Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08178


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Full Text
=
Lnno de 1846.
Sexta feira fft
i n ni ARIO nublica-se tollos os das que
lo foro." de guarda: o preco di asaifriix-
farVhe-le 4/rs. por quartel *> adutnta-
L" annuoclosdc* asaign-sotes sao inse-
ISoar"io de 21 reis por llah. 4u ra. n
l'no dillVrente, e as repet?-*-, pela nietade.
|PauenioforeM1.iss.iaiites pvjao 80 rs.
oAi'ih", e I em type dllrVrente.
IpHASES DA bUA NO MEZ DE JANEIRO..
L .t. 4 ao 5 minutos da urde.
luS teai0a I hor. e 31 m. da tarde.
8 wa27u7h. c2iuia. da manbaa.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Colanna. Parahyba, e Rio Grande do Norte
Segundas e Sextas feirsjl.
Cabo, Si'riiihaem, Rio Pormoso, Porto Cal-
vo, e Macry, no 1.' 11 e 21 de cada mes.
Garanhuns e lonito a 10 e 24.
Boa-Vista e Plores a 13 e28.
Victoria nss Quintas feiras.
Oliuda todos os (lias.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as7h. e 42 min. da manhaa.
Segunda ai8 b. c6 minutos da tarde.
de Janeiro.
Anno XXII N. I.
DAS DA SEMANA.
J2 Serunda S. Satyro, oud. do J. dos or\
e doJ. do '.da 2. v., do J. M. da 2. v.
13 Terca S Hilario, aud. do I. do civ. da
I. v o do i. depai do 2 d'nt. do t.
14 Quarta S. \l.ilaquias, attd do J. do el,
da 2.' v., edo J. de pa/. do 2 dist. de t.
15 QuinU S Amaro, aud. do J. de or",
edo J. M. da I. v.
1(> Sexta S. B'nrdoaud. do J. lo civ. dal.
v., e do 1. de paz do I. dist. de t
17 SabbadoS. Eleutipo, aud. do i do civ.
di l. v., e do I. M paz. do 1. dist. de t.
18 Domingo S. Fablo
CAMRIOS NO DIA 15 DE JANEIRO.
Camb. sobre landres. 27 % d. p.If a 60 d.
. Parii 347 iris por franco.
i, Listn 112 II c. pr p. m.
Hese, de 1,-t. de bou liriins I '/, P- 7j o"-?..
OMM-OnMI l.eip-inl.ol.s WTiOO a S'a-XX
MoedadettMllil vi. 10*200 a
de 6140 > not. ItiO '0 a
de 4/00 8#.'i a
/Vata-Patacoe I .I 0 a
p Pesos'alimonares. 1#>00 a
Ditos Mexicanos 1*82 a
Prati ni i ud i l/>>0 a
H>s"tHO
164' '00
8?700
I jr!2(
1/701)
Acces da C* do Beberibe de 50#UOO ao par.
I ARIO DE PERM AMBUCO
PARTE OFF'CIAL.
Governo da provincia.
XrCDlENTK n DIA 9 DO CBRENTE.
(GoncluiHo.)
OITicioAo Exm piesidenle do Ro-Grende-do-
, cinieo; e mnilelando-lbe o eu enltmenlo por nio I be
[permttira f.lte, que dolas ha, manda-las em mamr
quantulade.
DiloAo inspector de tbwourara de hienda, ins-
erido pela inlormiclo, que Ibe eligi, i raipeito da
fconitruccio de um quarto. que o eommindante da ar-
jnaa requiaitno se mandaste irer na caa da guarda da
llfan loga para residencia do respectivo oflieial.
[ Dilo Ao meamo. ordenando, que quanlo ente lee
Winiar. e remella secretan da preiidencia, urna
[alacio da deipexa verificada no seroeatre rindo- com
lapeeificaclo daa que realeo pagar, e do laido, que ha
lm cada ama daa rubricai. No meamo aentido ae ofn-
fciou ao inspector da tbetooraria d*a rendas provincia;*.
IDF.M DO DIA 10.
OITicioAo commandanle da arma, exigindo o ieu
narecer lobre a pretendo do espillo Francisco Camel-
lo Penoa de Laeerda ao emprego de societario militar
|nrla provincia.
DitoAo mesmo, exigindo, em cumprimento d'or-
dem imperial, declarado daa qualidades, que habilitar
poaiio o lente do estado maior da segunda classe do
Btercilo, Jos Ignacio de Medeiro Reg Monleiro,
iasiar para a primeira claise do mesmo estado-maior,
segundo pretende; epedindo a de ufficio deste ofli-
I.
DitosAo meamo, recnmmendando a execuclo dos
mpeiiaes avisos de 30 de uovembro o 3 de deiembro do
snno findo, que mandio dar b.ixa so soldados, Marcos
dos Anjoa.do primeiro batalblo de artilharia pe, e Juo
soares de Figueiredo.do segundo da mesma arma.
DitoAo mesmo, determinando, procure saber do
[commandanle do primeiro halalhio de artilharia p.
le Jos Custodio da Fonseca Pan, eirurgilu-mr do
primeiro regiment de estallara ligeira. coadjuvou o
ervico do hospital regimentai do dito hatalblo nos mo-
les de outuhro e novembro de 1841, eeotalguns dias
|de dezemb'O dn meamo anno.
[litoAo mesmo. aecusando remeta da guias de
147 placas dos bal IbOes de aililbaria s p n." i. e 4.".
[que do Cear lorio mandadas rectdher a eata provincia.
DitoAo mesmo. eiigindo, para transmittir lacre
tana da guerra o conceibo de disciplina, a que, pelo
crime de desorejo, responden Antonio Jos Ramos Ju-
| Olor, soldado do quarto hata'hlo de arlilhnria i p.
Dito Ao mesmo, (cientificando-o d haver S M. o
I Imperador mandado dar baila do aeriifo aos soldado
Idu secundo liadilhio de artilharia pe, l.uiz Aolonio de
Franca e Jos Ciraco da Cuaba, aclualinenlo as A-
|lagoa.
DiloAo mesmo, exigindo, i fim de remoller se-
Icretaria da guerra, um mnppa estatislico dos movimen-
Itos do i ospilal regimental no aemeslie ultimo, formu
[lado pelo modelo, que Ibo trammilte; e prevenindo-o,
de que o ministro, Mcujocrgo est a mencionada se
pretera, quer, que d'ora em diante aeja-lhe enviado,
po fim de cada trimestre, um niappa igual ao exigido.
Ditos = Ao mesmo, e ao commisiario pagador, niel-
agenciando o de haver o segundo lente do legundo
batalhao de artilharia p, Antonio Theodoroda Ruta
iiinn, oiiiido licenca para ir a ci lacle do Cabo-Fro, e
depoi continuar a Irequentar a ecola militar.
DitoAos mesmo, e ao director do arsenal de
guerra, remetiendo copia do imperial aviso de 16 de de-
Eembro prximo findo, que providencia sobre a manei-
ra de por os aobreteriptos na correspondencia oflieial.
DitoAo director do arsenal de guerra, scientifican-
do o de ter S. M. o Imperador mandado dar baixa ao
soldado da companhia de artfices, .dostacado nss Ala-
goas, Manuel Pedro de Lima.
DitoAo presidente do conceibo geral de salubrida-
da, declarando, qu a reunies do meimo eoncelbo de-
vem ser agora faitaa na sais do trrelo da alfndega,
que communica com a gallera, onde se ella verifteavao,
e que eitt destinada para a seasoes do jury.
EXTERIOR.
|A RAINHA MARGOT. (*)
ron aifianort* Dumas.
TERCE1RO VOLUME.
CAPITULO V.
O irOUNTO DE MADAMA DI 9ADVI
No se havi Callierina engaado nassuas suapeilas.
Henriqne r<>iiliiiora nua aeus linbitm, e ledas ai imite
lia para o qiiarln de nudania de Sauve. Fuera elle pri-
Jmeirii ela vxeiirstu com o maiur egredo, depol, piiur
lo pi.iini, relarliiirn a sua deiomiNaiica, e desprrsara a>
I precanf 6rs de tal surte que Cntherin.i nlo titer grande
ItrabHlhu em aasegnrar-se que a reinita de Navarra c.nn-
jtiiiiinta a ser Margarida uu nuiue, iua> de fcto madama
|do Sauve.
Disiciiins no romeco desla liistnria duas palavrss -
I cern di. pi.(rnti> de madama de Sauve; mas aporta
Iqoe Uiri.de abrir fechnu-se de novu, e easo apoicnl,
liliaatru rio mvalerinaiia omurea do Bcarnes, nos be in-
l'ciranieiite deacoiibacido.
,") Vido Diari a.' 11.
RELGICA.
Bruxalat, 30 O senado belga adoptou por unanimidade o projecto
de respnsta ao discurso da cora, o qual ers favoravel 1
poltica do novo gabinete Ma nlo aconteeeo o mesmo
na cmara do deputsdot, onde o projecto i ncontrou
urna viva oppoticlo da parte dos liberaea Oreinoseu
discurso pedia ao parlamento o aeu apoio para continu-
ar a obra da reorganisselo social, emprebendida pela
Blgica desde o dia, em que elcanc>a ter um povo in-
dependente; e a commissSo encarregada da retposta so
discurtodolhn.no, composta na la maioria de libe -
raes, nlo obstante promeller ao monareba o seu apoio
para om to louvavel fim, le urna reserva demattado
significa tiv para o governi de S. M. Mr. Van de Vey
er, presidente do novo ministerio, subi tribuna para
combaler a redaeclo damensagem, que ulgava alta-
mente inconstitucional
Lm um governo constitucional, aeparar o rei dos seus
ministros retponsaveis he dar um pasto para o absolu-
tismo; e por tanto esmara cumpria manilttar se ti
nha o'J no enofianca no novo ministerio. 0 ministerio
apresentou depoisum novo paragrapho, que continha a
queslio do gabinete, mostrando-ledecidido a retirar-te,
ou dittolver o parlamentle nelle nio encontratte maio-
ria. O debate enllocado ja noste terreno tem lido e an-
da era mui lorie taida do correio. A opposicio pedio
ao gabinete explicatejes sobre a tua poltica e a ultima
riso ministerial, nocomprehenrfendo como a urna ad-
ministrado mixta veio iubtituir outro ministerio, que
se prope seguir igual poltica. Mr. Van de V.-yer de
(endeo-sedeata increpado, fazendo urna reaenha dos
actos do antecedente galiim te na ultima crisn ministe-
rial, que lio l'ahalhosa loi na lielgica, referindo tam-
bem, que antes ds lormacio do actual gabinete, o re
oflererra o noder an partido liberal, representado por
Mr. Rugier.'e que este exigir de S M. a faculdoda de
dissolver opailamento quando mclhor Ibe parecesse.
ennclir;io a que o lei nlo annuira; nentinMr. Van de
Veyer. lendo embaixador em Londres, lora chamado
para formar um gabinete, cuja poltica, disie, era gn-
vernar apoiado pelos h miens modera los dos dous part -
dos. que divideni a Blgica, o cada um dos quaes boje
em da nio he bastante forte de per i para poder cons-
tituir urna administrado eilavel e vigorosa. Finalmen-
te. Mr. Van de Veyer prolestou, que era liberal, e que
seguira a poltica de progresso moderado e de c nri
liaclo. Geralmente te acredita, que o gabinete tara
maioria na cmara. (I)tb.iii.)
SUISSA.
Zurick. 20 de novembro.
No dia 17 do correte se reuni o grio concelho do
canto de Vaud para deliberar, te deviio Conceder-se ao
concelho de est 'do poderes extraordinarios sobre os ne-
gocios religiosos. Dous olijeclos abrsdo ettes podores,
um provr Is necessidades da igreja nacional por meio
de parocbos encommendadot, vitto que a maior parte
doa ecclesaiticos de Launna pedido a sua demiitio ; e
outro submetler suadisorido o ordinarios e cultos
desdenles. Segundo as spparencias que se apresentio.
desconfia-se de que se trata de aupprimir de um s J gol-
pe a liLerda Je religiosa e o cbristianumo no canto.
(Gaietls de Luctrnt.)
TURQUA.
Conitrnitinop/a. 2 stn ocmoeo.
O sullloe oseus ministres i rcgresrao a ests ca-
pital, deixando a retidencado verlo. Na "-yria linha-e
cpmeeado o dearmmento do habitante da monta-
itha por ordem de Cbekili Elleo li, por urna tal medida
pastado as mos da tropas turcas dezoitt mil espingar-
das da que de lora baviio sido fornecidas s popularles
do Lbano durante a guorra cam a pach* do E,yplo
As nstrueedes, em virtude das quaes Chekih-EITen-
d tem obrado nestfl negocio do desarmamenlo, se ha
vilo conservado secretas, sem serem submeltidm a ap-
provado dos embaixadore das cinco potencias, antes
que elle Sabase de Conitintinopla.
{Gazelte d'Augibourg.)
HAYTl.
