Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08127


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Full Text
r
Anno de 1842.
Sabbado 10
'l'udo *>' depende de na mesmos ; da bob prudencia mn.'lrrarii e energa : ron
i' in-niot como principiicoi e eremos apon lados com admirado enlre as Naci>s mai
cul,a,# (Proclamaco da Assembla Geral do irar.il.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
f ni atina ParaiLa e Mo grande do Norte erindas e sextas (eiraa.
onilo Giranhun O t 24
Cabo Serinhaem Rio Formoio Porto Calvo, Macei e Aligoii no 1.
13. Santo Anuo quintas fciras. Olinda todos os das,
I'ajea
DAS DA SEMANA.
5 fe, s. Anlonio M. Aud. d> J. de D. da 2. v.
Ver. i. I-ibinia V. M Re. Aud do J. de D. dal. t.
7 Qjart jejum s Joao P M Aud. do J. de D. da 3. r.
8 Qu:nl. Nalividade de N. Senliora.
9 Sc*t. s, Sergio P. Aud. do J. de D. da 11
40 Sab. s Nicolao de Tolentino. Re. Aud. do J. d D. da 3. T.
jl D"m. O SS. Nome de Mara
de Stcmbi'o. Anno XVIII. N. 195.
O Diario publica-se todea oa aiaa ae nao forem Sanlificados : o proco i. imputara ha
de tres mil reia por quartel pajoa adianlados Oa annuncios doa asaign.oles lio inserid.
gratis e os da* que o nao forem nt.'io de SO reia por linha. As reclamacuea derera ser
dirigidas s esia lypograf.a ra das Crur.es D. 3, au a praVa da lodepeudeac. lo ja de BM
Numero 37 e 38.
CAMBIOS no da 9 deseteuhro.
compra venda.
Cambio sobra Londres 2 nominsl.
Paria 3S5 reis p. franco.
i. Lisboa 406 por 400 nominal
Moeda de cobre 4 por 400 de descomo.
Idam de letras delmaa firmas 4 r a 4 e {.
Odio- Moeda da 6.400 V. 16,300
, N. 46.40J
. da 4,000
PniTa Palacei
Petos Colusanira
dito Mexicanoa
ii anuda
9,400
i,aso
4,880
4,830
1.C90
16,ii00
40,300
9,300
4,890
1,890
1.890
1,730
Prenmar do dia 10 de Setcnbro-
4. q horas e IX m. da manb.
i. il koril e 4! m. da tarde.
P1IASES OA LA NO MEZ UE SETEMBllO.
Loa Nora a 4 -- a 7 boraa e 22 m. da tard.
Qusrl. crear, a 41 -- a 4 toral e 42 m. da tard.
Lu cheia a 19- a 4 Horas 5 ni da lapl.
Qaart, mtng. a 27 --a 0 boraa e i7 m. di tard.
9M A R
HE PEKNA
PARTE OFFIClAL
NOTICIAS DO EX0 .
Illm. c Exm. Senhor. Os dcsordeiros do
Ex valendo-se da ocaio da reunio nesta
Tilla no dia 11 para a elleico do deputados ,
sal) i rao do lugar incgnito ondo existio no
n. de 12 foro pissar junto a fazen la do ca-
pito Simplicio Pcreira da Silva quatro le-
puas e na distancia de 50 a esta villa de
maneira que chegando o dito capilo em casa
quando daqui sahira havio dois dias que
terio passado os desordeiros e sem que o
dito capilo descancasse os seguio com as
pracasque pode naquello momento reunir ,
seguindo ao depois maior numero que xega-
ria no to lo a cein e lionlem tive a noticia
que o referido capilo entrara p'lo riacho do
Aguiar provincia da Parahiba em marcha
picarla contra aquelles e mediatamente of-
Qcei ao coronel Hiplito Pereira da Silva ,
sub delegado da fregue/.ia do Piaucpara pros-
lar todos os socorros precizos a urna to til
deligencia, e suponho que ella se elTetuara. Di-
zem-mequeno n. dos desordeiros segu um
oflicial do Cear de nome Canuto Joze Lou-
renco de Castro Thomaz Lnurenco de Cas-
tro e outros o que ludo tenho a honra de
participar a V. Ex. ocontittuarei assim a
vista 'lo que for oocorrendo. D;os guarde a
V. Ex. muitos anuos. Dolegatura do Ter-
mo de Flores 2 i de Agosto de 1812.
lilm. e Exm. Sr. Bario da Boa-vista Pre-
sidente da Provincia de Pernambuco.- Ma-
noel Dominguesde Andrade.
Illm. e Exm. Senhor. Ncsle momento
as nove horas da noite chega-me a noticia
do Baixa verde por pessoa de verdade vin-
da de Pianc provincia da Parahiba do Nor-
te que me certifica ter o capilo Simplicio
Pereira da Silva capturado sele dos revolto-
sos do Ex inclusive hum espanhol, eque
no dia de honlern deixara o dito capilo na
povoagSo da Conceico termo do dito Pianc.
Deoii guardo a V. Ex. muitos annos. Dele-
galura do Termo de Floras 27 de Agosto de
1842.
Illm. o Exm. Sr. Baro da Boa-vista l'rc-
sidonse da Provincia de Pernambuco.-- O De-
legado Manoe! Dimiugues do Andrade.
GOVERNO D~ PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 5 DO COMIENTE.
Oificio Ao inspector do arsenal de mari-
03 BENEDITINOS DE S. NICOI.v'o O VELDO. (*)
O conde olhou para ludo isto com ar tran-
quillo e ordenou ao arrieiro que batesse.
Esle que linha tomado seo partido sus-
pendido um velho marlello de ferro ja carco-
mido da fenugem c do tempo eodcixou
cair com todo seo peso O golpe retii por
todas as profundezas do convento e um
sino de som agudo respondeo. Quasi ao mes-
mo tempo, urna pequea janella praticada a
dez pos d'altura se abri : sabio um longo
lubo de ferro que se dirigi contra o peito do
conde; um rosto barbudo apareco na aber-
tura e urna voz que nada tinha de ungo
monacal perguntou : Quem vem l i'
Amigo, respondeo o conde desviando
com a mi o cano do fusil : amigo.
Ao mcsiiio tempo elle sentio vir pela janel-
la aborta um cheiro do assado que lhe rigozi-
j ni a alma.
Amigo, hum! diz o homem da janel-
li. Equem nos provar que vos sois um a_
nha ordenando que mande fazer urna no-
va batocadura para a escuna = Lebre = as-
sim como concertar os escalores da mesma ,
os turcos d'estos e a cozinha de r.
Dito Ao com Dan lante das armas ili-
zendo que mande receher do ommandanle
da supramencionada escuna e addir ao ba-
talho provisorio de caladores at segunda
ordem as vinte praeas do pruneira linha ,
constantes da guia que lhe remelle vin-
das do Rio-grande do Norte : o que man,lo
igualmente receber do dito commandante os
desortores dos corpos d'esla provincia Joao
Fidellis Fidellis Gomes Jnior e Joaqun)
Joze Barboza remed los os dous primui-
ros da Parahiba eo ultimo do Rio-gande
do norte.
Dilo Ao commandante da suprareferida
escuna determinando que ponha a dispo-
sico do commandante das armas as praQas ,
e desertores supramencionados ; c intelligen-
ciando-o do conteuilo no antecedente ollicio ,
dirigido ao inspector do arsenal de marinha.
'orlara Ao mesmo ordenando que
faga pissar para bordo do brigue as Imperial
PodrOasOS recrutasde marinha Antonio Mar-
tina e Vlanoel Francisco Ribeiro, que con-
duzio da provincia do Bio grande do norte.
Dita Ao commandante do supradito hri-
gue determinando que receba e abra as-
sento de prarja a seo bordo aos supramencio-
nados recrutas.
Dita Ao commandante da niesma escu-
na j referida ordenando que mande en-
tregar ao director do arsenal de guerra os
seis caixOes, que trouxe da Parahiba com
cenlofi vinte granadeiras desconcertadas.
Dita Ao supramencionado director de-
terminando que mande receber os caixiVs,
cima mencionados, e concertar as armas ,
nelles conlidas.
OllicioAo secretario do collegio eleito-
ral de Cabrob acensando recepeo da acta
aulhenlica da IciQo para Deputados geraes
por esta provincia.
Dito Ao Dirfctor do arsenal de guerra ,
transmidindo um oificio do inspector da lhe
sooraria da fazenda awmpanhado d'outro
do commissario fiscal da repartico da guer-
ra com as notas constantes da copia que
igualmente lhe remede para que satisfaga
ludo, quanto requisita o mesmo .commissa-
rio fiscal.
Dito Ao Engenheiro em chefe das obras
publicas, ordenando que proceda o ornamen-
to dos indispensaveis concertos de que ne-
cessila a cadeia d'esta cidade.
COM MAX DO DAS MIMAS.
EXPEDIENTE 1)0 DIA 2 DOCORBKNTE.
OificioAoExm. Presidente, remetlen-
do-lhe para dir o destino que julgasse con-
veniente o paisano Manoul de Mendnnca ,
que tendo sido recrutailo pelo delegado do
segundo districto do termo esta cidade por
sur vagabundo nao tinha para o sei vico do
exercito a necessaria capacida le.
