Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08189


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Mi. de 1840.
i
Quinta fera 99
0 DIARIO publlca-se todos os das que
o furein de guarda: o preco da assiena-
,i-a he de 4O0 rs. por quartel pagos adusn-
jm Os annunclos do assignatiles sao in-
fidos a raiao de 20 rls por iiha, 40rs.
tvno dulciente; eas repetlcoes pela Hie-
de Os que nao forera asalgnantes pagao
fl rs. por linha, e 160 em typo diBferente.
PHASES DA LA NO MEZ DE JANEIRO
pscente a 4 aos 5 minutos da tard.
. .-hela a 12 as 11 hor. e4l rain da man.
htso.nte a 20 a 1 hor. e 31 rain, da tard.
, nova a 27 as 7 hor. e 2 mln. da man.
,ua nova a
PAP.TIDAS DOS CORREIOS.
Goianna, e Parahyba, Segd." e Sextas felras.
Rio Grande do >orte, chega naa quartas
feiras ao meio dia, e parte as mesmas ho-
ras as quintas feiras.
Cabo, Seriiihaem, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, > Macey, no 1.a, 11 e 21 de cada mez.
Garanhnos e Bonito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria as quintas feiras.
Olinda todos os das.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 6 h. e 54 minutos da inanhaa.
Segunda as 7 h. e 18 minutos da tarde.
de Janeiro.
Anno XXIIN. **.
das da semana.
26 Segundas.Paula, aud.doI.dos orf. cdo
J.doC. da 2. v., do J.M. da2. v.
27 Terca S. Vitaliano, aud. do J. do civ. da
1. v., e do J. de pa- do 2. dist. do t.
28 Quarta S. Tyrso, aud. do J. do civ. da
' 2 v., e do J. de paz do 2. din. de t.
29 Quinta S. Aquilino, aud. do J. de orf., e
do J. M. da l.v.
30 Sexta S. Sab na, aud. do J. do civ. da 1.
v., e do i. de par do I. dt. de t.
31 Sabbado S. Geminiaao, aud. do J. do civ.
da I v., e do J. de paz do 1. dist. de t.
I Domingo S. Ignacio.
CAMBIOS NO DIA 28 DE JANEIRO.
Camb. sobre Londres. 2 d. p. 1/a GOd.
Pars 350 r Lisboa 112 p O. pr. p- >
Dcsc. de let. de boas flrmia 1 '/, p /. ">"*
Onro-Oncas hespi.ihol is 30r>00 a 31*000
. Moeda d'ttWOtvel. 16*510 I6**>0
d-flJ'OOiiov. 10*1)00 a 16*200
de 4*000 8/tt'Xl a 9/HW
;.,.-i-Pataofles 1^000 a l#>30
Pesos Coluinnares l920 l/Hit
> Ditos Mexicanos l*H20 a l**)0
. Prata Miuda 1/600 a I/620
Accoes da C." do beberibe de 50>000ao par.
DIARIO DE FERNAMBUCO
PARTE OFRCIaU.
Ifuz
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO DI* 2*. DO CnriKElTE.
OlfieioAo Etm. prndente do Marenblo, pedindo
guia do lente quartel-meslre do quinto batalblode
jzileiros, Jos Joaquim de Meirellee, para viita dola
a poder paoeeder o tea ajuste de coalas.
PitoAo eommandante dis armn. dando-se por in
irado de bsver o leneote-cnronel Antonio Gomes Lesl
etssumido o eommindo da lorlile/a do Bram.
DitoAo eommisaario pagador, ordenando, queao
egociinte Caudino Agottinbo de Barros pague 94j rs.
ola patasgem do hrigideim Jote Joaquim Colbo, que
m cumptimento de ordem imperial parte para a corle
m a barca Firmisa; e qoe ao meaoio brigadeiro at-
aca guia, na intelhgencia de que elle deixa fc sus fami-
t, netti provincia, duas tercas partes do respectivo sol-
o Participou-se ao commaodante das armas.
DitoAo director do arsenal da guerra, seientifiesn-
o-n ditter mandado satisfarer pela pagadoiia militar
65 200 rs., despendidos com os repsros do quartel
II tiioeo-Ponlai.
EX TE MOR.
I'HIL NTROPIA DO GOVERNO IKGLBX.
Conimticio dt eicravot em poni grande.
A Caseta [{tal i* Ouyane Ingleza annunciou a che
sida do nato Lord u-igerford a Georgetovvn em 4
Se maio de I845 com 350 individuos das lodias Orien
m. Tambem o peridico Hingtion Jamaica Journal
do dia 2 dn novembro deonoticia.de que o Blundell sa-
bio de Calcuta com 271 emigrados para a Jamaioa, e ac-
brescenti, que a dilflculdade de achar-ie em Calcuta
navios pira tramportar emigrados para as Indias Orieo-
kaei era mu grande por causa da extraordinaria alca dos
ireles para a Inglaterra, nao besando probeb'.lidade de
ober so emigrados de Madrea, durante a estado.
tea homens sio (ruidos de Leal, para trabalbarem oai
provinciii britanoicas e taiisfaxerem a procura creada
pela emaneipacSo doi eseravos. lito le tem praticado
_ or vailoa annos, e tem encontrado consideravel oppoii-
eio at oa Inglaterra. Lord Jobn Russell apresenlou re
ntemente ao parlamento urna peticio da junta de com
linissarios da aooiedade Anulo Estrangeira para ibolicio
Ida escravatura, di qual ronitava, que le tinhio impor-
Itidoem Mauricio 100,000 Iribalbadore; eab'm dalo
Ireprescntava-ie, que reinivo entre ellei as maiorea
limmoraliiiadei; que seguirio-ie diln pessimas conse-
Iquencias; que urna grande parte delles linha sido Ireti-
Ida por rita/adora; e que os novos regulamenlos seiiio
Iiniudlcientei pira evitar abuso
Porem nio be s nesta fonle, que o governo britin-
inieo vi prover-ie de Irabalbadores pira iitiifner
procura delles naquellis colonias, onde tem sido abol-
Ida a esclavatura.
Convm lembrar, que Sir Robert Peel diese a 19 de
Imarco, em respoila ti interpellecoes relativaa mensa-
Igem de Mr. Tyler no congresto americano sol.re a ei-
|cravaturi, que era coitumo mandar todos o negros cip-
turados pelos nivioadeS. M para Serra-LeOs, ni Col-
pa d'Arica, onde tinhio perfeila liberdnde para decidir
ia eua eorle, rriolvendo se haviio de ser ou ni levados
vara ia colonial do Occidente. Por tanto o fim do gover-
ihritmnieo nao ho impedir, que se carreguem navios
[de escravoa na Cosa d'Arica, mu sim deixa-loi carre-
Igar, e depoit rapiura-Ios para proter de irakalhadoree
I ai suai colonial I A tendencia delta syilema tem sido
Iforlemente estimulada palos que se oppdem emple-
ita de sbolir-se a escravatura com forca armada.
Alm disto a pretencao de que nada hi de violento
I nesta emigratio. de queo negroa teem a liberdade de
lescolber, aehiode ir ou Bear, be minifaatimente sb
liurda. ComplaUmente norantea do leu deilino, da
[sorte que os aguarda, de tudo quinto he neeesaario para
formar um juizo illuitiado, e inaapaies de julga por
VOI.BETIBI.
A RAINHA MARGQT. (*)
por ^IftanDrr Dumae,
QAitTOVOLME.
CAPITULO I.
iSITH.
Em quinto todaeai nmeidade alegre e deaouidon.an
nienni n apparenria, ie H*rrniai como um turbilha
di.orado pela estrada de Bumly, Calberina enrolando o
precioao pergaminho, em que el-rei ecabava de firmar
cu nuroe, futa inimdutir no sru gabinete u hi-mein
qiinii algii"! das ante u seu capiUo di guardia bavia
leudo una tarta, a ra da Ceruaie, quarteiraa do Ar-
scnal.
() Vid* DUri n.* M.
si mesmos, atua pretendida liberdade d'escolha be eer-
tsmente, segundo disse Sir Bolert Inglis na cmara dos
eommum, como a desripclo. que fa o doutor John-
son, de um cong d'lite, isto ho. como a reeommenda-
co. qoe se fiteiid a um homem tirado de um balito, de
que eaia no chlo brandimenle.
Heihsolutamenteimpossivel, que em caioalgam, ou
oircamstancia, tenhin esses horneas opea na materia; e
anda menos eoncebivel he, que as autoridades brilin-
nicsi nlo u influir na sua decilio.
Porm parece, que as autoridades britannicas sio im-
pellida a procedimentoi todavia miii questioniveis em
ordem a sitiifizer a exigencia de trabalhadores para as
suai colonial Nio i trimportio para este grande cam-
po d'apparente trabalho /tV babitintes das Indias Ori-
entaes (Cooliei). e negroi capturado! noi navoi do tra-
do, senio tambem ievio-se negros da Costa d'Africa,
do seu proprin pas, e da//i w7i Iratladados, anda que
em apparencia por seu proprio coniantiminto, para as
plantacdei dat colonial brttannicat. Desta pratica, ai-
lim como dos abusos, qua dalla resultio, iclumoi ple-
na prova n'uma informaclo de cortos procedimenlos le-
gaes na Guyana britannica. Parece que o navio /foyer-
Sltwni chenou a Berbice com um earregamentode tra-
balhadores Hivia sido fretado, como o sin continua-
mente ootros navioa em Berbice, esprewamenle para ea
te fim. O goern > paga um premio coniieravel por o-
da trabslbador asiim intrndusido; e tem-se tornado
eommum entrecorto! individuos importar deit'arte ne-
gros para ai suai proprias plmtacdes, e depois reclamar
anda o premio concedido pela le Asiim logrlo um
eoniideravel beneficio do governo por veriRrarem um
laclo de que selles tirio escluiivo proveilo. A conve-
niencia deate proceder nao tem pissado aem opposicio.
O pagamento do premio, que montiva a 2.000 libra
esterlinas, aos fretadores do oger-Stettarl, o qual tinba
eonduzido os negroa issim introduz dos para oa aeus
proprios eitabelecimentos, eneontrou obstculo no Iri
bunal de polica; e eon'lou dos incidentes deile exame,
que entre os importado! achavio-ie 57. que nio efio
Alricanoi cipluridoa reclamados pelos cruzeiros ingle-
ses, mai liin indigenn tirados da costa, ITngindo-se,
que tinhio aido indundos a embarcar voluntariamente
para as colonial britannicai. O premio oi por fim con-
cedido, e por coniegunte umaa poucas de praioas em
boliario um lucro liquido de 500 librai esterlinas por
completaren a dota co de trabalhedores na suai pro-
prin plmtagei.
O governo ingles fes auar tambem oulra lei a para
promover a emigrado elricena d pela qual se permitle
aoi agenlea britannicos o visitaren) qualquer parle da
Costa d'Arica e induciremos indgenas a emigrscio vo-
luntaria para ai colonias brilenoicia.
Iilo pode evidentemente equivaler, no seu efleito ac-
tual, ao eitabelecimeolo do trafico deescravoi, nem mus
nem menos. Toda a costa oriental d'Arica est theia
de traficantes de eicravos, aiiim eslringeiros como na-
eiunaei; e oaebees do pait teem-sa acostumado, ha lem-
po, a considerar o seus subditos como beni movis sub-
jeitoi i compra e venda. S por intermedio destes bo-
mens podem o agentes brilannicoa ter alguma com
munio-cio com os indgena!. Se visiteo a costa em bus-
ca de trabalhadores livreileem precisao de valer-se dei-
>es cheles do piis e corretures de eseravos, ainda para o
fim de abrir negociado til reipeito. Se Ibei dio a en-
tender, que nio vio comprar eicnvo, mu lolicilar Ira
balbadures voluntarios, ellrsdoverd pedir simpleimen-
le a ems peuois. que Ihei deem sem preco o que po
dem vender a outroa por um retorno consideravel. He
absurdo suppor-se, que possio deste modo obter emi-
grados. Por oulra parte se oflerecem alguma couia em
troca dellei, enlio sio simplesmeole com piados, e isto
nlo be inai nem menos do que o trafico de eseravos le-
vado avante, tob aaulondude e com a garantios go-
verno ingle*. *
Toda esta treta para promover o que savchimi emi-
grado de trabalhadores livres da Aaia%Alrica, nio he
Uan grande parobe, qual aello funreo, cubra um iim
ulhoa dene homem, deixando deicuberto o oulro, en-
tre dun Mlicntea maoSes a corvatura de um narit de a-
butre; aparte inferior do ruitu eicondia-a barba ea-
i'piw e grialba. Traiia um grande capole, que nioatra-
va cubrir um anenai inleiro. Carregava alm dnto ao
lado, ainda que nto era ene ocoaiuoie do que iio
corlo, urna riparia de cimpanha tonga e larga ede co-
po! duLradoi. Una dai miui riiava escondida, e na
largav o cabe de um grande punhil debaitv do ca-
pole.
