Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08206


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Full Text
Q ii arta
O DIARIO publica-se todo os das que
nao forem de guarda : o preeo da aasigna-
tura he d 4/OOU rs. por quarlel pa9o. aW
arfos. O. anuncios dos avsigiiaiilns sao iu-
'crldo, .-, razio de 20 ris por linha. 40 rs.
, tvpo ditlerentc, cas rcpeticoes pela me-
"oiiiue nSo forem asaignantas pagao
80 rs. por linha, e 160 eui typo diflereote. .
MASES DA LA NO MEZ DE ItAKgO.
Crescente a 4 as 8 hor. e 11 ma. da tard.
T lia chela a 12 as 11 hor. e 28 uiin. da tard
Mii'iL'oante a 20 as 11 h. e 37 miu. da man.
La nova a 27 as 3 hor. e 30 min. da man.
PARTIDAS DOS COR RE OS.
Goianna, e Parahyba, Segd." e Sextas felras.
Rio Grande do -"orte, chega as qjuartaa
fe i ras .10 ineio da, e parte nasmeawas ho-
ras as quintas tetras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso. Porto Cal-
vo, f Macey, no 1.*, 11 e 21 de cada me*.
Garaiilmns e Bonito a 10 e 24.
Roa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria as quintas felra.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE HOJE. .
Primeira as 9 h. e 18 minutos da manhaa.
Segunda as. 9 h. e 42 minutos da Urde.
de Marco.
Anno XXII N. 63.
DAS DA SEMANA.
16 Segunda S. Cvrlaco, aud. do J. dos
orf. edo J.doC. da 2. v., dn J. M. da 2.
17 Terca S. Patricio, aud. do J. do civ.
da I. v. edo J. de paz do2. dlat. de t.
18 Quarta S, Narclxo, aud. do J. do civ.
da 2 v.. c do J. de paz do 2. dUt. de t.
19 QuinU 9 S. Jos Esposo da SS. Vir-
hi-iii MSI de Dcos.
20 Sexta S. Araathollo, aud. do J. do civ. da
l.v.,edo J. depazdo l.dist. dd t.
21 Sabbado S. Cerillo, aud. do S. do civ.
da 1. v., e do J. de paz do 1. dist. de t.
22 Domingo S. Cale.-ina.
CAMBIOS NO DA 17 DE MARCO.
Camb. obre Londres 26'/, d. p. 1/. a60 d,
,, Pars 350 ris por (Vaneo.
m Lisboa 105 p. c. pr. p. m.
Deac. de let.- de boas Orinas r /, p. V. mor
Oaro-Oncas liesninliolas 30/500 a 3I#000
. Noeda deb/lOOvel. 16/WR) a 17/WD
,, deOflOOnov. IG/20!) a 16/400
de 4/000 8/800 a 9/KK)
Pi-ata-Pataeoes .... 1/040 a 1#!)70
. Pesos Conminares 1/960 a 1/B80
. Ditos Mexicanos. 1/H81 a 1900
. Prata Miuda 1/840 a 1/7C0
Acedes da <:.' do Heberibe de 50/000 ao par.
DIARIO DE PERNAMBUCO
f.j. I
PABTE OFFCIA5.
Governo da provincia,
XPEDIENTE DO DI* h I DO C0XBBNT1.
(Goneuio.)
OfficiosAo commandante dat armts a ao commia-
sario-pagador, remetiendo copia do aviso, que a 12 d
Janeiro ultimo pedio a secreliria d* guerra sbreos
cape'llie, ptdre Bernardo Lucio Peisolo, fre Ma-
noal do Sanio Sepulehro.
DitoAo inspector da tbesoursria da fszenda, secu-
sjndo remessa do urna relami das fumas originaes dos
signatarios das notas da segunda e terceira estampa.
DitoAo commissstio-pigsd ir, enviando, copia do
avilo de 19 de Janeiro prximo lindo, que manda sus-
pender o deaconto de SOf rs. mantees, que te fazia not
toldos do major graduado, Sergio Tertuliano Caslel-
Brsneo.
DitoAo meimo, ordenando, que- a Manoel Gon-
cslves de Qeiroz Patriota mande pagar 45*600 rs. pe-
lo que com recrutat para o ejercito despenden o dele-
gado do Limoeiro.Ptrticipou-re ao chula de potia
interino.
DitoAo director do arsenal de guerra, exigindo,
para transmillir .i secretaria da guerra, ot assentamen-
tos do 1. sargento do primeiro bttslbio de.luzleiros,
Jos Ferreira da Silva, cuja primeira praga foi na com-
panbia de artfices do mesmo arsenal.
1DBH DO DA 12.
Olicio Ao inspector da allandega, indagando, se
com efleitose apresentiao hontem(Il) despacho al-
gn! caixotes de chumbo em balat, qual a qusotidade
dos caixotet, numero das balsa e adarme dettaa ; quem
o dono ou consignatario se mandou despachar livre-
meote at leferida balat, a depoit tomou reso-lugio em
contrario ; por que motivo assim procedeo, etc. etc.
PEnWAMBUCO.
sseiiiblri Provincia!.
SESSO EM 16 DE MARCO DE 1846.
(COUXIXSAO.)
OSr. Curvalho Mendoncii: "r. presidente,eu (robo
de ollerecera consideracao desta attemblea um projeoto
de lei : e potlo teja pouco o lempo, que not resta nests
aetsio extraordinaria, para traannos- de tantos obiec-
totde importancia, como o* que te ho apretentado h
meta, todava eu me animo a mandar este projecto,
que conlm dout artigot do grande utilidade, segundo
ini-u entender.
Sr. presidente, todtt at colleccdes das nossat leis pro-
vincises corrern isuladamente, tam ot regulaoientos do
governo para tua execucio, e bem assim sem as postu-
ra i dat camarat muncipact decretadas, oque me nSo
parece muito conveniente. O rendimento provincial he
oulio objeclo, que not deve merecer toda a altencio,
eu nio deixei de o tercm vistas no mesmo projecto, que
remello meta, para ter dettino.
A assembla legislativa provincial de Pernambuco
decreta:
do a feter uma colleccio da legiilacio provincial, con-
tendo : 1., o relatorio da abertura dat sesso a ; 2.', to-
dos os actos legislativos ; 3.o, todas ai ordens n regula -
nientos da presidencia para execucio da metma legisla-
rao; 4." finalmente, tod;.s s posturas das cmaras mu
nicipaes, que forem decretadas.
Art. 2.* Serio distribuidos exemplarcs dettat eol-
lercdei por todat ai repartirles provioctea, ficando de
tobretalente urna porcio ditpoiicio da aatembla pro-
vincial, e oulra, que ter* posta a venda, fazendo o seu
producto parte da renda provincial.
a Art. }.' O presidente da provincia dar o regu-
limento precis para a execucio' detta lei, nao so no
que diz respeit impresso, como distribuir;ao
venda dat collercSet.
Art. 4.' Ficao derogadas todat at leit e ditposicSi i
em contrario.
Pa.coda atsembla legislativa provincial de Per-
nambuco, 16 de mareudo 1846.
Odepulado,
Cuiiiho Mcr.donta.il
O Sr. 1." Stcrtlario le o se guile parecer:
A comiuissao de poderes, a quem loi suboiettido o
diploma do Sr. deputado tupplente, Joaquim Villela de
Castro Tavarct, depoit de o confrontar com as actas ge-
rsl e parcieet, e a dccisSodesta assembla, que annul-
lou os collegios do Cabo, Garanhuos e Ouricury, a-
cbou-o conforme. Ha de perecer a r;sma commi.sio,
que o dito Sr. tome atiento na cata, como quarto tup-
plente que be.
Paco da aatembla legislativa provincial de Per-
nambuco, 16 de marco de 1846.Lofts Ntto.Mil-
hMendu da Cunka.
Approfadn.
O, !. Secretario dacltrou achar se tambem na
ante-tala o Sr. deputado Jote -Filippe de' Souza Lelo.
Introduiidos ot Sis. depuladoa pa tila, prestrto ju-
ramento, e tomillo atiento com at formalidades do et-
tylo.
Apoiado o projecto do Sr. Mendonca, hi ugado ob-
*ci O Sr. MMa Tataret: 8r. presidente, eutenho de
offerecer casa um projeoto ; oobp elle he da na-
turea daquellet, que nao podem o oio devem ser of-
fereeldos sem um prembulo, r.slo de ordena, casaco ou
como V. Bie. lulgar mala conveniente cbamar-se, peco
lleenea para faie-lo.
Entre oS dltersos objeetos, que teem cabido debaixo
da rolnha attencio por ostea das, que tenho examinado
a leglslaco da provnola, nSo era posslvel que me esca-
paaae o municipio do Reclfe, e por coosequencla c-
mara municipal, que be meis particularmente encarro-
ada Qe telar oa loteresses dos seus munlcipes. Tenbo
notado que aa nossas mas de da em dia notorio em seu
estado de limpeie ; que oa nossos passeioa e calcadas
cada ves sa delerlorio' raais; e que o municipio aoflre
immensas oeceaaldadea. Entendo, que este mal provena
da falta de dinbelro, que tem a cmara municipal, para
oceorrer tantea oeceseldades. e que por consequencia
be mistar dar-se-lhe mais dlnheiro psra taes despejas
mas donde tira-lo ? Deimposiess ? NSo sere eu que
lembre aemelhante couaa ; Deoa me liare : nem nesla
cmara, nem na oamara dos Srs.depatados, eu pretondo
alrjar minba vos i favor de Imposlos ; porque o pavo
brasileiro |a est mullo sobrecarregedo delles, qur pelo
que respoita receita geral, qur pelo que respelta re-
celta provincial e municipal. Lembrei-me, pois, de l-
ser urna reduecio noa ordenados da cmara municipal
doRecife, que em verdade sin multo grandes, sio al-
guna, ordenados exeestivos e se acbioequiparadoi a or-
denadoa de empregadoa de uma ordem mals elevada, e
que teem mullo tnais trabalbo. Isto be objecto de u
artigo do projecto.
Por ocesarao da tratar de negocios municipaes, lem-
brei-me tambem, que ba uma postura addicional t da
cmara municipal do Recile, problbindo a industria dos
fogoa artifleiaea. Entendo, que a aatembla provincia
nio poda faser isto, porque he contra o disposto na
oonstituicio do imperio, que garante a llberdade da in-
dustiia : propus tambem no meu projecto um outro
artigo, revogando aquella postura addicional, e tanto
mals, quantoesaa poatura nio vrio da cmara munici-
pal, mas relo, que foi lemtranea aqui apresenlada por
um Sr. deputado de entio.
Bromo me dsseao trabalbo de examinar mais nego-
cios municipaes, tambem deparei com um celebre regu-
lamenu de 16 de setembru de 18*3, a que te refere o
II do art 19 da lei provincial n. tal. de i a no qual
regulamento se lienta o Exm. Sr. bario de Suassuoa,
saua eacravos. criados, car/os a aoitnaea, de pagarem a
taxa da barreira na ponte do Soccorro, em attencio
alguna raparos e coocerlos, que les oa estrada ao Sul
da mesma ponte.
Sr. presidente, te ea nio lsse este regulamento, esta
dlsposicio, nio aereditava, por certa, que houvesie uma
assembla provincial, que coucadesse privilegios favor
de um cldadio, privilegios prohibidos xpressamenle pe
la contlftulcio do imperio. Seo Exm. Sr bario de Suas-
suna (ez esses reparos e concertos na estrada,que Oca ao
Sul da ponte flo Soccorro, como eu oio duvido, a provin-
cia da Pernambuco,no obstante as calamidades, que tem
sulliido, todava anda tem dinbelro para pagaressa divi-
da; no est em estado de pedir esmolas (apaiudoe): por-
tento, pague.-ic.essa deapeta, mas nio fique oSr.baiaode
Suassuna iseolo de pagar a taxa da barreira ; porque
esta iaeneio nio pode eonatitueiooalmente ser decretada
pela assembla provincial : aaaim, pois, lembrei-me
tambem, no projecto, de redigir um'artigo oeste sen-
tido [leo).
a A assembla legislativa provincial de Pernambuco
resolve :
a Artigo 1. Os ordenado! do secretario, porteiro,
ajudantesdo porteiro, fitcaet, engenheiro cordeador, e
contador da cmara muoicipsl do Recile, (icio desde j.i
redutdot pela maneira ettabelecida nos seguintes :
- 2. Com o porteiro 400* is.
$ 3. Com ot quatro ajudantet do poileiro, a 300/
rt. cada um, l:200,t rs,
4. Com os fitcaet da Santo Antonio, S Jote, Re-
cile e Boa-Vista, a 500. ra.cada um, Poco e Afogados
200/ rs S. Lourenco e Jaboetlo -a 100* rs, 2:600/
ris.
5. Com o engenheiro cordeador 500/rs.
$ 6. Com o contsdor 400/ rs.
Art. 2 A despeza, que a cmara municipal bou-
ver de lazar com a companhia da liboirinhoa, fica desde
j reduzida a 1:000} rs.
Ait. 3.* Ot ordenados dos secretarios da cmara
municipal da idade de Olinda e villa do Bonito serio
desde j regula Jos pelo ditpotlo na lei provincial n. 136
de 2 de nftio de 1844.
n Art. 4. Fica revogada a potlura addicional t da
cmara municipal do Recile n. 25, de 17 de maio de
1845.
i Art 5. Fica ravogado o regulamento de 16 de
ietcml.io de 1843, que lo refere o $ 11 art. 19 da le
provincial o, 141 de 1845, Ba parte, que isen|a o Exm
venador bario de Suassuna, tent eriadut e eteravoa, car-
rol animaes, de pagarem a taxa de barreira na ponle
do Soccorro, (cando o governo provincial autonsadoa
mandar pagar ao mesmo Exm. senador a detpeta, que
fez com o reparos e concertoi da ettrada, que tegue ao
Suldaquella ponttv
Art. 6 Ficio revogadst todat salis e disponcdei
em contrario.
. Paco da aasembla legislativa provincial da Per-
oambuco. 16 de marco da 1846. ViUia Tavaru.
Foi apoiadfi, a, julgado tutelo dt deliberagOo, man-
dado impiimtr.