Dito Ao mesmo Exm. Sur., remellen-
do-lbe a conta do um bienio de farJarnenlo ,
(pin maivlara abonar a trez cadetes do bata-
IhftO provisorio alim de que autoristsse tal
abono expedindo suas ordena a lliesoura-
ria.
DitoAo inspector da thesouraria re-
medendo-lhe os papis de contahilulade do
destacamento da guarda nacional do Pao do
albo pertencentes ao mez de Agosto ulti-
mo alim de serem pagos no caso do eslarem
em forma organisados.
Dito Ao mesmo remeltendo-lhe os
papis decontabilidade do destacamento da
comarca do I.imoeiro.
Dito"Ao mesmo, remeltendo-lhe os pa
peis decontabilidade do destacan)mto de Mu-
ribeca de 8 de Julho ao ultimo le Agosto.
Dilo Ao mesmo remeltendo-lhe as se-
gundas vias dos papis de contabilidade do
destacamento de P.ija ile Flores de Janei-
ro a Junho do corrente anno que j forao
pagos e para o serem os do me/, do Agosto,
cuja importancia devia de ser entregue aol.
commandante Joze Rebollo Paddha.
Dito Ao mesmo, remeltendo-lhe a guia,
que pela pagadoria das tropas da corto foi pas-
sa la aos oleiaos e praQas de pret do 8.
balalhao de caladores.
Dito Ao lente coronel commandante
do batalbo de guardas nacionaes de Muri-
beca dizenJo-lho que os papis de contabi-
lidade do destacamento tinho sido remul-
lidos a thesouraria para serem pagos e pre-
vinindo-oque deste mez em diante os venci-
menlos do oficial commandante do mesmo
deslacamento devio ser cobrados em dois
recibos um contendo o sold simplesmen-
te e outro a gratificarlo addicional.
Dito Ao delegado do termo do Pao do a-
Iho declarando lhe quedo primeiro dcs-
te moz em diante os vencimentos do ollicial
commandante do destacamento a nao ser
oflicial de polica devio ser cobrados em
dous recibos pela forma expressa no ollicio
cima.
Dito Ao delegado do termo do Rio-for-
moso dizendo-lhe que pela nota que lhe
( ) Vid. Diario N. 194,
migo ? E tornou a por o fusil na directo pri-
maria.
Meo muito caro irmo respondeo o
conde desviando de novo e com o mesmo
sangue fro a arma que o am<*ae.ava eu
comprehendo muito bem que lomaes as pre-
caucOes antes de receber os estrangeiros e
en fria o mesmo estando em vosso lugar; mas
tenho urna carta do cardeal Marosini para o
vosso grral.
Para nossocipilo ? retorquio o homem
da espingarda. Oh nao nao para o ge-
ral. Em fim isto nao vem ao caso : es-
taos vos 80 ? continuou o interlocutor. So
__Esperai que so vos vai abrir a porta.
Hum o assdo chaira bem. diz o Allemo a-
peando-se da mua Excedencia pergun-
lou o arrieiro que durante esso lempo ti-
nha descarregado a bagagem do conde ten-
des mais alguma precisSo de mim ? Tu
nao queresficar i1 perguntou-lhe em resposta
o conde.Nao diz o arrieiro ; com vossa
permisso convem-me mnis dormir em ou-
tro lugar. Bem vai diz o conde.Ser
necessario vir buscar-vos ? perguntou o Sici-
liano.Nao, o geral me far reconduzir.
Muito bem adeos excellencia.Adeos.
Veste momento a chave comecou i ranger
na fexadura ; o guia saltn sobre urna de suas
muas tornou a redea da outra, e se alongou
a trote ; e eslava j a cincoenta passos de dis-
tancia quando a porta se abri.
Isto parece bom diz o Allemo aspi-
rando o cheiro que vinha da cosinha ; parece
muito bom.Vos parece ? perguntou oes-
tranho porteiro.Sim diz o conde sim
me parece. E' a era do chefe que est em
eaminho e a quem esperamos a qualquer
instante.En lio eu chego bem diz o conde
rindiese.Eo nosso chefe vos conhece ? per-
guntou o porteiro. Nao, porem eu tenho
urna carta para elle.Ah isto outra cou-
sa. Vejamos. Ei-Ia aqui. 0 porteiro tornou
a carta e U)o: Al reverendissimo genra-
lo dei benedeliini ; al covento di San-Nicol
di Galana.
__ Ah comprehendo diz o porteiro.
A!i .' com prebendis ; muito b-m diz t
conde batondo-lho sobre o hombro. Nesi
raso, meo amigo se eompreh carregai-vos de minha bagagem e leude
cautclla especialmente com a maca por que
enviara com o seo officio de 24 de Agosto ul-
timo se reoonheceo quo nao ora dezerlor
o preso de justica Jo/.e Felippe da Silva.
Dito Ao delegado do segundo destricto
do termo desta cidade dizendo-lhe que nao
podendo ser recebido as fileir is do exercilo
u recruta Manoel de Mendonga quo acom-
panhara o seo ofliciode 30 do mez passado ,
o remetiera ao Exm. Sor. Presidente pa-
ra lhe dar uutro destino.
REPARTICO DA POLICA.
Parte das occorroneias dos dias 5, 0, 7,
e 8 do corrente.
Nj dia 5 nao occorreo novidade. Foro
presos no dia 0 pelo inspector do quir-
Leiro da llibsira de Santo Antonio Lou-
renco de Barro; Monteiro por ser indigiU-
do em fu rio d'escravos : no dia 7 pela pa-
lmilla do mundo novo o preto escravo
de nome Luiz por ser encontrado meia
noite, e suppor-se fgido: e no dia 8,
pola primoira patrulha do atierro da Boa-vis-
ta Felicia Mara da Coneeico e Joaquina
Mara do Boza o por briga da qual resul-
lou licaresta ferida ; foro recolhidas ca-
deia.
X.TERIOH.
INCRBMKNTO DA POPILA^A NA EL'nOl'A.
Iistatistica-
Calculo! fundados sobre documentos au-
thenlieos esobre nogoes certas tem dado-
quantos leis que regem o incremento da po-
pulacho na Europa, mui curiosos resultados.
Na ordem natural isto segundo o exce-
dente normal dos nascimentos sobre o dos bi-
tos se vastas e rpidas causas de destruico,
como guerras. fomes epidemias e outras
mais lentas mas permanentes em sua acgo,
e multiplicadas ao infinito, nao viessem dzi-
mar as geragOes, e consumi-las antas de tem-
po urna s familia franceza que vivesse no
tempo de Filippe Augusto, ou no principio
do seculo 13., houvera sido sulficiente por
sua multiplicado regular para produzir os
32 milh "s de individuos, que encerra hojo
a Franca. Mas tal tem sido a intensidad* pri-
mitiva das causas destruidoras accidentaes ,
que os periodos de duplicarlo da populacho,
quo segundo o termo medio da vidaem Fratt-
5a devoriam completar-se em 55 annos,
apenas se operaran) n'um espaco de tempo
18 vezes maior. Com tudo estes mesmosobs-
nellaesla minha bolsa. Ah ahi ondo
vem vossa bolsa E' bom saber diz o por-
teiro tomando a maca com um particular es-
mero.
Depois de so ter apoderado do resto da ba-
gagem : Vamos, vamos continuou elle ,
vejo bem que sois um amigo vinde. O con-
de nao se ft-z rogar duas vezes e seguio seo
guia.
O aspecto interior do convento nao era me-
nos estranho que o exterior. Ruinas por to-
da a parte ; muitas pipas destampadas ; nem
erucifixo nem imagens. O conde parou um
instante por que era d'esses conversadores
que tem o habito de parar quando falli
exprimi seo guia a admira^io que lhe cau-
siva una semelhante devastarlo.
Que queris ? lhe respondeo o guia ;
i.s eslames um pouco isolados comoten-
ies observado o como a montanha est
cheia de bandidos que nem lemem a Dos
nem aodiabo, nao deixamos a granel o pouco
que possuimos. Tudo que temos de preciozo
csl qas cavas debaixo de chave. Alem dis-
to vos sabis que nos temos outro mosteiro
na planico ao p de Catana ? Nio nio


2
taculos multiplicaco da raga humana pare-
ce haverem perdido milito de sua antiga for-
Qa porque a populacho chftga a dobrar-se a
gora nos differentes estados nos periodos 80-
guintes : em 59 annos na Prussia em 44 na
Austria em 48 na Russia em 50 na Polo-
nia eem Dinamarca, em 52 as llhas Britan-
nicas em 5f> na Suecia na Suissa e Por-
tugal, em 02 na ilespanha, em 68 na Italia ,
em 43 nos Paizes Baixos em 120 na Alle-
manha eem 12(5 na Franca.
Operando sobre laes bases, em 1862 a Prus-
sia ter25 milhoes de habitantes ; em 1872
a Austria lera 5i milhoes ; em 1872 a Ingla-
terra lera 41 milhoes; em 1874 a Russia ea
Polonia tero 95 milhoes ; em 1875 a Italia
ter 4i milhoes ; em I9i2 os Paizes Baixos
tero 12 milhoes ; cm 1931 a Franca lera
64 milhoes ; em 1917 a Europa septentrio-
nal ter 260 milhoes; em 1951 a Europa me-
ridional chegar a ter 422 milhoes.
