Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08185


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Full Text
Ann de 1846.
Sabbado 94
o MARIO publica-se todo o dias que
,-' f,.rcin d<- guarda : o preso da assigna-
i he de 4#OU0 rs. por quartcl pagos adtan-
1.. n annunrios dos assignantes sao in-
W.?dos a -SSfio de 20 ris por linha,40rs.
', ,vno diflVrcnte, cas repetiedes pela me-
'"!Mn,(iuc nao forem assiguantes pagao
rt. ,>or lliiHa, c 160 ein typo dlfferente.
PUASES DA LA NO MEZ DE JANEIRO
Ucsccnte a 4 aos 5 minutos da tard.
rr",.hei a 12as II hor. c 41 min. da man.
Libante a 20 a 1 hor. e 31 min da tard.
l" nova a 27 as 7 hor. e 2 min. da man.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Goianna, e Parahyba, Segd." e Sextas feiras.
Rio Orando do Norte, chega as quaitas
felrasaomeio dia, parte as mesmas ho-
ras as quintas feiras.
Cabo, Sei iiiliaein, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Macey, no 1., 11 c 21 de cada mes.
Garanhuns e Bonito a 10 e24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 28.
Vicloria as quintas feiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Primcira as 2 h. e 6 minutos da tarde.
Segunda as 2 h. e 30 minutos da inanhaa.
de Janeiro.
Anno XXIIN. 19.
DIAS DA SEMANA.
19 SegundaS. Canuto, aud. do J.dos orf. c do
J.doC. da'2. v., doJ. M. da2. y.
20 Terca S. Fabiao, aud. do J. do civ. da 1.
v., edo J. de p7. rio 2. dit. de i.
21 Quarta S. Epifanio, aud. do J. do civ. da
{. v.. e do J. de paz do 2. dist. de t.
22 S. Vicente, aud. do J. de orf., c do J. M.
dal.v.
23 Sexta S. Martyrio, aud. do J. do civ. da 1.
v., edo J. de paz do 1. dist. de t.
24 Sabbado S. Metello, aud. do J. do civ.
da 1. v., e do J. de paz do 1. dist. de t.
25 Domingo S. Ananias.
CAMBIOS NO DIA 23 DE JANEIRO.
Camb. sobre Londres. 27 d. p. 1/ a 50 d.
Pars 330 tis por franco.
Lisboa 112 p. c. pr. p. m.
Dcsc. de let. de boas Urina 1 '/, p. % mu.
Ouro-Oucas hespanholas 30#DO0 a 3lO0(>
Moeda de 0/400 vol. I6<400 a 16460O
deliflOOnov. IW'KOO a K/ihm)
de 4aTW0 8^500 a 8/800
Prarn-Patacrs .... I|W)0 a 1/1)20
Pesos Columnarcs 1HM) a /I20
Ditos Mexicanos. 1/820 a 1880
Prau Miuda 1/560 a 1/700
Accesda ('.' do Beberibc de 50/000 ao par.
DIARIO DE PERN AMBUGO
PARTE OFFJCIAL
Governo da provincia,
EXPEDIENTE DO DI* 49 DO CORENTE.
(GoncluiHo )
OfficioA" cunara municipal de Ntzareth, declaran-
I do, quo se deve proceder a outra eleiclo para jait do
I paz do segundo ditlricto Ja Alega-Secca, 10b a preai-
Idencia do juiz de todo ene diitrieto,antea que fosse elle
(dividido, ou do individuo aquemeaiba aubititui-lo, e
|guardadas aa demaia formalidades da loa; porquanto be
y.ulla aquella, que ji ae havia verificado, por ha ver aido
fpreaidida, nlo peio mencionado juiz de paz, que ae de-
Ira por impedido, ou seu legitimo lopplente, maa aim
por um cidadio tumultuariamente nomeado pelo povo
DitoAo chefe de policia, ordenando, faca relormar
la conta do que na cadeia delta cidade ae deapendeo cotu
101 preaoa vindoa do Cear e daa AiagOaa com destino pa-
ira a ilba de Fernando, da maneira que a diaria de cada
um dellet nio aeja maior que a quantia de 140 ri., que
be a marcada para cada um doa aentenciados, em a re-
ferida ilba exialentea (aalvo o caso de molestia, em que
devem ter aa despeaa extremada!), eque noa reciboa
d'agoa, que devem vir como a conta aiaignadoa, ae de
cada balde o preco de 20 ra., que be o mencionado em di-
ta conta; para que ae a mande aatitftzer pela pagadoria
l militar.
DitoAo inapector doaiaenal de marioba, intelli-
I genciando-o de haver o aegundo tenente da armada. Fe-
nicio de S e Brito, obtido de S. M. Imperial seis me-
zei de licenca com aoldo, para ir ao Rio-traode-do-
[Sul.
'DitoAo ioapector da tbeaouraria daa rendaa pro-
vinciaei, determipando, Ufa abrir segunda praca para
a execucao dos reparoa da cepella-mr da matriz de Ja-
boatSo.
DEM DO DIA 20.
OfficioAo presidente da relerio, exigindosua opinilo
aobre a possibilidade da removi da casa daa audienciaa
doajuizesde primeira instancia para a salaeontigua a-
quella, em que o tribunal aob aua presidencia faz as auaa
tendel.
DitoAo inspector da tbeaouraria da faienda, orde-
nando, que, tob reipootabilidade da presidencia, man-
de aupprir a pagadoria militar com 10:410*783 ra. pa-
ra conlinu r, no corrente semestre, com aa deipezat de
certas rubricaa, cujas quotasae acabarlo. Pirtieipou-
ae ao coinmiiiario pagador.
DitoAo inspector da tbeaouraria das rendas pro-
vinciaea, autorisando terceira praca daa obraa da bar*
reir da ponte de Bujary.
DitoAo meamo, determinando, que ao lliesouroi-
ro dos eslabolecimenlos de caridade mande entregar, pa-
ra aa despeaa com as obraa, que ae etilo farendo na ca-
ta, para onde vai aer transferido o respectivo grande hos-
pital, a quantia de 1:100*000 ra., realo daquota, que
para tal transferencia votou a aaaerobla legislativa pro-
vincial na lei n. 144. Parlicipou-te administrarlo
doa estabeleeimentos de caridade.
DitoA' cmara municipal do Becife, autorisando-a
a admiltir companbia de Beberibe a lazer com ella,pe-
la metade, as despezas da detappropriacio da caa de
Fraociaco Martina Raposo; e a paitar lettrai pela quan-
tia, que Ibe houverde tocar, veocerem-te em lempo,
em queja tenbaaido votada pela assembla provincial a
quota neoeaaaria para resgata-las.
DitoA' cmara municipal de Olinda, accuttndo re
cebidot o balango da respectiva receita o dospeza no an-
uo (indo, e o orcamento para o futuro.
Gommando das Armas.
EXPEDIENTE DO DI*. 13 DO CORRENTE.
OfficioAo presidente da provincia, enviando-Ihe o
coneelho de disciplina feilo ao anapecada doquarto ba-
talhfio de artilbarii a p, Antonio Jni Ramos Jnior,
para ter trantmitlido 4 tecretaria de estado doi negocios
da guerra, conforme eligir.
DitoAo meamo, devolvendo-lhe informado o re-
querimento do capillo F. C. P. de Lacerda, que pede
passagem para o etlado-maior de primeira claaae, no
eieroicio de secretario do eommando daa armas desta
provincia.
DitoAo meimo, tignificando-lbe, quo, aendo a ta-
bella da avaliaclo daa etapea e forragena para o corren-
te aemettre organitada de conformidade com os precos
marcados as ordens imperiaet, segundo leexpreiira o
eommissario pagador no leu officio de remesia, nada ti-
nha a dizer aobre oobjecto.
DitoAo general commandanta daa armas da corte,
participando-lbe, qut, o cadete Jos Pereira Teixeira
deixou de aeguir para alli, no vapor mencionado em
officio de 9, por eatarem preeochidot ot lugares para
paisageiroa do catado.
DitoAo tenente-coronel commandanle do quarto
batalbBo de artilbaria i p, communicando-lhe, que o
governo imperial bouve por bem conceder ao cadete
Antonio Casimiro de Macedo Sampaio, alumno da es-
cola militar, licenca com vencimento, para ir, durante
as (creas, a provincia deS.-Pauio.
DitoAo meamo, intelligenciando-o deque o go-
verno imperial conceder permitiio ao cadete Henri-
que de Amorim Beierra, para ae reunir ao seu batalbfio,
durante aa fereai da eicola-militar, fatendo aa desperas
de ida e volta a aua cuala.
DEM DO DI* 14.
OfficioDo aecretario militar a divenos officiaea da
1.' e 3.a clasae do ezeroito.eiigindo, d'ordem do Sr ge-
neral, aa suas fea d'officio, paraem viata dellaa poder
lancar naa informaedea de conducta aa notas e asientos
respectivos a cada um. .
PortaraNomeando, em falta de officiaea na com
panbia de artfices, o conceibo de disciplina do tambor
desertor da niesma companbia, Miguel dos Anjot.
DitaaNomeando os eoncelboi de disciplina de-um
corneta, um caboe 13 soldados do corpo provisorio da
Parabiba do Norte, que desertarlo, estando em tervico
ao aul da provincia.
EXTERIOR.
A RAINHA MARGOT. (*)
por 2Ufuii5rf JDutnne.
TERCE1R0 VOLUME.
NOTICIAS DIVERSAS.
TBRBBMOTO.
Na provincia de Atonao (China) bouve recentemen-
to um terremoto lo horroroso, que deslruio completa-
mente dez mil caaai; em resultado do que tem perecido
maii de qualro mil peasoas.
POV0AC0 DESCONHECIDA.
Um viajanlo francez icaba dedescobrir, a coma de
urnas 80 legoas distante dos ltimos povos braaileiros do
Rio-de-Janeiro para Lima, urnas popularles deaconhe-
cidaa at boje. Os babilantea deste paiz uio pela maior
parle do trajo bespmbol do seculo XVI, e falli um
idioma no qual abundao muito aa palavras bespaobolas
misturadas com outrai indias. Eite viajante, tendo con-
duzido antea primeira auloridade do povo, aouba, que
elle ae chamava Papabamba, que tinba tido fundado na
poca da conquita do imperio por tais hespanboes, que
desertarlo do exereito de Pizarro, perseguidos pela in-
veja deste; e que, grecas distancia e disposkao sola-
da do paiz, nunca maia tiverio communicacio alguma
com oa Europeos. Os habitantes sao Indios, e o leu
idioma compBe-te de muitai palavras do seu dialecto
primitivo, misturadaa, como ji distemos, com o bespa-
nhol que te fallan no lempo da conquista, o queao via-
jante francez custou muito a percober. O principal ma-
gistrado chama-ie Olead, cuja etbimologia he indtibi-
tavelmente alcaide.
A aua relig -o he urna miilura desuperstielo e pra-
ticaa catholicaa, e no altar-mr do aeu templo conaertio
urna arca, e expoe-ae a veneracio doi lien dous livros
mui anligot e utadoa Um dellet vem a ter um miiial.
que tem a data de antuerpia MDXIl, e em urna (olha
em braneo esta intcripcio meio apagada /'. Valv.... e,
que te luppOe ter P. YakerJe, e isto inJuz acreditar
ter ette o meimo miiial, que o famoso Valverde apre-
aentou ao Inca Atabualpa, o qual tendo-o o Inca lan-
cado ao chlo, deo lugar a que 01 hetpanboea, enfurec
dos pelo sacrilegio, te Itncaaiem sobre ot Indios, efi-
zenem nellet urna grande carnagem. O outro livro he
um diario manuteripto de um aoldado heipanbol, que
acompanhou a Vtaco Nunea de Balboa no seu famoso
detcobrimento do mar Pacifico, e est ebeio de boa f e
de pormenores curiosos. 0 viajante francez paisou 15
diaa em Papabamba mui obsequiado pelos Indios, eoc-
cupa-ae em dar luz urna curiosa relaco deite episo-
dio inesperado da aua tiagem.
[D.do Governo.)
CAPITULO X.
HiaoiftiDi.
Duronle a conversaclo que referimos no capitulo an-
tecedente, La Mulo e Cocinilla faiiio a aua aentinella:
aquelle un poiicu pesaroso, este nlguiu tanto inquieto.
He que La Mola tinlia tido lempo de refleclir, e Co-
cannas o havia ajudado niaio a mil luaravilbas.
Que pentat tu de ludo islo, meu amigo ? bavia La
Mul perguulado a Cucannas.
Pens, tinha respondido o Piemontet, que ha hi
alguma intriga de corte.
E te attim for, esls diaposlo a representar um
papel nena Intriga?
Meu cliaro, reapnndeo Cocannaa, eacuta bem o que
le vuu diter, e procura tirar d'ahi o maior proveito.
