Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08204


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Full Text
AiMQ'de I84 Segunda feira
O DIARIO publica-se tsTaxd* os das que
n0 ttem de guarda : .o pre9 4a assigaa-
tirra 1- de 4/000 rs. por quartcl paara oan-
fado*. Os anr.uncios'dos slgna.UCs spo in-
seridos a raiio de 20 rale -por Itnha. 40 rs.
cntvpo dillercntc,a repcticoes pela me-
tade Os que nao forera, asignantes pagao
80 r. por linha, e 160 en typo ditlercnto.
PHASES DA LA NO MEZ DE MARCO,
Cre.cente a 4 as 8 hor. e 11mi. da tard.
I,u oheia 12 as 11 hor. e 28 mo. da tard
Mingoaote a 20 as II .h. e m a. da toan.
La nova a 27 as 3 hor. e 30 min. da u-.
PARTIDAS DOS CORRElOS.
Ooianna, e Parahyba, Segd." e Sextas Tetras.
Rio Grande do lorte, chega as quartas
(Viras ao ineio dia, eparle nal mesinas ho-
ras as quintas felras.
Cabo, Semillara, Kio fcormoso, Porto Cal-
vo,e Macey, no 1.a, II e 21 de cada mu.
Garantios e Bonito a 10 e 24.
Boa-Vista e Plore a 13 e 28.
Victoria as quintas reirs.
Olinda todos os das.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 7 h. e 42 minutos da inauhaa.
Segunda as 8 h. e G minutos da tarde.

de IVfarfo.
Anuo XXII N. 61.
DAS DA SEMANA.
16 Segunda S. Cyrlaco, aud. do J. dos
orf. e do J. do C. da 2. v., do J. M. da 2.
17 Terca S. Patricio, aud. do 1. do civ.
da 1. v. c do J. de paz do 2. dlst. de t.
18 Quarta S. Narciso, aud. do J. do rlv.
da 2. v., e do J. de par do 2. dist. de t.
19 Quinta 9 9 S. Jos Esposo da SS. Vir-
Si-in Mai de Dos. *
ta S. Anatholio, aud. do J. do civ. da
1. v., e do J. de paz do 1. dist. de t.
21 Sanbadu S. Cerillo, aud. do J. do civ.
da 1. v., e do J. de paz do 1. dist. de t.
22 Domingo S. Caleci.
CAMBIOS NO DIA 14. DE MARCO.
Camb. sobre Londres 28 '/a < P- '/ a6 d-
Pars 350 ris por franco.
: Lisboa 105 p. c. pr. p. m.
Desc. de lei. de boas firmas 1 '/, p. V. mej
Oiiro-Onae hesninliolaa 30/500 a 3l000
- MoJda deuVf00*el. 16*900 a 17fW.)
de6f400oov. 16/200 a 16/400
. deJJOOO'. 8/800 a 9/100
Protu-Patacous .'. 1/940 a 1/970
Pesos Goluniiiaret 1/960 a l/T)80
* Ditos Mexicanos. 1/1*80 a 11900,
. Prata Mmda 1/640 a 1/76
Acedes da C do Haberme de 50/000ao par.

DIARIO DE PERNAMBUCO
PARTE OFF.CIAL.
Guverno da provincia.
EXPEnlINTB DO DI* 9 Dll COEUTK.
{Concluido.)
OfficioAo inspector da tbeioureria da fuend, re-
cooimeodindo, que em execucio da ordera imperial,
citada pelo presidente de Rio Grande do Norte no offi-
cio, cuja copia Iba traosmille, receba os 87* r*., que no
arsenal de msnnha lorio cobrados doe consigoaUrio*
do brigue Flix Unido, pelis escotas de relaxo e verga
de Iraquete, que I be forio emprestadas era menciona-
da provincia Participou-so to presidente da provincii
do Rio Grande do Norte. a
DitoAo administrador da meta do consulado, ac-
cuiando recebida ai copias dai matricula! doi brigue*
brttileiro* Triumpko do Braiil e Ltto.
DitoAo inspector da tbetouraria das rendas pro-
vinciaei, ordenando,' que, augmentado de 20 por ceolo
o quantitativo, que te baria, oreado pasa as obra* da
cideia da cidade de Goitnna, mande por em praca aa
mesmas obrar-Participou-so 10 engeobeito em chee
e b inspector-fiscal dss obras publicas.
DEM DO DI 10. .
OfficioAo inspector do arsenal de marinha, toien-
tificando-o de haver expedido ordem, para que o mn-
celo de carpinteiros, At.tonio LoTs Bastos, seja trani-
porlado para a Babia no vapor, que segu para o Sol.
DitoAo encarregado da agencia daa barcas de vs-
por, recommendanilo a expedicio ddiuas ordens, para
que seja posto k diapoaicao do cliefe de polica o senten-
ciado Bernardino Marque da Si!, que do MaranbSo
cooduiio o vapor Pemambueana. OlTiciou-te ret-
peilo ao ebefe de polica e ao presidente da provinica do
Maranhio
DitoAo 1." secretario da asiemblea legislativa pro-
vincial, dando-se por inteirado da eleicio da respectiva
commifsao de polica.
DitosAo mesmo, remeltendo para assemblea se-
ren presentes : um officio do bispo diocesano, coni
o ornamento das deipcias a faier com is obrat da ca-
peHa-mr da matrii da nova fregueia de S. Jos i seis
ejemplares da memoria, organizada pelo Ur. Domingos
Marinbo de Aaevedo Americano, acerca do estado ac-
tual daa inslituicdes medica* du Franca, Prussia e Grio-
Hri'lsoia ; os orcamento* para si despeza* daa difieren-
tes cmaras municipaes em o anno prximo luturo, eos
balaocos de sua receita e despea no paseado ; eaa pos
tura* das cmaras municipaes do Bonito e Cimbre*.
PEftN AMBUCO.
Asscmbla Provincial1.
SESSA0EM 13 DE MAR C O DE 1846.
(OORCLCSAO.)
Entra em legunda discusso o projecto n.t diite auno,
que retoga a lei do titalicidade doi empregado pu~
Micas.
O i'r. Villela Tavare : Sr. presidente, en quima
lorrar-me ao trabalbo de tomar parte na diteussio do
projecto, que V. Exc. acaba de submetter a cootideracio
da casa ; nao smento por aquillo, que essa discussio
podo traier de odlosp, visto que tem de relerlr-se a urna
lei, que entendo ser urna le de privilegio, orna lei pea-
(oal, estabeleclda contra o dlsposto n conslituicio do
imperio, srnao, e principalmente, porque, acbando-me
milito envolvido no* negocio* polticos do meu paii,
tendo ii dlstinct honra de ser todos os dias maltratado
e descomposto pelos peridicos da opposieo, peridi-
cos redigldos por humen*, que nio teem vista* poltica*,
mas que querem o seu engraodeclmeoto e elevacao,
custa mesmo da mina do povo, eu quiera evitar que
os meu* adversarlos polticos, que os meus inlmlgos
peisoaes altrlbuisscm mesquiohos interesaes, i desor-
denada* paladea, que nao tenbo, ao eapirlto de partido,
aquillo, que he fundado na constiloicio do Imperio, e
conforme com o* principio* de absoluta e inteira raaio e
juslica.
Mas, Sr. presidente, a poslcio, que oceupo boje ne*ta
casa, como um do* escolbldos do povo para pugnar por
seus interetses, e o papel, que especialmente represento
nesla queslio, como autor do projecto, que se discute,
me nio dispensa de tomar parle nella, e de dar aa ra-
ines, que tive psra apresenlar o projecto. Sioto, Sr.
presidente, e deploro com toda* a* loicas do meu cora-
rio, que aqu nio eilejio os autores deca lei, ou ao
menos alguna daquelles, que votirio por ella, para
combaterem meus raciocinios e argumentos; e lioto
tanto mala lito, quaolo as folbts da opposcio todos oa
dias diiem, que a esta assemblea nio preside o pensa-
menlo e raciocinio ; roas nem porque nos abandonio e
nos deixo sos, devenios deixar de justilicar a nussa
obra.
Este projecto, que tive a honra de apresenlar a caa,
tem apenas um artigo, e V. Exc. me permilllii, que,
para justinca-lo, recorta k essa lei, a que o projecto se
reporta. Essa lei he a de o. lio, de 7 de maio de 1845,
e ioscreve-se da nomeaedo, tutpenedo e demindo do*
eoipregados publico* pruvincuei.
Sr. presidente, se esta* pdavras lio comprehensiva*
lao somonte da* formula*, com que podem ou deven
ser nomeados os empreados provlneiaea, eu crelo, que
a ataenibla pravlneial esteva no seu direilo, legislan-
do sobre a materia, porque isto est consagrado no acto
addiciooal ; mas se be comprehensiva de autorisacia,
para que o guverno da provincia po**a nomear, suspen-
der e demlltir empregado* pblicos provlneiaea, t de
?
carcter de vllallcldade deisea ampregados, como te de-
prefeasKle doa artigoa e paragraphos, que *e aegoem, eo
entendo, que a aaaajnbla provincial obroo fra das ralas
de sua* ttribulcoea, e que odendeo leis geraes e k cons-
titulcio do Imperio. Msdlier-e-ha = vos proponda* a
revogacio da le > llum, esia le tean diversos artigoa e
paragrapho*, todo* elle sao mios, todos sao anti-cunsal-
tueionaes, todo* *Iode*arra*oados ? = Respondo, que
lm, e paaao a prova-lo :
Cap. I. Da Domeaelo. Art. Io Nio podem ser
nomeadoi para o* empregos pblicos os aoalphabeto*.
He, com efleito, admlravel, que, no seculo XlX, na
provincia de Pernamboco, na Ilustrada provincia de
Pernambuco, apparecesse um legislador, ditendo, que
oa analphabetos nio podem ser empregados publico* pro-
vlneiaea I Pols entio, se nio houvesse esta disposicSo da
le provincial n. 140, o governo da provlnela pola no-
mear o* analphabetos psra os empregos pblicos provin-
claes, nio eat lito prevenido na leghslaclu anterior I! A
raaio e o bom tenso nio o ordenio 7 He, pofs, esta dls-
poileio da lei ama perfelta ioutllldade.
A segunde dlsposi<;io he, que nio posiio ser empre-
gados publico* os inniiuins de 31 aiiiiu Palas ordena-
tees do livro l., tit. 104, e livro 3.*, tlt. 43, a idade de
25 annos era eatabeleeida como aquella, que habilitava
os indivld oos a exerceretn ledos o* cargos da vida civil;
mas essa* ordenaedea forio revogada* pela lol de 31 de
outubro de 1831, que eslabelece que a maioridade he a
Idade de 31 annos: se, pols,* nos temos ama le geral,
que determina que a idade de 31 anno* he a que habi-
lita o* iodividum k exercerera o* cargo* pblicos; para
que a assemblea provincial oceupar-se de legislar sobre
esta materia, e faser urna declaracao, que todos sabem ?
Isso be por sem duvida urna segunda ioutilidade da lei.
No S 3." vejo determinado, que nio podem ser empre-
gadoa pblicos os que nao forem cidadios brasile-
ros. Sr. presidente, helio pouco judlciosa esta dispo-
ilcio da lei, que oto vale a pena refutar; ella nio acre
dita, por corto, eu* autores! Poi* be precito, que a
ass-mbla provincial determine que os que nao forem
cidadios brasilelros nio posiio aer empregados publi-
co* ? Nio temos nos a coostituicio do imperio, mu (ai
le* geraes, e entre estas o decreto termnenle e positivo
de 18 de agosto de 1831, que dispoe, com a clarete do
dia, que ot eitrangeiroi iido podem tr.r empreado! publi
coi eos detrimento da nacionalidad ? Nio Sel, pols, qual
a raaio, por que os autores da le consigoario etteS 3.*
S se foi para censurar algum governo, algum presiden-
te, que, ullrapatsando os limites, que Ibe erao marca-
dos, acalcando aos p* a conilituicio e as leis, oomeou
para empregos da provincia, nio sa eslrangeiros, se-
oo a esiraogeiros recenhecidamente inimigos do Bra-
sil I Se be por osta rasio, concordo.
O Sr. Machado tim : Foi para censurar ao bario
da Boa-Vista.
O Orador : Nio me parece que aisim sfj*, porque
vejo, que a lei foi redigida por amigos e correligionarios
polticos do presidente, a que me rearo.
Sis mai i I, que c 'ods, droo os pis de
compromisso ou moratoria, nio podem ser empregados.
Senbores, os autores desta lei erio multo Inimigos de
gente pobre (apoiadoi): pelas leis antigs os fallidos,
ainda mesmo de boa l, desvio privados de certos dl-
reitos, he verdade, como, por exemplo, o de represen-
lacao, urna ves que nio fossem negociantes matricula-
dos ; a resoluclo de de agosto, e edicto de 18 de agoa-
to, tudo de 1819, assim o determioio : mas nio vejo,
que, nessa mesma leglslscio enliga, se eatabeleca, que
oa fallidos nio possao ser empregados pblicos O fal-
limenlo pode dar-se ou de mi fe, ou com motivo justo :
no primeiro caso o fallido he criminoso, e enlio a Iti
dispoe urna outra Inutilidsde, porque ja est determina-
do pela nossa legislacao, que os criminosos nio podem
exercer cargos pblicos; mas no segundo caso, Sendo o
fallido de boa le, nio vejo raa subTrclente, para que
esse fallido polsa sor privado do um direilo Uo impor-
tante, qual o de exercer empregos pblicos oa sua pro-
vincia ; e lano mais entendo asaim, Sr. presidente,
quanto, recorrendo i constltuico do imperio, vejoes-
tabelecldo no 14 do aiL 179, que todos os cidadios
brasilelros sao apto* para todo* os cargos pblicos, sen
outra dlstincco mai* do que seos talentos e virtudes.
O Sr. Mendei da Cunkm : Apoiado ; esta multo
bem considerado.
O Orador : Se todos sio sptos para exercerem os
cargos pblicos, sem outra dilTerenca que a de seus ta-
lentos e virtudes ; se a coostituicio nio qnli farerdii-
11 necio entre o pobre e o rico ; como pode a assemblea
legislativa de Pernambuco determinar, que o fallido nio
pode aer empregado publico, porque be pobre Nesla
parle a lei he anti constitucional, Injusta a immoral.
O $ 6 trata dea prdigos : oa prdigos be verdade
que-teem um curador para reger e administrar seus
bens, mas nao para governar a sua pesaoa ; elles sio
iui generii cldadaos como outros quaeiquer ; e, i vista
da coostituicio, cielo, que se nao pode inhabilita-loa
para exercerem qoalquer emprego publico pelo s faci
de serem prdigos. Estou, que alguna empregos elle*
nio poder exercer ; taes sio, por exemplo, o* de at>
lecidacio e fueoda ; roa* outroa ha, para que elles aio
eslo absolutamente Inhabilitado*, lio que tanbo dito,
julgo, que se pude concluir, que, eos o art. 1."desta lei
e seus respectivos paragraphos, ha mu los principio* ab-
surdos, muita couia, que be intil, e multa o (Tensa
coostituicio.
Agora, porm, reparo, que, Involuntariamente, no
corier d* discussio, aaltei o 4.": e, como elluconian
materia interessaote, peco, que V. Exc- me dfl llcenea
para tomar alia; 1* ou : dis o poragrapbo O cut-
padoi: ,
O* culpados nio podem ser empregados provin-
claes.
8r. presidente, se esta pslavra culpad esta aqu, se-
gundo meu parecer, como synonjmo de ciiminosos, a
dispoiico da lei be Intil, porque os criminosos, i vis-
ta da conslituicio e daa leis geraes, nio podem ser em-
pregados pblicos, e Dio era preciao que urna lei pro-
vincial assim o declarasae ; mas, se a palana culpada
be eoprehensiva de culpa e de pecoado, he de qual-
quer inlraccio contra o dever, falta voluntaria contra
U'n dever, oOensa contra alguem, enlio esta disposicio
da lei he absurda, be ioconcebivel; porque vejo, que a
assemblea leve por flan exclair o genero humano de ser
empregado provincial, pois relo, que todo o genero hu-
mano he peccador, que nlnguem esti isento de culpa e
peccado : e admira tanto mais a disposicSo da lei, quanto
talvet sejio os que as flterfto os maiores peccadores,
que eu conheco I (Kiada apoiado. j
Passemos ao art 3., que trata da declarar, que em-
pregos proviuclaes sio amuviveis eioamoviveis. \' res-
polto desta questio, o meu nobre amigo, que se assenla
i mlnlia esquerda, ja bontem dlsse quanto havla de
bom; maa, sa me dsse llcenca, eu continuarla noieu
peoiamento, e desenvolverla mais alguma cousa.