Poito-Principe. 26 < leiembro,
O coronel Bedonet, um dos partidistas deHarard.
intentou meruma revoludo ne>ta capital. Este ebefe,
queseachava ja ha algumtempo oceullo, poz-te 1 fren-
te de alguna centenares de descontente, o percurreo a
ras da cidade excitando o povo a rehellio; ma*,nio e-
chandosympathia.tevequefugir.edingr-seaLeogarne.
onde fui bem ac.ilhidopelogeneralPierrePaul.comman-
dante daquelle dislricto, e por uraa parle do leu habi-
tantes.
Noda2soube-e na cidade do Cabo, que aquelle
mov monto so tinha frustradocompletamente;qu os u-
l,lvdo* lorio derrotados pelas Iropas.que manhavio de.
Podo-Principe, e finalmente que Uedonot se livrra de
cabir prisioneiro dando um tiro em si.
(Diario do Governo. )
Publicacies a pedido.
[toan te a todoi os que Itivi acalummo>a caria, que
' saAio impresia no Jornnl do i ommercio de 8 de no-
vembro panado, n. 304. anignoda por Jos /le >d
Reierra, contra o prndenle do Hw-Gra-ide do
Not le, gue tino o documento abatxo trsr.::r:p:a.
Ente alojaiueiito, do genero daquellei que na princi-
pes preslio aos seus oommensaes Diis palacios que lialn-
tlo, a fim de oa ter mo, era menor e menas cumurn-
do, do qoe o teria sido per eerto outrn qnalquer pela
eidade. Ficava como ja sabemos no aeguiidn andar, pou-
en niaia ou menos pnr cima do de Henriqne, e deitava a
prla para umoorredor. ero ruja extremidaile havia un
jaiiclla em ogiva de pequcroie i nitilln.a guarneiiidos de
chombn, n qiinl, ii.i'mihi na maia bellos das du anno,
mal deiiava penetrar una lm duviilnsa. Pelo invern,
logo depiiia das tres h>*raa da tarde, era-se ubrigado a
hk eniler alii una alampada, quo, cuntendo no verfin ou
o invern a uieama quautidade dentelle, enpa;a>.
enlAn pelas des huras, e dava assim, depoi que liaviAn
eiie^ado oa dia de invern, maior aeeuranrii ios dous
amante.
lima pequea nnte-ean.ar (aprenda de damasco d
aedn de grande rnmagen* amarellas, una cmara de rc-
repca" guarnecida de velludo atol, outra dv dormir,cuja
iiiui de columnas retorcidas, e roruu.it de setiiu car-
mrun firavn ante um etpelho guarueoido de prata e de
dona quadloa ile Venus c Adonis; tal era o alojanicntn,
lujo dir-sc-liia ni lili... da vncanladura dama d'lioiior da
rainlia Cathcrina de Mediis.
Quero ah ben> |iroruraaae acharia anda, um canlo
escuro deoa cmara ao lado de um toucadur guarnecido
de tnilos o seus accessorios, urna portinha que dava
i'nnia especie do oratorio, onde havia sobre dout de-
gros mu genuflexorio. Nease oratorio havilo pendu-
radas a paredes, e ceiuo para servir de correctivo not
dous quadru mytliologieo de que cima fallamos, tres
ou quiltro pinturas du roai exaltado esplritualismo.
Entro cssas pinturas se vilo upena en pregu duura-
lllm e Exm. Sr Tendo rbegsdo bonlem no va
por Todot ut Sanlot o o 30V Ao Jornal do-Com-
tnerci di 8 do mei prximo passado, nelle deparado
o abaixo aignado com urna carta firmada por Jos
do S Beierra, na qual, entre varios luido.\s e con-
vicios irrogados respeitavel pessoa do V. Ec. ledo
o abaixo assignados ebeios de assombrrf, a atrociaairna
calumnia de ter V Exc. mandado chibater paisanos,
por orcasiio.da venda da farinba, que. jara acudir os
pobres desla provincia, tem para ella remettido o go-
verno imperial. Esla infame aleivoiia, de que s era
capas um dscolo, que, como o referido Jos de Sa Be-
serra, se acba deipeitado por nio ler podido realisar
nenhuin do criminosos plano, que aqu o condu/i
rao, e principalmente por le lo V Exc. mandado niel
ler em processo, em que se acha pronunciad-^alo odi-
oso fado de pretender redtizir a escravidio Uto peque-
a poreio dos Africanos naufragados em Pirang, xci-
lou tanto mais a indignado dos abaixo aisijtnados.
quanlo sao lies tealemunhas orculares, nio >o do es-
pirito candoto e benificente, que V. Exc. tem mostra-
do, para com os indigentes, que o terrivet el .do da sec
ca*tem produzid), muitoa doa quaes lem V. Etc. soc
corrido do que he leu; mailambem pelo reipeit", que
V. Exc. baienipre muttrado consagrar islei, e aoidi-
dot armas de mulliere; porque, nessn poca de mysle
riosas intrign, aa mulherea cnrreginio armas como oa
homrns, ralgooias veles deltas leserviAo oom tanta lin-
lulid.ide como elle.
Nr>sa noile que era a suhspqiientodnem quesepasti-
r.io mi cata de met re Rene a seenas que referimos,
madama ile Sauve, sentada no aeu quarto du dormir lo-
bre uro riprigoicciro, contavn a Henriqne o teua temo-
res, o o tru amor, e como prova delles Ihe lembrava u
arrilieio que fitera nn famoaa noile que eaeguir.i idr
S. Barlholoiueo, noite que Menrique, nonio iiu.uk Ict-
ioles se Lio de recordar, pastira no quarto do sua
mulher.
K\|irimia-llie Henrique & ua parte o aeu reconberi-
n i.-11 r.. Madama do Sauve eslava encantadora nessa noi-
le. rom o aeu ruupko de emubraia, e Henrique era mul-
lo reronliecido.
No meio de ludo isto mostrava-sr Henriquo pensati-
vo, porque na realidnde eslava euaniorado. Madama de
Sauve do'seu lado, coniu a nu.il adoptara do lodo o co-
rneto este amor ordrnado por Caihrriun, olhnva muio
para Henrique a ver te o olliosetlnvlo de accordu com
as palsvrnt.
Oihai, Henriquo, dina madsinn de Sauve, edr
Franco : tiesta noite pateada no gabinete de S. magostad*
n rainlia de Navarra, eoui M. do La Moie aos pes, culo n-
restea pesar de que aise digno gcntilboinem te achatae
entre ven e a cmara da rainhaP
Por eerto, nieu bem, disae Henrique, porque me
era absolutamente neceasaiio pastar por esta enmara
para clirgar aquella onde tao beui roe acho, o lio f'elu
tuii uetle munienio.
Madama deSauve sorrio-e.
reitos do cidadio Bio-Crandcntes, constitucional e
dignamente por V, Exo. govcrnsdos. Por todas estas
considerocOea, poi Exm. Sr., os abaixo assignados
juUao cumprir um rigoroso daver, apressando-se em
significar a V. Exc por escripto, m quinto nlo o la-
xen) de viva voi. a ustj e vehemente dr, que Ihe csu-
sou a falsa inmutado supramencionada, a qual por eerto
|mais poder eclipsar a gloria, que V. Exc. tem sabido
adquirir em todo o tempo. e por todos os actos de sua
administrado nasla provincia; e com quanlo estejio
convencidos, de que a baba invenenada de um vil ci-
lurnniadnr nio p.lo macular a brilhinte o illibada re-
putado de V Exc, com ludo asienta rio o abaixo at-
lignados de pralcar este acto, para queanihio t dos os
que nao estio na provincia, e tenlia V. Etc. urna pro-
va autbentica de quo s um ou outro Rio-Grandense
desvairado, por mesquinhos interess s, e por unobeis
psiiOes.em vez de apreciar as dialincta qualidades, quo
ornio a pessoa de V.Exc. ,o d estio.Ihe astadoaleive,
e Ihe atlnbu mu acto inteiramento cerebrinos, e contra
os quaes o carador e a vida de V. Exc. io um so pro-
testo a maioria da provincia, do que os abaixo aasigna-
dos leem a honra de fa'er parle, e desrem orglo nes-
la occasiio, Ihe dedica amor e venerado, e esta promp-
la para desag;ravar a verdade, e punir pela petsoa e ie-
pulacio He V.Exc, que esses filhos das irevas, cuja
iiulrii o sio as mentiras e embustes, de balde intenlio
obscurecer.
eos guarde a V. Exc. mais annoi, como he misler
ao bem deata provincia. Cidade do Natal It de de-
/embrode 1845. lllm. e Exm Sr. doulor Casimiro
Josa de Morae Sarment, presidente desta piovincia. -
Joio Carlos Wanderley, secretario do governo. Joio
Ignacio de I.oyla Barros me ector da Ihesouraria pro-
vincial.Joio Lint de Alt uquerque, coniadm da ihe-
souraria provincial. Francisco da Chagas (jaldo
Jos Nicaciu da Silva, oTictal-maior da secretan d
governo Jos Antonio de Souz Cildas, lente, se-
cundo commandanto do rorpo de polica. Julo Nu-
nes Soares, alferes da guarda nacional da capital. Do-
mingos Henriquede Oliveira Jos Das Pntenla, pa-
trio-mr. Jos Henriques de Oliveira, bacbarel or-
inado. Jlo H nnquea deOlneira Rigueira.Mar-
c lino Lina Wandei ley, Malinas Carlos de Vascon-
cellos Monleiro, l. comuiandante do corpo de polica.,
joaquim Jos de Lima e Silva, cicrtvio d'alfandega.
Joio Damaceno de Albuquerque. Joio da Gama
Lodo lenles. I. lenle njudanle d'orden.Joa-
quim Francisco de Paula Moreira, lenle graduado.
Vicente Ferreira Nobre, tenente-coronel de I.Minba
reformado. Manoel Ferreira Nobre, lente de linba
reformado. Joaquim Ferreira Nobre Pelinca. major
desuarda nacin il e tbesoureiro de lazendo. Andr
Malheus da Costa, capillo encarregado do armaiem de
artigos bellicos. Miguel Francisco da Cotia, alferes
da guarda nacional. -Joaquim Ignacio Pereira, Lud-
geio Joaquim Leilio de Almctda, fiscal da cmara mu-
nicipal. '
Conforme. O secretario da presidencia, Joao Cir-
ios Wanderley.
Pede-se-nos a publicado do soguinte requerimento
dirigido S. M. o Imperador em o anno de 1812
a eeret da indemnisarao do brguo Activo. per-
lencenlea Francisco Antonio de Uliveira, negociante
da praga de l'ernambuco, em conaequencia do illegal
preamento feil'i polo cruzeiro ingle em 182G, ejul-
gado ma preza, pela commisso da Serra-Leoa, niquel-
lo mesmo anno.
Senbor! Aos ps do Ihrono de V. M. I. vem
depor suas humildes supplicas Francisco Antonio de
Uliveira, cidadio bratileiro, negociante da praca de
Pernambuco, a lim de reclamar a valiosa proleccio do
_ E noona mili toroatles depois a la entrar?
__ Smente ai vosea que vnt ditte.
__ Enunca niai cntrarei em m'o diier?
Nunca.
Jura-lo-hieis?
Sun. por ceno, eaindafraeiihuguenoto. Ma....
Mat o que?
Mat a religiio catholica, cujos dugmaa aprendo
agora, me en.ion que se no doto jamis jurar.
GaacAu dmo madama de Sauvo meiioando a cl-
ueca.
E vos lamben, Carila, disse Henrique, te vos eu
nterrogatte, reipondorieit s miolia pergunlat ?
Sem dunda, respuudeo a joven dama. Nada ItinliO
que vos occulle.
Cit bem (.arlla, dittoel-rei, eplici-mc cotao
romo foi que drp.ua de.ta aluroda reaittencia qe pre-
ceden ao meo casamento, vut loro.le. roen.. cruel pa-
ra con. lingo, que ...i, um ...ni ge.|...o Ben.nrs. um ridi-
culo provinri.l. um principe em dem.t.a pobre e.u hm,
pnr eontervnr br.lliao.e. os Borde, da u. cor.?
_ Heunqoe, di-.e Carlota, p.dis-nie a explicad" Ju
ei.lgoia ue, li. iret mil annoi, prorurio os philo...phoa
de lodo. o. pane. N- pergunicit jmala, Henrique. a
una iiiiilncr, porque ama i cnnlentai-Vul ouiu per-
guiilar-lhc, ,evo ella ama.
E me amaia vot, Carlutar pergunlou Henrique.
Eu amu-vos, rrapondeo madama do Sauve oom
meigo surrito, e deixando oabir a bella mu na du seu
.oame.
Henrique aegurou esta mi.
Mas, replicuu elle pruseguiidn o sen pensamento,
tu eu liveito dcctfrado ene cuiguia, cuja explicaciu da-


T
H---------i
^
^^
mm
goveroo de V. M. I. ni sustenticlo e dofeit dos sens
direilos violentamente postergados pelo governo de S.