A assembla legislativa provincial de Pernambuco
resolve :
Art. l.o Fica elevada em Iregaetia a capaila Cu-
rada de S. Bom Jsius de Panellaa, comprehendehdo to-
doodistrioto dometmonome, eosdeQuipapi e Ca-
poeins, exclusive s psrte do Norte do lio Uoa, que con-
tinuar a pertencer a freguetia do Bonito.
Art. 2 Ficlo tambem petlencendo mesma fre-
guetia do Bonito os engenuoi Riachiq e S. Bento, ho-
je Linds-FIOr, tirando-se uma recta do Barra-do Pi-
rangiem o rio Una ao lugar denominado Larangeirat,
dshi asituspio do Sobrtdiobo-da-Baixb, e dahi a Ca-
xoeira-da-Furadaom o rio ?>ernbiem, atravessando o
mesmo, seguir ao sitio do Macaco, e dette a Cova-da-
Delunta.
Art, 3. Fica perteneendo a freguezia do S. Cae-
tano o dittrieto de Cerapoti. principiando da ."erra-
Verde, e (lateendo pala meima, om linha recta, ao lu-
gar denominado Alagado, Junde teguir ao Ei, e da-
hi a ftzenda do Geracati inclusive, tubindo na mesma
linhaa encontrar o rio Ipojuca. onde limita a referida
reguezia com a do Brejo da Madre de Deoi.
Art. 4> 0 parodio da fregueria do Altinho teri
opcio Ireguezia de Panellaa.
Art. H. Ficio revogadat todtt ai leis e disposi-
efies em contrario.
a Paco da-tssemblea legislativa provincial do Per-
nambuco, 16 de mareo de 1846.
O deputado, H
/{ocha. *
Attendendo a que os habitantes do Norte da Ier-
ra Mascsrenhas da freguezia de N'ttareth lio muito
mal curadoi, porque, dislando ess psrsgens mait de
12 legoaidaadeda malris o rendencia do parocho, e
ettando alem diilo encravada no territorio da fregue-
is a mencionada aena, a qual. estendendo-te de Lotte
a'Oeste, divide quati um quarto da freguezia, donde
resulta, que ot Ireguezet, que ficio ao Noile dalla,
eitio qussi sempre privadot da proinpta adminittracio
dos Sacramentos, porque essa serrs. sobro distar mata
de 12 legoaa da residencia do parocho, he de difficil
tramito no verao, e.quati intfaniitavel no invern:
Attendendo mai a que eta cirum*lancia he uma
daquollas, que i'gundo ai leit canonical, eulorisio
aidiviiaesdts freguezias, porque ettas nio devem tur
outro fim, tenSo a commodidade e bem espiritual doi
povot: .
.Attendendo tambem a que ot habitantes
rida ierra querem por isio s creicio de ums nova
gueria. a fim de que nio continuom a Picar privados
dos soccorros eipirituaes, o j o reqaerrio a etts at-
sembla por uma peticio atsignatla por grande numero
de cidaaloa, tendo a sus tupplics apoiada pela respec-
tiva municipalidade, que reconhece a conveniencia de
uma nova Iregueiia no j mencionado lugar:
t Attendendo finalmente a que a nova freguezia,
tem piojudicarat dual donde be deimembrada, pro-
porciona ao novo parocho meiot de decente subsis-
tencia. Por todot estes motimas pjis:
A atsembla legislativa provincial de Pernambuco
decreta: '
Arligo I. Fica creada uma freguezia na puvoacio
deCruaogi. ....
Ait. 2. Ot limitei da nova freguezia principia-
rs pelo cume da trra Matcarenhas, onde s limitas
freguezia de Bom-Jardim, seguindo a linha divisoria
pelo dito cume at nascenca oriental da aerra : dahi
cootinuir a linha at o Capibaribe-Menm, deimem-
brando-ie, das fregueain do Nazaretb e ltam.be para a
nova, todat ai agoss, que penderem ao riacho Cruangi.
t i confluencia delle com o Capibariba-Menm: pro-
seguir dahi a mesma linha pelo lveo do Capibanbe-
Merim aeima at confluenefa do nacho da Cruz, e
deita confluencia at limitarte com a provincia da
Parahiba, teparando-so, oa freguezia de Itamb para
a non o territorio quem da Jita linha; e teguira pe-
lel limites da provincia da Parahiba at" o referido cu-
me di ierra Matcaieobai.
Art. 3. A matriz da nova freguezia sers capaila
de N. S. do Roiario de Cruangi.
Art. 4." 0 parocho da novs freguezia lera a mes-
ma congrua e rendimento, quo ot demeis parochos da
provincia. ,.
i Art. 6. Ficio revogadas todas ai leit e dispon
cni em contrario.
Paca dt aiiembla legislativa provincial de Per-
nambuco 16 de marco de 1846.Farta.
refe-
're-
Tambcm /do apoiado$, julgadoi objteto de dtlibt- framente.
S~2S sandadas imprimir otsetuintcs proiectu
OSr. Arruda: Tendotido enderecada a etta aa-
tembla unu peticio da aaiocisr;o dos artittat detta
cidade, em que pedem. te Ibes continu a abonar, a
quoU.queoulr'ora Ihet era marcada para ajuda de seUt
trabalboajecomoeu julgue de muita utilidade i mes
ma asiocitcio, que Ibe leja deferida etsa tua peticio,
muito maia quaodo ellet j forio mfelues com oulra
queeoderrerio atsembla geral, eu peco a V. Exr.,
queira lembrar i committao, baja de com urgencia a-
pretenlar o seu psrecer neste sentido.
O Sr. Peixoto de Brto : Na quaiidade de mem-
bro da -ommitiio, a que foi enviado ene requerimien-
to, declaro ao Sr. deputado, que ella o tomor em
comideraelo, guando tiser de apretenlir o projeclo de
O Sr. [. Stcniaii l a teguinte piopoila:
A commialo de polica propde a demisiio do 3.a
ofllcial da secretaria desla aiiemblca, Francisco Xavier
Carneiro Lint. Souki presidente Piixolo di
Brito, 1.' lecretario.r Cunha Machado, 2.secre-
tsrio. ii
O Sr. Mello : Peco a palavra.
O Sr. PriiidenU : Tem a palavra.
OSr. Mello :. Na forma do regiment b parecer
do eommisiio, lobro que te pede a palavra, quan'do
apresentado, fica adiado...
O Sr. Peixoto de Brito : Eu-cuido, que te nio
pode considerar esta proposta como parecer da eom-
misiio; pon que, nio a apresentou ella em consequen-
cia de requerimento, ou rndicacio alguma, mas tira
no exereicio de um dirito, que Ibe he incumbido pelo
requerimento, acerca d. nomeacio e deminao dot em-
preado! da tecrettria : portelo, qualquer diteus-
sio, que poita tutcitar-io a retpeito, devo tar agora
mesmo.
O Sr. Mello : Sr. presidente, cu quero requerer
o adiamanto Jaste parecer, ou propotta: niodetejava
que a'atiembla provincial tomaste a iniciativa neste
aisumplo, que loase a que marchaste adianto com aa
demiss,>s,. e que ai encatuse pelol pequen )l, ao patio
quejalve os maioret, ou grandes, ou aquellas, de quem
talvez o alastamento dot lugares teja mait conveniente
(enhio de Scar. Convencido de que a imperlectibili-
dado dos cousas humenat, assim o podo determinar, a
nio convindo detenvolver-me mais areipeito, limit-
me a pedir o adiamanto detta propotta por oito dias :
mando a propotta meta.
a Propnnho oadiamento por oito dial. Mello.
Ndo tendo apoiado oadiamento, continule adii-
cuifo tobre a propotta, que he approvada.
OSr. i.eS'CMario : Em virlude do 8. do ar-
tigo 50 proponho para este lugar ao cidadio Ignacio
liento de Loyola.
O Sr. Prndente: Ett em discutiio etta pro-
potta.
OSr. Afelo: Sr. pretidente, eu creio, que etta
nomeacio nio te deve later j ; porque be necesttrio
pensar-se a retpeito, o intimar-so a dominio ao in-
dividuo, qun se acha anda exercendo o emprego, que
oceupava. Parcce-me tt-r lugar um adiameoto at a-
manba, tem grando inconveniente. Neste negocio
louvei-me no parecer da comminio, a quem o regi-
ment autorua para coohecer da aplidio doi ofBciaet da
secretaria...
O Sr. Mello: E a ni tstnbem.
O Orador : Pordoe : suloriss a commissio para
tomar a iniciativa; porque, exercendo a polica da casa,
pode julgar da con lucia dos empregedoi, por isto mol-
ino que etto debaixo de tus i inmediata inspeccio; mas,
tendo nos >ie dr um vol ene respeit, tanto lucra a
cauta publica em ter a.nomeacio (eila boje, como ema-
nhia, e nada prrde em se dar algum espaco para re-
fletio: requeiro o adiamanto da diteunio detsa pro-
potta at a manbia : mando o requerimento : meta.
Requeiro o adiaroento da propotta at amaobis.
Lopee Neto..
Approrado, entra em diicueio, e hi njeitado, ten-
do approvada a propotta da nomeaedo.
OSr. i. Secretario l um olicio do Sr deputado
bario Je Suassuna, em que participa,- que por do-
ente, nio tem comparecido as sesiOes, e que o far,
logo que etteja retlabelecido.Inteirada.
OHDBIt do ni*.
Terceira discutido do projicto n. 1, 7111 aulorita o
pretidente da provincia a detpender 25:000,000 rt.
com a compra de mantimentot, fim de itrern sucia-
dot para o cintro da provincia.
O Sr. Jote Pedro : Sr. presidente, eu dase oas-
is csss, quandote diicutia este projecto pela primeira
vas, que, por ie nio ndmittirem as minbtt rcflexoes
acerca da tua inexiquibilidade, em que me induza a crer
a deficiencia doscolres provinciaet, me guardara para
a segunda discussio, e eolio apretenlaria um requeri-
mento, para que o projecto fono commiisio do orea-
manto, a fim delta comminio ver, te haviio dinheiros
dnponiveii, ou algunt, que te podessem diipenisr psra
a execucio dona lei, tem grave daino dss detpezat or-
eadas na lei do orcamento vigente. Desist, porm, do
meu propotito, a lomei a mim o trabalbo, que tena a
comminio; por itto que, tendo membro della, tena a-r
final este meimo.trabalbo, quando ella foite delle in-
cumbido, Dirigindo-meentao ao Sr. ntpector da tbe-
snuraria, elle me confirmou o calculo, que eu tmba
feito, segundo o orcamento, que se sebs sprerenlsdo na
casa, e.o balancete do prmeiro semettre do anno vigen-
te, itto be, concordou em que a despeis orctds no pro-
jecto caba as lorcas do cofre provincisl; mas ao mes-
mo lempo nolou, que nadeviamoa ter em contidera-
cio ai repretenlados. quo preteodiio faier, ou |t teem
feito. 01 arremataotea de alguna impotloi, cu|o compu-
to muito avulia na receita provincial.
O Sr. Neto : E quem pedio ao inspector con-
selbos ? ...... ,
U Orador : Eu ped-lh informacoes icerea da
rr.sieria : elle devis dizer-me ludo quanto me podesso
orientar : niotei que niito obraste mal.
OSr. Nito :Sim, menos entinsr os deveras da
i nem hil.
O Orador: Elle nio entinon ot deveret da attem-
blea ; nio dissa, que a attesnbli obrassa desta, ou da


Huella mmcira ; eipos aquillo, quebavia, ou que pode-
'iasucceJer em rolatao aoqueeu Ihe bata pedido : e
nio iei como te acba, que elle exocdeo ot limites de urna
nformacjio.
O Sr. pitia: Excedeo, quando diae, que a asiem-
bla ilovia lomar em consideracio.
O Orador : Elle no disso maii enJo que, para
avaliarem-scas forrando cofre provincial, era milter, que
se Inmaue em considerado urna circumslancia, que po-
de importar um grar>de desfalque as rendas prorfn-
eiaei, duque resultar nao ser poisivel a despea deste
projeeto, e aioda nicsmo algumas das mais urgentes
deste e do enno seguinte ; por lauto, mVj aei ein que
nos oflendeo o Sr. inspector.
Eu creio, Sr. presidente, que a assembla oto pude
deiiarde attender asreelamaedes, que os arrematante)
(zerao ; porque os motivos, que apresenlrio sio mui-
to justos: e, se assim acontecer, he de crer, que nio ba-
ja a quaotia preciau para a execucio deste projeeto : em
consequencia, poii, me parece, que o projeeto deve ticar
adludo, al que a assembla tome em consideracio a le
doorcamento, para ver que meio se propoe para faie'r.
essa despea : se de outra aorte a decretarmos sem con-
egnarmos a receita precisa", creio, que os legisladores
jirovinciae nio podera deixar de carregar corr elgu-
ma inipulacao, pelas consequencia) do neo cumprimen-
to da Ici; e o picsidente da provincia soflrer o odioso,
que sem duvida resultar da nao execucio, embota seja
0 si u procedimento muilo justificavel, pelos embauco!
do theiouru".
Por tanto, Sr, presidente, eu desejb, que rsse pro-
jocto v a commiisSo do orcamenln, para que ella d o
sou parecer sobre elle, ou entio fique adiado pira quan-
do so tratar da- lei do orea ment, para que su veja ae el-
le pode, ou nio, ser ejecutado em toda a sus exlensio ;
1 urque, repito, se a assembla decidir, que se deve at-
tender s reclamacdes leilas pelos arrematantes, rsse
projeeto fica letlra niotta, nao be posaivel de maneira
slgume executar-se.
Sr. presidente, eu quxere, que esta queitlo fnsse
1 em dilucidada, que esses obstculos fossem reconbeci-
dos, quese empregsssem ludos osesforcos, para que se
removi de nossa provincia o flagello da forre, e aa con-
sequencia* desse flagello; qui/era, que se nio demoras-
seni os rucios de remediar sse mal, o so evitasse a con-
' linuaeSoda victimas, que elle tem feilo : mas para
isso he necetsario, quo loase dilucidada a queslio, nio
s para se reconhecer e calcular os meioa de execucio,
s 'au para salvar-me da responsebilidade, que me po-
dem acarretar as rifleides, que tenbo apresentado na
casa.
