Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08201


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Full Text
Aun de 1840.
Quinta felfa l(
O DIAKIO publica-se todos os dias que
nao forenW* guarda: o prtco da asslgna-
tur he de ifOOO rs. por quarlel peaoi adian-
larfos. Os annuncios dos assignanles sao In-
geridos a raio de 20 ls por llnha, 40 rs.
em typo diflorento, c as repeticocs pela ine-
tade. Os que nao forera asignantes pagao
80 rs. por linha, c ltiu em typo diUerea^e.
PHASM T>A LA O MJ7, DE M\
Crescente a 4 as 8 bor. e 11 min. da tard.
i'ua chela a lias 11 hor. e 28 min. da tard.
Mingoante a 20 as II h. e 37 min. da man.
I ua nova a 27 as 3 hor. e 30 min. da man.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Goianna, e Paralaba, Segd." e Sextas feira*.
Rio Grande do lorie, chega as quarlas
feirasao raeio da, eparte nasmesinas ho-
ras as quintas feiras.
Cabo, Serinhaem. Rio FOrmoso, Porto Cal-
vo, e Macey, uu l., 11 e 21 de cada mei.
Suianliun* c Iloaito a 10 e 24.
oa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria as quintas feiras.
Oiinila todos os das.
PREAHAR DE HOJE.
Primeira as 4 h. e 30 minutos da tarde.
Segunda as I h, e 54 minutos da manhaa.
fe
de Ufarlo.
Anuo XXII N. 88.
das da semana.
9 Segunda S. Catharina, aud. do J. dns
orf. e do J. do C. da 2. v., do J. M. da 2.
10 Terca S. Militao aud. do J. do civ.
da 1. r. e do J. de par do 2. dist. de t.
11 Qaarta S. Candido, aud. do I. do civ.
da 2. v., c do J. de pai do 2. dlst. de t.
12 Quinta S. Gregorio, aud. do J. de orf., c
doJ. M. dal. v.'
13 Sexta S. Eng>acia, aud. do J. do civ. da
i. v., e do J. de paz do 1. dial, de t.
14 Sabbado S. Malhildes, aud. do S. do civ.
da 1. v., e do J. de pai do 1. dlst. de t.
15 Domingo S. Ilenriquc
CAMSlOS NO DA 11 DE MARCO.
C.vnb. sobre Londres 26/, a28'/, d. p. 1/.
as Pars 350 r^is por franco.
Lisboa 105 p. c. pr. p. m.
Desc. de let. de boas Urinas 1 '/. P- / ""*
Ouro-Oncas hespanholas 31/000 a 31*000
. Moeda deWWOvel.' 1800 a 17/000
deMllO nov. !00( 16/400
de 4/000 818(10 a 9/100
Prala-Patacoe 1/940 a 1/970
- Pesos G'oltnnnares lNM a 2*KM)
> Ditos Mexicanos. 1,^00 a 1*940
. Prata Miuda 1/000 a 1/700
Acedes da C.a do Beberlbe de 50/000 ao par.
____
DIARIO DE PERNAMBUCO
EXTERIOR.
PORTUGAL;
Pelo patacho porluguez AlHempa se reeehrio noti
eiat oTictaet da provincia de Angolt, peluqnaet co
U nio ler sido all Iterado o so'cego publico. 0 brgu
ingiez Star linha leito tres prez** de escrayatura, dasl
de* qiiers enconlrou abandonadas e sem bandeira, i
umacom bsndeiri bespanbola alm destai, o eruze'
ro ingles tinlii lomado timbero, como presa, um bule
etn bandeira, que encontrara sem papen eabandooa-
do, eom todos o indicios de se destinar to trafico. A
escuna do cruteiro potingues. ConsUtuifto, tendo en-
contrado em Austria o brigue ingles mercante Ladjr-
Sale. canillo Tyrrell, com todos os indicios de se em-
pegar no trafico da esersviiun, por isso.cjuo a bordo
delle se encontrarlo viole e tsotos 'oneis de agoa doce,
cont e quirenta arrobas de rroi, e una cildeira gran-
de em serem manifestados, alm de e Ibe tebarem
Isinbem, depoii do apretado, algumas elgemas, e umt
porclo de bandejas da arnmaude nio pequeas dimen
toes, bavia traillo o dito brigue a Loanda, .oode en-
Irou no dia 4 de noverabro, sendo lubmeltido aojul-
gimento da respectiva com minio mixta. O goveroador,
pela su parte, cuidara em melhnrar, quaoto poisivel,
o estado ds provincia ; tinba prohibido em varios dis-
tfictos, oasis subjeitoi a traficar em escravos, a passa-
gem delles acorrenladot te guia da secretaria geral do
governo ; mendou devassar em Colurnbo, sobre 0 fac-
i de un embarque de prelos na foi do rio Quanza, a
iuiuo u uiigO /iiraNU i 6 pvbib.C O "b?0 do fftl-
vernidor do Penedo lazer parir, ein detrimento dooom
ttiercio interno, as comitivas, que veetn do serijo. O
monopolio Jo sal tinba cessado nsquell provincia em
virtude dsi oriiens da melropole, ficando por conie-
guiote Tivre aoa eommerciaotes de Lisboa o poderem pi
ra all especular nelte artigo, do primeiro deite mez em
diento. O mesmo governador, tendo providenciado pe-
a se povoartm de coqueiros as ilbas do Cabo o do Sul
bavia promeltido dar transporte gratuito para Lisboa,
nss vistas de promover a agricultura quiesquer porcOes de algodio e tabaco, que se apresen-
tassem acnmpsnbadas de provas de srrem prodcelo do
paii. O negociante de Loanda, Valenlim Jos Pereira.
tiuha annuncindo naquella cidade, que comprara eos
cultivadores da lolba de tabaco, todo o que se Ibe pre-
sentaste convenientemente preparado.
(Diai io do Govnno.)
FRANCA.-
DEM, 10 DE JANEIRO.
O paquete Sphynx, que sabio de Argel a 7 pela ma-
nhaa, entrn 6 noute em nosso porto. Por esta va ta-
mos recebldo noticias de um brilhsnte combale occorrl-
do a 23 de deiembto entre a cavallaria do marechsl du-
que de l-ly, ti as tropas regulares de Abd-el-Kader,
coja frente eslava o emir em pessos. Eis-aqoi os por-
menores, que di o Akbar de I do corrente:
.. a Sabendo-se, por noticias positivas, que Abd-el-Ka-
der tinba estabelecido seu acampamento ao norte da
monteaba de Bon-Choltonte, o duque de lily adoptou
a seguintes disposicoes para ir combate-lo : A 23, ao
anuulecer, toda cavallaria, commandada pelo general
Yussuf, recebeo ordem de marchar, em quieto o mare-
chal rm pessoa devia pdr-se em moviroenlo ao amanhe-
cer.com Infantera e as begagens, para poderar-se
d'e orna sahlda, por Onde o emir poda retirar-se, quan-
do atacado da cavallaria francesa. Aochegarao valle do
........-------------------
Tenda, o general Yussuf descobrlo de prompto os ristos
do inlmlgo, que acabava de abandonar seu campamen-
to. Por urna parte via-ae sua numerosa csvallaria e
por outr a gente, que segua o seu comboy ; o general
Yussuf delermiaou perseguir este ultimo. Era este o
mel mais seguro para obrlgar o emir a apresentar o
combate, que desejivamos com tanto ardor. Com efYel-
' notaos esquadrOes estavlo' |a Ho fatigado! com a
reir nocturna, que nio teriio podido aleancr a ca-
llara descancada do inimigo ; em quanto que, ata-
ndo o tomboy. era certo que se combsteria cqio o pro-
prio Abd-el-Kder, pofs esle nio poda, sem perder tu-
da a coesideracio, deixa-lo squer, e pteiar os que o
guardarlo
J tinba cahido em oossp poder ura parte das ba-
gagens, quaudo se apresaptou pela esquerda o emir
frehle de uns 801) glnetef regulares, que avancavlo
trote oa mal pffftlta'ordem. O general Yussuf avaneou
no mesmo instante os. seos esquadrOes, que nio pode-
rlo ser eontiddl por'ma descarga morlifora, leiU I 80
passot, e em frese se tornou geral o combate. Esta ca-
vallaria eacolhida, conhecendo toda a importancia da
cmbete, que se empenhva, fes esforcos prodigiosos
para reslstjr ao choque e ardor dos nossos toldados;
porro sua Intrepidez leve que ceder ao v'or de nossos
catadores, gendarmes e sapbis, redutldos a un 450
combateotes.
Entlo tetlrou-se o emir a urna poslclo, que tlnhs
na retaguarda, reunlndo seos gfnetes dispersos ao redor
de sua bandeira branca ; ma. lm deitarem-ltie lempo
suftlcieate, nossos esquadrdes tornarlo a carragar, e de
novo os disperslrao. Todos poderlo var durante este
segundo ataque .os cavallelros rabes oorrerem em defe-
ta do aeu chele, ujo cavalio cabio inorto, para o mon-
larem em outro.
a O inimigo tornou depols urna lercelra poslclo, da
s! !g c;p!..do as?, s .T.Eiaa strepde: : em segdida
o emir rcllrou-se definitivamente, deiandc- em nosso
poder seus morios e fendos, cavados, tendsg ebagageni.
a Nossa perda monta a 10 mortos e 20 ferldos, lm
de 60 cavallos mortos pelo inimigo ou de oaosaeo.
(SemapAore.)
PERNAMBUCO.
FLHETIM.
A RAINHA MAROOT. (*)
pftB 211'aanrr Bumoe.
SEXTO VOI.UME.'
CAPITULO Vil.
oa jxnzts.
tenia! me honrado amigo, disae Coeannos a La
Mole, qoanilo m dnus ouuipsnlieiros av'lirin janloi
drpuis do inirrrogstorio, em que pela primein verse
bavia tratado as nul maratilliat, equo nao tardar nimio, que nao sc-
jmnos obindonados tos juires, o que be um diignoslioii
iuleirnnieiile eppostu ou do abainloiin dosmedicoi por
que, quaudo o medico abandona o enfermo, lie queja u
nio pode niais sslvar; mas, pelo cunlrorio, qu.'iiilo o
juir absndtina o necusndo,' lioporquo perdo a eiperanfa
de fater eorlr-llie a eabefa.
Sim, A'mn L" Mul, al rno parece reoonlieeer o
dedo das miNU awbre. migas, nrss puiidcs, unu f-
rilulade dos carcereiron, nessa elaitieicUde das portas;
Iquem, porm, en nlooonhecu heM. He Beanlicu, ao
iiienua ao que se me havia dito.
i Vida hiari n. 57.
Esli-se actualmente demollndo em Pars um dos
mosleiros mais antigos, que fol ooutro tempo priorado
real dos Celestinos. Esta ordem religiosa tornou o seu
nome rt pspj Ce!?!ino V, que a Instituto no annode
1744. pouco anles de oceupar a cadelra pontificia O
appellido da lamilla deste papa en Morn, e por Isto aos
membros da ordem Ihe cbamavlo ao principio Moro-
ollas.
Esta congregacio fol approvads por Urbano IV : Gre-
gorio X a Conflrmou no segundo concillo geral, qne se
celebruu em Lyon, no anoo de 1274, e o rei Filippe, o
Formoso, a Introdoilo em Franca no anno de 1300.
Os Celestinos sguilo a regia de 8. Benlo ; mas com
eertos reguiamaolos. O seu instituto era mu uslero :
jejutvio a maior parte do anno, e nao comlio carne se-
an girando rstevuo enfermos. Esta ordem leve alguus
varfies eminentes em lettrts ; mas nio se distinguirlo
nem por trabalbos scientificos, ero pela sua influencia
no governo. Com todo Pedro Celestino, fundador da
ordem, e o mais uotavel dos membros da instituido,
deo ao universo chifstlo o admiravel eiemplo de bumil-
dade, abdicando a cadelra pontificia. As vinio e duas
communldades, que distilo >m Franca, erlo todas
prlorados. O mosleiro de Pars fol creado no anoo de
1352, endo o quarlo em anttguidade. A sua impor-
tancia, e a sltuacoo, que occjpava, contigua ao palacio
de 8. Paulo, babiteclo noutro tempo dos rea de Franca,
forio a causa de que o eregisaem em cabeca da ordem
desde 1417. O seu edificio e jardins oceupavio consl-
deravel eilensSo de terreno Immediato o arsenal. Em
somma, pode bem colligir-se qual serla a sua magnifi-
cencia pela somma de mais de um milhao de (rencos,
que o governo por elle exigi, quindo o vendoo
IDa Rewluto de Stlembro.)
Assciubla Provincial.
SESAOEH 11 DEMARCO DE 1846.
PRESIDBNCIA DO SR. S0DIA TEIXSIR \.
As 10 1/2 huras da manhaa oSr. !. secretario fax a
chamada e verifica esttrem pretnnles23 Srs. deputtdos ;
(altando, semcaus participada, os Srs. Pedro Cavilctnti
9 birlo de Suassuns.
$r. 2.* Seoitario l a acta da setsio antecedente,
que he approvada.
OSr. i.'Secretario u. EXPEDIENTE.
