Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08169


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Full Text
7-W
,Anno de 1846.
Secunda fe ira 5
v\ A W, ///
de Janeiro.
Anno XXII N...5.
n nMRfOpub!ica-se todos os das que
-rrP.a de suarda: o ..reco d asdgna-
na t?le 4/r por quartel P*,o, odana-
i Os ani.u'.ci dM ""*> '-
^',,Virio d 2J res por lmht. 40 rs. em
rl iirtVrrnte.eas repelones pela metade.
folnh.! e ?6fte.n trio dig-rente.
pHASES DA LA NO MEZ DE JANEIRO.
,, 4 aos 5 minutos da tarde.
fT/to a 12 as 11 hor. e 41 ..Un. da man.
ir Voie.0a 1 hor. e 31 m. da Urde.
LuaC".27.7ti.e2.nin. da manhaa.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Coianna. Parahyba, e Rio Crande do Porte
Segundas e Sextas (Viras.
Cabo, Srrinhaem, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Maceyo, no 1. 11 e 21 de cada mes.
Garanhuns e 'lonito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e28.
Victoria as Quintas reiras.
Olinda todos os das.
PREAMAR DE IIO.IK
Prlmeira as 9 h. e 18 min da manhaa.
Segunda as 9 h. e 42 minutos da urde.
DAS DA SEMANA.
5 Secunda S. Tclesfoio. aud. lo J. das orf.
c do J. do i:. da*Ji v., do J. M. di 8. v.
G Ti'i-f.i >5 ig Diade Res Magos (Epifana
doSe.ihor) S. Gaspar.
7 Q.iart.1 S. Throloro, aud. do J. do Civ,
da 2." v., e do J. de paz do 2 dist. de t.
8 Quinta S Lourriif o, aud. do J. di' orf,
e do J. M. di 1. v.
9 Sexta S. Jolino, aud. do J. do civ. da I.
v., e dn I. de paz do I. dial, de t
lOStbbadoS. Gon;alo, aud. do J do civ.
da 1. v.,cdoJ. de paz do 1. dist. de t.
11 Do.nlngoS. Hyglno.
CAMMIOSNODIA 3DE JANEIRO.
'Camb. sobre Londres. 27 ',', d. p lf a 60 d
> .. Pariz 317 iris por franco.
.. I.ishoi 112 .. c. pr. p. '
IVsc. de let. de bou Urinas I '/.P- / ">*'
Onro-Hci is liospinlioln 31? 09 a 3'*KV)
t Moedade6*403 v.-i. iHir.mi a I6Wk)
. dedMOinov. lli/0 '0 a If.J'iOO
,i de 4/jOO 8Uii:> a 8/S0O
Prala Patieoes .... U*> a 1*920
.. Pesos Columnires. l.i>0 a l#!40
Dito Mexicanos I.W'a I^SSO
Prati miuda \fM0 a 1*W
AccScs da C do Beberibe de 50O00 ao par.
DIARIO DE PERAMBUGO.
INTERIOR.
RlO-DE-JANKIRO.
ala do tenrral P. Tkomat Guido, enviado ixtraor
Imano e minitiru plenipotenciario da C-nfedfac4o
Jrqe'lwti junto a S. M.o imperador do llrail. a
S. Exc. o >r. Antonio Pnultno Limpo de .tbreu.
mimuro e verta' io de etlado do* negocios estmngei-
roi do imperio.
Via Confedrracio Argentina !
Rio-de-Janeiro. 17 de agorto de 18*5. Anno 36 da
Liberdade, 30 da Independencia e 16 d. Confedencio
Argentina.
0 governo de Buenoe-Ayres. encarregado dti rela-
r- citeriores da Confederacio Argentina, chegou a
convencer-se, com summo pezai, (le <|ua a sus lega-in
nesta corte nao pode ja cumprir MUS importante desig
oiot.ptdat difBculdade, que Iba oppde a politiea inespe-
rada do gabinete do Brasil.
Penoso, ainda que indispensavel, veio a ser toabiiio
assignado o de ver de expt ao Exm. Sr. ministro doi
npgnc cr-lrngeiro, Antonio Paulino Limpo de Ab'eu
ilgumid raiOet. que produzirin no animo do goter-
no argentino (ao firma o.nviecio; mas a fiel resnha do
Cacto justificar parante a contcicncia do gabinete im-
perial e parante o mundo a reolueio, a que oi Coreado
pira prcervar o eu decoro
As .el c> entre o imperio e a conCederacio. resta-
beleeiiias plenamente pela convenci preliminar de pe
de IK2S. conlino.io sem interrupcio al meiado de
1841. Nequella poca, informado o governo argentino
d protima elevacio ao tbrooo do augusto aureassor do
.Ilustre fundador do imperio, apreou-se a oflerecr a
S. M. u>na prona aH8r.=!cJo d: sstisseo da repbli-
ca por lio plausivel acontec ment, e houe por bem
homar ao abaixo auignado com a alta missio de repre-
sentado netia corte, a de oflVrerur a S. M. o Sr. D Pe-
dro II. em scujiome e no da confedaracao, eitympa-
thias decidas a uof monaruhi americano, rujas eminen-
te virtudes, acatadas pelo sentununto nacional do lira-
til, Ihe promett.ioditoso porvir
A conCederacio eslava em guerra com o bando acau-
dillado ns Banda Oriental do Rio-da-Prata por um ho-
niem lunetto, nio menos para aquella nacao do que pa-
lio imperio; e o goveruo argeutino julgou ulil para o
lie ni de arribo o paites conservar junto a S. M. a mes-
mi inis-io eilraordinaria confiada ao abaixo auignado,
eeipedio a legacio ordene eipres rclices de ami/tde com o governo imperial
Km juilio de 1842. o ministerio de S M interpel-
lou ao abaizo attignedo em tormos honrosos h cerca das
inli'ncde, com que aa (ore* nrgenlinm. debaizo do coin-
nundudeS. Kic. O Sr. presidente general II Manoe
Oribe, atravesiavio o Urugay, oio obstante baver ido
reconbecida tolen.neniente a independencia da Repuhli-
Ct Oriental, segundo 0 artigue 1 \ 2 e 3." da etpres-
tada convenci enlre oe dou goternos argentino bra-
ile.ro.
A'mii rpellario do ministerio nao hesilou o abaizo
auignado responder inioiediatatneote, declarando :
Que a independencia da Repblica do Uruguay, ga-
ranlidd por tratados, nunca bavia sido quetlionada nos
concelhos do governo argentino.
Que i coiiederaco nao havie tomado turmai por
espirito de cunijuista, neni com designio algn, contra-
llo a luatestipulacSescom u iu peno.
(,)ue a i-unlederaio havia retpundido com a guerra a
que Ibe lora declarada pelo seltagem unitario Frucluo
io Rivera
Que, ohrigada a delemler-se de suas aggrestSe, en-
vina um eiercito a desbaratar aallianga daquelle cau-
dilho com o implacaveis inimigos da confedertcao pa-
r ezt.nguir o germen da discordia perpetua, insepara-
eldeiua existencia poltica na Randa Oriental
K que, bavendo p.ecedidoa invasao i meo armada de
Rivera no territorio da couCederac&o, e depoia de baver
astillado a rica provincu de Eotre-Riot, o governo ar-
gentino, ao levar tuas arma para o campo, onde le asy
lava .eu inienigo. usa de um d.rrltu per Ce. lo da repre
"lia con o nico r. cuno para asegurar una paz dura-
doura em .mhai a margenado Rio-da- l'ret.
"' "cioHiurcesaivos do governo imperial al setembro
S* loijdeirio persuadir a legagao argentina de ba-
veriidoreconhacida ajuttii;a d> conf-dera(3o. Neniara
prnniiido duvida-lo, depoisque, acceito sem reserva
P'lo gaiiinele de S M o esetcicio pralico da parte do
gu.crno argentino de lodos os direitos de un. bellige
'nle lesjuimo contra seus inimigot Da Banda Oriental.
io e r-n-rvava sent a escolba da poltica, que para
""" P le rontendentes Ihe aprouveste seguir.
v governo de S M.. preleiindo men.er-e neutro,
tlsuiu-o olemnemente; e anda qu a legacio nunra
,B 'ortuna de cumprebender as conveniencias de
"" f***U*. que iitualava diente dos povos o governo
entino, asUtaido natural do Brasil, com o lemeotioo
'"" IM"8'or da guerra civil no ienperio, acceitou,
'nome da conCederacio, a neutral.dade breiileira,
""no,HU.direilo.ede.e.ae
e>r V* un" *ez conbeceo o minilerio do Brasil o
ente 'to "'reo* p'eeo decidir-se irrevogavel-
ud.j* u""r,poio gloriosa, que Ihe pertencia na
dao d* *ulUnd- P'*rn. de novo eoieu
p'ii.nluo (.(juiog impasivel o pionuociaoienlo
8 ,Wno *r8ntiBo contra nuchia na provincia de
S.-Pedro, eiua (ranea decitlo pelos direitos do throno
brasileiro,
O governo deS. M. sabe com quanta perteveranca e
lealdado Coi preencbdo esle ompenh i pelo de Buenos
Ayres sobre a linha divisoria com a repblica do U u
guay, e nlo poderi deizer de reconhecer, que pacifi
(o do Rio Grande loi devida em grande parle 6 in-
terposico do etercito confederado, que privou aos re
volucinnarios daquella provincia dos ineios.com os quaes
se susteotJrio nove aonos, meios tirados da Banda 0-
riental.
Emquaato a neutralidade pareca ser a bsie da poli -
tiea imperial na contenda do Rio-da-Prata, nio falt-
So (mi fortuna succi stos, que a legacio anroveitou pa-
ra afiancar a loa intelligeocia entre a confederado e o
Brasil. Desgrcadamen!e em setembro de 184 V veio
perturba-la um acontecimento lamentavel, que o gover-
no argentino nio poda nem alteuuar nem dissimular.
A questio versava tobre una quebra flagrante dt neu-
tralidade do Brasil.
A missio i- es -ministro bratileiro Sinimb a Mon
tevido, precedida de ultraje publico feito e um agente
carcter.ado de S M. naqueila praca, converleo-te lo-
ra de lodo o calculo em agencia de guerra contra a con-
Cederacio.
O >r. Sinimb negou se ao reconbecimento do blo-.
queio decretado pelo governo argentino ol.re Monlevi
do, rettabeleceoo animo d. cabido na guarnicio sitia
da, desperloueperancas labulosaa para estimular re-
sidencia, lez aberturas para tratados com a autoridad
intrusa daquella praca. recebeo propoticoes sobro cessSo
de territorio, acolheo sinistrst ciimliinagoes com os ini
m.gos da Repblica Argentina, e nln se dedignou, em
occauAo solemne, de chamar adiado do Imperador a um
poder oaicido da rebelliio.
| O Sr. Duarte da ponie R.beiro havia uesapprovao
em Buenos-Ayre lio eilraordinario comport i.nenlo do
seu collega na Repblica Oriental; e o governo argenti-
no, repellindoat a possibilidade de coherencia ntreos
projectoa do .^r. Sinimb e ui principios do governo im
perial, censurou Irancamenle perante a legacio brasi
eir na capital a conducta daquelle funecionario, c in-
flando encontrar no Sr. Duarte da Ponte um interprete
digno para annuociar a S. M. a altitude ofbmsiva do
eu repretentanle em Montevideo,
A legafo imperial em Buenos-Ayres illudio esta ei
peranc.i; e asocimdu-ie tubitamenle aos detncalos do
3r Sinimb, questionou na sus nota de 25 de setem-
bro daquelle anno os direitos do governo federal pira
declarar o bloqueio de Montevideo, qualihcou com dura
impiopriedade a legislatura de Huenos-Ayres, e apus-
tropbuu descomedidamente o governo junto eo qual os
lava acreditado, deCendendo poi 18 i eslranhos meios as
aherraedea do Sr. >mimb, que, de enviado pacifico,
lornira-se agitador e inim.go da ConferaQio Argentina.
O governo argentino neste grave incidente elevou se
nem a da propria sorpreta; prelerio respeilar na medi-
tavo do Sr. Uarte o dirn.lii un emendar um orro; e
convidou-o a retirar a citada nota para nio dar lugar a
urna controversia desagradovel, e decididamente preju
dicial a ambos us paites. 0 convite du ministerio do
Buenos-Ayres ficou sem etilo; e a continuscio da cor-
respondencia diplomtica com o Sr enviado brasileiro
lurnou-te impossivel debaizo de taes auspicios, a nio
ser com desdouro e perigo de serias cullitdes.
A coincidencia desia diplomacia em ambas as mar-
gens do Prala oio alterou a confianca do governo ar-
gentino nos nobies principios de S M I. : Exo con-
ideou a conducta oCTicial daquellet diplmalas absulu-
Umente albea iloe-pinlo do gatnnele do Brasil; e de.
sapprovada, como de fado o loi, por S. M., licouexpli-
cilai. ente tsnccionado o dire.to perfeilo do governo ar
genlino para pedir ao do imperio a alilacio e repara-
cao digna de ambos
Em 30 de novenil.ro de l843 dirigi o abaizo aig-
ado ao minidro impenal urna reclamaciu documenta-
da, aliin de obter du governo do f. M. urna demonttra-
(.o benvola, que dipate as profundas impres que deixara em menoicabo do Brasil a cara imprevitio
deteu minislros eaqui comecou a legacio algentu.a
a ardua tareCa de promover sem resultado os interesser
da conCederacio. e de alanar se en. vio por tornar ae-
tabelecera boa inteligeucia entre o dou paites.
Deve de constar na ecrettna dos negocios estrangei-
ro, que passou-se um anno inleiro de mveieaalet ins-
tancias, enle que o abaizo assignado Cuite honrado con.
urn simples auo de te haver recebldo a leclainaiao. A
final o governo irgentino nio conseguid outra couta
mait que a prnposico de retirar a reclamacto, oflere-
ceodoem lioco o govemo imperial retirar a nota do Sr
da Ponte R.beiro, aubinelliJa jia9coaaes.1u1.vuiw <^
aml a a nai,e, como se esta ibusao podesse impr si-
lencio a biatona. ou conlrabalangatse o immenso pr-
juizod. conlederacio, pada noezercicio de um dire.-
to immulavel. nen. a declaracio de Sinimb peranle as
cmaras du u.as.l r kavar eutnpndu fielitttstctus mis-
,o e iuai inittuctfles ... ,
Durante este queslio. soube a legacio baver-se bal-
deado neste podo da barca hespanbola Hortensia para
a barca ru*sia Fnix contideravel quantidade de ciium-
ho desuado a Montevideo, esem demora solicitoudu
.1- nao deizar sabir a Fnix Dar um
se ezporttsse municSes para Montevideo, onde so ellas
dividiio rom os rebeldes il 1 imperio. Kste prd do ficou
sem enluci esem resposta. 0 chumboahio do porto
sem dilDculdadp. e Coi deserregado em Montevideo, oc-
cultandoo capiti ao chele b'o|iio.ilor o c mtrabando
de guerra, que havia transportado.
O governo argentino, instruido immediatamente des-
la oecurrencia, impedio a Fen'X de detcarrexar em
Rnenoa- Ayres a carga, qu" enndutio aquella porto, e a-
pezar desta medida liberal pira com urna emharcacAo,
que infringir um bloqueio estibelecido, tiverao Iurst
-serias enntestaedes entre a legacio de S M. o Impera-
dor de todas as Russias ea argentina nes'a edite, que
dimanario no lundo da indifTerenca do ministerio bra-
sileiro 6 opportuna pretendi de imped.r-se a ezporta-
Qio do artigo* bellicos para urna praca sitiada e bloquea
da pe'as Coreas da repuhliea.
Km 16 de Janeiro de I8VV a legacio pedio a S. Etc.
o Sr. ministro das relacoes exteriores a ra/5 1 do* mol -
vos, que imp ilirao n des inn menlo da columna de l'or
tunato S'lva. que, deponiendo da lorcas de Fructuoso
Rivera, e perseguido pelo general Servando Gomet,
se havis reCugiado com os seus provincia de S. Polro.
e per ni m.....(I tar-eadn nella o tinno suCTi '.iente para ser
apniado por seu ohefe N dia 2S do m-smo mez res-
pondeo o ministerio nio haver noticia iifTicial deste mi-
cesso, promettundo.quo, logo que se recebe'.te, a legiciv
seria tatii/eita.