Declaro outra ves, Sr. presidente, que desejo arden-
temente arredar desoir a nossa provincia os males,
que da lome resullio. -
O Sr. Filela Tavare: Entio para que o adia-
menlo?
O Orador: --Quero o adiaroenlo, para quo o reme-
dio seja eflica, para que a lei nio nio fique no papel,
e sem execucio.
O Sr. Vi/lela Tavaree: lia de eieeular-se.
O Orador: O nobre depulado di?, que ba de exe-
cutar-so; maa cu. que tenbo examinado o ornamento,
nio acbo esses meios,
O Sr. Villtla Tarara : -- He nielhor iilo, do que
o apparelho de Derosne.
Orador : E o nobre depulado conla com
quantitativo, que osla destinado para esse apparelho ?
Sup|e, quo elle existe no cofre provincial ? Pois nio
exitte: nem todas as desperas oreadas se eflectUio,
o i sta ili> apparelho be urna.
O Sr. Mtndts da Cunha: E que apparelho he este?
O Sr. Villtla Tarares: He de Derosne.
O Orador : Nio cusa muilo diier, quo ae gas-
lein 25 conloa com isla, ou aquillo; mas, nio haveodo
ilinlieirn, estas diaposiides nada valeni.
OSr. Villlta Tavaiet : Eu devo julgar, que essa
quenlia existe.
O Orador : Sr. presidente, toda a receita publica
est subjeita a eventualidades: qualquer acunli-ciment
extraordinario pode influir na sua diminuirn, e o re-
sultado he" nao se farerem algumas das despezas decreta-
das. Os cofres provinciaes nio leem dinh iro de sobra;
o se so attenderem as reclamacocs dos arrematantes do
imposto sobre consumo de gado vaccumecavallar,em to-
da a importancia, o dficit be de 122 contos de ris.
.S>. Neto : -- E o nobre deputado sabe quaota gente
est morrendo no Scrtio ?
O Orador : -- Se morre gente no Sertio. he porque
ba secca; e se ha secca, be consequencia, que dimi-
nuimos poderes productivos da industria egiic.ola, a
producv'io; e em ultimo resultado a renda publica ha de
diminuir tambem.e nosacharemos na iuipoisibilidadede
salisfarer as necessidades publicas, como esta que se
discute. Insisto, Sr. presidente, que fique a questio
demorada: e nio se persuadi os nobres deputados,
que sio mais patriotas do que eu [apoiados), porque
quero, que se investiguen) os meios de pr-se o pro
jecto em exot utio, e nio se venha a decretar urna me-
dida, que nio possa elTectuar-se: eu quero que ella se
efleclue, e por isso be que reclamo....
O Sr. Nelo : ?- E entio pede o adiamanto P
O Orador :Pego o odiamento, porque quero sa-
ber, qual he a receita, com que ae pode fairr face a
essa despe/a: aabe-so omito beo que os colres nio po-
den com ella, porque a decretada com o pessoal cons-
lilue orna divida, quando desviada para outro lim, e a
oreada com o uutcul tem de carrogsr com o abato,
quo se.devo fazer aos arrematantes^ Diga o nobre
deputado donde deveinos lim essa quantia: de oovas
ioipcsiies ? Anda agora ouvi dizer que ae nio faria
proposta alguna para novas imposic,ea, e que a pro-
vincia j nio podia soflrer imposto algum: donde, pois,
deveri sahir cito dinheiro ?...
O Si: \Hela Vararte: O Lidador e o Carranca
di/em, qu temos dinheiro no apparelho de Derosne.
O Orador: Quo me importa o que dizem Lxda-
dore nem Carrancas. Sr. preaidente, teem sido tan-
tos os apartes, que me desorientarlo completamente;
lorio lanos,que me nio loi pcssivel acudir lodos ellos;
mis, eu direi a V. Ele. e casa, que eu eslou conven-
cido,que nao ba meios disponiteis para fazer esta des-
peza, muito mais.se se Hender a essa reclamacio doa
arrematantes, que supponbo muito justa; nao digo na
O Orador :-- O anno finaoceiro est a terminar;
por consequencia sio dous annos: o abate na raslo da
terca parte importa.a renda de todos esse) impos-
to) emin anno. Por todas estas raides eu proponho,
que o projeeto fique adiado, at que ae discuta a lei do
orcamento.para que ae reconbega, se ho ou nio possivel
decretarse o que se pede. Mando o adiamenlo para
a mesa: peco assembla, o queira tomar em conside-
racio : vai o requerimento.
a Requeiro, que o projeeto em d-iscuailo fique adia
do. at que se trate da lei do orcamento, a fim de cal
cular-se a possibilidade da aua oxecutio. Jos Pe-
dro.
Nio sendo apoiado, contina a diseusso aobre o
projeeto, que, submeltdoi votacio, keapprovado.
O Sr. Presidente convida a commiasio enearregada
de felicitar o Exm. presidenta da provincia pelo) re-
levantes servicoi prestado) por S. Ese., a ir cumprir
sua missio, por ser prxima a hora marcada.
Anr.i em 3.' discuss&o o projeeto n. 8, que revoga
a lei da vilalicidade.
O Sr. Mello: Sr. presidente, en voto pnr este pro-
jeeto; mas conven fater nlg ninas declarares mu tu re-
nmida, e breves: voto pelo prnjeoto, qne acaba com
vilalicidade doa cmprrgadoa provinciaes, nao porque me
convenga, que rasa vilalicidade sejn onti-ennatituoin-
n.'il : n oiuHiilnicio heccrtH, coran j se disse manta
pendn na disonasio pausada, tem litleralmeiitc declara-
do, quo oa tenadorea So vitalicios, e que osjnises de
direito 3o perpetuos; mas nao se seguo iluto, quo os de
mais ciDpregndoa nio pussio tamben),pela Icgislacln or-
dinaria, ser colmilludo vitaliciamente,conforme as ue-
ressidadrs I ornes, as ideias menino do lempo, a mor.di-
dade, as luxcs, e as conveniencias polticas. Nio me
rnetterul, Sr. presidente.....laljrinllio de qnal seja mais
conveniente no servico publico, o ennsentaneo com as
necessidades polticas, noin o livre uso di direitos ci-
vit c polticos ; aoocidadSo empregado publico servir
o eu einprego vilaliciainenlo, se nmurivel, ou por oom-
iiii.....; baila poi ora estribar-ole. n'uiua inlrrpretaclo
anlhenlica, que di e slenla a ideia,que emiti, e sigo,
una lei do iiovembro do 1827 da assembla geral: por
esta lei oa poderes poltico* supremos do estado leem
ii i liiiliccido quo usempregoa >ubalterno podem ser vi-
talicio, e lilteraiiuento se declara, quo oaeiuprogoa de
justicii e f.itenda serlo prvidos vitaliuiainento. Ei-
aqu, jinis, una inlerprela^ao uullientieo doa aupremoa
podorea poltico do estado, que ilcolario, o enteudeni,
que se pudo seguir as Icis urdinnriaa o principio de
puilcrcm ser iiistiloido vitalicianienle o empregoa.que
nao forein de senadores, eoncelheiros, magistrado, o.
Vol pelo projeclo ; mn nao pelo prinoipio de teeo-
nlieeer, que a vitalieidado dos omprego preditos eja
anti-conslitucioial. Uuir.i deelnr.n,mo mai me Convem
faser, c be ubre o resultado,que provenlifto Hesse pro-
jeeto, ito lie, ijne (irmeiiliui da adopeo derto projectu
em lei. Eslou convencido, i|iiealguiiia iiiudanoas aohio
do latee no pesoal do uliallerno emprogado da adnii-
nistnicSo; c em coiiiequeucia aljjuin alnnuo so tem otpa.
Diado por entre o> eiupregadoa, e por ouirn parle oida-
dto opiranle e apreaenlfio ubsttiiicon: o esta
eirciiiiislaiii ias, se eale estado he do nlgiima orle uu
al certo ponto una eulomidade, a embica o avalla-
r ; o que tic certo lie, que ella ji nio pude ser removi-
da, ou evitada, nem momo u lomo, q)ie ouiiilimiuo
o pan a ella (apoiadoe);na, coiuo,uppola a impcrloi-
cjo das colisas liuiiiaiiu,nao he unprovuvel, que appare-
cao engao, ou erroa na execucio da lei, se por eitiu-
plo una ou outra dcmisslo nio apparoeer, uu nao
verificar em queni mais e vcrdiideiranicnlo a posta me-
recer, c una ou outra aconteca infiugir-se a queiu, por
na i ni nnii-oini i.is subalternas o nio influente, aua
condiclo meiaio peMOel, nioa reclame, cjualifique; e
q naiilo a si.bstiloiein lambeiu possa ueoiilever aereiu
Horneado o i llamado para o serico que nio lerlo-
talvi-i lauta justica e ment poltico para oserein, pre-
reiindo o nutro conhecidoinonlo superiores; eu, upeiar
de ludo itlo, anda vol pelo projectu, contundo no su-
blime carcter do aihiiinialrudor da provnola, do que
espero, que judiciotaiuciile impregno tudoa os meiua
luinotua ii eu .ik-juee, para que eu arma lemvcl, que
o Ihe vai por na man, nio e torne u flagello doqueiu
legtimamente nflo deva eulir ooeus elleum, nem, coi
ves de luelliorar o servifo publico, por ventura ocuasiu-
ue o eu eiiipciorJinenlo.
Posto o projeeto votacio, heapprotado.
beguidauenle entiio'em 2.* discutsio, e sio ap-
provados : -- o projeeto n. 2, que transiere o da Ua
abertura da assembla legislativa para o !." de marco,
e o da sessio ordinaria do correle ajino paia o 1.a de
outubto ; o.4, que erige eui villa a povos^io de A-
goa-Fieta, e aulorisa o goserno a despender cinco
cotilos de ris com a obra da nova matriz, e conatruc-
cio da casada cmara; e o. 7, que cria urna villa na
povoacio do Es.
O Sr. Presidenta declara em 1.* discussioo projee-
to o. 9, que eleva a fores do corpo de polica a 600
pravM.
O Sr. Joaqun Filela: Sendo o augmento da Tor-
ca policial uu dos motivos, que Iherio com que o Exm.
presidente da provincia coovocasse extraordinariamente
esta assembla, aegundo ae acba especificado oa falla,
que se dignou dirigir-nos ; e leudo a cominissio, que
rediglo o projeeto, tomado esse motivo em cooaldera-
cio, concedendo o augmento pedido ; julgo ser de gran-
de imjportancia o tratar-se da conveniencia e utilidade
do mesmo projeeto. Unto mala, quaoto aquello, que
nio se aoitulio a vir faier-nos opposico frente a fren-
te, e se contenan de guu:rear-nos por mel das folhas
publicaa, eocoberloa com o auonvino, diiem que S. Etc.
neobum motivo teve para esaa convocacio, e que esse
mesmo motivo, que preteitou, do augmento da lorca
publica nio o podia autorisar para isso, porque nio se
da ueceisidadu desse uugmcuto.
Eu, pois, Sr. presidente, tratarei de demonstrar a oti-
lidade do .projeclo, e de laxer ver a neceasidade, que bo-
je existe, de augmentar a forcea policial, lodoa sabe-
moa (pois que nio he ignorado; o misertvel estado, a
que se chava reduiida provincia, quando as redeaa
da administrado forio confiadas ao digno anteces-
sor do Exm. presidente ; sabemos, que esse anteces-
sor, luciendo com grandes embaraeos, "procurou aplai-
nar aa dlfculdadea, que exisliio e que o Exm. presi-
dente actual, seguiudo a mesma vereda, tem da mes ni a
aorle se oceupado de melhorer o estado da provincia.
Ora, Sr. presdanle, ese estado era com eileilo borro-
roso ; porque pelo lado da falla de seguranca pessoal
de propriedade be que mais nos iucommodava, visto
queja, bata passado como em proverbio, que ocidadio
pernarobucaou nio tiuba segura nem a aua ida, nem a
sua propriedade ; naa ras mais publicas da cidade ae
assassloava, e se asssinava impunemente; quadri-
-- Biniiiuai., .. i>ii|iuiiuiiii;iiio I1USUII'
exloosio, que ellea pedem mas em lim algum abate se ihaa de aalteadore) exDliio naa estradaa, e alo nos su-
Ibesdive la/er, e, qualquar que seja, be muito con- jburblos da capital ; o roubo de (Mcravoa, como besa-,
bideravel, porque be de dous annos ja passados. ibido, aubio eitraordloariameole, ebegou a um ponto
O Sr. Jitgo A/onleiro : Aono e meio. f burrivel; ninguem podia ter seguro o seu escravo, por-
que a cada hora tema, que Ihe fosee roubado ; era isto
sabido por lodos ; erlo Indignados os lugares, em que
se aeootavio oa Iteadorea e ladrJea ; era sabido, que
desses lugares ellas sdlrigllo diversos pontos da pro-
vincia, para venderem i diveraaa pessoas oa escravr
furtados a seus legtimos donos, commettendo com isto
um novo furto Ora, neste estado de couses, a presi-
dencia e a polica nio podlio oecorrer a todas as oeces-
sidades ; era laso Imposslvel, atienta a mlogoada forea
policial, que de proposito se bavia decretado para por a
admiolstraeio em embaraeos: alguma oousa se tem
feilo, como dis o Exm. presidente em sua falla ; maa
nio era possivel, Sr. presidente, qoe ludo se fliesse ;
nio era posaivel, que se acabasse absolutamente com
todo) e)les malea, porque sem forea nio ae pode garan-
tir erdedeirmente a seguranca pessoal e de proprieda-
de Urna lorca. que nio be sufllciente para espalhar-se
por todos os lugares d provincia, nio pode garantir o
cidadio em qualquer parte, que sa queirio perpetrar
eximes desta natureta. '
Ora, parece-me Ipqueallonavel, que forea policial
qoe eilsie reduxlda. Julgo que a 39 pracas, nio he
sullcieote para divldlr-se em deatscameotoa pelos dl-
versos pontos da provincia : dlr-se-ha que eiUtem a)
suarda) oacionaes para eoadjuvarem as autoridades pa-
llelaes ; mas eu respondo, que o servico das guarda) ns-
cionaea nunca he lio nem executado como o felto par
destacamentos de polica, por urna forea. que est sub-
jeita a umregulsrmentodelinba : asguerJaa naclonae)
ordinariamente preatio-se de mi vontade a estes servl-
cos ; be mlster empregar as prlsCes e outros meios co-
ercitivos, que de)go)tio os eldadioa, e collocio as au-
toridades em malorea embaraeos: por consequencia,
parecc-me Incontestavel a necenidede de se augmentar
a forea policial, para que por todos os pontos da pro-
vincia se possa distribuir urna lorca melar ou menor,
disponivel is ordens da pollela, para nio so preveitlr o)
crimes, como capturar aquellas, que oscommetterem.
