Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08124


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Full Text
BJBI
w
T
Anuo de 1842.
Ter^a Feira 6
Too agora depende de n* aieamos ; da nosaa prudencia modrij^o e energa : ron-
linoemo como principiamos e aeremaa apon lados com adiniracao entre a* Nacea mais
cul'.is. (rroclamacao da tsirmhl-a Geral do Man).)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
Guiania Parai e Kio gratule do Norte, segunda* e sexta* feiras.
Bonito s Garanhuoi., O e 24
Cabo Serinhaem Rio Fonnoto Porto Cairo Macei e Alagoas no i. *
fajen 13. Santo Ant.io quintas feiras. Olinda todos os das.
DAS DA SEMANA.
U, 2*.
f> ;*e<. Aalonio M. And. dj J. de I). da 2. t.
A Vet, s Libania V. M Re. Aid. do J. de D. del. .
7 Oiart. iejui" Jo5o P. M. Aud. do J. do D. da 3. t.
H Quii. Natividad de N. Sentara.
() Sib. s Nirolo de Tolentino. Ral. Aud. do J. de D. da 3. v.
4 D<-sb. O SS Nome de M.ria
de Setemb o. Afino XVIIf. N. I0<
I
O Diario pubUet-ce tods OS Jias *oe nao forera Santificados o pt*o da assignetora hs
de tres mil reis por quartel pagos adiantados. Os annuncins dos assignantea sao inserido
grstis e os ilosq'ie o n.io fonal :'t rar.io de SOreispor linha. As reclamaers derem ser
dirigidas aestsTyuografia ra daaCrote* D. 3, eu a praca da Independencia loja .' V*
Numero 37 e 3*<.
CAMBIOS no da 5 de sbtembro.
compra veu
Cambio sobre Londres 2i \ nominal.
u Taris 885 tai* p. franco.
i) Lisboa 4()(*i par 101) nominal,
Moeda de cobre 4 por O de i!eoonto.
dem de letras de boas firmas 1 e .il{.
Opro- Moeda Je 6,400 V. 46,300
N. 46.10J
. de 4,000
PeUTA Palai'e*
Petos Columeare*
i> Jilo Mexicano*
ii cunda
MOO
4.&S0
1.8S0
4.8S0
46.0O
16.300
y,300
1,800
,8t
1,800
1.730
Preamar do 'da 6 de Setembro.
1. a 6 horas (i m. Ja manha.
2. a 6 horas e 31 m. da tarde.
PHASF.S DA LA NO MEZ DE SFTEMDRO.
Loa Nora a 4 -- a* 7 boras e 22 m. da tard.
Quart. creec. a 11 -- a. 1 hora* e 42 m Je lard.
La cheia a 10 s ilioraa 5 m. d* lard.
Quart, ming. a 27 s 0 huras e 47 tn. da Un},
IHAltIO IIE 1 K K I\!/% II
PARTE OFFICIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 2 DO CRREME.
Oflicio Ao inspector da thesouraria da
fazenda ordenando em cumprimento do a-
viso da secretaria da guerra do \ de Agosto
prximo passado que mande dar baixa na
iianca, prestada naquella thesouraria polo
proprietario e mestre da barca = Trium-
pho da inveja = Cirios Evaristo Justnia-
iio da Silva para receben a importancia do
frute contratado pelo transporte do 114 re-
beldes que na referida barca Curio condu-
zidos da corte para esta provincia.
Dito Aif mesmo transmittindo as or-
dens do tribunal lo thesouro publico nacio-
nal sob os nmeros 59, 60, 61, e62.
Dito Ao mesmo seiontieando o de lia-
ver nomeado em 22 de Agosto (mo o alte-
res Antonio B-rnardino dos Reis*para servir
interinamente de instructor do terceiro bata-
lho da guarda nacional desle municipio du-
rante o impedimento do instructor eflectivo
Jo&o Pacheco Alves.
Porta a Ao Uirector do arsenal de guer-
ra determinando que mande ornar a sa-
la do doc'l para o cortejo do dia 7 lo corren
te ; assim como
piares do peridico mensal publicado na
corte pela sociodade auxiliadora da indus-
tria nacional, pertencentcs os mozes de O,-
tubro, eNovembrode 1841.
COMEANDO DAS ARMAS.
