Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08168


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Full Text
Mino de 1846.
Sabbad 5

0 DIAHIO publica-jr todos os dias que
uao foreni de guarda: o l/eco daasslgua-
ttarahede 4^rs. por ciuartelDigu miianfa-
doi. Os nnnuucins dos asignantes sao inse-
ridos ai azao de linlii. 4'I i
upo dilfercnte, e.as rcpeilcrtcs pela meterte.
('). |ii'- uao forein asalguantes pierio 80 r
porliuha, e 160 ero typo diferente.
I'HaSES DA LA HO MRZ DB JANEIRO.
t'resccntn a 4 aos 5 minutos da tarde.
La chria a l'2 as II hor. e 41 Mingoante a i0 a I hor. e. 31 m. da tarde.
Loa nova a 27 ai 7 b. e mln. da manhia.
PARTIDAS DOS CORREtOS.
Goiaona. Parahyba, e Rio Grande 4*-]*ortr
_ Segundas e Sextas (Viral,
Cabo, Seriadiaern, Rio Farinoso, Porto Cai-
ro, e Maqrry, no 1. 11 r 21 de cada mei.
Garanhuiis r Boa-Vista e Fio rea a 13 r> 28.
Victoria as Quintas (eir*.
Olinda lodos a rflaa.
PRBAMAR DE HOJE
Prlmelra as 9 b. e 19 inin. da manhaa.
Segunda uih.c 4i minutos da Urda.
de Jaiicro.
Anno XXII N. 2.
DAS DA SEMANA.
1 Quinta "* Cirrunirisiio Senlior. S. Al-
machio, S. Odilon S. Eufrozina, S.
Concordio, S. Fulgencio Fi'Sia do Se
nlmr do Fin na mu eipllaeni
Olluda doSonhor Born lesusdas Portas
ni suacapclli do arco; e do Sinto
Christo no convcnti de S. Francisco eui
Ipojgca.
3 Sexra S. Izldoro, and. do I. do civ. da
I." v., do .1. de pai do 1. dist. de tard.
.1 Sabbado >. Antera, atad, do J. d<> civ. da
1. ., edo J. de pai do 1. dist. de UroV
4 Dominga S. Prisciliano.
CAM'UOSNODtA T JANKIBO.
Camb. sobre Londres 27
Pvlz 317 re
u Lisboa 112
Desc. de let. de boas lirui
Ouro-Onc'as ln"qi urlrot i
Horda de (^400 *v|
. a deO-401 miv.
i) de 4'.ni.> -
Praia PaMcrJes -.
Pesos ColiniiiiiiTs
Dito Mexicanos ,
Prata miuda
Acedes da C do Beberibe
I a. p la* a 60 d
i por franco,
c. |>r p.
as I '/, P. ...../..
s .W'iOO a 3 "'Sno
IW200 i i H>
IIjHI I
HTiOil > 8/WM
lM) a I 920
I/.U0 a l/eiO
1/880 a 1/800
1.4W80 a pao-
de 50/000 ao par.
lV UE* tjLim Aiuj*
uu
PARTE 0FF3CIAL.
s
MINISTERIO DA FAZENDA.
Minoel Altea Brinco, presidente do tribunal do the-
looro puhlic'i naeionil. para cumprimento do artigo 33
da le n. 369 da 18 de lete'rbro do correte anno, que
eetabeleceeeliae de deposito publico naatbesourariai de
todas ai provincial, ordena oseguiote ;
Artigo 1 Em cada urna das theiouririat de fizenda
do imperio hatera um cofre especial e privativamente
destinado pira os depsitos poli liaos dedinheiro, papis
da crdito, okjeotoids ouro. prati e diamante!, que ib
(harem por ordem, ou mandado de qualquer sutorididn
julreiinaou administrativa noaterraoi dii cipitaei da*
provincial.
Art -i. Este cofre sitar a cargo do tbeioureiro d
fiiHodada provinoii. auxiliado pelo mu fiel, debaiio da
inspeccw e direecln do insp ctor da theiourarii.
rt.4* Alm dt* eofre gsrs! hifi naiprovincus
da Baha, Parnambuco, Maranhlo e Rio-Grande-do-
Sul, um cofre filial a cargo do tbesoureiro doi ordena-
doa, o qoal sera, aupprido pelo cofre geral com aa quan-
tin enfdinbeiro, que forem necciiariai pira s entregn
diaria*, nin pudendoacnumular maii de 4:000,1 rs.
Art. 4. O theiouretroi daitheiouririas e oidotor-
denidoi prestaras urna nova flanea idnea, correspon-
dente io encargo que por este reglamento Ihe ao-
creiee. __^S
Art. o. Aa entradas e abidii <)oa depsitos aerio to-
das feiUs ou cofre gerai da* tbesourariai em que nao
bouver cofre filial, e naquelln em que o bouver na for-
ma do aitigo 3 a, nella le firio a* entradaa e aahida* do*
depsitos em dinheiro e papen de crdito, e a lerio
feitaa directamente no cofre geral aieotraeaa e sabidas
dos nbjecto* de ouro prata, e diamantea.
Art. 6 Nos colres de deposito publico* da* provin-
cia* se teceberiO todas a* quintil* de dinbeiro ou papis
de rri,Atm+-***inw *< our, peala e ajiamante* que a
ellas'lorem levadoa porofficiaeide jusiCa\ por quars<|uer
empregado* pblicos, e mesmo pel^i putei em virlude
de orden*, mandidoi ou deapacboi de autoridades u-
diciariaa ou administrativas do* termos da* respectiva*
cap tac*.
Art. 7. A quem quer queapretentare entregar, pa-
ra (carena em d> posilo, alguo* dos referido* nbjecto*,
le dar conhecimento com o leor do lancaoienlu no li-
tro d is entrada*, de que *e declarars a* paginas, assig-
nado pelo tbeioureiro e teu oscrivo.
Art. 8* A* sabidas dos depolitos de dinbeiro, papei*
de crdito no pee** de ouro, piala e diamante*, so no-
dei0 ser feitaa em virlude de precalorios legaes das au-
toridade*. que a* tiverem mandado faier, cumprido* pe
lo inspector da respectiva thesouriria. a que denerd ser
dirigidoieom aa formaliddei do elljrlo.
Art. 9.a Quando o inspector da ibesouraria, pelas in-
formaros* que tiver do theioureiro, ent nder, que dee
fTem destinado* para o lancameoto da receita e despe-
zados theioureiro* da thesouraria edo* ordenado*.
Art. 12. No acto da entrega doa deposito* o tbeiou-
reiro cobrar para a fatenda nacional o devido* pre
mi*, o* quaei comiitem em dou* porceoto da* quin-
til* em dinbeiro, do vilordo* papn de crdito pelo
que delles conitar, e do valor dos ubjeoioa de ouro, prata
e diamante, pela avalico competentemente leita an-
tea ce a* elTectiiar o deposito.
Art. 13. Depoi* de eitabeleeido* os cofres de depo-
sito* publico*, na forma dos artigo* antecedentes, serio
nullos e de nenhuan efleito todo* o* qu* le fierem em
mos de particular e olDcite* de ju*tica, em qualquer
lunar doa termo* dai capitaes das proviociaa; e o* eaeri-
vies e empregado* a que perlenoer naojuntara" a autos
ou qoaesqoer papis das suas reparlicdes o* termos ou
certificados de deposito* feito* de outra maoeira.
Art. H Todo* os depsitos feilos por ordem oo man-
dado de qualquer autoridade judiciarii ou administrati-
va, que *e acbarem em poder de r>!**i:n!:rs:, su de
corporales e oslabelecimentoa ou aatociscSea de |ujI -
quer natureza, serio transiendo* para o* cofre* do* de
poiito* publico*, sob a metma pena de nulhdade.
Art. lo. Do producto dos premios dos depsitos pu-
blico* le deduzirid tre por cento menialmenta : dous
para o theioureiro e um pira o escripluririo, quesrvir
de eicrivSn, este baver alem disso ds* parte* o* emolu
meatos de cuito de 150 ris por cada termo de entrada
ou sabida, eo de BOris por cada verba de embargo da
penbori.
Rio-de Janeiro. 1.*de deiembro de 18*8. /Ha-
noel Alvu Bronco.
Con i mando das Armas.
BIPEDIENTB DO DU 17 DO PBOXIMO PASSADO.
Offlclo ao presidente da proviocla, eoviando-lbe
o* mappas de o. 1 a 6, e a rclaco nominal dus olllciae
daa quatro clanes do esercilo, esitteotes na provincia.
Dito Ao mesmo, enderecando-lhe urna nota dm
reparo*, que lio oecessario* no qu*riel do forte da
Cinco-Pontaa, aflm da que S. Bt.c te dignaiie espedir
anas ordem no sentido de serena levados a effeito ditos
reparos.
Dito Ao mutuo, communicando-lhe, aOm de fa-
xer conitar ao governo Imperial, que oespitio do I.
batalriao de cscadores Fraociioo de Paula de Albuquer-
que Grillo tese balsa, por desertor, esa 5 do corrente,
em obsorvancia ao artigo 4." da lei de SO de malo de
183o.
Dito Ao coronel commiiiarlo pagador, dwendo,
que, para S. S proceder ao* descont* neerssarics ao
cabo imalido do 5." batalhio de eacadoies. curado
v iiuipial reglmeotal, envlava Ibe o cilicio, em origi-
nal, doteoeute-ooronel cooamandaote do 4. batalhio
deartilharla a pe, o a alia paiaada pelo cirurglio eri-
ca negado do mesmo luspilal.
Dilo Ao mesmo, eovlaodo-lbe a nota demonstra-
lita da* lalva dadas, em o mei proiimo panado (oo-
vembro), pelas 1 iriiletas da provincia.
commando, que opportunamente exprdiclonoa i pro-
vincia das Alarma*, considerada d^ve *er ao mappa
como destacada naqutlla provincia a que ordenar*
S. S. ao oiTicial encarregado do dito destscamento, que
Ibe enderece todas as oovidades occirridas. desde que
embsrcou neste porto, e, eom esp-cnlilade, que ibe
envi umi relacSo nmioil, eonrahan4ini*n todos os
individuos, que actualmente (aiea parle do dito desta-
eameoto.
qUATti.osN8a*L ptacioade ni asxtri, db ja-
re.ao OK IStit.
O den do di* n 76
0 brigadeiro commiodante das arrrn faz publico.
ajueo Ezm. Sr. presi lente desta provincia llie comu1-
aicou. em offijio dxbontern datado, hiver dripensado,
em ooniequ*ncia do disposto no aviso di repartirlo da
guerra, de 27 deuutubro ultimo, ai Sr. aliare* do
I bitdlhio da cacadoroa, Prinoisco Jos Damasoeeo
Rosado, da commistio, en que su achiva junto a pre-
idsscia: lonvand i-o pelo to n comportaraanlo lelo,
oom que se houve em todo o lempo da dita coinmis-
.lo.
O mesmo brigadeiro |ulga ennsequonte, que o Sr,
capillo da 2 batalhio da arlilharia a pi, Kranciico
Camello Pa Je Secretario daste commando, visto ter cassadu de ser -
viraobts iinmeliatas irdonsdoEim. Sr. general Man-
rique Marques de Oliveira Lisboa, e regreesadV com
cenr;a, que resignou, do provincia da* Alagoss pan
onde oulr'ora marchara : fionlo ciooeradi) do referi-
da embrego, que dignamente eierceo, o Sr. lente
Jos* Igoacio de iVIadeiro* Reg Monteiro.
Antonio Coma Stra.
EXTE^I R
NOTICIAS DO RIO-A PRATA.
NOTA DO SENH'ilt DE MARECrL. ENCAHBEG*D i DB NECnCI
DA FRANCA JUMT'i A' CiiNFEOERACAo ARGENTINA.
rTunnoi-Ayre, 23 dt mimbro de ISAS.
AS. Exc. o Sr. Arana, ministro dos negocio* es-
Irangeire de Buenoi-Ajre*
Acabo de receber a nota, que Y. Eic. me fe a hon-
ra de dirigir com dita de hontem, e na qual me fas sa-
ber, que levou ao conbecirnento do governo a necessi-
d-idn ern que, por causa do estabelecimento do bloqueio,
eu me ia achar, de cenar aa minhai relavOes com o go
erno, e de sabir do territorio argentino.
Ao motiiio lempo me informa V. Eic que eslS en-
carregado pelo ">r gov 'mador de pedir-ine lobre mui-
iui p inuis uspircacoes lendnn'.i* a estabelecer o carcter
das legicdes rt'el-rei com o governo argentino durante a
minha residencia aqu, e o procedirr.ento deste gover-
no nosastunptos, quelivede '..atarcom elle.
res de tae* litlos presos e incorporados nss (ropa* de
Buenos-Afra*, nunca ino ebegou ao meu ennheci-
manto ; para maior cartela, mendei lomar, este rei-
peito, informacSa minucioias, e posio allirmir, da
mineira a miia positiva, que osla facto nao occorreo,
diada que eu aitou *qui Algn i Franneze* tinhio ni-
do intoriplo* na* lilla* de arrolsmento: um tinha si-
do incorporado ; a pedido meu lorio declarados toooa
i**nto* do servico, com urna efficacia pela qual maoi-
fetlei a V. Etc. o* meu* agradecimentoa.
3 Nenhuma mulhar francesa le me queimu, de
que Ihe negassem passaporte para reunir-ie a aeu ma-
ndo, e nenhum filho mo dine, que Ihe nlo permit-
ido reunir-ae a sous pai*. Sei (rnente, que em virlu-
de da urna medida geral anterior rainha cbogada, nio
se di pasiaporte nenhum para Montevideo.