Ora, Sr. presidente, olhando para o projeeto, eu ve-
jo, que o numero pedido nio he extraordinario; por-
que, correndo a leglslseio anterior, vejo que numero
malorde pracas, do que o pedido, ji tem sido estabe-
lecido em diversas leis provinciaes; essim. por exem-
plo, eu vejo, que do anno de 36 para S7 se estabelecrio
588 preces, pela lei n. $5 nirrhe malor numero, mas
eu mo)lrarel depoi) ); de 37 a 38 ae deere'irio S99 pra-
ca> pela le provincial n. 3i ; de 3S a 39 marcrio-)e
732 pracas, numero malor do que o de 800, que agora
ae pede (lei provincial n. H7 ); de 39 a 40 totrio-
538 pracas ; do 40 a *l decretarJo-se 700, conforme a
le provincial a. St ; de 41 a-42 marerlo-se 599 pra-
cas I menos una do que actualmente se pede ), lei pro-
vincial n. 88 ; de 42 43 he que se principiou a dimi-
nuir a forea policial: mas, Sr presidente, ae nos en-
trarmos na yerdadeira rasio, por que se fex a diminui-
do da forea policial, veremos, que ella nio Tas multa
honra aos que a reduilrio : nio se preclsava de f >rc
policial sufllciente, porque nio era necMirio policiar;
porque Sr. presidente, aquelles, que deviao ser cooli-
dos pela polica, perlenciao ao circulo dos que gover-
navio (apoiadoe); porque, Senhores, como confessa-ho-
je molino urna folha, que ae declara orgi.0 desse parti-
do, nio convioba ao admioistrador de eolio perseguir
aquelles, que commettiio crimes, porque ou erio seus
amigos, e Ibe nio era fcil romper com etl.es ; ou erio
seus pareotea, e Ihe era vergonhoso leva-Ios aos tribu-
osea [npoiadoe) : mas bsje, Sr. presidente, nio estamos
nesta slluacio ; hoje temos necessldade de castigar os
criminosos, qusesquor que elle sejio, qualquer que seja
o lugar, em qoeeslejio asyladns, porque temos neces-
sidade de dar seguranca plena ao cidadio ; e por taso,
qur o criminoso teoba pergaminbo e ttulos de fldal-
guia, qur pertenea intima plebx I como costumio dl-
rer), devemos captora-lo e fater-lbe itnpor as penas da
lei.
Sr. presidente, aquelles, que, como eu, ha pouco, disse,
nioousirio vir i. esta casa bater-se de fente frentecom-
nosco, e faser aquillo mesmo, que ji por outrai vetes
fliemua I nio eu mesmo, porque nunca Uve a honra de
tomar assoto nesta assembla, maa os meus Ilustras
collegas ; digo nos em retalio ao lado poltico ), porque
nunca dcituio de vir a cmbales desta natureta, nun
ca nos abalemos a combater os nossos adversario) seo-
bertados debati do anonymo, l'aiem a sua opposicu
smente pela impreosa assim, pois, ha de permitllr
me V. Exc. tambem, que eu responda aqu alguma cou-
sa i imprensa.
Diiem elle, Sr. presidente, que nenhum aconteei-
meoto extraoidioario exige o augmento da forea publi-
ca, porque nem Italia forea de prlmel-a linha, oem se
augmeoiou o territorio da provincia, nem ba guerra ci-
vil, nem ha circumslancia neubuuia extraordinaria.
Com tlleito, Sr. presdeme, nio ba guerra civil, gracas
a Dos, porque oem mesmo a convocacio extraordinaria
desta astembls fol motivo, para que correase o aogue
que cootinuou estanque.
Mao se augineolou o territorio da provincia, tambem
be verdade ; mas be falso que co baja circumslancia
alguma extraordinaria, que precise de augmento da torea
publica : ae acaso se qulier entender por circumslancia
extraordinaria a que decorre no momento, concordo,
que nio ba boje circumslancia extraordinaria alguma,
porque a circumslancia, que existe, j existia antes da
poltica do nosso lado dirigir os negocios da provincia ;
mas, se circumstancia extraordinaria he aquella, que es-
t fura do commum, eolio direi, que ha circumatancia
extraordinarit, com quaoto ella j existisse, como disse,
ha muito mala lempo.
He verdade, Sr. presidente, que para elle) nio bavia
circumatancia extraordinaria, porque para elles nio era
extraordinario; que, poreiomplo, no Arrala!, existiese
urna quadrilba de ladros ; para us, porm, era isto
urna circumslancia a mais extraordinaria possivel, por-
que nio se pode conceber como os suburbios da capi-
tal de urna das priocipaes provincias do imperio ens-
ilase urna quadrilba de salteadores, dividtndo entre si as
preas, que diariamente fatuo, da propriedade do cida-
dio ; parece-me, que mais extraordinario do que Isto
uo ba nada.
. Mas diiem lies aluda, Sr. presidente, que da falla do
Exm. presidente se coobece, que nio he necessario o
augmento da torea policial, por isso que o Eim. presi-
dente declara, que i forea de esforeos e sacrificios da po-
lica j ae tem conseguido alguma couaa : com eQeilo,
be verdade, que essa quadrilba, deque, ba pouco, fsllei
a V. Eio j se acba removida, j ulo atTronta a moral
publica e aa lea com o maior escaqdalo, j nio eover-
gonba a nossa cmllsacio.
O Sr. Machado Kioe Porm ella Dio est eitincta.
( Entra a commissio, que fui comptimenlar o Sr. pre-
sidente da provincia.
O Orador : Eu l irei ; lem-Te conseguida alguma
couaa ; j esses celebres engeobos, que serviio deasylo
aoa facioorosos, aos eseravos furtados...,
O Sr. Nelo : l>so he aqut na provincia ? Nio p
de ser : uso be engao (uoaieomni').
O Orador : Aqu msino .. esses celebres enge
obos perderlo o antigo privilegio d nio aerem vareja-
do ja oio ao antigua ctallos leudaes; j a polici
furtados, que l estadio; j pode mostrar, que ae furtava
esesndloumento: o isto basta para provsr, queoEiro.
presidente fe muito bem em diier, queja tem consegu,
do alguma couaa: boje, Sr. presidente, j se pede andar
com o eoraclo maie desassombrado; j nio ba receto
desse afamado) Valentin) ; mes, porque ae tem con-
seguido alguma cousa, segue-se, que se nio deva con,
seguir ludo T Porque a polica, nio obstante a 'defici-
encia de meios, tem podido, lorca do sacrificios, remo-
ver os principesa embaraeos, tem podido dar cabo, dar
cabo T Nio digo bem; tem podido fazer as primeiras
pesquisas necessaria) para a presencio dos dbelos, be
isso motivo, para qoe crujamos os bracos, e nio dea.
mo mais nsda T Creio, que oio: Srs., os eoutoslorio
varejados. os crico.es foriodesrobertos, mas elles nloae.
brlode todo; elles se removerlo deum ponto para outro
ponto da provincia, e he neeessario. para que ae remo-
va o mal de todo, para que se acabe com essse asnero
roedor da soeiedads que os criminosos sejio procesa-
dos e punidos em qdalquer parte para onde vio, a para
ato he de'mlster, que a policia possa (xer- Ibes sentir a
sua accio em toda parte; que pona andar-Ibes, por as-
sim dtier.na garupa, de maneira que, apenas ellettao
de um ponto, e vio para outro estabelecer o seu ...
OSr. Nelo : Quarl.el general.'. ..
O Orador : Diz bom, qusrtel general, a policia
estoja no lugar aonde ellos asaentarem a barraca..,
0 Sr. Machado Rioi: Andio sem barracas.
O Orador : De sorleque, apenas ollas fincaren es
paos, os sgentes da polica os posiio agarrar. Ora, sem
forea policial sufficienle, espalhada por todos os ponlos
da provincia, parece-m, que se oio poder! conseguir
isto, e ei) demonstrado, que, com quanto se lenba al-
guma couta eonseguido, com quaoto j aa tenbio des-
truido alguna obstculos, com quanto se tenhlo preve-
nido delicio*, e capturado criminosos, nio est ludo (si-
to, e o Exm presidente tem rnuita raslo em reclamar o
augmentada fre policial. Asim, pois, Sr. presiden-
te, perde toda a sua frca o dilema, que nossos adver-
sarios nppem, qusndodi/em:- Ouoi crimes teem uimi-
nuido, ounio:seteemdiminuido, nio he necessaria mais
forra, se nio teem uiminuidos presidencia falla ver-
dade, quando em seu relatorio (Tirina o contrario.--
Srs., a presidencia nio faltou verdade, be mesmo
incapsi disto; maa entretanto aa neceasidade) publicas
torno necesaario o augmento da forea policial ; porque
remediar orna parte do mal, nio be remediar ludo, e
nos nio poderemos viver descansados, em quanlo nio
remedannos tddo. Mas o fim desse augmento, dizem
elles, he accommodar afilhado), e cercar o Esm. presi-
dente de anisaros, queacalmom seus lerroreapnicos...
O Sr. Ofendes da Cunha : Elles sabem l o que
sio janissros: falli nelles por ouvir ditr, ou por-
|ue lrio isso em alguma lolhinba...
O Orador : ra, Sr. presidente, sugmenta-te o
corpo policial para aceommodar alunados o cercar o
Eim. presidente de anisaros que acalmen) seus ter-
rores pnicos Esses bomens nio sabem o que sio
janissros, disse o nobre depulado, e disse muito bem.
Sr. presidente, oEim. presidente da provincia, qoe en-
trou nesta trra com o p direito, como se costuma di-
ier, porque na verdade, entrando nella.soube trilbaro
eaminbu da bonra e do dever, soube considerar bem a
sua posicio, e seguir o lado poltico, a que devia unir-
se, necessila por ventura de anisaros para acalmar seut
terrorea pnicos T Quaes sio esses terrores ?
OSr. VilUia lavares : Sio os inventado) peto
Lidador e Carranca.
O Orador: Ser por ventura de algum tiro? Nio:
elles nio se atreven) a tanto ; eu creio, que nio sio ca-
pare) llisSil. .
OSr. Neto : Nio se arrrpenda da flanea:..
O Orador Nio me arrependo : ser por ventura
de alguma sedic,io para se pprem aolaua actosrTsm-
bem afianco, que nio; porque ji nio he mas lempo de
por em campo as fabricas para intervirem nos negocio)
pblicos.
Sr. Villtla Tavaris : ~ A) fabricas erio para as e-
leicSe.
O Orador : Tambem ae arn.avio de ccelo para
o que fsse necessario : boje ji nio be mais lempo dis-
to: sonde esli, pois, ou quaes sio esses terrores do
Eim. presidente? Niosei: o qoe sei be, que o Exm.
presidente nio pode deiiar de ser estimado pelo povo
pernambucano (repelidos apoiadoe), e qUem tem a seu
favor a opino publica nio carece de janissros parso
cercrem [apoiadat) ; maa, Sr. presidente, estes, que
diiem, que o Esm. prndenlo necessila do augmento
da (Orea policial para se cercar de janissros, esquecem-
se, que esse, que elles tanto dorio, precisava desle |-
nsaros, para se guardar na Passagem-da-Magdslena,..
O Sr. Nelo : He verdade, armou os esparrellai, a
espalbou-os por esse caminho.
O Sr. Mendos da Cunha : Por itso elle ctfaio na
esparrella. (/Usadas.)
O Orador: Esses, que dizem isto, nio se lembiio,
que esse homem, quem alludo, inveatou, que o que-
riio asssssinar em sua propra casa, para poder com is-
so mandar laier processo). como os queao Sanrloem...
OSr. Villtla Tanatee :. Como p) que se esto fs-
xendo as malta) do Limoeiro, com a penna em urna
mi e a lei na outra.
O Orador : Para aceommodar silbados! Ote,
Sr. presidente. Sendo augmentada a frca policial. *
quem ba de o Exm. preaidente nomear ? Ha de no-
mear individuo), que peitencio ao lado opposto ? Ha
de procurar, entre o numero das peras, aa uns espesssl
para por no'corpo de polici ? Nio be ponivel; porque
a loria policial, por assim diier, be a frca esencial-
mente da confianza da presideocia, a oetessarianirol*
ba de presidencia compo-la de pessoss de seu ledo: a
ser isto aceommodar alilbados? Eu quier, que esW
bomens me dissessem, se no lempo, em que govornrio,
algum dia nomerio pessoa dolado oppoato, c se pot
isso ni tiabio pof im aceommodar alilbados?
Poses : ~ Nio. nio.
U Orador : -- O que cu aei he, que estive uns poli-
co) de aonoa, em que nunea me podesse caber um lu-
gariinho, nem de promotor l do mallo, e porque era
uto, Sr presidente ? Era porque elles nio accommdds-
vio alilbados ? Sr. presidente, parece-me, que tenbo
demonstrado, te nio evidentemente, ao menos quanto
cabe em tniohas (oreas, a necessidade do augmento d)
frca policial. A rasi v, que apresentio, de que nos
temoi loica de linha, oto proeede : diz-e, que h) e
.ir um balalhau; pode vir, pode nio vir; be forea eom
ue nio podemos contar; porquera, Je um momento
levou a su accio al Is; j pode espturar os escrvoj|pra oulio, pd*er removida pelo governo garal: *


forc*. com que le deve conUr, he a policial; alm de
tjae enlendo, que tropa de linhi nio he proprii par*
o servico de polica. Entendo. pois, Sr. .presidente, que
O projeclo be de moila utilidado e necessidsde, e por
iiso voto por ello.