QUARTBL DO COMMINDO DAS ARMVS DB PERNAMBU-
code setembro DE 1812.
calar e hvar os corredo-
res do palaeio contiguos mi'sma sala.
Olln-io Ao juiz de direito do crime de
Santo Anto declarando em solucao du-
vida, que aprsenla em oUno de 29 do mez
ultimo qm ao escrivao do jury daqaella co-
marca como escrivao p-ivalivo das execu-
ei'i's compete ter em s^o cartorio todos os
processos que tendo lindo o seo andamento
legal, deinandem execuQoes de sentencas
criminaes.
Dito Ao inspector do arsenal de mari-
nha remetiendo copia do aviso de 3 de
Agosto prximo pretrito, expelido pe-
la secretaria de estado respectiva acerca do
pagamento do que so Jeve guarnigao da es-
cuna = Beber i be.
Dito Ao brigadeiro Antonio Borges Le-
al dizendoem resposta ao s"o olTicio do 1.
do corenle que nao tendo a lei sentado os
olliciar-s militares do cargo de jurado em-
iiora empreados estejo em uig -ules com-
misses leve S. S." comparecer na sesso ,
pira que fo notificado e pedir ao juiz de
direito ab>olvicau da multa, que he prova-
vel seja-lhe concedida por equidade mxi-
me si anda nao comecaro os trabalhos do
jury.
Dilo Ao inspeetor da thesouraria da fa
/eiida ordenando que mande abrir o com-
peii-nte assentameiito ao contribuinte do
Monte pi dos srv lores do est ido, Joze Ma-
chado Freir. Pereira da Silva fetor confe-
rente d'atfaudega d'eata Provincia ; o proce-
der aos descontos indicados na respectiva
not-i, qu i lhe remelle.
Dito Ao director secretario da supramen-
cionado Monte pi participando ter expe-
dido a precedente ordem.
Dito Ao inspector da alfandega agra-
decen lo a remessa do mapna de todas as mer-
cadorias dtspachadas naquella alfandega pa-
ra consumo baldeado e reexportagAo ,
durante o armo hnanceiro de 18 ti 1842 .
edobalanco, e t.ib.llas do rendimenlo, e
desp,-sas .o dito anuo : acompanhado do
ponto dos respectivos empregados
Dito Ao encarregado da cstatistica re-
metiendo o mappa balango e tabellas su-
pracitados.
Circular As cmaras do Recife Goian-
in Rio-formoso Olinda e ^anto Antio ,
remetiendo em cuniprimento do aviso da
secretaria de estado dos negocios do imperio
ile 29 de Jultio prximo psssado, dous exom-
Ordem nddicionnl.
Querendoo Exm. Sur Presidente da pro-
vincia que o Dia "> de Setembro vigsimo
anniversarioda EmancipacAo politra do Im-
perio seja solemnisado com aquella pompa,
queexiga e nos merece a recordagao de lio
niagestosoacto ; tem resolvido que nesse Dia
formen! em grande parada a guarda nacio-
nal dnsta cidade a Iropa de Linha e Polica,
pm urna diviso composta de duas bridadas,
pelamaneira seguinte : A prinndra legiilo da
guarda nacional com pora a primeira brigada ;
o batalho provisorio, o corpo de polica o
hatalhode infanlaria de guardas nacionaes
destacado os artfices divididos em quatro
pelotes como infantaria e guarnecendo un
parqim d'artilharia de i boceas de fugo de ca
libre 7. e a companhia de cavallara li-
geira comporo a segunda brigada. Orga-
nisada assim a deviso tomar pelas nove
horas e meia da manhA sua primeira posico
em linha no Atterro da Roa-vista, tocando
a direita a ponte e prolongando a esquerda
na direcco da praga e ra da Conceico.