Decompondo estes resultados geraes, v-se
que o incremento annual da populacfio para
a Russia Europea de 6l5 mil individuos; pa-
ra Imperio da Austria de 423 mil ; para as
llhas Britannicas de 271 mil para a Italia de
205 mil; para a Allemanha de 175 mil, e pa
ra a Franca de 173 mil c 890. Querendo a-
valiar e considerar os algarismws, quanlo s
relaces polticas, aehar-se-ho nelles illus-
tracOes de mui grande importancia. A Rus-
sia Europia so sem comprehender a Polo-
nia nem as Provincias da Asia absorffl a
quarta parte de todo o incremento animal da
populacho europea ; junta com a Polonia e
Russia recebe tr-s partes, em quanto a Fran
ca eas llhas Rritannicas reunidas recebem s
duas. Em im o incremento annual da
populacho commiim da Franca, Suissa, Por-
tugal Hespanha Italia, Grecia e Turqua
apenas superior ao incremento da Russia e
da Polonia : adflareuca em favor dos primei-
ros estados apenas est na proporco de 55
para 35. Em meioseculoa Russia ter 100
milhoes de habitantes, e por tanto urna popu-
laco duas vezes maisconsideravel daquella
que ento Ir e Franca.
A Europa septentrional tende a ganhar so-
bre a Europa meridional urna superiridade
numrica de assuslar-, e esta multiplicuco
parece dever seguir por muito lempo esta
marcha lano mais favoravel s Potencias, ou
antes Potencia do N.rte quanlo a popula-
co nao ainda mais que 210 pessoas por le-
goa quadrada quando na Franca regula por
1:200. Quando pois na Europa meridional a
aglomerac/io de gente fr tal que chegue a fal-
tar espago o soja preciso recorrer s emi-
grares, a Russia relativamente ser ainda
u.n deserto.
(Revista Franceza.)
(Diario do Governo.)
o orno e o carva'o.
O carvo de podra que se consom cada an-
no em Inglaterra anda pordezoito milhoes de
toneladas as quaes a razo de 400 rs. o
quintal ou um franco e 25centesimos im-
porto cm 450 milhoes de francos moeda
fjrte. O producto annual de todas as minas
de ouroe prataque ha no mundo calcula-se
em 220 mihAes de francos. Por este calculo
vale o carvo de pedra que se extrahe da trra
ein cada anno mais 230 milhoes de francos
do que o producto de todas as minas de oun>
e prata no mesmo lempo. Nao ser pois
grande praga se se disser a alguem : Deus te
reduza a la mina a carvo !
BIBLIOGRAPHIA Eli FRANQA.
inrrivel a quanlidado de livros que sa-
hem luz lo los os annos em Franca : se se
dissesse que o produelo de todos ellos durante
um anno nico seria bastante para encher to-
das as estantes di bibliolheca de Oxford nao
se dira nada de mais. Eis- aqu para amos-
tra do panno o que no anno passado de 1841
produziro as nicas imprensas de Pars.
Obras escripias em linguas vivas e mor-
as... 6,300
Estampas, gravurase lilhographias... 1,165
Planos e cartas geographicas.
Obras de msicas.......
145
428
Total obras........ 8,036
Ajunte-s? agora a isto um horror de folhas
peridicas em todos quantos objectos se po-
den imaginar e veja-se se somente o pro-
ducto annual das imprensas de Pars nao fa-
ria urna muito sofTrivel bihliotheca.
IDADES DOS SOBERANOS DA EUROPA.
As idades dos principis soberanos da Eu-
ropa sommadas fazem 856 : o maior quinho
desta somma pertence ao re da Suecia que
lem 78 annos ; o mais pequeo he o da Inno-
cente Isabel, que conta onze. Abaixo de
Carlos JoAo seguem se por sua ordem : o Pa-
pa com 76 annos ; Ernesto Augusto, rei de
Hanover com 70 ; Luiz Philippo com 68 ;
Luil de Bavieira .com 55 ; o rei de Wurtem-
berg com 60 ; o do Dinamarca com 55 ; o
dos Belgas com outros tantos ; o rei de Hol-
landa com 49 ; o rei da Prussia com 48 ; o
imperador da Russia com 45 ; o rei da Saxo-
nia com 44 o de aplos com 52 ; a rainha
Victoria com 22 ; o Sulto com 18.
Nao ontro nesta con la os soberanos que
nao lem o titulo de rei.
NOTICIAS SC1ENTIFICAS.
SESSA M.VfiNETICl NO RIO DE JANEIRO.
Ha 14 anuos, esludando physiologia, li um
pouco sobre o magnetismo animal e com-
quanto tivesse ento menos de rfezeseis annos
de idade nao cri nos prodigiosos effeitos des-
te admiravel agente at que tendo no cor-
rer do tempo consultado mais alguns. dos au-
tores que fizero numerosas e minuciosissimas
experiencias, ou as testemunhro centro
os quaes scintillo nomes mu respeitaveis ,
nao podendo convencer-me de que ellesex-
pozessem sua colossal reputarlo, abandonan-
do-sc s avillantes esDeculages do charlata-
nismo ou de que fossem dupes delle ; tendo
em attenco que pelo maravilhoso comegaro
muito importantes descobertas, cujas thoo-
rias j sacudiro desfeita a capa do mysterio ;
que os prejuizos e arlimanha dos seculos lem
redicularisado e perseguido genios que ous-
r.lo querer rasgar o veo dos erros dequede-
pendio crengas e usos que se quera perpetu-
ar e, ainda mois, alcanzando a rigorosa s.'tne-
Ihanca entre os individuos magnelisados e as
antigs Pythonissas e essas outras mulheres
do todas as pocas que, immoveis extali
cas se conservo longo tempo fallando com
alguma certeza sobre cousas futuras, e
quem uns tem attribuido milagros, como se
santas fossem e outras diablicas como se
estivessem possuidas do espirito maligno ;
senti que de duas urna tinha cu a seguir, ou
crer as esperiencias e leslemunhos desses
hnmens de saber e do conieilj ou passar eu
mesmo a experimentar ou a testemunhar.
Entretanto, eu achava sempre prazer em sus-
tentar a possibilidade d) magnetismo animil.
Ha poucos das em casa do Sr. Marques
Lisl;oa no largo do Machad >, na presenca
do meu amigo e collega o Sr. Dr. Res do
Exm. Sr. conselheiro Lisboa e de outras pes-
soas lidas, dei talvez urna hora a bsm assunip
to ; eahi o dito Sr. conselheiro contou que
elle fra testemnha na Europa de algu-
mas experiencias seguidas dos resultados re-
feridos pelos autores (*). Tamhem por oc-
casio do evame de suTicioncia do Sr. Dr. Gas-
sier, procurando ouvi lo nesta materia lite
pergunte se cria n is vaotagens tlierapeuticas
do magnetismo ao que. rospondeu que sim;
mas que nao tendo tactos proprios, nao ou-
sava afirma-las.
Nesle estado de cousas eu me achava vi-
do de por mim mesmo poder fallar sobre lo
transcendente objeclo quer sendo o proprio
magnetisador, quer assislindo pralica de
outrom; e por isto mo felicitei quando ro-
colhendo-me minha casa na noite de 21 do
mez p. p. recebi o convite do meu Ilustre
amigo e collega o Sr. Dr. Magalhes, para a-
char-me na casa n...... da ra do Rosario ,
s 5 e meia horas da larde do dia 25 do mes
mo mez afim de presenciar a magnetisago
ou mesmerismo que ello se propunha a produ-
zirem urna sua doente.
Nao farei por ora commentario algum do
que observei ; vou ser fiel e escrupuloso nar-
rador do que teve lugar apresentando os fic-
tos na ordem em que se suceedro e que
a dosapontamentos que tooiei; e o leilor de-
duzir da verdade que exponho segundo o
seu criterio.
No dia e hora cima ditos achavo-se na sa-
la da experiencia os Illms. ^rs. Dr. Vallado
( lente de clnica medica e director da escola
le medicina) Dr. Freir ( lente de botni-
ca ta escola do medicina ) Dr Rosa e Dr.
Feij ( lentes substitutos da escola de medici-
na ) Dr. Paula Meoezes ( redactor da Re-
vista Medica Fluminense ), Mareado, Por
tella Raposo, Amaral e Calases ( esludan-
tes do 5n e 6" anno da escola de medicina ) ,
Marcello pai Joze Baaileu Neves Gonzaga
(tenente alumno da escola militar ) Joo
de Souzada Fonseca Costa ( cadete alumno
da escola militar ) e eu. Ento o Sr. Dr.
Magalhes fez urna breve historia da sin do-
ente.
Era ella urna senhora de 21 annos de es-
tatura ordinaria, ede temperamento lympha-
tico nervoso. Da idade de um armo dra
urna qu la que Ihe entortara a espinas fi-
cando a caboca a custo da entortadura da
porco cervical inclinada pira o lado direito,
tocando o hombro do mesmo lado, e este con-
sideravelmente levado para cima e para fra ,
em virtude do oulra enlortura das costellas, e
porco dorsal da espinha vin lo algumas das
vertebras a tocarem a borda interna o ngu-
lo inferior do omoplata. Os msculos lateraes
direilos do pescoco privados assim de exer-
cicioe comprimidos, se atrophirSo O bra-
co direito paralysou-se tanto do sentimoiilo
como do movimento, Relrahirfio-se forte-
mente o bra^o esquerdo a ponto do conser-
varse em ngulo muito agudo e os dedos
das mos.