Ali! chegaalee em fim, dase a rainba lentando-ae,
aabril que tai prnmelli depoii de8 tiarlholome, quan-
dn na fieali-i ISo aasignaladui lervicoa, que vea nlo
deiisrisrara em ineccS''. Offerece-; a occoiiSt!, sn
Ira, fi eu que rila le ufereceiie. Agradeceimn pon.
Senhra, liuniildcmriile gmdrcu a V- magealade,
reapunden o liomem do oiho cubertu, cum urna reaerva
baxa e insolente ao ineimo lempo.
__ Urna bella oreniito, como nao acliarcia oulra em
voiia vida, aproveilai-a.
Anim n cipero, lenhora ; receio com Indo a viita
do prembulo.....
Que a rommnao nio tej violenta? Deaaioom-
m infiel d que tiu gull"l lo que quenin ay,,utjr,
t______;__ 9 J M- -A. f.lln -i- J..--:--l- --I
Tavaunei e peloi proprioi Guiaei.
maii do que urna empreza para assegurar-se todas as
vintigens da escravatura e do trafico, evadiodo-se ao
justo snalhema do mundo cmliado.
He pouco menos Ao que aquello borrivel trafico enco-
berlo com o veo da liberdade Longe de conceder-ie
perfeita liberdade de escolhi. os emigrados como
Ibes chamio, nio teem le quer a liculdade d'escolber os
os seus senbores. quando chegao ao seu deitioo. Um
dos membroi do tribunal no easo referido do lloger-
Slewirl fallou aisim cerca do valor eflactivo da pon-
derada liberdade d'escolha concedida aoi negroi toma
doa por aquello navio, e levados para Derbice :
Lineemos as vistas para os emigridoJ trazidos pelo
Rogar-Slexeart. Segundo o meu calculo shiva."i7.
que nio erio Africanos csplursdos. Enes 57 erio de
certo competentes pira nomear seuiamoi.edWrido ler-
Ikes permiiiido fnze-lo. Porm o outroi erio Africa-
no! capturado!, listes nio lio comidenuos como penoas
de bastante iotelligencia para ohrarem por si mesmos,
a sua diitribuico e locaco he confiada ao governador.
Foi o governador consultado lobre o caso ? Nio. A'
ebegada do navio lorio decho/re apartidas por une
poucos de proprielarios e mandados para osseutesla-
belerimenlos Ella caminkrOo pata onde se Ihes diiia.
que fuisem.
Por elle lyite-ca de emigrscio, poii, parece, que o
agentei britannicoi. debuto da autoridide do governo
britannico, viiitio a Coala d'Arica pira abrir communi
eado com ai autoridades do paz, e um navio ( di/em.
que o Troie-Frret) fori recentemenle retado para a-
quelle fim especial. Isto tem de ser eilo precitamente
por intermedio doi cheles indgenas, quocompletimeu-
le ignorante!, ou indiTerentes a delicada diitmcco en-
tre emigrado voluntaria e forca'la, de. que podem lai
lar os agentei britannicos, vdnnerio-lhei limplesmente
tantos negros quintos erio preciaos. A compra pode ser
mulada, e revestida de urna variedade de certificado!,
declarando, que o navio eit perfeitamente livre, etc. ;
poiin a verdade do ficto lera a simples compra de tan
tos negros. Eilei lio lovadoi para ai colonial britanni-
cas, onde ( segundo a iua illa e frequente jaclancia )
le algum escravo p6e p em Ierra, fica desde logo livro
e sio all distribuidos commummenle. e com ai devidas
lormalididei, pelo governidor enlro o plantadore ;
porm algumas vezes tio no mesmotclo repartidos por
un poi.cus de pairBes, e eonduzido! para o campos
sua voluntarii cultura.
Este lyslema pode oifTerir do trafico d'escravos, aisim
chimado em algumas particularidades terbnicii : io-
rem que elle tem alguna tragos guaeaoi daquelle de-
teitsvel trafico; que a sua lemclbanca ho sobremodo ni
tural pare assegurar a ridicula jactancia proclamada
com tanta frequeocia, de que s a Inglaterra, dentro ai
nacOeido mundo, sihio i frente com o trafiro d'entes
humano!, he cuuia que mal adn.itteduvida rasoavel.
(Seini-PFeetly Courier ao Enquirer.)
INTERIOR.
RIO-DE-1ANLIR0.
?t LITICA C.KRIL.
Obill de lord cerdeen.
FondaTnTVapernnc tenho de que nunca pedir-ae-
ba aognvemu brilaniiieo, que empreguo sua
energa e poder de um modo iticompalitel com
a independencia dat outras uacSes. Tenlio pa-
ra innu, que n parlament e pnvo ingleie-
ttn convenciiloi de que he um abaurdo pre-
lender, cm capada na m, pregar a mural. .
e c.lou iiilimaiiiiiile persuadido de que o par-
lamento nao lia de nunca aiiocionar a d.nilri-
na de quo as deinan aafOCS devein ier c.oagi-
daa pela forca a seguir nonos documentle
mxima! philarilr.q.ica e ni.rana.
(Oaciirau de lord Caillcrcagh, em 'i de ju-
nlinde ISI'l.
Al regras de juitica sfio de urna mlurea tio secun-
daria na opino dos estadistas inglezes, que as subordi -
nio de pirceria com a honra e com o direiloi da bumi-
Ah! lenhora, replieuu o lujeito, creia V. magea-
lade, quo riualqucr que ella ai ja. eu l'ltuu i ordena de
V. mageitade.
Neate caao, lde, Hine Catlicrinu.
E apraaeaituu-llie o pergaminho.
O homem lo-o rpidamente e cmpallideceo.
. _- Que| cxclaiiiuu elle, he urna ordem de priio con-
tra O rei de Navarra.
__ E miau! que ha niilo do extraordinario?
Maeum re, seistiura! na verdade, duvido, temo
nlo aer auflloiente gentilhomem para lal empresa.
Minha confiaiica vos torna o primeiro gentilho-
mem de"minha cdrle, M. de Uaurevel, iliue Catlieriua.
Gracaa ves aeju dada, aeuhora, dille o aiianiiu,
ij abalado qui pareca hesitar.
EiitAu, ubedeceia?
Se V. mageitade manda, nio he o meu dever?
Sim, eu u mando.
Poia eu ubedecerei.
Como voa havereia vi niato?
Nlu o aei bem, icnhora, o niuito deiejiria aer
guiado por V. magoalade.
Receiaia faxe-lo a?
Coiifeaau-ii.
Poia levai cum volco dote humen! deconfinca
nidide aos interesses de seu paii. e os deipreao sempre
que a forca destes intereiies o exige.
A historio miis de una vez noi mostra, que o gover-
no britannico, para promover os seus interesses, nin re-
cua ante a immnrilidade dos meioa; o que para dir o
exemplo do oenhutn acitamenlo i soberana n indepen-
dencia das mais incoes, e dsl mail extraordinarias vio-
lencia!, procura pretextos os mail futeis, que ie p >dem
dar!
Nem desgracada parte do mundo, lio ebeia de reeor-
dacoei e outr'ora tio florescente, na India, cuja fu cae
vida a Inglaterra tem abiorvtdo em proveito dol leui
negociante!, Indis ai suai acquisicOes e dominios lio
provas manifeitas desta verdade. Sem quo ooi demore-
moma recordado de tantoi faitoi desta naturrza, um
s exemplo trareinos a memoria. Alexandre Humeo,
ha cerca de quatorte annos, pode penetrar no pait do
Sonde : pela razio ta I ve/, de ser o primeiro viajante, que
netse terreno tinhi pind, foi acolbido com o moihor
agiialbn e voltou carregado de preientes. Ao bom mo-
do e inlelligencia deso viajante deven a Ingliteira os
primeizoi ajustes, que a compaobia dai Indias celebrou
com os eitadoi do Srinde : neste tratado ambas as po-
tencial js prometieran urna eterna amitade, e que em
nenhum temp > olkatiOo com moi olkos e com lenqSes
de cubica para o> luai posiessos. : foi igualmente assen-
lado, que a Inglaterra nao se servira da agoaa do In-
do para transportar pan o Scmle, nem muniedes de
guerra, nem nanos armadoi. Esle puso dado por occa -
siaoue alguna recejos de guerra, em recompensa da
proteccio, que enlio oflereceo aoa auiiri, cbefei des-
ae territorio, obteve a Inglaterra a admissao de um
seu residente Em seguimenlo deste acto, lord Auc-
kland, a pretexto da guerra do Aghimslan, mandou de-
clarar ans amira pelo leu residente, que o artigo de tra-
tado primitivo, que prohiba o traniporte de petrecbol
de guerra pelo Indo, ficava abrogado, que elle ia oceu-
par temporariamente urna pirte eoniideravel do leu
tertitorio; e quisi na mesma occaiiio, ordenou-lbel,
quo nio perdenem lempo em comporem-se com Shah-
Soujah, o augusto protegido do governo britannico, o
em liquidare ni com elle certas rcclamacdei que nio po-
dio andar em menos da somma do 20 laquei de rupias
ou 2,000.000de rupias.'! (I). E por ultimo resultado
be boje senhora desse territorio! Ci) Tio eia foi eita
aedo, que Sir Henry Pollinger (3) contra ella asiim se
declarou : A irnpressao ba muilo univerialmenle
proilu/.idi no Sciode pela desltaldude e intaciavel cobi-
ca de nona poltica, nio poda deixar de tomar Coren
coui eite modo iummirio de obrar em deirespeiloi aos
nosioi tratados e vnculos de adunca, especialmente
porque o noiso encarregado de negocioi fez em nomo
do nono governo esta imeca tio viva e etprenivaque
no caso dos imirs intentarem ligir-se com qualquer po-
tencia estrangeira nos lindamos o poder de o destruir
e aniquilar, e que o feriamos, mal livenemoi o menor
motivo, mediato ou immedialo. de receiar pela integri-
dsde do nosso impeiio e do noms ronteirai...
A guerra declarada pela Inglaterra i China ainda be
urna oulra prova do que allegamos (4;; para que, po-<
(1) Urna rupia le 480 rs. da oossa moeda. Anda
esta quantis por 6 milhoes de franco.
(2) Warren A India ingleza em 1843 vbl. 5.
(3) Major general do etercito da India o governador
da nova colonia de rlong -kong.
(4) Todoi eonhecem a buloria desta guerra. O mo-
nopolio do opio de que gota, na India ingless, a com-
pendia respectiva Ihe fornece annualmente grandes
nominas e enormes lucros. Urna caixi^ de opto do dis-
trictode Malwa (que he o mail apreciado), anJa com
oidireitoi que paga por 400 a 500 rupia!, ou 1,250
franco! em Bombaim, e vende le ni coila da l bina
por 3,700 a 4,730 francos ; o lucro he por tanto de
cerca de 300 por cento. Este commercio, at 1840.
o onlou em 4:000,000 de librai aterlinas Em 1436
a 1837 a imporlacio linhi aido de 34.000 ciitai A
China i.rohibio este commercio, atienta a ruina e el-
tragoi que causava la populado: o logleiei recalci-
* V IVI UlClillU.
Sem duvida, eolendo.
V. mageitade me permita
lomar ai niinhai vantageni, e muito reconhecidu llieou
por iieo ; mas onde prenderei eu o rei de Navarra ?
_ Unde meihor vi coiivier,
Em lugar, que por toa pripria mageitade me gi-
rautisae, fuaie poaaivul. \
Sim, ja lei, em algum palacio real; que Ulaohan
Luuvre, por exemplo ?
Oh! lo V. magealade m'o permilliiie, leria gran-
de favor.
_ Prende-lo-heii poil no Luuvre.
__ E em que parte do paco?
No leu meaiiin quarlu.
M.inrcvel inelinou-IC
E iiuando aera i.to, aenhora?
__ Esta tarde, <" antci cila noite.
_ Bem, suban. Digne-ic V. mageitade agora in-
furmr-me acerca de uuia cuuia lmente.
De qual?
_ Dol reigoardoi devidna la qualidade.
Reaguardos!...... quolidadca !......dinoCathcri-
na. lies enlio, ignoran vi quo el-rei de Franca no
deve aiiciieoes a qnem quer que leja no leu reinu, nem
reconliece ninguein cuja qualidade iij.i igual a iui?
M'urevel fex seguuda reverencia.
Imiilirei Coiu todo lobre um ponto, lenhon. dii-
idiiIu, ao V. uj|Uu u |ieruiitlir,
Permiti.
