Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08170


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Full Text
Ann de 1846.
Quarta feira 7
n ni ARIO pab\ica-e todo o da que
.torera de guarda: o proco da assigna-
n* ,tr* por quartel pajos adianla-
,J"rl (H aa.>uoio do assignante sao insir-
i. Os 3n'"de. 2l) rs por linha, 40 r. ein
r'd d'iir'rrnte, e a repetlc-rte. pela mctade.
,yp ,' do fore.u aignante pagao 80 r.
"iT.'naaeieOe.uCypoditferente.
Chases da lva no mez de Janeiro.
-t. a 4 aos 5 minuto da tarde.
Lu* Ote a 20 a 1 hor. e 31 m. da tarde.
"uagor 27a,7h.e2min. da manha.
i man.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Coianna. Parahyba, e Rio Grande do Norte
Segunda e Sexta feira.
Cabo, Serinhaem, Rio Formo jo, Porto Cai-
ro, e Macey, no 1.* 11 e21 de cada mea.
Garanhuns e tonito a l e 24.
Boa-Vista e Flore a 13 e28.
Victoria na Quinta feira.
Olinda todo o dia. *
PREAMAR DE HOJE. "
Prlmeira aos 36 min. da tarde.
Segunda aos 54 minutos da manha.
de Janeiro.
Anno XXII N. 4.
DAS DA SEMANA.
5 Secunda S. Teleforo, aud. dp J. do orf.
edoJ. doC da 2. v., do J. M. da i. v.
6 Terca Dia de ReW Vlago (Epifana
dnSrnhor) S. Oa 7 Quarta S. Theodoro, aud do J. do civ.
da 2.* v.. e do J. de 1*7. do 2 dlst. de t.
8 Quinta S Lourenco, aud. do J. de or.
e do J. M. da 1. v-
9 Sexta S. Juliao, aud. do J. do civ. da I.
v., e do i. de paz do 1. dist. de t
10 Sabbado S. Goncalo, aud. do S do civ.
da 1. v., e do J. de paz do 1. dlst. de t.
11 DoiningoS. Hygino.
CAMBIOS NO DIA 4 DE JANEIRO.
Camb. sobre Londres. 27 Vj < P-'?* a 60 d.
- Pariz 347 rts por franco.
Lisboa 112 c. pr; p. m.
Pp. \p i^t. de boas firmas '/; P Vfl mr7
Ouro Oncas hespaiiholas 30f'00 a 3'#0O
Moeda de B"400 vel. 16*500 a IjWWW
de 6*40 1 noy. 16*0 XJ I6fl00
de 4Ju00 8#600 a 8/800
/Vas-Patacoes .... I#80 a 1*920
. Pesos ('eliminares l/i0 a 1/flHU
. Ditos Mexicanos 1/840 a 1/880
Prata miuda 1/500 a 1/600
Acedes da C do Beberibe de 50/000 ao par.
DIARIO DE PERN AMBUCO
PARTE flFF'CUL.
Governo da provincia.
EXPEDlErlTS DO Dlt 29 D PRXIMO PltSADO.
Ofiicio Ao deiembargsdor da cora fa/endi e lo
berania meionil, oxgindo informaclo lobre uroa.pre-
lenclo d Sebaitiio Francino Belm.
IDKM DO Dlt 30,
Olneio Aocomn.andinteda armtt, determinan
3o. ira con qoe. ate segunda urem, iej a guarda da
alfandegseoromandidi por ofRcial. Parlcipou-ie ao
inspector di alfandega.
Portara. Notneando subdelegado da freguexia de
S Lourenco a Antoni > Joaquim de Barros Lima.
Pirueipou-se ao chafe e polica, 10b cuja propoaia ae
fe esta nomeacno.
dem do di* 31.
Olirio. Ao commandante. disirmis. srientfican-
do-o de haver diipenssdo, por virlude de imperial av
io de outubro ultimo, o alfere Francisoo Jos Damai-
ceno Rondo da commssio, deque le echsti eneerre-
gsdo junto i presidencia ; ordenando que o laca reeo-'
Iber ao respectivo corpo, e recommendando que o lou-
ve pelo bom desempenbo de urna til commssio.
Tambem le cummunicou ao commissario pagador mi-
litar, e exigio-se do commindante geral do corpo de
polica o 3. commandante Joio Cava lean te d'Albu-
qurrque para substituir o mencionado Rotado na se-
crelaria du ordeni da preaidencia.
Txteir7
GflAO-BRETANBA.
Londres. 4 de nottmbro.
L-se no Limertck Chronicle o teguinte :
Podemos annunciir, que o doutorai Crolly e
Mura; tcsolverlo enviar Mr. Kennedy Roma, para
lulmietter ao papa lituico actual da Irlanda, eo
desi.rezo, com que o< agitadora! tritio a suprema au-
toridadedeS Sintidade. Elle procurao envolver o
paiz n'uma guerra civil, e ludibriio o esclarecidos
prelados, que ae leen) aflaslado delles, e.que nio que-
lem apoiar o i>ui propicios. Todos ae recordaras,
que o papa publicou um rescripto contri a agiUcio da
revoitacio; i existencia deste documento foi negada por
alguns jorniascalbolicoi, e Mr.U'Connell declarou pu-
bliciu.eote.que, se este rescripto ecnaniva do papa.ell
nio en cannico, e que quem nlo perlencesse ao
lero nfio en obrigado a obedeeer-lbe. Este ataque
ublico contra um acto eicriplo de S. Santidida obri-
gou o dotilor Crolly publcalo. Mr O'Connell eo-
lio julxou, como verdadeiro flho da igreja catboliea
que nio ira do seu dever retractar a sua primeii de-
claracio, e affirmir, que o rescripto en pereilamnnte
cannico. Este documento, como te labe, ad mocita va
o clero e 01 biipoi irlandeiei, sobre 01 seus devere
psri com o rebanan catbolico, e Ibe probibia, que to-
msssem parte em lodi a agitacio poltica. O biipoi fi-
ier8o urna especie de submiwio, mas em breve, exci-
tado! pelos clamores dos agitadores-, tirrao i mascara,
e ho|e, olirundo como cheles do accioios, despreio a
ordenada pipi. (7'ime.)
PRUSSIA.
Iltrlim, 24 de outubro.
Acaba de publicir-ie a respoils, que o re de Prui-
sia deo lepresenlacao d magistrado de Koeiiisbeig
O tom, em que esta concebida, manifest claramente
i dsposic,5es do rei a reipeito do movimento religioso,
que teme degenere em agitacio poltica, e que por Un-
to trata de reprimir a todo o cuito. Mil com diffi-
culdade poden ella j conler-te ; a lucia be nfallivel,
AKA1NHA Bf ARGOT. (*)
por Tltxanttxt Duinue,
TEllCfelR0"v0l-"ME.
CAPITULO II.
ALMA DO OCTKO MUKDO.
Por algum irmpu guardarlo o iloaa mancebos, cid
un da so pane, < >rgredu que tiuliln iip'ito; tstBr
11 ni da de expanaio, u priiaanivnlo que nico ua
"ri pava, Ihea traabordou doa labios, e ambos torrobo-
''"" a nojde por rala ullinn pruva, aera a qual uto
""""~r, iau. iir, |inr uii.h iiinnaoc,a inieira.
r-ai apaiiunadMiirnte enamoradi-a, um de urna
l'r.iiceu, utro d0 ,,,, ...juba.
^ l '
e ser tanto mii terrivel, quinto que a resiitenci s
reforma! religiosas teem o seu ponto de ipoio no poder
temporal. Em todo o diicuno o miii notavel he o fi
nal di responta, ero que o rei concine isim: Faei
laber ao magistrado, que a respeito dai reliQflc e ne-
ceuidadei eccleiiaiticat, nlo altando linio lo parecer
e propostai doi orgios di igreja do piit, e reservu-me
a lomir roedidiiemconiequencia dellu.
(GaulU di Colognt.)
GRECIA.
Alhtnai, 18 de outubro.
A decida, que acaba de pusir, apenas modificou a
situarlo das cousas, A cmara contina necupir se
nadiscuisio doorcamenlo, e icaba de ser adoptado o
do ministerio doi negooios do reiuo. O seu sisma prts-
curou a Mr. Metan occsiiio de tomir parte nos de
Lates. He forcoso conlessir. que alie tratou i materia
inconvenientemente, poii que iticon miiibuna aquil-
lo meimo, que havia approvado como ministro. To
dossabem, que elle foi quem o apiesentou, e quero
juilificon todos o pontoi em urna exponcio dirigida a
cmara. Este eitranho procedimeoto driacreditou Mr.
Metan na opin publica. Alm duso, a occaoio era
impropria para fizer ilirde de perteneer aos bancos da
opposiclo. que actualmente esta de todo desorientada
* O ministerio tnta do chamar a alinelo publica so-
bre ioleresaei de nutra ordem ; e pan iiio ao.b de
propor alguns projeclos de lei relativos ioi interoises
igricoln, que causliio urna excellente impressio. O
minutario Santorin pedio tambeai a lutoriacio para
dupOr de 30.000 kilogrammai de trigo, i fimdeoidi
tribnir peloa eo!tiidor que se lervirlo delles para
sen.ear os seus campos, e que o restituirlo, quando
verificar a prxima culbe.ta. Depois pedio um crdito
d 100 000 drachmas para a oonslruccio de urna ponte
sobre o canal de Euripeen-Cbalii. Quando esta obra
estivercompleti, nio se verao oliri-ados o navius a
piasir sobre oeib>< de Ouro, e a/er a viagein a Eu
bn para dirigir so ao golfo de Vol. Ha rouito tem
po, que os eommerciintes linhio manifestado o dse
|os de ver esta eropreza realissd. < < ministerio pedio
ao meimo ten po um endito de 25 000 dracbmas para
o esgotamento doi pantanos de Vonila na Euritmia,
medidi deaimdide mu desrjid pel poioacio deU
provincia. A camiri tnta de conceder eitei crditos,
a so meimo lempo tomou a iniciativa ^ara propr um
notavel projecto de le aobie o dengoimenlo. Este
pmjecto de lei j foi adoptado ms comraissdes
O rei acaba de faier urna eicursio is ilhasdo Archi-
pelago. Vnitou Sifonte, Argentina, Ornla, eSin
torin. Por toda asparles, por onde S. M. tnutou,
pode certificar-se de que o novo esta cheio de confian-
es no mu governo, e que apenas presta alinelo as
dissenedes doi ambiciosos, que se querem servir da
politica pin leui (ins particulares. S. M. tendo chega
do capital no da 6 deile mei, parti no dia aeguio
te pin Pitrli, onde a rainha deve ebegir, no sabbado
prximo, da la excursio a Veneza, para onde tinha
partido, a fim de visitar leu pii o duque de Oldem-
hurgo. (Diario do (ovtrno)
INTEHIOH.
RIO-DE-JANEIRO.
Notado general I). Thomai Guido, envtado extraor-
dinario t mtntilru pltnipotenciarlo da Cunfederafdo
Argentina junto a M. o Imperador do Brasil, a
S. Exc. o r. Antonio Pnulmo Limpo de Abren,
ministro e secretario de alado dos negocios estrangei-
ros e do imperto,
( Lonctusdo do numero antecedente. )
Tal en o eitido dai reclimicoet di legicio argen-
II,
ari para na dnua nioamca, coiladoa algo.ua cou-
le n.edinlio ni-saa diKaoefa inlranaitavel, que oa e-
l''va do bj, cl de trotCterjKt. E lodavia he a e|.e-
l""'c um lentinianio lio profundamente arraigado n
Y""'*" di. hooiroi, qoe ainiir di loneura w'Msaarapo
F"'y; e|| ,,!.,!_
A l'f'p. rcai. que ilo cobrando as forca, amb"i elle
Vidi Dutr, n.' 2.
linhio grande cuidado no sen rosto. Todo o h. nie.n.
unida omais indiflerenle aa vanlagens |-hyaica, em rer-
laa rirnuni.laiioiaa, irm com o aeu ra|ieili inud.n eol-
loquioa, .igoaea de iiiielligeiiea, depois do que se dea-
,ii doa.-.i .onfiaenle qui aeu.pre mullo .t.af.il.. da
Ma c.iivtTsaclo. Ora.ua iioaaiisdi.ua uiaiieeboa nloerl
dease aqiiem i> seus aspclhiie deveui faier ornis ad-
verlenoias. La Mole, delgado, deaoorad e elegaolr,
tinha a bclleta da dislinoc. C-caona, vigor...o. beiu
ifllhad, de corea viva tmhn a bellexa da fi.rca. Huta
Hind mais par Me, a molestia tinli aidu ....... vanta-
grm i)"' lonuigrtoid.i, operdid-- frv. dus rorri;
eufurooao gilva, qoe oulr'ora lana eanreir Ibe riera
peina uaa uppareiiciaa priamaliraa cu. o arco-ira, a
havia em lim eivaeciddo, aniiunoiando pr..vvelmeolr.
ooiuo o plienon.eo.. dilaviinu, iong.. curio de das p-
roi eierenaa nones.
Entretanto c.iiitiiiTo oa dona f.rirlos a rereber
_.I. Jllilllll i IllljmTS'r no di em que rada um del
les pode levanlir-ao, bata adiad., um cliau.bro sobre a
eadeira niaia prosiraa rio leilo en., que poda veatir-ae.