Tendo-se suhmettido par 50 vezes pouco
mais ou menos magnotisaco achava-se
com a cabeca muito menos inclinada, os mus-
culos do pescoco muito mais desenvolvidos,
a espadoa muito mais descida a sensihilida-
de do braco restablecida a mobilidade rt-
adquirida posto que flacamente o braco
lerdo e os dedos disten lio se um lano
im ella poda j costurar.
sabia. Ah vos t.mdes outro mosteiro Bem,
bem bem 1 Agora examinai vos mea-
mqvossa bagagem para que possaes altes-
lar^ochefe que nada fui desviado. Oh!
bem fcil : u:na malla um saco de via-
gem o urna maca. Eu vos recomend a maca
porque encerraa minha bolea.Desta forma,
sao nicamente tres objecto*'.' E' verda-
de.Estaes certod'istoP-.Estou. Entfto,
esperai ah diz o porteiro fazendo entrar o
conde em urna especie de cubculo p .r que
snpponho que em meia hora o chafe estar
do folla. E fez mencode retirar-so.
Disei disei Em quanto eu espero ,
nao noicrei ir cosinlia ? Tal vez que possa
dar bonscons-lhos ao cosinheiro. Nao vejo
nialo algum inconveniente: demorai-vos a-
qui porquoeu vou pr vossa bagagem em
seguranca edepois vollarei a aconipanhar-
vos. A'proposito quanto existe em vossa
bolsa p Tres mil seis ceios e vinte duca-
dos.-- Tres mil s;:is centos o vinte ducados
hom raapoa leo o porteiro. Este homem
me parece bem honesto murmurou o conde
vendo re!i.a:-se o innao que lovava a sua
(i robba ; parece-me bomem de bota. J> z
minutos depoia seo guia eslava de volta.
Se queris descer cosinha o podis faser,
diz o Siciliano.Sim quero ; onde a cosi-
nha ? Vinde.
O conde seguio novamente o seo guia que
o conduzio s cozinhas do convento. Oes-
pelo eslava guarnecido todo os fornos acce-
sos e as cassai oias fervio.
Bom diz o Allemo parando no ulti-
mo degro e abrangendn com a vista este
succulento espectculo ; bom parece que
nao vim em dia de jejum. Boa noite cosi-
nheiro boa i; oite.
O cosinheiro estando prevenido recebeo o
conde com toda a deferencia deviiaa um
goloto. O conde aproveitou-so d'ella para
levantar a tapadora de todas as cassarolas e
provar de todos os mlhos. Com preeipita-
QAo lancou-se sobre o cosinleiro que ia
deitar sal em urna fritada e Ihe arrancn das
mos :i vasilha em que estavfio os ovos.
- Oh oh que fazes ? lirada o conde.
Cono, o que queeu faco ? perguntoii
cosinheiro. Sim que fazes ? pergulito-
te eu.-- Deio sai na fritada. Desgranado ,
em urna hitada nao se deila sal : deita-se as-
(*) Estou persuadido de que S. Ex, era-
pregara meios de nao ser logrado.
sucar doces e groselas dulcificadas. Va
mos diz o cosinheiro buscando arrancar-lhe
a vasilha das mos. Nao nao diz o conde,
sou cu que heido do fazer a fritada ; as-roe
doces.Ah diz o cosinheiro z^ngando-se ,
veremos um pouco quem manda aqu.Sou
eu diz urna voz forte ; que isto ?
O conde e o cosinheiro voltaro-se : um no-
mim de quarenta a quarenla e sinco annos ,
vestido com um habito de mongo eslava em
p na escada ; ca d'alto talhe e tinha essa
fizionomia dura e imperiosa que d o cons-
tante habito de mandar.
O capito exclama o cosinheiro. -
Ah diz o conde o geral, bom. Geral
continnou elle dirigindo-se ao mongo eu
peco-vos perdo ; mas vos lendes um cosi-
nheiro que nao sabe tazar fritadas. Vos sois
o conde de Wedor Mr. ? diz o mongo em
muito bom francez. Sim meu geral rC8-
nondeo o conde sem deixar os ovos e o gofo
com que se despunha a bate-loa: eu sou o
cunda do Weder em pessoa. Ento foates
vos que me tronxestes a carta de recomenda-
goque me entregou o irmo poiieko ? Eu
mesmo. Sedo bem fiado Sr. conde. O
esaut
errfit
Depois desta exposico oSr. Dr. Maga-
lhes comegou a sessao magntica provo-
cando o fluido par tres quartos de hora ; mas
logo depois de quinze minutos as palpehras
que tinhS ido pouco a pouco cerrando-se '
deixando escapar algumas lagrimas que eni
parto se deslisro pelas faces e em parlo
correro pelos cana es nasaes fecharo de to-
do o olho e a magnetisada dorma banhada
em ligeiro suor. Seu aspecto era de urna es-
tatua de cera, assenlada em urna cadeira, com
a cabeca inclinada para a direila : mas do
lempos em lempos, acabga bracos ou
corpo todo ero Ihe a'gitados por sacudidelas
mais ou mi nos violentas.
Dahi em diante parecen obedecer a algumas
fdatadas do magnetisador que ordenando
por acenos que ella ahrisse os dedos e levan-
tasse o brago esquerdo foi satisfeito.
Considerando-so o fluido desenvolvido em
quanlidado p'ropria de a levar, pelo mono* ao
terceiro periodo o Sr. Dr. Magalhes fez al-
gunsdos assistentes examinarem sua sensihi-
li la le ; o Sr. Dr. Paula M mezes o eu belis-
cmos forlomento o lirado esquerdo e nada
a ndicou. Levanlou se as palpehras o glo-
bo do olho eslava immovel como o de um ca-
dver a papilla comludo lentamente se
contrada pela grande proximidade da cham-
la de urna vela le espermaceti.
O Sr. Dr..Magalhes Ihe ordenou que vol-
tasse a Cabeca para a esquerda o um penco pa-
ra Iraz ( o que Ihe impossivel fazer no esta-
do ordinario ) e ella o fez conservando-se
issim por dous minutos, e declarando que nao
senta a menor fadig ou incommodo.
DdStenJeu muito pronunciadamente o bra-
co retrahido.
O magnetisador perguntou-lhe de quemo-
do ia a sua columna vertebral; respondeu que
ia bem que se estava endireilando.
As palpehras foro-se pouco a pouco, le-
vantando e deixro os olhos enlre-aberlos,
immoveis como d'antes
Interrogada sobre as visOes qHe rostuma ter
em tal estado disse que via a sua rosa, mas
nao o seu anjo. De repente sorrio annun-
ciando.a chegada desto e dizendo por per
gunta do magnelisailor estar lembrada de
que Ihe havia elle prometlido de vespera ,
quandotambem eslava magnetisada.
Vio outros arijos trazendo a sua rosa e
beijando a.
Apontou para o lado em que estava o Sr.
Dr. Valladfto o disse que o via cor de rosa.
Vio o Sr. Dr. Freir da mesma cor.
Levou-se-lh- fronte um pequeo embru-
Iho de papel forn jeido pelo Sr. Dr. Freir;
ella o vio c disse ter dentro fdrro e panno :
o embrullio continha urna cruz de mell e
urna fila que compunho um pendente da
ordem de Christo. Trocado esto embrulho
pelo meu lancetoiro de prala que de forma
hcela c que a va de vidro.
Vio pela nuca em um relogiodoSr. Dr.
Rosa que ero 7 horas ; mas pela primeira
vez errou nos minutos que asexcedio di-
zendo seren tres acertando depois que cro
oito.
Tambem pela nuca, vio um papel, e dis-
se ter dentro diriheiro de prala. Com eflVilo ,
oSr. Dr. Paula Menezes tinha nelleembru-
Ihado um pataco.
conde se inclinou. S lamento, continuou
o monge que a situaco desviada de nosso
convento c sua distancia de todo lugar ha-
bitado nao nos permita fazer-vos urna me-
Ihor recepefto; mas como pobres solitarios
das monlaiihas, nos perdoareis, cu o espe-
ro a parcimonia de mssa mesa. -Como, co-
mo parcimouia Ao contrario a cea parece
excellente e quando eu liver feito a fritada
eem doces.... Mas capitn, diz o cosinhei-
ro. Da i doces a Mr., e faga elle sua fritada
como Ihe parecer dizomonge. Ocosinhei-
ro obedeceo sem pronunciar urna palavra.
Agora diz o monge nao vos constranjaes,
Sr. conde, dspoode como em vossa casa e
quando vossa fritada esliver prompla sub,
que nos vos esperamos. Isto negocio de
cinco minlo* e eu subirei ; fazei sempre
comque se me sirva.- Ouvis disse o monge
ao cosinheiro fazei-o servir. E subi as es-
cadas. Um instante depois, descerao dous
irmo; c pose Ao se as ordens ro ; c durante este lempo o conde trium-
phanle arranjva a siia fiitada concluida a
qual subi de sua fez.
Conlinuar-se-ha.


Vio outro papel escriplo quo o Sr. Basi-
,,u subministrara ao magnetisador mas nao
he distingui as letras.
Vio cor de rosa ao Sr. Dr. Feij.
pisse a quem pertencia cada um do tres
lencos sendo elle dos Srs. Dr. Magalhiies,
RiiPoso eOliveira Mello (*).