Em todos sica enredos de prinuipes, em ludas estaa nia-
cbinarfiea reaea, nos t podemos, e subreludo s deve-
nios pastar comu sombras : onde cl-rei de Navarra dei-
xar um peilacn da aua pluma, u u duque d'Alencon uto
fragmento du seu capole, no c4 deixarrmua a vida.
() Vide Dimrit n.# 18.
Perde a cabe ja multo embora por amor, meu amigo, maa
nio a percas por poltica.
Era prudente o couaelho, e por iaso o ou vio La Mole
com a trisleta de quem sent que, collocadu entre a ra-
llo e a lounura, ha de adoptar ctM.
Masen amo aranha, Annibal, e infelix ou felii-
menle amo-a eom tuda minha alma. He urna loucura,
dir-me-haa lu. Admitui-o, suu louco. Maa tu, que tens
o ten juio, Cucannas, nio deves soffrer pelaa mnhas
doudicea e pelo ineu infortunio. Vai pois ler coiu o noa-
aoamo, enio le comprometas.
Coralinas refleetio por alguna momentos, depoia er-
guendu a cabeca:
Meu charo, o que tu medisea, rcapondeo lie, he
ludo muitu justo; tu ests amoroao, obra como tal.
Eu sou ambicioso, o pens quo a vida vala maia do que
o aorriso de urna raulher. Quando eu arrisoar a minha
vida, bei de elabeleeer aa niinha condicei. To, da tua
parte, pobre Medor, procura aasentar aa tuas.
B dito isto, Cocannaa ealendeo a mlu 4 La Molo e
rclirou-se, depois de havercm trocado amboa um derra-
deiro olhar.
Oes minutos havia pouco maia ou menoa que elle dei-
xra o acu pollo, qusndo ae abri a porta, e Margarida,
apparecendo com precaucio, vciu lomar La Mole pela
niio, caemdiier urna s palavra, o levon do corredor
para o maia interno do seu aposento, feohando ella mes-
n aa porlaa com lal cuidado que bem indicava a im-
portancia da conferencia que ia trr lugar.
Au cliegar cmara, parou olla, sentoii-se na aua ca-
dera de .bailo, e puchando a ai La Moje, e peginu-
lliu em ambat at miut, disse-lhe:
Agora que etlamoa sos, conversemos seriamente,
meu obsro aiaig.
Seriamente, senhurap disse La Mole.
Ou intimamente....... seuiais vos agrads. Podeu
haver couaas serias na iitimidadr, e sobretudo na inti-
midado do urna rainba.
AMERICA SEPTENTRIONAL.
BSTADOS-DNIDOS.
Abrio-ae o congreaso no l.'dedeiembro ultimo, sen-
do Mr. Daviaeleito preaidente por 120 votos; e no dia
aeguinle recitou o pretidente da repblica, James K.
Polk.aaua mensagtm, da qual, por ter mu extensa,
transcreveremoa aomente os teguintet topioot, como
mais intereaaantet para leitorea estrangeiros.
Concedadlos do teoado e caaa doi representantes :
He para iiiiin uuia fonte de sincera saiisiavao ver reu-
nido! em congresto os repreientantei dos esttdos e do
povo, asiim como s-lo-ba receber o auxilio de aua com-
binada tabedoria na administrarlo dos negocios pbli-
cos. Ao cumplir pela primeira vez o dever, que me im-
pde a constituiciu de dar-vos, conta do estado da Uniio.
e recommendar I vossa conaiderscSo aquellas medidsa,
que no meu entender sio necessariat e convenientei, te-
nbo-me por feliz de poder coogralular-voa pela conti-
nuada protperidade do noaao paiz. Com o favor da Di-
vina Providencia, e aob a benigna influencia das notiat
instiluicoes livre, oflerece elle to inundo um especia-
culo de felicidade nacional.
Com o nono incomparavel progreno em todos os
elemento! de grandeza nacional, confirma-te a affeicio
do povo pela unilo dos eitsdot e pelas doutrinaa de li-
berdade popular, que lio o fundamento do nosto go-
verno
Cumpre-oot rendercom humildadeaa devidn gra-
cia ao Supremo Regulador do universo peloa inaprecia-
veit doot civil v religiosos, com que not tem favore
cido.
Chamando a alinelo do congreaso para as nonas
relaedes exteriores com aa potencias eilrangeirat, tenho
o prezer de poder dizer-vot, que, com quanto tenha ba-
vidocom algumas dellai, depois da vosta ultima tenlo,
triat cautat de irritarlo e detintelligeocia, todava nio
(eem occorrrido eflnctivat hostilidades. Seguimlo na di-
reefio dos oossos negocios eslrsngeiros a mxima de
nada exigir que nlo aeja justo, nem anflrer cousa que
injusta teja, tenho tppltcado toda a mioha tolioituds
a preservar a paz com todas at naedea; maa ao meimo
lempo preparar os meiosde resiitir 4 aggressio, e inan-
ter Ilesos todos os utios direitos.
Em conformidade da unnime resolueio do con-
gresto para o annexaclo de Texas a Unilo >, determi-'
nou o meu antecetsor, a 3 de marro de 18 tS, submeller
4 repblica de Tetas a 1.' e 2.* serros d(|uelu resolu-
eio como proposta da parto dos Estados Unidos para a
tua admistio na mesma unio. Eu approvei essa deter-
minaran, e conseguiutementn o encarregido de netco-
cios dos Estados-Unidos em Tosas, segundo as instruc-
(Oes de lOde marco de 1815, apresenlou as ditas iec-
roos da resolueio a acceiUco daquella repblica, O
governo ejecutivo, ocongresso e o povo d* Texas em
convenci tcom sucersiivamente adherido a todos os
termos e condiedes da resolurao unnime. Eit-aqui,
pois, ante o congresso urna constituirlo do governo do
estado, mimada por urna convenci de deputados He
igualmente bem ttbido, que o povo de Tetas as elet-
rOes acceitou at condicors da annexaclo e ratificou
constituirlo.
Communico to congresso a correspondencia entra
o tecrottrio de eittdo e o nono encarregado de negocioa
em Texas; e tambem a deste com at autoridades de To-
zal, e ot documentoi officiaet trannnittidot por elle ao
leu governo.
:: Tendo dn arreila* inr Tim m rnnHirfi^ mu,
Ihe lorio offerecidtt pelot Estadot-Unidoi, est solem-
nemente empenhada a f publica d'atnbas as partes no
pseto de sua uniio. Nio resta para ennaummar o acto
sean a passagem de urna lei do congresso para adnnt-
tir o estado de Trias na uniio sobre base igual doa
estados primitivoi. Exittem fortet rairet, para que iito
se d logo no primeiro periodo da sessio. Observar-se-
ha que pela constituicto de Texas, o governo actual s
contina temporariamente, al que o congretso poisa
decretar; eque a lerceira seuunda-feira do correnta
mez he o dia designado (ara se lazer a primeira eleirlo
gerel. Nesse dia elegeri o povo um gnvernador. um vi-
ce-governador, e ambos os corpos collegislsdores.
Requer-se, que o presidente de Texas, logo depois
da recepcio de participarlo olficial de que o novo es-
ludo foi admittido pelo congresso na nossa uniio, con-
voque a legislatura ; e sua reuniio lera dittolvidoo
governo actual, e organisado o estado. (Juesloesin-
terestantes a Texas em commumeem os outrot eita-
dot; a exlentio das nonas rrndat, leit, e lyslrma
judicial sobre o teu povo e territorio, asrim como me-
didas de um carcter local, reclamlo a primeira alin-
elo do congreno ; e por lano deve elle ter represen-
tado neile corpo, segundo lodos ot principio! do go-
verno republicano, tem desneressaria dilacio. Nlo
posto deiiarderecommendar-vot inttantementepromp-
la accao tobre ette importante objecto
Logo que tiver passado a lei para admiltir Tetaa
como estado, consummar-ae-ha a uniio daa duat re-
publicat por seu volunttrio tecordo.
a Esta addicio ao nono territorio foi urna omprea
execulada tem sangue ; nao te armou braco algum pa-
ra produzir o reiultado ; aeipada nio teve parle na
victoria. Nlo procurmot extender ai nonai ponenoei
(erriloriaes por meio da conquista, ou as nossas ini-
tiluicoes republicanas sobre um povo reluctante; foi a
Cunvemrrous enliu..... neisas cousaa serias; mas
sub a coniiico de que V. mageatido se nio agallar das
cousas luucas que Ihe en vou diter.
S me gailarci pur urna oouaa, La Mulo : he au
me nbaniardes rcnhnra, ou inageatade. Para va, meu a-
iiiigu, eu tou aumente Margarida..
Sim, M irgnrida, tnu, diise o mancebo devorando
com os ollius a rainha.
Assim, disso Margarida; coro que va sois cioso,
meu bello yent i Ilumino '
Ol! perder a rasio.
Anda I
A tornar-nie louco, Margarida.
E cioso de quem, vejamos?
De todo o mando.
Maa en fian?
Primeiro d'el-rei.
Suppuuha que depuis do que vistes c ouvistes, ei-
taveia tranquillo por esla parte.
Dessu H de Mouv, que vi esta manhia pela pri-
meira vet, e que achei.eila noite Ifio adiaalado na vosia
intimidade.
DoM. deMouy?
Sim. L
E de que procedem eaaai auapeitaa acerca do M. I lampo r
curar a iniirlc nu cerr.u de La Ronhelle, ae ludavin o a-
mor mo nln liver matado ante que eu la poatO chegir.
Onvio Margarida sorrindo-e eatas palavraa i|iie ver-
liio encantua, e aeguio com os lima en arrio llu
rhi-i.i de gracas, o encuatando a bella eabeca pensativa 4
abrasada mi:
V. me amai P disse ella.
Oh! arnhnra, maia que a minha vida, maia quen
minha salvacio, mais que indo; porm v..... vos nio
inr amis.
Pobre louco, murnmrou ella.
__ rjl, l tm, senhora, exclamuu La Mole anda acus
pi disse-vos que o era.
O principal negocio de vossa vida he entiu o vosio
amor, charo La Mul?
da Mour ?
hioutai..... eu reconhec-o pela estatura, pela cor
doa cabellos, e por um senlimenlo natural de odio era
ello, qae eslava esla manhia com M. d'Alencon.
Bem! lusa quo relicto tem iasu commigo?
** He u que ou uo puu aabei; na eiu lodo o ca&o,
aenbora, ade franca; na falta de oulro senlimenlo, uro
amor oumu o meu tem por certo o direitu do exigir a
fnnqueta em agradecimento. Vede, eu me prostro
roaaua pi. So o que tcndei lenlidu pur mim niu he
maia do que urna paiilo paiaageirn, reitiluo-vot a f
aa prsmesiai, como reilituo iM d'Alencon n iuai
boaa graca, e o meu cargo degentilhvmem, e irei pro-
Nio he o principal, lenhora, he o nico.
__ Pm'ibem ieji; farei de ludo omaia um acceaio-
rio deile amur. Voa enlio meamaii; quereii 6carjun-
10 a m i ni
O que t peco a Deot he que mai nunca roe lept-
re do va. ,
Bom! va rae nlo dexaren ; eu precito de voi,
La Mole. ...
Preciaii de mim; lem o lol necenidade do peri-
ler-me-heit inlei-
Se vea eu diner qoe voi amo,
ramenle devvtadu? ....,
Oh e nio o tou cuj, lenhora, e todo inteiro (
_ sm,__na anda leudes dnvida, Deo me perdoc!
__ A! quo So tenho rs", luu un. ingrato, ou
antes como vu-lo disse, evos rrpelinei, asa um doli-
do. Mu porque eilava aqu esta imite M. deMouy ? Por-
que o vi eu etta manhia com M. d'Alencon ? Porque et-
te eapole cermeiim, eiaa pluma branca, eiaa aSuotacio
de imitar o meu porte?.....
Oeaaventuradu | *diue Margarida, detavenlurado
que ia dis cioio, e que nio adivinhuu I Saben ><, La
Mole, que voa malaria amanhla o duque d'Alencun coi


----------
deliberada homenagem de cada p ivo ae grande prin-
cipio da nona uniao federal.
Se attcndermos extensao de territorio envolv-




do na annenclo, sui provavel influencia sobre a A-
rnerica, nos meioi pelos quaes loi ella concluida, pro-
vindo da pura opcio do mesm > poro, desejoso de
participar doi bent da nosso unian, veremos, qu
historia do mundo pode ser desafiada a oflerecer un
eaemplo scmelaante.