Um offloio do secretario da provincia, enriando, de
ordem do Exm. presi lente, seis ejemplares da memo-
ria, presentida pelo Dr. Domingos Marinho de Axeve-
do Americano, sobre o estado actual das instituiedes
medicas de Frn?a, Rusta, eGrio-Bretanht. Afn
dou-it archivar.
Outro do mesmo Sr., eommunicando, que o Eim.
presidente foava teiente da eieicio da mest, qu trm de
dirigir os trabalbos Oa assembla legislativa provincial
na presente sesslo extraordinaria. Inteirada.
Outro do mesmo Sr., faiendo remessa dos ofTicios de
todas ctmsrst niunicipses da provincia, acompsnha-
dos das respectivas conlat de receita e deipeza do anno
municipal findo, e dos orc,smentos pan o futuro. A'
eommteido de renda municijnet e cantal.
Outro do mesmo Sr., participando, de ordem de S.
Ese o Sr presidente da provincia, que tem expedido as
convenientes ordens s camsrss, que denrlo de romet-
ter k assembla as copias das tetas das eleicSes de depu-
lados provinciaes para a presente egisiaiura, a um e a>
enviarem quanto antes.Inteirada.
Outro do mesmo Sr. eovisndo, de ordem da presi-
dencia, duas posturas descamaras municipaes das vil-
las do Bonito e Cimbres, que por ellas Ihe folio ende-
recsdss, para oblerem a neceitraapprovco.-./' com-
mte.ido de poiturae e negocioe das camarat.
Outro do rocimo Sr., faiendo remessa, denrdemdo
F.im. presidente da provincia, de um oflicio do Exm.
hispo diocesano, acompanhado do oroamenlo para as
obra* da capella-mr da nova matris de S. Jos dcsts ci-
dade. A' commmio de fazenda e ornamento.
Um requenmentode Lun Antonio Marques da Silva
_-_ '___I.. ... f-^-....;. J.. lw. ^,mlt.n n.
B en Riinbrcn-o inuitu bem, disse Cecanoas; oque
lem beque isso lia do cuatnr uaro ; mas que rsle isso
para as pessoas de quem nc trola! Una he princesa, a
ouira rainlin, e ambas ricas, c nunca ellas lerlo ucea-
Iao de laier to bmu emprego do teu dinliriru. Rera-
pituleinns bem ngora n nosia lici" : levn-nos paro aca-
prlla ; di'iao-m l snb vigilancia do nnato guarda-
chavea; ach*nius no lugar indicado cada uiu o cu jm-
nbnl ; ru luco mu furo na barriga do nusso guia...
Oh! na barriga tilo! roub*r-ihe-his otsens qui
nhentoa escudos ; no braco.
Ali! sim, no braco, isso seria perder o pobre bo-
llicio ; ver-nc-ln claramente qoo tinba bavidu aondei-
reudcnci* da parle delle a da miiiba. Nao, niu, no Indu
direilo, eseorregando com deslrea ao luiigo dascoslel-
las : he uro golpe verosmil e iiuiuccnle.
V fcilo, teja esie, depois.....
Drpuis lu alrnrancas a porta principal rom oa ban-
cos, em quinto as ovases duas |>rmcera sliem do seu
escondrijo, e llenriquela abre a porta pequen*.
fi rj>..i., disse La Muir, gaiilmnio* os busques
Um beij dado t cail um de nos nos lorun llu nlegrei r
lories | Vs-nuaiii, Aiimbnl, inclinada* sobre os muioi
rpidos ravallus, e u aurafo diancnienio opnresso! Ol J
que bella com he u iiiedu. O niedo em campo raso,
iiusndo lia um* be npida nua ao lado ; quaudo se gri-
ta ao roriel hourrah piegandu-lhe as rrpuras, e que
cada hourrah! o brioso animal pula, e ib.
__ Sun, disse Corintias, >" que diies lu do medo
entre qtts'ro ri-de*. La Mole? En pulso diver alguroa
ouusa na nuleri, porque j exiwrimentei *l|uraa cuu-
u uno ssu. .Quaudo esse snisrello de Hraulien entrou
pe* primeira vea no meu quartn, bnlhavlo parlasan**
ua sombra por lrii delle, e reti um inistro rruidu de
ferro um no outro. Juro-le que me lembrei immedia-
tamente do duqoo d'Aleocon, e qna esperava rr appa-
Guimsres, vigario da freguezia do Rio-Formoso, em
que pede urna decislo acerca dos limilos de tu fregue-
iia com a de Serinhiem, psra que deppreclo o con-
flictos de jurisdiccio, havidos entre o peticionario eo
vigario da mencionada freguetia de Serinhiem. A'
commuio de negocios eccleiuiticus.
Outro de Jus Peieira Borges, profeuor publico de
-tim da cidide da Viciorii, pedndo, leja igualado o eu
ordensdo ao do professor di cidade de Ooianno. A
commmdo de erdenadoe.
Outro do* arrematantes do imposto sobre o consumo
de esrnet no municipio di cidide do Recie, pediodo
um ibilimento rioivel no preco da arrematacio do
mesmo imposto.--il'eommijwJoo' fazenda eoi Outro do padr" Jlo Jos Pereira, vigarioala fregue-
tia de S. Pedro Mailyr da cidade de Oltnda, pedndo a
revogaclo da disposicio legislativa do anno prximo pas
sido, em virtude da qual deixirlo os parochos de per-
cebera quola destinada para a fibrca ; e queiej resti-
tuida a parochai da provincia ese meio iodupenia-
vel para a celebraco do nto sacrificio da missa A
commiiido de faienda e ornamento.
Outro de Aleandnoo Jos d i Amaral, secretario d
cmara municipal da villt de Igutrast, pediodo, sej
i
recer us figor horrenda do meio de dtias feiascaria
do arclieiroi. Knganei-nie, e foi a minha nica como-
|cio ; mas nao perd nido, quando veio a noite, suuhei
tuin elle. ,..", .
_ Aisini, disse La mole que segua o sen riionno
prnsainento sem acompanhar o amigo nos excuries que
lasia o sen pelos cimpoi da plianlasia, iimi leem ellis
previsto ludo, e al o lugar do nusso retiro. Nos vamos
para a Lorrainc, meo charo amigo. Antes quicra na
-Iverdide ir para Navarra; alli eu eslava eio sua caaa; mas
a Navarro he muilo# longe, roelhor ho Nancy : alm de
que, aqu estaremos a cincoenta leguas someute de Pa-
ria. 'Sabes que pesar, Annibal, levo ao sabir d'aqui?
Ah! por minha f que nao...... C por imni, nou-
fesso que aqu deixo todos os meu.
revogida a parte do $ 1." do artigo 4.* da lei municiptl
da 19 de maio do anno findo, que redniio o leu hono-
rario a 200| rs.; a qua se Ibe conced o mesmo, que
percebia, desde o dia, em qua tevo lugar a redcelo.
A' eomniisido de rendae mumeipaete coniai.
O Sr. Mendetda Cunha nota, qua na obtervicio,
que fez boolam, fallando de si, dissera esle crtelo
iioieo, e nioeste cor*c,lo hietorico como publicou
o jornal da cm.
OSr 1." Secretario l o teguiote requerimento:
a Kequeiro, que te nome urna commistlo de cinco
membios para agradecer, por parle desta assembla, ao
Exm. Sr. Cbichorro da Gama os relevantes servidos, que
ha prestado provincia, como presidente delli.
a Pt(o di issembla legislativa provincial, 11 de
marco de 1846.op Neto.
Approvado.
O Sr. I'reiidentc noma pan esta commisslo aos
Srs., Neto, Aflonto Ferreira, Villela Tavtret, Muniz,
e Mendes da Cunha ; e decan, que se vai ofllcur a S.
Eic., pedindo-lhe dia e hora para receber a commisslo.
O Si. 1." Seereta'io l o seguinte projecto :
icA assembla legislativa provincial retolve;
Artigo nico. Fica autorindo o presidente da pro-
vincia a despender, desde ja, t a quanlia de 25:000;
rs. com a compra de mantimentos, que devera enviar
pira o centro da provincia a fim de serem distribuidos
pela pobreza.
Sala dn seisOcs, li de marco de 1840. Peixoto de
Biito.
Julgadoobjpcto de deliberacio urgente, he dii-
pensido da impresslo,
O Sr. Peixoto de Brito requer a urgencia para en-
trar o projecto boju mesmo em primeira diicutsio.
A auembitia.eonvem.
Entra em primeira discusslo, e nio baveodo quem
peca sobre elle a palavra, be submetlido i votafo o
approvado. ,
O Sr. 1.* Secretario aprsenla o seguinte requeri-
mento por elle aneimo assignado :
Kequeiro, que a commisslo de conilituicio e
poderes seja encrregada de redigir urna represen-
tacio assembla geral lgislativs, pediodo a con-
tinuacio dosuppnmenio, que se conceda a esta pro-
vincia, visto que a sua falla concorre grandemente para
prir em embiricos a esta assembla provincial, que nio
pode aggravir tua receita por novos imposto*, e tem ab-
soluta necesiidsde de occorrer a desperas indispensa-
veis, succedendo, que a lilla do referido supprimeoto to
torna actualmente mais sensivel, pela deficiencia da
rendas provinciaes, occasionadts pela grande secca, quo
desoa esta provincia.n
O Sr. Vsio : Eu creio, Sr. presidente, que esto
requerimento nio deve ir commisslo deconstituicio
o poderes: elle nio versa sobre materia, queetteja tub-
jeita ao conbecimento desta commisslo, versa sobro
supprimentos as rends provinciaes; logo, mais proprio
destino se Ihe dsria, remetiendo o a commisslo de fa-
zenda.
O Sr. Peixoto de Brito : Concordo.
O Oador : Se o nobre autor do requerimento con-
cordf, nodirei mais nada.
Submettidn o requerimento a votacio, com a emen-
da lenibrada de ser a representaban redigidi pela com-
missio do faienda e nio pela de constiluicio, foi ip-
provtdo.
OSr. Mendetda Cunha: Sr. presidente, o ob|ecto
do requerimento lem toda a justica ; mas, Seohores,
urna experiencia cooslante nos tem provado, que a as-
sembla geral nio fat coso de repiesentacdes das assem-
blas provinciaes, seja ella qual for, andi sobre objec-
__ pui fccm! he den*"poder losar com noaeo odig-lc|>ella.
O Sr. chama-me r1 perguntuu este, que etpreitiva
cnlado noi primeirui degros da eseada.
- Sim, vem ci.
Aqui eslou.
Esli convencionido que he da capella que nos fu-
t iremos, nao boP
Chiten disse o guarda-chaves, olhando eom ter-
ror em roda de si.
Nada receics, ninguem nos (.uve.
Sim, Sr., ho da capella.
Entlo bao de |ev.ir-nua para la?
Seat duvida, he o cottuine.
He o.costante?
Sim, depoii de toda o condemnaclo raorte he
noslumo pi-nsltir-so ao condemnado paliar noite na
no gurda-chave em ves de
Mas elle nao havia de querer, disse Cucannaa, per
dera rouilo, ora v l : quinhenloe escudo* por nos,
una recompensa do governo, e iccesso tilves ; como
vii maganto vivar relia, quaudo eu o tiver mortu......
Mas que leni lu cntau ?
_ Uina ideia que me occorreo
__ Lila uto pode ser muito extravagante, porque tu
deacurasle horrivelmenle.
He que estou cogitando para que us lovarirj ca-
pella.
Resta diste Cocannas, pira curamungirmos pela
Pjsrhus. Creio que he o lempo.
Mas para a capella, disse La Mole, s levlo oa
condeinnados a morte ou aquie: a quem so derlo
I ralos.
Oh! oh! fes Cocannas por sua ves impallideccndo
ligeiramcnle. Issu merece alinete. Interroguemos so-
bre este poni o humado lioiiiuin a quem eu devo logo
deiiar os tripa, fora. Ola I guarda-chave*, meu amigo I
i\' eta
Coeanm ala Mole estremecerlo o uihro ao mes-
mo lempo um para ooutro.
Vos entlo uppondei que seremos conderenados A
morte?
Sem duvida...... mas vi tambera o suppondes.
- Como, nos tambero! dase La Mole.
Cortamente..... se nio o supposesseis, nio leriea
preparado ludo psra a vosia fgida.
Sabes lu qoe o que elle dis he oheiu de siso! disse
Cucannaa a I. Mole.
_ Sim..... e quueuiei tamben, ao menos agora, he
que nos jugamos largo, io que pareo*.
Eeuenlio! disse o guirdi-ohavet, redes vos
que nio irrisoo inda'...... So n'ura momento de agita-
clo, n Sr. e englnisse no lado 1.....
Com os dialtos I quiera estar em tea lagar, e na
terde passar por outrss mos senlo por eita, e por ou-
tro ferro senlo por este que te locar.
Condemnados a morte! raurmurou La Mole, mil
sto he impossivel!
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tn da miior Importancia ; este rio be da pouei, mas
os oulros nao teem aido de menor.