N'sta atitude esperar o commandante das
armas que lhe passar revista e assumir
o commando em Chele. Finda a revista ,
a divisfio ser conduzda sua segunda posj
cao em rotuna na ra do collegio tendo a
vanguarda ueste largo e a retaguarda na
continuagio da mesma ra Cadeia e Cam-
po de palacio. A segunda brigada ser com-
mandadn pelo Snr. tenenle coronel Trajano
Cezar Rurlamarque. O Snr. Major Antonio
Gomes Leal servir de ajudante general e
de seo assistenle o Snr. tenenteJoo Rer-
nardino de Vasconcellos. O Snr. i. com-
mandante do corpo de polica Miguel Alfonso
Ferreira servir de major da segunda briga-
da e de Ajudante de Campo o Snr. ter-
ceiro commandante do mesmo corpo JoSo Jo-
ze Ribeiro de Faria. O Snr. Major de arti-
llara Manoel Ignacio deCafvalho Mendonga,
e os mais Snrs. olliciaes que nao marcha-
ren! noscorpos e que se apresenlarem a ca-
vallo sero ligados ao estado maior.
O commandante das armas convida aos
Snrs. officiaes cadetes de linha officiaes
reformados e os da extincta segunda linha,
u com
horas
parada e ao cortejo que se tem de fazer
ao Rusto de S. M. o Imperador.
Antonio Pedro de S Rarreto.
IIO'H/3 > V *.** Vi ^ *a.eww w.0w...--.......- ,
iparecerem na secretaria militar pelas 11
do indicado Dia 7 afim d'assistrem a
EXPEDIENTE DO DIA 3 1 DO PASSADO.
Ocio Ao Exm. Presidente, remetien-
do lhe competentemente informado o reque-
rimento de Francisco Rafael de Mello Reg,
solda.lo voluntario do terceiro batalhAo de
artilharia a p que pedia lcenga eom dis-
pensa do servigo para continuar os seos es-
tudos preparatorios.
Dito Ao commandante interino do forte
do buraco para devolver ao engenheiro em
chefe L. L. Vauthier o calceta (longalo Jo-
ze dos Santos nao s porque o seo servigo
se la/ia por agora ali desnecessario, como
por falta de priso segura para eonler a um
condemnado a gales perpetuas.
Dito Ao engenheiro em chefe L. L.
Vauthier, participan Jo-lhe o exposto no of-
ficio precedente.
DitoAo teen te coronel commandante do
batalho de infantaria de guardas nacionaes ,
darme 17, que linha no batalhAo, c rece-
besse do mesmo Arsenal outras tresentas
em substituigo das que ltimamente se
compraro para armar a infantaria.
DEM DO di.v I.
Odelo Ao Exm Presidente propon-
do ao governo do S. M. o Impera lor para de-
migAo varias pragas dos corpos de linha ,
que em sesso da junta de saudo de o de A-
gosto ultimo forao consideradas incapases
do servico.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., rogando-
Ih sua autorisagfio para mandar desligar do
batalho de infantaria de guardas nacionaes
desecado os guardas Manoel Felis Tliemo-
teo e Antonio Baptista de Souza por to-
rem sido julgados incapazes lo servigo acti-
vo pela junta de sau le em sesso de 30 do
mez passado.
Dito Ao major commandante da forta-
leza do bru'n mandando que conservaste alli
preso o alferes da extinta segunda linha Joao
Francisco de Souza Peixe remettido pelo de-
legado do primeiro districto do termo desla
cidade pelo crime de reduzir a escravido pes-
aos livre e de furto do eseravos devendo
fa/.el-o comparecer na delegatura ou no jui-
zo municipal sempre que a sua presenga
fosse reclamada pela respectiva autoridade
civil.
DitoAo delegado do primeiro districto
do termo desta cidade communicando-lhe o
exposto no ollino cima com o que icava
respondido o seo datado de hoje.
DitoAo Desembarga lor chefe de poli-
ca, significando-lhe que mandara assen-
tar praga ao recruta Manoel Ramos dos San-
tos remettido nesta data.
Portara Ao tenente coronel comman-
dante do batalho provisorio mandando em
execuco ao aviso da repartigo da guerra de
28 de Julho ultimo, dar baixa ao soldado
Antonio Francisco Leite por ser o arrimo
de sua pobre mae Luiza Maria de Jezus e de
7 rmas solteiras.
Dito Ao commandante da companhia de
artfices, mandando, em cumprimento lo
aviso da repartigo de guerra de 8 de Agosto
deste anno, dar baixa ao soldado Victorino
Pereira da Silva por ser menor de 18 annos
de idade c recrutado contra a lei.
Dito Ao tenente coronel commandante
do balalho de guardas nacionaes destacado ,
mandando excluir do mesmo com guia pa-
ra o respectivo corpo o guarda Joze Francis-
ca da Moraes atienta a sua incapacidad^ f-
sica comprovada pela junta de saude.