O Sr. Mende da Cunan : Est concedida, at psra
replioar.
O Orador : Sr. presidente, quando pedi a urgen-
cia deste projecto, disse, que a lei da nu e trt h
anti-constituuional, e pouco rasoavel : nio pude enlio
provar isso, nio era occaiiio opportuna psra faie lo,
nas agora estou obrigado a dar a raiio do meu dito :
Digo, que este 2.'artigo da lei he anti-comlitucio-
oal, porquo te oppSe directa o positivamente ao espirito
da conslituicio ; porquanto, tendo ella consignado e
determinado quaes sio o empregados vitalicios, que
sio os magistrados, os sonadores, militares e conculbei-
ros de estado, alm desle, por umaeutidade de rasio,
por urna paridade muilo usa, podando dizer-se tam-
bero vitalicios aquellos, que adquiririo seus lugares por
urna especie de conquista, que obtiverio, por exemplo,
um beneficio, urna cadeira em consequencia de seus ei-
Torcoi racionaes, o do seu trabslho, porque entio existe
ihi urna especie do propriedsde, creio, que nenbum
outro pode ser vitalicio, isla da mesma constitualo;
e que S assemblea provincial nio podo islabelecer, coro
esta qualidade, oulros empregados; collocou entre os
senadores, o militares, e os magistrados, que a cons
lituicio fes vitalicios, os empregados da secretaria do
govoroo, e da Ibesouraris, etc. ; islo-nio poda elle fa-
zer; exurbilou, pois, desuas altribuicSes. Demais, en-
tre as alltibuicoes. que sio conlerJas as asiemblss
provinciaes, vejo, que, rilando todas ellas expressamen
te marcadas, nio esta esta do legislar sobre a vitahci-
dade dos empregado* provinciaes ; ora, lendo o acto ad
dlcional o cuidado de enumerar cicrupulossmente as
attribuicoos das assemblas provinciaes, e nio marcan-
do a de legislar sobre a vilalicidade dos empregados p-
blicos, parece-me (ora do duvida, quo essa altribuicio
oio compele as assemblas provinciaes; esta direilo?
{Vnllando-se para o Sr. Minis da C'unAa).
OiSr. Mmdisda Cunha : Muilo bem.
O Orador (continuando) : Mas, Sr. presidente,
tenbo ouvido diier, queosaulores delta le, aquellei
que a querem defender, nio aqu, maa la fra....
O Sr. Mindei da Cunha : Ha de ser na Car-
ranea.
O Orador:..,. recorrem ao 11 ai ligo 10 do acto
addicional, o qual da. que as sssemliloss legislativas
provinciaes podem legislar sobre o caios ei firma,
por que devem ser nomeadoi, suspensos e demiltidos os
empregados pblicos. Ni sin pslavra forma se lundaoos
autores do projecto, entendendo, que ella be compre-
hensiva da vilalicidade ; mas este argumento nio (a/
honra ninguem .* a palavra forma eitabelecida, como
esta, no acto addicional, I go depois daconjuocco ,
nio pile deixar de ler comprehensiva smento de mo-
do, maneira, formalidado, etc. etc. e jmaii pude re-
ferir-so a vitslicidade, a qual revesle de um carcter
muilo particular e distincto o empregado publico ; mas
dir-se-ba qual be este modo, esta maneira, esta forma-
lidade T Eu direi. O presidente da provincia, pelo
simples Tacto de diter esti nomesdo tal individuo para
aiercer Itl lugar, nio d com isto um direilo so indivi-
duo para exercer esse lugar : oio basta esta vontt.de do
presidente da provincia, be preciso, que ella se mani-
fest por um acto exterior, que esse acto citerior leja
um titulo, que oeste titulo Jiaja uro juramento, queso-
ja este titulo acompanhado da paga dos direitos, que a
lei tem preseriplo, que seja sellado, ele.: eii-aqui, poii,
os formas, o sobro taes formalidades ho, que a assem-
blea'legislativa provincial, naquillo quo II.e competir,
podo legislar. A palavia arma, por l*nlo, nao con.pre-
bende a vilalicidade. Esla doutrina, meus Senbores, nio
he mioba s, be doutrina correte....
O Sr. Minia da Cunha : Correntissima.
O Orador : ... Maa, Sr. presidente, provado que a
lai be a nti-consli lucional, resta mostrar que ella be pouco
rasoavel: ha cario* empregados pblicos, com os quse<
o presidente da provincia pode servir muilo bem, qual-
quer que seja o seu pedimento poltico, qualquer que
seja a doutrina, que esse* empregados ligio ; porque
oio podem elles emharicar a marcha da adminialracio ;
mas outro* ba, com o* quae* he absolutamente impos-
sivel, que o governo da provincia sirva, e bem desem-
penhe leu dever, qcando nio :5o Mea da coofianca do
mesmo governo, eestes sio todo* aquelles, que teem de
rodear o presidente, que teem todos o* diaa de ouvir de-
ciiocs sobre oa difieren tes negocios, queappareeem no re-
bolicio da poltica, e pergunlarei : Ser* poltico, sera
rasoavel collocar o presdanle na dura oecessidade de
servirse com bomens seu* adversarios poltico*, qi*
teem interesse em erobaracar o governo ?
Votn : Para esse firo foi feta a lei.
O Orador: ... Com horneo*, que sio reJaclores da*
folhas da opposcio, e que *l nt ecrelaria do governo
faiero artigos para essis (olbas, e tiiio provss dos escrip-
los, em que o goverao he todos os diss descomposto a
insultado, ser sto poltico erasoavel ?...
O Sr Cunha Machado : Mandando at publicar
o reservado da polica.
O Orador : Sr. presidente, nesta lei se classificio
quaes os oropregados inamoviveis; aqu vem elles e-
numerados ; quera eu, porm, que esies legisladores
me desseui a raiio, por que o director do lyeo nio ba
de ter vitalicio, e o secretario badese-lo. Que rasio
d.- conveniencia se pode descobir neste ponto lio im-
portantu ? Talves V. Etc. nio suba qual seja ella ; mas
eu Ih'a digo : o secretario do lyco he lorie correligio-
nario dessa gente, que fes a lei, e por consequencia era
mistar segurar o seu lugar: trein que foi ella a raiio, a
por i-.se i bem diiieeu, que a le hado privilegio, he
lei pessoiil. [ .fpoiaaoi.)
Senhores, diversos outroi arligos e paragrapho* tem ,.
est* lei, quo mereeiio snslyso ; porm eu me dispen-
so deite i raba lint, e me relirirei ao Capitulo, que trata da
ujbusiIo. Dis este capitulo : que o presidente poderi
impender o empregado ou como meio preventivo, ou
como meio de correccio : eu entendo, que a suspeniio
pode ser considerada, ou como meio perventvo, ou co-
mo pena e castigo : como meio preventivo nio ha duvi-
da, que o governo da provincia est* iut risado para
usardella. porqu assim o determina a lei de 3 de ou-
tubro de 1854, e em virtode delta mesma lei deve man-
dar iiiimii Malamente re>pusabiiiaar o empregado sus-
penso, ele,, etc. o proceisa-lo pelas autoridades com-
petentes ; mal quanto suspensio estabeleoida como
condemnacio, como castigo, o presidonte nio pode
exercer este direito ; he um* invasio, que se fax *o po-
der jiMiriario ; porque essa suspensio, esse castigo deve
ser o resultado de urna senlenga : o empregado deve ser
ouvido, deve delender-se, e nio se pode preterir as for-
mulas marcadas ns legiilacio gerah Todo este capitu-
lo, pois, lio anti-cOhttitucions!, be....
O Sr, Mtndei da Cunha : He i polka.
0 0/ador:Se nio fura masuika. Orapilulo 3.a tra-
a da demssio dos empregados, e realmente parece nio
ler relafAo com os captulos antecedenles : aqui os au-
tores da lei quizeriii desmanchar a sos propria obra.
Eitabelecdrin no artigo 2. do capitulo l.'a vilalici-
dade para cerlos empregados : a coniequencia diiio de-
via ser, que esse empregados oio podeiiem ler demil-
tidos senio com as formas proscripta* na* leis; porm
neite capitulo 3.' autorisa-se o presidente para demit-
llr esses omino* empregado* vitalicio*, quando elle*
nio guardarem osegredu do expediente ; e o proceiso
par eita deminio be feito entre o presidente e o em-
pregado ; nio ba terceira pessoa, aalvo quando o em-
pregado for.de reparlicio que leoba ebefe, porque en-
tio he esse ebefe ouvido ; de maneira que o presidente,
sabendo, que o empregado viola um segredo, para de-
milli-lo nio precita ro*iadoqu9 manda-lo ouvir, obra
se com rfieilo vrblou ou nio eisesegreJo : or. qual ha
de ser o empregado da secretaria, por exemplo, que diga
ao presidenteSim, sr., eu violei este segrede ? E di-
rendo que nio violou, quando ao prndente coma, que
com elTeilo violou, quem be o juit den* causa PO
presidente sabe que ello viola, o empregado nega, quem
he o juis ?
OSr. Mendei da Cunha : He o preiidente.
O Orador : l.ogo ba arbitrio : e havendo arbitrio _
os autores d* lei oeste capitulo desmancbrio a iui pro-
pria obra.
Senhores, eu estou omito Itligtdo, e paro aqui, le
bem que unda le posta dizer milito sobre esta lei... pa-
ra a qual nio encontr um nonie proprio...
Sr presidente, V. Exe. nio (em ouvido, diter que
por ah .. naico um beterro de pera... (vitada*); pon
est* lei pode-so chamar umi lei de pera. [Hiadaiia-
poiadoi.)
Jugada a malcra discutida, be oprojeclo tubmet-
tido a votacio e approtado.
Entra em primeira ducundo o projiclo n. 4, que *"-
ge em tilla a povoaedo de Agoa-I'reta, autorha o
goterno a despender cinco contos de rii com a obra
da nova malrix, eeonitruccdo da caa da cmara.
He approvado tem diicusiio.
Entra em primeita ducuido o pr ojelo n. 2, qui
marea o dia da abertura da iistdo ordinaria da as
iimblt'a legiilaln'a. .
O Sr. Piixoto do Bulo : Sr. presidente, he co-
tume do* parlamento* encelar-*e diicuio, impug-
o*odo-ieoobjecto,que tediicute.e algn* teem *dop-
tado esta regr* para o leu regiment : n* nada te-
mos de positivo a este reipeilo e porque alguem dia
por abi, que nonos actos sio destructivos de tudo qusn-
lo exilie, julguei prudente pedir a palavra para dixer
algum* cousa acerca do projecto, que eit obre a mesa.
principiando por declarar, que s nos propomos s des-
truir ot miles, que Gzerio provincia o* nonos ad-
versario* quando oecupavo estes assentos.
O projecto, que ie discute determina, que ai sesiOes
ordiniriai desta assemblea lenhio lugar no l.'de mar-
co: com esta medida legislativa nio temo* outro fitn
lenio o de repor a* cousas no seu anligo estado, revo-
gaodo sitien a lei leita pela Irinncti assemblea, cuja


.2


minio eipecial consisti em revolucionar e Inoitornir
tudo qunto te bavia estabelecido, a. coro a mira em
cerloa intoreiies particularet. Quem nio sabe, Sr.,
quo aquella assembla removeo para ol.'dejulhoa
abertura ordinaria delta esteroblea para livrer-te doi
deputados geraea, que nena poca deviio eatar no Rio-
de-Jencro,quendo,ieodo a reuoio em margo, ettirio
aqui, e constituiriao a aiaembia com a exclusio doscol-
legiot nullos, ficaodo de nosao lado a maioria da eisem-
blea ? [poiadot.) Foro eateso molivoa poucodeco-
rosos, que lovro os deputados provinciaea a alteraren)
um dia estabelecido, ba mutot tn'nos, e que loi o esco-
Ihidocomo o mait proptio, edeeecordo com as com-
niodidadea dos noatos collegae habitantes do centro, que
nio podem, por meneira elguma, comparecer no I.de
julbo, que he quando o invern te torna oais rigoroso ;
mas esses Srs, quo atropellio tudo quanto hade justo
erasoavel, pouco te importarlo com islas considerares:
e porque o scu acto" encontraa embaracos no annofi-
nanceiro, que priocipieve do 1. do julbo ao ultimo de
junho, tambero o removrio para o 1.' de outubro, em-
bora semelhantealtoracSo podeise causar graves incon-
venientes arrecadscio e desposes publicas: v-te, poit,
ejie tudo trsostornrio, enio recurios vitta de qual-
quer onibarncoou considerecio. Pelo quo tenho dito li-
car o publico inteirado(que he para quem fallo; porque
os illuatresdeputados leem cooviccoes iguaea aa minbat)
dos motivos rasoavais, que nos determinan a tuttentar a
doulrina do projecto: portanto notso fin nio he destruir,
como dizeui, hesim instaurar o bem que ellos des-
truirn. (Apoiadot)
(uanto a determinar-se no projecto, que a abertu-
ra da sessio ordinaria deste correte aono teja no 1.*
de outubro, be fundado este preceito na impossibilide-
de da reunan no 1." de mano; visto que fui convoca-
da a sssemLla extraordinariamente para o dia 0, ligan-
do-te o Exm. administrador da provincia, com o fim
talver. de evitar aa objecedet dos adversarios, que que-
rerlo considerar a duiacao da legislatura al o fim do
fevereiro, a urna opiniao, que nio sigo, porque, secundo
a Ultra da conslituicn, 'es legislaturas provinciaea fin-
dan >e no mi'i no artigo 4.' do aclo addicional. Talvcz que o Eim.
administrador qutense evitar a (empetlade, que sem-
prc appareceo porque para a opposico nio ba um t
acto administrativo legal e justo; e tanto assim, que,
Janeados fura detta argumenlecio, ditserio que a le-
gislatura tuse findava em junbo, arrogando-te assim
a assembla provincial o direito de espassar, em teu
proveito e por autoridade propria, a attribuigio, que a
loi mandou cessar em um lempo determinado : nit'.o
vai ella coherente, porque Ibe falta a boa f.
OSr. Mendu da Cunhtn E quem faz cata da
opposicio i'
(Jurador: Kntendo, quo as raides expendidas
sao suflicionles para justificar o projecto, que sedis-
00 te.
Encerrada a diteussio, he o projecto lubmeltido
voticio e approvado em \.* ducutso.
Entra em 1 diicunSa o projecto n. 6, que muda a
tide da villa do Cabo, tupprime a freguetia dt Ma-
ranguape, a imtaua a de Pasmado.
O Sr. Faria manda a meta o teguinte requer-
memo :
a Requeiro, que teja ouvido com urgencia o Exm.
prelado diocesano sobre a conveoienciada extinecio da
fregoezia de Maranguape, o creacio da do Pasmado,
deque trata o projecto em diteuttio, e quo entretanto
liquo adiado.
Apoiado, entra em diteussio.
O Sr. llego Monteiro : Eu ereio, que na i.' dit-
eussio nao se podem propr adiamentoi; porque nvlle
so te trata da utilidade e conttitucionalidade do projec-
to ;na 2.a diteussio be, que se podem propor adiamen-
tos e emendas; tudo o que a temelbsute respeito nio
fr ahi tratado, he intempestivo, e por isso nio pode pas-
sar.
OSr. Peixolo de Brito: Como o nobre diputado
apoiou as subs raioes no regiment, eu Icio o artigo
que diz attim : O adiamanto pode ter propoito por
cada um dos deputados quando Ibe couber a vez de
fallar, teja qual fr o negocio de que te tratar, e o es-
tajo, em que se achar a discussio.
O Sr. lego Monteiro: Peco a pa'lavra .... O
adiamenlo nao ho ventajoso : a materia nio ba so
eclesistica, trata-se de urna divisio oivil, e nio de urna
materia puramente ecclesiastica; nio vamos entender
como pasto espiritual: por consecuencia, niotolJren-
do etle, mal algum, nio tecoarctando o direito da au-
toridade espiritual, e tendo o negocio ioteiramente ci-
vil, entendo quo nio ba neceisidade de ouvir mait nio
guom; e por isso voto contra o adiamenlo.
O Si. Faria : ( Desde 14 do corrente foi remet-
tido ao Sr. depudado, para ter por elle revitto, o dis-
curso, que aqui nio vai transcripto, por nio o hever-
iDos recebido at esta hora (8 da noute de 15), e que
publicaremos, logo que noa for entregue. )
U Sr. Peixolo de Brito : O nobre deputado, que
acaba de te sentar, detempenhou muito bem aa lunc-
c6es do deputado e aa de eccletiatlico; mat creio que
desompenbou melhor os do ecclcsiatlio, vislo o relo,
quo mostra pela informacio do Exm. hispo He ver-
dude, Sr. presidente, que naa divisea de fregue/.ias
algumaa vezes se tem ouvido p Exm. bispo; mal be
verdade tambem, que outraa vetes se tem deixado de o
ouvir; quemuitst divisos te taem feito netta cata tem
a tua audiencia.