Vio pe' nuca i um 'en5 um* 'uva ^ue
o Sr. Dr. Rosa nelle occullra.
Vio anda pela mosma reguo urna cha-
ve do Sr. Portella, um annel embrulhado em
papel pelo Sr. Dr. Feij e urna caixa de ta-
paro, sem que podesse iizor a qualidade deste.
Tapa los os oMios com um lengo nao po-
de ir tor aos lugares em que se collocava o
magnetisador ; pode comtudo dizer que
||elhe ficava a esquerda ; edirigio-so evi-
tando urna cadeira que Ih? ficava em caminho.
OSr. Dr. Magalhes e eu puxamos-lhe os
bracos com toda a nossa forga: ella resisti de
tal modo attraccAo que nao moveu o tron-
co (eslava er.to novamente assentada em sua
cadeira).
Levou por ordem do magnetisador di-
versas vezes obrago direito s faces e urna
vez aos olhos ( o que llie impossivel fazer no
estado ordinario. )
Tornavo-se-lhe pesados ou leves os bracos,
.conformo so os accumulava ou descarregava
.de fluido.
Pergtintou-lhe o Sr. Dr. Magalhiios so que-
ra acordar respondeu quesim ; ou seque-
ria mais algumacousa res)ondeu que visse
os seus bragos.
Foi cortado o magnetismo accordou s 8
horas.
Rio de Janeiro 4 de agosto de 1842.
Dr. A. Flix Martins.
p. S. OSr. Marcello passou, um quar-
to de hora depois a magnetisar outra Sra.
mais moca. Ella dormio e leve, vises sen-
de muito notavd o peso de que ero sobrecar-
gados os bracos quando se os accumulava do
fluido.
[Jornal doCommercio. ]
EDI TAL.
CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redactores.
Todas as deas do progresso adiando em
seu jornal um appoio prudente e esclarecido,
ouzo esperar que V. Mees, accolhero com
benevolencia um projecto que pens nao dei-
xar de ter alguma utilidade publica.
A lingoa franceza por sua belleza e uzo fre-
quente hoje considerada como um dos es-
tu.Jos classicos, e por isto d'aqui a algnns an-
nos toda a mocidade instruida fallar francez.
Nesta cidade muitas pessoas traduzco) esta lin-
goa e conhecendo toda a sua riqueza, mos-
tro pezaras de n8o poder falla-la ou de. o
fazer incorrectamente ; para remediar este
mal me ofiWeco a fazer um curso em que a
hora e a modicidade do rreco devero eu o
snpponho, ser um attrativo para aquellas pes-
soas que o quizerem seguir. 0 methodo de
que me sirvo simples e novo nao subear-
rega a memoria com urna multido de regras,
e nao desanima oom as difllculdades. OSr.
Director do coHegio de Santa Cruz que a
nada se poupa para que a educaco progri-
da e os estudos se tornem agradaveis a seus
discpulos, ja ve em seu estabelecimento os
felizes efleilos que produz este melhodo.
Se V. Mees, julgarem til e necessaria a
abertura dVste curso lhes rogo de me pres-
tar seu appoio e de me fazer oobzequio de
inserir em sua folha esla miniia carta.
Queiro Snrs. Redactores acceitar os meos
sinceros agradecimentos.
Charles Turquais.
' GOVIMEKCia
-O Inspoclor do arsenal lo marinn em
virtuie d'auihorisigUo querecebio doExm.
Sr. Presidente da provinia emolira do
1. do corren te moz engija na confor'mi-
dade do impenal avizo de 2) da Jtinlio fin 11 .
individuas para o sorvico d'arm id tanto
nacin es como eslraneiros, qu a pre-
sontarem documentos dos sous respectivos
cnsules, peloqu.il se mislrem do.semlnra-
cados de quasquer obrigagis do servigo de
suas nagfijs con as condigoes seguintes :
I, que duVerto obrigar-s-s a servir por es-
paco na menos de 3 annos recebendo co-
mo premio ilo seus engajam mos no da em
que assignarem o respectivo contracto a
quanlia de quarenta mil reis os que forem
primeiros e segn los marinlieros e a de
vinle mil reis os mogos ou priraelros gru-
meles : 2.. que os primeiro* msrinheiros
percebero mensalmente dezesseis mil reis ,
os segundos dozo mil reis e os mocos ou
grumetes seis mil reis; contindo-se-lhe este
vencimento do dia do engajamento.
Os marinbeiros, e mogos ou grumetes a
quem convier o engajamento por semilhan-
te maneira podem comparecer na secreta-
ria da iispegao dias que forem de traballio das 9 horas
la manh at as duas da tarde afim deque
asignando o competente t'-rmo de contracto ,
o recebendo o premio estipulado tenhfto o
conveniente destino. (nspeccao do arsenal
de mafinha de Pernambuco em 3 do Sotembro
de 1812. Manoel de Siqueira Cimpeli ,
Inspector.
A Camara'Municipal desta Cidade do Recife
faz saber que no dia 11 do eorrente pelas
9 horas do dia ter principio a ultima e geral
apurago dos votos para elleicfio dos Diputa-
dos a Asscmblea Geral Legislativa.
E para que cliegue ao conheciment le to-
dos mandou a Cmara fazer o presente que
ser publicado. Jo/.e de Barros Falco de
Lacerda P. Presidentes Fulgencio Infan-
te de Albuqucrque e Mello Secretario.
AVISOS MARTIMOS.
= Para o Aracaty o PaUxo S. Joze Ven
cedor sahir impreierivelmente al o dia 30
do crrante anda recebe alguma carga os
pertendentes dirijo-se a Manoel Joaquim
Hedro da Costa.
tsr Segu com toda a brevidade por ter os
trez quartos de seu carregament prompio
para Genova, a polaca sarda Giove (J'lpi-
ter) quem na mesma quizer carregar ou ir
paSMgem dirija-se G.udino Aostinlio
de Barros pracinha do Corpo Sanio D. 07 ou
ao cap lio J. B. Cheorza a bordo.
ss Segu viagern para o Rio le 5. rran-
cisco no dia lo do crranle o cutre S. Bene-
dicto quem quizer carrear ou ir de passa-
ffem dirija-so ruado Trapiche na venda do
Joze Verissmo da Rocha ou a bordo a Tillar
com o Mestre defronle do Trapiche do Al-
fiodo. ,
tsr Para o Ass segu viagem com bre-
vidade a Sumaca Biasileira Bom Sucesso ;
quem quisor crregr ou ir de passagom ,
dirija-sc a seu proprielario Joze Manoel riu-
za ou a bordo da mesma ao Capitao Igna-
cio da Fonseca Vlarques.
AVISOS DIVERSOS.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 9 de Setemb. 1:337,036
DESCAHREGA I0JE 10 DE SETEMBRO.
Barca Inglcza = W. Bussell = Maqumismo.
Brigue Portuguez = Cpnceico de Maria
Vinho vinagre, azeito e diversos
volumes.
MOV MENT DO POBTO.
NAVIO SABIDO NO DIA 9.
Rio de Janeiro ; Brigue Brasileiro Trinm-
pho Americano Capilo Alexandre Joze
Alves carga lastro: con luz 48 passagoiros.
NosdinsG, 7 e 8, nao entraio nem sahirao
embarcages.
( ) Este Sr. chegou depois de comegado o
abalho.
= 0 numero 47 do carapuceiro est coiza
boa. Basta dizer que Irarta da prinu-ia ses-
sao d'Assembla Legilaliva das Senhoros
N'huma variedade trax o facto do capricho de
certa menina a respeito de Bazamente e por
im vem urna Ancdota sobre o triunfo da le
ligioCatholica. Vende-se na pra da Inde-
pendencia na lojadclivros N.o7e.38
Curso de lingoa Franceza por Carlos Tur-
quais professor do Collegio de buri-
la Cruz.
Este curso feito por meu melhodo novo
simules e fcil especialmente consagrado s
pessoas que j podem tradiizir o 'rancez, ou
quo o fallo incorrectamente.
Os exeicieios principaes do curso se com-
pre de
1. Lalim.
2. AppHcaco por mcio de cxemplos das ro
eras da grammatica.
5. Analyses grammatkacsc lgicas.
4. Conversago.
5. Discusso.
6. Narrago.
Por este melhodo se pode em ir.tulo pouco
lempo fazer rpidos progressos.
A diversidad*dos ejercicios, a modicTd i le
do prego, e ahora devem ser tantos nviiores
attrativos para aqueles que dftzejSo instruir-
se ou que tcm necessida le d f r/e-lo. O cur-
so ter logar tolos os lias nao feriados ie 6
horas e meia at s 8 da noite. O prego s'-
r porsubscri;'cio a o.>003 reis nwnsae por
pesso.
Todas as pessoas que sequizrom inscre-
ver po lem diriglr-se morada do professor
(na ro larga do Rozario n. 1 primeiro an lar
tolos os dias utoJs de 8 horas da mmh-i o
mdid dia. 0 mcamfl p ofessor d Wc\"- P""-
l ticnlares quer em casa quer (bra.
tsr Muito u corrohirro as expressOMi
jo ImparcUl autor do annnncio inser
| lo no Diario de 9 do crrante ten lente n > Sr.
Gamboa, emprezariodotheatro. Eto Snr.