O Sr. Neto: Sr. presidente, a commiwlo encsrre-
gada de agradecer, em nome dalla* awembla, ao Eim.
presidente da provincia 01 relevantei **rvr,oi, por elle
prestado! meima provincia, dirigio-ie ao palacio do
coverno, aonde foi recebida com toda* ai demonstra-
rse* de considerar;io, e na presenta do meitno -Sr. le-
va a honra de Ibe dirigir, em nome delta itsombla, o
discurso seguiote:
///m. Bxm. Sr,A aaiembla legislativa provin-
cial, encelando 01 trabslbos da presente legislatura, na
es-ai eslraordinaria, para que araba de ser contocada,
ulgou do leu dever enviar-nos em commiiiio, para.em
nomed'ella, agradecermoi a V Exo. os lervrcoi rele-
vantes, preitado* por V. Esc. a ests provincia, no cur-
io, poriu, glorilo periodo de la eularecida admi-
nislracio.
a A severa economia doi dinheiros pahlicoi.a fiel eie
cufio dai Ir'ia, e a noinoafo de cidadios benemritos
para os cargoi de cnafianca, lio acto* caractersticos do
governo de V Eic.% que, coolribuin'dp rflicazmente pa-
ra a felicidade dos Pernambucanos, nio podiio deinr
de aer apreciado! pela asiembl. a legislativa provincial.
Dign*-se V. Esc. de acceitaresta solemne de moni-
trseio dos sentimentoi da assemblea legislativa provin-
cial, como un tributo da alta considerado, em que el
la tem o patritico relo, com que V. Ere de dia ero
dia, tai melhorando a sorte de seus honrados com-
miltentes.
O Orador (continuando) : S. Etc. respondeo dos
seguinles termos :
Mas que muilo aprecio e agradeco a menssgem,
com que s assemblea legislativa provincial se dignou
Iwnrar-irie, protestando, que empenbarei todas as mi-
nhas Torcas para continuar a merecer a confiante da
mcsma assembli, e conseguir a estima dos bons Per
nambucanoi cuja prosperidade me desvelo em pro-
mover,
O Sr. Presidente : He recebida com especial s-
grsd a resposta dn Em. presidente da provincia.
Contina n diseussio sobre o projeclo, e nio havendo
quem maia peca a palavra sobre elle, he submottido a
volarlo approvado..
O Sr. Prndente declara em primeira diseussio o
projeclo *n, 3 nifiluindo d fregiietia de Una a par-
t, (ni Ihi foi Ufada pilo arrio o 3." da /i piovincial
n 139 de 6 de mato de 1845.
He approvado sem diseussio.
Entra im primara discutido o projtclo n. 5, qui ins-
taura a anliga freguezia da Fantea,e annexa /re-
yuena do Poco-da-Panilla alguns fogoi, que per -
lenctm /'tguezta doi A fugados.
lie approvado sem diseussio. .
O Sr. 1.* Secretario le os seguales requerimenlos,
que sio approvadoi
u Requeiro a urgencia do.projeclo, que apresentei,
sobre a .creafio da nova freguriia de Cruangi para
ser dado para ordem do dia de.amtoble.
Faria.
Requeiro, que se deignem para ordem do dia de
amanlia os projectos ns. 2, 3, 4, 7 e 9.
Feixoto de frito.
Etgotada a ordem do dia,
O Sr. Presidente da para ordem do dia de ama-
nbia: leitura de pareceres e projectos; 8 diseussio
do projectos ns. 2, 4, e 7; 2.' dos de ns. 3, 6 e 9 des-
le.aoao; e levanta a sessio. (Eia i hora da tarde. )
OSr. 1.0 Secretario l aa redaoefle* dos projectoa n.
1 e 8 ilesle annn," que furto approvadns.
He litio approvado O segainte parecer:
A coinmisiAo do rendas nionioipara o einiea de
roitlai vio O requerlmentu do r.id.nlJo Alexandrino
Ji'i do Amaral, aecretarin da rarnara municipal dn villa
do Iguarass. no qual pede a eala assemblea rcstabcle-
cinic-nlo Jo sen anlRO ordenado ilo 380.000 rs. que
fui redolido 4 200,000 rs. pela ultima asaembla provin-
oial,
a A oommissio, vista daa rasura, qa aaaialem au
peticionario, lio de parecer, se I lio delira favnravclnen-
te, oonoedeiido-ae-liie 300,000 ra. de aeo amigo orde-
nado.
se pala, capaeldade, llustracao e Indeprndencla ao Bsrcs Ospraybcalhio.
clal, eis as qualidades, que a constitilicu exige |.ara
o senador biasileiro; e cls as que adorno o nobre Ba-
rSo, erfi um grao tao elevado, que, sem medo de errar,
nos diiemos alto e bom soin, que, se os elritores per-
uainhucanos, seja qual fr o lado, a que pe ieiiyiu,
quaesquer que sejao suas ci cucas polticas, fazendo abs-
traeco de intlucncias perniciosas de pa'rdo, tendo s-
mente em vista o benrda patria, qulzercnx em sua es-
collia galardoar nicamente o mrito, se nSo podem exi-
mir com jusiic.i de prestaren! o seu voto a esse vene-
rando anciao, a. esse eidadao distincto e.por tantos
titubas digno do nossoajnor, respeito r consideraco.
Nao somos apologistas do Exm. Bar.io de Itamarac,
nao somos delle conhccldo e meaos temos a honra de
eutreter com o inesto relacoes de atnitade; e pols be
Sala daa eommia.iea da aasembla pravirieiaH6 Canalko I"8""311?3 spelaes, suas virtudes cvicas cima de tollo
o elogio, e nao quaesquer outras consldcracrs estra-
mare-i do 1846. Jtaquim Joei da Coila
Mendonca.
Ficuii aiiiad<>7 por lep pedido a palavra o Sr. VrlelU
Tararea u aeguiuto parecer:
A comraimAu do rendas muninipaes e examea de
onlas vio o requermeiitu dn oidadio J iSn Paulo Fer-
rei ra, secretario da cmara municipal da cidade de Oliu-
da, em quo pede a esta assemblea, seje elevad seu or-
denado a 800,000 rs. oa pelo meuon a 600,000 rs. ,
fio tinha amea da rcduccaii, que llie fe a Ruda asseiu-
blc.i provincial.
A eoinniiasSii recnnliere .os valiosos so^vijos do
iippliointe o na poiidrrnsas ratfiea, com qu fundamen-
ta o sen pedido ; porm, attondcnd frarjuesa do i.ofrc
municipal, lio do parecer, que seja defirida favoravel-
iiienle a aupplicn do petioinnariu, ojiianto a aer restabo-
lecido no seu amigo ordonado do 000,C 00 ri.
Sala daa rominiMoa da aatembla provincial, 16 de
marro do 1846. /osgui'm Jos da Coila, Cartalke
Mendonca.
(Centinunr-iB-ka,\
SESSAO EM 17 DE MARfO DE 1846.
PRFSIDBBCIA DO SR. SOIA TEIXKIR v.
A's 10. '/ horas da manhia o Sr. 1.' secretario fax a
chamada, e verifica hsver numero legal, tallando, com
cauta participada, os Srs. bario do Suassuna, e sem
ella os Srs. Mondes d* Cunha, Arruda, Souza Leio,
Pedro Cavslcanti e Figueiredo.
O Sr. Preiidenle declsra abarla a sessio.
U Sr 2. Secretario l a acta da sessio antecedente,
que lie approvada. ,
OSr. 1.*Secretario menciona oseguinle -
EXPEDIENTH.
tlin nUleio d<> serrelariu.dll provincia, remetiendo, di'
ordem do Eim. preaidente, Ocicmplarc. imprcimi de
oiciiiiinlo provincial para n futuro airno finaiicoiro de
1840 a 1847 ~ Mandrdo-ee diitribuir.
Uni repieHi'iilucu da cmara municipal da comarca
jo, aconipanliiida de oulrn, em ipio o habitantes
Cmara Municipal.
QUARTA SESSO ORDINARIA DE 11 DEMARCO
DE 1846.
PRESIDENCIA DO SR. REG Al.BOQUBHQ.CE.
Aohaudo-ao preauntet os Sr. R neiro Mouteiro, Dr. Nery da Fouseca e Hego Barros ,
fallando com causa participada oa outres Sra, abrio-
e a sessao, c foi lula e approvada a acta da antece-
dente.
O secretario interino loo um nfllcin du cirurgiSn do
partido da cmara,Fr.inri-eo Jos da Silva, cm que par-
ticipara ter accriladu a coiumiaiii,para que fora nuinea
do, com a quarmuito se IxOugeava, pela oouRailC', que
merec,i di>ia cmara, pedindo ao mermo lempo per-
uiiaaau pnriiiainlar um uulru facultativo f.uer us auan
vete, em qualqucr uoraniSu, que so manifest o aeu im-
pedimento, llilcirada.
Delibernu a cmara, que seolllciasso ao facnl da fre-
ueiia du 1'or.ii.dj-l'anrlla, exiglltdli Saber, so a eilifica-
(io,quo'esli faiendo Jure Franciaoo Belein, no lugar du
.la..i.i Auna, v.ii de i'.oul'oriiiidsdo cun as p..aturas o
planta, o no caso de negativa, ae lia procedido como Ihr
enmpre; assim como que por esl nicsmu accasiao sr
eslranU* ao dito lircal o ponen intercale, 'que moslra
(..mar lio cumprimento du suas ubi i;;,>c."ir.
OQjoioii-aoao fisoal da tregueiia do S. Jos, para que
iiiloiui..', >e una casa lia pouco edificada no Aterru-doi-
Af-.gadoa cata do confonuidado com na posturas o plan-
ta da cidade, e nu casu cuuirariu taca lavrur o roapevli-
VO lerillo il'acli.ula.
U|lciiiii-so ao Sr. Cintra, pedindo-se o resultado dos
iraballio, do que fra encarregado, acerca da tdifica-
cao do iim luiiladouro,
Eupedio-ae a conveniente ordem ao oordeadur, para
qii iiuiii a puaaivel brwidado tiro a planta do lugar do
Atlrrro-doaAfogados.
LlesparliirSo-se as pelisdes dojoao Fornandea daCrui,
Antonio Jtiaquim fanascu, e da adiHiiialr*r.ao do enca-
uaiiieiitu daa aguas ; o noilliniioii a ora nppnraco dos
voloa para depuladoa pruvinciaes: dada a liora levun-
u.u-se n sessio. En l.uii de Franca Mello Jnior, secre-
tario interino a escrevi. Reg Alququerque, presi-
dente. Carneiro Montero. liamos. (Jurara.
Dr. Asry da Fomeca. hego Barros.
i) que ao presente nos inove, que nos' impelle a,
elido um 'dev er, dever grato e glorioso a todos os
Coiiiiiiuiiicado.
do Br
de alguna sitios da freguciia lia respectiva villa maiiifes-
I- o decidida reluctancia a menor jusla pirlrilfin, que
triu o Hevereudo Antonio Jorge Guerra, de ineorrurar
us iiicsinos sillos a frrgiieiii de S. Caoiano, deque lie
psrorlio, o pedeni una ilelibera^o a rea|,cito. s A'
commido de negocioi eccleiiaelicoi.
Um requoimiento,em qui"Francisco Carneiro da Silva
'arrcmatsnle do imposto de 2:500 ra. por cabeca do gado
vaectini, quo so roinuuiir nos municipios, du Uoianna e
ni.-Fornii.su, pedo um abutu nop.uco dl arrcinata-
*n. A' commiiso de fatenda e trramento.
Oulro, em quo Tliuiuo Prreira Lagos, allegando na
B'J'vea prejiiiios, que tem SjCtualmenU sotfrnlo, como
arrcuiataiite da bairuira da Magdaleu.i, aolicita, que, lio
pt''9'i da arrematarlo da inuaiua b'rreira, se llie abala,
pelo menos, a qnautia do l:(iol))jllll0 ra. ,. valor du ulti-
ma pagamento n vencer nu 1. de jolln prximo.
A lommieilo 3c fu senda eorcamenle.
Oulro,raj que o pudro Juse Flix, parodio da fregne-
xta da la.juar.1. e o respectivo coadjiolor, u|..ii]ieMi-
Ruel J.iaquim (los Mari) re., pefliiu uina providencia,
'|t.e sane os males oanaadus pela diapuaico du artigo 18
ilo i ..pun,, o.o da lei do orcamenlu provincial do 1.0
de j.illi o de 184?. que suppriiniu ar euiigrnaa dos sup-
plirantes. A' commiudo de negeoite ecoleeiaiticot
tlutu., cni que Jai'iulliu Mariscuiy d'Albuquerque e
Millo, deaesilusla no gabinete do engenheim eiu ahaka
das obras publicas, pede, que o seu ordenado seja elcva-
''" 4llUJt|()() r, eas.ini igualado o que percebe o seu
Cnnipanliviio. A' commin de ordenados.
Oulro, cm que o iirreiuutaiilo do imposlu de 2:500 rs.
'""'"u'9'1 de gado vaceum deouiisiimo no municipio
<' Ivasareib, pede o abatiiuenln da terca parte du valor
1 'i'un,al. jan Ju ililo imposto, ou quu llie sejn permit-
ido rescindir do coulratu. cunmieido de faxen-
1a orcamenta.
" Sr. | u Secretttri declara arhar-se na ante-sala u
*ojiutadu rccunlieuido Francisco Barbosa Noguei-
iniroduxido o Sr. deputadw na tala das sessoes,"presta
Jora"u,ei,iu e loma asaclo com as formalidades do 0-
lT'o.
A ELEigAO DE UM SENADOR.
Seriamos com raso tachados de iiidiUerentes aos ne-
gocios, da patria, e inesmo de Ingratos ao palz, que nos
dco o ser.se nos consc uninis silenciosos e mudos,
qtiando entre nos se agita urna das questOes mais cs-
pinhosas, que soeiir|plcitear-se nos govrruos regidos
pelas lu -nula, inonaicliico-rcprcsciilalivn.3 j quaudo a
ele9o d'nm seuador un-, bate porta ; quaudo final-
mente Pernaiubuco, uossa patria, toca quasl o momen-
to solemne, em que tem de pronunciar a sua voulade,
em que tem de coches] essa grande lacuna, que no se-
nado brasilelro deixou a. morte seinpre sentida dos dis-
tiqcios cidadios Antonio Carlos Ribeiro de Andrada Ma-
chado e Silva e Jos Carlos Harink da Silva (serrao!......