4 Em lim nio lei, que a polreia desta provincia te-
nha, por meio de temor, obngado subditos Iranoezas a
amignsr repreientacSaa em opposicio ao seu governo.
Quanio aoassauinito da familia eacoMeta, da que
V. Eic. me falla na aua nota, nio he eite um facto so-
bro o qual eu tanha p idido sor chamado a faier inda-
gicfles; mis elle lom oceupado muito a attancio pu-
blica, a eu tive conbecirnento de diligencias activa* fei-
ta* por ordem do governo argentino para descobrir o*
autores desta ittentido, e corn quanto oslas diligencia*
oio tenbio tido ate agora nenhum resultado, estou por
minha parte convencido de *ua inceridade. Neste leo-
tido dei eipli5uei ao governo d'el rci.
Accreacentarei em fim. que, com quanto esteja Do-
cenariamente informa lo do que le pana na Banda O-
rientul, padi, ha dous mezea, informicSea eiactas para
Montevideo lobre a lupponta carnicera de um milbar
de priiioneiroi, depoi* da batalba da India-Morli Ai
informicovs. que em reiposta me forio trinsmittido*
por pessoa. que me merece teda a confiao(a, e que le
acha em posicio de canhecer a verdade, nlo deiiio ne-
nhum luKar a crr, que este fado fosie eiacto.
Aceilai, senhor, etc.
Db M arecil.
DKSIMBAROCB DO REPRBSElTrANIE DO UOVEHlfO
HESPANUOL.
Montevido, 23 de outubro.
Hoje, pela urna hora da tarde desembarcon o Sr. D.
Carloa Creui cnsul geral do govornu beipanbol Junto
ao desta repblica.
Immenao concurso ae bavta apinhado no nono caes,
guardando o dcf>"baraue do primelrn agente publico
da naci heipaohola, que cuvita a estes palies. Aoloa-
mi da praia esleodia-te urna Irnha de pnau, r,:a com os
olhos acompanhavt al o desembarque o escahr, .jo*
ocooduiia. A* loteas rmmedlatas aocae* apparecrao
topetadas de aenhoras, oio ob.lano o* ardeoliaaimos
negar o cumprimenlo do preoalorin do levaotamenlo de Dit" ~ An coronel comoiandante do 9 batalhio de
qualquer depoaito. por duvidar da ma legjlimidide, ou "''"l P. P" maodar apresentar, com guia de
por le acbarem oa depsitos, cujn levantaineuto ae de-
precar impedidos por embargos, penboraa ou outroa im-
baraco* divenoa daqueliei, que mencionar oprecatnrio,
assiin o declarar, o reenviar o mesmo prec-tono a au-1
toridade por quem fra espedido; nio havendo, porrn,
para ela recusa maior demorar, que a de 2i boras.
Art.. 10. Se a autoridade deprecante, apelar da* ra-
zdea eipendidaa pelo inspector da thesouraria, resolver
que o deposito se deve entregar, o momo inspeelor o
mandara rumprir, e no cuto de insistir na negativa, o
ihesoureiro fu a entrega 'independentemenle do
Cumpra-ie, fa/endo te-de ludo a* averbacoe* oecet-
arias.
Art. II Para o espediente desle depsitos bavera
oa livrna de entrada e aahida, que serio numerado*, ru-
bricados e encerrado* pelo eontador da Ibetouraria, e a
cicnpturaco teri leita palpa uieimoi eicripturarios, que
passagem, ao capilao cornrnandanle do deposito de re-
crutas, o segundo sargento do batelbio do leu com-
mando Antonio Carloi do Carmo.
Dito Ao capillo cornrnandanle do deposito, auto-
risando-o a receber, com Kia da passagem para a cum-
pa ulna de seu commando, a praca do odelo cima
mencionada.
Dito Ao coronel commandaole do 2.* batalhio de
arlilharia a p, duendo, que, tendaconcedido nesta da-
ta 117 de deicmbro) ao cabo de esquadra do batalhio de
aeu commando, que otila provincia *e achata, com II
cenca da presidencia daa Alagues, o incorporar-se ao
resptctlvo corpo, asmar o comaiuoicava a S. S. para
eu coohectmeuto, e lazer constar ao ofllcial encarrega-
do do contingente do meaoio batalhio, destacado na-
quella provincia, esta deliberarlo.
Dito Ao mesmo, duendo, que, em preieoca dos ol-
ficiol por cvpia aiioeoi, detia Acar oa iiitelligencia,
que a parle co 2. batalhio de arlilharia a pe, sob leu
A RAINHA MARGOT. (*)
por TUtxanirt umae,
TERCEIRO VOLUME.
CAPITULO I.
O COHIOA SE MESTRE AMBROSIO FABJ.
A rarrrl,., ciu que havilo poatii Cucannaa e La Mole,
Inai n o ('minio, di' P.irn. egriindu ai-mbra grnpi'
que Ihenervi de guia. Parou ella rroLousre, unde o
Cunduclor renhei- bnm .alano. O* feridoa fvrlo iruiia-
portadoi pr. o |i...enti. do duque d'AlerrijOU, enrarr-
rlou-ie chamar rnoalrc Atabruaio Par.
Qo'irdo ran-clieguu, aiudu nenfiuMi doi doni havia
lomado cuirbc cimento.
L Mul era n menos maltratado dellei: a mineada
liana-o ferido a bario do mimo direilo, roa* nio linb*
(; Vid* rn# n.* 291.
..ffcndido orpao nenhrini riaeiiriirl: Cm-annai purin li-
ilia o pnlni*M airavi'.iadii, e a rc.pir.ic.1. rpie llru aahia
pela ferida, falla varillar a lus de urna tela.
Me.ire Ambroaio far declaruu que nn re>|i"iiili;i
por Cucannav.
Madama do Nevera eslava dearipereda ; fra ella quem
cimbsda na turco, dratresn l- cnragent di> Pieinonlis. f-
n-rn que Margarida ie nAo ppnsi'iae no comble. Por
aou guato lena ella frito condiiirr Ccnnnna para o p.,la-
cio ile liui.e, para Irola-lo delta como do priiueirn vez i
ra de um matante nutro, ern eonrequencia dos suc-
ees.og que se bis ido privando, poda aeu marido chegar
de Romri, e nAo hcar aalirteilu cuiu a installacio do um
intruso no domicilio conjugal.
Para em obrir a causa da lindas, Margando dar orr
,1,-11, di-levaran a rineirle para ir npl'lenln di'leu ir-
mjio ss*r '"' -Ot -C-?, .:!:-:, j- r.;::;, oif,-ni* ijiie
erio diiuagenli.-hi.nien, que baviio eibirlu docavallo
no palelo j ma a verdade fui divulgada pila ailmiracao
do i'iiprio leilrniuiiha do conhalc, o ern breve ae anuir
na corle que dous nuvoa vali-rnov acaba rio do nasrer
no grandu dra da imuicndu.
'1 rulado pelo un .nio rirrrrgru, rie entre ellea divi-
da o seu lindado*, u iloua feudos percurrrlo as dif-
feri nle plraar* do deliquio, n* quars depeiiililo da maror
u menor gravidade de sua feidai. La Mole fui o pri-
iru-rro que lornou a si ; Coralina fui atacado de una
libre teriivrl, ee aua vulla tilla fui aiignluila por
ludvi i siguaoa du maia horrival delirio.
Estou tanto nrais dispollo a dar a V EtC ai explica- (calores do aol.
i'Ses, que me pede, por iito, que ja traotmilti ao go-| Eolio, oo mel deaie Immensoconcurio da etpeeU-
verno d'el -re inlormagoei precita* ecircumslanciada* jdorea de ambos os aesus, dosembarcou o Sr. Creas, o
obre merlo do* ponto* em que loca a tua ola.
Tomo as perguntaa de V Eic. na ordem em que as
faz : 1.' De*de o momento em quo me acber frente
da legacao d'el-rei al boje, nio tive rallo para quei-
sar-me do governo argentino de nenhum acto directo
contrario I* rolacdea amiguera eiistente* entre a Fran-
ca e a Conlederario Argentina, nern qoe explicasse o
esquecinrrntoda proleccio devrda ao* eilrangtiro* eita-
beleeido* do territorio da Confederado-Argentina. Se
alguma ves tne de reclamar ern livor de algor Fran
cez, contra actos, que eminassem de alguma aulorida
desuballrroa, promptamenle se fes uilica a minha re-
clamafio.
i.' Nlo tenbo conbecimenio de que haja aqui i fren-
te da polica urna associar;io, afamada por grande nu-
mero do actos siniltroi. Quanio ao fado lo alguna ti-
tulo* de segurancia dado* a subditos fraocezea pela
cbaocellaria delta legacio lerem ndo rtsgadoi por um
agente qualquer da autoridade publica, e o portado-
qual sn dirigi do ces, por entre a* a'audac6ea e vlvai.
pela ra das Mlssoes, casa d*o Sr. Zurriaran, oode dea-
cancou algum lempo com sua lamilla,
A prpulacio hespanhola manifastou nesta occaiiio
vivo e justo regoiijo pela preseoca do representante de
sua nato, nunca desmeollado nsiim aua moderatio o
principios de ordem lio agradaveia ao governo da re-
pblica, como aem duvida o aerio aos olhos do repre-
sentante Inspaiibol.
Iieru-ie vivas 4 Hespaoha, 4 Republlca-Orleatal, o
4 habel II.
Ao pasnr a comitiva, deipenhou-se de algomai i-
nellas urna chuia de llores, que te eapanio ante o mi-
nistril bespaohol, o qual leve occasiio de ver em toda*
estaa demunslracoes de affecto aa positivas tvmpilhlai,
qu eocootra em Montevideo o repreteotaote da patria
de dossos aotepanados.
Sr. Cruui be beai apeasoado e eiegaote ; e em la
joven icnhora aedivisio a lormoiura e graca do carcter
htipanbol.
(Constitucional.)
Anula que licitado n mesmo qnarlo queCorannni, La
Mole ao lomar n ai, nio vira o aeu nompnnheiro, ou nao
dera lignal nlgiim do o ter visto. Cocimun pelo conlra-
riu. a abrir ulho. rrVOn-ta !:: La Molo, e com
urna esprean, que irruvava quo n langirr- que perde-
r em nada havia abrarrdado ene temperamento do
fugo.
PcnsAva Cncnrinaa que nonti a vn, oque em aeu sonllo
enronlrrrva o iniuigo que por dra vetea julgarn ti r
ni orto ; mas o son lm pruliingava-ae em demaiia Tendo
au principio visto La Mole dcilailo codo elle, como ello
penaadu pe facullalivu, viu-ri d'ahr a diai *entar-se
obre o leilo, quando rlloeitava no leu pregado pela
febre, pela fiaquea e pela dores; depoi lesnnlar-ae.
andar nrrimadu au braco du rir urgan, depuis a um
bengala, epur fin s por si. Coi'niin.ia,scmpredoliraiile,
va iihui caiea iffercnies pen..a<-a da convnleseenca d"
err roinpanheii'n c.-in olhoi ora atnicos, ora furioaui,
rusa sempreanieflCarlore.
Trido ralo i-ffereeia noeapirilo m denle du Piemuntea
un>n horrivel mistura de fanlaaiino e real. Para elle La
Mole eslava niorlo, e antea duna vetes do qua nina, e
todava rrconhecia a aooihra aeaae La Mulo deiladi em
ii m, Irii" rumo u sru i e nnn* vira, como dnselnoi, eaa
aunibra erguer-ie,andar, e, u que be anda nal rueilo-
uho, unir i l-i para o aeu leilu. Ka aombra de que Cu-
aima quncra fugrr, airrda que tura para o Iudo do.
nferno, virrn direila o elle, parara aira cabeceira de
pe e cnc*raudo-u i havia iiicsiao em iuai fvicdci um ien-
iimcnlo de brniiilura o eumpaitao, que Coeanoaa loma-
va pela esprenio de infernal escarnen.
Kuto ae Ihealeuu n'alma, taives ainrla mais enferma
lo que o corpa, una cega p.riso de vinganca: ama u-
rrica rdcia o preoeciipava, a de obter urna arma qual-
quer, e oom ella ferir eaio corpo, ou eiw aombra de La
Mole, que Un cruelmente u atormenliva. Os leua velli-
do! Ira vio ido potoa sobre mna cadeira, depuis tira-
do d'alli. porque sujos de sanguo, comoestaviu, ha.
viau julgadu a propoaito deavia-loa da vista du enfer-
mo ; ma nao tinhln levado o aeu punhal, prralo ni rnei-
'nn i.i'li'i", porque te auppirulia que [ior mullo lempo
ulu liria o ferido volitado do so servir delle.. Cooflcnil
o vio; Uuraiiti- tres nuiles, apruveitando-so do moineu-
t em que La Mol* dorma, tenluu cbegar-lhe emu a
in&rr; mas onr ir,-- >!;- '.^!;.;;; r. furC-, o ucaursiua,
Na quarta 10,110 cid rn, aleaucuu a arma, pegou-lhe
11,111 a pona dua ileilm inleiricadoa, e soltando un ge-
mido quo 11 dr Ihe arrancara, oioondeo-u debaixo do
Iravesaeirrr. .
