Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08191


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Full Text
Un no de SO.
Sa libad o
0 DIARI*
Lio farem P0^^M
Li i lie de 4^00 .
feo
irle. Osqui "' '/.'
B'J rs. por I'""1'
fp.USF.SDV LA O ME BIRO
I minulos di
Fr Th limi"'e4|mi" d,"n"-
Ir eaQalh
<|itilltis frh
H^^^^I^^Hr Formse
Gara nlm .
to a 10 -24.
28.
cfiinUi
01 iuil.i todos o dias
PREAMAR DE nOJE.
Primeira a 6 h. e 30 minutos di inanhaa
Segunda 9 8 h. e 54 minutos da tarde.
Janeiro.
Anno XXII N. -
I)I\S DA SEMANA.
,'undaS.l'aula, aud. do J.dos orf. c do
.lo C. da 2. v., do J. M. da.9.. v.
27 Terca S. Vitaliano, aud. do J. do clv. da
I. v., r do I. d-- pax do4. ttlit. de t.
28 Quarta S. Tyrso, aud. do J. do clr. da
, r. de paz do 2. din. de i.
29 Quinta S. Aquilino, aud. do J. de orf., c
doJ. M. dal.T.
30 Sexta S. Sal> ni, au-l. do J. do clv. da 1.
lo 5. 8r p ti. dn I. di*t de t.
31 Sthbado S. Geminiano, aud. doj. dock,
da 1 v., e do de pa/ do 1. dist. de t.
1 Domingo S. Ignacio.
CAMBIOS O DIA 30 DF. JANEIRO.
Camb. obre Londres, i d. p f a C0 d.
Pnrl 350 res por franco.
u Lisboa 112 p c. pr p. m.
Desc. de let. de boav Jruift I '/, P 7 "*?
Onro-Oncas ln-iiunliolis SOfWO 31*000
. Moedad.-W4rm-.-l. I6WK) a I&4X00
dA64'400uov.M6|HOO 16*200
de4000 : 8#B0O a Wl>0
PriJ-Pataco> 1*1100 a I*w30
Pesos olutn-iarcs IffUf a 1/WO
Ditos Mexicanos. 1/820 a l800
. Piala Miuda 1/B0 a 1/320
Accoes da C* do Beberlbe de 50/MOao par.
ERNAMBUCO
PARTE 0FF?CIAL.
Governo da provincia.
EIPEDlHNTB DO DI* 27 D COSHSWT.
Officio Ao juii do Africano, nleiiigenoiindu <>
(de hiver indeferidoa pretencioso* Afriomo Joaqoim
[diCoiti Serr Cendid Mari da Conceirlo, obre
I que S. me. informou 2* dste mez; e ordenando.
Ique de conformidad com intfrueroei de 2 de ou-
Itiihro de fK3i. e alieracoe de 19 de novembro de
Il83>. faca de novo irrematsr o lervico do mesmo.
l),lo Aooommandante das armis, centificando-o
ter deferido o requirimenlo do primeiro tenenle ju-
r>n-'e do qutrto btlhlode arlilbaria a p. Paulo Joi
Pereir, acero do qui informou S. Eso. a22deste
Dito Ao en* enbeiro em ehefe di obra publica,
Ideelirando, que o enoarregadn da memelo do em-
pedrsmenlo do lrgo do palacio d preiidencii. eujo
trrico serlo aproveilidos, emquiito forem absoluta-
diente ndispeniavei, deje ter pago por conta da quota
leipecial. otad no $ 3.* do artigo 13 da lei provincial
l jij__ComtnVniooo-ca ao inspector da thesourari
Idas renda proinoe, e o inipector-fucal di rbrii
1 publica.
I DitoAo obele d legio da guardi nacin! do Peo
[d'Alh. tignifioindo, que. segundo a tabella or em i-
I gor, sol corneta e clarn do> eorpo di meima legiio.
I s compele o encmenlo de odo na rail de 120 n.
I diario par o primeiro e 80 r. para o segundos, e
lo de fardatneoto na de 60 rs. para ele e 50 r. para a-
queilss.
PortaraReformando, o guarda nacional do mu-
I nicipio do Cbo, o alfere eerelario do primeiro bala
Iban, Mooel Joaquim Civilcanti de Albuquerque, o
espillo da reipecvi primen eompanhia Juaquim de
Albuquerque Ctvalcinli. o da terceira Henrique Mi
nuc Malbeirn de M lio, o da quarta Antonio Fer rei-
r I Barro Campello, e o alteres ja terceira Ign.eio
de HoHindiCavalcinti Jnior Participa u-ie aicom-
mindanle superior interino da guarda nacional do Ca-
bo. inleirando-e-o ds>tr sido ppod a propolla pa-
1 ra officiaes do referido b.tilbo.
Commando da9Arm;is.
XPEDIENT8 D" DIA 21 DO CORRENTE.
OTioioAo presidente da provincia, eniando-lhe o
resultado da inpecc&o. que j> procedeo n ofliciaei
de segunda linba.com toldo, eiiilente netta gurnivao,
como fra ordenado em vio do 14 de outubro do an-
no |iaado, indo com cite resultado a compelenlet f
de officio, ptMadii de c nlurmidade com o modelo en-
viado para ene fim, k vil dos aiienlameotus, que To-
rio eligido da pagadura, de documento autlientiros
apresentado pelos memo ofciaei, e de outrus exis-
tentes no aiihivo da secretaria militar: Picando por esla
forma satisfeito o dispoito no leu officio de 20 de noteni-
bro, com referencia ao citado aviio.
Dito Ao mesmo. comrounicando-lbe, para ser le
vado ao conhecuneoto do (overno imperial, que falle-
cer neita data o major reformado do eieicito, Joi to-
i mes Ferreir.
Dito Ao mesmo, requititaodo Ibe eipediciode
(lia orden para o calamento de alguna aloiamenloi
doquartel das Cinco-Pona, que nao fra incluido no
officio de 17, que reclamava os concert deitequar-
tel, dealinadn k rrceber o 1. batalbio de irtilluria.
Dito Ao major ora comniamlinte da (oreas da
provincia da Alagoas, nviando-lhe a guia do toldado
do 1.'batalbio de fuiileiro, im (encent ao provisorio
d corle. Vicente Ferreiri da Silva, que teguia no vi-
por Guapia$t, cojo soldado vieri pira esta provincia
ni quilidade de *eu impedido.
Dito Ao commisisrin pagador oommonicando-
Ihe par su scieneia e governo, que em cumpriaienlo
do imperiil vio de 22 de jneiro do anno proiimo pai-
tado, referido em orleio di preiidenci de 10 tfese
lembro, tegoi para corle. 6ro de etludr na escola
militar, o capitlo Aleandre Gome de Argolo Ferrio.
do4'biUlbodearlilhiriaip. a eujo commin tinte
se ordenara, fizeise eflecliv neita dala emelhante li-
cenc. ,...'.
Dilo Ao tenente-coronel Joi Mn lldefomo J
da V. Pen, dizendo Ihe, que, logo queie Ibeipre-
senlaue o tenente-coronel Antonio Gomes Leal, Ihe i-
reste entrega do commando da fortale/ do 8rum, do
quil ficivi exonerado; louvindo-o pulo bem, que o des-
empenbou.
Dito Ao lenente-coronel Antonio Gome Leal,
par que te preenl di Veiga Pesad ni (orillen do Brum, e reaisumitse o
commando da mesma.
Dito Ao lenente-coronel commndinte do *.? ba-
t'ill lo de irlilharii a p, mandando, que neita data
ene efectiva a licenc, que por aviso de 22 de Ja-
neiro do anno Sndo oblivera, par etludar n eieola
militar, o capillo A. G. de A. FcrrSo, do batalbio do
teu commando, tegundo foi participado" eui uffieio da
preiidenci de 10 de setembro ultimo.
Dito Ao capillo commandante da companhi de
cavallaria, mandando delig..r com guia, e embarcar no
vapor (iuaptau. o toldado addido Vicente Fbrreir da
Silva, que se recolhii ao leu batalbio (provisorio da
cCrtej na provincia da Alaga.
Dito__Aocbele de polica, aecusando recepclo do
leu officio dttti dala, arompanhado de cinco desertores,
que liverio conveniente destino.
EXTEHitn
A KANKA BIARGOT. (?)
poe 2lltxonbrf Ehrmos.
QUARTOVOLUME.
CAPITULO III.
lm> r AATxniriDADX.
Aniatrir a vid de Cari", liavi Henrique frito mai
da que roniervar a ma de mu inint,.. j ::::!:; :sjfsdf!"
que Ue. reinos rnudaa.ein de fberan.
Comrffeiia, Burlo CarlutlX, vinhi o duque d'Anjou
a icr o re de Frnnca, e o duquo d'AlenC"ii. legundn to-
da a probebilidaile, seria re He Pid.mi. Qumito a Na-
vatr, o-iii" imIuiiiii- d'Anjou er o amante de m.wiamn
de Ci>de. a rma ileite rstadii teri pruvaTelinenle pa-
go o marido oondeseendeitcia .< muilier
Ora, esn todu rile grantlc Iraiislornu, nida de bem
() Vido Dimri n.' M.
- PHILANTROPIAINGLI.ZA.
N'oulra columna deale numero extrictamoi d'um pe-
ridico do Eitadoi-Lnido um arligovjjne_pe no eu
verdideiro ponto de vista a philantropia de contraban-
do deque o Ingiere fai-m tanto alardo relativamente
in liafico de escravo. Todos tibem, quo o Ingleses
nio faiem mais do que trocar o nomes coniervandu e
apcr:noando o Infico, que lio bumonimente proscre-
vem not oulros, com o nico e delusivo firn de mono
polisa-lo em teu livor. Ot mesmoi, que por a espirito
de bumanidide e de civilisacio alacio s independen
cia do Brasil, arrogando a ti o direilo de julgar os Bra-
lileiroi, como se lossem subditos seus, continulo i fazer
em grande escala o commercio de escravos, nio limita
do nicamente romo dintel ios negros, mas estendido
aos bbbilanles doi Indina Orlentaet, que eslao debaixo
do teu dominio. O artigo do C'ouner and Enquirer d
i uiiotos pormenores a rtte respeilo, e manifesU os d
versos nieioa.de que se servem ot Ingleses pira proverde
eicravos as sus colonias, ao mesmo lempo que grillo
eontr os que elle aecusjo de dar-se etse inlame tra-
fico.
Estas mottra de iliilanlropii lizeai-noi recordar de
que o Ingleze leem conservado presos bordo dos seus
navios uns pouco dos nonos brivos, que, coherlos de fe-
udal, filo aprisionados no Rincon-de-las-Gallinas, b
mese patudos. O lerem em'uu'cadot os filhos dos not
o campo be ja um lupplicio, de que um Europeo nio
pode formar ideia exacta ; poim te a ilto se accreicen-
ia o afn do Ingleses em colher emigrado voluntarios
par a iui colonial, nio lera biurdo o imaginar, que
lenbio destinado ot nonos pobre campone/es para al-
ternaren) com os coolia e i diversss clanes d'Africanns,
que com diversos nomes levio para as suas colonias, a
fim de encherem o vacuo deixido pel ipparenle eman-
cipado da su eicnvatur.
Nene intuito nada nos parecer eilrinbo. Nio nos
admirariamo do que levanem ot nono infelize pri
sioneiros al a Inglaterra, para amostra dos balitantes
do nonos campos ; asiim como o Frincezei levarAo
ha nnos pinados Piri ilgun miieravei indios, que,
aeonteeia para Henrique. Mudava de senlior, nada nlait;
a em ves de Carloa IX que o t,.bravo, va subir a lliru-
nii de Franca o duque d'Anjou, quo, tendn rom Calhe-
rina aua nili o menino animo, e o mesmo peiisninenlo
liavi jurado a iuii unirle, e nao deiiaria de de>einpe-
niiar r>e juramento.
Todas raas ideiaa Ibo lio!,o indo de trepe! so prn-
tamenlo quando n javali searrrmessra sobre Carlos IX.
c nos vimos, o que rra retultml draa rpida reflrzao,
que vida de Curios clava ligada a so propria vida.
Carlos IX havia sido salvo por orna devolaclo, eujo
motivo elle nao poda rumprrbrnder. H vi poim Mr-
garid oompielit udido ludo, e admirndu etsa ealraub
corageni de Henrique, a qual, aemelbanto ou raiti, a
brilliava na borrasca.
Iiifrli/nienie, nao baslava Isaver escapado ao reinado
do duque d'Anjou, era iieressariu raser-se a >i mrsiiio
re diapular ii navarra duque d'Alencon eaoprfn-
eine de Cunde rieiiar sobre ludo rasa curie, onde s so
andava cniro dons precipicios, o deixa-la proiegida por
um principeUe Franci.
Em quanto Tnbio pelo eaininlio, reflectio Henriqne
protundamenie na ana posicio, o ao chegar ao Louvre u
ieu plano eslava falo.
Seiu se descalcar, e meamo romo estar, cobrrlo de
p e lodo enanguenlilo aind, dirigi.M-ae elle ao a n-
tenlo do duque d'AI "Con, qiieaehou minio aguado, e
putear a largo piuua pe cmara.
