia bebe charuto trata de cabello .esperto e p0'""
to pdeior que itande calcado : quem o peg"'
vea ra da Concordia n. 5 quesera recompe"'
= Fugio, de bordo do biigue Competidor ,um
cravo com os scguirvte lignaes : de idide de 26 anno i
altura ordinaria,roll oval,cabellos pretos,oinu>pat o
oariz bocea regulares, cor parda, pouca barba; 1
veio do Ceara e segua para o Kio-de-Janeire : 1"
o pegar, levo a loja de ManoeljGongalvesda Silva,na
di Cadeia do Recife ou a Antonio da Silva Petrel.
que lera bem recompensado.
PEUN
. J NATYP. DE M. F. DB FAUI* l*'/
'



ilmiodel8 46.
Segunda feira 50 de Marco
N. 13,

S&&
DE
PERNAMBUGO.
(SOB OS AUSPICIOS DA SOCIEDADE COMMKRCIaI..)
Subscreve-se na Praca da Independencia, loja de livros n. 6 e 8, por tiSooo ris por anno pagos adianlados.
' S3^(D3 Ca^SaaataQ a& 5>S(3&<. (Corregido Sabbado as 5 horas da tarde)
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Agoardente Cazaea -
Algodo I torle- -
2. -
f Assucar branco cm caitas -
mascando -
brinco cmbarricado
a m em saceos -
Mascav cmbarricado
a cm aaccos.
Couros seccoi salgado. -
Meios do sola -
Cbifres da ierra -
D do 11 o Grande -
Hlim ._.---
Colton I. qualily -
2. -
Sugar in cases wlii'e -
brnwn -
in barris wbile -
bags
(airis lirown. -
* flRS
Dry ultcd ludes -
Taime bids -
Ooborns -
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4 5*000
5/100
I 300
1*100
2/400
2/400
1/100
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muila kbundancia
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2/000 4S00
iOJIOOO Pipa.
5/200 Arrobo
4/700
1/350
sfooo
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Libra.
lliim.
Ceulo
Londres. *........
Lisboa................
Franca........................
Rio de Janeiro.................
Pll.Vl'A iniu.la...................
l'aiaccs lirazileiro........
Pesos < tlaranariM.........
Dilos Mejicanos...........
OURO. Moedas te 400 vell......
Ditas ditas novas...
Hilas de 4*000............
Cucas liespanholas ......
> Dis Patriticas..........
Letras..........................
. /, d. per !f rs. a 0 dias.
. 105 por reino premio.por metal eflecluauca
350 icis por franco.
i I por ecuto descont.
1*820 a 1*700
l,>940 a 1*070.
1*060 1*980.
I*9U0 a 1*91.
16/800 a 17*000.
I|C0 a 16/300.
8/800 a 9/000-
31*0(10 a 3l*:i>"
30*0 0 a 3i*o"0
I */t por cenlo no inez.
FRETIS.
ASSUCAR.
ica^Veu're'Ami.nrielhrVeVi.'.'.'l (1 saceos J Nominal
t > iucluindo porlos InglcMi ... 1 f 2 10 0 canas
t \(;cno-em .eco............. HO {aporclo de pnmagem
S lllamburgo caitas............... ,0 "
\Ballico... .................... *
J Trieste para calas.............. '" _
* /EstadojlJiidos................. 2" |">r @ > ,.nmgem.
[Portugal....................... 200 a 25.)
' ,......................... f-i 45 e 10 /,de pnmagem
Portucal..........
Franca.... .......
Inglaterra..........
Itarccloua. .....
ALGODO.
600 por t cm pi imagen nominal
350 pni (ffie Uto /" aocamh. de 160 p Ir nominal.
/,p &c4p. %de priroagen..
400 p (le Hlp "/,koeanib. 600o ir.s |\ Ir
counos.
Inglaterra Seceos f 3
rranr.i...............
Islaios Unidos..........
t 0 0......
por tonelada c 5 por cenlo.
100 cada liun elOp /0canib. 160 | Tr
Nho lia.
W3m w.
a-t
Do di II de Norembro de 1844 si liante patri 60 p. c. o rape ou tibie o
de pd, os durillos ou cigarros, o fumo eui rolo ou em folha.
Pagar650 p. c. os saceos decanhama-io. grossaria ou gimes da In.lia. os caw-
vclcscm Urina de punlial, a.almofadas pura caru.gens. is pedral lavrada. para la-
.do, pedral de cantttia p"3 port, portas cjauelU, as pedras latrart.s para
eiicanamenlo.. cepas, cimhaes e cornijas, o assucar refinado, eryslalisado ou de qual-
quer maneira conrellado, o clin. agoarderle. cerveja a cidra, a ueneura, o mar-
rasquino, ou oulros licores, os vlnbo de qualquer qualidade e precedencia
Pagar 40 p. c. as alcuifas ou peles, o canhamaro ordinario ou grosssrii, as