Nu dia aegiiiuio, vio elle alguma cuuia anda maia
inaudila do que ate'li; a lomhra de L1 Mulo, que lodoa
ni dial pareca adquirir novas torcas, em quanto elle, de
c-uniiiiuo oceupado da > na.i tcenrel, giatav* aa suai na
eicrrr.i Irania da oonspiracAu que o dcvia dcseiuboraoar
de la! no, vio a aombra de La Mul, diiemna nos, ca-
davea maia gil, dar eom ar pensativo duaa ou tro vol-
ai pelo qir.uio tumar o capote, ciugir a espada, por na
cabeca aiu chanco de aba largai, abrir 1 porta ewbir.


SS*.
e
Sallo, 6 de novembro de 18IB.
Nm immediacaes dett IU nio slm a fflrca inmi-
ga a maulo 130 omens, cmmandados por Mn>el
Lavalleja. garamos a cada momento o coronel R*ez .
e por Entre R ios o general Pi que vem tomar a il-
la da Concordia onde se acha Gama com 1200 ho-
mens da duss armai
Martn-Garca. 11 de novembro de 18i6.
No da 8 do crranle entrou pela noce* do uasu' a
esquadrilha anglo francez computa Je 1 barco*
rom direcclo efundo consta, volta de Ohngado
Dizem uns que hs all urna halara de 10 pegas, e un-
iros qu ha 20 peen montadas apoiadas por 2500
homens no qun me parece haHr eza*;erac5o. 0<
barcos mercantes, que se tinhio adiantado at o Gua-
su' tiverio ordem de nao pastar at novo aniso e esto
aqui em numero de 25.
Orrupardo do Sallo ptlnt armas da tiipublica. Com-
munuaqOt dot Su coroneit l). Jote Garibaldi t
D. Hernardino Bat.
O governo da Rupuplica lecbo huiln dos Srs.
cheles das Torcas nacionaes no Uruguay communica-
r s do maior intere-se
O ''alto f ii oceupa lo no dia 8 de novemhro pelas
forcas combinadas. Ficou coinmandando esta villa o
Sr. c imii ti,l me ,\ii/. ni, que o Defentor-del-Cti rtlo
se cmpenlia cm dar corno prisioneiroem Paysnnd.
O > ab'nle conond D. Hernardino Bies acha-se
frente de urna lorie divisao orienl'l pus peifeito ac-
cor 'o com S. Es. o Sr. general Paz e o coronel Ga-
ribaldi. Tudo annunria os mais prsperos suecas-
Sos
O coronel Garibaldi esteva em ronniun cacao com
varias outras reunios de Orientaes que se achuvio
na campanha.
Anniincia-se a entrada no nosso territorio de al-
guna dos bravos defensores da Repblica, que se a-
cli.ii i fura delle.
Garzn ver-sc-ha na impossibilidade de conservar
a campanha de Entre Ros, logo que o general Paz
principiar as suas operarles.
A deserrio be una mal chronico em todas as forjas
de Rosas. A maior parte dos nomens que servem
nao eslSo sulijeilos senio pelo vinculo do terror.
Foi-nos permiltido tomar os seriles estractos das
communicsces roe-hilas pelo governo supremo, mas
(rnente da parto que au se refere ao progresto e de-
senvolvimento das operecoeS pendentes, e que exige a
reserva de pormenores que nos seria grato poder pu-
blicar.
Salto, .'i de novemhro do 1815.
Exm. Sr.As communicsces, que ilo na escuna
Pyiamide lorio tomadas pelo inimigo,' e este sucertso
(o nico desfavoravel ate agora nesla campanhaj deve
ter ebegado ao conhecimento de V. Exc. Ocommao-
dante da baleeira Iluzoing, que comboiava aquelle
uni e o Legionario, loi u/.ilado por decisio de um
concelho de guerra, e as pecas do processo serio remet-
tidas a V. Exc.
Occupamos o Salto no dia 3 pela manliaa, e en-
contramos na praca alguna inimigos nn< niodspos-
tosa combater. Os habitantes linhio sido levados pa-
ra o interior ; e smenle aos Braaileiros e Sardos fura
permiltido ficar. Ocainmandanto Anzani lornou pos-
se da villa com s quatrocompanhias da Irgiio, com a
maior ordem; logo desembarcarlo dous destacamentos,
ingle e frunce/, e depois de lurem estes guarnecido a
praca, fez-so urna sabida para, reconbecer o numero
dos inimigos, que se vio sor uns 50 homens de caval-
laria.
Os motivos da oceupacio do Sallo sao os seguin-
>es : as conimunicacoes do Sr. coronel Baoz, que re
mello origiriaes. .
.................(")
a Gar/on tem a sua barrara de campanha i vista
do Cuija:, i ha ; veio nos o nico I ncho de guerra
que tinha, o um dote Ihe servia de passagem, ambos
com cinco homens, tra/endn-n s um pnsioneiro. (I
lanchio t''in urna peca de A e maisalgum outro arma-
mento. Pelos passadoa parece certo, que aos primei
ros pasaos do general Paz se reinar, e que nio lera
mais de 1 .'00 homens. A desereio da sua gente he
muito grande: a dos Entre-Rianos para Montiel, a dos
Correntinos para cima.
a Dos guarde a V. Exc. muitosannos. -r-Jote
Garibaldi.Exm. Sr ministro da guerra e marinba
brigadero-general D. Rufino Haozi
Oficio do coronel Raz ao coronel Ganbaldi.
Uruguayona, 28 de outuhro de 1845.
Hontem a noule regressei do campo do Sr. general
Paz, esouhe com grande peiar. que as minba ante-
riores comtnunicacoes a V. linbio vollado por incon
venientes que nao su podero vencer. O meu objecto be
() Todas to muito plausiveii para os amigos da
berdade. Repetimos que mnito sentimos que o bern
desrtico nacional nao permita copiar esle periodo da
nota oo Sr coronel Garibaldi.
Cncaiinos respirou; soppoi-ae livre do eu fantasma.
Por dona "' "' liorna o ainguo llie circnlou naa vei.as
mais tranquillo, niaia fresno, com unan sentir desde o
duelo i nm dia de ausencia de La Mole leria restituido o
conbecinienlo Cncannas, oito o irrito lalvet curado ;
porem La Mole voltou drugracadaniciilo nufindoduas
liorna.
Ealn reapparico fui para n Picinontot uro* verdadei-
ra punl.uiada, e poato que La Mole uto vicsto s, Cn-
cannas nao dea f do aeu coropanheiro, lio eropregada
tinlin a vala no aeu adversario; e todava este coiupa-
nlieiro mereca bein quo elle o visse.
saber te V. eU nnnnn pontos, e se tencin demorar-
se pr eu marchar eom a gente que tenho O Sr. ge-
neral Pan me diz. que espera recebar communmaeSea.
*ua*t e que neate caso me dar os auxilios de que pre-
ciso.
Fui para o Paraguay urna legarlo correntn* eom
rosta do Sr. g-neral Madaraga. e dos Srs Valds e
Marque*, ediz e geralmmte, que vem dati u mi ei
pedicin denilo mil bomens para inenrnorar-an ao ter
rilo correnlino Hernardino lluer.
Oco'ontl Gaiibnldi aj prndente da Hr publica.
Sallo, 5 de novemhro de 1815.
Pelo offir.o que dirigi an Sr ministro da guerra.
mui lisongeiras. Espero ter o gosto de ver em pou-
cos das neste departamento ao eoionel Baez eom urna
lorie divislo, e Ulvez conferenciar com o general Pai.
0 espirito publico neslas alturu v,ij completamente
desengaado, e lodos contio com o prximo fim das
calamidades. Anda que......pareeeo-me mait im
porlante curar dns intereises da causa neste rio al
conferenciar e marchar de accordo com o general Pax.
Jote Garibaldi.
(Nacional.)
Montevideo, 17 de novemhro d 1845.
Una carta ollicial do coronel Garibaldi dii que ia
fortificar a villa do Sallo at receber novas ordens.
O vapor francez Fullon que deve fazer parte da
expedieio no Paran e que sabio daqui na tarde do
diai, passou pela Colonia no dia 13 rebocando os
dous barcos mercantes, que com elle sahirio.
Hontem aasegurnu-se que o inimigo retirou a bala-
ra que estabeleceo na ilba de Tonelero, e que for-
mou urna nova balara na costa do Paran, mmeditta
i que j existia montando alm disso oito pecas nos
navios desmantelados que fecbio o canal. Ignoramos
a origem deste boato.
A correspondencia do coronel Garibaldi deixa mal o
Defentor de Oribe e a Gacela de Rozas. O lente
coronel Ansani. que o Defentor nos dava como prisio
neiro achava-se no dia 6 no Sallo, commandandoa
'orea queoecupou aquelle ponto ; e a impossibilids
de decommunicar com o general Paz e a grande (or-
ea de Garzn e as hostilidades de seut partidarios e
demais maravilhas, que annunciou a Gacela ao pon-
derar a importancia da correspondencia tomada na Pi
ramide apparecem agora reduzdas ao quo mostrSo
os documentos publicados Gar/on tem apenas 1200
h mens e os seus decedidos enthusiaslicos federaos
soldados ncorporirio-se.com o nico lanchio armado,
que Ibes restava aos odiados irlvagens unilarios e es
trangeiros inimigos da independencia nacional '
Montevideo li) de novembro de 184S.
A qoeaio do brigue-esi un de guerra liraxleirn Olin-
da, i| ni', romo ja nlii nnbera fo inlioindo p.irn sabir do
bnliins interiores de Bnrnoa-Ayrrs, pelo eoniinnodanlo
do loi ; oe do guerra framiei l'andour. leroiinou por a-
mi)>nveia cipliunCoVa que leve o almirante L-nne Coio o
ilu le das forcaa natnca branileiraa, inoalrando-re que
indo renulirn de ma inlelligtliria do ordena da parle j
ei uno.....Iiniie do l'andour.
O lillin do general Guido, que veio do Rio no l'aru-
fia r i| ne :k|iii i hei;iMi depoin lie dertarndo o bloifiiriu
de Biii'iioa-Ayre, segllio, nao obalnnle ialll, para all na
corvi-ia bmaileirn Unido, trilito precedido intclligeucii!
com a cbrFe bloijueadorcH.
U bloqueio lendi'o-ae a Ponta d'Rguas, que tinha li-
i'Jiln lnr.i delle pur.i eiiiniiiiinieir.'ni don nnl" de i;m-r-
ra enm n Ierra, KnIii medida ewilou reclamiieAea to
neutros, e cooaln qoe se deolarou que a ooiumonicacio
dea i'ioliat i'.icriK iinn a Ierra por aquello pomo arria
peruiillidn aempre que liouvesae iioce.aidado, coiutanto
que prrcedraaii avian ana bloqueadorea.
Dii-se quo ac prepara una expedicto para Mabloua-
do i> aiiHla l'lierria, ooininnudaila porFreire. No se la-
be ao perto o Hu da rxpriliyAo, m.i enre que lie para
promover n di-rerean da gente de Oribe, o para arreba-
nlinr gado. Aecreavenia-ac que vni tropa uili't.i s nr-
deiiB de Freir. {Carla particular).
NM-rilVGIOS.
Com summe pezar temos de annunciar dous naufra-
gios occoiridus oestes diss, ambos com perdas de va-
rias vidas. f
O primeiro o do brigue franee/ Auguslc de Mar-
sellia capitn Fabre quo se perdeo em Castillos, na
noule de 30 a 31 do passado perecendo o capillo o
piloto edous niarinlieiroi.
O segundo be o do brigue americano Sea Bird ,
que sahio deste porto no dia 26 du passado para a.ttio-
Grande em lastro com alguns passageiros. De urna
carta do agente consular dos Estados-Unidos em Mal
donado, com data de 8do correte, extractamos os por-
menores deste naufragio.
No dia 2 do correte de)>sixo de um lorie tempo-
ral que o arrojava sobre a costa conseguio o capi-
lio fundear ; mas o navio garrou e foi costa na Pun-
a-Negra com os dous ferros no fundo. O capilo cor-
lo j imiiiediatameule os mastros, mas, isto nio obstan
le, vio-se logo perdido. No dia 3deitou ao mar o note
com 5 marinbeiroa e i passage ros e procurario ga-
libar a terra ; mas a (orea do vento e do mar virou o
Era um lioraem que orcava pelos seus quarenta an-
noa, baixo, rochonohud, viguieau, %C BSimmS prele;
que llio'vinho at oaaobr'ollioa, barba negra, que cin-
tra a moda daquelle lempo liso cobri a parle inferior
do.rosto; mas o reoem-cliegndo pareca oeoupar-so
pduoo do moda. Tra/i* una vestia deeunro lodo luan-
chado decintrnlo, cueca* cor deaangue do boi, uin
ainle vermelliu, groasoa spalos de couro que Ihe vi-
va diatanle. O rrcem-chegadu olliou para o docnte, e
meneando n cabrea:
Eaperaatcs para bem tarde, meu fidalgo, disse elle.
En nio pude sabir mais redo, dase La Molo.
Ora rata I Hodieia niandar-me chamar.
Por qni tu ?
Ali JK verdade. Eqiiecin-rae onde estamos. Eu
o liniia daiaija eaaaa aenhoriia ; ma ellas niu qniteran
lar-me ouvidos. Se lioHvessem ae(iiidn aa miuhaa rr-
reitas eni vrs de ae dcuurciu levar por un itiiu albar-
dudo ohamadn Ambruto Par, emanis ha muito lem-
po ambos em calado do correr aventuras, un de m>
deunfiarde iinv,linele, e isao fnsso du volso agrado ;
em fim veremos. He raaoavel o vosao amigo?