Ao aviita-lw i-i o principe um aiOTiciento.
depois de hiverem figurado em diverso especticulos
para divertimento da popuUc, frlo parir olardin-
de* Plantea.onde moni lo segundo Iteouiu entre
oHot-Contriictorege nc, nio seria dif-
ficil. que'o Ingleses nio quizrsiem ficar nisso atris dos
Francezes. e desejassem tunhem diveitir iJohn-Bull
i cusa d is nonos oimp mese, levando-o dopoi que
concluisem o seu gyro para o Zoologicil-Girden
Seja pira o que Mr, o orno h*. que contervio eoibir-
cados a bordo dos seus navios o nossot desgranados pri -
ioneiro ; e que ene lupplicio em motivo app.rente
dove de lenlguma caui", que nio le ha de encontrar
na decantada philantropia ingltza.
Neste momento estio dando no Rio-da-Prala prova
sobejmenle relevante dalla, para que pos r posta
em duvida. Com o fim deevitarem intil efljiio de
singue, edeproverem conservaclo das proprie-
dides, estio de mos dada com a Franca, prolon-
gando um guerra, que bavia chegado io seu termo,
anolando mIis Ierra, e lineando entre os seu hahilin-
tes o germen do um odio, que ser eterno, e que breve-
mente comecr a produzir o teu -fructo. Nmguem
senio elleshi de responder perinte Deo e humani-
dade pelo ungue. que te tem derramado h dous annos
i ela parle, e pelo que te derramar al o consoJielo
di independencia das repnblicat do Frita.
I ti De/emor d la Independencia Amricono.)
H0VO INSULTO A BINDEIRA BtUSlLBIRA.
O Ingieres, que nio pi dem dittiinular a m vonti-
de. que teem so Brasil, nio perdem occaiiio de vilipen-
diar tua bindeir Netle din (em fin de novembro)
teve lugar no porto de Montevideo um succeiso, que
comprova de novo cnctidio da oossa itsercio.
Um bole de guerra bntileiro voliava do Ceno, onde
enste um hospital seu ; e os Ingleses, fingindo suipei-
tai de que bouvesie elle communicedo com no>co, po
lm com o verdideiro filo de eiercerem urna da mui-
tn eiai'Se, que tanto te teem habituado, com o es-
tado americno.enviarlo di ragiti f'trnon um em-
tiarcacio para apretar o tmileiro, e leva-Ios a seu
bordo O guirdi-mirinlu brsuleiro resisti ; mis teve
de ceder lorc, e por Jo .ubjeilar-se. Ob.ervido iL
pelo chele da esUcio brileir, deo ordein immodiit-
mente. pira que largisieni dus lanchas armadas da
Dout de-Julhs. : cutr? duat da tVaitta, e para quo se
pozessem ambaa as c rels em alt.tude de comble. O
hle bratileiio foi prompUmento retgatido pelos leo,
e o almirante ingle, que va o que passivi, fez sig
nilasui ernbarcicio. pin que se reliras*. Um mo-
mento depon mindou um bole <%u de Julo, diier
ao ebele brmleiro por intermedio deum official. que
tod o succedido provinbi de um equivoco, e que como
Isl houvene por bem deconsider-lo.
A icvlo nobre e digne da- mulos brinleiro lvou
detli vez uabandeinda ignominia, a quequenso sub
melte-la os Ingleze, mostrando as.im ex.clidio com
que um jornal Irance dizia ba pouro, que os America
nos tinbio moios de conter a insolencia brilannica
Ojal, que assim como teem os moios. tivessem lodos
a vontadede oceupar o lugar, que Ihes compele. NI
te repelirilo cena como a do itleiico, Per. HraH
metmo, Rio-da-Prita, etc. .. I
atrancar um bem, por maia eminente, quees-
la^er pnttn. por meia illegiliraoa, e procu-
rar, para chegar ao Irumpbo de um grande
principio, de.lruir uniros ignalmeiile grande,
que julg, que llio einbaracH.i a rota, que prt-
tende seguir.
(Sir William Scoi.) (1)
A lei do parlamento inglnz. intitulada Aeto pira
por em execur;io urna convenci celebrada entre S. M.
eo Imperador do Brasil, pira o regulamen o e final ex-
iinceio do Irafegu dn oscnvos na frica alienta a
suas ditposifdet, oflerece um campo visto pan o traba-
Ibo doi que dio-te io estudo di oivillosi poltica do
governo britmnieo.
Al duas primeirss parte detli lei ettaluem a conti-
nuico dis conimis-es millas deiti corle da Serri-
l.ea al o dia 1:1 de elembro auado, e rivalidio todo
os leus icios e julgidoi poiteriores i 13 de mirco deite
mesmo inno, parecendo asiim coneordir a Grio lireti-
nbi om a proposti feili pin ene fim pelo ootto gover-
no ; mu esta concetsio loi illuiorii, nio i porque,
depoildo ditdn l3de marco, cstat cornmn>3e su-
penddrio e neo lorio por dianle com seus tribilbos,
ma linda porque, tendosido esta le Saneciomdi a 8
Je goito, nenhum lempo reitava para tae miitere,
e, como ninguem ignora, si menle poucos di tntes do
da 13 de tetembro foi iqui cuohecidi iiu exittencia, e
s no prourio da, em que devia lindar cus prorogacio
dt funcedes das comminOe, a imprensa delta cile a
publicou'. (2)
A terceira e qusrla partes da referid lei, redigidis
sob a cipa da revogacao do capitulo do acto do oitavo
anno de Jorge IV, que prohiba o conhecimento das
capturas e o |ulgimento e condemnarjo doi navios bra-
sileir .i, empregados ou suspeilos de se direm o trafa-
go de escrivoi, pelot Inhumes ingleses do almirintado
ou vice-aloiirintado, utorisou a estes tribuna' a deci-
direm da pmpriedde dos subditos desle imperio eonlr-
me as Iris tintanmcas.
A quinta e as demais partes autorisio a busca, deten-
erlo, captura e eondenmacio de todos os nosso bircos,
quaeiquerque sejio, que ioiem encontrados lzer o
Irafego de eicravo, ou que, por cama de tua csrga, ou
por outro motivo, lorein luipeito de nesie commercio
empregarom-e, o detinqio e /ritdo de qualqutr $ub-
dilo branleiro ineomrado abordo dales navioi; o d
destino x carga e ao caico destas prezis (3 <.
Km reumo, poi, vemos auloriiido per ?a lei o re-
giilro, buici, delenco. captura e confisco do* nono
barco, em proveito do governo britmnico, peloi eui
cruzeiros ; o seu julginiento e condemnarjo e adjudi-
caron pelos tribuoaes ingleses, e conforme aa leis de S.
M, B.; a dulencaoe priiio dos tubditos bratileiroi, en-
contrado! a bordo doi navios, atsim capturado pelos
meimos cruzeiro!
(Idtm.)
INTERIOR.
RIO-DK-JANLIRO.
! LIT1CA CKIIAL.
O bil de lord Jbadn.
Nenliunin naci i'in direit- de aplainar ai via.
que julg eoiidiireiilet o fim de ublrr liber-
d.ide da Afrira, raleando am p a indepen-
denrin do iiulroa calado, e espenss de eos
foros c dignidade ; he foia de lodo n cbimen-
iu o de siiiiiin injuslif.i querer una putear -
__ Sm, disse-lbe Henrique Iravandu-lhe da mo,
m, emendo, mi u b. m imilo, esUia irriudo onalra
Klir, porque primeiro fiobsrrvar a el-rri que a *
bala linh ferido a peni do Seu cerillo, rm lugr de ir
ferir o jnv.li, como rra de VsMM nienclo. M que que-
ris v? uta pude ronier urna rxrlumco de sorpresa.
A lm de quo el-rei leropre o bavia do ver, nio vu pa-
rece?
Sem duvida. tem duvida, murmuron d'Alencon.
Mas na., posa.p ivdavia atribuir, sent mn iiilrucio.
ral especie de den......i que Hietr, e que como vale
leve em resultado f.mr susprilnr a meo irmlo Cario a
mulla iitciitri, e rrgiirr um nuvem entre nos.
Trnlirrino lugo desse ponto, e quanlu boa nu
m inlencao que ti ve a Voaio respriu, vendo rxprriaa-
meiiie Hile VO. para que della aejail lljili.
Bem! dase d'Alencon com a ana reserva ordina-
ria ; faltai, Henrique. en vos esi ulo.
(iiaiidu eu tner f.illiidii, Francisco, veris rlnm-
mrnie quaes sao mUAm !R!eneita. porque n confiden-
cia que to venbo taier excluo loda a reierva, loda a
prudencia, e qonndo eu vo-la honver feilo, com urna
palavra, com ti tua s palnvra puder-nic-beii perder.
Enlo que lie ? disse FiiHciicu, que comecava a
prrliirbar-ie.
E lodavi, aonliiiiuii Henrique, duvidei purmui-
lo l|l|i fI|r-vc< 4 bjefta que aqu mr trar, lobre
ludo deuuii da omieira por que ivi Sicstet b- jde-
(udidii.
(\) Uu IordSlowoll, unido maii sbslisados juris-
ciinsulto ingleze. e o do mais respeitaveis juizes da
Grio-Bretanbs. ante cuj auloridade eeurvio o Pal-
merston e Aberdeen. Am e exprimi em 1817,
por occasiio da revitao do julgamenlo de um nvio lrn-
cez (/.un), capturado pelo cruzeiros ingleze, condem-
nado pelolrihunaes do almirantado-
(2) Jornal do Commercio o. 249, de 13 de Miembro
de 1845. .
(3) Cabe-nos aqui notsr. que (se be ezict e perlei-
ta a tradcelo desle bil, que vern no numero citado do
Jornal do Commeicio). os cruiadoret ingleze eilio ala
lutorisados pira regiitnr e dr butea not nono oo
de guerra Eit pirle relativa a elle ponto E deeret-
te, que as peno, que obrarem em virtude de urna til
ordem... ficio iient... do todo e qualquer acto judi-
cial e punas, por lerem tido parta em tal buica, deteo-
tio. caplun ou condemnacio de quilquer navio, que
for "ene mtrido fuer olnlego da etcivos, ou por
causa de iui eirga ou quilquer outro motivo, que com
tso trnbi telarlo, ou oa prisio e delenclo de quslquer
pesioa encontrad eu bordo._________^^
Na verdade. ditae Franeisrn mudando de cor, nio
aei que querci dizer, Henrique.
__ Meo irinao, preso muito os vossus interenei, pa-
ra vos nio advenir que o huguenutei me leem feilo li-
gnina propniioe.
Propo.icOe? perguntoud Alrncon, e quaea -
_ Um dellea. M. de Mony de Saml-Phle, filhu do
bravo de Mouy, aiMiiinadu por Maurevel, vos saben.....
Sun. ,
Poi bem! elle veio ter commigo com pengo da
aua vida, para ma demonstrar que eu lava em capti-
"U'Ah de veril! e que Ihe reipnndeilet v?
_ Mea imito, v. sale... <\ eu ""' e'"n,eo1*
Cari..., .|e me-alvo., a vid, r que a ra.nha Cather.na
aubslilnio para mim a m.i.lia mi.. Bejeitei pon lodo o
, rTerecimrnt... que elle vinh. f.ier-me
_ Euue.rre.seoffereciu,eiilos.
O. liiigiienoWl qoere.u rrsl.urnr o throno de Na-
virra, ecomo na rcaliddo eale ll.runo me pertence por
herinca, eas m'offereolo.
sim ; e M. de Mouy, era ve da idheiio que vinlia
tolicilar, recebeo a vutsa deiiiieneii?
Formal.... Purm deuoi, oonlinuou Henriqua....
Arrepeodesle.-vui, eu irmlo ? inlerfumpeo d'A-
lencon.
mi julguei .rnente percaber que M. de Mouy,
desguatle de luiu, volva para oulra parte a ana
villa..


'?
Prelexloi do bil de lord berdein.
Conformo. noti.dominiUroinilemeita corle, da-
isda de 21 di jolho do eonenle anno. e trasladada di
minuta remetlida pelo conde Aberdeen, o molivo, ou
>nie o pretexto pra a decretarlo deis, le, loi que. re-
cus,ndo-se o Brasil aconcert.r novo, justes sobre'.
iinccio do tralego de etcravoi. e nlo tendo decreta-
do lei alguma. que o extinguase geralmenle. desde o
Oa 18 de marco de 1820. necessaria te lornava eisa me-
dida, pois que nao havia oulro meio de dar pleno eflei-
toa artigo 1. da convenci de 23 de novembro de
lo O.
Mostrimos j que o Brasil, nio nio se recuaou a
qualquer concert e ajuste com a Grio-Brelanha, mai
ta que o procu'ou, eque.se as negociacoes entabla-
das nao cheg.rio a urna concluslo satisfactoria, culpa
tai da Inglaterra, que nao quiz jamis ceder das eli-
gen, .as que fazia. com o lito de acabar com a noasa na-
vegaro e commerciu licito. Assim, poii. nao poderla
vmgareita razio antoum parlamento justo inteirado
do todo o procosso e aconlecimentos bavi.l.s no curso
des-u, negociacoes. Se esta raiio he inluqdada, a outra
que lira toda a sua forca do laclo de nao ter o Brasil
inda decretado urna lei. que extinga geralmenle o Ira-
lego de escravos. he in'.eiramcnlo futr, O, pursssentar
em um asserio also. he indigna de ser apresentada ante
o parlamento hrilannico!