I quando annunciou o expctaculo doAbhale
de L'epe em que debut m o Sr. M n lontjii,
'era entilo umexcellenlo ador que Ihe tinha
eliega lo do Bio de Janeiro porem como in-
felizmente Ihe cahisse no dezagrarjo c Ihe
desse em balda certa e a sm squito ce.Ie
de bom grado as qualidades fsicas e moraes
do Sr. Mondonga a qirm dellas se quizar
utilizar. Nao ha maior diszraga do que o ros-
peitavel publico sugeitar-se a ouvir quantas
asneiras (juizerem brotar a maior parte dos
chamados actores do theatro daSnr. Gim-
boa no entanto que o Sr. M"n lon;;i *T-
cluido por ler calii lo no desagrado doG IA0
SENHOR o muitas rezos cortar as pegas por
talla de gente romo fez oulro dia con a
Lucrecia Borgia depois de t"r prometido
leval-a conforme foi para a Sociedad Thm-
! tral porem como isto sj Ja u'o e costa-
me do Sr. Gamboa nao se repara.....
Dos nos d paciencia. Amen.
xzr Pergunta-s ao Sr. Bommandante que
entrn de guarda hontem no collegio qual he
o artigo do regulamento militar que n auto-
| riza a passar pela guarda da Cadeia com ar-
mas na mo direita (islo he em d'-scanc) es-
' tan lo a meima guarda formnda como era de
seu dever, o a razO porque isto dezejo saber
he porque o Sur. commandante dadobrum
mandou por hombro armas.
Lu militar reformado.
s?^- JozeThomaz de Campos Quarasma e
mais herdrtiros da finada D. Joanna Taraza
de Jozus faz sciente ao ivspeilavel publico que
seacha em praca do juiz de Orlaos a renda
do sobrado de 2 andares n. 8 no principio
da ra de Borlas confronte travessa que
vai para S. Pedro. O arrendamento lio por
3 annos : quem pretender eomnarega na pra-
ga do juiz de orfos no .lia 15 de setembro
deste eorrente anuo defronte da matriz da
Boa-Vista por ser a ultima prxga.
ss Dezapareceo um menino porluguez de
idade de 0 annos, de nome Fermino no dia
8 do correte s 9 horas da noite san lo com
a roupa do servco carniza do linho grosso
e ama caiga de riscado escuro grosso 5 quem
deste menino souber o queira hir entregar na
rua das cinco ponas 1). 30 t-32 quesera gra-
tificado. i!
es- Quem annunciou no diario de non-
tem querer ama ama de leite dirija-sc a rua
nova D. 21.
cr Preciza-se de urna ama de bom leiti i
sem liliio forra ou escrava o sendo escla-
va prefere-se : em fora de portas na venda do
Diogo Rodrigues.
p- Troca-se las barias grandes de ra-
me tendo urna dVllas muilo pouco uzo e
assim mais urna piquena bastante uzada por
UOia hacia grande, nova e bem fornida; tor-
nan lo-se ou recobendo-se a differencja do que
valeren segundo seus lmannos, ou po-
zos, Com allencao dada ao feitio da que 3
perlende : na rua da Solidado defronte do
hospital casa de portas verdes jundo a do
P^dre JoSo.
kst Quem tiver para alugar urna morada
le casa torria no attorro da Boa-va que
seja grande com bom cmodo para hu-
ma grande familia e loja com bom quintal
e casimba ; annuncieu sua morada ou
dirija se ao largo do Tergo D. ib que achara
com quem tratar o negocio.
= Perdco-se urna correte de ferro, tinas
taboas, e urna chaveta, ludo perteneenle a
urna carroca : quem achou ludo ou algumas
das muzas quer -ndo restituir, participe na
rua nova lado do norte penltima loja que
se Ihe gratificar conforme o valor 5 o se ri-
far agradecido. .
= dverlc-SO a corto Snr. que vive ccnli-
nuan.cnte em S. Amaro si m se lemfcrar k
seus credores, vin-lo dormir todos os das em
urna caza, haj.de dcixar o dinh iro a w
caseiros para pagar seos dbitos pois qu
senfio pode soflrer imjjales.
= 0 Snr. Manoel Percira da Costa Laran-
neira, morador emOlinda, ha|a de aparecer na
lojadelouc n. 68atraz do Corpo Santo que
se Ihe desoja fallar.
=s Quem quizer rcbaler urna letra de
120)000 do irnsugeito do Aracati que tem
,l bons com quo pagar, dando-se por me-
! 1 lo ; snnuncie.
= 0 primeiro secretario da socioiade =
Ini izada nos Une sr faz sciente, cm nomo
da mesma aos Snrs. socios o mais pessoas a
,,n:i possi interessar que a direcgo elleitt
no lia 13 IsJunhop.p. acha-se dissolvidd
.|a mesma sociedade por nao mereor mais
1 su 1 confi mg 1 tendo procedido no dia 8 do
crrante a nova clhigao, a qual j se acha
empossada por consequonria e no gozo do
s ;: dircitos o que lhes sirva de govreno.
= Arrenda-se para o tempo do festa uma
boa caza e c > 11 bastantes commodos, no Pos-
si d 1 Panella na rua da beira do rio ; quem
I pertender pro uro fallar com Antonio da
Silva Cusma) na rua do Queimado para
(radar do ajuste.
= Quem precizar defaxinas em poro, {
e por prego commodo dirija-sea lojadosr.
Bandeira na rua do Cabug que dir qual
.1 pessoa que se compromete a promptar a
quantidade precisa.
= Muga-, e uma oplima caza terrea com
suficientes comm idos pira urna grande fami-
lia no aterro dos Affogidos de fronte do snr.
Antonio de Frailas di pirte da mare peque-
a sendo esta pintada de verde com duas Ja-
II das invi lrae.i I as teitas a moderna com-
1 n!, cinco piirtos e mais um pequeo na
fundo do quintal quo serve para alguma cna-
e,lo, fugao ingle/; eozinha fora e cacimba quem
a qu./.er alugar dirija-se a venda de Antonio
Jorge, o no raasnuaterro, que Ihe dir o
nrc > e qu'in a aluga.
7* Aluga-se um prelo crioulo muito
esperto, para qualquer servigo, ou para
servente de qualquer obra 5 quemo preten-
der dirija-se ao largo da Ribeira D. 6.
rr* Quem annunciou querer comprar a
Historia Eclesistica ; dirija-se a rua do Li*
vianienlo venda D 10.
S57- 0 alnixo jissignado roga ao anr. A.
J. A. M. que no prazodeSO dias a conUr
da data deste venha ou mande resgatar o
pinhor que existe en poler do annunciante ,
que do contrario passar a vendello para em-
bolcjodo principal, ejuros, ficando odito se-
uhor responsavel pelo resto que faltar par
completar o total da divida e para que so
nao chame a ignorancia e n.1o tenha direi-
to a reclamar faz o presente annuncio.
Joaquim Joze Corroa.
OT Quem precisar do um padeiro din-
j ase ao beco (I a Pole' D- 4.
jrCrta caza condecida que tem urna pre-
! ta Mocambique de nomo Graciana, que ven-
da mJ| de envendo queira ter a bondade
de m,,ndar entregar ao Snr. que o conheccm
bem no Palacete.
U9- O Sr. que annunciou querer vender
n!11a loja do fazen las diriji-soa praga da
I Independencia loja de hvrosn. 37 e o quo
se dir quem compra.
ssr Q'>''m precisar de uma ama para caza
de homem solteiro que eozinha e engom-
ma dii ija-se a rua das Cruzes, lado do as-
cont loja de tannoiro.
ssr. eseja se sab-r se alguem rocebeo uma
carta viuda de Paja para o Padre Manoel
Copes Rodrigues de Barros.
tsr Muga-se um armazem na rua da praia.
a Halar na rua do Cabug loja de Francisco
Garca Chaves. .
ET Quem precisar de dindeiro a juros so-
bre pinl.ores de ouro dirija-se a rua larga
do Boza rio D. 9 ; na mesma so vende um
preto aliis.te muito bomcoznueiro.
xsr No dia 12 do eorrente pelas 4 boras
da tarde vao a praga para serem arremata-
das perante o Sr. Dr Juiz de Orfos 9 es-
cravos do casal do follecido Lourenco de
Biuno Rodrigues Luna a requerunento do
nventariante dos bens do mesmo casal .pa-
ra pagamento do Sr. Francisco de Paula Lor-
reia de Araujo ; credor do mesmo casal.
iy Oabaixo asignado avisa aos paes de
familia, qu-s mudou o seu estabelecimento
da rua das Cruzes para o largo da nbe.ra
D. 6 : onde contina a admittir alumnos
tanto internos, como externos para o ensi-
no de primeiras letras e grammatica latina;
nf.n tendo aqu-lles mais de 12 anuos e pro-
n. lie por piompto no lalim no mais curto
e ico de lempo possivel a qualquer alum-
. ,',* tendo este as disposigOes necessarus ,
iplicando-so simullaneamenlc ao aperfei-
i)tfment das primeiras letras.
Joto Antonio Percira da Silva.
Precisa-so de um feitor quo enlcnda
;rirullura o qued fiadora sua con-
ducta : na rua do sol armazem novo de ca-
p ni.


ggS.aig*gwa5iffiali*UiMS
rnarmi
4.