__ i"*y *,*!tO.
Moairai a lingoa, meu fidalgo.
Ciioaiinas deiioo fora a lingua fasendo lio horrivel
carola t La Mole, quo o examinador segunda vci meue-
u a cabera.
Oh ol mormuren rlie, omilraccio de muien-
|u8 Mtu ha lempo n perder Esta oirain.i mnls eovi-
hote e he doloroso diver qoe ae afogarg i os dnos pas-
ageirose qoatro marinheiros, escapando 10 o capillo
e um marinbeiro.
(Comercio del Piala.)
( Jornal do Commrcto. )
O NOVA, 84 DB OOTCBBO.
Meu amigo. A piesrnca de Carlos nesta. ea
coincidencia de haver occorrldo a sua chegada quasl ao
mesmo trinp que a do Imperador da Ruasla, sio clr-
eumstanrUs. de que o carlistas de H*spnna qulierio
tirar partido, apreseotando como combioaclo, e con.
vistas ulteriores, o queso ha sido obra da casualidade,
pols de oulro modo nio he provavel que se bouvesse
preparado este encontr sem mais objecto de que o re-
ceber D. Carlos um desengao lio positivo, como o que
recebeo, da parte do autcrata. Direi Vmc. o que ba
passado.
A' ebegada do ex-lnfante corren a voz de que i Inten -
cao da corte de Sardenha era, que se Ihe dsss o titulo
de magestade e se tratasse como re; e com efTalto, te-
nho motivos para crer que assim fosse, e que, quaodo
setratuu dedar-lbe o jaotar. que tese lugar no paco.
em P, e ao qual assisllo tambem o ex-rel D. Miguel,
se fes o convite por mel do cunde de Orgax, mordomo-
mr de D Carlos, prevendo o tnanlfestasse as pessoas.
que Sua Magestade el rei de Ilespanha desejaria que
fnssem convidadas. .Ptifm, meu amigo, as cousas mu-
dftro inteiramente de figura. Hoje Sua Magestade Sar-
da mandou que na sua corte nio se d. da boje em di-
ante, iratamento de Magestade a D. Carlos, que devra
ser considerado infante de Hespsuha, e ba manifestado
clara e terminantemente suas Intenco* de trata-lo como
principe detgracado, porm oppondo-se a que possa
urdir em seus estados intriga alguma contra a Hesps-
nha, o que em nenbum caso tolerarla ; e que em quao-
to a seus filaos, os bavla admfttido a seu servico ni-
camente com o fim de alliviar a sua aorte. Agora bem ;
a que diri Vmc., meu amigo, que seja devida esta mu-
danta completa e repentina ta conducta da corte de
Sardenha? Pols aaiba, que a oio motivou outra cousa
mais que a conducta observada pelo Imperadoi da Rua-
sla i respelto de D. Carlos ; cooducla, que nio deixa
duvida alguma k cerca das Intencdes de 6. M. I. sobre
as pretenfoes do ex-lnfante.
Cbegando aqui a 19, as quat.o horas da Urde, o fm
perador e a imperalris. passirio, is sele, ao pilado da
ra Ralbi D. Joto Dmelo, commiaslooado por D Car-
los, eo marques duLsvradio, por D. Miguel, para ma-
nifestar o drsrjo de seus respectivos tobtranot de apre-
senlarem-sei SS. MM. II. A resposta, que sedeo ao se-
gundo, fol, que o.imperador nio poda receber a D. Mi-
guel, pols. bavendo lecunbecido a 8. M. a ralnba D
Mara da Gloria, e leodo um ministro acreditado em
Lisboa, nem devla, nnn quera receber tem ver o pro-
tendente a um tbrono oceupado por urna pesaos, a
uem bavla promettldo amirade. Delxoi cooslderacio
Vmc. graduar o effeito, que esta declarecao enrgica,
pontanea, e que leva o sello da firmeza, que carele-
ilaa o imperador, devia produiir no animo d'el-ret de
Sardenha, o qual leudo tambem um ministro acredi-
tado na corte de Portugal, havla obsequiado sem em-
bargo a D Miguel, recebendo-o juntamente com D. Car-
los, faiendu-lhe Iguaes distiocioes que a este, e convl
dando-o a jantar no dia 17.
A respost-, que tecetieo Dmelo nio ba sido menos
significativa, pus se redu/io a dizer Iba : que S. M a
mperaliiz leceberi* a D. Carlos e a princeza da Beira.
A presentarte se ambos efleotivamenle is seta e meia da
laida, e segundo se anaunciara, smenle a imperatn/
os recebeu, e iiavendo elles manifestado o desejo detr
o imperador, um gentilbomem Ibes responden, que S.
Magestade se havia recolbido j, eestava doscaocaodo.
Cunteslacio bem clara e categrica, e demais tra-
tndose de um soberano classificado de incaniavel, e
que nao be provavel, se bouvesse recolbido ja, sem que
sua augusta esposa o soubrsse. Tratou-se no di* seguio
le de ver como se pagav* a visita a D. Carlos, eseac
cordou, que os imperadores iriio com a condicto de
que o ex infante Gzesse duer-lbes, que nio eslava em
casa, e assim se verificou. Ji v V.. se isto be signifi-
cativo, quando be sabido, que taes visitas oio se fazem
sem previo aviso, e por conseguinle nio pode explicar-
se esle lance senio como dispusto pelo imperador. Ha
mtis.
No mesmo dia,na grande parada, qu houve na pra(a
de rrnas, os lillios de D. Carlos, vestidos com os seus
respectivos unilormes, formavio parle da comitiva do
re de Sardenha, esn cujo exerctoestio servindo, e con-
cluidas as manobras acompanhirio com todo o sequi-
lo ao imperador at o seu palacio, e all se notario de-
monstrarles pouco lisongeiras para elles da parte do im-
perador, pois este soberano ao relirar-se abracou el-
rci, ao duque de Saboia, o ao duque de Genova, < pas-
sando ao lado dos filboadeO. Carlos, a quem saudou
sem Ibes fallar, psssou a dsr outru abraco ao principe
de Saboia Csrignan, e subi i sua residencia,
Naquelia noule, conviduu a seu palacio el-rei e a cor-
le, e lio pouco recebra convite nem D. Carlos nem
pessoa alguma da sua familia Ao sabir de Genova o im
perador condecorou os principes desla familia real com
a gria-crut de Santo Andr, coucedeo a gra cruz de
Sanl'Anoa ede S. Estanislao aos genersesdedivisio e de
brigada, e cruzes do commendadores de varias ordens a
lodosos coronis, tenentes-coroneis e mejores das tro-
S
nhio cima dos lunioxelloa, bonete da ineaiiia rr das ,r....-liei una poflo ja prompla. que Ihe farto lomar
cueca*, e a cintura ajustada por unta larga ourrcia, da
qual penda urna faca etubainhada.
Esta extraordinaria peraunagem cuja presenc* n
Louvre parec* una anvmSlia, dritou sobre um* cadri-
ra o rapnte rinsenl quo o envolva, c approxiim.u-se
jrro*a-iimentc do Icito de Cucannas, ciij-w olh, oumo
taaoinadoa, se oonservavlo fixo* em La Mole, que esla-
por ir* vete, de hora em hora ; a pruntir* n inem imi-
te, a segunda m uui* hora, o a turteira ves a* duas.
Bem.
M.ia quera Ihe dari eala poefio P
Eu.
\ o a tu era o ?
Sin.
Daia-me a vosa* pnlavra P
A f do gentllionirru !
E sealgitra medico qiiiier tirar della um* poroto
para derompur e ver de que ingredientea he fur-
niadaP.....
l)erram-l*-hci ale a chima guita.
_ A f tambem de genlilhonieuiP
_ Eu n.-lo-jiiro.
Por quem vos envitro cu o remedio T
Por quem quiicrdca.
Ma u meu purladur,,,.,
Quo lemP
Como peder oliegar atequi ?
Eatt ludo prevenido. Dir que vem por parte de
M. Rene o perfotiiciru.
Este Florentiuo que mura sobre a nenie de Ssmt-
Micbel ?
Justamente. Elle trm entrada no paco a qualqner
hora do dia uu da noile. v
O liooiem surrio-ae.
Cnm elleito, ho u menos que Ihe pde.fjirr a ral
iilia-mti. Eslidit"; quem vier dir* que veio da parti-
da M Rene o perfniueiro. Bem po.so lomar-Hit* um
vez o iiome : basiairte* vrxes tem elle, sem le palete.
uxcfoido n mulla prufisaSo.
Pois bem date La Mole, posso entao contar oou
vosco? .
Cunlai.
Qaantoappsgameoto.....
pa, que Ihe frlo apresent la as manobras; e nos fi
Ihos de D. Carlos nem Ihe* densl grta-cruz como prin-
cipes, nem cruzes de couimendador como a cornele
major, que sio OS poslos, que actalo.ente team.
l'arece-me, meu amigo, qu as indirectas nada dei-
xioadesejsr. Sua influencia no animo deste rei h* si-
do tal. que. lendo Ihe frito pergunlar D. Cario n* ina-
nbia de 21 a que hora marchara o imperador, Ihe
coniestou que o ignorava, e evitando aviaa-lo les, que
nem D. Carlos nem sua espos*sedespedissem do impe-
rador, de sorte que o primeiro nem conseguio velos.
Aqui tem V... a historia do qiie se ha paseado seu ti-
rar nem por, nem desfigurar as cousas como V... ssbt
ser o meu systenra seropre, e o auloriso a que publique,
se quizer, esta carta, corrigindo a redaceio, pois a pres-
ss nao me di lugar.
[P.do$P. no Porto.)
INTERIOR.
S. PEDRO DO SUL.
Rio-Grande, 19 de novembro.
No dia 17 do correte, anda nio erio seta horas ia
minbaa, ji o nosso solicito e desvelado Imp-ridoi
achava-se na praca do mercado, a cavallo, compaoba-
do pelos Exms. ministro do imperio, presidenta, Is
provincia e ofciaes da casa imperial, pasasndo revista
o 8.a batslbio deeacadores, que f :guio para Porto-
Alegre, nos vapores Fluminentt e Amelia, e n'ura
hiato. S. MI. licou em extremo satiseilo pela boa
ordem e disciplina, que encootrou no bsttlhio, assis-
to ao seu embarque, e dirigi se depois ao quartel do
4.' batalhio de futileiros, que tambem ravrstou, as-
sim como so mesmo quartel e secretara respectiva,
lendo chegado ao ponto de comer parle d* rnclo da
um de seus soldados para fsxer ideia do Iratamento,
queso Ibes costuma dar. Ajuize-se por *hi o telo a
inleresse, que mottra o no.so |oveo monsreba, cora
viole annos incompletos, pelos subditos, que arrselo*
vida om deles* da patria e do seu tbrono excelso! I-
magine-se o elctrico exaltamento, que produzio nos
coracSes dos soldados esta accio, que, anda que
imples na appareoeia, encerr* premiases, cujas con-
sequencias revelio-ooi o quadro de um diloso por-
vir.
26 de novembro.
No dia 19 do crtenle, pelas 11 boras da msnhia, o
prior e mais irruios da veneravel ordem lerceira car-
melitana fi/ero cantar na sua igrej*. que se aohava
ricamente decorada, um solemne Je lieum, ao qual
SS. MM. II. apezar do mi lempo, que fazia.se d gni-
rio atsittir.
Esliverio presentes os Srs. ministro do imperio, pre-
sidente da provincia, ofciaes e damas, que acompa-
nhirio SS. MM. II. a cmara municipal, as autori-
dades civis e militares, o corpo consular e grande nu-
mero de ciJsdios. Messe acto religioso ofciou o Exm.
e Rev. hispo capellio-mr, conde de Iraja. Findo o
Te Deum, o Sr. conego Chaves fez urna agradavel ora-
o de gratas.
Depois deSS. MM. II. terem esgusrdado lodosos
lugares da igrej*. voltario ao paro acompanbados da
todas as pesaos, que atiiflitio ao Te Vium, e do im-
menso concurso de gente, que (ora os rsperava Curo an-
xieoade para participar, m dessa honra
A' noute repiesentou se o bem aceito drama O
ultimoi iret diat di um unienciado a que SS. MU.
II. se dignirio assislir.
No dia 20, pelas 9 horss ds manhia, sabirio SS.
MM. II. do paco, a cuja porta esperavio, na lrma dw
ordens, acamara municipal como pallio. as autorida-
des civis e militares, o corpo consular e grande numero
de cidadi. s, e dirigirio-se para o arsenal de marinbs,
no trapiche do quai deviao emba ca DO vapor Paquttf
do-Maite, que prximo se chiva.
No acto do embarque SS. MM. II. com a maior sfli-
bilidade se despedirio delodos os qoe t serio s boora
de os acompnb*r. Esta despedida contristou todos o
cor-a oes, e lagrimas de saudade borbulbrio oos olboi
dos oais sensiveis.
Urna salva de 21 tiros de artilbaria na prsva muni-
cipal, seguid* por Iros descargas de mosquetera, ao-
nuncirto sus partida. Neste acto romperlo vivas i
SS. MM. II.
A cmara municipal,.o corpo consular, as difiran-
les autoridades, empregados pblicos e mais pessosi
do lugar, fretaodu o vapor Hio-Grandentt, nelle, cora
msica do k batalhio de fuiileiros, acompaobiiioo
vapor Paquete do-Norti.