Os 8n. depotadoi dettt provincia l eitio : alo elles
complante para apreaentarem ama medida como ests,
e eostuma aer eate o meto conveniente, e o mala eflica
Parece-ine, portanto, que eata reclamacio assnmbla
geral te tornar de nenburn effeito, e por consequencis
devemos poupar lempo. Eu retornelo, como diase, Jas
tica no tcquerimento, que ae aprsenla ; mas recocheco
tambrm. quo por tal mejo nada ae conseguir ; e ae al-
guma cousa fr attendida, porsuadomo, que nloha de
er em rtude desta representseto, mas site das recle-
macocs, que oa deputados da provincia l iierem, e as
clrcumstanciaa determinaren.
OSr. Filela Tavaret: -- A reclamacio da assembla
d mala forca.
O Orador: Eu digo que nio, e diga que f.io, al
pela razio de ser coslume nio se alendaran i repre-
sentarse das asaembleas proTinelaes, para no licar
precedente....
O Sr. Neto: He bom para nio perdormoi i poaie
do direito de representar. ,
O Orador: Anda que se nSo represente, o direito
subsisto, visto que nio tem prescreaMo, e he com o di-
reito que se reclama, e nio cum a posse ; porque reme-
dios possessorios sao para outros eaaoa.
OSr. I'eixolo dtllrito : Sr. presidente, eu sus-
tento a necessidade da repiesenlscao indicada no meu
requerimento. que se acba sobre meta ; e principio
por dizer. em respotta primeira observsc/io do nobre
deputado,e que me psreceo ter mait torco, e he que ne-
nlium vslor teem as representarles das asaembleas pro-
vinciaai para o corpa legislativo geral. Quando as as-
somblas provinciaes urna nica ver repreaeotfio, pe-
dindo o supprimento do dficit, que esittia em cada urna
dellaa. Torio attendidat..
OSr. Mendei da Lunka ; Nio me recordara dea-
te facto.
O Orador : = Depoit do acto addicional, mandarlo
si leis dot urca ment poilerioret, que ai detpetai pro-
inciaei fossem aquellas indicadas al entio nai leis de
orcamento geral; e que, quando a reedita at entio
destinada njo cbegatie para topprir estas despezar, pelo
cofre geral te fizesse o supprimento conveniente: depoil,
a lei de 31 deoutubro de 1835 eitremou o que rio
desperas provinciaes, assim como diridio ai renda ge-
i( raes e ai rendaa provinciaes ; e com ettt divisio, que
foi ieita com muita injatlica o detigualdade, ai niein-
bl >s provinciaoi ficrio obrigada a deapezat, pira ai
quaet se nio bavia determinado urna receita sufliciente :
em uriudu disto quaii todsi ellas representarlo as-
sembla geral, e o resultado foi a assembla geral, nio
su mandar fuzer o supprimento precito para occorrer a
essa lacuna, que eiistia entre a receita o a despea, co-
mo mandar, que foise logo feito o supprimento naqual-
le anno, em que liana determinado o contrario.
(Jonlinuou a faier-se o supprimento nesie tentido,
at que urna lei posterior mait moderna designou quan-
tias certas para cada provincia, e loi designada para Per-
nambuco a de ISO contos ; designada esta quantia,
continuou poretpaco de doui oo tre anno, at quea
reconheceo na assembla geral, por virlude da intelli-
gencia dada ao acto addicional, que o juiei de direito,
sendo empregados gorae, pelo cofre geral deviio rece-
ber leus ordenadoi; e entio le mandou diminuir no
supprimento da provincia a quantia necetiarii para este
pagamento, roduiio le o quantilativo a 102 contoi,
pouco mus ou menos, e auim continuou o supprimen-
to, at quo veio a-camara de 1843, que principiou,
nio a dar o corte ou golpe de urna vea no suppri-
mento, mas sim de urna maneira mais tuave, determi-
nando que, no anno floanceiro de 44 a 45, o suppri-
mento fosso a metade ; e ltimamente, nao a cmara
dos deputados, porque estes votarlo no anno passado
pelo supprimento dado s provincias, mal o senado,
que, como te labe, acerca de certoi objectoi eit em
opposic,io cmara dot deputados, loi quem acabou
com ctsa metade do supprimento.
Portanto, j v o nobre depotado, que, quando at
assemblas provinciaes representarlo, pedindo oiup-
primeoto, lorio attendidat; e a reipeito de nona pro-
vincia, occorre urna circunstancia actualmente muito
por.deroia. He inquettionavel que ai notiat rendaa
teem de loflror um grande abate, proveniente, nio so
da secca, como tambem pelo abate, que devenios fazer
humanamente aos arrematantes de diferentes rendas,
que teem de soflrer um prejuizo comidpravel. Ora, se
fr feita a repreientac,ioneste sentido, e sustentada, po
auim dizer, com ai razSesespeciaet, quena actualidade
se dio, da teces, da deficiencia das rends, e meimo do
sacrificio, quo vamos lazer, detpendendo 25 contos para
alimentar os que estio morrendo de lome, para oque,
devo notar, nio ba autoritario, e qualquer medida,
que o F.xm. pretidente da provincia tomar, he lob sus
reiponiabilidade, visto que a le geral so autoritou este
tupprimento a tres provincial, Rio-Grande do Norte,
Parabvba e Cear ; torno a direr, no momento, em que
ae acaba de fszer um sacrificio delta ordem, parece-me,
que a representadlo dere aer muito attendida pela as-
sembla, eella a atteoder....
O Sr. Afendei da Cunka : Ora, que o leve ler
affirmo eu.
O Orador : = Porm, diz o nobre deputado, o que
valen serlo os requerimentos, ai representacfien, o pe-
dido! doi deputados geraes na cmara, he verdade;
mas a assembla provincial be urna informante nene
negocio, e urna informante, oa miaba opiniio, que de-
ve ser muito attendida, porque he aquella, que eit
encarregada de ver quaes lio si rendss da provincia e
oas detpezes, tem a leu cargo todoi enes nogocioi, e
negocioi de muita importancia ; e quanto alo ieri
bom, que cada um de nos, no momento, em que tiver
de fallar lobre eita materia, posta pedir ao Sr. secreta-
rio a leitura da representarlo da assembla de Peroam-
buco ? Fiearemoi como que escorados pela opiniio da
assembla provincial....
O Sr. Velo : Cumpramos o nono devsr, embora
a assembla geral nio cumpra oseu.
despender at s qusntis de 4:000,000 rs. com s obra
da nova matriz, que le est edificando na referida po-
'oacao, e bem auim um cont de rii com a eonttruc-
cio da respectiva caa da cmara.
Art 3.* Ficio revogadas todas as leis e diiposi-
(Oei em contrario.
Paco da anembla legislativa provincial de Per-
nambuco, 11 de marco de 1846. Villela Tavans,
A anembla legislativa provincial resoive:
Artigo 1.' Fica initaurada a antiga freguezia da
Vanea.
ArL 2." Esta freguezia principiar na barra do ria-
cho Camaregibe at o riacho Coronel-dos-Bodes, des-
cendo desta pelo rischo Siriouc at a porta d'agoa de
Penedo-de-Hiixo ; d'abi pelo tapibaribe baixo at A-
gos-do-Meio ; depois so Poco-Prelo e i Serra-d'Agoa ;
e descera pela estrada, dividiodo-ae oom as tersas de S,
Frantisco at propriedade do Cumbe s*i terral do
engenbo do Meio. no lugar denominado Sanchas, don-
de seguir para as agoai do-riacho do engenbo S.-Pau-
lo, e dabi em linha reata eamboa da Magdalena.
Art. 3 Fica perlencendo fregueiia doPofo-da-
. O Sr. Mendei da Cunka : Sr. presidente, eu co-Panella a parte da fregueiia dos Afogados. que prmci-
mecei diicndo, que o objeeto do requerimento hedefpiada margem dorioCapibaribe, pelaeatrada doCor-
todaarazlo; be, sim Sr., oque noi falta he a juatica I deiro al encontrar a Estrada-Nova, e dabi al ponte
poaitiva, eu repet isto maia de urna ver. At raides e-
ventadas pelo Sr. deputado calarlo em meu espirito,
mai nln foi ponivel calar a necettldade de urna repre-
sentacio : attribue o nobre deputado s repreientecoes
das assemblaa proviociaei o tupprimento dado i pro-
vincial ; eu nio altribuo l represen licet feita pelas
anembla, altrihuo s reciamacei feita peloi depu-
tados l, com quanto bouveiiem repreienticOei; por-
que etta em eitylo recebido, que ai repreieotacei de-
vem ter deipreadas. Ora, o nobra deputado dine
O leado, o anno panado, i pela razio da cmara dos
deputados ter votado pelo lupprimento, o oegou -; ora,
o que far, quando elle souber, que eata representavio
parte de ama anembla praieira? He mais um motivo
para a despreiar.
O Sr. f'eixotodi frilo: Mais urna circumstaocia
a {gravante para o seu procetto. .
O Orador : Mais um motivo para elle negar ene
supprimento, e mais urna razio, para que nos poupe-
mos esta occaiilo, este motivo de obrigar o leado a
que rejeito a concessio desse tupprimento : eu jaro em
minht conciencia, quo, logo que se suba, que foi a
anembla extraordinaria de Pernambuco, que recli-
mou, a representadlo be rejeitada : eitou vendo o gi-
gante dalli levantarem-te com.ludia as suai lorca para
combalerem a concessio; juro o apollo, que nio se da-
r por eita razio meimo.
Posto o requorimento votarlo, be approvado.
Lem-ie o teguintei projectoi:
a A anembla legislativa provincial de Pernambuco
resalvo:
Artigo 1.* O dia da abertura da leaiio ordinaria da
anembla legislativa provincial ser o 1. de marco,
eo anno financeiro provincial correr do I.' de ju-
Ibo ao ultimo de junto.
Art. 2.* A abertura ordinaria deste crrante anno
ser no dis 1.' de outubro.
Art. 3.' Fica revogada a lei n 137 de 8 de abril
de 1845, e todas as leii e ditposire em contrario.
aSaladaiiendei, 11 de marco de 1846. Peixolo
de Brito.
pensil do Guanga,
a Art 4.' O parocbo da nova freguezia lera a tneima
congrua e rendimentos paroehiaea, que teem os acluies;
e fica permitlida ao parocbo da Ireguezia dos Afogados
a opelo, independentemente de novo concurso e apre-
senUclo.
Art 6.' Ficio revogadas todas as leii ediipoiicdei
em contrario.
Sais da scsioei, 11 de marco da 1846.
Carvalko dt Menionf*.
Jeetoi especlaei, para os quaes torio eonvoeadot >
toridade, que convoca, Impellda por clrcumatancUs."
traordinarias, que aggravio um mal eiliteote, ou *'
ameaclo qualquer mal gravlsiimo, reconhecedo n
nio est em suss mos remediar de prompto ^.9
e que o remedio eit no corpo legislativo, observan!,
de mais a mais, que, se espsear o tempo a esb. rem
dio, o o procrastloar at a abertura da seiiio ordln
se augmentar o mil. convoca extraordinariamente!
sembles; Isto be o que sentpre se tem pratiesdo. ,"'
acaba de fa/er. com seu telo bem reconhecldo o Exm presidente da provincia. Na sus falla elle nos apoot;
o que devisaros fazer, o que convioba tratar omi
tiosio concono para occorrer ease (Jeigracados 0 '
estio a perecer de foroe nos nossos Sertes; auaa'aoi'
a torca policial, para por mais em seguraoca e trtaioi
lidade a provincia; e tomar em co. siderac
felfas na ultima ansio- (apoiadosj; mas alo tr,tl *!
regir villas, desmembrar freguezlas, 4e.: attsiT.i/
rfai nao alo extraordinaria, e sobre ellas be Queta!
minhai duvidas ; podaos os projeclos ser atmi^J*
poden tonar-te em cooslderstio, as sello ratj^^K
commisslo ptrs, qusndo fr a seitio ordinsria i
seu parecer: agora, be miaba opiniio que i Hos!
traUr daquillo, que te noa apontou ; e, em Cjnflroi!T
do que acabo do dlier, noto que, em regra, quaodo.
convoca extraordinariamente a anembla, iemprsl
toridade atiende o tempo, qoe poder gastar.,,
dlnustoes dos objeetos, que Indica, e maros um ,,"
raioavel; e anlm o le o Exm. pretidente, marea*.
para a nossa reuoiio quinzo diaa : e nos, ou hat7
de Katar deasn projeotos, de que nio failou a auturiia
lie admlnlitraliva, procraatinando o tempo, ou bava>
todoi os das estar com urgencias, menoipreitnfo
formulas do regiment.
Aprsenlo esta mlnba duvlda ; nio quero Isaarata
isio a meoor dlicunlu ; apresento-a tmente : i *
aembla obrar como melhor entender.
O Sr. Vtllela Tacara : Sr.
legislativa provincial de Pernambuco
Iiiiputiivel I diaae o guarda-chaves ouai ingenui-
dade, e purque?
Silencio! diaae Cucannaa, oreio que abreui a porta
de baixo.
Coiu effeito, acudi protnptamente o guarda-cha-
vea, recollii-voa, Sr*. 1 recolhei-voa.
E quando auppondes va que o julgamenlo ter
lugar? pcrgunlou La Mul.
Amanlifia, no mais lardar. Maa ficai aocegadoi, ai
peitoaa que devem ter prevenidas, o ter Jo.
Entiu abracemo-nua, e digantoa adeus a ealaa pa-
redea.