Dito Ao major J. P Ferreira comman-
dante da forga destacada em Olinda, mandan-
do desligar da mesma forga e remetter com
guia para o batalho de infantaria de guarda
nacional destacado a 11 guardas solteiros .
cujos nomes constavo da relago que se lhe
transmettia.
Dito Ao tenente coronel commandante
do batalho de infantaria de guardas nacio-
naes destacado autorisando-o a receber o
11 guardas deque tracta a portara cima.
THESOURARIA DA FAZENDA.
EXPEDIENTE DO DIA 16 DO PASSADO.
Odicio Ao Exm. Presidente da provin-
cia tornando a enviar os papis relativos
aos vencimentos do ex-prmeiro sargento VI.
J. Carneiro afim de que S. Ex. vista das
razes novamento expendidas pelo comissario
fiscal do ministerio da guerra com as quaes
se conformava se dignasso decidir o que
julgasse conveniente.
Dito Ao commandante das armas da pro
vincia participando ter a thesouraria encar
regado a L. G. da Rocha do fornecimen o'
Contador da thesouraria ecommissario fis-
cal do M. da gu 'rra.
dem do da 17.
Olfi-o AoExm. Presidente da provin-
cia com a relago dos vencimentos que
sempre se tem abon..do aos empregados da
liba de Fernando de Xoronha alim de deci-
dir, se se devem continuar abonar.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. acensando
a reoepgo do seo offi*io de 27 de Junho qua
acompanhou os exemplares de diversas leis ,
decretos, o decisea do governo do anno
de 1811.
Dito Ao administrador da recobedoria
de rendas geraes internas com os exemplares
dos decretos Je numero 150 c 152 do 9e 16
de Abril do corren te anno, dando regula-
mento para a arrecadagao da disimada chan-
cellara, e da decima urbana afim de dar-
llies execuco pela parte que lhe toca.
dem no da 18.
OllicioAoExm. IVsidenteda provin-
cia acensando a recepro do seo oflicio do I.
do correte que acompanhou os exempla-
res de diversos decretos e decises de Go-
verno.
DitoAo mesmo Exm. Presidente, in-
formando novamento o requerimento do
Francisco X. d'Assunipco.
dem do da 19.
Oflcio AoExm. Presidente dizendo ,
que-niio saliendo quantose achava marcado
para as despesas 'Jas obras dos rjuarleis desta
Provincia no correle anno financeiro ,
por nao terem anda chegado a esta thesou-
raria a distribuic.io dos diversos ministerios,
0 que nicamente poda informar em cum-
primento do ollicio do 11 do passado, hequo
no mez tie Julho prximo lindo dispendeo-
se com ditas obras a quantia do 558* res.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. informan-
do o requerimento do alferes do batalho do
guardas nacionaes destacado F. do P. de A.
Maranhio.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. idem od
D. Maria E. V. Sabino.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. idom o d
D. RozaC. da Silva.
i OEM do da 20.
Odicio Ao Exm. Presidente com as do>
vidas que occorn-ro sobre o pagamento do
prets do destacamento da comarca do Bo
nito.
dem do da 22.
Ollicio Ao administrador da recebedori
das rendas internas com os exemplares do
regulamento para a arrecadago da laxa dos
eseravos afim de lhe dar execuco pela parto
que lhe toca.
Dito Ao capilo engenheiro encarrega-
do da demarcago d s terrenos de marinha ,
para informar com o seo parecer a respeitod*
pretengo de Mosquita & Dutra.
dem do da 23.
OllicioAoExm. Visconde d Abran tes ,
Presidenta do tribunal do thsouro publico
nacional sobre a letra de 14:800* res a 8 das
precisos sacada pela thesouraria da fazenda
da provincia do Para a favordo*/. M. da
Molta que se reconheceu ser falsa.
dem do da 25.
OdicioAo Exm. Presidente da provin-
cia informando o requerimento do nlferes
M. J. do R. Monteiro.
Dito Ao commandante das armas da
1 rovincia aecusundoa recepgo do seo odicio
relativo a entrega de 800ji reis ao capito S.
\. Gmmare-s para a compra de cavados ,
;i venda dos stte que se ncho inuteis pa-
ra o servico.
dem do da 26.