A lei de 7 de novemhro de 1831, artigos I.e2.
promulgada em satislaco da obrigacio contrahida pelo
rimo l. da citada convenci del826.be a eate res-
peilo mullo terminante e a sua dispoiicjo importa urna
xtinccao geral do traego de eicraros.
Ei-la : Arl. 1. Todos os escraroi, que entraren
no lerriloria ouportas do Hrasil licSo livrei.
Arl. 2." Os imporladores de escravos no Brasil in-
correio na pena corporal do artigo 179 do cdigo cri-
minal ,.&c.
Alm d que. o decreto de 12 de abril de 1832.
leilo para melbor obserrancia desta lei de 1831 .
no>as providencias tumou sobre esleobecto com o lim
de lomar impossivel esse Irafego no nosio territo-
rio.
Na presenca dista o que poderia diier o conde Aher-
deen? Vejamoi: Mo parece qur haja decreto ou
hi a'gumn do frati aboltndo o Ira/ego di $ eraros,
d'ide o da 15 ae mauo de 1830 A primara le a
este retpeilo, o menot pelo que eonta ao governo de
6. M. he a de 7 de miembro de 1851, e a de abril de
1831 nenhum, dit q ,aei se refere ao dito da 13 de
narco de 1830 (4),
O periodo deila nota, que copi/i nos pude envolver as
duas seguintes proposiies : Ou quo o Brasil nao
pnniulguu lei alguma em satisface i do artigo 1. da
cc-vencio de 1826. e que as lisiantes sobre a exlinc-
i;lu do trale^o nao dizem espeito i satisfacio dessa o
linearlo. | or nlo se relerirem ao dito din 15 de marco
de 1830, ou que nao extingui essecommercio. de.de o
da 13 demarco de 1830. o sim viole mees depoil.
Elimnenlo-las
A primeira proposito he falsa : a lei do'f de no-
vemhro de 1831. o decreto de 12 de abril do 1832.
lorio promulgados em virlude do artigo i. da citada
convenci ^adas depoil ,1o da 13 de noven,bro Je 1830. porque
re'erirem-se ellas mu eipreuainente a e Savia referencia era de miilerella loi frita no arti-
B 9* do decreto de 12 d al.ril de 1832. na egi inles
palavrss Constando ao intendente geral da policio ou
a qualquer juiz criminal, que algueiu comprou ou ven
deoprelo bucal, o mandara vii sui pieienc o exa-
mintri, se ntratelo a lingos hrasili-ira. seen no fra-
iil antee de ter criiudo o Ira fe jo da e-cai atura, procu-
rando, por meto de initrpittu, cerlificar-se de quando
Urio da A/rica... ijc.
Alt'm i esla rfiapostcio, temos a do artigo 10 do mes-
mo de, lelo. Ei-la : Em qualquer le-po, em que
um pelo requerer a qualquer un de paz ou criminal,
que reio pa a o Hraiit depiiii da exlinccdo do liaf-go.
o juiz o interrogar. ... Ilavendo pi isum / cei vehe-
mentes de ser o pelo Irre o mmdardepiitt'ar.. .
Oa, nos notfi archivos jlldeiset existem documen-
to- por onde se prova, queemjuizo sempro le conlou
ae\linc(io do Irafego do dia 13 de merco de 1830.
c ufarme a convenci de 182G; e a proclamado de 4
de novembro de 1829 do nosso governo, citada por
Sir Roben Peal, no parlamento ingl.r, na iessio de
27 de julno deste anno (B). he um documento authen-
tico de que assim sempre o julgamos.
(4) Vide a nota cilada de 23 de julho deste anno.
(i) Jornal do Cvmmireio deste anno n. 248 ,
extracto da l.ondon- Alail.
obrigico, osirtigos A." e 6. di lei de 7 de novembro
do 1831 autoritario a captura, fra dos nonos portas,
pelai nossas l..ryas nayaes e destinarlo um premio pira
o cnmmindanle, officiaes e mariotieiroc, quo taes captu-
ras fiessem.
E lio a peto tomarlo os nosso legisladores a satisfa-
V'io do empenho contrabido pela convenci de 1826.
que subjeitirlo a buscas minuciosa!loda ai embarcicdei
cbegidis dos portas da Afrioa, e a pean corporaei e
pecuniarin o seui commandintei, meitr.i e contra-
mestrei. o que, com scieneia do leu dritino, denem
ou recebeueni rele, e assim tambem os individuos que
fossem de qualquer modo interesiados r.eite negocio, o
que loroeceiiem fundos, ou outro ilgum firor, ajuda,
auxilio ou consenso no desembarque e deposito de es-
cravos vindoi da Alrica; eo que he miis, eua lei at pi-
lece prohibir que se fac alguma carga ou se mande al-
guna gneros a (rete, para os portas da frica, em
barracoei preparadas para este lrlego (6), e di como
suflicientes para o procedimento judicial preiumpcdei
vehementes (7).
Prvida, pon, fica a promulgacio de leis em deiem-
penliuua ubrigacScontfihidapolo artigo l.'da conven-
ci de 1826.
E lio verdadeiro he eite asserto que peloi seui mini-
tros nesta corle, o Srs. Ouieley <.- Gordon. diflerentes
veiesa Inglaterra o reconbeceo, reclamando contra um
pro|ecto. que passou no leado, revogando a lei de 7 de
novembro de 1831. na parle que mmdava libertaros
pretal, viudos depoil da rxtineci do Irafego, nio aprc-
hendidos na ocessiio de effe.tuar-se oseu desembarque,
por tenido ella promulgada (diio estes ministros;, em
virlude ,1o artigo 1. da convenci de 1826 (8;.
Ainda dessa conviccio em que eslava o governo in-
gle, deo-nos prora sufBcienle o fado de ter pedido ex-
plicacOei em 18 1 o ministro inglez nesta corte, tobre a
expreisio bracos utett que vinba inserta na talla
do Ihrono dene anno, por entender que nella se envolva
urna insinu>cio para a revogacao da dita lei de 7 de no-
vembro de 183! (9j.
li tanto julgava o governo ingle isto assim, tanta re-
putava suflicinnle eila lei para a eiecufio do artigo 17
da convenyio i 1826. e plena satitlacio da obngaciu,
que para com elle conlrahio o Brasil, que no prujeclo
le ronvenciu de lord Aberdeen, do 1." de fevereiro de
1842 (10). apresentado pelo Sr. Ilamilton ao nosso go-
verno. em abiil do mesmo anno, nao exilio do Brasil
urna nutra le, nao [i' em duvida. que a do 1831 livra
por lim islisfaier uin tal empenho ; mas so simples-
mente a punicio pelos nossos tribunaes dos negociantes
de escravos.
Para manir evidencia, trasudaremos aqui o artigo
respectivo e o trecho do> despacho de 2 do mesmo me/ e
anno, expedido por lord Aberdeen ao Sr. Hainil-
ton.
Um artigo inserido sob n. 7, peloqual o im-
perador do Brasil so obliga pun-r as pessoas, que se
dio no negocio de escravos africanos, e assim tambem
para prevenir que os Africanos sejio reducidos i escra-
ndao no Brasil, em contraven{io aos .iju-t. s existentes
entre a Grao-Br lanha e aquellv paii (I I).
Art. 7. do projeclo de convenci de lord Aber-
deen.5 M. o I. do Brasil se obriza a exeicer urna
extrema vigilancia t applirar lodos os meios possiveis,
a fim de seicnt ent-egties juilica todos e quaesquer
dus seus subditos ou outras pessoas reidenlti no seu
leiritorio. que por ventura se dem ao Irafego de e
cravos. Igualmente S. M. 1. se comprometi a velar
>iegue
con-
de
xo
ircumslsocia
asara-
qualquer
aefio ou usar de outro meio com o fim de rebaver ao
seu dominio ou capturar algum Africano reputado es
cravo, salvo o caso de dsr-se uina clara e concludeote
prova de que taes Africanos lorio legalmenle, como
eicrav.is, importados oara o Brasil em lempo anterior
ao dia 13 de marco de 1830. (12).
[Conliuuar-u-ka.)
Correspondencia.
Sri. (eductores. Lendo o Diario n. de 29 do
correte, tive o dissabor de ver ums tirads contra o
Sr. paire Joaquim Pinto de Campos e entre as mili-
tas invectivas que vomitirlo contra este moco res-
peitavel a muilos respeitos. a que msii me sorpren-
deo foi ver, que o Sor. Nogueirs Paz de Pajau'
concorrra para as calumnias de que boje cobrem o
mesmo Sr. padre Campos ; sendo verdade, que eu,
quando estive em Pajiu' no commando do destacamen-
to letnpre ouvi doSr. Nogueira Pac e deseucunbs-
do Msnnel Vicente com quem tenbo amirade, asme-
Ihore iiiforinitoes do Sr. padre Campos e de loda sus
lamilla o lembra-mn que em um das occisin om
que live de fallar com o meu amigo Manoel Vicente *
reipeito do Sr capillo Manoel Jos de Campos, pai do
Sr. padre Campos elle me lisera os maiores elogios ao
dito Sr. capillo Campos, e, para orovara sus boniade,
diise-me mais que elle tirira urna das escravas de sua
co/inbs para servir urna sui cunhsds irmis do Sr.
Nogueira Pax; e a villa de tudo isto como be que o Sr.
Nogueira Pax depde contra um membro dessa fami-
lia de quem recebeo favores e com quem sempre vi-
veo em harmona '' Eu nlo me capacito de que o Sr
Nogueira Pat livesse um proceder lio indigno com o
Sr. padre Campos e com sus fsmilia I Em fim esta-
rc engaado ; mas em qusnto me nio persuadir do
contrario,protestsrei contra e.ta calumnia, e contra ou-
tra* muilai, que engendrarlo ao Sr. padre Joaquim
Pinto de Campos de quem he appreciador
Um que j morou em Pajau .
major Antonio da Silva GuimSo. proprietario resides.),
nena cidade, usando, nesta nomeaclo.da (cuidada, on,
me conlere o reglamento n. 357 de 27 du abril 4,
1844, e rogo 1 V. Eic que na conformidide do mu,
mo regulamento se digne de dar a sua approvacta,
fim de que o nomeido posss com 1 brevidad". qna t,
possivel, curar das ditas loteiiai.
Dos gusrdesV Exe. por muitos snnoi. Goiinpi.Si
de Janeiro de 1846. Illm. e Eim. Sr. desemhirgado,
Antonio Pinta Chicborrods Gima, presidente desta pr.
vincia. Jos Joaquim Camello de AndratU, vtgsri
encommendado em Goianna.
Respondo so seu offieio de 21 do presente mes]
declsraodo-lbe, qaeapprovoa propoita, que Vmc. fe'
do msjor Antonio da Silva Gusmio para Ibes loteriss coocedidsi a favor das obrss dessa igreja mim-
0 qual deveri prestar i fisnea oidenads pelo art. 8.
regulamento n. 367 de 27 de abril de 1844.
Dos guarde a Vmc. Palacio de Pernambuco. em 24
de Janeiro de 1846. Antonio Pinto Ckichorro da
Gama. Sr. vigsrio ds freguesis de N. S do Rozara
de Goianna, Jos Joaquim Camello de Andradr.
COMMERCIO.
A la 11 dega.
RENMMEirro do du 30............... 11:322j666
UescarregSo hoje 31.
Bfigue^l!'.*?earvio.
liriguetiicltmondidem.
SumscaBoa-Inlelligenci
-papel.
Consulado.
BBNDIMKNTO DO DIA 30.
Geral.............................
Provincial..........................
Diversas provincias..................
1:892,804
9Ua>8i6'
4C7V
Publiccoes a pedido.
(6)
1831.
Arl. 3., 1. ds lei de 7 de novombro de
'.3 '."ffiWtfa^^tt.v;^, ^ ifj-. j
(7) Art. 3.' e 10.' do decreta do 12 de sbril de
lOoSI.
(8; Vejio-se as correspondencias nnste sentido, que
tesa no Jornal do Commercio desia poca. A nota do
.V. Ousel. y he do anno de 1810. Aqui daremos o re-
sumo desta notaeue finia recebido tnslruecoes mu tu
postillas do seu guvemo para protestar da maneira a
m..is [ifte contra a revoguedoda lei de 7 de nwembro
r/e 1831. pela qual, em execuedo do philanlropico e
jarlo comp'omisso do gover-io brasiteiro com a Grao-
Hretanha, se garante, pela maneira a mi i solemne,
a obso'ula hberdude dos Jfnctnos importados lile-
almene no imperio depoit dessa lei, tornando-te esse
dirtitu t<> absoluto como legitimo.
{9) Veje-se o que disse o Sr. Ouseley so vise. Pal-
merston sobre iito em 5 demaio do 1841. Papis par-
lamentares de 18-11.Ciis. B., pag. 6)6.