Oa dona aroigoa loncran-ae noa Lravoa um do pulro,
o enlrriu cada ura para o aeu quarto, La Mole auipi-
raudo, Cocanne* cantando em nieia vo.
Nada ae paaiou do novo al a 7 horas da nuil, que
deseco escura ecliuvoaa aobre a Ierra de Vinccnnea,
rumo una verdadrira nuite de evaaio. Troucerio a coa
Cucannaa, que comeo cam o aeo appeiite ordinario,
lenibrando-ie do prater que teria emaer mlhadn por
cata chuva que afoutava aa muralliaa, e j ae diaponba a
ndonnocer ao aurdo umonotuno ciciar do vento, quan-
do Ibe pareceo que eaec venlu, que clin uuiai vezca
uuvia cum um tentlmento de raelanoulia, quo nunca ct-
periiBenlra anlri de ser pravo, soprava por baixo de
ludaa aa purtas pur desusado modo, e quo o fugio ron-
cava cun asais raiva que de eoitusue. Etlefihenonicno
liulia logar, todas aa veiee que ae abra um doa calabou-
cua do andar de cima, e sobreludo o de defronU'. Par
eaaa bulla ira tempre Annibal prevenido da viuda do
careereiro, porque ella indicara que elle sabia do quar-
to de La Mel.
A siuembli
resoive :
a Artigo 1.* Fica restituida freguezia de Una a par-
te, que Ibe foi tirada pelo artigo 3.a da lei provincial n
139 de 6de maio de 1845.
a Art. 2.' Os limites das (regueziai de Una e Rio
Formoso ficio sendo .d'ora em diante pelas terrss dot
engenhoi Duat-Boceas, Larsngeirai, Seltioho, e Ms-
mucibs, ed'alli ao lugar dai Campas do litoral de Ta-
mandar.
Art. 3.* Os habitantes, que liesrem ao sul ds liaba
descripta no artigo antecedente, perlencersd a Ireguezia
de Una.
Art.4* Ficio revogadsitoda atleit e ditpoticeiem
contrario:
Sala das scssdei, 11 de marco de 1846,Peixolo
de Brilo. Cabral.*
A anembla legislativa provincial resoive :
a Artigo l." Fica erecta em villa a povoaclo de A-
goa-Preta comprebeodendo leu municipio toda a
freguetia do meimo nome.
Ait. 2.' Ogoverno da provincia fica autorisado a
^s^aJBaa-aassaaaa^
lo de La Mole, o o meu nio. Ter La Mul chamado P
calar docnte P que quer islo diier ?
Tudo-liesuspeila e inquietaciu, como ludo be alegra
eeaperanca para um preso.
Passou-so nieia hura, depois urna, a urna e mais.
Comecava Cocanoas a adormecer de deapeilo, quando
a bulla dn (echadura o fes dar um tallo.
Oh! uh! diaieelle, j aera a hora da partida,
levar-nos-hSu a capella aciu acrinua condomnadoaP Cum
oa diabua! aeria ura prater fugir ero aeiuelbante noite,
fat esouro cumu n'uio fumo, comanlo quo oa cavalloa
nio aejo oegoal
Preparava-ae elle a quealiunar alegremente o guarda-
dla vea, quando vio cale por o dedo nua labios, movendo
os i.lhuacum certa eluqueneia .
Com effeiio, por tro. do carcereiro ouvia-ae trupel, a
divulgaiau-ae aombraa.
Derepeute, dialinguio Cocanaaa, no meio da obaou-
ridade, doua capacotea, onde brilhuu um reflexu da fu-
nioaa vela.
Ol! oh I pcrgunlou ello cin vozbixinlia, quo ti-
niatro apparelbo hoealep onde vamoa noa entiu?
O carcereiro reapondeo outn um auapiro, que ae pare-
ca muito a um gemido.
Cum oa diaboa! iiiiiriimruu Cucannaa, que maldita
exiatenoial aoiupro exlremua, minea Ierra tirme; pt-
iiha-ao em cem pea d'agoa, uu libra-ae a cima daa no-
vena, nada de meio tenso. Vejaiuoe, onde vamoa
A anembla legislativa provincial de Pernambuco
resolta : a .
Artigo 1.'A lds da villa do Cabo Usa transferida
para a povoaclo da Nossa Senbora do O'j e ahi ser a
cabeca da comarca.
Art. 2 Fica initaurada a antiga Ireguezia do Pas-
mado. Esta Ireguezia principiar pelo lado do Sul na
fot do riacho das Pscsi, e Seruaj oo rio Itapittuma,
al encontrar a aalrada publica de Igusriit na cbi de
ItapiruH, e seguindo pela cordilbeira, que divide as
agoas do rio Aranpe, em-procura do Pocote, atravessa-
r a ntrada de Pao-Picado na eocruzlbada. qoe desee
para o engenbo Pjedade, em direccio ao Poanla pela
meima cordilbeira, a agn pendentea para o rio Arari-
pe, penando ao engenbo Aguiar a encontrar o limi-
tt da freguetiis de S. Lourenco da Malta, Pao d'A-
Iho, e d'abi eui rumo do Norte pelas exlrrmss ds Ire-
guezia de Iguarau al encontrar o lugar donde parti
a nova divisio.
Art. 3," Fica mpprimida a frrguexia de Marangua-
pe, e perteocer Ireguezia de Iguarau a parte da-
quella freguezia, que principia na los dorio Doce at
as tuai nasceoces so Oeste, que encontr a freguezia de
S. Lourenco da Malta pelo lado do Sul, e perteocer
freguezia da S de Olinda o resto da freguezia de Ma-
ranguape ao Sul do rio Doce.
Art. 4.' 0 parocbo ds extinc!s freguezia de Maran-
guspe passar p.ara a do Pasmado independentemente
de concuo, com s meima congrua, e rendimentoi pa-
roebises.
Art. 5. Ficio revogadas todas ss leis e dispoiicdes
em contiario.
Sala das sendo, 11 de mirco de 1846.
Duarli.
A sstembls legislativa provincial resoive:
Artigo I. Fica creada urna villa oa povoaclo do
Ex, lando por termo todo o territorio ds snliga (ro-
guezis deste nome, e mais as fraguezias de Salgoairo
e Ouricuri, inclusiva as fatendsi de S. Domingos, S.
Josquime Boa-Eipersn(s.
Art. 2.* Felo revogadas todss ss leii a disposicQei
em cootrario.
osla dai iest6>s, 11 de marco de 1646. Peixolo dt
Brito. Arruda da Cmara.
A assembls legislativa provineisl rosolve :
Artigo nico.Ficio revogadas asasteis provincian,
n. 140 de 7 de maio de 1845, n. 138 de 8 de abril, a
artigo 6.* da lei n. 139 do mesmo anno.
Sala das lenCes ds assembla provincial, 11 de mar-
co de 1846. Fir7ia Tavaru.
O Sr. Muniz ( pela ordem): Nio sel, Sr. presi-
denta, se est por ors em nossss attributcOes tratar da
cerloj projectoi, que sesbio de ser ldot. He pritica
comante de todoi o parlamentos, quando convocados
extraordinariamente, nio trataren) sanio daquelles ob-
preiidente, leo*
com a devida alinelo a falla, com que o Exsn. presi.
dente da pro>iocia sedignou abrir a presente setalo des-
ta anembla, vi que os motivos, que determinarlo S
Exc. a convoca-la extraordinariamente, lio ot tfguiil
le: 1. loccorrer o infelizei, que teem padecido sai
comequeneia da grande leeca.que ht devastado ot ooti I
sos campos; 2.*sugmentsr s torca policial, habilitan-
do attirn o empregados de polica, que j Untos tj0
relevantes seivicos teem prrttado ao paii, para poderea
procurar e faaer capturar os mal'eitores e atussinot
que anda inlettio alcona ponloi da provincia, letaa'
o mito e a dor aoi teut pacificos habitantea ; 3 %M.
mente, rever algumat leis provinciaes, ultinismenUaa,
bcada, e que embancio a presidencia oo dettmne.
obo de teut deverei. edo xelo, que tem em piomovej
por todoi os meios so seu sleance, o bem e proipendt-
deda provincia.
Eu vejo, que j se apreienlou um projeeto ni sus
pira occorrermas a esia primeira neoestidada, para
soccorrermos os infelises, que se schlo reduzidos i to-
me em comequeneia da seces. A reipeito di lorva
policial ands nio vi projeeto algum; mis ereio, q*M
ha quam se tenba encarrrgado deste trbala; e como
eu tiveue a honra de apieaeolar casa um proiacto la-
vogaodoa lei provincial n. 140, que be a lei,.queln-
ti da vitilicdide de certoa empregados publico, lei qus
eu enlendo, que be sol constitu ionsl, e pouco raioa-
vel; snti-conslitucionsl, porque se oppoe ao espirito di
constituiclo edo acto addiciooal, visto que all se a-
cbio eitabelecidoi o empregadoi vitilicioi, e entre el-
lei nio vejo enumeradoi ettei, de qoe te occupi a
lei, que me reporto, e meimo olo vejo, que mttUii-
buicjOes conleiidui si asaembleas provinciaei esteja a de
legislar sobre s vilalicidade dos empregados provinciaes;
e pouco razoavel, porque vai por o presidente di pto-
vincia no embaraco de te lervir com bomem, que tesa
todo o ioterrsse em obitir a msreba da adminutracio, i
e em que se nio execute o pensamento do governo; rs-
queiro a dispensa da impressio deste projeeto,*e que
entre logo em disctalo; o que me parece lalo nuil |
razoavel,quanto be elle muito pequeo, apenas tem un
artigo.... Sr. presidente, eu ligo um principio, que
me loi entinado peloi meut advertarioi polticos, por
aquellas, que etilo boje na oppoticao.
O Sr. Neto : Ha de ser bom....
O Orador : V. Exc. quer saber qual ha lie prin-
cipio ? He que oot goverooi constilucionaei reprettn-
talioi a maioria be quem goteros opait,a minora deis
ubjeitar-ie si decitfies ds msiorii....
Vozet: Slo principios univertaet....
O Orador : Bem, a miooria devo resignsr-te com
asuaiorte. e oio promover leu veocimento, sas els-
vacio, por meios anti-constitucionaes, por leis pettoaai
e extravagantes. Sempre se reconbeeeo de oecetsidtde,
que certos empregadoa provinciaes fossem de inleirt
escolbs e sbtoluls ceofianca do governo ds provincia, s
esta lei, cuja revogiclo projioobo, be contraria a lodos
Segu oa arebeiroa, repeli a rueaua vos gaga e no
mesmo tom.
Forgoeo era obedecer. Cooannaa aaliio do aeu quarto,
e atialou o boincm da prelo, cuja vos Iba bavia aido tto
deaagradavol. Era uta eaciivio pequeo, coroonda, c
que so linha feito homeiii de tuga, para que ae nio viaae
que tambero era cambaio.
Oeaceo elle vagaruao a cacada em caracol. No priroci-
ro'andar oa guardaa pararlo.
He muito deerer, murmura* Cocanaaa, maa niu
bstanle.
A porta abrio-ae. Cucannaa liaba o oluar de lince, e
o farejar de ci de caca : farejou oa juiaea, e vio na som-
bra um retrato de perfil de hoineiu con bracos na, que
Ihe fet borbulhar o auor oa fronte. Maa neiu por isa
deixou de turnar o ar maia risonho, iuclinuu a cabrea a
esquurda, conformo fasiiu aa altaa peraooageua naquel-
la puoa, e ouin opunbo na ilharga cniron na sala.
Segas os aroheiro*, meu ir., diaae urna ves gaga,
que frscuiiheccr a Cocannaa, que uaauldadoa quu elle
iudavia tlcata vea debalda put Cucannaa o ouvido allobrigra, erlo acurn|iaiibadua de um efjQcial de juatica
cicuta. I qualquer,
Eacuou-ae o lempo e uingnem vai*. E onde est M. de La Mole? pcrgunlou o Pieiuuu-
lie extraordinario, diaae Cooannai, abrirlo o quar-1 tes; que be testo dellc P
Ergoeo-ae um repostern, e Comas vi* com effeito
juises e esorivies.
A algunapaaaoadeaaea juixea e escrutes eslava La Mu-
l sentado em um banco.
Cucannaa foi cunduijdo ante o tribunal. Ao ebegar
em frente dos juises, paruu, aaudou La Mul curo uto
ilumnenlo de cbeos o uiu sorriau, o eaperou.
Como voa chamaiaP pergunteu-lhe o preaidente.
Marcoa Annibal de Cocuunas, reapondeo o geulil-
lioiiH ni oom perfeila graca, rondo de Mooipanlier, Cbe-
nsux e outroa lugacoa presumo que uoaaaa qualidadea
ato bem oonheoidaa.
Onde naaoeateaP
Em S.iiit-Coloauban, junta a Sute.
Que idade tendea ?
Vinle e tete anooa a traa metes,
D*iii, diaae a pitntteale.
Parece que isto Ihe d praier, muriuuruu Co-
oannaa.
Agora, diase o preaidente drpoe de um mumento
de ailencio que deo ao eacrivio o lempo do carrever aa
reaposlaa du aecuaado, qual era vosso intcniu av
denar a caaa de M. d'AlenyonP
ltounir-rs)e a M. de La EJule, meu amigo, aqni pre-
aenlo, quf^havi* diaa, a linha igiialnientn deiadu.