Cbegando ao poilo da muilo heroica Villa-do-Norte,
liverio lugar outras salvas de arlilbsria dos dflerentet
navios que all eslavio ancorados. Immedialsmenla t
galeota do brigue de guerra ingles Gre can, alracou so
vapor Paqueti-do-Norte ; SS. MM. II., paMDdo-is
para ella, lorio a bordo do mencionado brigue, onds
seu commandante, o Sr. Alexandre Montgomerj, pre-
parara com bastante decencia alguns relrescos e os olle-
receo aos augustos consortes, que se dignarlo acceitsr.
Ao passar a galeota pelo vapor Rio Grandeme, rompe
Oh! noa ajiislarriuoi cunta com o propriu
fid.l-
go, qoando elle so ochar reslabi-ln ido.
E descnnca, que lia de, creiu cu, pndrr rerura-
pensar-vos gciieruuuienle.
Tambem ou u creiu. Mas, ajuniou coiu tiognl"
torriso, coinu he eotliiior da genio que lula coiiiung"
uto aer_reeinilierida, nio me admirara, que esle ir.
iiebiiujlts-se curado e eaquecesso, uu aute tiiu cuida
de limibrai-e do niiin.
lioin hoin | diste La Mole *orriudo-se tambera
pir ana ves; nesae e.aso aqui eilaroi eu par* refre*cr-
ihe a tuemnria,
Urja stini! Em du** hora* lerci aqui poeto.
Al outra vei.
Quodisscsies v*?
Ato Uuila.VCZ.
O houiein *orrio-e.
Eu c, rrplicou elle, lenho oroalame de tiser
aempre o dos. Porlanl adeo*. M. deL Mole; em de"
liurrt aqu e.iari a vu.a p?. Ouvt. ? deve aw -"
Osada a mii-ii..ile, em tre duaea, d- br ei ""
O qno dito, lil",yi L* Mole fieuu s com Cnea.i.
Hav ede ouvid/luila a tiouver*ac>o i '" e""
leader nada an* leu ouvido fura um murmurio d
ttalavr** um omido e mal orlioulada., d**qu*e* o u*
.on.cr ara : Meia-unilo. .\
Cuiuinuuu porianto eom o ru nlhar .rdenle eg-
La Mole, que da su*parto ooaiinuou ai>eu**r e *f^;
sciar. -i
X
<


3
lio rp'',,("
L.r I nperiel.
,,iSS. MM caoiereoiiiirnoPrio-
'r^To'edr.mis s* MM n% P
i.n-mri* e "ora" houve ialva do
"'nXe.n.i* embarres de guerra. 8& MM.
le lorio visitados pala cam.ra municipal dequelle
I ,/"*'. P'la auloridade civil e militares, e por mullos
o'me.o dia Mipeodeo o vapor Imperalrix, e te-
Iguio viag"" H- P^1 d" P""'00'" com '"""'
l'roQiU-nos.que o mei no Sr. commsndiole do Gri-
Lm.p'w" s MM- ***\ r,po; p,afu"-
ldo-!(rU teguira para o asmo deitioo do tmpera-
I Aiiim depoii de urna viiila de dez diai, deuou
Lita cidade o momreha braiileiro e iua auguita e dig-
rs e>poia. .... ___j___,
( flIOIII"!-". ;
PEHNAMBuCO.
fiaipanhi, ma. apenas manifestadas, iviio sido suf-
fugadas (ifllm autoridades
De urna carta particular, datada de 2lda outuhrn.
e que em lugar competente deizamni transcripta, verlo
o nono* leitorei. que .-stati.i em Genova D Carlos
0. Muuel. e o imperador Nicolao; e qual o Iratamen-
to. que d'este edo rei da Sardeuha recebarlo o dout
prlmefrns,
CMME vio
\,nimtnio da mesa de rendas internas prooineiau no
na de deumbro do anno prximo panado.
wim do predios uibanoa
ludio de beraoeai e legados
Eslea sisa dos etcravot ladinos
[Escravoi despachados para lora da pro-
I vincia "
Nuvoj e velboi direilos dos empregados
proviaciaei
IPattiporte* de polica
|L alineas tto chpeos
|C.*.s* de cambio
Imposto sobre olariai
Juros da divida activa provincial
1 Multa por infriceao do r.gulameoto
120.000
970.750
80,000
17.800
4.200
12.800
38.400
SI.200
52.bbo
60.000
20:756,010
Mesa de renda* internas provincise, 2 de Janeiro de
11816. Lu F'ancuco de Mello Cavalcanti, eicri-
[lio a administrador.
IIURIO DE PRViiBUCO.
Pela barca Bella-Pernambucana recebemos ornees
do Porto, que cheglo a 18 de novembro do aooo ulti-
mo : dalles eilraclamo o leguinte :
A familia real eslava em Belem, egoiata sade.
O ministerioconserava-se no mesmo estado,em que
o darlo as notieias anteriormente recebida* ; biviio,
pirsm.-indicios de que, mesmo antes da abertura das
editas, loflreria elle alguma modifiosclo. Entre o* n-
digitados deirarem 'S pistas, mencionava-se Cota Ca-
bral, a cuja retirada do diversas causas ; dizem uns,
que. cansado da direccio dos negocios pblicos, e farto
de gloria, desea o ministro portugue/ entregar-se ao
repuuso; suppdem outros, que, receioso de algum con
trateupo parlamentar, que o laca decabirda repulacio,
de que gota romo bomem de estado, t> poueo disposto a
concorrer, anda que indirectamente seja, para queseu
ni mi' pesie a posieiiauc >om algu.T. lustre de menos,
como prudente general cede elle o campo ao inimigo,
eujt Turcas reconbece insuparaveis ; aflirmio outros fi-
nalnienle, que algumas desintelligeneias entre este lino
poltico e seu iiinlo be, que o obrigio a recolher-se apa
bastidores. Parece, que ettet ltimos leem man ratau
do que os outros; pois que tudoinduz a crr, que a poli-
tic actualmente dominante em Portugal nada Buitrera
com a mudanca do gabinete, atienta a fraqueza da op-
posicio ; e mnguem ba, que concienciu.a...or.!c croife
Costa Cahral homeui capa de abandonar urna etnpreza,
por ser ella alanosa.
A imperalrit viuva acliava-seem Lisboa, e, no anni-
veisaiiu d'el-rei D. Fernando, attiilio a abertura do
thealro novo, magnficamente adornada.
Tambem obegirio a Lisboa, no vapor Amsierdo, a
infanta D. Anna de Jess Mara, e na Iragata Diana,
D. Nicolao Agoi Rosado de Sardonia, flbo do re do
Congo, e que loi recebido com todas as honras devidas
a sua alta hierarchia.
S. Alteza, quando te apresentou no paco, tritia tu
nica de seda, urna especie decapa, e habito de Cbristo
pendente; be cliristo ; veio acompanaado de um ta
ceidote preto, que be ministro da Santa Religiao no
Congo; e acha-te hospedado, por eonta da familia real,
em casa, que d'antemao se Ibe havia preparado.
Foi demillido, preso mettldo em concelho de guer-
ra, e substituido pelo commandante da estacio naval,
Pedro Alesandrino, o goveroador geral de Angola,Poi-
sollo, queja bavia ebegado a Lisboa. Os joroaes nao
declarad o motivo da sua demuelo.
Fslleceo em Austria o tilbo oais vclbo do marques
de Saldanba.
Novas tentativas de tu ble vacio tinbio apparecido em
O rlea.onheoido diiutor eumpriu a aua palavra, e a
hura deaignada euvou a poeto, qno La Mole pus aubre
um pequeo aquecedur de prala. Turnada eata precau-
V'i" fui di'itar-ic.
Eata arelo de La Unir den aignm repulan a Cnan-
nas, que tiirubeui tentn fechar na iilbu; nina a ana nm-
di.rra febril era a rmitiiiiuic&o da sua vigilia delirante.
O momo faulaama que ilr da u pcrargiiia, o vinha iui-
p<>rlunar a imiiii; a Irava das abratadaa palpebra,
ciuitiiiuaVa elle a ver La M"le, aeiupre rbaaqueadnr i-
anira(adur ; e una mi llie repeta ao uuvidu : Mei.i-
nuiti I nieia-iiuite! nuia-imiie J
Oe repente den a pndula dote horaa. Cuoannaa tor-
nuua abrir ua Irma iiiRiininiadna, a reapirac* rdeme
que iln pillo llin ,|m, deorava-llie ua labloa aceeua ;
uma tile inestiiiguivel llie abraaava aafaucea; a alaoj-
-: .f,.- ,- coSii rra ira CSSSS?, e S*as !"
"Ca lu lata daiicarem mil fsutasmaa aua olhus vaoil-
'""'e. de Ccannaa.
EiiUi, ,i0 f\\r C11U icnnvel 1 La Mul deacor da ra-
ma; e dep.,|, ,|e h,,r jp(| dun, vollaapel.. quarlo, eo-
nio fas gavikr. cni |,Mr q,. hiacina, atanyar pa-
ra elle, iiinairan,!,,.!!,,. 0 ,,u|,o. Cncantiaa alend.o a
aiau para o punhat, pigou-lhe pelu cabo, e poi-aeprea-
*a a Turar o atu UnHrgaV.
r* ""''oiitiiuava a approxraar-se.
t-ucauna, miiriuurav :
Ali aio! ,i,|| aerapre lu Vem. Ah tu ru
ameacas, armaa o murru, aerris, auda, vem. AU! tu
Alfandega."
Rbndimbhto do da 2.................5:3i6|0l5
Descorre jad hojs 3.
BarcaOsprafarinba.
Patacho Carl-Gu$t*f cebollis.
Esc u na G aliar tmercado r as,
ReresPreciosa idem.
PatachoEntrepriseidem.
Patacho Venusidem.
HriguePaquete-de Pernambuco pipas e barricas
vssiss.
18 laceas feijUo. 1 porc5o d-lhns: an espillo.
1 sacoo lolhas de louro, 300 cesto* mielas. 62 ditos
ast nhai. 1 purcio de batata a granel; a ordem.
Moiiuaculo do l'urto.
Xavios entrados no din 2.
Seith ; 58 das, bares ingle-a Coumei'-o/Minlo, de
300 toneladas, capillo Gurg Anderson, equipa-
gem 15. carga carvo de p.'dn ; ao capillo.
Babia; lidias, bngue sanio Merina, de i"8 tonela-
das, capillo Angelo Kmelli, equipagem 13, em las-
tro ; a Frederick Robilliard.
IMPORT*CA0.
OSPRA ; galera dinamarquesa, vioda de Trieste,
entrada no correut i mes, a consignadlo da N. O. Bie-
ber&C.. manfestou oseguinte:
2,000 barricas oom farinba de trigo, 200 eaizas com
ac; aos consignatario. .
CJRL-GOSTAF; patacho sueco, vi mi o de Lisboa,
entrado no correle mez, a oonsigaa?5o.do N. O.
Bieber Si C., manilestou o seguate :
lio moios e 2 quinlaes de sal, 50 molhoi decebol-
; aos consignatarios.
Prec'#>a ; baroa dinamarqueza, vindade Hambur-
go, entrada no rae p. lindo, a consignadlo de N. O
Bieber & C., manifeslou o seguinte:
673 barras de ferro, 150 cunas queijos. 203 volu-
ntes ditos, 9 fardos lonas. 5 caiaa ferrageni, 5 di
tai beerro de lustro, t dita miudeai, 100 barricas
com 12.000 botijas de genebra, 1 fardo earneiras, 15
ditos brins.l oaiza penoas para escrever, 2 barricas bo-
laiinhas, 2 peras de carnes. 1 caita livros eiti bran-
co, 220 saceos larelos, 1 caia pertenees para chapeos,
1,800 garraf a vatios; aos consignatarios.
caitas couros de lustro, 8 ditas meias de al-
godio, 1 pacote ferrageni, 1 eaixa coltetes. t dila
tedas para sspateiroi,4 ditas miudezat.l dita caivetes,
I dila grampoi, 1 dita lioides, 5 caitas pbosphoros, 2
ditas papel, 1 eaia miatangas, 1 fardo' 2 cana* pan-
nos, 2 pacotet amostras, 20 barricas bolazas, 55 vo-
lunte* iniudesat e pertenees para chapeo*, 9 ditos
faiendat de algodlo ; a ordem.
2 voluntes drogat; a Vecht Bravo di C.
1 caita miudezai; a A. H. Willmer.
2 caitat miudesit, 1 dila licores; a F. de Luces.
4 caitas miuileas. 3 pecas de carne. 5 gigos bala
las; a Kalkmann & Rosenmund.
i cana fazendas de lia, 33 ditas ditas de algodlo,
16 ditas meias dito. 2 dital beierros do lustro, 7 di-
ta* faiendat de linbo, 4 pacotes amostras; a J. Kelier
di C.
2 eaizas lencos de seda e algodlo, 2 ditas faiendas
ne Isa e algodlo, 2 ditas ditas de teda e algodlo, I
dita ditas de seda, 3 fardos brins, 1 caita miudeza*.
Ki harrieas cimento, 100 barris slcalrlo, 2 canas cou-
ros de lustro. 1 dila carneirai, 4 ditas (tus de algo-
dlo, 2 pseotea amostras; a Roth Bedoulac
7 pecles papello, 1 caita machina! para copiar, 1
dila roupa; a F. II. Lutlkin*.
1 eaiza droga*; a J J. Gomes.
1 caita agulhai, 1 dita ubrai de ouro ; a J. D
Wollhops & C.
3 caita* bonecroi, 1 dita e 1 pacote livros; a Le
Brclcn SchrBmm C.