M. Britannica no caio, que o supplicanle passt a ex-
pr. r
Pelo Irstado de 22 de Janeiro de 1815. entre o go-
verno .la enliga monarchia pnrtugue/a e o da Grio-
Bretanhe, l"i abolido o commercio de eacravos na coi-
la d'A fre* do norle ,lo Kquadnr : ,. pe. convenci ad-
dicionalde28 do julho de 18i7b estahelece-So as
regras pralicaa necesarias para lomar eflaclivas e exe-
quiv-u as cslipulacdes daquplle tratado, rujo (im. como
fice dito, era a abolido do Ira ico nat paragens men
cionadas. Foi em virtude desta convenci, que se
cre.r5oaicommisvc.ps mixtas instaladas na costa d'AT
frica e no Brasil, a fim dajulgerem os apraiamentni,
que por ventura houvettem de faier os navios arma-
dos das duas altas parles contratantes, a quem, por
nv-io das iii-Ii UI-I.-0"- accordadtscntie as dous goternoi.'
foi conferido o direito de visitar reciprocamente os
natos mercan!, s de amln-s as nacei, que oflereeeasem
motivo rasnavel de stispeita ; declarando o artigo 5 d
convenci referida que o mcimov nai'tni de gera
poiler do (.o tmenle no emoem que de furia se
achanem eteranne a bodo) deter e levar ot refe-idoi
ii'irioi, a fimdeo fazer jutgnr pe'oi Iribunaetu
k labfltcido* para ette r/feuo a iio he. as commi-
socs mixtas d'Alrice do Brasil. O artigo 6 do mesmo
acto lambem expresamente estabelece que ndo se
n poden! deter navio alum, em que actualmente nr? >
se ocharem escrarot a bordo ; t te precito para
o legnlttar a delrncdo, que ot esciuros, que it ahi a-
rharem tejan e/f-ctivnmtr.te conduxidot para o Ira-
/ico e que aguellet, que it encontr*em a bordo din
naviot portuguezei,haj(to ido tiradot daqutlla par
le da costa d -Ifrica, em que o trfico ot prohib
( do pelo rotado de 22 de Janeiro de 1815.
Urna vez postas e ajustailaa estas estipulares, cujos
termos acablo de ser transcriptos textualmente, urna
oulra devia seguir-se como natural consequencia del-
tas, ou como complemento de sua doutrina, itto h*>, o
principi da indemnidade : efectivamente no 3 pe-
riodo do mesmo artigo 5." concordrio as duas altas
parles c nlralanteg na indemniar;uo. devida em casos
de abuso ou apreamentos Ilegitimo*, a qual se ach
consagrada no aitigoabaixo transcripto no proprio idio
na ingle, a saber :
t ibis anide it entirely reciprocal, the lino
High Controcling Partiet engage mutnally, lo
malte goodany lossct, tchichtheir respective sub
jets may incui unjiittly, by ikt arbitiary and Alte-
gal delenlion vf their restis.r> J
epois de haver mencionado todas as. estieflagors
conleudag no tratado e convenci citada, quesioap-
plicaveis ao caso de supplicanle, ficando astirn clara e
concisamente determinados os pt incipios de direito in-
ternacional, qiiednvpin regular o apretamento dos na-
vios brasileir.is o suplicante passa a expr o laclo
que Ibedit respeilo, e que constitu amis fhgrante
e inaulita violacio do direito das gentes, do que talvez
baja exemplo na historiados povos civilisados ; viola -
(So alias, que ao governo imperial cumpre fazer ceasar
interpondo sua efficat protecric, e applicando os meioa
enrgicos, que esli em sua aleada, a fim de que se
ponba termo aos prejui/os e aos damnos, de qne o sup-
plicente he victima, pela relencio Ilegitima da sua
propriedadeem poder do governo britannico, que. pe-
la mais incomprohrnsivel e clamorosa injuslica, se lem
recus ilu a rumpi ir as rslipulares do tralado, e a exe
cular a sentenca proferida por un tribunal, que be
quasi seu, ou todo seu.
Como ludo se acha dimons'ndo por meio de peras
autbenticaa e documentos irrelragaveis,que devem estar
depositadas na secretaria de estado dos negocios eslran-
geiros d- sle imperio, ou no archivo da lcgac.no brasi-
leire em Londres, em agosto de 1825 expedio osup-
plicante o seu brigue Activo, para Inzer o commercio
licito da Costa, o qual, em o l.'de fevereiro de IS2.
foi detido e aprexado, com 13o manifesta transgressao
do tratado, da convenci e das instruyos respecti-
vas, que, no 1. de unhodo mes.o anno do 1826.
leve elle de ser ju'gado mi pre/a pelo tribunal da ier-
ra Lea, cotnposlo, naquella i>oca, integalmente de
jui/es britonnicos, a quem por cerlo se nao pode recu-
sar o necessario,' seno demasiado zelo em promover
os interessbs e defenderos ilireilo- de seu governo, es-
pecialmente em quesi&es de tiit ritureza, e que envol-
vere) para a Grfio-Bretanha quaesquer encargos pecu-
niarios.
Como consequencia do julgameato, arbilrou a com-
misso mixta, pira indemnisacio dos pr> judicados, a
somma de 11,099 libras esterlinas, 15 shellings < 7
pences; importancia esla, que hoje se acha elevada
;'i mais de 20,000 libras, em virlude dos juros corres-
pondentes ;i quasi dezasete moni de demora, con-
tados a ra/ao de 5 por cento, em conformidade do que
se acha eslabelecido em um dos periodos do artigo 8.
bulde proc-u'rSo oa philuanplma, ha trea mil annns, ao
menos iju,mili .< va, Corlla P
,M,nljinn lie Sanve curnu.
Va meaniaia,, ci'ininuou Henfiquo; por conie-
(iiinie, nada maia leiilni a pergunlar-vm, e mo don po-
lo ni.na veiiiiiron" Iioiiii'hi dente mundo. P..rm, como
Ijciii anbeia, na Ventura f'.ilia aempre Iguma rnusa.
AilAo, no paraiw, nao aeachnu ciimplelnin-ule filii, e
tnrou nee inincravel frunlu, que lodo nos He ean
iiei-eaaidade de ruriunidide, qu noa i.u paeaar a vid.i
em procura de alguui ubjecto dcacmibeiido. Duei-ine.
chara nmiga, a fim iln njudar-me a acliar > meu, ni" foi
arainlo' Cutlicrina quem primeiro voa diaae que me a-
suassea''
liinrique, diaae madama de Snivc, fallai baixo
i|uindu prununciardes o nomo da rainha-mli.
Oh diase HVnrique cum (al almidono e tnnfian-
ca, que propria inudaiua de Simve engallarlo, denomi-
nar dola dea boa ruai, rabia quand.. ralavamoa mal;
mas buje que non marido de sua filha.....
vi-mi,, da aenhora Marganda! di.e Cariosa tur-
uando-ie vermelha dociunie.
Fallai va tambein devagarinho, disae Henrique.
Hoje que aou marido de ana filha, ealamoa oa nielhnrea
amigo* H.i nmiiH... QUequeri*op Ao que parece, que
roe eu fieme outli..lic.i. Foi bem tocou-ane a gmea ;
e pola interceaaio de S. Bailholonieo, en o aou.- Vive-
moa agora em Emilia como buna irniaoa, como buna
obriatAu*.
E a rainha Margarida P
A raiulia Margarida, diase Henrique, lie o vincu-
lo que todos noa une
do regolamento da commisso mixta, que estatu qui
os pie|udicadoi .leem direito aos juro de 5 por cinta
por anno tabrt a tomma adj idicada, al que ella tmha
ndo inga pilo'govirno.a que perteneer o navio, que ti-
v*r fiito a preia.
Conhecida, ppis, a legitimirtade do commercio, a que se
destinara o navjo do suplicante, o proferida a sontenca
eslabelecendna indemnisacio, o que se devia esperar e
seguir? Por certo o litteral cumprimento da sentenca,
e u pagamento puntual do supplioante. Mas qual deve
ser o espanto de todos os homens justos e de todos os
governoi sabios e respeitadore da religio dos trata-
dos, quando souberem, que. durante o longo oeriodo
de dezasete ui.nos. o supplicanle tem se visto privado
da sus propriedade, atrozmente usurpada pelo.gover-
no de S. M. Urilar.nica, sem que para isso possa elle
allegar una s'ra/So lundad.i ehi direito. ou um s
motivo,hories|p e decorosol Tal he. pois o facto, que
supplicante_tetn a honra deauhmetler considerado
do governo",d V. M. I., em cuja paternal prntecejo
ep-r o suspresete encontrar boje aquella efficaz sor
licitude, que caraclensa lodo o governo esclarecida e
patritico, i _. ',',;
Confiando altamente na subida intelligencia e (er-
vorosozelo; com'que o governo de V M. I. coslu/m
proteger os interaises dos seus subditos, o suppli-
canle no abusara da benevolencia de V. M. | ex-
pondo miuda.tnente b dir. lo, que elle tem, de reclamar
a ntervenco? do ooverno brasileiro. a fim de exigir
ilo de S. M ^tritah'nica a repararan d injuria ou jac
tura que lh lem sido foita ; e nem tan pouc expen-
d ra os [i'icimos de direito das gentes, que prescre-
vem a manilesta obrigacio em que se acha constituido
o governo brasileiro, de Ihe prestar todo o apni.o e con-
curso na deleta de seus direitos, lio desabridamente
violados, por um governo estrangeiro i Valel, muiios
lugares, eipr(crJ'lmeoleT. 2 'cap. 6.).'
O supplicanle lembrar apenas, que ocaso, de que se
trata, nao-deri*a da ma intelligencia de um principi
vago ou contestavel do direito das gentes, mis resulta
da viokcio'_ formal de um tratado solemne, do nio
cumprimertJj)Nde urna senlenca proferida petas pro-
prias autni.idjdes inglezas ; o que ludo copstrtoe a
mais escandi^ta e au lita denegaro de juilica, que
talve/. se liaja.siilliido, e de que ba exemplo da parte
de governo a.lgum regularmente constituido
A vistrdo que o supplicanle acaba de ponderar, he
evideole. que s a mais revocante prepotencia e a mais
desarrosoada ohsiinacio podem ter arrancado das mios
do supplicanle urna parle importante de sua fortuna
que assim se lern visto amesquinhada, nio s pe > el
leito de lo di.ulurno empate, sanad, tarnli'in pela ees
saco do lucros provaveis. que dte tena aloan(ado, pe-
o progresso o desenvolvimento das sus Iransacces,
em um pai.z, Cjomoo Brisil, ondeos espitses leem tio
subido valor.
l.ollnrado ricsln doloroaa situarlo, que recurso .resta
ao supplicanle seno reclamar a p oleccio do gpverno'do
Brasil, a fim'de que ponba termo a um estado de
oousas, que tanto detrimento lem causado ao supplican-
le, ao mesmo.lempo que comprometa da niaoeiri a
mais inslita a digoidade do tbronoimperial e da na'
ci brnsileira ? .".'.-
0 supplicanle reclama, pois, essa- pr&teccio ,
penetrado vixamente da illuslraclo o pslriotisno
dos ni'lino s iconselheiros da coros elle asperrj
que desia|tix'*o lirado dos nteresses brasilejros ja
ouvidn eacailbtilo pelo governo de V. M I. quo em,
sua sabedorja nio pode deixar de reconbecur quanto
imp rta ao decoro do seu governo e a causa da rirjo
l>r do entre o governo imperial o o da (ira i-liretanha e
nunca entre este e o supplicanle ; o qual bem que se4
comidere forte e bem forte pe. |ii-lii;adesua eausa, to-
dava recnlfeco toda a sua iraqu-za para litigar vaotaj-
samente com jm governo.que ato aqui.e neale ponto,.se'
lem lo e.spanVsamenlp Iransviado dba principios-.d
boa r. >fm, da recia justica e do respeito devido f'd_s
tratados^' Alqi de qun, quando as prelenres paj|i-
culares torr& dado a do suppliranlr, por efleito da inesplicavel ti-
nacidade de i governo eslrangeiro, essas ptencdes
parliclaros'lotnio o carcter e a naturrze daumne-
gocio^'publico. qui- s pode ser justa e legaluiente' tT-
niiii.nln 'pela inlervenv do governo lesadn. tal qual
neste (oijto se deve reputar o governo brasileiro, cojos
inleresfKL'.n>geial resullio da massa dos interesses de
seus iuBJffoa'r' e cuja causa elle he tio- tegiosamenle
ubrigailo-afdefender, como a do supplicanle. empre-
gando t^idos; os meios conbi'cidos,'.d'esde i rcclamacin
at a leprosa lia, a fim de que se laca joslica ao seu
subdito oflemCdo,
K'-U douUra, Senhor, arlia-se eslabelccida e'desen-
volvida eryi Ipil os os publicistas de crdito e da m'aior
autordade oa Europa, e o gnverno de V. M. I. a.pro-
frasa e praiica : nio obstante, o supplicanle lern a honra
Ma.s, va me dioealea, Henrique, que a raitUta' do
Navarra, ora recompensa do sarrificio que eu por ella
fz, lluvia ttiiln para Con.migo goneroaa. Se me dinaeale
a voidnde, r eaaa genrrusidadn pela qual Ibo teiitio fil-
iado ii'ni |;i iimlr |;r.iinlaii, lie real, ella lie um viucul"
iniiito fcil de quebrar. No pndeia purlant vui a ease npoin. porque a niiigueni eugaiilslos com ca-
na rumaiipp.iela intimidado.