(10) Apag.29l dos ptpeis pa, lamentares de 18-12--
(Ilj ... by which the Emperer of Brasil engage
to pumsh peisons engaged in slave trade, and to pre-
reot Alricans Irom being made slsves in Brasil...
K para onde? erodio do promptn Fr.inciieo.
Ni nci. Telen que para u principe de Cunde.
Siin. be provavcl, disse o duque.
Fm dilSii, replicou ll.-nrique. eu lenho meio de
conhecer de umu maooira inrallivel o chefo que ello ei-
oollieo.
Frsoeiieo lornou-ic lirido.
Mal. eunlinuito llenriqne, o hngtirnolei eslin
dividid, entre si, e de M"iiy, lud, bravo, lodo leal e
ci-nio he, i reprsenla n melada do partido, Ura, a oii-
Irn int-iaile, qiie nae he para tleipresar, nS- pertlen a ea-
peranca de levar ao lliroao esse llenriqne de Nnvnrra,
que, HlOsibetnjM bnver hesitado no pnnieiro momento,
podo ilepois ler refleclido.
Credes iiao?
Ol I lodui os das recebo dinn tealemunhos. Eiin
tropa que ie ma reonin na cacada, reparaalc deque
liooieof le t-oiiipiiiilia P
-Sun. de ;;i .i 11--I11. inens ron veri idos
E tomn cti-lr o t-ln-le tlelln, que me fes um igual:
Sun, era 11 vi-tooile de Ttirt-nne.
En'endeilei o que rile roe queriio f
Siru, propuiihio-vm que togi.-eii.
Lt'|,">, die H' nriqne i Franeiic.t inquieta, he evi-
ileiiie que lia mu exondo |ifii(|,.. q.iequer nina toma
difliTiiiie iio que prrliiiile J|. tle M-'tiy, e cero Wmmu.i
pailitl he iiinilo poder.., tli^.-vo-l.. en. Do Mirle
que para ,'i.n.-jnirciu ti ret, hu, he pree.im qoo ...
doui parados, Turenne o de Mouy, se reonio. A oons-
pirsflo prtujride; ai irpai eslau deiignndaa, S Mes-
pera um ii-iiI. Ora, lieMa mioa,;.',,, aupn-Hta que exige
da minha parte prompla lulocle, lenho disentido duan
reaultijaca entre ai qoaes est.iu perplexo. E sao ella,
que o venlio expor-v.., com,. um amigo.
Disei inelhur, ruino a um irosas.
Sim, ei.nni a mu irmau, repeli llenrique.
Fallni pnia, eu vu 01190.
Primer que lod ilevu expor-vm oeilado de mi-
nha alma, meu eliam Fraiiriano. Nenliun deai-j, ne-
iiltmna aaibictt, lenho. cumio iieuhiiiua eapacidade; mu
mu b-iu gruiilhoiiiem d eampn, pobre, sensual e tinti-
llo; 1. flieio derniiapiraditr me apre.enla deigraca mal
r.inpeinailaa pela perajtet-iiva mesmo certa do unta
coros.
Ah meu irinSti, dit Fraiieise.it, va nio vos faieia
juanee, e he unta tristesitaacao a de um principe, ruja
fortuna he limitada puf uin mareo naa terrea de eo.
pas, 011 por um homem iiararrcira das honra*. ffJu
tirio p..ranlo no que me dueis.
I'..i i.to verdade he o que vos digo, meu irmiu,
repliruti Beiiriqtio, que se eu acreditara ler uro amigo
verdadeiro, abdicara em aeu favnr op.der que me noer
conferir ei.e partido que uceupa de niiui; tnaa, ajun-
luo elle t:..iu um aiiapirn, nu ,, tetiho.
TltCS. Vs V-S engaiiaia sotll duriiln.
Nao, reir,ainl-gri.! diaae Heltri |ue. Excepto
tos, ilion irnilo, nao vt-j oiiijjoiiu que iue tculia uffuv-
101 de sorle que, le.hoi do duixar abortar em dilacora-
lltm. e llvm. dr. Por parle do teneote-coronel
Joio Paulo Ferreirs, conimsndante do 1 bslslbio de
guarda nacional de Olinda. fui. ba das, avisado psrs ser
quslificado guarda de seu bslalhl: ora, estando eu
nenio do alstame nlo dessa guards, em consequencis de
ser escrivio do crime e civel do juizo ecclesiastico, ce
que V. S. he muilo digno vigsrio geral. a villa do
3.'do arl. 12 da lei do 18 de agosto de 1831, represen-
lei olicialmenle ao dito c mmandante ponderando-lbe
uto mesmo, e di/eudo Ihe. que esperava o cumprimen-
to da lei Entretanto a reiposta do meu offieio foi vocal,
e que eu devia comparecer a primeira revista, que be
domingo prximo, t em consequencia disto, coubecen-
do o proposita do relerido commandanle em faier me
guarda de leu baialhio. emhora oflenda a lei, recorro a
V S., na qualidade de meu superior echefe, a lim de
que competentemente consiga a nimba iienfio do adi-
tamento, visto que a citada lei me exclue delle A' pers-
picacia do V. S. nio pudo escapar, que as palavras da
le officiaes de juilica empregadas no citado S 3
do sit. 12, comprehendem lodos aquellos, qne servem
e oceupio ollicios pblicos como escrivies, etc
O dito commandanle julgo, que entende, que as re-
feridas palanas smenle so referem meirinbos ; mas,
como esti dita, e nada ba mais raioavel, ellas lallao de
lodos os que servom oflicios pblicos ; e tanta be
uto assim, que, nio tendo a polica meirinbos, a lei diz:
officiaes de juitica o policia. o que bem demons-
tra, que ella se relere aos mais officiaes de justica e po-
lica. Em lim V. S. sabe, que os escrivies ferio sempre
dispeniados do alistamenlo.e por iito ha 6 para 7 annos
sirvo o meu offieio, sempre isenlo, e assim V. S. dar
as providencias, para quo teja dispeosado delle.
Dcos guarde a V. S. por mais annos. Olinda, 26 de
lanerode 1846. Illm. e Revm. Sr. doulor Manoel
do Bozario 'lavares, vigario geral desta diocese. Joio
Goncalvcs Hodiigues Franca, escrivio do ecclesisslico.
Illm. e Exm. Sr. Sendo por lei provincial con-
cedidas algumai loteras en. beneficio das obras e repa-
ros, tle que neceasita esla igreja matriz, e enrfn de ur-
gente necessidade, que a semelhanlos loteras se d u
dev.do andamento, sem oque se tornara infructfera a
concestio dolas, noinceip.ra thesoureiro das niesmas ao
2:932*363
Movinjento do l'orto
Navio intrads no dia 30.
Arscsly Iridias, sumsca brssileirs S.-Antonio-d,.
I'aduj, de 76 toneladas, espillo Msnoe! Jos Ri.
beiro, equipsgem II. carga couros e sola.; a Luii
Borges de Siqueirs. Pasiageiros, Joiquim Frincii-
co d Vssconcellos, Antonio Joaquim Masa, joti
Lourenco do Amaral, Joo Goncalves Valente. J01.
quim Rebouces Cbsgss, Brssileiroi; Aotonio Joidi
Rozs, Aotonio Francisco Antero, Uespaoboes, ei
escravos a entregar.
Rio-de-Janeiro; 31 dias, polaca bespanhola tVaios I
de 142 toneladas, capillo Juan Marlor, equipagen
12, em lastro ; a Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Arscsty ; 17 diss, histe brasileiro Espadarte, de 27 |
toneladas, capillo Joaquim Jos dos Sanios, equipa. '
gem 6. carga couros e rra de carnauba; a Joio Fia-
tode Lomos Jnior. Passageiro, Maooel Pereirs do
Valle, Brasileiro, e 10 esersvos a entregar
/\avio saludo no mesmo da
Trieste ; bsres ingleis Jamis-Slewaris, espillo Jobo |
Laird, carga aisucsr.
Ediiaes.
_ OSr. general commandaute dsi armsi ds prorin-
cis, em execucio do srtigo 22 do regulsmento de 17 de
fevt reiro de 1832. manda fazer publico, que no di* 31
(hoje) du correle mei, pelas 10 horsi ds manhia, h
reuniri no juarlel general oconcelho extraordinario,
parante o qual se proceder i arrematacio dos medici-
menlos precisos ao hospitsl regimentsl no correte sa-
no ; pira o que lio envidados os Sn. boticarios ti-
belecidos nesta capital, i comparecem no relerido das
hora, e ofierecerem suii propoitn em presenca do res-
pectivo formulario.
Secretaria do commando das armas, 20 de Janeiro ds
1846 Francisco Camello Petsoa de Lacerda, capillo
secretario militar.
O Illm. Sr inspector ds thesoursria das raudal
provincises msnds Isier publico, que. em cumprimen-
lo ds ordem do Exm. sr. presidente ds provincia, di
19 do corrente, irlo praca novsmenle no da 9 de fe-
vereiro, ao meio da. as obrss dos reparos di cipelli-
mr J
ile
(12) S. M. Ihe Emp. of Brasil engage lome Ibe
utmost vigilance, and lo employ til possible means to
bing to jusliceallsuch of his lubjects, M olber per-
sons resident wiihiri bis dominions ss msv beconceioed
in slsve Iride...
ee. hnirivt ia unta tentativa que Iraria a lux algum ln-
""""..... indigno..... prefiru, na verdnde, advrrlir el-
ret roeu irmio d .. que p8,. Ni() ,\irei nme ,(e
iiigiiein; nio cil arei nem lugar, nena Irrapo ; roas prc-
renirci a rnlaalrophe.
Grande Den.! rxrlamou d'Aleiicon, nio potlendo
mais reprimir o seu terror, que de vos....... Queinl
vt, s unios eperanca du partido, drp,,i> da inorie ti
ir ds igrejs matriz de Jabostlo, sob o orcaroentli
4:160.0(0 rs. incluido o augmenta de 26 7, eai li-
vor do arrematante.
Os licitantes, devidsmente hsbilitsdos. compareci
na isla dai sessOes da mesma thesouraria no dia e hon
indicados.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciaesde
Pernambuco, 20 de Janeiro de 1846
/.os da Coila Porlocarreiro.
OBRAS DAS IIA TU I1ES.
Matriz de Sanio Ama ro Jabostlo.
Clausulas tspeciaes da arrtmalacdo
Artigo 1. As obrss de raparos ds matriz da poros- !
Oeo por uro instsnle llenrique musirs de rebVtlr.
So en tara um principe de imporlaneia na rrle,
ibrara poroulr.. modo ; no roaao lugar, por exnupli, a
arr como va, Fratioiseo, principe de Franca, hcrdtiru
prnvavel da ntira......
Francisco mrneu irnniramente a rabrea.
Em meu lugar, disse elle, que farieta vos?
Enivoitti lugar, meo irmiu. re.p.uide.. llenrique, '
lad'u'*.- m/n"V ^ *"'*'"*"* **. "'' *..rer-|por-roe-hi. a te.it. Ho ,n,.vin.e.,l p.r. o dtrigir. O mea
...tire vitsaoa irntios I 1|. i.riqtte, Hat.r.q.ie. nio aabei.lna pela vida dua sedirio,,,.' 0 de um. eninresa u.e nJi
J*1....... enlreg.i. a.rgu,lSso.Berihl,e..eau..r o maior m.l p...,., i""-- .^"-1., uri-
lod... ... r.lv...i.l.s do rrioo i Nio a.b.i. que C.thrri.i. Imeiro p.r. ,, 0 depo'i. para el-e" '
.eapera aeineUiaiile o canio par. exterminar tudo u I
D'Alen5..n e.euloii tatas palavrai onm
que st.brevivco?
E o duque, trmulo, o Loan o temblante desconcerta-
do, aperitiva a mi de llenriqne, como aiipplicaiidu-lhe
que renunciaste eisa reiolu(iu que o perdis.
Como, dase llenriqne, cena ums expreisio de
porfeiln limplioidade; julgaia, Franeiactr* que lana.
dVsgracaaorcorreriiu? Perece-nie tudavia que euro a
palavrn lUrl-rei, salr.ru os imprudeiilea.
A pal.vra deel-roi Cario. IX, Hrurique....... Oh I
nio a liaba o almirante ? nio a linha Tliguy ? Evo'
lucMii'i uto a linltrii? Ah Hi-nrique, .oueuque Vn-lu
digo, rr l.l fit-rilea, a Indo. Vo. prrdria; r n... s el-
le, roa. tambesa a qassalvs com ciiet team tido rel.coei
direclii uu iudirectas.
. ....... urna alegra,
que Ihe dilalnu lodna na murulot da rara.
Crdr. v., ditte elle, que eata rorio aeja pralica-
vel, e que ello uut puupe todos estea detastres quepre-
vede.?
Crean, dme llenriqne. O. huguenolet votteemi-
anur : vo.to exlrrior m.ideitn, vosas policio .lirada a
inlerei.ante so rstetmo leanps, a benemleneis rni fim,
que sempre hsveis mnalradu sui ds religue, ba indujera
s servir-vos.
Mas, dine d'Alencon, hs um schi.ma no parlado.
Us que sin por va, aera.. p..r mina ?
Eu me enearrego do vu-los scarear por duss rs-
ses. r
I Qoaes tio ?