Ollicio AoExm. Presidente da provin-
destacado ordenando lhe que recolhesse ao ar- i legio.
seal de guerra as trezentas espingardas do a-1 lguaes oflicios forSo dirigidos aos snrs.
das luzes dos corredores do pallacio do cu!-, ca, informando o requerimento do segun-
do lenle Joze A. Ra boza.


REPARTir.lo DA POLICA!
Parte das occorrcncias dos dias 3, e4.
Foro presos, no dia 3, pola patrulha ron-
dante da atierro dos Allegados as pardas
Mara daConceigo, o AiexamJrina Manoela,
erando esta armada cora urna faca de pon-
a ; foro recolhidas cadoia : e no dia i ,
por um soldado do polica um portuguez
( cojo lome nao ve ni mencionado ) por bri-
ga no Reoife ; leve o destino -los nutras.
fcJiTKKIOit.
PORTUGAL.
Projecto de Resposla ao Disourso do Throno.
Senhora A Cmara dos Pares de novo
instaurada em virtud da tutelar resoluco de
Vossa Magostado que annuinloao voto na-
cional espontneamente manifestado nestes
Reinos, d'clarouem vigor a Carla Consti-
tucional de 182o : convencida do dever sagra-
< do que motivou esta Real dderminaco cm-
j.regar todos os seus esforcos para desempe-
nhar pela sua paite a honrosa misso que des-
de logo Iho competa contrib:ndo quapto
couber nassuas funecoes como um dos ra-
mos do Poder Legislativo, para ir.anter e con-
siderar as insliuic>s oulorgadas pelo Augus-
to rai de Vossa Magestade, de saudosa me-
moria to nobremente sustentadas por EUle,
equesuscilam tantas gloriosas recordaees.
Ouviu a Cmara dos Pares com sumrno
prazer no Discurso de abertura das presen-
tes Cortes a certeza da continuaco da boa
harmona que felizmente subsiste entre o Go-
verno de Vossa .Magestade o os Governos seus
adiados harmona confirmada pela sucressi-
va ebegada a esta Capital dos Representan-
tes das Potencias da Bu ropa e folga de ver
assim restabelecdas relacoes diplomticas que
tib m ficado suspe'nsas desde urna poca fa-
tal c que bao de facilitar as medidas que
possam ser convenientes aos nossos inters
ses polticos e ao deaenvolvimemo das nos-
sas relacoes commercaes.
A Cmara dos Pares ve com satisfcelo igual
que Vossa Magestade manifesta a ebegada a
esla Corte do Internuncio de Sua Santidades ,
na persuaso de que sem quebra das preroga-
tivas da Coroa e com a cooperaco virtuo-
sa e Ilustrada do Summo Pon ti fice Vossa
Magestade conseguir assegurar fgreja Lu-
sitana a paz e a proteceo neressarias para a
tranquilidad'- das nossas consciencias e p?.ra
a conservaco da ordem publica to intima-
mente ligada com a Religio e a moralidade
des Povos.
A Cmara dos Paros recebar respetosa-
mente a communicaejo que Vossa Magestade
Ihe annunci.i dos Tratados celebrados com Sua
Magestade a Rainha da Cram-Rrelanha para a
a-epressodo deshumano trauco daescravatura,
e para o regulamenlo das relacos mutuas de
Commerco o Navegaco entre os dominios
das duas Coroas.
OOrcamento da receita e desneza do atino
correnle dever chamar sem duvida a maior
atteneoda Cmara na presente Sesso. A
necessidade do estabelecer por urna vez as ba
ses de um systema de fazenda que equilibre
a despeza com a receita do Estado e que
piev'ma as fataesconsequ.encias de um deflcil
annua! 6 umversalmente reconhecida. A
Cmara dos Pares est profundamente peno
lia la da importancia vital dcstedevr.
. A Cmara tomar igualment- na mais se-
ria considerarn Indas as propostas que te-
nham por objeto o desenvolvimento suces-
sivo dos vastos recursos quo a inda offerecm
as importantes posscssG's ultramarinas da
Coroa Potugueza assim como oaperfeicoa-
ment que carecem diversos ramos da Ad-
ra iuistraoo pub+ic.
