Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08171


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Full Text
,nn de 1846.
Quinta feira
, n/rtROpuMlca-se oda* ada que
feo Cor" desuarda: o preo da a.s.gna-
Eri hde 4#r". por qoartel Pido, odianla-
fcr o annuucioi dos aniantes sao insc-
J. ,1 i Iteren te. e as repeticrtes pela meUde.
r'iioha, e 160 e.a tyi'Q diffr.rcntc.
MASES DA LA NO ME* 1>E JANEIRO.
~, a 4 aos 5 minutos da tarde,
f" heia al2a.il hor. e4l mi. da ma.
k c5 ".. I hor. e 3t m. da Urde.
N^%ao7Mrii.Smln. da manhaa.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Goianna. Parahyba, e Rio Grande do Norte
Segundas e Sextas feiras.
Cabo, Serinhaein, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Macey, no 1." 11 e 21 de cada mes.
Garanhuns e '"onfto alie 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e28.
Victoria as Quintas feiras.
Olinda todos os diai.
PREAMAR DE HOJE.
Primelraa 1 h.el8min. da tarde.
Segunda alh.e42 minutos da manhaa.
de Janeiro.
Anno XXII N. 15.
DAS DA SEMANA.
5 Segunda S. Telesforo, aud. do J. dos orf.
e do J. do ':. da 2. v., do J. M. da 2. v.
6 Torva Da de Reis Magos (Epifana.
doSnlior) S. Gaspar.
7 (hurta S. Theodoro, aud. do J. do civ.
da 2.* v., c do J. de paz do 1 a dlt. do t.
8 Quinta S. Lourcnco, aud. do J. de orf.
edo 3. M. da 1. v
9 Sexta S. Juliao. aud. do J. do civ. da I.
v., e do J. de paz do i. dist. de t.
lOSabbadoS. Goncalo, aud. do J do nv.
da I. v., e do J. de par. do I. dist. de t.
11 DotniogoS. Ilygiuo.
CAMBIOS NO DA 7 DE JANEIRO.
Cainb. sobre Londres. 27 '/, d. p. \f a 60 d.
Parte 317 ris por Tranco.
Lisboa 112 i. c. pr. p. ID.
Oesc. de let. de boas Armas 1 '/, p. % mez.
Duro Oncas liespanliotas 30/ '00 a 3l*T)Q0
.. Moeda de fis'lOO vel. IbY'illO I60W
.. de6/4oinov. lufOH) ,i IGtOO
.. de 4d00 8/GOO a 8/HOO
frua-Patacocs .... 1#W0 a I #920
Pesos Coluuinares. I#M!0 a 1/140
Ditos Mexicanos I84 a 1^880
Prkta iniuda 1/OO a !6l)0
Acedes da C do Beberibc de 50|l)00 ao par.
I ARIO DE PERN AMBUCO
PARTE OFF?CUl.
Governo da provincia.
RXPEDlErlM D" DI* 2 DI CilBRIHTB.
OfficioAo presidente da relsgo, exigindo o sea pi-
erer sobre urna repreienlacio d cmara muDiejpal de
N*7iretb.
DitoAo engenheifo ean chele d*t obra publicas.
leiermineod'i. que. em cumprimento do imperial avilo
de 10 de Miembro do tono ultimo, e emquanto o con-
trario oto fr ordenado pelo Kxm. Sr ministro ds me-
nnha a cuja preaence vio ser levadas as obiervacoei
ior s'. me leu' em oficio de 29 de novembro do dilo
,-nnu. uwode con'.iasr. toda de podra, a eonstrurclo
locaea, que ie lU faiendo em frente do arsenal de
m.rinha delta prqvineia. Paltiepou-ie 10 inspector
do arsenal demarinha.
Dito Ap dolenado aopplenle Jo pnmeiro diilnclo
lesle eidade, declarando, para teu governo na eonfe-
reneia do alicatado do e-lylo ao arrematanle da illumi-
nieio publica da meima eidade. que em todo o mei de
outubro pr-iimo paaaado oenbuma falta bouve em a di-
ta HumioecAo.
DitoA'cmara municipal delta eidade, significan
do, que be reparticSo daaobraa publicas por onde te
fuerio al despeas com o desembarque da pedra do cal
car, ltimamente inda da ilhe de Fernando. man-
dada por a sus diiposicio. que devem aer pagaa taea dea-
pea, e nio ao arsenal de marinha, como delerminou a
presidencia I9de deiembro ultimo. Communicou-
a* ao inipeelor do #raenl de mernUe e eoengenbeiro
em ebefe daa obiaa pul.lreaj, que a aoroeiban re.poiio
baia representado a presidencia.
DitoA' carnal municipal do Bonito, prevemodo-a
de que o> atligos addiciona a ia reapectuaa potturaa,
que ierio annexua ao leu officio le 19 de novembro p.
passado, aerao leaadoa ao eoobecimenlo da aiiembl le-
gislativa provincial, logo que ae ella reunir.
I),io A mesnia, declarando, que pode receber o ju-
ramento doa juina de pai do aeu municipio, que o mn-
daiem prestar por prncuradorea.
PortaraAoinipector do arsenal de marinba, de
terminando, que mande dar baixa do servico aoa recru-
tas-iroaojoide Santa Anna eJoi Xaaier da Cotia,
ulgados incapazea do servico pela junta deeade, caao
teriliau sido elles recruttdus neita pronncia
Diio lLiuaireganiio o tccr'tario do arsenal do mara-
al de lazero expediente ordinario daquella repaiti-
cio, emquanto ae n&o providencia sobre a aubitiluicio
do respectivo inspector, que ae acba doente. Parlici-
pou-ie ao inspi'cior da thesouiaria da fasenda.
m^^......BBggBggg
EXTERIOR.
INDIA.
Al ultimaa noticias da India, recebidas por via de
Trieste, antes da cliegtda do paquete ordinario, que
pasta por Marselha, elesneao at !. de outubro. Es-
tat noticias nao sio de grande importancia, no que diz
letpeito ia posseatfies da companbia das lndiaa, onde,
atsimcomo noScinde, reina a mais completa tranquil-
lidade. Nio acontece oulro tanto im Lsbore, pois que
o principe Peahora-Sing marebava contra aquella capi-
tal, para despojar do poder a Jow*kir-Sing, irmio da
rainha in ; o qual lugio vergonbosamenle, abaado-
oande ocamposein conibatei; e por isso as auaa tropas
se imotinario, avista de urna srmelbante Iraqueza.e o
bngario aquello principe a entrar com ellaaem Lahore
para all combater o seu rival. Sir Henrique Hardinge.
goiernador geral das indiaa, resolveo se a inlervir nes-
ia lucia, e para este fim sabio de Calcuta no dia 21 de
lelrmbro. para collocar-se a (rente de um exercito de
32.000 bomens de infantaria. 600 cavalloa, e 1*0 pe-
cas de artilliaria. A'vitta disto esperio se grandei a-
cuntecimonloa, porque nio he provavel, que a aolda-
detca. que domina em Laboio. aetubmetla sem resis-
tencia intervencao ingle?a. Sir Henrique Hardinge
annunciou, que a aua ausencia de Calcuta durara pelo
menos anno o meio. (Veoals.)
Parece, que a tranquillidide actual do Scindeaea
depouca duracao ; e que importantea acootecimeolot
teprrpario em tuda a India.
0 governador general. Sir Henrique Hardinge, de-
iu etlabelec- r o seu quarlel general en. Aga, ponto
situado a pourat leguas dedislaneis do reino de Labore.
Ptihora-Sing continuava a l.ser grandea progresaoi
no piii, e jronla erm div.rsas pracas forlea. e ubi
estrato de tnnla mil bomens. Jowabir-Nng. re-
gente do reino. \6 cada dia diminuir as forcea do seu
pulido e teme ver rebentar na sua meima capital um.
triel inurreico. com molivo das grande lerts re-
iotaa, qUe se celebrlo na India nos principios de
Cs'.__ .-:..- -.. .l.o*n rin> horru-
"w.uyf^ i^nUH lliiflt instu ^- -------r--
'ea. ,que ...ia tra0 tbeatro aquelle paii. Ua b.bil.n-
' de K. irauad, depois de ter abracado a cauaa de Pes-
hon-S.ng, (Dhlo abandonado o seu partido ao appro-
'mirem-se s> tropas do goveroo. Derrotadas eslas
IVihoia-Siog marebou aobre a eidade rebelde, e co-
"'ou por destruir metade della a tiros de canblo.
Depoit dirigio-te a prac principal, onde ae liobaore-
'"ido ss moradores da eidade, e ordnou urna car-
"eniiteral. pua ordem foi eiecutada em poucaa bo-
PRUSSIA.
Btrlim, 22 da OHttiiro.
Ai deliberacoes do synodo catboco allemlo con ti
nulo o seu curso ; e di^ie, qoe este synodo termina-
r no dia 25. A aaaeuiblua tomando por base os esta-
tutosd. Breslau e Leiptick adoptou a niaior parte del-
les. Esta igreja be por tanto urna nova ramificapio da
igreja allemia, e os dissidentea da Prusaia central nio
se astemelbio, oem aos da Polonia Prussianna, ero aoa
da Silezia, nm aosda Saxonia; podendo-ie j provr.
que haverem breve tantas igrejat eseitat quantot sin
ot dittrictot da Prustia. O principal principio estabe-
lecido oeste synodo foi o do tuflragio universal ; at as
rnulberes podem ter eleilaa.e teem voto na adminiltra-
fio de eommunidade Em quantn ao concilio geral pro
t^ianio. que est para i'i reunir nesta capital. Hcou
por ora adiado.
At boje ao o reino de Haonnvere o de Hesse to os
nicos estados, que aeolbrio bem esta ideia do gover-
iio pruuiaono, tendo-se pronunciado contra ella os du-
cidot deSaxonia Weimar.deSaxonia-Coburgo-GoIba,
e rnuitoa outroa pequeos estados proteitanlea la Mle-
manba. O movimenjo poltico cresce cada vez mais a
Prutlia, mas, nio obslanie itM, nio ha ja tantaiespe
fOC, nomo dantes, de que o rei outorgue ma eoos-
lituicio ao seu pvo. Ai di- las provinciaei devem ser
em breve coovocadai.
(Gatele di Colognt.)
dem 30. Toda ai noticiaa. que chego da Po -
merania larem a pintura man triste da miseria, que al-
flige etla provincia. A lituacao dai clastes jirnaleiras
be muilJ desgracada : a colheita, que (oi mejiana, a
*pioolia, que ha dilimado o ga.lo.e finalmente a enfer-
inidad daa batatas promellem um invern doa maja
crueit para estes desgracados, cuja maior parle eatl re-
duzida por nico alimento a comer raes e hervaseoii-
daa em agoa. Al noticias das montanbaa da Sileii* lio
tambem mu trittei (Gozara Alimaa. )
dem 31. Trate-ie neata capital de um projeclo de
eociedede.poraccSei.doeapitil de um milhfiode tbaleri.
para animar o commereio pruisianno do Danubio infe-
rior. O agentes, que se mandarlo tquelles lugares,
aisegurrao que oa labiicaolee da Pruaaia encontraran
urna oceupacio ventajosa nos mercadoi de Cabatr, e de
outroa ponloi do baixo Danubio. Sem duvida, que po-
de haver grande vanlagem em tirar destesmercados pro-
ductos indgena*, para importa-loi na Pruisia. Ette
projecto foi submeltido ao governo com a propotta de
um empreitimo sem juro, para a construcelo de barcoi
a vapor, (Gaulle de Pi lia.
RSSIA.
Sao relertburgo, 30 di Outubro.
O imperador Nicolao, aina de sabir para a Italia,
publicou maullan de grande importancia, pois pede
coniiderar-i* como um completo cdigo criminal. Ai
leii criminaei erio promulgadas noi ukaiu dos impera-
dores, e o leu numero era excesiivo, e por oonifguin-
te havia oellai grande conluiio, purqu* algum destes
ukasts lobem ao lempo do ciar Alexia Michaeiowilz,
av doa Romanoff. A nova legialacio regula o pro-
cetsos crimes sobre I atea fixet. As penas antigat con-
tervio te no novo cdigo, que comecari a vigorar des-
de o I. de meio do anno de 1846.
P..r oulro u/taie le ordena que lodos os judeo, que
se occuplo oa venda e extraccio de agoaa-ardentei e
Hebrea, iiilo daa aldai rusias, e vio estabelecer-ae
oai cidadei. [GattUe d* Auj*bour.)
TURQUA.
feyruih 14 oV SflimtVo.
Cbekib-E(fendi acaba de dirigir aocorpo contular a
nota aeguinie;
Sr. cnsul; Tenbo a bonra de levar aoseu
conbacimento, que, lendo rm grande considerarlo o
melhoramenlo do tystema administrativo do Lbano,
5. M. I. o sultio meu augutlo soberano dignou se
confiar-Ule a importante minio da pacificacio da Mon
lanlia. Como pode acontecer, que, em quanto eu me
oceupo da oxecuco uaa resolucOcs lomadas para rte
Ueito, ot habitantes mamfealem senlinientoa denos
tilidade. e queirau oppor-ae ai vittaa beneficaa de meu
augusto soberano, be claro que, para reprimi-los e
reduii-los u ordem, a autoridades otlomanai e at tro-
pa unperiaea ae verao na obrgacio de empregar a for-
ja, que por eonaeguinte.r.onverlendo-so lod a Mon-
lanba niomentaneamenle n'um lco do aulevucau, a
guerra le ettendera sobre lodoi o pontos do Lbano.