O Sr. Mcndei da Cumha : tiio be bom.
O Orador : No meio detta controversia nio po-
demos considerar como regra fita qualquer dat ma-
neirat de proceder: ouve-se, ou deixa-te de ouvir o
Esm. prelado, conforme se julga conveniente. A as-
sembla, determinando a divisio, eierce um direito
que tem, um direito que Ibe he proprio pela eoettui-
tao. Eu nio me demorarei tobra etle objeclo porque
tenho o meu voto formado, e decltro francamente que
elle he, para que te oio ouca o Exm. prelados leveole-
rne principalmente para demonstrar ao nobre deputado,
que, quando o teu requerimehlo de adiamenlo lenhs de
sar approvado, elle o nio pode sarna tua tolalidadejpor-
que, tratando o projecto, no 1.a artigo, damudanca de
urna villa, e nio acodo precito que teja ouvido o Exm.
relado a respeito de urna divisio puramente civil e
o nossa (elusiva competencia, oenhutna rasio ha, para
que este artigo participe da coodicio de adiamenlo,
que quer o nobre deputado dar a todo o projecto: por-
tanto sapero, que o nobre deputado aoomra a estas re-
flexSet, para reformar netta parte o teu requerimeato;
contra o qual eu voto, qualquer que teja a modificacio,
que receba...
O Sr, Faria : I Pelas mesmai retoei, que cima,
ficio dada, deixa de ir aqui um outro diteurto do Sr.
deputado.)
O Sr Muniz Tavaru: Sr. presidente, eu ettou
inteiramento conveneido de que esta assembla deteja
acertar em todas ai toas delibeacdes : em regra, quan-
do ba este detejo de acertar, tempre se procura consul-
tar ai pettnaa douttt, ss pessoas mait vertada na mate-
ria, as pessoas que tecm interesie no bem. Nio sese-
guom, porm, que, quando consultamos a essss pes-
soas, ficamos obrigadot a nos subjeitarmos exactamente
ao que ellas not aconsclhio, e inlormlo. Poito isto, eu
raciocino desta maneira: As divisos de fregueiias,
ereccio de noval, etc., nio lio material indifferenles
nio entro no direito, se compete i esta assembla diti
dir, desmembrar, tupprimir, etc. ; nio me mtto nesta
questio ; o que tenho ero vista, be que, quando se quer
tomar urna deliberacio acertada, ae eontulta aquell
ou aquelles, que nos podem dar alguna etclsreeimeo-
los ; aquello, que est em contacto (neste cato) com el-
las fregueziaa, com ettei paroebot; que deve conbecer
aa necessidades dai ovelhat: e eu nio vejo outro alm
do diocesano ; o que nio nos impede deobrarmos co-
mo melbor entendermot.
Disso o nobre primeiro secretario, que nio approva-
va este adiamenlo, porque elle vinba embaracar a parte
do projecto, que muda a sede da villa do Cabo para a
povoacio de N. S. do O'. Emquaoto a isso, eu respon-
do, que o adiamenlo se pode referir e Aquella segunda
parte, nio (endonada com a primeira : bom seria, que
estas dual materias ettivettem dividida!; porque de cor-
lo nada tem de commum a mudenca de urna villa, de
um para outro lugar, com a divisio ou supprettio de
urna freguetia; sSo materias diverssi: trata-te, poit,
da mudenca da villa, e fique adiada por ora a segunds
parte, emquanlo ao ouve a pettoa, quem pedimos,
noa d aa informaedet.
Fallou-se aqui no grio-mettrado. Essa questio oio
vem muito para o caso : se quiette, podia tambem fal-
lar lobre ella, e dira, que o grio-mestrado nio loi tup-
piessono Brasil. Eu eslava na corte de Roma, o papa
Leio XII mandou a Mr. Capachini, que, ha pouco,
morreo cardeal, contultar commigo, e procurar infor-
maedet tobre etiadivitio do grio-mestrado : o Sr. D
Pedro I, julgando, que o grfio-mestrado pertencia i ca-
sa de Bregante, e que elle, como tuccestor detta casa,
devia ter igualmente ene grio-mettrado, e refleclindo
tambem, que como grio-mettre nio podia exercer ai
lurn i Oes no reino de Portugal, porque era Imperador
no Brasil, e linba renunciado aquella cora, procurou
do Santo Padre Leio XII e divitio do grio-mettrado,
e, depoit de muitasfadigai, muitai controvertas, pude
conseguir-so etta divisio, Picando o Imperador do Bra-
sil grio-iiievlre das ordena iiiiiart-a u Cbiiitu, Aviz e
S. Tbiago. e o rei de Portugal igualmente grio-mettre.
Veio esta bulla ; mas a assembla geral julgou, que eon-
vinha nio dar-lhe por emquaoto effeilo, la esti na se-
cretara ; porm isto he couaa muito diflerente : o Im-
perador do Brasil be, por direito do padroado, aque
que aprsenla para ot beneficios collocados ; isto he um
factoconttantt.
Quanto i materia em discussio, o meu voto he que
pesse o adiamenlo, como be proposto pelo nobre depu-
tado, que acaba do fallar, quanto a segunda parte do
projecto ; e te discuta etle na primeira, porque nio tem
rolacSo com a parte, que te quer adiar.
Encerrada a discussio, be potlo votacio o adiamen-
lo e rejeitado, sendo o projecto approvado em 1.a rfit-
custdo.
tntra em ducuudo o projecto n. 7, que cria urna
villa na povoa^o do Ex.
Sem diseuito ke approvado.
Patea -se a 1.a diecunOo dae poiturai addicionaes ae da
cmara do Recife ; m quaee prokibem a venda dat
carnes em acouguee particularet.
O (Sr, Munxi Tatartt: Sr. presidente, se eu nio
livesse lido es posturas addicionaes da aclual cmara
municipal desta cidade, posturas, que dorio lugar ao
parecer, que est em discussio, de cerlo nao acredita-
rla, quo ellas jamis livesseu; existido. [Parece iitcii
vil, que no Brasil bouvette tro a camera municipal,
que pretndeme srrogar-se tanto arbitrio. Para se ca-
ractarisar a cmara municipal do Recife bastera dizer
be a aulora das potturai addicieneet de 1846. Pe-
bre municipio !l < en que mioieehistei! Tenho obser-
vado, Sr. presidente, e com bstanle snagea, que esta
camera tem erredado de si ai tympathiaa da populecie,
pelas subb multiplicadas posturas, recbeadat de pesadas
multas, psrssugmentar tnas rendas,engrossarseu eolre,
com detrimento do povn;lem mesmo morto alguma in-
dustria,como,por exemplo, a daqu'cllet.que te dedicavio
ao Uabalho de logo de artificio, probibindo abaoluta-
menle, que bajio fogot do ar, sem le lembrar, que
muitai lamillas viviio nicamente deste trabalbo, e
que (carao desgranadas ; ettou mesmo convencido al.
que, te por ventura oio se pozeite um dique a essa
veriigem de postura! e mulla, brevemente eenio os
cidadlos multados, por oio veslirem como ot membros
da cmara municipal...
O Sr. tiendes da Cunka : Um he lio gordo, que
oio loi com podamos vertir i moda sjelle...
O Orador : Sr. presidente, estas poslurai lio de
natureta tal, quo, na assembla pastada,dous membroa
della, e que formavio parte da commistio de peituret,
apezar de tellos scrvidore deisa cerner, virio-te na
necettidade de cenfessar indirectamente, que essas pos-
turas erio coolrariat i le, atecavio a liberdade garan-
tida pela lei do l. de outubro de 1828: disserio iato,
he muito dizer; mas, no entretanto, para nio deicon-
lenlarem os amigos ae Ibes concedi, netse pere-
cer, um erbitrio; um arbitrio, s meu ver, que traria
muito triste! consequeociss, se foste concedido ; porque,
eutoritendo-se a camera municipal a designar a ra,
em quedevem hever excluaivameote otaejougues parti-
culares, o que lana ella ? A' julga-la peloa teui pre-
cedentes, designara urna ru em l-'ra-de-Porlee, son-
de todo o cidadio fotte prover-te deste genero de pri-
meira necettidade, e einguem Ibe podia obttar : per
coniequencia, oio encontrando vanlagem elguma ues-
te parecer de commissio, voto eontre elle, e entendo,
que nio deve passar i segunda discussio.
Julgada a materia diacutida, alo aubmetlidos vo-
tacio, e rejeitadot, o parecer e as potturai sddicio-
nae.
OSr. filela Tavaree reqoer, que sejio dedos para
ordem do dia desegunda-feira: em 3 a diteussio ot
projecles di. 1 e 8, o em 2.a os projectos ns. 2, 4 e 7.
A sssembta spprovs o requerimeato do Sr. depu-
tado.
OSr. pretidentt di pira ordem do dia do legonda-
feira :leitura de pereceres de eommistfiei e projectos ;
5.adiscunio dos projectos ni. 1 e 8 desde anoo; e 2.a
doi projeetol ni. 2 4 e 7 tambem deste son ; I.*
dot projectoi ns 3, 5 e 9 igualmente deete snno; e le-
vanta a sessio. (Ers 1 hora e um quarto.)
_m-------------:_
DIARIO DE PERMIBIJCO.
Recebemos pela barca llary-Quen-ef-Sacie jnrnaea
ingiere al 15 de Janeiro ultime.
No dia 9 do Janeiro hoove oes mmting dot negOoian-
Ica o oulroa hbitaetea do Liverpool no aosphilheelro do
Creat-Ckarlotte-Strett. para o fim de consultar oamelho-
rea meioa de ajudar aa oporacoea da liga onnira a lei doa
cerotea tu criae actual. Aohro-ae urcaeolea cerca de
4,000 peaaeas, alando apinhoadta ai galerita, e igual-
mente clieoa oa camarotee e a plato* de aenhorai e d
cavalheiroa, para ouja edmietao havia o enea de 1 a.
Ouirat reunile eemelhentee linliao bavido em divor-
ot lugares.
O numero de navioa oarregadbt de (rio, que paitarlo1
ouiid* o O Bell para a Inglalerrn, do 20 a 30 do deiein-
bro, forio 19 de trigo, 1 de cevada, 1 d'avea, 3 do or-
villia, o 4 de aemente de linho.
Faiia-ee muito poucu nogoeio em grloe no Bltico ;
a poaauidorea de trigo em Danttie, Elbing, e Aonigi-
berg eriu .ipoiniloa em auae rielas por urna ees
cal. o pelea roelaooolii-aa nolioiaa das provinoiae
puiiuioret de trigo
aatet lo-
vitinhat
da Ruatia, e Polonia, onde reinava ruuila penuria pela
falla de vivorea. Oa precoa rio exceaiirnt para a Ingla-
terra. Ean llamburgo e Bremen oalenUva-ie a roeama
firniea ; a projectada alleracio daa lea ingleue aobre
oa cereaea nio era nidada favoravelaente no Balleo e
prximos paitea mariliiuoe.
A galera Sward-Fuk, capillo Richard Greon, porlen-
cenle ao Srs. Me. Calmunt Brolliera &. C.'.icndo aahido
deale porto 16 de driembro, lia va cliegadu a Liver-
pool, com 12 diaa de viagem, a meie curta do que ha me-
moria, e lalvet roaia rpida do que a podero fater qual-
quer vapor.
No dia 12 de Janeiro houve um eoncelho do gabinete,
que durou por apeen de ir horas, na repartilo doa
negocio t-slrangeiro. Os miniatroe, quo aaaiflirio a el-
le, foro Sir Robert Peel, o duque de Wellinglun, o
lord chanceller, o duque Be Biicclench, o conde de llad-
dington, o conde de A bordeen, Sir James Graham, W.
E. Gladtone, o chanceller do Ibeaouro, o cundo de El-
lonborougli, o conde de Ripon, o lord GranvMIe Sumer-
el, o conde de Lincoln, o conde de Oalhoueie, Sidney
Herber l, e o conde de St. Gorman.
A rainha,quo ao achara em Claremnni, linba mandado
preparar ot leua apooentoa perticiilarea nucatlello de
Windtur, n fim de pataar-a pera ellenu dia 13 ; e ahi
fioaria a corte al 20, em que partira pare o palacio de
Bnchingliam, pera aaiulir abertura do parlamento no
dia 22. Cria-ae que S. M. e o principo aeu cunrte, a-
cotnpanliadu pela [familia real, ae rclirariiu deui ou
tret diaa drpuia pare ailha doWighl; mea quo a corte
nio ao demorara na reaidoncia da Otbonie maia d'uma
emana, oude de* diaa.
L-ae no Tima de 15 de Janeiro :
Temos muita aatiefaclu em confirmar o boato, que
ciroulou liunlein, do que o honrado G. A. Sinytbo fui
nomeadu aub-tecrelario de calado pela rrporliclo do
negocio etlrangeiro, ero lugar de lord Canning, que ha
algum lempo auliuilava repouiar do pelado deverea de
un cargo, que eserceo coro rouila habilidade e com a
roaia rxemplar allenc.au. Mr. biuyllie teri agora urna
oxcellenle uccaeilo para obler um profundo oanheci-
memo do negocio publico; e cunfiamua que o ap-
plauto, que excitarlo oa teu brilhaiilea IriuiHpboa no
parlamento, nio o indoiir adcpreter aquellaaacquiii-
cca nieiiua poniputaa, tem ae quera nenhifm miniatru
pode ncatea diaa esperar obler com felicidade a ennfian-
eu du publico.
Iluuro nudia 14 i noile outra reunio plena da liga
contra a lei de cereeea, acndo etta a tfgunda daeatac&o,
no llieatro do Covcnt-Garden. O Iheatru relava apinhua-
du ao ultiiuu pasito. A cndi-ir prriidencial foi oceupe-
da por Mr. George Wilon 7 hora.
O presidente, quo fui recebido cun grande applauto,
die, que era um motivu de congratulacto para a li-
ga o ver que depon de urna Irabalhoaa lucia de seto
minos, o objeclo quoella tiuba em vitta, nada linba per-
dido do leu ooatutuado intercale que elle tinba por
ccrlu que poucohavia na poca prcaente Uo anuriadua
que julgasaein preciso pcrgunlar, pcraule 6,000 pe-
an o, que cnliu eaeheviu reunida naquello llicalro,
qiialera.ua campunba de oito anuo da liga,o objeclo do
grande urganiaaclo.dequc aquullu muu-iiaa rcumiu era
apcnai urna pequen frae^io !&>'.
Aanoliciaa de Paria recibid em Londret cbegavlo
a 13, o aa do Madrid a 7 de Janeiro.
O Jau/onnaw de 6 publicou una caria d'Argel daia-
da a 30 de detembru, a qual diiia que em coutequeucia
du rigor da caleci tiuhio i gencraca francetea aido
cumpeilido a aupender aa eua operacea. O eteriptor
cciracrnlava.que u negocie da colunia nio tiuhio me-
Iboredu depoi de chegade du duque de Ily. Ditidiiido
u marcciial aa auaa trupaa, liaba al cerlo ponto preve-
nido e entigreci da trihue, mea Abd-el-Kader lia vis
eumeguido um cmplelo auccetae nu Occideute. A car-
U roecliiia diiendu, ijuo o OuarestSBris catara cm per-
ro i la remita, creada pela preu-nca de Abd-el-Kader,
que ae rctirou para all depoi do deixar a ritiiihauoo
de Orleauaville a 12 de detembro.
A parle mait imprtame do oonteodo noa jomara de
Paria de 12 de Janeiro rcferia-e a inleira dealruiclo de
una porcao do camuhu da ferro de Ruam e Havre nu
dia 10. Urna parto da liulia d'arooa, do 90 a 100 p altura cade um, quosuelenletio urna porcio daquella
ubre, atrava de ralle, ao lungo do qual curre a cefrada
de Riiaiu a l)ieppe,deniurunuu-ie cabio por ierra pou-
co minuto antea da 6 boraa da roanhia d'aquelle dia.
Aa contequenciat oiueocorao tere mai prejadiciaea:
pnmeiru par e cnropanliia da curada de ferro de Ruam
e Havre, pela demora de dout uu trea meiea, qu pode
ucesaioner a abertura da linba, e pela dcacunfianca que
o orcidonte produtiria a reipeilu de tode outree o-
brae cmplela, ou em prngreaeu de complemento obre
ella ; tegundu para o engenbeirua, que aom duvide Be-
rilo curnpeUido a euustruir de nuro a obra attim det-
truida e em lercciro lugar arltciaria mai teriemenle e
reputacio doa jiigenliciru inglesa oro geral.