6 caita* faiendaa de algodlo, 2 pacotet amoitras, 1
peca carne salgada, 20 barra pene dito, 2 quejo, 6
voluntes drogas, 1 barril conservas, 7 caizai miude-
zas, 5 volumes pertenees psra chapeos.
2 volumet drogas, 14 ditos conservas, 1 caita bo-
tOes d'osso; a T. Koblmyers& C.
1 barriea cadinhos 0canas telhai de vidro, Al folhts
delinco; a H. Meherlens.
1 caita fazendas de tioho, 2 dilai ditii de algodlo;
a Scchafbeitin & Tobler.
2 eaizas couros de lustro, 17 Jitst fseSet, 1 dita a-
mostras ; a Manoel Joaqum Ribeiro d Silva
1 sacco emolirs. 6 tinas bitas; a J. Tegetmeier.
1 eaixa um piano, 2 ditas pbosphoros ; a W
Gurltt.
1 caita bezerros de lustro, 3 ditai miudezn; a A. L
Stramo.
2 caitat pertenec para chapaos; a Heim Gimmer.
CATARINA brigueiardo, vmdo de Genova,
entrado no corrente me', consignado a J. P. de Leuio
& Filbo, mmileitou o seguinie:
3 ranas man. 43 vasos de barro, 3 molboi de ci-
os da India, 15 caitas papel, 275 ditas massa; a 1. Sa-
poriti.
iiaaM*jaSa*vM***ta*a*aaaaaaaaT*^
ooiilinaa a cliegnr-ie aiiblilmonte, pa**i> a paiao anda
para c que le mato.
B enm cffeit, junlandu n getto rala eurda anienc,
u momento em que L> Moler nclin.iva para ello, Co-
cannas scou de baix-i doa lenjuea o lerrivel trro que
brilhuu pur um iiialante : raforco que o Piem-niit fi-
lara para rrguer-*o, quebrra-llie a* f-.rc.ia; o braco ea-
lendido para Lo M do u*penddo-o a aaeio oaminlio ; o
pmilial rahin-llie da dbil mo, o o nioribundu lo rio. o a
ealiir robre o traveaieiro.
Vainoa 16, iiiuniiuroii La Mole levanl.nido-llie
Irandaiueiile a cabrea e cliegandu-lhe una laca a.ia I-
bioa, bebei i.lo, tutu pobre oamarnd, puts quo vo*ar-
deis.
Na lealid-olc era unta laca que La Mole apreientava a
Cocamiaa, c que cale havia lomado pur eaae puiilin e-
iii'ucndur, de une su linlia aasualadu > *eu cerebro
vaai.
Maa a cnnlaoln do licor benfico, que lbe humede-
ceo na labioa, e refreaoou u pello, Cocannaa-reoobroii a
raalo, ol anira u lll.llllrlo i aenlio una selfsfafii como
j.iiiaia eiperiuienlra ; abri una ulhot inirlligeulea pa-
ra L Mole, quo oauatinliu n-a bracua o las srrta. e
deaaea olila anda lia puueu dilaladua perfo furor, duaa
iioptriipliveia lagrimea lio- n lirio pelaa faoea ardeu-
tra, que vidamente aa abaorvrSn.
C.nii oa iliaboa murmurou Cooannaa ao reclinar-
te no troviaaeiro, aedvaU cacao.ir, M, de La Mulo, ae-
ris uieu amigo.
DeclaraQes.
= Oeierivloe administrador da met de rends
internas provinciaei anda por ests vet avisa I todos os
proprietanos de predios urbanos desla cidade e povoa-
cio dus Afosados que no da 13 do corrente met lio -
dlo-ss os 30 das marcados por le para o psgamen
lo,a bocea do cofre,da respectiva decimado primer se-
mestre do corrente anno financeiro : e todos aquelles,
que deisarem de pagar dentro desle prar.o, incorrem na
multa de 3 por canto do valor do debito e serlo ete-
cutailo pelo principal e multa
Recile, 2dejaneirode 1846.lui'z Francisco de
Mello Cavalcanti.
A associacao commercial desta praca, a vista do
indefenmento que teve a pelillo demonstrada no
Diario de 21 de dezembrop.p convida aos ms. agri-
cultores em geral, seu* agentes nesta praga, ou outras
quaesquer passoas, a quem inleressar possa o commor-
eio de assucar em oaita*, para se raunirem no da 8
do corrente ao moio da em ponto, oa sala da associa -
ci commercial, a fim de se lomar alguma deberacSo,
que posas remediar os ncovunientes, que se aenlem
com alalia da antiga inspeccio. O secretsrio. Jos
Jeronym o Honietro
AMSUS lilil llIlllUS.
Para a Bnhia sai com a maior brevida le possivel a
sumacsS.nla-^nio: para carga e pmsageiros trata-
se com Novaes&C. ns ra do Trapiche, n. 34.
Vende-se a escuna americana Gallanl Mary, de
lote de 123 toneladas construida em B.ltimore de
primeira marcha com todo veame novo, e promp-
ta pan qualquer viagam : a tratar no escriptorio de
G. Ferreira & Companhia.
= Vende te o muit superior e veleiro patacho ame-
ricano Enlrip'iie, de lote de 95 toneladas forrado e
encavilhado de cobre prompto para seguir qualquer
viagein : a tratar com Henry Forster & Companhia,
oa ra do Trapiche, n. 8.
__Para o Bio-de Janeiro sahira*. com muita hre-
vidi.de o muilo veleiro patacho brssileiro S. -Jos-
Americano : quem no mesmo quier carregar remet
lere-cravosa frete ou ir de passagem entend,-se
com Gaudino Agoitinho de Barros, na ra da Cruz ,
n. 66, ou com o capillo a bordo.
= Para o Rio-de Janeiro segu com brevdade
o brigue oacional Pkenix; lem a maior parte de eu
carregamento prompla : para o resto e pass.gciros .
(pora os quaes olferece eicellenles commodos ) e es-
cravo* trata *e oa ra da Mueda n. 7, com Leo-
poldo Jos da Costa Araujo.
rara o Porto
tahiri com muita brevdade o brigue porluguez
Primavera de que he capillo Jos Cirios Kenei-
ra Soaies por ter par e de sua carga prompta :
quem nelle quncr carregar dirija-te aodilo capillo,
ou ao consignatario Antonio Joaquim de ->ou/a P"
beiro.
= Para Loi di*' nhiri com muita brevdsde o
brigue brsileiro fallo forrado e encavilhado de co-
bre : quem no meamo quier carreg.r ou ir de pas-
sagem para o que teni encllenles commodos diri-
ja se ao paleo do Carmo n. 17 a tratar com Ga-
briel Antonio.
Para Lisboa sabe, no dia 15 do corrente, a escu-
na Tarujo & Filhos visto ter parte do seu carrega-
mento prompta : quem quner carregar dirija-se ao
seu correspondente Fumino Jos Felii da Roa & lr-
nio na rus do Vigario ou com o capillo da mes-
rna a bordo.
visos diversos.
A CARRANCA.
O n. 55 acba-e a venda, na praca da Independen-
cia, livrarie ns. 6 e 8. *
= Plecisa-se de 100 rs. sobre urna porcio de ou
ro e prata em obras, por 4 mires, pagando-se os juios
que se coovencionarem : na ra das Cinco Ponas
o. 98 ,
- Alugio-so os primeiro e segundo andares da casan
22. da rua.estreila do Ru/ario : a tratar no largo do
Collegio, n. 6. ^____
__ E va etoapareia, mou camarada, ajisSS La Molo,
an quiser-le* beber innn duaa laja* como eata quo aca-
bo .le dar-vas, e nao ler mai* itinhot fooa.
Urna bra depoi. La Mole, arvorado em enferineiro, e
obediente ao preceilo do dnutnr de*......Iteeido, levan-
tou-ae egunda vet, d.itou aegumla porcio de liquido
en. una taja, o levon-a a Cncamiaa. D.ala ves Piemon-
te em tea do rapem-lo oom o piinhal na mao, o rece-
beo' rom braoo* nbertna, e engull, a beberagsm oom do-
liuiaai depnia, pela primeira ves, adurmeeeu cum algu-
ma irn pnllidi.de.
A lerreira laca nlo leve um effeil.t m-noa maravilho-
ao. A re|.iiaci> do docute, anda que curia, tnrnou-*e
regular, os lueiubru* laieiricado* afr.narlw, um mar
braudu e freaco *e llie derramo,, pela pullo abrasada, V
qoiindu no d. aeguinle ...ealre Amb...lio Pare velo ver
o fend, aorrio-ae aaliaf.ito. duendo :
_ D'ago.. iS :!:::!e rp...olo p..r M. de C.eannaa,
e aera e-la urna dita mai* bellas cura, que eu lenba Fetu.
Datceua meia dramatns. meia burl.aca, nina que nao
.Irisara de ler no fuid. una eerta poesa eiilerueeed-
ra,alenloaa eoalume* ferm-a de Cooannaa. reaollnn
que aainib.de do. d..... grnli.-homeB*. r*J.....Cda na
Aluga-ie o segundo andar da caa n. 39 da ra
Nova : a IrataT na toja do meamo.
__Preria e de urna ama de leile forra ou capliva.com
tanto que lenha boin leile epaga-se bein : oa ra do
Penlo, padana, u. 154.
Arrenda se um sitio na encruiilbada da eitrada,
que tegue para Santo Amaro, com caaa de vivanda o
ettribaria de ..edra e eal, lodo cercado de limu-'iro, o
com I'i-t- n'cs arvoredos de fructos : quem o pr. ten.ter,
dinja-ie ao Alerroda Boa-Vi>ta, n 2 primeira
andar.
A pestoa, qu quier alugar um aagundo andar o
olio na ra da Penha, dirija-si i ra do Cabugi, toja
de Coila Fajniei, quo achar com quem tratar.
__Aluga-te ou vende-te urna canoa do conduzir a-
(oe, mui estanque; quem pretender alugar ou comprar,
dirija-se a ra da Praia, no sobrado, 0.35, a tratar
com Manoel Jos Pacheco de Mello
CJuem annuncou precisar de 200.000 rt. io-
bra penhores de ouro, dirija-tea do Botario, n. 52 ,
at'tsrts venda d* .naama casa.
= Empresta-se dinheiro sobre penhores de ouro ou
prata : na ra do Fogo, indo pira o paleo de S. Pe-
dro, n 27, tolla
Dio-te I20 rt. a premio tobre penhore de ou-
ro ou prata : na ra ds Senzalla-Velha, n. 94.
= Precita-*'! elug*r um titio perto da prava que
lenba casa decente: na ra Formte o. 1. -- ^
= Jos Ferren Dominguei Fradellos vende a ven-
da tita na ra do ('ollego o. 21, por ordem que te-
ve de leu dono o Sr. Jos dos Santos Andrade, re-
sidente na cidade do Porto : quem a pretender, trate
na nievo.i venda.
Em 25 do p. p. a noute, um escrivo do abai-
to assigoado Ihe enlregou vindo do Recile, umem-
brulho com velas de cera que Ihe fura dado para car-
regar por deseocaminhar-se da pessoa que Ih'o en-
tregara ; por este mesmo preto a se mandou por
tre vews procurar sa encontrava essa peitoa ; em con-
sequencia avisa-se que se entregar a referid cera,
dando-te os tignaet, bem como que o dito preto re-
ennheca juntamente esta petsoa que procurara, indo
pela estrada dos Afflictos ptssandoa igreja a fallar
com Pedro Teteira Cavalcanti.
= No dia 28 para 29, furlart5 do armazem, n. 36,
da ra du Trapiche, o teguinte : 1 sacco com 10 ca-
rnizas finat. brancat e de tur, com um pedaco uccrei-
centado na (ulna de detrs, 8 pares de calcas finas, bran-
cas e de cor, I ctsaca de brelanba, 1 collcle braoco tan-
loo coleto como a casaca nio (eem bolOei mas sim
ilhoses psra os ditos, 9 pares de meias, 2 toalbas ada-
mascadas, 2 lencos de seda. 1 encarnado e oulro bran-
co com palmai da meima cor, 13 pataedet, 6 shelling
e meio, e meio crown, moeda ingleza, em prata; por-
tanto roga-seai pessoas.a quem ettes objectot forem of-
ferecdos, de ot apprehender,que serio gratificadas com
211s rt., ou participar no dito armarem.
Lotera de S. Pedro llartyr
de Olinda.
Os bilhetes desta lotera achio-se a venda nos luga-
res do costume. Brevemente ser annunciado o dia im-
prcterivel do andamento dat rodas.
Aluga-se o sobrado n. 4, sito no largo do Hoi-
ptal do Paraizo ; todo ou separado: a tratar na ra
do Crei.0 luja de Sanios Neves ou no largo do
Carmo, n. 5.
= A quem for oerecido um relogio patente n-
glez de prata dourada. da fabrica de Boskel.eque por
signal lem o vidio racbado em meio circulo o podo
apprehender como luilado que loi no dia 28 docor-
renlo junto com un. Irancelim de ouro um chapeo
do Chile e dou* ditos de sol e leva-lo a ra larga
do Ru/ario, n. 46. primeiro andar que lera gene-
rosamente gratificado e segundar segredo.
= llypolito Saint-Martn, com loj* na ra Nova, e,
romo |a SBbe luda a populado detta cidade rou-
bado, na noute de 20 para 21 do corrente des
objeclos ja annunoBilos pelos lOiarios-ns 287 e 288,
oflerece a qualquer pessoa. quo der noticia da burra e
do dinheiro, que eslava dentro delle, bem como dai ls-
lendas mstade do roubo.