A jurisdiccln do Estado-Unido, que na formarlo
da constiluigao federal fui limitada pela de Santa-
Maria, no Atlntico, passou os cabos de Florida e es-
tendeo ae pacificamente at o Del Norte. Ao conlem-
plar-se a grandeza deste aconlecimen' >, nio se deve
esqueeer, que o resultado foi obtido a despeito da
intervencio diplomtica de monarcliias europeas. At
a Franca, o paiz, que tinha sido nosso antigo alliado,
o paiz, que tem um interesse commum comnosco em
manter a liberdade dos msres, o paiz, que pela cessio
de Louisiana nos abri primeiro o acceiso ao golfo
do Mlico, o paii com quem temos todos os annos
aperlado msis e mais os lagos de prospero commercio,
foi o quo raais inesperadamente, e com aincero pezar
nosso, tomn parte n'um esforco para impedir-se a
annetacao, e impnr-se a Tetas como condicao dore-
conhecimento da sua independencia pelo Mlico, que
nunca se unisse aos Ustados-Unidos. Podemos reg -
sijar-nos da que a tranquilla e predominante influen-
cia do principio americano de proprio governo foi suf-
ficiente para frustrar os intentos da interferencia in-
gluza e francesa e que a vos quasi unisona do poto de
Teas lm dado a essa interferencia urna repulsa paci-
fica e efficaz. Diste eiemplo poden os governos euro-
peos aprender qulo baldados dosem de ser aempre os
ardis e intrigas da diplomacia* neste continente, con-
tra o systema do proprio governo, que parece natural
ao nosso solo, e que resistir sempre intervencio es-
trangeira.
Tenho toda a cerina de que um espirito liberal e
genoroso para com Tetas animara o coogresso em ludo
0 que respaila aos sous interesses e prosperidade ; e
quo ella nunca ter motivo para arrepunder-se de
baver unido a sua solitaria estrella nossa glorila
conslellacio.
a Sem previa autorisacio do congresso nao possuia o
ctecutivo poder algum para adoptar, ou applicar re-
medios adequados s injusticas, que tinbamos sofTrido,
nem para fazer mais do que estar prompto a repellir
;;.'- esso amescada da parte do Mlico. Depois que o
nosso etercito ea nossa armada tinbSo permanecido na
fronteira, e as costas do Mxico, por muitas semanas,
sem nomnenlo algum hostil da parte d'elle, posto qu*
continuassem as suasameacas, julguei importante por
terrrwv; se f^sse possivc, a esse estado de cousas. N'es-
te intuito maodei, no mez de setemliro psssado, dar pas
aos para averiguar-se distinctamente, e de urna maneira
aulbentica, quaes crio os designios do governo rneti-
cano ; se era sua intenco declarar guerra, ou invadir
Tetas, ou se eslava disposto a accommodar-se e com-
1 ui de uina maneira amigavel a lide pendente entre os
dous paizes. A 9 de novembro, recebeo-se urna res-
posta ufficial, declarando, que o governo meticano con -
aentia eui renovar as rclacdes diplomticas, que baviio
sido suspensas em marco ultimo, e para esse fim quu
elle acreditar um ministro dos Estados-Unidos. Com
um sincero desejo de manter a paz, e de restabelucer
as relacCes de boa intelligencia entre as duas repblicas,
abr mao de toda a etiqueta em quanto a maneira de re-
novar a correspondencia diplomtica entre ellas ; oto-
mando a iniciativa a 10 de novembro, foi nomeado um
distmeto cidadlo de Louisiana enviado ettraordinario
c ministro plenipotenciario para o Meiico, revestido de
plenos poderes para accommodar, ecnmpdr definitiva-
mente todas as controversias pendentes entre os dous
paites, incluindo a dos limites entre o Meiico e oes-
tsdo de Tetas.
OOregon be urna parle do continente Norte-Ame-
ricano, qual se pode afloutamenlo aflirmar, que o ti-
C lulo dos Estados-Unidos be o melhor, que ao picente
1 diste. Em quanto aos fundamentos sobre que repou
sa esse titulo, remetto-vos para a correspondencia do
precedente e do actual secretario de estado com o ple-
nipotenciario brilannico durante a negociado. A pro-
posta ingle/a de compromisso, que consista em fazer
do Columbia a linba meridional de 49 graos, com urna
insignificante addicao de territorio destacado aos Esta-
dos-Unidos ao norte d'aquelle rio, e deitar para a
parte ingleza dous tercos de todo o territorio do Ore-
gon, incluindo a liire navegaiao do Columbia, e de to-
dos o portos valiosos do Pacifico, mais pode ser, nem
por um momelo, concedida pelos Estados-Unidos,
ssm o abandono dos seus indisputateis e claros direitos
territoriaes, da sua propria dignidade, a da honra na-
cional. Para informacio do congreaio comhiuoioo-lbe
com esta a correspondencia, que houve lugar entre os
dous governos durante a ultima negociacSo.
A rpida ettensSo dos nosiosestabelecimentos so-
bre os nossos territorios at aqu desoecupsdos; a ad-
dicao de novoa estados a noisa confederarlo ; a eipan-
tio de principios livres, e a nossa grandea nascente
como naci, attrahem a silencio das potencias da Eu-
ropa ; e ltimamente leom-se divulgado em algumas
dallas a doutrina de um equilibrio de poder neste conti-
nente para retardar o nosso progresso. Os Estados-U-
nidos, sinceramente desejosoa de manterrelscoes de boa
intelligencia com todas as nacSes, nio podem tolerar em
silencio interferencia alguma europea oo continente
Norte-Americano ; e se houvor quem teote urna tal in-
terferencia, estars promptos a resistir-lhe a todo e
qualquer risco.
He bem sabido do povo americano a de todas as na-
cOes, que esta governo nunca se ingerio nsa relaces
subsistentes entre ootros governos. Nunca nos fizamos
partes em suas guerras, ou em suas alliancas; nio te
mos pretendido os seus territorios por meio de conqui
tas; nio nos temos intrometlido em suss eontendas do-
mesticas ; e crendo ser a nossa forma de governo a me-
lhor, nem por isso tentamos jmaii propsga-la por via
de intrigas da diplomacia, ou da lrca Podemos, pois,
etigir n'este continente igual isencio de interferencia
europea. As naedes da America sio lio soberanas e in-
dependentes, como as da Europa. Ellas possuem os mes
mos direitos, independentes de toda a intervencio es-
tran^eira, de fazer a guerra, de concluir a paz, e de
regular os seus negocios internos. U povo dos Estsdos -
Unidos nio pode por tanto ver com indiflerenca tenta-
tivaa de potencias europeas parr interferirem na accio
ndependente das nacoes sobre este continente. O sys-
tema de governo americano be ioteiramente differente
do da Europa. O ciume entre os diflerentes soberanos
europeos, de que algum dalles nio venba a ser dema-
siadamente poderoso sobre os outros, os tem feito de-
sojar anciosamente o estabelecimento do que elle* cha-
mio equilibrio de poder. Nio se pode tolerar, que isso
lenha applicacao alguma ao continente Norte-America-
no, e especialmente aos Estados-Unidos.
< Devenios sempre sustentar o principio de que so o
povo diste continente tem o direito de decidir do seu
proprio deslino. Se por ventura alguma porcio delle,
constiluindo uro estado independenle, sepropdejun-
tar-se nossa confeJcracao competa Ibe, e a us resol-
ver essa questao, sem intervencio alguma estrangeira.
Jamis podemos coosentir em que as potencias estran-
gctras se ntroaictao a ;;r,J.r uau Sal uniSo, sub o
pretexto de que ella poderia perturbar o equilibrio de
poder, que ellas desejio manter neste continente. Ha
quasi um quarlo de seculo, que um dos meus antecea
aores annunciou distinctamente ao mundo na aua men
sagem annual o principio de que os continentes ame-
ricanos, pela condicao livre e indopendente, queassu-
mirio, e de que gozio, nio devem ser d'ora em dian-
te considerados como subjeitos a ultenor colooisacio de
potencia alguma europea. Este principio applicar-se-
ba com toda e nova forcea, se alguma potencia europea
tentar estabelecer alguma nova colonia na Amanea do
Norte.
as actuaes rircumstanlias do mundo, julgooppor-
tuna a presente occasiio psra reiterar e confirmar o
principio propalado por Mr. Monroe, e prestar a minha
cordial cooperscio i sua sabedoria e saa poltica, A
renovarlo deste principio, especialmente em referen-
cia Amrica do Norte, nio be boje mais do que a
promulgue ao de urna poltica, a que nenhuma potencia
europea deve nutrir a disposiclo de resistir. Devem
ser respeitados os direitos subsistentes de todas as na
(oes europeas; mas be igualmente devido i nossa se-
guranca e aos nossos interesses, queseestenda a eflj-
cax protceco das nossas luis sobre todos os nossos li-
mites territoriaes, e que seja dislioctamenle aonuncia-
da ao mundo como nossa inalteratel poltica, que nio
mais se plantar ou estabeleceri colonia oa dominio
algum europeo em parte alguma do continente Norte-
Americano sem o nosso consentimento.
velmente terminadas todas ai controversias suscitsdss
entre ellas, e oseus governos administrados de um
modo apto a proteger os direitos a a promover a pros-
peridade doi leus povos. Todava, he contrario nos-
sa prefta poltica o interferirmos em suas controversias,
qur etternas qur internas.
Tenho-o assim advertido a todos os lubditos en-
csrrega los das nossas relacOes citeriores, para o que
julgo neoessario chamar a vosia alinelo. A nossa
poltica he nao so de paz com todos, mas tambem de
boa Tontada para com todas ai poteocias da trra. Ao
mesmo lempo que aomos justos com todos, eligimos
que todos o sejio comnosco. A' etcepcio dai divergen-
cias,que temos com o Meiico e a Grio-Brataoha,ai nos-
sas relacOes com todas as nacas civilisadas sio de um ca-
rcter o mais satisfactorio. He de esperar, qua neste
seclo Iluminado te posiao compr amigavelmente
essas mesmas diverrgencias.....
(Eitex llefieter... Extra. )
COMMEHCIO.
Alfandega.
Rhndihnto do da 23................8:334#836
Deeearregdo hoje 24.
liares Felicebtalas e macies.
Itrigue-Solidemercaduras.
BarcaPriseilla dem.
Brigue/Ya varredem.
PatachoUatarddem.
2 barricas tonca; a N. O. Biabar & C.
1 oaia ferragens, 2 |irros e 1 csita igoora-se, 1 era.
brulbo toalhai, 1 caita bolatinhas, 1 dita moslarda, )
barrica e urna caita conservas, .20 presuntos, 20 quei-
jos, 1 faidocabecadas, 3 saceos amostras, 1 barril carne
salgada; a diversos.
MARY-HOUlfSELL; brigue ingles, viodo de
Terra-Nova, entrado oo correte mez, a consignaclo
da N. O. Bieber & C maoifestou o seguinla :
2,180 barf icas com 2180 quintaos de baca I hao ; aos
consignatarios.
LADY-FALKL.4ND; brigue inglet. vindo da
Terra-Nova, entrado no crranla aaax, a consignaclo
da James Crabtree & C. manifeatou o seguinte :
2,0-18 barrieaa a 199 meias ditas com 3,147 quia-
laes 2 arrobat de baealhio ; sos consignatarios.
Consulado.
KDCDiunrTo do da 23.
Geral............................. 2:408|8T7
Provincial.......................... 718*047
Diversas provincias.................. 199331
3:323#25S
n sus propria espada, se soubesse que eslnis agor oqui,
aos meus ps, e que oin vez de vos repellir deste logar,
vos digo: Fivai ohi, como estis, La Molo; porque vos
amo, men l,iMu gentiltiomeiii: ouvis? cu vos amo)
Poisbcm (ni, eu v-lu repito, matar-voa-hial
(raudo Dos! cxclainou La Mole inclinaado-se
para tras, c encarando Margaridaom terror, seria pos-
ai vel I
Todo be possivel, nieu amigo, na poca, ena cor-
te em i|iie vivemos. Agora, tenho a diter-vos uina pa-
la* ras: Nio foi por un ni quo M. de.Mony, envoltu no
vosso capole, eciibiirto com o vosso chapeo, veiu ao
Louvro. Foi por M. d'Alencun. Masen, que nio eslava
prevenida, lomci-o por vos, eonduti-o para aqu, oren
lo que ereit um. fallei-lhe suppando que falla va com
vosco. Elle sabe do nnsao segredo. La Mole, forzoso be
rontemporisar com elle.
Antea qnero nialo-lo, he mais curto e mais ae-
guro.
E eu, nicu bravo genlilhomein, disse a rainha, an-
tes quero quo elle viva, e qoo vos saibais ludo, porque
a sua vida nio s nos be til, mas tambem nenessaha.
Uuvi, c peaai bem as vossaa palavraa antea de respon-
der-nie.- lendes-me vos baatanle amor, para que voa ri-
gnaijeis. La Mole, de que eu venba a aer verdadeira
mente raiulia, isto he, aenhora do m vordadeiroreino?
Ai demim! aenhora, que voa amo aaaa para de-
sojar o que desejardes, anda que tal desejo houvesse de
i'uier a desgraca de tuda a minha vida.
Pois bem! queris vos ajudar-mo a realiaar este
desejo que vos tornar taaia fclisaindaP
01) I que pcrjrr-vna-bei, aenhora, exclamou La
Mole cobrindo com as mioi o rosto.