'I
ILEGIVEL


*


do .ido de Copenhague e di captur. da esquadra de Di-
v!ln0qi,e,.end0.0,">ber8n0 d6 Dinamarca adherir ao
teTi "'nPn,al Cn,ra a ,"g'"., que Bon.par-
SI ,rPf' tend firme P'P<'si< 'ter
revenar a estricta nPulr.lirt.de, que adoptar, ""
pomo Y. Hni ;opM fraTzM- ?ue ,eri, fi,d
nui.ni """ eob"-| entrar nes.a liga
i-MM grandes aprestos navaes se fizado na Inal.terra
e noaoumeiado dua. grande. di.i.6.. 132?;
u. I.m.7?ni e.lpedV6M ti0 8r4DdM '""
1. T n5o1meo0' d3 "'l "ntens de tropa, de
n Z. rqU6i 8,,,0,0U pub,ico in*la'- Ul" E
mslro, poca no parlamento se v.ogloriou. de que
o ol.jecto de.,, grande l.cco e.livesse por tanto lempo
vedado ao conbecimento do publico, e accrescenlou,
que elle era tal. que. quando conl.ecido, grande espant
e admir.eao causara r
fostas divsdes urna, no principio de agosto de 1811
n'.r.T "0rri' "e"- ir. .e\pre,entoun.
entrada do Sundem frente docaslello de Krooeobour
onde ferrou panno, e ancorou : .o p.iio que i.to .00-
uio, ente o governo de Dinamarca, por parle da Crio-
Hrei.nh. ,eapre,entou oscu enviado Franci, J.ckson.
is'g'iidodelleumaettreila alliaoca com o teu paiz. e
uolo.li a.ua armad. Ibe fono entregue. Em troca
"o promet,., panada a necesiid.de, que linba, a res-
i tuiylo da seu: n.vios. garant, de sua. coloni.se
.ubs.d.os, e no caso de recu.a amecou-o com o empre-
o da. torca,, que tinha em (rente do seu territorio! O
principe real houve de rejeitar com firmeza e inJigna-
io taes proposite.. Nao obstante e.l. recusa, o mi-
mstrobri.ann.co procurou linda negoc.ar.obre estas ba-
ses ; ,.,, ,ndo. que se prelend.a evitar esta negocia-
ilt' rT. P"a brd0da e"'uadra in,e. o resul-
tado f. o desembarque delroo... e .em .(.l.r.n. .
do. leu. tnbunoe.! (7). E ao me.mo lempo decl.rou
o governo portoguez, que mal concluase este um.
convenci segundo as ba.es prnpoitai. e foue esta rali-
ncada recommendsr.a ao parlamento a abrogado da
rerer.da le! (8).
Toda. a. navegacOe. da Inglaterra com o. estados
que Ibe sin interiorasen! torgas o poder, le reduzem a
to:-acce,tat a mmha vontade por bem, ou por mal,
wfcv. a le,, que eo. dicto em urna convncelo, ou em
! i T lar[amH'- -f P" Ha o que v.lem a.
rX%!.A,,vonUdohe'unici,ei'('ua'e
Examinemos agora o procedimento da Grio-Breta-
nha para comnoaco. e convencer-nos bemos. que, nao
podando ella impor-no, aaua vontade por meio de ne-
gociacOe. e a|u.tes, procurou pretexte* para o Tasar por
n.e.0 de um acto violento e contrario a soberana e in-
dependencia do Brasil !
Pelo artigo lepando de 11 deietembrode 1817, que
IM parte da convenci addicional celebrada no mesmo
anno oque foi adoptada pelo artigo 3 da convenci
de23danovembro de 1826. toda, aie.tipulacoes fei-
isspela Grio-Bret.oh.com o Brasil, e que tinhioum
elleito continuado (preilalioni conltnues), deviao cei-
sar em 13 de marco do correte anno.
Miscellanea.
A MAGISTR4.T0HA.
O prinaeiro e principal dever de um bom governo
be maoler o estado em pai e em justica. A recta ad-
ministrado da justica be abase principal, .obre que
descanca o bom governo de um estado. No paii.em que
lustica se administrar rectamente, os .ubditos. que se
senlirem prejudcadoi pelai demazi.s dos outros bo-
mens, team o recurso de acudir aos tribunaes, quoem
nomo do poder supremo applioio a fei, obriglo a to
doi o subditos, asiim os maii (orlas como os maii Tra-
eos, ao cumprimeato estricto de ieui devere, impon-
do ai deudas penas aos transgressores, iem contempla-
d.reiloi; anti-conslitucional, porque (are todoa of
principios da constituico; erimnoii, porque obra
eom malicia a com pensamento reservado.
Ha magistrados, que ae julgio iodependeotes, oto
na applicacioda le, mal na toga, quevestem. A toga
para ellei be o podar absoluto : posto applicar a lei,
togo pono applea-la comoeu quier ; eis > aeu pen-
samento. Este pensamento be urna fatalidade I O ma-
gistrado, que despe a toga, pondo-a a servir da tapete
as solas doi ps doi ministros, iito be, o magistrado
que toree a lei para servir os caprichos do podar, a vil-
la sua alta milito ; da independenle toroa-ae escra-
vo, daixa de ser magistrado e passa classe de criado
de servir ; assim aquella, que, .6 porque oio gen!
dui mii
Co as suas maisaltaioo roenoa relevante! qualda- m"",Uot Mm doiyitema, esta aempre da mi al.
des. O tribunaei devem lar o antemural du mil pai- Clda eoain 0$ ac,* do poder' 8 eon,ra a' e,aut doa
8ea. Em.ua impaiiivel severidade, em aun respei- "n,'g0' .' > "" miieravel. que fas do t.bero..
tav^i. decisdes. devem ter inleira confianca o. homen. cul iustici um esoriptuno deagioUgem, uaa labo-
rque de (ropas, a sem declarado e
causa para guerra, a invasio do territorio dinamarqus.
o bombardeamenlo de Copenhague, a destruido de
parte desta rica e dorescente cidado, a
da armada dinamarqus. (5;, por moic
deslru.do de .eus.rseo.es, limpa da tudoqu.oto
!oi suscepl.vel de transporte, que este, continbio.epou-
eo depon um. daelaraclo lormal de guerra, e a toma-
da de suas coloniaa.M (6).
Bom modo de negociar A Grio-Bretanh. quera
augmentar su frca martima e seus dominios, a ex-
pensas da Dinamarca, a com o (erro aos paitos, mps-
Jbe este prece.to.- Dai-me a vossa e.qu.dra por bem,
ou por mal, por meio do incendio, e da roorte o
consigui.. ..
Sao he por oulra maneira ecom melhor diriilo.
que o talteador lira a bolta do viajante I
A.nda um laclo. Portugal, como j djisemos, nio
nu.s concordar com as exigencias da Inglaterra na con
Icicao de un. tratado sobre a eitincdo do trafego de es-
cravos; porque a >atisfado de.tas exigencias l.oiia ne-
cessar.ament.. a ruina de sua navegado e commercio.
U governo britnico, para obriga-lo a acce.lar as con-
d'caes. que Ihe dictara em 1839. promulgou urna lei,
queossub|...iu propried.de dos subditos porluaue-
satudoquanlo Poitug.l Ihe negara, e a juriidicdo
A fr5a desta disposido foi raconhaeida pelo gover-
no bnlann.co com urna nota dirigida em 1831 por lord
Halmerston ao nosso ministro em Londre., e era cou
si sabida e corrente, em ambos os paizes, a castado de
ttes estipulagVi no da relerido (10).
ISascendo dessas cunvencSes o direito do visita, bus-
ca e captura, que exeroia sobre os nosios barcos mer-
cantes a manaba ingle, empregada na repressio do
tralego de escravos. com acessacSo deltas cabia ao go-
verno mglez levantar a auloridade, que em suas ins-
Iruccoes linba dado aos seus cuieiros ; chegada eua
poca, nao o fez, porm os officiaei e tripulado rei-
pect.va continuado a exerce-lo, condoiindo, apraza-
doi nosioi barcos i Serra-LeOa, onde, depoii da prira-
doi de certa pordo de viveras, d.-ixavio-lhei a lberda-
dedeirem cam.nho do porto de sua sabida (11).
nosso ministro dos negocios estrangeiros noliicou
ao governo mglez. em 12 de marco deste anno. a ees
co de um tal d.railo ; mi. propoz-lbe a continuado
deicomm.ises millas al 13 desetembro passado.
O governo ingles, echando o pretexto, que procura
em
tav de que lera castigado o crime e amparada a innocen-
cia; devem ter inleira coonaoc.de quedarlo a cada
um aquillo que he aeu.
Porm os tribunaes l pel sua instituido nio p-
dem inspirrosla confianca nos subditos de um estado,
he preciso que os magistrados, que os eompOem, sejio
taes que por suas virtudes e por sua sciencia se fado
credore da considerado e di confunca dos seus con-
cidadaoi. Nio bast que o encarregsdos de adminis-
Irar juilica sejo bom a teji probos; ha indispensa-
vel, que o pareplo, assim em sua vida publica, como
em aua vida particolar ; ellas devem servir de exem-
plo aos outros bomens. A vidadoi magistrados bao
objecto constante duaxamee da critica do povo, lem-
pre desejoso de descobnr o Iraco dos magistrados, pa-
ra os attrabir a (avor das suaa causal. Eti o motivo
por que o magistrado deve sustentar urna conducta
sem mancha, urna reput^io delicada, pnrque a mais
pequea sombra o prejudica. O erro de umadonz-ll.
urna vez publicado fere par* umpre o seu ored.to ; as-
iim o erro da um magistrado ou de um tribuoal, urna
vei abocaohado, leva o terror e a deicoofianca ao cora-
do do povo, qua he aempre descoo fiado.
He de eterna verdade que da eicolbi de booi ma-
gistrado! dependo a manutendo da ordem publica, a
recta administrado da justica, a paz interior dos po-
vos. Nao temos duvida de affirmar, que um mi ma-
trro. o imperador os expellio do seu territorio pelo
mal qno Ihcs causava a sua negociado. A Inglaleira
les a guerra a China sol. este pretexto : obrigou a a
sollreresser..mn..rcio lio ruinoso c apoderou-ie dos
seus mercados. O transporte de*se genoro em 1842.
depo.a da ps, linba turnado o seu antigo p. Sr.
redenco Lacroii avalia e.n 656 922 o numero de in-
dividuos cuja morte, no espado de des ann a. foi cau-
sada im Cbuia pelos Inglezes com o seu commercio. a-
lm do enlorpecunento desuus laculdades intellectuaes,
Billas do Lmiodu sua vida. W.rren, obra citada, e
uicripnano poltico. Vero. Opium
(b) A armada constava de 18 navios de linba. IB fra-
gat.s. O br.gues e >5 barcas canhoneras. Destruirio to-
dos os utenus e machinas, que ni podrio loiar. Ve-
ji-ie a historia da Inglaterra por Goldsmith, continua-
da por Coste. Vol. 6., cap. 3.">, Schoell Historia do.
tratados .le pos, vol. 3.", pag. 69. Grande foi a dii
cussao que bouve a esse lempo no parlamento inglez :
um tal procedimento (o vivamente exprobrado por
grandes oradores como lord Sedmoulb W.ndham. o du-
que de Norfolk, lord Erslim, condes Moira e de S. Vi-
cente, lord Holland e outros nolaveis membros do par-
lamento. r
(6) A capitulado a.signada em Copenhague a 7 de
s. tembro de 1807. oling.v. a Inglaterra a retirar a.
ua. tropas ao inrn. s O semana, depois d. sus d.ta. O
momento v.nd, de.tas rcas arg.rem a ba de Seelan-
dia e nio lendo podido conseguir o governo britannico
do do Dinamarca a "
os navios como bona piralorum, e a prisio dos subdi-
tos brasileros e sua condemnst5o como piratas peloi tri-
bunaes inglezes I I
Esta ameaca em parle, quaalo aos nossos oavioi
propr.edede, ae realisou ; um bil foi proposlo por lord
Aberdeen para lev. la a effeilo, e saoccionado a 8 de
agoslo deile mesmo anno I Anm pois, o que a In-
glaterra nio pode conseguir por meio de suas negocia-
Ves, quer obter por sua propria auloridade. por lrca
de um acto do seu parlamento, a cuja observancia nos
quer ligar, como se Toramos teui subdito, sua conquis-
ta, ou seus escravos, e nio a-ado lio loberano e inda-
pendente como o du ilhas brtanuicaa I
S,c voio. itejubeo ei a sus rogra e
com o paizes, que Ibe nio lio luperiore em f.cii
PdBr!l (DoBraul).
DIlHKi l)E PIB.U1BIJCU.