. _..................i..... Mi., aaiiaa a..*i luda, o lai-
b'i'ru de esda giba'o halla um b. Iva beiu prvida, a qual
...da iimdclle foi guardando, beui i.i.t-iidido so para a
rcalituir em lempo a lugropportuno ao protector des-
coiil.ec.d.i que sobre elle velara.
Na uod.a eale deseunliseidu pn.leetor ser o principo,
en. priiie.pe, nao .6 nunca all lora par os ver, ooioo ale
nunva la mandara auln-r i.oliil *'!.
Vg. e.per.i.v dina hein Iwixmho a osda um doa
do. uuo e**> mtiuvel protselor era asaull.er queeil
anata.'
iffflfhn
tina com o gabinete do Brasil, quando urna modifica-
do ministerial letou a repartidlo dos negocios estraa-
geiroi ao lllm. e Exm. Sr. Antonio Paulino Limpo
de Abreu, e S. Exc, fixindo sua ittencio sobre as
reclamases pendentei, lervio-ie reassumi-lai em uta
de 23 de julho, que a legielo rerebeo.
Nio tornar o abilxo niignado i diicosso tobre ai
observarles emittida pelo Sr.Limpo niquelli nota, por
que a su. mii<9o termlnou ; mas. nio tendo nellas una
bise solida, que afiance os Interesses reciproco!, nem
um lentimento de repsracio das offensaa recebldis pela
repblica, be indlspensatel ao abalzo assignido demo-
rir>e, bem qoe llgetramente, nc^jjrincipae tpicos da
reipoala de S. Exc. ^i%
O ibalxo issfgnado admltte, que, le o estido de re-
belllio. em que se consnrtou, at ha pouco, o Rio
Grande, segundo se exp.ein oSr. ministro, embara
tuse o cumplimento elllcat dn ordens superioies, er
conf.rmidade com a rgtreila neutralidadedo Brasil, bi
fhe com ludo Imposslvel-crer, lem mlngoi da lutorl-
didedo governo In.peilal, que em um anno, decorrldo
deide Julho de 18*4, em que le prometa 4 legiclo or-
denar-se relinda di emigra? 'o turbulenta e laeoloil
di frontelra, nlo tenhi ildo o minl-terio obedecida
urna s<> ver. e que ella continuasse em attilude hostil.
tramando se e conjurando le contra ai repblica tiii-
nhas. como ustau (siendo os mesmos dispersos em India
Muerta.
O ibaixo isllgmdo tem a honra de apresentar a 8.
Eic piovn autbeolica e recentei delta verdide, e ou-
tras de igual valor ponue a legaclo cerra da conniven-
cia de algumn autoridad, s subilteroai daquella pro
vincia com os gente de Montevideo ; protas. que fo
rao publicados pela Imprenaa argentina, lem serem
contestada!.
A' speito do chimado general Pai, o ministerio im-
perial pretende tirar deii a la grite reipomibllldade.
por nio bater alalhado a sua mucha segn e tolerada,
Megmdo o Sr. Limpo: a nio serem conhecido com
antleipscio os tlgoiei do trnsfuga, que lemp.e anduu
coro nome supposto
Portentoso certameote seria o Incgnito deite tlijan
te, eipeclilmenle para com o comaiandinte do vapor
de guerra Thtlis, que o c nduzio para Sanla-Calharma
onde, i eiidu o seu diifarce, o tomou oulra vei a leu
bordo, ate deponta-lo no Klo Giande. que en o seu
ultimo ponto de partida.
A suppoiicio mencionidi nem foi intocada pelo
commandante para delenderie, ea inresiiavao, que o
abi ixo asugnado pedio o anuo passadu sobre condue-
la criminosa dosle offlciil, depende todivii da recoro-
mendsfio, que offerece o Sr. Limpo. em 13 dejulbo
proxinio pnsado. E eiti meima rrcommendar;lo, 8r.
ministro, nlo deveria dar-ie antei de agn, i vista da
insistente quena da legacio argeotina ontra urna tio-
lt i fl..gianle da r.eulralidade ?
Claro be que a completa Impunidlde dos contraven-
tores fleaiia isiegurada, le podesse adroittlr-se, para
descargo do comaiaodiute do llxetis e de oulroi do leu
jaei, o nio terem conhecido ao fugitivo, quando prote-
gerlo a sua tigem e cuita ao abaixo assigoido per-
suadir-se, de que o Sr. Limpo julgue a responiabllida
dedo governo Imperial acoberlo co aquella subterfu-
gio, e de que com elle tatufaca um governo, a quem o
caudilbo e os seus leidei pretenden, immolar.
A loterpellaciu /Urgente do abaixo assigoaio, res-
peito di n.issio do viicor.de de brante junto & Ingla-
terra e i Fnnea. nao merecen do Sr. Limpo, depoii de
alguns roetei de expectatita, outra reaposta sanio a re-
pelilo dn pilatrn do antecessor de 8. Exc a nber,
que o tiicoode nio fn encirregido de faier tratado
algum de lolertencio ; e S. Exc, alludlndo i conven-
ci preliminar de 182, e aoi lreitoi e detere do Bra-
sil, da Inglaterra e da Franca, parece querer dar a en-
tender, o que o goterno imperial quli instruir-ie da po-
ltica diquella nac6ei pira com o Hlo-da-Pnla, airo
de legui-la (segundo diste o Sr. ministro., quindo as
un tiitas e o tneios de resllia-las combinissem com
n de 8. M Imperial, em ludo cooformei com adiada
convenci ____
Sem igual era portento a impaciencia rom qoe oa
abana onfermos eaperatio o momento da sua saluda. La
Mole, maia forle. o mus bem safada quo Cooanne, po-
der i'flWluar ana ha muilo tempoj mas ura espepie
da convenci tacna u ligara a-rlo do amigo. Elis-
ia runtrncu.nado que priiueira aab.da seria dedi< adu
a Ir viaim. .
\ pr.meira o doulor deaoonhecido, nuj b'beragen
lenitiva linti perado n- peilo iiiluinuiudo de Cocan-
uaa ti llolntil inellloru.
A segunda, a hospedara do definido mostr La H'i-
n"-. oodo ainboa liat>!< deixado mal e ivllo.
A lerceirn, ao Florenlioo R.u, que, jonlando ao sen
titulo de pj'rfuii.eiro odeinagic, nio au veudi con.e.-
lieos e ventos, tu lambeui eotupouba plnllroa e pro-
lena ornouli.s.
E.u hm, depoi de d-.u meses denonvalesoenca e re-
< bsaaa, rl.egou case Un esperad., dia.
D.ss.'li.oa r.clulio, e lie eaae o trr.uo que conten.
porque luuilaa vete, lia sua l.l.piuuc., havia ellea
i|Urrido adiaular eaae di i tuaa urna aeiilnu'llu poiuda u
mirla ta cacar Ihes vtdav ternura aaliiria, que elle
a final linhio aabido quo ao II.ea acri franqueada pur
un. pasee de medre Au.broai Par.
Ora, un da o hbil facultativo, tendo reconheeido,
qu" oa dona .lente ealuva, aeolo completamente cu-
rado!, lo meiioi em to diiau. hsvia dad esiepaste, e
pe du hora da tarde, n'i.in dease bello, da de
oiiiono, como Pan offereoe alguina tese ao aeu
habitante admirado, que ja leen, frito proviiuenl.. de
reaignavlo par o interno, oa dmii m.g"i, de br9u
iracudoa, poterio u pe for do Louvre.
atta-su i* Mi/io oyumiunio v guia CwwtuM<
Vasta materia offereceo o Sr. Limpo com esta decla-
racSo para combater o eipirito da politica. que ella en-
talle ; mai, nlo entrando no plano deita memoria
prolongar discuis5ei, limitar-ie-ba o abaixo assigoado
is duai uolca declaracoes, que Julga deter conngrar,
ao dirigirse pela ultima tei a S Etc.
A prlmeira, que. nio le reftrindo a reipoita do Sr.
ministro ao texto da inlerpellacao do abiixo aiilgnado,
subiiste a dutida, que a motitou, duvida, que infeliz-
mente descobertas posteriores convertfirio em certeza.
A legacio argentina nlo perguotou, te o tiiconde de
brante foi autorliado para fater uro tratado de inter-
tencio, nem podia permittlr-se litigar o direito do go-
verno braiileiro para investigar, por meio dos sens en-
viados, a politica europea para com as repblicas do
Rio-da-Prati. ^
O abaixo asinpado solicrW siber te o viiconde de
Abraotci, prouiovendo em Londres e em Pars a in-
diquelln duas cortes de icoordo com a
para Inlervir no Rio-da-Prata, obrita ou
ionformidade das initfuccdtti do leu gover-

qulvando-ie o Sr. Limpo a urna resposta positiva,
a cfflifederacio tem direito para nio dutidar maii do
carcter da minio confiada ao tiscoode, e para dar in-
laica fe i revelices luthenticii, que deicobririo a
origem e o progresso di negociicio.
Reierve-ie embon o ministerio do Brisil a parte, que
Ibe calila na negociaclo ealabolada pelo tiscoode ;
porm a intervengo europea, que pea na aclualidade
ob.uas repblicas do Prata, fui promovida por aquello
diplmala, em nome do seu goterno.
A expoilcio de lord Aberdeen ao mlnlitro argentino
na corte de Londres nao permitte a menor duvida i esto
respeito. A correspondencia oflRcial e confidencial dos
agentes do governo intruso de Montevideo em Londres e
Paria o conflrmn ; a imprenta o denuncia unisona ; a
intitulada legacio de Montevideo neita corte tete co-
nhecimento delta antei da tbida do tiiconde, e essa
meima negociaclo trmipirou f rtultamento no lempo,
em quo o agente de Montevideo junto ao governo impe-
rial pedia plenoi podere e osiruccdes ao seu governo
para o ajuste das proposices ouvidas sem opposiclo
pelo antecenor do Sr. Limpo 1
Em quinto do oolro lado do Ocano le agilita essa
negociaclo por um enviado do Brasil, oitentita-ie a
pielenco de um tratado d Unitivo de paz com a coofe-
deracio ; tratado, a que jimafs se negou o goterno ar-
gentino, e cuja demora depeodeo lmente das cootul-
V'des polticas na repblica e no imperio, no proprlo
tbeatro, a que devem referir-se as esllpulavot-s lunda-
mentaes entre os duus paires.
O Sr. Limpo, como para remir o seu piis de toda a
secusacio por samelbanle diplomacia, repudiada pela
naci briiilelra, lempre intelligente e generosa, a til un a
ingenuamente, no leu despacho de 3 dejulbo, a a foa-
balatel perseveran? da neutralidade do goterno de S.
M. para coro os estados titinbos.
J pode S. Exc. completar os funestos remitidos da
inlerveociu europea no Rio-da-Prata, solicitada polo
enviado imperial, e preter o julio tetero da America,
ameacada em outra poca por um plano apoiado por
aquella meimo diplmala como membro do gabinete
do Brasil, que quebrava secretamente o tratado, que
acabara de celebrar com a coofederacio, e que devia
consumir nos fogos di conqulsti ai repblica! do Noto-
Mundo.
O abaixo asiignado declara, em segundo tugir, rei-
pondendo is razoes, em que se funda o Sr. Limpo para
poder recorrer i Inglaterra e & Franca sobre os isiump-
toi da repblica do Uruguay, e com o Hm de flnr a In-
telligencia que a conlederaci. deo i citada convenci
de 18*8 :
Que os direito* e obrigseoes, de que falla S Bxc, da
parte di Grlo-Bretanha, (icario resumido no artigo 18,
sem que exista a menor reserva i favor da potencia
mediadora, que implique direito algum de Inttrvencio
tobre os effeitos de um tratado que nio garanti. At-
sim o entenderlo is alias parlas contratante! ; anim
reinita do convenio escripto entre a coofederacio e o
imperio, e anim o propoi e acceitou o abaixo anlgna-
otle drixatn-se guiar loro reaiatencia e at leni refieslo.
Sabia que o seu amigo o levnva casa do doulor deieo-
nhenido, ouja pocio o havia tarado em urna io noile,
quando toda aa droga de nieslre Ambrosio Par o ma-
tavuo lenlaiiiente. Tulla elle divididu era duaa parlea
ijjuari o il.nlie.ro que a aua bolla o.ontinha, e a mrtade
havia dettniario para reronipeuaar o Esoulapio anonymo,
a qi.cm devia o seu reslabelecimepio: Cuoaunaa nio la-
mia a ...orle, mas eatiiuata mullo viver, e por uto pre-
prala larga reoorapenaa a aeu aalvador.
Como lomaaaem o caminho que ia dar lo pelourinbo,
charlo ah exputlu um iion.eni que lisia caretas aos vi-
andantes: era um dos ladros, que se havu exercido
,m ionio do patbulo de Monlfaucun, oque bata por
seno lirio pieso no eicrcicio de suas fu.ioc.Jrs.
Suppos Cocui.lias que o seu am.g.i ujeoiiduaia a ver
esae curioso cspriiaculo, e iiilrodusio-se no maio da
mullirf* dos apiiionadui que rrapundiiu i caretas do
pacirnle o..m vam e vooitertcfiei. E' Cooanoas natu-
ralnienie cruel, eette rspeolaoulo mu.lo .. diverta, roas
quiser que em ves de apupndal aliranem pedral o cen-
.leninuri", lio iiiaolcnte que fiaia neritas au nobrss fi-
dalg'.a que u lloararlo coi a ua premiu.