Que razie i va na cafada, em que fustes preso^
Ora, reapundeu Cuoanuaa... cacara.
El-re luuibem ae arhava neeaa t-icada, eehiien-
io e* priisieirua insulina da molestia, de que padece ac-
tualmente.
Quanto a ialo nada poaaoditer, purque uto catan
junto a cl-m. Eu ala ignorara que elle ealivease rs-
feriuo. 'asjn
O juixea olhsrio una psrs oa outroa oom um lorri
d* inoreduldada.
4h va uignoravcia? diaae o preaidente,
Sim, lnhur, e unto muito o aou incnmmud.
Posto que u re de Franca nio aoja o meu suberanu, te-
uho por ella muits srmpathia. "'
De veraaP
Falnvra debonra Nio he aaaim com vta irralu o
duque d'Alencon. Esae, confessu....
Nao ae trata aqu do duquo d'Alvncua. ras de S.
mageatade.
Poia bem, j voa diaae que era aeu muito humiMo
aervdor, reapondeo Coeaunas, bamboleando-a* coas >
doravel indolencia.
S* com efleitu ania aeu servidor, com* 'pretn-
date, liaveia de ter a bondadi de diter-nos o que sabeit
de certa estatua magiea.
Ah! bom, eia de volla a historia daeslatua.ao quo
perece.
Sim, senhor, d-ros isto dasgosto?


eonTeoienohte pullies.
".............."' *
qUe ae obrigoee preiideoeie lervir-ie com hom*M.
que hlo alo de a inteira confian?!, que i embaracl
na marcha regularde euj trabalhos, que podro peni
adminitraclo, que nio coosentem ni reslissclo de seus
penumenloi polticos ? Nio : este estado olo deve
continuar, he urgencia de melhonmenlo. be por
taesrazoef, que ea paco a dispensa de impteisio do
projecto epreenUdo, e a lu urgencia.
1 l) Sr. MiU* (pela ordem):Eu alo ion regimentu-
U- maipireee-meqoeaprinreiracooiie''heiaber-
,t se a isierrrbla jutga enes projeetot objecto de deli-
boricio ; iato primeiro que cousa algum ; depoii de
,encdoo que, beque poderlo ter lugir alguns outtoi
requpi
tfotpi BriC: Opro|eclae, queeitlo
M roe, wlo IWoi; la i*r apoiidoe ua forma dore-
giraeaio
LtJqi de aovoosprojeclos, ferio succosaivimenlea-
poid*; e, jalgatoobjeiiodV delibera?!, mandrlc-
(8 imprimir.
OSr Prndente. OSr, depalau, eulordopro-
I jacto para a revogaclo de algunas Jai ultimas lei pro-
iinei. pedio a urgencia vou consultar a assemble,'
I ie nio ha queni a Ma urgencia se oppoaha.
O Sr.Mendee da Cunha i He urgeote, urgenlia-
sirno ( /iponidos)
O Sr. /Helio : Sr. presidente, be neeeiairio saber
para que be urgeoeia, al onde ella so estn Je...
Volts : Har entrar em diseunlo.. .
O Orador : He contra o regiment : nio he pos-
siid, que no mesroo momento ero que se aprsente um
projecto. elleae'discuta : he oecr-siario observar as la-
las, porm indupensaveis regraa do regiment, a bem
da ordem da discusslo ; nio coovm por certo, que se
discuta um projecto oa occisilo mesmu que se aprsen-
la : parece-nie al, que nem lodos sabem oa arligos, em
queso refere este projeclo easa lei : eii, por ezemplo,
nao a vi.
Se. pois. urgencia requerida be para que se Dio
...Tprima o projeclo, eolio nio he urgencia, he dispen-
sa de inipresiio : com lude declare-seo urgente, mas
nio para entrar hoje era discueslo, como eu ja oori di-
zer : dispense-se a impressio ; cada um de nos, na dis-
cussio. ou ae sirva desse manuscripto, ou de urna co
pia, que dalle citrahir, ou tnalmente bajs-se com
Daos o ajudar ;' mas, repito, discusslo boje mesan
CO,
Julgsdo o projeclo urgente, he diipeoiado da im^
preasio.
OSr. Preeidinte : A ordem do da para amanhia
be : Iriilura de pareceres de commissOes a de protector ;
2 'discurri do p'ojeclo n. 1 dea le aono, e do de n. 15
do apno panado; e 1.* do de n. 8 lamber daste
anno. Esta levantada anulo. (.Era meio-dia)
mmmmmmmmmm
Consulado.
UEHDIMKNTO DO DA i 1.
G'Tal..........................
Provincial.........................
Diversas provincias................
1:798*111
604*116
100*248
2:502*475
M o violento do Por lo.
Hublieacao a pedido.
Para o Sr. Ftlloto vir.
Da resposta de V. S. a queia do major Froreacio Jo-
s Cameiro Monleiro nio deiiei de reconhecer, que d
sua paite bouvc algui >.a imprudencia, quando se epre-
sentou dentro do lerraco de D. Iisoel Roza Carneiro
Monleiro com o seu orde.oanc.a armado, nm permissio
da mesma propriclaria; e por ino nio possu deiiar de
adverli-lo, para que dio se reproduza igual acontec-
ment.
Outro sim, vejo-me Toreado a ditera V. S., que
nunca reconheci o mesmo major Carneiro Monleiro
como um cidad&o de coracio durissimo; e que por tan-
to alguma precipitadlo bouve da parlado V. S., quan-
do en ua Jila resposta aisevers, que eu como tal per-
feilamente o conbeco.
Dos guarde a V. S. Secretaria da polica, 5 de mar
co de 1846. Illtn. Sr. Antonio Ayres Vellozo sup-
plente do subdelegado da fregueiia do Poco-da Panel-
la. O chele de polica, Antonio Affonso Ferreira.
COMMEBCIO.
Alfandega.
BBNOUmTO 00 Da 11..............
*carrega0 koje 12.
Brigue Emprita.mercaduras.
BarcaOproy--bacalhio.
Navios mirados no dia II.
Ats ; 11 diaa, patacho braailero Leturinlistm, de 110
toneladas, cepillo Antonio Germano das Naves, eqoi-
pagem U, carga sal e couroa ; a Loureoco Josv das
Nevee. Pisiegeiroa braaileiroa, Jos' Goncaliei Va-
leale oon sua senhora Manoel MesquiU Ferrei-
ra eos 1 criado, Tiburcio Germano de Paula a 1
criada.
LWerpool j 54 diaa, |rea inglesa /Vart/^Mait-e/.
Setti, de 256 toneladai. capillo W." Kelley. equi
pegem 14. carga farendas; a Jame* GrabUca & Com-
1 psnbia. Pasaageiro bamburguca, Fernando Bieber
com sua familia.
Afanos saAi'das no tnumo dio.
Porto* do Sal; vapor braaileiro P$rs%ambutna, eom-
mandante Joio Mililio Henriques. Panageiros. Irei
- Fraaeiaoo de Sant'Anna, fre Ignacio de Santa Um-
belina, Jos Alesaniiraftiabr da Mello, Joio Gui-
' lher.made Azevedo, Boberto Alejandre lia neto, Jo-
s Carvalbo MeJeiros. Braaileiros; Eduardo dos Sao -
l tosScbmits. Portugus; Delles Reruop, Allomio, e
es que vierio Porto; brigue portugus Primavt'a, eapilio Jos Car-
los Ferraira, carga asiucar. Panagairos, Antonio
Joa da Suva Braga com sua familia, Camelia Can-
dida da Costa com 1 (Iba menor, e Antonio Gomes
Moreira, Portugue/es.
Edital.
Miguel rckanjo Monleiro di Andrade ofieial da
imperial ordem da Roa, eatalleiro da de canso ,
tntpeelor d'al/andena de t'ernambueo por Sua Ma-
ejeu.idt Imperial, que Deo guarde, ele.
Fai saber, qo no dia 13 do crranle ae bio do
arrematar em basta publioa a.porta da alfaadega .
ao mrio-dia 96 obras=Me da Mara =, no val .r de
32,1000 rs. impugnadas pelo amanuense Goncalo Jos
da Coala e Si Jnior no despacho por factura de Ber-
nardo Jote Vieira Coutmho: aendo aarremrtacio :ub
jeita ao pagamento dos direitos. Alfaodegi", ll de mar-
co de 1846.
Miguel rckanjo Monleiro de Andrade
Declaragoes.
5:380*276
- Nio, pelo cmlrar, antea quero i.lo. fcunli
Para que so acliava esta eslalua no quorto de M. ito
La Mul.
Ni. quarto de M. de La Mole, essa estatua ? Em ca-
a de Bi'ne, queris v<") dlier.
Enttu recmihecris que ella exilieP
Ora, ae m'a muslrarein...
Ei-la aqoi. He a que ounheceie?.*^^
Mujt" bem.
Eacrevei, die o preiidcote ao eicril, que o r
rreonbece a estatua pela Ut visto cm cu de M. de La
Hola
Nio, nio, diae Ccanuaa, nada de cunfusio: pela
ter j.in cm oaaa de Rene.
Em ri de Rene, aeja n.iiini! Rm que diaf
Ho muro dia em que lJWimis M. He La Molo e eu.
Ernn ronfeuaia quitvJflSvcittcs cm rasa de Reli
com M.JeLaMole?
Basa he ba algum dia o occultai?
Eaorevei, que o rocunfeeia ter citado em caa de
Rene pnra fuser cunjurus.
O li! detagar, devagar, Sr. presidenta. Moderai,
cu To-ln rogo, u vuaso enthusiasmo: eu olo disto urna
u palavra diasu. fjj
Negaia que eiliveilei em casa de Rene, para faser
conjur,,,?
Eu o dego. O conjuro fe-se por acaso, e sem pre-
mediiaclu.
Maifes-aeP
Ma posas'negar que ae fes o que quer que fosee,
que tinuaauaa |>areaencaa de magia.
Eiornei, que o reo confeaaa que ae fet em oasa de
Rene lint lortilrgio contra a Tida de rl-rci.
Cuan lie uau de contra Tida do el-rei I lie urna
mentira infame. Nio ae fet sortilegio algum centra a vi-
da de 8. magealade.
Vede l, scnhore, dase La Mole.
O arsenal de guerra compra 150 esleirs de Ango-
la : a pessoa, que as tiver para vender, mande ao mes
mo arsenal urna dila para amostra, e proposta em carta
lechada, at o dia 12 (boje) do correte maz. O es-
criturario, Francisco Serfico de Astit Carvalho.
= O arsenal de guerra compra 60 resmss de papel
cartuiingo ; a pessoa, que dito papel tiver para vender,
mande ao dito arsenal, ale o dia 14 do correte amos
tra do mesmo e proposta em earla lechada.
Directora do arsenal de guerra, II de Marco de
1846. =0 escriturario Francisco Serfico de Alfil
Cartalko.
PUBLICAgAO L1TTERARIA.
HISTORIA E PORTUGAL
poa
A. Heiculano.
O lomo primeiro da historia de Portugal, conlendo,
alm de urna larga introdcelo a historia, poltica de
quasi um seculo, desde 1097 al 1186, sabio a luz em
Lisboa em Janeiro p. p., impressa em escolente pa-
pel com typos novos da iiuprensa nacional e no for-
mato de oilavo graode francs a oontina a aua pu
blicacio.
Preco 1 (200 rs. moeda portugueae.
Subscreve-ae oa loja de livroa da Senhora iuva Cer-
doso Ajrea tua da Cadeia-Velba ; e na do Sr. Fi-
gueire, praca da Independencia.
Avisos martimos.
Para Genova sahiri com brevidade a muito
veleira barca sarda Befronte de que ha capillo Gae-
tano G-aiiolo por ter jsi metade de aua carga promp-
ta : quem quizar carregar ou ir de pansgem para o
que tem muito bons coiomodos dirija-ae aoseu con-
signatario J ose Saporiti oa ra do Trapicha), o. 34 ,
lerceifo aadar.
Para o Rio-Grande-do-Sul tegua tiagem empou-
coa diaa o brigue braaileiro Novo-Lobo, capillo Jos
Altea; recebe escravos a frete e passageiros: quem pre-
tender, entenda-se com Manoel Ignacio deOlivera. na
ra de Apollo, n. 18.
= Para a Babia sabe impeterivelmente nestea Irea
diaa a sumaca nacional Reslauracio; .pode recebar al-
guma carga miuda e passageiros: traU-sa com Novaes
&. C. na ra do Trapiche, n. 34. i
3 O brigue Amelia aahe para Lisboa com esca-
la pela ilba de S. Miguel, capillo Joio Ignacio de Me-
nezes : quem nelle quizer carregsr ou ir de passa-
gem para a mencionada ilha de S Miguel ou Lisboa,
(alie com o capillo ou com Joio Jos da Crui.
= Para o Rio-Grande-do-Sul, com escala pel Rio-
de-Janoiro segu, com brevidade o brigue nacional vos Antonio, JiHisro e Francisco crioulos.