alineas de qualquer qualidade, e roupa l'cita, nao especiheada na tarifa, as cartas pa-
a jogar, as escoviis de cabo de marliin, o logo da China cm cartas, ou qualquer ou-
em frascos ou latas, neceas, em calda, ou em espirito, o chocolate de cacao ordinario,
o vinagre, os carriiilios, carruageiu ou caizas jogos, rodas, arrcios para urna e ou-
li-a colisa as esleirs para forrar casas, os ca ros para coiiduzir gegte, o sociaveis,
os sllhes, os ireleiroi c tinteiroa de porcelaua, e qualquer objeclo de louca nao cuin-
prehendido na tarifa; o* lustres, os clices para licur ou vinlio de vidroliso ordina-
rio os de vidro moldado ordinario lavrado ou moldado, e lavrado ordinario da Alle-
ina'iilia e scmclhaiilcs os de vidro liso moldado ou lavrado, de fundo corlado ou liso,
rom molde ou lavor ordinario ; os clices para Cliampanhe ou cervrja, as canecas,
e copos direilos de 10 a I em quartillio, as garrafal de vidro al I qiiarlilho ou mais,
sendo todos cates olijeclos de ns. I e 2 as garrafas de vidro pretas ou escuras da
niesiiia capacidade, conipreliendidas as que servem pira licores ou Le-Roy ; os copos
para] tllenlas at lima caada, os frascos de vidro ordinario enm rolhas do niesnio
ule 3 libras ou mais ; ou sem roilia al 2 libras ou mais, os de boca lar ilu misino, al 4 libras ou mais, ou sem rollia para opodrldnc os vidro. para a-
lampadas ou candeiros, as taboas ou folhas de mogno ou Otilia madeia lina, e Ins-
tes de qualquer inadeira.
Pagar 25 p. c. O ac, lcali n, lineo em barra ou em folha. chumbo em barra
ou lciii-ol, estanlio em barra ou em vergiiinha, ferro em liana verguinba, chapa o
Imgiiai'los pira fundidlo, folha de Plandres, galha de Alepo, laln em folhas, laloem
chapa, inarlim, salitre, vime, bacalbao, pene po, e qualquer OlHrO, sreco ou sal-
gdo bolacha, carne secca ou de salinonia, herva-doce. farinha de trigo, pellicas
branca ou pintadas, conloves ou edites de liezerro para calcado, bczerroi e couros
etuoroizadoi, couros de poico ou boi, salgados ou seceos sola clara para sapnlciro
ou correciro, cobre e caparrosa.
Pa"ar 20 p. c. o trigo em grao, harrilha, canolilhn, espi;;uillia, fieiras, fios,
franjas" laulijoulal, palhelas, passanianes, sendo de ouroou prala entreiiua, ordina-
ria ou falsa : cales da mesilla iialureza, ou tecidns com relroz, tinlio. algodao ou
Seda rendas ou enlreineios de algodo nao bordados ; leudas de fil, Bi ile algoiln,
retroz ou irocal ; lencos^ de cambala de linbo ou algudo, e bandas de relio de
nialha.
Pa'ara 10 p c. os livros, mappas e globos geogrnpliicos, nslrumenlos inalhc-
maticos" de physica ou cliimica, coi tes le vestidos de velludos ou damascos, borda-
dos de prata ououro lino ; relroz ou trocal, e cabello para cabellencho.
de qualquer naco, que sohrccarregnr os gen crol brpsikiios de nuior diriilo, qg
iguiel de outra narau.
Os arligos nao especificados na punta pago o direilo ad valnrrm sobre a farina
presentada pelo des|)achaute i podendo porm ser impugnados poi qiialqmr oflicigl
da Alfiindeg, que em tal caso paia o impone da faclura ou valor, e os dirtilos.
.Nn cuso de duvida sobre a classilicaco da mercadnria. pode a parte requerer
arbitramento para designar a qualidade e valor da pauta, que Ibe compete.
Sao iseutas de dimitos as machinas, anda nao usadas no lugar, em que loica
impoitAdas.
EXPORTACA.O Os direilos pngo-se sobre a avalinco dejima piula sema-
alna razo aeguinle : Assucar 10 p c. Algodo, cal, e fumo II p. c. Atoai^
denle, couroi, e todos os mais gneros 7 pe. Alem destes direilos pag.lo-se as
luas de 100 rs em cada raiza, de 4o is. em cada lcl.o, de 20 rs. em cada barrica,
ou sancos de assucar, e de 40 rs em cada sueca de algodo.
Couros e todos os mais gneros solivres de direilos para os portos do Imperio, i
eicepcao do algodo, assucar. cal, e fui. o que paga > 3 p c. e as lazas por volitmr
Os metaes preciosos em barra pg"o de direilos 2 p c. sobre o valor do mer-