Nao > dvixoii purera La Molo gosar por toulo lempo
de.ie praiar, e ohegando-se para c lie, dine-lbe o outidu;
_ ,\lu foi para ito que aqu tierno.
E eolio para que fui ? purguutuu Cucannas,
Tu o ver, rrspundeo La Mole.
O duus migo iralatlu-ie pur tu desde a noile da
celebre poeto.
,, EL Mole conduiio Caoannat para ua can de iei-
Iquioh appsrenoi, unta de ouja janeiU calara um
vaMwiivu vavvvmmv.
MUTILADO


\
do, a quem coube a honra de aitlgoa lo, em nome da
Repblica Argentina.
O aballo assignado cootida ao ministerio, para que
tamben tenha presente, qU0 a rrferoncia a recnnheci-
u.eoli. da independencia da repblica d.> U'ouuav, con-
tida na convenc., da V9 de outubro de 18-0. entre o
governo argentino e 8 M o re doa Franceies, nto lm-
O aballo assignado lem Igualmente ordem do Eim.
Sr. general Joio Manoel de Rota, encartegadj das
rnlucoes eiteriuret da conluderacio, para aisegurar a
S. M. u Imperador, que csla determinarn nio altera a
paz da repblica com o imperio, nem os otos do govor-
no argentino pela proaperidade do Brasil, e que te S.
Btc. lem adoptado esta medida em presencs de succes-
itlfra iimaiin..i.. ---------.-------, ... ..- uit. ign ignpuuo em meaiaa em presencs ae sueces-
SdirlVT i "L" enunclvo e a so. q So nrrp.rou nem pode evitar, foi impellido
rfttr '""'"' de *. ira Impera- pela honra da c.nleder.cao. cuj.. alt... destino IM-
1L!i* 1? cs A,gel"1"- <>ue *& uma eltencia darad sempre em sua i istic
perpetua independencia da Banda Oriental.
O abaixo assignado deverla terminar a sua exposieio,
se o Sr. Limpo de Ahreu nio uss-nlassc dous lucios,
que requeren) urna explicacio especial.
Nega-se S. Exo. a rtcoohecer dlreito aleum no over-
no da confederado para eligir do de S M na ausencia
de eslipulacoes, a retencSo de Individuos, que. acbso
do-ae no territorio brasilelro, sob a salva-guarda da f
publica, qutrereqi avhlr InolTansivamente para fra do
territorio, nicamente pelo motivo de ofio convlr sua
sabida ao gotern da conloderacao. *
A esta declaracio do ministerio do Brasil, que pela
primelra vei chega ao conhecimeoto do abaiso assigna-
do. ni ) oppura mais que a positiva seguranca. em que
esta, de que > Sr. Limpo de Abreu nio citar um nico
coso, em que a legacio argentina tivetse pedido ncste
psls u retencSo de indiv do algum InnlTensIvu a confe-
deraron. O abaixo assignado riclamou nicamente
contra a liberdade permittida, por mais de tres annos.
a os conspiradores estacionados na frontelra do Kio-
Grande, e aos que. alicendo, do 'erritorio do Br.sll. a
guerra contra a repblica e os seus alliados, tumiriode-
po's parte nclla.
Nem se deve considerar aquella retencio, quando se
traa de sen caanles aoarchistas. corno uma coi ce.sso
graciosa, mas tirn como um principio internacional,
nocrsaario seguiaiiea dos povos, e como uma divida
do governo imperial para com os estados limitrophes
do Sul.
Assim mesmo. rsU4(t|ge o abaitjpa>ignado de ron-
virna IndifT renca, cuw que u Si. ministro juigou as pa-
laviu* de Cenabarro, imputando a poden8 eArao^j
que nao pode/n ser senio as repblicas do Vg*"^
tSesiniquas contra a sua puliie. Serla lUjL fein
prero para S Exc. o pretender separar dauuHlaJbcu-
niento o espirito de accusucao acerba contra o eierclto
confederado. s
A proclamacao foi transmitida ofllclalmenle ao go-
verno argentino pelo conde de Celias, aoa 11 de marco,
a palavras donovosubdi.to Imperial lorio aaslm sane-
cionedas pela acquiescencia daquelle chele, cujos actos
pblicos para cun os estados vi.lohos cahem debaixu
da ind'spensavel responsabilidadedu gove'no imperial
O governo argentino sentiu todo o ptsi de uma pro-
vocado ao ver-se duramente offendido por aquello*
misinos, que nunca receleriSo genio subidas prosas de
lealdade e de desinteresse ; e considerando ao conde co-
mo inaccessivel a um procediment em i ppoSivio ao*
seus brilhantes anteci-deiiles, devla atliibuir eatulbuiu
a sua conducta ofllcial au cumprimento de um dever lu
posto ao general pelo governu, de que dependa.
O abaixo assignadu esperuu, sem embaigo, que o Sr.
mmistio nio sededignana de repellir a odiosa quali-
cato, com que se ha vio insultado a confederado, pa.a
ao minos dissipar todas as apparencias de uma capcio-
sa inspiracio a Canavarro, i cusi da liana e das >ym-
paihias dos povos limitrophes ; mas o Sr Lunbo oe
Abreu juigou mais obvio declinar tuda a explicaco,
deuar consignada e sem contradicho a calumnia du
Subdito aninistiado.
Dcpols da xposicao impaicial, que o abaixo assig-
n. iio i c ti.-i de foier, por urdan expressa do aeu gover-
no, nao se rielera em encarecer a penosa necessidade, a
que lem sido letada a (Jonleileraco Argentina, ae sus-
pend r i.s mu. ii 1.1,0 s diplomticas din o goveruu
l|li| erial.
O abaix > assignado, dedicado sem descanco a lomeo-
tar a melbor iulelligencia entre o imperio e a confede-
racn, nio smenle por dever, mas tamban por seoti
ment, r.fii recela invocar o pruprio lestemunno do mi
nisterlo do lirasil, ifiea dos seus exce.suus eslurcu
para avivar as sy patinas entre dua naioes chamadas
a ser perpetenteme amigas. Poim a nanaco verda
deira dos fados, que a legacio apresontuu, releva au
governo argentino da menor uta de precipitafio uu de
malevolencia em seus cooselhos.
Inlranocs fligrantes do dlreito das gentes, promessas
niinistenaes olvidados com frequencia a-sombrosa, a-
liu-n tolerado do territorio neutro do brasil contra a
repblicas du i'rata, denegarlo a reparsces merecidas
Inlelligencias comogotemo anli-oacional de Muolevt-
do, com prejuiso du equilibrio poltico dos estados II-
rxitrnphes, nigociavdVs na Europa para altrahlr au
Hiu-da-l'iata a nter venvio de potencias eslrangeiras,
indiererica extraordinaria Sobre oa pedidos do envi..do
da repblica, e emliin a ruis cmplela falta de reci-
procidad da paite do governo imperial, accumuirio
Oilli:-uldades inveiiciveis para a legd*cio argentina.
Por isso, nao considerando o governo da contadera
(8o como ulil nem propilo conservar nesla corle um
mluislro eucarregado de estrellar cun o Brasil urna t mi-
zade, que rio losse perfeilamente Compreheudida e mu-
tua, deo nrdens positivas ao abaixo assignado para pe
dir os seus passaporteS, e os pede a S. Exc. para si, pa-
ra sus familia e para sua comitiva.
sempre ern sua i isllca para com as nacd s. em
sua firmis para reclama la de todas, e em c jo fundir a
sua fortuna coui a ventura e com a gloria dos povos da
America
Dos guarde a V. Exe. muitos ann.ni.
Tiiouaz Olido.
(Jornal do Commercio.)
IIIAKIO UE l'EIIWIIIIUU).
Ali! ah I soi* van. meua fdalgoa, disae u humen
tirando o icu bonete cor de i.ingne os cabelloa negros eopeasos que da rabi-ea llie \ ioliu
al os si br'olhi'f. S'jai bem viudos.
Que liomeiu lo ule? |iergiiiilon Cocannas, pro-
curando rerurdor-ae, porque llie pareca ler vitto easa
cabrea na oceoniao da na febre.
O leu salvador, nieii ollar amigo, dir" Ln Mole,
aquelle que le levou au Luuvro easa bebida refrigerante.
qe innio bem le fes.
Oh oh ner caso, men amigo.....
E etlvnden-lhe a miu.
Mas o boini ni, i iu vii ilo corresponder a esta civili-
dade oin guilu igual, recuou duendo :
Agrndejo a honra, meo Sr., que queris f.uer-iue;
mas lie protavrl. que, se me r. nhrieaaei, a n>o farien.
Por rniolin f, diaaeC"cniuia, declaro, que, quan-
do fosaei* o ilabo, rreoiihrco-int) por num obrigadu.
porque si iu VOS calara ru a rala hura niorto.
gorro vermrllioi maa Iguiuaa vrxea certas pesaoas que-
rerio antea ver o diabo du que a niim.
(Jueiu oa va eiitlnp perguolou C.camina.
Meu Sr., reapundeo o huinem, cu aou mctlre Ca-
boohe, verdugo do municipio de Paria.....
_ Ah!..... fc< Cocanua rrliando a nifio.
_ Ora, ah leudes dase meslre Cabovhc.
Nao, nio..... hei de locar-voa a Hito, ou o diabo
me oarregue. Dai-a ci.....
_ De veras ?
E luda.
_ El-la aqu.
Alais..... anda..... Lew 1...... c Cucaunas, tiruu
NECE8SIDA0E DE CHA l'R.vf.v DE COMMERCIO
HO IU.i II i..
Um porto de commercio como o da nossa cidade,
visitado animalmente por mais do duzentos o ses-
senta vasos cslraiigeiros, afora aseinbarcacoes na-
cionaes, qur de guerra qur mercantes ou de cabo-
lagem, que constantemente decoro as agoas do
Recito; nina praca como a nossa, cujas transaccOes
de importacSo c exportadlo realisadas escedem an-
iiiialnieulc a 14,000 contos de ris, anda nao lem
um edilicio especial, onde os tratos do commercio
se passem, onde a boa fe do corretor ponha um sel-
lo, que ninguem destrua, a lodos os ajustes de ma-
terias primas, de mercadorias c de lullras, que lie a
quesereduz, por ora, todo o inovimento do iiosso
mercado; anda nSopossue um ponto publico con-
sagrado a assembla dos negociantes, anda que iio
losse mais que uswespacosa prara, cercada de por-
iicos e plantada TTe arvores de grande sombra, com
os escriptorios necessarios para as dilTerentea sec-
ces do commercio, e a sala commum de reuuiao e
noticias.
He cun effeito vergonhoso pura Pernambuco, pon-
to de escala de navegar^ do Sul, visitado em con-
sequencia todos os das por tantos negociantes e ou-
tros estrangeiros distinclos, o n3o poder-lhes apre-
sen tar salisfeita esta necessidade do commercio,
que em cada uma das cidades modernas, anda de
segunda ou lerceira ordem, se ve elegantemente
preenchida. E posto que as operaces da nossa pra-
e.i sejAo por ora mu simples, nem baja anida em
Pernambuco quem especule exclusivamente com a
baixa ou alta dos fundos pblicos, be todava de
Mnima importaucia dar umdade as transaccOes do
commercio, e acabar por urna vez com as fraudes,
com as ralonices e com a falta de palav a, que todos
os das experimenta em seus tratos o negociante hon-
rado, victima sincera e indel'esa da srdida imuiora-
lidade dos ti alicantes, que tem dame de si. Mas
nem estes allentados contra a boa le do commercio
cessara, nem a unidadedeoperacOes, deque falla-
mos, se dar nunca, seno pela creaedo de correto-
res ou agentes lgaos, nicos intermediarios, que se
reconheco, para toda a,especie de Iransaccuo de
mercadorias ou capitaes, e dunlro docditicio para tal
lim erigido sob o nome de praca. Sabemos, que
sob a admiiiistracao do Sr. lsamo da Boa-Vista se
destinara ao commercio uma das galenas superiores
da casa daalfandega, para Ihe servir Oe praca provi-
soria ; mas lanibeiu sabemos, que, apezar uo du-
plicado interesse, que os negociantes luiliao em se
reunir oeste pavilho, leudo a allauUega no proprio
edilicio, como a maior parle delles leein os seus es-
critorios pelo Trapiche, Corpo-Santo eruas adhe-
rentes, por onde eslavao costumados a junlar-seem
grupos, para la lorilo voltando pouco epouco, e deu-
Iro de uma semana abandonaro coinpletameule a
galera da allandega. Hoje, como desde a poca
em que Olinda cedeo ao Kecife a preeminencia do
mercado, todas as transaccOes se propoem e se con-
cluem no meio da ra, ou pelas portas dos ariiiazens
sem a menor cerimonia, eulre as proprias pessoas
interessadas ou seus correspondentes, e sem a mais
pequea garanta de ajuste para as parles, o que,
com ser eminenlenienlefioir/art/iai, noUeixa por
isso de ser extremamente ridiculo. E pois que to-
camos n'um coslume rolineiro, que tanto lia ue cus-
tara corrigir, mesmo depois que liouver praca, lem-
braremos aqu de passagein a necessidade, que lia,
do educar a mocidade, que seemprega no commer-
cio, ou a elle se dedica Perleuce aos cheles das
primeiras casas enlre nos estabelecidas comecaresla
obra de regencrar'io, lazendo instruir os seus cai-
xeiros, iiDo s as materias ecessarias a lao nobre
vida, mas explicando-lhes elles mesmos como esta
prolisso exige que se caminhe a frente do secuto, e
se nao desconheca ideia alguma generosa. O nego-
ciante he o liouicm do progresso e ua probidaOe. O
mundo, as viageus, os exemplos, so as melliores
lices oraes, que o chele Ilustrado de uma casa de
commercio possa dar aos nio^os, que os hiio oe um
dia substituir nos escripierios e na praca. Se assim
se luna leilo ha muito, nao viramos nos a lucia do
progresso com a rotiua displarem o campo dos
melnorameutos, de urna maneira indigna do lempo,
em que vivemos. E ja nao fallaremos aqu da deli-
S'
cadeza de trato, que t3o necessana he tambem a os-
ses mocos, que servem o commercio, e que em todas
as cidades de primeira e segunda ordem forma como
o seu distinctivo, porque he isso a consequencia da
clucaclo, que se Ihcs deve dar, e que desojramos
ver generalisada aos proprios caixeiros dos merca-
dores de retalho,flueanda ntrenos seapresentao
ao balcilo cm mangas de camisa, sujos e grosseiros
como n'uma pobre aldeia.