%
--------ir
Lo de Santo An-iro Jibo.l8of.r-so hio conforme
lo oreronlo eo pl.no. eppro.ados pelo bita. Sr. pre-
Ldant. e.n 17 d* W >8*. P"'0 'rede
|4 I5O.O0D r.. que heo importe do orcacaenlo eug-
1 mentado d 2> 7i- .
j *ri*. i a obras principiaras no preso de dous
meis e s?ro oonoluidaa no prazo do doze me/e.,
lamhos'eoniadosa.n conformidade do artigo 10 Jo re-
Iculamento da arrematareis.
I Art. 3* Opagamento far-se ha ton.rme o artigo
1)5 Jo precitado regolameolo, eodo de 12 meses o
Ipraioderespoosabilidade ....
I Art. 4.' Para ludo o mais que nao esta determina-
Ido oas presente clausulas especiaes. seguir-ae-he in-
Iteiramente o que disp6e o precitado reglamento de
MI de julbode 1843.
1 R-pirlicio das obra publicas, 23 de dezembro de
IsglS, O engenheiro em cbcfe,
Faulkiir.
WdoulorJoi Tkomaz Nabuco da Aritujo Jnior,
fidalg i cavatleiro da cafa impfial, eavallliio da
ordim dt Ckrulo. juii di dintlo do civil dula e>-
dade i seu ttrmo, por S. M. I-, <* '" l>eo*
guardo, ttc.
Fas publico,para eonhecimcoto dos credores hypotbe-
[carios e pes I casa sita na ra da Camboa-do-Crmo na esquina
Ido beeco, que va para a ra das Flores, foi deseppro-
Iprisda Jos diCrata Dourado o qual se echa au-
Iteoteem Portugal equeo preco da deatppropriacio
I be de 1:900/ rs. e eU depositado no deposito geral
[desta cidade. E'para que chegue a noticia de lodos ,
Imandei passar o presente, que ai por mim asiignado
le sellado como ello deste oieujuixo, ou valha eui
I sello ex cauta
Itecile. l de Janeiro de 18*6. Eu Jote Juthno
I Firnandu Souti, rjcrivio o eicrev. Jote Tkomax
\ Nabuco di Araujo Junto-: Ao sello IDO rs. Va-
llha ibiii sello ix causa [fabuco di Jauja Jnior.
Uerlaragoes.
= 0 arsenal de guerra tem de comprar a/eile de
carrapalo e de coco fio de algodo para torcidas ;
I* pesoa que se propuser a vender sern-lnanles objec
[tos, eompirrca na directora do mesmo arsaoal mu-
nida J sua proposta por escnpto em carta fecbada, at
o dia3 dofuiuromexde lerereiro.
Directora do arsenal de gu rre 29 d< Janeiro de
18V6. __ O etcripturario Francuco Serfico di
| Aun Carvalho.
COMPANHIA de beberibe.
Os Srs. accionistas bajo de reahsar urna preitacsd
I de 6 pr cento, dentro do preso de 30 das, contados
desta d.ta. scriploiio de companhia. 22 de Janeiro
de 1846. O secretario, f J Fimandil ttarroi.
Amsos ntarilimus.
m Para o Maranbio sehir com brevidade, por ter
ja paite do seu carregamento o puUibo brasileiro
Unido; quem no mesmoquiter carregar ou ir de pas-
sagem, falle com Gaudioo Agoslinhode Barros, na ra
da Cru. n. 66, oncoino capillo a hordo
Para o Hio Grande-rfo-Sul s*hir, poi estes 15
dias o hrigue hraslciio ndepmdile ; tem praca para
carga lee, passauciros e escravos a lete : os pretenden-
te! podem tratar rom Manoel Alves Guerru Jnior, das
10 horas da manhaa em diente, no arma/ern de cabo do
Sr.Francisco Mamede d'Almeida, ou com o capilao
Fructuoso Jos Pereira Dotra..
O brigue escuna Hinriaula seguir para o A-
tacalynodia H do prximo futuro niet de fevereiro :
quem nelle pretender carregar se poder entender, na
ra do Vigano, casa n. 23, primeiro andar.
=> Para Lisboa sai. no da 11 de fevereiro prximo,
o muito veleiro brigue portugus Carila & .imtita ,
forrado e pregado de cobre, de que he capitn Manoel
Joaquim dos Santos : para o resto da carga e passagei-
ros para o que tem muito hons e stseiadoa commodos.
trala-sscom o referido capillo na praca do Com-
mereio ou com os seus consignatarios Francisco Se-
veriaono Habello & Filho, no largo da Assemhla.
Para Li-boa segu viagrm iinpreterivrlmenle
no da 8 de fevereiro p, f o patacho poituiiui'z lles-
tauacdo, forrado e encavilhado de cobre : quem ni-1 -
lequuer carregar ou ir de [iassnji-m para o que of-
ferece cxcrllentes commodos dmjs-se aos seu con
signatario- Firmino Jo Fvx da Roza & Ir mi na
ra do Vigario n. 23 segundo andar ou ao ca-
pillo Alejandre Jote Coireia. na praca du Commcrcio.
agwag-------.- i '
- Le.lao.
O crrelos Oliveiit far Ivilio porcoota e risco
de quem perteneer de una esplendida cuanto inte-
resante collaccio de obras, no edioma ingles, dos msi>
acreditados autores e as quae se faiem (auto mua
A prinn irj he a rmifiaii^a que o. rbefea trem em
mim; a rrgomla lie o temor que til"* leriiu de que aa-
beudo V. ltela o. troa nomea.....
p..iem quem me revelar ea.e. notuea?
Eu, veiitre-aaint-gria!
Y n farit'ia nm ?
Krrmai. Fraueaco, j to-Io diaae, ronlinnoii Ilen-
ri'|iie, ruma m< aun- Beata Corte; talo procede <<
dut ula de que eHtu en aei> peraegunlo ; e de iiieia, un
nha iiiullii-r laiubem tos ama Ooiu urna affeifu quu no
tem igual.
Kr.nei.co parSI de praziT.
Crile-me, mea irmi, prnaeguin Henrique, t
tnai a \a ear uegucio; c omn tanto -|ue me iiii.erei
mu lugar Toaaa meio, e ti ni bellu boaquu par* cafar,
juigar-me-lii'i felu.
Reinar em Navarra, di.ae u duque ; mu ae.........
Se ii duque d'Anjnu eal iiuiiiradii re ilc Pul oi.i,
nio he ii.imp Ciini'liio o rmi penaamento.
Franciar,, til. u Henrique cor certo terror.
Ci.ia brnil inrutji. Franeai o. runliliUOU Hiori-
qe ja quenada loa raeapa, he jiiataminle nrai. hy-
potlirre, que eu rariurino : ae o duque d'Anjuu clan -
meado re de Pnluoi, e iiuaau iunao Carina, que Ueua
cnnaerTe' rteaae a iiiurrer, ha ao doienla leu"1 de Fau
afana, quamlu de Paria Crarmia da qntr. cenu,
t p.ir inniM^iiiiite ealaiea qui para rereber a heran-
. jueiauente auttiupo'quc el-rei de Polonia latiera,
reeommendaseii pelo assumptos scientifeos e recrea-
tivos de que tralo, sendo as mesmas bellissimamen-
le ncadernadia e propriaa psra adornarem depnis
deudas, estantes de todos quintos leem recebiilo edu
cufio liberal e slo dado a leitura : terca-feira 3
de fevereito *omeio-dia em ponto n'umn das sa-
las do hotel Franriscik ra da Alj.undesa-vclha
Avisos diversos.
Na ra Direila sobrado de utn andar, o. 36.
preciss-se deuma ana de leito que o tciiba botn e em
abundancia e sem filho. -
O LID ADOR.
O n.79 icbar se-ha onda a 3 horas da tarde, na
prafa da Independencia, livraria ns. 6 e 8.
A CARRANCA.
O n. 61 acha-se a renda, na praca da Independen-
cia, lisraria ns. 6 e 8.
Deseja-se saber aonde mora o Sr. Paulino Anto-
nio de Atetedo, para ae Ihe fallar a negocio de seu me-
rece.
Oabaixoassignado, procurador bastante do Sr.
J lio Lui< Vunna. e por elle competentemente auto-
risado a receber de lodos os seus devedores o importe
de seus dbitos, pretina ios meamos por este innuncio
que, s coniar da data deste 20 das, propoe-so a cobrar
amigaselmente; e, (indo este prazo, p-ssara a usar dos
meios judieiaes : e para cumprimento de seu dever
fsz o presente por elle assignado.
Joi / n reir Oliveira Soulo.
= Oabaixoassignado, t-'n lo feilo parta da junta
revisora dos jurados, na qualidadede pro-presidente da
cmara municipal desta eidade juUa conveniente de
clarar, para conhecimenlo do publico e do sousamigos,
q te fot de opimio contraria a dos outros memhros ,
quando resoltcrio fosse incluida no numero dos juizes
de faci urna rela(iode pessoas apresentadas pelo Sr.
loutor promottor pulilico estrahida da lista do dele
gado as quaes sin tnleiramente desconhecida do
liaixo assignado ; ouiro sim t votou contra a etelusio dos Srs. Caetano Pinto de Ve-
ras, Manoel Canillo Pires, d uior Antonio Jos Pe-
reira Benvenuto Augusto de Magalhes Taque, Joan
Gome Martin, Francisco Xavier Carneiro Lins, Jos
Francisco Carneiro Monleiro e Joaquim Jos Car-
neiro Monteiro eslguns outrua man, de cujos nomes
se nio records. Luit Franciico de /Helio Caval-
canti
Prerisa-se alugar um preto que entenda de
tratar cav.llos : na ra Nova cocheira nova.
Aluga sea casa terrea n. 30 na ra Augusta ,
com bons commodos para familia : a tratar na ra lar -
-a do Rozario n. 18.
Ha dous mems, pouco mais ou menos, desappa-
receo ds casa n 17. da ra do Trapiche, urna pequea
caixa com os peitence. de um jogo de cuadre/. um ca-
chimbo de luuca da China urna caixa de niadeira com
um chapeo branco de castor : roxa-se a quem destes
odj' ctos livrr noticia, ou foiem elles oflerecidos, de par-
ticipar em dila casa, que ser gratificado.
- Oabaixoassignado faz publico principalmente
aos pas de seus alumnos que do primeiro de fevere
ro p. f em denle a sua residencia e aula de primei
ras leltrasda ra da Concedi da B ia-Vista lie ns
Iravcssa do Vera* (du mesmo Dairto } no sobrado n.
13, contiguo ao Sr. Victorino Jos de Souza Tratatso.
Policarpo Nunei Coireia
Precisa-sc de un bomem de boa conducta que
entenda de amansar e fornear para urna padaria e
S. Anlo : quem esliver neslas circunstancias dir
ja-se a ra larga do Rozario n. 50
= Anda esta por alugar o segundo andar da cas
alrsda agalrii da Bua-Vista ao peda casa aonde foi
col V_ni, rnnito fresca por ser da parte da sombra, rom
muilos commodos para grande lamilla e aluga-se por
preco commodo.
Desrja ve saber, se existe nesla praca pessoa que
(enba slgjma relatao rom o Sr. Manoel Pacheco de
Aguiar residente no Rio-Grande-do-Sul para se
tratar negocio de urgencia a beneficio do dito Snr
Aguiar. .
Ao amanhecer dodi 24 do correte desappa-
rrceo do porto do sitio do abano assixnado ao lad
do engenbo da Torre urna canoa de carreira com os
signaes seguintet : he eberta ; tem urna tatioa no un
do com largura de um palmo puuco mais ou menos
dous bancos paneiro grande e'pequeno ; ten um pe-
daco de correlo ; (o pintada de ncarnadn e faz al
guma agoa : quem a levar tecebei a recompensa do
seu Irabalho. No mesmo porto foi trr, no dia 29 d
corrente urna oulra canoa e all se acha em quan-
to a nio levaren) para ser entregue a seu dono.
Joo ,7n(uni.. Villa-Serca.
Desappareceo no da 27 do corrente do Aler
ro-da-Boa-Visla loja de charutos n. 12, o pardo
Manoel Joaquim torro que eslava emptegado oa
muwmwmnummumummmaatmimaiamramiaiii'mat^rTrzn^sr
la* ella existe. Eolito, ae eativerde* sitialVIiQ d*> mim
Frani'iacp, dar-me-lieia eaai* reino de Navarra, que nao
era luaia do que um doa floioea da vuvaa cora ; por ca-
ta maiieira acceil... O pciur ipn- \ua p'le acoulceer. he
hearilea ni em Naiarr.i, c faier tronco de iru, vitemlo
familiarmente eniiimigo r niinlia mullier, entrelanto
ipil- aqu o que aoia \Qt? um pol.ru principe peraegoi-
do, un pobre Hllm lereeiru de rei, e ravo iln dnua SMIl
icllioa, e que um cajini lio pode enviar a Baatilha.
Sim, aim, diaae Francisco, vejo iitu nmito beni, e
lu beiu que nio emendo Como njiil.ni ea.e plano que
me propondr, tinao aqu nada bale?
ho duque d'Alenfoii pot a man aoLre o curafiu de
Henrique.