Sio, pilo cuntrariu ero vez do aerdea o primeiro
ilo meus servidores, aeris o primeiro dos nieui subdi-
tos. Nao ha inaii nada.
Ol! nada de interesse....... nada de ambicio, ae-1
Infelizmente continuio a existir discordias entre
algumas das naces da America do Sul, que, seguindo
o nosso eiemplo,teem estabelecido a sua independencia,
ao passo que n'oulras reinio dissensSes intestinas. He
natural, que as nossas sympalhiaa se proounciem com
ardor pela sua lelicidade ; que desojemos ver amiga-
devotacio, nada quo nfiu seja devo-
por vos tenlio
tafio.
Nobro animo, disseMargsrida, seja como desojis!
aim, cu aceeito a tua devotacio, o saberei reoonlieee-la.
E ealendco-lhe imbaa as nios, qoe La Mole aprrtou
as suaa.
Eentio? dase ella.
Eentio! sini, respnndeo La Mole. Sini, Marga-
rida, oumeco a comprchunder osso projeoto vago, do
queja entro nos outros huguenotcs se tallara antes de
S. Barilinliimei). Esse projeoto para cuja execuclo, lia.
via eu, como tanto outros mais dignos, sido chamado
a Paria. Esaa realeta verdadeira de Navarra, que dovia
substituir a ficticia, vos n ambicionis : el-rei Honrique
a isso vos iuipelle. De Mouy conspira cora voaco, nio
ho assim? Mas como entra em todo este negocio, o du-
que d'Alencun? Ondo-estahi o llirono paradle? Eu
nio oenxergo. Ora, be o duque d'Alencon tio vosso.....
amigo que voa auxilie em ludo iato, e sem nada exigir,
em compensadlo do perigo que corre?
O duque, meu amigo, conspira por sua conta.
Oeixemo-lo desgarrar-se : a sua vida respondo pela
nossa.
Maa eu, que lbe perlenco, posso trahi-lo?
Trahi-lo? o eio que o trhireis vos? Que voa tem
elle confiado? Ni v..8 trahio antea elle, dando a de
Mouy vosso capoto o vosso chapen, como tneio de so in-
Irodutir nu seu aposento? Pcrtenoes-lho, diseis. Nio
me pertenoiois vos, meu entillioiiiein. antos de ser del-
lo? Dar-vos-hia maior prova de araitade do queaprova
de amor quo de mi ni tendea?
La Mulo ergueo-se pnllido, e como tocado do raio.
Oh! iiiuriiiiirnu ello, bem me ditia Cocannas. En-
volve-roc a intriga, qual serpete, em ana rusoas. Ella
me afogar.
V. en lio? perguiitmi Margariil.i.
Entio! dase La Mole, eia-aqui minha resposta.
IMPORTACAO.
PMSC1LLA ; barca inglesa, vinda de Liverpool,
entrada no correte mez, a consignscio da Jobntton
Pater & C. manifestou o seguinte:
i caita machioismo de Ierro, 15 fardos fazeodas de
algodio, o ditos ditas da brim de liobo, 23 barricas
ferragens, 10 ditas amadas, G7 taitas da ferro, 153
fogSesdito, 200 fogareiros dito, 4 barricas pertencea
para os ditos, 7 ditos ferros de engommar, 43 caitas
folbas de (landres, 1 gigo raizes de flores ; a Jobnslon
& Nash.
1 csixa lencos de leda, 4 ditas esisas, 62 fardos e
54 caitas fazeodas de algodio, 2 ditas brim de liobo,
4 ditas fazendasde linbo, fardos fazendas do lai, 100
barris manteiga, 6 canas chapeos, 1 barril lingoai sal -
gadas; a Jobnston Pater & C.
41 caias e 34 fardos fsieodaa de algodio, 2 caixas
chales dito, 1 dita miuderas, 50 gigos louca, 8 far-
dos fazendas de lia, 5 caitas brim de linbo, 10 far-
dos fazendas de linbo ; a James Crabtree di C.
18 caixas folbas a lences de cobre, 1 barrica pre-
sos dito. 100 barris chumbo do munido. 1 oaia 1
embrulho livros, 13 fardse22 csiiss fazendas de al-
godio,' 50'barris manteiga; a ordesn.
43 caitas e 13 fardos fazendas de algodio, lcai.a
ditas de seda ; a Russell Mellors & C.
12 caitas farendaa de algodio ; a Henry Gibson.
19 fardos e 5 ditos fatendaa de algodio, 15 ditos
ditas de linho, 3 caixas brim de liobo, 3 fardos chales
de algodio ; a Jones Patn di C.
1 barril ago'ardeote, 4 ditos vinbo; do navio.
2 fardos fazendas de lia; a Roas Braga & C*
5 fardos fazendas de linbo. 8 ditos e 25 caixas ditas
de aigodio; a M." Calmont di C
SO barris manteiga; a Lalham & Hibbert.
36 caitas e 19 fardos fazeodas de algodio, 2 caitas
ditas de lia e seda, 1 barril carne salgada, 1 dito enmea-
liveis, 2 embrulhos amostras, 1 dito queiio; a Ridgway
C
4 barricas e 2 caias ferragens, 3 ditas miudezas, 1
dita chapeos, 1 dita lampeoes, 1 dita carteiras, llardo
barbante, 2 barris manteiga; a W. C. Coi.
7 fardos fatendas de algodio, 1 oaia livros em bran
co, 5 embrulhos e um gigo amostras, 6 embrulhos ig-
oora-se; a Fot Brothers.
4 caitas e 6 fardos fazendas de algodio; a G. Ke-
nwortby di B.
1 caita lencos de seda, 96 barricas cerveja, 4 fardos
fsiendss de lis, 18 ditos e 41 caixas ditas de algodio; a
Adamson Howie & C.
I barrica louca, 4 fardos fatendas de algodio; a W.
E. Smilb.
II 'ardos e 8 caixas fazendas de algodio; a B. Lss-
srre & C.
13 caitas calvado, 8 fardos faiendas de algodio; a F.
Kobilliard.
50 barris chumLo de munifio, 100 ditos manteiga,
1 caita faiendas de lia; a James Cocksbott di C
1 caita drogas; a Veict Bravo & C,
Movioiento do Porto.
Navios entrados no dia 23.
Rio-de-Janeiro; 18 dias, brigue hamburgus Cari,
de 357 toneladas, capillo Jobo Vistor, equipageaill,
em lastro ; ao capillo.
dem ; alG dias, brigue sueco Solid, de 412 tooeladas
capillo W. P. Wutermack, equipagem 13, em las-
tro ; a N. O. Bieber & Companliia.
Terra-Nova ; 41 das, barca ingleza Manehteter, a>
158 toneladas, capillo W.m Tear, equipagem 10,
carga baealbo ; a Lalham & Hibbert.
Aai'iof sahidoi no meitno dia.
S.-Mitheus; sumses brasileira Despique, capillo Jlo
Baplista Ferreira, carga lijlo.
Aracaty ; palacbo brssileiro '.-./osi-,4merica/io, cap-
tio Jos Antonio Msttos, equipsgem 11, carga la-
rnha a mail gneros.
Rio-Graode-do Sul ; brigue brssileiro Umbtlina, es-
pillo Venancio dos Santos Braga, carga sal a asta-
car. Passageiros, o alfares Antonio Pedro Farrairs
Campado, Manoel Lobo de Miranda Henrique, enm
1 criado, Reginaldo Ferreira de liveira. Francisco
Sergio da Costa, Tiago Jos Saldanha, Manoel Pro-
firo da Motta, Francisco Machado, Bernardino da
Paula, Brasileiros; Andr Martina, Hespanhol; Je-
ronymo Fernandas da Silva, Portugus;Pedro Sbort,
i andes, e o escrisos a eoirogir.
Editaes.
onde vosso nomo tio Ilustre, vosaa reputado de belleza
lio universal me tinbio viudo, como um vago desejo de
objecto desconbeoido, tocar o coracio; disem que leu-
des alguma, vosea amado, o que o vosso amor tem sem-
pre sido fatal aua ubjectoa delle, de aorte que a morte,
eiusa seiu duvida vu-los tem quasi sempre arrebatado.
....... Nao me interroinpais, Margarida porque ac-
crescentio tambora que vos conservis em oaixis d'oiro
os enracca desaea fiis amigoa (1), e que algumae veses
consagris essea tristes reatos urna melanclica sauda-
de, um olhar compaasivo. Suspiris, minha rainha, bai-
lis os olhos, be verdade. Pois bem | fasei de luim o
maia amado e u niais feliz dos vossos favoritos. Dos ou-
tros guardaates oa e.oracea, que Ibes havieis ferido ; de
luim, t'.itei mais, \in expondes a miiilia cabec'..... Pois
antio, Margarida, jurai-me ante a imagem deaae Daos,
que aqu niosmo me salvou a vida, jurai-me, quo se eu
morrer por va, como m'o aunoucia aiuistro presenti-
niento, jurai-mo que guardareis, para ahi Alardea al-
gumas vesea oa olhos, esta cabrea que o verdugo teri
separado dooorpo; jurai, Margarida, e a promessa de
tal recoinpemu feita pela ranba rainha me turnar mu-
do, traidor e covarde, se neoesaariu fr, istu he, tudo
devotado, como deve a-lo u voaeu preferido e vosso
complico.
O' iugubre devnelo, diste Margarida, t) fatal
ideia!
Jurai.....
Quereia que eu jure ?
O Sr. general comtnaodante das armas da pro-
vincia, em eiecucio do artigo 22 do regalatneoto da
17 de fevereiro de 1832, manda fazer publico, qua
no dia 31 do correte mes, pelas 10 horas da manhia,
se reunir no quartel general o concelho extraordina-
rio, peranto o qual se proceder arrematado dos
medicamentos precisos ao hospital regimeotsl no cor-
reate mu ; para o que sao convidadoa ao Srs. boti-
carios eslabelecidos nesla capital, comparecern) no
referido dia e hora, a oflerecerem suas propostas ata
presenca do respectivo formulario.
Secretaria do commando das armas, 20 de Janeiro
de 1846. francisco Camello Pessoa de Lacada, ce-
pillo secretario militar.
O lllm. Sr. inspector da tbesouraria das rendas
provinciaes manda fater publico, que, em cumprimen-
lo da ordem do Eim. Sr. presidente da provincia, de
19 do correle, irio praca nova mente no dia 9 de fe-
vereiro, ao meio dia, as obras dos reparos d capells-
mr da igreja matriz de Jaboslio, sob o orcamenlo
de i: 150,010 rs. incluido o augmento de 25 7, em fa-
vor do arrematante.
Os lieitsotes, devidamenta habilitados, compareci
na sala das sessoes da oiesma tbesouraria no dia e hors
indicadoa.
Secretaria da Ihesouraria das rendas provinciaes da
Pernambueo, 20 de Janeiro de 1846.
/.un da Coila Porlocarreiro.
OBBAS DAS MATBIIBS.
Matriz de Sanio Amaro Jaboslio.
Clausulas especiaee da arrematando.
Artigo 1 As obrai de raparos da matriz da povoa-
nliora....... nio manchis vos niesma o acnlimento quc|Oizom, e euo ouvi la na outra extreruidade da Franca,
(I) Trazia olla ornas grandes anquinhas, que oliSo almi-
baras em roda, ein cada una das quaes inetlia orna boecta em
que eslava o coiaco de um dos seus finaoos sumles, porque
linlu o cuidado, logo queellis momio, de lazer-lhes eini al-
aamsr o cor.cio. tatas anquinhas se penduravio todas as noi-
les a uro gaucho que fechava a cadeado, por tris da cabeceira
da sua ca. a (TallemaNT DBS RllDX. Historiase d* Mar-
guerite de falois.)
(ola do Autor).
Sim, sobre este cufreiinbo deprata com ama eras
em cima. Jora!.
Pois bem I diaae Margarida, ae, oque Deoa na
permita os teua fnebres presentimentos se realisa-
rem, meu bello gentilboraem, sobre cata orut t'o joro,
aeras junto a miro, vivo ou mtirto, em quanto eu rifar
ese nio poder salvar-te no perigo que por mim la'
oxpes, por mim s, euoaei, darei ao menos tua po-
bre alma a oonaolacio, que pedes, a que lio bem toral
merecido.
Anda urna palavra, Margarida. Posso agora mor-
rer; quanto rainha morte estuu tranquillo ; maa laru-
bem posso viver; nos podemos conseguir o nosso fies.
El-rei de Navarra pode ser rei, vos podis aor rainha,
antio el-rei vos levar com sigo; esse voto de separacis
feito entro va doua um dia ae romper, e produxir a
masa. Ora, vos, Margarida, minha querida Margarida,
oom urna palavra me aocegastas sobre a minha morta,
com outra palavra agora alenlai-mo cerca da roinna
vida.
Oh I nada temas, exclamou Margarida catendeudo
de novo a mi aobre a orui du pequeo cufre ; se eu
partir, tu me seguir a, o ae el-rei le nio qniter na nosss
comitiva, aerei eu eolio quo nio partirei.