Etilrrniit nrllo lio quo me arrimo, e ha tres me-
tea que he o H>vooiro em que doriiio.
iao. Ilemique, diase innd.io.a de Sauve, rngn-
8le.-d|.e v,-o lio suoliors Margarida vcrdadcii j-
iiii'iiie v.'hsa inflllicr.
Henrique eurrio-ae;.
' Sabei, flenrique, coniioiiou madama de Sauve
que oriii.a l.io mo exasperan, e faiem que algumai
vosea,- n de do vos arrancar "S ollius.
I.i'go, diaso Honrii|ue, eu eonaign engaviar com a
niinho fingida iiiliuinlade, vial cnum ha ninmonlni em
que," a dvipeiio da sninha realeza, querra arranoar-nie
lia'ollfus, |M.i'i|ii|i 1.1.|.|..'..,.le quo rila existe.
lleiirn|io Hoiirique, dase niudaiiin de Sauve, eu
croio que < pCoprin Uoni nao sabe o que va pensis,
Eu penan? niinha lmiguinlia, disae Henrique, que
('alherinn en prinripio os diaae que nienraaaseia, que o
vosao rorcAo vo-lo disse depois, e que quando ealaa
duna vosos vos. falli, vos s uuvis a dn cnrae.Au. Agora,
en lamboiii vnaaiuu, e tmii toda a niinha alma, e he pnr
sao nieaiiio que quando tivease acgredns, vo-lo nio
runfiara, pelo recri de vos cnmpronielter. bem enten-
d ilo..... porque a aiuixade da rainha he mudare!, he a-
mitade..... desugra.
de por diante dos olhos do governo imperial ot princi-
pios consagrados sobre tal materia ero um dos mais no-
laveis e luminosos escriptos desta poca, fio he, o
Tratado Completo de Diplomacia oa Tbeoria Geral das
Relaces Exteriores, por um antigo ministro da Pran
ca. Ahi se diz (tom. 2, pag. 225) : a ')n piut user
* de repretailli contri um nation, non /.eulemenl pour
t les faitt du souveram, man austi pour ceux di su
mjits. tt cela a lieu, quand l'i'tat ou Ir tauverain
a participe a l'aclion di tu tujti ou lortqu'il ne la
a punit pas. Peneme liiounrain demande jutt ice.
ic ou si de iipriiailli non teuleminl pour su propru
t aj/:iru, mait encor pour cetles de sel tujitt, qu'il
doit p'oteger, el dont la cause est cilll di la nation.
Neslas circunstancias, Senhor, srja permitlido ao
supplicanle impetrar do governo de seu pas o efficaz pa-
trocinio que, Ihe he misler, para sabir da posicio dubia
e maia que muilo penosa e aflctiva, em que o arrnjira a
injnslica de um governo estrangeiro, no qual alus fi-
gurao hoje caracteres to prominentes e elevsdos.
-E pois qoe aquelle gabinete solicita e procura ne-
gociar novamente um tratado de commercio e navega-
i tio, que deveri ser fundado cas bates immutaveis da
juilica e conveniencia reciproca dos dous paires, con-
sinta V M.I., que o supplicanle, ebeio do respeito e
vonerscio devida ao distinoto gabinete, que actualmente
dirige os destinos do imperio, prorure despertar sou zelo
e-solieilude em qualquer orgoriacto, que pnr ventura
se baja de encelar, a fim de que os interesses do toppli
cante nio sejlo eaquecidos, como por vezes tem succe-
dido em mu asadas e lavoraveis occajies.
O supplicanle refere-se, Senhor, i negociado do tra-
tado de 26 de novembro de 1826, em cuja opportum-
dade fra por extremo fcil obler a indemnisaeso recia
mida, assim como judtciosamenle praticou o governo
portucurz, quando leve de concluir o tralado de 21 de
Janeiro de 1815 aisignandopnr base ((aquella oegocia-
vao indemnidade de 300 000 mil libras esterlinas,
que fflrio appIJcadas aos prejudicad s as anteriores e
tllegaea capturas f.ias pela etquadra da Grio-Bretanha.
O supplicanle ref'-re-so lambem a occasiio, em que
foi justado o tratado de commercio de 1827, no qual
devora ser a Hendida esta questao de interene nacional.
e eolio da mais fcil conclusio O tupplieante refere -
se inda acceitacio du memorndum apresentado pe
lo ministro inglez. residente nesla corle, Mr. Gardon,
em 5 de msio de 1829, i cerca daa presas do Ro-da
Prala ; sendo para nolar-se, que, versando a recla-
marlo do governo britannico sobre materia de pre-
tal obvio e natural fra qualquer encontr ou
trensaccio de que resultaste o pagamento do tup-
plieante que, pelo facto de haver aloancado urna ten
linca definitiva do tribunal competente, pira ter in-
demnisido pela injusta detenciu do seu navio, ichi-
va-ie enllocado em face do tratado em urna policio
niiji !!f!"'j!Qr c snn?rior *"' dirsitc n"i\n"iT cutro
proprielirio de presas brilanmcat O supplicanle re-
lere-se finalmente i felix opportunidade, offerecidt pe-
lo crdito volado pela legislatura bratileirt em a lei
de 13 de novembio de 1841 a favor das reclamrcoet
da cumpanhia de mineracio do Gongo-Soco, e de Gui-
llierme Young, na importancia de perto de mil conloa
de ris; somma etta, que o governo imperial, exercendo
o. direito ruconhicido e incontettavel de represalia, ou
de retroejo, podi ter ipplicido a indemniia(io do
tuppbcanle, ou anmenos pela retenco daquelle com-
puto no tliesouro publico nacional, podia ter constran-
gido o governo de S. M. lirilanoica a satisfazer, como
Pie cumpria, ao empenbo em que esli para com um
subdilo brasileiro ; sendo em erdade pira ootar-se o
desvelo e afBuco, corn que aquelle governo, por inter-
medio da sua legacio nesla corte, intvrveio nos paga
melos referido!, expondo, apoiando e defendeodo a
causa dos seus dous subditos, al final conclusio de tal
indemniS'cio, a qual. Irjio quaes lorem ot principio!
de jusiica.em que la ella assenta e estriba, nio pode en
trar em competencia com a do supplicanle, atientas as
ra/Oes expendidas e ai legrai incontrovertiteit de direi-
to. que a firmio e estabelecem.
Em conclusio do que fiei deduiido, s esbe ao lup-
plicante entregar, Senhor, la causa oat mios tutelares
do governo imperial, o qual, entrando bem em tua
ndole, nio pode deixir deabi reconbecer umastumpto
de interesse lodo nacional, pois que dimana da qualili-
cada contravengo de um tratado, que o goveroo de V.
M. I. dave guardar e fazer religiosamente guardar com
lodos o ineins, que couberem na etphera dai tuat fa-
culdades. E, como no concuo dat reclamacea de
igual origem que team lido oflerecidti i considera-
cao do governo imperial, nenhuma por certo te acba
enllocada as circunstancias da do supplicanle, pe-
la eipecialidade, que Ibe di urna sentenca proferida
em Iribunal competente, fixando a indemnidade, que
elle reclama em conformidade das convencei em vigor,
o lupplicante apaicenta a maii fundidi esperance, de
que o governo de S. M. Bi itannica nio deixara de fa -
iMIo era osle n calculo de Carila ; parecia-lhe, que
eaac ven, que ae Inruava maia rapeaao entre ella e o sen
niuanle todaa aa vezea que quera aondar ni abiamna dea-
so enraciu aem fundo, toma va a consistencia de um niu-
ru eoaseparav um du ouiro. A' esaa resposla pois aco-
ilirAu-lhe aa lagrimas aos olhos, e euroo nesse instante
drasem dea hras
Senhor, disae Carlota, lie lempo de rae r drilar.
0 nicu ser vi 50 me ohaiun aroauha muito cedo ao apu-
aeuto da raintia-lilAi.
Voa eolio me enchutis esta noilc, meui amores P
dase Henrique,
Henrique, eu eatou triste; ealando triste achar-
Imr-lieis deaoiigracuda, a deixareia de amar-me. Bem
vedes pois qnn inollnir lie que voa retiris.
Seja aaaim, diaae'Henrique, reliiar-me-hoi, seo
exiga; mas, venlre-aaiit-gria! liareis de oonceder-me
que me demore eu al que voa dciteii.
Maa demorand.i-vos asaira, nio fareii esperar 1
rainha Uargarida P
Carlota, reploou H-'nrqae aerio, baviamoa con-
vencinado que nunca fallariam"! da rainha de Nar-
ra, o parcoe-me que cata uuite a uella toniua fallado.
Madama de Sauvn suspruu e foi senlar-se ao seu tira-
ador. Henrique arraalou urna oadfcira para junto da
sua amante, e pondo mu j-acllio no alenlo dubrucuu-ae
obre aa coataa da eadeira.
Varooa, diaae elle, niinha boa Carlolinlia, quero
ier-v..| fhier-voa bella, e bella para luim, apeiar du
queditieia. O'iueiiOeot! quinta ooiiaa, quaniot vaso
de perfume!, quintes cartuxu depi, quanloi fraaqui*
nboa, quantaa oaitvilai!
ter-lhe juilica, umi vez que o governo brasileiro ero.
pregue, como he de esperar, todos os leus eifurcoi a
reconbecido atilamento. a fim de levar ao termo umi
queslio, que subsiste at hoje indecisa, por nio haver
aido considerad at boje no ponto de villa, em que 1
lupplicante humildemente acaba decollos-It penle 1
goveroo imperial.
Digae-te pois, o governo imperial acolber com ba.
nevolencia a reclamacio do supplicanle, e as neg,
eiacoes, que se leem de entaholar rom a Grio-Breta-
nha contemplar esta ordem de interesses brasileros, 1
olo ultimar ajuste algum, sem que o supplicanle sfj
indemoisado nos termos icim expostoi. Pelo que
f. M-
Anignido como procurador Jote da Rota Salgado.
Em seu devido lempo se far saber
ao muito respeitavel publico, que o
abaixo assignado nada deve aos Srs. An-
tonio da Silva &c C como elles querem
inculcar com a publicacao do accordo
no Diario de liontem n 11: por quanto
no cartorio do escrivo Santos corre um
libello proposto pelos ditos Srs. jtiizo
da 1." vara do civel, aontle o abaixo assig.
nado mostrou por meio de urna recon-
venc3o muito bem provada, que he cre-
dor de 1:079^601 ris, e que o ultimo
despacho do meritissimo juiz fez obrigar
os ditos Srs. a louvarem-se em arbitros
iipresentando os seus livro.s, parase veri-
ficar quem he o devedor. Tambem se far
ver quaes forSo as conlas correntes e mais
documentos a presentados pelos Srs. Sil-
va & C tanto nos anlos, que subirao ao
tribunal de revista, como-nos do cartnrio
de Santos : tudo pelas folhas publicas,
a (im de mostrar as gentilezas dos ditos
Srs cuja fama, relativamente a deman-
das, he bem conhecida. Pernambuco, 16
de Janeiro de 1846.Antnoio Gomet
Filiar.
Variedades.
1NVBNT0 PARA DAB AS M VDEIRAS A I0LIDIZ MBTALICt.
As cootideraveit vanlaveni, que alcangaro ai arltt
mecbnicas, da possibilidade de dar tolidei midein t
ponto de resistir aos tliquet dos insectos e acelo do
fogo, sio demasiado condecidas, para que deixem dt
faxer-se repelidas experiencias i fim de conseguir esli
tio importante objeclo. Com ludo o resultado nio tea
correspondido al hiqe ios esforcoi eniprrgadoi, mu o
presente processo de Mr Piyne parece ter vencido to-
das 11 diffjeuldidet, que a itto se apretentavlo. 0 m-
rito principal da nveneio consiste em que nio fomenta
eonsegue impregnir 1 madeira de prepaiacei metli-
cas, mu lambem por linio de urna deenmposirio div-
inice pi'lrefica, por asiim dizer. substancia tobret
qual opon, e por urna combinicSo de sgcntrt, todol
elles niui pouco cusinos Iraotforma a madeira emumi
nova substancia inioluvel, dundouri, e nio inflimnia-
vel Se eitet remitido! chegirem 1 obter-ie cun pouco
cuito, e em curto lempo, e le a madeira uiiUlisadi
destemodo poder lazer-se elstica, ou nio elstica A
vontade, ficando ao mesmo lempo resllenle de tal mo-
do, tanto interior como exteriormente, e que possa 1-
daplar-se como agora a toda a classe de obra, he mu
rasuavel suppr, que lates de muito ie vrrificir umi
revolucio completi em varios runos importantes da in.
duitrit. Por exemplo, seria de immensa ulilidade ni-
quellet paires, onde it cuas sio inteiramente construi-
das de madeira, poit que diminuira considerivelonenll
o risco do incendio, dtria um valor consideravel aos na-
vios, e 101 bosques de saadeira da conltrurcio imme-
diatoi aot pontoi, onde devio conslruir-se caminhos di
ferro, cinies e outrai obras lemelhintea ; n'uint pali-
vra, alterara o melbodo de Irabalho de todat 111 ro-
lissOes, que leem relacio com ai macbioai, conslruc-
(io dos nivioi e carpinleria.