Kmquanlo nio vinba a noticia, o abaizo aaalgna lo
communicou oIRcialmente ao "sr. ez-minislro Kerre.ra
Franca, em 7 de marco, quo o mesmo Silva havia en-
contrado no Rio-Grande urna cooperacio activa; que.
remontada a sua cavallaria, havia repassado a fronteira a
incnrporar-S' com Rivera, e que o intitulado general
Juan Pablo Lopet, desertor argentino, dispunha se a
partir de Montevideo para <> Rio-Grande com ileali.iu a
Corrientes, para feunir Coreas e atravessaro Paraoi pa-
ra invadir o centro di conCederacio. Sem embargo,
Lpez rjc-oii no Rio-Grande, donde obteve passapode
para Corrientes; arrojou se sobre Sanla-F, onde de-
senvolveosua natural lerucidade; e a legacio O'ndo es-.
peni at in/orma^Oes e m.didat do Sr. ministro
Por cominunieaioes posteriores, tomou-se publica a
sahida de Silva para o Eslado Oriental, dopois de mam
iiHun mez de descanso no territorio br-sileiro; Coi no-
torio o officio (le arHdeciinenlo de Rivera it autorida-
des do Brasil, pelo acolbimento amigavel dado iquelle
cabecilha e tun genle.
Ti inesperado desvio do prometlido ao governo ar-
gentino pi lo de S. M. em lo de julho de I8V2 obri
gnu o ba.XO atsignado a pedir imii.edialan.enta urna
etpliracio positiva sobre o occorrido no Rio-Crande de-
pon da entrada de Silva nac|Uella provincia, esobre a
c. nducla, que o governo imperial se propunha ler pare
o luturo para com os rebeldes do Estado Oriental. qol
quer que lo se a sua condicio, que, armados ou se > ar-
mas, enlrasMtn no Rio Grande pe seguidos pelas tropa-
conlederadas. J dtcorrro deuueis mcict depois Ue-la
peryunlu e de vutrat iiestn oraem "u i/ienu urgente*,
>em que S h.xc. te kourene servido responder-Ins.
Eu. 2 de julho de 1811, asiou o abano atsignado oC
ficrulineolea.Sr. minidro da relac.de ctleriores. quo
o chantado general P.z, cheCe da gu.irnicio de Monle
video, preparava-se a patsar dall. para o Ri .-Grande
con. sequilo militar, para atravessar at Corriente onde
eia esperado, alio, de accender de novo a guerra civil na
conlederacio; e pedio a S EC que. conequenle con.
a neutralidade e com s conveniencias do imperio, nio
tmeiile Costa negado o pasaporte a Paz e a sus omit-
va.ma. anida que.e af-tlatse da Irunte.-apara evitar ou ua... nle a allencio m.n.stenal p.ra eale novo episodio,
tra tcena sernelbanle dos selv.gens unitario. Fortuna- e esperou que nio .0 os prfugo, fossem inhabilitado,
para realisar o seu proposito, sen10 tamben, que o
tra cena seme
lo Silva e Juan P Lopet.
Nio previa a legacio naquella dala, que publicado
de olli io pelo^ncsmo governo intruso de Montevideo o
plaoo conliado a faz. e Iransmittido pe. abano assig -
nado ao conbecimento do governo imperial; contisse
para real.sa-locom transpone seguro e.n navio de (uer
ra brasileiro; porin. no da 16de julho. presenciamos
o seu deembarque nesta cflile a bordo do Captbabe,
brigue de S M. .
Longeesteve sempredo pensamento do abaixo assig-
na'do discutir com o governo imperial sohre o dtreilo de
-ylo no territorio do I5ia*il aos refugiados polticos,
qu se ausentasen das repblicas bellig- rentes Ao go-
verno imperial tmenle incumliia resolve., e a notoria
connivencia de .nuil do relugiado com a insu. reifio
do Rio Crande, so a proprnsio habitual nesses mesmos
a unta desenfreada anarchia, mere.iao da parle do ga-
bnele brasile.ro a mesma proleccio, que os refugiados
pacifico. O transporte dado a Pz di-tava muilo da qua-
: de .r. :*vlo innocenle. E le nio sabia de Mon
tevido para descansar em um paz estraiigeiro, nio se
etCoicava por chegar a um territorio neutro pra pOr-se
a coberto dos izares da contenda; mas procurava um
ponto seguro psra conspirar contra o seu propr.o paiz.
Sua luaiuin tinr !:::: !.';.. r.:s::i::: U!C d. .'StrO,
respondeo legspio a que, condando ao governo im-
eeriil slgumas noticias sobre o assumpto relerido na
nota doabtiio assignado, pi'rsistiado no ylema de
neutralidad sdoplj-do ns presente contenda d. Rio-da-
Prata, havia determinado o Imperador, que se eipedis-
s"in as convenientesordens pira nue o mencionado Paz,
e ou'ros om se.nelhantes circumstanciis, nio podessem
Iransilsr pela provincia do Rio Grande para Corrientes,
nem fossem consentidos na fronteira do Estado 0 1-
ental.
0 governo argentino, instruido desta determins(io,
deizou de insistir no esclarecimento das cousas, que in-
du'irao o agente brasileiro em Montevideo a contrariar,
emdamnoda conlederacio, a politiea prorla-nada por
S. VI., e ebeio do C no vigor da autor.dade suprema do
Brasil, conlou, que o* rebeldes da Banda Oriental oio
poderiio lazer urn UM crimin >SOdo territorio neutro.
Par outra parle a condu la de Pat. junto ao governo
1'ini -i mi. aCatavi toda a presumpcio de um xito favo-
rayel psra elle. Tmtw Solicitado paasar pelo Brasil ao
Paraguay, allegando a cate^ >ria de ministro plenipo-
tenciariode Montevideo junio ao governo daquella pro-
vincia i.-|i."i'iio di dignidade do monarcha e supe-
rior a t .das as cons. ieracG-s, provocava com o dolo evi-
dente de urna categora lielicia a repulsa eo menospre-
co do gabinete, e em verdade. apezar dos reprovados
meios, que nmpregrs, nao alcanuou o passaporte.
Nio era occullo ao abaixo assignado. que. frustrada
oor enlio a solicitud do pretendido ministro, seria im-
pi.ll.do a Cu .'ir por manobras occultas, como luccedeo.
Mo dia 18 de a tost annunciou a legacio queie trama-
va a'fu a te l'd', o 11a por lio. se realisiria se a vigi-
lancia policial nio eslivesse preparada para in.pedi-la :
deaenvolveo em urna larga conlerenc.a todas as conse-
quencixs deslesuccesso; e o aluno assignado epresen-
uii .1 S. i'vi- aoroei.idogove.no argeni.no para pe-
dir ao ->r. ministro, quo losse.n olirigado Paz eos eus
a dar fianca de oio sahirem do ponto da sua residen-
cia.
Depnis do dia 2 de setembro, ninguem vio Pai neste
corte, e a legacio nio lar 1 "U e d.ng.r-se ao ministe-
rio, para que sesV'e.iguisse onde paravs, acompasan-
do provas decisivas a rcspe.to dos projectos do n.esmo
Pat de accordo cuu. os selvagens unitarios, queoetpe-
ravio no Rio-Grande.
Solicilou o abaixo aasignado offi<'ialn.enle a fianca,
que linha indicado em 18 do met anterior, e reque-
reo de S Exc urgentemuot', em nome das leis inter-
nacionaes e da human.dade, quo se impediste a execu-
cio d empreza preparada contra,-a conlederacio. Des-
gracadamenle nio chegou sinda sua noticia, quo o
governo imperial tivesie procurado atalba-la tenio por
ini'io de o.den inefiicazes
Em 10 do selemli.o ja era notoria a fuga de Pal, eo
ler sido del.do em S -Catharina cuino portador de um
passapoile lalso e no dia 11 reclamou o abaixo assig-
nado do Sr. ministro, que aquello in ividuo fosset.a-
ladado e posto em guarda onde nao podesse tornar a
l'Uuir SS l'eis d paiZ. Abusaildu '"" '"-"iu- uu
lo a.j lo para proseguir un. ominoso plano na repbli-
cas Vl'.oniS, e annullando o seu p.oprio carcter, se o
t.Vi'Sse, linha ficado redutido a condico de um eslran-
ge.ro perigoto ao imperio, do qual poda er expedido,
em oCleOH da sua constilui(,'io.
1 iiii'i'iii se tirihio evadido desta corte os chamados
coronis Caceres, Chenau e secretario erqui, e estes
e os seus collaboridores no Rio-Grande estavao promp-
los a reunir e ao corypheo Caccioso, logo que aportaste
aquelle ponto. 0 abaizo assign ido chamou encareci-
coiiiin.iii J.-nte do vapor Thetis (otse submettido a um
severo, por ler ioCr.ngido as leis e por ter com-
S~s p>ssagcrn por torra tue preaag'
sua viagem por mar a bordo de um navio mercante o
ex pon ha i vigilancia deum bloqueio; necensilava co-
linr-se com a bsndeira imperial para poder executar os
seus disigmos, e oi.teve esta salvaguarda deum agente
diplomtico brasileiro. llavera quero cbame atylo ao
auxilio directo e eCfii ai prestado a tal aa>adcr ?
O^r. ex-o.inilro dos negocios eslrangeiros pareceoj
pro.i.ettiiio grandes interesses nacionaes.
O Sr. ex-unnislro Franca abundou, como sempre,
en. benvolas protestacoes, assegurando estar em vigor
o aecurdo iniporial de 9 de julho ; e em 24 de oulubro
commur.icou por rscripto legacio,que, logoque cont-
lou ao ministerio a delencao de Paz em Sinta-Cathari-
na, se repelirio orden, so respectivo presidente para
que nio Ihe consentiste sabir dall. senio para esta cor-
te, para as provincias do norte ou para qualquer ponto
fora du imperto, accrescenlando que rom laei medidas
linha fino o governo imperial ludo o que eslava ao ten
alcance.
O abaixo assignado nio linha pedido por cerlo so
Sr. ministro concettio alguma excepcional em favor da
conlederacio. Baslava a pratica leal da neutralidade
a respeilo d < congracio dos belligeranles, til como a
enlendem e execulio as pr.meiras nacfles da Europa.
Baslava o tnle.ro cumpr.ment das d.spos.coes de S W.
em julho, a lint Je evitar o desencadeaniento dos males
contra a repblica, para que o governo argentino se dt-
se por satisCoilo da juslica do de S. M ; e o abaixo as-
signado oClereceu m po.-.b.* do reproedad a uiiuUita,
que al enlio t.nha l.do o exercito conlederado e a cir-
cular de 4 de setembro, de S Exc. o Sr. presidente da
repblica do Uruguay, prokiiinbo residir nella fo>ca,
partida, che fe, nfficial, ou individuo algum do bando
ebelde da provincia de .'Pedro, nem mesmo a pn-
\ texto dedornca.
Entretanto, as ordens de S M. linhio sido Ilusorias
minate;: a crde
pono bloqueado pela etqu dra argentina
- "da que Se nao auonoesae : iromprenenucr 1011a a iiaimonueuin cut vun,..---- -r -
do Brasil exiga, que niullo; esete da antes da ctiegada docaudilho, S. Eze.Jgado a cuiupruoque Ihe ordenara, tina lornauo .
Ylege7o Cez ir. que. anda que se nio atlendcsse Icomprehender loda a Uansw'n7encaTe.ta%contmen-| muais e c mo nio expedidas. Pal, NP*
neutralidade, a cooiemencia
MUTILADO


**m
mmm
T
sahir da S-n-Ctliarina pan o Rio-Grande no mrsmt
tapnr de guerra com aoueMe* que quizero com-
panhar: e o oflMal, que o tinha conduzido para aquel
le p>>nlo continoava impune
Por in'-onciliavnis. que narecessem lapa excessot com
alia influencia da autoridade suprema, a legacin nio
se atreva a implicar nelles a politice de um gabinete
presidid por um principe minante tiente nato e paci-
fico ; ti de novo tnrnoii a reclamar urna medida vigoro
aa. "presentando nn Sr ministro da negocios estran-
geiros, na sua nota de 31 de oulubro. documento*, que
revrlavSo com evidencia um vtto syatema de compila-
ran ramificado no Rio Grande.
^ A legacio rtni francamente ao Sr. miniatro as se-
rias complicacud. que lil estado de eousas podio c 10-
duzir a confederarlo eo Brasil, poia que era inevitavel
para o governo imperial, ou adoptar nutro* meioi de
t.izer-so respeiter \ nr tus deleg idos, ou a-sumir a res-
ponsahilidade de urna poltica hostil i repuhlica.
Quarenta t cinco d as rtepoit da nota reliliva a estes
graves olip'ctos e doz* metete meio depois da recla-
mnclo cere da conducta dos ex-ministros lirasileiros
nn Rio-da-Prata, S. Exr. o Sr. Franca julgou conve-
niente comprehendnr ambos os pontos em urna s res-
posta,convidando nella, em ti >le dezembro a legacio
argentina negociaos do tratado definitivo de pax
precedendo a resinado de condicSat, que o abaixo as
signado nio eslava autorisado para admiltir, ou rejeitar
S. Exc declarou na mesma nota, que, a ainda que o
goveruo imperial nio poda convencer-sede que as au-
toridades da provincia do Rio Grande tivessein deixa-
do de proceder como Ihes cjmpria. para que fossem per-
feitamunte respeitados os direitos de neulralidade, al
tendendo rorn ludo as represenlncis da legacio, e es
porando as nncessariai nlormardes, se expediio novas
e terminantes ordena, para que houvesse a maior vig
lancia em impedir, que se estacionassem na fronleira Ja
mesma provincia grupos armados de qualquer dos es
tadei belligerantes.
A nao ser o summo respeito, que o abaiio assignado
se honra de profeisar a rirrumspecdo e s tures do go
verno imperial, trria trepidado em irceitar como reeur-
lo serio a prnposicio do ministro de estado. Entregar a
negociado de um tratado, alheio de su cessos urgentes,
a i-vi-ur o ds ordens dadas por S. M. respeilodu.s
refuiiiados no Itio Grande, p llegar alalia d>-infor-
mo eo es a bre as ousada machinates da emigrad" re-
coni entrada naquella provincia, e mesmo sobre a fuga
de Paz iIm S ni i -Cl.iitin nn. denunciada entio al pe-
los jornaes de Puris e de Londres, pareca mais un r
bitiio calculado para por em conflicto a le mais extrema
na re ti lio do governo brasileiro do que para latisfazcr
repblica.
spera Urefa foi para o abaixn ssigndo a de comba
ler a negligencia do ministerio de S. M. as queloci,
cuja indecisio prolongava a gueira do Rio-da-Prata.
esgolando o- re. uiso. da legacio para pem trar ao seu
governo da sincer dade do gallineto do B dade, pesa sobre o abaixo .signado urna immensa di-
vida de recondeno enlo eocbelr supremo, deque d| en-
de, por ter-se prestado a eiperar pelo resultado deteut
esfoicus na n lie i eu*a. que I tu- loi confiada.
Firme o aliaio assignado no emperiho de lorlslecer a
amizade entre a du.s nacoea. ni puupou diligencia
alguma desde deiemhro prximo pastado, ale feteieiro
do anno corrale, para mostrar ao u.ini'eho a incon-
veniencia, a i n 111 s i if h a inoporlunnlade Je un.a po
litica, que sim aproveiUr ao Hrl, ullendia as repu-
- bliras do Rio da Piala, e piivava o govetno imperial de
um importante pr sligio exterior.