Ante-hontem um morador de um terceiro aodar
da ra do V.gar.o do bairro do Becife, que, ao sabir
decaa, bavia lechado as portas, e comsigo levado as
chaves ao vollar, ach..u aquellas abertas, e de menos
nodioh.iro. quelioha, du/entos mil rii em ouro
e menla e quatro em cedulai. Procurando obter do.
vmohoa algumaa inlormat6es. que o habilitauem a des-
cobnr o autor d, roubo, que ie Ibe fiera, apenas con-
egu.o saber, que, em sua amencia, aubira para o an-
dar, por elle habitado, um bomem de calca e jaqueta
que depois de se haver all demorado por algum lempo!
descia soceg.d.menle. sem que por acto algum dsse a
conhecer, que acabava de apropriar-ie do alucio (ule
.nd.viduo. que sem duvida esta amealrado no crin.e
poisqueopratica com taolo langue fri, nio foi co-
nbecido, nio pode por ernsequencia ter perseguido va-
ga entre oi, e se prepara talvez para urna nova em-
presa, ja-
lianca. que pretenda, nem a con-
cei.io da oceupado da dila ilba, e a acceitaco da su.
protecdo e ami/ade, Ihe declarou a guerra, que .lu-
rou al Janeiro de 1814. dala da paz de Riel, e nene
lempo apoderou-se a Inglaterra das suas colonias da A-
nierica !
va, ameacou, em urna nota, o Brasil com um bil dol8!'1"^ *" a P*Or da loda' M PrM. que podem affli-
leu parlamento (12), que autoriiaue a captura doa noi- l8"i Um PV0 ; e te am mio "g'slrido be a peior de
Modas as pragas, que nome poderemos dar a un oou
coi di magiilradoi mioi ? magistrado pode lar rr.ao
por ignorancia, por (raqueza, por espirito de partido.
O magistrado ignorante rouba a vida ea Uzeada albeia.
porque oio libe applicar a lei nem a eoteode. O ma-
gistrado frico rouba a vida e a fazeoda, porque ae do-
bra a empenboi e a dinbeiro. O magistrado, que dea
pacha por espirito de partido, rouba a vida e a lasen-
da.porque malicioso a apaixanado.sacrifica a lei, e o di-
reito a preponderancia do partido poltico, que segu,
ou ao desprezo e i ra i va contra o partido poltico, que
aborrece.
Nada mais reipeilavel na looiedide, que a panol de
um magistrado I os mos delle deposita o povo a sua
vida e a sua fazeoda;e assim deve o povo dormir socega-
do. porque dir.Eu oio leo1 o medo i forca, por-
que nio commetterei crimes ; e oio perderei os meus
beos, porque sio meus; se urna denuncia I.Isa me
accusar, se urna intriga me lanzar em urna axovia, o
magistrado m re.tituira liberdade, e punir severa-
mente o delator vil ou o falso intrigante. Para ter esta
certeza, para gozar este somoo socegado, be que o po-
vo revesio a magistratura de um poder superior e res-
ptiitavel, e cootribue com o seu dinheiro para susten-
tar esta magistratura.
E podar o povo portoguez nutrir esta idea conso-
ladora ? esta certeza lio apreciavel e lio necessaria ?
Podera elle ter urna confianca cega em seus magistra-
dos; nos executoies da lei ? Desgracadamente eonles-
samos, que nao. Nio diremos, que todos os magis-
trados sejo mos, ba exepgoes honrosas o asss honro-
sas, nio diremos, que a nona nova magistratura pe-
que por ignorancia nem por venalidade ; mas diremos
Iraocamente, que assusta pelo espirito de partido, que
se inooculou einiuas decnSri. A maldita poltica tem
invadido lodss ai clasiei, todos os poderes. A loga
acba-se infeccionada desta lepra, que be urna verda-
deira cbolera-morbus.
Redujimos este artigo lendo sobre a mesa varias
correspondencias, a que nio queremos dar publicidade,
e que lodas se queixio deste infame espirito departi-
do, que bao fiel da balanca da justica oestes lempos,
que os nossos salvadores nos teem apresenlado como
lempos de regenerado, de moral e de liberdade. Tin-
to nae insta ncias superiores como inferiores apparecem
juizea, qua nio tremem de applicar o direito confor-
me a cor poltica do autor ou do reo. Seo juiz esta
na oppoiido, a parle que for opposicionsla veoce a
demanda, aioda que justica nenbuma teoba ; assim o
juix miniteral d lempre razio e direito parte, que
seguir** bandeiras do governo. Semelbanle magistra-
tura he intoleravel. aoti-conaliiucioo.l e crimino..
culo da justica um eaeriptorio de agiotagem, ua
ratono de paioes.
O magi.lr.do como bomem e como cidadio pode
eguira poltica, que Iba parecer; mai como Magis-
trado, noexercicio de suas alta. fonecOes,elle nio tea)
poltica, a aua poltica ha a lei e t a lei Se a poltica
daie ou liraiie direito era escotado ir a Coimbra; for-
matura era um acto cmico, a ordenado do reino um
enigma piltoretco. O espirito de partido be urna mo-
lestia como oulra qualquer, e o magistrado, que se
acba desgraciadamente atacado desta mal, que alias be
contagioso, deve ir para o laxareto. O governo nio
deve consentir, que aemelbsole doutrina se dogmatise:
ella he fatal ao governo existente, o ser fatal ao qua
o aubstituir.
Demos que o poder moderador muda qualquer da
o* seus acluaes ministros, eossubstitua por outros do
partido da oppoiido ; o mal nem por isso deixar da
existir; os magistrados, que boje favoracem os pleitos
doa oppoiiciooiitai, favorecers os dos mmisteriaes, e
assim os seus contrarios! E ha abi alguam, que posta
dormir soccegado com semelbsote syslanaa ha abi al-
guem, que daiie de tremer pela propriedada. pata iui
propria exisleocia Nao est i man de urna magis-
tratura fccioia J
Al nonas revolucOeileem Ira nitor nado loda aa cabe-
cas. Hi um pr.iuuociamaoto contra a ordem publica,
grila-ie oai praca contra o poder, crava te o punbil
mviiivel no corado da victima, cobrem-se de insultos,
de improperios e de calumnias os ohjectoi man sagra-
do! ; todos astea crimes aolrlo e aahem oas salas di
justica, com a cara deseoberla, e com o escarnen trium-
pbador da impunidade E porque ? porque o espiri-
to da partido domina no aleacsr da juitica. lito oio
lo romancea, ao (actos, aio malea, que o paix chora-
r por muito lempo, porque os seus resultados slo ler-
riveis ; se o espirito de partido continuar a lar urna cs-
deira oa ssla doa tribunaes, a mral publica relaxar-ta-
ba espantosamente, loda ai ideiai do justo aa apaga-
ra, a anarebia ser o nosso estado, a dissoluco da sc-
ciedade o domo futuro.
Esperamos, que o poder legislativo curar radieal-
meote esta fatal eofermidade, visto que o governo, ou
oio quer, ou nio pode dir-lhe remedio. Nutrimos i
esperance de que os proprios magistrados serio os pri-
meaos a reconhecer a necesidade do remedio, e, lita-
pando sus tuga respeilavel, serlo elles proprios os que
ealvarS a dignidade de suas altas Iunecoes. A indepen-
dencia do poder judicial est na recta idminitlraceo di
juit.ca, est< na independencia do ciracter do magistra-
do ; lio indigno be da loga o que o Inrce a lei a favor
do governo, como o que a lorce a favor dos aovernados.
O magistrado quando tenteoc. deixa de ter fiomem,
he urna diviodade; e divindadei tem prestigio aio teem
adorado.
^^^^ (l'eiiodico doi Pobres no Porto.)
COMMERCIO.
(7) Actoi2e3. Vict.. cip. 73.
(8) l'.nlreoutrai, veja-se o despicho delordAber
deen a lord Howard de Walden.de 27 de novembro de
l*!. Papel parlamentares de 1841. Clan. B.
(9) Ja mostramos nos artigoi antecedente!, que ai
eslipulatei e ccnvemdes existentes erio inleiramente
violadas por parte do seu governo.
(10) Veja-se a minuta da nota dirigida ao Braail no
Jornal do Commercio n. 251 deste aono.
(11; Sucoedeo islo com quatro eo.barc.9de1 do com-
mercio da Baha.
(12) Veja-ie a ola 00 citado n. 251 do Jornal do
Commercio.
Alfandega.
BBHniaiHrTo do du 28...............14:534*967
Deicarrego hoj 9.
Rr.gueiVat-orriinercadorias.
HrgueManchtiltrbacalbo.
lirigue Hiclimon dcarvao.
Bngue Luixi dem.
Se o re do Navarra ciuitealaaae a autbeoticidade
da ordem, o que nfio he provavol, tuaa em fin......
Pelo contrario, beiafllivel.
P.'it rllea conletlarP
Sem duvida algu.na.
E por conseguale recusar ohcdecer-lheP
Eu si temo.
E reeitlir ?
He provavel..
Ah! diaao Maurevol, c noase raaop.....
Km qua] caso? diste Cnierinn com o teu olhir
fixo.
No caso dell reeiatir, que ae deve faterP
Que fazoia ve, quando aoii encarrpgado de urna
ordem dVI-rei j'iato lie, quando repreaenlaia o sobera-
no, e se vna relale, M. de Maurcvel?
Mi, acnliur, diae o esbirro, quando eu snu hon-
rado cm tuna orden, desiaa, se illa lie concvrnenle a
i.ii/i.ii|.les geutilhumem, malo-u.
Ja vo ilute, Sr. meu, rrplirou Calheriua, o niu
suppunba have-lo sillo a lauto lempo que o podi-sacia lr
ja enquecidn, que t l-rri de Franca nli. rcoonberia qua-
J.dadc nlgumn .10 ten reino o quo qner dizer, que ano
1*1 de Franca be rei, oque vista delle oa majorca 1S0
imple gdiiii-librneiia.
Maurevil lurnuu a nipallidecer, porque comecava a
entender o negocio. pru,
Oh! oh! malar o rei de Navarra?.....
E quem voa falla aqu de o matar? onde eat a 1
demdooroalar? El-re 4.1er que o leven, Baitilha, ea
urdem .0 diz i.lo. Deixe-ao elle prendar, e ludo ir
bem: roaacomo elle ao nio donar prender, como ba
de reeiatir, como querer inatar-voi.....
Maurevel c.iKcu.
I Deffodcr-voa-hcia, continuo Caiherina. Nao le
[pode exigir de um miente como va, que le deis ma-
lar, sem defender-ie; e a defender-vo, quequereiaP
acontrea o quo acontecer. Va me enlendeia, nao ?
Sim, aenhora.
Vamos la,
Ordem para prender, eu esreva de meu punh'o :
ou vitu f
Confeti.., lenhora, que iiio me tirara d'eioru-
puloi.
8<'ja poi. aaiiiu, ,,i qU0 a credea coiiiini..j
exequivel aeu. iaao.
E Caiherina, rnrolliendo oa hombro., de.enrolou >
pergamiiilio cora una n.lo, e eacreveo com a nutra:
muri ou vivo.
Aqu tendea, dineella, achala agora a ordem mf-
ficieiiliiiieiiiee.il regrap
Sun,
V. maeeaiade mm diapoticto a,
Intoleravel, po/que o povo nao pode, nio deve aoffrer
semelbanle deivtgW moral publica, que ataca 01 seus
jruar smenle
Ero que ? Prejudioa por ventura o que eu diise o
aua execuct
Oiae-mo V. mageaUde que eu tomaase dote hu-
men.
Sim, para irdea maia seguro.....
Pois bem! pedire a peruiiislo dlo
aeia.
E porque?
Porque, aenhora, se acontecer algum deagraca o
principe, como he pn.vavel, seria mm. fcil dearulpar
aeia hoinrua de lereru modo de Ihea eacapar um prem
uere, d que excusar a doxe guarda, de ni. havrren. deixad
quere.s que depon deilai p.|.Tr., : l,ne. ., ,e. dea .cu. r.maradaa, do que levan.ar .
orto linio com ra ucua Magralade.
Bella MageaUde, .oro effeilo I que nio leni reino.
Sen hora, diaae Maurcvel, ni lio v reino que las o
rei, ho o nainituento.
IMPOUTaCAO.
FELICE-' barca aarda. vioda da Genova, entrada
no correle mes. a consignado de Lu. Bruguire, ma-
mfestou o seguinle :
2,194 gigoa batatas 350 ceitos maciei U
pipase 3 n.ei.s ditas vmho, 5 fardos erv doce, 39
bailase 6 resmas papel de embrolbo, 12 barricas oas-
lanbas, 93 csixas flor de laraoja e de rozas, 10 caxst
confe.toi. 7 ditai frutal leccii, 1 dita tlame. 1 hce-
la tgnora-ie, urna pordo de louca preta ; aos contig-
oalariot,
MANCHESTtH; barca ingle,., ,id. da T.rri-
Nova, entrada neile mex. a consgn.do de Lalbim ft
Hibbert. maoifeitou o leguinte :
2.008 barricas com 2,008 quindes de bacalbo; aot
consignatarios.