O proceito contitte em colloetr madeira, que te de-
teja prrparar, em um vacuo itto be, em um recept-
culo d'oode te lenha extnbido o ar atmospherico, e en-
cheodo eile receptculo de umi dissolucio de lullili
de ferro, se immerge nella a madeira, e por meio dt
pressio itmospherica te obriga a que a distoiurio pene-
tre nella sslurando-a perfeilarm rite. Efleclui le lugo
o mesmo com urna dissolucio de muriato de cal; e de*-
Isto parece muito, disse Cari..la suspirando, es*
dat ni he milito nnuoo, pois que com ludo ialo ni acha
anda o meio de reinar aoiiuha no ooracio du V. im-
gellade.
Ora vamos l, dase Henrique, nio tornemoi te-
ir na polilea. Que pincolinh ho este lio fino e lis
delicado ? Nio sera para piular os sobr'ollios do u>(>
Jpiter o limpien P
Sim.Sr.. responden madama do Sauve, advinliea
V. magetude primeira vi.le.
E rete lindo mdeleinilio de mar fim ?
He para tragar a ludia de eabollua.
E eela engraoade caixiuha de prala tarrada ?
Oh ieto he una reroeesa de Rene. Sr., he i" fa
mean opiato, que olle ha tanto tumpu me prouietm
para tomar maia inaeim esies beicoa que V. inage.iade
em alguioaa vetes a bundade de os aohar bastantemen-
te tnea. .
E Henrique, onmu para approvar o que acabava da
dtor a eiiranladnra dama, ruj mato se ia toriiaiid0
maia risnnho a pmporcio que olla entreva no camp
iiamoro, o.liegou o labmi am que a baronesa oom iai
attencio ubeervara no eepelhu.
Carlota poi a ma na eaixinha que acabava de ser o
iibj-oli! dsespli""?" ai'im, irin durida para m-etrer e
Henrique a maneira dn ajqdinar a innasa que all C"'1-
nlia libando roa pancada lorie dada 6 pori* da ante-""
mera fes ostremecer ue duue nmames.
(Gtw#sniiar-#-ft)
' i


3
te modo se forma na poros di madeira. por meio da de-
lompoiiclo. um sulfato de o.I maoluvel. Parece pon.
Le o principio'adoptado pelo inventor He. que a on
ILn da decom poslo, ou impreinacao einle ni natu-
\ieti e propnedadm da mesma madeira, e que be n
Idnpermvel effectuar ama mudenca completa na aua
Iconleilura pela introdureio de unta substancia eapaa de
lrMitir as infl uenciaa ext- riorea, e deler o proureno d.
lcor.ui.cao inlero. Ja anteriormente te haia al.an-
do mirodunr no poros de madeira var xidos me-
lalicos (01 do menurio cobre, easas dipendiososj
Umbein alguo aleaba por meio da prsalo ; mas es-
[tiva reservado a Mr. Peyoe o vencer um obstculo
Icommum a lodos estes protestos, a saber, asoapro-
lpeniio para eiuoir aa diseolucoes. Evita-se etle in
conteniente pela introdcelo de certas subatanciaa sali-
ss, as quaes impedem que se efleotue a desumio.
listo consiste uma grande parle do mrito da oven -
o. .
As madeiras mais porosas, mais breadas, yeoote-
Iguintemenle mais baratas, veera a aer por eate processo
ligoses em pontos de utilidad*, duiecio a torca, as mais
Uurai e de melhor qualidade.
, A laia, por exemplo, nio fiea igual ao atinho em
jri|eia. ooroo tambem adquirequalidades metlicas maia
duradouraa. que aa madeiraaaelualmente troa eze
na is cu diosas. A madeira prrp .rada destornudo, alo-
laopmho. he susceptivel domis alto gran depo-
,nenlo, e alem diaao para o uso de celtas solucfles pode
dsr-se-lhe qualquer cor, que ae deseje. Uiu dos facto
mais importantes, com referencia a madeira preparada
[leste modo, be a sua aptidio para aubsliluir com van
age m o ferro na coottrucelo doa carrl, sobre oa quaea
eorreiu as carroagens de vapor.
I Teem-se feilo experiencias com esta madeira em va-
[.os caminos de Ierro inglezet. e promelte ser pref.-
Jivel ao metal, poi a medida que soffre multo menos
rcelo que o ferro, offereoe maia seguranca aa rodaa,
|o que fat com que as machiuta posslo subir por planos
Inclinados ioaceasiveis at boje ao eaminbos de (erro.
;>ia invenclo lem chamado a alinelo do governo in-
_le, o qual urde nou", que se aeio experiencias em uma
Escia coonderavel, com o fim de en.pregar, no cato
de bom etilo, a madeira assim preparada para as obras
nscionae.
(Patnola.)
Le-se do Cerni :
Um di, ao sabir da misa, quatro mulherea de
jimi pmoicao inmediata a Lyon, zelosaa umaa d'ou-
kras, comectrl a injuriar-se, psssando depois a viaa de
laclo. Luiza Briel era so neata lucta contra as outraa
s, porm, como a liogoa das omitieres em tan caaos
nio falba, Luiza vomitava injurias lerriveis eontra ca-
sa uma das suaa rivaes, que Ibes fazilo mais daino, que
meamos golpea. Separadas a lorca, o triumvirato
inin.no preparou uma lenivel vmganca, e em 17 de
oovembro quando Luna ae diriga ao campo, levando
Boa braco um menino de peito, foi atacado d'iii.pro-
viso, e laucada em ierre por mais trea rivaes, que. le
pan.lo con-igo um archole acceso, Ibe filarlo soflrer o
ursino martyrio, que lio heroicamente deo a si mesma
i celebre D. Mara Loronel para sublrabir-ae aa perno-
mides 'el-iei D. Pedro,
(Da Revolucdo de Sttembro. Y
CMMErttlQ.
AI Pandera.
iBENniHBirro do du I ">...............12:824*082
UescarregaO lioje 16.
I Barca Contess-oJ- Minioca vio.
I BarcaJamei-Sitoarlbacalhto,
BngueHobimcal.
HrigueSeve n me rea doria.
I Bngue Carila $ Amelia dem.
I Ba rea El pirilo-danlodem.
I Ba ica Bella-Pernambucana dem.
I Ba icaOspraaso.
Consulado.
RBMDIMU4T0 00 DU 14.
ieral............................. 2:029*6-29
(ioaial......................... 616*392
iversas provincias.................. 105*072
2:749*993
Editaes.
Coral..........
provincial.......
tuertas provincias,
dem do da 15.
798*945
722*110
48*530
l:566s69l
Mov enlo co Porto.
Navios mirados no da 15.
-iverpool ; 37 diaa, barca ingleza PrUeilla, de 218
toneladas, capitio Jobn Taylor, equipagem 13, car-
ga fateodas; a Joboalon Pater & Companhia. Pae-
sageiros, mecnicos ingle/es para a labrica do dlarr,
Jobn Sle-laian, John UaUirlI.
fio-Grande do-.-vul; 26 das, patacho brasileiro Lopes,
de 126 tonelada,capitio Jos Cardiaa da Coala, equi
pagan. 8,' -carga carne; a Natcioieoto Sehaefler &
Companhia.
lew Zeeland, tendoaabidodeNew-Bedford.be 28 me
zea a pesca, e do ultimo porto 5 mezes, barca ame-
ricana Favor He, de 297 tonelada, capitio Thomaa
G. Young, equipagem 21, carga azeitp de peiie ; ao
capillo.
|Palermo ; 42 dias, barca napolitana Antonietle. de
315 toneladas, capitio Aodr de B-rlolo, equipa-
gem H, em laitio; N. O. Bieber Compsnota.
\ avos aludoi no mtimo da.
LRio-de-Janiro ; t.rigue brasileiro Ful, capillo Ma-
ooel Marcianno Ferreira, carga sal P***geiros,
Maria Ferreira. Joio de Almeida e Brilo, Braailei-
ri.i. a 4 escravoa a entregar.
|Phila*Jelpbia ; brigue americano Brandy- Win*, capi-
llo P Smaik, carga atsuoar.
IRio-de-Janeiio bngue an.encano Mermaid, capitio
D. Mehell, carga a meima, que tioaie de Salem.
Nao se tendo efleituado a arrematacio das obras da
harreira da ponte do Bujary casa respectiva, orea-
das em 1:460*715 ra. eanounciada par o da 9 do
corrente o lllm. >r. inaprclor manda fsier publico .
que no .lia 19 ao meio da lera novamenle lugar a mes-
iii arrematacio.
Secretaria da Ihesooraria daa rendas proviociaes de
Pernambuco 10 de Janeiro de 1846.
(I amatarlo,
I.uiz da Costa Porloarrciio.
O doutor Jos Thomas Nabuco de Arau\o Jnior,
/dalgo cavalletro da casa imps'ial, cavalleiio da
ordem de Ckrnlo, jais de direilo do civel dtsla c>-
dade e tu termo, por S. M, /., a qutm Dos
guarde, ele.
Faz publico, para constar aoi procuradores dos audi-
torio, escrivae, distribuidores, depositario geral.
porteiro. ofDciaes de justica, e prssoas ioteresatdas.
que aa suaa adienciai terio lugar desd'ora aa 11 hora
doa das quarlaa feiras esabbadoa, e que oa pregues, e
preces dos bens, que se huuverem de arrematar por
este juio, serio celebrados na casa e tala das audien-
cias, e depois della. Recite. 12 de Janeiro de 1845.
Jos Thomat Nabuco de Araujo Jnior.
L)ct laracoes.
CURSO JURDICO DE OLINDA.
Noi eiames dos preparatorios, que continuarlo des-
de o da 3 de levereiro, se porto em inteira observancia
os anteriores editaos, sem alituma atleniao a emprnhos.
ou a outraa contemplares Na* segundss-leirai bavrrl
eaamea de grographia fraocez e philoiopbia. as ler-
caa-feiraa de ibetorica, inglez e geoim-tria. Na* quartas
de geographia, Irancet e (.hilosopbia as sextas de io
glet, rbetorica e geometra. Nos sbados de philosopbia.
geographia e francs. Todos os diaa latn.; por ordem da
dir clona do curso. O bacharel Eduardo Soans de
Albergara official servindode secretario.
= Pelo lyco deala cidade se fat publico, que no
dia 6 de fevereiro do anno prximo futuro irio'a con-
cu'ao as cadenas de piimeraa ledras para o sexo mas-
culino daa povonedes de Goianninb* e Pedras-de-Fgo,
comarca de Goianna. Os candidatos, que aa referidas
cadeiraa sequizeiem oppoa*. babilitem-se nos termos
da le. Secretaria do lyc desta cidade, 25 de novem
brode 1845. O secretario, Jodo facundo da itva
Guimar&es
= leudo o lllm. Sr. inspector interino do arsenal
de marinba em cumpriment'o de ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de remetter ptia o Rio-Gran-
de-do-Norlo 400 aacesa de fannha convida eot Sr
pioprietarioa ou mealies de embaicacoe quHquei-
rio tranporla-los a con parecerem nesta secretaria
no da 17 do corrente pelas 10 horas Ja manilla pa-
ra tratarem oo ajuste. Secretada da inpecao do ar-
senal de marinba 15 de Janeiro de 18 443. O se-
cretario, Altxandro Rodrigues dos Anjos..
= A administrsclo dos estabelecimentos de carida-
de de novo convida as peino que quizerem con-
tratar por leu.po de 6 me/es, a contar de Janeiro
corrente a 30 de junho prximo futuro os vveres se-
guinles : =carne verde; gallinhas; pi de lugo,
sendo cada um de 4 onceas ; bolaxa ; fannba de man
di oca ; arroz pilado liranco ; assucar refinado ; tou-
cnlio de Saotoa ; azeite de carrapalo; manteiga ; mas
aaa ; tapioca ; lenha ; agua ; sabio; e vinagre. O.
prelendentea dirijio-se no dia 19 do corrente pelas 4
boraa da larde, a aala daa sessdea da mesma adininis-
Iracflo na ra dos Coelboi ( sobrado em queoulr'ora
esleve o collegio do doutor Teberge), munidos de suas
propostaa em as quaea deaigneni o menor preco, por
que Ibea convier o lomecimento dos indicados vveres
>la das sestiles da administradlo dos eslabelecimen-
loa de candade, 14 de Janeiro, de 184(. luOu Fran-
cisco Bastoi. eacrivlo.