cado, e a nrata e o ouro amoedado nacional ou esirangciro paga nicamente '/3 p. c
Os escravos portados pago b/Ouo por cada un
DKSPEZA DO PORTO As embarckces nacionaes, ou eslrangeirn. que
vego para ft.ra do Imperio, pago 00 rs. de ancoragem por lonrlara : e as
nacionaes, que navegas) entre os diversos porlos do Brasil 9C rs. As que entraren)
lastro e sahireni com carga e viceversa, pagar mnade do impoilo siipra e uin
co as que entraren*, e sahirem em lastro; e mesmo as que cnlrarein por fiauquia,
ou escala, quer enlrem em lastro, quer com caiga Uesta iinposico po .loamaa
senlas as que impoilareminais de 100 Culonosbrancos, e aa queciilrtdrem pot anilncH
forrada, com lano que estas nao c.'irreguem, ou descarregiiein S mente os gneros
necessarios para pagamento dos reparos, que fzeicio.
VENDAS DK NAVIOS As embircaces cslrangeiras que passarem ICI
nacinnnes, pago 15 p. c e as nacionaes, mudando de proprlelario, ou de haudeia
pago 5 p, c. sobre o valor da viuda.
a"ar 6 p c. o canutilbo, cordo de lio. cspiguillia, lieira, fios, franjas, ga-
(in o i palbeta. lantijoulas, palheta. rendas, callarais e lodoso mais ohjec-
P
lio de
tos desta natureza, sendo de ouro c prata lina.
Paga-ii 5 p. c. o. carvao de pedra, ouro para dourar, ou quaesquerobras e
utensis de prata,
Pagar 4 p. c. as joias deouroou prata, ou quaesquer obras de ouro.
Pagar 2 p. c os diamantes e oulral pedras preciosas soltas, sementes, plan-
lis e races novisdc animaes uteif.
Pagar 30 p. c. lodos os mais objectos.
O* gneros reexportados ou baldeados pago I p. c. de direilos alm da armaze-
nagem; e o despachante prest nanea al a approvaco desta medida pela Assem-
bla Gcral.
Concedem-se livres de armazenagens, por 15 dias, as mcrcadorias de Estiva, e
dous me/.cs as outras ; e lindos estes prazos, pagar '/., p. c. ao mez do respec-
vo valor.
Os rdireitos das fazendas, que pago por rara, deve enleiuler-se vara quadrada.
Os direilos nao podem ser augmentados dentro do inno fimneeiro ; misoGo-
verno |ioder mandar pagar em moeda de ouro ou prata urna vigsima parte das que
forem maiores de 6 e menores de 50 p. c. dos jilecos das mercaduras, ou u esmo
diminuil-os, segundo ibe parecer.
O Goreruo esli_auloiisidoa eatabelecer um direito diflreucial aobre otos geuer
REVISTA SEMANAL.
CAMBIOS As Iransicces fjrn legulares a 26 '/, d. por 1/000 ris,
ASSUCAIt Coniiiia niui procurado, lando sido abuii.lautc a enlrade do
de cargas
AI.CODAOAj n,midas foro limitadas, sendo mais piocurados.
COUHOS Ten) sido mais procurados, coimiuuido o de|iosito
11 ACAI.IIAO Entrn humea'i-eganiento de 3,000 bairicas.o qnalno se veu-
dco por n!o ser de boa qualidade, pelo que se esni iclaihaiido a diversos piceos con-
forme a mesma.
FAU.'MIA DE TI1IGO Entrn lium carregamento de Fonlaine do l,3K0
huiricas que se di: vendido o IH#ii)0 huma e outri qualidade ; sendo o deposilocm
piimeiras nios decerca de fc.ino bai ricas.
CAUNF. DE CIlAllQUEKnliro tres carregamento, com osquacs o dejiosi!
he de 36,000 airabas.
r ARIMIA DE MA.VDI'CA = Chegro aLumat |iequenas ombarcaejes CM
quaes seguiro dual para as pruvinci.sdu Noite, vendida de 4/200 a 4/400 o alq v.
Resumo das Embarcacei existentes ueste porto no dia de 28 di Marco 1?*).
Americanas.......
Austiiacas.......
Urasileiras........
Belgas........
Dinainarquezas
Francesas
llaiiiluii liit/.as.
Ilespanholas ...
llullandeza.
...........
2
4
15
i
4
i
I
I
Inglezas.............................................................. ,
Napo'itanas..........................................................
No: negu uses ...........................................
Ponuguezas.........................................................
Russiana............................................................
i. ai il.is .,. ..(...... .ata........ ....................
Suecas.......................... .............. -
Total
A Provincia goza tranquillidad*.