Ha lardo., diaae Henrique sorrindu-su, minio pc-
aailns para cerloa liombroa. Eu nao tentarti carregai
eaae, o temor de ranear me lira a vuntade.
Aaaim, l|i'urii|ur, em verdade, rejcilai.
l)i**e-o a de Mouy e vo-ln repil)i.
Maa, em aemelliaule circunialanciii, charo irmio,
diaae d'lencon. n*n se du, prova-ae.
Henrique teapiroo coum o luctadur ao acntir dubra-
reiu-ao oa ria do aeu ndveraano.
Eu o provarri, diare elle, cata noile : pela. 9 hora/
aqu rilara a hala doa cliefea, e o plano da empresa.
Frai.otaea travou da miu do Henrique, e apertvu-a
coui efiusto ni luis ambas.
dila loja ; furtou 4 vestidos de chita 3 camisas do se-
nbori 5 ditas de humem 1 toalha de rosto urnas
caica do hrim de listra 1 jaquel! de brim trancado .
pares da meias 1 lencol urna enchada 1 p I
faci, 1 machado 2000 rs. em cdula 8 libra de
caane doCiira 1 uceo que lev.va tola esta Ierra
menta dentro ; levou na cabeca 1 chapeo de pal.iinha
ds\brunhadode fila azul e em roda amarrada fila U-
ilfnada urnas eslas novas de algodio trancado com
lislras branca earues novas camisa de algodiozi-
nho tamben) nova ; o qual tem os seguinles signaes :
baixo, thtq do eorpo e cheio de bechigas, olhos pe-
queos psebeiosde r.rivos seceos, cabellos meio-
corridos ; tambem levou urna aqueta de panno fino
preto, urnas calcas de merm a velha : roga-se a
qualquer pessoa que o encontrar o mande pegar e
levar a dita toja, ou metta o na c.doia, que ser grati-
ficado.
Tendo-se desencaminhado urna leltra do abai-
xo assignado da quantia de OOjOOO rs. scceita por
Joio Jacinlbo Pereira Cabral a vencer; previne se
a qualquer pesioa que nio faca trameceo com a re-
ferida ledra por estar i paga pelo aeceilanle.
Amonio Jote da Coila.
Na ra das Trincheira, n. 25, farem-se bulmhos
de (odas as qualidades e armio-se bandejas com os
meamos bolos por mais barato preco que em outra
quelquer parle ; tamhem dase de vendagem pagan-
do-ge quatro vileos de cada pataca.
= Alejandrina de Lima Albuquerque professora
publica de primeiras ledras do hairro de S Antonio ,
continua no exercicio de sua cadeira do dia 3 de le-
vereiroem dianln atrs do Iheatro velbo. n. 20.
su Jos Lopes Hoza de Albuquerque leva, para seu
servico na corte do Rio-de-Janeiro, um mulatinho seu
escravo de nome Lucianoo.
Jos de Alinela Vasconcellos, ignorando a mo
rada de doui senhore qu i fallo para serem avisa-
dos peso lmenla como Imn feito a todos o de mais.
pan retiraren) aeus penllores de pequeas quantias,
que tomem sua /nio por motivo de ausencia que
annunciou ; por Uso ruga ios ditos senhores compa-
reci para esle fin at o dii 4 de fevereiro prximo,
ni ra Nova n. 21.
Joaquim de Ulivoira Souc roga ao Sr. I. M. V.
B.. queira mandar salisfazer a quanlia do cordo e cor-
rente com chave, ou do contrario remeta oulra vez a
dita obras.
Precisi-se de unw moca para servir de porta a
dentro, em urna casa de lamilia eslrangeira, masque
nio exceda de 14 annos de idade : quem esliver nestas
circunstancias, dirija-se a rus da Cadea-Velha. n. 29,
pa'a se tratar do ajuste, e se expr o servico, que tem
a fazer.
= Aluga-se um segundo andar t"tio com bon
commodos, quintal e cacimba caiado e pintado de
novo: atratuna ra do Cabugi loja de Joaquim
Jo-e da Cosa Fajorc.
= Precisi-e fallar ao Sr. Joaquim FerreiradaCu
nha Soulo Maior que em 1838 inorou neslu cidade e
na de O'inda, a negocio de sen interesse.
= Podeodo acontecer que entre os escravos ap-
prebendidos na comarca de ". Anliu exista a prela
There/a de naci Benguela de 38 annos. pouco
..tais ou menos ; lotn uina pequea queimadura de fu-
go no rosto oulra no peito denles bem alvoa ps
grandes e apalhetadoa ; lugida ou fuitda em 16 de se-
lembro de 1843; por isso roxa o abaixo assignado as
autoridades policiaes da dila comarca, que, depois de
veiific.do, lacio publico por esta folh. ou avisem na
tua Nova n. 4l i flm le mandar vir. justificar e pa-
gar as despezas. ssa Jos Manada Coila larvalho.
= Prerisa-se ilugar um preto, por nieles dndo-
se 12jOOO is. cadi me e o sustento para ajudar o
Irabalho de urna padaria levar pi a alguns Iregue-
/ea pelo que nio se quer bebido : na prca da S
Cruz junio eo sobrado da esquina da ra Velha
Cliegoii, liontem, do cngenliu, mili-
to superior rloce de guiaba arac e lia-
nana, em caixatisznilios; oa rua ilo Cres-
po-, n. 4> terceii'O ailar, e na ruadas
Cruzes, venda de Joo Jaciullio Morena.
__YlanoelCan lio Pire pede a todososeus quo hajao de mandar pagar o que llie o devedores ,
pois he bastante o lempo, quo ja lom esperado: e
quem nio Ibe pagar da dala desle a 60 das sera u -
ligado ou vera o seu nome por extenso nesla olha.
=i Embarca para Lisl oa a escrava litara Ca Iota em
companhia de seu Sr. Luiz Gomes I'erreira o iui fa-
milia .
__ O abaixo assignado avisa aos seus fresuezes e
mais pessoi'S qu elle contina tirar passaporles pa-
ra dentro e fura do imperio, e despachar escravos. luoo
com aquella piomptidu que sempie foi de seu eos
turne por preco niuito e n.uiio commodo : quem poia
de seu preslimo so qtiizi-r ulilisar o pode procurar
na rua do Rangel, sobrado n 9.
tlimiiil Joaguim da Stka Ihbeiro.
- Alugio-se duss casas letress com duas salas ca-
BHMaBBUMUr III na
da orna 3 quarto eorinhi n e quintal ta n
Invest di < oncordi por delrit do Carmo: tratar
ni rua eilreili dn Rosario venda n 45.
Joio do Martyre Barbota legue para a Para-
laba.
- Alugi-ie um molecote cozinheiro de forno e fo-
go : quom o pretender, dinja-sea ruada Pal n. 38.
O padre Manoel Thoma/ da Silva e olTerece eos
pro rieiarina do centro da provincia, para Jar aeu
lilhos educacio religiosa e lideriria residmdo riles na
inesina casa do annunciante ', mas s admilte al o nu-
mero do B.
Lma pessoa habilitadla e de bon eottume te of-
ferece para ensinar primeiras ledra, indo a casa de
seus alumnos : quem de seu preslimo se qui/er uldisar,
diriji-se a rui do Collegio bolici n. 10, que se dir
quem be.
Aluga-se um cisa no bairrn do Recife com frenla
para duas russ; a qtial tem servido deacougue ha mais
de 50 annos. e tem Uriml a. pesos e ^.rade as pnrtis ;
lem alm disto muiloespaco pan se recocer gen- ro,
ou par qualquer nfficina : os prelendente dirij*o-tea
pnca da Independencia, hvrarii ns. 6 e8, ou a boti-
ca da praca da Bna-\ isla. n. 6.
- Olereco-sn urna mu'har para ama de casa de por-
tas a dentro, de homem solteiro, ou catado de pouca fa-
milia; a qual da fiador a sua conducta : quem precisar,
procure na ru > do Mun lo-Navo, ca*a, n. 36
- U Sr. J. B. B. M. haja de compa-
recer na praca da Independencia, n. 12,
para pagar a quantia que nao ignora.
Compras.
No iiicmiio iuatanlr riiirou Cllnrnia no apoarnto, e
ai-guodo o aeu eoatailia ai'iu ae ater annuuciar.
Juntan, diaae rila aorrimlo-ae, duua bons iritios
mi verdade.
Aaaim o pens, aenlmra, diaae Henrique con) u
maior aangiic-frio, emquanlu o duque d'AleufOn rni-
p.illul,na ili- agona*.
Di-poi*, den nlguna paaaoa alra, para dcixar Calhrri-
10 fallar livremeiilr a aeu nllio.
Tirn cutio do bulao a rainha-nii una joia mag-
uihi-o.
Eate atacador veiu de Florrnc, dase ella, duu-
lu-lo para o pordra uo tilim da voasa eapada.
E logo em vo liaixinlia:
3e unvirdea bulla, rouliiiuoii ella, no aposento Hr
aso cunliado Henrique cita noile; nio vos mchala
raqui,
Fraurarn apertnu a man de na ma, e di.se:
Permitlir-ine-lieiB que Ihe minore u rico preaenle,
quo acali.n de laier-me ?
Faiei iinllior, ilai-lli'o ero voaio e nn met nome;
porque ja linda eucomuieiDlado ontru para elle.
Do lia, Henrique? diaae Francisco; mirilla boa non
me troure rata j..ia, o Ihe duplica o valor, prrmiltindo-
me. que vu-la eu d,
Henrique exiaaiou-se (obro a bellcia du atacador, r
deatn-ae em radi riniciiio.
Quiudu ae acaliuiro oa aena Iran.porte. :
Compriio-se as seguinles pecas dra-
mticas : Novo deserlor francez, e Ca-
milla no subterrneo : na rua do (jueima-
do, n. .',.
Compra-se urna carroca para um boi; na rua
da Aurora casa do Jos Jacintho Silveira.
Compra-se uina prensa e mais perlences de fazer
farinha ; defronlu da ribeira da lioi-Vista venda
n. 58.
Compra-se urna casa terrea em qualquer dos
bairros desta cidade que o seu valor leja de 800,000
r. pouco mai ou menos : na rua das Cruzes, n. 30.
aa Compra-se um moleque de Angola nio exce-
lendo de 20 annos; paga-se bem oa rua Nova, loja
Iranceza, n. 10.
Comprase papel do embrulho ( diarios) a 2560
rs. a arroba ou a 80 rs. a libra; no It-cile, travesa da
\lidre-de-Deos, n. II, e oa S. Crui padaria, jun-
io ao snhrado da esquina da rua Velha.
__ Comprase um preto, que seja perito ollicial de
allaiato .einm vicios; paga-se bem : na ruada Moe-
da n. 7.
aaa Compran se 6 linhas de 60 palmos e um de fa-
ce reforcado ; 4 diasde 50 dilos, e igualmente um
de face, ma mira do le ; na rua da Muela 0. 7 a
fallar com Leopoldo Jos da Cotia Araujo.
Compra-se um baixo de harmona,
em bom uso: quem tiver, dirij-s-se rua
*da Catieia-Velba, n. l\->..
Coinpro-se dous escravos, um pedreiro e ou-
iro carpina para urna encominenda do Rio-Grande-
do-Sul ; oa rua do Collegio arma/em n. 19
__ Iainiprao ae para iira da provincia escravos
de 13 a 20 aonos; seodo de bonitas liguras pagio-te
bem : na rua da Cadea doS Antonio, sobrado de um
andar ; de varanda de pao n. 20.
Vctid.is.
__ Vemle-se superior vicho tinto do Porto, em bar-
lisdeoilavo em pipa : na rua de Apollo, n 3.
= Vende-ae o deposito de assucar da la da V Crux,
n 76, com todos os peilences, e alguns gneros; a
prazocom boas firmas, ou a dinbeiro : a tratar na
metma rua venda n. 93.
__Vende se urna nula nova, ptima para carga, muito
gorda e bonita ; na estribara da ru* da Florentina.
~ Ncndem se os mais modernos corles de tarlalaaa
scoce/a pelo barato pieco de 4000 rs. o corte ; rs-
cados freno zea de quadros e cores fixas a 220 o 240
rs. o eovado ; corles de chitas de assento branco e con i
finissima pelo diminuto preco de 100 rs. o coi le de
13 a H eovado ; algodio do lislras azues proprio
para esclavatura a 200 rs. o corado ; ruarle azul com
4 palmos e nieio de largura, de superior quahdade,
a 210 rs.; niazos de nn las de hnho psra bomem, mus-
lo linas a 6000 rs. a duzia ; lurttVl alcorhuado pa-
ra colleles o 800 rs. o corte ; meias de seda preta a
branca p*ra senbora o mais uperior que tem appare-
cido a 3/ rs. o par ; e outraa muita fnzendas bara-
tas : na rua do Crespo loja n. 12 de Jos Joiquim
da Silva Maia.
Meii filho, disae Calheiina, sinln-iue utn p..ueo
ndiaposla, e vou meller-iiie na nama ; tama irmio Car-
los i ata hein fatigado da sua ipieil, o vii faier o meaiiio.