W Para melhor se confirmar os annun-
ios rellalivos a deftinla sociedade Amisade
nos une publicados por esta folha ein os
nmeros 18l-184-i92-l93-e I9t, abaixose
transcreve alguns dos jocosos trechos dos
estatutos, quearcgiao, onda so ver nao
so a infraccao do artigo 12 que tamhem
he relativo o 13 e pela qual foi denunciada
essa despota direcgao mas tambem o arti-
go 50 contra cuja disposico oi dissolvida
aquella sociedade.
Da Assemblea Geral.
Art. 12, Se a assemblea geral ordinaria ou
extraordinaria niio concluir os seus trabalhos
no primeiro dia desua reunio ficar addia-
da para os Domingos consecutivos que fo-
rera necessarios para os inali/.ar.
. Art. 13. Logo que sejo concluidos os tra-
balhos da assemblea geral o director a dis-
solver.
Art. 19. Da direcgao.
$ 5. Tomar resoluces uteis a sociedade
para seu augmento e perfeigao ; proficuas aos
interesses geraes e particulares de todos os
socios.
7. Tomar conhecimento aos dolidos de
todos os socios contra a sociedade a quem
inmediatamente convocar, afini de Idose-
ren patentes e esta deliberar a respeito.__
Em todos os casos sero notificados primeira
esegunda vez, para apresentarem sua de-
feza e as provas competentes.
8. Suspender qualquer membro da di-
recgo e mais em pregados do sua eleigSo ou
da sociedade contra quem houver accusa-
go, sedepoisdo os ouvir assim julgar con-
veniente, chamando paraos substituir nos
seus empregos os immediatos em votos.
t3. Convocar a assemblea geral ordina-
ria no dia marcado, e extraordinariamente
quando julgar que a necessidado assim o
exige.
Disposiges Geraes.
Art. 40. 0 socio que por espago de trez
mezes deixar de pagar suas mensalidades ,
sendo-lbes pedidas ser advertido pela di-
reoclo para o fazer e se passados 50 das
o no efTectuar ser eliminado.
Art. 50. A sociedade ser dissolvida quan-
do duas tergas partes dos socios existentes na
Provincia o pedirem eseus utencilios ven-
didos em leilo rateado o producto propor-
cionalmente por todos os socios que exis-
tirem.
Art. 5i. Osocioque se reconhecer que a-
buza d& benevolencia da sociedade despe-
dindo-se de suas oceupages para sornen
te desfrutar seus beneficios, ser banido de
seu gremio.
Art. 55. Cinco socios podem aecusar qual-
quer empregado da sociedade, ou direcgao
por infractores ou infractora dos presentes
estatutos fundamentando sua denuncia e
enviando-a direcgao que della deyer to-
mar conhecimento.
Das penas.
Art. 6~. Qualquer infracto nao mencio-
nada neste titulo ter urna peni arbitrada
pela direcgao segundo a gravidade della ,
nao excedendo nunca de U reii, nem des-
cendo de 1 ,# reis.
tsf A nJirecgo da sociedade Amizade uoi
Une faz cerlo aos snrs. socios em geral,
que pela terminante disposico da primeira
parte do artigo 50 dos estatutos se ada dis-
solvida a mesma sociedade o que a referi-
da direceo aulorisada como se acha vai
levar a effeito o que determinado est pela
segunda parte do j citad" ariigo 50, e isto em
tempo competente.
t" Aluga-se o primeiro andar do sobra-
do da ra do Vigario N. 21 ; quem o preten-
der dirija-se ao abai\o assignado. na estra-
da de Jo de Barros defronle do Visconde de
anna ou na ra da Gloria D. 34.
JoSo Nepomuceno Ferreira de Mello.
Aluga-se por 12, reis mensaes um
bom armazem sito na ra da moeda no
fundo da venda do Snr. AlexmJrc ; e leva-
se em conta os concertos necessarios : trata-
se na ra doiNogu-ira D. 25 ou i9.
tST O primeiro secretario da sociedade
Natalensc avisa aos senhores socios em ge-
ral que boje (10) lia scsso pelas seis horas
emeia da larde a requisico da commissiio
administradora para deliberar acerca de um
objeclo do grande enlidade.
W No dia 8 pelas onze horas do dia desa-
pareci da camba do carmo um moc e
consta tersido pegado na ra por um pelo;
a pessoa que o tiver adiado levo a mesma
ra casa D. l8ao p de dous portaos que re-
ceber do seo trabalho dois mil res.
tW O Snr. Joo Al ves de Garvalho Por-
to queira vir receber urna carta vinda do
Rio-grande do norte : na loja de Antonio Ro-
drigues da Cruz,
s^- J. M. C., declara a A. P. P. F. que
nao querendo sublraliir-se responsabilida-
de em que est de pagar-Lhe as dispezas da
sisa laudemio ecscriptuxa como traQU,
e o que se colige de sua carta que servir
de documento para desment-lo peran te o
publico, quando a Unto avance, pois senao
quiser estar por um motivo lo justo e ra-
so vel e se no praso de quinze das da data
desle nao pagar tanto as ditas despezas .
como a letra, impreterivelmente vea o seu
nnme publicado e as suas maldades desmas-
caradas.
tsy* Furlaro da campia do arrombido
em Olinda, sabbado 3 do corrente urna trou-
xa com as seguintes pecas de roupa : 18 ca-
misas de menino 4ditas de menina peque-
a 2 ditas de dita grande 3 lencos bran-
cos urna toalha de brim para maos duas
jaquetas brancas do osguio urna caiga de
brim de listras duas camisas de madapolo
para sen hora, urna de brelanha para homem,
1 vestido de madapolo com duas crdens de
renda e bico largo em baixo ; quem della dor
noticia na ra de S. Bento loja do sobrado
do Sr. Braga ser recompensado.
KS3" Joaquina Dias de Jess retira-se pa-
ra a Baha a tratar de sua saude.
tar Quem quiser dar alguma crianga para
ser cria Ja com bom o bastante leite em
urna caza de familia muito capan que trata
hem de criangas com mimo e desvelo anda
que seja crianga impedida ou livre ser
tratada com o mesmo cuidado e asseio : di-
rija-se em Olinda ra de S. Bento n. 2i.
ar Ilenry Manley subdito britnico retira-
se para Inglaterra.
35^ 0 Commandante Jernimo Romeu ,
da Birca Pottugueza Real Principe D. Pedro,
toma a risco martimo asomma de 6000 pa-
sos hespanhos ou aquella que mais pre-
cisar paraocorrer as despezas feitas ueste por-
Suporiores charutos feitos do melhor
fumo da Caxoeira chogado ltimamente ,
por atacado e a retalho sendo em porgo a
prego muito commodo. na ra do Livramon-
to D. 18.
tp~ Na loja de encadernago do arco de
S. Antonio se acha a venda urna obra muito
curiosa, vindaapouco da Lisboa que lem
por titulo o Espio do Campo Neutral por
Cooper o Americano
tsf Bichas pretas de superior quali lade ,
aos centos e a retalho e tambem se alugo,
e se vo botar por prego commodo : na ra
da Cruz D. 21.
tST 5 escravas de nago urna engomma
eozinha lava tanto de sabio como de varre
la urna dita mui linda com boashabilida->
des, e urna quitandeira : na ra Direita D.
20 lado do Livramento.
tsf Um negro crelo migo de bonita
figura, muito bom lalhador: naso pontas
venda D. 32 na mesma apolices da extin-
ta companhia de Pernambucoe Parahiba.
isy Urna preta de 18 annos de bonita
figura perfeita coslureira e engommadeira,
%W Urna caza terrea com dous quarln.
-las salas quintal grande e murado\,0 rn0
do, e poco de mu.lo boa agoa e Ierra Bri
pna na povoago dos AfTogados .- na ra rf
S Joze D. 18 : na mesma so vende uma ven
da com poucos fundos.
tar
faz lavarinto de todas as larguras : um mu-
lo com consertos, e oulros reparos em
consequencia da sua arribada forgada na via-
gam que fazia de Mogambique a Boston, nos
Estados Unidos da America do Norte. Temi-
se ja vendido em leilo parte do carregamen-
to, paraeccorrer as mesmas despezas ; e re-
conhecendo-se, que os precos sao um lano
depreciados julga mais conveniente tomar
dinheiro a risco sobre a carga e seu fete ;
e por isso faz novamer.te o presente annun-
cio para as pessoas a quera esta transaco con-
venha ; as quaes podero neste caso dirigir as
suas propostas em carta fechada no Consulado
de Portugal, ra de Apolo.
COMPRAS.
tsr Uma corrente de ouro bom sem feitio,
que tenha G palmos de comprido e que se-
ja grossa : na ra da calgada alta D. 13.
sr Para o Rio de Janeiro continua-se
a comprar negrinhas, moleques e negras mo
cas quetenho habilidades e de i 2 a 20
annos, e sendo de bonitas figuras pago-se
hem: na ra da Cadeia de S. Antonio, so-
brado de um andar de varanda de pao D 8
de fronte do Sr. Cardozo.
ssr Uma caza terrea que tenha dous a 3
quartos, quintal com cacimba, e as ras
seguintes : Hortas, Agoas verdes Cruzes
e pateo do Hospital; quem tiver annuncie.
ssr Um braco de balanca com seus per-
lences com pesos de duas arrobas athe uma
libra: no atierro dos Afogados defronte do
viveiro doMuniz D. 14.
er Um Diccionario Italianno e Portu-
guez : na ra do Collegio caza do Escrivo
Jacomo.