(5)
LISTA das Emba-cay oes existentes nesle porto at odia 28 de Marco de 1846.
ENTRADAS.
1846 Marco
DONDE VEM.
1846 Fevereiro 26
Marco J
a
26
1816
Novemb. JO
28
Dezembro 1
1846 Janeiro M
Fevereiro
a

Marco
Marro

4
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16

11
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11
21
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54
ISIG Fevereiro 20
a
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Marco
1846 Marco
Marco
Marco
Marco

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10
12
14
20
16
II
23
12
17
10
5 3
Philadelphia
New-BeAf M. F
Montevideo
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
Tiieste
Rio de Janeiro
Sania Catharina
Parahyba
l'.n ;il,\ li :
R Grande do Sul
Ass
R. 11 ande de Sul
R.G.doS cUrhia
R. Grande do Sul
R.UrandedoSul
Ass
Macey
Asiu'
m
S. Malhrus
II C, ,l(. Sul
S. Mathcus
Rio de Janeiro
ii. i; s i.. 11 j
Maranli e Cear
RUS. pela II
S Maiheus
Babia
Alcoba (a pela B.
A nluerpia

Aotu rjia
Montevideo
llamhurgo
Montevideo
CASCO
Londi
Havie de (race
M.iseilles
Havre ile tirace
Havre de Grace
II-1 'lilil L-0
llaliia
1846 Janeiro. 6
Marco 17
Marco
1846 Janeiro
Fevereiro
Marro
Fevereiro 6
17
Marco