(OMI'ANlilA DE BEB1BIB.
A admistiacSo a companhia de liclii-
ribe avisa aos 5>rs. accionitas, que no di.i
uo do corrente se (inda o ul'itno prazo
concedido para se rcalisarem as prestaces
exigi sero imnretertvelnieute eliminados do
numero de accionistas os que nao tiveiem
completado to por cento sobre o valor de
suas acedes revertendo as suas entradas
em favor da companhia Escriptorio d
compendia, io de Janeiro de i<46.
secretario B. J. Fernandes Barros
re de lote do 94 toneladas forrado e encavilhado de
cobre pron.pt> a seguir viagem para qualquer porto :
a tratar com Matheus Auslina & Companhia na ra
da Alfaiidoga-Velba n 36.
Para Macei aahiri o hiate Flor-di-Recifa ,o
qual a tm parte de seu caneuamento prompta : qu'-m
quizer carrenar ou ir de passagem dirija-se a luja
de cabos de Luis Borges Siqueira ou ao capitio a
bordo.
=Para a Babia sai com a maor brevidade poasivel
a sumaca nacinil Sania- Anna, capitio Joio de Daos
Pereira: para carga e passageiros, trata-se com Novaes
& C. ra do Trani.ri*. n. 34.
1--------------------------------i;
a visos diversos.
COMPANHIA ITALMNA.
Aoi Srs. apaixonadoa da cantoria.
Juana-/eir 21 de Janeiro
Repreaentsr-ae-ba a linlbanie peca
ELIXIR DB AMOR,
em trea actos do Sr Cav. bunizetli.
Osbilhrtes de camarotea e platea vendem-se jl em
casa do director, ra Nova. n. 7.
Eata recita he a ll 'para oa Srs. assignantes.
N. B. E>ta-s apromptando para beneficio de se-
nhora Mariella Marinangeli a engracadissin.a p'f a
Filka do regiment.O dire.lor. ( Mnrinnngei
Amsos manlimus.
Para o Rio-de-Janeiro aabe a bem coobecida e
veleira barca Firmeza : para carga passageiros e es-
cravoa a lele ti ala ae com Gaudino Annimo de Bar
ros na pracinba do Corpo Santo, n. 66.
= Para o Par! pelo Maranbio segu com brevida-
de por tir parle deaeu carr. gamenlo prompta o pa-
tacho brasileiro limito : par earga e pasaageiroa .
trata ae oom Gaudino Agoaiiabo de Barroa na praci-
nba do Corpo Santo n. 66.
Para o Bio-de-Jaoeiro aahiri eom brevidade o
muito veleiro patacho nacional .-Jo^-Americano,
quem no metmo qui/er canelar, ir de pessagem. ou
mandar eacravos, falle com Gaudino Aiiotlinho de
Barros, oa ra da Crus, n. 6tt, ou com o capillo a
bordo. .
= Vendos* o muito veleiro hiato americano Almi-
Asolada ra estreita do Razario n. 15, ds
qual he mestra Anna Claudina Rota, participa a to-
rios os pas de auas discipulas que tem Jestinado o dia
l9 do correle mei de j-mnir, para continuvr seu en-
tino servindo-se no tnesmo lempo da occanio para
lodos os mais pas de familia que quizerem educar
suas futas: oa mesma se insinu lorio* os principios
precisos para educado de qualquer menina.
Aluna ae um sobrado de dou andares e solio,
na ra da Penha com muito bom quintal e cacimba :
a tratar na ra doCabuga luja de Joaquim Jos da
Costa Fajte.
Aluga-seo primeiro "andar do sobrado da ra
Nova n. 41 : a tratar na mesma ra n. 33
= Urna mulher de meia idade que salie coner
engoiiiiiiar e lo/.inliar ae ollerece para ama de uma
casa de pouca familia ou de bomem aolteiro ; quem
de seu prestimo se quizer ulilisar dirija-se a ruados
Copiares, n. 31.
Precisa-se fallar com o Sr. Joaquim
Pe eir dos Sanios Queiroz, para tratar
um negocio de urgencia com o mesmo
Sr. : fa-zse o presente annuncio por se
nao saber a residencia do dito Sr. ; e roga-
se a quilquer pessoa da sin amizade queira
dar noticias delle a Fumino Jos Flix
da Hoza &. lrmao, na rua do Vigario n.
j3, ou animciiir por esta lu ha .
Os Srs. Dias Jos' dos Santos Andradn Joaquim
da Silva Ramallio leu. cartas na rua do Crespo n.
19. loj* du Carvalho & Moa.
= Precisa sede um forneiro, que entenda bem da
uceupavio para urna padaria de pouco laboratorio
no paleo da S. Crui padaria junto ao sobrsdo.
Trapassa-se a padaria da rua da Gloria n. 55
e lai-ae lodo o negocio : a tratar atrai da matriz da
Boa-Visla, o. 22.
Quem precisar d'1 uma boa ama de leitc sem
la I lio e muito carinhosa dirija se a praca da Indepen-
dencia ns. 6 e 8.
Oubaixo atsignado, tendo-se dirigido sos seu9
devedores por maia de urna vez, tanlo por carta como
pessoa I mente islo no espado de un. anno e como at
ao presente nio lenbio dado soluiao alituma du suas
prmessas oabaixu assignado pasta a entregar aoseu
procurador uma rela(o de todos os seus devedores
que pouca ou nenbuma silencio trm (restado aos teut
iirbilos, anda mesmo squelles de 4 e 8 annos, sen
premio entrando neste algui s de dinheiro de pri-
mor ; e por itso lem retolvi lo procurar o direilo, que
a le a lodos concede. Munoet Antonio de Jess.
= .Manuel Adriano de Ali.uquerque Mello avisa
os seus alumnos e aos paitde familia que a sua au-
la de piimeiras lettras, uta na rua do Jardim, n. 43, se
acba em exercicio desde o da 14 do corrente.
Aluga-se o aegundo andar do sobrado da rua da
Aurora, n. 8 : a tialar na la da Ciuz n. 13, es
criptono de Ridguay Jamisson & Companhia.
Amanbaa, 17 do corrente na audiencia do Sr.
doutor jui; do civel da segunda vara, em palacio, se
ba de arrematar por ser a ultima praca urna mo-
rada decass terrea na rua dos Pires penboraria a Uo-
iiingos Pires'Ferreira por execui,ao de Manoel Ao
Ionio Csrdoso. _"'
Na rua Relia n. 20, ofleroce se ume criada
parda, para lodo o servico mems engommar.
Deseja-se fallar com muita instancia ao Sr. Ber-
nardo Resende de Vilhena a bem du seu inleiesse.
=. Piecita-so de um sitio, que tenba bastantes ar-
voredos e casa de viveoda: quem tirer para alugar. sen
do por mdico preco, annuocie por esta olha para se
tratar do aluguel.
__ Antonio Julio de Miranda Oliveira avisa ao res-
peitavel publico que comprou o deposito n. 23 ,
da rua l-rga do Ruzano e vende o meamo.
-Oueu. precisar de urna ama para cozinhar, e fazer
algum enguuioiado, dnija-ae a rua do Amorim, sobra-
do n. 28.
O autor do annuncio intitulado Uma Foitu-
na faz scienle ao publico que todaa ealaa receilas
sio dadas oralis sendo smenle obrigados a pagar o
quo recebio.
ATTENCAO!
Lendo os sbaixo asaignadoa, no Diario de bonteai
n. 11 a copia de um julgamento que liverio a seu
lavor pela r. lacio revisor-do Rio de Janeiro, oque-
rendo arredar de si qualquer gloria, que ao autor de se-
melhante publicacio possa caber rogio aos >ius.
Hedacloreso favor de declsrarem por este aru mesmo
lliario, se elle tiverio a mais pequea p re nesta pu
blicidade a m de se livrarein de algn.as odiosida-
des que isio Ihes pona accarrelar vitto que para
ella cu. nada conconrio Recle, 15 de Janeiro
de 1846. Antonio da 6Iva Se Companhia.
a
O* Srs. Silva & Companhia nio noa pedirlo a pu-
blicacio do accordlo a que se referem.
Os IiR.
O abaixo aasignsdo professor substituto de
phib.ophia C geometra do collegio das arles de Olmda,
lem a honra de communicar aos seus amigos que o
pnderiS procurar no collegio S. Antonio os rua da
Aurora e ans seus discpulos que continua a enti-
nar ai ilutt matenai da sua profjtto nio t no dito
collegio como en. Ulinda em caaa do aeu amigo o
doutor Filippe de Barros na ldeira da S
Joo Fcente da Ai/ca Coila.
Por oceurrenciaa inauperavea nio pode ler lu
gar no dia 15 do correle a foatividade do glorioso S.
Amaro na sua areja ; (cando por iaso transferida
para o da 8 de fevereiro seguinle com a pompa cos-
tumada.
A pessoa, queannunriou por eata folba offere-
cendo-se para cobrar dividas fre desta praca annun-
cio aua morada, para ser procurada.
Aluga-se o segundo andar da casa da rua Nova,
o. 39 : a tratar na luja .la mesma casa
Qualquer mulher idosa que se quizer subje.lar
a aervir em uma casa espaz e ue i oura familia, dan-
do-ae-lbe tmente o tustenlo e roupa para vestir, di-
rija se an principio da rua Imperial n. 9.
Aluga ae uma casi Ierres na rua da Gloria da
Boa-Vista com 5 qutrtos du.n salas cozinha lora,
muito Iresca com quintal e cacimba com muito boa
agoa : a tratar na rua do ()ueiimdo, botica n. 15.
= Precisa- s de um bom csixeiro para venda ; no
("orredor-do-IJispo n. 8.
Atlcncfio !
Na rua do Rangel sobrado, n. 9, achaseestabele-
cida uma agencia de pasaportes, a qual promette mui-
tas vantagens As pesoss. que tiverem de regressar pa-
ra qualquer das^irovincias do imperio ou para pai/es
esiniiige.fi.s podem diii|tir-ie a indicada agencia ,
ou mandar di/er o lugar de suas residencias pars se-
ii'iti procuradas cumpnn lo certificar que aerio ser-
vidos inmediatamente com toda a prstela e muito
mais do que por outra qualquer parte, sem para isto
darem o menor passo e be na mesma conlormidade ,
que se despachio e tuio-se psssapoiles para escravoa.
= Mano-I Alves Guerra, vendo no Diario n. n. 10,
no depoimenlo do preto Antonio, o nomn de um es-
cravo Manoel Calmuda e como Ibe falla um do mes-
mo nome fgido, ha 3 annos roga a quem o ap-
prehender o lavor de o entregar que seu gratificado
com 100* ra.
Jo!.. GonQalves Neto, lenle do primeiro bala-
Ihio. embarca para o lio-Grande-do-Sul sua escrava
Lucrecia.
Dous mocinhos brasiloiros que sabem ler. es-
crevere contar offerecein-se para caixeirot de luja da
farendase ferragens ou de rua ; os quaes lo irmios,
e de urna conducta n> tupiar para o que dio fian va :
quem de seus prestimos se quizer utilisar dirija-se a
rua da Attuiiipcio, n. 16.
Receb do Snr. Joio Va de Oliveira o escravo
Manoel do qual eu sou dopositario e que se acba-
va fgido constante do annuncio inserido no Diario
de l'ernambuco n. 288. He. i(e, 2o de dezembro da
1845. Joio Pacheco de Queiroga
Jo-e Joaquim de Souza laz sciente ao publico ,
que, por baver oulro de igual nome se chamar! de
ora em rilante Jos Joaquim de Souie Castro.
No da 3 de levereiro vindouro brese a aula
publica de'laim do bauro da Boa Vista : as p-ssoas ,
que quizerem matricular seus (ilhos devera eulen-
der-secom o respectivo prolestor, na ius*4elha, n. 55.
asvA pessoa. a quem perleucerem dousescravot, Joio
e No-ano. vindos do far no vapor Todoi-os-Sanlos,
loen riirigir-se i agencia dos vapores na la da Cru,
n. 7, com o competente conhecmienlo, a fim de Ihes
serem entregues: o adveite-e, que nio se responde por
qualquer extravio.
LOTERA DO THEATRO.
O thesoureiio paga o restante dos bilheles todos os
dias. da 6 horas > n.eis d nu'nhia at ai 10; 6 convi-
da a todos, que laltau receber, para que apparero em
casa de mu residencia, rua do Queimailo. n. 39.
= Precisa-ae alugar uma lipoia por lempo de 16
das: na Iraveasa doQu- imado. n. 3.
- Manoel Antonio ViegasJunioroJ.se Rodrigues
de SuU'a retiro se para o Rio-de Janeiro.
- Aluga-se a casa terrea n. 58, no Aterro da-Boa-
Vista com quintal murado cacimba oconnha lera ,
por preco muito commodo : quem a pretender, n-
nuncie.