LOUISE; briguo ingles, vindo de Glasgow, entra-
El bem, dir Caiherina, fzei o que voa spprou-
ver. Previnir-vot-hei porm, que draejo nio dtiteia o
Loiivro.
Maa, aenhora, para rennir oa mena home.u?.......
Nao tendea urna 1 pe. ic de aarajento a quem pua-
oia enrarregar deae cuidado ?
Su. .chora, reapoadao M.urevel; ..... rogo a I T.nhe o n.eu lacio, que til .0 ha um rana, fiel
ageatade que me de.xe a .olera di.pot.jlo d. rm-|.......e me tem ajud.do .uu... ve.e. n.l .ir" d
I empresa*.
Mandai-o chamar, e arr.njai-ioa t,m elle. V. i.
conhecei o gabinete d'arroai d'el-rei ? Poi bem! vi
.ertr-vu. o alino9o ; | dareia aa vom. ordena. O lu-
gar firmar a. voaaaa idciaa, 1. ella rallo confu...
guando roe Hlho chegar da 0.9a, pauarei. para o mea
oratorio, mide eprrarei. a hora.
Como entrronlo, mi,, porm, no quarto? Orii
tem te ni duvida alguma tuipeiu, o fecbar-ae-h. por
dentror
Eu lenho chavea de luda, as portas, di.se C.llieri-
na. e o ferrolhoa da de Ilenrique torio arraueadoa.
Adeiia, M. de Maurevel; al logo. Eu vou mandar c.n-
dux.r-vua para .. gabinete d'armaa de el-rei. Ah a pro-
oit, lembrai-vo qua o que um rei orden., dove, a
deaneito de ludo, os ob.laoul.n, er circulado; que -
nr.umade.rulp. he dn.itlida; que auna derrota, lira
mo .xilo nir.m,, compromrtleria a honra d'el-re. O
ca hr grave.
Muadieul ditia Maurevel arompanbando o tea
g'.i, eu elevo me najerarnhia de aaaaaainalo : de uta
imple griuilhomeni a um capillo ; de un capillo
um almirante ; de um almirante a um re. aeu. oor.
E quem aabe .a nio lerej um dia de arranjar um rei
coroado!.....
(Ca*/iMijr-c-*e )
i(L_^


00 crrante mei, eonaigoac-lo de N. I
C. manifestou o seguinte :
1 cana sabio, 8 Yidroi florea irtifioiiei, e 641odo-
lidaidacarflo de pedra ; aoiconiigoatirioi
Consulado.
BEHDIHIHTO DO DI 28.
ie|............................. f'iMS
Provincial.......................
)ivenai provincial...............
1:170*233
79*761
4:394*312
Movimento do Porto.
Vacio entrado no dia 28.
^{ir Pacifico, tendo tthido de Sig-Habor, ba 27 me-
zes; galera americana Fanny. de 397 toneladas, ce-
pillo Heorj H. Edwirdt, equipagem 26, carga a-
xeite de pene ; ao capillo.
Vamoi $ahdos no mumo dia
krecily ; brigue inglet Sevtm, capillo Williaro Mor-
di, em ltiro
fieno ; polaca urda N -S.-da-Attunt capillo
Caelano Galo, carga saquear e touros.
Trietle ; brigue tardo Vicencio, capillo Vicencio Joio
'rapaoi, carga aatucar.
Ediaes.
___ lllm. Sr. impeolor ila thesouraria daa rendas
IroTinciae" manda faer publico, que em virlude de
irdem do Btm. Sr. presidente, de 20 do corroole,
\io novamonte i praca.no da 30 do corrala, ao meio
I.a, aa obras da barreira, e repaoliva casa, di ponte
i Bujarj. pelo preco de 1:460.715 ra e aob at clau-
ulas publicadas oom o edital detla thesouraria, de 13
|e dezembro do non p. p.
Ot licitantes deterld comparecer na tala dat sessSes
|a mesma thesouraria.
Secretaria da tuesouraria das rendas provi nciaet de
nroambueo, 21 do Janeiro de 1846.
O aecretario,
Luiida Coila Portocarrtiro.
tiguil Archa-jo Monleiro de Andiade, oficial da im-
perial ordem da Rota, cavallriro da do Chrulo e
tnipector da alfmdega por S. M. i., lie ele.
Faz saber, que oo da 30 do crrente ao nieio dia,
i na porta d'sllandega se bio de arrematar qualorz*
oalhaa de cambraia de linho bordsdaa.no valor de 168*
quatro ditas de algodio, no valor de 20.000 rs. ,
Impugnadas pelo feitor con (rente Gustavo Jos do He-
lo, no despacho p >r factura de L Bruguire, teodo
pita arremalacio tuhjeita ao pagamento dot direitot.
Alfaodega. 28 de Janeiro de 1846
Miguel Arckanjo Monleiro de Andrade.
' doulor Jote Tkomaz Nabaco da Araujo Jnior,
/dale cavalleiro da cata imperial, cavalleiio da
ordtm di Chruto, juit dt direio do civil detla e>-
dude tiu termo, por S. Al. /., quem iot
guardo, tic.
Fai puhlioo.para conhecimtnto dos credores bypotbe-
Icarios e peatn ioteretsadii, te ot bouverem que a
jcasasita na ra da Camboa-do-Carrno na esquina
do herr, que vsi para a ra daa Flores foi desappro-
Ipriada Jos daCisla Uourado o qual se acba au-
eule em Portugal e que o preco da desippropriaclo
[he de l:900/rt. e esta depositado no depotito geral
[detla cidade, E para que chegue a noticia de lodos ,
[mandei pastar o presente que vai por mim assigoado
|e sellado com o sello des te uieujuio, ou valha sem
|iello uc cauta-
Recife, l de Janeiro de 1846 Eu Jote Juitino
I Firnandit Souza, rterivio o escrevi. Jote Tkomax
]yabuco di Araujo Jnior. Ao sello 100 rt. Va-
llha sem sello ex causa Nabucode A/aujo Jnior,
pretender, pode entenderse com Amorim Irmios, ra
da Cadeia, o. 45.
'-Para o Porto-Alegre tegae com brevidade o ve-
leiro brigue Flor-do-Sul; recebe escravos e passagei
ros,para o que tetn boos commodos: quem quizer, po-
de entender-te com Amorim Irmios, ruada Cadeia,
o.45.
= Para Lisboa tai, no dia II de fevereiro prximo,
o muilo veleiro brigue portugus Carlota & .ttnilia ,
forrado e pregado da cobre, deque he capillo Manoel
Joaquim dos Ssntos: para o reto da carga passagei-
ros, para oque tem muito bona e asseiadoa commodoa,
trata-se com o referido capitio na praca do Com-
mercio oo com os seus consignatarios Francisco Se-
verianoo Rabello &. Filbo, oo largada Assembla.
a-Para a Babia tai com a maior brevidade possivel
a sumaca nacional Santa- Anna, capillo Joio de Deot
Pareira: para carga e panageirot, trala-te com Novaei
&C. ra do Trapiche, n. 34.
Para o Rio-Granda-doSul tahiri com a bre-
vidade que for psttivel o brigue-escuna Belta-Fir-
glnia capitio Matbias Jos Ferreira : quem oo mes-
no quizer carregar ou ir de passsgem dirija-se ao
dito capitio ou a ra da Crui n. 45 em casa de
Nascimento Scbaeflor & Companhia.
Para Lisboa sai mlallivelmente no dia II de fe-
vereiro o brigue Cunciico -di Murta ; recebe carga
e patsageiroa : trata ae com o capitio ou com o con-
signatario Thom/ de Aquioo Fonseca oa ra do Vi-
gario n. 19.
Para o Porto sai, com brevidade por ter par-
te do carregamento prompta a barca Es pinto -Sonto:
quem oa mesma quier carregar ou ir de pasaigem ,
para o que tem ncellentet commodos dirija-se ao
seu consignatario Fraocisco Alvet da Cuaba oa ra
do Vigario. ou na praot do Corpo Santo ao eapilio ,
Rodrigo Joaquim Correia.
Para Lisboa segu viagero impreterivelmente
no dia 8 de fevereiro p. f o patacho portuguei /-
laumcilo, forrado e eooavilbado de cobre : quem nel-
le quizer carregar ou ir de passagem para o que of-
ferece excelleniea commodos dirija-te aot teus con-
signatario* Firrnino Jos Feliz da Ruta Se Irmio oa
ra do Vigario n. 23 segundo andar ou ao ca-
pillo Aleaodre Jos Correia, na praca do Commercio.
Leila.
UeilaragOes.
0 arsenal de marinha precisa comprar urna por-
leio de brim liso, branco, proprio para fardamentos: aa
|pessoas, que se proposerem a vender, slo convidadst
pelo lllm Sr. inspector interino i compareceris) oes-
i secretaria, com a> suas amostras, no da 30 do cor-
ante mez. peina 10 horas da manhia. ,
Secretaria da inspeecio do arsenal de marinha de
[I'ernimbuco, 98 de Janeiro de 1846.
O aecretario,
Altxandre Rodrigue! del Anjo*.
A barca Firmixa sai para o Rio-ce Janeiro no
| dia 4 de fevereiro.
COMPANHIA DE BF.BERIBE.
<"' Srs. accionittss bsjio de realisar urna presIscaS
I de 6 por cenlo, dentro do praio de 30 das, coudos
desta data. Etcriptorio da companhia, 22 de Janeiro
| de 1846.O secretario, B J. Fernanda Barrot.
PUBLICAQAO LITTERARIA.
O Amigo dot Homini, peridico religioso, que cor
ineosvenieutesdeiiou de publicar se naa domingss do
mei de Janeiro correle, proseguecom regjlsndade de
fevereiro em vante, deforma que o n.' 106 sabir* im-
prelenvelmente na !. dommga de fevereiro, que he
|lambem o 1.* do mesmo mez.
A usos niaiilimus.
= Para o Maranbio sahiri com brevidade, por ter
I* pule do seu carregamento o puUtho brasileiro
Unio; quem no mesmo quizer csrregar ou ir de paa-
I tsneiii, fallo com Gaudino Agoslinho de Barros, na ra
da Crut. n. 66, ou com o capitio a bordo
Sagitario, brigue brasileiro, tegue para o Ass
com escala pelos porlos de Pelitinga, (.airara a Touroa.
prefiamenle no dia 3 de fevereiro prozimo; recebe car-
ga e pasaageiroa para os referidos pollos : Irata-se oa
ruada Moeda, armazem o. 11.
1 rrla-te ptr, qoalquer porto do Norte al o Aa-
tu. edo Sul ali o Penado, a barcaca Sania-Rita-
de-Cai,ia, de lote de 20 loneladea : oa ra datTrio-
cneiret. cata. n. IB.
Pa o Rio-Grande do-Sul teguir breve o bri-
gue Incantaiil-Aluciel; o qual pode receber alguma
"i* a frete, bem como escravos e pajugeirot: quem
= O rorrelor Oliveira fara leilio de oiohilia qutti
nova feita a maior parte pelos melboret artistas desta
cidade consislindo em cadeiras de diOerenlea goslos ,
lindos sopbs bancas de jogo mesaa redondas. Ire-
mos com espelboi urna secretaria moderna e bonita ,
loucadores guarda-loucaa envidracadu de boro gusto,
bercos, leilos lavatorios um relogio de repllelo, in-
lez, para cima de mesa e muitos outros nbjactot ,
tuim como obrat de prata #c : boje 29 do cor-
rele ai 10 boraa da mantisa, oo segundo andar
da casa o. 62, na ra da Aurora sendo a da esquina ,
que deita para o Alerro-da-Boa-Vate.
Avisos diversos.
Na ra Direila sobrado de um andar o. 56,
precisa-se deuma ama de leite que o tenba bom e eoi
abundancia esem filho.
0 CLAMOR PUBLICO.
O 0.73 achar se-ha venda ai 3 horas da tarde, oa
praca da Independencia, livraria ns. t e 8.
Caelano Xavier Pereira de llrilo retira-se para
Babia: e, olo podeodo despedir-te peiiotlmeote da-
quellas pesio*, que Ibe fuerio a honra de o visitar,
por isso o faz por meio deste jornal.