JosSoaresPinloCorreia fai publico, que nio
be mais teu caiteiro, desde o da 27 do corrente, o Sr.
Casimiro Fernandr* da ilveira Cbavane.
__ Aluga-te a lujada ra do (ueimado n 14,
porprecocorhmodo : a tratar oa meima ra, lojat,
ni. 18 e 33. ,
Preria-te de um caiteiro pira tomir cunta do
urna venda, dando fianca a sua conducta : noCorredor
do Hispo, n. 8.
Preciua-se de 500,* a 600f as. a premio com
urgencia; dio-te por garanta 5 mcravni livret e det-
embaracados aqu na piaca : quem quier dar an-
nunce.
__Aluga-se urna casa terrea na ra airas da malriz
da Boa Vista com duas salas 6 quartos corredor
ao lado e com quintal murado: a Inlar na ra da
Aurora, n. 58.
oa|.edaria da Bella-Ealrella. e violentamente inl.rro.ii-
pi.la pe..a aucceaaoa da noute du S. kVlhulna.ro, .rtiti-
nuou ent com vigor unvi. e obr.pojou em breve a dr
Orealea e Pyladrs de orneo golpea de rapada c um uro
dr pi.tula reparlidoa aubre oa aeua doua cnrpoa.
Cuawquer que teja, tendal velhai e noval, gravet e
leves ao achirlo emriin em va de aararein. L Mulo, pri-
meiro rcaiabelcoido, f.ol aua ini.ao do enfermeiro,
nao quil driv.nr II qoarlo. einquanlo CncaBBaa nao eatc
ve im.irnmei.lo curado. Elle., ergua do leito. eBtquan-
io a fraques* Ul'o ala permiltio deitar, aj.idava-o san-
,lr, quando ae pde.uator, einfiii leve por elle ludo o
l|n que pruoettia do .eu natural meigo e amuruao, a
queajndado pelo v.gor do Piemonlc* K.clitou man r-
pida cmivaleaceiira do que era para ee|ierar.
Entretanto um ao o meaino penaaroento alormcntava
o. dmiamanrrb-s: cada um no delirio da aua febre pa-
re, ra-ll.e ver junio a ai a muiher, que ..ooopava todo o
.e.ieor.cio; ...a. depoi. que elle. Iiavilo recobrado O
nl.e.imenl... nem Margarida, iiern madama de rtever*
h..an pur eertoappareei.lu noquarlo Verdado he que
i.. ae eo.uprehendia : urna, muiher d el-re de Navar-
ra, ou.ra, cubada do duque de (ui.e podilo el a. dar
olhs de mdo. um *i.il i publico de inlerea.e
h,..r do... .imple, genli.-l.ui.ie...? Nio Era por cario a
re.po.ta, que dev.lo a ai me.mol dar La Mole e Coca.t-
,. Ma.e.taau.encia, quo liitl.a talvet laiv.it deum
...qoeeiineiito tutal, nio era menna doloroa*.
Vrrdade be, que genl.lhumem quo havia a*.iUdo ao
oombaleliuha riada de lempo* e.u lempo, o como da
seu prnprio aibitrio .aber nutioiaa dua dou* tendu*.
Verdado lie, quoGillone. por tua prupr.a oonta, oulro
tanto hav.a foilu. Ma. La d.de nlu liaba ouwdn fallar
.... .lo Margarida, uom OucaBsaa ao oulro de mada-
ma de eren. tCtliMW H *h
f MUTILADO


TT

= Jos Soares de Arevedo, professor de lingos freo-
ceza oo lyceo tem iberio em sua cata ra estrella
do lio'rio n. 30, tercero andar uin curao de phi-
Losophu e outro de UNCO fhancma. Ai pes.oas
que desojaron cstudar una ououlia deitaa duciplioai,
podeindingir-se indicada residencia a qualouei
Lora.
' = Aluga-se o primeiro andar do obrado da ra dos
Cru/es n. 22 : a tratar noegundo andar do oieauo
sobrado.
0 presidente da irroaudadede N. S. da Coneei
?Jo dos militares roga a todos os irmios.residentes nes-
ta cidade de comparecerem no dis 8 do curente ts
6" borss da tarde no consistorio da mesma reja
para o Hu de eleger-se a mesa regedora que. na lor
na dos estatutos, tem de ser empossada no da 15 das-
te mez visto nio se ter rounido. oo dis 23 do me*
lindo numero legal as horas competentes.
Tendo a fabrica de sabSo do coronel Martins.
sita na ra Imperial do Aterro, o. 116, passado a no-
vo proprietario no me* de outobro findo soflreo al
guia paral uacSo em qutrnto se montsva da um mo
do triis conveniente e se aperleicoava o fabrico oo
sabio : um em outro fin esli preonebidos boje e
o novo proprietario tem j para oflerecer ao publico ,
Dio s o sabio preto, que dantes se fabriesva como o
amnrelli). igual em cor ao melbor sabio inglez, e supe-
rior a este na maisa e mail qualidades como tambem
em tudo ao que se turica no imperio ; he um sabio
leve, mu consistente, preferivel, em muilos casos, ao
iih'mii) sabio amarello : sendo os precos mais mdicos
sempre do que em qualquer deposito Jesla cidaJe: e
comprando se grande porfi do relerido genero com-
promelte-se o proprietario a faze-lo cooduzir em ca-
noa para o lugar oais commodo ao comprador.
Quero precisar de cubre s troco de cdulas, sen-
do de 50j rs para cima dirija-se a ra da Moeda
n. 7.
- Precisa-se despejsr um armazam quo tem 300
barricas que Torio de farinha de trigo : quem as pre-
tender, dirija -se a ra larga do Ronrio, junto ao quar-
tel de Polica n 18.
A pessoa, quedeseja saber da moradia da Anto-
nio Magalbiies da Silva dirija-se a ra do Crespo ,
loja n. 6
Manoel do Amparo Caj: avisa as pessoss que
teem conlas em sua loja, que Sarafim da Silva Ramos
deiiou de ser seu contra-mestre desde o dia 2 do
corren te.
= O absiio assignsdo d da gralificagio 50,000
rs. a quem Ihe trouzer preso o seu escravo de nome
Francisco de naci Cacange que fugio no dia 2 de
novembro p. p. cujoescravo fui compiado ao Sr. Se-
bastiio Lu' de Araujo morador em Taquaratinga ;
por isso suppde-se que este escravo lenba ido para es-
te lugar. Os signai's do dito esersvo slo os seguintes:
baixo, seccodo corpo uin tanto barrigudo, rosto des-
carnado ; tem no lado esquerdo do rosto urna cicatriz,
de urna queda de estallo que nio est da cor natural,
ps e iiiios regulares ; milito ladino, e ao mesmo lem-
po humilde ; levou calcas de estopa, camisa de algo-
daozinbo urna trouza com toda roupa urnas calcas
de casimira cor de telba, urnas ditas de brim trancado
de algodio pardo urnas ditas de listras brancas urna
camisa de madapolo com a marca na abertura U. A.
C. um panno da Costa com listras azues e brancas,
sem estar abainbado um chapeo do pejlo e oolro de
couro. Quem o pegar leve a ra Nova loja n. .32
Manoel do Amparo Caj'.
= Precisa-se alugar 4 pretos serradores que sejio
habis no seu trabalho ; na ra da Cadeia de S. Anto-
nio, serrara n. 1?.
Precisa-se de uma ama de leile que queira
acompanhar urna crianca de doos mezes pouco mais
ou menos, atea corte do Rio-de Janeiro ; lat-se boa
conveniencia e paga-se Ibe a passagem na volta :
quem esliver ne.-tas crcumstanciss, annuncie para ser
procurado.
= Perdeo-se uma pulseira de ouro da forma de
um (jrilbo toda lavrada, tendo cravados no centro 3
robina com duas perolas grandes desde a ladeira do
Monte, at a igrejs do Amparo, em Olmda : quem I
a ti ve r arhado e qui'er restituir leve a ra dos Pires
na Boa-Vista casa, n 2 ou nos Arrombados casa
A
familia alm de um grande quintal, que deila i ara
ra do Caldeireiro por detras dos Martyros : os
relendentes diiijao-se a ra Uo V igario, o 5, onde
st a respectiva chave.
Abre em cubre lo Ja a qualidade de desenlio de ar-
chiteetnra ornatos figures, todss ss qualidade* de
caracteres e burieles de visita sinetes, livores em
ouro e prata e firmas em objectos de oso
Ossenhores que desejsrem qualquer ofcrs nes-
te genero nu fazer abrir ttulos de litros de oartOes
paraescriptorio ou ootra qualquer obra em msnus-
cripto com lettras ornadas ouvinbetsse livores le-
nhio a hondada de dirinr-se so dito artista que tam-
bem di Iig5es de calligrapbia moderna lude por m-
dico prego.
Aloga-se o primeiro andar da casa n. 55 da rus
da Cruz : a tratar na mesma casa.
= Offereco-se um bomem muito hbil para caiieiro
do qualquer negocio na praga ou no mallo, equa
d fiador a saa con ucta : quom de seu presumo se
quier utilisar, dirija-se a ra da Prai* n 9.
Aluga-se uma casa de sobrado de
'i andares na ra do Trapiche com
muito boa vista para o mar, muito fres-
ca e com um grande armazem : a tra-
tar na ra da Aurora, n. 58.
Compras.
Comprio-te dous cachorros de fila que sejio
grandes e bous; na ra Nova, n. 10.
= Comprio-se esoravos de ambos os sesos ; sendo
mocos pagio-se bem : no caca do Collegio deposi-
to de farinha de porta larga.
Vendas.
grande de sobrado da Sr. Jos Joaquim de. Lima que
receber 25,000 rs. ele gratificacio.
Casa da F,
Na ra estreita do Kozario, n. 43.
Nesta casa acbo-se a venda as cautelas da lotera de
S. Pedro Martyr de Olmda; para cujas rodas muito bro
veser aonunciado o dia doaodamento. Decimos,a 10n0
rs. e vigsimos, a 500 rs.
A pessoa que estiver habilitada a
ser ama de leite sendo desimpedida ,
dirija-se a ra do Crespo, loja da viuva
Cunha GuimarSes ou annuncie por es-
ta ilha a sua morada,para ser procurada
Ensina-se tambem as lonas com perfeicio ,
latim pbilosopbia e rbetorica na ra Nova, o. 52,
primeiro andar.
Jos Goncalves Ferreira Costa tem tratado com
Jos Joaquim de Castro a compra de uma escrava de
nome Florinda de naci Angola cuja escrava esta
fgida ha mais de 9 mezes, consta ter parido uma
cria : por isso a pessoa que delta fiter entrega ao dito
Costa emS. Amaro, no correr da ra da Aurora, re-
ceber a quanlia de lOOj rs. sem mais averiguarlo
alguma.
OSr. Antonio Magslbies da Silva queira com
toda a brevidaee annuociar sua morada nenia cidade ,
visto que Dio tem sido possivel descobri-lo bocalmente
Alugio-se, na rus do Rosario da Boa-Vista, loj
do sobrado n. 53 as casas seguintes : o segund
andar e solio do sobrado da ra da Roda defronle da
Cochia, por 14/000 rs., a loja do sobrado da ra Ve-
Iba por 7000 ti. e casa terrea da ra de Jardim ,
por 7000 rs.
Preciza-se de ama ama de leste : di ra da Ca-
deia do Recie, o. 6.
Precisase de um caiieiro de 12 a 14 a o nos ,
qne d fiador a sua conducto ; na roa Direila, refina-
cio, n 10.
Acba-se prompts para se lugar a casa n. 118 ,
m ra de Hortas, catada e com boot comnodoe para
FOLHIISHAS
DE
Porta e Alglbeira
Vendem-se na praca da ln-
dependenca, luja de livros n. 6
e 8; na ra da Madre de Dos,
venda da esquina defionle da
greja; na Boa-Vista, def onte da
matriz, botica do Sr. Moreira;
no pateo do Collegio, loja de li-
vros da esquina; e no largo do
Terco, venda n. 7 ; em Olincla,
botica da ru do Amparo, e loja
do Sr. Domingos, nos Quatro
Cantos.
= Vende-se um porta-licor em sua competente cai-
ta de laia envernisaila, muilo boa obra, por preco mui-
to commodo : na ra de Hortas n 6*2.
Chapeos do hile.
Os mais superiores que boje ba no mercado ven-
dem-se na roa larga do Rosario loja de miudezas ,
i. 24.
Rap de Lisboa.
= Vende-se, na pisca da Independencia o. i,
ebegado prximamente a 4i rs. o bote
- Vende-se farinha superior, chegada recente-
mente- de S. Catlianna vende-se pela medida velba aos
aiqueires meios equartas ,^>oi prego muilissimo ba-
rato e coolorme as porcSes se far proporcional aba-
te : a bordo do hrigje Sagitario ancorado prximo
a ilbarga do caes do Passeio-Publico. Abater-se-ba 160
rs. por alqueire aos compradores que chamarem e
forem conduzidos pela canoa do referido brigue.
A 4^800.
Saccas de farelo de tres arrobas cada
urna, chegadas ltimamente : no armazem
de firagaez, ao p oo arco do (Joncei-
cao, e no de Cuimares, no caes d'AI-
fandega.
RA DO COLLEGIO,
Loja n. I.