Keceiando pois. que os subditos das potencias alindas da
aubliuie purla recebio eolio alguna insultos, ou ruaos
Iratemeolos, e desejando prevenir aa au srqueociaa apreaio-me a notiGcar-vos officialinente,
Sr. eoosul que ae coocedeo um preso de dez diaa, a
conl-r desde a ata nesta para quopo.aat chamara
Beyrulb lodos os ossos conipatriotai, que se echem
adualnienie oa Monlanha recommenuaiio-ir .0
meimo lempo, que nio abandonem a cidude.em quan-
to eu nio tiver a honra de dingir-vot outra nota official.
Urna ve decorrido o prno cima prefixo. ninguem
ler' direitod* queixar-ae, nom de reclamar indemniaa
ci deprejui.os; e toa. S'. conaul, leren a bondade
de dar as ordent mais efficaiei e termiuanlea, pafa que
oenbum dos subditos da votsa naci permaoe?a na
Monlanha depois de ter expirado o eilado prazo.
O cnsul de Fmdci, como ja dinemos, pioleitvu Ti
vamenle contra um procedimento, cujai formal tinhSo
todo o carcter de urna frca. O marques Jo Contades,
tecretario do embaixador de Franca na Turqua, que
tinbachegado a Beyrulb algn! diai antei, pari im-
mediatamente para Constanlinopla a bordo do vapor
famtir. [Cautil d'Augibourg.)
CHINA.
Ai noticias da China alcancio al ao fim de julho.
mas sio de pouca importancia. Ai ralificacdes do tra-
tado de amisada e commereio, concluido a 25 de ou-
tubro de 1844 em Wampoa, entre os plenipotencia-
rios do rei dos Francezes e do imperador da China, tro -
crio-ae no dia >> de julho ultimo em Taipanhni, per-
iodo Bogue, no palacio do maodarin -almirante, que
commanda as forcas chinelas no no d Canto.
Ao matm tempo Mr. de Legrenc recebeo a^copia
official do edicto publicado pe i imperador da China,
pelo quil le revogio ai penas imposlai o mira ot ebris-
laoi, autoritaodo-oi a profenar publicamente o cbns
tianismo.
O dito documento vem acompanhado de um odi-
cio que Ki-Ing, latisfazendo a mlieitude de Mr. La-
grenc: eqialilade de alto comminario. aeereicentoo
ao tollo do rescripto im lerial, para regular a execuciu.
definir clarain nleos ilirai|of das populacSe ehrnilai.
e tirar lodo o pretexto a ma vunlado ds mandarn*.
(Commere )
(Otario do Governo )
i i.^iMiiiMiMniiTiir"**^ *
INTERIOR.
RIO-DE-JANKIRO.
Minitterio dos negonoi eiiriingeirot, em 17 de
novembro da 1846.
O abaixo aitignado, doconcelho d" S. M. o Impera
dor, ministro e secretario de estado dos negocios ealian-
geiros, recebeo a nota, que o Sr. D. Tboroaz Guido, en-
viado exlraordinario e ministro plenipotenciario da Coo
federacio Argentina Ibe dirigi no da 17, eentregou
no dia 19 do mei de agosto do rorrente anno.
Nesta ola declara o Sr. D. Thomaz Guido, que, nao
considerando o seu governo til nem proprio conservar
nesta corto um ministro,cuja missio nio fra bem com-
prehendida, Ibe enviara ordem positiva* para pedir o en
passapolte. e em virtude deltas pedo-o com elTeilo para
ai, e para a tua familia e comitiva, decorando oulro sim
ler recebido tambem ordem do teu goveino para assegu-
rar ao mesmo tempo ao de S M. o Imperador, que esla
determinacio nio altera a pai da repblica com o im-
perio.
O abaixo asiignado dispunha te a contestar a referida
ola, quando no dia 20. por noule. recebeo um bilbete
do Sr. Guido, aoheiundo urna conferencia com o abai-
xo atiignado para tratar de anumptos de interesse pu
blico.
abaixo signado marcou para etsa conferencia o
dia 2i pelo meio dia, e versando a -lila conferencia so-
bre o alcance das noticias, que turbio vindo do Rio-da-
Prala. relativas aoa acto praticadosalli pela intervencio
anglo Irancoza. o abaixo astignado leve do ponderar o
Sr. Guido a posicio, em que te achava colUada para
com o governo imperial a logacio argentina, em conse-
quencia da nota entregue ao abaixo atiignado no da
19. 0 Sr. Guido declarou nena occanio, que nio mus-
tia pelos pessaportea, mas que nio poueria recutar-se a
acceita-los. se Ibe oisem enviados, e o abano astigna-
do respondeo ao Sr. Guido, que demorara o passapor-
tea, ficando a nota em aegredo. e esperando, que lusie
retir .de Ha poucoi dial, porui, constou ao abaix. as-
iignado. que o Sr. Guido linha mandado imprimir a
sua nota, e que um exemplar della lora sublrah 10, ten-
do de crr, que brevemente vir a ter publicidade.
Etla circunstancia, que nio dependeoda vontade do
.baixo atiignado. obrigs-o a remoller ao Sr. Guido a
retposla, que deide logo teria dado sua nota, addi
cionando-lbe apenas alguna etclarecimentos. que resul-
tio de iolormavoea recebidas posteriormente.
A resposla be a seguinle : .
Como o pedido de passaporte, feito pelo Sr. uido,
funda-se naellegaco de lacios, que o governo impe
nal, ou nio podo dimitir nem reconhecer como exac-
loa, ou p.je raioavul e satisfactoriamente explicar, o a
b-uo assigado trtn por dover recapitular a nota do Si
D. Tbome/ Guido, e conleatar depois dalo o laclot.
que Bell e relerem, a fim oe que urna expolelo franca
e leal habilite, como he de rallo, a lodas ai pesioas, que
a lerem, dentro e lora do Brasil, para julgar com eoobe-
cimenlo de cauta da juatica e boj f. com que o governo
imperial lem procedido na coolinda entre as dua re-
publicas do Hi>-da Prata.
Becorda o Sr D. T'bomex Guido, em pnmeiro lugar,
na tua referida nota de 17 de agoiio, que asielavd.e
entre o imperio e a Confederadlo Argentina, re.tabele
pelo sent metilo nacional do Brasil, Ibe protnettrio di-
loso pnrvir.
Lembra o Sr. Guido, que. em consequineia da guer-
ra da confederacio contra o chefe do Etlado Oriental,
juUlra til o seu governo conservar junto de S M.o
Imperadora mesma misiio extraordinaria, e Ih'a confi-
ara coaexprosias ordeos para etlreitarat relaces de a-
rnizaile com o governo imperial.
Refere n iuterpellacln que por parte do gnverun im-
perial Iho f,ii feita em nota d>> 11 dojuiiho de IH'i a
respeilo das intencoea, nom q'ie aa firyaa nrgenlinas lo
preuarirftu a invadir o Kslad- Oriental, o a ana reapuill
de 4S dn nieini" mes, em que ileel.ir.in eslar a indepen-
denoia do Elad,'Orienl,il guriiitid.i por tr.itid.ia, o nio
haver aido jaioais poala em <|iieata.i ii.iao.iiiuelli.is dn gO-
veruii argi'iiliini; e recapitula 01 moliv.-a alk'g.ido por
eate para levar n guerra a Repiiblu'n d.i Uruguay.
Diz que na aotUl succeaaivua do governo iiii|ierial al
eieiuhrude 1843 ileverA.i persuadir a legajan argenti-
na i|oe'tinha anl.i rccmliecid.. a juatiga da ni.ufoderacio,
e nieanWqiieiiaii ora pennillido duvi.ln-lci, una ves que,
looeitad.. aoui reatricca." pelo gabinete imperial o exer-
ntdlo pratieo por parlo dn governo argentino de todos
ns dirritna de um belliger-int.i e.nnra O ISan.la Oriental, nao le reservara o governo imperial
eiiio aeaenllia da politioa, que Ir.eapruuvcase seguir
|ia na partea oontendoraa.
C"iifesaa quo o governo imperial, preforindo mauter-
so neutral, o declarou naaim uleiniicmenle.
Suppoe baver doaigualdado neata poltica, vala da
coni|>arac*o que faz dos doy beligerantes ; mas aocrea-
pentaquo anda aaaiiaaeeittra.em nmne da Coufoderacso
Argentina, a ueulralidado do imperio com na aeua di-
re (oa e deverea.
Aprsenla a opiuiso que forinou da marcha seguida
pelo ministerio do Brasil, parecenJo-lho nlg.uua le
uue ia mudar de pnlilie, quaudn em verdade prosegua
un sen synienia de neiilralidsde.
Allega quo a paeifieacao da provincia do Rio-rande
he .levidj em grande parto a imeepacio d.. Blindo Ori-
ental pelociereilo argenlino, que privou nos revoluein-
uanoa dosmeioa, quo d'alli liravo, o oom quo se sus-
lentr&o durante nove anu.
Declara que em quanl 8 neutralidnilo paeeoia lera
baae da pnliliea imperial lia coiitenda do Ri..-da-Prnta,
nao fallara., alineseos, quo a lagacAo argentina aprovei-
t.iu para afiancar a boa inlolligein-i enlre a oonfodera-
v..n, o o Brasil, uiaa 000 em elembro de 1843 viera per-
char esaa boa int.lligeiioia um sucres* lamentavol,
v.J;: ..Ic.onvtnciode 1828, cunlinuirio sem inler-
rupci stmeiauodei84l; e quo, tnlormado eotao o
goveroo argentino da prxima coroecao do augusto tuc
eestor do Ilustre fundador do imperio, se spretsara a
oflerecer a S. VI uina prova a^igoaladada aalislacSoda
repblica por lio plauaivel acoulecimenlo, e honrara o
Sr. Guido com a alia missio de reprsenla la oeal* cOr-
te, ede maoifeilar a S. M. o Imperador, em seu oome
e no da confederado, ai sympatbiai devidaa a um mo-
uaicha americano, cujai euiiueales viflude, icldai
liae ul. era poasivel ao governo argi-uiinn ..ilonuar nein
di.simular; o arai.leria.i e.aoauoooaao ooiuo quobra fla-
grante da neiilralidade du Braail.
Analyaa a mi.aao do et-iiiiinatro Sinimb na Repu-
IiIob du Uruguay. Diz que fra precedida do ultraje pu-
blico a mu agente de S. a. naquell* capital, eseooo-
verlra, fura do ludo u oaloillo, em agencia de guerra
contra a confederacio; quo, negaiido-ao o ex-iuiutro
Sinimb ao reeonl.eeiineiito doblnqueiu dcoretado pela
governo argentino contra Momeviddu, realabelecra u
animo da giiarnici sitiada, de.pentra eaporanoia fa-
buloaas para ealimular a rcaalcncia. Hiera aberturas pa-
ra lrnl.vl.ia, rorebra propnaicoca obre cesa! do terri-
torio, abrigara ainialraa cumbiiinciVi com o inmiBos
lia Repblica Argentina, e nio dnvidara em ur.casiao so-
le.....u chamar alliado do Imperador a um poder naacidu
da rebelln.i.
Contina "Sr. D. Thonaat uido disendo quenex-
onm.iro braaileiro em u. no.-Ayrea Duarle da P-.nta
ttibeiro tinha desappr..vadu o procedimento do aeu ool-
|,.Ba ; e qi.....governo argentino, repellindo ate a pjM-
.ibili.U.'e do cohercnea entre o* projectoa d..ox-mniii.
ir- .Miiiinb a oa principios do governu imperial, caaau-
,ou francamente ante a legacau braaileira eiiiBu.no,-
Avrr a culidinla ilaqoclle tune.ioiiario, conaiido ou-
nJiitrnr no ministro Houto Ribeiro um interpreto digno
para iiiiiuinciiir aS. M. aalliludo offeusiva do aou repre-
soniaiile en. Montevideo.
Que a legaco imperial em Bueims-Ayres illudir* eiaa
eaperanca, o que, aaaociandu-ae aiibii.nuenle aoa desa-
catos do -ministro S.imub, pmora em questo oin
aa nota de 25 do elembro daquelle anno ns direitns do
governo federal para declarar o bloquoio a Montevideo,
nulificara com dura npr..pricdu,lo a leg.slalura de
Diienoa-Ayrc, eapnatropliara deseuiiiediduineiile ao go-
verno. junto do qual calava acreditado, defendendo por
la., e.tranhoa meio. aa aberracea do ex-miiualro Sinim-
b. quo de enviado pai iheo ae tomara em agitador e em
mmico da Conr.drracio Argentina.