Maa, va ulo ousareia reaiatir?
Meu amado Jacintho, dase Margarida, tu nio co-
beees Henrique: ueste momento s n'oino coma cui-
da elle, he em aer rei, e este desejo sacrificara agora
ludo o que possue, com maior rasio o qoe nao pos-
sue. Adeoa.
Depois desta ooite. La Mole nio fui maia um favorito
vulgar, e pode traser erguida a cabeca, qual, viva ou
morta, calava reservada lio grato futuro.
Todava, algumas vesos a pesada froate se Iha inclina-
va para a Ierra ; fugia-lhe a cor do mato; a a austera
med tacia cava va a sua ruga entre os aobr'olhoa do anaii-
oebo, lio alegre oulr'or, de presento tio folil
(Continuar


* "
,io de Santo Amaro Jaboetio far-se bio conforme
o orcimoDto o o plano, approvedoi pelo Eitn. Sr. pre-
"Jllirem 17 do maio'de 1845', e pelo preco de
150,000.. que be o importe do orcameoto aug-
mentado de 25 /,. .... .
Art. 2.' A* 0DrM Pr,D0,P,*ra5 n0 Pr de doui
eg"e serlo coooludaa oo prazo de doze mezei,
mbos'cootadosem conformidade do artigo 10 do re-
glamento dai arrematacoei.
Art- 3 O pagamento far-ie-ha conforme o artigo
lodo precitado regulameolo, aendo de 12 meiei o
ntazo de reiponiabilidade.
Art- *' P,r* '"do inl'11U8 ni0 e,la determina-
do nal preientea clauulat eipeciaes, aeguir-ae-ba io-
[uirimente o que diapde o precitado regulamento de
111 de julbo de 84o.
Repartidlo dai obrai publicas, 23 de dezembro de
O engenbeiro em chele,
FauthUr.
_0 Illm. Sr. inapector da theiouraria daa renda
Iprovinciaea manda fater publico, que em virtudede
lordem do Ezm. Sr. presidente, de 20 do corronte,
[irlo novamente praca.no dia 30 do oorrente, ao meio
Idia. ai obraida barreira, e respectiva caa, da ponte
doBujary, pelo preco de 1:460,715 ri, e ob ai clau-
sulas publicadas com o edita I delta theiouraria, de 13
de deiembro do anoo p. p,
O licitantea dever" comparecer na lala daa teiioet
da meima theiouraria.
Secretaria da theiouraria dai renda provinciaei de
Peroamboco, 21 de Janeiro da 1846.
O aeeretario,
l.uit da Coila Porloearriiro.
Tendo de ter demolida acatan. 2, eitanaCam-
[Boa-d-Carmo, eiappropriada a Joa da Coita Doo-
Indo. por ulilidade municipal, a cmara delta cidade
[convida aipeuoai, que qunerem comprar o oale-
raei, ineumbindo-se da demolilo em praio certo, a
compirecerem no dia 26 do correte na caa de auaa
lietsSe a ama hora da Urde com auaa propoatai, ten-
ido preferencia aquella que maii vmtagens oflere-
cer.
Paco da cmara municipal da cidade do Recito, 20
de Janeiro de 1846.
__Mano ti Joaquim do Reg Albuquerquo, pro-
I lidente. Joo Jos Ferroira d* Aqaiar, aeereta-
rio.
IO doutor Jote Tkomaz Nabuco de Araujo Jnior,
fidalgo cavalleiro da caa imperial, cavallei/o da
ordim i* Ckrtslo, jui% do dirtito do civol dula ci-
dade $ teu termo, por S. M. I., quom Dos
guardo, ole.
tu publico,per* sOBheciffi' o" dn dores hypothe-
Icarioi e peaioaa iotereaadaa ae oa bouverem que a
[casa sita na ra da Camboa-do-Carmo oa esquina
Ido beeeo, que ai para a ra daa Florea foi deaappro-
[priada Jos da Costa Dourado o qual ae acha au-
nte em Portugal, e que o preco da desappropriacio
he de 1:900/ n. e est depoiitado oo deposito geral
delta cidade. E para que chegue a noticia de todos
mandei paliar o preiente que ai por mim aaiigoado
le sellado com o ello deite meujuio, ou vilha aem
| sello ix cauta.
Rmh. 11 de jaceiro de 1846 F,u Jos Juitino
\ Fernandos Souza, r ser i So o ere i. Jos Tkomat
Nabuco do Araujo Jnior. Ao sollo 100 I*. Va-
I Iba aem lello oxeausa Nabuco dt A'aujo Jnior.
Deelaraces.
= O araenal de guerra compra dual reimai de papel
de peto 2 ditas de dito meia hollanda 600 pennai,
8 garrafal de tinta preta 12 duzn de Upil, 50 fo-
Ifaetoa de abecedario e 20 taboadii de numerario :
quem taea genoroi ti ver para vender mande a direc-
tora do arsenal de guerra aa mal amoitraa e pro-
posta, em carta fechada at o dia 24 (hoje)doaodan-
| te me/.
Directora do araenal de guerra 22 de Janeiro de
1846. O eicripturario Francioco Serfico do
\ Aun Carvalko.
Em virtude da ordem do Ezm.- Sr. concelheiro
presidente Ja provincia, o Illm. Sr.coronel director do
araenal de guerra tem de mandar caiar alguna aloja
mentos do quartel da fortaleza ddi Cinco Pootaa; con-
I vida, portanto, a quem a eite lervico ie proponba, com-
[paree na directora do meamo araenal at 24 (boje) do
correte mea, para tratar do ajuste.
Directora do arsenal de guerra, 22 de Janeiro de
[ 1846 O eteripturario, Francisco Sorafico de As-
I sil Carvalko.
COMPANHIA DE BEBERIBE.
O Sra. accionistas bajio de realisar urna pretticio
de 6 por cento, dentro do praio de .0 dial, contadoi
deita data. Eicriptorio da companhia, 22 de Janeiro
de 1846.O aeeretario, B. J. Fernandos Barroi.
COMPANUI MUSILKIRA. UB PAQUETES DE VAPOR.
Eiiatem na agencia doi vapovea neita cidade, vindoi
do Para no vapor Todos-os-Santos, dous eicravos, Joio
e Nazario : a peaoa, a quem oa meimot pertencerem,
queira comparecer, munida do reipectivo conbeei-
mento, para Ibes seren entregues; advertindo-ie,
que nenbuma reaponiabilidade te toma por qualquer
| eztravio.
Avisos marilinios.
. Para o Maranbio tahir com brevidade, por ter
I parte do aeu carregamento o patacho brasileiro
Untio; quem no meamo quizer carregar ou ir de pei-
ugem, lalle com Caudino Agoitnbo de Barroi, oa ra
* Croa, n. 66, ou com o capillo a bordo
Sai mpreterivelmenle para a Babia, aegunda-fei-
'26 do correle, o biale Nereida ainda recebe al
gum voluntes miudoi e pisiageiroi: a tratar na ra do
Vigario, o. B.
Sagitario, brigue brasileiro, segu para o Aaau
com escala peloaportoa de Pelitinga, Ceicare e Touroi,
prefijamente no dia 3 de fevereiro prozimo; recebe car-
ga e paaaageros para o referido! portoi : trata-ie oa
ra da Moeda, armazem o. 11.
Para o Aracaly tahir com muita brevidade o
brigue escuoa Bonrtquea, leudo ja a maior paite da
recarga engajada : quem ainda pretender carregar, di-
rija-io a ra do Vigario, cu, n. 25, primeiro
dar.
O bem conhecido e acreditado brigue brasileiro
Emprexa, de que he capillo Francisco Ferreira Bor-
gei, eipera-ie sesto porto at o fim do corren!; me:,
vindo de Lisboa com escala para o Cear, para onde
partir immediatamente, devendo ter pouooi das de
demora neita, para receber a oarga da praci. que i
Ihe offerecer: quem quier carregar ou ir de pauagem,
dirija-se a Francisco Sevetiano Rabello & Filho no
largo da Anembla.
Para o Rio-Grande-do-Sul leguir breve o bri-
gue Incantavel-Maciel; o qual pode receber alguma
carga a frete, bem como eacravoa e paiiageiroi: quem
pretender, pode entenderle com Amorim Irmioi, ra
da Cadeia, n. 45.
'-Para o Porto-Alegre aegue com brevidade o ve-
leiro brigue Fler-do-Sul; recebe eieravoi e pmagei -
ro, para o que tem booa commodot: quem quizer, po-
de enteoder-ie com Amorim Irmloi, ra da Cadeia,
o.45.
= 0 brigue Indianno deve ehegar, na prsenle io-
mana, da Babia, com deitino ao Cear ; tem lugar pa-
ra receber alguma carga miuda na cmara onde pode
levar at 200 volumei : quem pretender carregar,
podeentender-ie com Manoel Ignacio de Oliveira. Es-
te brigue so se demorar o lempo preciso para receber
carga, que olo lera maia de doui diaa.
Para o Rio-Grande-do-Sul iai no dia 28 do
correte o brigue nacional Jpiter ; recebe eteravos
a frete e pauageiros: a tratar na ra da Cadeia do
Recife, n. 33, ou com o capillo Antonio Jote doi
Reii.
=Para a Babia tai com a maior brevidade ponivel
a lumaca nacional Santa- Anua, capitio Joio de Dos
Pereira: para carga e paiaageiroi, trata-te com Novaei
& C,, ra do Trapiche, n. 34.
= Para o Porto tai, com brevidade por ter par-
te do carregamento prompta a barca Espirito-Santo:
quem na meima quizer carregar, ou ir de pauagem ,
para o que tem ezcellentei commodoi, dirijao ao
leu comignatario Francisco Alve da Cunha na ra
do Vigario, ou na praca do Corpo Santo ao capillo ,
Rodrigo Joaquim Correia.
__Pira o Rio-Grande-do-Sul tahir com a bre-
vidade que for possivel o lirigue-escuna Bella-Fir-
ginia capilla Malhiai Joi Ferreira : quem no met-
mo quizer carregar ou ir de pauagem dirija-ie ao
dito capitio, ou a ra da Crui o. 45, em caa de
Naicimento Scbaeffer & Companhia.
Avisos diversos.
__Dio-io 500,000 n.a juros tobrehipolheca em urna
eaaa terrea ; quem quiser dirija-aa a ra de Hortas, so-
brado n. 30, que te dir quem d.
Offerece-ie urna mulber para ama de caa de ho-
rnero lolteiro ou de pouca familia; d fiador da sua
conducta: na ra do Mundo-Novo, caa, n. 36.
Oa abaizo aiiignadoa fazem iciente ao publico,
que diuolvrio amigavelmente a lociedade entre ellos
ezialenle, debaizo da Groia de Coila & Ooofre, ficando
amboa encarregadoi da liquidadlo da eztin:ta firma.
Ficeue Ferreira da Costa. =Onofrc Jos da Costa.
Ninguem faca negocio com urna letlra da quan-
tia ds 132 t. p'' por Jos de Oliveira Ramos
e Silva a favor de Joa Ignacio da Cmara, panada em
24 de aoeiro de 1846 a prazo de 8 diaa.
Preciaa-ie, para urna caa de pouca familia, de urna
ama para coziobar e tratar do maia lervico forra
ou captiva ; na ra do Sebo o. 22.
O Sr. Antonio Pedro Tavare da Silva tem urna
carta de aeu irmio residente no Maranbio na ra da
Cruz n. 37 tegurido andar.
Jos Xavier Faustino Ramos mudou sua residen-
cia do pateo do Carmo para a rus Nova n. 40
Joaquim Pereira da Silva lubdito portuguez
retira-ie para o Rio-Grande-do-Sul.
Aluga-se um sobrado de dous andare solio
trapera, comlgrande ermaieo, lageado, e com commo-
dot para 3 lamilias, independentei, na ra da Moe-
da o. 9 da parte do mar : a tratar oa ra larga do
Botario botica do Barlholomeo.
= Alugad-se duai caas terreai, na. 3 e 5, na ra
da Florentina delronte do Ibeatro novo : a tratar na
ra da Cadeia do Reaife o. 40.
Tendo-ie deiepeaminhado ao abaizo aiiignado
urna lettra da quantia de 516j n., tacada por J. Kellei
& Companhia e accoita por Manoel J us de Souza ej
Companbiajjaia vencer em 20 do correte cuja letlra
Ihe foi transferida por Loureoro Batto & Companhia ,
que a firmarlo em branco : previne-se ai pessoas,
quem por ventura pona ehegar a mencionada lettra
que com ella nio laclo tranaaeclo alguma ; poii que le
considera sulla, por ji ter sido pago leu valor a leu
verdadeiro possuidor. Antonio Valentim da Silva
Barroca.
Precita-ie de urna ama para fater todo o servico
de urna can de homem solteiro ; na ra da Gloria ,
37.