O Journal dee Debate faiia um grande panogyrico a M.
Guifol pela nianoira babil.por que tralou a queilOet du
Lbano e de 1'ex.ae na cmara doa paral em o dia 12 de
Janeiro. t
A Preeee observara, que e interpretar- reilricla-
meuta e linguagem empregads por M. Guitot a reapeiie
doa Ealailus-lliiidoe nequelledia, en a cmara iloipi.
re, seria jintifiearer o crrlRe, que o gorerno francet
prepara-e a interferir era feror da Inglaterra lobre 0
quetlio do Oregon.-
A camera doa paree continuo a 13 a ditouiiiu tob,,
a memagem em reapoata i falla do thrnnn. Ella erv.
parlioularmenle aobre a oonrenclo concluid era rngj0
Ho 1845 entro a Inglaterra e n Franca para a reprem
du trafico Hnt cacraroa, a qnal fui aleada pr j|
Mathieu de la RodortOy e defendida pelo duqu, ,)'
Broglie.
A Casara de Madrid do 1. de Janeiro publicou urn
decreto real aanoeinnand o contrato concluido pt| (p
Mon com o banco de S. Fernanda, pelo quel conititUil
e equelle edabeleeimeiito banquei do g-.verini hei.
panhol, eemprebendeo arrecadar oaimpnttot, reeeber
todas aa rendae do alado, e aetufaser ludaie o euien.
cargo, durante o aonn do 1846. Pelo 2.(lrtig,, 0|,r
fiu-ae e abrir uro crdito eo gnremo d'uma omm]
igual i importancia tnlel do oroamenlo da reoeil 1846, da qnal o derifin com ludo dcduiir o fundnt ntu
arreetdedoe pelo minileri da faienda, a parte dmar.
recadado por aquella reparticlu, que deriio do iCr ,p.
plicadoa i dnlaclo dn chirrt e ao eervifn do culto publi-
co &o. Segundo o i.' artigo, dovia u baen reservar
da renda paga inenaalinonte em aua min, aaomraino-
oeaaaria para habilitar oa fundo a pagar a eaporUne,,
dos juro d divida especificada nu orcamento da 1846
aaiiin na Hrpaiiha onmo fura d'ella na expiracl i,t't
aeu icmeitrea de aerrico. O banoo deria por menii).
mente i diapoaicio do gorerno urna aomma peluracn de 73,000 realce. A oo'mmieaio, que u banoo ln. t
renoer, ealere fieada em 1J por cent, e 6 por canto ,u
anuo de qnaeaqiier lettrae oominerciaes ou oulrm inu.
lo,qne Ihe fueeem entregnee pela repartilo dafaundi.
O Herald annuncinn.qneem oonaequencia dn subredi.
t contrato tinha a rainha decretado a euppreslu du
Iheeouro central, daa theaonrariaa provinoiae, o delu-
do oa oulroa empregoa depondentee da roparticio da
fatenda.
(_u congreaeo doe deputado o debate eobre e emenda
propoda pi-lu Sr. Scya i menaagem em reapusla i fall
da rainha foi encelada pelu Sr. Ealeben Collantea, quo
aeoppoi i emende, O Sr. Sryaa defendeo-a num longo
diacurao. Diaee que o aeu fim, quando proput a iui
emenda, era compellir oa minilros a entrar n'umacar-
reira d'accio maie legal, e melhorar a eundiciu di
necio.
A oamara doe deputadoe comrcou no dia 5 a diions-
alo da menaagem. O Sr. Munox Maldunndn teniUm ie
oppox adopcio de emenda prupoita pelo Sr. SeyatLo-
tao, a qnal foi depoi fortemerilo aualentada pelo Sr.
Fernandez de la Hoa, que oundemnou cepeoialmeute
modoracio, que o gorerno rooatrara naa auaa nrgucia-
(nea com Roma, e a aua riolaflo de cunitiluiciu em
aupprimir o proceato do delito da imprenae pelo jury.
O general Narreet reepondeo, que, e aa nrgnciace
pendente anda pin tinliio idu aeguidaa do reaullado
desojado, nio era por culpe do governo, que e tinha
mnalrado era tudo Bol defensor doe interesnes da iiciu
e do privilegio da oora. Tem-ee afOrniadu, date
elle, que a rainha nio fui reeonheoid pelo papa ; ma
declaro que aa rclaco enlre o doua aubrrano iloat
maia amigaveia, o que o enviado heapenhul a Ruina lio
aummamente reapeitado, e tratado como minilru ple-
nipotenciario da rainha de Heapanha. 8. M. lem al cm
aeu poder carlea de S. Suntidade que the chama aua filtia
ronilo amada. S u eatabclociiuenlo da dotaclo do cle-
ro impede o aeu aolctnnc reuunhacimenlu da parlo da
Santa S. O general Nerreet eccreicenlnu, quearei-
peitu da queatao do calamento, a rainha nio tinha anda
maiiifoatado o eu deerjo ; e que, quando S. M. jul#ue
conveniente later eaculba, ua minialrus ae apreiuriioa
informar a corle da ua roulucto. O Sr. Gonule
Muro, Pacheco, Martines de la Ruea turnarlo dr|mii
cada um a eua parte na dieueaio, e a emenda do ir.
SeyaeLosane foi ullinnnncule rejeilada pos 417 vuu
contra 33. Maioria minielerial 84.
A rainha tinba recebido com eepecial agredo edepo-
taclo do senado, que Ibo apreerntou a meiieagem della
ero reapoala falla dn Ihruno.
A Catea de Madrid de 6 ditio.quo o general Narviet,
duque de Valencia, no aeu diacurao proferido nu di
tecedente na cmara do deputado, tinha dado proni
de nutavel lacto, o de grande prudencia; iuolrou-io
alm dialo hbil poltica e eluqiieute orador.
O debate aobre a menaagem em reapoata eo diteuno
da oore heviacunlinuado no ilia 7 em a cmara du> dt-
puladue ; o depuisd'olgumBuborvacaoa du Sr Eilelian
Collanle cnnlra a iiicnaigero, d'uma lungu repula do
minilro do interior adiuu-e o debate.
O ccretariu du infunle D. Heunqoo, que ac aujipu- |
nba aer o aulur d'uiu manifcalu publicado emiiuoied
prineipe, foi domillido du aeu empregu e de.lerrad
para Cadit.
O infaalc D. Franciaco d'AaB,irnilo do D. Hennque,
teta ordem para ir jiiular-ae au aou regiment cm Pam-
plona; e D. Heiiriqun dovia teguir pora Fcrrul a lorar
o i ominando da aua fragata.
Urna correspondencia de Baiona diti, que un nir-
reio eddido au gabinete heapnuiul, expedido de Madrid
a b, dopuie da vulacao qae doo au governo, nu eoagreo
dua depnladoe, a maioria du 117 ruto contra 33, p"'""'
a 7 por Baiouiia, na aua jumada para Roma e Ityioli'iJ
cura dcipachoa para uBembaixadorca Isespanboee "I
quellas cortea, aaaeguraiidu-lhe que nada poderla d ora
ero (liante ubaler eo prujecUdu caeameulu da rainl" I
Isabel cora v conde do Trapani, irraio maia nuvo do ro I
do Napolea. Com effeilo aabemut de ba parte, que tue-
rtee indruecea furio dadaa a reapcito pelo gabmelo a |
Tulberiee, que nada maia r para interferir no Irmas*'
do eu candidato, depoia que u infante D. Ilenn I"" -
entregou pelu eeu liberel e inuppurtuno sssaifcsle. |
Tudavia, dixia urna carta de Par, quo O c*"
da rainb oora o conde de Trapani, tau marav hon
mente adiautado pelu indjacrctu inanifealo de D. '["'"^
que, nu etta va lio prolimo quanto pareca ere-I
corrcipondcule de Baioiina.
O Suele publioou un arta de Borlim, dixendo
imperador da'Ruaaia, depoi d'uma olada de 4S W
omento em Vicua, tiulia partido a 31 de dse' ^
para S. Peter.burgo, paliando por Craeoria, a U
crilar o ducado do Poten, onde continuara a
nar a inuiur irrilael pulilieo. Heola l"'""0'^
ve (ubeervava o Suele), quo u ciar foi \ne'B'
era faser urna viiu familia real da Prneeia.
O imperador Niculu levo una cunferencia del"
hora* cuan u principe Mctternich nudia 1. deja*' ^
o jantou i noile cura a familia imperial. S. M. >- '" '
ineiino da ujua vitita ao duquo do Bordeauv, q '
chegadu pouco aolea de FrolndurS.
Correspondencia.
Srt. Hedacloree. Tendo estedo ra da cidede ,^
tegoracbegendo-me ee miot a correspoodencie
Sr. Meooel Galdino Wanderiey Lina, publicad^
Diario de Pemambaco n. 89 do corrente sno ,
., fot I


em eomequeocia de 'um annuncio que publique) no
Diario n. a. 12 do meimo anno declarando um
pletmeotee fuga do mea efe rato Antonio, e lazan-
do Iruitcrorer o titulo comprobatorio do meo dominio,
3o devo conserrar-me ailencioio e deiiar pastar lom
reparo a inju<>* deihumana recrmioaeio ue me
Uto Sr. Galdino, e por iiio rogo Vmc. que te
nbSo a boodade de inierir em mu jornal algumii li-
li Ins i e o documento abaiio Irantcripto.
Maravilba, que, nio encerrando meu anouncio ar-
guicio nem alluiio ao Sr. Galdiao como delle
ons.ti tanto ae doeae elle, que rompene eorn itnpru-
donoia e ntolilameota appareeaaae faiendo ioeinua-
i-o:' partida! teodentei dessirar-me para coa o pu-
blico cu|o conceito aobremodo prezo ; e nio aei M
a coeseiebeia que muitat retel faz revelar o qua eom
fuipenh alia le procura encobrir, arraitana o Sr.
Wanderlej a atirar-me hervada aettai, a a procurar
ferir-me.
Foso qual Tone a eaua de lio malenca aggreislo ,
eu deto dier, que, tranquillo em mioba ooacieneia ,
e apoiado no teitemunho qua de ovm do meu coni-
(aole teor de proceder, ai rainbaa accei, empraio o
Sr. Wanderlaj, para que indigite a quem,ja 1eiei I-
lud coro traficancm; quando no* meui tratoi deixai
de proce ler com liaura ainceridade pontualidada e
honra.
Designe o Sr. Wanderlaj o crim que eommetti
que lardo enorme aobre mim peta e nio tetiba a fa-
cilidide decom reticenciaa vener jiii procurar macu-
lar a reputacio alheia adquirida por urna lucettio de
actoi.
Se o publico me nio fas implselo e ufino-me
com o aeu .eoneeito o Sr. Wanderlej nio detia pro
cipitar-ae deum modo lio incivil e injusto: e, como
atiim procedeo, oio devo cstranbar, e o publico medeve
permittir, queem juita repula manifeate que no
engeoho do Sr. Wanderlaj eit o meo etcnvo Anto-
nio, crioulo, equa elle embaracou, oaae o aecravo
capturado e a oiiin reitituido .
A prora diito ae encontr na reapoala da carta que
abaixo vai transcripta e a iata dalla abstenho-me de
nuil rcfleiSes.
COWWERCIO
llm.Sr. padre Jeronymo Barriirot Rangtl.Ro-
go a V. S. que, por amor verdado, haja de declarar
ao p delta, i poder de quem, loube V. S. que exii-
tia o oseravo Antonio, crioulo por mini comprado a
Manoel Galdino Wanderley Lint, e que fugio deite
engeoho no dia 26 de dezeanbro do anno lindo ; a ma-
oeira, pur que o loube, e de quem ; auim como toda
ai circumitanoiai, que poni aertir de esclarecer es-
to, negocio ; por cujo obiequio Ihe ficari agradecido o
eu amigo obrigado e criado Jos Fernando da
Crus. = Eogeoho Pintos, 24 de fevereiro de 1848.
Jllm. Sr. Jote Firaando da Crus Em31 de
detemhro do anno lindo recebi, no engeoho Cuiembu-
ca.a psrlicipacio, que V. S. me fez, da luga do criou-
lo Antonio por V. S. comprado a Manoel Galdino
Wanderlaj Lina : no dia inmediato tie oeeaso de
aviitar-me com o referido vendedor a quem (i sabe-
I dor, reeommendando-lbe a apprebemio do meimo, no
caiod'elle appareeer no seu engenho ; icientiflcando-o
de que ao portador da cada de V. S. tinba dito no en-
uno Gameleirt que o oicravo por all paitara di-
rigindo-ie aoengenbo delle Galdino ao que me rea-
pondeo, que de nada eia aabedor : no dia 2 ou 3 de
Janeiro recebi paiticipaclo do meamo Galdino em que
me'dizia ter andado em leu oogenbo o escravo ; porm
que lmente de pasiagem : immediatamente entrei em
indagacio, e toube de um morador do engenbo doree-
rido Galdino, por oome Prudencio, que o ecravo de V.
S. andava de publico naquelle engeobo;que elle meimo
j obaviaencontrado; eque,perguotando-lbe oqueviers
fazer lli, reipondeo, que tinba vindo mandado de V. S.
trazer-me urna caita. l'm eomequeocia d'ena noticia ,
piisidutdous diai.mandei quatro moradores do engeoho
Pacas, a fin de ver ae podiio capturar o sobredito es-
cravo no caminbo do Pao-Sangue para o Brejo ; enea
bomens lorio psussr em casa de um Andi de tal na
beira do dilo camioho a quem perguntrio, se sabia
do cioulo Antonio e o meimo responder, que o ti-
nba visto andar de publico no engenbo do Brejo: sa-
bendo o mesmo Galdino dui bomens, que iio capturar
o relarido i'icravo, o le retirar proliibindolbes de la-
yi'ii'iai a diligencia, aioda meimo encontrando clleio re-
ferida escravo e ellei se reliririo n'outro dia: de-
pois do acontecido recebi urna carta do mesmo Galdino
duendo me i|ue quera comprar o escravo apeiar de
estar fgido e cuino nio liaba por agora o diobeiro
ouVroeii um liador ; o que mmediatameute participe!
a V. S.
Depoii que aqui ebeguei teodo me Decenario
mandar urna carta a meu mano no oogenbo Pacas foi
o portador da mesina um meu compadre, de oome Ale-
jandre Soarc, o qual, teodo preciaiode ir aoenge-
nbo Brejo do Sr. Galdino, encontrou o dito eicravo
ao meio-dia na casa de (srinba da mii do ja citado
Prudencio, a qual esta na beira do caminbo do Brejo.
,V Por amor i verdade eisoqueteobo a responder
a V. S. reipoito ao leu escravo Antonio. Son da V.
S. Amigo obrigado o criado Padrt Jeronymo Bar
reiroi /langel.
PRACA D0RECIFE.14DBMARC0 DE 1846,
AS TRES HORAS DA TARDE.
EBVISTA SEMANAS.
Cambios Honrarlo triniaccoes a 26 '/> d. p. 1 rs.
sobre Lon Jres, e o governo loiiiou cerca de
dore mil libras sterlinas.
Aisucar As entradas lorio pequeas, eas vendas re-
gularlo de 1JT300 a 1*350 rs. a <. sobre o
Ierro do braoeo encallado, e de t 100 a
1 i'150 rs. do mascavado dito; a do branco
eniaccado ambarrieado de2*200 a 2*700
rs. a arroba, conforme a qualidade, a o
maacavado a 1 #750 rs.
Algodio Ai eotradaa lorio pequen, a o depoailo
be muito diminuto taodo-sa rendido a
5* rs. a arroba de priraeira lorte.
Ago'ardente Vendeo-se da 46# a 50f rs. a pipa.
Couros dem de lio a 130 rs. a libra.
Ac da sai lio dem a 19* rs. o traala!.
Aaneodoai dem a 7# rs. a arroba das doces com
casca mole.
Ateite doce Chegarlo 130 barra do Mediterrneo,
que forio rendidos a 2# rs. o galio.
Bacalho Enlririo doui oarregameolo* ; o primei-
ro foi rendido a 13*600 rs.,eooutio exis-
te em ler.
Carne tecca O deposito be de 20,000 arrobas inclu-
sive um carregemento entrado nestt se-
mana, e as vendas regulsrio de 2j800 a
3*100 n. a arroba.
Carnairas Vendo-ie de 16* a 19* rs. a duiia das
francesas de cores sortidas.
Garvio de pedra dem a 9*500 rs. a tonelada.
Farinha de trigo Cbagou um carregamento de Phi-
iadelphia, qua exiate por vender.
