Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08153


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Full Text
Auno de 1844.
Sexta Fera 15
iii win iiwhttim*rwirn*Miir*T vaBrw^rWH**Mia^i *ium
O l'i'i ...... ... a '" ,! SmigriAiiir*
i ; lados, O*anuncio*de* asalariantes tio inseridos
de 80 rei* or linda A reclamnors devem eer diri-
gas.- >., ru* ds Cru .. k, ou k priga di Independes!)!* lojt d* livroan. 6 c 8.
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9.1
14
15
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^i*!*i%v^#& vi' J'J,i" *r"r" '''''" '' "'" ,'"ri'
,-*-V- :; OllilM.
PARTIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
... -Bio Grifnde do Norte, oh**;* a Se'ilc par
onnoso, Macer, PorloCalvOi e Alagoas: no 1. c .
"'"' >*40e t de e*i *>eiBoa-iala e i''lo -
,: dito.-* arle da Victoria, gil i.Oliad* lodo* e* 4*.
DAS DA .Si MANA.
,i". *.n :. da .'. de I), di .:. r,
' -.'i-nc* Re, *nd. doJ. 'le D.d 3. ,
I roto. Aud. do J, deD. d* ) v,
l Auto. Ad do 1 de l'i '.. r
beata I ilippe, Aud >lo J. <1* II. a 3. .
Sab. s. Salusti. &el. aui do J. de i), da 1, Vi
:'" > 0 SS. Nome de Marii
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de Setembro
Anuo XX..
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renda
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Litbo* SJO |
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foedade oobte a p*r,
Ida ,U letras .i* ]><>* fine** 1 por040 anos
PHASES DA LA NO UEZ DE SETEMBI
La* ehai* a 36 a* 40 horas e 51 '"':. da a sLunTaa A'i asIOh 1 daanel
ana* i a* 7 horw 2 S ni* lardu Ciescente* I < t> h ...' dimanb.
Fnmr ... i horca .- 0 a
MAMO DE P
""""""""TMiTriir r _____. ....*-
s-tl F

. ^/e
. .

ARTE OFFiCIAI .
I Quareldo Commando da Armas de Pernam-
buco, 9 de Setembro de 1844. *
Ordem do dia n. 2.
Sendo do meu immediato devor passar urna
revista do inspeegao aos corpos sob o meu com-
mando, para bem poder informar ao Governo
de su* magestade o imgeradok sobre o sou es-
tado de disciplina arranjo e instruceao, co-
mecarei a manba pelo 2. batalhao d'Artilha-
ria a pe de 1.a linba o qual se devora acbar
formado no pateo do seu respectivo quartel
pelas onze horas da manhaa armado como
Infantaria. e all depois de correr as suasi-
loiras e do fazer marchar em continencia, ou
passarei u Secretaria do menino batalhao, aon-
Commaiid das Armas.
Quartel do Commando das Armas de l'er-
nambuco 7 de Setembro de 18H.
Ordem adilicional a do dia.
LHJA MAr.ESTVDE o impeuadoh por decreto do
1. do Agosto ultimo, Houve por bem conce-
der-me demissao do Commando das Armus
desta provincia, qiie Lhe bavia supplicado etn
consequencia do meu mo estado de saude, e
tondo por decreto le igual data nomeado para
r.ubslituir-mo ao Illm. Sr. Coronel do Estado-
maior do excrcito llenrique?Marquos d'Olivei-
ra Lisboa que acaba de chegar, e d'assutn
miro command) cun as formalidades da lei ;
assim o faco constar as tropas da guarnicao ,
com as quaos me congratulo pela acertada es-
fiolha do meu digno successor.
Deiaodo uin emprego que exerci por quasi
setteannos, devo agradecer ao Sr. 1. Tonen-
te Francisco Camello l'essoa de Lacerda os va-
liosos servicos que prestou junto a minhapes-
soa na qualidade de Secretario militar, tor-
nando-se recommendavel pela lealdade, apti-
dao a lelo com que sempra se houve no desem-
penho de suaa lunccoes: iguaes agradecimen-
tos dou pelo mosmo motivo ao Sr. Major Gra-
duado Jos da Silva Guimar's Jnior que
servio como Ajudaote d'Ordens.
Aos Srs. Commandanles decorpos, de for-
talezas, Oflciacs e irais pracas em geral dirijo-
Ibes as minhas despedidas c agradecimentos
pelo muito que concorrerao para a inanulencao
da tranquilidade publica e consoliJago das
instituicSes do paiz, nao s tiesta provincia ,
como em outras, onde seus servicos forao re-,
clamados, o sobre tudo pelo amor e fidelidade
que consagrao a pessoa do seu augusto sobe-
hano. Antonio Pedro de S Barreto.
Quartel do Commando das Armas de Pernam-
buco, 7 de Setembro de 1844.
Ordem do dia n. 1.
Por decreto do l.d'Agosto do corrente
anno.cnehonrousUAMAGESTADAO mpbaadoh ro Hacomtudo. ntreos dillerentes objectos
'dias lem tido lugar na Cmara dos Communs |
por occasiaoda guerra de Marrocos. O Deputa
do Sheil queprimeiro annuncira urna rnocao
para que se nomcasso urna eommisso secreta
dinvestigacao que examinasso as circumstan-
cias que accompanhrao as conquistas dos
Krancezes em frica, e decidiese so a sua ox-
ee tensao era compativel com os interesses poli-
ticos e commerciaes dlnglaterra e que de-
pois retirou a dita mocao forca d instancias
que lhe fizerao, declarou formalmente no dia
23 que, durante os li annos da oceupacao fran-
eeza, nao cavia um nico acto do Governo In-
lez que reconhecesse a loborania da Tranca; e
a resposta que K. l'cel lhe deu na iiiesma ses -
de iiiaml arei chamar vista do respectivo livro sao, collige-se que, na mudanca do dynastia que
tnestre, a todas as pracas, e as presentes se leve lugar em 1830, houve promessa mais ou
me apresentaro individualmente, e poderd menos explcita da parte do novo Governo
nessa occasio fazer-me alguma representacao cerca da evacuacao d Argel.
legal, que por ventura te Ibes offereca.
0 respectivo Sr. Commandante desse bata-
lhao, m'apresentara n5o s o mappa respectivo,
como urna relacao nominal (dosignando ascom-
panhias), de todas as pracas nao comparecen
tes, e com observaco bem especificada do mo-
tivo do impedimento, ou da ordem que as
privarem de comparecer.
Em outros dias por mim marcados, ter se-
guimentoa inspoccaodo predito 2. c batalhao
d Artilharia.
enrique Marques d'Olheira Lisboa.
-. -I1____L-l ...I
.-1.U-LJJJ .Mil U.-UjUr*
RCr,
COIIKESPONDEJCIA DODIAUIO BE PERNAMBUCO.
Jrarix 31 de Julko.
A votaco do orcamunto da receita foi o ulti-
mo acto importante da Cmara dos Deputados
que encerrou de laclo a sessao legislativa de
18\\ no dia 22 do corrente, emquanto o de-
creto d'encerramento a naoencerra de direito
A Cmara dos Pares anda trabalha, votando
de galopee com discussoes a vapor duziat de
leis de interesse puramente local, e por conse-
1 guinte lem importancia para o leitor estrangei-
coi a nomeaco de Coinmandanle das Armas
desta provincia.
Ao tomar hojo pnsse deste emprego, cum-
pre-meassegurar i tropas sobo meu comman-
do que jamis CUQiprf um dever que parecesse
t i) gr.il a> meu corniao, nao s pelo subido
conceito que formo dos briosos Pernambucanos
ni geral como pela justa ideia que faco da
disciplina, da subordinaciio, do valor, e da
lealdade ao nosso augusto impb&aoob, que
caracterisSo as tropas que me cabo a sorte do
commaodar : nemoutra cousa devo esperar,
eu, que as campias do Sal, tenho sido les-
temunba do desenvolvimento de taes qualida-
dos pelas bravas e fiis tropas Pernambucanas,
que para all te tu ido coadjuvur aos deenso-
res da coNSTnuig \o e oo mon vrcha objectos
Bagrados impamente menoscabados pelas sat-
lites da anarchia.
Veterano no'servico militar, confio que
acharis demonstrado pelos actos da minha vida
publica, que sei apreciar as virtudes cima
mencionadas, e que o meu principal empenho
be que ellas sejao cultivadas o acatadas por os
que su achao debaixo do meu commando: cum-
pro ineus subditos com os seus deveres, que
eu pugnarei para que sejao mantidosseus di-
reitos. Eu espero, que os Srs. Commandan-
tes de corpos eos das gunrniees ou postos
destacados me eoadjuvcm quanto em si couher
para o bom desempenbo da missao a meu car-
go : piohorado Ibes ficarei por isso, e nao ces-
de levar os seus valiosos servicos ao conhe-
cimentode.S. '/. o. para que sejio devida-
nte Kalardoados.
Kicao ero vigor todas as ordena estabelcci-
Q meus antecessores entretanto que
io reconheca que ao bem do SN ''1 ervico,
c,>n\ "vo"
Ienrique Marques de UUtcira Lisboa.
discutidos, um deallo interesse poltico, e que
nao pode ser omittidoem correspondencias da
nature/a das minhas : he a maneira irregular
porque o Cnsul ingle/ est, ha 14 annos, ex-
cretando as suas funeces na provincia d'Ar-
gel. CJueixa-se a opposigao do Governo por
consentir que, sendo Argel urna possessao Irn
ceza, consagrada por 14 annos de dominio in-
disputado, e reconhecda por todas as potencias,
o Cnsul Ingle/, por urna cxcepcSo escndalo-
sa e nica esteja exercitando as unecoes do sou
cargo, que tambem sao diplomticas, em virlu-
de do um exequtur das autoridades turcas,
sem al agora o ter querido pedir ao verdadoiro
soberano do paiz Defende se o Governo, alle-
gando que o Cnsul actual he o mosmo que era
antes da conquista, e que portanto no tem ne-
cessdadu de novo exequtur. Ninguem conho-
ce melhor a futilidad do argumento do que
quem o faz; porque o direito expresso he que as
funeces de todos os agentes politicos cessSo por
quaesquer mudancas occorridas no Governo do
paiz, e em todo o caso pela mudanca ou morle
do soberano que os accreditou, ou daqutlle, jun-
to do qual for&o accreditailos : mas o caso he
que a Inglaterra nSo reconheceo, nem quer re-
conhecer,(o que teria lugar se pedisso o exe-
qutur) a soberana da Franca em Argel, e
que o Governo Francez tem necessidade de ra-
zos, boas ou ms, para palliar a vesgonh e
a ignoma da tolerancia.
A razao d'estado da poltica ingleza be que o
direito internacional nao he senao a scicncia
que lhe Onsina at que ponto ella pode violar
os principios da justira em prol dos seus inte-
reses, c que, no caso de que se trata, o verda-
deiro motivo que faz obrar o Governo d'Ingla-
terra he o nao querer por modo algum reco-
nbecer a dominaciofrancesa em frica, v-so
pelas importantes discussoes que nestes ltimos
Se isto anda nao basta para provar o que di-
go, eisaqui um facto que tira todas as tluvi-
das. O Governo 'Inglaterra tem 5 agentes em
dillerentes partes da Algeria. Dcstes i agentes
o Cnsul de liugin he ao inesmo tempo (ionsul
deSardenba.de aples e de Toscana. Pois
omito Ihmii Onanlo au que dizTe^pcilo a estas
tres ultimas potencias, pedio o agente de que
so trata o exequtur ao Governo francez, e be
em nomo delle que exercita as suas funeces;
mas polo que toca a Inglaterra, o seu exequtur
he dado pelo Governo Turco A' vista de so-
melbaiite insolencia de urna parte, e de semo-
Ihunte tolerancia da outra, nao sabo o espirito
decidir qual he maior, se a arrogancia de quem
exige, se a baixe/a de quem tolera.
Contina atoada de uma( maneira mu irri-
tante a polmica do jornalismo sobro a famosa
questo das dotaces, que leve tanto do intem-
pestivo como de porco e vergonhoso. As folhas
amigas fazettvquanto podem para convencer a
naco da necessidade ejustica de estabelecer do-
taces para todos os fillios e filhas, netos e ne-
tas de Luis Phlippe, que se prepara para ter
tao grande descendencia como AbrabSo; as fo-
lhas independentes respondem-ihos com argu
montos que fario subir a cor cara ao Ministe-
rio, se elle, como lhe disse Thiers. livisse o dom
da tusceptibilidade. Quanto a mim, pareca-
me que os peridicos palacianos Cario muito
melhor se, em lugar de se matarein pr'ra provar
que a familia de Luiz Philippe he pobre, a pa-
rar de 13 milhes que El-Rei recebe da lista ci
vil, emais de/, milhes provenientes do rendi-
tnento dos bens da corda, e mais 14 milhes em
quo avali&o o rendimento da sua casa, e mais 2
milhes que recebe o Conde de Parir., e mai
500 mil francos quo recebe a Ddqueza de Or-
leans, e mais cem milhes quo possue a Princo-
za Adelaide, e vaisutros cem milhes quo pos-
sue o Duquo d'Aumale, e mais o quo recebem
os outros Principes dos sous empregos, lhe po-<
zessem diante dos olhos exemplos de abnegaffio
e desinteresse, que Ihss nao custario a acbar
em Europa, ainda sem fallar noque deu lti-
mamente F,l -Rei da Pfussia, segundo disse na
minha correspondencia passada. Se caminhas-
sem para o Norte at as margens do Amstel, l
encontrario o Rei d'Hollanda que, com tres u-
nicos milhes de francos que lhe d a lista ci-
vil, nao s paga penscs a todos osseus ilhos
menos aoPrineipe Peal que tem 200 mil flo-
rins do Estado, mas ho o primeiro a suhscrevcr
para todas as i mprezas deutilidade publica, ap-
presenta-se com magnificencia e grandeza em
toda a parte, e achou ainda mcios de (undar
urna riquissima galaria de quadros dos melho-
res mestres, eso tomassem para o Sul al s
margens do Tejo, l acbariao ainda o memoria
lo primeiro Soberano da casa de Bragnnc, que,
subindo ao throno em 16M), declarou que na-
da quera da naci, porque o que tinha da sua
casa lhe bastava. Porm a imprensa ministerial
acha mais a proposito inculcar ao Ro dos Fran
cezes aquella famosa mxima do um poeta la-
lino :
Populut mihi sibilat, ad ipte domi
{ideo, si mu I ac nummos contemplar in arca
Oue importa que me assobiem
Se derem o que eu pretendo .''
Em tendo os cobres na aljabia,
\ ou me rindo e vou comendo.
Pass.i por corto que em breve tomar.: ai
tao muito maior importancia, porque o Mom -
tor nlo tardar a entrar na discussao por meio
de artigos approvados em concelho. Como
dar ao negocio um ar .le solemnidade nunca
vista, approvcito desde ja a o'ccaso para diser
a minha opinio sobre o assumpto, a lim de me
nao ver obrigado a follar mais nelle.
Na minha opinio pois, pedir as dotacc*
'que se trata be um escndalo, conceda-las s"
r a um a tienta do. O costume immemoriali
ino, desde que ha monarclna francesa, be que
todo aquella Principe que extraordinariamente
suba ao throno, incorporava, poresse simple-.
fado todos os seus bons particulares nos da co*
roa, para que por caso nenliuin viesse a ter in-
teresses distinctos dos da nacao. Isto fez aquel-
lo Duque d'Orleans que depois so chamou Luu
\ll; isto fez aquello Conde d'Angouleme que
depois se chamou Francisco!; isto fizerSo, fi-
nalmente Henrique IV, Napoleao. I.uiz W III
e Carlos \ : s Luiz Philippe, por urna excep-
fo at agori: nica, a primeira consaquo fez,
quandu vio que a cora eslava para lhe cabir na
cabera, foi repartir por lodos os seus ilhos os
bens que linba, reservando com tudo para si (e
chamem-lhe tolo) o uso-ructo dellos dorante
toda a sua vida. Preparado que foi, dosta ma
neira, disse depois nacSo : *; Eu nada tenbo
e h preciso que me deis com que sustentar a
minha dignidade. Derao-se-lhe 13 mili,os
de lista civil e o rendimento dos bens da-corn
Obtido sto, vem agora os filhos e dizem : No,
nada temos, porque o que nosso pai nos deu,
s nos pertencer depois que elle morrer; e por
tanto lie preciso que nos deem dotaces, oque
nos paguem o que nos devem desdo 1830, quo
nol-as deveriao ter dado. He isto boa mami
ra do argumentar ?
A conspiracao legitimisla d ainda muito
cuidado ao governo, que contina a oceupar se
com muita actividado deste negocio, sem que
por ora tenha tirado outro ructo do seu traba-
Iho senao accumular odiosidades o malqueron-
cas sobre a mesma dynastia, por cojos interes-
res lida. ForSo interrogados o Prncipe do Mont-
moreney e o Duque d'Escars, e bao de ser jul -
gado* pelo tribunal dosassises, e pelo da polica
eorreccional, como culpados de provocar por
entre o povn o espirito de rebelliao contra a or-
dem estabelccida ; e porque? Porque tendo-
se-lhe dado busca em casa, com arrombamento
d<; armarios e gavetas, fazendo-se apprehensSo
de lodos os papis, sem excepcSo do proprio
testamento do Principe do Montmorenry, qoe
foi aborto, eppareceo em casa de um delles cor-
to numero de bustos e imagens do Duquo de
Brdeos, destinados para seren vendidos be-
neficio de una associaclo de caridade, denomi
nada Obra de S. Luiz, fundada para procurar
moios de subsistencia as familias das victimas ;
gitimistas da revoluco de Julbo. Bustos e ima-
gens do Duque do Brdeos he cousa que se ven-
de publicamente por toda .a parte, sem que o
governo se importe com isso ; mas de que se
traa be de vexar os aecusados, e sobretodo de
deprimir c de achncalbar um delles, remetlen-
t'hpolicia correccional, que be o jui/o dos ra-
leiros e vadios, o representante de urna casa
queja deo um Re Franrja na pessoa de Ma-
ibcus de Montmorency, que os Estados-Geraes
izero casar com a Rainha viuva, para procurar
o seu apoio ao Rei menor. Se alguem d^ a
l.ui/ Philippe que obra- de scmelhantc manei-
ra he o modo de segorar-se no throno, enga-
ado, e atraieda-o :
CJicm faz injurin vil c sem rasto
Com forgas e poder em que est posto.
Nao vence, que a victoria verdadeira
He saber ter justira nua e intoira.
Cahes.
No dia 23 lizerao-se mais prises em Neuilly
dencia dual da corle e logo no outro dia


a Prefeilura de Polica recebeo os presos, que
vierao niun i carruagem escoltada de gedar-
Hii's. Ja no (lia 20 tinhlo sido presas em LeSo
dierentcs pessoas, parte legilimistas e parte re-
publicanas, em consequencia de se ter adiado
naqoella cidade c. rio numero de baoamartes,
qoe deviSo servir, segundo se p/etende, para
realisar urna insurreicSo que alli devia robentar
Failou-sens Cmara de seduccSo de tropas, e
falla-se de mu tasoutras cousas, a que eu nao
dou o menor crdito ; porm ludo be por ora
myst-rio e segredo que s o lempo pode revi lar
A guerra d'A inca va i continuando com a
mesmo modestia o cortezia d i parte dos Franca-
zes, e com a.mesma perfidia e ousadia da parle
dos Marroquinos. Apesarde o Pacha de Laracbe
ter declarado no dia 10 aos Cnsules estrangei-
ros residentes em Tnger, que o Imperador ha-
via desapprovado altamente os Commanduntes
das tropas que atacrSo os Francezes no da 15
de Junbo, dando ao mesmo tempo ordem seu
Slho para que oscastigasse,traodo-lhesocom-
namlo, e expdlindo-os das fileiras do exercito,
todo md;ca que nao lia a mnima sincerdade
em nada disto. No dia 3docorrente forao os
Francezes atacados de novo, e com a circums-
tancia ggravante de ser a accSo commandada
por Abd el-Kader em pessoa, k frente de 4 mil
ca val los e alm deste ataque, logo no da 11,
isto be, 21 horas depois da declaraciu do Pu-
cha, borne outro. e parece quo anda este nao
be o ultimo. Os Franceses nao sahem da defen-
siva, nem sabiraS al que Inglaterra Ih'o per-
mita. loclidada e resignaco como esta custa
a comprebender As populacoe esto terrivel
mente faoatsadas. De toda a parte cliovem nu-
vons de cavalleiros, pedindo que os crnpreguem
na guerra santa coo ra os nliis ; e ate ja al-
guna menos soliridos, a que la chamo meje-
chtu, que qucr dizer valentes, arromoarao,
mesmo em Tnger, umarmazem, o distribui-
do entre si .500 k.rris de plvora que la ael.-
rSo. Quanto no Principe de Joinville, a qucm
prendemde urna maneira invencivel os bracos as
exigencias da cordial intelgencia, tem se con-
servado em nacco absoluta, lia mez e meio, e
agora he que deo vela de Cdiz para Tn-
ger no dia 17 do crtente, mas s pora observar
os movimenloi da esquadra ingle/a que por la
anda, o ainda sen. animo de romper as hostili-
dad,',, apesar deconhecer que o meio maisse-
guro emaisprompto de acabar com aquesto
por una vez, seria apoderar-se de Tnger e Mo-
giidouro, o que Ihe nao seria dilicil.
A \ agem de Luis Filippe a Inglaterra be
-' de que j se nao du\ida. S. M. partir
deTiport em fins de Setembro n'um esqua-
drlha de duas naos de 74, e 4 ou 5 vapores.
Dizem que o Ministerio est oceupado de ver
como ha de dar a esta viagem um carcter poli -
tico, a lim de poras despezas della scostas da
afio. .Nao sei se assim he ; mas se o for, como
querera que, em quanto isto me lembrar e o ne-
gocio das dolacoes, eu possa dar louvores a Mi-
nstros que s seoecupo seriamente, ao que
parece,
Por agradar ao Re no cilicio novo
De roubar e despir o pobre povo?
Cames.
P. S. Noticias que agora ebegio, da esquar
ra francesa, quando ja eslava escripto este ar-
ligo, nos dizem que o Principe de Joinville tor-
nou a entrar em Cdiz no dia 19, e que la se
ada.
AllillCfl,
COMARCA DO BONITO.
A 7 de Setembro, procedeo-se na villa do
Bonito a eleicao de Juiz de Paz.
Propostos os Secretarios e Escrutadores, o
Sr. Delegado Rocha oppoz-se, Bpezar de ser
um dos propostos o Sr. Calumbi que nao be
pessoa suspeita a nenhum dos partidos. Da par-
le dos que seguiao o Sr. Rocha at houvero
f de Mello com a sua costumada prudencia fez
separar os que nao querio apoiar os nomea-
dos, e foi tai a maioria do lado que os approva-
va, que os mesjnos partidarios do Sr. Rocha a
reconbecro. Procedendo-se a eleicao, na
qual a Mesa se nao recusou a urna s reclama-
cao dos que nao a quizerao apoiar, sabio eleito
o candidato do partido da ordem com 350 e
tantos otos, e o do Delegado e Juiz de Direito
interino com 87.
Vendo-se o partido da praia em minora fla-
grante no Bonito resol veo assassnar o l)r. Fran-
cisco Domngues, e na noite de 8 do correte
as mismas horas, que nesta cidsde os ar denles,
que vollavo dos A logados enebrSO de terror
milias, sabirSo da casa do Sr. Rocha qua-
renta bomens armados de clavinotes, egrtan-
morra o Domngues accometlerSo a
ila residencia (leste Magistrado, que feliz-
mente nao se achata ahi na occasio. Deste as-
salto esespou milagrosamente oSr. Mejor An
mingues. Poucos minutos depois recolheo se o
l>r. Domngues A sua cata, efbi ella novamen-
-; assaiada; mas os lacinoras recuarao achan-
do-a defendida, e tornarSo-se a recolher em
casa do Dr. Rocha. Alem dostes quarenta ha-
da urna forca vinda do Verde n'uma extremi-
dade dtf povoago, c urna vinda da liba aquar-
lelada n'outra extremidade, montando todos os
perturbadores a 206 bomens armados. O l-
ente Coronel Bizerra Delegado interino reu-
ni logo a Guarda Nacional,e leve promptas pa-
ra repellirqualquerattaque mais de 400 pracas,
todava tem procurado por meios brandosdissol-
vei este j'untaimnto armado.
O Dr. Domngues nao s para evitar o ser
assassinado em qualqucr conjunctura o que
producira grande reaeco, e para que seus ni-
migos nao dissessem que elle depois de removi-
do promova desordons^retirou-se para esta ca-
pital de accordo com o espirito das ordens do
Governo. Constl (|ue o Dr. Rocha anda ofli-
cia como Delegado s Autoridades Policiaca
para Ihe darem forca, que possa reunir aos seus
mandatarios a lim de salpicar desangue a urna
do Bonito; porque onde a praia nao tem Juiz
de Paz, que por meio da fraudo Ihe de trum-
pho, perturba a ordem.
S, Ex. tem dado promptas providencias para
dissolver aquella reunio criminosa, e evitar
derrarnamento de sangue.
rmado de cacle. Estamos possobre um vol- N. B. Ha mais tres circulares dirigidas a0ulros
o h n ..m r.nvrnn mnto enprgeo; e inspectores, eou Ira chapa que he- Isidro Frao.
leci'ddVnos poder arredar. cisco de Paula Mesqu.ta Francisco Antonio
Comuiidiicado.
arm
co
decidido nos pod
Reflicta o Exm. Presidento nos males, por-
que esta provincia passou, quando o Governo
dexou-se levar por protestos de ebefes de Clubs:
reflicta na paz duradoura, que o Exm. Sena-
dor Alanoel de Carvalbo pdese dizer, que le
gou aos seussuccessores, porque foi elle o pri-
meiro que mostrou forca contra osdesordeiro?,
e tirou aos seus cabecilbas o prestigio de patrio-
tas qu<> sempre desembainhao a espada para m
pedir as autoridades ou civis, ou ecclesiasticas o
exercicio livre de suas funeces; reflicta as
desgracas da Baha em consequencia da rovolu-
cao de Novembro de 1837, que a indeci-
sao do um Presidente, eas condescendencias de
um Chefe de Polica deixrao tomar corpo, e
salve com as medidas as mais promptas das gar-
ras que a anarebia quer lancar-lhe esta provin-
cia, que poroitoannos gozou de pereita tran-
quillidade.
Correspofidenca.
O /> novo em seus nmeros de 9, 10, 11
e 12 ilo coi rente ora procura atenuar ascircuns
tsncias aggravantes da desorden) de seu partido
as eleicoes dosta cidade, e especialmente na
dos A Togados, ora qucr lancar a culpa desles
excelsos ao partido da ordem.
Corrido o I), novo pela manifestacao publica
dos sentimentoa dos bomens sensatos, que tem
que perder conlra o procedimenlo que a sua
pendil ha leve, contra o npio, que oscacctislas
encontrarlo nos Srs. Chefe de Polica, e Juiz
de Direito dorrime, nao sabe a que la boa se
pegue para salvar-se.
No dia 9confessa que os seus correligiona-
rios forao os que lizero a reunio nos Afoga-
dos, e os louva por lerom obedecido s adnioes-
taedes de suas autoridades para vltarem para
suas freguezias : no dia 10 confessa que o ne-
gocio (los Afogados est um pouco serio, por
que os seus correligionarios Afogadenses irrita-
dos resolverSo deisar a condicSo de serves, con-
servando se firmes no seu poslo para nosodei-
xarem bigodear. No dia 11 assegura queem
todos esses movimentos populares n3o bouve a
menor insubordinac;ao,e que em honra do par-
tido vencedor poda annunciar que os habitan-
tes pacficos da cidade nada tinbo que recear.
Todos estes nmeros do D. novo deixo ver
que elle nao declinava de seu partido nem a
gloria, nem a responsabilidade da reunio,
que se mandou dissolver nos Afogados. Quem
depois de ter litio os confissoes mais prximas
do acto, lia de boje crer o D novo de 12, que
depois de madura reflexao, e de conhecer as
consequeneias dos actos desregradt.s, e assusta-
dores desua pandilha, vem negar tudo, eat-
trihuir os amigos da ordem essa reunio de
amotinados, de cacelistas, &c. ?
A quanto ebega o delirio de um punhado de
bomens fem regra, nem fim honesto, ou legi-
timo em todos os seus planos !
Depois desse artigo de fundo, em que oD.
novo calumnia para as diversas Provincias do
Imperio, e-para as comarcas cen traes o parti-
do da ordem, por que nesta cidade e suburbios,
ninguem o acredita, lendo visto a gloriosa en-
trada dos Srs. Nunes Machado, e Antonio Af-
fonso, vem urna correspondencia, em que o
Sr. Juiz de Direito de aponlado com a consci
enca da figura, que vai fazendo, d mil des-
culpas, c foge das quesles principaes, sobre
que versa a correspondencia, em quo (p ar-
gido, o vem igualmente urna carta do Sr.
Francisco ( arneiro, correligionario do 1). no-
vo, o qual attribue-se toda a gloria da resis-
tencia, que se fez na eleicao dos Afogados. lie
bem dilicil conciliar as cartas desles dous che-
fes, e muito mais arduo combinar o artigo de
lundo do /. novo com a ultima corresponden-
cia. Oque se pode concluir desta enfiada de
incoherencias be que a consciencia do crime
tem Iranstornado as caberas desses cnicos
que j ni'o podem engaar nem ao povo. que
elles tem excitado desorden) para pescaren)
no barulbo, nem aoGoverno, cujas forcas que-
riao sua disposicao, para resislir-lbe com me-
Ihor successo.
O corto porm que o mal est feito ; as e-
leices da cidade vencidas a forca de insultos e
(acetadas, a popolaca, o bando de proletarios,
que nao tinbo obrigacao de comparecer nem
Srs. Redactores.Muito me admirou ver o
protesto que fez o Redactor do />.-norode 10
do corrente pela punieao do quem quer que
mandou reunir a G N. do Poca da Panelia no
dia 8 isto por Ihe constar; devendo antes ser
esso protesto contra quem armou os grupos se-
diciosos que percorrero as ras desta cidade, e
depois marcharoparaosAfogados.osquacs gru
pos segundo dizem ero commandados por pes-
soas cujos cargos Ibes imcumbio promover o
soreg publico : eu asseguro a quem lez u
protesto, que a ser verdade ler bavido a reunio
da (i. N. no Pogo da Panelia, ainda quando
nao houvesse para isso ordem superior; bastavao
as noticias atterradoras que alli se assoalbaro
deque havia rebenlado urna rusga nos Afoga-
dos, para o muito tigno Commandante man-
dar reunir a forca do seu batalho para estar
prestes e disposta as ordens di* Exm. Presiden-
te quando elle a reciamasse, e nao havia de ser
depois que o balalbo ligeiro dominasse ecoa-
gisse a autoridad publica e depois que ella
fosse surprehendida, o nao podesse obrar, que
havia o digno Commandante prestar-fe a reu-
nir a forca, j talvez aluciada.
Conlra os anurchislas e sens ebefes, be que
se deve conspirar e embravecer as suss furias o
autor do piotesto e nunca contra o muito digno
Commandante do batalbo de G. N. do Poco da
Panelia o Sr. Antonio Lins Caldas, que a ter
mandado reunir a forca de seu commando, ja-
mis negara ; como aconteceo a urna certa au-
toridade criminal que em 1834 indo correr
urna casa no Monteiro para prender a um cida-
daobem conbecido, depois o negou, dzendo,
quo nao tinba hido correr casa, esimfazer
urna visita ao dono della.
Sou Srs. Redactores, seu constante leitor
O Anti-anarchisla.
Publicares a pedido
CIRCULAR
Illm. Snr. A Cmara Municipal do in-
teligencia com o Exm. Presidente da Provin-
cia tem determinado que nem s nos dis-
trulos niamente criados romo mesmo nos
alterados proceda-se s Eleicoes na confor-
midade da lei provincial vigente no dia domin-
go prximo 18 do corrente ; pelo que cumpro
Vm. avizar aos individuos do seu quarteiro ,
que estao no cazo de votar, para em cujo dia,
acharem-se na Igreja Matriz desta Freguezia,
conjuntamente Vm. as 9 horas da manba a
entregar suas sedulas contendo os non.es de
dous Cidadocs um para Juiz, e outro para
suplente com declaraco no rotulo-Para Juiz
de Paz e Suplente do 1. Districto de Jaboa-
to; adevertindo porm que a assignetura
do votante dever ser no verco da sedula e
nao saliendo escrever assignar outro rogo.
Dos guarde a Vm. Subdelegada do !.
districto de Jaboacao 13 de Agoslo de 1844=
O Subdelegado Pereira da Silva=Sr. Anto-
nio Dmelas, Inspector do 9." quarteiro.
N. B. Jncluzo remeto a chapa que servir
do modelo das sedulas do seu quarteiro.
Reconbeco verdadeira a assignatura cima
declarada de Francisco Antonio Pereira da
Silva Subdelegado da Freguezia de Jaboatao.
Recife 23 de Agosto de 1814. Em testemunho
do verdade. Signal publico. O Tabcliao Pu
blico. Guilherme Patricio Bizerra tavalcanti.
( hapa.
I/idro Francisco de Paula Mesquita.
Jos Kranciso Pereira da Silva.
Reconbeco ser a letra da presente relaeo de
Eran
Pereira da Silva e tudo reconhecido.
MARANHAO.
Ha das que o Chefe de Policia tinha
mandado chamar alguns operarios da Typogra-
phia da CoaUco e os amoscara com reerula-
mento priso e ate com dep rtacao se ellei
contnuassem imprimir o Echo do Mar-
nho. Alguns operarios Ihe responderiio com
desembarace) B coragem e desconfiando p,,r
so o Chele de Policia que pezar de suat
amebas leitas com impudencia, e descara-
mento nunca vistos desse ainda a luz o
maldito- Echo mandou rondar por soldados,
as veze Jisfarcados paisana, as visinhancasda
Typograph'a para ccrlificar-se se o trabalho
continuava, 8 fim de a pura forca e com o rnai-
or despolisin 'azer callar a nica Tolda que
denunciava os desatinos e prepotencias suas e
do Moura iMaga,',ia(!S- E cm vissem que o
F.cho ainda so u 'primia boje 20 d'Agosto
pelas seis horas da (sx'rd m invadida por solda-
dos a casa em que es tava montada a Typogra-
pbia sem ormalidadft a'guma e sem'o me-
uor respeito quem nei 'a niorava ; prendeao
o dono da Typographia t' um operario e os
oulros tiverao tempo de evat ""-se. E nao obs-
tante ser o primeiro d'aqofli 'w oflicinl da G.
N. c se ter fardado para se eo/r,'8iir a priso,
foi a despeito da reclamacf'o dt suas peroga-
tivas levado por 4 soldados o 1 sargento.
Este desacato e violencia s proprv ,' Mou-
ra Magalhaes causarao muila indignai, 'o em to-
dos os que desejo vera lei raspeitst' Das
ainda nao se tinha passado o seu justo senti-
niento quand > as 9 horas da noite e no 'upar
mais publico desta cidade enlraro pela c'sa
deum negociante porluguez 2 soldados de po-
lica e forao violando leis e tratados, pren-
der la dentro um moco tanibem poiluguez
que trabalhava na Typograpbia. O negociante
se oppoz a principio prisSo allegando a vio-
lencia que se Ihe fazia porque nao tinha ba-
vido formalidade alguma e so tinha feito u-
nia verdadeira busca sem mandado do aulori-
dade c sem participado ao seu cnsul; mas
em quanto isto expunba forao alguns curiosos
dar parte au Chele de Policia, que eslava em
Palacio com a sucia jansenista e immediata-
mente a toda pressa e armados partirn
quatro soldados de fusileiros da guarda de pa-
lacio, e invadindo a casa arrnncaro o moco
e o levaran preso, zombando das justas reclama
c6es do negociante. Em que lempo e em que
Governo vivemos? Tudo isto be para nao se ou-
vir urna voz que publique as reaeces as ame-
acas e o estado violento o lebril desta provin-
cia ; mas se Dos nos njudar ha de baver quem
continu fustigar os malvados.
cisco Antonio Pereira da Silva Subdele-
iia parada, por que nao linbao renda para G. I gado de Jaboatao por ter visto nutras semi-
Nacionaei, nem em Palacio, porque nao erao Iban tes. Recife 23 de Agosto de 1814 Em
Empregados, que decidirlo da approvarSo das testemunho de verdade. Eslava o Signal Pu-ltbliert
Meza Parochiaes, o forao depois para os Afo-1 blico O Tabcliao Publico Guilherme Patri-
Alfandega.
Rendimentododia 12........ 8:723^710
Descarga para o dia 13.
BrgueScienciadiversos gneros.
BarcaEliza Johnslondem.
BarcaInnocence ac.
BarcaAfary farinba de trigo* drogas.
IMPUIiTJQA.
Columbns, galera inglcza, vinda de Liver-
pool, entrada no corrente n;e/, consignaco
de Me. Calmont&C., manifeslou o seguinle:
9 caixas e 11 fardos com fazendas d'algodSo,
2 caixas com linbas a R Jamerson & ('.
42 caixas com fazendas d'algodSo, 100 caixas
com lolbas de flandres, 3 ditas com lencos do
seda, 1 dita com farinba d'aveia, 1 barril com
manteiga, 1 dito com carnea Jones Patn &C.
76 caixas e 41 fardos com fazendas d'algo-
dSo, 50 barris rom chumbo do municSo, 12
caixas rom linbas, 4 ditas com meude/as, (>
ditas chapees, 7 ditas ditos de sol, (i latas pei-
xe, 1 barril linguas, 3 caixas lencos de"seda, 4
fardos fazendas de las.l caixa ferragens.2 ditas
fazendas de linbo, a G. Kenworthy & C.
80 barris com manteiga, 20 caixas com li-
nbas, a James Cockshot & i'.
1 caixa com aderecos, 525 lijlos, 4 barris
com barro, a W. Rowmam
7 caixas e 38 fardos com fazendas d'algodao,
6 caixas cornchapeos de sol, 3 fardos com fazen-
das de linbo, ditos ditas de la e algodSo, 2
caixas fazendas de la, a orden,.
28 caixas e I laido com fazendas doalgodo,
1 dito ditas de laa, 4 caixas com linbas, James
Crabtree & C.
10 lardse IS caixas com Tazendas d'algodSo,
I embrulbo objectos de selleiro, a Latham &
Ionio Gusmo, que era hospede do Sf, Dr. Do-j gados est allanado, por queja esteva urna vez co iiiserra CavalcanU,
50 caixas e "2G Tardos com fazendas d'algodao,
[ 5 ditos ditas do linbo, 5 barricas e o caixas fer-


Of\ I..
farvn
>
regeos, ou osrris manteiga, 5 taixas d
johnston Pater & C.
1 caixa cotn livros, 15. Dcshayes.
39 fardse 11 caixas com fazendasd'algodo,
1 fardo ditas de la, 50 barris manteiga, a Rus-
gcII Mellors&C.
15 fardos com fazendas d'algodao, a Henry
Gibson.
69 fardse 94 caixas com fazendas d'algodao,
3 caixas com queijos, 1 barril com toucinho,
4 caixas com conservas, a W. E. Sinilh.
25baf*ris com vinlio, 20 ditos com oleo de
linhaca, 4 gigos com chapos de seda, 3 barri-
cas com ceneja, 3 cmbrulbos rom papel, 8 vo
|ame coro drogas, Boopc Brookins
IN caixai o 8 fardos rom fazendas d'algodao,
2 caixas com hotoes, 1 dita com chapeos, i R,
Boylo & C.
2 caixas com fazendas d'algodao, Fox
Brothers.
70 fardos e 95 caixas com fazendas d'algo-
dao, 8 ditas ditas de linho, 1,000 ditas com
sabao, 4 lardos com gunno, 2 barricas com
corveja, 1 dita com louca, 21 caixas com velas
de sebo, t embrulhocom papel, a Me. Calmont
& Comp.
10 lardos com fazendas d'algodao, a L. G.
Ferr ira <* C
13 caixas e8 lardos com fazendas d'algodao,
6 caixas ditas de linho, 10 barricas com cerveja,
1 caixa com preparos para solleiro, 1 dita com
ineudezas, a Adamsoi. Howie & C.
2 caixas com fazendas d'algodao, a Jonh
Slewarts.
41 caixas com fazendas de algodao, a Rosas
Braga & C.
3 caixas e 1 barrica com bolaxas, 10 barris
com manteiga, 50 queixos, 30 presuntos, 2
embrulhoscom toucinho, 2 caixas com conser-
vas. 2chapeos, a Antonio Jos d'Araujo.
1 barrica com cerveja, a Jonh Broadbent.
1 barrica com louca, ao Dr. Wanderley.
1 caixa ignora so, a E. Hayte.
1 caixa igno'a-se, a G. T. Snow.
1 malla ignora se, F. Sanders.
1 caixa e um embrulho ignora-se, Ch.
Poingdestro.
2 embrulhoscom papel, ao Rv. Austin.
1 em'urulho com papel, J. P. Moreira.
1 embrulho com papel, J. P. Smith.
2 chapeos, a Cardoso.
3 sacos com amostras, a diversos.
16 tonclladas do ferro, lastro.
EUia Johnston barca ingleza vinda de
Liverpool entrada no correte mal a consig-
nado .Jo Johnston Pater di C, manifestouo
segu n te.
1 caixa drogas 1 dita roupa ; a De Arbu-
ckle. ,
2:000 caixas sabao 2 caixas lazenda de li-
nho ; a Me Calmont & C.
50 gigos louca 1 caixa amostras; a box
Rrolheis.
15 caixas fazendas de algodao 15 barricas
(erragens 12 folies de ferreiro 30 chapas
para fogoes 1 barrica lampos para os ditos,
160 embrulhos de ps de ferro 1 burra dito ,
23 fardos fazendas de algodao 13 caixas ditas
do linho 1 embrulho roupa 2 gaiolas aves;
aos Consignatario
5 fardos lazendas do algodao; a Jos Jerni-
mo Monteiro.
3 caixas e 5 fardos ditos dito; a James Crab-
tree & C. r D
1 caixa roupas, papel e queijo ;b(i. f,
Smith. ft .
4 fardos lazenda de algodao 2 caixas ren-
das dito I lardo fazenda de linho ; a Bussell
Mellors & C.
200 gigos louca ; a Ordem.
1 caixa garrafas; a \ ictch Bravo & C
2 barris agoaiaentc 5 mantas toucinho ,
2 barris conservas; ao Capitao.
Science bnguo inglez vindo de Liver-
pool entrado no correte mez, consigna-
do de Deane Youle &C. ; man.festou ose-
8n'," caixas lazenda de linho ; a Me. Calmont
" 244 fardos e 119 caixas fazenda de algodao ,
1 dita ditas de laa 2 barris cerveja ; aos Con-
signatarios. ,
66 gigos louca 1 fardo fazenda de laa: a Ja-
mes Crabtreo & C. -
2 caixas fazendas de linho a Geo: Kenworthy
1-00 caixas sab9o ; a Johnston Pater & C.
4*caixas fazendas de linho; a Adamson Ho-
o. i*
V'l 1 laidos fazendas d'algodao; a Henry Gih-
,0Dcaiiaa e 3 fardos axendae de algodlo j a
R rlixa&asde cobre. 2 barricaseslanbo;
a \ntooioVUDtioi da SiW* Barroca. -
30 barris saTrtre-fva Ordem.
fardos faaeodwVHjAo; a J. Patn &C.
1 caixa papel o linos; > L. G. lerre.ra &C
\
utas

indas dealgodSo; a R. Jamerson \ Jos Goncaives da Silva, no Acaracu.semo O Ortnanfa d 6r. Mues guando th competente sollo ; qucmforseu dono e qui/er le de Polica.
que siga o seu destino, \ pagar do contrario Pergunta-se ao Si. ('.hele do Batalblo Ll-
llcar para o consumo. 6) geiro se quom foi '.nenie Coronel da G.
________ ,N. zpela lei de 18 de Agosto de 1831 e pela
1 THEATRO"PUBLICO. nova lei da reforma da G. N. no foi nomeado
Domingos 15 do corrente a beneficio de Tenenle Coronel pelo Presidente da Provin-
Manoel Nicira de Jess o Joaquim de Santa ca, seconsentindo que o traten por um poa-
. j\ i'... j_ i .. .i:...,, i,. ..... .-.r. i..,..
<- u
diC.
6 barricas batatas ; ao CapUo.
2 fardos fazenda do algodao ; a John Sle-
warts.
ftlovimento do Porto
Navios entrados nodia II.
Ass ; 12 das, hriguo brasileiro Sagitario,
do 250 toneladas, Capito Jos Joaquim Go
mes, equipagem 12, carga sal : ao proprie-
tario Antonio Francisco dos Santos Braga,
'o.i:., ni a:*. k:> ;,.u-, /.,. KW*/J<
Auna Pereira Candozohaver o seguinte diver to que nao tem peante a sociedade do*
tiliienlo. Depois de executada urna das me- homens, nao la/ o mesmo quefazojoio Ma-
Ihorea aimphooias, abrir a scena a muito in- luco que boje anda vestido de Rei amanhSa
teressante e sompre aplaudida peca Acmt $ a- de General e depois de administrador do
chima ou os trez Herosmos da virtude. Jul- alarias etc. O /'<" da Pobreta.
amos desnecessario o tecer elogios a esta in- Precisa-se de um bomem que lenha mu-
mili .iiiitimti iiimilimh una ouiiiui i>i.i.i. giiinos uusiiecessai m u iooim iup..
Cdiz; 36 dias brigue nglez Tuto Friends signe comedia, por quanto basta di/.ernios queItO boa lettra eeotenda de escrituraco por par
do 206 toneladas, Capillo Edward Priaulo. he producto do grande autor Antonio Xavier I idus dobradas para lomar cunta de um escrip-
..nnnqnam 11 nnrrr-i cal a \lf* 'ulllliiftt .,....<.. I.......* .l^nnn .I'. nlt.in^a
equipagem 11 carga sal : a Me. Calmont
&C.
A'ario sahido no dia 12.
I! 10 Grande do Sul ; brigue-cscuna brasileiro
Santa Cruz Capitao Joao Francisco da
Cruz: carga diversos gneros.
Edit.tPs.
A Cmara Municipal da cidade de Olinda e
seu termo em virtude da lei, $c.
Faz saber que nos dias 27, 28 o 30 do
corrento se ha de arrematar por quem mais
dur, por lempo de um anno tendo principio
no primeiro de Outubro do mez prximo vin-
douro ao ultimo de selembro de 1845 : as ca-
sinhas da Ribeira o repeso dos acougues, o
subsidio dos porcos, casa da plvora do Man-
guinho, aferico e rovisao dos pesos o medida ,
o contrato dos mscales e boceteiras e o im-
posto sobre as canoas de agoa do Varadouro ;
comparecendo os pretendentes habilitados e
munidos de seus fiadores no releridos dias a-
cima. E para que chegue ao conhecimento do
todos mandou a Cmara fazer o presente qua
ser publicado nos lugares do costumo o pela
imprensa. Cidade de < linda, 13 de Selem-
bro de 1844. Jps Joaquim de klmeida Gue-
des Pro Presidente. Joo Paulo Ferreir,
Secretario. 21)
= 0 Engenhciro em Chcfe da provincia laz
publico, que, nao tendo comparecido licitan-
tes compra da canoa aborta pertencento is-
bras Publicas, cuja praca foi designada para o
dia 4 do corrento pelo edital de 26 do Agos-
to prximo passado publicado nos dias 28 do
mesmo mez e 3 do corrente : de novo tem
marcado o dia 13 para efleituar-se esta praca
debaixodas mcsmascondisOes, e forma consi
gnada no relerido edital. Bepartieao das Obras
Publicas 6 de Setembro de 1844. O Engenhei-
ro em Chele. J.ouis Leger Vauthier.
Joo Xavier Carneiro da Cunha Fidalgo Ca-
valleiro da Casa Imperial, Cavalleiro da or-
dem de Chrtsto, e Administrador da Mesa do
Consulado por sua Magestade O Imperador
que Dos Guarde 9c.
Faz saber que perante a administradlo da
Mesa se ha de arrematar no dia 17 do corrente
duas caixas com assucar branco apprehendi-
das pelos respectivos Empregados do trapiche
Companhia, urna por inexactidao da tara, e a
outra por alcificafao no assucar; sendo a arre-
malaco livre de despezas ao arrematante. Me-
sa do Consulado de Pernambuco 13 do Selem-
bro de 1844. O administrador Joao Xavier
Carneiro da Cunha.
atraso tornar digna da attencao do respeita- lorio
vel publieo. Os intervalos serio intertidos
com ptimas poyas de msica. Terminar o
espectculo com a jocosa Parca o 'laful ora
de lempo.
He este o divertimento quo os beneficiados
pretendem apresentar aos seus proletores, de
luem esperan acoln monto e amparo.
(Principiar as horas docostume.)20)
2 PUBLICACO.LITTERARIA.
Archivo Medico lirasileiro.
Gazeta mensal de medicina, cirurgia e scien-
ciasaccessoriasred.gidae publicada no Rio de J yi 0, bilhetes existem a
Janeiro soba d.reccao do Dr Ludger.oda Ro- l"*a'*[,. ,..V ,,:., .,.w Srs Vieirn
pretendente procure a F. .1. I .
da Hoza.
LOTERA DE S. PEDRO
MARTYR DA CIDADE DE
OLINDA
Em consequencia da grande influencia das
eleiedes, nao pode ler lugar o sndamcuto das
rodas no dia 12 do crente como se tinha aij-
nunciado porm tera agora infalivelmeiite no .
dia 10 de Outubro prximo vindouro ou an-
tes se venderem- se liem o resto dos bilhetes que
faltao: por assiiM ter determinado o Exro. Sr.
cha Ferreira I.apa. Cada numero constar de
24 a 32 paginas de imprcsso em quarto gran-
de
Subscrevo-se nesta cidade na Praca da Inde-
pendencia livraria n. 6e 8 a nove mil rea por
anno, e no mesmo lugar sero entregues os
nmeros livres de porto ; os Srs. que deteja-
rem ver o Io. numero pdem dirigir-se a dita
loja onde serlo satisfeitos. 14)
Avisos mariimos.
-ParaMccei segu o h ya te Esperanca do
Maranhao; quom i|uizer carregar 00 ir de
passagem dinja-se ao F'-rte do Matto a bordo
do dito fundiado defronte do Trapiche do
Algodao.
2 = Para o Rio Grande do Norte a barca-
ca Conceico Flor do Poss pertende sa-
bir nodia 18 do corrente quem nella quizer
carregar, ou ir de passagem, entenda-se com
o mestre ; oa ra da Cadeia do Recife loja de
Joao da Cunha Magalbaes. (6)
2Para o MaranbSo sahir com toda a hre-
vidade o patacho Wepluno para carga o pas-
sageiros Irata-se com ManoePDuarte Rodrigues
na ra do Trapiche n. 26, ou cun o Capitao a
bordo. 5)
Avisos diversos.
fleclaracoes.
1O Sr. Inspector do Arsenal de Ma-
rinha. em observancia do imperial aviso de "29
de Agosto lindo, manda fazer publico que en-
gaja dous moldadores de obras do ferro
para servirem na fundico de Ierro esta
belecida no Arsenal de Marinha da corte, pelo
lempo de dous ou mais annos, se nisso convie-
rem. As possoas de seinelhante prolissiio a quem
convenha o engajamento siio convidadass pelo
mesmo lllm. Sr. Inspector a comparecerem
quanto antes n'esta Secretaria, a lim de trata-
rem d'esse negocio, o assignarem o respectivo
termo.
Secretaria da Inspeccao do Arsenal de Ma-
rinha de Pernambuco 12 do Setembro de
184. O Secretario,
Alexandre Hodrigues dos Anjos. 16)
Administrago do Patrimonio dos Orphos.
4_Perante a Administracodo Patrimonio dos
Orphos se ha de arrematar a quem mais der
as rendas da casa n. 4, sita no largo do Hos-
pital do Paraizo : as pessoas que So propo-
zereai a arremarar ditas rendas podero com-
parecer na casa dassessoes da Administracao
nos dias 9 e 16 do corrento mez as 4 horas
da tarte com os fiadores.
Sala das sessoes da Administracao do patii-
O NAZARENO N."61
esta venda nos lugares do costume, a 60
rs. cada exemplar. Trata das cousas dos Alo-
gados, o atiende ao Guarda Nacional, a'em
de oulros objectos do dia.
OPERNAMBL'CANON. 3
sahio luz e cha-se venda assim como ol.
e 2. n. a 80 rs. cada exemplar uu livraria
da ra da Cruz do bairro do Recife, n. 56, e
na de Coutinho & Lopes esquina da ra do
Collegio bairro da Santo Antonio. Nos mes-
mos lugares subscreve so para a sobredita folha
a Itf rs. por cada serie do 25 ns. pagos adian-
tados,
Muito se deseja saber dos Illms. Membros,
que comparecerao a soberana mesa parochial da
freguezia do Jahoatao excepio do Sr. Joao
Coelho qualo lado poltico, a que SS. SS.
pertencem, visto, que tendo excluido do seu
gremio aos Srs. Ignacio de Barros e Vgario ,
por ser Baronistas, e Manoel Pires, Jos
Claudinoe Capitao Jos Antonio Pereir(a por
seren praieiros ; se ignora inteiramente qual
o breviario por quo SS. SS, leem: isto per-
gunta um que pertence ao lado de Ignacio
Luiz do Soccorro.
Pcrgunta-se ao Sr. Joaquim Nunes Ma-
chado se a historia que conta a seu helo
prazer na ?ua correspondencia publicada no
Diario da praia n 198 em resposta a que Ihe
fez o Sr. Tenenle Coronel Manoel Joaquim
do Reg o Albuquorque no Diario de Pernam-
buco n. 203 he tao vetdadeira como ser o
Sr. Francisco Carneiro, T. Coronel pois que
assim o Sr. Nunes Machadoo chama na suacor-
reupondencia. Haja pois do declarar pelas follias
publicas, de que Batalhao he o Sr. Francisco
Carneiro Machado Rios Tenenle Coronel--po-
publico. so conhecemos
venda no Recife tojas de cambio dos Srs. Vieira,
Manoel Gomes ; .Sanio Antonio ra do Cahuga
tojas de fazendas oos Srs. Pereira & Guedei ,
botica do Sr. Joao Moreira Boa-vista loja de
ourifetsdoSr. Jacinto, eemOlinda, nosqua-
tro cantos loja do Sr. Domingos: ra de S.
Berilo sobrado n. 12. (*J
= Ferreira & Braga lazem publico que Ma-
noel Francisco Pereira, deixou de ser seu cai-
xeiro desde o dia 12 de Setembro.
Na ruad'llortas, casa n. 47, engoma-
se roupa com toda o perfeicSo.
1 Perciza-se alugar um sitio perto da
Praca, nos lugares seguinles, Sledade, MaogU-
nho, Gapunga, Passagem, ou do aterro ateos
Afogados. A pessoa quo o tiver dirija sea ra
do Cutuvello n. 58 para tratar do aluguel. (5
2Aluga-se um escravo ptimo padeiro ; na
ra cstreita do Rozario n. 22 primeiro an-
dar. )
2 U-so dinheiro a premio sobro penhores
deouro ou prata, mesmo em pequeas quan-
tias; na ra eslreita do Rozario n. 22. pri-
meiro andar. *
9 SOCIEDADE TIIEATBAI. Pllll.O-
1IIA1.IA.
A direceao faz sciente aos Srs. socios que o
bilhetes para a recita de sabbado, H docorren-
te.serO distribuidos nos dias 12, F> o 14 em
casa do respectivo Ibesoureiro na ra do Colle-
gio n. 5. -'i
2()|lerece-se um rapaz Brasileiro que sabe
ler, oscreverecontar para taixeiro derua.es-
creverem algum cartono ou mesmo para ou-
tra qualquer cousa que Ihe coiwenha no que
promi'lte grande desempenho ; quem precisar
de seu nrestimo annuncie. 6.
2=Precisa-so de alguns milbeiros de lijlos
de alvenaria postos no porto; assim como do
alyumas canoas de areia ; 'na ra Formosa n
5- V
2 = Precisa-se do um rapa/, para serveio do
urna casa de pasto ; na ra dos Quarleis n.
12. 3)
2__Aluga-se o segundo andar do sobrado da
ra larga do Rozario n. 23, com bastantes
commodos ; a tratar na mesma casa. (3
2Luiz Gomes le reir embarca para o Rio
Grande o seu preto escravo, do nomo Domin-
gos, d)
2No pateo do Hospital loja do sobrado n.
18. precisa se-de urna preta escrava. para an-
dar com urna mulhcrlorra vendendo fazendas ,
paga-so bem; quem tiver pode dirigir-se ou
annunciara sua morada. 5)
2 -- Joao Joaquim Gomes, subdito Portuguez.
segu para Angola. 2)
Jiapi novo vinagrinho.
o A qualidade deste rap dispensa qualquer
elogio; ello se recommenda aos apreciadores do
uma boa pitada, eseacha a venda noescripto-
riode Mendes tOliveira; na ra do Vigario
n. 21, o na ra da Cadeia do Recife loja n. 50,
e nesta tambem em citavas ; o embrulho des-
to rap lio azul e os rotlos trancos : o pre^o
he fixo a 2*000 ris a libra (9)
3Joanna Francisca do Menezes, viuvadu
Jos Antonio Carneiro avisa a todas as pes-
soas que liverem penhores de ouro ou prata
in sua nio, quo nao os vindo tirar no preso
de 20 dias, os vender para o seu pagamen-
to. 6)
3 Joao Moreira Marques embarca para o
i* eu eo respeitavel publico, <.w w........------, ~- --------- n- .
Carneiro por Tenenle Coronel do 2 Bata- \ Rio Grandedo Sul o seu escravo Vicente,cnou-
mmilod^T'Tnd^ de S. Antonio no lempo en. que lo.
I daCru* Escriturario. (10 anarquizou esta cidade, e quando S. S. co- 3_lzabel Kleutena da Silva Lisboa retira-se
LAchou-aenacaiMdoCorreio.eutreascar- roo Chele de polica o procurara como casia- para Macei, Mando em sua companhia J fi-
las selladas com o porte pago, uma carta para dor procura alebr, ja se sabe para que,...; Ihos menores, 1 escrava e 2crias. )


- I'nt vntanfi di fregu ia de S. Jos, pede
do v declarar pelas olhos pu-
b cm quantos quarteirdes
teim n sma freguesia o< ri esclare
i1 |i u pertencoca'da uro, pois
tend as prximas eleicocs do da 22
do i' e .1 vot ( o s< i l<'.t.i
na coi do crt 17( > n l7d.
quer porlsso i abi r o as-
i ra que quarteiru perlenco a
roa de s \ radias.
7' | aixoasi gnad
e soas que tiverem proprie-
'1- a i nca a mais escru
icjao i n maioi selo no desen
sua arte ; devendo todos os que do seu prest
mo se i]ii 'rrem utilsar,drigirem-se (porc 11i
aomesmo abaixo assigoado, na Rua-direita,
sobrado n. i-21 rfoaguimda FonsecaSoa-
ret de ) igvci i u!u. (0)
Mai oel do Sousa Gufmeraes comprnti por
ron la do Sr. A o lo nio Jos Piohero, morador
nos Barraros, meio bilhete n. 2305, da se-
gunda part da'segunda lotera da matrfz de S.
Pedro Marlyrdo linda. '
-Precisa-se do om padeiro, queentendade
lodo o servico de una padaria para ir distan-
tan tt desla praca _"i legoas paga-se hoin or-
denado ; na ra da Praia n. 22.
Quem annunciou querer vender um tic-
ciooarioda lingoa portugueza, por Constancio,
com muilo poueo usoc por proco commodo ,
annuncie sua morada.
Na ra do Bom Jess das Crioulas n. 6,
existe una ama de leile parida de dous nie-
les sem ilho e he crioula.
Perdeo-se no caminbo da praca do Corpo
Sanio al a Passagem da Magdalena, un exem-
plar ta nova Paula das Alfanriegas do Brasil,
imprimida no Rio de Janeiro ; quem a achou,
queira restituir a seu dono na praca do Corpo
Santo d. II, que ser gratificado.
Precisa-se de duas mulhercs Portupuezas
j domis de meia dade para seren amas no
mallo distanle desta praca 20 a 36 legoas e
ao meos urna que saiba ler, escrever e con-
tar para ensinar duas meninas ta mesma casa;
quemesfiver nestas circunstancias dirija-se a
ra da Praia a fallar com Manoel de Souza
GulmarSes.
Domingos de Scyllos Thom6 morador
fia ra da Conceicoda Boa-vista n. f.as ocen-
le a pessoa, que no dia segunda feira, 'J do cor-
rente dirigio-se a sua cusa e Ihe tirou de
te.-.tro do boleo da sobre-casaca a quantia de
OOfrs., dinheiro este, que seos amigos Ihe
emprestaro parte delle, para certo pagamento ,
de o ir entregar por bem, do contrario ser o
seu iiome publicado.
Alugao-se o segundo o terceiro andares do
sobradon. 1. do becco largo do Recifo, com
bonscommodos para familia ; a fallar com D.
.Mara Joaquina Marques de Araujo, ero Dunda,
ou no brimeiro andar do mesmo sobrado.
-- Precisa-sede um caixeiro, que enlcnda
e yenda e to fiador a sua conducta ; na ra
to Hospicio n. 34.
Precisa-se de um homem para trabalhar
em masseira ; na praca da Boa-vicia n. 10.
- Precisa-se alugar uro sitio pequeo, perto
da praca que tenha banho duagoa doce; e um
sobrado de um andar no bairro de S. Antonio ,
1 So sendo em ras exquisitas, pago-se aiguns
mezes adiantados ; na ra Dlreita sobrado de
um ndar n. 56.
Josefa Joaquina doLivramrnlo faz publi-
co, que de hoje em diante delxou Manoal An-
tonio Telseira de ser seu procurador bastante.
pifa que niogem faca negocio algum com elle,
pois quenenbum alimento ter.
' Aluga sea casa terrea deronte do thca-
tronovon. 13; a tratar na ra da Cadeia
do Kecife n. 4o coro Joaquim Goncalves Cas-
da r-!hes licSes de ingles em suas casas; o pa-
ra cdnvencionar-le a hora se servirs procu-
ra I-o das f as 9horas da noute a bordo da bar-
ajjebanhos, ou do tarde na sua residencia,
na ra Formosa n. 4. (7
2 Os Srs. Francisco de Paula Carnoiro,
Manoel da Silva Simdes, Joao Atbanasio Bote-
iho Mai i Pereira lavares de Mello e
Antonio Jos Estoves dirijo-sa ra du Praia,
armascm n. 6(i. queso Ihe deseja lallar a De-
seos inleresses. (6
2 D-se dinheiro a premio com penhores
deouro, mesmo em pequeas quanlias ; na
roa Nova n. 58. (3
'2 O encarregado da afericao faz publico
conhecimeoto de quem eouvfer, que a re*
risSo dos pesos e medirlas ateridas est aborta
desde o primeiro do crrenle mes, e ha de n-
dar no ultimo do mesmo, na turma j annuo-
ciada; assimeoroo, que continua a aferir aos
que por qualquer inconveniente deixaifio de
comparecer nos mezes findos. (8
3Alugo-sro primeiro e segundo andares
do sobrado da ra do Amorim n. 20 juntos ,
f>U separados; a tratar na ra do Vigario u. "23,
segundo andar. (i
3 Aluga-se por preco commodo as lojas do
sobrado de dous andares do pateo de S. Pedro;
a tratar na ra estreita do lio/ario n. 41 pri-
meiro andar, n
3 Boato Jos da Costa com liquidalario da
casa da viuva Costa & I'ilhos, partecipa a quem
convierter mudado o escriptorio da adminis-
Iracao da ra da Cadcia do Recffe n. 3f>, para a
mesma ra o. 35, cuja entrada he pela ra do
encantamento. (6
3 Aluga-se urna negra para o servico de
urna casa de pequea familia por 10^ rs.
mensaes ; na ra dos Martirios n. 32. (3
3Precisa-se alugar] urna escrava para o ser-
vico de urna casa de piuca familia que saiba
comprar, cosinhar, engummareensabuar, dan-
do-se-lhe o sustento e iljjf is. mensaes; na So-
lidada, indo pela Trempe, do lado esquerdo
n. 42. (fi
3Arrenda-se um sitio que tenha casa pa-
ra grande familia e que este seja perlo da pra-
ca ; ra das Trincheiras sobrado n. 19. i,3
LOTERA DU GUADELUPB.
Os bilhetesda pequea e roui acreditada lo-
tera do Giadelupe que mui prximamente
deve correr, acho-se a venda as lojas de cam-
bio da ra da Cadcia do Becie, dos Srs. Vieira,
e Cunha; na de miudesasda praca da Indepen-
dencia, do Sr. Fortunato Pereira da Fonseca

.">Vende-se um preto ; na pracinha do Ll- lmenlo de fasendas inglesas de todas as qualt-
vramento venia n. io, das U horas da ma- dades, por preco commodo; na ra Nova, loja
nbSa em diante 3 n. "9, de Diogu Jos da Costa
3 Vende-se urna pequea morada do casa I Vende-so urna morada da casa; com
terrea em chaos proprios sita na travessa do bastantes com modos para grande familia corn
Carcereiro ; as Cinco-pontas n. .'51. (3 quartos quinta! a cosinha fra sita na ra
3Vende-se urna morada de casa de pedra de S. Bita n. 43; a tratar as Cinco-pontas, em
e cal, ainda por acabar, em S. Amaro, na es- frente da furt alosa a. i
Irada nova te Lui/ to Rogo, parede conjunta Vendem-se lijlos de marmore por preco
com o sitio do Sr. Manoel Pe/lra Lemos; a tra- commodo ; no caes da '. Ifi n lega armasem
tar na mesma cujo vendedor a faz com con- de Antonio Annes Jacome Pires, a tratar corn
sentimentodeseu proprielario Manoel Luiz da Fumino Jos Felis da Rosa.
Veiga. n Vende-se, por preco commodo, 3 flandres
3Vende-se potassa americana o da Bussia, de vender azeite quo levSo duas caadas o
cal virgem de Lisboa em barricas e caixoes com pouco uso; na ra da Calcada, sobrado n. 10
propria para o fabrico de assucar; na ra do 1 Vende-se escollante farinha para bolaxa ,
Apollo, armascm de Manoel Ignacio de Oli- e para fabrica de chapeleiro, a 7, 8,9e 13/rs.
veira. (5 a barrica ; na ra larga do Rozarlo n. 18. (3
3 Vendem-so irascos com polpa de tama- 1 Vende-se urna negra do nacao, de 30
rindos propria para limunadas e para emba- i annos bonita figura engomma com perfei-
que ; na ra estreita do Rozario, botica do Joao cao lava cosinha che boceteira; na ra No-
Pereira da Silveira. (4 va n. 65, primeiro andar. i\
3 Vendem-se chapeos do Chile, entre-fi-' .1 Vende-se excellente bolaxa a 8, 10 e 12
nos ehegados ltimamente do Bio de Janeiro ; patacas a arroba, sendo a primeira muilo coro-
moda para casa de lamilla na ra larga do
Rosario n. 18. 4
na ra do Collegio loja do fasendas n. i. (3
2Vendem-se capachos de cores, compri-
dos e redondos, galo fino largo e estreilo, pa-
ra divisa de cepillo e alferes ludo por preco
commodo ; na ra da Cadeia do Recite, loja de
miudesas n. 16. (5
2Vende-se um molequedo 12 annos mui-
lo ladino ooptimo para qualquer officio; um
dito de 15 annos de nacao ; um oseravo de '22
annos, bom official de ferreiro ; dous cscravos
de nacao com bastante pratica do servico do
campo; urna escrava moca, boa cosinheira ,
engomma cose e faz bem renda ; duas ditas
de meia idade com-varias habilidades, todos
de boas conductas e se dao a contento ; na
ra Direita n. 3. :i
1Vcndem-su meias barricas com farinha
superior, por preco commodo; na ra larga
do Rosario n. J8. (3
1 Vende-se ladrilho de marmore, da mar-
ca grande a 240 rs. ; na ra do Vigario n. 19. 2
1 Vende-so um cavallo para carroca por
preco commodo ; na roa da Aurora cochoira
n. 2. ,3
iVende-se um burro do Horacio ao peda
Icltra ; na ra do Sol n. 83, primeiro andar, ao
peda venda do garapa. (3
1Verido-sc uro grande sitio na estrada de
S.'Amaro para Bellcm passnndo a ponte, to
lado direifo, primeiro portao, deoomiuado
Bast s ; na bolita do Sr. Moreira Marques, ao de boa conducta cose, faz renda e engomma ,
peda matriz; na Boa-vista, botica do Sr. Igna- acompanhada de um molequinho ; na ra d
(o Jos de Coulo ; e nos 0"alr-cantos em Cabuga n. 16. s
cao.
1JoSo JosdeAlmeida, cidadSo Brasileiro,
retirarse para o Cear, levando em sua com-
paobia Cosme Jos Ribeiro Joao Francico ,
JQioTeileira e dous escravos Antonio e Joa-
quim. e
iO Reverendo Dr. AnlonioteAndrada Lu-
na roudou a sua residencia e escriptorio de
advogacia para o primeiro andarro sobrado du
ra do Collegio n. |8. i
2 Precisa-se de um caixeiro, que entenda
de pharmacia ; na ra da Cadaia-vulha n. 3. a
2 Aluga-se urna preta para lodo o servifo,
paga-sc bem sabendo cosinhar e ensaboar no
largo do Ter$o n. lo. 3
- Jean Loubet, fabricante de chapeos de-
so morador na ruado Passeio-publico avi-
sa aos seus fregueses que recebeo agora pelo
ultimo na vio de Franca um lindo sortimento
te chapeos te sol das melhores qualidades ,
que pode haver ; o contina a cobrir e concer-
tar por mdico prego. 7
Ofinda loja do Sur. Domingos Jos Alves da
Silva. (12
2 Aluga-se urna canoa que cirrega 1200
lijlos de alvenaria muilo estanque, por ler
sido concertada a 15 dias ; quem a pretender,
dirija-se ao trapiche novo a fallar coro Fran-
cisco Augusto da Costa Guimares o para a
ver no sitio do mesmo em S. Amaro. ('6
2 Os Srs. Francisco da Rocha Vasconcel-
os Joaquim Francisco de Azevedo Manoel
Jos Ferreira Machado Joaquim da Silva Sal-
les dirijo-se a ra do Livramenton. 6, a ne-
gocio de seus inleresses. (5
2 Na casa do alfaiale Jos Joaquim do No-
vaes na ra do Quefmado, que faz frente pa-
ra o largo do Collegio.contiiiaja haver obras fei-
ias para vender assmcomo recebeo um sor-
tmenlo de cortes de colletes de superior quali-
dade tanto na qualidade da fasenda como
ni gesto. ,7
2 Vende-se urna preta crioula de 15 an- t sitio do Mirante com casa para tua.s familias,
bastante tena para plantar, ou ler 10 a \ vac-
cas de leile todo o auno com bastantes arvo-
redos de fruto do varias qualidades, o coro 3
viveiros ; a tralar i.o mesmo sitio ou noBeci-
re com Luiz Antonio garbosa de Brito. 0
Vende-se uro peso do duus arrobas anda
em bom estado ; na piafe' ""a Boa-vista n. 10.
Vende-se um par de p'u.koiras de diamiin-
tesgrandes, urna gargantiilK1 muto bonita,
um alinele para cintura con. um diamante
grande, pares de brincos te diire"l'"les mode-
los anneloes modernos um par "vJb-^casticaes
de praia modernos urna cnlher de ti.rar sou-
pa urna correntinha para relogio, duas voltas
do transelim duas dilas de cordao liados
alfinistes o boles para abertura ; as Cinco-
pontas n. 45.
1 Vende-se urna lancha quasi nova o em
bom estado com todas as vellas c pintada de
novo ; um bote de forma engracada com seus
remos, igualmente em bom estadoe pintado do
novo; ambos estes vasos pestoncerio a um navio
ingloz ; para vero tratar, dinjao-se a casa de
pasto francesa do becco da Liugota n. _'. (7
nos de bonita figura ; na ra do Vigario
n. 27. 3
2Vende-se um bom moleque de Angola,
sem vicio a vista do comprador se dir o mo-
tivo da. venda ; na ra Nova armasem n. 67.
2Vendem-se no armasem de Fernando J-
se Braguesao p do arco da Conceicao saccas
com farinha de mandioca, chegadas ultima-
mente da Bahia c saccas com arroz de casca,
ludo por commodo preco. (j
2 Vende-se algodo da terrea a 220 rs. ;
na ra do Crespo n. 10. (2
2Vende-se, por precisao, urna escrava par-
da escura, vistosa, robusta, desembaracada e
Compras
2 Compra-se un.a espada praleada para fi-
leira que esteja cm bom uso ; quem trver
annuncie. (3
2 Compra-se urna negra sem vicios, e que
perfeila costo reir e engommadeira ; de-
fronte do t tica tro velho n. 16 segundo andar.
2Comprao-se escravos para o servico de
c mpo de 18a 25 annoa ; no Atierro da Boa-
visla n. 43. ^ 13
Compra-se urna mrada de casa terrea no
bairro de S. Antonio ; uro ponleiro para me-
nino, deouro e sem feitio ; na ra Direita ,
sobrado de um andar n. 06.
Compra-se um diccionario de Constancio,
da ultima edico ; na ra doCabug loja de-
fronte da matriz.
Compra-se um casco de sellminglez, em
bom estado ou. mesmo coro todos os perlen-
ces; quem tiver annuncie.
CouipraC se eteravos do ambos os sexos,
de 12 a 0 paia fra da provincia ; na ra to
Fogo ao p do Rosario n. 8.
Comprao-so effectivamente para fra da
provincia escravos de ambos os sexos de 12 a
Cabug n. 10.
Vendem-se borzeguins para homem a 2/
rs. sapatos de urna pala a 3^ rs. ditos de so-
la o vira, de entrada baixa francezes a 2400 rs. ,
ditos de urna sola a 2# rs., sapatos decouro de
lustro para meninos a 480 rs. ditos de panno
gaspeados do couro a 240 rs. ditos de marro-
quim para dito a 120 rs., sapatos do couro de
lustro de cores para senhora ditos do marro-
quiro e cordavao e outras muitas qualidades
de calcado tanto para homem como para se-
nhora e meninos por preco commodo ; na pra-
ca da Independencia n. 33.
Vende-se urna escrava de nacSo Angola de
24 annos, engommadeira cosinheira, lavadei-
ra o cose alguma cousa com um filho criou-
lo de 3 annos muilo lindo vende-se por sua
senhora retirar-se para a Europa ; urna dita de
20 annos com as mesmas habilidades com
urna cria de dous mezes, e com bom leitepara
criar ; urna preta de nacao, de 22 annos pro-
prias para lodo o servico de urna casa ou para
vender na ra ; um mulatinho de 7 annos, pro-
prio para pagem de menino ; na ra das Cru-
sesn.41, segundo andar.
1Vende-se um portao de ferro do modelo
do engradamento do Sr. Luiz Gomes; na fabri-
ca da Manoel Carneiro Leal na ra Nova. (3
Vende-se um pardo bom bolieiro ofllcial
de alfaiale, e serve bem a urna mesa he
multo fiel e nao tem vicios ; na casa de Jos
Joaquim de Novaes na ra do Queimado na
esquina do largo do Collegio.
Vende-se urna casa terrea sita na ra da
Gloria com bastantes commodos ; a Iratarna
mesma ra n. 33. ,'3
Vende-se um cavallo ruco gordo e com
todos os andares proprio para senhora, por
preco commodo ; na ra Nova loja n. 29.
Escravos fugld
2 Fugio, ha dous mezes,o escravo de no-
mo Manoel de nacao Cacange alto, magro ,
edr fula tem urna marca de (albo no pescoco,
lem oflicio ue carniceiro, consta andar nos Afo-
gadose Boa-viagem ; quem o pegar leve ao
arraaesm de Joo Carroll \ Filho, que ser re-
compensado. (7
iAnda continua a estar fgido o preto Do-
mingos de nacao be canoero e pescador do
alto, estatura regular, bem reforcado do cor-
po, he muito ladino, tem urna verilba que-
brada tem sido visto por varias vesos em F-
ra-de-portas isto he de noule e dizem que
S vero em trra depois das 10 horas da noute ,
e 1 ai pelas 4 da madrugada; quem o pegar,
leve ao sitio do Remedio a seu seabor Manoel
Ignacio Avila ou no Alieno da Boa-vista n.
2, primeiro andar, que pagar todos as despe-
sas que com o mesmo se flscr. 12
1 Anda continao a estar fugides os dous
pretos canoeiios ; Antonio ,. te nacao Benguel-
la altura regular de 20 annos, tem 0 em-
bigo bastante grande. Joaquim, do nacao Ca-
bunt representa 20 annos, altura regular,
nao tem barba muito alegre tem o dedo in-
ferior do p direilo excarn por cau: a
vico^ DS- rpara s": 2 &tS SalbT ;u,,a rua
v.co de padaria do que tem pralita e o outro dar de varanda te pao n. 20.
im au-
para qualquer servico de rua. ou mesmo de casa
de familia ; na prafa da Independencia lo-
ja a. 17. (5
Aluga-se a casa n. 137 da rua Imperial,
Vindas
que se ocha prompla e calada para urna peque- 3- Vende-se um cavallo com todos os an-
na ramilla; na rua Direita loja de cera n. 135. dares*. por preco commodo ; na rua das Trin-
2 : n cisa-se de oro rapas de H annos, de chorra*, sobrado n. 19. <
b. conduela para praticaolc de uma botica Vende-se, para fra da provinco, ou pa-
.- se ro de ora1 medrar J na rua estreita to Bo- ra o mallo uma negra crioula cosinha e en-
sario botica de Joao Pereira da Silveira. '4 ommacom nereiciio hetimnrii ., #j
> Jis.l-i M \i Rvfea mt t,.,,w -1, .. iui\ao e ne propria para todo atn uiumaeoe cores a
bra ; na rua da Cadeia do Becife n 35.
Vendem-se muito bons brins Ue quatros
de muito lindo gosto e da ullima moda casi-
miras porluguezasde diversos padrees, pannos
finos de todas as quafidades, merino preto, ver-
de escuro e cOr de perola de superior qualida-
de brirn trancado brance muito fino, ditopar-
do laa dequad/os, ricos cortes de selim bran-
co lavrado dito liso de diversas cores, sarja
preta hespanhola sedas do diversas cores pa-
ra vestidos ditas escocesas riscados de laa ,
ditos de algodao escoceses, meias e luvas de
seda para senhora, chlese mantas de seda ,
lencos pretos de sliro de Macu ditos mati-
zados ditos escoceses mantas de selim pora
grvala, scllins esilhoes ingleses de patente,
chapeos do Chile cortes de vestidos delga ,
seda branca e de cores ditos de laa ditos de
mos. 1 (
No dia !8deJuIho fugio, ou furlrao urna
preta donme Joanna do 18 annos, algum
tanto fulla, tem celombnhog em todo o rosto ,
uso de sua nco Mozambique anda nao tem
pedos tem falta de denles na frente na parte su-
perior e m (cas de custicos as barrigas das
pomas tem falta de cabellos no alto da^cabe-
ca proveniente de carregos ; quem a pegar,
leve a ruado Collegio que recebar 50# rs. de
gratifleaefio da mo de Cypnnnno Luiz ta Paz.
Fugio no dia 9 do.correte um negro de
nomeJoaquim, denacSo Benguella estatura
baixa, pernascambadas 1 pa-
ra dentro beicos grossos t-.-m punca bar i ;
levou calca: bi camisa azul, ou branc
elle ti lor de rua e multo coohecido :
quem n pegar, levo a rua Nova n. 21 qu
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