Senhora, a Cmara dos Pares oceupan-
do-secorn zolo patriotismo e leaidale no
cnmprmeiito dos seus deveres espera dar
assim a prova mais cabal e por crio a mais
grata no coraoo generoso de Vossa Magesta-
dedo amor c fesp.'ito ^yeconsagra Sua Au-
la IVssoa.
Salla daCommissao em 20 de Jaldo de
842. Duque de Pulmella, Presidente.
Antonio Rarrctu Fcrraz.
sobre o forte real da filia Pelee ( por 49
!rA Iattitu(Jo eP 5a 15" de longitu-
leO. ) sero supprmidos e substituidos por
um nico fogo fixo de nove milhas martimas
de alcance.
Este novo Farol nao obstante estar a 2,600
metros de distancia do outro de curtos eclyp-
ses do forte central do dique ( situado ao N.
N- do forte real ) nao poier confundir-
se com o fugo fixo do forte de Querquevile ,
situado 4,750 metros ao S, 87 O. do dito
forte central.
NOTICIAS SCIE.XTIFJCAS.
0 MAGNETISMO AMMAl..
l m espoctaculo mui curioso prende nes-
te momento a attenco publica diz um cor-
respondente de um jornal de Pars : sio as
experiencias magnticas do Dr. Ricard que
toilas as tardes leni lugar em sua casa na
baluarte Poissoniere n. 12,- porque tal o
natureza Jellas que nem a mais robusta in-
ereduldadedeixar de curvar-se evidencia
0 plienomeno da doslocago da visa >, du-
rante o estado Je somnambulismo o mais
notavel de tolos ; porquo einlim quando
se ve um somnmbulo com ambos os olhos
hem tapados com gran les pranebetas de al-
ijo (o cardado jogar o piquete e o ecarte com
cartas compradas daquella hora, e nao s nao
te engaar as chamadas, masapontaras fal-
catruasque o parceiro faz para o engaar
preciso ceder forra de factos to incontesta-
veis.
k O Dr. Ricard tem consagrado muitos an-
uos aoestudo do magnetismo porem nao t
animado da mana de faer proselvtos: de que
trata nicamente de dar a cxplicago de phe-
nomenos que parecern exceder os lmites da
razo humana. Tal, por exem po es-
ta extraordinaria faeuldade de ver a" on-'e
ate certa ponto, a inlere.ssante parte do|/er para produzr no doente que niier n,r,,
por meio da qual os somnmbulos podem ter
conhecimento mais ou menos perfdlo do que
mu longe delles se passa. Diante de factos
'testes humilha-se a razo e nenliuma ou-
tra cousa nos resta seno dexarmos a oulrem
mais hbil a expld-aco de cousas que pare-
cem entrar no dominio do maravilhoso.
At aqu o correspondente da folha parisi-
ense que se assina Flix D. porem o
que cu acho muito mais extraordinario do
que os fados referidos por este corresponden-
te que elles causrm to grande espanto em
Pars onde todo o mundo foi testemunha
das maravilhas de Mesmer ( liomem de en-
gerido raro a quem o povo medico por ma-
nila ja velha e trivial deu o titulo de char-
latio porque o nao soube compredender ),
e onde agora mesmo o Dr. flahnemann
esta fazendo uso ordinario do magnetismo a
titulo de remedio homeopathico e nao urna
so vez nem iluas, ou em alguma aldea desam-
parada e erma ou com mystero e socapa .
mas lodosos dias face de um dos gran-
des centros scien ti fieos da Europa e com tal
forcade Convcco que at na sua obra dog-
mtica prescreve a maneira porquedeve fa-
zer-se uso desle poderoso agente medicinal.
Indas estas circumslancas reunidas me fa-
zem crerque um artigo em quj se exponba
o que a sciencia j tem admiltido por incon-
testavel a cerca do magnetismo animil nao
podedeixar de ser bem recebido pelas pessoas
a qtiem a cousa interessa. Digo que nao po-
de deixar de ser bem recebido e nao digo
que o ha de ser. 0 publico nao agradece na
^i't 5 e para servi-lo preciso que quem o
serve se sinta animado de muita somma de
verdadeua candada a qual segundo diz o
Apostlo tudo espera tu Jo ere tudo lo -
lera e tudo soffre.