Vendem-se superiores grvalas da setim preto a 500
rs.; casimiras, das mais modernas, a 1,200 e 1,100 rs.
ocovado; panno fino, pretoe azul, a2,500rs.; maias
deseobora a 280 rs. o par; cbilas de todas as qualida-
des, de 120 a 300 re.; madapoldes, da 140a 280 rs.;
corles da chitas da todas as qualidades, e do melbor
gusto superiores riscados lianceiea, a polka, a 360 rs.
O covado ; e outras multas fa/endas, ja annuociadas
aeste Diario: na mesma loja cima.
Vende-se uma balones decimal capai de pesar
2000 libras; na ra da Crui, n. 55.
= Vende-se ssl do Ais e pslba de carnauba ; a
bordo do brigue Soartt, ou a tratar com Gaudino Agos-
tinbo de Barros, na preciaba do Gorpo Santo o. 66
= Vende-se um bom cavado muito novo e com
bons andares : as Cinco Ponas, padaria n. 63.
--- Vende-se vinagre branco
. i\(\ i Vendem-se dous escravos de bonitas figures,
IiaClOnal a 400 rS* a Callada Ve- liem vicio, sendo um cozobeiro, e outro para todo
llia: na fabrica da ra Imperial,
n. 7; ra Direila, n. 53, venda
de M. iYlir.tn.la; no Aterro-da-
Uoa-Vista, fabrica de licores de
l'rederico Cha\es; e na ra do
Trapiche, armazem de molhadus
do iVjcolle.
Vo caes do Collegio, n. 9
esiste um novo armazem com farinha da S. Malheus e
milbo, tudo, lanto a ratalbocomoem porches, e mede-
se a vontade dos compradores, medida velba risa, oo
caculada como de matulo, e por menos do queem outra
qualquer parte : os pretendentes dirijBo-se ao mesmo
trmaiem, ou a ra da Cruz, n. 54, a fallar com.Manoel
Antonio Pinto da Silva.
= Vendem-se moendas de ferro para engenho de
sssuesr, para vapor agoa e bestas de diversos tama-
nbos por preco commodo; e igualmente laizas de
fero cosdo e balido de todos 01 tamanhos : na pre-
ga do Corpo Santo n. 11, em cas de Me. Calmont &
Companbia ou na ra de Apollo armazem, o. 6.
* Vende-se eolls na ra da Cruz n 55.
Aot paii di familia.
Na loja do bom barsteiro de Guerra Silva & C.,
na ra Nova, n. 11, vendem-se sspstos de setim bran-
co e de cres para senbora a pataca o par e de mar-
roquisn pretoe de cores para meninas, pelo mesmo
preco de 320 rs. o par.
= Vendem-se sapatos abotinados francezet para
bomem, a 32O0 rs.; ditos de lustro para meninas, com
filas, a 800 rs.; chiquitos para meninos e meninas, a
120 rs. ; burzeguinsde ponta de lustro a 3200 e 4a
rs. ; ditos gaspeados, a 5500 e 6 rs.; cbmellas de
marroquim para senbora a 1000 e 1200 rs. ; ditas
de tpele, a 1000 is. ; e outras muitas qualidades ,
por preco commodo : na ra da Cadeia do Recife n
35 defronle do cambio
Vende-se exceliente doce de guiaba
de raminho; dito mni.to supeiior, de ba-
nana; dito de goiaba ; dito de caj'; di-
to de arac ; dito de laranja ; dito de li-
mao ,- dito de caj' com calda ; dito de
tnamao : na rui do ( respo, n. i/, ter-
ceiro andar e na ra das Cruzes, venda
de Joo Jaeintlio Moreira.
zs Vendem-se meias pipas de vinbo de Bordeaux ,
muito superior ; no caes da Alfandega armazem de
Das Ferreira.
= Vende-se sola a bezerros surrsdns a por surrar ;
couros miudos e canas de tartaruga feilas no Areea-
ij : na ra da Cruz n. 26.
Vendrm-se 6 escravos de bonitas figuras, sendo
4 negros de idade de 18 a 22 aooos, e dous mulatos de
idade de 14a 18 annos, todos com algumas babilida-1 ras com Labilidades; um escravo crioulo peca de
dea : na ra da Cruz vemia, o, 51 JiOannos, ptimo bolieiro ; um dito de naci, da
-= Vende-se potsssa americana, ltimamente ebe-
gada em barris grandes e pequeos ; lengos pretos,
de seda da India ; setim preto de Macao ; velas de ea-
permacele de 4, 5 e6 em libra ; cera amarella ; al
godio grosso para saceos; ludo por prego commodo :
em casa de Malbeus Austins & Companbia na ra di
Alfandega-Velha n. 36.
= Vende-se a refinacio do Alerro-da-Boa-Vista
n. 21 com todos os pertenc s novos: a tratar na
mesma refinacio.
= Vende-se rap pernambuesno muito bom ,
1200 rs. a libra e a 20 re a oilavs : este rap ests
envolto em papel pardo que a primeira vista imita ao
iie Lisboa e mesmo no formato, e be exceliente ; ra-
p da Lislios em oitavas; dito a italiana e hambur-
ituei; e muito bons charutos : defronle da igreja do
Koiano no deposito do rap do Bandeira.
= \ endem-su sem leitio 1 pares de brincos com
diamantea; 2corddes; 3 pares de rosetas, umagar-
antilba ; 1 allioole de abertura com brilbante ; uma
curente giossa para senbora ; uma volta do cornalin-
das encastoadas em ouro ; 12 grampos ; e mais obras
de ouro : na ra Bella, n 37. primeiro andar.
=Vende-se vinbo de Bordeaux em quarlolas, mui
bem acondicionado ; ago'ardente de Franca, de pro-
va, em barris; 2000 garrafas vasias de Bordeaux; uma
porclo de muito boas rolbas de corlica grandes e bem
feilas : em casa de Avrial I roaos, ra da Cruz, o. 20.
= Vendem-se e elogio se bichas hamburguesas,
chegadas pelo ultimo navio que veio de Hamburgo ;
tambem se vio applicar para commodidado dos pre-
tendentes ; assim como navalhas para barba de ac
de Milio, feilas pelo melbor autor de Inglaterra : na
ra da Cruz do Recife n. 43
= Vendem-se cairas, meias ditsse quartos de ditas
com passas; potes com uvas; ceirss com figos, tudo de
primeira quslidsde, que vem a este mercado : no caes
da Alfandega, armazem de Francisco Diss Ferreirs.
= Vende-se urna negrinha, de idade de ll annos ,
engomis a cose cblo ; outra dita de 18 annos com
as mesmas habilidades ; 3 escravos de nscio com bo
nitas figuras, ptimos para lodo o servico ; um mole-
que de idade de 18 annos ; uma parda com boas ha-
bilidades ptima para ama de uma casa : na ra Di-
reila, o. 3.
Vende-se um preto, de idade, pro-
prio para servico de sitio, por preco com-
modo ; na ra da Senzalla- Vellu, arma-
zem, n. 106
s= Vendem-se saccas com farinba de Mag a 4800
rs.; dila de S. Malheus, a 4200 rs. e alqueire me
dido a 380 e 4500 rs ; sacias com milbo a 3600
e 4500 rs. ; arroz branco a 2000 rs. a arroba ; sac-
eos de estopa, noo, para farinha ou milbo, a 500
rs. ; gomms de engommar a 10,000 rs. o alqueire :
na ra da Cadeia de S. Antonio deposito de Isnnha .
n. 19.
= Vende-se cha muilo superior, asa caixas de 6
libres ; em casa de L G. Ferreirs & Compendia
Vende-se um easal de escravos, para fra da
provincia ou momo para algum engenho ; na roa
de S. Jos. n. 29.
Vendem-ae dous escravos de bonitss figures ,
o servico; um bom cavallo esqoipsdor : na roa de Apol-
lo n. 19 tereeiro aodar.
Vende se potassa ameri-
cana,
ch'gada ullimment e de superior
qiiHdade em barris p^rpieno, a5
rs a libra ; em c-isa de J. J Passo J-
nior.
= Vende-se um grande eaislo muito piopriu pa-
ra padaria ou refinagio de asaucsr, com 3 rnparti-
mentos ; be novo muilo seguro, a fecha-se o ve : no Aterro-da-Boa-Vista o, 58.
Vende-se um escravo pardo, muito habilidoso
para todo o servigo muito sadio, de idsd6 de 21 m-
nos; no Mundo-Novo, ra de S. Francisco o, 68.
= Vende-se uma porcio de coorinbos, muito su.
neriores. e tambem a ratalho ; sois muito superior;
uma porcio de carne; ludo ebegado ltimamente do
Aracaty : na ra da Cruz, no Recife n. 21.
= Vende-se banha de porco derretida, e da Ierra,
de superior quslidade tanto em alvura como em ser
muito freses a 560 rs. a libra : na ra do P*^
acouaue, n. 31.
;= Vende-se a venda da roa da Cruz n. 51:. ir
lar na mesms com Jos Ferreira da Silva.
= Vende-se um relogio horisontnl de ouro. mo-
derno a dinheiro ou a troco de lijlo de alienara
grossa ; na ra do Queimsdo. loja o. 18.
=Vendem-se os mais superiores e generosos vinhos
de Bordeaux e Burgundv em caixinbas de dmia os
quaesse tornio essas recommendsveis parase presenlea-
rom as pessoss de bomgosto, e se presentaren em urna
mesa por serem os mais excelleotes e deliciosos, qua
se podam encontrar nesta praca ; assim como Cham-
pagne e cerveja branca e pretal de superiores qualidades
a gestos sublimes; tudo por prego cgmmodo, tanto nm
pon-des como por voluntes: em casa de Adsmson How-
ei t Companbia rus ds Alfandega-Velha n. 42.
Vende-se o melbor junco que aqu
tem vindo para tecer cedeira: charutos
regaba, meia regaba, e superfinos, che-
gados ltimamente da Baha ; saccas com
farinha de superior qualidade, chegadas
ltimamente de S. Malheus : todo por
menos do que em outra qualquer parte:
na rna da ( tuz, armazem, n. 54 a fallar
com Manoel Antonio Pinto da Silva.
Contioua-se a vender a agoa de tingir cabellos o
suisaas; na ra do Queimado na. 31 e 33. O me-
tbodode applicar acompanha os vidros.
= Em casa da Novaas & Companbia na. rus do
Trapiche, o. 34. segundo andar vendem-se superio-
res charutos de regala por preco commoda.
Veade-se urna parda de 5 annos de boa fi-
gura engomo-a, cose, cozmha e lava de sabio ; 3as-
cravas de oagio, de 25 a 30 annos, de bonitas figu-
40 annoa ptimo padeiro: na ra das Cruras, o,
22, segundo andar.
Farinha di mandioca.
No deposito de porls larga no esea do Collegio,
ha para vender farinba de S. Catbarna eS Malbeus,
muito novs e bos por menos preco do que em outra
Iqualquer parte em grandese pequeas porgfies, en-
laccada ou medida pela medida velba ; assim como
srroz pilsdo e milbo.
= Vende-se um carrinho de 4 rodss muito ele-
gante com arreios competentes para 2 oavallos ; na
ra Nova corbeira do Sr. Adolpbo,
Vendem-se um preto e uma preta de naci An-
gola proprios para o servigo de campo ; na ra da
Praia a tratar com Silva Cardial.
= Vende-se uma escrava de bonita figura com
muito bons principios de Isvsr, engommar a cosinhsr;
ns ra do Arsgio n. 25. 0 motivo da venda se diit
ao comprador.
Vende-te om preto de 18 a 20 annos, pouco
mais ou meos, um pardo da mesma-idade de mui-
lo boa figura sem vicios nem achaques, e proprios
de lodo o servigo assim como para pageos ; urna pia-
la da20 annos, pouco maisou menos coatureira e
coinbeira ; uma linda a co mais ou menos : na rus da Cadeia de S. Antonio ,
a. 25.
Escravos Fgidos
a" Fugio. em noteabro p. p. um preto crioulo,
de nome Juliio mogo, altura regular ebeio do cor-
po cor bem prela, pouca barba cora um branco de
cabellos abaizo do pescoo ; levou dous suriSet da cou-
ro de bode patrona atada a cintura e chapeo de pa-
lba : quem o pegar, leve a ra do Hospicio sobra-
do o. I.
= Fugio .pelas 7 bortt ds noute do dis 26 de de-
'embro de 1845. do sitio do Chaguio uma preta de
nome Josepba oe naco Ctgange de idade de 40 e
tantos annos estatura regular, ebeia do corpo cari
larga ventas arregazadas, barriguda quebrada do
embigo queappareee muito por fra da roupa ; tan
uma costura grande do tamaobo.de chave, encima ds
Um hombro ; levou uma trouxa com roupa molhadi
por a ler lavado nesse da dous pannos da Costa m
grande embaiohado, e outro estieito mala usado, uns
camisa anda por acabar : consta ser casada em Naztrelb
aoodedita ter dous filhos e foi vendida nesta p'sct
por Antonio Luiz de Souza do Breo-da Areia son-
de se julga estsris algum lempo : qnem a p ao dito aiiio ou p ra da Cadeia do Recife loj* t,
ferageo, n 56.
Fugio, no dia 27 do p.p.,, do engenbo Berra-
do-Pagio, um escravo de nome Geraluo ,-erioulo,
muilo rhelonco a ladino da corpo Mizo cor ais-
la principiando a barbar aodar eangueiro : roga-se
as autoridades policiaca e espilles de campo a expiu-
ra do dito escravo ; e que o cooduzio ao memo eoge-
abo ou ao largo do Luraoienlo vend n. 20, qu
serio gratificados.
PBBK. } HATTP. DE M. F DE FAMA ltil\6.f\


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