A irmandsdo do SS. Sacramento da fregueria de
S. Fr. Pedro Goncalves do Recife participa ao rea-
peitavel publico que oa sermoes que leem btvido
aos domingos de tarde passio a ser feilos d'ora ein
diente aos domingos de machia as 10 horas, em coa-
sequencis de baver de tarde missio.
- J. Keller $ Compshia transferirlo a cau da
sua residencia e de sea negocio para a meama ra da
Cruz, n. ,'>,").
= 0 abaiio assignado cootinua a advogar em todos
oa auditorios dcita cidade a pode ser procurado no
pateo de N. S. do Terco n. 9 onde lambem entina
particularmente a lingoa latina. = I.oureneo AtelU-
no di Albuasurque Millo.
a boa cass para pequea lamilla, no
silana ra doCotovello, a. 89 :
Avellino no pateo de Terco ,
bairro da
a tratar
o. 9.
= P
prar ni
Dmaso
dade doPendo
um criado pira la/er rccadoi e com-
eo rh> Terco n. 9.
umpeivj Pires embarca para a ei-
levandoem sua companbia 3 escri-
CompeUdor ; recebe carga a frete smente para o Rio-
de-Jaoeiro bem como passageiros e escravos : quem
pretender falle com Gumes 3c Irmio, na ra de Apol-
lo n. 2.
x Na roa da Cruz, n. 45, preciu-se de urna bar
caga alagada, lem Iripoliclo; a quem convior, appare-
ca em dita casa ou aonuncie.
=Para Lisboa sabe, imprelerivelmenle no dia 29 do
corren te, o brigue portuguet Hobim; recebe
passagetroi: trata-se oom o oapitio na praca d
tercio, ou com o consignatario Tbomaz de A
Pon Leila.
0 corretor Oliveira fari Idilio de graode vare-
dade de fazeodas no estado em que ae acharem e de
algumas averiadas, por conta da pessoa, a quem perten
cerem, por ino que serio vendidas sem limites: boje, 12
do correnle, as 10 horas da manhSi, noseu escriptorio,
ra da Cldeja.
avisos diversos.
na
=.Para o Aracaly, a sabir al 25 do correle, o bri-
gue-escuna naciooil A guia : para carga e passageiroa,
nata -so com Novaes & Lompaohia, na ra do Trapiche,
o.34.
Silenoin! fea o presidente; depoie, follandu-ae
para o eacrivin : Contra a Tida de el-rei, oontinuon el-
le. E.la la ?
Mas "i", inaa nio, acudi Cocannai. Alm de que
a estatua nio era da lioosem, roas de mulher.
Beniflulnieua leuhorea, que roa tinha euditoP
rrplioou La Mulo.
M. de La Mul, diaaeo presidente, responde! quan-
do rol iiitorro^armoa; snas nlu inlerrumpaia o inlerru-
galurio dos oulri; e vullaodo-se para Cocaunaa:
Enlln, dizeia que he una mullier P
Sem duviila, digu-o.
E porque rm Sal ca.o lem ella cura e manto real P
Ora adeua! diaae Cooannaa, por una couia rouilo
imples; porque ora....
La Mua erguau-ie e pos o dado na boca.
-He justo, proaeguio Cooannaa; que ia eu contar,
como se tal uouaa diaaeaae reipeilo a ealre Sra.
Peraialia, puis, em diser qao casa ealalua be de
mulher f
Sim, por certo, perailto.
E reousaie duer quem he essa mnlherP
He urna muiber da miaa ierra, diaae La Mole,
que ea ama va, e de quem quera er amado.
Nlu ae tus citn interrogando, M. de La Mole, bra-
doo a presidente ;calai-vos, SNiia, inri pura urna
mordaza.
.... Mordaca, diase Cucannaa; como diaeii vi iaeo,
Sr. de tnica pretaPPr murdaroa ao mea amige, um
genlilliomem ? Ora Tainos l!
Fases entrar Rene, diaie a procurador geral La-
quale.
Sim, faseientrar Rene, diese Cueannsa; vamos ver
quem tem aqui ra, ae VOS lrer.ua se ni Jnui.
Enlruu Rene, paludo, eiivclheeidu, lio doafigurado,
que ea doua amigos nal o cenbeorio, curvad ao pesu
0 CLAMOR PUBLICO.
O n. 80 achar so bu venda ss 10 oras do dia,
praca da Independencia, livrstia ns, 6e8.
i= Quem piecissr de ums ama para coiinhar e dia-
por bem de urna casa de bomem solteiro ou da puuca
familia dirija-seso psleode S. Pedro n. 3.
A VOZ DA KELIGIAO'.
X Endo-se anlecipado para o dia de hoje a publici-
cio do o. 11 do peridico a fot da H'ligitlo, por ter
lodo relativo MisiSe pin n quies nelle se trans-
oreveo urna ezcelleote direccio imprimio-se maior
quantidade de exemplares que se venden avulsos na
livraria da ruadaCrut, n. 56 ondosa subscrevepa-
ra o mesmo peridico.
asa Ums mulher se oflerece para ama de can de um
hametn solteiro ou viuvo ; quem de seu prestimo se
quizar utilisar dirija-a ao pateo do Terco, n. 13.
- 0 abaiio assignado faz siber ao respeitavel pu-
blico, que abri .em sua casi, no Aterro-da-Boa-
Vfata n. 82 oscursosde geograpbia e de lingoa
francesa. As pessoas, que desejarem seguir qualquer
destas aulas, podem dingir-se iodicada residencia,
das 9 borss da manhia al 6 da tarde. t7r. /. oV]
Oliveira Soma.
Aluga-ie urna can terrea na rua-deS. Goncalo,
por 7,000 rs. mensaes: a tratar na ra da Somalia*
Velb n. 70.
Deieja-ie siber se nesla praca existe Manoel Joa-
quim Pereira Lima, niluril di cidade do Porto, que
foi caiieiro neili,em18iO,doSr. Jacintbo Jos de Mel-
lo: quem do meimosouber noticia, pede-se-lhe decla-
ro por esta follia, ou dirija-ae a ra do (uoimido, loja
n.7.
=r No dia 13 docorrente, serlo arrematados os g-
neros e utensilios da taberna da ruado Camariodobair-
ro da Boa-Viste, n.7, pertencenle ao casal do falleci-
do Tbeodoro da Silva Damas, parante o Sr. doutor juis
de orpbios e ausentes, o que ludo coosla do escrito um
pod.T do potleiio do jui/.o; cuja arromataclo lera lugar
aa 10 horas da manbia a porta da mesma taberna:quem
a pretender comparece.
Alugo-se as casas na. 3, 5 e 7, oa ra da Flo-
rentina defronte do Ibeatro oovo ; a casa lerrea n.
10, na ra do Pilar em Fra-de-Porlas : a tratar na
ra da Cideia do Recife n. 40.
" Aluga-se um preto bom para tratar cavalloi e car-
ro ; paga-se bem : na ra de S. Amaro o. 32.
aa OSr. Antonio Joiquim de Oliveira, e I Senhora
Miquilioi Mirii do Livrimenlo queirio dirigir-se a
ra do Queimado botica n. 15 pira ie Ibes en-
tregir untas cartas.
Alugio-se os primeiro e segundo andarn do so-
brado da ra do Queimado, n. 15 : a tratar na botica
or baiioyio mesmo sobrado.
-* Preciu-se de 250,000 rs. a juros, com bypolhe-
ca em um escravo que vale 600,000 n. ou com lir-
nia de urna pessoa capas ; quem quizer dar annuncie.
- Jobo Grey retira-se para Inglaterra.
= Precisa-so alugar um moleque para o servido de
orna casa de homem solteiro ; na tua do Queimado ,
n. 26, ou annuncie.
- Preeiaa-se de um caiieiro para renda ; na roa
da S. Cruz, o. 3, ae dir quem precisa.
Um moco portuguez se oflerece pan caiieiro d
renda, do que tem balenle pralica, e anda mesmo para
qualquer outro estabelecimento, tanto neili praca como
fra della ; escreve soflrivelmente, e d fiador a aua
conducta : quem de aeu prestimo le quizer utilisar \
dirija-ie ao Aterro-da-Boa-Vista loja de miudezai,
n. 54, ou annuncie por esta folhs.
= Quem tiver dividas nesla praca querendo que
ae Ibe faca sui cobnnri com muiti promptidio an-
nuncie para nr procurado.
A peiioi que aonunciou ter um preto para alu-
gar que refina assucar e entenda de padaria diri-
ja-ie a venda que faz eiquina para a ra do Raogel e
pracinha do Livrameoto.
Procin-ie de um bolieiro porluguez oom pre-
lerencii du libas que enterldi bem de arreioa de car-
ro ; ni ra do Trapiobe-Noro, n. 10.
= Quem quizer roupa eogommada dirija-ae a ra
da Alegra n. 30.
= Aluga-se urna preta ; na ra larga do Rosario ,
o.26.
= Aluga-n urna preta para o nrvico interno de
urna casa, exoeplo engommar ; na ra Velha, n. 83.
Achirio-se 7 chaves enftadas em urna correte :
quem as tiver perdido,dsndo os signan certoa, Ibe serlo
ootreguos, na ra da Senialla-Velha n. 40.
= Utna mulher de boa conducta se oflerece para
ama de urna casa de bomem solteiio ; quem a preten-
der, dirija-se a Camboa-do-Cirmo foja de mirco-
neiro, n. 8.
Aluga-se urna caa lerrea na ra Bella com
duassalas 3 quartoi, cozinha lora, quintal e ca-
cimba : a tratar na ra do Collegio n. 16, segundo
andar.
Francisco Jos da Silva Eiras declara ao publico,
que Custodio Lourenco da Silva Massieira durante o
lempo que foi seu caiieiro foi aempre fiel.
Lotera de S. Pedro llartyr
de Olinda.
Contina a estar venda as lojas de
cambio dos Srs. Vieira, e Manoel Gomes,
no bairro do Recife e no do Santo An-
tonio, as lojas dos Srs. Menezes, na ra
de Collegio, e Gusmo na ra do Queima-
do, e na boticas dos Srs. Moreira Mar-
ques, e Chagas, o resto dos bilhetes desta
loteria, cujas rodas terao o seu infallivel
andamento no dia 17 docorrente mez.
do erime que ia commeltor,
j uuminellidoi.
anda m.-ii-< do que ao dos
oooheceia oa doua roa
_ Medre llen, dille ojuil
aqui presentes.?
Su. Sr., reapondeo llene com tos que revelara v
aeu abalo.
__ Prlos terdes visto endeP
m Em diverioi Ingarea e particularmente em mihha
casa.
Quanlaa Teses estirarlo ellea em rosea casa P
Urna so.
A propurolo qne Rene fallara o rosto de Cucannaa ao
aeronave; o de La Mul pelo eootrariu cmuervava-ie
arare, como ae elle tircase um preaoniinieulo.
E em quu occaailo forjo ellea n voiaa caaa?
Reno, como que heaitou um roumenlu.
Quando me forio enooromondar urna figura de ce-
ra, diaae eilr.
Perduai, perdoai, meatre Heno, reolamou Cucan-
naa, Tl cominelteit ah um pequeo erro.
Silencio! disie o preiidenie; e Tultando-ae para
Rene : eita figunnha, conlinuou elle, lie de lionero ou
de saalher?
De homem, responde Rene.
Cooannaa do um aalto, como ae reoebra ama cura-
moolo eleotrioa.
De humeas I breduu elle.
De humera, repeliu Rene, ene ceas TOS Mu frica,
qua apenaa O uuvio u preaideulc.
E porque tem mi estatua o manto aobre oa boro-
broa, e aoura oa cabeca?
Porque ella eitatua repreaenia um re, diaae Rene.
Infame mentiroso I gritou Cucannaa eiaeperado.
Cala-la, Cucannaa, eala-te, interrumpen La Mul,
deia fallar eaae homem : oada um he teuhur de perder
a aua alna.
Mea alo o oorpo doa oulroa, oom oa diaboa I
E que quera diser essa ngolha, que a eitatua ti-
tila no crlelo, com a letlra M esoripta o'uraa band.-i-
rinha P
A agulha lingi.i a espada ou o punhal, a letlra M
quer diser merlr.
Cueannas fes um mnvimento para agarrar ae gualas da
Rene; roaa quatro guardas o contiverJo.
Est bero, diise o procurador Lagueile, o tribunal
tem sufUcientea ioformacSea. Rooondusi oa presos para
aa camarae de espera.
Ms, uiclamou Cueannas, he imposiivel uuvirn-
siro acr.niar-ie de semelh.inlea oeuna aem proteatar.
Protealei, seobur, nioguem vo-lo impede. Guar-
das, uuTislea?
Oa soldados laucarlo m!o doa doui loouiidos, e oa
fiorlu aahir, La Mole por urna porta, e Cooannaa pela
outra. ,
Depoi o procurador fes signal a essa homem queCo-
oonnaa tinha lobrigado no cicuro, e disse-lhe :
Nio Tadea para longo meatre, que lereis tarofa ea-
la noite. .
Por qo.il devo oomecar, Sr. ?pergunlou roipeito-
10 o homem, tirando o gorro da caboca.
Por eate, diao o presidente mostrando La Mole,
que anda appareca oumo urna aiimbra entre ua doua
aoldadoa. Dejioia, chegandu-io I Rene, que Reara de p
e trmulo, a eipora de que por aua re u cuiidusiaeem ao
Chalelel, onde elle eitava preao :
Bem, meatro Rene, llie dase elle, nada reoieia, a
rainha e el-rei saberlo que a vos devem a deaooberta da
verdade.