Voltemos questSo, deque nos arredamos, para
coiicluirnios. Niisnao ignoramos que alguns nego-
ciantes respelavis, que melbor sentem a necessida-
de de uma praca, tomrlo a resolucilo de se reunir
quasi todos os dias n'uma sala commum, onde se
adulo expostos muitos papis estrangeiros e nacio-
naes, e todas as informacOes importantes, de que,
necesst&o, e quesemelhante assocacilo tem tomado
peto os variados interesses do commercio e da
agricultura da provincia; mas nem a AssociacSo
Commercialconta em seu seio todos os individuos,
que compoem o corpo do commercio de Pernambu-
co, nem a sala da associaco, com quanto de muito
proveito, pode de nenbum modo palliar a ereccSo de
uma prai;a.
Em quanto o cdigo lie commercio, rujo projecto
lia tanto lempo inverna na respectiva commissflo da
cmara dos depulados, nflo apparece lume, para
ah determinar sem duvida o modo c o lugar de todas
as operacOes, quizeramos nos, que o presidente da
provincia solicitasse autorisagao do governo para
fundar, quanto antes, a praca do commercio de Per.-
nambuco, com a decencia o proporcOes, que boje
pedem a amplidflo e riqueza do seu mercado, reu-
nindo no mesmo edificio a casa do tribunal do com-
mercio, qued'aquia pouco tem de crear-se, e cujas
sessfles mui conveniente seria ao commercio, que
tivessem lugar dentro da praca. A necessidade de se-
melhanle edificio assim construido he Uo urgente,
as iminensas vanlagens, que d'ahi veem, sflo tilo pal-
pa veis, que nos n!to duvidamos que o presidente da
provincia, por sua propria rcputacio, comece desde
ja a dar os primeiros passos para tfto grande obra,
de que Ihe resultara um nome honroso e invejado.
He para emprezas de semelhante importancia que
o partido, que actualmente domina, tlevia inclinar o
animo patritico do presidente da provincia, e nSo
para mesquinhas e miseraveis consideracOes indivi-
duaos, que Ihe deturpilo o nome, e o fazem apparecer
aos olhos da posteridade mui dfferente tafvcz do
que elle o he na verdade.
da algitieim o piiuhadu do unrn preparado para osen
medico anoiiyoio, e p-lu lia mau do eariasoo.
Antea ip.itera a aa mao aonieato, diaae meatre
Caboche meneando a cabeyn ; pwrque dllilieirn nao me
talla, e aun mina que It.quem un innilia. Ajas uiu i tu
porta! Ueoa voa pague, lueuhdalgu!
Cun que rnlao, lueu amigo, dase Cocannat, o-
lliaudo eurioio para u carrasco, sois voa que poode-a a
tormento, que rodis, que esquo lijis, que curiis as
eabeeas, que qncbreis os ossos. Ah ah l'slilUu mullo
cooliccer-vos.
Sriihur, disse ineslre Caboclie, cu nio faco tud-.
por ni iin uietiiio ; porquanto. nssiiu como vos uulrus H-
dalg> leudes lauoms, para fatereui o que uiu queris
taier vos luealUos, eu leiilio os meua ojuilaiiles que tal m
a larefa mais pesada, e que avio oa to povo. So quan-
do por acaao lenliv delidar cora gculis-humeiis, coiu
>oa a o vos.o eoiiipanlieiru, por ex.niplo, ol I cnlio he
oiiira cousa, eboiiro-me dtfdiseiiipriihar eu lueaiuu a
........hn .; !_- Stre! .....'"*. 'tdH lirimstie.. ;
o uliimo, lato he, desde a li.niir ale a degul.jao.
bruno Coeannaa, man gradu seu, torrer-llie pelas
veiaa um lieitior, eollio ae ..mera Sobre o cvatele, ou
. o guni d'aco Ihe loeasae uo pescofu.
La M-.le, acui tineudei a causa,vapuriiueatuu a sara-
nil seiisaftu.
Mas Cucaitnaa venoeo easa enmelo da que ae euver
golilla va ; e como quitesse de.pedtr-se da meslro Cabo-
che eum uiu giaoej derradeiro:
f..i. b....; saTaB*, J.ir-i6, iv'u vuss p
vra, .juaiitl hegur a minha ves de subir a f'rca d'En
guerraiid de Mangoy, un
inours, oulru tora do voa uo me locara ?
Recebemos, pelo brgue Tarujo II, jornaes da Lia-
boa, que aleando al ao 1.* ue dezembio.
SS. MU. ealleas. conttnio a residir no paco de
Belm, sem novidsde em sua imporlaule ssde.
U ministerio conservase como o derio as ultimas
noticias
Ihariu 4o Corerno de 22 de novembro, do seu
artigo de fundo, contesta alguns Tactos apresen lados
pelo Sr. depuledo Meirelles e publicadorno Jornal do
Comme/cio do Hto-de Janeiro, de 2 deselembro, con-
cluindo a conlesUciu por estas paUvras. Concluire-
mos, por tanto, declarando, que estamos aulorisados
para negar lodos os pontos, em que o Sr. Meirelles a-
laca o governo portoguez. Nada do que elle conla a-
conteceo; nenbum dos padecimrotos, com que preten-
de exaltar a sua grandeza da alma, o veio ferir; assim
como nenhunii das virtudes com que se eofeila, e mul-
to de'sejarenios, que posaua, acbou occasiao de appa-
recer, ou ao menos de se deixar suspeitar
No tnesiiio jornal, de 24 do sobredtlo mez, vem o
ilecrriu, que nomeou a Senltors infanta D. Iiahel
Mara protectora dos instituios de Lisboa, e Porto das
servas dos pobres denominados iroiias da cari-
da de.
S. M s Imperalrz nio recebeo os.devidos eompri-
inenlos Doaonivei-ano do nascimento da puncis A-
melia, por se ai bar levemente incotiimodada.
Msndou-se proceder a um recrulsmento de seis mil
cento e noventa e um mancebos para o exerciio, em to-
do o continente e libas.
Os jornaes da opposicao conttnio a sustentar, que
esti eminente urna crise finauceira ; e bem assim que
existe destrilelligencia entre o ministerio, a qua a sua
moriilicacio nio poder.i tardar.
No dia 25 lundeou defronle de Belm t> vapor de
guerra inglez 7'* Black /soy/e, vindo de l'ljrnouili,
tiatendo a seu buido o pai e o irmio de S. M. el-rei
D. Femando, que, na con ptmhia de seus filhos. o
principe real, e duque do Porto, loi receber aquellas
augustas pessoas, as qu .es, apeuss, de.embarcarte,
lorio romprimentar a lamba, que osesperava acoui-
panbada de todos os principes, seuslilbos, ed -^ damas
doservico.
U marquez de Heeode. camarista de S. Al a Itn-
peralnz vtuvs, loi bordo eomprtmentsr os augustos
ujinles. e'acompaobou-os at ao paco. Igualmente
foi a bordo o enesrregado dos negocios da Blgica
As noticias de espanba chegio a 22 de novembro.
mmmmsmm
SS. MM. e A. permaneeilo em Madrid, sem iu.
commodo.
Perer. da Csstro loi nomeado viee-presidente jo coa.
ralbo de estado por deereto de 12 de novembro. et|
mesma data forio nomeados desoito concelheros de n.
lado extraordinarios.
Tambem foi nomeado interinamente iscrsUrio do
coneelho de estado. D Jos Posada Herrera.
Publicou-sa a reforma da etiqueta de palacio, que ie
deve observar desde o 1 deste anno. Fica abolido o
tratamento de 7 a todos os subditos hespanboes, osa-
do at squi por todos os memhros da familia real, asij
o usari o rei, ou rainha reinsntr, ou regente do reino,
que fOr pai ou mi do rei ou rainba menor, btvrri
para o futuro tres beija-mios: um dia do santo do ra
ou rainba, outro no dia 1 do snbo. e oulro no dia dos
annos, ou do ssnto de S. M. a rainba ou rei, qusodo
lorein csssdoi, ice.
C mejio ai reuniSes de depulados, afim de se ssher,
se o gnverno lera meioria no parlamento. Muitos jor-
naes sio de opiniio que a teri, tanto mais se se a pre-
sentar diaposto a fazer algurnns modifiracoes aosyslem
tributario.
Tomou posse do governo militar de Madrid o general
0. Jos Fulgor o.
Execotariu-seem Valencia, so dia 11, um cabos
quatro soldados, eomprehendidos na sediclo do dia 3,
Viole soldados forio condemnsdos s dez, oito e sen
annos da presidio em Cents.
No dia 19, anniversario do noma de S. M a rainba
D. Izabel II, hojrnriietja-jxiio ; e foi noma ido duqot
de Valencia e grande de Hespanha da primeira etaett.
general D. Ramn Maris Narvaer.
S. Magest.ide assistio, no da 22, ao baile, que dto
o duque de Valencia, e dignou-se a mesma augusta se?
nboia dsnear a primeira coohadanes como menciona-
do duque de Valencia ; e >. A a Sre. D Maria Luixt
Fernanda daocou com o rmbanador de Franca, e as 6-
Ihas do Sr. inlante D. Francisco com o tluqu de Rian-
tares, marido da raioba Cbristjpt, e^con: o embaixsdoi
do Brasil.
O eneral Roneali insta pela sua demisslo.
Arms-ser|ue o governo bespaohol se oceupa seria-
mente das pautas das alfaodegas, e que a sua opiniio
be de que se toros livie a introdcelo dos generosa
mercadorias eslrangeiros, como 0 nico meio de extin-
guir n contrabando.
As noticias de Paria ebegio, por via dos jornses da
Lisboa, al 16de novembro.
A princeza d'Aumals tinhadsdo i loi, no dia 15,
polas 8 borss e um qusrto da noule, um principe, i
quem o rei eoncedeo o titulo de principe de Conde.
Cooslava que o marechal Bougraud aladra as tribal
dos Beni-Olursgbs, eas destrocara completamente, ma-
tando cem buniens, aprisionando duzentos,'espprehep-
drnrio seis mil caberas de gado. Km consecuencia dis-
to, a tribu de Beai-Ania entregou se i dtsencio.
Assegurava se,queem Marroeosbavtarebenlado uma
sedico, da qu.l se ignoravio ainda os poimenores.
Os povos insurrecionados sio os que esli situados noi
arredores de Meltlla.
Foi demittidp de ministro da guerra o marechal
Soull, conservando a piesidrneis doconcelbo.sem paila;
sendo nomeado para o substituir, o general Molinada
Sa'nt- You. e para sub-secretario de estado do mesmo
ministerio M.'Msrlioeau de Cbeine.
Affirma-se, que o novo ministro ds guerra ser no-
meado par do reino
0 tenente-general Gesan substituir o general Mo
Itne no cargode director do peasoal da reparlicio di
guerrs ; e o marechal decampo Desmo fui someado
director dos negocios argelinos.
As noticias de Inglatera sio st 10.
U gabinete nada resolveo sobre a imprtanle quesllo
dos cereaes, assumplo, que pieoccupa sobre ludo os sa-
nos naGrio-l que exialem sertas desinlelligencias sobre sla quesllo,
mesmo no seio do gabinete. Sir Roberl Peal, Sir Ja-
mes Graban*, lord Lyndgurst, desrjio uma reforma,
que abra os porlosda Grao- Brelanba aos cereaes estran-
K' iros, reforma vivsmente combatida pelo pailidotoij,
representado especialmente no coneelho por lord Wtl-
hogton, e por lord Slanty : muilasslo as opiniesdi
jornaes sobieeslo assumplo; porm, a final, lodos eslo
concordes, em que por em quanto nada podein adir-
mar i cerca de qusl sera o dslecbo da qoe-lao.
COMME *cl
no cadalalao de M. le tla-\
Eu vo-lo prometi.