Folba de liendres VoaMeo-se de 24*000 a 25* rs. s
caixa.
Passas Cbegaro 600 eaixai, que forio rendidas a
4#5O0 rs. a dita.
Pimenta da Ipdia Vendeo-se a 190 ri. a libra.
Vinboi Cbeaiio 120 pipas do Mediterrneo, que
lorio vendidas a ltS,f rs a pipa.
Espcrtnaoete Vendeo-se d* 700 a 740 'll)ra-
Entrarlo depois da ultima revilla 19 embarcaroei, a
ubirio 21, exiitem no porto 66 : acodo 2 americanas,
2 austracas, 24 brasileiras, 4 dinamarquesas, 3 Iran-
cezai, 3 hespanbolas, 9 inglexae, 1 napolitana, 1 no-
rueguense, 6 portuguesas, 1 russiaoa, 6 sardas e 3
suess.
iloviiueiitu do Porto.
Publicacao a pedido.
Illm. Sr. Foi-me presente o ofcio de V. S. da-
tado de 6 do correte eoi que me commuoica lar eu
ido reformado no posto de mejor de cavallaria pel-
Eim. Sr. presidente Ja provincia, Antonio Pinto Cbi-
chocro da Gama: muito me honra esta reforma, por
partilbar a mesma injustica que tecm soflrido meui
honrados companfcTroi. Retta-me a gloria que no
espaco de 10 anuos, que commsndei o esquadrio
l tendo o trabslho deoorgsoiiar) fui sempte obedi-
ente le, respeilador daaautoiidades, cumprindoto-
i das asordens superiores como a V. S nio he oceulto.
|Minba espada Tica guardada e prompta a empunbar-se
f quando for precito para defeza do noiao augusto roo-
narcha o Sr. D. Pedro II. Aproveilo esta occaiiao
para icilerar a V. S. oa voloa da minba amizade.
Deoa guarda a V. S. muitoa anno*. Engenbo Ms-
sauess 9 de Marco de 1846. Illm. Sr. Tiburtino
Piolo de Alrneida coronel chele da primeira legiio
I da cidade da Victoria. Cand.do Jo$4 Lopti dt Mi-
randa, major reformado de cavallaria.
Navioi tniiadoi no dia 14-
Har re-de G race ; 62 das, brigue francs Nilu-Afa-
tkild, de 140 toneladas, capillo Guilbeit, equipa-
ge m 12, carga faiendas ; a Adour di Compiohia.
NewCastle ; 60 das, brigue ingles luna, de 221 to-
neladas, capillo Abraham Sondenon equipegem
11, carga carvio ; a Joaquim Baplists Moreirs.
Terra Nova; 25das, brigue ingles Hunmymtde, de
200 toneladas, capillo Arclubold Steel, equipagem
12, carga lazendas; a Jamos Crabtree Se (lompanbia.
Panageiro, J S. Hearne, Ingle;.
A at ioi taidos no mamo dia.
Cork; brigue inglez 5< carga a mesma, quetrouxe.
Parabiba ; brigue ingles Tkomai-BoUtrtby, carga ai-
sucar.
Gibraltar; barca sarda Filie*, capitlo Antonio Besso,
carga aiiucsr.
dem; polaca ssrda Constantino, capillo Jos Repel-
lo, carga aisucar.
Genova; brigue tardo Daine, capillo Domin gos Ilu-
siono, csrga assucar e couros.
S'avios intrads no dia 15.
Liverpool; 42 dias, brigue inglez 6'uian, de 162 to-
nelada*, capillo Jamea Monsel, equipagem 14, em
lailro ; a M.'Calmoot & Compaobia.
(vica; 60diai, polaca sarda 6'onsane, de 208 tone-
ladas, capillo Bsrlbolomeo Romaoino, equipagem
15, carga sal ; a ordem.
Ass ; 15 dias, palstbo brasileiro S.- Jus Americano,
de 152 toneladas, capitio Jos Antonio Mattoxinhoi.
equipagem 12, carga sola e couros ; a Gaudino A-
goilinbo de Barroi. Conduz lOescravos a entregar.
dem ; 10 dias, brigue brasileiro Sagitario de 250
toneladas, capillo Jote Joaquim uarle, equipagem
8, carga sal; a Antonio Francisco dos Santot Braga.
dem ; 15 dias brigue brasileiro Paquiti-di-Pir-
nambuco, de 189 tonelada, capillo Joio Goocelves
Reis, equipagem 15, carga sal epalba; a Leopoldo
Jost da Costa Araujo. Passageiro, Francisco Soa-
rea Barbosa, Portugus, e 1 eicravo a entregar.
A avos la/ndoi no meimo da,
Babia ; sumaca braaileira Nova-feitauraedo, capillo
Jos Moreira da Coala, carga bacalbig e man ge-
oeros.
Alcobac* pela Babia; biate brasileiro Conccicdo, espi-
llo Nicolao Lopes Ferreira, carga bacalbio.
Babia ; brigue inglez /(unmymede, capillo Arcbibald
Steel, carga a mesnia, que Irouxe.
OburvaeaO.
Entrou um biate brasileiro, que foi apprehendido no
Porto-de-Gallinhas com escrsvoi, viudos da costa d'A-
frico.
OBBAS DAS CADEIAS.
CADKIA II CIDADB VE GOIANNA .
Ctauulai especian darnmalacOo.
1.' Asobrss para o acabamento dacadeia da cidade
da Goianna serio feitss pelas formas, sob aa condirea, e
do modo indicado no orcamento e riscos,approvados.em
8 de nuvembro de 1845, palo Exm. Sr. presidente da
provincia, e pelo preco total da nove con tos quatro can-
tos e oitenta e quatro mil e setenta re, quo be o im-
porte do oitado orcamento coto o augmento de 20 p. c.
R*. 9:484*070
2.' Aa obras prinoipiars no prszo de dous meses,
lindarlo no de quinte mezea, ambos contados em con-
formidade do artigo 10. do ragulamenlo das srrema-
tacoe*.
3.* O psgamento do importe da arrematadlo far-se-
ha do modo indicado no artigo 15 do respectivo re-
golameoto, sendo de ota anno o prazo da responsabi-
lidad*. .
4.a Para todo o maii, que nio esti determinado pe-
las presentes clausulas, seguir-ie ha inteiramente o que
diipde o citado regulameoto das arrematacoes de 11 de
julbode1843.
Reparlicio das obrai publicas 28 de levereiro de
1843. O engenbeiro em chefe, Vavtkitr,
Odoutar Jm Thomas Nabuco di Araujo Jnior,
juiz di dtialo da segunda vara docivet (Jalla cidade
do ittcift di Pernambueo, por S. M. I. iC., ite.
Faco saber, que por eite juiso se ha de arrematar
por venda, lindos quesejio os das da lei epraeaaoe-
eosaarias, cuja praca tara lugar no dia 4 de abril de
1846, o pequeo litio de Ierra propria no lugar da
Capunga em alinhamento da estrada nova, que vai
da pontezinba para oiio, com 184 palmos de largura,
na frente da ettreda.e do lado do Norte al o boceo, que
vai para o litio dodoutor Jseubina 54 ditos, e do lado
do Sul pelo mesmo becco abaiso, com 170 ditos, dedu-
ziodo a quadratura da duas linhas parallelas, ven a
ter de fundo 79 pelmoe, tio lmente diodo-io o alor
do 3,000 rs. porcada palmo, vem a ser a importsneis
de 522,000 rs; sssim msit cinco ps de larsnjeirsi a
4,000 rs. cada um, nio iocluindo outras arvores por
lerem agrestei; declaramos outrnum, que a coiioha de
laipa nio esitle, ipeoas o vestigio do lugtr, avaliada
ai arvores e o terreno na quanlia de 512,000 ra.
E para quechegueao conbecimenlo detodoi, maodei
pattsro presente, que ter* litado noa lugares mtit pu
blicot detta cidade, e publicado pela imprenta.
Dado e panado neita cidade do Recile de Pernambu-
eo aob meu signal a sello deslejuito, quo ante mim
isrve, ou valha lom tello, sx-catiia, ios 6 de marco de
1846. Eu, Antonio Francisca Hodrigues Magalhats,
escrivlo interino, o aubscreti. Jos Thomai Pa-
buco di Araujo Jnior, -
peitarel publico animar os artillas, a desculpsr-lhaa
os defeitoi.
Oj Sra. socios espectadores en trio com 4* rs. ernesda
espectculo e toca-Ibes um esmerte, 6 bilbetes da
platea e doui de varaodas. A comtnistlo administra-
tiva pode/ querendo) asaialir ao eoisio geral.
Asiigna-se no boliquim junto so theatro.
Avisos martimos.
O patacho t)itviira ltimamente cliegado do
Rio-de-Jaoeiro pretende seguir viagem, em muito
poneos dias pira a ilha deS. Miguel, por ler a
bordo parte de seu cirregemenlo : e como esteja retol-
vido a faser fretes mais em conta quem nelle qui-
zer carregar ou ir de pssssgem dirija-se ao capillo
AutooioFrancisco de Rexende na prava do Commer-
cio ou a Jlo Tavares Cordeiro, na ra do Vigario,
n.13.
= Pan o Bio-Grande-do-Sul, com eicala pelo Rio-
de-Jaoeiro legue, com brevidade o brigui nacional
Competidor ; recebe carga a frele smente para o Rio-
de-Jaoeiro bem como paasageiros e escravos : quem
pretender, lilla com Gomes & Irmlo, na ra de Apol-
lo n. 2.
=.Para o Aracatj, a sabir al 25 do crrante, o bri-
gue-eteuna oacioosl A guia : para carga e patsageiroc,
Irata-te com Novaet & Compaobia, na ra do Trapicha,
o.34
Leilao.
- O corretor Oliveira lar! leilio de muilat faieoda
no citado de outrai com averia, por conta e risco
de quem pertencer, e. de variai outras limpia e pro-
prias do mercado, devendo estas ler rendidla apre-
t, e aquella! a diobeiro: torca leira, 17 do correte,
as 10 liorai da maobla em ponto, no teu eicriploiio,
ra da Cadeia.
Deelarayao.
Editaes.
= O Illm. Sr. inspector da Ibeseursria daa reodas
proviociaea maoda lser publico, que, em comprimen-
lo da ordem do Exm. Sr. presidente da provincia de 9
do crranle, irlo i praca no dia 15 de abril prximo fu-
turo, para seren arrematadla quem por menos fizer,
ai obrn da cideii da cidade da Goianna, oread ai na
quantia de 9:484*070 n.; ai quaet devorad sor etecu-
tidii sob as elsusulal espaciaos abeixo transcriptas.
Ol lidiantes, devdsmente habilitado*, compareci na
lia daiiestOeida mesma thesoufris no indicado dia.ao
meii dii. .
Secretirii ds thesouririi dai reoda provinciset de
Pernambueo l da marco de 1846. O aeerelano,
Luis da Coila Porlocoi ruro.
= Fasto tuber ioi lubditoi bridnnicoi retidentet
netti cidade que o ajunlamento que lu innuncii-
do para sexta-feira panada ter lugar boje tegunda-
leira 16 de marco, ao meio-dia nette comulido,
ra da Cruz. Consulado brilannico 16 de Maico
de 1846.//. Auguitu Cawper, cnsul.
THEATRO PUBLICO-
A nova aociedade dramtica em eomequeocia du le
abrirem as Santal Missdei nesta cidade lari semen-
t as tres repreeentsedos doi din de gil leguiotei :
2o, anniversario da constituidlo e 4 de abril, an-
nos de S. M. F. a Senhora D. Mara da Gloria ; po-
rm sempre com peras sacras extrsbidas da ssgrida ei-
criplura.
(uintt-feira, 19 do correte margo, te representar a
grande
PBCA SACRA
Intitulada
NABCODONOSOR TRANSFORMADO EM
BRUTO
DIIIDIOA KM 3 ACTOS.
Primeira parle.
O looho da estatua composti dot quitroi metiet
que tignifcivio os quatro imperios anirio, peni,
grego e romano.
A pedra deicida do Calvario que, dando nos ps de
barro da eslslua, a derrubou para aempre.
Segunda parle.
Daniel lineado no lago dol ledei.
O aojo Cuitodio conduz pendente por um cibello, de
Judea Babilonia, o propbel Habacuc, pai de Daniel ,
levaodo-ibe a comida que deilinava para ot teui tra-
bajadores do campo.
Terciira part.
Aosniss, Misiele Azarias por nio querem adorir
a Nibucodonosor, lio lineados no foroo ardendo : o
forno te Iraoiforma ii'uid vistoso jirdim : ai almas dos
3 meoinoi lobem lo co.
Quarla part.
O doui relhoijuizei do povo hebreo iceommetlem
Suzioi no banbo : la retinencia be aecutada fal-
tamente de adulterio : Nabucodunoior confirma asen
tanca ; be transformado em bruto
Quinta part.
Livramento deSuiaoa, condemoacio dos velhos ju-
ses dealruicio d dragio idolo dos Babilonios, ap-
pancio da Gloria.
Pirsonagms.
Avisos diversos.
Suzana.fiiba de Heleiai
Abigail, aua amiga ....
Ilacbei, prima de Su/ana .
Nabucodoaosor, re de Assiria
Malazar, mordomo do re .
Anoche general assirio .
Daniel, propbeta......
A joven Jeiuioa.
A joven Candida.
. A joven Coima.
, Sr. Jote Alvei.
Sr. Limi.
Sr. Albino.
. Sr. Manoel Antonio.
Habacuc, propbeta......Sr. Albaoo.
Joaquim, esposo de Susana
A nenias.......
Mi/ael.......
Aiarat.......
Oa2jutes dos Hebreos.
O anjo Custodio .
Sr. Manoel Altes.
O joven Jote Antonio.
O joven Jos Joiquim.
O joven Benvenuto.
Sn. Constantino e Flix
. O jorco Jos d'Aquino.
O dnma grifa ios eiforcn di lociedide dramtica
est de cor e irgumeotido. Fallar! um duvida ios o-
vens artistas iquelle detembarago de pisar e accionar,
que s se adquire com a pralica : a exposicio decora-
da esti subjeiU a mil Iropeco, que.lodo.ios dia* pre- tJ ^ do COrrenlC mez.
lencumoi em muitot oridore: ettl da pirla ao rea- iauouu w
O arrematante da afericiode peoi, bilioca, medi-
das, etc. mudou-te pin i rui das Lsrsogeirst, caa
o. 29 aonde o dever procurar nn born do coi-
tume. i
= Precinte de urna peuoi capaz eque teja afi-
ncada, pira te encarregar dacobrinc de dun letlrn
em Quebr'aogulo, comarca deGirinbnni: ni ruada
Cadeii, loj n. 60.
- Ni ra di Cadeia, n. 50, precin-ie de umi pel-
los cipas, e que teja ayancada, para le encirregir di
cobrinc de umai ditida' neita praca.
= Precis-ie de 300* rt. a premio de 2 por cenlo
ao mes, por lempo de 6 mezet, e da-te firma a con-
tento ; quemquierdir, annuncie.
Francitco Jote Barboza, confiado no annuncio do
Sr. Joio Nepomuceno Barrlo, interido neite Diario
de 10 db corrate, no qual o meimo Sr. Barroso, na
qualidade de procurador da caa de seu togro, Francitco
da Silva, (ana scienteettar prompto a pagar as divida*
legaei do leu finido cunhido, Francitco da Silva J-
nior, mandou apretentar ao mesmo Sr. Birroio duss
lettrst de 75* n. cada urna, acceitat pelo dito falleci-
do, o com ludo ellas nio forio pagas pelo motivo de
nio ettarem vencida!, quando aliai be correte que
com a morte do devedor se repuli em direilo vencida!
n tuis lellrat: auim, poit, te faz o preienle innuocio
pin a lodo lempo constar, que nio houve ominio ni
cobra oca de>lai lellrat.
= Rita Mara do Espirito Sauto retira-se para o
Cear.
Antonio de Souza Leio, tendo arrematado o ter-
vicos do Africano Romlo, esle fugio no dia 10do
correnle; o qual tem o signaet teguinle: lito, corpo
ineduno, idado de quirenti innoi, nielo Cilibir,
bem barbado, cor fula, dente* miudoi, um tinto va-
garoso no indar e falla pouco iotelligivel; levou n-
tido cimizi e cerouli de algodio di larri, e chapeo de
palba: roga-tca peisoa, que o apprehender.queira en-
tregado ao Sr. Manoel Ignacio de Olveira, na ra do
Apollo, ou no engenbo Serreira, que teri bem recom-
peondo.
AVISO IMPORTANTE.