Vendo no preco eorreole de bonlem colado o al-
Kodio de 4*400 a 4*600 rs. e sendo en o que maior
parveo vendo, e nio me constando que se tivesse
leito rodas nenbutnas a semelbantes jueroi, por
que nlo lem entrado ; todo o que bouvrr, e qui-
terem vender a eete preco ultimo de 4*600 rs. quei-
rio procurar a Juoquim Jote Ferreira.
Recite, 27 de Janeiro de 1846. (*)
I'retisa-se Je urna ama que tetina
bom leite ; na ra das Larangeiras, so-
brado n. 18.
Chegou, bonlem, do engenho, mui-
to superior doce de guiaba arac e ha-
nana, em caixanszinlios; na ra do Cres-
po n. >4> terceiro andar, e na ruadas
Cruzes, venda de Joo Jacinlbo Morena.
Manoel Camillo Fire pede a lodososieuidevedorel,
que bajo de mandar pagar o que Ibe alo devedorea ,
pois be bastaote o lempo, que ja tem esperado : e
quem nio Ibe pagar da data desle a 60 das aera ju-
ticado ou vera o seu nome por extenso nesta folba.
= Embarca para Lu oa a eserava Mana Carlota em
companbia de seu Sr. Luiz Gomes Ferreira e >ua fa-
milia.
A pessoa que deseja saber se existe oeata pra-
ca Albino Jos Machado, liilio legitimo de Maria Mar-
ques da freguezia de S Fedro de Serva, sendo quei-
ra alguma cousa com o dito Albino dirija-te a ra
larga do noiaio, 0. 42.
Fraocisco da Cruz Barbosa tublito portuguet,
retira-ie para o Bio Grande-do-Sul.
A pessoa, quo aoounciou querer alugar urna es-
crsva por 3 mezes segundo seu annuncio, dirija-se a
ra da Cruz o. 3.
- Um rapas brmleiro, de idade de 26 aonos le
offerece para csixeiro de venda ou oulro qualquer
negocio mesmo para engeobo e da fiador a sua con-
duela : quem de seu pristimo se quizer uliliaar, dirija-
se a ra Direila o. 74.
Quem precisar de urna ama de leite parda, for-
ra de piuneira barriga com muilo bom leite di-
rija-te a povoecio da Varzea veuda da esquina do
neceo do Kuzano que se d>ra onJe existe.
Quem precisar de urna ama para o servico inter-
no de urna casa de pouea familia dirija-se a rus Im-
perial n. 13.
Alegase urna eserava moca eorinhae lava de
sabio para o sermeo de casa tem boa conducta a
sem vicios ; porm precisa-se de 3 mezes adiaotados e
lar-se qualquer seguranca, que lor preciao paraeste ne-
gocio, que sera effeituado al o dia 30 do correnle ;
quem pretender annuncie para ser procurado.
O abaixo assignado avisa aos seus frexuezes e
mais pessoas qu elle continua a tirar passsportea pa-
ra dentro e fra do imperio, e despachar escravos, lulo
com aquella promptidio que sempre foi de seu eos
turne por pceo muito e muilo commodo : quem pois
de seu presumo se quizer ulilisar o pode procurar
oa ra do Raogel, sobrado n. 9.
Manoel Joaquim da Silva llibeiro.
Jlo dos Marlyres Bsrbosa aegue para a Para-
hiba.
Arrenda-te um litio sendo perto da pra^a eom
boa cata de vivendi agoa de beber, arvoredoa, e bai-
la para capim: na ra do Vigario, n. 23, a fallar com
Fumino J. F da Roza.
Alugio-te duai caaai terreas com duas salas ca-
da urna 3 quartos connha lora e quintal sitas na
travessa da < oncordia por detris do Crino : a tratar
na ra eslreita do Rosario enda n. 45.
Frecisa-sede urna ama deleite lorra ou capti-
va na esquina da ruado Queimado n. 18.
Aluga-se um molecole coiinheirode forno elo-
gio; quem o pretender, dirija-sea ra da Paz n. 38.
Aluga-se o sobrado de um andar e stlo na ra
de S. Rila o. 14 : a tratar na priea do Commercio ,
com Josi Manoel Fiuia.
O padre Manoel Tbomti di Silva te offerece aot
proi rielarlos do centro da provincia, para Jar a seus
filhos educacio religiosa e lilteraria reiidindo ellei na
metma can doanounciaote ; mat so admitte at o nu-
mero de 5.
Quem annuociou querer comprar o Flot Sanclo-
rum diriji-te a praca da Independencia, livraria .
ns. 6 e 8.
= Arrendt-se um sitio ni encru?ilbada di estrada
que legue pira S. Amaro com ooa casa de viveoda ,
estribarla de pedra ecal todo cercado de limio, bai-
la para capim bstanles irvoredoi de fruto : quem o
pretender dirij'-te io Aterro-da-Boa-Vista o. 24,
primeiro andar.
= O abaixo astignido, procuridor judicial do Sr.
Domingo! Antonio Gomes Cumiarles, e por elle com
petenlemente lu'.oriitdo para arrecadar dos seus d-ve-
dores lodaa ai quanliat, porque Ibe sio responsaveia,
previne aoi meamos por este mnuncio, que, a contar da
data del le i 30 diaa, propon te a ri-c-ber amigaselmente
d'aquelles, que o quierem fazer, o valor dos seus res-
pectivo! dbitos, e, lindo este prazo, passari a usar
dos meios judiciaea para comprllir aos que forem mo-
rosos e neitligeoles oo cumprimento de suas obrigaces-
Becife, 27 de Janeiro de 1846.
Rudolfo Joio Barata de Jlmeida.
Aluga-se o segundo andar e solio do sobrado di
ra do Rangel n. 11 com buns commodos e pinta-
do de novo : a tratar na ra Nova toja de Sebastiao
Jos da Silva Bairos.
O secretario da irmaodade de N. S. do Terco
convida a todos os irmios para a reuniio de mesa geral,
em o respectivo consistorio domingo primeiro de
Fevereiro pira eleicio de novo Ihesoureiro visto ler
o actual pedido demitsio por motivo justificados,
O Sr. Antonio de Souza Cirne Lima queira
receber urna carta vinda do Porto, pela barca Etpi-
rito Santo, na ra Direila, n. 69.
Quem preciiar de um muco portuguet, de ida-
de de 14 a 15 innoi cbegido ullin.amenle do Porto,
paia caixeiro de lojaou vend, dirija-te a ra do Vi-
gario venda n. 13.
Quem annuociou licores a 140 rs. a garrafa ,
de cem para cima dinj-se a rus Direila o. 63.
= Aluga-se urna casa terrea com solio e quintal ,
propria pin urna Ioji e com commodoi pira pequea
lamilla oo Aterro-da-Boa-Visla o. 68 : a tratar oa
mesma ra relinagSo n. 70.
Franciico los Das da Motil subdito portu-
gus
Aluga-se o primeiro andar do so-
brado da ra da Senzalla-Velha junto
ao Sr. Lasserre, com commodos para
grande familia, emuito fresco: a tralar
na ra do (ollegio n. i\, segundo an-
dar, ou no armazem do Bicellar, no lar-
go da Alfaudega, com Jos Marcellino da
Hoza
= Joaquim Soare Mearim retira-te para o Rio-
de-Janeiro.
bazem-se chapeos para senhnra, e
meninas, muito bem feilos, c do ultimo
gosto ; bem como coilas, por preco nnis
barato do que em qualquer mitra parte ;
na ra do Oabog, loja de fazendas, n. 6.

1}i: (\ii*v>v
(') Permitla-noa o Sr. Ferreira o Ihe ouaervarmoi.
que, comquanlo nio duvidemoi da ditposicio, em que
diz estar, de comprar qualquer porfi de algodio, que
ao preco de4s600 rs por arroba Ihe fr oflerecida ,
temos lodavia conviccio, e conviccio adquirida i vista de
umaconta de venda de um imprentario a urna rasa coin-
uerciai deata praca, que no dia 24 do correte m fui
vendida, pelo referido preyo, olo pequea porfo d'ea-
se geoero.
i ff.
, reliri-te para lora da provincia,
Luiz doa Santot do Bego Barroi relira te pin o
Rio-Giande-do-Sul a tralar de seui negocios deixao-
do porseut procuradora!, o primeiro seu mano Anin o
Nicolao do liego Barios, o segundo o seu amigo Joa-
quim Jos Themoleo Pinto, e o terceiro sua mana Mar-
garida da Rosa Lima e Silva.
Perdeo se um annel de ouro esmaltado com
bullanle; loga ae a peaoa, que o achar, ou a quem lor
ufferecido o favor de leva-loa ra Nova n. 8 que
te gratificar e le Ibe ficar ohnuado.
= Quem liver para alugar um lilio pequeo com
can de vivenda para urna pequea familia e que ie|a
perto da prac annuncie ou dirija-se a ra da La -
dea do Recife o. 16 ; tambem le piecia de um mo-
leque que saiba comprar na ra e fuer o mais aer-
vicode urna can.
Precisa-se de um foroeiro; no pateo da a. Cruz,
pidan* lo p do sobrado.
Urna mulher de bom costumei le oflerece para
ama de urna cala de bomem aolteiro. esceptuaodo
compra! de ra ; quero doseu prestimo se quier ulili-
lir, dirija-se 10 paleo do Terco n 13.
Urna pessoa habilitada o de bons coslumes se of
fereee para entinar primeiras leUras indo a casa de
seus alumnos : quem de seu prnlioio se qui/er utilisar,
dirija-se a ra do Collegio botica n. 10, que se dir
quem be.
Joaquim Antonio Tasares ds Fonseci e Vascon-
cellos relira se para fra do imperio.
- Domingo 25 do correnle a noule fugio um
cavado ruco ipdado sellado e enfreado da estrada
es cara a banda do Leas tomando a estrada velba.
ou teut arredore: roga-te a toda e qualquer pessoa ,
que delle souber ou o ti>er acbado de dirigir-ie ou
manda- lo a estribara junto ao arco do Bom Jess no
Reeile quo ser generosamente recompensado.
Joaquim de Oliveira e N>uza roga ao S. A. F.
B. queira mandar satialazer seu vale de OOO rs. ,
passado em 3 de Axotlo de 1844; aliis usara doa meios
que aa leis teem marcado.
A luga te o primeiro indar do sobrado o. 26 .
do Aterro-da-Boa Villa com nimio bona commo-
doa muilo fresco e por preco commodo : a iriiei
01 loja do mesmo tobrido.
Tranceln* de qualquer iiiodelo, anneis, litas, llores
aderemos, pulceiras brincos &c. ; tudo o mm bem
feito possivel e por preco mdico.
Aluga-se una casa de sobrado de
quatro andares, rom um grande arma-
zem, muito fresca, e com muilo boa vista
para o mar, na i na do Trapicbe : trata-se
na na da Aurora, n. 58.
Casa da F,
Na ra estreito do Itozario, n. /|.S.
Tendo o Ihesoureiro da (olera do S. Pedro Marlyr
de Ohnila marrado o dia 30 do correnle mei para o
andamento das rodas desta toteria o cauleliala da casa
da F espera que o respeitavel publico concorra, no
|ue estiver em seu alcance, para a prompla compra da
bilbetes a lim de que nlo se Iransfira o andamento
daa rodas para oulro da : oulro aim convida aot
seus freguezes a comprarem das suas cautelas as
qusesteem eicellentes nmeros que nio deixarOdu.
vida em serem premiado! te liveiem f. Os decimos
sio a I,) rs. e os vigsimos a 500 rs.
Aluga-se urna casa no bnirro do Recife com frente
para duas ras; a qual tem servido deecougue ha mais
de 50 annos. e tem tarimla, pesos e radei naa pnrlaa ;
tem alm disto muilo espaco para se rrcolher gneros,
ou pira qualquer ofcina : os prelendenls dirijio-se a
prafa da Independencia, livraria os. 6 e 8, OU a boti-
ca da praca da Boa-Vitta. o. 6.
Lotera de S. Fedro Marlyr
de Olinda. '
As rodaa da I.1 parle da 3 luleria corrern imprere-
rivelmenle no dia 30 do trrenlo moz na forma esla-
belecida peto novo regulan oto das loteras, e lalvez
antes desse da, se eflecluar se com promptidio a venda
do respectivos bilhetes. Estes seiio encontrados peloi
compradore nal lojaa de cambio doi Srt. Vieira e Ma-
noel Gomei no baiiro do Recife, e no deSanto-Anlo-
nio, na doa Srs. Menezes, ra do Collegio, Guarni,
ra do Queimadu, e as boticas doi Srs Moreira, pa-
leo da Matriz. e.Ch-gaa, ruado Livramenl.
Compras.
= Cumprio te diVin velhoi. a 3200 rs. a mo-
ca diariam. nte ; na ra larga do Koiario acougue
novo, n. 38.
_ Comprio-ie 3 portas que estejio em bom uso;
quem liver annuncie.