4
II
III
2u
2l
JI6 Fevereiro 16
Mar
I
6
II
16
28
llarleqin
Malaga
lili d'Assenco
Terra-Nova
Liverpool
EVevr-Castle
Liverpool
\ew-Castle
Liverpool

Ttrra-INova
Palcrmo
I'alenuo
Santos
Porto
Lislioa
Porto
l.islioa
llli.i de S. Miguel
Rio de Janeiro
Lisboa
Figueira
lloslon
Genova
Montevideo
Ivir
Genova
Rio de Janeiro
Babia
Gotteinbourg
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
Babia
Babia
barca
galera
galera
polnca
polaca
brigue
brigue
1 ruue
br'gue
late
hiate
b-esc
palacio
liri.ue
brigue
barca
brigue
pataclio
sumaca
patacho
brigue
sumaca
brigue
blata
talacho
rigue
br esc
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lanch i
paUclo
lancha
jlenla
brigue
brigue
brigue
brigue
brigue
NACA.
NOME8.
Amer. Glob
Braga ota
A-ttit. Fideli
Come Harii.
Abdel Kader
Santo Andr Apostlo
Brasil. CotrpotHlor
A tillante
Soares
hoe-Viagem
Espadarle
Isabel
Coucec'o
Santa Mara Boa-Sorte
Asvlo
Generosa
Serlorio
Laurentina
Santa Cruz
S. Jos Americano
Patinete de Pernambuco
S Miguel Venturoso
Ocano
Flor do Recile
Paquete do Rio
Encantador
Laura
Feliz Dnio
Especuladora
Victoria FelU
N. S. da Ajuda
brigue
barca
brigue
brge
C tacho
rea
eicuna
patacho
'arca
barca
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biigue
brigue
galera
brigoe
barca

lia rea
barca
brigue
barca
I arca
brigue
barca
brigue
brigue
patachA
l.rigu
polaca
uriana
barca
brigue