Naoieiaremo, por tanto, junto, cata nnite, e aerrmoa
aervid.arada um no aeu quarto. Ali! Henrique, eaque-
)ia-in faier-voa os nieua cmpriui. nt.ia pela mala cu-
rajrem B deatresa : aalvaale. vo.so rei e voiao iriliu,
rri. recompenaado. ...
_ J ur.luu, senliora, respondi Henrique ncli-
uando e.
_ Pi lo enlimenlo de que fuelles o vosso rtever, re-
diroii Calher.ua; na. lelo n*o baala, e acrcd.lai qu
nos eoidam..a, Carina e eu. rm fater alguraa cun.a, que
uua deaobrigoe para rom v.-aco.
_ Ti.do que mo vier de v.e de ineu bom irmio, ae-
ra bem indo, aenliora.
Deiioia fet urna reverencia o aho.
-Ah mru irmio Franciar, peu.ou Henriqne, qnan-
dn ae acbou tora do ap.i.rnto, agnra catn certo de que
,1o part.rci .;rci.n.pira9oqiio linli.i um ooraco,
,r,.ba da adiar una cabrea, e a que be anda melbnr, r-
a rabee.. n,e re.|...de pcll miaba. Pnhsmo-n !. po-
em, de ra.ilcla. Cathrriiia fa-nie um preaenle! Ca-
ilni iu.i promelte-iiie nina rreomprnsa aqu ha diabru-
ra, eeu vuu conferenciar rata nuito coca Margarida.
(Caastaaor-aa-Aa.)
n
11


-mr

'FOLHINHAS
DE
Porta e Algibeira
Ventltm-se na praca da In-
dependencia, luja de livros n. G
e 8; na ra da Madre de Dos,
venda da esquina defi otile da
igreja; na Boa-Visla, def.onte da
matriz, botica do Sr. Moreira;
no pateo do Collegio, luja de li-
vros da esquina; e no largo do
Terco, venda n. 7; em Olinda,
botica da ru do Amparo, e loja
do Sr. Domingos, nos Quatro
Cantos.
Vcndcni-se pelles de be-
zciTos fianeczes,grandes c de
superior qualidade: na ra da
iladeia do llccil'c, n. r.
= Vendem serrhmcuai olbs de Flandret sor-
lida' e da melbur qualidade em poriSo grande e pe-
<|ueoa; em cusa de M.r Calmunl& C.
= Vende se farinba de mandioca do Rio de-S.-
I'rancisco, eni laceas ou alqueir.'i, de milito boa qua-
lidado ; ssini como um alambique novo, cun 411 li-
bras : no arco de S. Antonio loja n. 2.
= Vendem-se Utas com excelleotei linguicas de
porco caixss de doce e superiur vinho engarrafado ;
nj ra da Cadea-Velha o. 21, primeiro andar.
Adeuda qucni precisar !
- Vendem se, e alugao-se biebas hambur.uezts ,
das mi'lhores, que ba no mercado, e de Lisboa, a 200,
'240 e 320 i-. (odas muilo grandes e de boa qualidade;
t mi en. se vao applicar para comaiudidade dos pie-
A
comaiudidade dos
tendentes ; e endem-se aos centos e a relalbo tanto
lo llambuigo como d" Lisboa por preco multo em
conla ; assun como t0 pipas vastas : na ra da Cruz,
no liecife n. 43, luja de baibeiro.
= Vende-se um rel com tercado uma barretina
de pello, uma dita de oleado, una banda, um globo,
una estrella n urnas correias, tudo para inferior de
guarda nacional, por preco commodo ; na ra do Han -
gel n. 17.
=Veinlt-se um mulstinboe um crioulinbo ambos
icm \nii. molestias ou achaques proprios pa-
ra pageos, ou para aprenderem qualquer oflicio por
urem pequeos ; vendem-se por precitio : oa ra da
Paz, n. 38.
= Vendem-se duas esrravas mocas e ladias com
habilidades; na ra da Senzalla-Velha n. 142, se-
gundo andar.
= Vende-se sarja prcla muito boa ; estopa de linbo
cncorpada p*ra roupa do escravos : na ra da Senzal-
la-Velba, n 142, segundo anJar.
= Vende-se um pardo bom carreiro uleiro c car-
pina de carros, de ba ligura moco e sadio ; um di-
to de idadn de 10 annus : na ra da Ciuz, n. 3.
= Vende-se urna nigrinba, e uma cabrinba ; a
|. un. en.it ni Mi a 12ai.n s, ea segunda 7 a 8 : no
paleo da S. Cruz paJaiia, n. C.
Vende-s putaasa amerii ana, ltimamente clie-
gada em barris grandes e pequeos ; lencos pretos,
de s>'da da India ; selim preto de Macan ; velas de es-
perrnacete de 4, 5 c 6 em libra ; cera amarellu ; al-
godo grossu pata saceos ; ludo por preco commodo:
em casa de Maiheus Austins & Companbia na ra di
Allandega-Vellia n. 3C.
es Vendem-se moendas du ferro para engenbnsde
cssucar, para vapor agoa o beatas de diversos Uma-
nhoa pur preco commodo ; e igualmente taitas de
fero cnudo e batido de todoa os lamanbos : na pra-
(a do Cnrpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmont &
Compaiiliia ou na ra de Apollo armazem, n. 6.
RAP DE GASSE.
(.Iieguu pela barca tumtia nova tornada do muilo
apreciado rap grorso e meio giosao enm bom sorli-
n.enlo de ueas libias para le- poder talitfaier a todo
os trigueres dessa sal musa pitada : \ende-se no de-
posito geral du ra da Cruz do liecife n. 5H.
- Yende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve-
iba: na fabrica da ra Imperial,
11. 7; ra Direita, n. 53, venda
de M. iMirnda; no Aterro-da-
lioa-Vista, fabrica de licores de
r'rederico Cbaves; e na ra do
Trapiche, armazem de molbados
do jVicolle.
= Vende se fabrica de charutos da ra eslreita do
lio/ario defronle da ra do Fogo contendo 10 a ar-
macao e seus utensilios : a tratar oa mesma ou na
travesa do (ueimado o. 3.
\ Barato!
= Vende-se um pequeo litio em terral propriai,
com casa de vivenda a margem do rio Capibaribe, per
to da Paisagem muito fresco com muito agradavel
vista e banho muito em cont ; na ra de Agoai-
Verdei o. ai.
Vende-se potassa amen*
cana,
cliegada ltimamente, e de superior
qualidade em barris pequeos. a a5o rs. a libra ; em casa de J. J. Tasso Ju
nior.
^ = \ ende-seum eicravo bom carpioa e com prin-
cipios de pedreiro de elegante figura robusto e la-
dio ; vende-se por 1er agora tomado pira pagamento ;
poii be muito dcil e de boa conducta: na ra do
Cabugi o. 16.
D/o caes do Collegio, n. 9
aliste um novo irmazem com firinba de S. Milheui e
inilho, ludo, tanto a retalhu romo em porches, e mede-
se a vontade dos compradores, medida velba raa, ou
carulada como de matulo, e por menos do queem outra
qualquer parte : o pretendentes dirijfio-se ao mesmo
arina/em, ou a ra di Crui, n. 54, a filiar com Manuel
Antonio Pinto da Silva.
Potassa americana
de muito luperior qualidade vendo-se a 250 ri. a
libra ; do armazem do Braguez, ao pedo arco da Con-
eetelo.
=Vende-se potassa muilo nova e de superior quali-
dade em barril pequeos ; na ra da Csdeia-Velba ,
armazem de assucar o. 12.
= Vende-se um sitio no lugar da Piranga perlo
da povoacao dos Afogados com 3 caaai, cozinba fra,
estribara sen/alia para pretos ludo novo e de pou-
co rectificado ; tem um viveiro, pi de coqueiro* I-
rsngeiras e mais outrai frutas : na ra di Concordia ,
a (aliar com o arrematante da aferico, na caa da met-
ii.a iileni ao.
= Vende-se, a dinbeiro, ou a prazo ou Iroca-ie
por propriedades nesta praca, ou por escravos a bem
cunhecida propnedade Alaga-dat-Antas, com boa ca-
sa de viv ma scnzalla para pretos caa de fannlia ,
de.ilgodo, prensa, armazem pa'ra depusitoi de sec-
eos estribara para cavados currtea para gado ,
2 assudes de boa agoa com uma legoa de Ierra muito
propria para plantario e criedlo muito bem siluada ,
distante da cidsde da Victoria 2 legoai: a tratar na ra
da Concordia em caa da alemo com o arrema-
tante da mesma ferelo.
a* Vendem-se duas moradas de caas, oa ra da
Guia sendo uma de sobrado eiolio com leu quin-
tal e cncimba daos proprios n. 9, e a outra terrea,
cum olio e fuodoi al a ra de Apollo n. 2 ; na ra
da Ivioeda, o. 7, a tratar com Leopoldo Jos da Costa
Araujo.
Vende-se, ou permuta-se por casas
terreas, nos tres hairros do Becife, um
armazem grande de pedia e cal, na ra
de Ai olio do liecife, ns. 28 e 3o, da par-
le da mar, o qudl tem muilas proporcoes
para se levantar 11 ni elegante predio, e
com desembarque no fundo, proprio para
algum eslalielecimento, que se quizer por,
e he tambem de esquina, o qual pode abrir
portas ejanellasno oitao da parle do nor-
le, e juntamente com o mesmo predio
vendem-se duas canoas de agoa, uma no-
va e outra em bom uso, duas ditas abertas
grandes e seis escravos canoeiros : quem
tul negocio I he convier poder diiigir-se
ra da Snnzalla-Nova, venda 11. 7, que
achara inforinacocs sobre venda ou tro-
ca.
=Vcndem-ie 2 pardes com (.lucio do carreiro, mui-
lo mucos e du boas figuras, proprios de lodo o ser neo
e um dilles para pagem ; um prelo de todo o servido de
campo ; um moleque bom uflicial de sapaleiro ; urna
prela cuzinheira coslureira o be muito boa escrava
para o sen 11 n de casa ; urna negrinha de 12 annos ,
pouco mais ou menos ; lodosseu. viciosnem achaques:
na ra da Cadeia de S. Antonio n. 25.
.--- Vende-sr um cavallo de casta grande e de mui-
to bonita cor em segunda mua cairega bailo at
me n ; na ra do Rozario da Boa Vista, n. 60.
= Venden, se sacres com fart los viudos de Lisboa,
ao mdico preco de 2500 rs. a sacca ; no armazem do
Biaguei ao pedo arco da Concedi.
asr Vendem-se curts de cassa de cor, a polka a
2600 n.; ca.il.iaia lisa a 320. 480 e 900 rs.; brim
branco de listras, superior, pelo barato pr> (o de 280
rs. o covado ; lencos brancos pintados grandes, a 260
r*.; tarlalana a 3200 rs. o corte ; chitas linas escu-
ras a 10. 200 e 240 rs ; panno fino prelo, a At
rs.; lemos de seda, a 600. 1400 e2000 rs. : lio Ater-
ro- da- lioa- Vista loja n. 14.
B V ende-se una pela de naco de ida Je do 18 a
20 annos sem vicios nem achaques ; na ra da Cruz,
no Recite n. 33.
= Vende-se vinho de. Bordeaui em quarlolas, mui
bem acondicionado ; ago'ardenle de Franca, de pro-
va, em barris ; 2000 garrafas vasias de Boideaui; uma
punan de muilo boas rolbas de coitica grandes e bem
fetas : em casa de Avrial Irnaot, ra da Cruz, n. 20.
Vende-se un casal de nonios, sendo ambos bran-
cos e estn muilo alvos; na ra Augusta n. 34.
Vendem-se buizeguinsde ponta de lustro a 3200
n .; dilu gaspeadoi a 6000 rs ; sapillos abotinados ,
Iranrezcs a 3200 rs. ; bolms de Lisboa a 2560 rs.;
tpalos de tpete para senbora a 1000 rs. ; ditos de
lustro para meninas n. 27 a 1000 rs. o par; chi-
quitos para meninos e meninai. a 160 n. o par ; alia-
dore de cortina muilo polidoi e superiores a todos
os outros para aliar, navalbas: na ruada Cadeia do lie-
cife n. 35.
lano de forno e fogao como de maiiai, engomen*, co-
se e lata roupa de tirrell* e libio, be boa arranjadeira
de uma csss e carinhosa pira meninos: na ra do
Cr'ipo, n. 12, a filiar com Jos Joaquim da Silva
lllii.
- Vendem-se pelles gran-
des de bezerros eu-vernisadas
e engraehadas, muito frescas
e macias; e carnciras de lus-
tro de tamanho grande, e por
preco barato na ra do Vi
gario, n. 11.
= Vendem-se lijlos de mirmore com 01 compe-
tente! cintos, de 8 e 10 pollegada quadradu ; lonas
largas iguaei ai di Russia para camas de vento e en-
cerados por serein toda* de linbo ; 10 barris de po-
tassa da Rusta de 4 arrobas cada um ; 10 barris de
cblorure deca ; 42 tatos elegite* pan llores ; todo*
ettes objectos por prego commod > sendo pan lechal
contas : a fallar com Jos Saporite, na ra do Torres ,
o. 34, lerceiro aodar.