B- A Biblia sagrada preferindo-se a
comentada e ebra completa de Flos San-
torum ; quem tiver annuncie.
VENDAS.
p- o quartolas quo foro de vinho mui-
to boas : na ra Nova I). t do lado da Matriz.
= Uma escrava de 20 annos bonita figu-
ra eozinha o diario de uma caza engoma
I izo coze cha e faz renda ; uma negra de
nagao eozinha e engoma coze cha e lava
de sabio ; e um preto de 25 annos proprio
para qualquer servigo ; na Gamboa do Car-
mo D. i I segundo andar.
Vsa O Fideralista obra traduzida do In-
glez em trez volumes de 8. em que se con-
ten as bazes do sistema lideral, adoptado no
Brasil, suas vanlagens inconvenientes, pe-
rigos e remedio. Indispengavel a lodos os
depulados das assemhlas legislativas pre-
sidentes j'uizes de direito 4e., proco 6^000
rs. rada obra ; na ra da Cadeia do Recife
as lujas dos Snrs. Joao Cardozo A y res e J.
C. Ayres Junior e na pracinha da Unio lo-
ja de Manoel Figueiroa de Faria.
latinho de 14 annos proprio para pagem ou
ofiicio ; um cazal de escravos de meia ida le
por commodo preco e proprios para o ser-
vigo do campo por estarem acostumados a el-
le e mesmo para algum sitio ; duis pretas
com habilidades ; duas negrinhas e uma mu-
latinha de 12 a 13 annos : na ra do Fo-o
ao pe' do Rozario D. 25.
1^ Novo sortimento de sementes de na-
bos, rbanos rabanetas brincos e encarna -
dos couve lombarda, dita tronxuda, repo-
Iho espinafre, sebolinho, salsa, alface
repolhada dita branca crespa mustarda-
lhicorla-, e coentro, tudo chegado pelo iil-
timo navio de Lisboa: no atierro da Boa vis-
la por baixo do sobrado do Sr. Francisco Joze
la Costa D. 36.
t^ Cera de Carnahuba em grandes e pe-
quenas porgoes sem alteragao de prego : na
ra do Crespo loja D. 5 do lado do norte de
Antonio da Cunba Soares Guimaraes.
cr Um preto de 20 annos muito sadio,
eozinha o ordinario com perfeigao he bar'-
beiro e sem vicios nem achaques, vende
se por se n3o precisar delle : no convento do
Carmo cobiculo n. 7.
_JW Muito em conta uma escrava de 30 a
33 annos propria para todo o servico de
uma caza ou de ra : no atierro da Boa vis-
ta sobrrdo de um andar com varanda de pao
t^- Amanh haver carne do carneiro
muito gorda e por prego commodo : na ra
larga do Rozario assougue D. I.
SST Tito Livio ao ps da letra ; Horacio :
Lorneho Fbula ; e Selecta em latim por
prego commodo na ra de Agoas verdes
D ot.
crUm boi mango para caroga e uns arrei-
os de cavallo para dita novos e por prego
muito barato : no atierro das 5 Pontas sobra-
do jnnto a fabrica de rap.
W 150 oitavasde prata de galSo no at
trro da Boa-vista loja de ourives de Custodio
[Manoel Gonsalves.
S^- Uma negra moga com algumas habi-
lidades : no beco da Lingoela venda de Joa-
quim Joze Rebello
cy Cera amarella em porgSo e a retalho
assim como meias curtas de lindo para lio
mem: no beco da Lingoeta venda de Joaquim
Joze Rebello.
ssy Uma venda na ra de S. Amaro do
Dairro do S. Antonio com poucos fundos a di-
nheiro ou a prazocom boas firmas : no pa-
teo do Carmo quina da ra de Hortas lado di-
reito. D. i.
tsr Um par de palalias uma botuadura
dourada uma barretina aparelhada um
bonet, canana espada tudo em meio uzo,
por prego muito commodo : na ra do Mun-
do Novo D.. 9; tudo para G. N. de cava liarla.
i^- Bixas pretas grandes e da mais excel-
lentequalidade que vem a este Paiz : no at-
ierro da Boa-viita D. 19 junto ao sobraddo do
ferreiro.
cr Uma muala de 50 annos eoulra de
10 ; e duas crelas : na ra do Rangel D 7.
ET Rap de Lisboa de superior qualida-
ja de Menezes D. 2.
C?- Bilheles da lotera de N. S. do Razono
nos lugares anunciados que corre cnfalivel-
Araanha na ra das Trinxeiras assoi.
gne francez ha para vender carne de porco
I iO res a libra carne de vitello muito I
dao hiigoicasfrancezas de todas as qualidail..*"
ssr No (im da ra da Roda um terreno c
120 palmos de frente com alicerce fundado"!
16 annos com 140 de fundo; a tractar no so
brado que tem lampiao junto do ferreiro
SW Boas velas de carnauba a 520 reis car
tas e taboadas para meninos a 80 reis pautas"
gran les e pequeas a 60 reis : na ra do Sn
gueira D. 19.
= Cortos de lanzinhas para vestidos dn
excellenle qualidade e muito lindos Rosto.
na ra do Crespo D. 6 lado do Sul.
tsr Vinho de Bordeaux, Rheno, e cham
panhe, por prego commodo e corveja em
ramles e pequeas porcOw : na ra da Cruz
sw Vende-se e trapassa-se os utencilios e
chaves do deposito de assucar reO^ado no
largo da Boa vista quo foi de irrit Mano,|
i inio.Uiaves com consanlim-mlo do nro
prietario Pedro Ignacio Biptista 5 B mais ima"
refinacocom seus utencilios; e uma venda
com poucos fundos, em fora do portas juii
to a intendencia da marraba a dinheiro ou
a praso i na ra da senzala velha paiaria
numero o.
ta- 300 varas de pao de algodao da trra
a 2J0 res cada vara uma rede nova com 12
bragas de comprido para desposcar viveiros
por prego commodo na pracinha do Livra-
mento n. 29.
tss- Uma loja de fazen las b^m sortida de
lazendas finas tanto do gosto da praga co-
mo para o matto em uma das principaes
ras de Commercio do bairo de S. Antonio
a dinheiro ou a prazo como melhor convier ao
comprador ; quem a pretender annuncie a
sua morada para ser procurado.
5^" Cera de carnauba muilo nova chea-
-la ltimamente do Aracaty : na ra do
Queimado D. 15 a fallar com Novaos & Basto
ESCRAVOS FGIDOS
GF- Desapareceo no dia 5 do corrente um
negro, de nomo Joze nagio quigam estatu-
ra regular grosso do corpo bastante bar-
bado levou caigas de bnm singelo jaque-
la de chita desbotada e carniza de rscado
azul : qu -m o aprehender leve na ra da
Prala sobrado de Joze Egino de Miranda do
que ser recompensado.
GS- No da 22 de Agosto p. p.desapareceo
urna negra de nago benguela de rime Ma-
na estatura regular, secca do corpo cara
compiida e bocetada lem as costas da
uio direita um carosso pequeo, tem ambos
os pos apalhetados um deliea tem um dedo
grande mais virado e sem urina ella sabio
com um laboleiro novo a vender pao de i e
pudins levou vestido cabegao de algodo-z-
nlio j velho saia de chita roxa e pao da
costa novo o debruado nascaberascom ma-
tames brancos qualquer capilao de campo
ou authordad-s policiaes a podero pegar e
leva-la na ra da Cadeia velha dentro dt Re-
cife D. 22 que serorecompensados.
cr No dia primeiro de Sclembro fugio um
escravo de nuine Antonio, canociio, estatu-
ra regular j um lano velho crelo que
estava no sitio no fundao levando vestido
carniza de algodozinbo j velha uma rede ,
com una trouxa, e uma fouce encavada; quera
o aprehender leve-o na ra da Florintina na
caza do Ajudanie de Polica que gratificar.
CF- Da-se 50ji de gratifitacao a quem pe-
gar o escravo Gongalo crelo ", ba.xo cheio
do corpo bem barbado tem a mo esquer-
da desmonhecada fugio no mez de Agosto
do engenho S. Braz da Freguesia deSerinlia-
em e foi comprado nosta praga aos vende-
dores de escravos : quem o pegar leve ao di-
lo engenho, ou nesta praga a Francisco Gon-
salves da Rocha.
ERRATAS.
mente no da 3 do Oulubro prximo.
tsr Taxas de ferro coado e batido por pro ^^
go commodo farinha em sacas de alqueire a
4 e um moleque proprio para aprender
oHicio na ra do Vigario n. 7.
r^ Prezuntos nglezes chegadon ultima-
mente e lonas da Russia ; na ra da Cruz
' a 6' RECIFE NA TYpTdeIl fTdFf^IS
Na falla da bengao da bandeira do Balalho
I rovisorio no Diario n. 193 observem-se
ules emendas: Lili. 43 = lea-se,
. e nao felicidade; lin. 69 = bam-
e n.io bambear ; lin. 93 = ingra-
lides e i.o ingratidao, na secunda columna
I'". 77 lea-se = claros, e evidentes', c nao
ciaros, evidentes; na citagao latina iua-se=
fxcrcitus, em lugar de exercitos.


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