Aluga-se urna casa terrea na roa da Alegra,
por preco commodo : a tratar oa ra eslreita do Boza-
rio n. 34, segundo andar.
Urna mulber poitugueza se propde a tervir em
urna caaa de familia honesta ; a qual engomma, cozi-
nha e cose ludo de portal para dentro : quem de aeu
preitimo te quier utiliiar, dirjate a ra do Viga-
rio a. 14.
Alugio-ie aa leguintea caiai: um tobradode um
andar com solio lojaa e quintal por 300f ri. oa
roa do Sebo n, 50 ; o doui teroeiros andares doi so-
brados, na. 4 e 6, do Aterro-da-Boa-Viita ; o tegua-
do andar do sobrado, n. 24 da roa da Aurora com
quintal e caallarice para doui cavalloi; orna caa ter-
rea com commodoi para grande familia na ra For-
mse, n. 5; outra dita com iguaea commodoi para
grande familia por 12* ri. meniaea na roa da So-
ledade o. 35 ; oolra na ra da matriz da Boa-Viata,
n. 33 por lOj ra. meniaea : quem ai pretender, di-
rija-ie ao eicriptorio de Francisco Antonio de Oliveira
& Filbo na ra da Aurora, o. 26.
- Uontem pela manhla lugioum papagaio : quem
o tiver pegado querendo entrega-lo leve a ra No-
va loja de alfaiale n. 4, que, am de le fiear obri-
gado ae gratificar. Para maior aignal do papagaio .
o p eiqueido so tem doui dedos.
__Aluga-se um preto para o lervico eitarno de urna
padaria; pega se bem: a quem convier, dirija-so ao
sobrado da ruado Caldeireiro, o. 12 segundo andar.
= A pesioa, que deleja saber a morada de Joi Al-
ves da Silva Reg dirija-se a ra de S. Rita n 68 ,
que o meiruo a eipera at o dia 26 do correte.
O abaizo assignado faz publico que o escravo ,
que eslava em leu poder, apprebendido no sitio de
Antonio Carloi no Salgadioho oomo do annuncio,
que fez pelo Diario de Pemambuco, n. 13 de 17 do
correte aconteceo que depoit do dito annuncio
appareceo outro preto parceiro do annunciado, por
consequencia lio dous eicravoi, que tinba em teu po-
der ; oquaei ji nio exilien) maisem aeu poder ; por-
que Ihe forio exigidos pelo aubdelegado do Poco-da-
Panella Antonio Airea Veloao de que Ihe panou
reeibo ; anim, quem lejulgar com direito aoa ditoa 2
eicravoi recorra ao dito aubdelegado. Fronciico
Antonio do Carvalko Sequeira.
t= Precisa-te de um caizeiro que tenha muita
pratica e d fiador a sua conduela ; na ra da Ca-
deia Velha n. 1.
= Joio Jos de Moraei embarca para (ora da pro-
vincia a tua escrava Andreza crioula.
a Um moco portuguez de 15 annoi le odere-
ce para caizeiro de eicriptorio, loja de fazendas, miu-
dezai ou outrai em proporcio poii tem bailante
pratica de negocio ; quem do iou prettimo te quizer
utiliiar, dirija-se a ra Nova botiquim francez n.
69, ou annuncie.
D-ie dinbeiro a premio sobre peohore de ou-
ro e prata em grandei e pequenaa quantiai ; na ra
ettreita do Roiario n. 30, aeguodo andar.
= Preeia-ie, para a obra da academia de Olinda ,
de cal preta branca a tijolo de alveoaria grotia la-
drilbo coiladioho de amarello anoalbo de louro e
amarello, e madeirai propriai para coberta : quem Ihe
convier vender, dirija-se ao administrador na dita ci-
dade para tratar do ajuste; advertiodo-ie que to-
do estes materiaea dever5 ser dos melborei.
Duirta Antonio Silva, tubdito Portugus, reti-
ra- para Lisboa.
= Precia-ie alugar um preto qu preta ; na ra da
Praia o. 22.
= Preciia-ie com urgencia de um lorneiro pa-
ra urna padaria : na ra do Caldeireiro n. 12, segun-
do andar.
I'urt.rao em a noute de 30 de deiembro p. lindo da
caaa de Antooio Goncalve de Souza.nositio Taquara
diilaote do Altinbo urna legoa, oa objectoa abaizoa de
clarado!, perteocentei ao vigario do Allinho, Agostiaho
deG>doii Vaaconcelloi, a aaber; 336 patacOea, 19 pecas
do 6400, 440*000 em cdulas, o que tudo eitava em
urna coila de retroi; um relogio bonete de ouro,
comeadeiai, lendo estas lormada de tre ou quatro
trancellini grosioi, com pillador de ouro livrado, len-
doo sinete um leiozinho, o que tudo tem bastante pe-
lo ; urna crrante grotsa, e uulra maii delgada; um
trancelim com paiiador de filagria um par de pulcei-
rai de lenhora com engrando de filagria e na cha -
pa onde ataca a firma S. A. G. um annellio com
a meima firma doui annelOei com um pequeo dia-
mante com esmalte cada um um grande alfioele de
peilo matirado tendo oo meio um diamante ; um
par de briocotliioi modernoi, com um pequeo dia-
mante na rozela cada um ; um Irontim com urna ea-
trella ou pauador; um cordio grosio, tendo mais
de duai varai; urna commeoda mais urna crui gran-
de com tarracba de abrir ; Juu nocidos grande ,
um com um diamante e outro com a firma I. L. M.
todas eitai obraa aio de ouro. Prata : um copo lavra-
do com a firma A. G. V.; 15colberei deioupa, com
a mesma firma e aa que nio tiverem terio contral-
to ; 12 garfoi, doie facaa com cahoi de prata; urna
oolher grande de tirar loupa outra de Brroz iodo de
maia um cabo tem laca, tendo tudo coolraste por ler
obra do Porto ; e algumaa colbeni de cha. Kogaie
a qualquer pesioa que appreliender, ou louber de
taei objectoi ou parte delles dirija-teao Alliobo ao
mencionado Vigario e neita praca a irmia do mea-
mo viuva de Joaquim Lope Machado na rui i-
reila n. 82, primeiro andar que em qualquer par-
te ae recompemar generoiamente.
Aluga-ie urna ama que tenba bom leile para
criar urna menina ; na ra da Piaia de S. RiU n.
26, ou annuucie.
. Antonio da Silva Ferreira embarca para o Rio-
Graode-do-Sul o seu eicravo Lourenco de Angola
aa Oflerece-te urna mulber para ama de bomem lol-
teiro ou viuvo ; quem de teu pretiimoie quizer uti-
liiar, dirija-se a ra d'b Fogo o. 36.
__ Alugio-ie umiobradode um andar na boa-
Vista na travena do Verai; urna loja no Aterro-da-
Boa-Viita ; e urna caa terrea oa ra da Alegria : a
tratar na travena do Veras, n. 15,
A pesioa a quem faltar um preto, de oome
Miguel, que diz eitar luiente delta praca ba 3 an-
noa e ler eicravo de Manoel Antooio cando com
Joannadetal, que diz ler 5 filbot. e no lempo ero
que loi furtado roorava na Boa-Villa ; lendo verdi-
ca a declaracio do eteravo pode o leobor dlrigir-se
ao palacio do Sr. Biipo, que ahi achara noticias do
meamo eicravo.
O arrematante da capatazia d'alfandega participa a
todoi o lerventei da meima, e aoi lenborea doi eicrs-
voi, que all trabalhio, que todo o que nio eativer ao
abrir a porta da meima n 8 borai, fica deipedido para
sempre; porque o que ontrarem em lugar da falta rica
rio effectivoa, vilto que teem abundo cada vez mais daa
contemplare!, que teem havido, tanto que a maior par-
la l entra depoia de nove horai.
__ Aluga-se urna canoa de conduzr
agoa, pelo preco de 6'ooo rs. por mez ;
ou tambem se vende, pelo diminuto pre-
co de ioosooo rs. : quem a pretender di-
rija-se ra Nova, venda n. 65.
__Aluga-ae urna can no bairro do Becife com frente
para duairun; a qual tem servido de acougue ba man
de 50 annoi, e tem tarimlm, peoi e grades naa porlaa ;
tem alm disto muito espaco para se recolher generoi,
ou para qualquer officioa : o pretendenlea dirijio-iea
praca da Independencia, livraria ni. 6 e8, ou a boti-
ca da praca da Boa-Viita, n. 6.
No dia 21 do corren te, na ncrislia da ig'*j
Congregado, proced.ndo-s. orna aotopi... det.ppa- quem o peart .fijar ehag. mi. *"/
receod.algibeir. do doutor S.rm.oto um. c.rle.r. do aeu tr.b.lbo. V.II.-do-P.inc.pe, no Crid. 1
com alguma. c.dul... .vario, papen e po!^|j,re de l8** 0 ,f Manot, Jot Fernandos.
que de nsda podem .ervir peno, em coj. mi. el v 'ya, man
acbio : querendo e.ta pr-noa rntiluir os papeii, que
Ihe lio inuteis, (ar muitn favor ao referido doutor,
maodando-lh'os pelo eorreio, u entregndo-oi ero
urna carta na la reiidencia na ra do Hoipicio, ou
de qualquer outro modo.
Pergunta-ie io Sr. S. de P. B. le quer ou nio pa-
gar a quantia de 29.280 n.. que deve ha annoi i Jao
Mara Ponche!, poil j o procurador le acha cantado
de mandar em tua casa, por lempre prometter por
tempo, e quando chega o dia, lempre tem novoi
promettimentoiafa.er e nunca oicumpre; pon ie
oestes 8 din nio pagar, se unr doi meioi, que a
I e-i faculta em taei casos
M. A. Caj avisa a aeui freguezei e a qoem
convier que mudou sua loja de alfaiate p ra a m<*sma
rui .onde tinba a outra loja Iranceza, n. 18.
= Oflerece-ie um moco portuguez para caizeiro da
venda por ter bailante pratica oeste negocio : quem
de teu prestimo te quizer utiliiar, dirija te a esquina
da ra do Caldeireiro, venda n. 60.
Piecisa-te de um caizeiro queiirva para guar-
da-livroi de can eilrangeira e que entend o idioma
inglez : em can de Matbea* Austin & Compsnbia ,
ra da Mfandega-Velha n. 36.
OtSrs. Antonio de Sooza Ciroe Lima e Pedro
Monteiro da Silveira queirlo ir receber duas cartas,
vinda. do Porto, pela barca Espirito-Santo,
Samuel Enon vai para Inglaterra.
Joao Gomes Martins, solicitador vi-
talicio dos auditorios desta cidade, mora
no segundo andar do sobrado n. 3<), na
ra Nova.
Aluga-se a casa de um andar, n. 3,
no largo do Collcgio, onde foi a livraria
do Pinto : os pretenderes dirijo-se a
Manoel Jos de Souza, procurador do
patrimonio da irmandede do Divino Espi-
rito Santo, na ra do Crespo loja n. u3.
= Troca-.e um oratorio de Jacaranda obra de
Portugal, com 3 imagen, ai maii perleitn poniveii,
chegado prximamente do Porto ; quem o pretender,
dirija-ie a ra dai Cruzei n. 28.
m Oflerece-ie um rapas para caizeiro, que tem pra-
tica de botica, e tem boa conducta : quem de teu pres-
timo se quizer utiliiar annuncie.
= Aluga-ie o sexundo andar e lotio do sobrado da
ruado Rangel, n. 11, com boDS commodoa pintado
de novo : a tralar na ra Nova loja de ferraguoi de
Sehasliio Jos da Silva ISarroi.
A viuva de Aoacleto Antooio de Moraei rog ao
Sr. Francisco Ribeiro de Brilo Ihe mande pagar o
foros da casa da ra da Gloria, de que o meimo Sr. he
ponuidor ; e faz o preiente annuncio, vilto o Sr. Bri-
(o nio Ihe responder a 3 cartn que Ihe tem enripio :
e iito quanto antea.
__ Arrenda-ie um litio na estrada do Bemedio ,
com boa caa de vivenda a margem do rio e bailan -
tei aivoredos ; na ra de Apollo n. 10.
A peisoa, que quier encarregar-w de entinar a
outra a engommar perleilameote eob o estipendio ,
que n convencionar dinja-ie a etta typographia.
Aluga-se urna boa caa no principio da estrada
dos Allliclos juolo do litio da Seohora D. Laurunna,
rom dual nlai, 6 quarloi eozinha lora, quintal
murado na frente e porlio ; tem muiloi pea de rulei-
raie litadas de parreiraa, maracujaesde toda, a.quali-
dadei ; est todo plantado de borlalica e tem grande
cacimba da melbor agoa de beber, que ae tem vilto : a
tratar oa ra da Cadeia do Recife. n. 25
Fugirlo, oo da 17 do correte, do engenho Gon-
gacari du. preto. crioulo. um de oome Sevenno,
bem barbado etiatura regular muito manto quan-
iio serva, de 30 annoi; o outro de nome Antonio ,
conhecido por Antonio P.tunl ligara ordinal la de
idade de 30 annoa ; be neg : quem .,! pegar, leve a
teu tenbor oo principio do Alerro-dos-Alogados ,
o. 31, qoe ter recompentado.