Dala vex aqu tendee a minha mi, disse Cooan-
nas, em penhor de que aceito toaaa promeaaa.
E e.iendeo a mo ao earraaco que a locou limidamen-
le com a sua. rom quanio fus,o bem nsitel agrande
vonlade que Ihe aaaislia de npena-ia "rsnraiiienle.
A' este simples loque, Coralinas perdn um pouoo as
cores, mas i oii.ervou o nie.nio sorrtso nua labios, en,
qiiaiilu !, Mole, ogoiiindo, llie puehava pelo capote.
Cuuaiiiiaa, que ua rralidario noli, lana volitad* Ooiao
L> Mole de por han i esta acea," na qua I su ha via, por
seu genio, adiaulado moia do que quiera, fiel uiu niovi-
iii'iiio de cabeca, e retirou-se.
Ora, niu le parece, diaae La Mole, quando cusa u
aeu eompaiiticiro ehegou i Crua de Tralmir, que ae
respira aqu luellior do que na j>racn du mercado r
Coiiveullo, disse Co:aiiliits, mas litio esliino menos
trr Iravado coiiheoimeiilu com meslro Cabuobe. He bum
ler amigoa por tuda a parle.
.... 4 _" I. II f? ... II-
^ m. um i.wpo.ua.iM un mCii.-i.iihi., taiasn *J naue
rindo-a.
Oh! quanto ao pobre meatre La H"riere, case lie
mono e bem morlo. Vi a chaunas do arnabas. ouvi *
palmada d bala que reauou como ae livesse balido ti.
.ion da calhedral, e deixei-o estendidt no reg da ra
afogado no satigue que Ib* corra do naris e boca.
A auppo-lo amigo, bo aio amigo que tesaos no outn.
mundo.
Con tersando assim, os dous mancebos entrarlo na
ra de i'rbre-jov, 6 oCaMiiior-.i para a iiiii*:
na da Bella-Kstrella, cuj rotulo continuara a rangei
uo meatuo logar, e anda orrocia ao viajante o sed gas
ironoHitcu foguo, e appeiiluao lelreiro.
Alfandega.
Renhihento do da 6................. I:*'29990
ucarriguO lije 7.
Krigue escuna- laurameresdotias.
Brgue- Htieultt dem,
EscunaOalt.nl- Uary dem.

Esperavto CuratiiMis e La Mole aehar a easa desolada,
a flava em do, e os bichos d cosinha de fumo nu bra-
co ; mas roiiigraiiiloadmiraclti eua enennirrioacsaa
iu plena aclivtdade, madama La Muriere muito rrs-
plandeceiite, eos rapases anata logrea do que nolira.
Olhesai a mfiel! disae La Mole, vio a ver que as
luritou ja a' cesar.
E dirigindo-se nova Artemisa :
Madama, di.sc-lho, at aomoa d-ns genlis-J"1"
mena do cuiiheeimeiilo do infrlis M. La Hurirr. D"
isiaaa aqu dus cavallos. a duaa malas q.evimuare-
xlaiuar. ,
__ Meua Sra., rea|iondeo a dona da caaa, ao ver q
se no portea reeordar doa reclaiuaiilca, corno ulule-
Olio a honra do ooiihcccr-vos, n.u mandar, ae dais n-
reiic, chamal meu marido. Gregorio, chaiaai vu<
ame,
Ureaorio paaanu d primeira eoiinha, que era ara-
c:z bl-r"""' ""*" eonfecoir
ivi *o praroa"qiie"n,csle La Uurtre, a sua fas*.
julgava diguoa de seres, prrparadua por auaa aabtsa
Oadiaboa raelevem, murrourou Coc.niiaa. sew
nSo fax d vreata caaa tao alegre, quando devra eai
lio irisle. ndala pobre La Hurtare |
_ Quis roatar-iue, dase La Mole, mas perdoo-lnf "
iodoooraci. ,.
Mal havia La Mul pronunciado estas palavras, api
.___...... I.....,-., eo... ...n. aauaiola na mi, oaid lu
va uaaa et-bofaa, que mecala ooau usua coll.er de |.
La M-le e Cucan.......UarSo um gritle sorpresa. \
A' este grito Obomam er,eo a cabeca. f apuuo. f
t MUTILADO


PV
^*m
pp
BriguePaqnete-de-Pernambueogeoeroiialtadoide
oulro navio.
PatachoPeana-mercadorias.
Hrigue N->' <* /?oa-Fws*Uriana de trigo.
U,rc> PrtUOM geoebra e alcetrlo.
IMPORTA CAO.
/V SESHORA DA HOA-VIAGEU. brigue bra-
sileiro timfa de Genova, e Marselte. ent.alo no cor-
renlH me*. on gnp4o de Fruitivo Alies da Cuoha,
m.nifesiouoseguiote :
550 caizas com roeviai, 37 iiccoi alpiste, 5187 bar-
rica) arinbo de trigo, 64 eaixaa ch* parola, 5 ditai un
gueug'i 25 ditas tela de sebo ; aoi eomignetarioa
26>lumei cera branca amarelie; a Neecitneoto
ScbaeleriC '
BkR^VLES, brigue portuguez, vmdo de Luboa.
entrado no correte mez; a consignado de Tbomai de
Aiiumo Fooieca, roanifeatou osegunte :
38 pip "'nb 10 dita vinagre, ?00caai sabio
em pedra, 800 rnolbos cebollas, 18 moioi de sal; au
cun , I caia litros mires 20 pipas vinho ; a Francisco Severiano Rabello.
SO pipase25 barristiobo. 20 eaixai loueinho, 50
birria pa.o. e cbouncoi ; a Oltvein Irmlos & C
11 barricas dus.s ; a Manoel Joi* Machado Malhei-
ros. i
1 caisote mercurio doce a Jos Antonio Bastos.
5 pipas vinho ; a Firoiino Jos Felii da Roa.
I caisote i mentes ; a Franciico Jlo de Barros.
'. 1 caisa mermelada ; a Bernardo Jos da Costa.
2Q baer* tmbo; ao capillo.
10 barricas (.reos ; s Antonio Joaqun de Souia'
Ribeiro ill':- ,
1 caisote mteteos, 1 dito jaibas de barba ; a
Antonio Joa Frrnande.
1 caisote in.pre*aoa; a Luis Jos de Si Araujo.
8 barrica* figos; F. Antuni. Cbambica.
3 *olurne drogas; a Hattholomeo Francisco de
Sou/i.
16 ditoi ditas; a Antonio Pedrctdis Neves.
1 pacole impressos ; a ManoefpiiiNacimenlo Pe-
reira'.
1 caisote chocolate: a ordem.
1 cana ignora-se a Jos Altes.
2tolumes ignora-se; i Angelo Francisco Car-
neiro.
I embrulbo breviarios; a Antonio Pereira da Ca-
oba.
Consulado.
BENDiatorro DO DI* 2.
Ocral. .............
Provincial......................
dem do du 3.
G-ral........
Provincial......
60*630
101
60*731
1:267*072
641*199
1:903*571
Felii da Roza, Antonio Pires Frreira.* o dosembir-
gador Domingos Nones Hamos Ferreira, e 1 filho
menor, Bmileiros.
Falmoulb, Ilbs-da-Medeira e Canarias; 30 clise, pa
quete inglez Seagull, capillo \V. P. Dickens. Se-
gu para Sul.
Navios sahidoi no metmo dia,
Maranblo ; brigue brasileiro Minerva, capillo Jlo
Goncaltei Rocha; carga gneros do paii. Pnsaaget-
ros. Francisco Antonio da Cunba, o alfares d'artilha
ra Francisco Jos de Saof Anna e Arsojo, com *ua
familia, e I camarade, o eacrivio d'armada Caaiillo
de Lellre da Cmara Araujo.
Trieste por Maranhao; patacho hespaobol Calador,
capillo Joan Rutes, em lastro.
De< laragoes.
U paquete ingles Seagull recebe as malas para o
Rio e Bahia. amanilla 8.a 11 horas em ponto: e tindo
cartas depois desta bora, paglo porte dobrado.
As mali para Bahia e Rio-de-Janeiro pelo pa-
quete inglez Seagull, lenle Dickens, aerlo fecha-
das no dia quinta feira, 8 do correte, no consulado
hriannico, ra da Cru. ai meo dia em ponto,
/fiioim^oriiia aoico'leciadoi dnt bmrrot do Recfe,
Santo-Antonio, Boa filia e Ifogadoe
O administrador da mata da receheduna das rendas
geraes internas, querendo dar urna prota dos desojo,
que em, de arrecadar os imposlos a cargo da mesa,
sem incommoo e despesas, que acarretlo por meios
esecutivos, pela ultima e nica tes, avisa aos m -
radoiea do burro do Recifa, para que enbl pagar o
imposto do banco, e de escravos Je 1845 a 1846 de-
cima de mo mora, o ultimo semestre de I84ta1845
vencido no ultimo de dezembro p p,: do burro de San
lo Antonio os mesmos imposlos, eannos; dosbairroa
da Boa-Vista, Afeados. Magdalena, oameemoe im-
poslos de 1842 a 1843, 18Ha 1845; cuja relelo j
se acba prompla para ser remellida a juizo, se por
entura nao tierem pagar at 15 do correle. Epara
que ebegue a noticia a todos. Taco o presente aonun-
eio. Reeebedoria, 7 de j-neiro de 1846.
Francisco X'ivicr Cavalcanli de Albuquerque.
= O doutor juir de direito da segunda vara do cri
me desta comarca encarr?g:do efo -sm Snr presi-
dente da provincia de presidir a unta reviaora do*
jurados manda f.ier publico que oa trabalhoa da
referida junta teem princi, io no da 8 do do eorrenle ,
as 9 horas, na casa das sess&es do jury onde apresen-
tamo suas reoUnacdes. -= O escrulo da junta, Jote
A/[or<$o Guedee Alcanforado.
Avisos marilmips.
PORTUGAL.
O estado do mercado he osegunte : Arroz proeu-
rsdo ; assucar parausado ; algodio, poueal veodaa ;
borracha, nio ha ; cacao, nao ha ; cera de Angola,
ba falta, sendo pouco procurada na actualidade tanto
desta, como a do pai/ ; cafa, presos muilo altos, e
por isso potica iraniaccSea aa 2.700 taceas, ebegadaa
ltimamente de S. Thom, vendrao-sr para consumo
do par/. ; chifr-s grandes, falli ; couros, ha minios,
ciiegados de Pernan.huco, Cearl e Maranblo, estan-
do venda pouco animada.
II o violento du Porto.
Savot entrados no dia 5,
Rio-de Janeiro; 26 dias, patacho hespanbol Cacador,
de 120 toneladaa, capillo J i > Roses, equipagem 11,
em lastro ; a Jlo Pinto de Lemos & Filho.
dem ; 19 dias, biigue bespanhol Segur da- Momea,
du 214 toneladas, capillo Jos Cannllo, equipageni
10, em lastro; a Manuel Joaquim Ramos e Silva.
.Vacio entrailos no da 6.
S -Catbarina; 25 das, patacho brasileiro f.uz, de 108
loneladaa. capillo Joa de Araujo. equipagem 9, car-
ga f.rinha; a Manoel Ignacio deOliveira.
Lisboa; 30 dita, brigue portuguez Tarujo II d 152
toneladas, capillo Laurianno Antonio de Almeida.
equipagem 14, caiga vinbo e mais gneros do pais ;
a Firmino J s Flix da Boza & Iimlo. Paasageiroa,
Manoel tartao Pereira Montones, Fumino Jos
dono grito floni oulro grito, deixnn cahir a oaaaarola,
fioando piiim a Cvlher na mo.
In nomine patrie, disae elle ni"vendo aoolher on-
ruu i- tora un hya.q.e. tt Fiiii, el Spiritiu-Sancti.
Meatre La Hurire I exclamara juntos arabos oa
mancebas.
Meeaieurs de Coeannas e de La Mole! disae La H..-
rire.
Maa aullo, s nlo morresles ? pergiintuu Co-
cannai.
Va rallo ealaia vivos' redarguiu La Hurire.
F.oireanlo, cu v. " e>ln pito da bala que vos qnebra.va o que qoer que
fwe. Ueixei-voaileiladu no regn, lineando sangue pelo
naris, pela bora, e al pelos olhoa.
Tildo ia lie verdade, como u Evangelho, Sr. de
C'icaim.ia maa eaae entrpito que outialea era da bala.
1"-. lniiodo reiiinienle na mirilla relada, seaeliatmi;
j"-' "iiirin aaMn nao foi o golpe de urinear, ea frasea
ne acerearrMoa La Hurire tirando o barrete e me-
traii.l,,, rilDe, peiimia oumu a palma da mo, que oo-
* Idea, nao ,. Aio.u un cabillo.
O al"u'a niaiHM-boa dispararlo a rir as gargalhadaa,
qeanifu virio gr.,tleaea Hgurj do paaieleiro.
Ali! ah| na ridr-tus, diaae La Hurire, un pou-
co iraiiquilitaado, eolio nlotiodea om intencoea maa?
E e.mealrr I Hurire, eataia ourado dos vosso
goiloagu,.r,eir,p
Jh | que airo, airo, lueua aeniurea ; e agora.......
L Agra, oque?