Ha na natureza cortos fluidos impondera-
veis de tal maneira sublis e fugitivos que
os rnais poderosos rneios de analyse que o ho-
rnero possue nao tem acgo alguma sobre el-
les j mas nem por isso a sua existencia dei-
xa de ser provada por to grande numero do
fa tos que seria boje urna loucura contradi-
ze-Io. Os dous mais nolaveis de todos os-
les Huid >s sao o elctrico e o magntico.
Passou-se largo lempo sem que a impor-
tancia da observadlo dos efieitos elctricos e
magnticos passasse das sciencias physicas
para as physiologicas : os pliysicos considea-
voos plienonienos da eleclricidadee do mag-
netismo no mundo inanimado
quadro que ella nosoccultava. Gal'vani dea-
cobrio a aeco do Huido elctrico no corpo
humano edabitomouo nomo de galvanis-
mo a elelricidade animal ; Mesmer lendo
sido o que fundou o emprego melho.lico d.
magnetismo no tratamento das molestias ,
pela mesma razo deve lomar o nome de mes-
mcrismo aquello a que vulgarmente se dio
nome do magnetismo animal. E" preciso qu
ao menos sejamos agradecidos.
Todos aquelles q'poderem entender este ar-
tigo devem saber que o corpo humano pode es-
tar collocado em dous estados dillerentes de
electricidade : (lectricidade positiva e elec-
tricidade negativa. Nestes dous estados con-
sislem certas molestias do corpo humano ;
muitas outras nao p'od m verilicar-se sem que
odoente esteja naquelle estado de electricida-
de que c necessario para que a mohstia se
possa desenvolver. Aquelles quo quizenm
consultar a ruin ha memoria sobre a cholera-
morbus, impressa em Modena em 183o e
ahi mesmo traduzida em italiano pelo Dr. Ve-
ratli, ahi vero a minha opinio depots a-
doplada por tanta gente cerca da influen-
cia da electricidade no desenvolvimento da-
quella terrivel molestia. Para que urna pes-
soa possa adoecer de cholera indispensa-
vel que caa em estado de electricidade nega-
tiva donde se segu que emquanto se con-
servar no estado opposto quer natural, quer
artificialmente jamis poder ser atacada da
molestia, ainda que com cholencos viva, dur-
ma ecoma.
O magnetismo animal segu as mesmas
leis. la dous estados oppostos de magne-
tismo : magnetismo positivo e magnetismo
negativo. O primeiro verifica-se quando no
corno human se accumula maior quantidade
de fluido magntico do que elle naturalmen-
te deve conter ; o segundo consiste na sub-
traeco da quantidade de fluido necessaria
para o andamento regular da vida.
Ambos estes estados se podem produzir ar-
tificialmente e sao empregados porll-dine-
mann em um sem numero de casos a titulo
de remedio homeopathico. Quando o estado
de magnetismo positivo elevado a um ex-
cesso incompativel com a saude cahem os
que o soffrem em somnambulismo.
Todo o mundo sabe q' o fluido elctrico se
podeaccumular no corpo humano, nao smen-
te pelo transporte do fluido desenvolvido ar-
tificialmente por meio da machina ele' trica ,
ou communicado da atmosohera mas pelo
contado com certos animaes que tem a sin-
gular propriedade do o poderem desenvolver
quando querem e na quantidade que querem.
Fazui friegues sobre um lombo de um galo
em dia de Irovoada observareis phenome-
nos elctricos muito apr-ciaveis ; nonde-vos
em contacto com urna tremnlga ( raia torpel-
lo) oucom um gymnoto eleclrico soflVp-
reis urna descarga de fluido elctrico que vos
pode matar, lia nois animaes que gozo da
propriedade de poder desenvolver e aecumu-
lar em si grandes quantidades de fluido elec-
lrico e de o poder descarregar sobre os cor-
pos que se poera em contacto com elles. Pois
a respeito do magnetismo o mesmo. Ha
homen? doladas do privilegio de poder de-
senvolver e accumular em si mesmos grande
- -- -i--, ni.ii-
ii m estado magntico positivo ou negativo
conformo a indieaco. '
Tanto o magnetismo positivo como o ne-
gativo se produz por meio da imposico das
roaos. Se o lenle deve ser magnetisado em
sentido positivo, preciso que o magnelisa-
lor com urna tensan de vonlarfo mais ou
nenos forte segundo a forga da molestia
passe as palmas de ambas as mos sobre t0I
do o corpo do do nte desde o alto da cabeca
at alm dos dedos dos ps e que o faca len-
tamente ; porem nao muito : se so pretende
obtor um estado de magnetismo negalivo
preciso faz ;r isto mesmo mas s com a pal-
ma da mo direia corn a maior rapidez pos-
si vel e de tal modo que a mo do operador
em lugar de locar no corpo do doente esle-
a sempre a urna pollegada pouco mais ou
menos de distancia da pelle. 0 maij alto
grao de magnetismo positivo o que se ob-
lern por meio da imposico das ponas dos de-
dos eom urna vontade fortissima sobre a
boca do estomago do individuo quo se quer
inagnotisar. E' por este modo que se resus-
cilo as pessoas asphyxiadas ha longo tempe;
porem oefieito desla operaco perigosissi-
mo se ella tem lugar em um inJivi luo sao
porque o faz cahir em somnambulismo que
como est dito o mais alto grao de mag-
netismo positivo.