Compra se um cavallo sendo grande, novo e
que tenba l.onsandaiea ; na ra do Vigario n. 23.
Comprio-se dous escravos, um nedreiro e ou-
lro carpina para urna enrommenila do Rio-Grande-
do-Sul ; na ra do Collegio armaren n. 19
__ Compiio se para fra da provincia eacravos
de 13 a 20 annos; sendo debonilas figuras pegio-se
bem: na ra da Cadeia de S Antonio, sobrado de um
andar de varanda de pao a. '0.
Comprlo-se dous refrem bom estado ; na ra
da Cruz n. 62.
__ Cooiprao se cachimbos : quem os
liver, ou quizer se encarregar de os factu-
rar, annuncie por este Diario, ou dirija-
se ra da Cruz, n 3"] segundo andar.
_ Coropra-se a novella intitulada Pamela ,
tradu'ida do ingtez : quem liver, annuncie^_________
Vendas.
Vande-se urna eserava crioula
annos pouco mais oo menos si
sendo ambos bran-
n. 34.
de idade de 18
vicios nem seba-
qes, coro principios de cot.nha engomma pouco e
cotesollrivel, por p-eco commodo : na ra da matriz
da Boa-Vista, o. 35. segundo andar.
Vende-se um casal de gneos, aei
eos e esli muilo alvos; na ra Augusls
AZEITE de GARRAPATO.
Vendc-sc tallo o anuo, cm
grandes porces e s caadas,
vonlade do comprador, e
sendo de 200 caadas para
cima cinco por ccnio menos :
no deposito da ra da Seuzal-
ila-Velia n. 110.









w
----------------------------------------------------------------------------- ,
FOLHINHAS
*A
superiorqualdacl: amada
Jadeiado Hrcilc, h. 5'C
v
DE
Porta e Algibeira
Vendem-se na praca da In-
dependencia, loja de livros n. 6
c 8; na ra da Madre de Dos,
venda da esquina defionte da
i#reja; na Boa-Vista, defconte da
matriz, botica do Sr. Moreira;
no pateo do Collegio, loja de li-
vros da esquina; e no largo do
Tergo, venda n. 7; em Olinda,
botica da ru do Amparo, e loja
do Sr. Domingos, nos Quatro
Cantos.
Vendeni-sc pelles de bc-
zerros^ frai^cezcs, ^raiid^.c de
8"
Cad
= Vendem se caitas co'tnfolhas de Fiandree sor-
lida e da melhur qualidade em porfi grande e pe-
quena ; em casa de M. Calmoot & C.
= Vndete Tahona de mandioca do Rio de-S.-
Fraociaco, em suecas ou alqueire, de muito boa qua-
lidade ; essim como um alambique novo, coro 411 li-
bra : no arco de S. Antonio loja n. 2.
= Vendem-se latas com eicellentea linguicas de
porco caitas de doce e superior vinbo engarrafado ;
ua ra da Cadea-Velba n. 21, primeiro andar.
= Vende-se a fabrica de cbaruloi da ra estrella do
Rotarlo defronte da ra do Fogo conlendo s a ar-
maco e seus utensilios: a tratar na trauma ou na
Ravessa do yueimado n. 3.
A lleuda quem precisar
- Vendem te, e alugSo-se bichas bambur^uetai ,
das melhores, que ba no mercado, e de Lisboa, a 200,
210 e 320 rs. todas muito grandes e de boa qualidade;
tembem se >ioapplicar para commodidade dos pre-
tenderes ; o u-ndein-se aos ceniua e a retalbo tanto
de Hamburgo como d Lisboa por preco muito em
conta ; assim como 20 pipas vasiai: na ra da Cruz,
do Reeife n. 43, loja de baibeiro.
a Vende-se um rel com tergedo urna barretina
de pello, urna dita de oleado, orna banda um globo,
urna estrella o urnas correias, tudo para inferior de
guarda oacional, por preco commodo ; na ra do Ran-
gel, o. 17.
= Vende-se um escravo bom carpina e com prin-
cipios de pedreiro de elegante figura robusto e sa-
dio ; rndese por ser agora tomado para pagamento ;
pois he muito dcil e de boa conducta: na ra do
Calug d. 16.
jy =Vende-se um mulatinboe um criou'inbo ambos
se ni vicios molestias, ou achaque, proprios para pa-
ra rmgcns ou para aprenderem qualquer oflicio por
serem pequeos ; vendem-se por preciso : na ra da
Paa, n. 38.
= Vende-se urna preta moca de bonita figura, la-
va, engomma liso corinha mui bem o diario de urna
casa e be perita compradeira ; na ra do Rangel ,
d. 54.
= Vende se urna cabra (bicho), muito boa leileira,
que d 2 garrofas de luite de cor preta e est muito
gorda ; no largo de N. S. do Terco sobrado n. 16.
= Vende-se por prego commodo,,pura pagameo-
to, um escravo crioulo de jannos irm icios nem
achaques proprio para sitio por ser do mallo ; na
Cinco-Pontas, n. 63
= Vende-se urna escrava com habilidades, lendo
urna cria de 2 annos pouco maia ou menos, e bas-
tante riperta ; na ra do Queimado. n. 45.
=Vendu-se urna parda de bonita figura, de iJade
de 1 ti a 17 annu* ; urna negrmha crioula de 12 an-
nos : na ra do Crespo n. 15, de manhia al as 10
horas e de larde des 3 as 5.
= Vende-se um pardo, de 22 annos de bonita
figura propiio para todo o servico lano da prega
como de campo ; um escravo de naci de 40 annos ,
ptimo padeiro ; una esciava de necio, de 30 annos,
cotinha lava e .ende na ra : na ra daaCiuies o.
22, segundo andar.
= Vende-se, na ra da Cadeia, ero casa de Jos An-
tonio Basto o precioso vioho do Porto, de 25 an-
nos em caixoles de duas dutias de garrafas.
= Vendem-se duus carretas moca e sadia coro
habilidades ; na ra da Senialla-Velha n. 142, se-
gundo andar. '
*= Vende-se sarja preta muito boa; estopa da linho
encorpada para roupa de escravo : na ra da Senial-
la-Velhe n. 142, segundo andar.*
=Vende se o diccionario de Mocees, da quarta
edicSo por 18 rs. ; na ra Nova, loja n. 58.
= Vende-se urna casa acabada de novo ero cblos
proprios tendo duas salas 3quartos coiinha fra,
quintal e copiar sita na ra do Porto-Seguro, n. 1,
em Olinda ; omaprelade40 bonos, pouco roais ou
menos coiinha o diario de urna casa cote chio, fai
renda e engomma liso : a tratar na ladeira do Vara-
douro, em Olinda refinaciodo assucar ou na ra
da Cadeia do Recifc o. 50-
= Vende-se urna dozia de cadeira deuieo urna
commoda de conduru' s leitode aogico, urna mar-
gada em barril grandes e pequeos; lencos pretos,
de seda da India ; setim preto de Macao ; vela de et-
ermacete de 4, 5 e6 em libra ; cera amerella ; al-
godlo grosso para uceo; ludo por prego commodo :
em caa de Matbeu Austins & Compaobia na ra di
Alfandega-Velba o. 36.
= Vendem-se moendas de ferro para eogenho de
assucar, para vapor agoa e bestas de diversos tama-
ohos por pre?o commodo ; e igualmente taita de
ferro coado e balido de lodo o tamaobos : na pra-
ca do Corpo Sanio o. 11, em casa de He. Calmoot &
Compaobia ou na ra de Apollo irmazero, o. 6.
i:.: Veode-se, por preco commodo um relogio de
prala boro regulador, boriiontal; na ra larga do
Horario, n. 20.
Vende-so por prego commodo um casal de
rolas brancas : na roa estreita de Rumio refinagio
de aiiucar n. 3i.
RAP DE GASSE.
Chego pela barca bxrmtza nova ornade do oiuito
apreciado rap grosso e meio-grosio com bom lorti-
mento de meiai libras para le poder satiifaier a todoi
o fregueiei dessa saborosa pitada : vende-se no de-
posito geral da ra da Cruz do Reeife o. 38.
Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve-
a: na fabrica da ra Imperial,
n. 7; ra Direita, n. 53, venda
de M. Miranda; no Aterro-da-
Boa-Vista, fabrica de licores de
Frederico Chaves; e na ra do
Trapiche, armazetn de molhados
do icolle.
= Vendem-se 'echaduras de patele ioglezas e
superiores para porta : em quanto a obra e leguranca,
sio as mai perfeitat, que leem apparecido : na ra
da Cruz do Reeife, o. 63.
= Vendem se 4 escravo bom pira o Irabalho da
praca ; nm moleque peca de 18 aooo ; 3 dito de
12a 14annos, liadas pegas; 4 escrava mogas, duas
engommao, co'.inhaoe cisem ; urna parda de 30 an-
nos cose engomma, faz renda e be ptima para
ama de urna casa ; urna roulatinha de 12 annos, muito
linda figura com boo principios de habilidades; um
preto velho, por 100 i' is. ptimo para uro sitio
na ra do Crespo, o. 10, primeiro andar.
Barato 1
= Vende-te um pequeo sitio ero Ierras proprias,
com casa de vivenda a niargem do rio Capibarihe, per
lo da Paitagem muito fresco com muito agradavel
vista e benho muito em conta; na ra de Agoas-
Verdea n. 21.
Vende-se polassa ameri-
cana ,
chegada ltimamente e de superior
qualidade cm Larris pequeos a a5o
rs. a libra ; em casa de J. J. Tesso J-
nior.
No caes do Collegio, n. 9
eiiste um novo armetem com farinba de S. Mstheus e
iiullio, tudo, lano a retalhu como em porgues, c mecie-
se a vonlade dos compradores, medida vela raaa, o
oarulada como de matulo, e por menos do quem butra
qualquer parte : os pretndentes dirijld-se ao'mesmo
armaiem, ou a ra da Crui, n. 54, a fallar com Manoel
Antonio Pinto da Silva.
= Veode-se cal virgem de Lisboa em pedra, bar
ris de 4 arrobas a ht rs. cada barril ; petaste nova
da Runia superior, por prego'commodo : oa ra de
Apollo, n. lN.
Polassa americana
de muito superior qualidade vende-se a 250 rs. a
libra ; oo aroiaaem do Hreguez, ao p do arco da Con
erigi.
eroVende-se polassa muito nova e de superior quali-
dade em bar is pequeos ; oa ra da Cadeia-Velba ,
armazem de estucar n. 12,
= Vende-se um sitio do lugar da Piranga parto
4a povoaeio doi A logados, coro 3 casas coiinha fra.
estribara sentada para prelos ludo noto e de pou-
co rectificado ; tem uro viveito, pe de cuqueiroi, ia-
rangeires e mais outMis fiulas: na ra da Concordia ,
a tallar com o arrematante da aferigio, na casa da mea-
rna aferigio.
a* Vende-se, a dinheiro, ou a prazo ou troca-se
dor propriedades nesla praca, ou por escravo, a bem
donbecids propriedade A ligua-das-Antis, com boa ca-
Ii de vivenda lenzalla para preto caa de farinba ,
e algodio prensa armazens para deposito* de sec-
eos estribara para 6 cavallo curraes para gado ,
[2 astudes de boa agoa com uan legoa de Ierra muito
propria para planlaglo e crnelo muito bem situada ,
distante da cidade da Victoria 2 lego i a tratar na ra
da Concordia ero cala da eferigo com o arrema-
tante da mes mi aferigio.
ADMIRAVEL
consttuidat propriaa para depoiito de boina urna
balanca com seus competentes pesos, por prego commo-
do : na raa de S, Francisco o. 13.
=Vendem-se saccea com ferelos viodos de Lisboa,
ao mdico preco de 2500 n. a sacca ; oo armaiem do
Bregues ao p do areo da Conceigio.
== Vendem-se dual moradas de cata, na rui da
Guia sendo urna de obrado o tollo com seu quin-
tal ecacimba cblos proprios n. 9, e a otitra terrea,
com solio o fundos alea ruede Apollo o. 2; na ra
da Moeda, n. 7, a tratar com Leopoldo Jote da Costa
Araujo.
Vendc-sc um moleque de 18 annos
de idade, bonita figura, sem vicios, e com
principio de cozinha : na ra da Cruz, n.
37, segundo andar.
1 Vende-se, ou permuta-se por casas
terreas, nos tres hairros do Reeife, um
armazem grande de pedra cal, na ra
de Apollo do Reeife, ns. 28 e 3o, da par-
te da ruar, o qual (em muitaa proporcoes
para se levantar um elegante predio, e
com desembarque no fundo, proprio para
alguin estabelecimento, que se quizer por,
e he tambem de esquina, o qual pode abrir
portas e janellas no oilao da parte do nor-
te, e juntamente com o mesmo predio
vendem-se duas canoas de agoa, urna no-
va e nutra em bom uso, duas ditas abertas
grandes e seis escravos canoeiros : quem
tal negocio llie convier poder dirigir-se
ra da Sanzalla-Nova, venda n. 7, que
achara informac5es sobre venda ou tro-
ca.