O minist.no deve ler pie* ule, que al desisti o a-
iniM) assignado de pedir o seu pasaporlo no me/ de
niivetuJiro V- P- '"",0 'D0 ordeu.va o seu governo,
lisong' do pels senas piOmessas doSr. 1'raiic.a de de
feriris justificadas exigencias do ministro da confede
rapio : mas, qundu esle devia descansar as seguian-
cas dadas por S. Kxc, como poda prever que seis
nieles depois afleclasse S. Exc. ignorar a m&laven
turada historia da viagem de Par, segundo atseguruu
a legacio em levereiio do anno correle P
Nao era liado to pouco a legaco eigcnlina atln-
buil aos concelheiios da corda ignorancia cmplela di.
deveies inlernacionaes. EnlreUnlo. a sua inlracyu
resaltavaem cada Um dos lacios referidos e o empe-
nhorontrabido pelo goierno imperial em9dejulb,i
illudia-se por toda as partes, Qual deveiie ser, br
mmstio, a Jeductjflo obvia de occuircucias lo dcplo-
raveis ?
U ministerio sabia com os mais celebres publicistas,
que ba ioLcIii de neulralidade luinaadu uu Oeixandu
tomar armas, vveres e municdet de guerra, armaiiou
ou permiltindo fa/er armamento, passmdo ouUeixau-
do pastar irosas armadas pelu taufilATio oeuliu, euileu
deria o abaixo assignado a illualravau do ir. unnisliu
te adduzsse lautas oulras duutrinai internacionaes,
que delerminao na limilea da neulralidade. E*.rib.uo
nellas, d abaixo assignado levantou a voz paro prov.i
a urgencia irrecusav. I de dar cumplimento em lodo
os ponto* do imperio a noble vonlade do soberano en,
repressio do abuso do leirilono neutro ; de subjeHai
con.equenleii.enle a urna letpontabilUade directa c
elEcazcspiolecloresde Pal, unitario cerlamenlesel-
vagem na obslinaco de seu plano sanguioaiio ; e por
ultimo de nio e permillir.que leus pailidano se lan
cassem da Iroiiteir. mendion-l do Uiasil p.ia uuhiio-
ver a Repblica Aigeiilina, ou para cor.er ao aoua
res do ebele baibaro.que oiconvidava na liauda Uneii
tal cum os deepojos de povos innocenles. Cinco me/e
depon desta recUmacio ignorava ainda a legayao m o
Oiinisteno oliulia contemplado.
Nao loi mais felu o aaixo assignado com a ola
de 7 de oulubro de 18H, acompanbaodo urna nova
declaracao da poltica do goerno de huenos-Avres
para neulralisar as cabalas daquelln, que cxcilaUo o
alarma oo governo imperial,
U abano assignado deinoostrou : que S. Exc., o
Sr. general Ilusas, repeino sen pie todaa ai propuii-
' tdesdoi sublevados do Rio Grande, que nao deo ouvi-
doi aos leu* agentes, que neulralisou muilas veeoai
intencSes; e que,nao les outorgaodo nem a oeutiali-
dade, lorio Halado cu mo mimigo* da iepublica Na-
dal espondeo o tuinmroaquella acto de leal benevo-
lencia.
Cuoi igual dala conmumcou o abaixo a*igoaoao
5r. sH>t<*Y creular rxpeoida paiu'Exn. ir, praw-
ueni.- da Repblica do Uruguay, geneial l). Mano I
OnOe. ib. le do. uep IU me O toa d lioiilena oololar oes ex,
hio-Oraode, em tirludeda qual o rebeldei contra o em '
Ihrnno imperial forlo tratado* na Banda Oriental eomo
prisioneros de guerra.
O Sr ex ministro, sem embargo, pareceo nio ter
avahado transcendencia desta Jeliberaflo, b eijulho
p. p. deixou ignorar legacio. le tinha ao monos reca-
liidoa sus communicacin. Igual sorte teve anotado
abaixo assignado de 10 do meamo mez de oulubro que
'"i lObraMbir o cnntrsla m
  • ministerial do Brasil com a conducta do exercilo confe-
    derado para comtis perturbadores do imperio.
    O abaixo assignado nio pdde deixar de la/er notar
    ao ministerio que no ofli-io do Sr.conde de Caxiai, re-
    eitando a proposla de mediacio de Fructuoso Rivera,
    fe nenilo collaborador dos ex-rebeldes do Rio Grande
    para que se suspendessem as hostilidades em toda a li -
    nha at le ajustaren) ai bases de um arranjn, os auto
    Minea i. Exc a pnssnr todos a ronteito pira al-
    gum dos #-lado eicfnnos e tsps-aralli o regresto do
    eommissario que mandario a esla crtn.
    A piopusta do conde envolva a nova violacio de lo
    los os principios do direitod i gentei; proporciona!
    durante a tregua um reforco conndoravel a Rivera, e
    expuqha o exercito confederado, alliado natural du
    Brasil contra a rebelliio, a um confie lo com novos
    mililitros; e islo nio nbslmlo, a legacio nem le per-
    mittio censurar a indicacio do nobre conde, e classi-
    fieou a medida como urna irnflexi.ide momento, por-
    que o carcter daqoelle general exclua do peniait.enlo
    do abaixo assignado a man leve sulpeita contra sua
    honrosas vistas.
    A legacio etpz lmente ao Sr. ministro, em 4 de
    dezembro do citado anuo, toda a inconveniencia de
    dar a menor paite na traniarfies mililaies e polticas
    ao caudilbo Rivera, inimigo publico do Brasil; e pedio
    a S. Kxc que em qualquer oulra negociafio com o
    do Rio-Grande, a que os succeiso pod'iiem dar lugar,
    losse vedado ao general em ebefe do evercito mpa-
    c rial piopr c u acceitar estipulacio alguma, pela qual
    u. fosse permillido aoa inimigo! da causa imperial trai
    ladar-ie sem diflculdade para a Repblica do Lru-
    < guay ; a menos que esta condicio losse previamente
    ajustada entro o delegado de S. M. e a autoridade
    legal daquelle estado A gnvidade desle assump-
    lo nio pareceo pelar no animo do >r ministro; eso-
    bre esla ni poilaole icclamaiio guordou imperturbavel
    ulcncio.
    Realisou-ie a prediccio do abaixo assignado na sua
    conli lencial do n eso o da 4, a repeito o'Eliiu e d
    Melcboi Otiet de a/lago leme entre 01 OppreiSOM
    da Repblica du Uruguay. Inuteis loro os avisos da
    egocio, e riles paaro ..a lOile ao io Grande par
    incitar a guerra, aem que a legacio lenba noticia de
    precaucio alguma pala eslorva-la
    A puldica exisiencia em Svnta-Catbarina de urna
    COmuiMaio p-ra abastecer a piac.i ainada de Montes
    do, a ebegada ao Kio Grande do litglez l'lantagenel.
    < o-ii o (nulo de general, aoumpanhado de numerosos
    llicioe com destino a Coii'enle, a exlcacio uaquul-
    U pruvimia de munuOc-s d. guerra em auxilio de Hi
    vera, e oulios abuso! nio me nos criminoso*, lorio
    pruvadu pelo abaixo aisignad.i ante o ni|nileno em
    I3de letoieiro, com docuxienlos autographos arreba-
    tados ao inimigo em una de suas muilas derrotas A
    legafo leileiuu em vio suas instanciai para compri-
    mir essa incestante impulkao, que, parlindo do lu do
    imperio, tuprava o lugo da guerra as iepubhcai do
    Praia.
    Em 2 de marco do anno correnle, informou a lega-
    cio ,io >r ministro de ler ebegado do Cbiie o chaina
    do general Desa, com destino a Corrientes, e do re
    gieiso del-e mesmo Plaiilagenet, com o tifia de procu-
    rar auxilio pata Paz. Ha loda a rajio para crer, que
    Des* atiavestuu sem obstculo ateos quailei da lacheo,
    eolnglezav nlu.ciro levou a sua ousadia a ponto de
    pmpr ao imiiistro de negocios eslrangeir t, que Ibr
    propoicionasse alias para a luic.i do leu couiuiil
    lente,
    Deve confessar o abaixo asignado, que S Exc. se
    prestava de palavra i pruinpl lepreuio dettrs excesaui;
    mas sent ter de dizer ao inclino lempo, que una
    anda acquiescencio Ibes dava livie curto, creava urna
    ltaselo falsa, e unpedia & legacio urna investiga(au
    mais auslera do inaudito deaarcoldo entre ai promes-
    sas uiiiiisleiiaes e es fados mil e mil veiet lepeti-
    dos.
    Desde 1843 tinha a legacio manifestado francamen-
    te ao ministerio do Brasil podeosas rzde>, que im-
    pediao ao Koveino argentino de reconb ser a indepen-
    dencia do Poraguay. U mesmo gove no ai decluou i
    cmara de representantes um 27 de dezembro daquelle
    uno. Mas o gotero brasile ro, piecipitando, em
    troca de epheimras vai.lagem, um reconheciiuento
    prematuro de urna n conalidade nova e aumiua, nio
    teve em cuota nem a orgniie(;ao primitiva d KefsB-
    tilica Argentina, nem que o acatar, oum sacrificio dos
    duellos orignanos da conlederacio, a subdivitio do
    leu lerrilono nacional, era crear embarazos nal icla-
    c oes nalurae cun os povos vizinbol.
    O goiernu imperial, alm disso, tervindo impolili-
    cainenle a vista traniall^nlica manque a prusperi
    dade potiliia do B'asll. uio coutrmpluu lio pouco os
    inleressts actu. c du Repblica Aigenuna einoUma em
    una lunga gueua, suscitando quesldet noval no eio
    ,i,i e nieiii rac.ao, ediiuiiiuiudu n'um momento cnlico
    para ella, ante al oaces etraiihai, o prestigio da uoi-
    dade de fuica e de soberana. U uunulerio dos neg
    ClnS elialigeiros lecelou cinco Veze U leu juilulobie
    o piole sto apreseolauo pela legacio aigcnliua
    Ko liSi iiiU lBd< iiiiivel .noivo, <|u iuuiiiava
    coiiiplelameniea efliracia do abaixo astigoado, chegou
    ao seu cunbecinienlo negociaciu iniciada pelu vis-
    conde de branle jonto aos guvnoos de Inglaterra e
    tranca, para urna inplice liga daquellaa potencial
    com o Brasil, a lim de intervneui unidas no Kio-da-
    Piata. Tal nulicia pareca deciliar a Inaidadc eo.i-
    leocio, rara *ei mlerrompldo, oo uiinlllerio de nego-
    c o eilrangeiros, apelar Uo lenurolo euip.nho da le-
    gacio pela neutralidad do impeli.
    A legacio argentina, piecavida em seui juuoi e 00-
    lida pela piopria gravidade de lucccssus. nio quiz dar
    crdito, n.timo4i.ladedCumeotf)Srrelr8ge!. ao
    annuncto da conducta diplomtica do vncunueem um-
    e oulra corte, e a verdede da cegocl.cio deuunciada
    pela imprenta europea
    guli
    a por sua u
    b ramo nconhecida pe o governo do imperador. De laiigna
    pendeneia rio Uruguiy. O triompho do eiereilo con-
    federado afisneava a paz do imperio, acabando com a
    tatal influencia do seu primeuo aglador O governo
    leS. M. tinha aceeitado a cooperacio da repblica
    para comhater a reballiio do Rio-Grande e tervico*
    praticoa causa imperial e oflerecimenloi liocerot li
    nbio confirmado a lealdade doi compromitioi do go-
    verno de Buenos Ayres pan com o Braiii.
    O gabinete braiileiro convidava-o, porm, a um
    tratado definitivo de pax; eemieus ircbivoi exiltem
    ai convenedet pavfida entre o* rebellidos de ambos os
    pairea, quetinhi tomado inevitavel para a conled'ra-
    Cio eisa mesins guerra, cu|o objecto, eminentemente
    social e americano, ih annunciava querer impedir-te i
    mi armada por foici ettraogeira.
    O governo de S. M. teria querido adormecer a con-
    fiaaca da confederacio com fingidos protestos, em-
    quanto nio encontrase nt Europa a cooperacio de
    potencial martimas para coarctar-ie leus direitos como
    naci independenie, ecomo legitima belligeranle P
    O g 'verno do Brasil ter-te-hia cegado de proposito
    ante o abuso do seu territorio peloi inimigoi dai re-
    publica doPrita, para envin-los em conflictos, que
    facilitatiem a execufio de um peotamento enco-
    berlo ?
    O ministerio imperial ter-te-hia mostrado lio inerte
    com a Confederado Argentina, e lio solicito da ami-
    zade do governo intruso de Montevideo, na esper- n(a
    de impedir a la queda e de conquista tympatbias
    lavoraveia prevrncOes desmedidas ?
    Tio obscura duplici la le, por conherente que pare
    cesse com a occulla ilicitude de urna intervencio anglo
    franceza, repugnava decididamente com ai conviccdei
    intimas do abaixo assignado tobre a elevado de eipiri
    lo do augusto Imperador do Brasil, e chocan com o
    emeeito, em que livera a capacidade poltica e a probi-
    dade doi concelbeirot da curAa.
    Ai abeiturai do vitconde de brante! paitavio com
    ludo por um farto consumado e esclarecido por teste-
    ih un has nfllriaei. A legacio caiecia de me ios para
    contrasta-loa ; nem Ibe occorria oulro mais flica',
    que urna declarado franca do Sr. ministro dot neg
    ciot ettraniteirot, e o plenipotenciario argentino tinba
    peifeitu d re lo de solicita-la.
    A confederacio desia lber.(e O Brilil estara dispos
    lo a aisociir se aoa p Jeres europeos para cohib-la no
    exerc icio de seus direitos soberano*, ou qual era o li-
    mite da iniskio confiada ao visconde a respeito do* ne-
    gocios daqoella lepublica; e por (im, se o gabinete im
    penal se lintu decidido a abandouar a poltica rigoro-
    samente neutral.
    O abaixo assignado nterpellou ao Sr. ex-minislro
    Fereira Franca em conlerencia especial, sobre a se o
    a vitconde du branles tinhl lido autorisado para pro-
    cc mover junto aoa govern.it de Inglaterra el'ranea a
    trplice intervencio daquellaa nacoei e do Brasil u*
    o queslio do Rio-da-Piala, e expoz chiamente a S
    Exc. o motivos poderosos que iinbs para pedir esta
    explicac'io.
    A retposta verbal do Sr ministro, bem que acom-
    pnhada de prole-tos reilertdoi de neulralidade estric-
    ta do imperio, nio era formulada em terinot bulan-
    te elarot para tranquliiar a legacio ; e pedio que s>-
    paiisiiea um protocolo etcriplo para poder Iraotmitli-
    lo ao governo argentino. S. Exc. recuiou, relenndo-
    te a urna nova entrevista, depois de consultado o con-
    eelho de ministros. Numerosas torio ai conferenciat
    uccesiivat, sem que nellas a legacio folie man feliz
    que na primeira, e finalmente, convidado abaixo ai
    tignado por S. Exc. paia diiigir urna interpellacio
    por enripie, telo em 4 de marco, e Jete iie esperar
    qualro metes pela respaila.
    Sob a influencia de um descuido inusitado e todos
    os uso diplomticos por parle do ministro de negocioi
    e.lr, ngeiros, e nio obstante a ausencia da lod>l as
    convenienoiaide urbanidade ollicial devida ao repre-
    s litante de urna nado amiga, a legacio argentina.
    apenas boube da gloriosa pacificado do Rio Grande,
    apressou-e a lelicitar em nome do teu governo ao de
    S. M. por ter-se restaurado naquella provincia do im-
    perio a tubmitsio pacifica a le e ao inonaroba.
    A legaco recusou mturer com uta expietlao can-
    dida doajoverno argentino a recurdacio da parle, que
    Ibe livetse cabido no approximacio de tio importante
    lucresso. Bitlava a tua contpicua decisio contra os
    ex-rehe Idet ; o ler-lbei impedido que manobrasiem
    no territorio oriental, e o ler-lhes corlado com teu
    exercito o caminho para a tonto, onde por tantos anno
    se abastecerlo,reduziodo-oa urna debilidade imprevis-
    ta, paia poder oflerecer a J M. a coogr>tulac.io da
    repblica com tituloraptelael c desintereitadoi.
    Depon de muilol din de nao p. ueal instancias pe
    la esposla, oSr inini.tio IiiiiiUu le a mauleslir a
    legacio o agrado de S. M. por aquella pasto, mas sem
    accrescentar urna pal.vra de reciprocidade, um t vo-
    to de benevolencia em favor de um governo, que tinba
    combatido a relielliio do Rio-Grande, e conliuuavaa
    combaler a da Banda Oriental, nio menos ominlo
    para o imperio, que pira aquella estado
    Em 27 de marco a legac>o pedio ao ministerio a
    conteniente explicado cerca da oflemiva allusu
    Confederacio Argentina cunlda na pioclamacio do
    Caoavarro. chele doi ex-rebeldes do Rio-trnde, ac-
    ceila pelo general impeiial coniop>nhor de pax, pro-
    testando em nome da honra contra o peotamento teme-
    rario do novo subdito iiupi-rial.
    U abaixo a-iignado aproveituu a occatiio para soli-
    citar do goveino de S. M. Iba maniletlaiae ai cautas
    ue qualquer suspeila, que moa pudeite nutrir contra a
    lealdade do governo argentino, piumellendo todat ai
    manilas, que podes m eilinguir ee germen e ma-
    levolencia. Heclaniatio loi ella, Ue que, cuusa de qua-
    lro mete* Uepoit, t se lecetdou o ministerio parado
    cima la.
    A Providencia concedeo em seguida ao exercito con-
    federado uii'i victoria esplendida contra O usurpador
    Fructuoso Rtvea, e a legacio, instruida petot Ulano
    de lerem penetrado o* fugitivos daquella |ornada em
    'errilorio branleiro, pergunlou com urgencia ao ^r.
    ministro, em nota com dala da 24 de abril prximo
    aajudo. se tinhio *ido deiarjtdos p:!:: autoridades
    inipeni-ei. te senio internados paralara da provincia
    do Rio-Grande, e qual o dettioo, que te Uohadado
    ao armamento recol.iido. Da reipsli do Sr. inini tro
    lirpci.uia ioluvw "s> e|u"i>'e '! JS'-"- -- -
    do nio a recebeo de m neira. que podesae ter
    ra, e, grifas a esta falto de eiolarecimento, urna par.
    te detse exqrcito teve de eitaoiooir-ie em obiervacAo.
    (CorKinuar ll-Aa.)
    PEftNAMBCO.
    ADMINISTR \CA"8 DO 1'STRItJ iNIO DOS oni'HsoS.
    Hms. Srt. A actual adimnistracio, da qual tenho
    a honra de ter thesoureiro e presidente interino, aca-
    bando hoja a tua tarefa, e a importante missio, de que
    a eocarregtra o governo da provincia, em virlude da
    lei, tente de tea dever dar-vo conta, em esboco, do e*-
    tado actual dos negocios dte importante e.tabeleci-
    meoto, de eomo ella o acuou e dirigi, e de como o
    deixa, e vo-lo entrega: nio be por eslylo, que Ihe fos.
    se transmitido pelas idmmiitraciai paisida tenio
    m respeito ao publico, que a actual adminilncao
    preenche e*ie derer," que ella considera necessano em
    um negocio, que Unto importa i lociedade ; porque
    mteressa car.dade publica, etnslruccio e beneficio
    di geracio futura.
    Devu declarar-voi. que. quindo em 30 de mno di
    1844, a actual administrado tomou obre ti elle tari-
    fa ardua e diflicil, reeebt do thesoureiro, meu ante-
    cessor, o caldo de 4:575*670 n sendo somante em
    moedi 375s'670 ri : pelo que. com graode tacrificio, e
    com meu dioheiro tuppri em 3 dejunho loda ai des-
    peni, ai quaei montas* em n.. l:3!)6a0B2; lendoi^
    coolinuei i fazer o lupprimento do mezes seguintes;
    porque a despera exceda a receita : lodoi m eiforcos
    empregou a adiniiiiitracio para tolver eise apuro, a al.
    gurnas medidas tomada realiiario ella retolladolisun-,
    geiro, f hibilitario a adminittracio para urna emprazs
    de maior monta, e utilidade publica, a qual nio surti
    eleilo. e le nio executou, mi grido e etforcot da ad-
    ministracio, pela razio, que vos hai de relatar: entren
    medidas, que melhorrlo aafinanca deste eslabeleci-
    menlo, cabe enumerar al guinles : 1 ', a idmi
    nitlraciocortou por abutos inveterados, que transUr-
    oivio e di fuco I la vio a arrecadh(io, para a qual adoplou
    om systema msii limpies e regular, qual be o actual;
    2.*, exerceo rigorosa economa a respeito do conceito
    e reparo doi prediot ; 3.', excilou o inquiiinot li-
    zerem ot conferios e reparos, i que erio obrigadoi
    pelos ontt los doi arrendamentot, e do- quaescuslu-
    u.avlo a eximir-ie com prelexloi futesa, mal que ilii
    prevaleciio outr'oia ; 4.". coarcluu deipex.t. que bo-
    nenvio o estebelecimento, as quaes eiio indevidas e
    muleis, como o ordenado, que se dava ao administri-
    dor das obras, que lmenle se occupwa em guardir
    dout irmazeni, que apenas continbio objeclot velbois
    sem preslimo ; estes objec loi lorio vendidos, um dos
    armatens detoecupado para ler anendadu, e o ordena-
    do do tal administiador poupado : vem anolhoide
    todoi a vantagem desla medida ; 5 ', oulra medida fot
    a do arrendamento da can onde a adminitlracio (une
    cionava e fstia letslo, reservando rnenle urna tala pa-
    ra n mesmas sessdes; 6.a. obslou edestruio o abuso di
    tornecer vestuario ao* orphiu* do collegio, e oulro* maii
    objecto* requisitados pelo resi eclivo director, alm di
    quanda de 280 diario*, diada para cada um orpbio
    pelo governo da provincia para sustento e vestuario, i
    ejemplo dos educandos do Irem, alm das de*pezasdo
    ensino e medicamento, asquee* abioivem grande toir,-
    ma; sendo que o do tren leem 240 r. tmenle, com o
    quaes lareni t das a* despezas, e conlio em seu colre nao
    pequea quantia da* economas: a>sim, a adminitlracio
    com estas e oulras medidas, que a experiencia e o co-
    nbecimento detalbado da adminislraco vos farad co-
    nhecida, conseguid, no pouco lempo que temo, solur
    o dficit, edeixar-vo* o saldo de i*. 1.673i3'28rmnio
    da, nio contemplada a quanlia de I:H8.so()trs de alu-
    gueiiporarrecdar.e6:05ji987ri.doialugueisdquar-
    tel sencido de oulubro a dexambro pruximo lindo: aquel-
    lasoimnaa adminitlracio actual destinan para munlire
    tundir o collegio dai orpbiii, execulando assim i* pin
    e tibial intences dolegitlador.emas leu de 9 de dezem-
    bro de 1830e II de novembro de 1831 : todavii oclas
    islas di administrado nio forao preencbdat, poiq'
    a sua distolucao im sperada a privou dessa gloria, e an-
    da nio estavio organitaoi o estatutos, para cuja con-
    leccio tora nomeada urna commissao.em virludeda dit-
    posicio da lei provincial o. 14 art 40. ditpoticio, que
    lelos meus esforcoi e etclarecimenlol prettadoi por
    miin, como niembro da assembla, della pude oble;:
    s, Senhores, cabe a gloria de.sa fundacio. gloria, pi-
    la qual tanto aln jasamos, e que (ora onosocu>ds-
    do exclusivo, o noo peosamenlo primordial, qumdo
    nos resolvemos a acceilar eiia imprtanle comini-sao,
    que s renua a roniciencia e o gotto de servir ao pai'.
    A nal, Senhore, tnt dan o parte de bavernot o-
    tido, com sumo a diligencia e i floteo*, o litio do tom-
    bo dul bens, que boje pertencem l ette patrimonio, e
    que torio da congregado da Madre de Deoc.u qual el-
    la ve ex traviadu, e nio era possivel descobrir-se detdei
    exiinrcio dot congregados.
    Completamos eile eiboco, louando o empre.idot,
    que serviiio peranle esla adinuiiitracio, e que nos a|U-
    diiio em promover o augn enlo deite estabelecinnnio,
    te ndo que esses enpiegadoi lorio os inesmos, que a
    lual sdimnitlracAo acbou, eque conwrvou; |oisuue,
    tobre teiem habilitado* pela pretica do teivifo, teeuiO
    caiacter de probidade. -.
    Salada adiinni-lraci do patrimonio do* orpliaus,-
    le Janeiro de 1846.
    Joo Baptitla Pe eir Lobo.
    lilil IH
    III.-i III U
    II V
    Vti
    lil? ii v i ti iii r j|
    lo conlederado
    Je li Mil |U|T W* ^ *J% ee-^a mv v ^ I *
    coa r-ipimlas do gai-neie ..geni.no, fundad. j v.r de base ao general em ebefe do exerc.
    tratado, da rapubltc!, obio ga.ant.do a inde-lp.ra.ua* ultartorc.manobra. mtliUro. .obre .Ironlc.-
    ReeebemoiboolemJornaeide.Lisbui. cuja ultbnadi-
    ta be de 41 de ouvembru pruximo panado.
    Em Purluaal oada havia occorrido de exlraordluin
    A dra aiooa le oniervava eui Belem. ^n
    G luioi.ieno e.iava cuino oouciamu* eia o uuiii ..-
    mero aolic-denle. ,....
    Ni villa da Fera choreo tanto em o da 7 do, iup
    dito met. que o ri. niu obUnle sua pequeabes, i"
    mirio tal quiolidade d'agoa, que Bserio grandes
    iragot, entre o quaea merece especial mencio a ata>
    iicao de alguna molnhos, assenlados i margem d" "
    Helor e l.ourrdo, e a daslruifio dos acudes das laorica
    de papel de um tal JoaPiolo.
    As o ticiaa de JJ.spaiih chegavio a IS.
    US. MM. peimaoecii en Madrid. ..,
    O marques de Valgomera havia ildo nomeaoo re
    da universlciafle Uaq .ella capilal. -
    Corra geraliueblo, que por dtveriat veir M ,
    os mlniltioi reunido em cooceilio, aflu de lala,
    ceica da* ncgociacec com Koma; e que .a cui.


    "V
    L er subsiliulr o Sr. Caitllho Ayensa no cario de ml-
    inistro pleBiputenciirio de Hespanba junto i Snla S.
    nio se Ier """ hevido bem oa 111a commlssio.
    I A lolba fllciul nada diiia (obre as ultima desorden.
    Ir se silencio fasta suppor, que os amolloadure de Hes-
    I 'i,', lo delxar de espiar no patbulo os seus erros
    InoIltiCOS ., t
    I' Segund > o asCiano ja so uu u mau ..
    inego'ldiuS pendentes entie as cortes de Kooia e Bes-
    As noticias de Fringa chngsvlo a 5, e as de loglster-
    A rainha Victoria seo marido acbavio-se em
    Wimlsor.
    A 31 de ontubro houve cootelho de ministros em ca-
    lcule Sir Huberto Peel para se tratar de urna modifica-
    Icio na legislaci creas;; mas nlo cors'.s, que se
    buuese tomado urna resoluclo definitiva.
    O Morning Adctrtister diz j i se baver espedido or
    I dam. P*ra que desde o I." do correnle lossem admilti-
    I do en. Dubim, Imei de direilo. oscereaes estrangeiros;
    |o J'imei, porem, contesta ate dito.
    Eilecluou se. por 1.650 a enda do gado do prin-
    Icipe Alberto, criado na su a quinta de irfolk; e do
    qual os carneiro lorio andidosa 37 abillings, e as ova-
    Iba 42.
    Na Irlanda continan as manifeslacoes do Repeal; e
    houve uma grande reuniio em L-ineri. k. na qu.l se
    f tralou ds cobranca do tributo de U'Conel; a qual co
    macara, em toda a Irlanda, a (6 do rorrrnte.
    s fundos portuguezes fioavlo a 58, e os bespanhoes
    a 38. .
    Luii Pbilippe. permaneca com a sua familia, em S
    Cloud, sonde tambera estavio o principes Fernando de
    Saxe-Coburgo, e Leopoldo.
    A urince/a de Joinville deo a la/., no di* o. um prin-
    cipe, robualu sao. Dii-ie, que lera o titulo de duque
    de Tnger, *in Mogador.
    Asea marean-ascetas deviio ter-ie reunido s 22 ou
    27 ded'-zeriibro
    Continuaa-e a dar arios candidatos a pasta da
    guerra. O gfnetae Latcour e Tiburcio Sehasliani fu-
    rao indignado; mas ja se nio Tallara nelles. e lulo pa-
    reca indicar, que o general Molina de &. You tena o
    noinxado.
    Us preco dos gneros alimenticios tinbio augmen-
    tado, em Pars, por causa da escaoez de comestiveit.
    que se sents nos paires do Norte.
    As perdis occa.it>nadas pelo incendio em Toulon cal-
    cular:-e e:r. 3:!*-,"''1 (<
    Corra noticia de que o imperador da Rutil l.la a
    Roma tratar petolm> nle com S. Santdade acerca das
    quesloes religiosa, que esistem entre os dout governos,
    CMMEKCIO
    vendas do brinco encaizado a Ij300 rt.
    por arroba sobra o Ierro, e i jliO rs. por
    dita sobre o di lo do mascavado ; edo en
    saccado e embsrricsdo pelos prccoi ante-
    riores.
    Algodio Nlo ezisle nenhum no mercado.
    Omina SlnofTereridna de 131 /> 130 rs. S libra.
    Bacalbso Nio chegnu carregamento algum, e o de-
    posito he de cerca de 4.000 barricas
    Carne secca Enlrou um carregamento do Rio-Gran
    da, que inda se nio rodeo, e com elle o
    deposito be de 17.000 arroba, lendo sido
    as v< nda diminutas de 2*600 3j800 rs
    s srroba.
    (Ierra-doce Vendeo-se a 7#000 rs. a srroba.
    Farinba de Irlgo Cliegario doua carregarnento com
    2670 barricas; dos quaes um foi de Tries-
    te, que se vendeo de l8s800 a 19 r. a
    barrica : o deposito he de 6 000 barrica
    Dita de mandioca Nio bouverio vendas, tendo o
    mercado sido crescentado com tres peque-
    o carregarnento.
    Fio de vela Vendeo-se da 500 800 r. a libra.
    GarralSes dem a 1*030 ra cada um.
    Pasta dem a 5*500 r. a can.
    Piment da Inlia dem Sl estrangeiro I l-m a 400 r. o alqueire legal.
    Taboado dem a 49 rs. o pe.
    Entrarlo depoiada ultima r-ista 15 embarcarles, e
    sahirlo 3, esiilem no porlo 64 : sendo 4 americanas,
    34 brasileira, 4 dinamarquesas, I bespanhola, 2 in
    glrsaa. 6 portuguexa, 9 sanias e 4 uca.
    Alfandega.
    BiMniMBiiso oo d 3.................5:08578
    Deiearregad hnji 5.
    lir igua Calhari na mercaduras.
    PatachoCari Guilafcebollas,
    liaicaO'pra(amiba.
    Harca Preciosaniercadorias.
    EscunaGaliart dem.
    BngueCinlAiabacalhlo.
    Escuna -Laurapipi fasas e rapa.
    PatachoEnlrtprise tabaco.
    Barca llella-l'crnambucana mercadorias.
    Brigue esiiuoa5.-C'ruxcharutos e (uino.
    Rtndimento da misa do cmiulado deila cidadi no
    n de deztmbro prximo panado.
    a saber :
    Consulado .ie 7 p. e. 50.690.514
    Dito de 2p. c. 2.572
    DilodeVs 61.179 50:744,265
    Ancoragem para fura do im-
    perio
    Dits psra dentro do dito
    Sello fio
    Hito de.conheeimenlos
    Mito de ttulos
    Siza de 5 p.c.
    Dita de 15
    Emolumento de certides
    4:443.073
    511,88 J
    557,760
    120.640
    4,000
    4:954,956
    682.400
    140.000
    232.500
    24,720
    56:77e.8l
    Ilendimenlo di dtreriat provincial.
    D'iimo ao auucar da AU60a 695,563
    Ditodo algudiodedita 13,236
    Dito do auucar do ido-Gran -
    dedo-Norte 4,446
    Dito do algodio de diu 10,072
    linimiento do Turto.
    .Va o o mirado o da 3
    Maranhlo porteara 15 das, edo ultimo porto 8 das
    brigue-eteuna brasileiro Laura, de 163 toneladas,
    capillo Antonio Ferreira da Silva Smtos, equipa-
    gem 14 carga sola e mai genero dopaiz; a.No-
    Vae& Cmi.pinhia. Pasaageiro. Pedro Jo. Rodri-
    gues. Heapanhol; Manuel Joaquim Novae*. Narci/o
    Jos Ferreira Lanhoso. Portugueses ; Jos Antonio
    Pertra Reg, Ignacio Joaqunn Guedas Alcanfora-
    do, sua e 2 lillios, Braiileiros, com 2 escrarot e 16
    ditos a entregar.
    .Vuo'oi mirados no da 4.
    Rabia; 12 da, bnuue tueco llilma, d>> 3 20 tonala-
    -...., o-pilAo J H. Knolt. equipagem 13, em laitro;
    a N. O Bieber & Compsnhia.
    LuIiOj ; 35 diai. brigue portuguei Hercu'ei, de 111
    toneladas, capillo Francisco de Oliveira Chamhi. e
    quipagem 13. carga sal, vioboe mats gneros; a Tbo-
    inas de A quino Fonieca.
    Marteilles por Gibraltar; 35 das, brigue braiileiro
    N.-S -di-Hoa-Viajim, de 240 toneladas, capillo
    Antoni Ferreira Nunes, equipagem lo, carga dil
    orants: gc fui ; s FrancMo A!*es ds Caoba,
    Montevideo ; 35 das, brigue sardo Vicmii, de 156
    lonelaila. capillo Vicente Jlo Trspani, equipagem
    12, em lastro; a Le Bretn Scbramm.
    Navio sakido no mnmo da,
    Cetle; patacho sueco Orion, capillo N. Larson, carg
    lia e couros.
    ^aaamaaaaBaaaai^M^^
    Edital.
    - O lllm. Sr inspector da iheiou'aria da renda
    provincises manda laier publico que, em ilude da
    iirdem do Exin. Sr. presidente da provincia, de I iiiu
    corrrnte irlo pela terceira ez I praca, para seren
    arrematadas a quern por menos fuer, as obras das ca-
    deas da cidade de Guianna, e da illa do Hre|<>, s des-
    la oreada em 6:448*357 reis, e as d'aquella em
    7:903*392 rs. '
    Us licitantes, devidamente babililados. dereriS com-
    parecer na ala da sesses da Ibeiourara no da 9 de
    Janeiro prximo futuro, ao meio di.
    Secretaria da thesouraria das rendas proviocias de
    Pernambuco 18 de desembro de 1845.
    . O secreiario ,
    /.ui'x da Coila Porlonamiro,
    principio ao referido lan(amento : e por isso recom,
    menda aos interessados que tenblo a mo n recibo -
    para avista driles 'arel o respectivo lancamenti. Me-
    sa de rendas interna protinciaes 3 de Janeiro de
    1846. O primeiro cicriptursrio Jai Ignacio do
    Higo.
    Oabfixo aisignaJo.encarrcgado pelo chefo de sua
    roparticln para proceder ao lancamento da dcima dos
    predio urbanos do bairro da\Boa-Vista avisa un pn>-
    prielarinsdo dito bairro quetemdedar principio ao
    dito lanpainenlo no dia 7 do correnle mes e que
    nesta commi 'loaUarl le 7 de junho de 1808 carta de le de 27 de
    agudo de 1830 e r>-gulamenlo 'te 16 de abril de I8V2.
    mandado observar nesti provincia p-U lei provincial n.
    130 de 1844. \I-na de ren las iol >rna provinciaes ,
    3 de Janeiro d 1846 Francisco de Pauta i Silva.
    = Pelo lyedo delta cidade se fa publico, que no
    di 6 de fevereiro do anno prximo futuro irio a -enn-
    cu'aoa cadena de primeira lettras para o sexo mas-
    culino das pooacdes de Goann>nh e Pedras-de-Fgo,
    comarca de Goianna. Oscandidalo. que a referida
    cadeira e quizerem oppV, halnit m-sn nos termo
    da lei. Secretaria do lyci desta c I ide, 25 de noem-
    t>rode1845. Oiecrelario, Joao facundo da Silva
    Guimarati.
    PRODUCCA'J LITTERARI \.
    Publica-se na corte do Rio-de-Janeiro su:nnnul-
    mente um folhelo sub o titulo
    OS JT*TKa|ii3 n INQDISIv*"
    E oulrui toriettadei iecrlas de lletpanka
    (-ontendo cada numero Olio pagina do foiinato de
    oilavo (ranee/ pelo preco de 160 r. paito no acto
    da entrega. Achlo-se a publicado 16 olhel que
    erlo dado pelo proco estipulado quin assignir pelo
    relo da obra que mi todo compde-te do 80 (olhelos
    Ha entre nos l >nta falta de esoiiptos a respeit > da hia-
    ria da Hepanha, edo horroroso actos all pralica.lo
    pe inquisicio.e lo nesta obra expostos com tanta cla-
    reza algndele, que suopomos lari uma boa aequi-
    iciqualquer, i|ue delle o quizer prover : acquuiclo
    tanto mais fcil quanlo he lo diminuto o preco da s-
    ignatura Sib.creve-Sd n i praca da Independencia .
    livraria n 6 e 8
    M
    Amsds nwinliuios.
    Ut lai ages.
    7S\5l7
    Hendimento dota provincia.
    Dirimo do elgudao 3:777,895
    d aucr
    " Cale
    d fumo
    Taxa de 40 rs. por saces de
    algodio
    Dita de 160 rs. por caixa de
    asiucar
    Dita de 40 r. por fecbo de
    dita
    Dita te 20 rs.
    dito
    Dita de 20 rs. por uceo de
    dito
    por
    barric de
    16:978.536
    16.143
    39.992
    111,680
    274,440
    ,080
    135,600
    653.700 21:988.066
    Bestituicio
    565.875
    78:924,3^9
    ""nHnbuco, 2 de Janeiro de 1846.
    O administrador,
    Judo Xaviir turiiitrv da 6"uSu.
    PHACA DOBi'.CIFE.'o'DE JANEIRO DE 1846.
    AS lKts HllKAS DA TABUE.
    . HSVIST MERCANTIL.
    -arabiosEileiiuaro-re iimis.ccdrs so cambio de
    27 '/d. p. |ars.
    Asiucsr As tmuauas loiao diuiinuUs, o bouieiso
    A associsvio cunimercial dela praca, a istado
    indvferimento que lee a petalo demonstrada no
    Diario de 24 de dezembro p. p., convida aos Srs. sgri
    cultores em geral, seu agentes neslt praca, ou outras
    qusetquer pestuas, a queui interettar poa o commer-
    co de asiucar em cnxa, para ae re unir m mi da 8
    do corienle oo Dieio da em ponto, na sala da amuela
    (lo ion meicial, a fim de se turnar algurna deliberaclo,
    iiue potsa ri mediar o* ineovrnieole, .que e senlem
    com a I-lia du ntiga ioii eccao. U secretario, Jote
    Jtronymo ,\onliiro
    O escrivloe adminitrd<>r da meta de renda
    internas piovinciae orden aoSr. etciipluranoiabai-
    xo numrados que no dia 7 du correnle mez de>er.o
    dar enmevoao lancamenlo do imposto da dcima dos
    predio url>anos detta cidade ; a saber: o Sr. Jo
    r Guede Salgueiru lari o lancamenlo do bairro do
    liedle ; o Sr. Julo Ignacio do llego o do bairro de S.
    Amonio ; e o Sr. Francuco de Paula e Silva u do baii-
    ro da Ba-Vala : ederrd.-regular-ie nena comnm-
    io pela diipuiiiOea do al*r de 7 de junbo de 1808,
    earla de le dn 27 de agoit de 1850 e linalmenle pe-
    lo iegul>>mt nlo de 6 de abril de 1842, mandado obser-
    var netla provincia p> la lei |ii 1844. Necife. 2 de Janeiro de 1846 /.tris t'xan-
    cuco d* Mello Cavalcanlt.
    Oabaixo tbignado, encarregado pelo ebefe de
    : iV-iSs ?s:s }==--=; !;S?s2:c== i: izz:-
    du predio urbano do bairro do Heofe, avia ao pro
    prielai ioi du dito burro que lem de dr principilo
    dito laiiiamento no dia 7 do crrenle mez e que
    nessa commistio trm de regular-se pelsdisposi(des do
    -l J-er 4. I...L J- loAo ...i. Am U, Aa 97 .>*
    >lauv, jwnuv m wwu wmm -S ir! 2S ; Ge
    goito de 1830 e regulimeoto de 16 de- abril de
    1842. wnd-du observar netta provincia pela lei pro-
    vincial n. 130 de 1844 Matada renda internas pro-
    vinciaes, 3 de janano do 1846 O prnn. iro escritura-
    rio dot Ouedei Salguiiro,
    =Ven>le-<'u mullo veleiro hiale americano /Umi
    ra d'le 9M ne!"!--" forrado e encivilhado d
    cobre prompt i a seguir viagem para qunlquer porlo :
    a tratar com Matheua Aostins Se Companhia na ra
    da Alian lega Velha n 36.
    = Para Cutinguiba ai, neslet dia, a sumaca Flor-
    do -Angtlim. metre Bernardo du Sous : pars carga
    e pssag''iros, Irala-se chii o inem-> ineslre ou com
    Luiz Jis d Si Araujo. n ru da Crut, n. 26.
    Para a Babia sai com e maior brevida le po6vel a
    iti'oi Sinta-/nnti: para carga o passageiro lidia-
    se com Novaes & G. na ru du Trapicb, n. 34.
    =Ven le-se a escuna americana Gallant Wary, de
    lote de 123 toneladas construid em B>llimore de
    primeira marcha com todo o veame novo, e promp-
    la paraqualquor viagem : a tratar no escriptorio de
    L. G. Ferreira & Companhia.
    = Vende se o muit > superior e veleiro patacho ame-
    ricano/fnlri/r-iie. de lote de 9,'i toneladas forrado e
    encavilbado de cobro prornptn para seguir qualquer
    viagem : a tratar com Henry Fortter & Compaobia ,
    na ra do Trapiche, n. 8.
    = Para o Bio-dn Janeiro segu com brevidade ,
    o brigue nacional l'hmix; lem maior parte de seu
    carregarnento prompta : para oralo e passageiros ,
    (para os quaes olferece excellente commodo ) ees-
    cra.vo trata en ra da Moeda n. 7, com Leo
    poldo Jos da Cotia Araujo.
    = Para Luanda sabir com muit brevidade o
    brigue brasileiro Ledo forrado e encavilhsdo de co-
    bre : quern no mnmo quier carreg >r ou ir de pas-
    agem para o que lem excellente commodo, diri
    ja e ao pateo do Carmo n. 17, a tratar com Ga-
    briel Anlonio
    Para Lisboa she, no dia 15 do correnle, a escu-
    na Tarujo & Fihoi ilo ler parle de seu carrega-
    rnento prompta : quern quizer carrogar, dirija-so ao
    leu correspondente Firmino Jos Fel da Roa & Ir-
    miu na ra do Vigerio ou ao capillo da mesoia
    a bordo.
    Avisos diversos.
    UsbttftS5ns rgrr*eado da faxer o ian-
    V'amenlu da dcima dos predio urbano do bairro de
    s. Antonio, participa ao inquilinos dos ditos predio ,
    ou a quern cuoyier, que v da 7 do corrento mez dar
    O padie Mantillo, lenrlo sido infur-
    mado, de collfgt, com quem eslava em harmona,
    manda anda tleclaiar, que nida respon-
    de, n3o por llie follar aquella vonlatle,
    com que o lio-pedou anligamenle, provo
    cario pelo Somnmbulo, mas por sen es-
    lado moiboso, uval do ocio potico. He-
    pita, pois, as tloses, at que a aidenti'
    cauJa do seu Cometa, vencendo ao Le-
    Koy, Ihe cure os dtdos, para catar-lhe a
    CasWlleira.
    = Manoel Antonio de Alrsnttra fat iciente aos Sr
    rrenialoleidoconuii,odaagoas rdanles, que dei-
    lou de vender o mesmo gmero em sua taberna si-
    la na ra Uireita n. 8. dede u da primeiro do cor-
    renle.
    A oli ina de encadernacio que o padre F. C.
    hlm I pmne ssuia H>riuAna ra de S. Francisco, anli-
    gamenle Mundo-Novo, n. 66, acha-e prvida de
    lodo o nrcesuriu para desempenhar qualquer enuader
    naci, queteexigir, com a perfciiio egutlojacu
    nhicido do publico 11 um preco commodo.
    - O psdre Frsscico Coelbo de L*"1 Silva fai
    (cente o reipettatel publico, e principalmente aos
    seu alumno, que pretende abrir a ua aula de gram
    mlica latina no da 7 do correnle ; a pesio, que
    que qui/erem matricular seus lilbo.dr>jio-e a ca de
    ua residencia na ra de S. Francisco anligamenle
    Mundo-Novo. n. GC.
    Uesrja-e ber porque se nlo tem marcado o
    preco da ago'ardeole, para e pagar o consomo.
    O Ihom.
    Abre em cobre to la a quili tule de deienho dn sr-
    chitectura ornato, figuras, toda a qualidade de
    caracteres e hillmte do itila linele, hvores em
    ouro e pnls e firmss em ohjecto de uso
    Oaienhore, que dee*rem qualquer obra nei-
    le genero ou fier abrir titulo de litro, de carISes
    paracerptorio ou oulr* qualquer obra ef manus-
    criplu con lettrat ornadas ou vinhela e lavdrea tu-
    nhio a hondada Ja diriitir-l* n dito artista que tam-
    bero d licOe de calligrapbia moderna ludo j)or m-
    dico peco.
    AIurSo-so, n ru do Rowio da Boa Vista loja
    do sobrado n. 53 a ca> teguinles : o seguodu
    andar e s >tlo d<> s dirado da ra da Roda delronte da
    Cochia, pnr 14/000 r., a loja do sobrado da ra Ve-
    Iba por 7000 rs. e casa terrea da ra de Jardim ,
    por 7000 rs.
    flerece-se uma mulber para sms de csia que
    abe engommar muito bem e cozinha soflrivelmente
    toda a qualidade de manjares; adverle-ie que teja
    dentro da prac : quem de seu prestimo le qui/er uti-
    li-r diri|-e ao becco do Aieite-de-Puixe, n 14.
    = Jnaquim Joi de S. Anna Barros faz sciente aos
    pas de seus alumno e igualmente ao respeitavel pu-
    blico que abre as ua aula de primer latirs e
    francez n > dia 8 do correnle, em Fra de-Portas ,
    ru dosGusrarape (obrado n. 2.
    Precisa-te alugar urna prela forra, ou captiva,
    para lodo o lervipo e vender na ra: as Cinco Pon-
    las n. 4.
    Alugn-se o primeiro andar da cata n. 53 ds ra
    da (.'ru/: a tratar oa rnema casa.
    = Precisa sede 100* rs. obre um porclo de ou-
    ro e prata em obras, por 4 m 'res, pagando-te o juro,
    que su convencionarem: na ra da Cinco Ponas,n 9S.
    - Alugio-Si o primeiro e segundo n lare da caa n.
    22, da ra estrella do Ro/ario : a tratar no largo do
    Collegio, n. 6.
    Aluga-e osegunlo andar da casa n. 39 da ru
    Nova : a tratar na loja do mes no.
    Precisa-se de uma ana de hile forra ou captiva.com
    tanto que tenha lium Inite e paga-se bem i oa ra do
    Penlo, palana, n. 154.
    \rrenda i< u n sillo n i encruz.illiida ds estrada,
    que se^Ue par Santo Amaro, com nata de vvenla O
    estribara de >edra e al. lo lo cercado de lirnueiro, e
    com ha>tanles arvoredos de frusto : quem o preten ler,
    dirija-ie ao Aleiro da Boa-Vi>ta, n 24 primeiro
    andar.