Lotera de S. Pedro Martyr
de Oliiida.
As rodas da 1.' paila da 3.' luleria correm imprele-
rivelmenle no di-30 do corrente n.ei na lrma esta-
belecida pelo novo retjulain. nio das loteras, e lalvez
antes desse d.a, se eflecluar se com promplidio a venda
do respectivos bilbetes. Estes se.io encontradoa pelos
compradoies as lojat de can t.io dos Srs. V leira e Ma-
noel Gomes no bel. r.."do Recile. e no rie Sanio- Anto-
nio, na doa Srs Meneies, rua do Collegio, Gusmio,
rua do (ueimado, o as boticas dos Srs Moreira, pa-
leo da Matriz, e Ch-ga, rua do Lmament).
- Antonio Ram.s la/ scienle ao publico, que ami-
gavelnienle ap-rtoua sociedade, que liuha com Jos
Goocajlfs Reltrio em uma venda na rua do Pilar em
Kra-de-follas ; a qual gyrava debsuo da fumado
Antonio Hamos Companhia e fica a mesma venda
_.i trucando ao socio Jos Goncslves Delirio, e esta
ubjeito as dividas que s devercro a praQa.
= P>ecisa-se de um loilor qu. enlends de borla ,
e de |rdiui ; em cssa do Luiz Gomes Fereirs no
Mondego. ,
Um moco brasileiro se ollerece psrs csixeiro do
rua, oests cidade ; quem precisar, annuncie.
__ Aluga-se o segundo andar do sobra.
do da rua Uireila n. ao, caiadoe pintado
de novo, com eoinmodos bastantes, muito
fresco : na rua do Collegio, segundo an-
dar do sobrado u i4-
= O abaiso assignado avisa ao publico, e principal-
mente aos pais de seus alumnos, que ja te achio aber-
t.ssuat aulas de primeiras lettras, tanto de meninos
como de meninas o continua receber, como de antes,
meninos pensionlase meios pensloni.las en.pregan-
do todo odis-elono adiantamenlo e Irstameoto dos
meamos, como tem sido publico
Pul y car poN unes Lorrexa.
Aluga-se urna casa de sobrado de
quatro andares, com um grande armazem,
e multo Iresca, com mtiilo boa vista para
o mar, na rua ilo Trapiche : trata-se na
rua da Aurora, n. 58.
Agencia de passaportes.
__ Na rua do Collegio,botica n. lU.eno Atierro da-
Boa-Viila loja n. 48, lirao-se passaporles para dentro a
li'ira do imperio,assim como despachio-seescravoa:ludo
com brevidade.
"V


4
Urna mulber se oflerece para ama de urna caa ;
cotinh to la (|iiiih.IihIi- ila manjares, engumma peffi
lamente emende de todas al ixuarias de docei e mut-
is : quem de eu prestimo se quiter ulilisar dirja-
te ao l-cci>do A'eito-de-l'me n. 14.
ss Perdeo se uro le da qosnlia de 85 ri. pss-
smlo i c!. Sr Albino Jos Ferreira d* Cunta; quemo
tiver a< hadi>. queira ler a liondade de entregs-lo na ra
do Queimado toja n. II de Antonio Joaquim da
Silva Caalro que he sen dono.
Arrenda-so una caa terrea abarracada eom 8
quartoi, lemalU estiibaria e outros arranjot Hi-
to bons, no lugar do Manguind : a tratar na ra
Dimita n 79 ou na ra do Hospicio n. 21
AIiko-s" o* pnmeiro e segundo andares da cata
da ra estreita do Rozario n. 22 : a tratar no largo
doCollegio, n. 6.
Casa da F,
Na ra estreita do Hozarlo, n. 43.
Tendo o theioureiro da lotera do S. Pedro Harlyr
de Olm la marrado o da 30 do crrante mea para o
andamento das rodal daala lotera o equidista da caa
da espera que o respeilavel publioo concorra, no
que estiver em ieu alcance, para a prompta compra d s
bilhetes a fim de que pi se transfira o andamento
das rodal para outro da : outro sim convida ios
aeus freguezes a compraron*, das suas cautelas as
quaes teem encllenles nmeros que nao deixard du
vida em serum premiados se tivorem fu. U decimos
sao a 1 j rs. e o vigsimos a 500 ri.
Os Srs. assignantes do jornal A Illuslraijtio
queirm vir buscaros numeroa ultimaniontecbegados.
I'r cisa-se de um homeri* solteiro para feilor de
engenho na comarca do Itio-Formoso nao multo
moco e de regular conducta com prelereocia das
ilbas: quem estiver neilaa circumitanciii diriji-se
ao mujer Manoel Goncalve da Silva na ra da Ca
doia do Huelle para o eocaminhar ou meimo ao
cngenbo Gindabi de Serinbtiem io seu proprietaro.
Compra.
= Comprio-se enera vos de ambos os sesos; lendo
ninfos pagao se bem : no caes do Cillegio deposi-
to de farinba deporta larga.
I mi 11 To se para fura da provincia eicnvos
de 13 a 20 annos, sendo de bonitas figuras psgio-ie
Iiimii : na ra da dulca de S, Antonio, obrado de un*
andar de varanda de pao n. '0.
Comprao-se dous escravos, um pedreiro e ou-
tro carpina para una encommenda do Rio-Grande-
do-Sul ; na ra do Collegio armacem n. 19.
Compra-se urna casa terrea que lenba quintal
n cacimba o que seja naasefiuintes rusa : S. Rita, S
Jos e Nogueira : na ra do Livramento n. 38, ven-
da junto ao I.mpean.
= Compra-se um jngo de globos geographicoi, em
bom uso: na praca da Independencia, 'ivreria, ns. 6e8
:>;> av***-* a *
* * t Compra-se; paraora de Pernam- s
^ buco, um hbil oflkiul de carpintei- ?
ro, preto, c que seja moco sem a- y
fe chaqus ou vicios e nao se ollia jk.
a preco. Quem o quizer vender, V
dirija-se ra da Cruz, n. l\ 5, em
casa de Nasciroeiilo SchaelTer & C |
f
Compra-se urna prela moca, d
as

i
A
i
que seja boa engomtnadeira, e coslu- *
reir; e um oflicial de ferreiro : na
ra da Cruz, n. 45. em casa tle as- ft
cimento SchaeFer & C
*,J!sM?saV!>aM*s*V
= Coropra-se um piano que tenha muito pouco
uso de boas vozes e preco de 200*000 a 300*000
TI. enforme 6* ajuslar : quem tiver, annuncie.
- Comprase papel para un rulbo sendo diarios,
a 2560 rs. a arroba ; na padaria da S. Crui junto
ao sobrado da esquina. .
= Compra-se o segundo volume da Dislracco
Instructiva, obra mpn asa em Lisboa; quem tiver,
annuncie.
Compra se um par de brincoide diamantes, urna
crut de ditos, ou pedrea, que os imiten* e um tran-
celn* de ouro sem leitio ; na ra de Hurlas n. 112.
Vendas.
FOLHINHAS
DE -
Porta e Algibeira
Vendem-se na praca da ln*
dependencj, luja de livros n. C
e 8; na ra da Madre de Dos,
venda da esquina defionte da
igreja; na Boa-Vista, def-onte da
matriz, botica do Sr. Moreira;
no pateo do Collegio, loja de li-
vros da esquina; e no largo do
Terco, venda n. 7 ; em Olinda,
botica da ru do Amparo, e loja
do Sr. Domingos, nos Quatro
Cantos.
=Vende-se pntassi moilo nova e de superior quali-
dade em barril pequeos ; na ra da Cadaia-Velba ,
armazem de essucar n. 12.
= Vende-se um chronometro inglez; na roa da Cruz,
o. 13 triple-riodeR. J. & Companbia.
= Vende se ou permutase a parte de um bom
.lirado de dous andares e sollo silo no melhor lo-
cal da ra de Hurtas por um ailio noi lugares da
estrada do Pombal Solidaria Afllictos e Manguinho.
ou em outro qualquer, que leja parto desla cidade ;
quem este negocio quner dirija-te a roa Augusta,
casa do lado do poenle, confronte a do o. 17, das duas
boras da tarde em diante.
= Vendem-te muito bona charutos regalas che-
gados ltimamente da Babia a 2j e 2500 rs. a cii-
la e em milheiros maisem conta : na ra larga do
lt oai io fabrica de cbarulos, o 52.
= Vendem-se moendes de ferro para engenbm de
assucar, para vapor agoa e beslai de diverios tama-
nhoi, por preco commodo ; e igualmente taitas de
fero coado e batidn de todos os lamanhos : na pra-
ca do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmoot &
Companbia ou na ra de Apollo armazem, o. 6,
= Vendem-se 4 escravas mocil, dual ooiem, eoz-
nbo, e engommio ; umacrinula, de 16 annoi, boa
para se educar ; 4 escravos bona para o Irabalbo do
campo; um mulatinbo de l6innoa, bom ofJIcial de
lapateiro o bolieiro ; um preto velbo por lOOr rs. :
oa ra do Crespo n. 10, primeiro andar.
Vende-ie polilla ameri ana, ltimamente ebe-
gida en* barril grandes e pequeos ; lencos pretos,
de seda da India ; seiim pralo de Maceo ; velas de ee-
permacete de 4. 5 e6 em libra ; cera amarellu ; al-
godo grosso para saceos ; tudo por prego commodo :
em casa de Matbeus Austins Se Companbia na ra da
Alandege-Velba n. 36.
Fartnha da mandioca.
No depoaito de porta larga no eiea do Collegio ,
ba para vender farinba de S. Catbarina eS. Matbeua.
muito nova e bol por menos preco do que em outri
qualquer parte em grandes e pequenai porcSes en-
saccada ou medida pela medida velba ; aasim como
arroi pilado e millio,
Vende-ae f.rinha superior, chegada recenle-
menle de S. Catharine, vende-se pela medida velba aos
alqueire, meios e quartai, poi preco muititeirno ba-
rato, e coolorme as porcSes se fer proporcional aba-
le : a bordo do brigje Sagitario an orado prximo
a ilbarga do caes do Passeio- Publico. Abaler-se-ha 160
rs. por alqueire aos compradores quu cbamarem e
forem condu'idos pela canoa do referido briiiue.
-- Vende-se vinagre branco
nacional, a 400 rs. a caada ve^
Iba: na fabrica da ra Imperial,
n. 7; ra Direita, n. 53, venda
de .\. Mir.ntla; no Alerro-da-
Boa-Vista, fabrica de licores de
l'rederico Cbaves; e na ra do
Trapiche, armazem de iolliados
do icolle.
VKNI)K-^E,
iVrt rita da Madre~(le-Deos, n. 5,
primeiro andar,
cera em velas recebida directa-
mente de urna das meiliores fbri-
cas do Bio de Janeiro ; he de o ti-
mo soi timento por ter velas de 3
at 16 em libra, e vende-se por
preco mais commodo do que em ou-
tra qualquer parte.
= Vende so superior farinba de S.-Calbanna
bordo do brigue L bo, tundeado defronle do trapiche
do alodio,e d'alli se pede chmnarum botedonavio para
irji bordo, onde se vende a preto commodo; e mais ba-
rato se vende chamando o dito lole, por se nao pagar a
mandinga aos botes e canoas de aluguel : lamben* se
vende na ra de Apollo n. 18.
Ven cerros francezes, grandes c de
superior qualidade: na ra da
Cadeia do Hccile, u. 55.
A 4#500.
Saccas de l'arelo de tres arrobas cada
urna, ebegadas ltimamente : no armazem
de Braguez, ao p do arco da Concei-
cao, e no de Guimares, no caes d'AI-
landega.
Vende-se potassa ameri-
cana,
chegada ltimamente, e de superio
qualidade em barris pequeos a a5o
rs. a libra ; em casa de J. J, Tasso J-
nior.
= Vende-se um prelo de meia idade bom tnba-
Ihador decampo sabe tratar de gado o tirar leite em
vacca ; vende-se por no querer servir a iua senbora
na ra do Rozano da Roa-Vista lobiado O. 32.
Ao caes du Collegio, n, 9
eiiite um novo armaxeni com farinba de S. Uatheui a
inilljo, tudo, tanto a relaibu romo em porgoei, e mede-
se a vuniade dos compradores, medida velba raa, ou
earulada como de malulo, e por meooa do queem outra
qualquer parte : 01 prelendentei dirijlo se ao meimo
arma/em, ou a ra da Cruz, o. 54. a aliar com Manoel
Antonio Pinto da Silva,
EMPRIMEIRAMAO.
Vende-ae CERA EM VELAS da melbor fabri-
ca do Rio de-Janeiro em caitas e as libras, sorlida
a ontadedncompiador; COLLA DA RAlUA. supe-
rior aa ai robas e aa librea ; V 1NAURE LE > 1NHO
TINTO, a 500 rs. a caada velba: oa ra da Sen-
Mlla-Velba o. 110.
ss Vndese, por biralo preco, umapparelho no-|
vo de louca aiol inglesa de boa qualidade, e padrio
bonito ; na ra da Crut, nu Recile n. 47, botica de
Luiz Pedro das Nevea.