Agora, fu otu jg nij ,r man oulro fago' aeuiv
M ninba eeiiuha.
=Vende-se a escuna americana liallanl-Mary, de
lote de 123 toneladas .forrada e eneavilba de cobre .
construida em Ualtimore deprimeiri marcha com
todo o veame novo, /prompta para qualquer viagem:
a datar no escriptorio de L. G. Ferreira & Compa-
=Vende-seo moitovellfo late americano Almi
ra de lote de 94 toneladas .forrado encavilhado de
cobre promplo a seguir viagem para qualquer porto :
a tratar com Matbeus Austins & Companbis na ra
da Alfandega-Velha n. 36.
= Para Cotinguiba sai, oestes din, a lumaca Flor-
do-Anqelim, mostr Bernardo de Soma : para carga
e paaaageiroi, trata-se com o meamo mestre ou com
Luiz Jos de Si Araujo, na ra da Crui, n. 26.
Para a Babia sai com e maior brevidade posiivel
sumaca S.mta-Anna '. para carga e paiiageiroi traa
se com Novaei dtC. na ra do Trapiche, o. 34.
= Vende se o muit superior e veleiro patacho ame-
ricano Enlrtp'iie, de lote de 95 toneladas ', forrado r
encavilhado de cobre promplo para seguir qualquer
viagem : a tratar com lleory Fortter & Compaobia .
na ra do Tiapiebe, o. 8.
= Para o Rio-de Janeiro segu com brevidade,
o brigue nacional l'henix; lem a maior parte de seu
i ariegainento prompla : para oralo e paasageiros ,
(para oa quaei olfarece escellentes commodns ) e es-
cravos trata ie oa ra da Moeda n. 7, com Leo-
poldo Jos da Costa Araujo.
= Para Luanda aahira com muit brevidade o
brigue brasileiro LeOo forrado e encavilhado de co
lite : queni no meamo quiser carregar ou ir de pas-
sagein para o que- teiu ekoellentes commodos diri-
ja se ao paleo do Carmo n. 17, a tratar com Ga-
briel Antonio.
Avisos diversos.
= Quem precisar de um rapas portuguez con
pratica de negocio e conducta afianzada para eai-
seiro de escriptorio armasen, ou cokranca annun-
eie para se tratir a respeilo.
BrnTn! ilme Coralinas, lam he prudriile! Masa-
gura, HJiinluu u Hieoioiitet, nos drixnmoa na vossa e-
tribaria dona ravalloa, e noa qunrtoa diua nialaa.
Ali! sim dase o paaleleiru cucunuu a orrlha.
Brollo?
Duus catalina, ditris toa?
Sniii na eslribaria.
K duaa malaa?
Sim, no quarto.
tle que, vede la..... toa me batieiaaiippotto raor-
to, nlo he asairo P
- Ceriaiurnle.
_ Coofi'asaii pois, que asaim nomo toa rnganastea,
ni,da lanibrn cu rnganar-ine da uiinha parlo?
Suppondo-voa lamber morlo? Podiria faie-lo.
__ Ah I eia ah o raao..... he que rom va tuorrieit
ab-iiiii-eiad___ ronliiiuou inralro La Hurire.....
_ Que niaia ?
__ Siippui, oo liiiii rus", bem o veju hoja.....
__ Que auppusraiea rntau? duei.
Suppui qne poda aer voaao herdeiro.
_ U' ll Ksrtto oa doua mancebo.
Mas nem pr iaao deixodeeatar rauito aatisfeil"
de que ealejaia titua, mena Sr*.
De surte que vndenos os nonos cavalloi? diaae
Cooannaa.
Ai! Sr., disse La Hunre.
__ E as ituasaa malaa? oonlinuoo La Mole.
Oh i aa maiaa nao....... exmaiuuu paaicioiro, o
que eatava dentro aumente.
__ pilo te parece um descarado ladri? repiioouCu-
oannaa. Tiremoi aa trpaa 4 eale diabe, La Mvle ?
A peisoa, que tirn um relogio da algibeira de
um homem, no quartel de polica, na calcada, con-
Ironte a senlinella na noute de 5 de Janeiro, pelas 9
horas, queira restituir ao seu dono, pois sabe-te que
foi por peca, o nio por furto.
Artenda-se o sitio denominado da ~ Cscela =
ao seguir da Soledade para a estrada do Ro/annbo .
cuja posicao como se labe, be muilo aprasivet. A
casa be de tobrado nova e de avantajadoa commodna ;
e o litio eitl plantado, e lem aufficienle terreno. Queni
o pretender, dirija se a ra do Hospicio, n. 21 ou a
ra de Hortaa n 140, que em qualquer dos luga
res achara com quem tritar.
= Moda5do correle, lugio da ra do Encan-
tamento, um papagaio bstanle grande e sem defeilo
algum com toda a eotrnte : roga-sea pessoa, que o
tiver pegado, queira entrega lo; poissedarl de gratif-
cenlo o v|nr delle na roa da Madre-de-l)eos, n. 9
Aluga-ie um ermazem na ra da Guia, grao-
de, com quintal estribara e porISo para tras : a tra-
tar na ra do Queimado n. 10, le cetro andar.
Aluga-se um segundo andar com baitantes
commodoi para familia : na ra larga do (lozano ,
n. 46.
Joaquim Pinheiro Jacome far sciente so publi-
co, que o seu procurador,desde o dia primeiro de janei
ro correte em diento he o solicitador Joaquim de
Albuquerque e Mello. o qual faz procuracin bastante:
nlo sendo portento valida qualquer outra anterior.
= Carlos Holmei lendo. no Hiario-n. numero 280
de 18 Jede/embro p. p entre u titulo Venda
o ani umio acerca do engenbo Caiongo e seus per-
tenec fas constar, que ser nullo qualquer contrato
sobro o lito engenbo poiise acha penhorado', e por
nomeaclo do leu prnprielano rHncisco Porfirio de
Kreitas na execoco que contra este muve o annun-
ciante Carlos Holms, como ludo consta no cartorio
das eteeurdes na cidade da Parsbiba-do-Norte es-
erivlo Franca.
Troca-se cobre por cdulas, sendo de 50' rs.
para cima sem p-emio algum : na ra da Moeda ,
n.7.
Achou-se urna bengala com casto
de otiro ; quem for seu dono dirija-se
a ra do Sebo, n. io, que, dando os sig-
naes certos des letlras miciaes que tem
no mestno casto llie ser entregue.
= Aluga-se o sobrado de um andar e solio da ra
dasCruzes,n. 29, com bstanles commodos, tendo
quntale cacimba: a tratar na ra do (Jueimado, lu-
ja, n. I.
= NoJia 11 'lo p. p.. schou-se um cavallo brin-
co com urna gitiraoa, no pescoco amarrada e se
uppSeier furlado : quem lor leu dono, dinja-sea
travesa do Pocinho o. 27, que dindo oa lignaes ,
e pagando ai dotpezas que elle tem leito Ibe ser
entregue.
Aluga-se um sobrado de um andar e solio oa
ra Nova n. 110 : a tralAr ha inesma ra n. 3
= Os n. Franciico Jo de Souia e Manoel An
ionio da Silva queirio procurar na venda da viuva S
Araujo, naruadtCrui n. 67, dual cartas, viudal
do Uio-de Janeiro
= Alugio-ie ii duas casas lerrcas na. 3 e 9 da
ra da Florentioa delronte do tbeatro novo e a eaaa
terrea n. 9 i, da ra Velha na Boa Vista : a tratar
oa ra da Cadeia do Recife n 40.
O padre Venancio llenriques de Re/ende conti-
nua a dar licdes de Ulim ingle/ e francs na casa de
aua residencia ra no Horario da Boa-Vista, n. 32 :
quem dellaiae quiser uliltsar ahi o achura lodoi oa
dtai denianbla ,e de tarde desde 7 do correle Ja-
neiro.
__O arrematante da afericio dos pesos e medidas
oeste municipio abaiso asiignado atenea o nnii-
menlo da aaeama alendo as fregue-ias de S. Amaro
de Jaiioalao, edeS. Louienco da Malla : ai peiioas
a quem este negocio convter dirija-iee caa da a fe
rielo na ra da Concordia n. 1.
Antonio Gun^aUei de Moraee.
= Joaquim Luis de Mello Carioca precisa muilo
fallar aoSr. Antonio Malbeus Bangel, ou seu procu
rador nesla praea islo com brevidade.
= A proleiiura particular da ra larga do Hoza
rio o. 39 fas sciente ana dignos paii >e iuai alum-
naa e dmete pessoas que quizerem cunliar a zelo
i educado de aeus lilhoa que liodio aa lenas no da
11 du crrenle e no dis 12 Irra principio
= Manoel Feliz da Roza precisa de um caneiro ,
que lenba bastante platica de venda para tomar cun-
ta de urna por bataneo e que u fiador a aua conduc-
ta ; no pleo do I erco venda, n. 7.
__ Prvusa-se despejar uoi rniazem quo lem 300
barricas., que lorio de arinhe de ingo : quem aa pie-
tendcr,.dnijatse a ra larga do Rosario, junio ao quar-
trl de Polica n 18.
Ella ameC produxio grande rffeito sobre O douo di<
Ma. o qual fez a aegniule .baernaclo :
II*', mena Sra. creio que ludo ae pode arranjar.
Ouve, diaae La M"Ie, eu aou qiieiu oais ra.u Je
quena lem de li.
__ He terdade, Sr. ronde, poia que me record qm-
u'um luuiueoto de luuoura live o airemuenlo de aiuea-
Vi'r-toa,
Sim rom nma bala que me pnsaoii a duaa pollrg-
daa pwr cuna da oabi'va.
V crdea?
Ealuu orrlo.
Uiua vea que tOa diaria que estis oerto, M. de La
Mole, diaae La Hurire apanliaod a eeseerula cuiuar de
loii.ioonl, aou t.mo muilu inhmo criado para tuadea-
uieotir.
fuia bem I Hila mioha parle nada te reclamo.
Consol weu HJalg.......
aeol.......
A'! ai! ai! fea La Hurire.....
SenAo um jamar |u>ra nina e oa meua amigoa, to-
das aa tetes que me adiar por eale quartetrao.
Ora eaaa he boa! eirlamo.i L Hurire c.iutnaiia-
auno, i iiiu.1 .alulaclo, niuu hd..lgo, aqu ealuu >
tusaaa ordena.
Aiui, ealamu ontenoionadua?
De nsuil" boa tonlade..... b tOa, M. deCooannas,
cuniiiiuuu o Oiuiu da eaaa, euu resala iM-gi,ii:
Sin, mas ouiuu e iueu migo, punliu taaibem una
coudiflo."
Qual he?
Um moco, comquaii lodo o corso de preparatorioa
boa leltra, e que escrete correte, se nfteieee paraeaere-
eram qtialouer faeripturaelo, cu .r.ffrns cssade COR!-
niercio : quem doieu preslimo ie quizer utilisar, an-
nuncie
Ferliiio, em a noute de30 para 31 dedezem-
bro prximo findo, da risa_ de Antonio Gonraltet de
Souia morador em Taquera oaobjectoi ahaizo de-
clarados pertencenlea ao tigario do Allinlio AgOI-
tinho de Godoii e Varoncello: laber : 336 pata-
cdel 19 pecas de 6100 rs. ItdC ri. em cdula- o
qoe ludo eslata em urna eofa de retro/, um relogio
de saboneta de ouro com cadeiai, tendo no meio
deltas um paiiador sendo o linete um cioriubo, urna
correle grulla outra miis delgada, um tranceln)
com pillador de filagria, um par de pulseiraa de ouro,
de senhoia com a firma S. A. G., 1 annelio com a
mesma firma 9 anneia rom um pequeo diamante
cada um eamaltados um grande alfinete de peilo ,
militado tendo no meio um diamante, um par de
orincus modernos com um pequeo diamante cada um,
um Iruiitim com orna estrella ou paasador um cordio
giosso de ouro commaisde duas taras, urna com-
tnenda um copo de prata letrada com ai letras A.
G. V., 15colheresde loops com a mesma firma eas
que niottveretn, terio cootraale, 1-2 garlos 12 faeaa
com cabo de prala urna cullier grande de loupa e
oulro de arroz. indo de maia um cabo lem faca, ten-
do ludo iito contriste por ier obra do Porto e al-
gumis colheies de cha : roga se a qualquer pessoa ,
que apprehender taos objecloi, ou parte dellei, diri-
ja se a rus Direita, o. 82 primeiro andar onde se-
ra generosamente recompenudo ; e bem auim aos
quedescobrirrm osseui auturei.
= Manoel Antonio de Alcntara faz sciente ios Srs.
arrematantes do consumo daa aguas ardentei que dei-
xou de vender o mesmo grnero em sua taberna a-
na ra Direila n. 8, desde o dia primeiro do eor-
officina de eocadernado que o padre F. C.
de Lemos e Silva dirige na ra do S. Franciico, anti-
gaiente Mundo-Novo, n. 66, acha-se provida de
lodo o neceasino para desempenbir qualquer encader-
naciio que te exigir com a perfaiclo e goslo jl co-
ntal cido do publico ea um preco commodo.