No rstado excepcional, em que nos adiamos, as me-
lanclicas cin-uiiistaiici.is, em qise o espirito de partido
nos ha collocado una elrico srinelhante he uiua vii-
dadeira crise, urna quasi calamldadel I... E as euir-
geucias aetuacs, agora que nossa Infeliz patria se acha
rrtulhada, dividida e fraccionada pelos partidos, que
enrarnicadosse combatein na arena poltica,se injurian,
calumnlo-se, e reciprocamente se desacatan; agora
qu'.es Pernambucanosi rsquecidos talvezdeseus brios
e antigos foros, olvidando at sua propria nacionali-
dnde, desvairados e deixando-se arrastrar pelo ceg
espirito de partido e mais que tudo deslumhrados pe-
las divindades do da, parece que nao encarno com
aquella prudencia, circulnspere.no e delicadeza, que
demanda objecto de unta transcendencia e magnitu-
de, una boa escolha he, quando menos, dimciliina!
Felizmente, poriu, para honra e gloria de nossa pro-
vincia anda no- petos pernambucanos se nao extingui
de todo anda arde esse fogo sacrosanto de amor pelo
progresso, prosperidade e conslderacao do lugar, em
que pela vez primeira seus olhos se ahriro luz;
C se o extesso de Ulns adulay"" servil c diablico
ministrou a um degenerado a audacia inqualificavel de
publicar prla imprrnsa que em Pernambuco se uao
deparan dous nomrs dignos de oceupar as cadeiras
vagas do senado brasleiro : essa proposicao encon-
trim nos lioincns hunesbis de todos os partidos, em
todos os Pernaiiiburaiios verdadeiros, amigos de seu
paiz, o mais pronunciado desprezo, a reprovacio mais
formal.
Felizmente para nos anda o repetimos, abstrahin-
do inesmo de partidos pul i ticos, de que uo somos
echo, no nieio do marulho das paUdrs, que nos agitao,
atravs dos vaivens dessa politica mesquinha e inise-
ravcl dessa politica de interesse pessoal, de prrscgui-
(80 e de din um nome se levanta, que sobranuclro
a todos os partidos, impenetrayel a todos os clculos
de ambicio poltica he por si s o desmentido mais
solemne que se pode dar a essa proposiyo degradan-
te e avltadura do bro periiambucano Nome vene-;
rando, que, romo um dever, parece exigir os nossos
sutlragios Mome benemrito, que, sem descernios
at a ingratido mais llagrante, nao pode, na presente
conjunctura, ser alvo do nosso esqueciuiento.....Tho-
Riaz Antonio Macicl Monteiro liaro de ltamarnea .
basta ; seu nome he <> seu elogio .. Honra, saber,
virtudes e probidade, servlcos relevantes prestados ao
unas o
aatlsfaze
eoraces livres e amantes do ~ngraniieciiiirutu de seu
pafs, apresenta-lo como candidato presente eleicao
de senadores como uina das glorias do nome pernam-
bucano, como um dessrs li I los mimosos, de que a mil
patria, sobrrba de have-lo produzido, faz delle o seu
orgulho, c funda nrlle suas mais doces esprranyas.
.Etn verdade, Prrnainbucanos, que eidadao mais digno
(perde-nos o nobre Baro se olleiidrinos sua modestiaj
mais apnipi i ido ein su mina para representar-nos no se-
nado, para defender os foros r direitos sagrados do povo
pernainbucano nrssa assemblea de principes?.' Filho
de nossa provincia, jiella residente, tem oceupado todos
os empregos pblicos civis e judiciaes mais honrosos e
eminentes; como fosse.m; inembro dos antigos roncrlhos
de governo, vire-presidente da provincia, depulado a
assemblea legislativa geral e provincial, da qual foi pre-
sidente at o auno de 1843, desembargador e presidente
da relacao de Pernambuco, honrado com o titulo do con-
celbodeS M.I., inembro finalmente do supremo tribu-
nal de justici : o nobre liaran de Itamrac he conse-
guintemente ronhecedor exacto das necessidades, urgen-
cias e precisdes da sua provincia, e a sua subida illus-
trapo, seu profundo saber chelo de experiencias, e anda
mais aperfeicoado pelas viagens, que tem fcito no interior
da nossa patria, e prlos paizes eslrangeiros mais cultos,
o colloco iudubitaveluiente em posico de drvldameute
api ci-i.i-las ; c silo, por assim dlzrr, outras tantasygaran-
tlas de remedio e lenitivo a esse males, que sua intelli-
gencla abrange e comprebende, e que seu coraco de-
plora.
Vos o sabis; compasslvo s miserias c padeciinentos
de seus seinelhantrs, elle nao.pode ser indifierente aos sof-
frlmentns e tribulaces da mSi patria; e neste ponto
urna longa serie, uina vida inieira de arVvIcos prestados
a prol de seu paiz e humanidade urerssitada he urna
garanta, que recommenda sua candidatura, tem juz a
nossa gratido, ao passo que o toma merecedor dos nos-
sos siilfragios.
Vede-o no mel de todas as contundes polticas, por
que ha passado o Brasil iuteiro, especialmente uosSa
provincia c acha-lo-heis iuipassvel no inrio deltas, in-
penetravet ao coptagio revolucionario, cxcluslveincnti'
oceupado cm servir a patria e ao Monarcha; defrndendo
o pobre contra as trapacas e alicantinas do rico, am-
parando o desvalido contra a viugaiifa dos poderosos
do dia, protrgendo a innocencia, que o crime e o vicio,
de maos dadas, perspguem e tyraiuiiso! Procurai-o no
meio dos partidos, que nos divdelo, c encontra-lo-heis,
o.o. o sectario desses principios de desorgauisadoraim-
inoralidade, mas o amigo da monarchia a das institui-
(des juradas ; nao o apustolo da liccnca e da insiibordi-
naco mas o amigo da ordem e da liberdade, guardan-
do um justo nieio entre os desmandos da democracia
turbulenta, 'e os ferrenhos pt-eju/.os das usurpacoes
aristocsaticas; dest'arte, concillando sempre d'uma
inaneira singular os iuteresses bem entendidos do po-
vo e do Monarcli.i, cuja adlics.ii i a sua pessoa sagrada
he demonstrada pelas gracas, com que a munificencia
imperial o baaccuinulado! Pronuncia! aiuda oscujiome
em todos os circuios polticos e urna s voz se nao le-
vantar d'cntre riles a fazcr-lhe Increpacocs! Cacutali
e ao contrario ouvircs o seu elogio cm todas as boceas ;
attentai um pouco mais, e v-lo-heis acatado, respec-
tado c venerado por todos os lados.'
Em una idade avanzada,-cm urna idade, em que as
paixes j nada podem contra a raso fra c socegada ,
gozando de una fortuna colossal, as extravagantes exi-
gencias do poder, e as prete'nces absurdas, exageradas
e anarchicas da democranca, noofaro recuar do seu
dever c posto de honra ; depararn nelle um obstculo
invcucivel, una barreira iiisuperavel a seus desvarios,
a seus planos de subversao social; porque aquellas
oppor elle a sua independencia, a estas as rxprriencias,
deque est chelo, o vasto conhcciinciito, que tan, do
mundo poltico a. .alma e a prudencia congenitas
ao seu carcter e idade ; e ambas esse escudo inipc-
uetiavel d'uma conduca ate boje sriu mancha, d'uma
Escunallarfruenesrvio.
BtigueLopcrfsrinha e bolaxinb'i.
\liitico--ildrionno--mercs lorias.
Gaiera--iSatx-d-/:'i/iideni.
BarcaGlobeidem.
Consulado.
BEM DIMENTO DO DU 17.
Geral.,..,.....................
Provincial.........................
DivsriM provincias.............
3:739*128
1:443*616
152*686
5:333*430
rrpulaco toda de probidade, de ha mullos anuos esta-
bi cenla, de urna elevada posic social, que por ceno
o quercr comprometida no ultimo altarte] da vida.
raudo alual na primeira plana da sociedade, a todos
111. Illlliu .I il.nl uas lain.ii.n snasa u.o....*. -.
ivincia ; o que, dando mais realce as suas eximias
alidades, o torna, a ser possvel, anda inas digno
para o qual o recomendamos ; e coiiscguinle-
l'.no levar cmara dos pares brasilciros,
a na
Gyra....
esu-s ttulos o nobre Baro de luiuaraca ajunla o de
ser inembro d'uma das familias mais disimilas drsia
prov
qual
do lugar
mente o i
alm de ludo o mais,. o lustro e a nobleza do nesci-
mrnio. Oh praziio os cros que us elciluies pernambu-
canos, abandonando o campo estril c lidioso da polti-
ca pelas vagas l'ccund.is do iiieiccitnento, nielhor coni-
penetrados dos seus deveres, e da importancia da mis-
o, A que por momentos a Id os esta chamando a de-
einpenhar, c fugndo, anda essa vez, WMdttCCOri do
loder, reslsllndo com dignidade as suas violencias,
Sloviiueiilo rio Torio.
M ||M .jt .
Navios entradot no.dia 17.
Pslermo; 60 das, briguo napolitano (airiel, da 276
toneladas, capillo Cavlo Juiorillo. equipagem 15,
em la-tro ; a N. O. Kieber di Compinhia.
Sidney; 74 dias,' galera inglea llaoghley, de 466 to-
neladas, capiliojohn Williams, equipagem 25, car-
ga la. -Segu psia Londres.
Liverpool; 68 dias, barca austraca Perastina, de 539
. toneladas, capitn Marco Seiwich, equipagem 12,
carga Titeadas ; ao capitn.
dem; 42 das, bsrcs inglesa Golden-Fleece, d312
toneladas, eapito Matbeus Hubhuck.equipagem 19,
carga lazendas; a Itussell Mellois & Companhta.
Antuerpia, 120 dias, e ltimamente deRanesgate em
40 dios, gallla belga Mercalar, de 2.(8 toneladas,
capilSo Henry Von Coppenalla, equipagem 10, em
lastro ; a Yl.'Calmont & Coiupanbia.
Liverpool ; 38 dias, barra ingleza Ann, de 450 tone-
ladas, rapito Williarn W Holl, equipagem 21, ora
lastro; a Johnston Pater & Companhia.
S -Matbeus; 18 diss, sumsra brssileirs S.-Benedicta,
de 43 toneladas, espillo Jo? Josquim da Silveira,
equipagem 8, carga firtnha ; ao espillo.
THEATRO PUBLICO.
(Quinta-letra. 19 do coirente dia santo de guarda,
se le-l' jura o anniversario de S. M. Imperial a Seniora
1). Tbereza Christina com um lindo drsma intitulada
A IMPKRANTE E AS GRA^S,
oqusl ser i precedido de um dialojio recitado pela
senhora Jeiuina o Manuel Antonio uoqusl pedetn a
publica indulgencia. O retrato de S. M. I.' appire-
cera em utn vistoso cirro puchado por Indioi: can-
lando-se o hyinno nacional.
Seguirte- ha a niagestoss pega ssers intitulada =Nl-
bucodnnosor transfjrmado em bruto ou Daniel no la-
go dos bous A trinslormaclo ser drsrmpenhada na
propris pei pintado s de utn lado, como se praticou ni empresa
de 18)4. A peca esta multo bem esludada; com ludo
nova sociedade Dramtica implora o espera deiculpa de
leus def.-ilos.
s Srs. socios espectadores enlrio com 4* rs. emcida
espectculo e locao-lhes um camarote, 6 bilhetes da
pial* e dous de verandas. S<> se accettlo 50 socios,
para prefarer o computo do 200,000 rs. despeza era
cada espectculo ; porm os >rs socios espectadores po-
ilera vender psites meia; partes c qusrlos de psrle,
|ue Ibes loes. Os que ainds pretenderem aistgnir, di-
njo-se ao Sr. Paiva junto aolbeatro at o dia 18,
i m preter velmente.
na
Avisos martimos.
das
sem
e -penetrados einlni da Jtislica da nossa causa,
verdades, que Ihes havemos desenrolado ante o*
olhos, envidando de esforcos, coiicorro, para que Per-
nambuco, a nossa provincia natal, se ufane, se dcs-
vaneca de ver sentado n'uma das cadeiras do. senado
brasleiro a esse eidadao bcuemerito, um do seus
man mniosos florees una das suas gloras mais
iinmarsessivis. Oxal nossos .votos sejo cuinpridos.
Correspondencia.
Srs. fedactoresA inda tomada de indignlo, e
profundamente sensibilisada.me dirijo a Vmcs para des-
mentir a atroz calumnia,langsdapermodu indi.?c!o,mal
bem eipressiv '.contra o Sr. dnutor Aguiar, por urna pe-
quena fotfas denomtnida Bezerro de Pira,' e protestar,
quo be (alio tudo, qusnto essa ollia diz leUtiviinrnt a
mim, e aoiubredtlo doutor eassegyjrar, que elle gra-
tuita e generosamente so encsrregou do inventario do
meucassl, ealadiantou ss custas e despezai respec-
tivas com o que me preslou especial lavor, a mim L a
aos maus filbos orphlos sendo que nunca nio exigi
nada por seu trabalbo e menos pretaodeo que Ibe
eu dss'e slgum aderezo em pagamento. Iniprimindo
estas linbsl e este protesto contra essa calumnia atroz,
muilo obrigsUO aquella que be de vossas mens &c.
Joaquina Lins de Souza.
Para o Rio-de-laneirosahirl, com toda a bre-
vidade f por seguir com o sal que trouie do Ass ) ,
o muilo veleiro patarho nacional S. lo--Amii icono,
pudendo Irrar mais alguma carga miuda escravos a
Irele e psilagriios : a tratar com Gaudino Agostinbo
de liar ms, ns ra da Cru, n. 66, ou com o espita > a
boido.
Para o Rio-Grande-do-Sul segu visgem em pon-
eos das o brigue brasleiro Novo-Lobo, espillo Jos
Alves; recebe escravos a frele e passageiros: quetn pre-
tender, enlenda-se rom Manoel Ignacio da Olivein, na
ra de A pollo, n. 18.
< i brigue nacional Compilidor ishira imprete-
rivulmcnte no dia 22 do crrenle para o Rio-da-
Janeiro para ondo anda recebe p'ssssgeirose a escra-
vos a frete : quem pretender, falle a' Gomes & Irmio ,
na ra de Apollo, n. 2.
= Para Genova sahirl al o lim do correnle mei ,
a brc* sarda Be fronte anda recebe carga : quem
qui/er carregar ou irde passagem para o quo tem
muilo bons cotnmodui dirija-se ao seu consignatario
Jos Saporiti na ra do Trapiche, n. 34 lerceiro
andar.
= Pars Lisboa sabe, impreterivelmente uo dia 29 do
crrante, o brigue portugus Uoiim; recebe carga o
pasisgeiros: trata-so com o capillo na praca do Corn-
il.em, ou com o consignstario Tbomaz de Aquioo
Fonseca, ra do Vigsrio, n. 19.
Leilao.
CCMMEHCIO-.
Alfandega.
RcipiuiMTo do du 17................8:187*918
Descarregadhcje 18.
Briguetuna carvio"
ifigueMary-Queen-of-Sceti(erro.
Leilio, que faz Joaquim da Silva Lopes, de urna
porfo de caixassmeiss ditss e quaitos de ditas com pn-
sss : hoje, 18 do ro'rrnnle as 10 borss da manhia,
no caes d* Alfandega.
\isos diversos.
= Precisase de urna prsso* espsz eque sejs all-
antada, para se enesrregar da cobranca de duas lettrss
em Quebr'angulo, comarca deGaranbuns: oa ra da
Cadeia, loja n. 60
= Pergutae a quem competir, le j le revogttlo
as potturas municipaes, que prohibirlo os estabeleci-
mentos do lo^os activos dentro ds cidade; porquauto
as ditas posturas merco os lugares da Cabanga Sole-
dadeeltrum para tses estabelecimenlo*, a de novo
se leem iberio no paleo do Garmo e iua das Cin-
co-l'ontas relinar;des que se julgio timbein esta-
rem iacurass no artigo 7. das posturas municipiei : ii-
to desrja saber um que lambem quer por um eslebela-
rlmento a nio quer ir psra a Cabanga visto baver
essa garanta para um, e daver ser par* todos.
O Amigo 4a igualdads.


^mm^
Quem precisar de um criado pira todo o servi-
eo de urna casa o que da fiador aua conducta ao-
Duncie.
Alaga-so uma caa terrea cor du >!>, 6 ojuar-
toa com grande quintal muito bem plantado todo de
bortalica e com arvoredos de Iructo e agoa de beber
a mclhor que se ten vislo no principio da eitrada
doi Aillalos, ao p do Manguinbo : a tratar na ra
da Csdeia do Recife n. 25.
Aluga-aa uma grande caa terrea com sotio, com
muitos com modos cozinha fra, 3 quartoi, estriba-
ra grande copiar um grande quintal com muitaa
larangeiraa romeiraa figueiraa, parreiraa o outrai
muilas srvores de frueto ; aluga-ae por leu dono re-
tirar-te para lra da provincia : quem a pretender,
dirija-se au mesmo lugar da Soledade e. 42 : a qual
se acba pintada e anemia, e be muito fresca.
Jos Antunes Guimarios rctira-se desta provin-
cia a tratar de aua aaude timando neita praca por seu
procurador o Sr Joaquim Lopes de Almeida e rog*
. todos os teus devedores hajio.de Ihe pagar sous dbitos.
-= Precisa-sede um eitrangeiro para (eilor de um
sitio, que entenda de jardim e tenha pratica de bor-
telio : na rua.das Larangeiras, casa da aferigSo.
= l'iecisa-se de offieiacs de allaiate tanto de obra
grande como pequea ; na ra Nova n. 60.
Quem precisar de uma mulber para ama de casa
de um homem solteiro dirija-ie a ra do Aragai
n. 36.
= Manuel de Souza Gumaraes avisa todas as pes-
ios sem exeopcSo ds nenhuma que teem penbores
em poder do annunciaote com os prazos vencidos ,
bajo de no prazo du 3 das, osvir resgatar, ou pa-
gar os juros } do contrario serio vendidos sem contem-
placo ele peisoa alguma.
Quem anounciou ter patacSes braiileiroi para
tender, annunciesua morada para se tratar do preco.
O abaixo assignado faz sciente ao publico, que
desde o dia 14 de ruarlo de 1846 nio be oaii cai-
ieiro do Sr. Jos de Medeiros Tavares; por isso adver-
te que deiiou todas as dividas e penbores entregues
ao (ursino Sr. pelo dito ler lido da meima casa.
I'edro do liego Meirellet.
Uflerece-se para caiieiro com preferencia'para
escriplorio um moro portugus chegado de proxi -
, no, dolannos, pouco maii ou menos, conta.es-
creve correctamente e sabe lufliivelmente francet :
quemdeieu prestimo precisar, dirija se a livraria da
esquina da ra do Collegio onde le afiancaa la boa
conducta..
A peisoa a quem convier arrendar ou comprar
o cngenbo Concoigao em liebiribo entenda-se com
Manocl l'.lias do Moura na ra de >. Goncalo n .20,
que a vista da pessoa far todo o nogoeio e al olTe-
recera certaa vantagens.
Quem precisar do uma ama da leite dirija-so a
Fra-Portas ra do Pilar n. 88.
= Antonio de Soma S relira se para Portugal.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da ra
larga do Koiario n. 24.
Aluga-se uma casa terrea na ra da Alegra n.
42 muito asseiada e com bstanles commudos : a tra-
tar na ra da Aurora n. i.
= Precisa-sede um homem, que tenba osconhe-
cimenlos necessarios para entinar primeiras lettras e
latim om um engonlio distante desta prara 9 legoat:
quem estiver nestas circumstancias dirija-se a ra No-
va por cima da botica do Sr. Piolo, n 53.
Aluga-so o segundo andar da casa da ra do
' Queimado n. 14, com bstanles commodos pinta-
do e prepa'ado, lia pouco lempo muilo fresco com
cotinha fra : a tralar na ra do Queimado loja n.
18, do Sr. Mesquita ou na ra da ConcecSo da Boa-
Vista n. 8.
Fumino Ferreira Leal lelira-se para fra da pro-
vincia ; quem tiver negocio com o mesmo compareo
ncsles3dias, o maii lardar.
Jos'de Medeiros Tavare fat publico, que Pe-
dro do Reg INLeirelles no he maiiseu caiieiro desde o
dia 14 do crtente e consta, que o dito Meirelles an-
da recebendo slgumas divida; upara que se nio cha-
mem a ignorancia faz o presente annuocio.
s Ptccisa-se de um pequeo dos recentemente cho-
cados anda r.Sosabendo ler, para ajudat n'uma ven-
da com tanto que seja maior Je 13 annos; na ra
larga do Rozario n. 33.
= O abaixo assignado tendo rebalido o ordenado
do professir de primeraa lettrai da fregueza de Ipoju-
ca Francisco Jos da Silva Pereira, doi metes de > u-
tubio do anno panado Janeiro deste anno soube
quo o dito Pereira paisou niaii dual procuraces a ou-
tras pessoas, a lim de receberem da tbesourara pro-
vincial os ordenados doi ditos metei; e por isso previ-
ne a cmara municipal da villa do Cabo que nio pas-
. se oulro alteslado alm do que o annuuciante ja tem
em seu podor, a fun de que com elle nio fique babl-
litadoo dito Pereira, ou qualquer oulro individuo a
eflecluar a pretendida recepgio.
Ma-iotl de Souxa Guimariei.
Na ra larga do Rozario n 29 existe um pe
queoo caiao para te entregar a Joio Cabral, vindo da
ilb de S. Miguel no brigue Amelia.
Roga-ic aoi Sri. que teem penbores e concer-
toi em casa do relojoeiro na ra daa Florea bajio d
os ir tirar at o dia 18 do correte ; poia tem-ie de la-
ler uma viagem.
= Quem quier mandar lavar roupa e engommar,
dirija-ie a loja do nico lobradj na ra da Viragao,
que ser promptsmente e com asseio servido, por me-
nos do que em oulra qualquer parte. Na mesma casa
admittem-se e'-ravas para le ensinarem a coser,faier la-
varinto marcar efaier renda, por mdico preco.
__ Aluga-ie uma casa leriea na ra do Padre Flori-
anoo, com bailante! commodos e cacimba meieira, por
preco eommodo; quem a pretender, falle na ra da Ca-
deia do Recife, o. 25, que achar cora quem tratar.
__ Manocl Joaquim de Torres esua mulber relirio-
ae desta provincia, evando em sua compaeoia um cunha-
do menor, de nomo Pedro.
aatj Antonio Borgei da Fonieca advoga Unto no civel
como no crime : pod ser procurado a quahjuer hora
na casa da tua residencia na ra da Cadeia, ao p<< da
Ordo 3.* de S. Francisco, o. 2, onde morou o bem co-
nbecido advogado, o padre Caetano do Soma Antunes.
+4 Preciaa-se de um homem de meia idade para lei-
lor de siliu : a quem convier, (alie com Mosquita Du-
Ira & Compaobia, na ra do Bruna do Bectfe.
= Aluga-ie otegundo andar solio da casan. 2,
A
o armazem e primeiro andar da casa o. 30, con a fren-
te para a maro, ludo junto ao theatro, com boos com-
modos para familia : trata-se na ra da Cadeia do Re-
cife, o. 52.
= Eosina-ae ioglez, latir e geometra, pre^o ad U-
bilum do estudile : na roa de S. Beato, o. 3.
= Precisa-ie de uma negra, ou preto para vender
aieite de carrapato pagando ae traxentos o viote ris
por cada caada : a tratar na ra Direita nume-
ro 18
Precisa-se de um pbarmaceulico; quem estiver
nestai circumstancias, dirija-aa a ra do Rangel n. 64.
= O abaixo aasignado continua a advogar em todos
os auditorios desta cidade o pode ser procurado no
pateo de N. S. do Terco n. 9 onde .tambem ensina
particularmente a lingos latina. = I.ourmto Avtlli-
no oa Albuquerque Mello.
=Aluga-6e o segundo andar e loja da esaa n. 19,
da ra do Nogueira e a cim n. 7 junto ao Sr. Ber-
nardo Jos Martina Pereira na ra da Mangueira, ou
travessa da Gloria para a ra da Alegra ; adverle-ie ,
que as ditai casas lio muito frescas o se aehio em bora
estado : a tratar ni ra da Guia n. 42, segundo an-
dar ou na tbesourara provincial, das 9 horas as 2
ds tarde.
OSr. Dmaso da Assumpcio Pires dirija-se a
ra das Flores n. 18.
Thomai Rase! o sua familia vio ao Penado.
= Guilharme Purcelle manda para fura da pro-
vincia o seu preto Benedicto, de njgio Congo.
Quem precisar de roupa lavada de varillo e
engoramada como muito asieiv, e por preco cominodo,
dirija-se-a ruado Fogo, n. 37.
;= A mesa regedora da irmandade de S. Bom Jess
dos Marlyrios desta cidade avisados irmos da mesma ,
que devorad comparecer na igreja do mesmo h'enbor no
dia sexta-feira 20 do corrate di duee horas da tar-
de coro capa e oiurca', para acompaobarem a proeii-
ifio do inclino Senbor o fun de que esta saia ciado e
percorra maiiruai do que tem lido coitume e com
sua presenga satiifica as vistas dos fiis. A mesma mesi
rogaao resj eitavel publico, baja de mandar frarrer ai
trentes de suas caas para maia brilbantiamo do dito
acto, (cando da parle do Senbor remunera-lo. Oulro
sim a mesma mesa roga ao Sr. arrematante da illumi-
na(io publica desU cidade, se digne mandar tirar os
lampeos daquellas rusa, por que tiver de passar a pro-
cissio durante a sabida e recolhimento t anesma ,
pelo que Ihe ficar assa obrigada. Jote da Trtmdade
Grvala provedor. Lourenfo/funei da- Cotia ,
secretario.
Aluga-ie um primeiro andar de um sobrado na
ra da Penha ; a tratar na ra do Cabug loja de
Joaquim Jos da Costa Fajozes.
=0 arrematante da afencaodo pesos, balanzas, medi-
das, ele. inudou-io para a ra daa Larangeirai, caaa
o. 29 aondo o deverO procurar nai borai do coi-
turne.
= O doutor Filippe Jansen de Csslro e Albuquer-
que manda para o Maranliio, aaeuservico, o preto
Francisco ,'do naci Cabinda escravo de seu lilho
Vicente Jansen de Castro e Albuquerque.
= Um homem de boa conducta e desernbaracado se
ofTerece para caiieiro de qualquer estabelecimento ,
tanto nesta praca como fra dola e at mesmo de
engenho : quem da seu prestimo se quizar utilisar, di-
rija-se a ra da Cadeia-Velbe, a. 30.
Dio se 2:600,000 n. a premio lobre liypo-
tbeca em um predio nesta praca ; na ra daaTrincbei-
ras n. 46, primeiro andar.
O n.94 acha-se a venda na praca da Independencia,
livraria ns. 6 e 8.
ONAZARENON.il,
esta a venda na praga da Independencia, livraria ni. 6 e
8, e na ra estreita do Rozario casa da F Traz aili-
goa de intereise, e a reipeito do infame bettrro de fi'a.
= Precisa-se saber, le nesta cidade ou provincia ,
eiistem os berdeiros de Jos Joaquim Pereira da Silva
Pimenlel subdito porluguez para negocio de seu
inleresie : a fallar na ra da Cadeia-Velba n. 48.
= Aluga-se a loja do sobrado pertencenle a Fran-
cisco (ioncalves da Rocha no lugar da Soledade, pro-
pria para padaria por ter um bom forno ou outro
qualquer estabelecimento: a tratar na Camboa-do-
Carroo o. 19 primeiro andar, com Antonio I.uiz do
Amaral e Silva.
= Rita Mara do Espirito Sanio retira-so para o
Cear. .
Agencia de pasaaportes.