polaca
barca
bacar
brigue

brigue
barca
brigue
Delga.
Uiu.
Fracc.
llalli ll.
Hol
Ilesp.
Ingl
Napul.
Norue
Pon.
Sarda
Sueca
Merca tor
Antuerpia
Gemidla Mara
Belty
Cndor
l.uiza
Hctor
Hofreeu
Haleojiolcs
Antonietta
Nillee Matbilde
Cesar
Chrijline
Catliarina
Antie
Adriano
Kliza Jr.hnslon
Oapray
Mary Queen of Scols
Ituau
Susfn
Svrord-Fish
[odiara
'ii.idtn Fieece
Rengar
Aristides
Anloinette
Gabriel
Croud Prince Osear
Helia Pernambucana
Tarujo II
espirito Santo
Robiin
Amelia
'liveira
Ti iuinphaote
Josep1.:
ep'iina
bmilii
TONS.
Concordia
Bota
lidime
Constante
Alcihiades
Glove
Belfa Lamegna
Carlota Letecia
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Hebe
Alcyon
Susau
Eclavi
260
497
MI
131
201
281
199
4|2
2J0
21
27
1(1
16/
'22
142
308
223
I 10
81
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CONSIGNATARIOS.
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N. Efling
Charles C. Wateman
B. Gavaguin
A. Persich
Matcovich
Cappanizza
Feliciano Jos Gomes
Custodio Caetano
Jos Antonio Cabial
Jos Antonio da Silva
foarfofm Jos dos Santos
Joaqirm Antonio Gadr
Antonio Jos da Silva R.
J Joaquim Diaj dos Praxerca
Jomo Maneel TeUeira
Jos de Uliveiro e Soiza
Acacio Jos nos Santos
Antonio Germano das N .
Caetnno Pereira da Silva
Jos Amonio Matloxinhos
Jo^ Goncalves Heis
Joo Ignacio dn ronseca
Antonio Garca de Mirandal
J. M M Braga
JosJ Vlaria llegis
ancisco Fernandes
A Fcri'eira da Silva Santos
Manoel Goncalves d'Araujo
Antonio Rodrigues
J Jos da Silva Papafiua
. S. de Miranda
II. V. Cnppenolle
Alejandro Clacys
l'eiushke
264
167
103
218
178
129
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260
C l'.iglson
F Frllseo
N L lilbert
Christiaussen
C. C. Jaus
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Joi f)e.;e)e
Guili-ert
P. Kgarion
II C Tnggenhrock
C llatlije
John Klein
Trancisco Oliver
Win Pomaidsnn
W. Williames
W Relia
A. Sanderson
James Munsell
Richard Green
John Markir
M lluli'cuck
N Paide
Hatchinton
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P. Gabriel
A uvcskaug
Manoel Francisco Ramalho
' cvcihiiiio Antunio de A.
Rodrigo Joaipjim o i < i.i
A P Rodrigues Juuior
Joo Ignacio de tlenezes
Anlouio Francisco llczcndc
Paulo Antonio da Rocha
Iiidro Iris de Souza
L. G. FerreirafcC.
O Mostr
Le Bretn Sehrarom & C.
Me. Cabnonle It C.
Freder ck Robilliard
Lenoir Puget 8c C.
Gomes Irmos
Manoel Ignacio de Oiiveira
G. A de Rorros
Jos vlaria Vianna
loo Pinto de Lemoa Jnior
O IMestrr
F. I. Feliz da Roaa&tC.
Amorim limaos
Joan Fr.nciseo da Cruz
Amorim Irmos
IS'ascimeuto SckaeTer Si C,
i.ourenco Jos das Revs
Amoiiui limaos
Guadino Agostinho de Rarrns
LeopoldoJos daCostu Aratijo
Al Joaquim llamos e Silva
O Mestre.
I.uiz Borges de Siqueira
Gaudino Agostinho de Barros
Amorim Irmos
rVovaes & C.
A morim Irmos
Gaudino Agostinho de Barro!
ovaes Si C.
Amorim Irmos
Me Calmont S C
N. O Beber h C.
Me. Calmont Si C.
F. Robilliard
N. O. Kiebei StC
Fiederick iohilliard
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Me Calmont St G.
Luiz Bruguire
Luis llrnguicie
Adour t C
Avrial Irmos
Kalkmann Si llotenmuod,
N. O. Beber Si G.
Brander llrandis
Joo Piolo do Lemos & Filho
DKSTINO.
Triesl.
Dito
Rio de Janeiro
Rio Grande do Sul
Baha
ilamlnirgo
Trieste.
Canal.
Hilo
Maiselha.
Jernimo Cancsi
F Smiglia
Caetano Gasola
II. Koiii.iiioe
J B Villa
.l-io Bapiista Cbiozzo
J. Gallione
John Florum
George Codberson
S O Nelsson
II i mi i|ii m
II. Anderson
Obsson
Johnslon Pater St C.
Me. Calmont St C.
James Crabtree Se C*
Os Agentes da C de Vapores
Ve i -ilinom 8c C.
Me Calmont e c5 G.
Ilusscll Mellors Se C.
James CrabbreSc C.
Me aihnonl 8c C.
N. O. Bieher St C.
S. O. tieberSt C.
IV. O. Rieber S C
I l: i una/ de \ quiuu Fonseca
F. J. Flix da Rosa 8c [
Francisco Alves da Cunba
'J'liomaz de Aquiuo rouseca
Joo Jos da Ouz
A ordein
Oliven* Irmos 8c C.
Vasc'incnto JchaetTer Si C.
Ilenry Forsler 8c C.
Jos Saporily
Jos Sapority
iV O bieber Si C.
Adour 8c C.
Guadino Agostinho de Barros
luis Bruguire
Frederick Robilliard
James Grabiree i C.
Le Bretn Schramm A C.
N O Bieber 8i G.
James Cabtree 8c C.
F. Robilliaid
Liverpool
Humburuo
Palermo
Porto
Lisboa
P. rio
Lisboa
Trieste
Genova
Slochkolm
tlaraburgo
Pernambuce na Typ de M. F. de Faria H4.
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