0 padre Francisco Coelbo de Lemos e Silva faz
cente ao reipeitavel publico e principalmente aos
seus alumnos, que pretende abrir a aua aula de gram-
matica latina no da 7 do correte ; ai pesioas que
qui/erem matricular leui filboi.dirijlo-ie a caa deiua
residencia ni rui de S. Frinciico, antigamente Mun-
do-Novo, n. 66.
Oflerece se urna mulber para ama de casa que
sabe rngommar muilo bem e cozinba loflrivelmente
toda a qualidide de manjares; adterte-ie que aeja
dentro da prga : quem de leu preslimo se quier uti-
liiar diri|a-se ao becco do Ateile-de-Peiie, n 14.
Precila-se alugar urna preta forra, ou captiva,
para todo o lertico e tender na ra : as Cinco Pon-
as n. 4.
Aluga-se o primeiro andar da casa n. 55 da roa
da Crui: a tratar ni mesma casa.
Alugiu ae os primeiro e segundo miaros da can n.
22, da ra eslreila do Ru/arto: a tratar no largo do
Cullegio, n. 6.
Aluga-se osegundoandar da caa n. 39 da ra
Nota : a tratar na luja du meamo.
Precisa-se de urna ama de hile forra ou captita.com
lano que lenha bom leite e paga-se bem : oa rui do
lYuoio, padaria, n. 154.
__Arrenda-leum sitio na encrai|bada da estrada,
que segu para Saolo Amaro, com casa de tivenda e
atrillara deoedrae eal. tolo oercado de limoero, e
com bastaniei artoredos de frucloi : quemo pretender,
dinja-se ao Aterro da Boa-Viste, n 24, primeiro
odar.
__Aluga-ae ou vende-se urna cinoa de conduzr a-
noa, uiui estanque; quem pretender alugar ou comprar,
dinja-sea ra da Praia. no aobrado, n. 35 a tratar
com Manoel Jos Pacheco de Mello
Lotera de S. Pedro llartyr
de Olinda.
Os bilheteidcila lotera acnio se a venda noi luga-
res du cutume. Brevemente sera annunciado o dia im-
pretenvel do andamento dai rodal.
Aloga-ieosobrado n 4, sito no lirgo do Hos-
pital do Piraizo; todo ou sepirado: a tratar oa ra
do Cres .o luja de Santoi Netei, ou no laigo_dj>
Carmo, n. 5
Preciaa-se de 500* 600r rs. a premio com
urgencia; do-ie por garanta 5 oscratoa lures e des-
einbaracados aqu na piafa : quem quizer dar, an-
nuncie.
Di-ie dinheiro a premio mesmo em pequenss
i|u -tilias, com penhores de ouro e prata : nal Cinco-
Punlal, n. 134.__________________
~~Z~i> que entregete a M. de La Mole el cincuenta
.acudna quo Ibe deto, e que vt r.i.nfiri.
_ A' mini, Sr.! r qdandu foi isior
_ Um (iiarto de h-ra ames de haverdes tendido o
meo cavallo r a mnhu mala.
La Hurire le um geal de intelligenoia.
_ Ah! emendo, diaae elle.
Rf,.i um armario, donde lirou cincoeoU eaeudoe
bem eunla.l..i, q>ie enlrrgou La Mole.
B-'iu. Sr. mea), diaae o geiililhomem, bem.......
,eri-noa uuiatualaaaada. Oa rinooenla eicudoa rio
' Oh! exclamou L Hurire; na verdade. meas 6-
,lalK"S, va tendea animoa de principe!, o poden contal
ummigo pela vida e pela niurte.
_ Nraae eaao. d.....Cueaon... fazei-noa a malaaiada
pedida, o u*o p..npe.a ella n..lci.-e neos leucmbo.
Deimia vullaiido-se para a pndola:
-H as mola> Ras imot firt-
lena reslo, W moe, ui.~ !. ----------
raaae.per.r; e lauto f. paa.a-las aqu como algurei.
Tantu maia quaiil". ae me iil" engaito, ficamua aqu a
u,ei oamliilo.da penle 8 t frao ambua seniar-.^ me.iaa ineaa, que ooeupa-
,4.. n. fa.uoaa .."lia de 24 de aguaso de 157, na qual
Cu. ...na. pr..|...xera a La Mole que joga.sem a pnmetra
ao.anle que siteseroi.
Confraaemua porm. em honra da moralidadedoi dona
aaWrbet, que BMtaUsaM oenfauta dellc es ao ea
euiiipi.nl.viro igual prupuaido.
(Un

\
"**m

A
U presidente da irmandade de N. S.
da ( onceico dos militares roga a todo
os irmaos residentes nesta cidade de
compaiecerem no dia 8 do correte as
5 horas da larde no consistorio da mes-
nia igreja, para fim de eleger-se a me-
sa i'gi'dura, que, na fima. dos estatu-
tos, tem de ser empossada no dia i5 des-
te mez ; visto nao se ler reunido no din
a3 do mez lindo, numero legal, as horas
competentes.
Tendo a fabrica de sabao do coro-
nel Martina sita na ra Imperial do
A Ierro n 116, passado a novo propie-
tario no mez de outnbro lindo, soffreo al-
guma paialisaco, em quanto se montava
de um modo mais conveniente, e se aper
fcicoava o fabrico dosabo : um e 011-
tro fim estao preenchidos hoje, e o novo
proprietai'io tem j para offerecer ao pu-
blico nao s o sabo preto, que dantes
se fabricara, como o amarello igual em
cor ao melhor sabao ingle/. e superior
a este na massa e mais qualidades, como
tambem em tudo ao que se fabrica no im-
perio ; he um sabo leve, mu consisten-
te preferivel, em muitos casos, ao mes
mu sabo amarello ; sendo os precus
mais mdicos sempre do que em quulquer
deposito desta cidade : e, comprndole
grande porco do relerido genero, com-
prometle-se o proprielario a fdze lo cpn-
duzir cm canoa para o lugar mais com-
niiiilo ao comprador.
= Jos Soares da Aievedo, proleMor de lingos frnn-
ceza no Ijceo tem iberio em sua cata ra estrella
do lio/ario n. 30, terceiro andar um curto de iiii-
LOSOPliiA e ootro de i.iscox fuanc*/a. Aa pesioas ,
que desejarem estudar una ou oulia delta disciplinas,
podem diiigir-te indicada leiideocia a qualquer
llura.
= Aluga-se o primeiro andar do obrado da ra das
Cruzcs n. 22 : a tratar nu segundo andar do metmo
sobrado.
Qoem tiver para alugar, em qual-
quer das ras piincipaes do bairro do
llecife, urna casa de dous andares, que,
embora nao seja glande, lenha comino-
dos sufficientes : annuncie para ser pro-
curado.
= Precisa-te alugar 4 pretoi serradores, que teji
habis no seu trabslbo ; na ra da Cadeia de S. Anto-
nio, serrara n. 17.
= 1 Vrd"o-se urna pulse ira de ouro da forma de
um grlbao toda lanada, tendo cravados no centro 3
rul'ios rom doaa perolas grandes desde a ladeira do
Monte at a igreja do Amparo em Olinda : quem
a tiver arhado e qui>er restituir leve a ra dos Pires ,
na Boa-Vista cass, n 2 ou noi Arrumbados cata
grande de sobradlo Sr. Jos Joaquina de Lima que
recbela 25,000 n. de graiifidcio.
Casa da F,
Na ra estreita do Kozario, n. 43.
Nesta casa acho-se a yenda aa cautelas da lotera de
S. Pedro Martyr de Olinda; para cujas rodas muito hro-
veier annunciado o dia doandamento. Decimos,a 1000
n. e vigsimos, a 600 rs.
A pessoa que estiver habilitada a
ser ama e leite sendo desimpeoida ,
dirija-se a ra do Crespo, loja da viuva
Cunha Gumiares ou annuncie por es-
ta follia a sua morada,para ser procurada
linsina- se tambem na* lenas, rain perfeico
latim philoaopbia rbetorca na ra Nova, n. 52,
primeiro an lar.
Precisa-ae de una ama para todo o servico do
exterior e interior de urna casa excepto engommar ,
e que d fiador a sua conducta na la do Csldeuero
n. 74.
= Aluga-se. no becco do Diqoe, urna morada de
casa terrea com bons commodos para urna lamilla ,
tem cacimba, quintal pequeo, e coiinba (ora: a tratar
oa ra ao Crespo, n. 21.
= A pesaoa, que ennunciou, no Diario de 3 do cor-
rente querer lOO rs. a joroi, sobre peobores de ou-
ro dirja-se a roa Direita n. C9.
Compras.
= Comprio-se escravos de ambos os sexos; sendo
mocos pagfio-se bem : no caes do Ctllegiu deposi-
to de farinha de porta larga.
__ Comprflo-se, para lora da provincia, escravos de
13 a 20 asos; sendo de bonitas figuras, pegio-te bem:
di ra da Cadeia de 5. Antonio sobrad de um an-
dar de veranda de pi n. 20
Compra-se um mulatinho de r5 an-
s os, pouco mais ou menos, e que seja de
bonita figura, urna negrinha de 10 a i5
annos, de boa figura, e com habilidade
para mucama, e um moleque de i4 'c
anuos, pfopro para todo o servico : qual
quer destes escravos, agradando paga-se
bem : na ra da Mdre-de-Deos, n. 5.
primeiro andar.'
- Comprao-se psde niSo para eerss en atado
de traniplaoUreen-se 5 oeste typogrephia se dir.
Compra-se a oovella m Amanda e Osca=; aa
praca da lodepeodencia o. 2.
Compra-te um diccionario portugus de Cons-
tancio em meio usu pela metade do preco que
usa ; quem tiver, annuncie.
= Cumpilo-se peilraa avulsas de marfim, para ga
nao anda, que teja urna ; aa praca da Independencia
Inraria ns 6e8.
Compra-se urna carrosa para ser puchada por
eavallo com os competentes arreiot ; quem tiver,
nnunce.
Vendas.
FOLHINHAS
DE
Porta e Algibeira
Vendem-se na praca da in
cJependenca, loja de livros n. 6
e o; na ra da Madre de Dos,
venda da esquina defionle da
igreja; na Boa-Vista, def onte da
matriz, botica do Sr. Moreira;
no pateo do Collegio, loja de li-
vros da esquina; e no largo do
Terco, venda n. 7; em Olinda,
botica da ru do Amparo, e loja
do Sr. Domingos, nos Quatro
Cantos.
= Vende-to urna batanea decimal capai de peaar
2000 libras ; na ra da Crui. n. 55.
= Vendem-se moendas de Ierro para engenbns dr
atsucar, para vapor agn e tiestas de diversos tama-
ubos por preco commodo ; e igualmente taitas de
Ierro coado e batido de todos os tamanhos : na pra-
ca do Corpo Santo n. 11. em casa de Me Calmont &
Cornpanhia ou na ra de Apollo armazem, n. 6.
= Vende se culis ila Haba, de superior qualidade ;
na ra da Cruz n 55.
l\o caes do Collegio, n. 9
existe um novo arruaieni com arinba de S. Malheua e
milho, tudo, tanto a retaihu romo um porches, e medo-
se a vontade dos compradores, medida velba rapa, ou
caculada como de matulo, e por meos do queem outra
qualquer parte : os protendentes dirijio se ao animo
arina/em, ou a ra da Cruz, n. 54, a fallar com Manoel
Antonio Pinto da Silva.
= Vende-se um casal de escravos para lora da
provincia ou mesmo para algum engenbo ; oa ra
de S. Jos. n. 29.
Vende-se potatta americana, ltimamente ebe-
gada em barris grandes e pequeos ; lencos preloe,
de seda da India ; seiim preto de Macao ; velas de es-
per mcele de 4. 5 e6 cm libra ; cera amarellu ; al-
godo grosto para saceos ; tudo por prego cummodo :
em casa de Matbous Auslms & Companbia p rus da
Allandego-Velha n. 36.
= Vendem-se arcas com farinba de Mag a 4800
rs.; dita de S. Malbeus a 4200 rs. e alqueire me
dido a 3800 u 4500 rs ; sacras com milbo a 3600
e 4500 rs. ; arroz branco a 2000 rs. a arroba ; sac
eos de estopa, novo, para farinha ou milbo a 500
rs. ; goimiia de engommar a 10,000 rs. o alqueire :
na ra da Cadeia de S. Antonio deposito de lannba ,
n. 19.
Vende-se potassa ameri-
cana,
ebegada ltimamente, e de superior
qualidade em barris pequenos a a5o
i6. a libra ; tm cusa de J. J Tasso J-
nior.
s= Vende-se um relogo hor'isontsi de ouro. mo-
derno admbeirouu a tioco de ti jlo de alienara
grossa ; oa ra do Cjueimado, loja o. 18.
Venuem-se um preto e una prelado genlio de
Angola, proprios ptra servico de campo; oa ruada
I'raia seirana do Silva Cardial.
V ende orse 3o ti aves de 4o 4
qa^e 43 palmos, qualidade, massarandu-
ba sapucara sapucarana e camassari de
caruucbo ; na ra du Praia serrara do
Cardial
= Veode-secapim a 240 rs. a arroba; no sitio
do Moodegu unto do Sr Luiz (jones leneira.