Na ra do Collegio,botica n. lO.eno Atterro-da-
Uoa-\ isla loja n. 48, tirio-so passaportei para dentro a
fra do imperio, assim como despacbio-se escravoe: tudo
com brevidade.
Compras.
= Compra-so o livro = 11 edicicina Curativa = da
terceira ediiio, do autor Le Boy : quem tiver, an-
nuneie.
Compra-s cobre virilh-funda,
por metae do Queimado, foja de miiulezas n. 19
.- Compra-ae um palanquim em meio uso sendo
por preco eommodo ; na praca do Commercio, o. 6 ,
ou annuncie.
Vendas.
Vendem-se balitas muito superiores, a 700 rs
o gigo ; no armaiem grande defronte da eacadioba.
= Yende-se uma preta de naci de bonita figura,
sem vicios e com habilidades; na ra da Aurora na
loja do aobrado n. 48.
= Venda se um moleque de 10 annos; na ra
larga do Rozario loja de miudexas n. 35.
Champagne da marca C &c C, via-
da no ultimo navio de Franca : vende-se
em porcSes e a retaiho, em casa de Me.
Calmon't & C.
= Veodem-seaneguinteieemoDei, cbegadei l-
timamente de Lisboa : eoentro, rbanos, rabaoeUa en-
carnadoa, salea, nabos, e de alfaee ; na ra da Cruz,
00 Recife botica, o. 60.
e= Vende-se um moleque de 18 annos pouso
mais ou menos perillo offioial de sapaleiro; um mu-
l.tinho de 14a 16annos; proprio para pagem ; um
moleque de 18 annos, proprio para todo o servio ,
umdilode 14 annos. pouco msis ou menos ; dous
pardos, del6a 18 annos; ums preta de 24 annos .
bo|eogommadeira, costureira.e propria de todo o man
lervico; todos sem viejos cero achaques e de muito
bonitas figuras : na ra da Cadeia do S. Antooio ,
n. 25. ...
= Vende-sa por eommodo preco um lindo lo-
go de gamio novo cora tabolas e eoj>ce de marfim ;
a ra Nova o. 40 dai 6 as horas da manhia e
das 4 as 6 da tarde,
=Vende-ie urna burra de ferro com doae escol-
enles chaves; ua ra da Cruz, no Reeif, n. 54.
Vende-ie, por preciilo, uma preta crioula, do
i6 aonoi, de boniU figura cozinha lava de labio
evarrella, ehe boa quitandeira ; na ra das Cruzei,
n. 4.
=Veodem-se semenles de bortalica de todas as qua-
hdides e muito novas ebegadas proiimamanta do
Porto por prejo muito eommodo ; na ra estreita do
Rozario, venda n. 8.
= Conlinuio-se a vender chapeo finoadeeaator a
retalbo; na ra do Trapiche, n. 5, caaa de Joio Slwar.
= Vende-ae um civallo ruco pedrez bom carrega-
dor, que ierre tanto p'ara seis como para carro, por
ser muito forte ; na ra do Queimado, o. 17.
= Vendem-se agulbas em carteiras a 300 rs. ; di-
tas em caiiinbas, a 320 rs.; fita de velludo a 160
rs. a vara ; luvaa de pellica para homem a 800 rs. o
per; ditas de seda para senboia. a 100 ,320 400 e
800 ra. o per; meias da seda brancas e pretas para ho-
mem a 1000 ra. o par ; fitas Isvradas a 160 rs ;
retroi, a 9r rs. a libra preto o aiul-ferrete ; fitas
de retroz de cores a 500 tif poca ; cartas de traquea,
a 160 ra. a carta ; pos psra dentei a 120 n. a caisa ;
bolSe de duraque para jaqueta a 500 rs. a groaa ;
ramos de flores linas a 1600 rs.. o mais ordinarias,
a 800 n. o ramo ; o outraa muitas miudeas, por me-
noi preco do que em oulra qualquer parte : na ra do
Queimado 0. 24.
= Vende-se uma prelado bonita Ggura ; na roa daa
Trincbeiras n. 19.
Vende-se a loja de miudezas da ra do Queima-
do; n. 24;tarabem se vendem as miudezas l: a tratar na
meima loja.
- Vendem-te couros miudose sola ; os ra da Ca-
deia do Recile, o. 12, armazem de Balll.ar 4 Oli
veira.
=Vende-se um bonito escravo crioulo de elegante
figura, moco, bom carriro de engenho canoeiro a
tambem trabalba deemada e be bastante sadio ; na
ra larga do Rosario n. 18 defronte do becco da
Pol.
x Vende-se uma cadeira de arruar em muito bom
estado envidracada e com suas competentes varas ,
por prego eommodo ; no paleo do Terco n 4.
=.Vrnde-se uma otaria sita nos Coelhos muito
fresca e em muita boa posicio ou troca-se por um
silio que seja perto da praga ; na ra da Gloria, so-
brado n. 7.
= Vendem-se duas mulalinbas ums de 12 annos,
e a oulra do i t de muito bonitas figuras com boni
principios de habilidades e ptimas para mucamaa ,
4 pretsa mogaa-, duasengommio e cosipba mu-to bom;
2 mulalmhos, de 14 a 16 annos, muilo lindos pa-
geos ; 2 ooleques pecas de 18 annos ; 4 escrsvoi
para o Irabalbo de campo ; 2cavallos, um rugo, gran-
de bom carregador e eiquipador : oa ra do Crespo ,
o. 10, primeiro andar.
Vendem-se capachos a 600 rs. cada un ; na
ra da Cadeia o. .50.
= Vende-so por mdico prego, uma porgio de ta-
boas de cedro ; cera de carnauba ; dita amarella; um
moltque de 10 a 12 annos, de muilo bonita figu-
ra, proprio para lodo o servigo ; na ra de Apollo,
armaiem, n. 22, de Joio Jot.Bodrigues Loffler.
= Vende-se um jogo de breviarios romanos, de
rubrica encarnada i usados por prego eommodo ;
oa ra larga do Rozario n. 12, primeiro andar,
be Vende-ae um escravo d<*\oa figura corpolento,
possanie, eaadio proprio para todo o servieo por
pre;o eommodo ; na ra da Cadeia do Recife n. 40.
ss Veodem-se varios escravo deliia 28 annos,
com habilidades e de bonita! figuras ; atrs da ma-
triz de S. Antonio, n. 16, primeiro aodar.
=Vendem-se barricas com tapioca, a5200rs.; 00
armazem do caes da Alfandcga n. 5.
Vende-se superior srro/ biaaco o vermelbo ; oa
ra da Praia venda do bom e barato.
=Vendem-se SOacges dacompanhia, de Bebiribe ;
oa ra larga do Rozario o. 22.
as Vende-se, ou trocas por lijlos de alienara
groiia uma canoa aberta nova, que coodu 700 li-
jlos de alveqaria ; na roa larga do Bozario o. 22,
loja de Victorino & Guimaraes.
BOM E BARATO I
Vandem-se alugio-se bichas hsaaburguezaa de
Lisboa sos centoi e a retalbo por prego eommodo ;
tssim como muilo boas lncelas ebegadas ltimamen-
te do Po.'U cil.i pelo Hici'nor auior que ha ; boa
navalbaa de barba de seo da Milio das anetbores ,
que teem vindo a este mercado : na ra da Cruz no
Recile n. 43. Na mesma caaa vende ae uma negri-
11 ha, da 5 annos da bonita Ggura.
* Vende-ie uma casa no becoo da Camboa-oVCar-
mo o 7 ; na ra do Sebo, n. 37.
Y'endem-ie capacboi compridoi e redondos de
diversas cores; na ra larga do Rosario loja de .Vic-
torino de Castro Moura u. 24.
Vefadem-ae 15 escravoe eendo 6 pretil mocas ,
de lindas figuras, com 1 Iguanas habilidades; dous mo-
lequei, de 13 a 15 sanos ; um cabrnha, de 12 annos;
daua pardos de idau> ile'lt annus ptimos para lo-
do o servieo; uma parda moga ptima paca aava ou
uma easa ; dous eseravos de navio, acodo um bom car-
riro ; uma eacrava de meia idade boa lavadeira : na
wa ireila n. 3.
BATATAS
Vende-so a 500 rs, aada uma atoaba ; ao pe do
arco da Cooeeicao, o* Raoife.
5=Vendam-sa a quem mnior prego der, duascir
rocea que se laiem deineoessaraa ao servigo da com-
paohia da Riboirinhos e se aehio em bom estado : ,
tralar com o procurador da cmara municipal, na ra
estreita do Rosario n. 8.
j= Vendo-se um carriobo de 4 rodal com os sem
competentei arroios ; tudo em bom estado ; para yPr
na ra Nova estribara do Sor. Alonso o para tra-
ar oa rus da Crui n. 63.
= Vende-se AZEITE DOCE muito superior
tm garrafcs de 25garrafas ; e AZEITE DE COCo'
as cacadas; nos irmaiens de deposito do azeite de car!
rpalo, na roa da Semulla-Velha n. 110: aonde
tambem se vendem algnoscsscos vatios de ataja, ,r.
quesdos de Ierro.
=Vende-se folha de flsndres em porcea grandes
e pequeas; emcssadeU/ Calmont c Companhii,
na praca do Curpo Santo.
Vende-se bico muito largo e fino
para roquetes, ai S5oo ris a vara : na
na do Cabtjg, lojas de fazendas de Pe.
reir & Cucdes.
Vestem-se anjos para procissSo,
com perfefelo e por preco' eommodo; na
esquina do Cabug, junto a botica do Sr.
Joo Moreira.
rMMA
Vendem-se as expelientes
bolaclunbas de farinha de a-
raruta em latas, simples e com
gostos de hervadoce e laranj;i,
ptimas para presentes, pela
sua superior qualidade c de-
licadeza : no largo da Altan-
dega, armazem de|A. T. Bar-
ar, defronte da escadinba.
*W ftM **M W*
= Vendem-se moeodas de ferro para engenhos Je
assucar, para vapor agoa e bestar de diversos tsms-
nbos por preco eommodo; e igualmente (aias ds
ferro coado e balido de todos os tamaobos: na pra-
ga do Corpo Santo n. 11, em casa de He. Calmoot &
Companhia ou na ra de Apollo armazem, o. 6.
= Vendem se ricoi corles de vestido do fstenda in-
diana imitando seda, o mais superior quo tem appa-
recido tanto pelos bonitos padroes como pelaa cores
fitas o pels muita duracao seu diminuto preco ha
de 3000 rs. cada corte ; mantas de seda para senbora,
ai maii auperorei. que teem apparecido palo barato
prego de 3000 a 12r rs. cada uma ; sarja de seda pre-
ta para vestidos, a 1440 rs. ocovsdo; dita bespanbo-
la larga e muito superior a 2600 rs. o corado,
meias de seda do peso, brancas e pretas a 3000 n.o
pir ; ditai pretal para homem, a 2 rs. o par; ditas de
Igodio pretal para homem imitando teda a j-'O
rs. o par; meiaide lnbo para homem muito finas,
a 500 n. o par ; luvas pretas tem dedos ai meii su-
periores que ha, a 1000 n. o par ; casimiras para cal-
cas a 1000 rs. o covado ; dita elaatica muilo supe-
rior e de dual larguras a 4200 rs. u covado ; ciui-
chitas para vellido a 3# n. o corte ; cambraias; pa-
risienses ; chitas francezas largas e estreiai pan
vestidos ; ludo por preco muito barato ( assim como
um bom sorlimento da (azendaa para calcas e oulru
muilas laiendaa por prego muito em coota : na ra do
Crespo loja nova, n. 12, de Jos Joaquim di Silva
Maia.
=s \ende-ie panno d linbo muito bom ; ni mi
dasCrutei, n. 41, primeiro andar.
Eseravos Fgidos
Fugio, no dia 14 do cofrento, um pardo de idi-
dede15snnos, pouco mais ou menos secco do cor-
po cor amarellad.i de nome Benedicto ; levou cai-
gas eesmiss do risesdo aial : quem o pegar leve ao ar-1
mazem de farinba no caes do Collegio, que sera ge-
nerosamente recompensado. .
Fugio, no dia 13 do correlo do engeobo !
pera freguetia de Jaboatio um preto do nome M*-
noel com os signaes aeguintes do gento de Angola, j
de3Sannoi, pouco mais ou menos estatura media,
alguma cousa secco do corpo um pouco fulo pouca 1
barba com suissaa finas pea alguma cousa apareja-
dos e com Tachaduras nos caicanhares. bstanle ale-
gre eriionbo; levou camisa de elgodioiinho, cale'
doriscado, umiurriode couro anda novo, cbipeo |
de seda e mais pegas de roupa e uma vara de cji-
rero;" he de presumir que tenba seguido psrs o cea-1
tro, pois fui da provincia do CearJ : quem o Pef,r'
leve ao dito engenho, que ser generossmeot gratifica-
do por Josquim de Souzs Leio.
.a No da 12 do correle desappereceo, da casa 01
Joio da Silva Santoa um escravo de nome And re I
presenta 20 annoa de idade ; seu senbor be Frsncii-
co Jos do Souza Pinto, morador em Crnsngi : qu*|
o pegsr, leve a sen senbor em Cruang ou nesta prrj
ga, na ra do Queimado, n. 9, a Joio da Silva f'|
= Fugio, no dia 12 do correte a preta da (-01 1
de nome Catharina Luisa, de boa altura t'P|
de idade. de 30 annos pouco mais ou menos, "'
miudos, labios grossos ps ciniontos com um"". j
nal no pello olbos vermelhos ; levou duas voltea I
conlas brancas no pescogo ,'argolaa de ouronaso I
Ibaa vestido de chita cebegio de brim psnno
Costa: quem a pegar, leve a ra do Mundo-No">-
n. 29. .
= Fugio, no dia 17 do corrente uma pela s
Costa de nome Roa com um ferro no pescogo; I
duas pequenaa feridis no p direilo uma 00
cale"'
uuoaa muMviia ivi i iw y\ liat-isv
ohar, e outra no peitodo p; levou vestido muilo I
camisa de algodio da ierra ; quem a pega'. Ie"' I
larga de Rosario n. 39 ou a ra da SenMHil
to e
ra
Volba. n. 114.
PERN.
NA TYP. DE M. F. DE FABI.
,6.j


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