= V endem-se Indos os utensilios novos de um re-
fnacao; no Atlerro-da-Boa-V isla n. 21.
= Vende-se urna linda preta crioula de 15 an-
nos com principioi de habilidades; uma escrava de
n*cio, de 20 annos, cozinba, lata e terte bem um*
can pira fra da provincia ; um* escrita de mcio.
de 30 annot, cozinba e lava de libio ; um pardo de
22annoi, para lodo o trrico ; um escrito de afio,
de 40 annos ptimo pideiro : na ra das Cruzet ,
22 segundo andar.
Vende-se, na fabrica de licores de Fre-
derico Chaves, no Ateno-da-Boa-Vista,
n. 26. :
Ago'ardenle de Franca caada 960
Dita do Remo 800
Dita de mil 640
Dita de canella 640
Dita de crato 640
Dita de Lima a 640
Dila de mil flore* 640
Kipirito de tinbo 1000
Genebr* 720
Dita embotijada 200
Licores de loda qualidade* e todot ot preco*, com
ricas tarjat.
Champes finos pan relrescoi da terdadeira reti-
de angico muito bom pira at molestias depeito.
Mechas pbospboricas em un(ot de 100 e 150, a
20 ri. cada maco
Chocolate de pnmeira qualidade de taude bau-
nilha e canella a 400 ra. libia ; dito ferruginoso ,
a 1000 n. libra e quem quizer comprar em arro
has se dar DOr nre o muilo tnmmiiHn. Para mainr (a-
cilidade dot compradores, acba-ie um depotito de
chocolate oa ra da Cadeia loja de cbapeot n. 46,
de Candido Jos de Sales.
Vendein-se quinze casaes de pombos
de casta, com os competentes pombaes,
por bem mdico preco: a tratar na casa
de Viuva Cunha Gmmaraes, confronte ao
hospital da ordem leiceira de S. Fran-
cisco
* -iiaoa ajduias ras ojo
n| ep oBtajajjo sijopuduioo so unb ogssiujuioa jgnb
|nli enb s scquijuiq snj.ud jod sopipu.u ajilmos
uijj.is 'iiiiunjuaui ohu os enb *so];nuj tojino iii8i|ji
>opwuoi3uaui to snb *03i|qnd (atijiadsej o os-o]ia*p\
't||ajiu* n ttouejq ttpuaz e uq|inDidsa ssjn>jj|
siii,u.ijji|i ni na so||,unuiB e tuauejq toijej saQ|8
: vzoj ap ji>.) e n|puuojH o|jp 0)iej)S9 a o8ji| oauejq
iiuu|(ia soptpjoq s tot| sjauqoq a oqui| ep 0|y
: sejnJi| ti upo) p tODjq ep oiuaujijot uioq i ejoqu
-at e uiaiuoq ud |os ep soadsip '. 8joDSBj|uoq ep sop
-iduisisa toiip vljts ap e ta|dw\ ap sojg ap 'uijias ap
')ajd ipat ep so;)us| ijitnij m sopiji top*.iuej)u
tnjo tujjq taujepoui irz3jubjj tajiuiitionoq sop
los uiaq touy touued sajoa ep sapas e trfjit eia|.
-|uj utd ueoapj ap unjas !sajQ3-*)inj a misaiujta tox
' soauuq 'sanz* 'sapjo* se>)aji| .' se/aaoosa soiip'
lavio engommio, cozinhio eeotem ; um* oegTi0Q.
de ti annot; uta* parda com doui Albos de 4 f
annos; ummoleque.de 18 annot; um prelo de 2o'
nm pardo de 16 annot ; todos de bunitas figuru ",,
ra da Cru* n. 51.
be Vende-te um aellim patente inglez
novo ; na ra da Cadeia Velba botica h 3.
Nn II* An Ror-irt.l j-*/\ t^n.ntofli. son, ,
ha de resto um carrmbo de mo forte que tem)..
;*e por lOsn. ; assim como comprio-te algumi,
boas de refuto que ji fottem tartidll pin um
pi ment.
Vende-se uma apparelho de cb, um* si|Ta, Ult)
cafeteir* um par de casticaes, um faqueiro, iu,
prala contrastada 230 rt. a oitava : na rus |d,
do Rozario botica, n. 36.
AZEITE de CARRAPATO.
Vende-se todo o anuo, cm.
grandes porcoes e s cauadas,
vontade do comprador, e
sendo de 200 caadas para
cima cinco por cenio menos;
no deposito da ra da Senzal-
la-Velha n. i 10.
Vendu-se uma escrava crioula de idade ,],. \,
annot pouco mait od menos tem ticio* nem acha-
que* cum principie* de cozinha engomma poucoe
cote tolfritrl por prego commodo : na ra da mainz
da Boa-Vista n. 35, segundo andar.
= Vendem-se livros para aulat, por preco comino,
do ; uma espingarda sem terrado para sargento 0mi
boa rabee* ; lia hetpanbola de luperior qualidade.
iiii e ewrcver, a 320 rs. agarrafa: oaruadoCm-
po, o 1-1.
Escravos Fgidos
-<, OH QUE BOI.AXI.NHAS !
Vendem-se latas pequen* e grande* da
muilo superior e recoinmendatel bolaiinha
de enrula ltimamente ebegada, bem tor-
rada de diflereotes qualidadet, e ebeirot
agradateit, como teji; flor de lirinja, bau-
mua, harto dCvG C, fu p.uos u a re-
% (albo por biraloi precos : no irmizem do
U Baeellar, delronle da escadinha da alfan-
H deg*.
= Veuue-ae urna prela moc* de tionii* figura ,
cozinha o diirio de um* cu* lava de tabao e varrell*
perfeitamenle.Je eugomma; um* parda boa coiinheir*,
' uiit.iuijia *sapja.\ tejos-ijinj tosij *sa|d*sj ep sois
! pes ap sa|q3 soaij *pu|Q sazeaoasa MOipid
uioa '(loques od un.at ep seiusuj ap ojuauiiios uin *q
' tpudzc| tiiipejqoi tp uia|y -tuitaj -ti totuaao)
-o a |iui mop e o5uj|a op ojbuiioj o ujud ipui||oq
viaiu opu8uy |edd uioq topasoao *u *)ueiio e to)
- uaa oi.enli e 'tosn sojino o toquiJjsa bjjoj sjisb)
iijqos bbiI toizdojd tejoj se.uajajjip uioa o;po8|
aeg| ep sojsiuiep tiaijed tiat appi|nb *pun8at
ap tojip tiaiitd aauu 'apa* opu8uu '||oo|p
-o8|tt fop*z|tui j9ABinijd ap so|ip teaijad zaj| a
'1/9 epiojip : -tJiusnopa 'f/ap*o)!p : stat.td
esou 'oquBUi*) ep i ,y luoa *| ap tajiqi jad o suej
-ui ezop uieuioq ezad tijjdoid (00013 'P !) SP
laujqtisni z*d apea tua.uu ezop ejoquat jid
seiiduid t||9 moa 0 topap uiat aiaid pat sp t*tn|
! lila e opiznja*'apipi|*nb lasunotap *pi|ue jos
uioa ta)uajidiu*j) i.ii| teiuquiea opitoa o aai,
-id oiuii|op t0id 1 tep*dui)ta saojptd sojim. a
mj)i| 'sopniut soquiuiej i*8ji| 'tiiieuijj itjiqa : op
-itoa o tuaiuu ezop a sosou saoiptd iti)ii\ a toip
- unb tuoa 'zajpiqa ap *ezeu*jj toptotu opiAee o tu*)
-ou eaou e sbiij saina uio? oqui| a o|po8|f topia
-a) 'iin8it| ap toui|*d f moa oquipnju aoquipcatu
tinn pa uajuit ezop ipes Ji^ou sbiij tejos tajp
-*qa ep to5ua| uiepue. et uiaqmei : sopsu8sp oiiiqt
ob enb so8|j* sisuj so topo, uiict* uieq e '. .izainiau
aiutqiemet ep o,ajap ueu bibab uiaa| oau ifiiqa
tip*uoauaui ie enb 'as-Biasasse e iiuiouooa 0(ai)ijd
aob ti|iuij tap om o eiid tiaaipueuiuioaaj o|;nui os
(osi iod a'sB|U|j ta.ua||a3ia 'loquasap tietcpuB* 'touuid
uoq ui98| sejiqa taiipariios t* : opiaoa *p*a *o*|*d eiaui
ap oJejd optjapoui o* -OSVIu O O1U3U0H (i
SV.I.III3 at-iuepue* oiuujuy '<; *p oas* o itd aiuaij
* Uioa 08a||OQ op *ns *p uiubsa ip *{o| |yj
Vende-se superior esseucia de aniz
em garrafas de 10 oncs, por preco com-
modo: no Aterro-da-fioa-Visto, r.a fabrica
de licores n. 26.
Vender -se 6,'pieUi, de idade de 18 20 auno*,
Tendo detappirecido ao tallecido Joio M,i.
Seve alguna escravos, 01 abiiio auignldot, vendo por
Ireiiuentes vezet nos jornaei eicrevot apprebendidn ,
depositados em Igumat oadeiat.de fra; rogo atsulo-
ridadet e maii gente* policiaet, se em tuai cootinuu
ipprehensoai, ou mesmo nos j; apprebcndidos det-
cobrem o seguintet escritos fgidos ou fuitados, hi
nnoi, tillo que muitot nio declirio teus lenhorti,
para que por man lempo nio te teji dellei pritidm,
os quaetiio : Julio de naci alto um pouco bucal,
bonito, bem preto e bem feilo dentet limado.. u.
ria lo a 16 annos quando te ausentou e hoja deve
ter 27a 28 : Antonio de mcio Cosa prelo, bo-
nito altura regular denles altot ; tem uma peque-
a mancha um tanto arqueada e pouco talienta obra
urna dat laces, leria, quando detappareceo, 13 114 an-
nos e boje ileve larde Sil a ifi annos : Joio, preln
baiio de mcio, cara redonda com o labio infe-
rior um pouco libido tena, quando se des-nc.ni
nliou, 18 a 20 onot e boje dte lar de 34 a 3C
annos: Antonio, de naci Angola, bucal altura re-
gular com um* marca de ferida da circunferencia da
um vintem em cobre, em uma das pernas. dte ter lu-
je 40 annos, pouco 111 ais ou menos. He natural que
boje oxistio du nomes trocados por s.-o pedem tudo
0 auidado da parle das autoridades e estio promploi
1 satislazer toda e qualquer deipe que leja precito
fazer-se.
Viuva Serte fjFilkoi.
Roga-se as autoridades policiaes,
pessoas particulares, capitaes de c a apprehcnso da escrava Joann.i, de na-
cao Angola, cor fula, ciue se acha lugida
011 Intitula desde o auno de 1842, a qual
consta andar pelo norte ; perlenceo 011-
tr ora ao major Nicolao Tolentino de Vas-
concellos, da l'araliibj do JNorle; cujosig-
na! saliente que tem a dita escrava, he ter
um dedo dopaleijado, ou denominadomo
iloliiin: quem a pegar leve-a a ra de
Sania Rita Nova, do lado opposto a igre-
ja, em casa do padre Christovo, que re-
cbela 1 uo.s000 lis de gratificaran.
Fugio, nodia 20 de Janeiro de 1S46 do abai-
10 attignado um* escrava cabra quasi negra re-
presenta ter de idade 40 annot, lea ; tem o roalo lo-
do cratavdo de marcas de becbigas; de boa altura ; tem
o andar pado e teto ; tem os dedos mnimo* de aoili
as naos aleijadoi, islo be, torios; os ps ctmbados de
biebot e como tal pita ; de nome Felicia ; levou un
prela de lili vestido de cbita azul claro com palmi-
nbat, coutio dechila : quema pegar, lete ao ibio
a.signado na ra do Queimadu que lera pago de
seu Irabalbo. = Antonio da Silva Guimo.
rugi, na madrugada do dia 28 do correle,
a preta Eurebi* crioula, de idade de 24 annut. altu-
ra regular ; tem uma culilada de espida em um dos
tiracol ; letou 4 vestidos de senbora doui corles de
chita pira vestido e mais alguns objetos que lu'
tou de cis* : quem a pegar, lete ra d* Cruz, 0. SI,
que ser* gratificado.
Continua a andar fgido, detde 28 de fevereiro
de 1844 o moleque Feliz que boje ba d represen-
tar 18 para 14 annut, de bonita figura cor fula
sem deleito algum ; dizem estar em um doi engenbw
do Cabo : quem delle touber e o levar 1 ru* di *--
den-Velba lija de faiendai. n. 60, de Anlonio Ai-
oes Jacome teri generosamente recomnenaado.
'60000 rs. de gratificacio.
Fugio, de bordo do brlgue Jpiter na nool* d"
di 27 para 28 um pardo de nome Marco* de id*-
de de 25 anoos, pouco mait. ou menot, estatua re-
gular grosso do corpo, cabellos grande* teio o
sertao ba 6 ou 8 mezea e loi tendido para o eogo-
11:10 Yudahi de Una a Francisco Esletio de Mello d
onde veio outra tez para ter vendido : quem o peg" >
leve ra dt Cadeia-V elha n. 33.
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846-


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