    Aluga-se-4u vende-se urna canoa do conduiir a-
    oa, mu estanque; quem pretender alugar ou comprar,
    dinja-se a ru da Praia, no mbrado, n. 33 a tratar
    com Manuel Jos Pacheco de Vlello
    sa Precisa-se alugar um aitio perlo da praca que
    tenha caa decente : na ra Formosa o. 1.
    Jos f'eri ira Duminguea Frsdeilos vende a ven-
    da sita na ra do t'ollegid n. 21 por ordem que te-
    ve de teu dio o Sr. Jtls -los Sanios An Irado, re-
    aidenlo na cidade du Porto : quem a pretender Irale
    na inesnia vend.
    Em 25 do p. p. a noule, um esersvo do abai-
    xo attignndu Iheenlregou tindn do Recile um em-
    brulho com veha ile cera que Ihe 'o a dado para car-
    regar, por deiencaminhar so da | etso que Ib u en-
    tregara ; por ette metmo preto |> se irandou por
    Ir/ veiea procurar, a enconlrava es pessoa ; em con-
    equencia avis-te que te entregara a rrlerida cera,
    lanilo-te (> iiznae bem romo que o dito pretO re-
    conbeca junt minie esta petso que procurara, indo
    pela el'da do AlIIiclo, pasiaodoe igreja a dallar
    com Peilro Tencua Cavalcanli.
    Lotera de S. Pedro Marlyr
    de Olinda.
    Os bilheteidesla lotera schio-te a venda nos luga-
    res do costumo. Brevemente ser annunciado o dia im-
    prelenvel do andamento da rodas.
    Aluga-se o tnbradu n 4, sito no largo do Hos-
    pital do Pareizo; todo ou separado: a tratar os ra
    do Cres,io loja de Santos Neves ou no largo do
    Carino n. 5
    Precixa-e de 500, a 600 s premio, com
    urgencia; dio-e por garanta 5 ecrvo livres e des-
    embaracado aqu na praca : quem quier dar sn-
    nuncie.
    __Aluga-se uma ea Ierre na ra airas da nutrir
    da Boa Villa com dus Salas 6 quarlo corredor
    a<> lado e com quintal murado: a tratar oa rus da
    Aurora, n. 58
    Agencia de passapnrles.
    Na ra do Collegio,botica n. lO.eno Atlerro-da-
    Roa-4 ata luja n. 48, liro-se pasporle para deolro e
    fra do imperio,atim como despacbao-se escraios: tudo
    co. brevidade
    RAPE DE GASSE.
    Saocbegadaa a e-te depoiilo, ra da Cruz, n. 38, as
    qunlidadet de rap teguinte : princeza fino, dito
    .....:.- ""-:. i:'.c fnmn n nrineine o mai lreco n-
    perior, que be possivel sor.
    __ Dio-se 2:0(ijOOO de r. a juros com hypo-
    tbeca ou com penbores de ouro e prats memio em
    pequea quanlia ; na ra da Praia, n. 29.
    Da-ie dinb-iro a premio metmo em pequeas
    qu'-ntn com penbores de ouro e prata : na Cinco-
    Ponl*, n. 1.34.
    Aluga-se uma casa de sobrado de
    4 andares na ra do Trapiche com
    muilo Loa vila para o marj muito fres-
    ca e com tim grande armazem : a tra-
    tar na ra da Autora, u. 5.


    pai
    m
    O presidente da rmandade de N. S
    da Conceicao dos militares roga a todos
    osirmaos, residentes nes'a cidade, de
    coinparecerein no lia 8 do correte as
    5 horas da tarde no consistorio da mes-
    nia igreja, para o fim de eleger-se a me-
    sa regedora que, na forma dos estatu-
    tos, tem de ser empossada no da i5 des-
    te inez ; visto nao se ler reunido no da
    a3 do mez findo, numero legal, as horas
    competentes.
    Tendo a fabrica de sabao do coro-
    nel Martina sita na ra Imperial do
    Aterro n. 116, passado a novo propie-
    tario no mez de outubro findo, scffreo al-
    guina paralisacao, em quanto se montava
    de um modo mais conveniente, e se aper-
    feicoava o fabrico do sabio : um e ou-
    tio fim esto preenchidos boje, e o novo
    proprietario tem j para offeiecer ao pu-
    blico nao s o sabao preto. que dantes
    se fabricava, como o amarello igual em
    corno melhor sabao inglez e superior
    a este na massa e mais qualidades, como
    tanibem em ludo ao que se fabrica no im-
    perio ; he um sabio leve, mui consisten-
    te preferivel, em muitos casos, ao mes-
    ino sabao amarello ; sendo oa precus
    mais mdicos sempre do que em quJquer
    deposito desta cidade : e, coiiiprinlo-se
    grande poico do leferido genero ."oo-
    piomette-se o proprietario a f.ze lo- con-
    duzir em canoa para 'o lugar mais com-
    raodo ao comprador.
    = A pessoa, que qoer um ana de luite para acom-
    panharau Rio-de-Janeiro a criarte a mamenlarse.di-
    ja-sc a ra do Torro, n Recf n. 6.
    = Jos Soares de Arevedo, prolessi.r de lingos fran-
    ceza no lyceo tem iberio em tua Cana iuh estrella
    dn Un ano n. 30, terceiro andar un curo de phi
    losopiiia e outro de lingo \ fhanc/a. A peoa ,
    quedeejareme6iudar urna ou oulia destaa disciplinas,
    pudem dirigir-so indicada residencia a qualquer
    Lora.
    aa Aluga-se o primeiro andar do obrado da ra das
    Cru-e n. 22 : a tratar no segundo andar do meimu
    (obrado.
    Na noule de 28 de detembro p. p. uliima oita-
    va da testa de Natal luitarAoda ca n 9i da ra
    Velha confronte ao becco de Joiio Franenco um
    relogio de (I.rica cubera que imita a fabrica in-
    gleze ; a chae he preta por um coido preto : a quem
    lor ofterecido o sppiehenda e avise a Anlonio Luit de
    Souia na ra Dimita n. 119, que agradecer.
    A ci.ua be de pr.it i.
    Preciia-se despejar um armazem que leen 3(10
    barrica que torio de farinha de trigo : quem as pie-
    tender, diiija se a ra taiga do Kor.no, junto ao quar-
    lel de Polica n 18.
    = Precisa se alugar 4 pretos serradores que ejao
    habis no eu tiabalbo ; na ra da Cadea de 6. Anlo-
    nio, serrara n. 17.
    Precisa-se de urna ama de leile que queira
    acompanharuma enanca de doua mere, pouco niai
    oumenu, al a corte do Itio-de Janeiro ; lat-se boa
    conveniencia e paga-te Ibe
    quem esliver neitascireumsLncias, annuncie para ser
    procurado.
    = Perdeo-e urna pulseira de ouro da rma de
    um ;rillio tuda lavrada, tendo cravados no centro 3
    robn corn duat perolas grande desde a ladeira do
    Monte, at a igreja do Amparo, em Olmda : quem
    a tiver arhado e quier restituir leve a ra do Pire ,
    na Bua-Vsla casa, o. 2 ou nos Arromhados casa
    grande de sobrado do Sr. Jos Joaquiai de Lima que
    recbete 25,000 r. de gratilicayo.
    ti
    para mcame, e um moleque de i4 a i
    anuos, proprio para todo o servico : qu*l-
    quer destes escravos, agradando, pogao se
    bem : na ra da Madre-de-Deos, n. 5
    primeiro andar
    Vendas.
    FOLHINHAS
    DE
    Casa da F,
    Na ra estreita do Hozario, n. 43.
    Nesta casa acbao-se a venda aa cautelas da lotera de
    S. Pedro Marlyr de Olinda; para cujas rodas muito bre
    veser annunciado o dia doandainento. Decimos,a I00
    re. i e vigsimos, a 500 r.
    -V A pessoa que estiver habilitada a
    ser ama de leite sendo desimpedida ,
    dirija-se a ra do Crespo, loja da viuva
    Cunha (.minarais ou annuncie por es-
    ta folha a sua morada,para ser procurada
    Ensina-Se tambero as ferias corn perleiif o ,
    latim pbilotopbia e rbetorica na ra Nova, o. 52,
    primeiro andar.
    Preeisa-se de urna ima para todo o servico do
    exterior e interior de urna casa excepto engommar ,
    e que d fiador a sua conducta ; na ra do Caldeireiro
    B.7*
    Compras.
    = Comprio-se escravos de ambos os sexos ; sendo
    mucos paga o se bem : no caes do C> ilegio deposi-
    to de farinba de porta larga.
    = t'.iimrira-te urn ravhlln que sirva para esnaa-
    Iha : na ra da Cruz n 39. primeiro aoJi.r.
    Comprio se, para lora da provincia, escravos da
    13 a 20 anuos; sendo de bonitss figuras, psgio-se bem:
    na ra da Cadeia deis. Antonio sobrado de um an-
    dar do varaoda de pi, n. 20.
    Comprao-se dous candes entidracadoe, para
    tanda ; quem tiver annuncie.
    Compra-se um mulutinlio de r5 an-
    nos, pouco mais ou menos, e que seja de
    bonita figura, urna negrinha ue io a ij
    anuos, de boa figura, e cun babiiidude
    Porta e Algibeira
    Vendem-se na praga da In-
    dependenc a, loja de h'vros n. G
    e 8; na ra da Madre de Dos,
    yenda da esquina defionle da
    greja; na Roa-Vista, def onte da
    matriz, botica do Sr. Moreira;
    no pateo do Coilegio, loja de li-
    vros da esquina; e no largo do
    Terco, venda n. 7; em Olinda,
    botica da ru do Amparo, e loja
    do Sr. Domingos, nos Quatro
    Cautos. a^
    s= Vende-se orna batanea decimal, capai de pesar
    2000 libras; na ra da Crui. n. 55.
    --- Vende-se vinagre branco
    nacional, a 400 rs. a caada ve-
    lha : na fabrica da ra Imperial,
    n. 7; ra ireita, n. 53, venda
    de AI. iMif'itiila; no Aterreada-
    lioa-Vista, fabrica de licores de
    I'rede, ico Chaves; e na ra do
    Trapiche, armazem de motilados
    doJicolle.
    Ao caes do Coilegio, n. 9
    existe um novo armazem com farinba de S. Mxlheus e
    ilbo, ludu, tanto a relalbu con o em porc,o>s, e uiede-
    se a viintdde dot compradores, medida velba rasa, ou
    i-ii-u l.nl.. comodr malulo, e por menos du queem outra
    <|ualquer parte : os prelendentes dirijio te o mesmo
    arma/em, ou a ra da Cruz, n. 84, a fallar com Manocl
    Anlonio Pinto da Silva.
    = Vemlem-ae moendas de ferro para engenbode
    assucar, para vapor agoa e tiestas de diverso tama-
    nlii.s por preco comniodo; e igualmente laixat de
    fero cnado e batido de todos os lmannos : na pra-
    r do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmonl &
    Companhia ou na rus de Apollo armazem, n. 6. [
    = Vende se colla da Babia, de superior qualidade
    na ra da Cruz o 65.
    \ ende se potasia ameriana, ltimamente che-
    gada em barris grandes e pequeos ; lencos pretos,
    de traja da India ; seiini preto de Macio ; velas de ea-
    permacete de 4. 5 e 6 em libra ; cera amarelia ; al-
    godo (rosso para saceos ; ludo por preeu com modo :
    (Mr*>jM de Malheus Austm & Companhia na ra da
    passagem na volla :1 Alfandega-\elha n. 36.
    aa* Vendm-se e aluaio se bichas hamburgueza ,
    ebegadaa pelo ultimo navio que veio de Hamburgo ;
    lainbem e veo applicar para cominodidade dua pre-
    l menles; aaiim cuino '.avalbaa para barba de ato
    de .Milu, fetaa pelo melbor autor de Inglaterra : na
    ra da Ciuz do Kecife n 43.
    = Vendem-e lacea com farinha de Mag a 4800
    is.; dita de S. Malhrua a 420 rs. e alqueire me
    dido a 5800 e 45(10 rs ; sacias com mi I lio a 3600
    e 4500 ra. ; arroz branco a 2000 rs. a arroba ; aae-
    eos de estopa, novo, para farinba, ou milho a 500
    rs. ; gomma de engommar a 10,000 ra. o alqueire :
    na ra da Cadeia de i>. Antonio deposito de farinba
    n. 19.
    .= Vende-te um cata I de rscravos, para lora da
    provincia ou mesmo para alguui engenbo ; na ra
    de S. Jos. n. 29.
    Vende-se potassa ameri-
    cana,
    chegada ltimamente, e de superior
    qualidade em barris pequeos, a a5o
    rs. a libra ; em casa de J. J Tasso J-
    nior.
    = Vende-se um relogio hurisoniol de ouro. mo-
    derno a dinbeiio ou a tinco de tijolo de alvenaria
    grotsa ; na ra do CJueimado, b ja o. 18.
    \ .niiein-se um pnlo u un a prelado gento de
    Angola proprio para servico de campo ; oa ra ua
    Praia serrana do &ilva Cardial.
    Vendtm-se 3o liaves de 4o l\i ,
    41 e 43 palmos, qualdade, mussarandu-,
    ha sapuraia sajucarana e ct>in carnucho ; naiua da Fiaia serraiia du
    Cardial
    \enJem-se vasos paia flores boidns propnos
    psra ri!S!!!e!j!s-' d>? Iguniaie servidores, caca-
    r las com cabo proprias paia assados de torno, ludo
    vidrado e de tooosos lo id .ribos; gomma muito fina ,
    para engommar, a 100 is. a libra : oa ra da Madre-
    de-Deot, p. 9
    ai Vendem-se barris pequeos de muito boa cal
    virgern e nova ; na ra de Apollo arniaxem do as-
    sucar dos Srs. Bandeas Juniur Companhia
    Vende-se. por piecisao, urna rscravacrioula de
    i lidades ; na ra do Jardiui n. 43.
    as \ende-secapim a 240 rs. a arroba i no sitio
    do Mondego junto do Sr, Luiz Gomes l'erraira.
    = Yende-seuma porcSo de courinbos, muito su-
    periores e tambero a retslho f ola moilo superior ;
    urna porc/So da carne; ludo chegado ltimamente do
    Aracaty : na ra da Cruz, no Recife o. 24.
    =3 Vende-ie ba,nha de porco derretida, e da Ierra,
    de superior qualidade tanto em alvura eomo em ser
    muito fresca a 560 r. a libra : 01 ra do Rangel ,
    acougoe, n. 31.
    = Vende-te um grande caixio muito proprio pa-
    ra pidaria ou refinagio de assuasr oom 3 roparti-
    menlos ; he novo muito seguro, e fecha-te c. m cha-
    ve : no Al' rro-da-Boa-Vista n. 88.
    =* Vende-se um porta-licor em su competente cai-
    xa de faia enverniada, muito boa obre, por preco mui-
    to commodo : oa ra de Horlas n. 62.
    Vende-se farinba superior, ebegada recen l-
    menle de S. Cathahna, vende-se pela medida velha aos
    alqueires meiosequsrta por preco muititsimo ba-
    rato a coolorme aa porefi'-f se far proporcional aba-
    te : a bordo do brigje Sagitario an orado prximo
    a ilbarga do oteado Passeio-Publico. Abater-se-ha 160
    ra. por alqueire aos compradores qu cbamarem e
    forem cooduzidos pela eaooa do referido brigue.
    A 4^500.
    Saccas de farelo de tres arrobas cada
    urna, chegada ltimamente : no armazem
    ile Braguez, ao p 00 arco da Concei-
    t;3o, e no de GuimarSes, no caes d'AI-
    landega.
    = Vende-se sal do Ass, e pslba de carnauba ; a
    bordo do brigue Aoaret ou a tratar com Gaudino A|6a-
    tinbo de Barros, oa pracinba doGorpo Santo o. 66
    =Vendem-se os mais superiores e generosos vinbot
    de Bordeaux e Burgundy m caitiobas de doria ; 01
    quaesae tornio asss recommeodaveis para e presenlea-
    rem as peasoas de bom'gotto, e se apresentreni em urna
    mesa por terem os mais excedentes e deliciosos, que
    se pudem encontrar peala praca ; atsim como Chao
    pagne e ceneja branca e preta de supenore qualidades
    e gustos sublimes ; ludo por preco commodo, tanto em
    pon Ses cuino por voluuieti eo> casa de Adamsoo llmv-
    11 & Companhia ra da Altandega-Velha n. 48.
    Vende-se o nu'llior jiiiicu que aqu
    tem viudo para tecer Cideira; charutos
    ifgalia, meia regala, supe finos, che-
    gados iiliiiiameiiie da Babia ; naces com
    Iviinln de Miperior qualidade, chegadas
    ulliiuanriehie de & Malheus : tudo por
    menos do que em outra qualquer paite i
    na ra da ( iuz, armazem, n. f 4, a fallar
    com Mam el Anlonio l'into da Silva.
    s= Vende-se cli* muilo superior, esta caixas do 6
    libras ; em casa de L G. Ferreira & too panhia.
    =* Conimua-se a vender a agoa de tjngir ealellos e
    suissas; na ra do (^ueimado na. 3l 33. 0 me-
    tbodo de applietraci.mpanba os vidros.
    = Km casa de Nuvaes & Companhia na ra do
    Trapiche, n. 84. segando andar vendem-se superio-
    res charutos de regala por preco commodo.
    = Vende-te urna parda de nannos de boa fi-
    gura engomo a, cose, comba e lava de Sabio ; 3ea-
    1 r.vas de nacflo, de 26 a 30 annot, de bonitaa figu-
    ras com habilidades; um estrato cnoulo pees e
    20annos, ptimo bolieiro; um dito de naiio de
    40 annos ptimo padeiro: na ra dat Cruret, o.
    28 segundo andar.
    Farinha de mandioca.
    No depoailode porta larga, no caes do Coilegio,
    lia para vender farinba de J>. Catbarina eS Malheus,
    muito nova e boa por menea preto do que em outra
    quaiquer parle, em glandes e pequeas porces eo-
    sacoada ou medida pela medida velba ; assim eomo
    arroz pilado e milho.
    = Vende-te um carrinlm de 4 rodas moilo ele-
    gante com arreios coa>petentei psra 2 cavados; na
    ;ua Nova cocheira do Sr. Adolpbo.
    =Vende-se 0.01 prto de 18 a 20 annot, pouco
    mam ou menos, um pardo da mesn idade de mui-
    lo boa figura sem vicios nem achaques, e propriojj
    de lodo o servico assim eomo para pagena ; urna pre -
    la de 20 annoa pouco mais ou menos, coalureira e
    eqzinbeira ; urna linda n< gnnha de 14 annos, pou-
    co mais ou menos : ns rus da Cadeia de S. Antonio ,
    n. 26.
    Vende-sr, na fabrica de licores de Fre-
    derico Chaves, no Ateno-da-Boa- Vista,
    n. 26. :
    mlhos de sreos de castanbo volteado! e direitoi
    meiss barricas com farinha nova, da m rea gal lego .'
    barricas com dita, de SS e SSS ; peneiras de rame
    na ruado Vigario n 9.
    Vende se superior essencia de aniz
    em garrafas de no oncas, por preco com-
    modo: no Aterro-da-Boa-Vista, na fabrica
    de licores n. 26.
    Vendem-se os bem conhecidos cha-
    rutos da fabrica de Francisco Gros co-
    mo sejao: primores, cacadores, regalos,
    e S. B. YeHow, do melhor fumo, e afin-
    ca-se a qualidade ao comprador : na rt
    da Cruz no Becife, n. s6, primeiro aa-
    dar.
    = Vende-te Itrinht da lerrrt, medida rata, 1 3,
    rs.; na roa do Rangel, n. 85
    = Vende-se urna eterava de bonita figura, por pre-
    co commodo ; vista do comprador se dirt o motivo
    da vena)* : na ra da Cacimba n. 8 em casa de D
    Ittnscia Josepba Xavier.
    =Vendem se barricom superior mel de turo; at-
    m como veodem-se, ou alugao-te superiores bichas
    tudo por preco commodo : na ra da Praia, armazem
    n 16, e no Aterro-da-Boa-Viata, venda que fui dj
    Maooel de Aievedo Maia.
    = Vende-ie urna casa terrea no boceo da Bomba ,
    n 40: a tratar com o procurador Anuda, defroate
    do nicho da Penha.
    REMEDIO
    O mait singular nos lena effeilt.
    =Vende-se,na eidsde do Porlo ra de S. Anas,
    n. 139 em eaaa de Manoel de Almeida Braado e
    na cidade de Braga ra da Coneja, n. 9 em casa dt
    Joaquim Rodrigues da Cunha um remedio para l-
    ser nascer o cabello de novo na cabeca a quem tiver
    Talla dalle ; atsim como faz tamttem conservar o qua
    nella bouver, tem cabir oeohum : aquella remedio be
    um oleo eomp ato com o tuco de algumas plantas di
    Ierre e com o qual untando se a cabeca pela manbls,
    ou noule em meooa de um mez prir.cipis s su-
    t o cabello com sua nalur.l cor sem mudenca e
    vitiveluiente crotee corr. admirarlo ; de maneira que
    dentro em poucoa mezeefioa a parte, a que elle ae appli-
    ear, de lodocoberta de cabello, muilo mais baslu do
    que o bavia sido ante de ae perder : eusla um peajue-
    no fraseo de vidro cheio 960 ra. pnrcio muiro imii
    que sufKcienle para urna s pessoa.
    O amor daquelle r. me.no be o dito i aquim Ro-
    driaueada Cunha : o qual tem em seu poder e fran-
    camente mo-tra attestados autbenlicos pessados pelsi
    pessoas, que ja usarlo aquello remedio, com lodo o
    aproveilamento ; sendo estas de ambos os Sfxos e ida-
    dos diferentes; entre etles al alguna quati de todo cal-
    vos ha mait de 20 annoa.
    Vende-se tima negra de naco, boa
    rosinheira, e iavadeira, por preco commo-
    do: na ra da Madre-de-Deos, n, 5, pri-
    meiro andar.
    Vendcm-se pellos de be-
    zerros Irauco/os, grandes c de
    superior qualidade: na ra da
    Cadeia do Kecife, 11. 55.
    Ago'ardenle de Franca
    ilo do Reino
    Dito de aoit
    Dita de canalla
    Dita decraio
    Oila de Lima
    Olla de mil florea
    l'spinio de vioho
    Geiifbra
    Dita embotijada
    caada 960
    800
    640
    640
    a 4
    610
    6i0
    f 1000
    720
    200
    Licores de todas ss qualidades e todot os prrct, com
    ncaa (aljal
    Champes finos para relretcos e da verdadeira resi-
    na de angico milito bom para a molestiae de pello.
    Medios pbosplioricas em uiastos de 100 e 150 a
    20 i, cada matso
    Chocolate de pnmeia qualidade de aude bau-
    nilha e canilla a 400 rs. a libra ; dito ferruginoso .
    a 1000 rs. a libra e a quem quizer comprar em ano
    bat se dar por preco muito commudo. Para manir la-
    cilidade dos cusnpl>iiules, cha-ae um drposo de
    chocolate na ra da Cadea toja de chaptoa o. 46,
    de Candido Jos de Sales.
    ClMinpugiie da marca C rSc C, vin-.
    da no ultimo navio de ''renca : vende-se
    em porces e a retalho, em casa de Me.
    Can.ont & C.V
    Vende-se vioho de Champagne em gigoe. da me-
    lhor quahd.de ullimamanle ebegado dilo de Bor-
    deaux em quartolm muito bem acondicionado;
    i/ii'.trflenln du r-fancii i chainada de nrov* I fi.mtjtr-
    ua preparada em potes ; ludo novo e muito fresco: em
    cata de Avuai irmaos, ra da Cruz o. 20.
    sm Vende-se pouss nova, ebsraU, oieiasde linho,
    VEN ) K-SE,
    Na na da Madre-de-Deos, rt, 5, Z
    fjiimtitu uiuiar,
    cera em velas recelada directa- %
    mente de urna dis mclhores fibri- *
    ('.s do Bio de Janeiro ; he de o ti- m
    mo soi tmenlo por ter velas de 3 *
    at 16 em libra, e vende-se por
    preco mais commodo do que em ou- *
    lia qualquer parte. *
    v
    = Vendem-se saccas com nulbo da trra, muito
    novo ; no becco do Capim n. 14(,
    Vende-se urna venda na ra da Praia. n. 46, com
    bastantes commodo |iara lamilla e be em bom lugar,
    por licar no meio dos armazeos de caroe : a tratar aa
    ra do Itozario venda, n. 1.
    = Vende-ae urna parda de idade de 20 anoos,
    muito linda, ptima para mucama cose cliio, engom-
    la liso, corintia o diario de urna casa ; outra dita de
    idade de 25 annos ; urna negrinba, de IS annos co-
    te e engomis ; outra dita de 18 tono*, com as mes-
    mas habilidades ; um moleque de 18 annot; 3 esers-
    as Je navio com bonitas figura ; dua eterava do
    meia idade lavao de sabio e varrella, cozinhin o dia-
    rio de urna cata por preco commodo : na ra Direi-
    ta n. 3.
    = Vendem-se 900 alqueires do muilo boa cal bran-
    ca por prego commodo ; oa loja de cambio do Sr.
    Vieira.
    ' ] =^-----------
    Escravos Fgidos
    Fugio o esrravo Salvador de naci Coala r>-
    presenta ler 40 a 60 auno de idade aecco do corpo ,
    b-atante alto nao dobra o dedo mnimo de urna dat
    rniue e lem o* ps gios-os : quem o pegar u der no-
    ticia na ra do Crespo n. II, recebert urna reiom-
    pensa proporcional a ao sru Irabalho.
    t Fugio, no dia 27 do p. p. do engenbo Barrs-
    do-Pagio, um eteravo de nome Ceraluo crioulo,
    muito rbetorico e ladino de corpo baixo cor [-ro-
    ta principiando a barbar andar cangueiro : roga-t
    as aulorioades policiae e capitie de campo a captu-
    ra do dito eacravo ; e que o conduzio ao mermo enge-
    nbo ou ao largo do Livraoienio venda a. 0, qu
    serio gratificado.

    MRM. } HATTCt- DI Ha f. PE VARIAltil\6-
    I
    r


    jimio de I84d.
    Segunda feira 5 de Janeiro
    DE
    (SOBAOS AUSPICIOS DA SCtEDADE COMMEHXIaI..)
    asa
    @I4!i
    :

    Subscreve-se na Praca da Independencia, loja de iivros n. 6 e 8, por 11S000 ris por auno pagos adiantados.
    Q>&3#3 OCDaaaEraaa 2)41 G>5(3; (Corregido Sabbadoas 5 horas da lardo)
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    Agoardente Cauri -
    Aigodio l. sorte -
    I Assucar luanco cm caias -
    I mascavado -
    * branco emliariicado
    em saceos -
    matear, emliariicado
    em saceos.
    Couros seceos salgados. -
    Meios do sola -
    Cifrcs da trra -
    do llio Grande -
    .....
    EXPORTS.
    Sugar n caaes white -
    i brown
    i n barris while
    i hags >
    i /{airis brown. -
    l/ags
    Dry salted hidrs -
    Tannerdnides -
    Ox-hons -
    PnEfO DA PBAf POR
    48#000
    5f000
    4J000
    tato
    1*200
    7J450
    2|350
    IJ880
    IJTM
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    i9on
    3|000
    7 000 4J5HO
    2|850
    24100
    IfSOO
    130
    Pipa.
    Arroba.
    Libra.
    lluin.
    Ceuto.
    SS
    CAMBIO V
    Londres. ....a.... ..... $7 */a d. por 1/ rs. a 00 das.
    Lisboa...................... 11} por cenlo premio, por melal noania.
    Franca.......................... >i7 ris por franco. a
    Rio de Janeiro............ 1 por ccnlo premio.
    PUATAmluda................... I500 a 1*600.
    Palaces Braiileiros........ 11080 a IA0.
    Pesos Columnariof......... IfKi a IJI40.
    a Ditos Meiicanos........... IJ840 a 1*880.
    OORO. Moedas de GJHOO vellias... ItfMiO a I6JS0O.
    Ditas ditas noval... lOfOOO a 16*4 00.
    a Ditas de #000............ 8/800 a 8*800-
    Oncas liespanholas....... IOjooo a 3||000.
    a Ditas Patriticas.......... 29JO0O a 30J000
    | Letras.......................... I '/a a 7 Por enlo ao me.
    FRETES.
    ASSCAR.
    "LTrpreiI ...;TT...:T..;..;r.;........ i i7 *
    (."anal entre Ainburgoe Havre saceos...... ,
    incluindo portos Inglezes.......... '
    Genova em taceos................... 3 0 0
    Hamhurgo.............%
    Bltico...............................
    Trieste para ciixas..................... { 3 17 C
    Estados-Unidos........................ 200 par (
    Portugal.............................. ;oo 36o
    branca............................... f 3 .'. c 6
    - .
    > & por cento de primagem
    i sem primagem.
    "/ de primngem
    ALGODAO.
    Portugal................... 600 por (S> sem piimngrm nominal %|
    Kranra..................... SDO ppr (ge 10 p / aocamli. de IflOpIr nominal. {'
    Inglaterra.................. '/4p @ e" p. % de primngem.
    linrcelona.................. 500 p. <)e 10p % < camb. 800o pes p. fr
    COUROS.
    Inglaterra Seceos { 1 I 0 0........... por toldada e 5 por cento.
    tranca....................*......... 100 cada lium elOp /(cainb. 100 ( Ir.
    Estados Unido*...................... Nao lia.
    HKTl
    Da din II de Novemhro ilc 1814 'n. diantc pagaro 00 p. c. o rape ou tabaco
    oe po, os charutos ou cigarros, o fumo cid rolo ou em folha.............
    Pagaro >n p. c. os saceos de canhamasso, grossaria on gimes da India, ol cai-
    vetes ein Imnia de punhal, as almofadas paracarruagens, as pedraa I viadas parala -
    godo, as pedras decantaiia para |iortes, portas cjanrllas, as pedras lavradas para
    iicanainenlos, cepas, cunbaes e cornijas, o assucar refinado, crystalisado ou de qual-
    picr inaueira confeitndo, o cha, a agoardcnte, a cerveja, a cidra, a geuebra, o mar-
    rasquino, ou outrns licores, e os vinbos de qualquer qualidade e precedencia.
    Pagaro 40 p. c. as alcatifas ou tapetes, o canhamaro ordinario ou gross-ria, as
    bataneas de qualquer qualidade, e rotipa feit, rio eipceifcada na tarifa, as cartn pa-
    i.i iMar, h rscovas ce cal de marlim, o logo da Cliina cm cartas, ou qualquer ou-
    tro logo de artificio, o papel pintado, prateado, ou dourado, sendo de quallilades
    linas, o papel pintado para forrar salas cm collccrcs ou paizagens, o papel de Hol-
    anda, imperial, ou outro nao especilicado na tarifa' a plvora, os saboneles, o salmo,
    o sel em velas, as vela de Slearina ou composico, as ameixas, ou mitras frnctaa
    em Irascos ou latas, seceas, em calila, ou em espirito, o cborolate de cacao ordinario,
    o vinagre, os carimbos, carruagens ou calas, jogos, rodas, arreios para urna e ou-
    ra cousa as esleirs para forrar casas, os ca roa para conduzir gente, os sociaveis,
    (o silhes, os sreieiros e tinleiros de porcelana, e qoalquer objecto de lonca nao com-
    |>reliendido na tarifa: os lustres, os clices para licor ou vinlio de vidroliso ordina-
    pii, os de vidro moldado ordinario lavrado ou moldado, c lavradn ordinario da A lie -
    i mola c semclhantes na de vidro liso sao'dadc cu lavrsdo,' de fundo corlado ou liso,
    co inoiiic- ou lavor ordinario ; os clices para Cbampanhe, ou cervrja, as canecas,
    co|>es direitos de 10 al em quartilho, as garrafas de vfdi o ale I quarlillic ou oais,
    sendo lodos estes objectos de ns. I e 2 as garrafas de vidro pretas ou'escuras da
    mesilla capacidade, compehendidas as que sei vem para licores ou Le-Roy ; os copos
    para tabernas at una caada, os frascos de vidro ordinario com rollias ilo mesmO
    t 3 libras ou mais ; ou sem rolba al 2 libras ou mais, os He Imcka larca com rolbas
    iln nicsmo, nl 4 libras ou mais, ou sem roilia para opodeldoc os vidros para a
    lampadas ou candeiros, as taboas ou fallas de mognoou oulra madeira lina, e Iras-
    tes ile qualquer madeira.
    Pagaro 25 p. c. o ac, alcnlro, lineo em barra ou em folln, chumbo em barra
    u icni-ol, estanbo cm barra ou em verguinha, ferro embair verguinha, chapa o
    , linguados para fundico. folha de Flandres, gallia de Alepo, lata em fallas, lalocm
    chapa, uiailiin, salitre, vime, bacalhn, peixcpui > quaiqner outro, secco ou sal-
    gado ; bolacha, carne secca ou de talmoura, herva-doce, farinha de trigo, pellicas
    branca ou pintadas, cordorci ou corles de bezerro para calcado, bezerros e couros
    envemizados, cnuros de porco ou boi, salgados ou seceos ; sola clara para sapaleiro
    ou correeiro, cobre e caparrosa.
    Pagaro 20 p. c. o trigo em grao, barrilh, canolilho, espi^uilha, (leiras, fio,
    fi-a lijas, lanlijoulas, pal betas, paisamanes, sendo de ouroou prala entrefina, ordina-
    ria ou falsa : gales da mesma nalureza, ou tecidns com re tros, Hubo, algodo ou
    eda rendas ou ntremelos de algodo no bordados i rendas de fil, as de algodo,
    etroi ou trocal ; lencos de cambraia de linbo ou algodo, e bandas de retrot de
    malba.
    Pagaro 10 p. c. os livros, manpas c globos geographicos, instrumentos matlie-
    snalicos, de phvsiea ou cliin.ca, Cutlai uC iiuua ue veudos ou damascos, borda-
    dos de [irala ou ouro fiuo ; retroz ou tracal, e cabello para cabelleireiro.
    Pagarn 0 p c. ocanulilho, confio de fo, espiguilha, ficira, fios, franjas, ga-
    lio de fo ou palbeta, lanlijoulas, palbela, rendas, cadarcos e lodoso mais objec-
    tos desta natureza, sendo de ouro e prala fina.
    Pagaro 5 p. c. o carvo de pedra, ouro para dourar, ou quaeiqucr obras e
    utensis de piala,
    Pagaro 4 p c. as joias de ouro ou prata, nn quaesquer obras da ouro.
    Pagaro 2 p. c. os diamantes e outras pedras preciosas solas semcnles, plan-
    as e raras novas de animaes Uleis.
    Pagar 30 p. c. todos os mais objectos.
    Os gneros reexportados ou baldeados pago I p. c. de direitos alm da armase
    ntfgem -, e o despachante presta fianca al a approvaco desta medida 'pela Assein-
    bla Geral-
    *
    -----Coiicedem-sc lirres de armazenagens, por IS das, as mercadorias de Estiva,
    tus mezes as outras ; e lindos estes prazos, pagaro,'/, p. c. ao mez do respec-
    d Valoer.r
    Ol rdircitos das fazendas, que pago por rara, dere entenderse vara quadrada.
    IftOi dioojiitos nao poder ser augmentados denli o do anno financeiro ; masoGo-
    terno poJe mandar pagar emmoeda de ouro ou prala urna vigsima parte das que
    orem maiores de 8 e menares de &0 p. c. dos preros das mercadorias, oumesmo
    vlimiiiiiil-os,segundo I lie parecer.
    t) (averno est tutorisadoa eitabelecer umpirai loilifl'crencial lobreos gneros |
    de qualquer naro, que sobrecarregnr os gen cros brasileiros de maior direilo, qn*
    iguaes de outra naco.
    Os artigos nao especificados na paula pago o direilo ad valnrem sobre a factura
    apresentadn pelo despachante; podendo poim ser impugnados por qualquer ofliciai
    da Alfandega, que cm tal caso paga o importe da factura ou valor, e os direitos.
    Xo caso de duvida sobre a classificaco da mercadoria, nade a parle requeres
    arbitramento para designar a qualidade e valor da paula, que Ihe compele.
    Sao isenlas de diicitos as machinas, ainda nao usadas no lugar, em que forero
    importadas.
    EXPORTACAO Os direitos pago-se sobre a avaliaco de urna (paula sema-
    nal na razo seguinle -. Assucar 10 p. c., Algodo, caf, e fumo II p. e. Alar-
    dete, couros, e lodos os mais gneros 7 p. c. Alem desles direitos pago se ns
    lasas de 180 rs. em enda cniva, de 40 is, em cada fecho, de 30 rs, e,ii cada barrica,
    ou sa:cos de assucar, e da 40 rs em cada sacca de algodo.
    Courose lodos os mais gneros solivres dedireitos par os portos do Imperio, a
    excepeo do algodo, assucar. caf, e fumo, que pago 3p.ee as laxas por volune-
    Os metaes preciosos em barra pago de dlreilos 2 n c. sobre o valor do mer-
    cado, r a prala e o ouro amcedado n.-.cions! ou etlranoairo >h UuloiueDtt !/2 p. c
    Os escravos exportados pago 6/0H0 por cada un.
    DESPEZi* DO PORTO As cmbarci-rcs nacionaes, ou eslrangeiras, que
    navego para fra do Imperio, pago 00 rs de ancoragem por tonelada : c as
    nacionaes, que navego entre os diversos portos do Brasil 9C rs. As que entrarem
    em lastro, e sahirem com carga e vice-versa, pagaro inunde do Imposto supra e uin
    Ierro as que entrarem, e sahirem em lastro; e mesmo as quo entrarem por franqua,
    ou escala, quer enlrem em lastro, quer com carga. Desla impnsico pn- Joaiima
    isentas as que importaren!mais de 100 Colonoshrancos, e as queentradrem por arribada
    forrada, com lano que estas nao crreguem, ou descarreguem s ineiile os gneros
    necessaros para pagamento dos reparos, que fzercm.
    VENDAS DE NAVIOS Ai embircares eslrangeiras."que passafem a ser
    paciooacs, pago 15 p. c e as nacionaes, mudando de proprietano, ou de bandeira
    pago 5 p, e. sobre o valor da venda.
    REVISTA SEMANAL.
    CAMBIOS llouvero transaeces ao cambio quolado de 27 '/,.
    ASSUCAR Poucas entradas : ha vendas em saceos e caias aos preros
    quoUdos temi hnviilo algumas prqucuas vendas do blanco a 1/300,'e do maicavado
    a ISI50 sobre o ferro em caixas.
    ALGODAO Nao lia no mercado para vender.
    COUROS Oflerecidos aos perros quolados.
    uACALAO *.u uneguu eau eyanicmo aigoiu ; u ucpusilO ilC (fe Cerca
    de 4.-000 barricas.
    FARINHA DE TRIGO F.ntrro dous carregamentos com 2:670 barricas,
    dos quats huma carga vinda de Trieste se venden de I8S800 a i'J.yior). sendo boje
    o deposito ile cerca de 6:000 barricas em prmeira e segunda mo.
    CARNE DE CHARQUE Enlrnu um carregameuto do Rio Grande, o
    qual ainda nao se vendeu : o deposito be de 17:000 arrobas. Vendas pequeas s
    quotares.
    FARINHA DE MANLTOCA Enlrro lies pequeos carregamentos, e nao
    ten havido vendas.
    Resumo das t'mbarcacSes existen les ueste porto no da 3 de Janeiro di 1W6.
    Americanas......... ....
    Brasileiras...................
    Dinamarqiiezas................
    lies panh ola
    Inglesas. .
    Portuguesas.
    (Sardas.....
    Suecas.....,
    Total
    4
    34
    4
    I
    2
    6
    9
    4
    64
    A Provincia goza tranquUlidada,
    y\


    LISTA das Embarcares existentes neste porto al o da 3 de Janeiro de 1846.
    BNTIUMS' DONDE VIH. CASCO tucxO. NOME8. TONS loo 06 ME8TRB CONSICJUTAMOS. DK8TINO. ;
    1B4S DC">h- JJ Richmond I'hiladelpl.ia brigue hiate Aineri Brandy Wine Almira Powcll Simk J. U. Rarcav Mathcus Auslin It G. Malheus Auslin It C. PpbiUdclpbia
    '. * Ral ti more escuna Gallant Mary "1 Joseph Kimis 1.. G- Ferreira tG.
    *i S.TiagoeC.Verd. patac ho * Euterpine S4 James Le Tiacy llenry Forsler & C.
    ,15 ARMlO 1 Santa Catharina brigue brigue Rraxil. S. Manoel Augusto 216 Manoel Simoes Reinar lo Antonio de Miranda
    llh ~ M inerva 09 Manoel dos Santos Res Francisco Alvcz da Cuiiha Maranho
    . Rio Grande do S. brigue Felis Destino 200 Antonio Jos de Abren Pedro Das dos Sanios
    ,j OuiubroJ Sania Calhariiia brigue Lalo 215 J. da Costa Rama Gucdes Jabriel Antonio Loanda
    Rabia piladlo Novo Lobo 174 Jos Alves Manoel Ignacio de CMiveira Manoel Duarie Rodrigues O Mestre Gomes Irmos
    1915 Novemb. 1 JO II. Grande doSul brigue T.'ni Mina 204 Manoel da Silva Jraga Silverio Antonio da Silva reliciano Jos Gomes
    Babia llio ile Janeiro brigue brigue __ Phenii Competidor 181 100 Rio de Janeiro
    R Grande lio Sul brigue Flor do Sul 128 Jos Ignacio Cimenta Amorim Irmos
    2 SanU Catharina Sagitario 250 Fructuoso J. Pereira Dutra Anlonio dos Santos Braga Manoel Duarle Rodrigues Gaudino Agostinho de barros Manoel Ignacio de Oiveira Amorim InnSos
    21 Aracaly sumaca Flor de Angelina 92 Bernardo de Souza Cotinguiba Rio de Janeiro
    . 78 liba de Fernando patacho brigue S Jos A mlica nu 152 Jos Antonio lla-t ns
    . ** Sania Calharina Athlanle i' Custodio Caelano
    Rio de Janeiro biate Incanaavel Maciel 2(-7 Antonio Jos Pereira Paraty
    bostn Andorinha 82 J A. de Magalbes Bastos O Mestre
    1845 Dezemb. 'J A Icobara hiate S. Ji "io Aleluia t Manoel Mara
    R Grande do Sul brigue Helia Virginia 150 Mithias Ferreira Braga Nscimenlo Sohaeer Se C.
    l Babia sumaca ."anta Anua 82 Joan de Dos Pereira Manoel de Souza Cotilo Baha
    S. Mal,en. biate Flor do Ilcito 21 Jernimo Jos" Feliz Luiz Korges daSiqucii-a A ordem
    > Rio de Janeiio patacho Venus 224 Joaqirm Soarcs Urarim
    . 20 Caravellas sumaca " Lagarto 50 Jos Rodrigues de Carvalho M. Joaquim Ramos e Silva
    S Matbeuc palacho biate Francolina 107 Jnaquim Raplisla Pitia O Mestie
    > Mcolwca j. Malncus S. Joo 42 A. Garca de Medeiros Dito
    20 patacho Francelina 107 Joaquim Raplisla Pitia Mestre
    20 A Icob c liiale S. Jomo 42 A nlonio Garca da Mcdeiros O Mestre
    21 S Matl'ieus sumaca mm S Miguel Venturoso 14 Joto Ignacio da Fonseca M. Joaquim Ramos, e Silva
    22 S. nlalbeus sumaca brigue biate Nascimento 50 Joaquim do Valle Gaudino Agostinho de Barros Gabriel Antonio
    22 Angola rrumpho do raiil 2!8 Candido Forjas de l.ncerda
    22 A Ico baca ~~ 8. lose 14 Joaquim de Souza Gomes Vmorim IrrnSos
    25 Parahyba sumaca brigue ~ S Benedicto 41 Joaquim Jos da Silveira O Mesire
    > 25 tftt Fiel 200 Manoel Maiciano Ferrcira F. J. Feliv da Roza Si Irmos
    v> Ass sumaca b. esc ~ Fcl'cidado 70 Jos de Frcitas A Joaquim de Souza Uibeiro
    18 tG Janeiro Babia ~~ Santa Cruz 107 Jos Francisco 3 MaraiihoeCear Uura 103 A. Ferreira da Silva Santos Novacs & C.
    18t Uczemb. 24 75 Montevideo Hamburgn brigue barca Din. Imaniicl Preciosa 150 280 D. B. Koss Kiar Hotlic A Bidotilac N. Biel.cr 8c C. Copcnliagrn
    Sil Rio de Ji.ncirn barca _ Ade'haid 280 W-: Wwen Me. Csirnoni Se C.
    1840 Janeiro I Trieite galera spra 200 J. J. Holdt N. O. Hiebei 8t C.
    1815 Dezerob. 22 Monleridco brigue Hesp. Esperan; 213 Joo Nelto Nascimento Scbaefler & C. GibralUr
    1815 Deiemb. 25 Terra-Nova brigue barca Ingles. Cyothia 218 Wm Gnldworthy James Crabtree & G.
    1846 Janeiro 2 Uilh Coucless of Minio 300 G. Andeison Me Calmonl 8t C.
    Selembro 13 Porto di igue brigue Port. Importador 166 Jos Francisco Carnelro Manoel Joaquim Ramos cSilva Porto
    1845 Oulubro 13 Figucira Primavera 175 Jos Carlos Ferreira Soores A Joaquim de Souza Ilibeiro Eirm. /.Feliz da Roza S-lrin '1 liorna/, d'A quino Fonseca Porlo
    > 21 Bahii escuna brigue Tarujo 8t Filhos 132 Francisco Antoniod'Ameida Lisboa
    28 Lisboa ConceicSo de Mara 125 Manoel da Costa eves Lislioa
    1S45 Novena. !7 "~'i '^StA^ uCftiauraaui oi Aicaiuio Jos Corris Firm. J.Feliz da Roza&Inn. Lisboa
    1840 Janeiro 1 Porto Larca Bella l'crnambucana 317 Manoel Francisco llamallio Thomaz de A quino Fonseca
    1845 Derembro 2 Mancilles brigue brigue brigue barca S rdo Catharina 211 Anloty Joo Bautista Lccite Mater Vicini Man Joaqnim Ramos c Silva Genova
    7 Genova y** 10T Jos Saporili Genova
    . 22 Santos r india e Louiza 243 Joo Pinto de Lemos it Fillio Genovp
    28 Genova e Malaga D. Alfonso I 196 Haphael Kuzzano Caetano Gallo Le Bretn Sc'iramm &l C. llio de Janeiro
    21 Montevideo polaca brigue N. S. dos Assumplos 171 Jos Sapoiity Lenoir l'iigct 8t C.
    10 Genova . Novo Soccorro 233 Nicolao Marigeni
    11 Genova polaca brigue . Providencia 200 Carlas Conrado M Joaquim Ramos & Filho
    1846 Janeiro 1 Genova Galliarua 211 Francisco Massoni J. Pinto d Lemos 8c rilho
    > 2 Babia a Nerina 178 Angelo B. Kut-lli 11. Robilliard
    1845 Novemb. 12 Rueos-A y res patacho Lrigue Suecco Orlan 280 McolsO Lonsn N. O. Rieber & C. Celte
    . 21 Stockholmo Johan 180 E. OUnder N U. Kiebcrc C. Storkholnio
    1*45 Dezemb. 4 Harahurgo brigue Cercs 320 M. Hingltest A. Sincl N. O. Bieber Trieste
    5840 Janeiro 1 Lisboa paUcbo Cari Guilief 112 N 0 Bieber Se C.
    Peruambuco na Typ de M. F. de Faria 1848.
    /
    /


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