Maa eata proroeesa, em Tes de reitituir-lhe a torca,
como que alterrou Rene, que responden lollando uia
profundo auapiru.
(Commamr n-km.)


9 i 1
saasssssiziaext
^
="
I'

*
= Cooitanlino*Jos Vimna Portugnez, vai para
oMaranhio.
- Precia-ie fallar ao Sr. Antonio Manoel Mar-
ques deOveira, a negocio sea : na ra do Oueima-
do, n. 25.
= Atrada ermda dos logletes cata n. 1, pre-
cisarse de urna criada para o trrico interno di cata.
= Eogomma-se com toda a perfecio por preco
commodo e tambom se Iaa ecn caso do neceisiJade ;
na ra lo Bozario da Boa-Vista aobrado n. 32.
= (pueril quizcr mandar lavar roupa e engommar,
dirija-te a loja do nico sobrad) na roa da ViragSo ,
que ser promptamonte e com asaeio servido, por rae-
nos do que em outra qualquef parte. Na meima casa
adroittem-se eicravas para te ensinarom coser,fazer la-
varinto marcar efaier renda, por mdico preco.
= O Sr. Manoel Gregorio da Silva dirija-so a ra
do Bangel n. 11, a negocio de teu intercale.
Jos" Joaquim Borges de Castro comprou por
ordem de Jos Aoastacio de Albuquerque, aaiisteote no
Aracaty dousbilhetes da primeira parte da terceira
lotera de S. Podro Martyr do Olinda sondo um in-
teiro n. 891, ooutromeion. 3986.
Precisi-se fallar aoSr. Ignacio Joaquim Pasaos
Jnior : na praca da Independencia livraria os.
- Ce8.
= Alugio-io dous pretos para trabalbarem em sitio,
muilo bons lrabalhsd,ores e fiis; quem os pretender,
dirija-se ao principio Jo Morro-dos Afogados n. 47.
Deseja-se fallar com o Sr. Dmaso da Assump-
gao Pirea, a negocio deseu intercssu ; na ra das Flo-
rea n. 18.
- Precna-se do um Portugus que saiba bem ler.
e escrever para caixeirode um engento na comar-
ca do Rio-Formoso : quem so acbar nestas circumstan-
ciaa dirija-so a Olinda na ladeipa do Varadouro,
n. 2, a filiar com Manoel Firmino de Mello eituden-
te do quarlo anno do curso jurdico.
= Precisase lugar um proto que seja bom tra-
balliador deeniada para trabalbarem um sitio perto
da praca litando de asistencia por todo lempo que
convier ; pagatj-se 240 rs. por da, com almoco, jan-
tar e seia ; da-se todo conbecunento necessario : quem
o (iver, annuncie.
= Precisa-se de urna senbora branca, que seja dei-
/ impedida, e que queira tomar conta do arranjo de urna
casa do lioini'in soltoiro, e que saiba coser o engommar;
quem esliver noslas circunstancias annuncie sua mo-
|> ou dirija-se a ra Nova, n. 25, que se dir
quem precisa.
ONAZARENON.9.
est a venda na praca da Independencia livraria ns
6 e8 ; e na ra estreita do Bozario casa da F. h'.n
treoulros arli;os do dia, traz um aualyse a falla.com
que o presidente da provincia abri a presento sesso
extraordinaria da assembla provincial.
O secretario da irmandade de N. S. do Terco con-
vida a todos ns irruios para counpareuerem as 3 horas e
moia da tarde de hoje para, incorporados, ansislirem
a Santa Missuo que tom hoje de ter principio em nos-
ka igreja para cujo acto foinos convidado! pelo juiz
e empregados da irmandade do SS. Sacramento desta
frcguezu.
=.Muga-ie urna casa em Fra-do-P orlas, n. 120,
onde teve agougun rsula Mana do Nascimento, e ven-
dem-so os pertenecs do mesmo agougue, proropto, sem
que nada falte ao referido talbo : a tratar na ra da
Gua, n. 7.
- ArbarSo-so hontem, na ra do (^ucimado 2
lencos lirarii-ns di' cambraia : quem for seu dono diri-
ja-ioa loja deGuilherme Selle, n. 2o.
- Sendo a cargo do vigario do culto divino na or-
dem terceira Franciscana um dos mais importantes e
essenciaes forra lio conlessar que se acha vago ba
meses osabendoos ministro e mesarios que esse
irmgo reside no mallo exercendouma capellana nio
trato da nova eleirao, e a Inlla della importa um sobe-
rano desprezo ao artigo 113 dos estatutos, e peuco
apreco as honrosas obrigagdes desse lugar. Procedi,
pois a nova eleicio d'esie eargo assim como a de um
definidor por vaga de outro, que msis nao reside-nes-
ta provincia ; o assim o fizendo executario a le, que
alias nao be a vonlade de suas merci.
O papa tabaco.
na ra Nova n. 40, das 6 ai 9 fiorai da manea e
dai 4 aa 6 da tarde,
= Vendem-se brins de cores muito fortes, a 400
e 480 rs. ; dito branco de listras, a 240 ra. ; lia pa-
ra calca* do melhor gosto peto baratissiuo preco do
480 rs. o.covado ; cortes da casia com 8 jardas cada
um a 2200 e 4000 ra. ; lencos de cassa pintada e co
cercaduras, a 240 e 320 rs.; esguiio de puro linbo a
1000, 1100 e 1200 rs. ; chitas aortidaa escuras e
brancas, a 160 rs. o covido ; algodio de liatras tran-
cabas americano muito forte proprio para calcase
camisas de pretos, pelo bom preco do 240 rs. o corado :
no Aterro-da-Boa-Vista, loja n. 14.
= ContinuQ se a vender chapeos finos de castor a
retalbo; na ra do Trapiche, n. 5, caa de Joio Slwar.
=Vende-se um escriro de naci bem ladio, pro-
prio para todo o trrico ; na roa da Cidea do Recife ,
loja de ferrogens, n. 44. Na merma loja compra-ae
um escravo com principios de cotinha.
Vende-se a mais superior sarja
larga hespanhola, los de linho pre-
tos muito superiores, lencos de se-
da de cores muito bons, pelo bara-J
to preco de i.s i jo, e outras muitas
fazen las, por preco mais em conta
que em outra qualqucr parte: na
3 pracinha do Livramento, hoje ra
3 i< Queimado, na segunda loja por
y baixo do sobrado grande de tres
andares, n. /(i.
Compras.
Compra-se um pardo, de 16 a 18 annos de
bonita figura que sirva para pagem ; no trapiche
da Companhia.
=ar Compro-se doui escraros de oficio ; sendo um
pedrriro o outro carpina para urna encommenda do
Bio-Grande-do-Sul : na ra do Collegio, armazem ,
n. 19.
Comprao-so, para fura da provincia escravoi de
13 a 20 annos ; sendo de bonitas figuras, pagio-ie
bem : na rus da Cadeia de S. Antonio sobrado de
um andar de varanda de nao n 20.
as Compra se um escravo que entenda de pida-
ra : na ra Direita o. 82.
Comprio se escraros de ambos os sexos deidade
de 12a 28 annos pagio-se bem: na ra Direita,
d. 3.
Vendas.
MUITO BABATO.
=Vcnde-se um pequeo sitio a margem do Capf-
oaribe com casa de vivenda coqueiros e Ierra para
plantar alguma cousa agoa de beber, muito fresco e
alegre com estrada pela Psssagem e pelos Afogados;
as mais proporcoes se dira<5 ao comprador : na ra de
Agoas-Verdes, o. 21.
Potassa americana.
Vende-se a 240 rs. a libra da melhor e mais no
va que exilie neste mercado ; no armazem do Bra-
guez ao p do arco di Conceicio ou a tralar com J.
J. Taiso Jnior.
Vende-se muilo superior potassa
da Russia, em Larris pequeos, pelo m-
dico preco de a4o ris a libra : na ra do
Trapiche armazem de Jos Teixeira
Basto.
= Veode-ie por commodo preco um lindo jo-
gu ue gauio uuvo cora iibolu e copoi de marlim ;
Vundem-se ricos corles de vellido du faienda in-
diana imitando seda ornis superior que tem appi-
reculo tanto pelos bonitos padres como pelas cores
fitas e pela umita duraco seu diminuto preco be
de 3000 rs. cada corte ; mantas de seda para leohora,
as mais superiores, que teem apparecido pelo barato
preco de 3000 a 12f ra. cada urna ; sarja de seda pre-
ta para veslidoa, a 1440 rs. o covado dita hespanho-
la larga e muito tuperior a 2600 rs. o corido ,
rneias de seda de peso, blancas e pretas a 3000 rs. o
par ; ditas pretas para hornero, a 2f n. o par; ditas de
algodio pretal para homem imitando teda a 320
rs. o par ; meias de linbo para homem muito fins ,
a 500 rs. u par ; luvas pretas sem dedos as mais su-
periores quo ba, a 1000 rs, o par; casimiras para cal-
cas a 1000 rs. o covado ; dita elstica muito supe-
rior e de duai larguras a 4200 n. o covado ; cassa-
chilas para vestido a 3j rs. o corte ; cambraias ; pa-
risienses ; chitas francezas largas e eitreitas pira
vellidos ; ludo por preco muito barato ; assim como
um bom-sorlimento de fazendas para calcas, e outras
muitas fuzenda por prego muito em conta : na ra do
Crespo loja nova, n. 12, do Josa Joaquim .da Silva
Maia.
Ao barato, frtgutzet I
= Vendem-se borzeguins de pona para senhora ,
a 2000 rs. ; sapatos de lustro para homem, a 1000 rs.;
botins para meninos a 320 rs. ; sapatos para ditos
a 160 rs. ; ditos de marroquim para rapazei, a 500 rs.;
peiios para camisas a 320 rs. ; espartilhos para se-
nbora a 1000 ra. ; sapatos do setim a 200 rs. ; ditos
desetim, de Lisboa a 480 ri. ; luvas para senbora
a 160 rs. : na | rara da Independencia ni. 13
15 i loja do Aranlei.
=Vendem-ie laceas com milbo, a 4000 n. ; no ar-
mazem do Braguez lo p do arco da Conceicio.
= Vendem-iu vaioi para flores mu bem leitos,
e de muito bom barro ; assim como qualro passaros
ptimos cantadores, sendo urna patativa da Parahiba ,
um curij um bigode eum ezcellente bicudo : na
ra da Florentina n. 16.
= Vendem-se duas eseravss de nagio mocas, de
bonitas figuras, e sio ptimas quilandeirai ; dous mu-
latinhos de bonitas figures, de 17 annos, ptimos pa-
ra pagens e um del les be bstanle claro da cor; um
escravo de nego de 30 annos, muilo possanie, com
officio de serrador: na ra dai Cruzes, n. 22, segun-
do andar.
Vende-se por prego commodo no becco do
Rozario sobrado de um andar n. 8 urna duzia de
cadeiras um sopha um canap una banca urna
mesa redonda de meio de sala um par de mangas de
vidro uma coiiiinoda ; ludo em Lom uso e um vio-
l.
= Vendem-ie barril com cal virgem de Lisboa a
4 n. o barril ; potassa nova era barril pequenoi : na
ra de Apollo, armazem n. 18.
MUITO BARATO !
No Attrro-da-Bo-Vi$ta n. 10 ,
vende-se sarja de seda hespanhola muito superior a
2000 rs. ; gros de aples preto pira vestido de senbo-
ra pelo barato preco de 800 n. o covado; merino
preto superfino a 4a rs. franklim preto com 7
palmos de largura a 1400 n.; cisimira de lia, com
quidroie listrii, muilo boa fazenda e de lindos pa-
dres, a 460 rs. o covado ; brina de linbo com lis-
tras de cores, e muito fortei, a 320 e 400 rs. e tam-
bera brinco a 240 n. o covido ; ricoi cortei de chi-
ta a (urca a 3800 n. ; chitu finissimas de padres
cbineies a 280 rs.ocovido; ditas rouxis avelluda-
dai, a 200 ri. ; e oulrai de varioi pedrOes e cores fi-
xii, a 180, 1 (JO e 140 rs. o corado ; n.eias de seda
preti para bomem muilo superiores a 1 j ri. o pir;
eiguies dos mais fios e superi. ros em qualidado ,
ptimos para peitoi de camisas a 1000 e 1600 rs a vi-
ra; ricu plitilbn de linho puro e muito final, a 640
n. a van ; e outras muilai (azendii por prego miii
commodo do que em outra qualquer parte.
Tivolly da ra do Crespo.