O ibaixo itiigoado tem a iiliilacio deannunciir io
retpeilavel publico, que pela barca sarda Concordia,
rinda de Boston, entrsda nesle porto no pretrito mea
de levereiro, ha recebido novo provimeolo de pilula
vegetiet do doulor Brandrctb.
Ettai pilulai. cujo autor batti pin garantir tua ex-
celencia, tornio-ie atiat recommeodaveii, nio l pa-
la bem merecida celebridade e repuUcio, que teem ad-
quirido, peloi maravilhoios beneficiol colbidot de tua
applicacio em moleilin gnve; mal timbem por ter
um medicamento completamente inoflentivo : podendo
applicar se a amboi os sexos em qualqoer idado
Ao aonunciinte cibe gloria de inevenr ao ret-
peitivel publico (oque jl por mais vezei tem feito),
que ilo unicis verdsdeins de seu proprio lutor e
por esli occniio, em beneficio da bumanidide, avisa a
eut lulurot Iregueset, nio confundi n verdideirn
com n envoltn em o teu receituirio e lacrada* com tel-
lo prelo, ai quiet teem gjrido netta prici inttulin-
do-se verdadeiras I
Os preteodentes encontfiriS ai rerdideirn, nica-
mente ni botica da ra daCadeia-Velha, o. 36, de
Ft'eanf* Jos di Brilo.
Agencia de passaporles.
Ni ra do Collegio.botica n. lO.eoo Alterro-de-
Boa-Vita loja n. 48, tirio-ie pamportei pin dentro a
forado imperio,anim como deipachio-teetcraroi:ludo
com brevidade.
Lotera de S. Pedro Martyr
de Olnda.
Contina a estar venda as lojas de
cambio dos Srs. Vieira, e Iftanoel Gomes,
no bairro do Htjcife e no do Santo An-
tonio, as lojas dos Srs. Menezes, na ra
de Collegio, e Gusmao na ra do Queima-
lo, e as boticas dos Srs. Moreira Mar-
ques, e Ghagas, o retito dos bilbetes desta
lotera, cujas rods terao o seu iniallivel
7


asjeetstss
*A
Quem precisar da umi ama para o servico de urna
caa, dirija-so a ra de S. Bita, n. 40, segundo andar.
- Quem precisar de roupa lavada de mella e
engommada como muilo aaaeio, o por preco commodo,
dirija-ae a ra do Fogo, |n. 37.
l'erdeo-se um bote inglez do logar da Capun-
ga ; roga-ae a qualquer peaaoa que o tiver achado ,
ou souber delle, de participar no consulado britannico,
na ra da Crin ou no sitio do cnsul inglez que se
recompensar generosamente.
= F. N- Clico, faz publico, que boje 16 do
correnle pelaa 11 horas do dia em caaa de aua re-
sidencia na roa da S. Cruz, o. 38 ter. lugar a
abertura do curso do geometra que o anounciante
profeaaa.
Adverte-teio irmio procurador geral da ordetn
ieroeira de S. Fransisco, que seja mais aeloso no ouen-
primento dos aeua devores (tiendo arrecadar ot aiu-
gueis da casa de dous andares da ra estrella do Rota-
rio jiueoex inquilino ficou deveodo ; sem attencio
ao parentesco que o mesmo tem com sua merco. Pa-
ree ja baatanle espera tendo decorrido mais de 8
nieles, que o tal inquilino despejou dita caaa en-
tregando as chaves sem pagar o aluguel inda em lem-
po, que sua merce era chefe ou ministro da ordecn ,
que tolerou semelhanto aouio; o que Dio admira a
vista de oulroa, que tem praticado : baja vista a elei-
3o. O Capivara,
= D. Clara Clemeotina Carila de Brito faz icien-
to ao Sr. Jos Joaquim Ferreira Babello e ao publi-
co que a declaradlo que por este Diario fea no dia
23 de feverero p. p. a respeito da procuracio bailante,
que bavia dado ao dito Sr. Rabello nao fui leita, por
Ihe constar nem mesmo auspeitar que o dito Sr. ti-
vesse feto ou pretendesse later ootro uso alm da-
quelle, para que dita procuracio Ihe fra dada; poia que
nada Ihe constou e nada consta ; foi sim por baver
visto por muitas vezes oeste Diario iguVt declaracSes!
eitas por divaraaa pessoaa em identicaa circunstancias,e
persuadir-so, que com isto Dio poria em duvida o bem
merecido conceilo de que goia o Sr. Babello.
Manoel Jlo de Miranda, proprietario do enge-
r lio Forno-da-Cal da cidade de-Olinda faz publico,
que ol cavallos ergoaa do teivco de aeu engenho tem
o ferro seguinte \/ na pa eaquerda e na anca direita,
4 c protesta nio ~T~ vender ditos cavalloi; e por isao
apparecendo em qualquer parte aerlo tomados i
re medidos para aquello engenho onde serio o con-
ductores pagos de aeu trabalho.
Boga-se aos Srs. que teem penbores e concer-
t* em casa do relojoeiro na ra das Florea bajio de
os ir tirar al o dia 18 do correte ; pois tem-se de a-
zer urna viagem.
A pessoa, que tirou urna carta do correio vinda
de Lisboa, para Jlo Alvos Hachado ; queira (azer o
favor de a entregar na praga da Independencia o 2,
que se Ibe ficar agradecido.
= Furtario da cocheira da ra das Flores em a
Doute de 13 do corrente um cavallo com os signaos
seguintes: castaoho escuro pequeo, frente aberta,
com marcas as costas de carregar maca, e dita de pei-
toral dinas e cauda pretas ; quem o pegar, leve a di-
ta cocheira, quu ser gratificado generosamente.
D. Mara Baptista Duprat, Braiilelra segu
para a liahia, levando em sua companhia seu mano An-
tonio Baptista Bibeiro de Faria Jnior, aeua filhoi me-
nores Mara, e Augusto, a crioula Anna Joaquina, urna
pardinha menor de nomo Francisca Candida o pardo
Manoel Cacianno e ai suas escravas crioulaa Benedic-
ta Jacinlba e um moleque Jos de naci Calabar.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da ruado
Aragio o. 1, com commodos para grande familia,
muito fresco o com escolenle villa : a tratar do mes-
mo sobrado.
=* Aluga-se um aobrado de um andar, na ra da
Conceiclo da Boa-Vista n. 8: a tratar oa ra do
Aragiio casa quo volta para a S. Cruz.
= Precisa-ae de um rapaz dos chegados ltimamen-
te para caiieiro de venda ; na ra do Baogel, o. 11.
= Aluga-se o prmeiro andar do sobrado da ruada
Cadoia doBecife n. 40 pintado de novo com boa
corintia e commodos suficientes para una pequea
lamilla : a tratar na loja do mesmo sobrado.
= Cjuem quier mandar lavar roupa e engommar,
dirija-se a loja do nico aobrado na ra da Viracio ,
que ser promptamente e com asseio lervido, por me-
nos do que em outra qualquer parte. Na rneimi caaa
admjltem-se escravas para ae ensinarom a coser,fazer la-
varinto marcar e fazer renda, por mdico preco.
=Aluga se urna cata em Fra-de-Portaa, n. 120,
Onde leve acougue rsula Mana do Nascimento, e ven-
dem-se os perteoecs do mesmo acougue, prompto, sem
quo nada falte ao referido lalbo : a tratar na ra da
Guia, n. 7.
= Precisarse de urna ama para casa de pouca fami-
lia que seja pessoa capaz ; oa ra Direita o. 63.
A pessoa, que por engao tirou urna carta do
correio da liata de fovereiro n. 2069, com o nome
de Jos da Coala Coelbo queira ter a bondade de a
entregar na ra da Cadeia-Velha n, 12.
Aluga-ie o tegundo andar do tobrado n. 8, da ra
da Aurora com commodos bastantes e asseiado por
barato arrendameolo : a tratar na ra da Cruz o. 13,
prmeiro andar, daa 10 horas da manba as 3 da tarde.
Aluga-se urna cata terrea na ra do Padre Flori-
aono, com bastantes commodos e cacimba meieira, por
preco commodo; quem a pretender, falle na roa da Ca-
deia do Becife, o. 25, que achara com quem tratar,
CASA DE COMMISSAO DE ESCBAVOS.
Na roa Direita,n. 3, sobrado de tres andares defronte
do beeco de 5. Pedro, recebem-ie escravos de ambos os
lezoi para ae vonderem de commiaiio, aio te levando
por este trabalho mais do que 2 '/> P- ,ea> 'em
cousa alguma de comedones, eofferecendo-se para os di
tos escravos toda a seguranca precisa.
O NAZARENO N. 10,
est a venda na praca da Independencia, loja de livroi
ns. 6 e 8, e na ra eslreita do B otario na easa dt F.
"Prez artigoa, que devum ter lidos por todos, que te in-
tersalo em conhecer eita actualidade.
Se alguem sebou um embrulbo com dun cdulas
de 00" rs.,verdes, duaade20* rs.,encarnadas, equa-
tro de des tost&es, querendo entregar mediante urna
recompensa, dirija-se a ra do Livrameoto, lojan. 33.
Manoel Joaquim de Trrese sua muIber retirlo-1
ae delta provincia.
como do orine : pode ter procurado a qualquer hora
na caa da sua residencia oa ra da Cadeia, ao pe da
Ordem 3.* de S. Francisco, n. 2, onde ntorou o bem co-
nbecido advogado, o padre Caetano de Souta Aotunet.
Preciaa-se de um homem de meie ida*!* pera (ei-
tor de sitio: a quem convier, falle oom Mosquita Du-
tra & Companhia, na ra do Brum do Becife.
Preoisa-se de um menino portugus, que d fia-
dor a sua conducta, e sendo dosebegados de prximo
melhor, para estar em companhia de outro mais velbo :
na ra da Concordia, caaa n. i.
= Aluga-se o segundo andar e sollo da caaa n. 2, e
o armazem e prmeiro andar da cas n. 20, oom a fren-
te para a mar, ludo junto ao theatro, e com bons com-
modos para familia : trata-se oa ra da Cadeia do Be-
cife, d, 52.
= O rapas solteiro, o eaaado da pouca familia, que
precisar de tuna mulher para ama da urna casa, a qual
sabecotinhar e engommar : dirija-ae a ruada Rangel,
oasa o 77, ao p do acougue do Emilio.
= Eoiina-ie inglez, latime geometra, preco adli-
blum do ettudante : oa ra deS. Bento, n. 3.
= Quem annuociou, do Diario de aabbado, querer
fallar eom Domingos de Oliveira Piolo dirija-ae a ra
de Apollo, armazem do Sr. Manoel Ignacio de Oliveira.
= Offereee-ae um rapaz de idade de 17 a 18 annos
para caixeiro de venda, pois tom bastante pratica: quem
o pretender, dirija-ae a travesss do Poeinbo, venda o.
31, ou annuncie paraaer procurado.
= Precisa-se de urna negra, ou preto para vender
ateite de earrapato pagando ae treientes e viole res
por cada caada : a tratar os ra Direita, nume-
ro 18.
Preciaa-se de um pharmaceulico; quem estiver
oostaa crcutnstaocias, dirija-se a ra do Rangel n. 64.
Precisa-se de 1:700, rs. a premiodeum e meio
por cenlo ao mez dando se por bypotbeca, da recto
fechado, tres propriedadea de eaaas terreas, urna oa ra
da S. Rita n. 26 e duas na praia de S. Rita ns.
10 e 12 : quem quiser dar dirija-se a ra Augusta ,
D. 10, ou annuncie.
* O abaixo asaignado continua a advogar em todos
oaaoditorioa desta oidade e pode ler procurado do
pateo de N. S. do Terco n. 9 onde ttmbem entina
particularmente a lingoa latina. = Lourmco Avtlli-
no dt Albuqucrque Utllo.
Preeaa-sede ums mulher forra, desimpedida
e de boa conducta psra o servico de urna caa de pou-
ca familia ; quem eativer nealaa circunstancial diri-
ja-se a ra eslreita do Boiario o. 43 caaa da F, que
ae Ihe dir quem preciaa ,' ou annuncie.
Aluga-se o segundo andar e loja da casa o. 19,
da ra do-Nogueira e a casa o. 7 junio ao Sr. Ber-
nardo Jos Martina Pereira na ra da Maogueira, ou
traveaaa da Gloria para a ra da Alagria ; adverle-so
que as ditas oaaaa aio muito frescas e seaeblo em bom
estado : a datar na rus da Guia n. 42, aegundo an-
dar ou na Ihesouraria provincial, das 9 boras aa 3
da tarde.
Urna mulber de booa costumes se encarrega da
criacio de meninos de peito, impedidos e desimpedi-
doi, e tambem recebe meninos pira ae desmamaren),
no que promette esmerar-se : quem de seu prestimo
se quiser utilissr dirija-se a ra da Palma, n. 17.
Na mesma casa vendem-so 3 varaa de bico largo de
ramagem a recortea luodos de muito bom gosto ,
proprio para roquete de padre ou eamisa de aenbora,
Preciaa-se saber onde mora o Sr. Domingos de
Oliveira Pinto para negocio de seu interene.
Precia-aeaaber onde mora o Sr. Domingos Hi-
lario Lopes para negocio de leu interene.
= Ni padaria e pattelaria francesa do Aterro-da-
Boa-Vitta n. 60, recebeo-se ltimamente um com-
pleto sortimento do confeilos, ameodoaa cobertaa de
ssucar criitalisado com licor por dentro ; bocetaa dou-
radas eoofeiiurfui para enr.hnr Jn meimo' pronrias
para faier prosete! ; biscoutos de Bhema para cham-
pagne ; auperior agoa de flor de iaraoja ; ago'ardente
de Franca, de superior qualidade; o verdedeiro maras-
obino de Zahara ; superior kerche da Suissa ; ame-
las em latas ja conbecidoi, ba muito tempo ; vinbo
de Bordeiux em quartolaa e engarrafado : tambem
te sccaitio eneommendaa de docei finos e biodejn para
ca ; ludo por preco commodo ; aiir como te fatem
pi.teloesdecarno, pato, gallinha e peixe, biscoutoa de
Hamburgo docei e agoadoa, a ditos de caf.
Chegou livraria da esquina do
Collegio o interessante romance o
Atheo vertido em porluguez pelo tra-
ductor dos Mviterios de Paria ; o Mes de Maris livro
pi de riquiaaima enesderoacio ; tambem se vendem
bellas estampas grandes representsndo Adi e Eva no
acto de comerem do fructo vedado ; um variado sorti-
mento de obraa de dreito e economa poltica doa me-
Iboraa e maia moderos eicriptorea.
= Vende-so urna preta lavadoira eostureira, coi-
nheira e bem apessjoida ; um bonito moleeote ; I
pretot ramosos pira o servieo de campo ; 2 pardoi de
boaa figuras para pageos; um cabrinba de lOanoos;
sola ; pellos de cabra ; beterroa ; calcado feto ; cera
de carnauba ; velaa de carnauba pura a misturada com
sebo em caitas de arroba ; tudo por preco commo-
do: na roa da Cruz, o. 8.
= Vende-ie por commodo proco um lindo jo-
go de gamlo novo oom tabolaa e copos de marfim ;
a ra Nova n. 40 das 6 as 9 horas da manhla e
das 4 aa 6 da tarde
Vendem-se eouros miudoi a sais ; ns rus da Ca-
deia do Recite, n. 12. aesatazem da Bilibar 4 Oli-
veira.
Vendem-se barril oom cal virgen de Lisboa, a
4# ra. o barril; potaasa nova em barra pequeos: na
rus da Apollo, armazem a. 18.
i'otassa americana.
600 n. cada um
na

ruj
Vendem-ie capacboi a
ra da Cadeia n. 60.
= Vende-ae panno do linbo muito bom
daa Crutea d. al, prmeiro andar.
Vende-se por mdico proco, urna porcio A, i,
boas de cedro ; cera de carnauba ; dita 'amarelli-Uln
moleque de 10 a 12 annos, de muito bonita /',.
ra propriopara todo o servico : na ra de Ap0||0
armstem n. 22, de Jlo Jos Bodrigues Loffler.
= Vende-se um jogo de breviarios romanos ,i
rubrica encarnada jl usadoa, por proco commodo -
oa ra larga do Bozario n. 12, prmeiro andar. '
Vende-se um escravo do boa figura, oorpo|et0
postate, esadio proprio para todo o servico p0
preco commodo ; oa roa da Cadeia do Reeife o.4o,
=Vendem-se duas eabraa ( bicho) urna' com dous
eabritos serve para criar meninos muito mansa t
di bastante laite e a ootra de muito boa rica njQ
est parida por preco commodo ; na ruado 8 Ceci-
lia n. 9.
-- Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve-
Iba: na fabrica da ra Imperial,
n. 7; ra Direita, n. 53, venda
de M. Miranda; no Aterrona*
Boa-Vista, fabrica de licores de
I''rederico Chaves; e na ra do
Trapiche, armazem de molhados
do Ncolle.
I!I?U!llfiaiV..i
s
II O O B ^.^-,
iftfj -I-figOSSfi-S-Saig.'!
?5sf2-S 3-S-S8 -S S .8.1!
3.-SS...., .^J.-Sf-S-
^MJSilS ojtj ^=5 c a J
ompras.
Comprio-se, para fra da provincia, eacrsvoa de
13 a 20 annos; aecdo de bonitaa figuras, paglo-ie
bem : na ra da Cadeia de S. Antonio sobrado de
um andar, de veranda de Dio o. 20.
= Comprio-se dous escravos de officio ; sendo um
pedrero e outro carpina para urna encommenda do
Bio-Grande-do-Sul : na rus do Collegio, armazem ,
o. 19.
= Compra-se o livro = Medcicina Curativa = ds
terceira edicio, do autor Le Boy : quem tiver, an-
nuncie.
Vendas.
= Conti nulo-se a vender chapeoa finos de castor, a
retalbo; na ra do Trapiche, o. 6, caaa de Joio Slwar.
= Vendem-se as seguintes seuientes, ebegadaa l-
timamente de Lisboa : coentro, rbanos, rsbanetea en-
carnados, salea, nabos, e de allace ; na ra da Cruz,
no Beci.'e botica, n. 60.
= Vende-ae superior sement de coentro em por-
reo e a retalbo ; na ra eatreita do Bossrio o. 11
antigamente doa Quarteis.
s= Vende-se um moleque de 18 annos, pouso
maia ou menos, perfeito offical de sspateiro; um mu-
latiobo de 14 a 16 annos; proprio para pagem ; um
moleque de 18 annos, proprio para todo o servico ;
um ditodo 14 annoa pouco maia ou menos ; dous
pardos, de 16 a 18 annoa; urna preta de 24 annoa ,
boa engommadeira, eostureira e propria de todo o maia
servico; todoi tem vicios nem aohoquei e de muito
bonitaa figorai : na ra da Cadeia de S. Antonio ,
o. 26.
mm Vendem-se 3 a 4 mil palaces brasileiros e me-
xicanos : quem preteoder, annuncie.
Vendem-se semenles de bortalica de toda ai qua-
lidsdes por menos do que em outra qualquer parte;
na ra da Cruz n. 62.
= Vendem se biebsa muito boas a lOj ra. o canto,
e a retalbo a 200,240 e 320 rs. ; na rus ds Cruz,
o. 62.
= Vende-se a troco de lijlo urna canoa grande
muito forte que earrega mil lijlos; na ra ds Cruz ,
0. 62.
Veodsm-te 780 pelleide cibrs.cortidii, e BOditat
debeaeno, proprist para embarque ; o as Cineo-Pon-
tas o. 82.
r Vende-se um piano em meio uso por preco
commodo; no Aterro-da-Boa-Viala, n 3, prmeiro
andar.
Vende-se um moleque de dada de 11 annos ,
I de muito bonita figure e lem vicios; ds ra de S.
Bita n. 91.
Vende-iej 240 rs. a libra da melhor e mais ao-
va que existe oeste mercado; do armaxam do Bra-
guez ao p do arco da Conceiclo ou a tratar com J.
J. Tasio Jnior.
Vende-se muilo superior potassa
da Riissia, em barra pequeos, peto mo
dico preco de a4 r'8 a ''',ra : na rua do
Trapiche, armazem de Jos Teixeira
Basto.
= Vende-M um caroeiro grande, aeoalumado a car-
regar meninos muito manao; duas cibrinbas (bicho);
ludo por prego muito commodo : na rua do Mondego ,
l.f,
Vendem-ie um moleque e urna negrioha, de 8
annos ; ums preta; urna parda de idade de 16 annoi,
pouco maia ou menos sadiaa, livrea de vicioa e com
algumaa habilidades: na rua da Cadeia-Velha, n. 30.
Vende-se a muito superior urja preta portuguesa,
chegada ltimamente do Porto por prego commodo;
4 volumei do Panorama a priocipiar do prmeiro au-
no : na rua do Crespo n. 4 loja de Joaquim da
Silva Castro.
= Vende-te novo minuil de mina, 2000 n.; Ho-
ras da semana santa nova, 2000 rs. ; Tbeaouro da
mocidade novo 1600 ra., encedernado ; Trtalo da
religiio peloa padres Richard e Gersnd, 3 v. 5* n. ;
Dialogo entrj o pastor ea ovelha para a initruccio da
mocidade, lOOOra.; um Bipaoco, 2000 n.; obraa
elementarea 800 ra. ; Epitbome grammatical e geo-
grapbico 600rs.;a Yoida Natoreza sobre a origem
dos (ovemos tratado em 2 v. da segunda e de ^lina-
cao francesa 2j ra. ; Atlaa da geographia universal,
com 9 cartaa, 4# ra. ; ; a obra intitulada Primeiroa
Elementos praticos do loro civil, com um apndice ao-
bre o recunoi, muito intereisante para oa principian-
tes em pralica, 2400 rs.: na rus do Crespo d. 11.
=Vende-ie um bonito escravo crioulo de elegante
figura moco bom carreiro de engenho canoeiro e
tambam trabalba de euxada e he baatanle aadio ; na
rua larga do Rosario o. 18 deronte do becco da
Pol.
e Vende-se urna esdeira de arruar em muito bom
estado envidracada e com auaa competentea varai
por preco commodo ; no pateo do Terco n 4.
= Vende-ie um carriobo de 4 rodil com o ieui
competentes trreios tudo em bom estado ; para ver
na rua Nova estribara do Sor. Alfonio e para tra-
tar na rua da Cruz n. 63.
Vende-se o romance completo do
Judeo Errante; as Palavras de um Cren-
te : na rua da feenzalla-Vellia, armazem,
n. loG.
l'_= Vende-ie um escravo moco, sem vicio nem acha-
ques bom tnbalhador de eozada, machado e louce ,
e ho bom esnoeiro muito proprio para qualquer en-
genho ; vende-se porque nao quer aervir na praca e
si ni uo mallo, sonde foi criado : na rua do Collegio ,
n. 16, aegundo andar.
=Vende-ae urna olaria sita nos Coelbos, muito
freses e em muita bos posicio ou troes-se por um
sitio que seja perlo da praoa ; oa rua da Gloria so-
brado n. 7.
Vendem-se 3 escrava mocaa com bonitas figu-
ras; um moleque, de idade de 16 annos ; um escra-
vo de naci ; todos do servico da esmpo : na rua Di-
reita, n. 3.
= Vende-se um ceiilo grande proprio pifa refi-
oaco ou padaria ; um baldo ; ums mesa de cinco
palmos de comprido ; urna caixa de pinbo nova, com
chave ; ludo em tonta : oa rua eatreita do Rosario ,
n. 21.
= Vendem-se duaa mulatinhaa urna de 12 annos,
e a outra de 16 de muilo bonitas figuras com bons
priooipioa de habilidades e ptimas para mucamas;
4 pretas mocas, duas engommio e cozinba muto bem;
2mulalinhoi, do 14a 16 annoa, muito lindoa pa-
gan* ; 2 molequea pecas de 18 annoi; 4 etcnvoi ,
para o trabalho de campo ; 2cavalloi, um meo, grao-
de bom earregador e esque ador: ns rua do Creipo,
O. 10, primeiio cu.
1e--:|I2^1si!!=:-IJ5
- Vende-se tabaco timonte da Caohoeira da Baha,
de supeiior qualidade em latas de dual libras; bor-
rachas grandes psra disteis; alguna nunporoiitulos do
Muitu Ramalkel das Damai: na loja de Gomes 4
Carvalbo ao p do aroo de S. Antonio.
= Vende-ie urna preta moca de a(lo da Boni-
ta figura com habilidades ; na rua Formosa n. 1,
airas da igreja dos Ioglezes.
BATATAS
Vende-te a 600 ra. cada ums arroba ; ao p do
arco da Conceiclo, do Reeife.
Vende-se um excedente eliarmonioso forte pi
no todo de jaearaodi e de conslruccio muito ttgu
ra ; oa ofOoioa de Joio Vignes, Isbrioanle e afinador di
pianos na rua do Queimado n. 12.
= Vende-se por 30f rs., a obrado Moral do his-
po Monis ; oa praca da Independencia livraria o,
6e8.
= Vendem-se duss escravas de nielo mocil
bonilla figuraa, optimai quitandeini; doua znulali-
nhoa de 17 annoi de bunilai figuras uoi dalles be
bulante claro da cor, e alo opimos para pagana ; um
escravo de naci Angola do 30 annos muilo ado
o possante com officio deaerrrador e mesmo pira o
servico de rua : oaiuadaa Cruzes n. 22 segn Jo
andar.
=" Vendem-se moendei de ferro para eogeaboide
auuoir, para vapor agoa e beatas de divertos Uni-
nboi por preco commodo; e igualmente tainas dt
ferro coado e batido de todoi os lamenhoi: na pra
(a doCorpo Santo n. 11, em caaa de He. CalmonU
Companhia ou na rua de Apello armazem, o. 6.
Escravos Fgidos
= Fugio, da faienda de agricultura de algodio, de-
nominada Serra-Verde =,do Brejo da Midre-de-
l)ot o esciavo Joao, Angola, alto, secco do corpoi
de idade de 26 annoa ; lem urna costura no pescocu,
que parece ser de espada : quem o pegar leve a rus
larga do Bozario n. 29 que ser! bem gratificado.
- Fugio, no dia 19 do mez p. p., do sitio ds
Francisco Goncalve da Rocha na Soledad*, um mo-
leque de nome Beroardo crioulo, de idade de 14 >-
doi pouco maiiou menos, pertencenle io baebarel
He reulano Goncalve di Rocn : e como pelas indifis
cOei, que te lem eilo iopp5e-te ter sido elle sedn-
zido por alguem, e oslar anda acoitado nesla praca
por iaso roga-sna todas autoridades policiael ecapiH>
de campo que o prendi ; o promette ae recompenis
a quem o apprehender, ou dor noticia delle podra-
do, nestecaao, dirigir-seao tneenio aitio ou na ros
S. Rita aobrado n. 40 aegundo andar.
Fugi), oamanbfiadodia 14 do correnta ,doi
Apipoeos, urna parda escrava de Vicente AlvesMa-
chado com os signaes seguintes: de idade de 30id-
dos pouco mais ou meaos, baixa o grotia do corpo
cara larga e com alguna pannos polo rosto cor us
pouco amarellaQa com falta de alguoi denles ni '"'
le falla alguma couia atrapalhada ; levou/om ni0
urna trouxa de roupa de aeu uso : recommenda-se <
Srs. enesrregados da polica ou outra qualquer pe-
sos, que della tenba noticiara ifs5 condutir o enli-
gar ao dito Sr. noiApipucoi, ou no Reeife Dl"
da Praia de S. Rila n. 25 que ae reaompenii.
= Fugio, de bordo do patacho Coneticio ''"
8 do corrente. um eicnvu pirdo, de nome CbrisW-
de idade de 22 annos cabellos cachiados, estilo"
baila ; ho aurdo ; tem (alta do 4im dente na fre"'
urna orelba urada ; levou misa de chita routa .ci-
cas de riicsdo bonete de buco de guerra ; be P';
priedade de Boaventora Jote Bodriguei, do Marans-
quem o pegar, leve a rua do Vigario n. 23, a Fir1'
no Jos Feliz da Boza & Irmio, que gratificaiacV
Fugio, no dia 14 do correnle, um pardo de ""
de de 16 annoa pouco maia ou menos lecco docoi-
po cor amarollada de nome Beqedicto; leou '
ca e camisa de riscau'o aial : quoir. o pegar 'e,e ?'
mazem do farinha no ciei do Collegio, qoe sera g
neroaamonte recompensado.
PKHM.
NA TYP DE SI. K 1>B CAHU
_,H4>


jimio delft 46.
Segunda feira 16 de Mreo
N. II-
DE
PERNMBIICO.
(son OS AUSPICIOS DA. SOCttDADE COMaiERClAl..)
@S&
Snbscreve-se na Prasa da independencia, loja de tivroi n. 6 e 8, por laoop res por atino pagos adianlados.
5a3^(5>3 (a^S^QS^aS ><& 5>&(3&* (Corregida Sabbadoas 5 horas da larde)
ce
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...000 = 00 o o 09000000000
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oosoooooc coooocoec = c
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(>
EXPORTADO.
Agoardente Caraca -
Algodo i. corle- -
. !..--__-
' Assucar branco em caitas -
mascavado
a brauco cinbarricado
em saceos -
a snascav. embarricado
a em saceos.
Ouros seceos salgados. -
Meios do sola -
Chilles da Ierra -
u do Rio Grande -
EXI'OIITS.
Ruin ------
Colln I. qualiiy -
I, a -
Sugar d cases white -
* a brown -
> in barris wbite -
a bags a
> Bal res brotvn. -
a Bags a
Ory salled liidfs -
Tanne liidel -
Ox-liorus -
PREfO DA PRA^
4&J0O0
6*000
s i no
I JICO
I JOCO
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2f00
1^.60
&0J000
6J100
lf 160
2 #666
126 II
muta abundancia
fot
?|000 4J600
POR
Pipa.
Arruba
Libra.
Hum.
Cento
CAMBIOS.
Londres........................
Lisboa ...................
Franca.........................
llio de Janeiro...................
RATA miuda...................
a Patace Braiileiros........
a Pesos Columnarios.........
Ditos Meiicanos...........
OTJRO. Moedas de 6J400 relhas...
Ditas ditas novas...
a Diis de 4JOO0............ 8J8O0 a
a Onras hespanbolas....... 30J600. a
a Ditas Patriticas.......... SOjafO
Letras..........................' '/ por eenlo ao mei
M /i d. por l# r. a 66 dial.
106 por cento picmio.por metal cflecluadoi
160 ris por franco.
t por cinto descont.
1J640 a l|7C0.
If40 a IJ70.
1J880.
1**00.
ITJ000.
lafiVO.
ffOO-
IIJ000
IftfO
IJ880
I6ftli0 a
I8J3G0 a
FUETES.
ASSUCAR.
l.iverp- ol.....................
! Caualentre Ambur^oellarre.....
. 1 a incluiiilo porlos Inglexes ...
S (Genova em saceos............
| Jllamhurgn caitas...............
'S \ Bltico........................
? J Trieste para caixas..............
" I Estados- Dnidos.................
[ Portugal.......................
franca........................
t I i7 S
J I? 6
{3 6 0
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I
i 1 I? (i
200 por i(i
;on 26o
i i." e l(>
taceos I
caitas I
6 por cento de prisaagesn
sem prinihgem.
'/ de primagem
ALGODAO.
Portural...........
Kranra............
I nglaterra...........
Barcelona...........
.
000 por () sem piimagem nominal
360 por 5"e 10 p /aocamb. de 160 p ir nominal.
V,p. fte6p./0deprim.ge.n
600 p (ge 10p "/o"00""1'1- 600o pe* p. Ir
COUROS.
Inglaterra Seceos t 110 0.......... por tonelada e 6 por cento.
Iranra..................... ...... lOOcadaliunielOp Vf'tJinb-loOl l>.
Catados Unidos ................... Nao ba.
:-: w
;C*r
Di'da II de Novembro de 184 jr diante pagaran 00 p. e.o rapou tabaco
le |m>, os charutos ou cigarros, o fumo e u iolo ou em folba.
Pagar 60 p. c. os saceos de canhama-so grossaria ou gimes da ln.lia, os cai-
vetes cm Srma de punbal, as alroofadas paracarruagens. as pedias jarradas para la-
godo, as pedras dccantaiia para portes, portas e janrlUs, as pedras lavrad.s para
encanamenlos, cepas, cunliaes e cornijas, o assucar retinado, cryttalisado ou de qual-
quer m.neira confeilado, o cha, a agoarderte, a cerveja. a cidra, a genera, o mar-
rasquino, ou outros licores, e os vinbos de qualquer qualidade e precedencia.