Vende-se o melhor junco, que aqu
tem vindo para tecer cedeiras \ charutos
regala, meia regala, e superfinos, che-
gados ltimamente da Babia ; saccas com
farinha de superior qualidade, chegadas
ltimamente de S. Matheua : tudo por
menos do que em outra qualquer parte :
na ra da Cruz, armazem, n. f 4. a follar
com Manoel Antonio Pinto da Silva.
VENDE-SE TODO O ANN0
aieite de carrapalo em grandes porcOea e ai caadas,
por menos do que em parte alguma : no depoaito da
ra da Senzalla-Velka n. H0.
= Vendem-se 8 escrovea pecas para o Irabalbo do
campo e da praca, um bom oficial de carpina, um
dito desapaleiro ; duui oiulatinboi de ptimas figuras
para pageos um de !6annoa e outro de 12: na ra
do Crespo, n. 10 primeiro andar.
=Vendem-se corles de casia de corea, ebegadas pelo
ultimo oavio pelo barato preco de 4000 rs. ; chitas
finas com algn* sujo a 140 it. o covado : no Ater-
ro da Roa-Vista loja, o. 14
= V'ende-se um escravo cabra muito robusto, al-
to e vistoso ptimo official de carpina, com princi-
pius de pedreiro e muito habilidoso; na ra do Ca-
hug, o 16.
Vende aesetim de Maceo de superior qualida-
de ; na ra da Ciui, n. 2 cssa de Geo: Kenwortby
Companbia.
= Vende-se urna escrava parda, de 25 annot, de
bonita figura engomma cose, cotinha e lava de sa-
bio ; urna escrava de oacau Angola, de 20 annoi, de
bonita figura cotnba, tara de sabio e servo bem a
urna casa ; urna dita de 30 annos com as mesmas ha-
bilidades ; um crioulo, de 20 annoi, ptimo bolieiro
e de elegante figura ; um pardo de 24 annos ptimo
para todu o servico tanto da pra^a como de campo;
um escravo. de 40 anuos, ptimo padeiro : ni ra daa
Cruies, o. 22, segundo andar.
= Vende se urna linda escrava erioula _, de idade de
18 annos, com habilidades ; na ra estreita do Rosa-
rio, n. 31, primeiro andar.
3= Vende-se doce de mermelada muito bem feito,
ebegado ltimamente de Lisboa pelo brigue Htrcu-
lei, em latas de 6 libras cada urna por 24 ra. ; na ra
Direita, refinaiSo n. 10.
=Vendem-se 8 escravos, sendo um prelo bom
oEcial de sapaleiro outro pedreiro dous pardos, um
delles earreiro e outro proprio para pagem; um mo-
leque de muito boa figura ; 3 pietoa para todo o ser-
vido de campo ; urna negrinba de muito boa figura ;
urna dita de 20 annos pouco maiiou menoi ; outra
dita para o serrico de casa e de campo ; urna parda
com as pienda, que se dirs ao comprador: oa ra
da Cideia de S. Antonio, o. 25.
Vende-se um par de mangas de tiJro lanadas ;
muilo boas bichas hsmburguetas ; tambern se aluglo
e vio-te applicarpara mais commodo dos pretendiles:
na ra eslreits do Roraro, defronte da ra das Laran-
geirss loja de barbeiro n. 19.
=Vende-se a venda da roa de Hurtas, que (ases-
quina para o becco que ai para a ra de Agoas-Verd.s.
com poucos fundos, a dinbeiro ou a praxo ; a tratar
com Rernardino Francisco de Aietedo Campos no
pateo do Carino.
= Vende-se um molecote de 18 annos, de bo
nita figura e sem deleito ; duas pardas de 20 annos
com habilidades ; urna negrinba de 14 annos re-
colhida e com habilidades ; um moleque de 13 annos;
urna prela da Costa, moca e he boa quitandeira : na ra
das Flores, n, 21.
= Vende-se urna parda de 20 annos, recolbida,
muito linda e be ptima para mucama de qualquer
senboia ; outra dita de idade de 28 annos ambas
cosera engommao lavio e cozinhao ; urna negri-
nba de idade de 15 annoi; outra dita de 18 am-
bas cosem e engommao ; 4 escravos de nac&o de bo-
nitas figuras ; todos de muito boa conducta : na ra
Direila. n 3.
= Vendem-se 90 palmos de terreno j com ali-
corees para tres propiedades, sendo 60 na ra Augus-
ta e 30 na ra Imperial; na ra da Cadeia "
Antonio n 14.
Vende-se um sitio ns estrada de S. Amaro para
Relem com clios pruprios boa casa bastantes ar
v redos de fruto, Ierra para plantar pasto para i
vacca du leite : a tratar no meamo sitio passando a
ponte que ai para Relm primeiro poitio do ludo
direito ou na ra do Livramento loja de lalueiro ,
o. 28.
= Vende-se, ou troca-se urna propriedade de casa
terrea, ora, com um elegante sollo sita no lugar
da Soledade, oa estrada que si psra o Manguinho :
a tratar no Aterro-da-Rua-Vista n. 44.
= Vende-se madeira de louro em assoalbo e forro ,
como tambern de amarello e cedro, tanto em pun-
chos como serrado ; assim como se recebem encom-
mendas as quaes serio aviadas com umita preslea
na ruada Cideia deS. Antonio serrara, o. 17.
= Vendem-se sementes de borUlics, proiiroameote
chegadas de Lisboa no brigue Tarujo-egundo ; na
ra da Madre-de-Dos, n. 36.
No pateodoCarmo, n. 22, vende-se um lido
jogo de gamao anda novo, com tabolaa e cepos de
mal fim.
Jlup de Litboa.
= Vende-se por preco bsrato na praca da In-
dependencia, o, 4.
liua Dirnta, n. 9.
Aioda eiiate urna pequea porfi de farioha da me-
lbor qualidade que ba oo meicado ; ende-se por
preco maia commodo que em nutra qualquer parlt.
=a Veniiem-m liielias luperiorai por preCO com-
modo ; oo Ateno da-Bua-Vista, venda, o 44.
a Vende-se o novo jornal A Musiracdo em grande
formato com estampas publicado em Lisboa todas
as semaoas a rario de 5/rs. poraono, tendo j che
gado 6 Dumeroa ; na ra da Oui botica de Luu Pe-
dro des Naves.
Vande-se urna escrava erioula moca, de boni
ta liguia ba laradeira perita engommadeira.e co-
mente'he propria para todo o arranjo de urna casa da
familii e pira deieniiano do comprador se drri o mo-
tivo da venda: oa ra da Cadeia do Recile, loja ,
n. 40.
Champagne da marca G & C, vin-
da no ultimo navio de Franca: vnde-ve|
em porcoes e a retalbo, em casa de Me.
Culn.ont & O.
=Vende-se vinho de Champagne em gigoa, da me-1
Ihor qualidade ltimamente ebegado dito de 6\>r-
desux em quartolas muito bem acondicionad
ago'ardenle de Franca ( chamada de proa ) ; moitar- I
da preparada em potes ; ludo novo e muito fresco: en
cisi de Aviial Irmios, ra da Cruz n. 20.
= Venden* sesaecat de farinha, a 3500 rs. e sem
sacca a 3200 n ; na ra do Horario da Boa-Viita ,
loja do mbradon. 63.
= Vende-se urna escraVa moca que sabe coiinhar,
eniaboar e vender na ra : na ra do Queimado,
n. 52.
=Vandem-se 3 vsccu para icoogue; na ra di |
Aurora n. 44.
= Vende-se sabio em eaixa a 95 n. a libra i
sendo a retilho allOn. a libra ; latra a 240 rs.;
manteiga francesa a 640 rs. ; dita ingle/a a 800 e |
960 rs.: na ra do Rosario venda, n. 47.
= Vende-se urna escrava erioula de 16 annoi,
para fra da provincia, cose bem cbio lar lavarinlo,
borda, marca, faz estidos de todas ai qualidade, en-
gomma bem ecosiobi o diario de urna casa ; a vista
do comprador se dirk o motivo da venda: na ra dt
Cadeia do Becife n. 45, segundo andar.
Vendem-se embonos de cedro, psra birtacij
com 7 palmoi de rodi e bem seceos; em Fn-da-1
Portn eoda n. 6.
= Vende-se farinba ensaccada por preco commo-l
do, e gamelas de amarello : oo arco de S. Antonio ,|
casa de Manoel Jos Goncalves Braga.
Vende-se urna prela erioula, de idade de 18 an-
noi. propria para todo o servico ; a isla do compra-
dor se dir o motivo da vend : na travesa de S, Jos, |
o. 31.
Vendem-se os amores de Camoes, |
e deCatharina de Athaide, em a voluntes,
com estampa ; utn burro completo del
Ovidio, em i volume, em 4- : na 'ja
de encadernaefio n. 13, canto da praca j
da Independencia.
Vende-se um escravo, de aa annos,!
rom olTicio de sapaleiro : naa Cinco-Pon-|
tas, n. 44*
= Vndese plvora muito superior, das ben|
screditadas quslidades F. F. HF. chegada pelo ulti-
mo navio vindo de Londres; na ra do Trapiche-I
Novo n. 16, primeiro andar, casa da Frederico Ro-I
billiard.
sinba o diario de urna casa compra na mi, e
final-
Lscravos Fgidos.
= Fugio, no dia 11 do corrente urna prela criou-l
la de nome Euzebia de idade de 24 annos ; tem
bastantes ciealriiea as cosas ; levou eslido de riics-
do com filtras azues : quem a pegar, leve a ra di
Cruz n. 51 que lera gratificado
No dia 4 do corrente inei foi o escravo Joaquim
ao Recife vender um bicudo e na i tornou e no dii
labbido foi viito oa Boa-Vista ; oqual tem o signan
leguintei : estatura ordinaria tecco do corpo be
preto bom denles muito ladino que parece criou-
lo ; quando falla faz ai vezesfgeiloi no mito pouti
barba representa tei 28 annoi ; levou calcas do tit-
eado j* velhas, camisa de panninho e bonete : roga-
se es autoridades policiaes que o prendi assia
como outra qualquer pesioa <|ue serio bem recom-
pensadas, edeverd entregara Dinii Antonio de Mo-
raes Silva na Ibura ou ao major Thomac Jos di
Silva Gusmio, no Alerro-iia Bua-V'i>ta : juntamente
rona-se aos Srs compradores de escravos lurlados,
que o nao compren* a algn* ladrio que o for vender,
= Fugio a prela Catbarina de nac,io Cacange ,
baisa, cor um pouco fula ; (em falta de um denle ai
frente peilos pequeos ps curtos e rosaos ; bebii
ago'ardenle o dee representar boje 28 asnos
talvez tenba filhos : quem a pegar, ou queira dar no-
ticias dirija-se a Jos Luiz Pereira morador na rui
Nova desta cidide que gratificar generosa mente.
Do i baixo aisignado fugio oo da 26 de dezem-
brode!845, o aeu escravo crioulo, de nome Anto-
nio, de idade de 25 annoi, pouco mais ou menoi,
com os sigmei leguintei: estatura regular cheio di
corpo olbos amortecidos, fall deicancada ; foi com-
prado a Manoel Galdino W anderley Lins como coniu
do papel abaiio transcripto morador no lugar B/ejo-
Novo, em Seriohiem em cujo poder dizem arhar-w
0 inesmo eicravo : roga por tanto o meimo abaixo s<-
ngnado ai autoridades policiaes a appreheoiio do dito
aeu escravo, e prometle gratificar generosamente i
quem o levar a ra Direila n. 40 segundo andir,
ou no engeobo Pinloa. Joi Firmando da Crut.
Digo eu abaiso assigoado que entre os mais bes*
que possuo de manaa e pacifica pone livre e desem-
baratado de bypotbeca e penbora be bem ataim o es-
cravo crioulo de nome Antonio, oqual o bouve por be-
ranga do meu fallecido pa ; cujo escravo vendo, come
de faelo vendido tenbo de boje para sempre, ao Sr. Jo-
s Femando da Cruz pelo preco e quanlia de 500*
rs. que recebi ao faser deste em moeda conenla.
para que cedo e Iraspasso toda pone e dominio qui
oelle linha ao sobredito comprador, o qual o poi'
luir como seu que be e tica sendo de boje para sem-
pre pagando o meimo comprador a cna ; e por >('
verdade ped e roguoi ao Sr. / aquim da Fuoscce Sos-
res de FigUeiredo este por mim asrrevesse no qual m
assigoo com si testemunhas abaiso aisignadaa. Ln-
gento Pintos, W de junbo de 1844 Maovel G"
>iino Wanderley Lio. Como lestemunbasPdr*
Jerooymo Barreilo Rangel Joaquim da Fonseca Sos-
res de Figueiredo. Pagou a eisa como consta di
1 beta n. 18.
bi-
PERM.
NA TTP: DE M. r DE FARIA
1046.


Full Text
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