=7Vende-te uro cavallo de caita grande e de mui-
to bonita cor em segunda muda carraga baiio at
meto ; 01 ra do Rozario da Boa-Vista, n. 60.
Vendem-se f> escravos d naci, cera bonilit fi-
guras ; um cabrinb de 14 annoi, ptimo para lo
do 0 servico ; duas nrgrinhss de idade de 15 a IB an-
nos cosem, engommioe cozinhin ; urna parda com
as mesmas habilidades : na ra Direita n. 3.
= Vendem-se bezerrot d lustro muito grandes
bem finos, proprios para cargado, por menee prego
do que em outra qualquer parte ; na ra Nova, loja de
telleiro n. 28, delronleda groja da Conceicio.
Vendem-se mac9es em cartastras
pequeas, por barato preco ; n arma-
zem do caes ra Alfandega n. .*.
Vende-se un preto canpeiro, de
meia idade, porm robusto por preco
commodo ; na ra Imperial u, 167.
Vende-se, ou troca-se por nm si-
tio na Soledade, Trempe, ou Afogados,
ma casa na reguezia de S. Jos que
rende mensalmenle 16,000 rs. nao se
duvida voltar segundo o valor respectivo:
a tratar na ra Imperial n. 167.
e=r Vendm-se corte! dd casia de cor a polka a
2600 re.; can.braia lisa a 320. 480 TOO rs.; brim
branco de luirs superior, pelo barato pr.'go de 280
rs. o eovado ; lengoa branco* pintado! grandes, a 260
r. ; tarlelans a 3200 rs. o corte ; chitas linas escu-
ras a 160,200 e 240 rs. panno fino preto, a 4ff
te.; lengds deeda, a 600, 14/JO e2000n. : no Ater-
ro-da-Boa-Vista loja ri. 14. '
= Vende-se urna obra do diccionario de theologa
por Hergier; na ra do Queimado, lia de Jos Bran-
dad da Rocha.
=Vendeoi-te 2 nardo com officio de carreiro, mul-
lo mogo e de boei figuras, proprios de todo o semgo,
e um driles para pagem ; uro preto d lodo osetvigo de
campo ; um moleque boro OiDcial de sapateiro ; urna
preta cotinheira coatiireira e ba muito boa escrava
para o servico de casa ; urna negrinha de 12 annos ,
pouco mais ou menos ; todos sea vicios nem achaques:
a ra'da Cadeia de S'. AnlUirlo ',' n. 25.'
i = Vndemete dout bonitos tnolecotet
possintes ; na roa da Crut, n. 3.
r
Licores de loda ai quilidadei e todoi 01 prego, com
rica* tarjas.
' Charopes finos para refrescos e da verdadeira reti-
na de angico muito bom para ai molestias depeito.
j Mechas phosphoneas em manos d 100 e 150 1
20 rt. cada matso.
.* Chocolate de primeira qualidade de taude bau-
nilbae canella a 400 rs. a libra; dito fet ruginoso ,
a 1000 rs. a libra e a quero quizer comprar em arto,
las a dar I por prego muito commodo. Para maior (a-
rjilidid doi compradores, acba-ie um deposito de
chocolate oa ra da Cadeia loja da chapeo n. 46,
de Candido Jos de Sales.
T Venda-fe, para fra da provincia urna nula-
nha de 13 a 14 annos ; oa ra do Alecrim n. 2.
Escravos Fgidos
=3 Fugio no dia 20 de aneiro, do sitio da Ro-
Mirat do major Joaquim Elias d Moiir 0 leu et-
oravo crioulo mestre pedreiro de nome SilvaOno ,
oom oa sigoaes segoinles: estatura regular secco do
oorpo, bem prto eabeca pequea, olbo vivos, poust
barba com suissas finas e compridas muito falle da
denles s tem um canino oa mandbula suprier ,
na frente peito cabelludo ; tanto trabalha com 1
rolo direita como com a eiquerda com a qual (oci
fila ; pernea finas; tem urna cicatrii no peito do p
de urna ferida : quem o pegar, leve ao dito sitio, que
aera recompensado.
A Anda anda fgido, ou furtado o escravo de no-
e Jacintbo de nagto Rebolo de 22 annoa alto ,
de bonita figura bem prelo coro urna marca no pei-
to esquerdo ou direito a anitaclo de urna ancora oa
taliei \i etlrja apagada denles alvos e miudoe lalli
roeia dncancada toma balenle tabuco deiappire-1
deo a 20 de maio de 1841 indo faxer despejo as 8 ho-
ra da noute : recommeoda te a toda a auloridadet s
dapiliet de campo ou a quem o pegar de levar a rm
da Gbia tobrado de um andar, o. 7 que ieri bem
recompensado.
te l'ugio. ou furtirlo o moleque Julio em 25 da
agosto de 1843 bem conbeeldo por vender eangict,
4 ser bstanle esperto de naci Beoguela secco do
oorpo mero lulo ,'de Ib annos pouco maia ou me-
aos ; tem o embigo quebrado e grande com um u>
quinho tirado da parte do urna or-lha : reeommondi-
aje a luda as autoridades e cepilles d campo ou 1
duem o pegar do lvaVe ra da Gola .a tu tnhor,
Manoel Anlero de Suu/a liis, que recompeosiri.
Boga-se as autoridndes policiaes,
pessoas particulares, capitaes de campo,
a apprencnso da escrava Joanr.s, de n-
Cao Angola, cor fula, que se acha fgida
ou ftirtada desde,p.annu de 1842, a qui
Sonsla andar pelo norte ; pertenceo ou-
r'ora ao major Nicolao Tolentino de Vas.
Concellos, da l'arahiba do Norte; cujosig-
nal saliente que tem a dita escrava, he ter
em dedo dopaleijado, ou denominado mo
dobim: quem a neear leve-a a ra
k
de u
robutloi e
OH QUE BOLAXII^HAS!
Vendem-se lata pequeas e grande da
muito superior e recommeodavel bolaiinaa
I de araruta ltimamente ebegada, bem tor-
rada de diflereotes qualidade e ebeiros
egradaves, como sejao; llor de laranja, bau-
nillia, berva doce &c. em porgas e a re-
l laido por barato prego : 'no armazem do
I Bacellir, delronle da escadtnfaa da alfan-
quea, 3 banca pequenaa tudo ero boro estado e de
goslo moderno ; na raa Bella ,' n. 3.
Vende-se urna casa na Gamboa do-Carrno ; urna
negrinha, de idade de 16 annoa: atril da praga da
Independencia, sobrado n. 4. <
= Veode-se uro pardo bom carreiro oleiro e car-
pina de carros, de boa figura mogo e sadio ; uro di-
to'de id = Ve&de-se urna mgrintia e urna cabrinha ; a
primeira ter 10 a 12 annos, e segunda 7 a 8 : to
paleo da 8. Lruz paJataV, n. 6. <
*m Vende-ie potaiia americana, ltimamente ebe-,
'NAVALA DE AC DA CHINA.
Tem a vantagem de cortar o cabello sem
. offensa da pelle, deixando a cara pare-
ceido estar na sua hrilhante mocidade,.
Eile ico vem delusivamente da Chin; e s cce
Ira bal bio dous dos melhores e mais aba lidos culilei-
rot da o 11 oca excedida e rica cidade de Ptkim capital
do imperio da China.
actor snoai.
N. B He recommendado o uso delta navalba
maravilboia por todaa a lociedadet det seienciaa me-
dico-cirurgica tanto da Europa como dat America.
Alia e frica nio s para prevenir al moiestiat de
culi, ma tambero como um meio
COSMTICO.
Vende-w na roa do Crespo, loja de Campo
o. 8.
Vende-se vinbo de Bordeaux em qaartoia, mu
bem acondicionado ; ago'ardente de Franca, de pro-
va, em barr ; 200O garrafas vasiai de Boideaui; urna
porglo de, muito boas rolbei de ortiga grande* e bem
feUs: em casa de AvriaI Iranios, ra da Cruz. n. 20.
Champagne da marca C 6c C, tin-
da no ultimo navio de Franca : vende-se
eni porcSes ea retalbo, em' casa de Me.
Cnlroont.cC.- '
Vende-se, na fabrica deliores de Pre-
derico Chaves, no Alr'ro-da-fio- Vista,
n. 26.:
1 -
Ago'ardente de Frange
Dita do Reino
Dita de anit
Dita de eenella
Dita de oravo
Dita de Lima
Dita de mil florea
a. I f.pinto fle viniro
IGenebra
Vendem-se duai caiat de pinbo, muito bem|Dita embotijada
caada






quem a pegar leve-a a ra de
Santa Bita Nova, do lado opposto a igre-
ja, em casa do padre Christovo, que re-
cbela oo.sooo ris de gratificac3o.
Fugio, no dia 20 de Janeiro de 1846*. do abii-
lo asaignado urna escrava cabra quasi negra rt-
presenta ler de idade 40 tonos feta ; tem o roito to-
do cravado de marea de bechiga; de boa altura ; (en
o andar pado e teso ; tero os dedos mnimos de imbit
as mloi aleijadoi, iilo he, tortol; 01 ps cambados Jl
bicho e como tal pita ; de nome Felicia ; lev nii
preta de lila vellido de chita azul cloro Com palmi-
ba, eoutro decbila : quem a pegar, leve a abiiio
asaignado na ra do Cjueimado que ter pago di
leu Iraballro. = AMonio da Silva Guimao.
= Fugio, no dia 18 do eorrente uro preto de rio-
Jos de nagio Cagange eslatora ordinaria, per-
arqueadas ; tem falla de cabellos no alto da cabeci,
uto de eirregar poii andava no ganbo ; levou cal-
cas de panno escuro e camisa de brim branco : quera
0 pegar, leve e teu tenbor no Aterro-dos Afogados,
11 ra Imperial n. 39, que ser bem reoompeotedo,
Gratifioagio de 4003 000 rs.
Roga-ae a autoridade policiaes, ou a qualquer p-
ia. a quem ou conbeci ment ebegar, o obsequio di
pprehemler tret esclavos do abaiio asaignado fgi-
dos, ou lurlados em 1842 e 1843 e julga se esia-
em de nomei mudadoa e para ai partea de S. Loo-
eogo-da-Malla ; com oa sigoaes segumlet: Caelano,
de naci Congo gtosso do corpo, coro falta de dea-
bm na frente no queito superior rosto, comprido,
illa um tanto detcaogada barbado ; tem um taino ao
bco superior e represenliva 25 a 30 annoi quaodo
igio : Jlo de nagio Cfbundi olboi avermelbadoi,
Oieio bugal que ndo fugio bem preto secco do tor-
ci de bonita figura quenot largos; lem em cima
do peito direito um P e do esquerdo uro O com um S
dentro representa 18 a 20 annoi : De'lfiro. de o icio
Angola, baiio, cheio docoipo, oJIiqs vegos. cimbado
daiperon repreteoiavaSQa 25 annos. Quem 01 pe-
gar leve a Ffye-de-Pcrtai, ra do Pilar o. 96, 1
eutenbr Joaquim Lope de Almeida caixeiro Jo
Sr. Jotb tVlalheui.
Continua a andar fgido, deide 28 de fevereiio
de 1844 o moleque Feliz que boje ba d represeo-
Ur 13 para 14 annoi, de bonita figura er fula.
tem deleito algum ; dizem estar em um dos engenbot
do Cabo : quem delle touber e o levar a ra da Ci-
deia-Velba loja de farenda, n. 60, de Antonio Ao-
netjacome, ler* generosamente recbmpeniido.
ojOOC r:. de "retftlagiV
Fugio, de bordo do brigue Jpiter na noute do
dia 27 para 88 ; um pardo de nome Marcos de idi-
de de 25 annos, pouco mais ou menos, estatura re-
gular grosso do Corpo, cabellos grandes, veio do
eertlo ba 6 ou S'mezef ; e o vendido para o enge-
oho Yodahi de Una a Francisco Estevio de Mello de
(40 onde'veio ootra vez pira ser vendido: quem o pegar,
640 itve a ra da Cadeia-Velha n. 33. '
960
800
640
640
641
5C5S *
*
720
2tfo irai*.
MATTP DE
na -,
M, F. DEFADJA l846e


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EUWL7UCCC_GDGD0R INGEST_TIME 2013-04-26T23:05:16Z PACKAGE AA00011611_08189
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES