Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08139


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Full Text
Annode 1842. Segunda Fefra 26
Tuo aKora depende He ni nexmoi ; ,1. ,0M. ptudencii moderarSo e energa : cB-
4.aDemui cono principamos e eren, aponan,., coa a.ln.iracao enlre Naco.. m.i,
>"*> (Prriclaaiacuo ria Aasenblra Geni o iraitl.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
floianna, Paraiba e Rio -nade do Norte M;indu miu birla.
tionito 9 farsnhuas a 40 e 24-
C.bo Serinhaem Rin Formois Porto Caira, Macelo e AlaRnaa ao i. 41 Jj,
Bna-sisra Horas 13 e 2. Sania Ani.io quintas fciras. Olinda lodoa os diaa.
2fi Se*.
27 l'eie.
58 Qaart
29 Quii
3u Sai.
1 Sal).
2 Do.
DAS DA SEMANA.
< Cvprano e Justina Mm. Aad. dj J. de D. da 2. t.
s. Cosme e Damin Irs Re. Aad. do J. de D. dal. .
Venceslao Duque M. Aud. do J. do D. da 3. t.
s. Miguel Are-tunjo
1. Jernimo B Doul doler. And. do J. da D. da V. y.
ss. Viriasimo, Mxima, e Julia Irs. Mm. Rali Aud. do J. da D. da 3. T.
O SS. Botarlo de N. Senhnra.
de Setembro. Anno XVIII. N. 20 7.
O Diario publira-se tndaa os das que n.in nrem Saaiificadna : o |>rec0 ,], aasignatnra lia'
da tres mil reis por quartel pases adiantados Os annumins doi aaaipiaaHa sao inseridos
gratis a os das que o n.in fnrem :i rat.in de SO re por linda. As recUmacors deven ser
dirigidas a eslaTypograria ra das Crur.es I). .", au a praca da Independencia loj de lis-roa
Numero 37 e 38.
Cambio abra Londres 2.. Nomina).
a Paria 3S5ra*p. franco.
a Lanos 40fi par KM) nominal,
Moada da robre 4 iSan 400 de devonin.
dem de letras de boas firmas 14 "i-
de SF.TEMnito. compra venda.
Obro-Mnadaa 6.400 V. 4S.1MI0 4 i .800
a a N. l-i/iOJ 4i.r.oo
> da 4,000 8.800 9,000
Paita Pataruca 4 ,\(ll> 4,840
Peros Cwlumnare* 4,800 4>4
dito Mejicanos f*00 4.81(1
> muida 4,ti4U 4,680
*
Preamar do dia 26 de Setemhro.
4. a lil horas a 6 <>. da manh.
*. a 10 horas e 30 ra. da larde.
PHASF.S l)A LOA !VO MF.7, DE SETEMBRO.
La Nova a 4 -- s 7 horas e 22 m. da lard.
Qnart. erase, a 44 -- a 4 horas e 42 m da tirJ.
Loa ebaia a 10 as 4horaa a 5 te da lard.
Qnarl, ming. a 27 a 0 horas a M m. da tard.
DIARIO. DE PEKNAIIRl
wmm
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 22 DO COMIENTE.
OlTIcio Ao chefe da legio de Olinda .
dizendo que nao tem lugar a soltura de G
guardas do terceiro baulho da legio do seo
commando que foru rocrulados pelo ma-
jorJoo Paulo Ferreira ; porque os guardas
nacionaesdo referido batalhao teem sido o-
raissos no curaprimenlo de seos deveres fal-
tando militas vezes ao servido que so Ihes lia
determinado.
Portara Mandando passar proviso para
o lucrar de amanuense da thesouraria das ren-
das provinciaes Joze Cavalcante de Albu-
querque.
Oicio Ao inspector d'alfandega sig-
nificando que por seo officio de 17 do cor-
Portaria-* Nomeando, em conformidade
d* proposta do Chefe de polica o Bacharel
formado Joaquim Joze da Fonreci Jnior 1
supplente do Delegado do i dstrcto do
termo d'esta cdade.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE D0 DIA 20 DO TORRENTE.
.X.TKKIUH.
rente c documentos que oacompanharo,
lica inteirado do procedment do guarda-mor
da mesma alfaudega por S. m. approvado
acerca da contestado movida entre os ne-
gociantes AlexandreMakayel e J. Stewart,
que se dizem consignatarios das fazendas sal -
v.nas da barca Ingleza =.MiudIessex =, naii-
i'ragada na praia do Gamella ; e persuadido ,
de que ter levado tudo ao conhecimente da
thesouraria.
Dito Ao Presidente interino da relago ,
remetiendo copia do imperial aviso da secre-
taria da jusliga de 29 de Agosto ultimo pe-
lo qual foi commullicado ter havido S. M. o
Imperador por bem reintrogar os continuos
da mesma relagao no ejercicio do oficio de
corretores de folhas.
Ditos Aosjuizes municipaes e aos de
direito docrime da capital intelligencian-
do-os para a sua execuco da imperial
rcsolugo supracitada.
Dito Ao com manda n te do brigue = Im-
perial Pedro = determinando cm cumpri-
in.-uto do aviso di secretaria da marinha do
primeiro do mez presente de que Ihe remel-
le copia, que faga seguir em a primeira oc-
rasio opportuna para a provincia do Mara-
tilto lim de servir na escuna = Relia A-
inericana = all estacionada o segundo
ti-uente d'armada Antonio Claudio Soydo
Jnior que se acha embarcado na escuna =
Eegalidade =, presentemente surta neste
porto.
Dito Ao engenheiro ero chefe scienti-
lican lo-o do que concede ao arrematlante
da obra do quarto lango da estrada de Santo
Anto a dilago de trez mezes para proceder
aos reparos de que necessita o niesmo lan-
go ; licando elle obrigado principia-los den-
tro do prazo de dous mezes, e dal-os promp-
tos no flm da concedida dilagAo.
Dito Ao inspector fiscal das obras publi-
cas communicando o conteudo no antece-
dente oficio.
Dito Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda participando lim de que faga cons-
tar parte haver sido approvada por aviso
di secretaria da fazenda de 8 de Novcmbro de
18 41 a nomeago do guarda da meza do con-
sulado d'esta cidade, Joze Ignacio da Costa
Monteiro.
DitoAo inspector do arsenal de mari
nha intelligenciando-o de ter sido nomea-
slo o Exm. Snr. Ministro da guerra Joze
Clemente I'ereira para servir no lugar do
Exm. Snr. Ministro da marinha, Mrquez
de Paranagu durante a licenga que este
obteve para tratar de sua saude.
Dito Ao chefe da iegifio de Iguarassu
communicando ter appiuvaJo a proposta para
OlhViaes do 2 Batalhao da dita le. io, que
acompanhou oseu ollicio de 14 do crrente :
e dizendo, que a faga publicar, e ordene aos
proposlos, que sollicitem suas patentes.
Ollicio AoExm. Presidente, rogando-
Ihe a expedigiio de suas ordens, para que pela
Thesouraria fosse pago da quantia de 4,* o
Delegado do Termo do Rio Formoso, dispen-
dida ror elle com a condugo do cadver do
soldado Odorio Pereira, que falecera no dia 21
do mez pp. na Barra do Gamella, visto que
semelhante dispesa nao devia pesar sobra o
Batalhao, ou destacamento a que esse sida
do pertencia.
Dito Ao Inspector da Thczouraria, en-
viando-lho para serem pagos no caso dj'es-
tarem conformes, os papis decontabiliclade
do destacamento do Termo do Bonito, r-ilac-
tivos ao mez d'Agoslo.
Dito Ao Commandante do vapor Pa-
quete do Sul lim de mtregar um dezertor.
e dous soldados vindos do Norte, a seo bordo.
Dito Ao Major Commandante da forga
estacionada em Olinda, ordenando-lhe, que
se prestasse a qualquer requisiro que Ihe
lizerem as authoridades polica.-s do lugar ,
com o fim de bem desempenharem as func-
ges dos seos empregos.
Dito Ao Commandante do destacamen-
to do Termo do Pod'alho, dizendo-lhe, que
as pragas remetlidas para fazerem parte do
Batalhao destacado, nesta capital e que per-
tcncem ao mesmo destacamento devifto tirar
os seos vencimentos pelo mesmo at o dia
anterior ao em que foro ligadas ao Batalhao
e authorisando-o a mandar substituir por mi-
tro, o guarda Anastacio Joze de S. Arma ,
por ser cazado e sobrecarregado de familia.
Dito Ao Teen te Coronel Commandante
do Batalhao Provisorio, mandando conside-
rar com passagem para o mesmo, o soldado
Joo de Dos de Freitas, e com praga nova
a Canuto Epyphanio, remettdos ambos das
Provincias do norte.
Dito Ao mesmo. para mandar urna es-
colta a bordo do Vapor Guapiass receber
do Commandante os recrutas rebeldes da Pro-
vincia de S. Paulo e condusilos ao quartel ,
onde se Ihes dara destino.
Portara Ao Tenente Coronel Comman-
dante do Batalhao de I. de G. N. destacado,
mandando desligar do mesmo o guarda An-
tonio Barbosa, ofliciando ao respectivo Com-
mandante para o mandar substituir.
Dita Ao mesmo jnandando excluir do
Batalhao, o Cah"> d'Esquadra Manoel Vicen-
te Vieira, e guardas Manoel Pereira de Mo-
raes Cosme Joze da Silva e Antonio dos
Santos Rodrigues visto que por molestos
no podero recolher-se a Capital, quando
foi chamado o destacamento de Nazareth.
Dita Ao mesmo, mandando excluir o
guarda Manoel do Carmo, procurando do
respectivo Commandante do Corpo, a com-
petente gubsltuigflo.
Dita Ao Tenente Coronel Commandante
do Batalhao Provisorio mandando desligar,
e remoller para bordo do Vapor -- Paquete do
Sul; -- que segu para a Corte; as pragas do
Rio Grande do Norte que foro mandadas
addir ao Batalhao no dia 0 do correte de-
vendo enviar suas guias a Secretara Militar.
Dita Ao mesmo authorisando-o a re-
ceber como pragas electivas do Batalhao os 15
recrutas rebeldes da Provincia de S. Paulo ,
que nesta data foro mandados desembarcar.
ANNLNCIO.
O invalido Antonio da Cruz, soldado que
foi do extinto Regiment j'Altilberia de Li-
uha, apresente-se na secretaria Militar, para
INGLATERRA.
Commercio com o Brazil.
Ao Editor do Albion.
Senhor.Nao se pode fazer presentemen-
te no Brazil alterago alguma nos direitos de
importagao, enconsequencia da dissolugo
da Cmara dos Diputados que all teve lu-
gar n8o s por causa do modo escandaloso
e atroz com que foro violadas as leis do paiz
na eleico que houve em 18 40, quando es-
tavfio no poder os Andradas e jseus notorios
satlites mas igualmente pelo modo porque
foi prostituida a urna para o mais vil dos fins,
sendo violentamente doposlos os juizes no-
meados para presidir entrega das listas ,
e constituidos outros amigos dos Andradas ,
e conseguintemente da tyrannia e corrupgo,
quo nao fazio escrpulo de trocar asustas
verdadeiras pelas falsificadas, e finalmente
de practicar toda a sorte de atrocidades ,
excepto a que mais predomina n'este paiz .
o soborno tal vez que nao tanto por falta de
inclinago como por falta de meios obli-
gando os soldados marinheiros e todas as
pessoas empregadas pelo Governo a votar
n' -lie e nos seus partidarios. A presen taro-se
representagoes contra a reeleigo dos mem-,
bros que a linhSo alcangado por to diabli-
cos estratagemas ; mas ao reunir-se a Cma-
ra ella nao s recusou entrar no merec-
ment d'aquellas representagf>es mas tendo
pleito para seu presidente um dos principa-
es delinquentes um Andrada ella sem in-
vestigago e sem inquirir testemunho al-
gum ou de ficto sem attender a quaesquer
representages julgou validas aseleigoes por
aclamago.
O Imperador joven em annos, porem de
maduro juizo tendo ouvido o parecer dos
seus Ministros, e segundado pela leciso do
seu Conselho de Estado resoluta e enrgi-
camente dissolveo a Cmara e convocou
urna nova cujas eleiges devem ter lugar
em Novembro p. f. mas como na ultima ses-
so da Cmara transada j foro votados os
fundos para as despezas do anno (inanceiro
de 1842 a 43 nao pode provir dah de-
trimento algum ao servigo publico excep-
to lalvez da projectada promulgado .Fu-
ma nova pauta que deve agora ficar addiada
at 1843; todava, no entretanto dar-se-ha
lempo para a negociago e concluso d'um
novo tratado commercial entre este paiz o o
Brazil, o qual se torna mais desejavel, em
razo da desintelligencia que se tem susci-
tado entre os dous (ovemos em quanto da-
ta precisa em que se tomar invalido o actual
tratado.
Todos concordao que quanto mais depres-
sa se efiectuar algum arranjo entre os dous
Governos tanto melhor para os subditos de
ambos. Sendo assim nao ser pois do de-
ver de cada Governo promover um objecto
to desejavel por mutuas concesses em boa
intelligencia ecom promptido? O actual
estado de duvida de demora e mallogra-
gSo talvez mais fatigante e perplexo para
os subditos Inglezes do que para os Brazilei-
ros : e por isso quanto mais presto se Ihe
pozer termo, melhor. Se Sir Robert Pee!
(e o Governo (nglez) desejo alliviar as mi-
serias dos nossos pobres manufactores, e
dar-lhes assucar barato para adogarem oseu
cha ( sem elle) inspido; se querem habi-
litar as classes medias a gozar dos seus fa-
voritos p nacionaes pudns de passas e tortas
se Ihe dar o destino, que a pouco Ihe desig- fsusgelas o seu manjar brauco as su m
non o Governo de S. M. o. [conservas, e as suas massas cumpre qua
dei.xem ter livre entrada as nossas mezas
o despensas aos assucar*s do Brazil io
ricos de sabor lindos na cor e excellentes
na qualidade. Alm d'isto, o assucar o
producto mais saudavel da nomenclatura na-
tural assim romo o o sal da mineral e
contribue grandemente para limpar o esto-
mago de todas as impurezas. E' urna nogo
muito errnea a de que acomida do assucar
nociva aos denles: pelo contrario nada
pode imis contribuir para a sua preservago.
Il.ija vista aos bellos e transparentes den tes
de marfim das Senhoras H"spanholas Por-
tuguezas e Brazileiras cujas doces bocas e
mais doces labios se conservo de quando
em quando humedecidos pidos mais deliciosos
confeitos : o seu haliti nunca desagradavel
e nunca preciso para a gente se approxi-
mar d'ellas rechear de rap o Orgo olfacto-
rio ou Jefum lo com cigarro como a|-
gumas vezes preci/.o na Inglaterra e mais
especialmente na Irl nda.
Voltando d'esta doce digressao a nica
objpcgo (j no digo rasoivel) que se oppoe
ao nosso uso do assucar do Brazil assim
como tamhnm do de Cuba o emprear-
se escravos na sua cultura. Antes da eman-
cipago dos negros as nossas ilhas da India
Occidental levantou-se igual clamor e a
consequencia foi que militas familias de cons-
cencias sobremanei.a delicadas seabstivero
do uso do assucar mas ahsliverao-se ellas
do uso de vestidos d'algo.lo de meias de
algodo de lencos de algodo de carnizas
d*algoi;io &C, i* <' de fumar tabaco ou de
lomar rape' de comer podim de arroz onde
beber ponches de agoa ardcnle igualmente
contaminados do sangue e saturados do suor
dos escravos negros!' Nao; ellas nunca se lem-
braro de tal couza. Nao; todo o Clamor he
contra o assucar, como se o assucar fosse o
nico genero cultivado por escravos para uzo
de Europeos!
Tornando ao ponto da questo, se ellos
teem tal anlipatha escravido que nao
querem consumir gneros produzidos por es-
cravos porque razao nao propoe algum pla-
no que remeden: o mal a seus olhos ? Quando
qualquer couza vai avanle o prospera contra
todos os esforgos humanos para reprim-la ,
os philantropos e todos os mais exclamo
promptamente Eis-aqui visivelmenle o
dedo da Providencia Enhio porque razo,
a respeito da escravatura que os esforgos do
homem nao tem podido athe agora suprimir
com medidas coerc vas ; poique razo, per-
guntamos nos nao se recorre a meios brandos,
e nao se diz ao Brasil e a Cuba: Nos vos for-
neceremos meios para obterdes traholho livre
que supra a vossa actual populaco escrava ;
ou nos vos habilitaremos para emancipardes
os vossos actuaes escravos, sem distruir a
vossa prosperidade como o fizemos as nos-
sas ilhas da India Occidental ou sem su-
jeitar-vos a imnnmsas despezas annunaesou
sacrificios para promoverdes os vossos inte-
resses.
Sir Robert Peel (sem duvida inpensadamen-
te ou por falsas inlormagoens das folhas pu-
blicas) em resposta a interpellagoens que
Ihe foro lenas ha poucas noitcs por Mr. Foa-
ter e Lord John Russell disse que o Brasil
uo tirilla manifestado inlengo alguma de
alterar a pauta a respeito das manufacturas
Inglezas. Se esta assergo da sua reposta he
exacta o muito nobre cavalleiro est em
erro ; porque o Sr. Caimon Ministro da Fa-
zenda no Brasil declaruu no Senado em Ju-
iho do anno passado que eri sua intengio
reformar a pauta das alfandegas e propor
Iireitos de importagao de 2 a 60 por cento
demassa, e mimosear os delicados paladares sobre as fazendas estrangairas ; mas acres-
da rica nobreza com os necessarios ingredien-icentou que siria principalmente sobre os
tes para tornar saborosos os seus cremes as |objectos de luxo que teria lugar algum au


-

gmcuto consideravel. Subsecuentemente pas
sou urna lei dando esses poderes ao governo
ua expiacodos tratados existentes.
Corre igualmente que Sir Robert dissera
n'uma das gazetas da noite que as negocia-
res para um novo tratado nfto tinhao prose-
guido com a desejada celeridade, ( quic cora
a velocidado do vapor ) por cauza da instabt-
idade do actnal Governo. Sir Robert deve de
ter sido mal informado sobre este objecto
pelo seu colega Lord Aberdeen ou o mes-
mo Lord Aberdeen dove de ter estado em er-
ro sobre este ponto, porque o Governo Bra-
sileiro presentemente acha-se sem duvida
mais estavei da que o Inglez. Nem be pro-
vavel que seja mudado athe a prxima sessio
las respectivas Cmaras ; mas n'esse con-
gresso o Governo Brasileiro tem 10 vezcs mais
probabilidade de continnar no poder do que o
de Sir Robert de seus nobres colegas que
esto exposlos a m sorte no caso de haver
alguma commoco popular em consequencia
dasua pertinaz adheso s leis do trigo e dos
pobres, c prohibido dos assucares estran-
geiros por deferencia s opinies dos. philan-
tropos.
(Traduzidodo Inglez.)
tado desta commiipicaciSo ? Haverta por ven-
tura entre nos algum sacerdote que em des-
preso della se attrevesse a substituir o R. Pa-
rodio ? Ah Se nao podemos dizer, que os
uossos sacerdotes sao todos de um comport-
mento exempbr se em alguna se tem nota-
do desvos ao menos podemos aflirmar, que
nenhum ousou nunca levar a desobediencia
at o publico despreso das censuras Ecclesias-
ticas. Este escndalo, de que nenhum mem-
oro Jo Clero Pernambucano tinha ainda dado
exemplo eslava reservado para o mal acon-
selhado sacerdote nomeado coadjuctor pe-
lo R. Parodio da freguesia de Santo Anto-
nio J ligado com a suspensao de ordens
a ^_ -.11:11
repiques de sino
atton-
,1
COMMUNICADO.
Sou Catholico ; e qual ser o Catholico ,
que deixe de lamentar o notavel escndalo ,
que pela primeira vez com espanto se ob-
servou entre nos e cuja continuado o torna
cada dia mais aggravante ? He j de toda a
notoriedade que o R. Vigario da Freguezia
de Santo Antonio deixando o antigo Coad-
jutor passou a nomear outro e de propo-
sito requereo a Proviso ao Rm. Provisor ,
por entender, que ignorando este as cir-
cunstancias e motivo do seu procedimento ,
nodexaria demandal-a passar. Assim se
verificou, mas a isto occorreo o Exm. Pre-
lado cassando a Proviso, e mandando pas-
sar outra ao anligo Coadjutor. Nada mais
razoavel; pois que tendj este Sacerdote
servido o seu emprego sem nota nSo havia
causa para ser despedido d'elle ; e com tanta
desatenco que s teve noticia d'esta brus-
ca despedida quando llie constou ter-se lido
na Matriz por ordem do R. Parocho, a Pro
viso do novo pretendido Coadjutor Este
procedimento he. sem duvida, falli da er-
rada persuaso, que preoccupa algum dos
nossos Parochos de que os seus Coadjutores
sao meros servos assalariados ,' a quera po-
dem chamar e despedir sem consultar mais
do que a sua vonlade. Mas quanto se enga-
nao Os Coadjutores nao sao servos dos Pa-
rochos, sao lhes dados como o seu mesmo
nome indica para os ajudarem no exercicio
do seu Ministerio, ficando elles todava obri-
gados a exercel-o pessoalmente, quanto lhes
for possivel pregando administrando os
Sacramentos &o. sob pena de rigorosa res-
ponsabelidade, e de nao poderem fazer seos
osfructos do Beneficio. He de notar alem
d'isso, que no Brasil os Coadjutores nao re-
cebem poreo que os Parochos lhes aco ,
recebem aira do mesmo modo que estes ,
Congrua do Thezouro publico, vindo a ser por
isso verdadeiros empregados pblicos, e nao
estando consecuentemente sujeitos a ser lan-
zados fra do emprego a mero arbitrio dos
Parochos.
A'vista pois do que fica expendido, he fra
de duvida que com toda a jusQa ordenou o
Exm. Prelado que o antigo Coadjutor con-
tinuasse no exercicio do seu emprego. Mas
eu quero prescindir por hum pouco d'essa
manifesta juslica, para considerar a questo
em toda a sua generalidade e despida de
todas as circunstancias que podera influir
no seu merecimento. Persuadido o R. Paro-
dio que eslava no caso de poder despedir o
antigo coadjuctor nomeou outro ; mas o
Exm. Prelado entendendo que o antigo
Coadjuctor devia ser conservado deter-
minou que coutinuasse a exercer o em-
prego. Pareceo porem ao R. Parocho que
esta deterininaco era offensiva do direito de
nomeaciio que Ihe compete. Deixarei de
examinar os fundamentos de um tal juizo e
s perguntarei qual devena ser nesta eolli-
so o procedimento do R. Parocho l1 Consti-
tuir-se juiz em cansa propria e decidil-a de-
Unitivamente, nao acceitando o Coadjuctor.'
Mas quem nao ve neste proceder urna deso-
bediencia formal ordem superior ? Toda-
va isto se pralicou e d'aqui a origem do i-
naudito escndalo que temos observado.
Vendo porem o Exm. Prelado que o R.
Parocho insista em repellir o Coadjuctor e
querendo como devia tornar ettectiva a
suadeterminuco, prohibi com pena de sus-
pensao que qualquer sacerdote exercesse as
n a. 17 ,...,.1 taaia i rotiil-
elle nao duvidou de exerctal-as sem
der irregularidide em que ficava incurso.
Causa na verdade o maior espanto que sem
nenhuma consideraco isto se mandasse e
isto se cumprisse E onde est a obediencia,
que se deve aos legtimos superiores ? Onde
o justo temor das censuras que a igreja tem
estabelecido e que considera como o ervo
da Disciplina Ecclosiastica ? Onde a subordi-
nado que deve ligar ao seu respectivo che-
fe os membros de qualquer sociedade bem
regulada 5 quanto mais aquelles que pelo
seu estado esto obrigados a exemplificar com
suas accoes levados nicamente do dever ,
o nao por fugirem ao rigor das penas .
Para ahater e humilhar o po ler Ecclesias-
tico nos bastante mas de sobejo foj a
extneodo Foro Clerical; Foro to antigo
como a mesma igreja Foro ainda prescin-
dido da sua origem divina inconlestavel-
mente reconhecido e autorisado entre todas
as Nacoes Catholeas desdo as constitmeoes
dos Imperadores e Capitulares dos Res Fran-
cos quedepoisdaquedado imperio do oc-
cidente as adoptaro e reproduziro : Cons-
tituices, que alem de reconhecerem em
termos expressos a legitimidade e competen-
cia do Furo Ecclesiastco igualaro em eu-
toridade s sep.tenc-as dos primeros magistra-
dos do Imperio as Decisfes dos Bispos as
cauzas dos mesmos Fiis leigos que des-
de a primitiva igreia estavo no costume
de recorrer espontneamente aos seos pas-
tores preferinJo a equdade de seus arbi-
trios ditados pelo espirito de conciliario s
decises de juizes civis.
sos necessariamentc me record de um dea- f" descantes de msica marcial,
ses famosos Arestos profundamente marca- II
do com o cunho da mais escandalosa pnrcia-
lidade. Oexemplarismo Arcebispo de Bra-
ga D. Fr. Caetano Brandao de veneravel
memoria, querendo corrigir, como Ihecum-
pria certo Parocho rujo porte era alheio
do seu estado e Ministerio ordenou Ihe ,
que lizcsse exercicio's espiriluaes por alguns
das em urna casa religiosa M .s o hora do
Parocho adan lo grvame n'esta pralica a
que nao eslava acostumado recorreo para a
Itelacao do Porto. E qual sera o procedimen-
to d'este Tribunal ? Nao s julgou que Ihe
competa conhecer do recurso mas deo pro -
vimento ao recorrente, cora o incr.vd e sub-
versivo fundamento do que sendo a resi-
dencia dos Porochos do direito divino nao
podiao Prelado separar o Parodio da sua I-
-rreja De sorte que admttido este funda-
mento, pode o Parocho cometter quantos
primes quizer, e por mais horrorosos q sejo,
certo e seguro de que nao ha sr.brc a trra
authoridade alguma que o possa apartar da
sua Parochia. Nmguem peder negar a le-
gitimidade da concluso 5 o que porem se nao
deve nem eu quero concluir daqui, he que
este seja sempre o procedimento de similhan-
tes Magistrados a pezar mesmo da natural
tendencia, que os inclina a julgar ordinaria-
mente contra os Juizes Ecclesiasticos.
Ma^apora advirto que a digresso tem si-
do longa', postoque no.alheia do objecto,
que tive em vistas e cerca do qual conclui-
rei fazendo votos para que cesse por urna
vez o escndalo d observarmos um sacerdote
om despreso da pena que Ihe foi imposta .
ejercitando actos de que por direito esta
inhibido. Seo que nao tem o carcter sacer-
dotal perpetra um allantado horrendo attre-
vendo-se a intrometter-se as funecoes do
sacerdocio tambem o que est assignalado
com esse carcter indelevel cornette um
crime gravissimo exercendo as funecoes sa-
gradas quando o seu exercicio Ihe esta ve-
comoaqui se fez, lucio lio falco, caluron.ozo ,
ludo mentira. E nao Sahe para que ? para
o norte nao romper e acompanhar suas
forte-s, e invoriciveis irrnns S. taulo eMi-
nas que fortes como hum Hercules hao de
nrostrar por trra este colosso atroz do despo-
tismo. Nunca S. Paulo mostrou tanta va-
lenta intrepidez e coragem como agora,
quevecendo derrotando, levando o terror
e desespero as legies desordenadas do Bario
deCaxias, tem feito as tropas deste no meio
de alaridos deixarem o campo da peleja lastra-
do de morios entre os quaes seconto t off.ci-
es incluzive o Ajudanle General Monte Negro.
E era possivel que se de crdito anoticias taes.
Nao sab este governo infame que nao ha
de ser acreditado mormente agora que rom-
neo o colosso de Rhodes Minas Geraes onde
duasprincipaescidades, e 13 villas derao o
*rito da Liberdade, e Constituico e que
mandando para alli 200 homens, em cujo nu-
mero foro 57 seutonciados que o governo
monstro perdoou por nao ter mais um solda-
do de quedispor, o estes batendo-se com
urna "iiarda avancada dos Mineiros nao ficou
um s vivo, que viesse dar noticia aos mons-
tros Afora mesmo que na Provincia do Rio
de Janeiro villas acompanharo o movimento
paulisla tendo a sua frente os Breves lami-
lla riquissima e inlluentissima ? Nao meus
amigos nao acreditem o governo acha-e
em total dezespero exaurido nSo tem Tor-
ea moral, e muito menos fizica de que des-
oonha : pois para mandar contra a v.lla de
Rezende aqui ainda nao pode arraniar urna
ferca de 100 homens. Isto he o que he ver-
dade e se fosse como o governo tem feito
espaliar eu Ibes nao oceultava antes os a-
ronselhava. Coragem valor energa e
seremos salvos. >'^-
liado. Perseverar na observancia da lei he
louvor : insistir na de-
constancia
Mas como se o golpe que a extineco
d'este Foro descaraegou na jurisdiccao Ecele-
siastica nao fosse ainda assas profundo at
as mesmas penas espirituaes sero despresa-
das por aquelles que n'ellas incorrem ? Te-
remos devel-as avaluadas na pratica segun-
do o conceito que d'ellas formou um Dipu-
tado que na sesso de 1826 quando se
discuta a extincc/io do Foro Ecdesaslico ,
nao duvidou de comparar a suspensao de um
clrigo com a suspendi de um pedreiro ? !
Nao. Esses dias de exaltado enthusiasmo
tem passado ; o assim como acabo de re-
fumar-se diversas disposiQVs do Cdigo que
decrelou a extincqo do Foro Ecclesiastco ,
devenios esperar da prudencia dos nossos Le-
gisladores que n'essa parte tambem esse
Cdigo seja reformado. O lempo j tem dado
lugar a reflectir-se na m f dos argumentos,
com que se pretendeo provar a conveniencia
d'aquella extinego ; argumentos subminis-
.. dignado
sobediencil he pertinacia credora de acre cen-
sura. Entrem n'estas consideraces aquel-
les que rigorosamente esto obrigados a e-
vitar o escndalo ; dispo-se de caprichos m al
entendidos \ despresem conselhos npruden-
tes- pon'Jerem ltenla mente as funestas con-
sequencas dn escndalo e o escndalo ces-
sar.
COMMERCIO.
A' PEDIU0.
N. 74.IHm. e Exm. Sr.Tenho a hon-
ra de remetter a V. Ex. o incluso exemplar
da circular com que os inmigos da ordem
existentes nessa corte procuro alentar seus
sectarios nesta provincia sobre os ltimos a-
contecimentos de S. Paulo, desli^urando-os
totalmente a ponto de darem por derrotas
os Iriumphos da legnli.lade e'paralysando assim
os bnns effeitos das eommuncac.f>es que >. Ex.
se dignou transmittir-me e a que liz dar a
maior publicdade. Nao ha vapor que nao
conduza para aqui proel imac'S incendiarias
circulares como a de qu- se trata e cartas ano-
nymas de suppostos governistas pintando
(1 aquella exuiitv" iuumi">""" "j.....- n------ ,,Baiv-
trados por essesafamados publicistas, cujo filo os negocios pblicos no peior estado possivf-
___ _____: .1___i ....... i. l/ini'ir 96 irinaS l
nao era outro seno acabar por urna vez
com a jurisdiccao Ecclesiastica ; pois que pre-
textando como razo ponderosa para su-
jeitar os Ecclesiasticos ao poder Civil a im-
punidade com que contavo sendo julga-
dos pelos seus respectivos juizes ; sao estes
mesmos zeladores da observancia das Leis pe
naes os que altamente clamo contra a irnpo
sico de qualquer pena espiritual qualifi-
cando-a logo de violencia e oppresso. De
maiieira que quando se trata da authorida-
de, que se Ihe quer subtrahir, julga-se o juiz
Ecclesiastco incapaz de a exercer pela sua
laxido : quando porem se tracta do poder ,
que nao ha subterfugio para se Ihe negar ja
se julga que o exercita com mal entendido
vi,ror. Mas embora os adversarios do Foro
Ecclesiaslico nao estejodispostos a desistir da
sua tenar, opinio a experiencia contra a
qual nenhum argumento tem vigor j tem
feito ver bem sensivelmentc os inconvenien-
tes dessa abolico total.
Entre elles he de grande momento a im-
possbilidade dedefinir-se exactamente.quaes
fio as causas puramente espirituaes da com-
petencia dos Juizes Ecclesiasticos. E no ca
so de duvida quem devera decidir esta qu< s-
tao ? O Juiz Ecclesiaslico ? Mas de que va-
ler a sua deciso ? Os Tribunaes civis ? Mas
at onde levaro elles as suas pretencOes nes-
le ponto ? Nao se tem visto conhecerem elles
oe recursos sobre censuras, observancia dos
Caones c outros objectos purainenles es
SolT TS5. t qual serS o'resul-j p.rituaes ? Sempre ,ueM trata de taes recur-
e convidando o povo a tomar as armas por
ser esse o nico meio de derribar o actual
ministerio a que os homens de bem se-
gundo dizem vo retirando seu apoio. Es-
tes grosseiros embustes sao repellidospela par-
te sa e cordata da populacho mas encon-
tro acolhimento nos homens rudes e igno-
rantes que em taes insinuaejoes mu bem
podem transviar-se da linha de seus deveres ,
e precipitar-se em graves excessos como os
que acabo de appareccr no Ex- Convmlo
pois evitar a todo o custo o pernicioso resulta-
do dos manejos desses homens perversos que,
para conseguirem seus fins querem alterar
a tranquilldade publica as provincias pas-
so a dar as mais eflicazes providencias para
que nao circulem semelhantes papis poden-
do asseverar a V. Ex. que para conseguir
o fim que me proponho nao terei considera-
coes algumas menos aquellas que me impo-
zer a lei. Dm'-sc V. Ex. levar o expen-
dido ao conhecimento de S. M. o imperador.
Dos guarde a V. Ex. Palacio do governo do
Cear em primeiro do Agosto de 1842
Mira, e Exm. Sr. Candido Joz de Araujo
Yianna.O presidente Jo/. Joaquirn Coelho.
Rio 20 de Junhode 1812.
Apresso-me ern comninniear-lhe, que no
prezente. vapor exoedido to somenle pelo go-
verno monstro para dar ao norle noticias a-
terradoias isto he que os negocios de S.
Paulo e Minas esto acabados, que o gover-
no esl forte e at Oh immoralidade !
Mandando que ;s Preiideute.s publiquen at,
ALFANDEGA.
Rendimento dodia24de Setemb. 6:480*473
DESCARREGA HOJE 26 DE SETEMBRO.
Brigue Francez = Bey = Vinho.
Polaca Sarda = Sommariva == F^e"das
Brigue Escuna =:Rozario= Taboado de pinbo.
PRA?A DO RECIFE 24 DE SETEMBRO DE 1842.
Bevista mercantil.
Cambio Ha sacadores sobre Londres a
25 d. por 10. .
Algodo As entradas conlinuSo regulares
e as ultimas vendas foro ao preco de
GjOOO a 6*100 a arroba.
Assucar As poucas Caixas do velho que en-
traro vendero-se de 4;0 a jOO rs.
a arroba sobre o ferro por serem de
m qualidade, e haverem poucos
compradores.
Couros salgados Continan P'curds
houvero vendas do Aracati a 150 rs.
por libra. ,
AzeitedoceVendeo-se do de Portugal de
2500a 2*400ogalo.
Bacalhau Tem-se retalhado a 10*500 por
barrica com pouca sabida.
Carne secca Nao houvero entradas e o de-
posito tica reduzido a 36:000 arrobas.
Carvo de Pedra dem 23*000 a tonelada.
Erva doee dem a 6,,000 a arroba.
Farinha de Mandioca dem de 2*560 a
,1j000 a sacca.
Dita de Trigo Nao ha nenhuma em pri-
meira mo tendo-se vendido a 17*
as 1650 barricas vindas pelotolum-
bus. .
Massas Vendero-se a 4*800 a arroba.
Papel Almaco dem a 3*200 a resma.
Dito Hranco dem a 2*500 dita.
Retroz Nao h.
Sal Estrangeiro -dem. .
Vinho de Lisboa O de authores de segunda
ordem tem-se vendido de 90* a 10.)*
Dito Muscatel O engarrafado vendeo-se a
4*500 a duzia. fl
Vidros para vidraca Vendero-sc de o*iu
a 7* a caixa.
Exportaco pela fora do Imperio do 19 a 24de
Septembrol842.
Para Liverpool com escala pela Para iba, Ba-
ca Inglez* W." Russel 3:2 cou-
ros salgados, moeda Rs. 188jOo.
gneros de gasto Rs. 31*280-
lor Rs. 15.084*080. .
Para .lercey Pataxo Inalez Amicus 30 Uix'
5Feixos, 20 Barricas com assuca. ,
10:500 couros salgados, gasto B
77^120 Valor Rs. 50:888*2*6.


5
IMIJ.JIH..IM
(Para Falmouth Paquete Inglez Penguir > mo-
eda Rs. 78.986*600.
H0V1MENT0 DO PORTO.
NAVIO ENTRADO NO DA 24.
Genova por (iibraltar GO dias, tra/endo do
ultimo porto 40dias, Escuna Sarda Do-
minga 85 tonellada Cap Guiappe Schioffi-
iio equiparen) 15 ; carga : vinho e mais
gneros -, a Manoel Joaqiiim Ramos e Silva.
DECLARACOES.
= O'ordem do Snr. inspector se faz publi-
co que no dia 20 do corrente pelas 11 horas
da manila se contractar o fornecimento ,
pelo tempo ue trez me/es a (indar no ultimo
de dezembro prximo, dos seguintes objectos,
para o arsenal e navios da armada: feijo, tou-
cinho, arroz vinagre e bacalho.
As pessoas a quem convier contractar o for-
necimento de cada um dVstes objeclos sao
convidadas a aprcsentar as suas propostas at
o referido dia e hora declarando n'ellas o
menor preco. Secretaria da inspecco do ar-
senal de marinha de Pernambuco em 20 de
etembro de 1842
Alexandre Rodrigues.los Anjos
Secretario.
Companhia do Bebiribe.
wOs-Snrs. Accionistas da Companhia do
Encanamento d'agoas potaveis p ra esta
Cidade sao avizados pelo prezente para que
hajart de realizar dentro de 50 dias contados
desla data dois por sent sobre o valor das ac-
eites, que sobscreverao, por conta da 1.
prcstagaC : no escriptorio do caixa da compa-
nhia o Snr. Manoel Gonsalves da Silva na
ra da cada do Recife. Escriptorio da com-
panhia 26 de Septembro de 1812.
O Secretario
Joze Bento da Cunha Figueredo.
I&T Tcndo-se suscitado a divida se os em-
bargos de 3o. earligosde preferencia de que
fazem menead os 2. e 3. do Regulamento de
i) de Abril de 1842 de ve m pagar os 2 por
cento da Dizima deduzidos do pedido da ex-
cuga a que eiles se oppoem, bu sedo pedido
berado pela Thezouraria Geral segundo a com-
municaga feta a esta Meza em 22 do cor-
rente que aquelles 2 por sent se devem de-
e nao do principal da exeeuca a que el!e
se oppoem como j tem acontecido por
deliberagSo de alguns senhores Juizes de D-
reito. Recebedoria das rendas Geraes inter-
nas 2i de Septembro de 1842.
Francisco Xavier Cavacante de Albuquerquo.
= O arsenal de guerra compra porgo de
plvora groga e fina quem a tiver appresen-
te-se com as amostras na sala da directora
iio mesmo arsenal no dia 26 do corrente as
lo horas da manh.
= 0 Adminsitrador da meza da recebedo-
ria das rendas geraes internas tendo anun-
ciado por militas vezes aos moradores dos
bairrosdo Recife S. Antonio, e Boa-Vista,
paraaprezentaremnesta repartido urna relago
dosescravos que possuem, ou que tiverem em
seo poder por aluguel ou administrado o
servigo com declarado dos nomes, sexos, cor,
idade sabida ou presumida naturalidades
oflicios como determina o art. 5 do regu-
iamonto de 50 de novembro de 1842 milito
poucas relaces tem recebido causando esta
tlemora grande transtorno colecta que se
vai proceder do l.*de outubro prximo vin-
douro ; e por esta omisso elle annuncia pela
ultima vez a todos os moradore* dos menci-
onados bairros cima declarados para que
venho trazer nesta repartigao suas relaces
at o fim do mez corrente pena de se por
em vigor o art 6 do mesmo regulamento,
que determina que (indo os 50 dias nenhum
escravo alem dos j matriculados o ser de
novo tem que o dono aprezente o titulo poi-
que o possue.
Francisco Xavier Cavalcante d'Albuqucrque.
AVISOS martimos.
= Para o Aracaty sai impreterivelmente
no dia 30 do corrente o hiate nacional =
Flor de Larangeiras = forrado de cobre de
primeira marcha tem o seu carregamento
quazi complt'to ; quem quizer carregar ou ir
do passagem paia o que tem excellentes com-
inodos dirija-se a bordo do mpsmo tundeado
defronte do trapixe novo, ou na ra da Cadeia
do Recife loja de fazendas n. 17.
Para o Arscati.
ior Sair impsterivelmente no dia 50 do
corrente por ter a maior parte da carga a Bor-
do a Sumaca Delmira mestre Joz Joaquim
Alves, ainda recebe alguna carga miudaePas-
sageiros: os pertendenles enton lo-se com o
dito mestre ou com Antonio Joaquim de Sou-
za Ribeiro.
Para o Cear
tsr1 Sair o mais breve possivel o Patacho
Maria Luiza mestre Ignacio Mrquez-, quem
no mesmo quizer carregar on hir de Passa-
gem : entenda-se com o dito mestre ou com
Antonio Joaquim d Souza Ribeiro.
tsr O patacho Ermelinda segu viagem
para o Rio Grande do Sul ; recebe cscravos e
passageiros: a fallar com o Capito no forte do
Mattos em casa de Joz LuiZ Paredes.
X*r Para o Ass segu viagem o Patacho
Nacional Laurentina quem no mesmo qui-
zer carregar ou hir de passagem dirija-so
a ra das Cruz N 52 ao seu propietario
Lourenco Joz das Neves, ou ao Capito.
tsr Para Lisboa segu viagem o Briguo
Jozefina Emilia forrado de cobre e exeell >nte
marcha pertende sair no dia 0 do Outubro,
quem quizer carregar on ir de passagem
trata-se com o Capito Isidro Aires de Souza
ou com Tbomaz d'Aquino Foneeca na ra
NovaD. 21.
L E I L O E S.
XST J. P. Alour & Companhia continuarn
o seu leilo por intervenco do corrector
Oliveira. de avultada porgo de fazendas de se-
da, linho, algodo, de furragens earneiras,
hierros e de militas outras mercaduras
francezas superiores as da ultima venda ef-
fectunda : Terga fera 27 do corrente as 10
horas da manh em ponto no seu armazem
ra da Cruz.
=()eorretor Oliveira far leilo boje segunda
feira 20 do corrente s 10 horas da manh.
no primeiro andar da caza onde existe o tan-
que d'agoa prximo ao theatro, de urna
mobilia e mais trastes da caza de urna pes-
soa que se retira para fora da praga con-
sistindoem urna me/a redonda para meio de
salla com pedra marmore, bancas sof, e
cadeiras de Jacaranda cadeiras de mogno ,
dois bergos do Jacaranda com seus pertenees,
mezas de meio de salla com tampo de Jacaran-
da dita de amarello enverni/.ada com apa-
radores um lindo guarda-huiea leito d'an-
gico e outrode Jacaranda caixa para cos-
tura de senhora ditas para guardar joias ,
toucadores espelhos grandes com molduras
douradas um excellente jogo de pistolas,
lanternas mangas de vidro frasqueras de
cristal portalicor louca garrafas c co-
pos de cristal campoteiras, galheteiro, gar-
fos e facas de cabo de niarfim bandejas
finas tapete una colxa de damasco bor-
dada de retro/., fronteira de brilhantes rc-
logio para cima de ateza dito despertador ,
una excellente espingarda urna burra de
ferro, um preto de meia idade, urna es-
crava idoso um guarda vestido de senhora ,
nm banheiro de amarello o muitos objectos
de grande apreeo.
tsr Jhnstoii Pater e Companhia faro
leilo por intervenco do Corrector Oliveira,
pnra fechar algumas contas de grande por-
go de Tazendas Inglezas de mui prompta ex-
trago pelas suas boas qualidades principal
mente de seus excellentes e bem conhecidos
pannos de l os mais proprios para o prxi-
mo lempo de Testa : quarta feira 28 do cor-
rente as 10 horas da manha no seu armazem
ra da Madre Dos.
AVI SOS DI VERSOS.
v*- Domingos Gonsalves de Moraes sub-
dito portuguez retira-se para o Rio de Janei-
ro a tratar de seus negocios.
AS rodas da lotera do
Rozarlo correm infa-
Hvclmentc a 5 de Outu-
bro, os bilhetes achao-se a
venda ; rua da Cadeia Sr.
Cambista Vieira rua do
Collegio Sr. llenezes, rua
do Cabug botica do Sr.
Morena praea da Boa
vista Sr. Saraiva junto da
Matriz.
KST A pessoa que annunciou ter canoa de
carregar agoa para alugar, spndo grande^ diri-
ja-se a rua nova P, 54.
Jos Lino Alves Codho, proprietario da mo he costme. Os Bilheles da i. parte da
maquina de estampar rezistos cartas de Sil- 12. Lotera cujas rodas andan impreteri-
labas treslados, bilhetes de botica, e todas velmente no da 2.' de Outubro prximo tu-
as mais obras pertencentes a estampara faz
lembrar os senhores thesoureiros las Irman-
dades, ou pessoas encarregadas de festas ,
que querendo rezistos para qualquer festa ,
os devem mandar enrommendar com antece-
dencia para t-r tempo de se apromptarem
assim como se ropa aos senhores vigarios de rua dircita n. 31, que pela numeracao vclha
fora da capital advirtir islo mesmo aos seus era D
lOra 13 capnai uvnin mu uitniuu <" o -------- ---- .,
freguezes encarregados de qualquer festa para Lotera a lavor das obras da Igreja ue .>. .
> mandar dirigir ao annuneiante na rua do
Rozara estreita casa I). 20 da parte do nor-
757 Ditos de
78-2
2:345
Premiados
Urlicos
le. segundo andar ; assim como a quaesquer
oulros senhores de outras provincias, que se- 3:125 Lilheles a S.)(mo
rao servidos com toda a prompti lo ; na mes-
ma casa cima se preciza de um menino bra-
zileiro ou portuguez de 14a lo annos de ida-
de que qiieira trabalhar na dita maquina de
eslampar rezistos cuja oceupac-o he muito
fcil de comprehender.
PBLICACaO LITSRARIA.
Ba* Saiu a luz o 2 tomo da historia ge-
ral por Bernardino Freir de Figueredo Abren
e (.astro. rontem elle trez partes : al*
comprehende a vida de Jess Christo des-
de o seu nascimento at a sua ascenco: a 2 "
a histeria dos primeiros tempos da Igreja e
dos Apostlos : a 5. a historia dos Judeos
desde a sua disperso atos nossos dias
Os senhores assignantes do Becife podem
mandar receber os seus exemplares ou as
lojasde livrosem que assignaram ou na do
senr. Ignacio Roma na rua do Collegio. O
proco para os 'utos senrs. d ISOO rs
Vende-se avulso pelo pre^o de 2200 rs.
as lojasde livns do arco de Nosso Senhora
da Conreico do Recife: na do Manoel Figuei-
roa de Faria praga da Independencia : na
de Luiz Ignacio Roma rua Collegio : e na
de (lardoso Aires rua da Cadeia do Recife.
OT Preeisa-se um oflicial de pharmacia
para empregar-se em urna Botica mesmo nes-
ta Praga pagando-se um ordenado correspon-
dente ao trabalhoda dita; quem issolhecon-
vier dirija-se a praga da Boa vista Botica da
Viuva Cunha.
tsyPreciza-se de negras por tardes para
vender bolinhos pagando-se vendagem ; na
rua da alegra D. i. na mesma fazem-se en-
commendas de bolos francezes nougs tor-
tas &c.
ts^Aluga-se hum segundo andar com sota
na rua lo rangel em frente da botica: a tratar
no mesmo sobrado.
KrProriza-se de um feitor de eitio quem
estiver as circustancias de bem desempe-
nhar esse ofllcio, derja-se a rua do Hospicio,
caza ao lado esquerdo do Quartel do mesmo
nome.
cyPreciza-sn falar com empenho com o
estudantc Antonio do Moraes Pinto Tartaru-
ga, a negocio seu em casa de Joaquim Fran-
cisco de Alem ou annuncie a sua moradia
para ser procurado.
cr Os Snrs. que se acho devendo contas
:i loia dealfaiate de JoSo Donelly queirSo no
prasode 50 dias mandarem satisfazer na mes-
ma loja a Francisco Donelly ; findos os quaes
se tractar de receber judicialmente visto a
dita loja se achar em liquidago.
Eduardo Comber, subdito de S. M.
B. retira-se para fora do Imperi.
PILLAS VECKTAES E IMVERSAES AMBB.ICA NAS
tss- O nico deposito deltas he em caza de
D. Knoth, agente do Author, na rua da Cruz
n. ?>7.= N. B cada caixinha va embrulha-
da em seu receituario com o sello da caza
em lacre preto.
final de contas a descoberta se redusa a de-
Dos ; com tudo quando houverem matenaes
turo arhao-se i venda nos lugares j an-
nunciados.
S2T Boga-se pessoa a quem for offere-
cida urna caixa de prata com lavores na
lampa, e com as letras iniciaos J. L. S. o fa-
vor i!e a lomar e entregar na padaria da
du Guadliipe em Oiinda.
PLANO.
2."p:000>000
Beneficio de 12 por cenln
a favor das obras 3:000.>
Imposto da Le pa-
ra o Thesouro 2:000.)
4.:-2."i Verbas de sello 578 5:378*000
Premio I de .iquido Rs. 19:022*000
1 6:000*000
1 Dito 2:400*000
1 Dito 1 0(10,000
0 Ditos ii 50O*O0O 1:000*000
i Ditos i) -200*000 S00*00o
<; Ditos u 100*000 600)000
12 Ditos 50*000 600*000
16 Ditos 20*000 320)000
a Ditos P imeiro e
Ultimo branc. a 131*500 260*000
9*000 6:635*000
Bs. 19:622*000
3:125 Bilhetes total.
Os bilhetes acho-se a venda nos lugares
seguintes : Recife rua da Gadeia loja doSr.
Vieira Cambista arco da Coiiceieo botica do
Sr. Antonio Pedro dat- Revea, em S. Anto-
nio rua do Collepio l<>ja do Sr. Menezes rua
do Crespo loja do Sr. Cunha rua do Cabula
botica do Sr. Morera pracinha do Livra-
mento toja do Sr. Burgos, praga da Indepen-
dencia loja de miudezas do Sr. Furtunato Pe-
reira da Fonceca Bastos Boa-vista Atierro
botica do Sr. Joaquim Joze Moreira e na
praga da Boa-vista botica do Sr. Victorino
Ferreira de Cirvalho. as rodas ando impre-
terivelmente no dia 7 de .N'ovembro no Con-
sistorio da Ipreja de N. S. da Conceigo dos
Militares.
= Mr. Burro prximamente chegaJo do
paiz dos Alarves d licfies de philosophia
arithmelica irracional. por preco mdicos :
quem de seu prestimo se quizer utilizar pro-
cure sua morada no almanack de mestre Bru-
to barbeiro e sangrador no bairre do Re-
cife. do contrario informe-se de Joo maluco.
CS* Boga-se a qualquer pessoa que souber
da moradia nesta praga ou fora della do
Sr. AgostinhoGomes Villar ou Justino G.
V. que nos annos de 1850 ou 32, pouco
mais ou menos foi caixeiro do falesoido Joo
Bailar, o favor de annunciar por esta folha
que se Ihe llcar obrigado ou de o participar
na rua do crespo loja D. 12.
ssr" Preci/a-se comprar um relogiodesa-
bnete de ouro, de patente, que regule
bem, e tripla a quarenta oitavas deourodelci,
quem o tiver que o quizer vender dirija-se ao
beoo da pole' D. 7 quina da rua dos quar-
teis.
tsr- Fma Sra. capaz prope-se aprotnp-
tar almogo jantar e ceia para urna duaa
pessoas encarregando-se do mandar lavar ,
tsrOKscrivamda Irmandade da Matriz da e engomar a roupa das mesmas. A qoem
Boavista vendo a correspondencia do diario convier, annuncie. *\ -
n 205 doSr. Miguel Arcanjo deFiguere- ver >a rua do crespo toja D. 5 lado do
do dizendo que todos estava Iludidos h norte se aluga um preto fiel, e sem vicios
muito tempo e que pareca primeira vista capaz de tomar conta de caza d'homem solteiro
algnma grande descoberta similhante por ex. ou para cozinliar com perfeigao, em oulra
a descoberta do magnetismo animal e que a qualquer.
Na noite do di* 21 do corrente desa-
llliai ucwNias a h^twkvi ... -.....-------------------
sem barrar elle tijolos no aterro da ponte ve- pan-ceo urna cadella de raga d agoa ror
Iha: declara, que com quanto a Cmara des- branca, com malhas pardas, seu legitimo
paxasse o requerimento a seu favor sem Ihe dono he Antonio Joze Gomes do Gorrero ino-
merecer algnma consideraea o Templo de rador na cidade nova sitio invisivel.
= Roga-se aos Snrs. Bedactores queirio
da Matriz para desembarcar ho-de ter pre- declarar seo comunica lo que appareceu no
ferencia quaesquer outros pela razaO mui- Diario de lerga feira 20 do corrente n. 205 ,
lo simples de ser aquelle aterro feito com di- assignado J. J. G. he ou nao do abaixo as-
nheiro da Igreja. signado.
Mayer. J5o Juliao Gonet.
I.OTERIA do thevtro. = Asseveramos nfto ser o rummuncado
=Hoje26docoerente Setcinbro saO pagos os f do Sr. Joo Julio Gonet. = Os RR.
%sr Precisa-se de urna ama para cuidar do
arranjo de urna caza de pouca familia; qoem
estiver nestas ciicunstancias annuncie.
= O director da sociedade Euterpina con -
voca para boje as 5 horas da larde, sessu
oremios obtidos pela extraga da 2. parte da
11. Lotera do Theatro das dez horas da
manh as duas da tarde no Escriptorio do
respectivo Thezoureiro ; continuando o mes-
mo pagamento nos dias 27 e 28, e deste ul-
timo dia em diante as quartas e sabbado$ co- |da commissflo adfnjpislradora.


tf~



n
= No dia 23 docorrente noite furlaro
do engenho Penedo de baixo um cavallo de
estribara alaso caxito, sellado, e enfreiado,
o qual Um urna belida no olho direito ea
marca do ferro parece ser um J cora um S
or cima : a pessoa que o aprehender pode
leval-o ao mencionado engenho que ser re-
compensado mi annuncie pelas folhas.
Fabrica de Rap
ty Jernimo da Costa GuimarXe e Silva;
Proprietario da fabrica de rap movida por
maquina de vapor sita no beco das Barrei-
ras do bairro da Boa-vista d'esta Cidade
tem o prazer d'annunciar ao respeitavel publi-
co que em seus depozitos j se acha grande
sortimento tanto para consumo d'esta pra-
ca como exportagao do mais excelente rap
que sem exageraco princepia aparecer n'es-
te Imperio.