Pagano 40 p. c. as alcatifas ou peles, o canhiroaco ordinario ou gross-iia. as
bataneas de qualquer qualidade, e roupa fcila, nao eipecihcada na tarifa, as cartas pa-
ra jugar, as escovns de cabo de marfirn, o fogo da China cm cartas, ou qualquer ou-
tro logo de artificio, o papel pintado, praleado. ou dourado, sendo de qiialieVdes
linas, o papel pintado para loriar salas em collecces ou paixagcns, o papel de llol-
I md, imperial ou outro nao especificado na tarifa a plvora, os sabouetes, o sabao,
o sel em velas, as velas de Slearini ou composico, as amenas, ou oulras huelas
em irascos ou latas, seccas, em calda, ou tm espinto, o chocolate de cacao ordinario,
n vinagre, os carrinlios, carruageus uu caitas jogos, rodas, arreios para urna e ou-
lia cousa as esleirs para forrar casas, os carros para conduiir gente, os sociaveis,
os sillies, os areieiros e tinleirot de porcelana, e qualquer obiecto de tonca nao com-
prehendido na Urifa ; os lustres os clices para licor ou viudo de vidroliso ordina-
rio, os de vidro moldado ordinario lavrado ou moldado, e lavradn ordinario da Alle-
m/iilia e semclhantes os de vidro liso moldado ou lavrado, de fundo corlado ou liso.
con) molde ou lavor ordinario ; os clices para Cliampanbe ou cervrja as canecas,
c copos direitos de 10 a I ero quaitilho, as garrafas de vidro ale I quarliihc ou man.
sendo todos estes objectos de ns. le! as pirralas de vidro pretas ou escuras da
mesma capacidade, comprehendidas as que servem para licores ou Le-Hoy os copos
para tabernas at urna caada, os frascos de vidro ordinario com rolhas do mesmo
ule I libras ou mais ; ou sem rolba al libras ou mais, os de lioc.i lama cntn rolhas
do mesmo, at 4 libras oa mais, ou sem rolha para opoilrl loe OS v (Iros para a
lampadas ou caudeiros, as laboas ou folhas de inognoou outra ntldetra lina, e lias-
les de qualquer inadeira.
Pagano 25 p. c. o aro, alcatro, xinco em barra ou em folba. chumbo cm barra
ou leu.'ol, estauho cm barra ou em verguinba, ferro embair verguinba, chapa o
lia.uadOS para fundirlo, folba de Flaudres, gallia de A lepo, lala cm rolhas, lalaocm
chapa, mailim, salitre, vime, becalho, pene pao, e qualquer outro, secco ou sai-
gado bolacha, carno secca ou de salmniira, herva-doce. farinha de lugo, p.II cas
branca ou pintadas, cordoves ou cortes de bezerro para calcado, bexerros e cnuros
envernizadoi, couros de poico ou boi, salgados ou seceos ; sola clara para sapateiro
ou correeiro, cobre e caparrosa.
Pagar 20 p. c. o trigo era grao, barrilha. canolilho, MpiauiltVs), Geiras, fios,
franjasr lanliioulu, palhelaS, passamanes, sendo ile ouroou prala entrefina, ordina-
ria ou falsa : galoes da mesma naturexa, ou lecidos com relioz. limbo, algoilio ou
seda, rendas ou ntremelos de algodu nao bordados -, leudas de fil, as de algodo,
iroi ou trocal ; lencos de cambraia de Indio ou algodo, e bandas de reros de
malba.
Pagar 10 p. c. os livros, mappas e g'obos geograpbicos, instrumentos mallie-
maticos, de pliysica ou cliunica, coi les de vestidos de velludos ou damascos, -:o::.a-
dos de prata uuouro liuo ; retrox ou lro;al, cabello para cabelleiieiro.
Pagar 6 p c. o caoutilho, cordo de fio espiguilha, fieira, (ios, franjas, ga
lio deioou palheU. lanlijoulas, paltiela, leudas, cadarcos e lodoso mais objec-
tosdesta naturexa, sendo de ouro e prala fina,
Paga- 6 p. c. o" carvo de pedia, ouro para dourar, ou quaesquerobras e
utensis de prala,
Pagar 4 p.c. as joies deouro ou prata, ou quaesquer obras de ouro.
Pagar 2 p. c os diamntese outras pedras preciosas tollas, semenles, plan-
tas raras novas de animaes uleit.
Pagar 30 p. c. todos os mais objectos.
Os gneros reexportados ou baldeados pagSo I p. c. de direitos alm da armase
nagein ; e o despachante presta flanea al a approvaco desla medida pela Assem-
Lla (eral.
Coiicedem-se livres de armaxenagens, por 15 das, as mercadorias de Estiva, e
dous mexes as outras a fiados estes presos, pagar '/i P- c- mI do respec-
vo valor.
Os rdlreitos das faxendas, que pago por vara, dev* entenderse vara quadrada.
Os direitos nao po lem ser augmentados dentro do aono fiuanceiro ; mas o Go-
rmo poder mandar pagar en inoeda da ouro ou prata urna vigsima parte das que
forem maiores de 6 e menores de 60 p. c. dos precos das mercaduras, ou mesmo
ipminuil-os. secundo Ihe parecer
O overuo esljautoiisadoaestabeleoer um direito diflererjcial sobre osos geoer
de qualquer naro, que sobrecarregar os gen crol brasileos de maior direito, sn
iguacs de oulra naro.
Os artigo! nao especificados na pauta pago o direito ad valnrtm sobre a faelvn
apresentada pelo despachante i podeudo poiin ser impugnados por qualqurr oOicial
da Alfandea, que em tal caso paga o importe da factura ou valor, eos direitos.
>o caso de duvida sobre a classiticaco da mercadoria, pide a parle requerir
arbitramento para designar a qualidade e valor da pauta, que Ihe compete.
Sao sents de diieitos as machinas, aida nao usadas no lugar, em que lotem
impoi tadas.
EXPOfiTACAO Os direitos pigo-Je sobre a avaliaco de urna paula sema-
nal na raxo seguinte : Assucar 10 p c., Algodo, caf, e fumo ti p. c. Atoar-
lente, couros, e todos os mais gneros 7 p. c. A lem destes direitos pagao-se u
latas de 160 rs em cada caita, de 40 is, em cada fecho, de 20 rs. e.u cada barrica,
ou sa :cos de assucar, e de 40 rs em cada sacca de algodo.
Couros e todos os mais gneros sao livres de direitos para os portos do Imperio, t
cxcepr.".o do algodo, assucar. caf, e funo, que pago 3 p. c. e as Usas por volunte
Os metaes preciosos em barra pago de direitos 2 p c. sobre o valor do n.er-
cado. ea prala e o ouro amoedadn nacional ou eslrangeiro paga nicamente '/, p. e
t)s escravos exportados pago 6|0t>0 |M>r cada um.
DKSPEZA DO POBTO As embarcarles nacionies, ou eslrangeiras. qne
navego para fora do Imperio, pago 00 rs. de ancoragem por tonelada cas
nacionacs, que navego entre os diversos porlos do Brasil 9C rs. As qi
em lastro e sahircm com carga e vice versa, pagar muade do imposto
As que enlrarea
supra e um
trro as que eiurarem, e sahircm em lastro; e mesmo as que entrare por fiauquia,
ou escala quer entrem em lastro, quer com caiga Desta mpnsico po Joan
isentasas que importaren!mair de 100 Culouosbrancos, e asqueentradrem poi aniliads
forrada, com tanto que estas nao carreguem, ou descarreguem s meule os gneros
nec'cssirios para pagamento dos repaios, que (zetein.
VF.NDAS DR NAVIOSAs embircares cslrangeira que passarem a ser
nacinnais, pago 16 p. e e as nacionaes, mudando de propriclario, ou de liaudeira
pago 6 p, c. sobre o valor da Viuda.
REVISTA SEMANAL.
CAMBD'S Honvcio trinsacrSes a 26 '/, sobre Londres: o gorerno lo-
mou errea de doxe mil libras
ASSOGAK As eiit>adas foio iequens, e as tei das reular.io a IflOO, e
algmss a IJiO o branco, e o mascavado a ijiOO e ulhO ris. O preco dos assu-
cares branco em saceos e barreas legulou JjiOO a 2|700, conforme as qualidades;
o mascavado vendeuse a IJ760.
ALGODAO As miradas loio pequeas, e o deposito he diminuto, leu-
do btfdo vendas 61000 ri'ii.
COUROS Tem havido vendas de 126 a ISO ris
BACALIlAO Enlriao dous cairegau cutos o pimeiro lol vendi lo a
I3J610 e o outro fica em ser paia vendar.
AZIITE Chagio 130 bairis do Mediterrneo, que foro vendidos a 2J00O
ris o galio i
FABINHA DE TRIGO Chegou bum carreganjenlo de Phdadelplua, que
(ica em ser para vender.
LAB SE fSECCA Entrou bum carregamento, com o qual o deposito he de
20,000 arrobas c os preros da quotaro
PAISAS Cbegio SOO caitas, que foro vendidas a 4|6O0 ris.
Vl.'HO Cbegio 120 pipas do Mediterrneo, que lorio vendidas a II6J00O
ris.
Resumo das Embarcacet existentes nesle porto no da d 14 di Marco 1W6.
Americanas.......................!................................
Austracas...................................................... *
Brasileas ........................... *>....... .
Dina na rquexas............................................a..........
Francexas ........*............*............
Ilespanliolas.......................................................
loeleas..............................................................
Norucgueose................'............................................ J
Portuguesas.......................................................
R usi ana................................................
Sardas .,.................>.....>>...*...*'"**** t
Suecas................................................................. J
TotW "
A Provincia gota tranquillidada.


(5)
LISTA das Embarcares existentes nesle porto al odia 14 de Marco de 1846
KTRADAS.
1816 Marco
13
lHeFe*rdro 20
Msreo ,0
III
tne
VB46
Norenib. 10
J
Pezerobro "
u **
Janeiro I*

Ptvtitiro 1
> I'
Mari o
DONDE VEM.
Rnltimore
Philadelphi
Montevideo
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
Sania Catliarina
Ass
A Ico baca
Parahyha
Paral.yhc
Sania Cathaiioa
Astu
K (randado Sul
Ass
ft .rende do Sul
Ass
Acarac
a
R.G.doSeBshia
Alcobaca
Rio de -laeno
l.ilhoa
R Grande do Sul
R rande do Sul
Ass
Ass
Caravellaj
Macero
1116 Fevcreiro 20 Montevideo
a 2.1 Hamhurgo
Marco
1116 Marco
1140 Fcvere'uo 2J
Marco 0
l
Murro
1846 Janeiro
Fevereiro
Marco
13
IB 16 Fevereiro 16
Marco I
4
Montevideo
llana de (race
vl iieilles
Havre de Grace
Rio de Janeiro
Ro de Janeiro
Malaga
Feveitiro 27 Rabia
Marco 7 lilla d'Assenco
V Costa da Palag.
10 Terra-Nova
1 II Liverpool
11 Cost da Patag.
a
II Neve-Castle
1 erra-Nova
IMS Janeiro. 15 Palcrmo
1816 Fevereirs 21 Londres
IttO Janeiro | Porto
0 Lisboa
a 8 Porto
a 13 Lisboa
Fevereiro 22 liba de S. Miguel
Maico 10 Rio de Janeiro
Babia
Montevideo
lloston
Habit
Genova
Haba
Montevideo
ll.ibia
(iottembourg
Rio de Janeiro
CASCO
E lacho
rea
alera
polaca
brigue
brigue
br gue
blata
biata
i'.iate
brigue
sumaca
brig-etc
palaobo
brigue
sumaca
brg esc
paucl o
brigue
biate
lrigue
a
barca
brigue
a
patacho
lna te
brigue
brigue
brizne
brigue
batea
brigue
Etilaca
rea
[alache
barca
''arca
brigue
barca

brigue
barca
biigue
barca
brigue
I arca
brigue
barca
brigue
brigue
patacbo
brigue
uca.
Aust.
Ilraiil.
polaca
polaca
.arca
hrigne
polaca
barca
barca
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Din.
Fraoc.
Ilesp.
Ingle
Napol.
Norng
Pon.
Rus.
S.rda
Sueco
KOMES.
C H Roeers
Globe ^
Fidrli
Cont liarty
Coirpetidor
Athlanle
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6 Jos
boe-Viegem
Es (jada re
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Carlota
Isabel
l.'onceic'o
anta Mara Boa-Corte
Nora lUstauraco
A. guia
l-miilacn
Asvlo
S benedicto Grande
Americano Feliz
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Generosa
Sert< rio
Noto Lobo
Lanrentina
fonieiro
Santa Cruz
Belly
Cndor
I lliza
Hedor
llalro polea
Antonotta
Ville M.lbilde
Cere
lluro
Adiiauo
IliartorOak
F.lze Jr.hnslon
Eliralieth
Ospray
Marjr Queen ol'Scots
Commerce
Renga I
Ituna
Runuymede
Anloinetle
Juno
Relia Pernambucana
Tarujo II
Espirito Santo
Robla
Amelia
Uliveira
A le landre
Boa Inteligencia
Concordia
Dolis Irmos
Ro amella
B i fronte
Carlota Leleoia
Swea
Hebe
TONS
178
260
2(8
331
199
*i2
220
34
28
27
195
64
I ti
16)
522
118
174
lil
142
37
180
200
2S8
273
71
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II
87
700
136
33
186
Hi
211
140
196
38i'
04
326
216
114
201
246
201
324
221
200
114
207
417
"42
330
170
162
216
760
193
2(14
232
167
154
193
370
276
172
IJBSTRK;
Howe; Parker
N. Esling
B. Garaguin
A. Persicb
Feliciano Jos Gomes
Custodio Caelano
Jos Antonio ( abral
Joaquini de Sou/.a Gomes
Jos Antonio da Silva
Joaqiim Jos dos Sanios
J redro de S e Ferieira
Jos Goncalves Simas
Joaqun Antonio (adr
Antonio Jos da l-ilva II.
> Joaquim Dias dos Prazercs
Jos Moreira da Costa
Joaquim Antonio dos Santos
Antonio Gomes Pereira
Joo Manoel Teiieira
Mcola Lopes rerreira
J Ildtfonso
Francisco Ferreira Borges
Jo- ile lrveira c So-iza
Acacio Jos nos Santos
Jos Alves
Antonio Germano das N.
Manoel dos Santos Fonte
Caelano Pereira da Silva
C Fu sisn
F Fivllsen
N L Hlberl
Cbristiaussen
Lacrnlx
Jo.- I legare
GuilL-eri
Gabriel Pi
Jar.inlho Abril
Francisco Uve
Wm Mossay
Win l'omaldson
G C Saunder
W Willi.mes
W Kella
G Crowll
J Erringlon
A. Sanderson
A. Slul
Andr Bartbolo
Avrbumliufl
Manoel Francisco Ramalho
' evciianuo Antonio de 4.
Rodrigo Joaquim Corrcia
A P Rodrigues Jnior
Joo Ignacio de Menezcj
Antonio Francisco Hezende
H. Freuss
Joo Biplisla Gorlero
Jernimo Cancsi
Joo Baptisla
F Siniglia
Jos Vigo
Caelano Gisola
Jobo Florum
George Codberson
S O. Nelsson
CONSIGNATARIOS;
Henry Forter & C.
F. G. Fe reir 8c C
Le Rrelon Schramm t C.
U Mesire
Gomes Irmos
Manoel tg'iacio de Obveira
(i. 4 de Barro
Vmorim limaos
los diaria Viaona
loo Pinto de Lemos Jnior
i. Jos da Costa Araujo
O Mesire
O Mesire
F I. Feliz da llosa 8t C,
Amniini limaos
Hcst-e
[Sovaes & C.
Manoel Goncalves da SUVa
Jo!. Francisco da Cruz
O Mestre
Amoriin Irmos
F Sereriauo Rabello St Filbo
Ainoriin Irmos
Sajrnenlo Sckaeffer Si C,
Manoel Ignacio de Uliveira
Lourcuco Jos das Nevci
Manoel Joaqulm Ramos c S.
Ainoiirn Irmos
F. Robilliard
N O. Hiebei *C
Fiederick i'.obilliard

Luiz Brugu'ere
Ltiiz Mruguiie
Adour ti C.
Nascimento Schaefler k C.
il Joaquim Ramos e Silva
Joo Pinto de Lemos k Filho
Jobnston Pater Si C.
Johnstoo Paler k C.
U Mestre
Me (.alinont Si C.
James Cabretree Si O
O Mestre
a
Os Agentes da C de Vapores
James Cabretree Si C.
N. Bieber k C.
Frederick Robilliard
Thomaz de A quino Fonseca
F J. Flix da Rosa Si I
Francisco Alves da C'inha
Thomaz de Aquiuo ronseca
Joo Jos da Cruz
A ordem
Me. Calmme k C.
Joo P.'ntn de Lemos Si Filbo
Henry Forsler Si C
Jobnston Paler 8t C.
Jos Saponty
Joo Piolo re Lemos Si Filho
Jos Sapority
Frederick Robilliard
James drabtree Si C.
Le bretn Schramm DK8TINO.
Cear
HamburgO
Palenno
Porto
Lisboa
P rio
Lisboa
Peraamlx a Typ de M. F. de Faria -Il4t.


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