"u |iui ajas a ipet jojjadns ep eiziq moa lojino
a 'si sojuequinb a |iui oaop t ipatop |0s aproad
-iqo OUI03 lapuezij ssjmu ssj|no a suato;* ozop a
' apas a opuaiiun io5ua| auisaj a soiujaojio a
Iui inop a apui||oq ajaui |eded ; sbju|o s>q|inS
-ada itpoei : isoji8 : tajoa sv srpoi ep stiajy) nu
-japn 'mjias ep srtuaui saoq saptpjpznb iipoj ap
louaj a sa|tq3 ep oiuoujijjos uicq uin '. opeoa o bjsj
ad SOJJD) topasru a ia8jB| nzaauuj ii|iqa : opat
-oao soaiujiezop 'zazpix ap iizaaauj srjip isiui
340U i sojnasa saojpid moa tpp{t>o) ioj| sopaaiu
: opiAoa o i3B|id aiaui a oqaiq op ojioqoy ap isiiq
opeaco o ceatied ojianb a oji| ap ioui|id ojos ai
-aid aia>uijd opaaos o laaatad oaus a ssaisia-ajqor
a llallis jad ijjdojd ojinin eaid|a opaaos o *u |iui
zaj) a Bjnj| ap souijid inoo oiajd ouuaui '. opoug
-ui03 olsid jod 'Boq ojiniu '|oqoadsoq i|ip opBaoa
o *u |iui snop i aoqiiq w iepiijqaj sipid siIjii
! jad o ioa|uiA atop a eioqoas tied nijdojd ia||a
uiai a sopsp loiaco uioa lajoa ap a %\ apai ap nan|
; opstos o eiem a iiaiiad ojimb t o|>|isa uad taip
-iz ep apai aa-apuaa oiuoiuy -g ep oaje o ajad si
-uajj utos 'oiSa||o^) op em ip auinbia ap bIo|b jj =
= Vendem-se moendas de ferro para engenboide
auuear, para vapor agoa e beatas da direrioa tama-
nhoi por preco commodo; e iguilmenle tajxai de
ferro coado e batido de todos oa taminhoi : aa pra-
ga doCorpo Saolo n. 11, em casa He Me. Calmont S
Companhia ou na ra de Apollo armazem, o. 6.
Vende-se iarinha de mandioca, pe-
lo preco de 3ffio ris a sacca de tres
quartas : na praca do Corpo Santo, ven-
da do Palmeira.
No livraria da esquina da ra do
Collegio ha cento e tantas pecas de67ioo,
velhas, para trocar gor papel moeda.
Na loja da esquina da ra do Cres-
po n. a, da viuva Alfonso &c C, ven-
de-se a verdadeira sarja hespanhola de
duas larguras e de superior qualidade ,
pelo diminuto preco de as'5oo ris o co-
vado ; dita mais estreita a is'Soo o covado.
Contina-se "a vender o superior
doce de arac : na venda de Joao Jacin-
tho Morena, na ra das Cruzes.
- \ ende-ie potissa americana, ltimamente che-
gada em birria grandea e pequenoi; lengoi pretos,
de sedi da India ; ielim preto de Macko ; velai de ei-
permacete de 4, 5 e6 em libra ; cera amarella ; al-
godio grosso para lceos ; tudo por prego commodo :
em can de Matheua Auitini & Companhia na ra di
Alfandega-Velba n. 36.
= Vendem-ie courinhos miudos muito inperio-
rei sola bexerroi mrridos charutos regala : na
ra da Cruz, no Becile, n 24.
= Vedem-ie ai aeguintes lementei, chegidn l-
timamente de Lisboa : coenlro, rbanos, rabanetei en-
carnado!, salga, nabos, e de slice; na ra da Cror,
no Becile botica, n. 60.
= Vende-se superior teniente de coentro em por-
co e a retalbo ; na ruaestreila do Bozario, o. 11 ,
antigamenle dos Quarteu.
=Vende-se um moleque crionio de idade de 18
annos pouco maiiou menos de bonita figura, pro-
prio para o servido de campo ; na ra do Queimado ,
loja n. 9.
= Vende-ie uma porgio de tola e eouroi miudoi,
por prego commodo por o dono eitar de vigem para
a Parahiba : no armazem de Bailar &Oliveira, na ra
da Cadeia do Becife, n. 12.
= Vendem-se 5 f scravoi lindo dun negrinbaa ,
uma de 16 annos e a oulri de 13 uma mulatinha ,
de 12 annos lodis cosem bem; um prelo bem mogo,
do bonita figura e be bom carreiro ; um cabrinba, de
10 annos; no pateo da matriz sobrado n. 4.
= Belogios de ouro ptenle ingles j examina-
do! e approvados aqui, vendem-se a dinbeiro por
prego muito baixo ; correntinhaa da ultima moda pa-
dro = Principe Albertos, e tambem um ebrono-
raetro : na ra do Trapiche o. 40.
= Na ra do Trapiche, n. 40, cerveja branca e pre-
la de Londres, fabrica de Barclay & Companhia a
melhor que lia em barricas do 3 duziai; ha um lo-
te menos estimado da branca que se vende mui ba-
rato para fechar una conta; timtcm le vendem viohos
superiore para gasto particular sendo de Tenenfle ,
Hespinha e do Porto i casa de Chriilophers & Dooald-
ion.
Casa da F,
Na ra estreita'do Rozario, n. 43.
Neste eslabelccimenlo cootinua-se com a venda
das cautelas da lotera de S. Pedro Marlvr de Olinda ;
cujas rodas detem correr no da 17 do correte infal-
liveloienle, se se tenderem todoi os bilhele, queexii-
(ern. A ellas para nio bavir Diolivo de te mudar o
dia.
No armazem do Braguez lo p do arco di Coo-
ceicao vendem-se boas batatas das ilbas a 800 ra. a
arroba. >
= Vende-se uma flauta de 4 cbave, um melbodo
para a meima uma grammitica Irancezi por Sevene ;
ludo novo, por preco commodo : oa ra da Cadeia do
Becile loja o. 51.
= ViDde-se superior tarja prela hespanhola de
flores; cambiaiai adamascadas; caisa-chiUi; cbitai
de lodii ai qualidadei; los de linbo brinco ; liei;
brina de superior qualidade : no arco de S. Antonio,
loja n. 2.
= Vende-se uma prela lavadeira eostureira, cozi-
oheira e bem apeaoada um bonito tnoleeote
pretos famosos pira o tervigo de campo ; 2 pardoa do
boas figuras par pagens ; um cabrinba de 10 annos;
sola ; pellos de cabra ; bezerroi ; calgado feifo ; cera
de carnauba ; velai de rirnauba pura e misturad! com
tebo em caixas de arroba ; tudo por prego commo-
do : na ra di Cruz, n. 3.
Conti.iua-se a vender agoa a 10 ri.; do sitio
da traveisa do Montero. _
= Vende-se uma canoa da pegir 1200 lijlos por
preco commodo ; na ra larga do Boxario n.29.
Vende-ie uma porgio de caalankai de caj, bem
leccn ; na rus larga do Bozario venda, 33.
= Vendem-se uval moscaleis, kranca; na rui do
B otario da Boa-Viita n. 3.
Vende-se, ou troca se por uma uegrinha um
moleque, de 9 a 10 aonoi, croulo de bonita figu-
" ; na rui Velba n. 44.
Na loja de Hiplito S. Martin & Companhia na
aadss para veilidoi e chapeos de seohori; flores deto-l
das as qualidadea para chapeos e eofeiles do cabega
plumai e penachu ; guaroigSai para vestidos ; bicoil
de blondV muito alvos ; filis de padroes modernos-
calcado de todas ai quilidades para lenhora o menino,
jogos de visporas e de domin; e tjdo o mais, qUo c I
lumio vender as lojia fraoce/ts.
= Vende so um moleque croulo de 12 annos co I
zinbeiro; na ra do Queimado o. 25-
= Vende-se uma canoa de carreira em bom esl
do ; na ra da Peona n. 33.
= vendem-se cem pedral de moinboi; o ra |irs I
do Bozario venda de porta larga n. 29. '
= No armazem do Braguez na ra da Cadeia n
64, vende-se umi porco de larca -parrilbi, muilo no-
va, vinda pelo vapor l'trnambucana.
= Vende-se um pslaoquim em bom estado n3
piteo do Paraizo, junto a refinagio casa de Ireipor
'Cidei,
en
taa pintadas de verde.
= Vendem-ie diversos eicravoi, na ra da
do Recife loja de fazendas, n. 21.
Vendem-se sementes do horlaliga de todas
qualidadea muito novas. e obegadas prozinaameni
do Porto ; na rui'eilreita do Rozrio vend n, g,
=Vende-wum moleque de bonita figura de 6 a
7 anooi; uma negrinha de 4 a 5 annos de bonn,
figura ; meia arroba de retina de jitobi ; e urna n0.
gao de oerol de mumbuca : na ra da Cruz no l.
c'fa n. 43.
=Vendem-se dousesersvos urna preta da ju),
de 22 aonoi, cozinha, lava, eogomma a cois ; um mo-
leque de idade de 12annoi, muito eiperto para lo.
dooservigo com principios de cozinha : oa rui do
Hospicio n 13.
iss Vendem-se manieletes de grs de iples pr.i i
para senhora guarnecido! de franja de relroz : mt,
mantelete!, sendo da.ultima moda e grande gala ,j,
igualmente propriisimos para a presente quaresma: cor-
tea de seda de muito boa qualidade para vestidos fur-
ia-cores com listras espacosas ao comprido padrn
estes do mais moderno gosto e oulrosde seda lavraJt
branca o melhor possirel tanto na qualidade da se-
da como nos padiOei ; tranceln! de ouro fino; adn -.
gos dito ; csixas de ouro e prata e outras bijoaterias
finn.
Aiienhoras, que qualquer deites objectos quizerem
ver em luai cuas podero mandar avisar na ra No-
va loja n 14, que immetfiatamente ae Ibea levara:
em quanlo ioi pregos,serio com modos, por eslarem estes
(azenda em primeira mi.
Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve*
lha: na fabrica da ra Imperial,
n. 7; ra Direita, n. 53, venda
de M. Miranda; no Aterro*.da>
Boa-Vista, fabrica de licores de
Frederico Chaves; e na ra do
Trapiche, armazem de molhados
do JNicoIle.
= Vende-se na ra do Crnpo n. 14, loja de
Jos Franciico Das algodio americano arul do
vara de largura proprio para roupai de esemot, ve-
lo birato prego de 210 is. o covado ; cortei de caus-
chitai, de boniloa padres, a 2000 rs. ; ricos pannos
encarnados para mesa, a 2000 n.; panno entiancido,
com 9 palmos de largura, de listras largas, proprio
paramera, pelo barato prego de 660 rs. o covado;
franklim, muito fino e de duas larguras pelo ba-
rato prego de 800 rs. o corado meias caaimiras de
listras muito encorpadas a 640 rs.; dila de qua-
dros ', a 800 rs. ; brins france/es, de listras e quadros,
muito eocorpidoi a 340 n.; culn i pin caicas, i
180 rs.; madapolio entestado fino, a 6800 rs., cassa li-
sa sofirivil pelo barato preco de 3'20 rs. a vara ; e
outras muitas fazendas muito em conta e assegunn-
do-ie ioi seobore compradores ser lazenda liropa e
sem defeilo.
=Vendem-se varioi eicrsics de 14 i 28 annoi;
atrs da matriz de S. Antonio n. 16, piimeiro andir.
Escravos Fugidus
- Fugio, no dia 26 de fevereiro p. p. uma rs-
crava do rommendador Mannel Alaria Carneiro da tu-
nba de nome Boza de naci Benguela alta, cheia
do corpo, falla groiia ; (em umacbaga na canalla di-
reita um trinco na paite superior da orellia ttquer-
da ; levou duas saiai, uma de chita e oulra de algo-
dio da Ierra qualro cabecdei, um panno noo di
Costa ; eslava na botica da ma dai Convertan, n. 60,
de Antonio Tbomaz Carneiro da Cunha par sera
cbaga tratada por professores : quem a pegar, leve i
engenbo Tibjri ou na botica acuna dita que sera
bi di recompresado.
= nfeio, no dia 4 do corrente mrz da can do
abaiso aisignado um pelo croulo de nome l'aolo ,
de 30 e tantos annos pouco mais ou menos, alluri
regular prelo da cor barbado ; lera um olbo vesg";
he natural do Aracaty ; foi escraro do Sr. Jote de -so-
bra dono da venda da eaquina da ra do Collegio.
por baixo do lobrado novo do fallecido Cunba ; cu
eacravo o Sr. Sobra veodj|s>o ao Sr. Francisco K)1 '
zo que mora defronte da Cadeia a quem o annuc-
ciante comprou o dito escravo : quem o pegar ""'
roa de Agoaa-Verdee aobrado n. 70 que recon--
peomi. Francisco Joi Duarlt.
= Fugio, do dia 6 do correle do litio di p""'
geni de Olinda, de Joio Antonio de Carvalho Si<|uel'
ra o prelo Franciico Cagange muilo conhecnlo '''
lo appellido de macaco e por ser um grande bebido;
ha de estatura ordinaria muilo relindo olbos ulu
(anto arreg'aladoa de 28 aonoi pouco miii ou li-
nos ; levou cimisi de chita azul clara e cerouln di
ilgodio trangado : quem o pegar, leve ao dito sitio ,
ou no Becife, ni ra larga do Boiaro casi deJud
Jacintho Cobral, que teri recompensado.
ra Nova n. 10, bi um novosortimenlo de lindas fa- I
zcduii iiaueeiaa heajodai ita semana comosejao : IPERN. ; NA TT? DE M. F* DE FARIA lOijUg
a


Full Text
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