O seu bom aroma em tudo semelhanle ao
rap de Lisboa donde o Proprietario pode
obter a receita o estilar moderado sem que
ganhe bolo nos narizes e sem os ferr o
conservarse por muitos mezes sem que se de-
teriore nem mofe nem seque o raaior
caprixo sobre a limpeza e aceio com que he
fabricado este rap sao propriedades estas
queotorno assz bello e recomendavel.
A superior qualidade d'este rap intitula-
do rea preta, e firmado com as letras inicia-
es do Proprietario palentea a verdade do que
se leva dito e a mudanca que minias pesso-
as de bom olfacto tem feito deixando de to-
mar o rap de Lisboa para tomarem d'este no
qual nao acharao repugnancia as tem feito de-
clarar que he rap mui bom e que este e
outro* gneros j nao se Ihe sent a falta dei-
xando de vir da Europa.
Os Depsitos sao no Atierro da Boa-vista
loja do Proprietario D. 5. e na ra da Cadeia
Velha no armazem confronte com a ra da
Madre de Dos a tractar com Antonio Gomes
da Cunlia e Silva.
Os Depozitos sao para vender de 5 libras
para cima a prego fixo e sendo-lhes tamben)
concedido vender retalho somente pelo pre-
go por que os compradores de .' libras para
cima podem vender.
ur Preciza-se de um capelao no lugar pao
de assucar termo da vil. de Cimbres comar-
ca do brejo dando-se 500000 reis an-
nuaes podendo aleen disso ensinar meninos
primeiras e 2. letras por ter o lugar pro-
porces para isso, da-se-lhe trras para criar
e plantar ; qualquerSr. Sacerdote que este
negocio Ihe convenha pode aparecer no Ar-
raial cilio do tinado Joo Carlos que achara
com quem tratar.
tarPrecisa-se de um caixeiro: no botequiu
junto ao theatro.
cr Precisa-se de urna ama de idade para
caa de pouca familia : na ra da llorentina
D. 9.
BT Quem precisar de urna ama de caza
para todo o servigo de portas dentro dirja-
se a ra Nova loja de Marcineiro junto a
Igreja da Conceigo ou annuncie.
ssr 0 abaixo assignado faz ver que com o
snr. Joo Carlos de Lemos nao he nada e
sim com o snr. JoAo da Cruz Lima sobre o
annuncio de 12 do corrente das letras J. da
C. L. = Luiz Ferreira dos Santos.
= Constando que alguns dos membros da
extincta sociedade Amizade nos Une procu-
ro por meios pouco airosos impelir seno
a todos ao menos a urna parte dos signata-
rios do acto de dissoluco da mesma a fir-
marem um papel no qual se declara que fo-
ro coagidos a assignar aquel le acto por
isso que nao era aquella a sita vontade ; e
podendo accontecer que algum menos cauto,
se deixe embar pelas melifluas palavras dos
taes Senhores ; julgo cumprir um imperioso
dever patenteando o inconveniente de que
poder ser seguida urna tal retratago. Que l'
devera merecer no com mu co um indivi-
duo que havendo huntem firmado um do-
cumento quaiquer, hoje assigna um outro
em sentido todo inverso '.' Certo que nenhu-
ma } na real idade eu como devedor de quai-
quer estabelecimento nao qnerena um recibo
passado por tal caxeiro visto que corra o
ra da Cruz armazem do snr. J Pinto se ho de arrematar os trastes dw fales-
cido Joaquim Leocadio d'Oliveira Guimaraes.
pinhorados por D. Mara Joaquina d'Almeida,
por alugueis de eaza cuja acrematago lera
lugar em prozenga do Snr. D*% Jui/, dp, Civel
da 3.' vara das 10 horas do dito dia um di-
ante.
= O bilhete n. 2418 da priraeira parte
da 3. lotera a favor das obras da Igreja de
N. S. do Bazario da Boa-vista pertence ao
Snr. Joze Felis da Camera Pimentel do en-
genho Gaipi o tica em poder de Felis da
Silva Lisboa.
tsr No da 50 do corrente mez sair para
Maceioo HyateEsperanga de Maranho quem
quizercarregar ouirde passagem dirija-se
a ra do Trapixe na venda de Joze Virissimo
da Bocha ou a bordo a fallar com o mestre de
fronte do Trapixe do Algod&o.
crdloje 26 do corrente pelas 4 horas da
tarde na porta do Snr. Dr. Juis de Orlaos
correm segunda praga os 9 escravos do ra-
za I do Calecido Lourengo de Bruno Rodri-
gues Lima para pagamento do sr. Francisco
de Paula Correa de Araujo.
COMPRAS
crticos largos que sirvan para thoalhas de
bertanlia quem os tiver annuncie ou dirja-
se a ra das larangeras sbralo n. 21.
tsrllum palanquim em bom uzo quem o
liyer annuncio.
tgrEffetivamente. para fora da Provincia ,
mulatnbas criohnhas, e mais escravos de
bonitas figuras de 13 a 20 annos e se pa-
gad bem agradando na ra da cada do re-
cfe n. 5. i. andar, das 9 horas as 4 da
trade.
tsr Os Luisados de Camoens com algum
uso, annuncie.
VENDAS.
risco de ser anda negado o rece b i ment.
Bem certo estou que na muito honrosa
classe a que pertenco ser nao digo impossi-
vel mas mui diflicil encontrar hoinens de se-
milhante carater: porem una ineilexao. ou
a* arlimanhas de certa gente poder o a isso
reduzil-oa. H-J pois de necessidaJe que es
sea que o assignro sustentem a sua opinio
e assim jura fazel-u o
Scilla.
lar* Aluga-seo primeiro andar do sobrado
da ra Direita N. 56 com commodos para u-
tna grande familia: a tractar no terceiro andar
ilo mesmo.
or No dia quarta feira 28 do corrente na
tsr Presuntos rovos a 2i0 a libra, letria,
macarro da melhor qualidade possivol a 240,
quejos novas a 1 rs. toucinho a 80 e 120
rs., carne deditoa 60 rs. cafe' a 180 a
libra, alpista a 200 rs. o meio quarteirfto .
tapioca a 100 e 120 rs. sevada nova a 100
rs. espermacete de 6 em ibra a 720 al-
fazema de flor a 200 rs. ervadoce chegada
ltimamente a 320, vinho engarrafado mui-
to antigo a 400 rs. a garrafa, manteiga su-
perior a 480 e sufr vel a 520 e todos os
mais gneros por barato prego : na ra do
Arago venda da quina que volta para a S.
Cruz D. 22.
tsr Urna caza no Pogo perto do banho
do Caldereiro com duas salas 4 quartos ,
cozinha com telheiro para a parte de detraz ,
para recreio cacimba cura boa agoa de be-
ber tambera se aluga por 80 ; um preto
de 24 annos de bonita figura acostuma-
do a trabalhar em engenho de assucar : oa
ra larga do Rozario sobrado de 4 andan s
que tem botica.
tsr 11 m sobrado novo de um andar com
soto e cozinha no mesmo muito asseado ,
e em chaos propros, grande quintal mura-
Jo e cacimba : na ra dos Quarteis por cima
do botequim, primeiro andar.
tsr Urna caza bem construida de pedra e
cal e de boas madeiras cita no Pego da Pa-
nel la a margem do rio Cap bar i be tem na
sua entrada o degros elogo um terrasso ,
porta no centro duas janellas e outras
duas no o to da parte do poente boa sala
duas alcovas de frente corredor no meio ,
despensa sala de juntar, e cozinha fora :
na ra de Ilortas sobrado de um andar n. 106
da parte do poente.
ts^ Vende-se ou permuta-se por tima ca-
za um pequeo sitio na estrada do Arraiel,
tendo a caza duas salas e 4 quartos toda
envidragada cozinha fora e cacimba com
muito boa agoa de beber por 1:400 reis:
na praga da Roa vista D. 21.
tsr Ceradecarnahuha muito nova e de
boa qualidade, chegada ltimamente do Ara-
caty em porgos grandes e pequeas na
ra do Queimado I). 1.1 caza de Novaes <&
Basto.
w lima molata com idade de 25 annos .
engoma cozinha e faz renda urna preta
crioula com idade 3i annos propria para
ldo o servigo ; na ra da Cadeia do Becife
loja de JoAo Joze de Car val ho Moraes.
tsr* L'm par de bancas de angico j uzadas,
porem em muito bom estado pois forSo a-
gora oleadas de novo por prego com modo :
na ra da ConceigAo na Boa-vista caza
D. 46.
es Vende-se ou arrenda-se por 100000
res um muito borr. sitio no lugar do Bar-
hallio distante, desta praC urna legoa, que
Oca aopdo engeoljO do Poeta he todo ser-
eado de limao e t^n) bastantes ps de la-
rangeiras, e outras fructeiras boa casa de
campo com 4 quartos cozinha fora casa
para pretos e estribara para 2 cavallos, e
b.ias trras de plantSss, com muito boa
cacimba de agoa de babor e muito periodo
ro Capibaribe: faz-se todo o negocio com
elle no atierro da Boa-Vista D. 9.
tar* 12 Apolces da extinta companhia de
Pernambnco e Paraiba por prego cominodo. a
praio ou a dinheiro como melhor convier
ao comprador; ia ra da cadeia do Recife
D. 59.
BF Dous moleques ofllciaes de barbeiro
um com idade de 14 annos, e outro com 12 ;
na ra das Agoas Verdes n. 13 lado do nas-
cente.
ts^ Vende-se, ou troea-se por urna ne-
gra boa cozinheira e lavadeira e que en-
goma um muito bom molequo do idade de
15 annos pouco mais ou menos; no atierro
da Boa-Vista D. 9.
tsr Huma escrava recolhida de elegante fi-
gura sem vicio algum tem ptimo leite, en-
goma, coze, cuzmha muito bem urna com
lium fitho de 4 annos cozinha engoma per-
feitamente, quatro ditos com abelidades ; um
escravo bom canoeiro tres ditos para todo o
servigo um bom padeiro por 350 um pardo
ptimo servente de urna caza na ra de a-
goas verdes D. 58.
tsrPelles de couro de lustro a 1 280 res ,
linda cruade boa qualidade, preta, parda, e roxa
a 800 reis o masso, dita amareila e parda pro-
oria para palmilhar a 1000 reis a libra : as
fojas do Sr. Cunha ra do crespo D. 5 la-
do do norte e D. 8 lado do su I.
tsr Hum Cavallo russo bem gordo anda
baixo ate meio : por lOOif reis por preci-
za na ra nova loja de caldereiro de M. J.