= Vende-se um grande canio multo pioprio pa
ra padaria uu lelmecao de assucar com i repart-
mentos ; be novo mullo seguro, e fecba-te c m cha-
ve : no Aterro-da-Boa-Vista o. 58.
c Vende-se um porta licor em sua competente ca-
xa de tai* envernisaua, muito boa obra, por preco mu
to commodo : oa ra de Hortas n. 62.
Vende-se farinba superioi ebegada recente-
mente de S. l.alhanne vende-se pela medida velba aos
alqueires meiosequartaa poi preco muilisaiiio ba-
rato e conlorme as porcoes se fera proporcional abi-
te : bordo do brigje Sagiiarto an orado prximo
a ilbarga do caes do Passc 10-Publico. Abaler-se-ba 160
rs. por alqueire aos conipiadores qu chamarem e.
foreru coouutidos pela canoa do referido brigue.
A 4^500.
Saccas de farelo de lies arrobas cada
urna, ebegada ltimamente : no armazeui
de raguez, ao p oo arc da Concei-
co, e no de Guimare, no caes d'AI-
landega. .
=Veodem-se os mais superiores e geoeroios vinbos
de Bordeauxe Burguodj em caixinhas de duna ; o
quaesae loroo asss recommeodeveis parase ptesenlea-
rem as pessoas de bou. gosto. e se apresenUrem ato una
mesa por seren OS mais eacoeaU dalicioi!, que
se podem encootrer nesta praca ; aasim como Chan-
pague e carreje brenca e prele de superiores qualkUdei
e gottos sublimes; tudo por preco commodo, tantq,*m
p ireoes como por volumes: em easa de Adtmioo How-
e & Cornpanhia rus da Alfandega-Velha n. 42.
Vende-se o melhor jonco, que aqu
tem vindo para tecer cf deiras ; charutos
regala, meia regaba, e superfinos, che-
gados ltimamente da Bahia *, saccas com
farinha de superior qualidade, chegadas
ltimamente d S. Matlieus : tudo por
menos do que em outra qualquer parte :
ua ra da Cruz, armazem, n. c4 a fallar
com Manoel Antonio Pinto da Silva.
= Vende-secba milit superior, em caixas de 6
librss ; em casa de L G. Ferreira & Cornpanhia.
= Vende-se banha de pureo derretida, e da trra,
de superior qualidadS, tanto em altura como em ser
muito freses a 560 rs. a libra: na ros do Bangui ,
cougue, n. SI.
=. Contioua-se t vender a agoa de tingfr cabellos e
suissas; ne ra do Quflimado ns. 31 e 33. 0 me-
thodo de applicsr aCompanba osvidros.
mm Em cata de NovaeB te Cornpanhia na ra do
Trapicho, o. 34. segundo andar, vendsm se superio-
res cbarutoa de regala por preco com moda.
= Vende-se orne parda de i annos de boa fi-
gura engomrra, cose, connha e lava de sabio ; 3es-
cravas de nacSo, de 25 a 30 annos de bonitas figu-
ras com habilidades; um escravo crioulo peca de
0 annos, ptimo boiieiro ; um dito de nacao de
40 annos ptimo padeiro: na ra das Cruies n.
2, segundo andar.
Farinha de mandioca.
No deposito de porta larga, no caes do Collegio,
ka para vender farinba de S. Catbarina e S Matbeus.
muito nova e boa por meos pr.codp que em outra
qualquer parte em grandes e pequeas porrees en-
saccada uu medida pela medida velba ; assim como
'arroz pilado e milbo.
=. Vende-se um carrinbo de 4 rodas muito ele-
gante com aneios competentes para 2 cevallos ; ns
rus Nova coi heira do Sr. Adolpbo.
=Vende-se om pr. lo de 18 a 20 annos, pouco
mais menos, um pardo da mesma dade de mul-
lo boa figura sem vicios nem achaque, o proprios
de todo o servido assim como para pagens ; urna pre -
(a de 20 annos pouco man ou menos coetureira e
coiinheira ; urna linda n grinha de H annos, pou-
co mais ou menos : na rus da Cadeia de S; Antonio ,
n. 25.
Vendem-se os bem conhecidos cha-
rutos da fabrica de 1'VancisCO Gta, co-
mo sejo : primores, cacadoies, lgalo,
e S. i. "Yellow, do melbor utno, e afin-
ca-se a qualidade ao comprador : na ruaj
da Cruz ri IVecile, n. a6, primeiro an-
dar.
as Vende-se Isrinbe da terrra medida reta, a 3*
rs.; na ra do Hngel, o. 25
= Vende-se orna esersva de bonita figura, por pre-
co commodo ; a vists do comprador te dir o motivo
da venda : ns ra da Cacimba o. 8 em casa de I).
lunacia Josepbs Xavier.
=Vendeiu se barris com superior mel de turo; as-
sim como vendeni-se, ou alugao-se superiores bichas;
tudo por preco commodo : o ra da Praia, armazem,
n. 16, e 00 Aterro- da-Boa-Visla venda que fui de
Maooel de Aievedo Maia.
= Veode-se urna casa terrea no becco da Bomba
n. 40 : a tratar com o procurador Arruda, defroole
do nicho da Peoba.
REMEDIO
O oais lingularnoi leui e/feiloi.
ae Vende-se,na cidedo do Porto ra de S. Anna ,
n. 139, em casa de Manoel de Almeida Brandao e
na cidade de Braga rus da Conega, n. 9 em casa de
Joaquim Rodrigues da Cunha um remedio para l-
ser natcer o cabello de novo na cabeca a quem tiver
falta delle ; otsim como fsz tambem conservar oque
nelU houver sem cebir utnhum : aquello remedio be
um oleo compusto com o suco de algumas plantas ds
trra e com o qual uniendo-se a ceteca pela manbia,
ou a noute em menos de um me principia s as
eer o cabello com sua natural cor tem mudenca 1
vsivelmenle cretee com admiraco ; de maoeira que
dentro em poucos mezes fice a parle, a que elle se appli-
car, de lodo cubera de cabello, muito mais basto do
que o bavia sido antes de se perder : cusa um peque
no fratco de vidro ebeio 960 rs. porgio muito mis
que sufliciente para urna s petsos.
O amor daquelle remedio be o dito Joaquim Ro-
drigues da Cunba ; o qual tem em seu poder e fran-
camente moslra altestados autbenlicos pasaados pelaa
petsoas que ja usrao aquella remedio com todo o
aprovrilameolo ; sendo estss de soibut os sexos e ida-
dos differentes; entre estes at Iguns quasi de todo cal-
vos ba mais de 20 annos.
Vende-se urna negra de nacao, boi
cozinheira, e lavadeira, por preco comino
do: na ra da Madre-de-Des, n. 5, pri
meiro andar.
Vewlcm-se pclles de be-
zerros francezes, gi andes c de
superior qualidade: na rua^a
Cadeia du Kecie, n. 5S.
es V endem-te scca tuui 11 ilbu da trra, muito
novo ; nu becco do Capim n. 14|.
= Vende-se urna vende na ra d Praia, n. 46, com
bstanles commodos para amina c be !S 5- .2J
por licar ho meio Ubi armnzot de caree: a tratar oa
ru.i uo Rosario venda, n. 1.
= Vendem-se 200 alqueires do muito bos cal bran-
ca por prego coojuiogo ; oa loja de cambio do Sr.
Vieira.
= Veode-se ums parda de idade de 20 annos
muito linda, uplioia para mucama cose cblo, engoui-
ms liso, cozoba o diario de oia casa ; outra dita de
idede 'le 25 auoos; me negrinb, de 15 annos co
u e rng'uaima ; outra Uila de 18 auno, coni as mes-
tuas habilidades; um moleque de 18 ooos; 3 tscra-
vas de naci com bonitas figuras; duis etcrtvii de
mes idede lavio de sabio e varrella, cozinhio o dia-
rio de ume casa por preco commodo : na roa Direi-
ta n. 3.
4| 4fe22SS$$<9 $i9 '*J%

{ VENOE-SE,
l iVrz ra da Madr-de-Deos, n, 5,
primeiro andar,
cera em velas recebida directa-
mente de urna das tncihores fabri-
cas do Rio de Janeiro \ he de o ti-
mo sortimento por ter velas de 3
at" 16 em libra, e vende-se por
preco mais commodo do que em ou-
tra qualquer parte.

=_Vende-se m preto moco ; dous pardos mocos ;
e 3 pretas tambem mocas estando urna prenhe : ai
ruada Cadeia .do Recite n. 21.
= Vende se um preto earreiro, sem vicio era
achaque algum muito-fiel serve de pagem e sabe
coziohar ; na ra doCrespo, n. 15, ou na rus do
Aragfto, o. 18.
s= Vende-te sal do Aun' bem grotto e claro 1
bordo d*bngue Paquele-d$-Pmambuco ; urna pqr-
cio deWra de carnauba ; pipas de Lisboa abatidas .-
na roa, da Moeda n. 7.
=i Vendem-se 3 casaes de porobo de Lisboa, son-
do um dito com a cauda de leque todos muito boni'
tos; 4ditos da Ierra, muito baledores: na ra a,
Aurora n. 5.
Up superior e muito apreciado
vinlio de ( li un pague marca cometa,
eliegrio no Btaujtu 50 gigos, que se achio a ven-
da em poicio ou a roialbo : em cata de Killmann
& Roaenmund, na ra da Cruz, o. 10.
= Vende ae a refioaeio do Ale'rro-da-Boa-Viiti,
n. 21 com todos os pertences novos: a tratar ni
mesma rrtinacln.
= Ne toja de lazendas da esquina da ra do Colle-
gio, com trente para o arco do S Antonio verjde-w
um molique de l4.annos de idade um preto de
28 annos, emboa vindo da cidade do leo.
ADMIKAVEL
NAVALHA )E AC DA CHINA.
Tem a vanlagem de cortar o cabello seta
olTensa da pelle, deixando a cara pare-
cendo estar na sua luiiiaiite mocidade.
Este ac vem exclusivamente da China e t nelle
trabalbio dous dos melliores e msiiabalisados cutilei-
rot da nunca excedida e rica cidade de Pekim capittl
do imperio da China.
ADT0K SH 'RE.
N. B He recommendado o uso deslat navalhtt
maravilhosat por todas es sociedades das soienciss nu-
dico-cirurgicaa tanto da Europa como da America,
Asia e frica nao s para prevenir as molestias ds
cutis, mas tambem como um meio
COSMTICO.
Vende-se na ra do Crespo loja de Campos &
Maya, n. 8.
=.Vende-se potassa muito nova e de superior quali-
dade em birria pequeos ; ne ra da Cadeia-Velba,
armazem de assucar n. 12.
__ Vende-eurna redoma grande, conteododentro
0 acto do descendimenio, com ss duas Maras, N. S>,
M. Magdalena S- Joao e duus guardas obra mui-
to delicada vinda de fra ; no pateo de S. Pedro,
n. 12.
__ Vendem se unsarreios em bom uso para um
csvsllo ; ds roa de Agoas-Verdes n. 27.
= Vende-se milbo aos alqueires peta medida velbi,
a 2560 e 3200 rs.; saccas com arrox de caica ; dito
pilado ; ditas com fejao mulatinho; ditas de feriaba;
barra de mel de engenbo ebeoa no mallo ; estes g-
neros sio proprios para embarcar pela sua quahdids
ser da melbor que ba no mercado : oa ra da Caden
do Recife, armazem o. 8.
=\ endem se 6 prelos de muito bonitas figuras t
mocos sendo um bom oflical de sapsieiro e oulro
pedreiro proprios para pagens ; dous pardos sendo
um dalles earreiro ; urna paida boa engommadeira ,
lavadeira e Cozinheira ; urna preta de boa figura, co-
ioheira cuslureira e prepna de todo o sereico di
urna casa ; ums negrinbade mmto linda figura coro
principios de reodeira e cuslureira ; urna preta para
servico de cesa e de campo: na ra da Cadeia de !>
Antonio o. 25.
Maces e castanbas
de superior qualidade vendem se por preco commo-
do, ao p uo arco da Concedi no Recite
Vendem-se vasos para Dores boides, propri'
para manluiga ou doce elguidares servidores, cict-j
1 las com cabo, propriat para atsados de orno l*1
vidrado e de lodos o* tam.nbos ; gumma muito fina,
pare engommar, a 100 is. a libra : na ra da Madrf
de-Ueos o. 9
_ Veode-se, por precisao, ums escrava crioult
idade de 15 annos cozinba e tenijnais elguniat htbi-
lidadea ; narua du Jardim n 43.
' Vende ae um sopb* um psr de bancas, 12 "
deiras ; tudo de Jacaranda ; una commoda de eos.'*
eo ; um pelenquim : oa ra du Fogo n. 35.
= Vende-ae urna preta cnoula, de idade de 18 '
noi, propria para todo o servico ; a vista do cump'''
dur ae dir o motivo da venda : na liavessa de 5- J**'
o. 31. StW'
Vendem-se narria prquc; de rr.\::'-o l,0>
virgem e nova ; oa ra de Apollo armaiein sueer dos Srs. Bandeira Jnior di Cornpanhia. 1
= Veode-se urna poroto de counnbos, muito j
periores, e ten.bm 4 rctalho ; sula muito "Per">V'
urna porfi'da carne; ludo chegado ultimameole
Aracatv : na ra da Cruz, no Recile, o-
I
P.HN.
IU TYP DB M. f-
DE r-ARI* ,B^


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