Uue o B-emo arg. nliii.i aeaobrepi.iera a aua aorpre-
. por ti- grave meicle.iie, preferir reapeitar na medl-
Ufiao do m.ni.tro Po.uc Hibriro dirmto de emendar
mu erro, e .. convidara a retirar a aun indicada nota para
nao dar lugar a uuia cuiiln.ver.ia de.agradavel, decidi-
damente prejudicial au.u a atropen; m*. que nao
leudo ex.10 o c.nvile do lumi.lorio do Bucnos-Avrc. a
curre.poiid.nea diplomtica com o 'ministro braaileiro
nao poda mal. .cr po...vel aob taea auap.cioa, sem des-
duuru e ..ni peng" deaer.aaoullioe..
Pondera, que a coiocidencia detsa diplomacia de am-
bas as m.rg, ni do Plata nao allerar. a conhaoca do go-
,e,no argenlino .... o. nob.e. pr.nc.p.ot do gove.no im-
p,-ri.l. Cue o seu governo cumideou a conducta oIB-
;.al daqurlles d.plomal.i ab.olulameole albea do espt-
riv u'o .iscts 'Jo '"ii: e que desapprovada, como
diz ler ndo pelo-governo de S.'M. o Imperador, ticara
explic.laii.enlo sanccionado o dlreito pere.to do gover-
no .rgent.no para pedir ao do impeli a sitiifacao e re-
paraci'j digna de ambos.
Lembra a nota, que em 30 de novembro de 1843 di-
rigi ao ministerio imperial, documentada com a gaieta
uo Buenos-Ayres, para obter do goveroo deS. M. Im-
perial uma dvtuouilracio Davola,que disaipaneai po-


y
Tunda iir.pres8ei. que deixra. 01; menoscabo do Bn-
sil, a imprav.iodoiteuministros,'ediquedah prin-
cipiar pura a legado argentina aiprra tarefa de pro-
mover, sem resultad... oa interesse da conederacio, e
a de esfor.arsa en, vio para restablecer a boa inlelli-
]fl>"ia entreo doui pai-et.
Lembra t.nibem, que no ministerio doi negocio ei
(Tngenos deve constar, que ames di, concluir se um an-
nv de incestantes instancias nio (ora honrado o Sr.
Guido neo. con, uma simples accutacin de recebin.enlo;
e que a final mi nbteve o governo argent.no a pr. posta
de que retiraste a la reclamacio em favor da lobenni.,
dopaiz, unVrecendo em troceo de S M. I. retirar tan-
bem a nota do leu ministro Ponte Ribeiro. lubjeita j
ao juiro do aniboi o poso, como le esta, que chima
illusio, mpozesse silencio a historia, ou contrabalao-
asieo immenso prejui/odd conedericao estoruda no
exercicio de um dimito immutavel, e 1 decan ci do
tx ministro Sinimb. ante as cmaras do Brasil, de
t' r cumprido fielmente a tua missio e a suai ini-
truccoei. a
(ut.nto asatiercoes comprebendida nesta primeira
parte da nota do Sr Guido, compre ao abano assigmdu
obaervirao Sr. Guido, que antea da sua nomeacio co-
mo enviado extraordinario e ministro pl nipotenriino
nesta corle, ja ogoverno imperial, no anno de 1839
tinha asss Manifestada quanto ae inleresiava ern culti-
ver e promover ai relarde* de sumada e boa intelligen-
cia com o governo da conederacio.
He notorio, que neste proposito nomeou o gnverm.
imperial, pin. repiesenta-lo junto da cunledericio, com
o carcter, de enviado exlraoidinirio e unnitio plenipo-
tenciario ao commendador Luiz de Souza Dial, que al-
l se contervou al 1810, e foi substituido, pnmeira-
mente pelo eoncelhein; Lui>. Muulinho dn Lima Alvares
e Silva, com o mesmo carcter de enviado exlranrdin*-
rio e ministro plenipotenciario, e depon pelo comruen-
d.dnr Duarteda Ponte Ribeiro com o carcter de mi-
nistro resiliente.
Estas nomeacoei tornSo ptente a lolicitude do go-
verno imperial em ligar e estrellar ai lun relacoes com
o governo da Conederacio Argentina.
A benvola alinelo do governo argentino em man-
dar o Sr. Guido a esta corte no anno de 1841 para at-
, siitir como seu representante ao acto da coroacio de 6
M. o Imperador foi devid miente apreciada pelo guver-
no imperial, como em lempo opporluoo le fe sentir
legarlo argentina neita corle directamente ao gover-
no da confederarlo.
Ern nenhumi occasiSo deiiou o governo imperial de
retribuir actos benvolos de reciproeidade. lempre que
taei manilestaces sin cabidas* ajustadas.
Al utembro de 1843 parece nio ler o Sr. Guido
outros motivo* de descontentamente com o gabinete
imperial sean (alvez o de tratar eite com igualdade.
em suas relacoes polticas os governoi de ambas ai re-
publicas belligerantes. e baver feito a inlerpellicio de
11 de junbo de 18 .2 para obter do Sr. Guido explica-
res a respeilo da premeditada invasao da Repblica
Oriental do Uruguay por um exercto argentino.
Posto que o Sr. Guido le declirasse em inilruccei
para responder no sentido genuino e precito da nter
pellario, he certo que nio cirecco deltas para eslranbar
que o governo imperial mostraste desconfiar das inton -
cOei do governo argentino, e para declarar em nome
destoque a guerra era internacional, t i n lia por objecto
a reparacio de ofiensas reiebidas.
Esta declaracio foi confirmada pelo governo argen-
tino,
Com estas explicardes, o governo imperial julgou ler
salisleito por enlio sos deveres, que Ihe impunh a
convenci de 27 de ego>to de 1828, e na gueira entre
o beligerantes tomou a pos-cao de neutral, da qual
tem a ronsciencia de r-iose haver jamis desviado.
O governo imperial nao pudis adoptar outra poltica,
que fosse man anloga os inleresiei h relacoes, que
subssliao entre o liaastl c os estados belhger riles. U
argumento, que o ir. Guido deriva da comparscio
que laz entre os dous estados belligerantes he lano
m.iis destituirlo de lorca e applicacio, <|uanlo he certo,
que na lucia que o goveino imperial leve de sustentar
entra os rebeldes da provincia de S. Pedro do Kio
Grande, o governo da Conederacio Argentina nunca
le quiz prestar, duranlo muitosannos, a outra poltica
que no fosse a He uma tiricia neutialidade. como se
prova pela correspondencia ollicial com a legacio do
imperio em liuenos Ayres.
Firme neste proposito, mamlou o governo imperial
reconhecei o hioqueio parcial, declarado pelo governo
argentinoao porto de Montevideo em 19 de marco de
1843, lem profundar as lardea, que pooia tero mesm.
governo para prescindir neste caso da plenilude de urt.
direito corumum indnpulavel, para pralicar urna inno
vacio, que, supposto em beneficio doi neutros, podeii*
no seu exercicio encontrar diffiruldade e uhjercei.
Este Id. (ni iii parcial ni" rbcgnii a ver.fic.ir-.e
qundo ne no lineo 11 foi dcecuiil' -cidu pe ulmirniiir bn-
lanniro,
Em quanto r.in nrrnrreiiria tinlia lugar em Montevi-
deo, cnnriirdava em Bueno.-Ayrca o gowruu argentino
rom representante! fia Inglaterra rdaFrnnfs. p-r
iioin de um memorndum datada de 29 de marco '11
trotar ilaqnclle b oqo.i.. a navio* i.glexea e fruiunua
ulirii; luli'-nc na t-lirre* da. forcea, nata. d.iqu* lie*, il.....
potencial n viailar 01 unvoa de aiiaa reapecuva. imrfi ,
ca impeilir oeolradn d a gneros prohibid., fio..mo
01 consoles em Montevideo na rc.pnn.abilnlade de que
oa navio pcrli ricciilci i. >uaa naide nao ae emprea-
ra., no roioiin rrio ilo genero |.r. Inbldoa.
E.ta iiiorliHcaco no li|.o|i,ei'. parcial miniad pelo
governo argentino, n<- 1. de Li il de 1563, n indos oa
.gnito |iiibln'oa rea delllea em Biunoa-Ayre nao Cli;-
gou a ter uolifieada ana rbefea dna forcea uavaeariiaoio-
ii.nl.i em Monievidcn. pnrque. quaudo o almirante ai -
;;i niinn reecheo orileio para tai-lo, aeabiva de ser dea-
1 oiiliei ida a iulma(a0 do bloqueio parcial.
Consiillaiiilo oafunccioiiarioadaliiglaierra e da Fran-
ca em Motile video m rcapci tivu goveruui aubrr aquello
bloqiieio parcial, rerebrao ordein o inlriiee(ie para
reronbeeo-lo, ie por ventura lornaise o aer intimado,
ineaiiio rom aa nindihca(dei do memorndum de 19 de
inarfo de 1843.
Aprraiiin-ie o governo argentino a intimar novaineii-
teo dito kloqiieio em 11 de etembro aeguiltte.
O ministro do Braail em Monu-vido, itendendn a
nalurea egravidadr deata medida, que diveraiheava do
dei retado ein 19 ile marco, atai-ulini I
Tal he u faoto, em que te fundi ai qnoixit dirigi-
das pelo guverno da Confeduraciu Argentina ountra o
d Braail.
Foi por cama do dearonheoinientn do bloqueio que n
governo argentino apreaentuu ana ropreietUantea da
1'n.viiinia de liuenos-Ayrra a n.a mensagem de 2 de
etembro de 1843 para lomaren! em cmsideracto 01
allenladoa conintellidoa por parte do Braail contra a
ronfeileraci" o independencia do Estado Oriental. .
Rol pela incline cao. qe o governo argentino diri-
gi, noiue.ino ,!, ?2 de leierobr... legarlo imperial
e i. Biteno.-Ayrrt um. nula, annunei.nd.. quetevia
ni. ..grado e iudii|ien.avel dever de 'a.hir frenle
" ontra uma ggre...... qc ti,, profundamente vioUve
a digmdada o ua direitot de soberana da ronfedera-
ei... pondo-a .al*.. pr turf,., ,., nieim ten alean-
CO, ate oblrr coiupleii reparacio pelos prejuilol t
ultrajet, que Ihe inferirlo o actoa injuttu e attenla-
v. torio, d.. miniitro deS. M. o Imperador do Bra.il em
Montevideo.
A esta nota r tpondeo o ministro do Rraiil em Bue-
nos- Ayres por outra datada de 23 de Miembro, procu-
rando demontlrar, que o governo argentino nio tinha
direito a que Ihe fo.se reconhecido o bloqueio de Mon-
tevideo noi termos do memorndum de 29 de mareo, e
pronunru ndo-se contra o proposito, hotlit, que o go-
verno argentino annunciav por em pratici
Seguio-Ma nota do governo argentino datada do dia
27 detetembro. pmpendo ao ministro do Brasil a re-
consideracio e retirada de tua uta de 23, e a Ho mima-
tro do Brasil ao governo argentino daltdi de 29, de-
clarando, que a tua ola de 25 era reipoita i de 22.
que havta recebido do governo argentino, eque eslava
persuadido deque uma nio poda desannexir-se da
outra.
Por ultimo o governo argentino, por ola de 30 do
mesmo mez de let mbro, |ulgou dever interromper
enriar rom o ministro do Brasil lod* a correspondencia
offirial, anniquilando aisim a legacio imperial no mo-
mento, em que ell. era nuil necesaria para proteger ot
lubditosde S. M. o Imperador, e para defender oidi-
reiloi pi erogativa do imperto.
Esta resoluci" loi lomada quando o aelo do ministro
do li.asil em Montevideo, que dera ortgem a lio aceiba
discusito tinha sido afleeto ao cunbecintento e deettio
do governo imperial.
Com efleito, logo que o governo imperial foi infor-
mado deque oieu ministro em Montevideo nio linba
reconhecido o hloqueu do memorndum da 29 de mar-
co, ordenou Ibe. por despacho de 23 de aelembro de
1843. que o reconheceise; e delta decisio leo imme-
diatamenle conhecimenlo ao governo argentino em 2
ie nuiubro aegutnlo o iinnilio residente do Brasil en
Buenos-Ayres.
O govetno imperial, no empenho de conservar e ea-
tr.itar ai suas relacoes com o governo da Gonlederacio
Argentina, ainda fex mais.
Em nota, que o ministro dos negocios eitrangeiroj do
imperio o Sr. concelbeiro Paulino Jos Suareide Sou-
ra dirigi, com a dala de 22 do outubro, ao ministro
dai rel.ces exteriores da Confederacao Argentina o >r.
1) Filtppe Arana, decUrou elle c que o governo impe-
rial nio tuba hesitado um s momento em deaappro-
var o procedimento do commendador Cinsantio de
'< Sinunbque. lendo o governo imperial denppro-
vado o laclo do nio reconbecimenlo do bloqueio do
memorndum, nio podia approvar quaesiurr razOes,
com que o leu mintllro residente peanlo a Confede-
ii racio Argentina procurtise juslifica-lo.
Nesi. mesma nota participara aquelle ex-mintilro e
secretario de estado ao ministro das relacoes exteriores
da (Jonfederacio A.genlina, que tinha ordenado ao!
commendador Uutile da Ponte iibeito, que reliraise a
ua nota de 25 de selembio, e as que se Ihe seguiio,
comanlo, porem. que o governo argentino bouvowe de
retirar tambein a sua nula de 22 do mesmo mrt, e as
que se Ihe segutrio, levando o leu empenho em dar pro-
vas de benevolencia ao governo da confederadlo ao pon-
to de declarar, que o governo imperial pretenda, que,
retiradas as notas, continuaste o commendador Duarte
da Ponte Ribeiro a exercer as suas funciOes; lias que
no caso,ein que o governo argentino entendeste nio de-
ver acceder a lio justa e raioavel propoticio, o sobre-
dito commeridadoi linba orden, par ielirar.se.
He evidente, porem, que no (arto do nSo reconbeci-
iiii nio do bloquetu do tnemorarutuii: de 29 de nirc,o,
que tantas e lio acres reclamaides tem excitado da par-
le do governo da Conlederacfio Argentina, o governo
imperial prestou se a todas as demonslravdes, que erio
compativeis rom a tua justica e dignidade, para mani-
festar ao governod. confederacao a sua boa l e loaldade
aos principios da poltica que se havia propotto
A nota, poia, du -r. Guido, dirigida ao governo im-
pertal com data de 30 de novembro de 18VI. para obter
dn governo imperial urna demonslroftto oenteo/a, que
dis ipwcai piu/utidui impieetOts. que dtiira em mi-
no cabo do Hratii a imprecada do itu mimiiros, ou
nao tiuba objeoto, ou pelo menos dependa da condtcio
da retirada das not.t mencionadas ua que, rom dala de
22 de outubro, dirigi o ministro dos n. gocio estran-
geiros do impeiio o da Confederacao Argentin como
acuna lica expolio.
Ji se v. pon, que a proposta, que o Sr. Guido ex-
I v ler Ibe s.do fele depois de um anno de i/ice mil naas, estt de accoido eom o pentamento da nula
do minittro do. negocios eslringeuo. do imperio, data
da de 22 de outubto.
Ucide enlio at a|ora, isto be, durante mais de
doutanno, incetianlet leeni Sido as instancias do go-
verno imperial para obter do da Conlederacio Argen-
tina i retirada das notas, e anda nio pude alcancar
urna respotta, que lliifact.iria aeja e u bbilite para ul-
teriores detnonslraees.
Cumpre adseittr, que a relinda das notas oso he
urna medida isolada ollereci la pelo governo imperial ;
Oabaixo assignsdo nio pode deizar de sorprender-
se de que o Sr. Guido ainda insista em altribuir o
ex ministro do Brasil em Montevideo o ter feito aberturas
pira tratados; e recebido proposites sobre eessio de
territorio.
Consistir por ventura a verdade na reprodcelo de
fados que ji Torio victoriosamente explicados e com-
batidos ?
A ola de 22 de outubro conteatou semelhantes no-
ticias, que de proposito se espalhirio com fins sinis-
Iroi. Alm disto, depois das expticacoes dadaa na c-
mara pelo abtixo atiignado, naa tetsSet de 27 de agos-
to ao 1. de tetembro do coirente anno, onde al se
leo um documento assignsdo pelo Sr. Sinimb, e por
elle etponlsneamenle oflerecido. deve o abiixo atiig-
nado eslar persuadido de que o Sr. Guido seri o pri-
meiro a reconhecer actualmente a injustici e fslsidade
de taes imputiedes.
Nio pode o abaixo asaignado d-ixir de repellir a al-
lutio, que oSr. Guido lasa ultrajes, que ifurm le-
rem precedido a minio do Sr. Sinimb.
0 governo imperial labe em demasa prezar a sus
honra e dignidade.
S so governo imperial esmpele julgar os cssos. em
que a sua honra e dignidade psalo achar-se compro-
metlidas, e exigir e avallar ai repsracSes, que forem
correspondentes.
Records o Sr. D Tbomar Guido em segundo lugar,
na sua referida nota de 17 de agosto, que, saliendo
legacio argentina,' que da barca hespsnhola Horlen-
*ia se tinha baldeado para bordo da barca ruiiiina
Phanix slgum chumbo com destino pira Montevideo
solicitar a mesma legacio do ministro do Brasil, que
>o pioioi-., a sshida da Phcentx, e nao tivera res-
posta, resultando dibi sabir o navio, entrar em Mon-
tevideo, engaando a eaquadra bloqueadora, aeguir
depois para Buenoi-Ayres, nio se lite permitlir des-
earregar all e ter a legacio la Russia nesta corte ae
rias quesloei com a da Confederad Argentina.
(uai.to a este fado, coma nesie ministerio, que,
em consecuencia de uma nota do Sr. D. Thomaz Gui
do. datada de 12 de deiemhro de 1843. dando aviso
de que se linhio baldeado barras de chumbo de bordo
da barca Hurienna psra bordo da barca russiana Pticn-
nix. ped ro se immediat.mente infurmtcOes is au-
toridades corr.prlenles. nio sendo possivel, sem tses
nformscoes, baver procedimento algum ; pois que o
governo imperial, obrando sem a maior cireumspeccio,
poda assumir uma responssbiliJsde em demasa
grave
Quando pendilo as niormsc6ea, recebeo o gover
no imperial outra nota do Sr. D. Thomss Guido, com
a data de 16 de de/embro, annunciando, que a dita
barca Pkcenix tinha sabido do porto no dia anteceden-
te ; e por itsonio podia vir mais a proposito tratar de
um sstumplo, que j nio eslava ao alcance do governo
imperial.
Resulta, porm, dss nformscoes obtidas pelo go-
verno imperial, que o chumbo, de que ae trata, nao po-
dia comiderir-ie rigoroismente conlrsbindo de guer-
ra, segundo os principios de dtreito das gentes
Uma circumtlancia, a que a pralici das oacOes pres-
ta toda a indulgencia, bese os artigo-te acblo no aeu
estado nativo e nio manufacturado.
Assim be que o fero be considerado eom indulgencia,
ainda que as ancoras e oulros instrumentos, que delle
se fabricio, sio dtreettmente contrabando.
Alm disto, be mxima reconhecida, que noi por-
to* bloqueados be que o belligorante dave principal-
menta faser eilecliva a respoosibilidade do neutro.
[Continuar $* ha.)
Mas a inspeccSo que se requer rdo intil he, argu-|
menta quem ignora as evoluces do mercado, que ellA
se dispensa mui bem as compras e vendan de barricas A
saceos. Mas porque se dispensa? Oassucnr emsac-|
eos e barricas he comprado pelos exportadores nos I
armazensdeste genero, que nao passo de 39, todos]
dentro do Recife, ondeo v3q escolher e justar horjl
quequerem, e por cuja qualidado seresponsabilisaol
vendedor, quo por bem de sua propria repuUcu,|
marca logo taes saceos ou barricas com o seu nomo, I
afim de garantir a qualidade quealianca; octuesel
oSo pode exigir, por impraticavel, do avultado nu-
mero de senhores de engenho e vendedores miudos
decaixas, espalhados por toda a provincia, mas o
que se remediava perfeitamente com a antiga inspec-
(Ho, ou com a medida proposta.
' Adiamos por tanto bem fundado o requer ment
da associacSo commercial, e nfio duvidamos que i
reuniSo de boje acorde n'um meio efllcaz de conse-
guir a providencia lembrada, ou outra equivalente,
com o respeito devido lei. Uma segunda peticSo ao
Sr. inspector da thesourara com as ideias que a sala
approvasse, fra talvez capaz de mover a sua equida-
de a conceder cousa tSo justa como a que a associa-
cSo pede, e que est dentro da sua aleada, sem por
ora recorrer ao tliesouro publico nacional. Depois
de tentado este meio sem fructo (o que nSo queremos
suppr), se a associacflo sequizesse recollter omsi
mesma, echara talvez que a creaeflo de corretores
ajuramentados para ocnito d'inspeccionar oassu-
car, fra uma ideia prcferivel a qualquer outra, ain-
da que um pouco gravosa para a agricultura ; ecom
esses agentes ofliciaes teria principio a medida geral
de corretores, queja honlem indicamos.
Quizramos nos tambem por scmelhante motivo,
que o zlo da associacSo commercial se estendes.se a
impetrar da assembla da provincia a abolico do es-
candaloso contrato dos furos do assucar, eque ero
lugar da provincia receberdinheiro de taes arrema-
tantes, fosse ella que pagasse aos servidores necessa-
rios para semelhantc mister, econcedesse o producto
das amostras do assucar ao costeio do hospital da cs-
ridade, ou a qualquer oulro esUbcleciment pi.
O contrario he uma pesada contribuirlo que se lanca
A nossa agricultura, deixando aos arrematantes toda
a faculdade d'abusar do contrato na occasiflo do Tu-
ro, se elles sio de m;i f. Nos esperamos que a res-
petavel associacSo commercial tomar nota deste
reclame que hoje nossuggerio o seu requer ment,
e que acolher com beuigndade algumas outras
ideias que aqu arriscamos, acerca da questSo que vaj
discutir.
Variedade.
nimio de .riiiumum
HojesevSo reunir os ag cultores d'assucar que se
fcharem nesta pra^a, cmais os negociantes ou ou-
ras pessoas a quem semelhante commerco interessa
deperto, por convite da associacSo commercial, a
titii dediscutirem as ideias que ah apparecerem, pa-
ra remediar a antiga iiispeccjio do assucar, cuja sup-
pressSo tein Irazido graves inconvenientes auns e
outros, e adoplarem por fin a medida em quecon-
vior sala.
Leinos o requermento da associacSo commercial
ao Sr. inspector da thesourara, e a nformacSo do
Sr. administrador da mesa do consulado, que moti-
vou o indeferimento nter moras do mesmo inspec-
tor; e sentimos que por esta vez nSo tivesse a auto-
ridade occasiSo de reconhecer ajuslica c a conve-
niencia que havia em consentir, sem nfraccSo da
lei, que coutinuasse a antiga classficacSo do assucar
em caixas, para as vendas smente, que nSo para a ar-
recadacSo dos direitos, do modo porque a associacSo
a requerra.
Com efleito, nSo he possivel a quem conhece as va-
riadas especies d'assucar que os engenhos de Per-
namlitico fabricSo, e os precos proporcionaesque es-
sas especies aflectSo, equiparar assortes do nosso
assucar com as que se apresentSo nos mercados do
Rio o Baha, e reduzir as classficaces para as ven-
das a tres qualitlades smente, iluas branco e uma
nascavado. Entre o branco lino e o branco inferior,
e entre o mascavado macho e o mascavado baixo, ha
gradaces notaveis que os auligos linliSo assigna-
lado, eque nSo podem ser desconhecidas nem des-
prezadas pela praca. NSo hanoReci mazens nem espacosos edificios sobre trapiches, on-
de vSo deposilar-se as caixas todas que desem-
barcSo, como acontece no Rio e Baha, e onde os
compradores as vSo ver e justar sua volitado, no
dia e hora que Ihesapraz. Aqui, apenas desemhar-
cSo as caixas, lie mister que o vendedor se desraya
deltas, porque uo tem onde as recolher; e nSo lia-
vendo inspeccSo ou homem autorisado a classificar a
qualidade, com cuja nota elle possa vend-las logo,
lica reduzido a mendigar a vontade do comprador,
que nSo pode estar s suas ordens a toda a hora, pgra,
VISCO MARlNHO
Acaba de reoeber pat na de nvencin urna novs
substancia glutinosa eomposta por M.J' ff-iy de Lon-
dres, eintroduzida emFranfa por M. Lalcman. Subs-
tiiue vinlajosamente a colla forte eoalcatiio.e rene
em si aa qualidadei, que lhea laltav). Esta subs-
tancia, cuja applica(So he lan fcil como a da colla
forte, di s madeiras grudadis com ella uma foica
d'sdhesia, queaupporlao esforco de 25 kil. por cen-
tmetro quadrado: um esforco maior rompe a ma-
deiras -m determinar a separacio do ponto de june -
ca .. Este grude pode servir de emboco para preser-
var os roateriaes e augmentar-Ihes a solidez, bub-
mellido a humillado ou mergullisdo n'agoa, em que
he completamente nsoluvel, nada perde em dimen-
co e qualidade. Conforme a proporca i dos elemen-
tos, que o compera, elle se torna ou rgido e infle-
xvel, ou elstico ebrndo, de modo que satisfaz aos
diversos empregos. s que destina). Urna hrothurs
que temes a vista, fat ver especialmente as imcompa-
raveis vantagens, que delle pode colher a construc,o
naval. Na mestreac5o, na calafe'ageai, as junclu-
ras das vergas e dos costados elle obvia os inconve-
nientes, que hoje existen), J em achar-se uma pees
demadeira bastante groase ealta para formar os mas-
tros j em obstar completamente ao assalto das a-
goas e do tmpo. Decais, ainda tem maior valia,
porque suppre nos navios o forro de cobre, o qual,
alm de dispendioso, tem a desv.ntagem de oxydar-
se O visco marnho. preparado com um veneno
mineral, fz o mesmo efleito. que o cubre e he muilo
menos caro. Est hoj* demonstrado porexperiencis
de dous annos, que elle preservara contra & ataque
dos insectos marinbos a madeira, que fr com elle
embocada. as emb.rcacoes, em que se ten ha em-
pregado o forro de cubre, a oxydacio pJe ser imi e-
dida pelo visco marnho: quanto aos lugar, s, em que
o cobre nio he usado, o visco podo substitui-lo, por-
que, apphcado I m.deira, produzira os mais completos
satisfactorios resollados. M. Brunel, conatructor
do Tnnnel no Tamiza, tem empregado esta substancia
para os srua Iraballmi, porque ella he mu proprra pa-
ra unir ai pedral e tijollo* O governo inttlez e o fran-
cos, que Ihe cnnred*rio privilegios, depois de terern es-
cupuloiamentefeilo reiteradas experiencias, o admil-
lirlo ji na cunstruccio de varias embircicSes A
broohura termina com uma longa serie de certificados
epresentando o remitido dai experiencia! mandadn
fazer. A invencio he por ora um segredo. mas ere-
mos que o governo braiiloiro se nio descuidar em lem-
po competente de providenciar para que tej posto em
execucio entre ol este importante nielborainenlo.
. M
(Mineva lraixlienie )
CMME-^UO
foi propotla.depoii uuo o g.-verno imperial mandou n-\ir "'ir furo' "2 '"certeza dochogar a um ajus-
t i, j I te: e anda no caso de conseguir auc o comprador o
conb.cero bloqueio dei.pprovou a conduou do. mt-1 e h promplamenle, vende pelo preco que
nistros e cometo em dtr ordein para retirar-so ao seu'
Alfaudega.
HBNDIMBNTO 03 DU 7 ...............
DttcarrcaaO hoje 8.
BiresP/icioia Ierro.
BarcaBelta-I'ernambucana cebollas.
BarcaUiprafarinha.
RrivueTarujo II cebollas.
Brgue- IIaculamercaduras.
N.-S da Boa-Viagemitm.
.firt^SSI
minislro residente em Buenos Ayres.
Que Sisii ps SSSf o go.oi uu imperiai, que losie
raioavel e eilivesse ao seu aloaaee ?
Nio dunda o ibaixo asstgnado, que a historia te
teuba epoderado ji dai nolai do que se traa, eque
lorio publicadas -, porm se impossivel be apagar no*
nnael da historia contempornea os Vestigio! dessas
notai. ni nbumi tllusio baveria em rtsca-lai dos pn>-
bloUi.eio l.arri^l dei retado em 19 .le mareo, asael.ln
eroqu. 1.4 .1. vin reront.rrrr .. bl...,uei... pHMi-ipiid..|"colos da diplomacia, como meto de restabelecer e
tniu.cd.aLin.nle ce fatuto, e uiiaultaudo abre elle 01 consolidar relacoes benevolts e aungateis entre dual
governo iaaperial. JnifOM vizinfias.
Consulado.
inDimmTo do da 5.
Hrigu
elle lheofferece, porque deseja apurar, en3opoUe|Brigue Caikarinadem,
perder mais pas.di> r*e serte qsc a .r.cdida d'uia Bnuue-eioun S. -Crui
nova inspeccSo para a venda, operada pelos feitores
quando classilrcSo para os direitos, e requerida pela
associacSo commercial, alm da economa que com
sigo traz, quando dispensa o luxo d'uma estacSo es
pecial, muito mais til he aos agricultores que tanto
solfrem em seus interesses, do que aos negociantes
mesmos, os quacs apenas se desarranjSo por algumas
horas; e he depois de ludo um documento irrefraga-
vel da extensa probidade do corpo de commerco de
Pernambuco, que a associacSo he hoje chamada a
representar.
dem.
G.rsl...........
Provincial.......
Diversas provincias
3:696j232
1:5*6, 594
107*583
.................. iui#oo ,
5:330*409 I
/


.-_; -
.3^
Movmento do Porto.
Navios jaAidoi no dio, 7.
5 _Mififlu< ; sumaca bratilera S.-Benedicto, capitio
Joaqun) Ji de Sdveire, em ltiro.
Babia ; barca sarda Affonto l., oapitio Riael Bux-
zano. carga parte da que trouxe.
Msranhio ; brigue hespanhol S gunda-Montea, ca
nitio Jos Conill. carga a mesma, que trouxe.
"Edaf
. O Illm. Sr inipector da thetou'aria daa rendas
provinciaes manda later publico que. em virtade da
ordemdiExm. Sr preiidente da provincia, da 17 do
torrente, irlo pe* terceira vez a praca, para lerem
arrematadas a quem por menos filar, ai obrai das ca-
dena da eidade de Goianna, e da (illa do Hre|. aa des-
la orea las em 6:448*337 ris, e as d'aquella em
7:90392 rs.
04 licitante*, devidamente habilitados, devorad" com-
parecer na sala das sessdes ds tbesouraria no dia 9 de
Janeiro prximo futuro, ao meio dia.
Secretaria da tbesouraria daa rendas pruincias de
Pernambuco 18 de desembro de 1845.
O secretario ,
.un da Cotia Pertorarrtira.
L)e< laragoes.
_ As mal** para Bahia e Rio-de-Janeiro pelo pa-
quete mgli-z Siagull, tente I Hckeni. serio (echa-
das boj. 8 do correte, no consulado britannico, rus
da Cru. a > meio dia em ponto.
vitoimportante aot coHectadot dm bairro* do Rec-fe,
Santo Anta no. Hoa y tita e 1 fogadot
0 tdministredor da mes* da recnbeduria das rendas
garata internji, querendo dar urna prova dos deojo<,
que em de arrecadar os imposto? a cargo da mesa,
eemincommolo e daspezas, que acmetio o tneioi
executivos, pela ult-nni e nica tes, avisa aos ent-
radores do bairro do Recife. para que enhio pagar o
impoitodo banco, e de eacraios Je 1845 a 1846' de-
cid de mo mora, o ultimo lemestre de 1841 a 1845.
vencido no ultimo de desembro p p.; do bairro de San-
to Antonio os naasmot impostos, eannos; doshairros
da Bus-Vial. Af mudos. Magdalena, os mesmos im
poitoide 1842 a 1843, 1814 a 1845; cuja relaco j
se acha prompta para ser remettida a juizo, te por
ventura nio vierem pagar ata 15 do correte. E para
que ebegue a noticia a todos, faco o presente annun
eio. Recebedoria, 7 de j meiro de 1846.
Francisco Xivier Cavalcanti di Jlbuqutrqut.
= O doutor juiz de direito da aegunda vara do eri-
me deita comarca encarregado pelo Exm. Snr. presi-
dente da provioria de presidir a junta reyisora dos
jurados manda aier publico que os trsbalhoa da
referida junta teem principio boje, 8 do do corrente ,
as 9 horas na casa das tesiet do jury onde apresen-
Uno mas reclarracet. = O solivio da junta Jote
Allomo Gutdet Alcanforado,
A associacio comniercisl dests praca, a vista do
indvfen manto que leve a petic,io demonstrada no
Diario de 24 de dezembro p.p., convida aos !rt, agri-
cultores em geral, seus agentes nests praca, ou outras
qusesquer pessoat, a quem ioterestsr posta o commcr-
oio de sNuear em crixai, psrs se reunirem boje. 8
do corrente, ao meio dia em ponto, na sala da associa-
cio cowmercial, a (m de se tomar alguma deliberacio,
que poasa remediar o incoveniootes, que. se lentem
rom a lilla da antiga inspeccio. O secretario, Jos
Jerunymo Uonteiro
tbaixo assignado, encarregado pelo ehefe de
tua repartirlo para proceder ao lancamento da decima
dos predios urbanoa do bairro do Recife, avisa sos pro
priettriot do dito bairro que tem de dar principio ao
dito laocamento ih> dia 7 do correnle mez e que
ness* commistio tem de regular-se pelasdisposicSet do
alvaride'7 de junho de 1808 caria de le de 27 de
aiosto de 1830 e regulamrnto de 16 de abril de
1842 mandado observar neita provineia pela lei pro-
vincial n. 130 de 4844 Mesa de rendas internas pro-
vinciaes, 3 de Janeiro de 1846 O primeiro escriplura-
t\o Jote Guidet Salauttro.
O abaixo assignado, encarregado de fater o len-
camente da decima dos predios urbanos do bairro de
S. -Aotomo. partiripa aos mquilioos doi ditos predios,
ou a quem convirr. que no dia 7 do corrente mes dar
principio ao referido InnQanitnto : e por isio recoin
menda aos interessados que enhio s mi os recibos ,
para a vista driles 'arel o respectivo lancament >. Me-
ta de rendas internas provinciaes 3 de Janeiro de
1846. O primeiro escripiursno Joio Ignacio do
liego.
Oabaiio ostignaJo.encarrrgedo pelo ebefe de tua
roparlicio para proceder ao lancsmenlo da d> cima dos
predios urbanos do bairro da Boa-Visls avisa sos pro-
piielari. s do dito bairro quelrmdedar principio ao
dito lanrainenio no dia 7 do correle mes e que
neita rommisaio tem de regular-te pelat ditpnt (des
do alra de 7 de junho de 1808 cartadelei de 27 de
agosto de 1830, e regulamento de 16 de abril de 1842.
mandado observar tiesta provincia pela lei provincial o.
130 3 de Janeiro d<- 1846 francisco de Paula e Silva.
= Pelo lyco desta eidade se fas publico, i|Ue no
dia 6 de fevereiro do anno prximo futuro irio a eun-
uco ai cadenas de piimeiraa ledras psrs o sexomss-
ulinodat povoar;des dtiGoiannmba e Pedral-de-Fgo,
omarca de Goianna. Os candidatos, que ar reeridaa
adeias se quizerem oppV. babilitem-se nos termos
* lei. Secretaria do Ijco etta eidade, 23 de novem
r de 1845. O secretario, JoSo facundo da o/na
"utmuty$
No dis 13 do corrente mrt findio-te os 30 dias u-
' msicsdns nafa n nasamnnlo. hnera rio enfri <*
ecinn dos predios urbsnos: e todos aquelles, que
eixarem de pagar dentro deise praso, ineorrem na
multa de 3 /, do valor do debito, eomo determina o
regulamento de 16 de abril de 1842. Mesa de rendas
".ternss provinciaes, 7 de Janeiro de 186,
O eterivio e administrador,
tris Fi ancuco di Millo Cavalcanti.
=" arsenal de guerra compra 200 vttsouras de lim-
: quem aa pretender vender mande amostre r
njfuHa em raru fecha a directora do mesmo arte
"' 0o''M8,910, pin MeflwluirUl compra.
Directoria do arsenal de guerrs 7 de Janeiro de
1846. O eseriplurario Francisco Serfico de Aun
Carvalko.
PRODUCCAO LITTERARU.
Publiea-se na corle do Rio-de-Janeiro sensual-
mente um folbeto sob o titulo
OSHTSTBRIOS O* INQ01Slv*o
E oulrai tociedadei tecrrlas de etpanha,
contendo cada numero oito paginas do foimato de
oitavo Irancei pelo preco de 160 ra. pagos no aclo
da entrega. Aehio-se ja publicados 16 folhelos que
orlo dados pelo proco estipulado a quem assignsr pelo
resto da obra que ao lodo compde-se de 80 folhetos
a entre nos tanta falta de esc.i pos a reapcito da bis-,
ria da Hespsnba, edos horrorosos actos all pratieados
pela inquislcio.e sio neita obra expostos.com tanta cla-
reza alguna dalles que tuppomos lar i urna boa acqui-
sicS qualquer, quedelle se quizer prover : sequisicio
tsnto mais fcil quanto be to diminuto o preco da as-
signstura Subicreve-te na praca da Independencia ,
livrari* n 6 e 8
A\I.S(iS lilil lllllKtS.
Para o Bio de-Janeiro sahirt eom brevidadeo
moito veleiro patacho nacional S.-Jo i-Americano;
quem no mesmo qui'er carrenar, ir de passsgem, ou
manJar escravos, falle eom Gau-lino Anoatinho de
Rarms. na ra da Crus, n 66. ou eom o capilio a
bordo.
Para Lisboa sabe eom a possivel bravidade o
brigue Canceicao-ae-Maa, por ter a maior parle do
teu carregamento prompta : para carga e paaiageiio .
I"ta te eom o capilio na praca do Commereio ou
eom o ronaignatariu Thomaz de Aqino Punseca na
ra do Vigario. n 19.
Vendo-te a escuna americana Gallan! Mary, de
lote d- 12,3 toneladas forrada e enoavilha de cobre .
construid* em Btltimore deprimeira marcha eom
todo o veame novo, e prompta para qualquer viagem:
a tratar no eteriptorio de L. G. Ferreira & Gompa-
nhia.
= Vende-S(' o muito veleiro hiato americano AI mi
ra de lote do 9 l toneladas forrado e encavilhado de
cobre prompl > a seguir viagem para qualquer porto :
a tratar eom Matheus Autlint & Coinpanbia na ra
da Alfandega-Velha n 36.
Para a Babia tai eom a maior brevidade possivel a
sumaca S inla-Anna : para carga e pattageiros trata-
se eom Novaet di G. na ra do Trapiche, n. 34.
= Vende se o muit superior e veleiro patacho ame-
ricino Rnlrtp-iie, de lolo de 95 toneladas forrado e
encavilbado de cobre prompto para seguir qualquer
viagem : a tratar eom Henry Foratar # Cotnpanbia ,
na ra do Trapiche, n. 8.
= Para o Rio-de-Janeiro segu eom brevidsde ,
o brigue oacional Phenix; tem a maior parte de sau
carregamento prompta : para o resto e pssssgeiros .
(psra os quaes olferece eicellentes commodos) e es-
cravos tratase na ra da Mueda n. 7, eom Leo
poldo Jos da Costa Araujo.
Avisos diversos.
Na ra Direita, n. 56. sobrado deum andar, pre-
cita-ie de urna ama de leile, que o lenba bom o em
abundancia.
A CARRANCA.
O n. 56 acba-se a venda, na praca da Independen-
cia, livraris nt. 6e 8.
Aluga-se urna loja meia agoa, sita na travesss do
Trem: trata-se na ra da Cruz, n 5l, eom Jos
Frsncisco da Silva.
= Hypolito Saint-Marlin. eom loja na ra Nova .
n. 10 torna a lembrar ao publico deila eidade o rou-
bo que Ihe fizerio na noute de 20 para 21 de deiem
bro levando urna burrada ferro eom a qjantia de 2
eontos de ris em cdulas, auro e prala, um trancelim
de ouro eom passador urna ieltra de lOO rs, venci-
da juntamente eom as cdulas dentro de urna carlei-
ra grande 5 ou 6 per^ai de seda de coro pata vellido.
de 14 a 15 metret cada urna 4 pecas de* seda prela ,
sendo urna de tarja bnpsnhola.uma peca delavradameia
ordinaria, uina pec> de gros de Naplrt do qu lidade tu
perior e outra da mesma qualidade um pouco mofada ,
II chales grandes de seda, de qusdroa e luirs, trndo
al ou 3 eom flores e todos eom franja muito ricos.
e que custirlo 16*000 rs. cada um, 2 leos de se-
da azul foolard alguna corles de seda para collele ,
alguns pares de tpalos de lustro de pona muito larga ,
para homem doua durles de est qua alguns pe-
nbore de ouro, roielas, ci uzes, < nidos* de ouro sn
neis &c. perlencendoa casa um annel eom brilban
te um dito eom pedra verde um dito de ouro liso ,
um psr de brincos um alfinete de peito eom coral, urna
rruz de ouro pequea eom Iranrelim de reliuz prelo ,
um par de brinco* eom pedrea ja quebrados : as pes-
soas, queso quizerem oceupar de saber e procurar,
aondeest esroodido o dito roubo, bssta avisar aoan-
nunciante o lugar smente da casa aonde estiver o rou
bo, queso guardar aegrudo, e dar raelade de lu> quanlose acbar.
= Alug.,-te urna parda para o tervico de urna casa de
honi ni sollciro a qual roiinha, lava e be muilo fiel ;
na ra daa Larangeiras loja do sobrado n. 15
- Perdeo-se. no dia 2 do corrente do Alerro-da-
Boa- Vala ao Itrtto do Collegio um botao de ouro ,
que se desprrgou oe um collrte cujo bolio be peque-
no e tem a fsce boleada eom pequeas caras : roga-
se aos Sis. ourivesde nioocomprarem, e a quem o li-
>cr acbado o favor de ieva-lo a ra do Arsgio ao! ra -
don. 12, que ser gratificado.
ss Preeito-se de urna mullier forra, ou captiva, pa-
ra cosinbar o diario de orna casa estrangeira de pouca
familia: n ra do Mundo -Novo, n. 58 se darsf) os
= Aluga-se um sobrado eom muito bons commo-
dos psra qualquer familia silo na travesss dos Expos-
tot, n. 18 : quem o pretender, eoteoda-se eom Joio
Msooel Rodrigues Vlenos.
COLLEGIO S. ANTONIO.
Nodis U do correte te achars abarlas todas as tu-
las de preparatorioa queso ensinio noste ettabelecl-
ment.
a. A nnaano, qoa annuneinrj, no Diana ie 3 rio cor-
rente qu>rer lOi rs. a juros sobre peobores de ou-
ro dirijo-M roa Direita o. 69.
Ensina-se tambem as ferias, eom perfeirio ,
Istim philosopbia e rbetorica na ra No*a, o. 52,
primeiro andar.
sr Aluga-se, na Iraveisa do Martina no bairro da
Boa-Vista um hom armaxem eom grande quintal
murado e_plantado todo de capim proprio para caval
lance, ou outro qualquer estabelecimenlo : a tratar na
ra do Aragio, n. I, segundo sndsr.
Precisa-se de um caixeiro para urna venda qu
tenha pratica : na ma da Senzalla-V.lba n. 46
Precin-te de um homem tolteiio psra caixeiro
de casa de purgar e que d fianza idoooa sua con-
ducta ; no engenbo Novo da Moiibeca.
*e Na ra da Csdea-Velha n. 34, existe urna
caita de interesie de Joio Jos de Goveia.
Antonio Jos Alves, portugus, vsi a Bahia.
Preciss-sede um caixeiro para venda, que lo
nha ou nio prstica ; na ra da S. Cruz n. 3, se di-
r quem precisa
Aluga-se, por precocommodo urna boaeas-
seiada casa tendo 6 quartos, duas satas cosinha, co
piar e quintal murado na ra Imperial annexa
ao sitio do finado Machado : a tratar na rus Direita ,
n 82, primeiro andar.
Piecna-ie laier negocio eom a venda da ra de
A goas-Verdrt, n. 15: sealguomse ulgar eom direi-
to a ella queira declarar por esta folha no praio de 3
diat.
Aluga-se um sobrado de um andar, silo na Boa-
Vista, na travessa do Veras, eom muito bons coiiimo-
doa : a trstsr na mesma travessa, S'brad, n. 15
aa Um Brasileirn casado, eom lamilia de 30 e
tantot annos de idade morador nesta eidade do Re-
cife te oflerece para caixeiro de cobfancas, tanto nes-
ta praca como no matto por ter disto muito prstica
ou me.-niopara outra qualquer orcupacio de commer-
eio ; o qual da fiador a nua conduela : quem de seu
piestimo te qui/er utilis " Antonia Muir Pesa >a | retonde comprar a pro
pnedade de pedra ecal na ra de >. .Pedro Mariyr ,
n. 11 em (Jlinda e para tua segurnca faz publica
a dita compra : no cato de baver algum embaraco so-
bre a dita cata aimunciem por eita folba ou enten-
di se eom a annunciante, ua ra do Varadouro ,
n. 56
= Quem precisar de um rapar purluguez enm
pratica de negocio e conducta afianzada, para cai-
leiro de escriptono armaiem, ou cobranca annun-
cie para se tratar a respailo.
de Jahoallo, edeS. Loureneo da Malta : ai pessoat
a quem esle negocio convier dirijao-ie a casa da i fe-
re o na ra da Concordia n. I.
Antonio Guticnhet di Hforaes,
Furla'So, em a noule de 30 para 3l de dezem-
bro prximo findo, da rsss de Antonio Gonoalvet do
Soura morador em Taquara ot objectos abaixo de-
clarados peitencentet ao vigario do Allinho Agoa-
tinho de Godois e Vasroncellos j a saber : 336 pata-
co a 19 pecas de C400 rs. 440 rs. em cedula-i o
(|ue tudo e desabnete, de ouro, eom esdeias tendo no meio
destas um passador. sendo o sinete um ciorinho, urna
corretegrissa outra mais delgada, um traneelim
om passador de filagria, um par de pulseiras de ouro,
S^COMO BO*Ajv-s
^Kri^n*
vx owv\ ,\,7. l>.***
-Abre em cobre.toda a qualiJade de oesenho de ar
chileetura ornatos figuras, todas as qualidades de
caracteres e bilbetes de visita sinetes, luvorcs em
ouro e prala e firmas em objectos de uso
Osaenhores que desejsrem qualquer obra net-
le genero nu fsser abrir ttulos de livros, de carldes
paracscriptnrio ou oulra qualquer obra em manui-
criplo eom leltras ornadas ou vinhetas e lavores (e-
nbio a hnndade de dirigir-se ao dilo artilla que tam-
bem di lices de calligraphia moderna ludo por m-
dico prego.
Arrenda-se o sitio denominado da Cscala =
ao teguir da Soledade para a estrada do Rozarinbo .
cuja posicio como te tabe, he muito apraiivul, A
casa be de sobrado nova e de aventajados commodoa ;
e o sitio eita plantado, e tem tufficienle terreno. (Juem
o pretender, diiija te a ra do Hospicio, n, 21 ou a
rus de Hortti n 140, que em qualquer dos luga
res acbar* eom quem tratar.
= Nod8 5 do corrente fugio da ra do Encan-
tamento um papagaio bstanle grande e tem defeiln
algum eom toda a correle : roga-tea petaos, que n
liver pegado, queirt entrega lo; pois se Jar de gratifi-
catio o valor del le na ra da Madre-de-Dens, n. 9.
Aluga te um armazem na ra da Guia, gran
de, eom quintal estribara e porlao para tras : a tra-
tar na ra do Queimado n. 10. terueiro andar
= Carlot Bolines lendo, no liiarion. numero 280
de 18 Je de/embro p. p entre o titulo Vendas
oanruneio acerca do engenho Caiongo e seus per-
tenees faz ronstar, que ser nullo qualquer contrato
sobre o dito engenbo pois se acha penhorado e por
nomeario do seu proprietario Francisco Porfirio de
I' reitas nt exerucSo que contra esle movo o annun-
oante Carlos Holm s, como ludo consta no caitorio
das ezeruedes na eidade da Parabiba-do-Nurte es
erivio Fraoca.
Troca-te cobre por cdulas, sendo de 50>' rs.
para cima sem premio algum : na ra da Moeda ,
n. 7.
Achou-se nma bengala eom caslao
de ouro ; quem for seu dono, dirija-se
a ra do Sebo, n. to, (|ue, daniio ossig-
naes cerios das leltras unciaes que tem
no mesmo caslao Ibe ser entregue.
Aluga-se um sobrado de om andar e solio na
ra Nova o. 1 10 : a Iralar na meama ra n. 3
= Os -rt.' Francisco Jote de Souia e Manoel An
Ionio da Silva queirio procurar na venda da viuva Ss
Araujo, na ra da Cruz n. 67, duas cartas, viodat
do Rio-de Janeiro
as AIuko-sb ss duss catas terreas n< .'t p o H
ra da Florentioa delronle do thealro novo e a casa
terrea n. 94, da ra Velha na Boa Vists : a tratar
na ra da Cadeit do Iteoife n 40.
O padre Venancio llenriques de Reiende conti-
na a dar ice de latim ingles e (ranees na cata de
tua residencia ra do Bosarib da Boa-Vista, n. 32 !
quem dellat te quier utilitar abi o achura lodoi o
diai de manbla e de tarde deide 7 do correlo Ja-
neiro. I "" iva ru uu v.oiie(jio,ooin; h. avi.ouu --
O arrematante da afericio doa pesos e medidaajBoa-Viita loja n. 48, tirio-te passaportes para dentro o
nette municipio abaixo at.ignado avenes o rendi-lfra do imperio,asiiui como detpacbio-seescraiot:ludo
ment da meiiua tlerieiionis reguoiits do S. Amaro'eom brevidade.
de tenbora eom a firma S. A. G., 1 annelio eom a
mesma firma 9 anneis eom um pequeo diamante
cada um esmaltados um grsnde alfinete de peito ,
matizado tendo no meio um diamante, um ptr de
brincos modernos eom um pequeo diamaotectds um,
um Irontim eom ums estrella ou passador um cordio
K'osso de ouro eom mais de duas varas, ums com-
menda um copo de prsta lavrada eom aa letras A.
<>. V., 15 colberes de soupa eom a mesma firma eas
que nio tiverem, lerio contraste, 12 garlos 12 facas
eom cabo de prata urna colber grande de soupa o
outra de arroz, indo de mais um cabo sem faca ten-
do ludo isto contraste poner obra do Porto o al-
gumascolbeies de cha : ruga se a qualquer pessoa ,
que aprehender laes objectos, ou parte delles diri-
ja se a ra Direita. n. 82 primeiro andar onde se-
r generosamente recompensado ; e bem assim aot
quedescobrirem osteus autores.
= Manoel Antonio de Alcntara faxscienteaosSrs.
arrematante! do consumo das agoas rdanles, que dei-
xou de vender o mesmo genero em sua taberna li-
la na ra Direita n. 8, desde o dia primeiro do cor-
rente.
A offi ina de encaderoacio que o padre F. C.
de Lemos e Silva dirige na ra d S. .Francisco, anli-
gamenle Mundo-Novo, n. 66. acha-se provida de
lodo o necessano para desempenhsr qualquer enoader-
nacio que se exigir, eom a perfeicio egostojico-
nbicido do publico e a um preco commodo.
O padre Francisco Codito de Lemos e Silva faz
scienle ao reaoeitavel pulilico e principalmente aos
seus alumnos, que pretende abrir a sua aula de grsm-
matica latina no da 7 do corrente ; as pessoas que
qui/erein matricular seus filhos,dirijio-se a casa de tua
residencia na ra de S. Francitco, amigamente, Mun-
do Novo, n. 66.
Oflerece te urna mulber para ama de cata que
abe eogommar muito bem e cozinha loflrivelmente
toda a qii.ili.iade de manjaret; adverle-ie que ejs
dentro da praga : quem de teu preilimo la qui/er uli-
litar diri|a-se ao becco do Azeile-de-Peixe, n 14-
Precisa-te alunar urna preta forra, ou captiva,
paia lodo o tervico e vender na ra: as Cinco Pon-
las n. 4.
Lotera de S. Pedro Martyr
de Olinda.
Os bilhetes desta lotera acbio-se a veoda nos luga-
res do custume. Brevemente sera annunciado o dia itn-
prelenvel do andamento das rodss.
A'luga-se o sobrado n 4, sito no Isrgo do Hos-
pital do Paraizo ; todo ou separado: a tratar na ra
do Cresoo luja de Santos Neves ou no largo do
Orino o. 5
Ds-se dinheiro a premio mesmo em pequeoat
quanliat, eom penbores de ouro e prata : as Cioco-
Ponlas, n. 134.
Manoel do Amparo Caj avisa ss pessoas que
leem conlas em tua loja, que Srrafim da Silva Ramos
deixou de ser teu contra-mettie desde o dia 2 do
corrente.
= 0 abaixo assignado d de gratificarlo 50,000
rt. a quem Ihe trouxer preso o seu rscravo de nomo
Francisco, de naci Cscange que fugio no dia 2 de
noveml.ro p. p. cujo etcravo foi rompiado ao Sr. Se-
bastiio Luir de Araujo, morador em Taquaratinga ;
poi uso suppde-te que este etcravo tenha ido para el-
le lugar. Os tignaes do dito escravo tio o seguiotes :
uaixo, secrodo corpo um lano barrigudo, rosto des-
carnado ; tem no la lo esquerdo do rollo urna cicatriz,
de una queda de cavallo que nio esta da cor natural ,
ps c mios regulares ; muito ladino, e ao mesmo lem-
po humilde; leVou Calcas de estopa camisa de algo-
diuzmbo urna trouxa eom toda roupa urnas caifas
de casimira cor de lelba, urnas dilss de brim trancado
de Igodio pardo urnas ditas de lislrss brancas urna
camiss do madapoliorom a marca na abertura M. A.
,G. um panno da Costa eom lislras azues e brancas,
sem estar abombado um chapeo do pello e outro do
couro. Quem o pegar leve a ra Nova loja n. 32
Manoel do Amparo Caj .
Vende-se, na fabrica de licores de Fre-
derico Chaves, no Ateno-da-Boa- Vista,
... 26. i
Ago'ardente de Franca
Dita do Reino
Dita de ans
Dita de canella
Dita de cravo
Dita de Lima
Dita de mil flores
Kspirilo de viobo
Genebra
Dita embotijada
Licores de todas ssqusldades e todos os precos, eom
rica* tarjas
Cbaropes finos para relrescos e da verdedeira resi-
na de angiro muilo bou. para as molestias de peito.
Mechas pbosphoricss em manos de 100 o 150 a
20 rt. Cada malso
Chocolate de primeira quaiio'ade de saode bau-
mlha e canella a 400 rs. s libra ; dito ferruginoso ,
a 1000 rs. a libra o a quem quizer comprar em arro-
bas se dar* por preco muilo commodo. Para maior fa-
cilidade dos compradores acbt-se um deposito do
ehocoltte na ra da Cadeia loja de chapeos o. 46,
de Candido Jote de Selei.
Agencia de passaportes.
a Na ra do Collegio,botica n. lO.eoo Alterro-da-
caada 960
800
640
a " 640
640
640
640
1000
720
200


O presidente da irmandadedeN. S
da Oonceicao dos militares raga a todos
os irmaos residentes nesa cidade de
comparecer! no hoje, 8 do corrente, as
5 horas da tarde no consistorio da mes-
ma igreja, para o fim de eleger-se a me-
sa regedora que, na forma dos estatu-
tos, ttm de ser empossada no dia i5 des-
te mez ; visto nao se ler reunido no dia
a3 do mez findo, numero legol, as horas
competentes.
rf Tendo a fabrica de sabao do coro-
nel Martins sita na ra Imperial do
Aterro n 116, passado a novo proprie-
torio no mez de oulubro findo, soffreo al-
guma pai alisaran, em quantu se monta va
de um moiio mais conveniente, e se aper-
feicoava o fabrico dosabSo : una e ou-
tro fim estao preencbidos hoje, e o novo
proprietario tem j para offerecer ao pu-
blico nao s o sabao preto, que dantes
se l'abricava, como o amarello igual em
cor ao melhor sabao inglez e superior
a este na massa e nnis quididades, como
tambem em tudoao que se fabrica no im-
perio ; be um sabi Uve, mui consisteu-
te preferivel, em muilos casos, ao mes-
1110 sabao amarello ; sendoj, os precos
mais mdicos sempre do que em qimiquer
deposito desta cidade : e, compranrio-se
grande por rao do relerido genero com-
promelte-se o proprietario a jzcIo con-
duzr em canoa para o lugar mais com-
modo ao comprador.
Quem tiver para alugar, em qual-
( quer das ras principaes do bairro du
ltecile, urna casa de dous andares, que,
embora nao seja grande, tenha commo-
dos sufficientes : annuncie para ser pro-
curado.
= Precisa-se alugnr 4 preloi serradores que sejo
habis no seu Irabelho ; os ra da Cadeia de S. Anto-
nio, serrara n. i7.
Casa da F,
Na ra estreite do Hozario. n. 43.
Nesta casa acho-se a inda aa cautelas da lotera de
S. Pedro Martyr de Olnda; para rujas rodal amito l>ro
ve ser annunciado o da doandamento. Decimos,a 1000
rs. e >igi'sinios, o 600 rt.
A pessoa. que estiver habilitada a
ser ama de leite sendo desimpertida,
dirija-se a ra do Crespo, loja da viuva
Cunta Guimaraes ou annuncie por es-
ta folha a sua morada,para ser procurada
Prfcisa-se di' uoiaania para Indo o aerifico do
exterinr e interior de tma cata esceplo engomoiar ,
e que d fiador a sua conducta ; na ra do Caldeireiro
d. 74.
= Aluga-se, no lucio do Dique, urna morada de
casa terrea corr bons cimnooos para un>a familia,
tem cacimba, quintal pequeo, e coinba (ora: a tratar
na na no Crespo, n. 21.
&
Compras.
= Compr3o-se escravos de amlios os sesos; sendo
mocos pagio se bem : no caes do C llegio deposi-
to de farinha de porta larga.
Coroprau-se, para lora da provincia, escravos de
13 a 20 anuo*; sendo de bonitas (guras, pagio-se bem:
na ra da Cadeia de S. Antonio sobrad de um an-
dar de veranda de pao n. 20
Compra-se um niulutinho de r5 an-
nos, pouco mais ou menos, e que seja de
bonita figura, tima negrinha de io a i5
annos, de boa figura, e com liabilidade
para mucama, e um moleque de i '\ a 16
anuos, proprio para todo o servico : qual-
quer dests escravos, agradando paga-se
bem : na ra da Madre-de-Ueos, n. 5
primeiro andar
Compra te a novclla Amanda e sca=; na
praca da Independencia n. 2.
= Coropro-ee pidraa evulses de marfim, para ga
nio, anda que seja urna na praca da Independencia,
linaria ns 6 e 8.
Compra-se urna carrosa para ser puchada por
cavello com os competentes arreos; quem tiver,
annuncie.
Comprio se escratas bem prendadas, de bonitas
figuras, que tenhiio de 14 a 20 annos; pagio se bem:
na ra da Moeda, n. 7.
Vendas.
T?r\T HINHAS
JL \_/jUJJ-a m. v *_*..> ~>
DE
Porta e Algibeira
Yendem-se na praca da In-
dependencia, loja de livros n. C
e o; na ra da Madre de Dos,
venda da esquina defionle da
I a I IHCII UUItlIts "irnrip ---------r-
if reja ; na JBoa-VlSla, deh OlUe da Vendern-te 6 prolos, de amito bonitas gurss, e
matriz, botica do Sr. Moreira;
no pateo do Collegio, loja de li-
vros da esquina; e no largo uo
Terco, venda n. 7; em Olincla,
botica da ru do Amparo, e loja
do Sr Domingos, nos Quatto
Cantos.
= Vendem-se moendas de ferro par engenhosde
assucar, para vapor agoa e bestai, de diversos tama-
nhus por preco commodo ; e igualmente laias de
ferro cnado e batido de todos os tamanbos : na pre-
ga do Corpo Santo n. 11, em easa de He. Calman! &
Companbia ou na ra de Apollo armazem, o. 6.
Vende-S potaasa ameriana, ltimamente che-
gada em barra grandea e pequeos ; lencos pretos,
de sida da India ; setim prelo de Macao ; velas de ea-
permscete de 4, 5 e6 em libra ; eera amarella ; al-
godo grosso para ssccos ; ludo por preco commodo :
em easa de Malbeus Austins & Companlua na ra da
Alfandega-Velha n. 36.
ass Vendem-se saccas com farinha de Mag a 4800
rs.; dita da S. Malheua a 4200 rs. e alqueire me
dido a 3800 e 4500 rs ; ssecas com milbu a 3600
e 4600 rs. ; erro? branco a 2000 rs. a arroba sac-
eos ile estopa, novo, para farinha ou milho a 600
rs. ; gnmina de engommar a 10,000 rs. o alqueire :
na ra da Cadeia de S. Antonio deposito de farinba ,
n. 19.
Vende-se potassa ameri-
cana,
ebegada ltimamente e de superior
qualidade em barra pequeos a u5o
rs. a libra ; em casa de J. J Tasso J-
nior.
Pi caes do Collegio, n. 9
eiiste um novo armazem com farinba de S. Malheua e
imlho, ludo, tanto a relalbo roo em porche, e mede-
se a vonlsde dos compradores, medida velba rasa, ou
earuladn como de matulo, e por menos do queem outra
qualquer parte : os pretndanles dirijo se ao mesmo
arma/em, ou a ra da Crui, n. 54, a tallar com Manoel
Antonio Cinto da Silva.
= Vende-se capim a 240 ra. a arroba; no sitio
do Mondego junto do Sr Luiz Gomes I* er reir.
= Vende se um porta licor em aua competente cai-
ta de laia envernisaiia, muito boa obra, por preco mui
lo coinmudo : na ra de Horlas n. 62.
VemJe-se farinba auperioi ebegad recenle-
menle de S. Calliarme ende-se pela medida velba aos
alqueirea nietos e queras poi preco muilitsiii o ba-
rato e conlorme aa purcb>s se far proporcin) sba-
te : a bordo do brigje Sagitario amerado prximo
a ilbarga do caes do l'asseio Publico. Abater-se-bS 160
rs. por alqueire sos cornpiadorea, qu" ibamarem e
forem conducidos pela canoa do referido brigue.
A 4f00.
Saccas de lano de tres arrobas cada
urna, chegadas ltimamente : oo armazem
rie Braguez, ao p ao arco do Concei-
cSo, e no de Guimares, no caes d'AI-
fandega.
= Vend m-se os mais superiores e generlos vinhos
de Bordesuie Iiurgundy em csixmbas de duna ; os
quaeasetornlo assts recommendateia parase presenlea-
rom as pessobS de bom gosto, e se apreaentarem em urna
mesa por seren os mais excellentea e deliciosos, que
se podem encontrar nesta praca; ssini como Cham-
pagne e ceneja branca e prela de superiores qualidades
e gostos sublimes ; ludo por prec.o commodo, tanto em
poredes como por volumes: em casa de Adamson How-
ei & Companbia ra da Alfandega-Velba o. 42.
Veudc-se o melbor junco, que aqu
tem viudo para tecer cedeiras ; charutos
regaba, n>ia regaba, e superfinos, che-
gados iillimamenle da Bahia ; saccas com
larinba de superior qualidatle, chegadas
ltimamente de S. Matbeus: todo por
menos do que em outra qualquer parte
na ra da 1 iuz, armazem, n. 4> a ^o'lar
com Manoel Antonio l'mto da 8itya.
= Vende-se cbt mudo superior, em csixss de 6
librss ; em casa de L G. Feneira & Cooipanhi
= Em casa de Novaes ft Companbia na ra do
Trapiche, n. 34. segundo andar, tendem se superio-
res charutos de regala por preco commodo.
Farinha de mandioca.
No deposito de porta larga no caes do Collegio ,
ha para vendar farinba de S. Cstbarina eS Malbeus.
muito nova e boa por menos preco do que em oulra
qualquer parte ,. em grandes e pequenss poredes en-
saccada ou Diediu pela ux dida velba ; assim como
arroz pilado e nnlho.
a Vende-se um carrinh" de4 rodal mgito ele-
gante com arreios conipetent-s para 2 cavalloi; na
ra Nova coebeira do Sr. Aiiolpbo.
-i- \eridem-se os bem conhecidos cha-
rutos da fobrica de Francisco (iros, co-
mo sejo : primores, cacadoies, regalos,
e i, b. YeJIow, do melhor iumo, e a(iu-
ca-se a quahdade o comprador': na ra
da Cruz no liedle, n. 26, primeiro an-
dar.
se Vende-se Isrinba d terrra medida rasa, a ai
rs.; na ra do Haogel, n. 25
= Vende-se un.* cas le rea no herco da Bomba,
n. 40: atntarcom o piocurador Anuda delronie
do nicho da Peoha.
Maces e csstanlias
de superior quahdade vendem se por preco commo-
do ao p no arco da Conceicio ao Recite
Vcndem-se barril pequeos de muito boa cali
em eoov ; na roa de Apollo armsiem de as-
sucar dos Sra. Bandeira Jnior di Companbia
mocos sendo um bom oUicial de sspateiro e oolro
pedreiro, proprios para pagena ; dous pardos sendo
um driles csrrero ; urna parda boa engommadeira ,
UvailHir* e eotinheira ; urna prela de boa figura co-
nheira costureira e propna da todo o servido de
urna caaa ; orna negrinha de muito linda ligura com
principios de rendeira ecoslureira ; urna prela psrs o
servico de casa e de campo : na ra da Cadeia de S.
Antonio n. 25,
= Vende-se urna escravs de bonita figura, por pre-
co eommodo ; s vista do comprador se dir o motivo
da venda : na ra da Cacimba o. 8 em cass de D
Ignacia Josepba Xavier.
=>= Vendem-se barris com superior mel ds turo; as-
sim como vendem-se, ou slugto-se superiores bichas ;
ludo por preco commodo : na ra da Praia, armazem,
n. 16, e no Aterro ds-Bos-Viats venda que foi de
Manoel de Atevedo Maia.
BEMEDI0
O man singular nos seui efflM.
=Vende-se, os eidado do Porto ra de S. Afina,
n. 139 em casa de Manoel de Almeida Brando e
na cidada da Braga roa da Consge, n. 9 ean casa de
Joaquim Rodrigues da Cunba um remedio para la-
xar nascer o cabello de novo os cabeca a quem tiver
falta delle ; assim como fst tambem conservar o que
nalla bouver, sena cahir nenhum : aquella remedio be
um oleo composto com o suco de algumas plantas ds
Ierra e com o qual uutando-ae a cabeca pela manha,
ou a noute em menos de um mas principia s nas-
cer o cabello com sua natural cor sem mudenca
visivelsnente cresce com admirarlo ; de maneira que
dentro em poucos roezes fie a parte, a que elle se appli-
car, de lodo cubera de cabello, muito mais basto d"
que o bavis sido antea de se perder : cusa um peque-
no frasco de vidro ebeio 960 ra. porfi muito msis
que sulcienle psrs urna s pessoa.
O autor dsquelle remedio be o dito Joaquim Ro-
drigues ds Cunhs ; o qual tem em seu poder e fran-
camente moaira aluastados autbenticos passados pelas
pessoas que j usarlo aquella remedio, com todo o
aproveitanienln ; sendo estas de ambos 01 sesos e ida-
dos dilferentes; entre estes sl alguns quasi de todo cal-
vos bs mis de 20 annos.
Vende-se urna negra de nacSo, boa
cozinheira, e lavadeira, por preco commo-
do: na ra da Madre-de-Deos, o. 5, pri
meiro andar.
Vendem-st pelles de be-
zerrus franceses, grandes c de
superiorqualiclade: amada
Cadeia do llecil'e, n. 55.
= Vendem-se ssecas com milho da trra, muito
novo ; no becco do Capim n. 14b
= Vende-se urna vends ns ruada Prsia, n. 46, com
bastantes commodo! para familia e heeni bom lugar,
por ficar no meio dos atmazeos de csrne : a tratar na
ra do Rosario venda, n. 1.
= Vendem-se 200 alqueires do muito bos cal bran-
ca por preco conmioco ; na loja de cambio do Sr.
Vieira.
AtAjjjjxxjia.AiAAJ.j-AiaiaiAV\--aV ^^?^
VENDK-SE, {
V7 rita da Madre-fie-Dos, n. 5, S
, a
primeiro aadir,
4 cera em velas recebida directa- \
| mente de urna das mclhores fabri- J
4 cas do liio de Janeiro ; he de o ti-
9 ni o sortimento por ter velas de 3 J
at i6 em libra, e vende-se por ^
preco mais commodo do que em ou- j
tra qualquer parte. a>
= Vende-se um prelo moco ; doua pardos mocea ;
e 5 pelas tambem mocas estando urna prenbe : na
ra da Cadeia du Rccile n. 21.
= Vende se um preto carreiro sem vicio nem
achaque algum muito fiel serve de pagem e sabe
cozinbar; na rus do Crespo, n. 15, ou os rus do
Arsgio, n. 18. ,
= Vende-se sal do Asiu' bem grosio e claro a
bordo do brigua Paqutle-dt-Peinambuco ; umu por-
Co de cera de carnauba ; pipas de Lis bos abatidas ;
na ra da Uoeda o. 7.
bb Vendem-se 3 cssses de pomboa de Lisboa, sen-
do um dito com sesuda de leque todos muito bop
tos; 4ditos ds trra muito batedores: ns rus da
Aurora n. 6.
Do superior e muito apreciado
vinlio de ( bampagne ,' marca cometa,
cltegrao no Btaujeu 50 gigos, que se sebio s ven-
da em poicao ou a relalbo: em casa de Kalkmaon
& Roieomund, na ra d Ciux, n. 10.
= Vende le a refinacao do Aterro-da-Boa-Viila ,
o. 21 com todos os pertenec novos : a IraUr na
inesina relaselo
= Ns loja de iszenda da esquina da ra do Colle-
gio, com Irenie para o arco de .">. Antonio vende-se
um moleque da 14 annos de idade um preto de
28 aonos, ambos vindos da cidada do Ico.
= Vende-se polsssa muito nova e de superior qusli-
dade em larris pequeos ; ns rus da Cadeia-Velba ,
armatem de assucsr n. 12.
ADMIRAVEL
NAVALHA DE AC DA CHINA.
Tem a vantagem de cortar o cabello sem
oftnea da pelle, deixando a cara pare-
cendo estar na sua lu libante mocidade.
Este ac vem exclusivsmenle da Cbios e s nelle
Irabalbio dous dos melhons e rais abelisados culilei
ros da nunca excedida e rica cidade de Pekim capital
do imperio da China.
actos snnrtE.
N. B He reeommendado o uso destaa navalhas
uisravilhosii por todas as sociedades dsi icieociss me-
dico-cirurgiess tanto da Europa cosas) ds America ,
Asia a frica nio s psrs prevenir as moUatai de
cutis mas tambem como um meio
COSMTICO.
Vende-se na rus do Urespo iojs do Caspa.
Maya n. 8.
== Vende-se milbo sos alquoires pels madids velbs,
a 2560 e 3200 rs.; saccas com arrox do casca ; dito
pilado ; ditas com feijao mulatioho ; ditas do larinha ;
barris de mel de ogenho ebeios no mallo ; eslaa g-
neros sao proprios psrs embarcar pela tua qualdade
ser da melbor que ha no mercado: na ras da Cadeia
do Reeife, armazem n, 8.
Cnntinua-sn a vender chocolate novo, a 240 rs.
a libra ; caf modo s 160 rs. ; dito em giio, a 140
ra. ; cavada a 100 rs. ; litris a 30 rs. ; espermsee-
te s 800 rs. ; carnauba de 7 e 8 ero libra, a 320 rs. ;
chi bysson a 2660 rs.; dito perols, a 2400 rs.;
dito uchim, a 1600 rs. ; caixoea de doce de goiaba com
fi libras a 800 rs.; bsrris de dito em oalda s- 2560
rs ; passas novas a 360 rs. ; msnteiga inglesa, a
880 n. ; dita franeeza a 640 rs. ; dita da pono s
400 rs. ; sxeitonss, a 200 rs. a garrafa : 00 pateo do
CarmO esquina ds rus de Horlas, Isdo direito n. 2.
= Vende se, por barato preco um apparelbo no-
vo de louc* axul inglesa de boa qualiJade e padrlo
bonito ; ns ra da Cruz, 00 Becile o. 47, botica de
Luiz Pedro das Nevos
= Vende-sos muito bem eonhecids e afregoezeda
venda da Ponte Velha n. 66 com poocoi fundos ,
ailinhoiro, ou a prexo e tam'commodos psrs mo->
rsr familia : a tratar na mesma venda.
- Vende-se um sitio na estrada dos A Alelos que
fies contiguo ao Is o direito ds casa de M P. Quintal-
1a 1 na ra do Araglo n 1 segundo andar.
= Vendem-se 4 escrsvss mocas duicosam, eozi-
nbio, e eogommio ; urna erioula de 16 annos, bos
psr< se educsr ; 4 esersvos boas par o trsbvlho do
campo ; um mulatinbo de 16 annos, bom olHrial da
aapateiro e bolieiro; um preto velbo por lOOf rs. :
na roa do Crespo n. 10, primeiro andar.
=Vende-se, oa beira do rio Caoibanbe. urna gran-
de casa com sollo novs, com bsisa de capim para i
eavallos com muilo bos sgoa de beber, urna grande
bombs de chumbo que qualquer enanca lira agoa ,
um bom jardim com muitas flores pea de larangeirsi,
muito boa Iruta-pio ; islo para pagamento de urna
brpotheca, que se acba feta ao Sr. Luiz Gomes Fer-
rers : quem o pretender snnuncie.
Vende-se p"r precalo urna esersva erioula ,
de idade de 15 annos, coiinha e tem mais algumas ha-
bilidades : na ra do Jr iim n 43.
EMPRIMblfU MAO.
Vende-se CERA EM VELAS ds melhor fabri-
ca do Rio do- Janeiro em canas e as libras, sortida
a vontade do comprador ; COLLA DA BAHA, aope-
nor. as arrobas e as librss ; VINAGRE DE VINHO
TINTO, a 600 rs. a es nada velha : aa rus da Sen-
xalla-Velba n 110.
VENDE-SE TODO O ANNO
aceite de carrapato, em grandes porcea e as caadas,
por menos do que em psrte alguma : no deposito da
ra da Senzalla-Velh n. llO.
k Vende aeum relogio de ouro horisontal ma-
china de platina e com 8 robins ; ns ra Nova, n. 6.
= Vende-se urna parda de 25 annos de bonita
figure engomis, cose bem coxinbs e lava de labio;
4 eseiavas de nscio Angola de 20 s 30 annoi. de bo-
nita! figuras coi habilidades; um eseravo crioulo,
de20snnos.de bonita figura, ptimo bolieiro; em
pardo de 20 annos, muito possante para todo o ser-
vico ; um eseravo de nacSo. de <0 annos, ptimo pe-
dreiro por preco commodo : ns rus dss Cruzes n.
22, segundo sndsr.
Vende-ae o msil lindo tsbosdo de pinbo amen
cano que neste mercado tem vindo lendo laboai de
10 a 40 palmos de comprido e at< 3 de Isrgurs ,
muito slvo o reforcado em grossurs sem mis pro-
prio para eovernisar assim eomd da Suecia costado,
costadinho assoslboe forro para fundoi de barricas ,
ludo por pre(o commodo : atri do thealro arma-
sem de Joaquim Lopea de Almeida, caiseiro do Sr.
Joo Malbeus.
= Vende-se um sobisdo de um sndsr com grade
de Ierro, quiolsl exce!lentes commodos psra fsmi-
lia silo na rus de. S. Bento em Olnds, n 21 : a ira-
tratar com seu proprietario Vicente Ioa de Csrvs-
Iho ernaeu sitio eiu Mara Simplicia ou nesta pra-
ca com o Sr. Caetaoo Pi reir Goncalves da Cunhs,
que por molivos tem tambem de assignat a escriptura. >
bb Vende-se um optimoescravo, de 22 annos de
..acJo Angola muito diligente para qualquer servico ,
e he de boa conducta; na rus estrella do Roiario.n. 31,
primeiro sndsr.
Vende ie um sopba um par de bancas, 12 ci-
deirss ; ludo de Jacaranda ; urna commoda de aogi-
co ; uro palanquim : na ra do Fogo n. 35.
- Vende-se urna porcio de courinhos muito su-
periores e tambem a relalbo ; sola muito superior;
urna porcio de esene ; ludo ebegado ultimsmenle do
Aracaly : na ra da Cruz, no Recite n. t4.
Vende-se una pela erioula, de idade de 18 an-
noi, propria para todo o servico; aviit do compra-
dor se dir o motivo da venda : na Uavesos de S. Jos,
i. 31.
Vendem-se 26 nin aes de roda muito bonl
moedores ; no engenbo Novo da Moriheca. ,
Escravos Fgidos.
= Fugiro. do abaixo auigoado na madrugada
do dia 7 do correte um pardo de nome Eduardo ,
com officio de sapaleiro ; e uro moleque crioutode no-
me Jos com oflicio de csrpina : o primeiro be be
claro ; foi eseravo do Sr. doutor Manoel Csvalcanti i*
Albuquorque ; tem de idade 26 a 30 annoi: o gun-
do 01 escr-vo de jt,io Lope Lis.:, do .*.U:rc '1 f"
snnos, silo, bem leito de corpo biacus grosaos ;
alguma cous suido ; crpmha alia ; aabr ler el"
crever: suppde-se tereo ido calcados e bem vestido.^
andarem nos srrabsldss da cidade. Rol,',e,M *ti"
de campo da osapprrbenderem. e leva-loa ruadaBoe-
da, n. 7, que serlo bem recompensados.
Leopoldo Jote da C*>* Araujo.
n.
da
lu
rii
Vi-
PtJlN


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