Franciaco Canuto da Boa Viagem faz iciente ao
publico, que tem iberio a sua ula de primeiras let-
irn oa ra do Raogel, n. 73 ngundo andar.
Lotera de S. Pedro Marlyr
de Olinda.
Ai rodaa da i.' parte da 3 lotera corren mprete-
rivelmenle no dia 30 do correlo me. na lorma eita-
belecida pelo novo regulam.nto dai loter.ai. e talvez
antei deise da, le ellectoar se con. promplidio a venda
do. respeclivoi bilbeles. Esle le.io enconlradoa peloi
compradores naa lojai de cambio doi Sra. Vie.ra e Ma-
noel Gomei no bai.ro do Recife. e no de Santo- Anto-
nio naadoaSrt. Menezei, ra do Collegio, OutmSo,
rua'do Ouoimado, e as botica, dot Sra Moreira, pa-
teo da Matriz, e Ch-ge.. ra do Luramento.
Preciaa-se de800,000 r.apremio sobrebypotheca,
por lempo de Ire metes, em predio livre e deiembara-
cado : quem quizer dar, annuncie.
= Aluga-se a caa n. 9 da ra da Mangue.ra na
travena, que vai da ra da Alegria para a ra da Glo-
ria no bairro da Boa-Villa, muito fresca, e com com-
modoi ; na praca da Independencia livraria oa. 6 e
8 le dir a quem perlence.
A luga-se o segundo andar do sobra -
do da ra Direita n. ao, caiado e pintada
de novo, com commodos bastantes, multo
fresco : na ra do C'ollegio, segundo an-
dar do sobrado n. i4 _____
_ Oflerece-ie urna mulher para ama *>*
de bomem aolleiro que se .ub,e.U. **_**?
vico interior : quem de seu pre.t.mo .e quizer utiliiar .
d,;,.-'uDir'"lu' '-TDh 1815 fuaio
Na manhi. de 28 do dezembro de 1845. fug.o-
me, dett. Vill.-do-Prnci,e, um en.avo emulo bem
pralo. de nome Fr.nci.co. com 45 anuos de .dada.
nomcozinbeiro. Calor, ord.n.r,.. beic, do corpo.
pouca barba, labaquita. e tem um. orelb. fur.d.
em que mette sua argol.nha por chibanca : he bem
conhecido por toda a parte, porque 14 apnot aeompa-
finado to, o leador Fiaocuco de Hi
nhou meu
Guerra,nai tuis vigonida vtita. edo Rio-de-Jeoeir;
qu


M





^a^curc
'"ls'i ov.vv
Trancelinn de quelquei muuvio, anneis, fitas, fiore
aderemos, pulceiras, brincos, &c. ; ludo o mtis Lom
feito possivcl o por preco mdico.
Compras.
= Comprio-te escravos do ambos os sexos; sendo
moros pagio-te bem : no caes do Coilegio deposi-
to do farinba de porta larga,
=a Compra-so um jogo de globos geograpbicos, cm
l,i m uso: na praf,a da Independencia, livrarie, ns, 6 e8.
= Compra-se urna duzia de colheres de cb seui
feitio sendo de prata boa : quem tiver annuncie.
= Compra-se um preto que nao tenba vicios e
quo teja possanie ; paga-se bem : na ra da Penha ,
venda por bailo do sobrado do coronel Joaquim Ber-
nardo.
== Compra-se urna prcta de meia idade que r,8o
tenba vicios nem achaques, o saiba coiinhar lavare
vender na ra ; na ra do Rozario da lioa-Victa, n. 2.
Vendas.
FOLHINHAS
DE
Porta e Algbeira
Yendem-se na pra^a da In-
dependencia, luja de livios n. 6
e 8; na ra da Madre de Dos,
venda da esquina defionte da
igreja; na Boa-Vista, deftonte da
matriz, botica do Sr. Moreira;
no pateo do Collegio, loja de li-
vros da esquina; e no largo do
Terco, venda n. 7 ; em Olinda,
botica da ra do Amparo, e loja
do Sr. Domingos, nos Quatro
Cantos.
Vendcm-sc pellos de be-
cerros francezes, grandes e de
superior qualidade: na ra da
Cadeia do Itccic, n. 55,
-= Vende-te polassa aueri ana, ltimamente che-
gada em barris grandes e pequeos; lencos pretos,
de seda da India ; 6eiim prelo de Maceo ; velas de cs-
permucele de 4, 5 e6 cinjibra ; cera amarellu ; al-
gndio grosso para saceos ;, .ludo por preco commodo :
em c >si de Malheus Austns & Companbia na ra di
Alfandcga-Yelba n. 30.
=3 Vendcm-so moendas de ferro para engenbosde
assucar, para vapor agn e bestas de diversos ttma-
nbos por preco commodo ; e igualmente (aixas de
ferro coado e balido de lodos os tamanbos : na pra-
(,'i do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmont &
Companbia ou na ra de Apollo armazem, n. 6.
=*= Vendem-se duas pardas de bonitas figuras com
LabiliJcdes de 20 aonos; 2 moloques do 14 a 16
annos; duas prelas com habilidades de lumias figu-
ras de 18 a 22 annos : na ra atrs da matriz de S.
Antonio n. 16, primeiro aodar.
Farinlia de mandioca.
No deposito de porta larga no caes do Collegio,
ba para vender farinba de S. Calbarina e S. Malheus,
muito nova e boa por menos preco do que em outra
qualquer parte, em grandes e pequeas porches en-
scesela ou medida pila medida velba assim como
arroz pilado e milbo.
Ra Direita n. 9.
= Ainda resta urna pequea porcio de farinba de
boa qualidade vende-so mais barato que em outra
qualquer parte.
- \ ende-se urna escrava de idade de 16 annos ,
sem vicios robusta e sadia ; noAlerro-da-Boe-Visla ,
Joja de ferragens, n. 46.
A Henean! pichincha.
Muito l)0rs redes de ftlaranhao, por
precos commodos ; na loja do Sr. Fran-
cisco da Silva, na ra da Cadeia-velha.
Vendem-se licores, de 100 garrafas
para cima, a i/Jo ris com garrafa e ludo :
qtem quizer anhuncre.
= Vendem-se 16 escratos, 6 pretss mocas de
boas figuras 3 cosem, engommo e coiinblo as
outrss vendem na ra : urna parda de 25 annos de
boa conducta para ama de urna casa cose engoroma e
faz renda ; 8 escravos pecas para o Irabalbo de campo
e da praca; 2 mulaliobos de 12 a 16 annos : na rui
do Crespo n. 10, primeiro aodar.
Barato I
= Vende-e um pequeo sitio em terres proprias,
com casa de vivenda a margem do rio Capibaribe, per-
to da Passsgem muito fresco com muito agradavel
vista e banbo muito em conta ; na ra de Agoas-
Verdes n. 21. .
= Vendem-se algumas canas com telbas de vidro ,
cbegac"sde Hamburgo ; em casa de H. Mebrteos roa
da Cruz o. 46.
RAPE DE GASSE.
Chegou pela barca Ptrmtxa nova fornadt, do muito
apreciado rap grosso e meio-groaso com bom sorli-
menlo de iseas libras para sh poder salitfazcr a todos
os fregueses dessa safiorosa pitada : vende-so no de-
posito geral da ra da Cruz do Becife n. 38.
- Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve-
llia: na fabrica da ra Imperial,
n. 7; ra Direita, n. 53, venda
de M. Miranda; no Aternxla-
Boa-Yista, fabrica de licores de
Frederico Chaves; e na ra do
Trapiche, armazem de molhados
do Nicolle.
Vende-se potassa aincri
cana,
chegada ltimamente, e de superior
qualidade em Larris pequeos a a5o
rs. a libra ; em casa de J. J. Tasso J-
nior.
ISo caes do Collegio, n. 9
eiiste um novo armazem com farinba de S. Malheus e
milbo, tudo, tanto a retalbocomoem porefies, cmede-
se a vontade dos compradores, medida velba rasa, ou
caculada como de malulo, epor menos do queem outra
qualquer parte : os pretenderles dirijio-se ao mesmo
armazem, ou a ra da Cruz, n. 54, a fallar com Manoei
Antonio Pinto da Silva.
= Veode-secal virgem de Lisboa em pedra, bar-
ra de 4 arrobas, a h rs. cada barril; polaisa nova
da Mustia superior, por preco commodo : na ra de
Apollo, n. 18.
Vendem-se 2 pardos, de idade de 20 annos, pon-
co mais ou menos carreiros de boas figuras e sem
vicios nem achaques ; um preto para lodo o servico ;
um morque de muito boa figura bom crucial de sa-
pateiro ; urna preta de idade de 24 annos, coznhei-
ra e coslureira propria de lodo o servico de urna casa;
urna negrinha de 12 a 14 annos muito bem pare-
cida com principio de rendeira ecostureira: na ra
da Cadeia de S. Antonio n. 25.
= Vendem-se charutos de boa qualidade em por-
cSo e a relalbo ; urna porcio de pranchdes de louro de
por preco couimodo : na ra da Praia ,
A
boa hitla
n. 31.
= Vende-se urna venda na ra de Apollo, o. 1,
defronte das casas do Sr. Angelo Francisco Carneiro e
junio ao poilo novo das canoas; vende se por seu do-
no retirarse para (ora da provincia a tratar de aua sau-
de e de sua mulher : a tratar na mesma venda
= Vendem-se muito boas bichas, ebegadas ltima-
mente de Hamburgo ; tambem se alugio por muito
commodo preco ; carne de toucinho m muilo bom
estado a 120 rs. a libra : na ra estrellado Hoza-
no venda n. 11.
=s Vende-se um escravo bom carpina do elegan-
te figura tambem tem principios de pedreiro ; vnde-
te por ter sido lomudo para pagamento pois be de
bom conducta : na ra doCabug n. 16.
= Vende-se urna morada de casa de taipa muilo
bem leila ladrilbada com 20 palmos de frente e 70
de (undo grande quintal sita na principal ra de
Pedras-de-Fogo : a tratar no Aterro da-Boa-Visla ,
fabrica de licores, n. 26.
=Vende se cera de cor para limas de cheiro a 1 j
rs. a libra ; na ra do Rangel, n. 52.
Potassa americana
de muito superior qualidade, vende-se a 260 rs. a
libra ; no armazem do tireguez, ao pedo ateo da Con-
ceicio.
Atlenc&o I
= Vendem-se pe(as de madspolio com 20 varas,
proprio para forro a 2600 rs. ; ditas de ebitas es-
curas finas a 6200 rs. ; corles de casaas de cores a
2800 rs.; ditas de chitas com 13 covados em retalbos ,
a 2S ri. ; brins de quadros e de listras de superior qua-
lidade ,a 1200, 1500 e 2000 rs. ; Itnziubas de reos
padroes ; e outras multas lazendas por preco commodo:
na ra do Queimado loja da esquina que vira para
palacio, n 27.
= Vende-se a arsnacio da loja da ra Nova n. 18,
para quem quizer lira-la (ora : a tratar na mesma loja.
= Vende se urna porfi de madeira sendo louro,
travs de 40 a 50 palmos quadrados tnassaranduba do
mesmo comprimento e sapucaia dito dito e verdadeira ;
na roa do Collegio venda da esquina n. 25.
= Vende-se a venda da ra do Padre Florianno ,
n. 72 com poucos fundos e tem commodos para
morar familia a dinheiro ou a prazo; urna meia-eom-
moda de amarello nova e feita a moderna, por prego
commodo : a tratar na mesma venda.
= Vende-se um escravo de Angola de 17 annos
de idade bom canoeiro a coziobeiro sem vicios ;
na ra ettreita do Rosario bollra doSr. Prannos.
= Vende se urna flauta de cbano com 4 chaves de
prata com pouco uso ; no AUirro-da-Boa-Vista no
tanque d'agoa.
= Vende-se doce secco de abobora, muito superior
para doeotes, em arrobase libras ; na roa do Encan-
tamento d. 3.
m Vende-se um sitio no lugar da Piraoga perto
da povoaco dos Afogados, com 3 casas coiinha fura,
estribara aenzalla para prelos tudo novo ede pou-
co rectificado ; tem um viveiro, pe* de coqueiros la-
rangeiras e mais oulras frutas : na ra da Concordia,
a fallar com o arrematante da aferiiio, na casa da mes-
ma atenga o.
= Vendem-se dous bonitos molecoles robustos e
postantes ; na roa da Crui, n. 3.
= Vende-se, a dinheiro, ou a praxo, ou Irocs-se
por propiedades nestas praca, ou por escravos, a bem
eonhecida propriedade Alaga-das-Antas, com boa ca-
sa de vivenda seozalla para pretos casa de farinba ,
dealgodio, prensa, trmaieos para depsitos de sec-
eos estribara para 6 eavallos currtet psra gado ,
2 asiudes de boa agoa com urna legos de trra muito
propria para plantadlo e craclo muito bem situada ,
distante da cidade da Victoria 2 legoas: a tratar na rus
da Concordia em casa da aericfio com o arrema-
tante da mesma afericlo.
= Vendcm-so cassa-ebitas brancas o decores,
pelo barato preco de 200 rs. o covado ; ditas muito fi-
nas de (odas as cores com listras e quadros pelo
barato preco de 320 rs ; ditas cm cortes, de gostos
muilo modernos, a 4400 rs.; chitas cor de once e de
oulros padrSes a 160 rs. ; ditas cor de caf e de pa-
drees modernos c cores fizas, a 200 rs ; corles de chi-
tas muilo finas de quadros e listras enviasados com
13 covados, s 4500 rs ; dilos a 3B00 rs. ; brint de
lislras, muilo incorpados, pelo barato preco de 320
rs. o covado ; ditos de quadros, a 360. rs. ; macedo-
nia para calcas, de quadros e listras, 480 rs. ; meias
casimiras de quadros para calcas, a 800 rs. o covado ;
riscadot francezes, de quadros, muito largos a 240
rs. o covado ; cambraias lisas e para forro a 320 rs. ;
chitas francezas, muito largas ede cores fiss, a 240
rs. o covado ditas de quadro e -listras, a 280 rs. ;
castores escuros proprios para escravos, a 200 rs. o
covado; corles de cambraia lisa com 6 varas [t meia,
a 3400 rs. ; ditas muilo finas ; e outras muitas fazen-
daa por barato preco assegurandd-te aos comprado-
res serem as fsreodas limpas e sem defeitos: na rus do
Crespo loja n. 14, de Jos Francisco Das.
=Vende-se potassa muito nova e de superior quali-
dade em barris pequeos ; na ra da Cideia-Velba,
armazem de assucar n. 12.
= Na botica da ra do Rangel vendem-se os re-
medios seguintei dos quses a experiencia tem confir-
msdo os melbores eHeilos : dentifico que tem a pro-
priedade de limpar os denles cariados t restituir-Ibes
a cor esmaltada em muito poucos das; o uso do dito
remedio fortifica as gengivss e tira o mo cheiro da
bocea proveniente nao s da carie como do trtaro,
que se une ao pescoco destes orgkot; o remedio be
designado pelos nmeros 1 e 2 : orcbtla purgativa ,
mui til as enancas e as pessoas de toda e quslquer ida-
de ; be compoita de substsncias vegetaes, nlo contem
mercurio, nem droga alguma que possa prejudicar;
remedio para curar calos, em poucos dits; ditopara
curar dores venreas antigs e que teoin resistido ao
tralamento geralmente applicado ; dito para provocar
a menstruacio e accelerar a accJo do ulero nos partos
naturaes em que nao se precisa das manobras iden-
tifica) da arle ; dilo para resolver tumores lympbaticos ,
vulgo glndulas; dito para curar bobas e cravoa sec-
eos o mais eflictx que se conbecc at aqu; dito oxi-
mel de ferro muito til nss chloroies, vulgarmente
chamadas frialdades; psanti-biliosos de Manoel Lo-
pes ; capsolas de gelatina conteudo balsamo de ca-
pa li i ha ; ditas de oleo de recinos purificado; ditas de
cubebas em p Gnu; ditas de assaletida ditas com pos
purgantes; ditas de ruibarbo da Chita ; ditas de sul-
pharo dequininode 1 e*2 graos cada eapsols; alga-
leas velinhaa elsticas ; pilulas de sal de cabscinbo e
agoa das Caldas, ebegada prximamente ; remedio que
cura a frialdade dentro cm 40 dias mesmo estando
ochado ; macella nova a 240 rs. a libra : o preco de
lodos estes remedios he mui razoavel e os bons re-
sultados da sua applicacao nequedevem fazer a sus
apologia.
=Vende-se vinho de Bordeaos em quartolas, mui
bem scondicionado ; sgo arden! dn Franca, de pro-
va, rm barra ; 2000 garrafas vssiss de Bordeaux; orna
porcio de muilo boas rolbss de eortice grsndes e bem
feilas : em casa de Avrial Irmios, ra da Cruz, n. 20.
Champagne da marca C & C, vin-
da no ultimo navio de Franca : vende-se
em porcoes ea retalho, em casa de Me.
Calmont 8c C.
Veude-se, na fabrica de licores de Fre-
derico Chaves, no Aterro-da-Boa- Vista,
n. 26. :
Ago'ardenle do Frange caada 960
Dita do Reino 800
Dita de aoix 6M0
Dits de canella 640
Diladecravo 640
Dita de Lima 640
Dila de mil flores 640
Espirito de vinho 1000
Genebra 720
Dila embotijada 200
Licores de todas ss qualidades e todos o precos, com
ricas tarjas.
Cbaropes finos para relrescos, eda verdadeira resi-
na de angico muito bom para as molestias depeito.
Mechas pbospboricas em ^msstos de 100 e 150, s
20 rs. esda masso.
Chocolate de primeira qualidade de stude bau-
nilbae canella a 400 rs. a libra ; dito ferruginoso ,
a 1000 rs. a libra e a quem quizer comprar em arro
bas se dar por preco muilo commodo. Para maior la-
cilidade dos compradores, acha-se um deposito de
chocolate na ra da Cadeia loja de cbspeos, n. 46,
de Candido Jos de Seles.
ao mdico preco de 2500 rs. a saoca ; no armazem do
Braguei ao p do arco da ConceiSo.
=Vcndo-so um carro de duas rodas, pintado de no-
vo e em muito bom estado e tambem o competen-
te cavallo ; para ver na coebeira do segeiro Miguel, no
Alerro-da-Ros-Vis'a, para'tratar no l*rgo do Cofegio ,
n. 6.
= Vendo-so um caLrinha, de idade de 14 annos,
muilo lindo com bstanle pratica de tratar eavallos;
duas negrinhas de idade de lo a 18 annos, com va-
rias habilidades; urna parda de 28 annos ptima
para ama de urna casa ; 4 escravos de navio com bo-
nitas figuras : na ra Direita n. 3
= Vendem-se duas moradas de casas, na ra da
Guie sendo urna de sobrado e sollo com seu quin-
tal oacimbs cblos proprios n. 9, e a outra terrea,
com solio e fundos st a ra de Apollo n. 2 ; na ra
da Moeda, n. 7, a tratar com Leopoldo Jos da Costa
Arsujo.
=Vendem-se 10 dutias de concueiras de Jacaranda,
juntas, ou separadas ; na ra da Praia serraris de
Joio da Molla Botelbo.
=Vende-se sssucar refinado, a 100 rs. a libra, mas-
cavado dilo a 60 e 70 rs., caf moido e em grlo ,
cavada moida ; assucar grosso de diversas qualidades:
na praca da Boa-Vista deposito, n. 7.
= Vendem-se chapeos do Chile finos sendo os
mais superiores, que exislem presentemente no mer-
cado ; na praca da Independencia (abriea de cha-
peos ns. 24 e26, de Joaquim de Oliveira Maia.
= Vendem-se dous csrriohos de mi muito for-
tes e bem feitos, por preco commodo ; no Becco-L.tr-
go, no tanque d'agoa junto ai taitas de ferro.
= Vende-se um bote novo eoostruccio de un
dos msis babeis carpiuleiros desla cidade promplods
tudo bem como urna porcio de ferragens veame ,
niassame poliame ees bus, em bom estado salvados
de um navio naulragado : a tratar com Jos Baptitti
da Fonseca Jnior, na ra da Cruz n. 37 segundo
andar.
= Vendem-se bilhetetcom toalha e sem ella para
banhos na barca por preco commodo ; na ra do
Crespo n. 11.
= Vendem-sesaccatcom (arinha muito nova di
S. Malheus, a 3400 rs. ; ditas com milbo da trra,
por preco commodo ; no armazem do Guinmaes,
defronte das etcadinhas.
Vende-se, ou aluga-se urna canes aberta que
pega 600 lijlos de alvenaria ; ssccas com larinha, i
3400 rs e sem sscca a 3/, e a relalbo maia bem
medida do queem outra qualquer parte : na ra do
Rozano da Boa-Vista armaxem de larinha n. 53.
Vende-se um moleque crioulo de 12 a 13 sa-
nos com principio de alfaiate e muito proprio pan
pagem por ter bonita figura ; na ra da Coneeieodi
Boa-Vista, n. 30.
Vende se um relogio de ouro por menos desea
valor: na rus Nova n. 57.
-Vende-se urna negrinha de idade de 12 annos,
com principios de costura e mais arranjos de casa;
no largo da matriz de S. Antonio n. 4.
Venderte, sem feitio urna libra de prata velhs,
urna correle de ouro para senbora 8 anneldes, i
cordes, 3 pares de brincos com diamantes; na ro
Bella n. 37 primeiro andar.
Vende-se, pelo peso e sem feitio, um tranceln
com 28 oitevas ; um pedaco de adragooa com 9 oils-
vas sendo de ouro de lei: na rus das Tiincheirss,
o. 18.
Escravos Fgidos
ADHIR&VEL
NAVALHA DE AC DA CHINA.
Tem a vanlagem de cortar o cabello sem
offensa da pelle, deixando a cara pare-
cendo estar na sua brilhante mocidade.
Este ac vem exclusivamente da China, e s nelle
Irsbalbio dous dos melhores e mais aba Usados cutilei-
rot da nunca excedida e rica cidade de Pekim capital
do imperio da China.
ACTOR SHORE.
N. B He recommendado o uso destes navalbaa
maravilbossJ por todas es sociedades das seieneiaa me-
dico-cirurgicas, lano da Europa como da Ameriea,
Asa e frica nao s para prevenir u molestias de
cutis mss tambem como um meio
COSMTICO.
Vende-se oa rus do Crespo loja de Campos *
Mtys n. 8.
m Vendem-se duss csixas de pinho muito bem
construidas propriss para deposito de bolsxa ; urna
balance com seus competentes pesos, por preco commo-
do : ns rea de S. Francisco n. 13.
=Vendem-se saccas com fsrelot, viodosde Lisboa,
Fugio no dia 17 do corrente um pardo d
nome Tbomaz representa ter 16 a 18 annos de ida-
de estatura regular roslo redondo ; tem urna rels-
dura na testa ; costuma abaixar os olhos qusndo ftllt
com alguem ; lovou 3 camisas e urnas calcas azues, t
chapeo de palba com fita preta : quem o pegar leve i
ra do Sol, o. 9, que seri gratificado.
= Nomex de junbo de 1838, lugio do sbaixo ai-
signado, morador no lugar da Pirahuira comarca do
Limoeiro, o escravo Uenrique crioulo altura re-
gular ebeio do corpo bem preto tem falla de un
dente na frente, no quexo superior os dedos dos pi |
um pouco espalbadoa e as canecas grossas um i tico
barrigudo ; quando fugio tinha 22annos de idade, s
nlo tioba barba ; talve/. boje tenba : quem o pegtr,
leveao annunciante que dar 150^ rs. de gratifiot-
cio. Jos Francisco da Coila Gomei.
Desappareceo na madrugada do dia 18 do cor-
rente de ordo do briguc Echo-de-Pirnambuco, tun-
deado defronte do trapiche do arsenal, e a seguir pin
o Rio-de-Janeiro um escravo preto crioulo de co-
me Victorino que do Cetra lo consignado no mer-
mo navio pelo Sr. Deziderio Antonio de Miranda,
a BeoloJotda Silva MagalhSet, detta praca. O es-
cravo trajsva a bordo camisa e ceroulas de elgodio
grosso, com cujo nico falo se suppoo ler desappt-
recido ; representa ter 30 annos pouco msis ou nt-
nos; tem principie de calva roslo redondo barba
regular, ebeio do corpo : recommeoda-se as autori-
dades policiaes e capilies de campo a apprebentio w
dito escravo e que o cenduzio a ra do Crespo I")1
de lazendas n. 11, onde recebera urna recompen |
proporcionada ao seu trabalho.
Koga-se as autoridades policiaes,
pessoas particulares, capitSes de campo.
a apprehcnso da escrava Joanna, de ni'
cao Angola, cor fula, que se acha fgida
ou urtada desde o anno de 1843 a (lul
consta andar pelo norte ; pertenceo ou-
tr'ora ao major Nicolao Tolentino de Va*-
concellos, da Farihyba do Norte; cujo sig-
na! saliente que tem a dita escrava, he ter
um dedo dopaleijedo, ou denominadomo-
dobim: quem a pegar leve-a a' ra e
Santa Hita Nova, do lado opposto a ig'"e"
ja, em casa do padre ChristovSo, que re-
ceber ioos'000 ris de gratificado.
PERN.
NA TYP. DE M. F.
DE KABIA-1846/ J


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