Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08198


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Full Text
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rWF.
1 I'
' '
A nn de 1946.
Segunda feira 9
m
O DIARIO publica-se todo os das que
ura hr de 4#WH> rs. por quartel p9o1?(i.a-
X aCcio, do, assli;,a,.te, .3o ln-
i.ridos a raiao de 20 .l por liaba. 40 rs.
m y,. dilt-renle, cas repelles pela nj*
td.' Os que nio fore.n asslgnan.le. pagan
80 M. por linlia, elOemiypo d.ffereatc.
MASES DA LA NO MEZ DE MARgO.
mmmi
PARTIDAS DOS COBREIOS.
Goiann.i, e Parahyba, Segd." e Sextas feiras.
Rio Grande do verte, ebega as quartat
feiras ao incio dia, e parte as incautas ho-
ras as quintas feiras.
Cabo, SrrfnhiPin, Rio Fnrmoso, Porto Cal-
vo, e Macey, no 1., 11 c 21 de cada inez.
Garanhuns c Bonito a 10 e 24.
Iloa-Visla e Flores a 13 e 28.
Victoria as quintas feiras.
Olinda todos os dial.
PRKAMAU DE HOJE.
Primeira as2 b. r fi minutos da tarde.
Segunda as 2 h. e 30 minutos da manhaa.
- ,. 'l l.ll l1
de Mar^o.
AnnoXXH N. SS.
".....
DAS DA SEMANA.
9 Segunda S. Catbarina, aud. do J. dos
o f. e do J. do C. da 2. v., do J. M. da 2
10 Terca S. Mlllto, aud. do J. do clv.
da 1. t. edo J. de paz do 2. dist. de t.
11 nimia S. Candido, aud. do J. do clv.
da 2. v., e do J. de paz do 2. dist. de t.
12 Quinta S. Gregario, aud. do J. de orf., e
doJ.M. da I. v.
13 Sexta S. Engracia, aud. do J. do eiv. da
l.v., edoJ.de paz do 1. dlst.de c
14 Sabbado S. Matbildes, aud. do J. do clv.
da 1. v., e do J. de paz do 1. dist. de t.
15 Domingo S. Hcnrlque
CAMBIOS N DIA 7 DE MARCO,
Camb. sobre Londres 20'/. a26'/j d. p. \f.
Pars 350 res por franco
Lisboa 105 p. c. pr. p. m.
Desc. le let. de boas firmas I '/, P- / m"-
Ouro-Onc.-it bMpanbolas 3\mm a JlOOO
iioeda i. C/tOO ., . ;!.;.%l ni . !7,lrt.
w deli/tOOiiov IIWllliV ., IttylOO
dc4IKI0 . %/m .i 0/10"
Prnld-ataccs . l'VlO .i ItfiTii
Pesos Coluiunaii's \rm a. 2*1)00
Ditos Mexicanos. . ItAKH) a 1*940
Prata Miuda . ltiOl) a 1/700
AccSesda C do Bebcribe de 50,D00ao par.
DIARIO DE PERRf AMBUCO
U--------!'J
EXTERIOR.
FRANCA.
Discurto proferido por Luit Philippt na turto da
abtiiura dai cantaral fiancexat, em 27 de dttembro.
Senboreipireie deputados : Vendo-voi rounidoi
roda de mim, sinlo a maior salitacao por poder fe-
licilar-mecomvosco pelo estado geral da nona patria.
Confio emque a ba harmona doi poderes do estado
e a manutencao da oosia poltica de ordom e conserva-
gio atsegurarO cada vez mais odewnrolvimento re-
gular de ooiiif inslituicOes, e o progreso da prosperi-
dade nacional
O meu governo tem-ie dedicado eom xelo a execu-
ejo dos grandes tralislhos por fs rolados, e ser-voi-
hio proposlas as providencial neeeisarias pira'oi levar
no termo dosi'jado. Atcim, em poucos annoi teremoi da-
do Franca, por um lado poderoiai garantas de iegu-
ranca, e por outro o meioi de desenvolrer sus fecun-
da actividade,gen>rilisando o bem citar em nono pait,
e em todas ai claiiei da populacao. E ao inesmo tem-
po que temoi alcancado esle importantes rciultadm,
a situacio de nona faieoda te torna cada dia mais li-
ongeira.
Im. -ediilamente vos ferio apreientados o orcamen-
toi e o miii projectoi de le, que teem por lim intro-
du'ir na administradlo importantes reformai.
Continuo recebando de todas ai potencias estrangei-
rai demonstracOn pacifica! oamigaveii, e espero, quo
a poltica, que tem conservado a paz geral atravs de
tantos obstculos, Tara um dia a honra do mea reinado.
A emiade, que mo une rainba da Grio-Bretanha,
e de que (enho provat recentes, manifeitada da nunei-
ra a mais afloctuos, e a mutua confianc de nossos dous
governoi sfiancio lelizmenle as melhore o mais intimas
relucdes ende amboi o paizei.
O convenio ajustado para terminar o odioso trafico da
escravatura recebe nesie momento a sua exvcucio. Al-
lim, e giac cordial cooperario das (oreas martimas
de ambos o estados, o trafico ser ellicaimrote repri-
mido, o ao inesmo tempo nosio commercio ge ver de
novo collocado sob a vigilancia exclusiva do nosio pa-
vilbio.
Devo esperar, que a accio combinada da Franca e
da Inglaterra conseguir o reslabelecimento, naa niar-
geni do rio da Prata dn rela(5ei commerciaei re
guiares e pacificas, nico objecto de nosso mutuos el-
fo rcoi.
Acontecimentos, que deploro, porm que teem fei-
lo de novo brilbar o herosmo de notaos soldados, alte-
rarlo a paz em nossas possessSe da frica. Adoptei
enrgicas e promptai medidas, para que o dominio
francez conservasse nellat a forca e o ascendente, que
Ihepertencem. Com o auxilio do lempo, nossa perse-
veranca enrgica establecer a leguraoca e a prospe-
ridade de Argelia.
Senhores, vos me haveii concedido voiso leal apoio
na grande e difficil empreva, que fui chairado a dosem-
penhar pelo voto nacional. A Providencia abencoou
ninso esforcos, eme tem concedido no ieio Je minha
familia prerioiai consolarles. Tenbo a confianza de quo
em toda a paite onde te teem presentado meui filhol,
o nomo da Franca ha sido sustentado com dignidade.
.Meu netos sao cada dia mais numerosos e crescem a
rinnh-i son.lira. Meu mais grato desejo e minha espe-
rance t mais doce slo, de que por noisa adheilo Fran-
ca, e por nosso zelo em bem serv-la. poderemos con-
tar com seu amor, e ver flaneada a intima uniao de
minha familia com a minha patria.
(Da RevolucSo de Stlembro.
PORTUGAL.
Secutara de tetado dos mo ocios et4ailicof # d$
juslipt.
Pelo vapor ingles Royal-Tar, entrado neste porto
no dia 14 do crrente mez (deiembro), recebeo-io a
noticia official de terem sido confirmadas por Sua San-
lidade no consistorio, celebrado no dia 24 de novem-
bro pioximo pretrito, as regias nomeecSe e apresen-
tabes dos. seguintes prelados, a saber : do Ksm. bispo
de Leiria. D. builberiiHi Henriques de Carvallo, para
palriarcba de Lisboa; do coocelbeiro Francisco da Mli
dos Hornena Annes de Carvalho, tbesoureiro-mr da
S Patriarchal, para arcebiipo de Evora ; edopresbv-
tero Joao Henriques Murrit, para bispo de Chq-Verde.
Itccubeo se tambem a noticia de se ler conferido no
mesmo consistorio o titulo de rcehispo de Mitylene in
//artibui infidelium, ao doulor Manoel Rento Rodri-
gues, sufTrsganeo, e provisor evigario geral do patriar
chado.
Esperava-se, que no consistorio projctado para o dia
de k-je (15 de de/emliro) seria concedido o barrate
cardinalieio ao pstriarcha de Lisboa.
(Diario do Gotemo.)
PE^NAMBCOT
Asscmbla Provincial.
SEGUNDA SESSA PREPARATORIA EM 7
DE MAttgO l)K 1846.
PH8IDBMCIA DO SK. 80DIA TEIXBIHA.
A's !0 bor:s e meis d manhia, o Sr. 1." secrelsrio
Peixoto de Brito faz a chamada, e verifica estsrem pre-
sentes os Srs Manoel de Souza Teixeira, Herculano
GoncalveidaRoeba.Joi Pedro da Silva, Francisco Mu-
iii7. Tavarei. Joaquim Francisco de Faria, Manoel Men-
dei da Cunba e A:eedo, Antonio Aflboio Ferreira,
Manoel Ignacio de Carvalho MendonQa, Antonio Joa-
quim de Mello, Filippe Lopes Neto, Antonio da Costa
Reg Monteiro, Jeronymo Villela de Castro Tavures,
Joaquim. Jos da Coila, Luis Uuarte Pereira, Joaquim
Jos Nanea da Cunha Majchado, Jos Francilco Arru-
dk da Cmara, Joaquim Teixeira Peixoto ue Abreo e
Lima, Antonio Carneiro-Macbado Ros.
0 Sr. presidente declara aberta a setso.
O Sr. 1. Secretario:-- Esto presentes os Srs. do-
putados Pedro Cavalcanti e bario de Suassuoa, que
. mandarloseus diplomas para a mesa, e voier remedi-
do! respectiva commisso.
O Sr. 2.* Stcretario Cunha Machado l a acta da
tessio aoterior, que be approvada
O Sr. Vtllela lavares l, e manda a meia o leguinte
PABECER.
A commissao encarregada de verificar a'eleicSo dos
membros da commissao de poderes, examinando o seus
diplomas apresentados, e as actas geral eparciaes do
diflerentes collegioi eleitoraes, entende, que nio podem
ser apurados os collegioi do Cabo, Garanhum, presi-
dido pelo juii de psi supplente, ourieury, por iiso que
laes collegioi fro annulladoi conipetenle e legitima-
mente pela esmsra dos Sn. deputados, e vista do aili-
go 4 doactoaddicional nio be curial, nem legitima
incluiao delles na apuracio geral dos t>tos para mem-
hrosd'Sta aisembla. Como, poim, feila aiubtraccio
dos rolos all obtidos, mesmo aisim sio depulados ef-
fectivos o membros da referida commissao, os Srs An-
tonio Joaquim de Mello, Dr. Manoel Mandes da Cunb
A/evcdo c Dr. Filippe Lopes Neto, be a commissao de
parecer, que esle Srs. sejao reconbecidos deputados.
Paco da aisembla legislativa provincial de Pernam
buco, 7 de marco de 1846. Vtlella Tavaree.jif-
fonso Ferreira.Anuda da Cmara.
A ItAINHA MARGOT. (*)
pop. 2Ufjran5rf XJitmae.
SEXTO VOLUME.
CAPITULO V.
A riGBA DX CEBA.
lluvia oitu dias que Carlos eslava retido na cama por
lima fibra de languidez intercalada do ere.au violen-
na que o ntirm<'lliav.'io a ataques de epilcpiia. Duran*
lo eiiii accestos, snll.ivn elle Igunias veses urroa que
vio do que io proouravtu, fra querer pialar os hediun-
ilim iiiiivimcntos que se vcem jiu fundo du uiu ninho de
vboras.
Ileiirique havia sido fechado no seu quarld, e non-
fu r me u prupria rvcotnniciidaciu a Carlos, uingueni
havia obtido permissao de v-ln, nem meaino largarida:
era aos olhos de todos urna desgraca completa. Callicri-lpriialrada.
na e d'Alencon reapiravin, julgaudo-u perdido, e lien- Calherii
Ficou reservado para depoit da diieueedo e votacio
do primeiro parecer.
Sr. 1.a Secretario Peixoto de Brito l o seguinte
PARBCBR.
A' commissao nomeada pa'ra verificar os poderes dos
Sn. deputados apresentados lorio presentes os diplomas
dos Srs Antonio A flonso Ferreira. Jos Pedro da Sil-
va, Antonio Joaquim de Mello. Filippe Lopes Neto,
Manoel Ignacio de Carvalho Mendonca, Manoel Men-
dos da Cunha Attvedo, Manoel de Soura Teixeira, An-
tonio da Costa Reg Monteiro, Jeronymo Villela de
Castro Tavares, Flix Peixoto de Brito e Mello. Fran-
cisco Muniz Tavares, Antonio Carneiro Macbsdo Ros,
Joaquim Jos da Costa, Joaquim Teixeira Peixoto de
Abreo eLiroa, Jos Fiancisco Arruda da Cmara, Joa-
quim Francisco de Faria, Herculano Goncalvns da Ro-
cha, Luiz Duarte Pereira e Joaquim Jos Nunes da Cu-
nba Machado, osquaesachou conforme com alacias
geral e parciiei da eleicio dos membros da asseinbla
legislativa provincial para a preienti legislatura de 1816
a 1847. Entende, porm, a comissio, que na apuracio
dessaeleicio so deve prescindir dos votos doscollegioi
do Cabo, Garanhuns, que foi presidido pelo juiz de
paz supplente, e de Ooricury ; por quanto, lando sido
estes collegios e eleitore declaradoi nullos pela cmara
dos deputados, que elminou os seus votos da eleicio
dos deputados da mesma cmara, nio podem alias ser
valiosos e considerados exilenles na eleicio dos mem-
bros da asscmbla legislativa provincial, sem manifest
violar-So do artigo 4 do acto addieional constituidlo
do imperio, conforme ao qual a eleicio das assemblas
legislativas provinciaes deve ser feita nio s da mesma
maneira, quo se fizer a dos deputados assombi gerai
legislativa, mas pelos mesmos elelores.
Procedeo, por tanto, a commisjio a apuracao com
exclusio dos collegios lohreditos, e o resultado he serem
deputados da asscmbla legislativa provincial os leguin
tes, pela ordem em qqe vio, e quo a commissao bu de
parecer, que sejio reconbecidos, i saber : os Sn. Anto-
nio Alfonso Ferreira, Joaquim Nunes Machado, Urba-
no Sabino Pessoa de Mello. Jos Pedro da Silva, Anto-
nio Joaquim de Mello, Filippe Lopes Neto, Manoel
Ignacio de Carvalho Mendonja. Manoel Mandes da Cu-
nha Azovoiio, Manoel de Souza Teixeira, Antonio da
Costa Reg Monleiro, Jeronymo Villela de Castro Ta-
vares. Flix Peixoto do Brito o Mello, padre Francisco
Muniz Tavares, Antonio Carneiro Machado Rios, Joa-
quim Jos Ja Gusta, detembargodor Joaquim Teixeira
Peixoto de Abre Lima, Francisco Barloza Nogueira
Pax, Jos Francisco Arruda da Cmara, bario deSu-
aisuna, Pedro Francisco de Paula Cavalcanti de Albu-
luerque, padre Joaquim Francisco de Farias, Alvaro
Xarbalbo UchaCavalcsnli, IK-rculano Goncalves da
Rocha, Luiz Duarte Pereira, Joaquim Jos Nunes d
Cunba Maohado, Jos Filippe do Sousa Leo, Mebditiio
do Reg Barros, Antonio da Asiumpcio Cabral, Lau-
rentino Antonio Pereira de Carvalho, Tiburtino Pinto
deAlmeida, Leonardo Bezerra deSiqueira Cavalcanti,
Manoel Joaquim Carneiro da Cunha, Manoel Francisco
de Paula Cavalcanti de Albuquerquo, Antonio Pereira
Barroso do Moraei, Jos lenlo da Cunba Figueiredo e
Francisco Camello Pessoa de Lacerda ; os quaes oblive-
rlo maioria de votoi na eleicio sobredita.
Propae, outro lim, a commissio, que se ofticie a pre-
sidencia da provincia, para que ordene a cmara muni-
cipal da capital, que com uigencia proceda i nova apu
racio, sem contar os votos dos rodegios de Garanhuns,
presidido pelo juiz do paz supplente, do Cabo e Jo Ou-
ricury, cujos elelores nao intervierSo na eleicio dos de-
putados da essembla geral, equenessa eonformidade
expeca diplomas loa eleiloi.
Sala dascommisses da assembla legislativa provin-
Foi em breve a real cmara cheia de eortciiui, de
curiosos, do inleiestadus.
t.'jilieiin.i, d'Alencon o Margarida forio advertido de
ue Carloi recebia.
Todo tres rnlirao rom pequeo inlerrallo um do mi-
ru. Callierina calma, d'Alencon risonbo, Alarganda
cial de Pernambuco, 7 de marco de 1846. Mello.
Lope Neto.Mendet da Cunha.
OSr. Presidente : Est em diicussio o parecer...
O Sr. Pedro Cavalcanti: Peco a palavra.
OSr. Presidente : Tem a palavra.
O Sr, Pedro Cavalcanti: Sogundo o regiment
uit adiado o parecer.
O Sr. Piestdento : Mas o negocio he urgente...
O Sr. Pedro Cavalcanti : Ho prociio que a ai-
semblen o reconbdca.
O Sr Peixoto de Brito : Roqueiro a urgencia.
Sendo apoiada na furnia do artigo liS do regiment
entrou em discussio.
O Sr. Pedro Cavalcanti: Sr. presidente, a com-
missio teve em seu poder as actas das eleifOes, exami-
nou-aa, e pode formar oseuuiio; itto ho, pdde reco-
nbecer se estavio ou nao em estado de ser approva-
das ; mas eu nio lei destas actas, preciso examina-las,
porque eu nSo me conformo com a opiniio da commis-
sio, quando diz. que nos devemos regular pelo quo a
cmara d"t deputados resolveo ; nio vou para ahi; eslou
que nos haremos do emiltir um juio noiso sobre as
noisss eleiedes ; e para eu emittir esse juizo, preciso
examinar atadas e mais papis relativus ao negocio,
nio me sendo possivel de repente emittir a minha opi-
niio sobre a valiJade dessas eleicoes : de mais, nao ha
inconveniente, para que islo fique para outro dia ; por-
que, sendo a abertura depois do amanbaa, podamos a-
manhia tratar da queslio ; a aiiombla, porm, resol-
ver como quizer.
OSr. Neto : Sr. presidente, voto pela urgencia, e
creio mesmo, quo pelos fundamentos, com que o nohre
deputado. quo me precedeo, acaba de impugna-la, ella
nio pdcdeixar de ser allendida. Die 0 OOOte Jopu-
tado, que a commissio leve em seu poder as actas, e
mais papis relativos as elcic.es ; que os examinou com
a devida altencio ; que levo mesmo lempo para entrar
no exame de muilas questdea, que deiem ser apreciadas
pela casa ; mas que elle, sondo apanhado do improviso,
em materia deslas, nio est em estado de firmar o seu
|uizo, e de o emittir Bfcora O nobro deputado nio at-
tendeo, que a commissio se nio roportou nd seu paro-
cer a essai actas, nem a esses documentos.
OSr. Pedio Cavalcanti: Mas quero eu reportar-
me...
O Orador : Se o nobro deputado quor reportar-ie
a elles be porque eita habilitado para entrar nena dis-
cussio ..
O Sr. Pedro Cavalcanti: Nao eitou, quero lf r
tempo pa>a isio.
O Orador: Mai nio asta tao hospede nelles co-
mo se mostra. Demais, o parecer da commissio versa io-
bre urna questo do direito, e nio entra nei quesloes de
laclo ; e por isso o nohre deputado nio pode allegar ig-
norancia nesla parte : he mestre da lei, o por certo tem
bastante experiencia destes negocios...
O Sr. Pedro Cavalcanti : E o meitre da lei tem
algums cousa com os fictos i'
O Orador: Pcrdoe, nio te trata de (icloi ; o no-
hre deputado parece-me, queniodeo a devida alten-
cao ao parecur ; uio se trata de (setos ; he do direito,
para cuja discussio lodos estamos habilitados...
OSr. Pedro Cavalcanti : Mas eu quero entrar na
discussio de alguna fictos.
O Orador : Se quer entrar, o Sr. presidente nio o
deve permiltir ; porque esses factoi nio esli em dii-
cussio : se ha precisio dos examinar, se elle devem
ser traiidos discusiao, o ventilrdoi na casa, be preci-
so que se registre o parecer apresenlado, ese incumba
a commissio doredigir oulro, nio sobro a queslio dos
principios nicamente, porm comprehensivo tambem
da dos fados. A commisiio entendeo, que em vista do
artigo 4. do acto addieional, que diz :_____________
Louvre, despertados a nlguin lempo por lano moulroi
arruidua. Panados cale aoceiaua, o.fjlfado de eansacu,
cu ni o ilion amortecido, cixava-ae caliir na brac,
da ua ama, eonervindu-o em silencio, que revelara
dciprexo c terror ao iiirsmu lempo.
Uucr quautu peiiaiiiueutun iintro ruiuinavau nu
fundo do leu corceo Calderilla deMediei e o duque
d'Alencon, rada un do seu lado, ciu ae oomniunicarora
a un iciiaicoi'i, porque a mil o o fillio ante se evila-
() Vide Diari n.' 54.
riqne coma e beba man tranquillo, crendu-se esque-
oido.
Na corto nioguem siispeitava acama da molestia du
rei. Meatre Ambiotio Pare e iasille,*uoullcga, liaviiu
rceoulieciclo una luHauuuacao de calouingo, engauan-
do-ao desdo a causa ale O reaultado, nada aun. llanio
por con.eyunlu preacriplo um rgimen adocanlo, que
uo ia de encontr ao iratanieiilo parii'cular quo Rene
indicara, e Cirio recabia ir vete por da da luaus da
ama, e que faiia a ana nica nutricio.
La Mul e Coeannai ealtviu coi Viuoennei, no mail
riguTosn aejiredu. Margarida e madama Ue Nevera ti-
tilo feitu des Unlalivo para Ihe fallareo, uu ao uie-
euuv,, cum pavor ..a guarda, que velavio na aua en- mo. Iliea foierciu chegar 4* oilua um bilbela, e nao o ha-
le-ciiiara, c que repelalo o prufunifu e,clio do velho
vilo eoiiseguidu.
Urna manilla no nieio das eternas alternativas de bem
e do mol que elle*ei|itriinentava, seuliu-se Carlua um
pouco nelbor, o quii que deixasaeni entrar toda a corte,
que todaa aa taiiutaa te apresenlava, pelu oo.tume, pa-
ra o erguer da cama, aiuda quo Ul erguer nio tiveaaa
ruaia lugar. AbrrlO-t, poi, as porta, o tedoa podero
cntaovr, pela uallidetda facea,-pela amarellido da
fronto do marfiui, pela pbaoioia febril que llie jorrava
dus ulhosentovadoa o rodeadu de uro circulo de bistre,
.ib liiwrivea estrago tinba feito no joven snunareua a
molestia detconhecida, do que tora aocominetlido.
erina lenloii-ie cabeceira de eu fillio, sem no-
tar o iilbar com quo este a tiuha valo approxiinnr-ic.
M. d'Alencon culloenu-o ao. pe, o nio e cntu.
Margarida ciicoitou-ie a um movcl, o ao ver a tron-
o pallida. ii malo enmugrecido, oa olhus enterradua
de aeu irmlo, nio pode antier um inspiro e urna ia-
grinia.
Carlu, a quein nada carapava, vio eo lagrima, ou-
vio eto iipiru, c com a cabrea fet um tignal a Marga-
rida.
Eiaeaignal, aatim mesmo quaai impcrceptivcl, lncoo
mii.'i eentclha do esperance no coracio da pobre rainlia
do Navarra, a queni lleniiquo nio tivera tempo do diior
nada, ou talvet iiieaniu nio qnitera nada diier. Ella tc-
uiia pelo marido, trema pelo amante.
Pur ai inclina nio tiuha ella reeeiot, cou'ntcia multo
bem La Mulo, e aabia que poda contar cum elle.
Keni.iul meu charo hlhuj dille Callierina, como
voa adiis?
Ucmor, micha mii, melhor.
E que voa diiem oa vu.ao inedicoap
Ol meu medico? ab I lo un grandet doulorc,
minha mii, ditae Carlea rindo-,o, e trullo um praser u-
prerao, ennfe.o-o, a ouvi-lu di.correr tubro a niiliba
inulotlia. Ama, d-me de beber.
A oi- tronce a Carloa a ana pee*" ordinaria.
E quu vua lamn tomar, meu hlbo?
Oh I aenhora, quem conheco as luai prepara^Ses?
respondeo o rei, coguliudo muito depresia a bobo-
ragem.
O que convinbi a meu irroto, dino Franciico, era
levantar-ie, e tomar o bello lol ; a caca, quo elle tantu
ana, far-lhe-hia grande bem.
Sia), ditae Cario, com um aurrito cuja expretaio
nio pode o duque adivinhar, todava a ultima me fex
grande mal.
Carlot havia dito eslai ptlavrat por tio eitnnha ma-
neira, qiie a cunveraacio na qual o. atsiatentee nio e
lintiio por um niomcnlo envolvido, parou ahi. Depoia
fet uu pequeno muvimento de rLec. O corlalo en-
tender".! que a recepclo eirava lerminada e retirarlo-so
un ap outro*.
D'Alencon deo nm natto para ae chegar aou irmlo,
ina um lentiroento interno o auipendco. Saudou o
libio.
Margarida iravou da deararnada mo qae ten irino
lim e.lendi.., a|icriuu-a, beijou-a, e abiu tambem.
__ li...i Margot! niurniuroii Carloi.
S rc.tava Catlierjna. que seconiervra cabeceira
do Me. Cario, ao vr-e a ao curo ella, chegou-so
para dentro da rama ruin o mesmo tentimeiitu de ter-
ror coni que e recua ao ver una lerpeute.
Carlua, inalruido pela coiiflsroct de Rene, c depoit
taires nu-llior anda pelo ailenein a raeditaeflo, nku li-
nlia Minia nem a felicidade de duvidar.
Sabia perteilamento a quem e a que attribnir a aua
rourte.
I'ur uso, quando Catberina te approximou do leito, a
eilendeo para o filhu urna mi fra como o ten olhar,
esto crtremecco e levo mdo.
Vt ficait, scnbora? llie diite elle.


.*'
Artigo 4. A eleicio dottas assemblas far-ie-ha
da mcsma maneira, quo se fizar a dos deputadoi a at-
lembla geral Icgiilatra, e pelos meamos eleito-
res, etc., ele.
O Orador (continuando): Nio podemos entrar,
pois, na discussio das oceurrenciaa havidaa nos dife-
rentet collegios di provincia, que intervierto na eleicio
dos membros desta casa ; o nesso sentido redigimot o
nosio parecer.
Sr. presidente, o que cumpre a cata faier he, ou al-
tender a quoslao de direilo, como a commissio propde,
ou eolio mandar, como j diste, que olla de outro pa-
ra acerca dos fados, para se conhecer dclle, O nobre
'leputado, sustentando o contrario, est um pouco fra
da ordem, e o adiamento da diteussio do parecer deie
ser repelhdo em attencio aos fundamentos, coro que o
nobre doputado pretendeo tustenta-lo. Considero, por
tanto, a urgencia no caso de passar, e voto por ella.
He approvada a urgencia, e entra em discutsio o pa-
recer.
OSr PedroCavalcanti-.-Sr.preiidonle,, haaprimeira
vez. que nesta casa se venficio poderes de seua membros
desta maneira: havomos do submeter-noa ao que a c-
mara dos deputadoi decidi noeiame dot diplomas dos
deputados geraes.sem que entremos, como not cumpre,
noexameda rcgularidido, com que forio feitai aielei-
i.es dos membros desta casa Nos temos aqui mesmo
eiemplot de ter a assembla provincial seguido um ca-
rnmbo inicuamente opposto, de ter a asse^blea pro-
vincial, nos exames o verificacio dos diplomai de aeus
Miembros, lomado delibences oppostas as que sobre o
mesmo objecto tomara a cmara dos deputados: lem-
bro-me, nio soi em que anno, quebouve urna eleicio
(cuido quo o Sr. Costa Reg estar bem carto disto),
em que o collegio de Cabrob nio loi apurado pela c-
mara municipal, em razio de ter ebegado milito tarde,
depois do dia marcado para a apuracio; vierto aa actas
para a assembla provincial, e esta reaolveo niosommar
este collegio ; fuio. porm, as actas pora a limara dos
deputados, o esta resolveosoinmsr este collegio.
O Sr. /lego Monteiro : Foi o contrario...
O Orador: Entio a assembla provincial sommou,
c a enmara dos deputados nio? Poisbem; oquoseihe,
que desta soinma uu nio somina, que fez a cmara, re-
aultou a differenca de queoSr. Costa Regopassou de
l.supplenlo deputado, e o Sr. Manoel IgnacioCa-
valcanti asupplente...
O Sr. Reg Monteiro : Nio foi assim, alterou
|uanloos2.0e3 supplenles.
O Orador : Pois be n; a eltoracio de nada me
serve; o quo me serve be o exemplo de termos nos aqui
resolvido urna duvida sobre validadede e!eic5ei,ieni que
fossemos (oreados a seguir a decisio da cmara dot de-
putados: pelo contrario nos resolvemos em opposicio
ao quo a mesma cmara resolveo. Tomos reeentemen-
lo o exemplo da assembla provincial da Baha: cisa
assembla acaba de, na verificacio dos diplomas deseus
mombros, afastar-se do que resolveo a cmara dot de-
putados, annu/lando nio s os collegios da provincia da
Rahia, que frio annullados pela cmara dos deputados,
CLmooutros, quo a assembla daquella provincia julgou
dever annullar E se se quizar negar este direilo s as-
somblas provincisos, legue-ae, que estas nao devem
nunra entrar as questes de validado de sua eleicio,
nem podem reunir-so, sem quo primeiro so lenba reu-
nido o cmara dos deputados, e reolvido sobre a elei-
cio, a fin de que a assembla'provincial posta seguir o
que l. (r resolvido.
<> Sr. A elo : Subjeitama not ao acto addicional.
O Orador E que diz o acto addicional ? I)ii,
que a eleicio ser leita da mcsma forma e pelos mea-
mos eleilores: quaet sio estes niesmos eleitores ? Sio
aquellc* eleitores de provincia, deque trata o artigo da
ronstituicio, quando determina, que os deputadoi,
senadores e membros dos concelhos do provincia sejio
nomeades por eleicio indirecta, elegendo a maioria dos
cidadies os eleilores de provincia, que lee* de fazer
aquellas eleices. O acto addicional, tratando da elei-
cio das assemblat provinciaes, declarou, que esta fosse
feita pelos niesmos eleitores, quo olegem 01 deputados;
que siosein duvida os niesmos que elegem os tenido-
res Nio sio os mesmos, que elegem os senadores ?
O Sr. Neto: Podem deixar de ter...
O Orador : Podem deixar de ter, quaodo houver
oulra constituicio, ou quando a actual fr reformada
nesta parte. Srs os eleitores, que teem do eleger os
11 11 l r s da assembla provincial sao os mesmos, que
leerr. de elegei os deputadoi,os mesmos,que teem d'ele-
geros senadores; mas, secada um dos ramoi do poder
legislativo tem o direito de recusar oquellet eleitores,
que jolgar nullos, o admillir os que julgar validol, i
assembla provincial, fundando se no que diz a cons-
tituicio sobro a verificaco de poderes dos membros de
cada um, quem poderi negar o mesmo direito, quan-
do a diposicio conttitucional sobre a verificaco dos
2
podere de teui membros be a amina, que para ca-
da um doi ramos do poder legislativo geral? Ainda que
nos fossemos forcadot a seguir o que tem reaolvido o
corpo legislativo geral a respeito de validado de elei-
CSai, havismos de achsr-nos agora embancados, por-
que a cmara doi deputadoi annullou collegios, quo
o senado julgou validos; de modo que he impossitel
leguir a opioiio de urna dai'camarat, tem contrari-
trmos o que a outra resolveo. Nos sabemos, que o
tenido declarou validol os collegios, que a cmara li-
nba annollado.
O Sr. Mendes da Cunha : He o mesmo, que ie
nio declaraste cada.
O Orador : Tambem te pode diier, que a de-
claracio da cmara doi deputadoi, he o mesmo qua te
nio 'declaraste nada. O eleitore que derem eleger os
deputadoi, sio ot meamot que devem oleger 01 lea-
dora, itto be, lio 01 eleitore de provioeia, de que
falla a constituicio; mas cada um dos corpos legislati-
vo! pode annullar aquella ou aquelloscollegiot, que en)
sua consciencia julgar, que devem ser innullados. En-
tretanto a commissio, tem entrar em eiame algum da
moralidade da eleicio, julga validol ou nullos aqualles
collegios, que a eamara julgou validol ou nullos, s
porque assim foi julgado, tem attender, que elle pro-
ceder de algum modo pde-ie dizer, que tende a rebai-
xar etta aiiembla. (Voxee ordim, ordem).
O Sr. Iftlo : No conoeito do nobre doputado.
O Orador : Poil sim, o da todo o mundo. Pa-
recia-me melliur, (|ue a commissio svenlisse i quettio
da moralidade da eleicio desle collegios; que titate a
coragem de arrollar a odioiidade, que della pode re-
tallar.
Dif/ertnta Sr$ : Acceittmoi, acceitamoi.
O Orador : Parece, que a commissio quif de al-
gum modo afaitar de li esta odiosidade sem se lembrar,
que, lobjeitando-noi inteirameolei deeisei da cmara
temporaria, rebaixava a dignidade delta assembla.
OSr. Vo. :A commissio nio era capaz de re-
baixar a dignidade da tiembles.
O Orador : He no entender do nobre deputido.
O Sr Neto : Nio lio s no meu entender.
O Orador: Eu nio digo que fosiem eitn ai ton
ntenees; mato nobredeputado eil to melindroso...
por qualquer cousa chama a ordem ..
O Sr. Neto : Chamo, porque o Sr. deputado
ditse, que nos rebaixamoi a dignidade da cata.
O Orador: Eu disto, que no meu entender o
parecer rebaixa a dignidade da can: parece, qua
He lida, o mindida interever na acta a seguinte
Declarado di voto.
Deolaramos que votamos contra o parecer da commis-
sio de podares, que mandi separar os votos doi collegios
do Cabo, Garanbum c Ouricury, e fuer nova apura-
cio dos oulroa collegios.
Sala das aestSai, 7 de marco de 1840. Pedro Ca~
valcanti. Paula Cavalcanti.
OSr. 1. Secretario declara, que vii fazer-se parti-
ciparlo ao Eim. presidente da provioeia de que a aber-
tura da assembla pode verificar-te no dii designado.
OSr. Prndenle convida o Srt. deputados a reu-
nireoi-se na segunda-feira s iO horai da manbia, e
levanta a sessio. (Era meio da.)
Sim, meu Ribo, reipondeoCatberina, (enhoqu
tratar da coosai importantes.
- Fallai, senhora, disao Carlos recuando ainda roaii.
Senbor, ouvi-vo* aflirmar ainda agora que oa vot-
aos mdicos crio grandes doulorea.....
E o aflirmo linda, senhora.
Entretanto que teem elleafeito desdo queeslaia
dooolo?
Nada, be cerlo...... mi e tivcsicia ouvido o que
cllcadiicm...... em verdade, senhora, fura pora deiejar
estar cnfcriuo t por uuvir lio aabiat diise tacoea.
Puia bem meu tilho .' quereia que tu diga u
cousa ?
Como! dixei, niinha mai.
Puia sim! eu suapeito quo todoa csea grandes
don tures nada condecen] da vossa molestia!
De veras, senhora!
Que vcciii talvet um resultado, mas que Ihea esca-
pa c:......1.
Pode ser, diste Carlos, sem comprehender ao que
qneria vir sua mai.
De surte que ellos tratio o symptuina em vet de
tratar o nal.
Por minha alma 1 replioou Carlos admirado, creiu
que tendea rseSo, minha niii,
Por lauto, eo, mea filho, visto que no conveni
sien: ao meu corceo, itera ao bem do catado que eatejaia
docnte tanto lempo, vino que o vosao moral poderia
em tiui vir a auffrer, tcnbo reunido os maia sabios dou-
lorei....
Na sciencia medical, senhora?
Nio, eiu sciencia maia profunda, na sciencia que
juTHiitie lr nio so nos corpo, luaa tambem nus cora-
,60.
commissio quiz afastar a odiosidade da qoeslio da mo-
ralidade da eleicio, e itibjeitou-not ai deeisSet da c-
mara, quaodo a ni be que eitat quettueicompelem:
entendoasiim, nio pono ter obligado a entender de
outro modo, e nem ataco ai intenedet de ninguem.
O Sr. A'elo : Eu posto entender o que quizer 4-
cerca do nobre deputado.
O Orador : Em fim, nada digo, nem'pouo dizar
tobre a moralidade da eleicio : realmente nada tei:do
que le piisou; nio tei te os collegios Torio bem ou mal
compnslos. to a decisio foi regular, dtc. A assembla
nio quiz dir lempo de examinar is actas, e at me
parece, que iito nao est em diicussio : limito-me,
poit, ai eitn olnervacet.
DepoitdoSr. Pedro Cavalcanti (allouoSr. Mendes
da Cunba, eujo discurso, porautorisacioiua, teripubli-
cado em um doi nmeros taguintei, e, acabado oqoal,
diite
O Sr. Pedro Cavalcanti : Pode ter que a doulrina
do Sr. deputado eoi algum lempo Ihe ni agrade.
O Sr. Ptixoto d Brilo: Temot reiigoacio bai-
lante para solrer; assim a houvetse do outro lado...
O Sr. lendrn da Cunha : Quaodo itto te refor-
mar, eutou 'oda oulra ve; do goveruo.
Julga-ie a materia diicutida, e he o parecer appro-
vado.
O Sr. Prtiidtntt proclama deputadoi, na forma do
artigo 8. do regiment, o Srt. cojot poderea forio
julgadoi legtimamente conferido!.
Le-ie e approva-ie o parecer ipresentado pelo Sr.
Vllelo Tavires, acerca da validado das eleicdei doi Srs.
membros da commissio de podere.
OSr. 1." Secretario 16o seguinte
PARECER.
A commissio nomeida para verificar os podere doi
Sn deputadoi presentados forio pretentes oa diplomas
doi Srs. Dr. Pedro Fnnciseo de Paula Cavalcanti del
Albuquerque e bario de Suassuna, os quaei, tendo con-
feridos com ai aclat geni e pirciiei, eitio com ellas
conforme!, e he a commissio de parecer, que ot ditos
Sn. sejio reconbecidoi membioi da assembla legisla-
tiva piovincial, nos termos do parecer, que sobre outrot
membros a commissio apretentou boje mesmo.
Sala dai committdei, 7 do marco de 1846, Mello.
Lope Neto.Mendes da Cunta.
Heapprovado.
Cmara Municipal.
SESSO EXTRAORDINARIA AOS 91 DE FEVE-
RBIRO DE 1846.
PRESIDENCIA DO SR. REG ALBl'Ql'EBQDE.
Preieotei o Sn. Caroeiro Montelro. Mello Cavalcanti,
Ramoi a Dr. Nery, faltando com cauaa participada o
oulroi Srt., abrlo-se a sessio, tendo approvada a acta
da antecedente.
O secretario deoconta de um odelo do Exm. presi-
dente da provincia, em que participara i cmara ficar
tem eTeito o avilo de 22 de desembro do anuo nodo, acer-
ca deiombarcacoes precedentes da liba de Mal tae de todo
ollttoral da Inglaterra, cujas disposices folio mandadas
guardar por odelo de i do correle. Iotetrada, e
mandou-se offlclar ao cirurgiio ds caara.
Outro do mesmo Sr., mandando dar, por conta da
quota consignada no orcamento para ai despena do
tribunal do jury, a quantla de rila 700/000 ao enge-
nheiro em chefe para ae faterem ot arranjos precisos ni
galera da alfandega, ex qu: teem de (rabalbar os jura-
dos. Mandou-se ofllciir, pedindo autorliicio pira se
fazerem ai despeas Incumbida! a eua qoota, porque
vem ella aquasi extinguir-so com ene dispendio ; o pe-
dindo permlssio de fazer o pagamento a proporcao da
arrecadacio, ja te tendo todava mandado entregar a
quantla de ria S0O|u0O i requbjleio do topradlto en-
genbelro.
Outro do engenhelro em ebefe, pedindo a quantla de
rii 300^000 para a obra luprameoclooeda. Mindou-
te pinar mandado.
Outro do Inspector interino do arsenal de mannha,
padiodo permlssio de tirar no rtelfe o podro, que lr ne-
cessaria para a cooitruccio de todo o caet, que ie est
faieodo no porto. Mandou-se responder, que a c-
mara sio poda autorasr un ztiaeeio, vliio que be
prohibida por urna poitun municipal, que te acha em
vigor.
Outro do engenhelro em chefe, reclamando oontra al-
gomai edificacoes em S -Joto. Mandou-se reiponder
com urgencia ao Bical daquella fregueiia e aocordesdor.
Oulro do fiscal da Boa-Vista, representando aer oe-
cetsula alguma providencia lobre escavacas, que vio
appareceodo no aterro da Boa-Vista, defronte do becco
do Martina. Mandou-se remoller ao Sr. Caraelro
Mooteir, que, na ausencia do Sr. Oliveira, ti Incum-
bido da direccio da eompanhia doi ribeirlnhot.
Leo-se e approvou-se um parecer da commissio de
edlficacio, pelo qual lorio Informados differentes ra-
querimentot de partes sobre terrenos de marlnba, man-
dados ouvlr i cmara pelo governo da provioeia.
Leo-se o approvou-se um oulro da commissio de lau-
de publica, sobre a representado do conceibo de aalu-
bridade, contra oa llxos e pouco cuidado, que ae obaerva
na condcelo dai materias exeremer.lictaa
Retolveo-ie que folie remettlda ao Exm. presidente
da provincia a planta, que comprebende modluctcoee
faltas no armamento da Solidado e Treonpe, aOm de le
poder Informar varioa requermenlos de partes.
Forio & commlitio de edlficacio a planta e orcamento
do matadouro publico, para, depoii de examinada, ter
remettlda i approvacio do governo.
Tendo aldo aonunciada a venda da demollcio da cata
da Gamboa do Carmo, exapproprlada por utilidade mu-
nicipal, e nio tendo compareoido laceador, a eamara
autorliou, i reqnerimento do Sr. Caroeiro Monteiro, o
procurador Antonio Joaquim de Mello Pacheco para
contratar particularmente dita demollcio, tob ai condi-
cSes mili vintajosas, que ae Ihe offerocerem, em lavor
da cmara.
Anignrio-se mandados, e forio deipichadn ai pe-
tiebot de Miguel Arcbnjo Fernandea Vliona, Manoel
Eliai deMoura, Manuel Ferreira Dlnli, Eliaa Baptiita
da Silva, Franclieo Rodrigue! da Cruz, Jos Alexandre
Rlboiro, Jacloibo Ignacio Martins, loiquini Mirla Ca-
valcante, Joio Ferreira do Soma, Joaquim Xavier da
Maia, Joio Ferreira doa Santoe, Jote Mirla Freir Gi-
ojwiro, Joio doi Siotot Porto e D. Joanoa Mara de Dooi,
depois do que levintou-te a sessao.
Bu Joio Jote Ferreira de Anular, lecretarlo, a escre
vi. Reg Albuquerque, presidente. Cameiro Mon-
teiro. Mello Cataloauli. Ramoi. Dr. Nery.
PARECERES, A QUE SE REFERE A ACTA 8UPRA.
Com quinto roe pareci verdadelroi o principioi
hyglenlcoi, expendldoi noi officioi junios, do conceibo
de aalubridade publica, e exactai ai iuii dedocoei, to-
dava, laaeodo-se applicacio dalles aus lacios plisados
netta oidade, peoto qua dabi nio ae poderia tirar argu-
Ab! que bella sciencia, senbora, diste Carloa, e
quanla raaiu ha em nio ensina-la amreia. E liverlo al-
gum resultado ai voaaaa investigarles ?
Sim.
QoalP
O que eu espera va; e trago a V. mage lado o re-
me dio que Ihe deve curar o corpo e o espirito.
Carlos eitremecoo. Julgou que sua mii, adiando que
elle ainda norria tnuiio devagar, havia reaolvido con-
cluir scienlemenle o que comefra sem o saber.
ment algum o&ntra o zelo e vigilancia deita cam.
poli que tem ella dado, i meu ver, todas aa proiy,
clat, que cabem em auat attrlbulcoei, para obviar
malea Indicados. "'
Em quanto ao tranaporte dai material excretn,.
ticlas para os lugares deilgnadoi pela cmara, tl'
didat lembrada pelo conceibo de salubUdade, no i,
officlode 12 de novembro ultimo, achlo-te provid.
ciadas desde o anno de 1833, no 3., til. 5." dai '
toral municipaet; e. para que os conductoret das dij
material aa vasem no rio e nioem tena, mandou ic'
mar conitrulr pequeas pontea salientes nos dirTereot
lugares de despejo publico, com bastante dlapendlo i
cofre municipal : nio he, porm, postivel ter jge,
maoentet em todos esies lugares, sem ama detpeta rr.u
toavultada, para a qual aeri neceisarta especial auluf'
lacio da aatembli provincial; porm be para laiijg,,.
que ot moradores proximoa aos ditos logares, sendo'
aem duvida, oa mals incommodadoa, lejio comaiUm'
mente os que mal concorrem pan o iccamula(0 t,~.
material exoremeotlciai junto ii pontea. Outro tlDt
me parece que ae pode dlter acerco dos deposii0l a
llxo e de immundleet, oumenturos, charcos inf(C|0,
&c, &e.. existentes em diversos lugares das rus/,'
pracas publicas da cidade, de que faa menclo o cmej
Ibo de salubrldade, no te J offlcto de 3 de dezembropro!
limo pinado, dirigido ao Exm. presidente da provin.
ela ; nio obstante ai prevideot.es disposices doy.
tit. 3.* das posturas munielpaea, o do art. 12, ti, j'
dai addicionaes de 5 de junho de 1840, e nio obj...
baver acamara creado urna eompanhia de ribtir .-,.'
para cuidar do aneio e limpea dai ruat, corola qu
detpeodeo, no anno municipal (lodo, a quijotilij.
S-.735/830 rs e com o calcamento e etgoto tti
2:17#880 n.
Sou, poli, de parecer que da parte desta cmara to
eil presentemente o recommendar com toda a efflca-
ela, aos aeus flsciei, a maior vigilancia pottlvel, e
mal escrupulosa observancia dai citadas postura-
Mu, Seobores, parece-me tambem que estes agentes
munieipaea pouco tracto poderad eolber de tua diligen-
cia e exaccio, ae por ventura nio forera efflcdzmenu
coadjuvadot pela polica, a qual, assim como esta en-
carregada de velar no boro deiempenbc-do contrato da
illuminacao publica, deve, pelo meooa durante a noute,
concorrer para a punlcao dos Infractores das leis muni-
clpaes, preodendo em flagrante aquellos, que como taei
forem encontrados : o que melbor se conseguirla com o
systema de polica fin ou permanente, qual existe oou-
tros paites civllliados, do que com o da polica errante,
que por ora lemoa.
Uecorre-me finalmente que aos Aseses do munici-
pio tedereri facultar fcil ingresso, a qualquer hora do
dia, ooi quintiei dai ciaat particulares, onde tambem
so obtervio multas vetes nio pequeo! mooturos echar-
eos, tem etgoto algum, aflm de que aejio punidos se-
veramente os Inqulllnos, que ot flterem cum despejos
immundos, ou o donoi, que o ooosentirem ; pois que
pouco aproveieraO a maior limpea e aneio publico
nal pracas e ruai, le continuarem i subsistir esses de-
psitos particulares de immundiees, d'igoas Infectas,
que caussrid* os mesmos malea, se nio maioret, por ser
ihi diilicultoia a circulado doar atmospherfeo.
a Paco da camaia municipal, 26 de Janeiro de 1816.
O vereador Dr. Nery da Poneeoa.
- A commissio de edlficacio, examinando diffe-
rentes requerlmentos de partes, que pedem aforamentcs
e ttulos de terrenos de marlnba, e sobre cujas preteo-
cOet mandou o Exm. presidente da provincia ouvir a
esta cmara, entende quo se deve responder e informar
oada um doa dltoa requerimentoada maneira e pelo leor,
que a commissio tem a bonra de offarecer em papel ta-
pando ; asseguraodo a esta cmara que o exame maii
escrupoloso loi levado aos documento!, que sustentan o>
pedldoi doi requereotet.
Paco da cmara municipal da cidade do Recfe, H
de feverelro de 1846. Joii Ramo de Oliveira.
piraclo tanto mait terrivcl, quanlu nio linda oomplicea,
e quanlo oa fios myateriotoa della crao impalpareia.
Oh oh! diste Carlos indignado de lana audacia.
Procurai bem, nsou filho, conlinuou Calherina
leanbrai-vo. decenos projectoa de evailo, que deviio
aasegurar a impunidade ao matador.
SANTAS MISSOES NESTA CIDADE.
A' vista do convite do Exm. prelado diocesano, que
te dignoo fazer-nos na prsenle ealamidade em que
te acha etta diocete de Peroambuco pelos tristes el-
feitos da prolongada tecca que emeaca devastar in-
teiramente o poros cheioi de ternuri applaudimos, a
louvamos como divina mspiracao a lembranca do
F.xm. pastor, que, commiserindo-se das mais urgen-
tes necestidades do leu rebanho, procura como des-
velado pai, cbama-lo para o teguir ao misterioso
monle.da tolidio pira ahi Deot Ihe filiar a seu cora-
cio : Duccam voe in eoliludinem el loquar ai (r.
Neite noto retiro .pelo ministerio da divina palana,
desperlio-se ot tentidot preoecupadot e diitrahidot no
meio dai illusoes aro que a maior parle dos ho-
mem vive tubmergida e lempo ha reparar ao inimi-
nento riieo em que loache collocada a nona ventu-
ra exposta a deigracn, e a inlortunioi de lodo o
genero, pois que, de coracio contricto vendo os pe-
rigos atlerradore que ameacio lorprender-nos, po-
daremoi confiado! clamar a Dos : Domine, adjuctur
meus, et protector tneus in adinvenclxonibut neis
adjuva me. Senbor das misericordias salvsi-oot:
a f falta i de notos vosioi pesados flagellos: compsda-
cei-voi de nos miseraveii peccidore: lembrai-vos, quo
periente, l prnenrava oa vestiras de urna nmnqur'C"
ordinaria, aa provaa de urna escapada de rapas, eu e<-
quadrinhava provaa de urna oc,4o niuito mai iniport.ni-
le; perpuo conhecia o alcauco do espirito do crimi-
noso.
Ora, minha m5i, dir-se-hia que fallis do rei de
(Navarra, diaae Carloa querendo ver al onde iria em
eirlanon Carlos, ao matador! di-1 di aaimulacio florentina,
teiavoi; entio houve intencto de nialir-tae, minha
rali?
Ao matador I
ndo est one remedio ? dine Carlos eneoitandu-
ee sobre o colovello e olbaado para ana ti.
Eili no proprio mal, reapondeo Calherina.
Onde entio est o mil 7
Escutai, tueu filil, disse Calherina. J ouviitei
alguma vez diser, que ha inimigns secreto, cuja vin-
gauca aausaiua do longo a victima ?
Coro ferro, ou cora veneno ? perguntou Carloa,
aem perder do vala una a instante a pbysiononiia im-
passivei de aua mai.
Nio, por ineioe muio maia seguros, milito ma
terrveis, disae Calherina.
Kiplicai-vos.
Meu filho, pcrgunioii a Florentina, leudes f as
praticni da cabala c da magia?
Carlos comprimi um aorrto de desprezo e d'incre-
dulidade.
Muila, diste elle
Poia bem | disae vivamente Calherina, d'ahi vem
oa vossos softrinientos. Um ininiigu de V. mageslade,
que nio ouaira alacar-voa de frente, conspiro MejfJi
i las. Dirigi contra a penoa de V. magostado urna com
O olboi icimilinloi ie, Calherina rolrio hypucrita-
roeme sob as palpebras.
Sito, mtu filho; vt duvidaie tilve, mai eu Uve
eerlets disao.
En nunca duvido do que me diieis, reapondeo com
amargura o rei. E como temario maUr-mcP tenho
grando curiosidade de o saber.
Pola magia, meu filho.
Exploai-voa, aenhora, disae Carina, realituido pe-
la ndignacio ao aeu papel de observador.
Se esae conspirador quo eu quero designar, e
que V. mageslade j desiguou no intimo do aeu cora-
cao, tendo lodas aa suas bateras dispostas, estando
oerto do resultado, hoiivease conseguido esquivar-so,
ninguem tajaes huuvesso penetrado a causa doa aoffr-
nienlos do V. mageslode : mas feluruento, Sr., vosao
irraao velara ero vt.
, Que irnaiop perguntou Carlos.
Vosao irmao d'Aloneon.
Ah! sim, bo verdade; lempre roo esqueco que
tenho um irroio, murmurau elle oom amargo sorriso.
E vt diseis enlio, senhora.....
"~- lltii.^11 r*l*t.t F*rimi'n( nl.iln rBStCTbtl ** --
piraclo a V. mageslade. Mas o ni quanto alie, moco iuoi-
Calberina abaixoa liypocrilamente otolhoa.
Fi-lo prender, ao que me parece, e oomluiir i
ioiooiic. r.l. cscj>ui aro qoeatSo contluuuu o r";
elle enllo anda maia criminoso alo que en '
quo
lera
ppait?
Sents afobro quo voi devoraP perguntou Callie-
rina.
Por oerto, senhora, respoadeo Carlos franiiuduas
aobrancelhaa.
Senta o calor abrasador, que vos roe o confio
e aaenlranhaaP
Sim, senhora, reapondeo Carloa tornand-ie cada
ves maia carrancudo.
E aa agudas dorea de cabefo que voa pass.'io pe-
los olhos para ohegar ao cerebro, como nutras tanta)
settat?
Sim, airo, senhora; oh! que sinto comeffeto In-
do isso! Oh! sabis louil-i bean descrever o meo nial!
Pois bero I islo he routo liniplct, daae a Flonn-
lina; olhai.....
E lirou debaixo do oapole um objecto, que apreiento"
ao rei.
(Ceplinuar-f-ha.)


oit/icoemmiierioordia. quebe tosu a promana
do Ae quando voi procrame* em lempo opportuno,
no autiliai : Tmpon aceepto exaudtvt i* et n du
iLt'ulit aSiuvi te. .
Anudo Peroamboeanos:, lalimamo,eom lagrimal
de eompaisio. a affliccoet doa nowoa aemelbaptes, vic-
timai da presente colera do co justamente irritado
contra nos pelos nonos gravinimos peccadoi ; e, lasti-
mandooa icui oale, procaramoi, e anbelamoa ap-
plaear a divina indignacio para que ae guateaba
torr-nl da taca de la ira lobre ni entornada. E n>
verdadeeileidiaide retiro e Santa Musi iervirl.5pa
ra dispr 01 oonu racoe, coobecer as maiimas
eterna applica-lai aoi nosso costutne, e rennvtn-
do-eeeni nsoeipirilode piedade e devocio poder
::io pedir confiadamente a Dos, que te digne tor com-
piti e misericordia do seu povo: Partt, Domine ,
une populo i no. Mas be uito. que durante eitet dial
do Santa Minio procuieii arredar-ioa quanto posil
u'l voi for, d tumulto e doi negocio! ; poia que
, le a pena luipeoderdei por lio limitado tempo ai
tosas occupai'Cea e nio tardes como aquello tiomem,
que quer antea du Paical deiprezar o furor dai on-
das arrojar-ae por entre o Ierro e o fogo e correr
todos 01 paizes do que habitar coinsigo. Assim obra
u inucdo, que, sempre inquieto, e lemprn inquietador,
reolve-e n'um gyrode pena e prazere de traba-
Ihoi e desgoitoi levanla-o prona pela manbia ,
torre, lolioita, eacrere, argumenta, e toda esta vid
tumultula vem a.remaUr na magoa do ter perdido a
alma e o tempo. Ab Deieoganemo-nos Nos vive-
I mosem urna continuada contradiocio. A vida noi pa-
rece lio curta que a cada mSmento ooi queirtmoi
diiso e ignoramos como bavemoi de pnser 01 dia.
A ma duracio no opprime, dcsrjamot inoeiiantemente
cnvelbecer e quereriamoi lempre ler minceboi. Er-
rsntei sem ceir pelo futuro que nio he nono ja-
man gozamos do presente que 001 pertence. Auia-
nbaa luvemoi fazer urna couia,e nunca a filemos; sem-
pre o dia leguinte be que no ba de ter obrar eomo
se eilivessemoi legurot de cbegar a elle ; mat o dia de
amaobia tanto he como o de hontem, e o dia de hon-
lera eita man longede nos, que o aonu prximo, que
ba de vir. Cbegamoi do panado ao preiente de um modo
imperceplivel, comomuitobemdineDoileu; omomento,
em que fallo, j esta longede mim Ai borai nio iuo-
cedem aoi minuto tenio para fSrmar vcuoi que nos
fariio horror so rrflectisiemoi. Ab .' Vivemos no meio
dos relogios que noi aavertem, de todat a partes, da
nosia moitelidado e nio pensamos, que bem depre-
sa signatario o nosio ultimo instante. Neita incerteza,
poii, de vida em que para nada noi pr'uitio os praze-
re, ai riquezas aa honras, que o mundo nos oflerece ,
porque nio cuidaremos em fim no verdadeiro e nico
negocio da salvarlo de noiaai almae ? Quid prodett
homini, si mundum univrfsum lucretur, aninue ero
tuce detriminlum pajiatur ?
Para eite nico intereuante negocio, pois, vos convi-
damos e temos por bem emprebender esta (anta ta-
re fd de misnonar neita cidade ao metmo tempo nis
quiln freguezm; a uber: na de S. Antonio, nado
Kecife na da Boa-Viata e na de S. Jos em con-
formidade do comit que primeramente por su
pastoral, te dignou lazer-voi o Em, prelado dioceano,
esperando nos da votsa boa ndole, e religiosidade, que
nio sacceitareiicom praier estesnossos apostlicos tra-
ballioi mai tambem que em tudo corresponderis aoi
notioi pios intentos. Depositamos (oda a nona con-
funda na autoridadet civil e policiaea de que leremo
por ellas coadjuvedoi em tudo, que reipeitar ao bem e
boa ordem deita Santa Minio.
Dtrer-fSo da Sania Minti.
1. No dia 12 do andante mez, pelea 4 borai da tar-
do, eiperamos que se acharS nesla igreja do hospicio
dos capuchinhoi italianos i Rvm. vigarios da i men-
cionadas ijualro fregueiiu, com aa respectivas confranai
do Santiiiimo Sacramento, afim de awistiiem a aberlu-
ra geral da Santa Minio, e dahi acompaoharem ao ro-
vereodo misionario para a aua paroebia, onde logo co-
mecara a eiorcer o seu mioiiterio.
2.* Esperanto! tambem, que o superiores deditaa
confiaras telarlo a boa ordem da Miailo, prestando ao
reverendo, inmionario o autillos neceisarios, e con
vidaodo pessoit devola, nio l para a recitacio do
terco, como para outraa canloriaa, que na Minio h
uiio.
3. Imperamos maia, que o snesmoi Sn. providon
ciar6 separada entrada e sabida, assim doi bomeni e
mulheres, como i inleira divisas > e separado destes no
interior da igreja, ou no lugar da Minio. Evitaras lam-
Lem a entrada doi meninos.
4 Desdo ja rccomn.endamoi a todit ai lenborai
mulbere toda a compostura, decencia e modestia no
seus veitidoi.
5.* A'i 6 horai da tirde eomecari a reta do torco
A'i 6 boraa ler principio o calhecismo. Depon deste,
por um quarto de hora de intervallo, le cantarlo aa can-
tigas Nono Senhor Amado ou o Printo de Nona
.viihora. Seguir-ie-ha depoii o termio. tita ordem
sera guardada em todo o diaa depoi do primeiro M
aberlur da Minio. ,
G.' Quera quizer confeuar-ie com o reverendo par
dreida Penba podar dirigir-te ao metmo bolpicio des-
de ai 5 boraa da manbia at ao meio-dia.
7.' Declaramos, com a inteligencia do En*, prela
do diocesano, que o Santissimo padre Gregorio XVI,
nona instancia, se dignou conceder indulgencia plena
ra a iodo o fiel chriaieu, que .ti.li aiatau e no Oiei-
mo lempo ae conlesnr e commungar, cuja indulgencia,
com a benceo papal, aera no ultimo da dada pelo reve-
rendo miitionaiio.
8. Recomtnendamosa todaa aa familias, que empre-
guem a recitacio do rosario, ou terco de Nona Senho-
ra em todos o dial pelat 6 horas da manbia, como meio
tflicit para alcancarem a graca do arrepeodimenlo, e
ronversao dos peccadorea, por inlercessio da Mii das
Misericordias.
'' Ser louvavel, que, no supradito da 12 da aber-
tura da Santa Minio, lodoi os sinos delta cidade an-
nunciem cite acto lio religioso por um repique geral
as (res horai da tarde, e oa occaiiio em que proceuio-
nalmenle ae dirigiretn o minionarioi cada urna da
retpeelivaa parochiaa ; assim como, que, em cada dia so-
punte, por dobre doa mesmos linos, pela 4 huras e
nieia da larde, ae despertem oa povos a concorrerem ao
lugar da Minio.
10. O di! d Minio terio dez depois d* abertura
e no ultimo dia, alm da beocio papal, combinar le-
b urna procissio geral de penitencia, de loda a qua-
tro paroefaiai.
Fr. Placido da Minina,
Prefeito da Minio de Permmbueo.
Hospicio de Nosta Senbora da Penba, 7 de marco de
1846.
PI4BI0 DE PER SU BUCO.
Um eitrangeiro, cojo nome. nio obstante as indaga-
toes, a que temos procedido, aluda Dio podemos saber,
e que em a noute de 6 do correte dorma sobre urna daa
muralhas do caes do-Colleglo, eolio frequenUdo por
multa gente, cabio o'agoa, e quando dalll o tlrrio al-
gumaa pesioss ctrldoias, que logo em sea toecorro cor-
rerse-, Ji eitiva morto.
Ai clrcumitaoclat de ter sido o Iniellt soccorrldo Im-
medlalamente depois da queda, e de se achar a mat
baita, quando teve aquella lugar, nos leva aerar, que
nio morreo elle'afogado, mas ilm de algum ataque apo-
pltico.
O Tallecido tnjsva caifa e camfia brancas ; era multo
alvo ; e tlnba sufna mu esprssa e preta.
Um pobre moco, de nome Francisco de Paula dos
Santos Balalba, que, magro e macilento, com o dei-
goito naa laceieitampado, vagava pelairuas delta ci-
dade, faHeceo de repente, hontem a 1 '/ bota da tar-
de, em urna loja de rncdernacio, sita na praca da
Independencia, no occililo em que tnmava um puu
oo de soupa, com que o dono da mesma loja procurou
atten uar-lbe a fome, de que le diiia elle ralado.
=
COMWERCIO
Alfandega.
Rbni>iii rorro do du 7.................2:780*210
DetourregaO koje 9.
Brigue//me/ia lagedo.
Barca /7urlingoadoi de ferro.
PatachoC.-fY.-Aoetrimeresdoru.
BrigueEmpttxaidem.
IMPORTACO.
HELIO POLIS; brigue francei, vindo do Havre,
entrado no crrante mei a comignacao de Luir, liru
guire, maoifettou o seguiote :
230 barril e 50 meioa ditos manteiga, 1 caita telas,
1 dita lecidoi deiedielS, 2 ditas chapot deso, 40
dittt queijot, 1 dita suspensorios, 2 ditas chspoi, H
dilai papel, 2 ditat tnirroquint e beierroa, 1 dita cal-
cado, 1 dita bezerroa envernitadoi, 1 dita flores, 1 dita
tecido'de lia, 2 ditai scllini, 1 dita miudezat, calcado,
e vaaoi de louca; ao consignatario.
2 uonis vinuo m ubiiici.
1500 gigos batataa, ll caixai eooservn ; a La-
croi.
I caiza litros, a L. G Ferreira & C.
3 caixas luipcniorioi, eticado e perlumtriti, 1 lardo
tecidoi de lia, 4 caitas calcado, 1 dita tecidot de al-
godio, 1 dita luva emitnngas; a Cal Frrei.
195 barril e 40 meioi ditos manteiga, 10 ctias quei-
ot ; a ordem.
60 barrite 25 meoa ditos manteiga; a Ramot &
Silva.
160 barris e 40 meioi ditot manteiga; a N. O.
Bieber &C.
50 barril e 25 meioi ditot manteiga ; a J. J. Mon-
te i ro.
35 cettos vioho champagne; a Avrial Frrei.
I embrulho amostras e pspeii; a Didier Colombier
&C.
170 barril e 60 meiot ditot manteiga,20 caitas quei-
joi, 1 cardo luipenionos; a Bernardo Laserre di C,
1 caita lencos de algodio, 1 dita fitas, 1 dita e 2
fardo! tecidos de algodio, 1 fardo teoidoi de leda e al-
godio; a Kalkmann di Itosemmund.
100 birris e 27 meios diloi manteiga; a Mauver-
niy.
2 caiin litis de teda, 1 dita gravatai de seda, 3 di
lai tecidoi de algodio, 3 ditai sedas, 80 barril e 60
meios ditos manteiga ; a Scbeftithin di Tobler.
1 eaita cbapos ; a Lenoir Puget.
1 caita miudezatesedal, i dita eticado, filase miu-
dezat. 100 tinai bacalhao ; a H. St. Martin & C.
1 caita tuipensoiios, I dita e 3 firdoi tecidoi de al-
godio, 1 fardo pannoi, 1 embrulbo amostras; a Bull
A Chava non.
2 caitas velludos e tecidos de rads, 4 ditai e 1 bab
(ecidoi de algodio, 1 dita ditos de lia eieda, 1 dita
ditos de teda e algodio, 1 dita merinos; a Joio Keller
&C.
1 caita com um litro de arebitetura e dun colberes
de pedreiro; ao comul luino.
1 eaia com um arado, 1 dita lellini; a Ignacio de
Barro.
3oeisat livros; a A. F. Carneiro.
3 caitai drogat e urna boeeta pertencei para tenho-
ra; a Barlbolomeo Francitco de Souia.
1 caita variai fazenda; a Millocbau.
3 volumei quincallierias; a Le Bretn Schramm.
2 eaitai acido sulfrico, i dita fraseos e potes vaiioi,
2 ditas apperelhosobimicoi.e drogas, 1 dita nitrato de
amoniaco. 1 dita peneirai; a J. Saum.
2 caixas tecidos de lia e algodio ; a Rieb. Boyle
&C.
1 caia fitas de leda e de algodio; a Cenr Kruger.
42 ceito vioho champagne; a Ury.

n. a arroba, o o malcarado dito de 2j200
a 31650 ri. a dita; e o maicivado embar-
"'cado de 1 700 a 1 750 rs a arroba.
AlgodioPequea entrada, e vendav 5i r. a arroba
de primeria lorie, e 4#500 rs. a de se-
gunda.
Couros Ha abundaneia, e lio oferecidos de 180 a
125 rt. a libra.
Azeile doce He olerecido a 2# rs. o galio.
Dito de peixe Vendeo-ie a 800 ri. o dito.
Baoalho Nio ba.
Carne secci Com dous earragaraenlos entrados etta
(emana, o depotito he de 19.000 arroba,
sendo aivendn regulare de 3j200 a3j8O0
rs. a arroba.
Dita ulgada Vendeo-ie a21*000rs. o bsrril di de,
vieei.
Farioht de trigo Entrou um eirregameoto doi Es-
ttdos-Unidoi, com o qutl odepoiito em
primeira mo he d 3.300 barricas, ten-
do-ie vendido do 18*500 a 21,i' n. a ime-
ricana, e a 21* rs. a de Trieste SSSF.
Dita de mandioca Entrou um pequeo oarregamen-
to, que foi tendido a 4*600 ri. o alqueire.
Manteiga Veodeo-se a 580 rs. a libra da iogleza, e
de 480 a 520 rs. a francita.
Velai de eipermacete dem de 760 a 780 ra. a libra.
Entrarlo depois da nona ultima reviata 17 embarca-
r/Oes, e uhirio 9, exiitiodo boje no porto 67 : sendo 3
americanas; 1 auitriaca, 31 brasileirsa, 4 dinamarque-
tat, 1 franceza, 2 beipanbolai, 4 inglesas, 1 napolita-
na, 1 oorueguense, 6 portugueist, 9 ardas e 4 suecas.
llovniciiio do Porto.
Nr.viot tntradot ao da 7.
Rio-Grande-do-Sul; 18 diai, birct brnileira Gener-
lo, eapitSo Jos de Oliveira e Souia, equipagem 20
carga carne ; a Amorim Irmioi.
Ilha-d'AnumprJo ; 9 dia barca inglesa tlita-
Johnton. de 206 tonelada, capillo \V.m Donaldson,
equipagem 13, em ltiro; a Jubntton Pater & Com-
panbia.
Aavioi eahidos no metmo dia.
Par! pelo Au ; brigue brasileiro Boa-Fiagem, capi-
llo Antonio Ferreira Nunei, carga varios gneros
Pisugeiroi brasileiros, Antonio Ferreira das Nevos
Jos Huirle de Atevedoe 1 escrtvo.
Araeaty ; patacho braiileiro Corrio-ri-Pr/iam4uco,
capitio Antonio Jos de Abreo, carga farinha e niel
'Paiiageirns, Antonio Ferreira da Silva, Juliio Fer-
reira da Silva, Brasileiros.
Rio-Grande-do-Sul ; brigue brasilero Independenle,
capillo Fluctuoso Jos Pereira Dulra, carga aal e as
*> aucar. Passageiros, Jos Narciio Alve, Portuguez
Jos Funcisco Ma ruede de Almeida, com la lamilla
Braiileiro ; Luii Filippe Pereira de Dos e 33 es-
cravot a entregar.
IVavioi entrados no dia 8.
An ; 7 dial, brigue brasileiro Novo-Lobo, capitio Jo-
s Alves, equipagem 12, carga sal, sola, cera e car-
nauba : a Manoel Ignacio de Oliveira. Panageira,
Mara Franciica do Carmo, e 24 escravos a entregar.
Rio-Grande-do-Sul; 39 dial, brigue brasileiro Serta-
rio, de 223 tonelada!, capitio Acicio Jos doi Sao-
toa equipagem 14 carga carne ; a Naicimenlo
Schiefler.
Sidney ; tl7dias, brigue inglez Munroe, do 225 to-
nelada!, capitio Mardoo Balfour, carga lia e cobre;
ao capillo.
A'at'ifli sahidoe no metmo dia,
Hemburgo ; brigue inglez Mary-IIounieU, pillo
* Ji mea Paine, carga anucir.
Rio-Grande-do-Sul; brigue brasileiro Felis-Unio,
capitio Francitco da Silva Molla, carga sal, nucir
e sgo'ardente. Paisageiro, Gaspar da Silva Fn es, e
4 eicravoi a entregar.
S.-Matheus; patacho braaileiro amazona, capillo Jo-
te da Silva Noves, em lastro. ^^____
os leui consignatario Francitco Severiano Rabello &
Filho, no largo da AnernLla.
Para o Araeaty sahe, com a maior brevidade.pot-
livel o ftrigue-escuna Aguia : para rarga trata-je
com NovatsACompanhia, na ra do Trapiche, o. 34,
leaundo andar.
Par Liiboi partir, at o dia 20 do correle, o
brigue portuguez Tarujo II capillo Severiano An-
tonio do Almeida ; para carga a frete ou panageiros
oflerece excollentet commodos : o prelendentcs tra-
ten) com os consignatarios Firmino Jos Felit da Roza
& Irmio, ra du Vigario, n. 23, oucom o capitio.
Leudes.
= Lei
Declaraga.
n Fat-se sabor aoi subditos brittnnicos residente!
em Pernambuco, que no dia lexta-feira, 13 do cor-
rete, lera lugar neste consulado, ra da Cruz.ao melo-
da, o ajuntamento para o lini deiignadoi no acto Geo
IV. Cap. 87.
Comulado brilannico, de marco de 1846.
A, A. Coteper,
Cnsul.
THEATRO PUBLICO.
- A compinbia italiana tranifere para depon dn
malicies a rneimi funcrlo lyrica do 1 ', 2." e 4* aclo
do Ernini, com ai mutilacdei, ja annunciada, dol pe-
dacos, que menoi brilblrlo no primeiro e legundo
aclo ( poiique o quirto Seto lera inteiro ); lubitiluin-
do-os pelo lindiisimo terceiro acto da Lucia de Larn-
mermoor.
Avisos martimos.
Consulado.
BENDIMIirToV) DIA 7.
Geral............................ 2:564*636
Provincial.......................... 1:164*406
3:729*122
PRACA DO RECIFE. 7 DE MARCO DE 1846,
AS TRES HORAS DA TARDE.
ni VIST \ SEMANAL.
Cambio! Houverio iransaccei durante a temanaa
27, 26 ', e 36 d. p. I rs,, bavendo no
cadores ultima quotacio.
Anucar Ai entradas forio regulares e houverio
tendal a 11200 rs. por arroba lobre o fer-
ro do brinco enditado, a de 1* a 1*100
n. a dita do dito mascavido : o branco
embarricado veodeo-se de 2*200 a 2*700
Pira Genova tahira com brevidade a muito
veleira barca tarda Btfronie de que be capillo Gae-
laoo Gszzolo por ter j melsde de sus csrga promp-
ta : quem quizer earregar, oa ir de pimgem para o
quetem muito bonicommJo dirija- le l leu con-
signatario Jos Saporiti na ra do Trapiche n. 34 ,
terceiro andar.
=0 biate Anderinna de 71 / toaelsdas, forrado
de cobre e ftbricado de novo, segu viageai para a
Babia at o dia l.'i do oorrenle; recebe carga o passa-
geiros a frele e tambem le freta em globo: a fallar
com Jos Antonio de Magalbie Basto, ou na ruado
Vigsiio, n. 5,
- Para o Acarac, com escala pelo Cear, legue
at o dia 20 do corrente o patacho Emul.icdo ; re-
cebe carga e passageiros : o pretendeotei dirijio-sea
bordo do mesmo uu ao eicriptono de Manoel Goo-
calve di S'lva na ra da Cadeia do Recife.
O brigue brasileiro Empreza, de que be capitio
Francitco Ferreira Borgo, lendochegado de Lisboa,
deveri partir para o Ceara em poucoa da: quem qui-l i !?_',..?_ j_ D *n e n.
zerc.rr.gtr o reto d. car u. ll.. f.H. ou ir de KeL,ff > rmazem de Bacellar, a falla
panigem, enteodaie com o referido capitio, oa cota | com J. lUdrceino da ttosa.
o que faz Joaquim da Silva Lopes, de urna
porcio de caitai e meiai nuartas de caitn com panas
quaita-feira 11 do correle, as 10 boraids manbia.
no caei da Alfandega.
= James Crabtree 4 Companhia fario leilio, por
ntervenclb do correlor Oliveira de um porfeito lor-
timento de fazenda ingieras, todat propria do mer-
cado : qusrla-fera 11 do corrent- ai 10 hora da
manbia no aeu armnem ra da Cruz.
= Hoja, 9 do crranle pelai 10 hora, e far lei-
liodaarmaeiodaloja n. 2, da ra Direita do falli-
do Joaquim dns Santos Atevedo.
,1 visos diversos.
= Oiiotn quiercomprtr, pormui btrato preco, urna
porcio de Itgesda melhor pedra do pait, lodn do met-
mo tamanho, leitn com a maior perfeicio, dirija-so a
typograpbia deste Diario, ou annuncie para ser procu-
rado.
Agencia de passaportcs.
Na roa do Collegio,botica n. lO.eno Altorro-da-
Roa-Vista loja n. 48, tirao-se paisaportei para dentro a
forado imperio,anim como deipacbao-seeicravoi:tudo
com brevidade.
= Qum tiver urna preta que niba engommare
cotiobaro diario de umt caa, e a queira alugar di-
rija-ie a ra do Hospicio n. 44, ou annuncie.
= Offcrece-se urna .criada para o lervico de urna
caa etcepto engommar: quem de leu preitimo le
quizer utilisar dirija-se a ra Relia, n. 20.
= Aluga-ie o segundo andar da casa alri da ma-
triz da Boa-V isla n. 26, com muitoi commodoi,
grande solio, muilo Iresc pintado de novo i a tra-
tar na mesma rus n. 22.
*= Na ra da Ladeia, n. 45, deieja-ie saber senesta
prica otiste Francisco Moreira de Souza Meirelles; ou
quem do mesmo souher faia o favor de dar nolicut.
=JosSoeres do Azevedo, professor de lingo fran-
ceza no lyceo teai aberto em sua casa, ra esireita do
Roierio n. 30 terceiro andar um curso de geo-
graphia eoulrode lingoa Irancera. A pessoas, que
desejsram seguir una ou outra destaa disciplina po-
dem dirigir-so 6 indicada residencia de manbia at
a 10 horas e de tardo dai 3 em dianle.
Precisa-so de urna ama de leite que seja deiim-
pedida esem lilho, oquesaiba bem tratar de crian-
c.ai: na risa dai Cruzei, n. 22, segundo andar,
Der-eja-se fallar, neita prac,a,com o Sr. Manoel
Antonio Barbota que foi nioiBdor na cidade dn AI a -
gai, viuvo de Francisca das Cbagas; a pessoa, quo
dellesouber ou quo laca auas v./es dirija-se a ra
do Livramenio casa do Sr. Joio da Silveira Borges ,
procurador de cautas, que abi acbarl peisoa que Ibe
deieja fallara negocio do seu inleresie
Joo Nepomuceno Barrozo, procurador da caa
de seu sogro Francisco da Silva, faz sciente a (oda as
pessoas que tiverio transaccei e negocio particulares
com o leu finado cunbado Francisco daSilva Jnior, e a
quem eilejio a Jever ou de quem se julguem credo-
re, enteodo-se rom o annuncianto, que ae acha
aulurisado para receber e pagar os creditoi e debito
daquelle finado sendo que sejao os ltimos legalmen-
(e provado.
O general Antonio Correia Sera, commandan-
le das arma, habita a casa n. o, aa ra Nova.
= Aluga so um sitio na estrada de S. Amaro para
Belem pastando a ponte primeiro porlio do lado
direito, com una etcellente casas1 em que podem morar
3 lamillas bastantes arvoredot de frutto, pulo pira 8
vacen de leite baita para cupim 3 viveiroi, e Ierra
para plantar : a tratar no mesmo litio ou oa ra do
Livramenio loja de latoeiro o. 28.
Pan ae rer onder com ezacelo a porgela que
hontem se fez por eite Diario n. 52 tobre a caa o.
52 da roa do Padre Floi iinno tambem le deieja sa-
ber, quen. tinha esta mesma no annoi de 1823 a
1825 e s quem ella perlencia nene tempo.
s- O abono issignado doulor em medicina pela
faeuldadeda Baha, lem a honra deoflerecer leu pres-
umo medie*) o tespeitavel publico desta provincia ,
offerecendo-ie igualmente a receitar gralie as pessoas
desvalidas, duransteo espaco das 6 as 9 horas da ma-
nbia, em casa do sua residencia, uo primeiro andar
doiobrado n. 33 na ra do Livramenio.
Candido (ont.alvet da Rocha.
Lotera de S. Pedro Martyr
de Olinda.
Contina a estar venda as lojos de
camliioidos Srs. Vieira, c Manoel Gomes,
no bairro do Uecife e no do Sanio An-
tonio, aas lojas dos Srs. Menezes, na ra
de Collegio, e Gusmo na rua doQueima-
do, e as boticas dos Srs. Moreira Mar-
ques, e Cbagas, o resto dos bilhetes desta
lotera, cujas rodas lero o seu infallivel
andamento no dia 17 do corrente mez.
__ Aluga-se o segundo andar da casa
n. ao da rua Direita, com boa vista, e
bons commodos ; assim como o primeiro
andar do sobrado da rua da Senzalla-Ve-
Iha, junto ao Sr. Lasserre, muito fresco,
e com bons commodos: a tratar na rua
do Collegio, segundo andar, n. l4> ou no
r



AO PUBLICO.
J. Keller & Companbia, notando nos annuncioi do
Sr. Vicente Jos do Brito tim cowelho ao publico ,
para que n3o confunda sa piiulai, que vende, com ai
que os annunciantes vendern, envoltas em papel, e ad-
iadas com lacre preto, por autoriaco doi nicos agen-
tes do doutor Brandreth, no Rio-de-Janeiro respon-
den! ao mcsmo Sr. agradeccndo-lhe lio leal $ franca
ditinccio ; pois que o publico delta provincia por
longa experiencia conbeco.nao l a rflicacia das pirulas,
que os annunciantes vendem maa tambem a sua ver-
dadera origem. Todava, para maior tranquillidade do
publico, rogamos aoSr. Vicente Jos de Ilrito, bajada
patantear, em que comiste a differenca.pela qual cons-
titueassuai piiulai as unica verdadeiras. Pela nossa
parte diremos, que be geralmente sabido que o mo-
nopolio da venda deitai piiulai no imperio oi con-
tratado pelo proprio doutor Brandreth comoaSn. Bap-
tista & Yales do Rio-de-Janeiro por onde eitei
obliverio o6or os nicos autoriados a veode-lai em
todo o Brasil.
As pilulas, quo o Sr. Vicente Jos de Brito, vende sio
as nicas vcrdadeiras I Todava o Sr. Brito pode aue-
gurarisso com tanta iciencia, que, reiidindo o doutor
Brandreth em New-York elle mcsmo confetis rece
bo-laide Boiton Ser o remetiente algum botica
mu ou agente do mesmo doutor naquella crdade ?...
Bcfli'xione o publico.
=s Alup,io-se os terceiro e quarto andares do sobra-
do da ra do Amorim n. IB, forrados de pipel e no
melhor asscio com parte da mobiha que os decora ;
a qual tambem se vender ; assim como alugio-se ose-
gundo andar do sobrado da ra do Livramento, n 56,
e as casas terreas becco do Marisco n. 26. e traves-
a do Palacclo ns 2 e 4 : a tratar na ra do Amorim,
n. 15.
Um rapaz porluguez ib oflerece para caixeiro de
I I i de luzendaa ou d miudeaa poii tem pratica
de una e do outra cousa ou para caiieiro de ra de
qualquer negocio ; escrevo soflrivelmente e d Hador
sua conducta : quem de seu prestimo se quier uti-
liiar, dirlji-sc a ra da Cruz, no Recifc, n. 43, ou an-
nuucio por esta folha.
Hoga-se a possoa que por engao tirou urna
carta do corroio vinda de Lisboa para Francisco An-
tonio Marques o obsequio d a entregar anda mei-
ino aborta na ruada Cadeia do Recifs loj de fa-
zcnda n. 33.
= OlTcrece-se urna petsoa para ama de casa, que
cozinba, e engomma com perfeicio : quem de leu pres-
timo se quizer utiliiar dirija-ae a ra da Praa do
Caldeireiro n. 11. Na mesma casa engomma-se pira
lora.
es Desappareceo no da 7 do crrante da ra das
Collegio, da venda da Jofio Jacintho Moreira um ca-
vallo rodado claro dinas o cauda pretal, com caoga-
Iba o um courodo carga ; a pesioa qun o acbar,
dirija-sn n mesma vunda n 16, que ser recompensado
de :eu Irabalho ou annunrie por ella lolha.
= Prccisa-se alugir um litio perto da praca com
boa casa lie vivenda ; e tambem um moleque para o
servico de cosa : na ra do Trapiche-Novo n 10.
= Quuin precisar de um homem com pratica de
administrador do engenbo sendo para a provincia do
Maranhin dinja-se a ra de Praa serrara de Sil-
va Cardial.
4
Crespo ou com o Gaimarlai, que foi do sollo di
ra do Hospicio aonde te ach a chave.
= Jos Soires Piolo Correia mudou a sua vendada
cise n. 68 para a de n. 60. .
= Engaja-se um corneta para o primoiro batalbio
deguarda nacional do municipio doRecie; a peuoa,
que semelhante eogajamento quizer fazer, comparec na
ra do Collegio o. 8. ?
Compras.
= Compra-se um eieravo pedreiro preto de 20
a 30 annoi, que soja fadio e sem deleito pbyiico; na
ra de Apollo n. 18.
i Compra-te em segunda mi historia de
Ioglalerra em inglet por Goldimith ; neita typogri-
phia as dir quem pretende.
Compra-se cobre virilha-funda,
por metade do seu antigo valor : na ra
do Queimado, loja de tniudezas n. 16.
Compra-ieum pardo, de 16 a 18 annoi, de
bonita figura que airva para pagetn ; no trapiche
da Companbia.
Compra-ie urna can terrea em cbJoi proprioi,
em Olicda lando naa ruai leguintea : Aljube Qoa-
tro-Cantoi, Amparo, S. Juao, Misericordia; nSo eica-
dendo seu valor de 200i a 250 ra. : quem tiver, an-
nuncie.
= Compro-io escraroi de amboi o sexoi; sendo
de 12 a 20 annoi, e de bonitaa figuras, pago-se
bom : ni ra Nova, loja de ferrigeni, n. 16.
Vendas.
dous mocos que tabem
um de idade de 14 annoi,
Iba de S. Miguel para
Praia serrara de Sillva
= Olli-roco-so um ou
bom ler, escrever o contar ,
c oulro di; 16 chegados da
loja de fazendas ; na ra da
Cardial.
Precisa-so do um menino do 10 a 12 annos, para
una casa de negocio lora desta praQa para estar com
oulro : quem eitiver noilas circumitanciu dirija-so
ra da Praia n. 62.
Os Sr*. JosSoareida Silva Pimental Manoel
Pacheco de Mello Mara da Conceicao Costa teem
< artas, vindas da ilba de S. Miguel, e Macei na ra
(lo Vigario, n. 13, primeiro andar.
Quem quizer comprar um palanquim em bom
estado, procuro no pateo do Paraizo, |unto refinicao,
casa de 5 portas pintada de verde.
Charlea Roope & Companhia mudrio o leu cs-
criplorio para o segando andar da ra do Trapiche-No-
vo, n. 16.
Oflircce-se, para caixeiro do escriptorio arma-
mu ou ra um mogo de idade de 22 annos, na-
tural iln Maranbao de reconbecida probidade e bas-
tante inli IIgente para qualquer empego de cripta, e
que di fiador a sua conducta ; quem de seu prestimo
ae. quizor utilisar dirjase a ra larga do lio/ario ,
n. 18.
= Manoel Pereira da Silva, chegado, ha pouco ,
cesta praca dedicase a ensinar msica e tocar flauta,
e tambem a copiar msica, por preco commodo : quem
pretender, dirija-se a ra di Florentina,, n. 6.
Manoel Alves da Coila morador na ra da
Senzalla-Nova n. 1, faz saber ao reipeitavel publico ,
que, por baver outro de igual nome, de hoja em dian-
te se assigna Manoel Alvea da Costa Pereira.
Aluga-se o terceiro andar do sobrado n. 9 da
ra do Queimado : a tratar na loja do uieimo sobrada.
=Alugio-se duas casas terreas na travesa da Con-
cordia, por detrs do convento do Carmo, com duas
salase tres camarinhas cada urna, o quintal ; quem
as pretender, dirija-se a ra estreita do Rozario, n.
46, na venda.
=Aluga se urna caa em Fra-de-Portss, n. 120,
onde teve acouguo rsula Mana do Naicimento, e ven-
dem-se oa pertences do mesmo agouguo, prompto, sem
que nada falte ao 'referido talbo : a tratar na ra da
Guia, o. 74.
=Aluga-se um preto, que enleode bom de padaria,
refinacio, soccar assucar, possante, e bem desembar-
celo no servico; quem pretender annuncie.
= Precita se de urna ama de leite que saja vac
cinada para urna changa que est de bezigai : na
ra do Rangel, n. 36.
= Da-se dinbeiro a premio com penhore de ouro
c prata .-abatcm-ic ordenados, e toldos com clausulas;
na ra da Praia n. 22 ou na ra do Rangel n. 37.
- Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra es-
treita do Rozario por 1 O rs. mennei : a tratar na
ra do Nogueira, n. 27.
Aluga-se urna casa terrea por detras da ra da
Aurora com 4 quartos, duas salas, gabinete, quin-
tal murado com cacimba de boa agoa cozinba lora :
= Vcndc-su urna mesa rodonda de Jacaranda ; na
ra da Penba n. 7.
Vende-te urna preta de naci para todo o ser-
vico ; na ra estreita do Bozario n. 21.
= Vendem-ie barra com cal virgem de Lisboa, a
\i rs. o barril; potassa nova em barris pequeos: na
ra de Apollo armasem s. 18.
= Vende-te um bonitocavallo melado, de clinat
pretal bom paueiro carregador baixo e meio ; um
seliim ingle/ e mais arreios, com muito pouco uso : na
ra do Crespo, n. 11. ,
= Vendem-se 60 barril pequeos de mel; na pren-
sa do Mendonca.
= Vcnde-ie um relogio de ouro : na ra da Cruz,
n. 26 venda de Luis Joi de Si Araujo.
Vendem-io e alugaO-se bichas de Hamburgo mais
barato do que em outra qualquer parte; na travesa da
ra do Vigario n. 1, loja de barbeiro.
Vende-so urna vacca muito gorda e muito boa
de leite por preco commodo ; em S. Anna sitio
defroate da venda do Sr. Ncolio.
= Vende-so AZGITE DOCE muito superior
tm garraoes de 23 garrafas ; e AZE1TE DE COCO ,
ai canada; nos armazens de deposito de azeite de car-
rapato, na ra da Senzalla-Velha o. 110: aonde
tambem te vendem alguna cascoi vatios de aseite ar-
queados de Ierro.
= Vende-ie um moinbo grande de moer caf; 1
torrador; urna batanea grande com 6 arrobas de
pesos; um balcio ; 2 taixos novos; ludo junto, ou
separado por preco commodo : no Aterro-da-Boa-
Vista n. 21.
=Vendem-se varios escravos do 14 a 28 annoi;
atrada matriz de S. Antonio n. 16, primeiro andar.
Vende-se um prelo oflicial de sapateiro do 32 a
33 annos; na ra Real, ao virar para a ra de Henri-
que Das, n. 15, te dir o motivo da venda, ou'na
ra do Amorim n. 41, a fallar com Manoel Riboiro da
Fonteca Braga.
Vende se urna boa cscrava lidia com habili-
dades propria para ama de casa de homem solleiro ;
um moleque de 10 annos; tudo em cunta : na ra
larga do Rozario venda n. 37.
\ ende-se urna padaria em muito bom lugar de ne-
gocio prompta de todos os preparoi e utensilios qua-
si novos, com commodos na metma para moradia a
dinbeiro ou a prazo : a tratar na ra da Guia, n. 7.
= Vende se, com meio eitio, um tranceln) com
cadeia para relogio; umalfinetede peilo com dia-
mante; umboliode abertura, com diamante; um
annelio tambem com diamante : na ra do Queimado,,
o. 37, se dir quem vende.
= Vendem-se 3 escravas de naci, mocas, de bo-
nitas figuria ptimas quitandeirat e propriai pin to-
do o servico ; um mulatinho de 17 annoi, ptimo
para pagem ; um oscravo de oacio muito possante ,
de 30 annoi, bom serrador: na ra dai Cruzei, o.
22, segundo andar.
MUITO BARATO.
Vcndc-se um pequeo sitio a margem do Capi-
barbe com casa de vivenda coqueiroi e terri para
plaotar ilgumi coust, agoa da beber muito Iresco e
alegre, com estrada pela Passagem c pelos Afogados;
as mais proporedes se dirao ao comprador : oa ra de
Agoas-Verdes, o. 21.
Potassa americana.
Vende-se a 240 rs. a libra da melbor e mais no-
va que existe oeste mercado ; no rmatelo do 13ra-
guex ao p do arco ds Concedi ou a tratar com J.
J. Tatso Jnior.
No armazem do Braguei ao p do arco da Con-
cedi vendem-se boas batatas das ilbas 1800 rs. a
arroba.
= Vendem-se dous bonitos pardos para pigens; 4
pretos, encllenles eteravot e bonitos; um cibrinba ,
de 10 annos ; urna preta de bonita figura cose lava
e cozinba o diario de urna casa ; vendem-se todos en
conla : na ra da Cruz, o. 3.
Vende-se muito superior potassa
da liussia, em barris pequeos, peto m-
dico pceo de a4 ris a libra : na ra do
Trapiche armazem de Jos Teixeira
Basto.
= Vende-se mel de abelha, muito superior ; na
trivessi do Arsenal n. 6.
= Vendem-se siccas de (arinba lina e entre-fini,
por preco barato ; no armazem do Baltar g Oliveira ,
na ra da Cideii do Becife n. 12.
Vende-se, aiodi, a vida de S. Francitco Xavier,
estio novos e dio-se mais em tonta do que as mais ve-
jes que le tem tnnunciado a 2 rt. cada tomo: Dio
ha eouta maii birita : ni traveasa da Madro-de-De ,s,
n. 9.
Vende-se a mais superior sarja
larga hespanhola, lsde linho pre-
tos muito superiores, lencos de se-
da de cores muito bons, pelo bara-
to preco de i i ao, e outras militas
fazendas, por preco mais em conta
que em outra qualquer parte : na
pracinha do Livramento, boje ra
do Queimado, na segunda loja por
baixo do sobrado grande de tres
andares, n. 4^-
tratar com Uento Jos da Silva Magalblet, na rui d|- ; dltae Vi. Bartholomeo dos Martyres, 5 y.;
Y ende-se urna preta de uacao
Benguella, anda moca, quecozinha, co-
se, lava, engomma, muito fiel, nao be-
be ; o motivo da venda, se dir ao com-
prador : na ra do Gabug, loja de tniu-
dezas n. i D.
= Vende-so por commodo preco um lindo lo-
go de gamio novo com liblas e copel de marfim
na ra Nova n. 40, das 6 as 9 boras da manbia, e
das 4 as 6 da larde.
= Vende-se cera em velas do Rio-de-Janeiro de
muito bom tortimento oiiit barato que em outn
qualquer parte ; larinbade anruU, a 200 rs. a libra;
cerveja superior, a360rs. agarrafa: na venda nova
n. 9, delronte do Passeio.
-e Vendem-se brini de cores muito fortes, i 400
o480 rs. ; dito brinco, delislias, a 240rs. ; lia pa-
ra calcas, do melhor gosto pelo baratissimo preco de
480 rs. o covado ; cortes da cissi com 8 jardas cada
um a 2200 o 4000 n.; lencos de casia pintada e com
cercaduras, a 240 e 320 rs.; esguiio de puro linbo a
1000, 1100 e 1200 rs. ; chitas lortidu, etcurss e
brancas, a 160 rs. o corado ; algodo do listris tran-
cadas americano, muito forte proprio para calcas e
camin de pretos, pelo bom prego de 240 rs. o covado :
no Aterro-da-Boa-Vista, loja o. 14.
= Vende-se sal do Asiu ; bordo do patacho Con-
ctelo fundeado defronte do trapiche novo, ou a
tratar com Firmino Jos Flix da Boza & Irmio na
ra do Vigario n. 23, segundo andar ; assim como
firelo de Litboi a 1280 rs. a arroba no caes da Al-
fandega, armazem de Francisco Dias Fcrreira.
= Em casa de Fernsndo do Lucca na ra do Tra-
piche n. 34 vendem-se charutos de regala de
superior qualidade ltimamente chegados da Babia ;
ditos de Manilba em porco e a relalbo.
=Vendemse ricos corles de veitido de fizendi in-
diana imitando teda, o mait tuperior que tem ippa-
recido tinto pelot bonitoi pedrOet como pela cre
fizas e pela muita duraco teu diminuto preco be
do 3000 n. cada corle ; mantas de seda para senbora,
ai mais superiores, que teem apparecido pelo barato
preco de 3000 a 12f n. cada urna ; sarja de teda pre-
ta para vellidos, H40 rt. ocovido; dita betpanho-
la larga e muito superior a 2600 rt. o covido
meiat de teda de peso, brancase pretos, a 3000 ra. o
pir ; ditai pretat para bomem, a 2f rt. o pir; ditai de
aIgodlo pretal para homem imitando seda a 320
rs. o par; meias de linbo para homem muito linn ,
i 600 n. o pir ; luvn pretis tem dedos is uiiu tu-
periore que ba, a 1000 rt. o par; caiimiru para cal-
cas a 1000 ri. o covado ; dita elstica muito lupe-
rior e de duas larguras 4200 rs. o covido ; cissa-
chitai pin vellido a 3 rt. o corte ; cambraiai; pa-
risienset ; cbitn (rancezat, largat e ettreiai para
vestidos ; tudo por preco muito barato ; auirn como
um bom lorlimentode lizenda para calcas, e outra
muitai fazenda por prego muito em conta : na ra do
Crespo, loja nova, o. 12, deJoi Joaquina da Silva
Maia.
= Vende-se superior larinba do Maranhio a 80
rs. a libra e sendo de 8 libras para cima a 2/rs. a
arroba ; na travesa do Queihiado venda n. 3.
= Vende-se um cotmorama e um livro intitulado
= Missa da Formiga = ; na ra larga do Rozario ,
n. 22, antigamente ra dos Quarteis.
= Vendem-se somentes de hortaltca de todas ai
qualidadet, muito novn chcgada prximamente do
Porlo na ra estreita do Bozario venda o. 8.
sa. Vende-te um moleque de afio, de 18 a 19
nnot, tem viciot nem achaques e de bonita figura ;
ra Velha n. 102.
= Vendem-se doui moleques, de 16 annos, com
bonitas figuras, ambol do servico de esmpo ; um pir-
do bom carreiro ; 6 escravos, com bastante pratica de
lervico de campo ; urna escrava de 22 annoi, cozi-
nba bem e lava ; urna pardi, ptima para ama de urna
cata : na ra Oireita, o. 3.
MUITO BARATO !
No Aurro-da-Bot- Villa o, 10 ,
vende-te tir|a de seda hetpauuia uiitc ppenoi i
2000 ra. ; groa de aples preto para vellido de tenbo-
ra pelo barato preco de 800 rs. o covado; merino
preto superfino a 4# -. ; franklim preto com 7
p-! quadrose lnlrai, oisflivboa fizendi e, de lindos pa-
droes, a 460 rs. o covado ; brins de linho com lis-
tras de cores, e muito fortes, a 320 e 400 n. e tam-
bem blanco a 240 n. o covado ; ricos cortes de chi-
ta a turca a 3800 rs. ; chitas fioissimas de padroas
chinezea a 2S0 n.o covado; ditas rouxat avelludi-
das, a 200 rs. ; e oulris de varios padrOes e cre fi-
las, a 180, 160 e 140 rs. o covado ; meias da seda
preti para homem muito superiores l rs. o pir;
esguioesdos mis Gnos e luperi ro em qualidade,
oplinos para peitoi de camiai, a 1000 e 1600 ri. a va-
ri; rica platilbii de linho puro e muito fins, a 64J)
rs. i vara ; e oulras muitai fazendas por preco maii
commodo do que em outn qualquer parte.
Vendem-se rico cortes de lanzipha a polka : na
de dade de 18 annos, com habilidades ; o mofl,0
venda se dir ao comprador: na ra estreita do fio? 'i
rio n. 31 primeiro andar.
= Vende-se um moleque de idade da 14 ,n.
ponco mais ou menos ; um dito do 8 annoi; umi > '
grinha tambem de 8 annoi, aadios, de bonitu fit
m,e livreide vicios: na ra daCadeia-Velba, n, 3n
= Vendem-ae os escravos segunle, ehee.ad0,pr
ximamente do Aracaty : 3 pretas d bonita figu|
com habilidades de idade de 20 annos ; um moleau.
delSinnoi; urna negrinha de 12 annoi; Ui ,
brinhc, de 9 annos ; urna parda de 30 annoi, (()
habilidadea, com2filboi, tendo um bonito m'uUh
nao claro de 6 annoi e urna mulatinba de 8 a
noa ; todos por proco commodo, pin liqaidiclo
toa da Crui, n. 31. ^^ "
Casa da F,
Na ra estreita do Rozario, n. 43.
Neite eitabelecimento continua-te com a t*ni
dai cautelat da lotera de S. Pedro Martyr de Olind >
cujn rodal devem correr no da 17 do corrento inf,|'
livelmente, le te venderem todot 01 bilhatei, queen
tem. A ella para oio baver motivo de e n)Bjir"
dia.
Vonde-te urna preta de bonita ligara, de dl(j,
de 25 annos ; engomma perfeitamente cozinhi ( i
vi de virrella : na ra da Aurora cata terrea,, y,
= Vende-te urna caa grande e com bom coramodoi
quintal bastante grande, e com varioi arvoredoi, m
ra da Concedi n.' 14 : a tratar na dita casa.
Tivoily da ra do Crespo.
'sj |jui ejes e tpes joiiadns ap amq moa un,-.
o 'Si soiuaqainb o |ui oao3 i opaiop |05 ap.'
-sip ouioo sspuaztj sojinm cuino o '. saajou u^',
' ipos t oposiiui! io5u3| mssj i -sj iojumoiio j
|iiu snop 8 ipui||oq flaca |9dad s9|u|o tsqpn?
odia iipooj i80|g issjoaisivpoiapiEjjji, :!c
-Jpoiu 'ui|ias ap sujuiuj sioq sapapqinb uupo] gp
soiu8| o sojiqa op oaaunjjosiuoq tnn '. optios ouii
-id a sosjn) lopistu a s8jB|saz33ujjj8)|ip :u(Jt[
-os o tueiuM stop 'zejptx ep sezosuijj enxip M,u,
siou sojnssa saQjpad uos sopiae)' soji| sopen i
'. palos o i3i|id ijaui b oqs(] op ojiaqoy apiepijj
! opimo o soiiid ojjinb o>ji ep louind cuno M
-ejd izoDuud opatoso sisiisd oouis t iBsitas-ajqoi
o II3IH3 uid ijjdojd oiinm isad|i opoo o 'u |im
zbjj i un8ji| ep sooj|id utos osjd r/oustn opoiu
-moa o5wd jod 'aoq ojinu 's|oqaedsaii ijip opeiw
sj ||ui inop t toqicj me wpsauqij sejajd iilm
! Jid o neiou otop uoqoai sied tiudod '.a||i
mase lopap loiam uioo tajos ap a ijaid eoai sp sitm
'. opiios o Biaui e seaiid ojjanb opjiiii uidiaip
-ix ep spai ai-opua oiuojuy ap om o ued,:
-uaj) moa 'o;9||03 op nj ep gumbs ap elo|(j =
Escravos Fgidos
- Fugio, ni madrugada do dia 7 do passado, di
cidade da Olioda, urna parda de nome Coima put-
eando branca por aer bulante clara cabeiios colu-
dos e corridos estatura mediana, n8o mal parerid,
olbot preloi e grindei, lobrancelhai giotiat, con
(alta de dentei na trente peitot grandes ps e oiioi
regulare! ; em um doi ps tem una pequea leridt en-
tre ot dedot, que nio a deixiva andar bem ; o dedo
do meio da mo direita, na ultima junta, he deciluoio
de um piniricio; representa 20 a22 annosde idsr;lt-
vou alm da roupa do corpo, urna trouia com um n-
tido de chita novo e algumai camisas tendo 3 de mi'
dapolio fino aida em folba e 4St ra. em cdula:
quem a pegar, leve a sobredila cidade de Olinda, .
ra do Paiso-Castelhaoo cata contigua ao tbeitro,
ou no Becife na ra da Aurora n. 12, que strl gi-
neroiamente recompensado.
= Fugio, no dia 12 de fevereiro p. p. urna pftu
de nome Joanna do gento de Angola, de idade
48 annos pouco mait ou menos alta, grossa do cor'
po tur fula ; nio iein denle na frente ; tem pt>-
nu o ps inchados proveniente de erisipela que ibi
cottunia dar: roga-ie a qualquer capillo de campo,
ou autoridade policial que a encontr a conduzi i
ma tenbora, que presentemente eit na ra da Ciden
do Becife n. 26 e recompeniar o leu trabailio.
- Desappareceo, ba 3 din, urna parda eicura,
de nome Bernarda representa 20 annoi de idade, ca-
bello! cirapinhados o rosto com marcas pretal de I
i, modernai, peitot grandei, tecci do corpo,
tem a unha do dedo grande da mi oiquerda aleijidi <
o dedoi doi pi muilo pequeo i excepcao do dedo
grande,que bo muilo maior; apdava vendendo fazendis.
e desappareo com o taboleiro : roga-ie ai autorid.ide
policiies eeipitiet decampo de a pegarem e Irvirem
tua senbora no Cacbanga, Soverina Francisca di Coi-
la ou na ra do Queimado n. 52.
- Fugio, no dia 26 de fevereiro p. p. umi '
prava do commendador Manoel Mara Carneiro da Cu-
aba de nome Bota de naci Benguela alta, ebeu
do corpo; falla groaia ; tem urna cbaga na canelli di-
reita m trinco na parle tuperior da orellia squer-
da ; levou duai itiai, urna de chita e outra da i'g'-
dio da Ierra quatro cabeedet, um panno novo di
Coila ; eslava na botica da ra dai Convertidas, n. 60,
de Antonio Thomaz Carneiro da Cunha par" ,erl
cbaga tratada por profeiiore: quem a pegar, le l0
engenbo Tibiri ou na botica cima dita que ""
bem recompensado.
= Fugio, no dia 4 do crrante urna preta crouli,
de idide de 30 e tantot annoi lecca do corpo andi:
apreisido falla bem e he araito viva ; tem umi "
catriz na eocha da perna etquerda proveniente de um
ligml que, ha 2 mezet, le cortou : quem a pegar,
leve a roa do Collegio n. 2, queter recompensid
Fugio, no dia 8 de dezembro do lugar da Bi-
beira-Grande um eieravo crioulo, de nome Fulit'1'
lo, quo representa ler 22 annoi do idade, pouco "
ou menoi; alto e tecco do corpo bem preto ''
comprido, falla gio ; quando olha mostra o bramo
doolho; temas pernss mu arqueadas, ps apill""
tadot: quem o pegar, lave to dito lugar, que "
gratificado do teu trabalho.
ra da Cideii loja di Joo di Cunha Magalhiei. I (;
= Vende-se urna linda eicravada naci Angola ,|pepn. ; na typ de m. f, de faria i


Mino de 1846.
Segunda feira 9 de Marco
N. 10.
DE
PERNAMBUCO
(SOB OS AUSPICIOS DA SOCIEDADE COM MERCIaI..)
Sabscreve-se na Praca da Independencia, loja de livros n. 6 e 8, por iasooo rcis por anno pagos adiantados.
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EXPORTADO.
Ago.irdents Casaca -
Algodo I. sorte -
Assucar branca ein caitas -
malcarado
(mmico embarricado
ein saceos -
> mascav. embarricado
>i em saceos.
Cnuros seceos salgados. -
Meios do sola -----
CliilYcs da Ierra -
do Km Grande -
EXPOUTS.
iliim ------
Cotton I. qualiiy -
PREfO DA PRAg
Sugar iu cases while -
> browo -
in barris white -
Bags
a Barris brown. -
Bags
Dry salted hides -
Tanne Uides -
Ui-liorns -
45|0O0
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4600
I 100
IJ0O0
7#200
J.J200
1J700
47*000
'#'00
5*700
2S660
1/160
Pipa.
Arroba
120 lia Libra.
umita abundancia llum.
001) Denlo
000 4S6HOI a
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CAMBIOS.
Londres .......-.........
Lisboa ..........................
Franca..........................
l\io de Janeiro....................
P11 ATA mili la...................
a Palaces Urazileiros .......
Pesos Dolumnarios.........
a Ditos Meikanos........... I4OOO a
OURO. Moedas de 6400 velhes... I6JI800 a
Ditas ditas novas... IG0(.0 a
Ditas de 4JI00O............ 80800 a
Duras liespanholas....... SlJOOO a
a Ditas Patriticas.......... 114000 a
} '/, a 16 /, d. por if rs. a 0 dias.
100 por cento premio.por metal eflectuidos
360 res por franco.
I por cento descont.
I4'6')0 a I #709.
1^940 a 1970.
2J000.
IJ940.
I7JOO0.
I6I0M.
ojioo-
3IJ600.
SlJOOO*
I#9tf0 a
I.i-tr........................... I 'A por cento ao me
FUETES.
1,
ASSUCAR.
Lverp*ol ... ..7.".. .". ... i I i7 6
Canalentre AmbiirgocIUYre.....1 f 5 I? 6 saceos
iucluiulo portos Inglezes ... I 3 SO caitas
Genova em saceos ....,....... 2 16 0
llamburgn canas.............. II 6 0
Bltico........................ t
rriesle para caixas.......... 3 10 0
lisiados-Unidos................. 200 por (i> sem primigem.
Portugal....................... 200a 26
Franca........................ 3 6 e 6 % de prrnagem
6 por cento de primagem
ALGODAO.
Portugal................... 600 por @ sem piimagemnominal
Franca.................... 3>I0 por @e 10 p 0/"aocamb. de I60p Ir nominal.
Inglaterra.................. */,p. fle4'p.'/o(le primagem.
Barcelona.................. 600p (ge I0p n/aocomb. 800o pe p. fr
couros.
Inglaterra Seceos 3 1 0 0.......... por tonelada e 6 por cento.
Franca............................ ICO cada liiim clO p % caml). 160 I fr,
astados Unidos............... ...... Nao lia.
r-Ba3.WW\
709.
Da da ti de Novembro de 1841 s n diante pagars C0 p. c.orapou tabaco
de p, os cliarutos ou cigarros, o fumo em rolo ou em follia.
rasi|iiino. ou outros licores,
' Pagar 40 p. c. as alcatifas ou tapetes, o canhamaco ordinario ou grossna, as
bataneas de qualquer qualidade, e roupa leita, nao especiheada na tarifa, as cartas pa-
la ogar, as escovas re cal de mai lim, o logo da China em cartas, ou qualquer mi-
tro logo de artilicio, o papel piulado, prateado. ou dourado, sendo de qualidadcs
linas, o papel pintado para forrar salas em collccces ou paizagens, o papel de llol-
lainli, imperial, 011 oulro niio especilicado na tarifa a plvora, os sahoneles, o sabao,
o sebo em velas, as velas de Slearina ou eomposifo, as amellas, ou outras Iructas
em frascos 011 latas, seocas, em calda, 011 em espirito, o chocolate de cacao ordinario,
i vinagre, os caninhos, carriiagens ou caias. jogos, rodas, arreios para urna e ou-
1ra cousa as esleirs para forrar casas, os carros para conduzir gente, os sociaveis,
os silhcs, os ai'ciciros e tintciios de porcelana, e qualquer objecto de louca nao com-
prelieodido na tarifa; os lustres, os clices para licor 011 vinlio de vidro liso ordina-
lio, os ile vidro moldado ordiuario levrado ou moldado, e lavradn ordinario da Alle-
111 nli.i e semclhantes os de vidro liso moldado ou lavrado, de fundo cortado 011 liso,
coiii molde ou lavor ordinario ; os calltes para Cbampanhe ou cervrja, as canecas,
conos direilos de 10 a I em quartilbo, as garrafas de vidro ate I quarlilho ou mais,
sendo todos estes objectos de ns. 1 e 2 as garrafas de vidro pretas 011 escuras da
inesina capacidade, comprclieiididas as que servem para licores 011 Le-Roy j os copos
para] tabernas al tuna canada, os frascos de vidro ordinario com roldas do mesmo
at 3 libras 011 mais ; 011 sem rolha at 2 libras 011 mais, os de lioca larga com roldas
1I0 mesmo, Hl 4 libras ou mais, 011 sem rollia para opodt-ldoc os videos para a-
lampadas ou caudeirns, as taboas ou fothas de moguo ou oulra madeira lina, e tras-
tes ile qualquer madeira.
Pagano 26 p. c. o ac, alcalro, tinco em barra ou em follia, chumbo em barra
ou leucol, estanto em barra ou em verguinha, ferro embair verguinha, chepa o
Imanados para fundico, follia de Flandres, galha de Alepo, lata em fallas, latoem
chapa, 111.111 m, salitre, vime, bacalho, pene po, e qualqner oulro, secco ou sal-
gado ; bolacha, carne secca ou de valmoiii-a, herva-doce. fariulia de trigo, pcll-cas
branca 011 pintadas, cordoves ou edites de bezerro para calcado, bezerro* e couros
envernizados, couros de poico ou boi, salgados ou seceos; sola clara para sapnleiro
ou correeiro, cobre c caparrosa.
Pagar 20 p. c. o trigo em grao, barrillia, canolilho, espignilha, feiras, os,
franjas, lantijoulas, pallielas, passamanes, sendo de ouroou prala eutrelina, ordina-
ria ou falsa : gales da mesina nalureza, 011 tecidos com retroz, linho. algodo ou
aeda, rendas 011 ntremelos de algodo nao bordados leudas de fil, as de algodo,
reros ou Iroeal ; lencos de cambraia de linho ou algodo, e hundas de re tro t de
malba,
Pagar 10 p. c. os livros, mappas c g'obos geographicos, inslrumentos mallie-
maticos, de phvsicu 011 chimica, coi les de vestidos de velludos 011 damascos, borda-
dos de prata 011 ouro liuo ; retroz ou trocal, e cabello para cahelleiieiro.
Pagar 6 p c. o canutilho, cordo de fio. espiguilha, fieira, fios, franjas, ga
15o de 110 ou palbela, lantijoulas, palheta, rendes, cadarzos lodoso mais objec-
tos desla nalureza, sendo de ouro c prata fina,
Paga- 6 p. c. o. earvo de pedra, ouro para dourar, 011 quaesquerobras e
ulensis de prala,
Pagar 4 p. c. as joias deouro ou prata, ou quaesquer obras de ouro.
Pagar 2 p. c os diamantes c outras pedios preciosas soltas semenles, plan-
tas e raras novas de animaes uteil.
Pagar 30 p. c. todos os mais objectos.
Oi gneros reexportados 011 baldeados pago I p. c. de ilireitos alm da armaze-
najein -, e o despachante presta fiaiica at a approvaco desla medida pela Asscnt-
bla Doral.
Coucedem-se livres de armazenagens, por 16 dias, as mercadorias de Estiva, e
don* inezes as outras ; lindos estes prazos, pagar '/ p. c. ao mez do respec-
to valor.
Os rdircitos das fazendas, que pago por rara, deve entender-se rara quadrada.
Os direltos nao podem ser augmentados dentro do anuo financeiro ; masoGo-
verno poJer mandar pagar em moeda de ouro ou prala urna vigsima parte das que
lo re ni maiores de 6 e menares de 60 p. c. dos precos das mercaduras, ou mesmo
dnninitil-os, segundo Ihe parecer.
Gcveruo est autorisado a eslabelecer uin dlreito diflerencial sobre otoi gtner
1
de qualquer naro, que sobrecarregar os ge cos brasileos de maior direilo, qa
iguaes de outra naco.
Os artigo* nao especificados na pauta rgo o direilo izi valnrem sobre a fichu
presentada pelo despachante 1 podeudo uuini ser impugnados por qualquri'oficial
la Alfandega, que ein tal caso paga o imporle da faclur* ou valor, eos direitoi.
No caso de duvida sobre a c!assificac.o da mercadoria, piden parle requero
arbitramento para designar a qualidade e valor da pauta, que Ihe compete.
Silo sentas de diieitos as machinas, ainda uo usadas no lugar, em que foieat
importadas.
EXPOnTAtJAO Os dlreito* pago^e sobre a nvaliaco de urna paula senu-
ual na razo seguidle : Assucar 10 p. c. Algodo, caf, e fumo 12 p. c. Agur-
denle, couros, e todos os mais gneros 7 p. c. Alem destes direilos pago-ie u
tasas de 1(0 rs. em cada caita, de 40 15, em cada fecho, de 20 r. e,o cada barrica,
ou sa;cos de assucar, e de 40 rs em cada sacca de algodo.
Gouros e todos os mais gneros s.'o livres de direilos para os porto* do Imperio,
ejeepeo do algodo, assucar. caf, c fun>o, que pago 3 p c. e as laxas por volunte-
Os melae* precilos em barra pago de direilos 2 p c. sobre o valor do mer-
cado, ea prala e o ouro amoedadn nacional ou estrangeiro paga uuicamenle '/sP- c
Os escravos exportados pago SjjfOuo |tor cada un.
DF.SPF.ZA DO PORTO As rmliarcares nacionaes, 011 eslrangeiraj, inie
navegan para fora do Imperio, pago 00 rs. de ancoragem por tonelada teas
nacionaes, que navego entre o diversos portos do Brasil 9C rs. As que entrarem
em lastro e sahirem com carga e vice-versa, pagar meiade do impojlo supra e um
terco as que entrarem, esahirem ein lastro; e mesmo as que entrarem por franqua,
ou escala, quer entrem ein lastro, quer com carga. Desta imposico po- joauaa
isenlas as que importareiiiinais de 100 Colonos brancos, e as queenlrarem por arribad*
forjada, com lanto que estas nao carreguem, 011 descarreguem s mente os genero*
nec'essarios para pagamento dos reparos, que lizerem.
VF.NDAS DF. NAVIOSAs embiccaces estrangeiras, que passarem a ser
nacionaes, pago 16 p. c c as nacionaes, mudando de proprielano, ou de bauleira
pago 6 p, c. sobre o valor da venda.
.------------------------- u 1,1 o n n
REVISTA SEMANAL.
CAMBIOS Houvero transaeces durante a semana a 27, 26 >/i < 'e Vs
d por t) lis, havendo sacadorts a ultima qnotnro
ASSDGAR Entradas regulare*. Ilourero Iraiuacces aos precos quolados.
ALGODO I*5o havendo entradas, ns quoures o i.omiuae*.
COL'ROS Abundan'.cs ; e rll'erecidosaaos precos quotados.
BACALIIAO Nao lia.
CARNE DE CIMRQUE F.nlrro don* carregamentos, com os quaei o
deposito he de 19,000 arrobas: vendas regulares s quulaccs.
FARINIIA DF. TRIGO Enlrou hum canegamenlo .dos Estados-Unidos i
o deposito em primen-as mos he de ccica de 3,300 tarrifas.
FARINIIA DE MANDIOCA Enlrou hum pequeo carregamenlo, que foi
vendido 4^6-10 o alqneire.
Resumo das EmbarcacScs existentes nesle porto no din it 7 di Marco 11*46.
Americanas......................*........... .....................' 3
Austraca............... .......................... 1
Brasileiras.............................................. 31
Dinamarquezas....................................................... *
Franceza............................................................ '
Hespanbolas.............*...............
Inglezas.................................,............................ *
Napolitana.......................................................... 1
Norueguense............................................................ <
Porluguczas......................................................... '
Sardas.............................................................. *
Suecas .......,......................................................... *
Total
A Provincia gota tranquillidado,
Je*-.


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LISTA das Emba-cales existentes nesle porto al o da 7 de Marco de 1846.
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Fevereiro
Marco
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19IC Fevereiro J

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lite Fevereiro 20
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1840 Marro 10
1846 Fcvcreiro 22
Marco 6
1848 Janeiro 17
Feverciro 7
27
Marro 7
184b Janeiro. 15
1816 Fevcreira 21
1845 Oiiluliro 13
1848 Janeiru I
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Santa Cathaiiua
San Catliariua
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N. S. da Boa Viagem
Boa-Viagem
Lo pez
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Espadarte
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Cariota
Kelii nio
Amorim
Isabel
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Feliz
t-anta Mara Pna-Sorle
Nova Rcalauraco
Afiuia
Emularn
Novo Dunda
Sociedde
Fcre Fogo
Asylo
S. I enediclo Grande
Americano Feliz
Empresa
Generosa
Belly
Cndor
Luia
Hctor
Haleopole
Ceres
lluro
Marv Ilounsell
Thomas Btttershy
lliart ofOak
Eliza Joliuslon
Anloinetle
Juno
Primavera
Helia Pernambucana
Tarujo II
Espirito Santo
Rohim
Amelia
Felici
Boa Intellgencia
Concordia
Dame
Dous Irmios
Constantino
Roa
FiamelU
Bifronle
Carlota Letecia
Columbus
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John C. Cortu
B. Gavaguin
Candido Forjas da Lcenla
Feliciano Jos Gomes
Custodio Caelano
Antonio Jos de Abren
Jos Antonio Cabral
Joaquim de Souza Gomes
Antonio Ferrcira Vmrs
Jos Antonio da Silva
Jos Cardias da Costa
JoSo Alves Guerra
Joanuim Jos dos Santos
i. Pedro de S e Feriaira
Jos da Silva Nevej
Joa Goncalves Simas
Francisco da Silva Mallos
Gnillierme Pinto da Silva
Joaquim Antonio Gadr
Antonio Jos Ha Silva R.
Alesandie Jos Gomes
I Joaquim Dias dos Prazeres
Jos Momia da Costa
Joaquim Antonio dos Santos
Antonio Gomes Pereira
Antonio Jos Vianna
Damio da Costa Rosa
Raimundo Cardlo da Silva
Joo M-uioel Teineira
Nicolao Lopes Ferrara
J. Ildefonso
Francisco Ferreira Borges
Jos de Ulivcira e Souza
C. Fuglson
F. Frellsen
N. I.. Elbert
Clirislianssen
Gabriel Pa*
Jacintho Abril
James Poin
Wm While
Wm Mossay
Wm L'omaldson
Andr Bartholo
AwbumhutT
Jos Carlos Ferrcira Soares
Manoel Francisco Ramalho
Sevcriauui Antonio de A.
Rodrigo Joaquim Correia
A. P. Rodrigues Jnior
JoSo Ignacio.de Menezes
Antonio Riiso
JoSo Baplista Gorlero
Jernimo Canesi
Domingos Rayona
Joo Baplista
Jo> Repelle
F. Siniglia
Jos Vigo
Caetano Gtsola
John Florum
I.. P. Stolstrom
George Codberson
S O. Itelsson
CONSIGNATARIOS.
I.. G.FeireiratC.
Ileory Forster 8c C.
Le Bretn Scbramm b C.
Jjliriel Antonio
Gomes Irm'tos
Manoel Ignacio de Oliveira
A ordem
(. \ de Barros
Imorini limaos
Francisco Alvcs da Cunha
Jos alaria Vianna
Kasciniento SckaelTer S C,
Manoel Alves Guerra
Joo Pinto de Lentos Jnior
L Jos da Cosa Araujo
Jos Joaquim Aniones
O Mestre
Nascimenlo Scliaefler & C.
(I Mestre
O Mestre
F. I. Feliz da Rosa fc C,
F J Feliz da Rosa & C-
Ainoi un limaos
O Mestre
Novaes Se C.
Manoel Goncalves da Silva
Antonio Rodrigue Lima
A. Francisco dos Santosflraga
O Mestre
Jo.u Francisco da Cruz
O Mestre
Amorim Iranios
F. Severiano Kabello Si Filho
Amorim Ir raaos
F. Robilliard
N. O. Itieber St C
Fiederick nohilliard
Luiz Bru"uire
Nascimenlo Schaefler S. C.
M. Joaquim llamos e Silva
N O. Bieber 8tC.
James Cabrelrec Se C.
Jobnston Pater Si C.
Johnsion Paler Si C.
N. O. Bieber St C.
Fredcr'ck Robilliard
A. Joaquim de Souza Ribeiro
Thomaz de Aquino Fonseca
i. i. Flix da Rosa Si !
Francisco Alves da C'inba
Thomaz de Aquiuo tonseca
Joo Jos da Cruz
Luis Rruguire
Joio Pinto de Lentos Si Filho
Henry Forilcr St C.
Oliveira Irmos Se C.
Jobnston Paler Si C.
Le Bretn Schraram St C.
Jos Sapority
Joo Pinto de Lemos Si Filho
Jos Sapority
Frederick Robilliard
Me. Calmont Si C.
James firahtree Si C.
Le bretn Scbramm ti C.
---------------1
DF.STIKO.
Philadelphi
Loaiida
ilamhurgo
Hamburgo
Maceyd o Liverpool
Palermo
Porto
Porto
Lisboa
Porto
Lisboa
Paroambuco na Typ de M F. defera -1841.


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