C. Lial.
crllum escravo dozo por 1*0 reis na
ra dos Flores D 6.
C7" Huma armaga e todos os pertences da
Venda do Patio de S. Pedro D. 2. por c-
modo prego ; na mesma ou no primeiro
andar.
ts^IIum bom cavallo j ensinado para car-
ro, na ra da Cruz D. 4.
K7"Aliiga-se una grande caza terria com os
seguintes commodos 2 sallas, seis .quartos ,
cosinha grande forno, hum grande sola ,
quintal e cacimba neste bairro ; na ruados
quarteis I). 5.
tsrNa ra das cruzes D. I os seguintes g-
neros muito em conta : Manteiga ingleza a
640 reis, a libra dita franceza 400 res a li-
bra banha de porco muito alva a 180 res ,
cha ison a 2jioGo caffe em grao a 180 reis .
dito moido 280 res papel almago 5,>200
3,>000 2^700 3100, dito de pezo 3^200
5000, Letria 260 reis a libra talharim a
260 reis macarro a 210 reis batatas 70
reis, paios a 2).')()() a du/.ia linguigas 500
reis a libra restea dealhos-640 sebolas
I ,> V2() o mollio tapioca 140 a libra exper-
macete de 5 e6 a 700 a libra s-rveja 440 a
garrafa, licor 320 agarrafa, vinho engar-
rafado do porto 4 10 a garrafa azeite doce
i j800 a caada a garrafa 000 reis, agoarden-
te de franga dita do reino gennbra da
(Manda charutos muito novos a U200 a ca-
xa sevada iOO reis a libra, paingo, mlho
alpista bolaxinha americana 280 a libra
' a barrequinha a I.r20() pumuda a 20 a
duzia Breu a 1 000 arroba Canella 900
reis a libra, queijosa l.l()0, sebo de ol, in-
da 400 reis a libra ervadoce cominhos ,
cravo saba branco a 140 reis a libra di-
to amarelo a 140 a libra Viudos de toda
a qualidade.
^ tsr Pegas de madapolad 3tf500 a 4000 rs
muito finos 5000 algoda a 2600 ame-
ricano 5200, cortes de vestidos de chita
hamburguezes cores fixis 4000 reis Caze-
mira de cores linas 200() Mirin preto du-
as larguras a 2800 Tafeta propric para ti-
niaA a 600 reis lencos de seda pretos para
grvala finos 5200 reis ditos superiores a
5800, pegas de Berta nly de rollo 1 Ovaras
2200 estopa de duas larguras proprias pa-
ra sacas de algoda 220, Ganga trancada
l.'iOo covado, ditas lizas 130, chales de me-
tim a 1 100 ditos de chita a 1 000 risca-
diuho fino l80 a 200 o covado cortes de
cassas pintadas de lindos padroes a 300 ,
lencos de letrero as ponas e no meio 560
e outras muitas fazendas por prego o mais
em conta possivel; no Aterro da Boa-vista de-
fronte da Matriz.
~*tar Muito bom pano de algoda da trra a
prego cmodo chales de mitm assento es-
curo i 1000 reis, ditos assento branco,
com barra de cor a 1000 reis ditos de co-
res e de muito lindos padroes a 1 400 reis,
pinos para meza do meio de silla a i20o
reis panos finos d" todas as coras por prego
em cuta lapim de muito boa qualidade a
t000 reis mirin muito superior a 24oo
reis meias de linho daEscocia muito li-
nas a" 1 000 reis o par ditas muito mais fi-
nas profeiiveis as do seda a 1200 reis o par ,
ditas de algoda para meninas e meninos ,
linissimas chilas de modernos padrts a 200 ,
220 ; 240 reis o covado grvalas feita
a 400 reis cada huma alem deslas outras
umitas fazendas por prego muito agradaveis
aos compradores, na loja da ra do crespo
D, 12 2. M quem vera da ra do queimado.
tsr Hum preto bonita figura de 20 anuos ,
proprio para todo o servigo; duas pretas mili-
to mogas de 20 a 22 annos boas figuras,
perfeitis engomadeiras e cozinheiras cozem
e ensaboo muito bem ; huma dita com as
mesmas abelidades para fora da provincia ,
huma molatinha e huma negrinha de 12 a i3
annos na ra do fogo ao pe' do Rozario
D. 25.
Kalium negro de bonita figura para lodo e
quaiquer servigo muito sadio sem acha-
ques, por prego cmodo, na ra nova D. 34.
tsr Hum escravo pardo bom carreiro e
entende de plantaces, bem parecido, e sem
molestias ; quem o pertender dirija-se a caza
de Luiz Antonio Barboza de Brito no Bair-
ro do Becife junto a praga do comercio que
se dir quem o vende.
tsr Huma escrava de naga" benguela, sem
vicios nem achaques : na ra do Hospicio se-
gunda casa terria lado do nascente.
tST" Taixas de ferro coado c balido em bom
sortimento por prego commodo farinha em
saccas de alqueire 5:840 a sacra na ra do
Vigario N. 7.
= Urna armagAo de venda com pezos e
medidas no beco do Porto da Canoas do Re-
cife a falar n> armazem de mulhados da ra
do Encantamenlo por baixo do sobrado do
Rm. Vigario do Recife.
C7*Na ra do crespo do lado do sul loja D. 6
de Rento MagalhAes, ha para vender ricos
corles de lanzinha para vestido de senhoras ,
de muito lindos padroes, chales adamasca-
dos de cores a imitaga de seda, guarniges
de franja para camas c janelas Damascos de
lan para eolxas de cama e coeiros cassas e
cambraias lizas o mais superior que pode ser,
para vestidos de senhora e outras muitas fa-
zendas de bom gosto e modernas.
XU' Cadeias de bataneo com asnelo de palhi-
iihn e ene sl.i da mesma marquezas de cotidu <
r meaas de janlar camas de vento com arin*-
cao, caflenas com assento de pailnnha americanas'
cama (I? vento muito bem leitas a -#..oo t.iUa a
pinho a 3^joo e pinho da Suecia com 3 poblad*
de fjrnssura, dito serrado tudo mais em coma do
que em outra parte ; na 111a da Florentina em caca
de J. /foiaiiger.
ESCRAVOS FGIDOS.
tij" I "111 cabra acabocolado de nome Stiro
idade 50 annos feio do rosto e tristn ho, de
estatura baixo quem o aprehender leve-o a
ra do Vigario N 7 que se Ihe recompen-
car seu trabalho e adverte-se que he pesca-
dor do alto.
tS9"Manoel de naga cabund alto feio
do rosto cara comprida cosluma embebe-
dar-se falla mal, e muito devagar he ca-
noeiro costuma aterrar viveiros e tendo
tambem andado com hum mscate pelo ma-
to pode muito bem por l estar. Antonio da
Cosa muito alto e magro olhos vermelhos
meio vesgo h embarcadisso por isso tai vez
nde embarcado. Quem os pegar os leve a
ra do Vigario n 7. que ter de cada hum
o0 rs. sendo pegados nesla Provincia e
em quaiquer outra do Imperio 100 rs.
tiy.Nodia lude Setetnbrodocorrenteanno,
fugio do abaixo assignado um escravo crelo de
nome Gongalo official de pedreiro estatura
regular cheio do corpo cor meia fula, com
marcas de bexigas sem barba com cabellos
nos pe tos, de 22 annos de idade, caiga e ca-
rniza de algodo da trra jaqueta de ganga
amareila desbotada e mais urna caiga de ris-
cado azul nova ; julga-se ter sido scduzido, e
consta ter embarcado no mesmo dia s 5 112
horas da manda detraz do armazem do Sal ,
por isso prelende-sc proceder contra o seduc-
tor na forma da Lei. Quaiquer capitAode
campo ou authoridade policial ( a quem se
recommenda muito) o poder pegar e lva-
lo na rua"da Praia serrara do abaixo assigna-
do nesta praga em Mace a Luiz Joze de
Brito no Bio de Janeiro a Custodio Francis-
co Bauos que sero pagos de seu trabalho.
Antonio Dias da Silva Cardial.
BECIFE NA TYP. DE M. F. DE F. =1842.


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