Gtire-me a penna quasi sem que cu d por
isso em materia to curiosa to nova e to
facunda ; porm um artigo de jornal tem seus
limites e nao he possivel estend-lo muito
mais longe do que este j tem chegado : ter-
minarei copiando do Organon de Hahne-
mann um fado que dar aos leitores boa idea
do poder do magnestismo e que o florece ao
mesmo lempo um exemplo de magnetismo
positivo, e outro de magnetismo negativo.
Um rapaz muito robusto de idade de
dez annos foi magnetisado por causa de
urna ligeira* indisposico por urna mulher
(o povo que comecou a manipulado pela bo-
ca do estomago. No mesmo momento o ros-
to da enanca se cobno de pallidez mortal o
pequeo doente per.leu de todo os sentidos e
licou como morto. ( Eslava magnetisado em
sentido positivo, mas de urna maneira.exces-
Sva por cansa da ignorancia da opera.ora. )
Fizdheento dar por aen irmao mais vel lio
um toque negativo rapadissimo desde o alto
da Cabeca at alm dos dedos dos ps e no
mesmo momento a crianza rocuperou os sen-
tidos ese tornuu muito alegre e bem dis-
posla.
Tal o estado actual da ciencia pe|o que
diz respeito ao magnelismo animal : so para
o futuro eu tiver mais lempo nova occasio,
e, sobretudo, vontade magntica, explica-
rei melhor o que neste artigo forca do
querer ser breve, pude deixar de menos n
telligivel para algurn ; {que nao he talvez
esta primeirafi vez que me acontece o que
ile si dizia Horacio: Rrevis esse laboro ? Obse-
d rus fio.
P. S. Esquccia-me urna circumstancia mui-
to nota vel e que, por essencialissima e exlra-
ordmarissima nao deve ser omiltida, San-
io o magnetismo animal c tudo q'.unto Ihe
diz respeito cousa inteiramente physica o
absolutamente separada das cousas religiosas,
quanlula le de fluido magneticoedoopoderom e de quanto be relativo cierna, nao sei
communicar e transportar para o corpo da porque concurso extraordinario de circuns-
quelle* corn quem ellos se paooi em contac- lancias a suprema autoridade da Igr.-ja acaba
to( ). Esla faeuldade nao se vende nao | de intervir neste negocio. O caso he que um
seadquire, nao se d ; nasce com o indi vi- prelado de Suissa pessoa do meo .conheci-
duo que, asvezes, nem ao menos sabe mento(o Dr. Jennz, hispo de Lausannae
que a possue. Os melhores magnetisadores Ginebra ) homem que tem a simplicidade
sao domea robustos na Horda dado que i di pora ba mas que nao tem a prudenciada
gozac- da plenitude de todas as suas forcas s rpente espantado com o qu via fazer a
dotados de urna vontade forte altamente e- magnelisadores que ltimamente havio ap-
nergiCa e altamente benvola e sobretudo, parecido na sua diocesa sunpA los suspeitos
Cnm mili nnillU lirnnancJn n.inn n nn.'l. ... -___!___..
com mu pouea propenso para o coilo ou com
bstanle forQa para reprimi-la. So o medico
bom magnelisador elle mesmo faz a ap-
plicaQo do mesmerismo nos casos que o exi
gem ; se o nao procura urn individuo que
pasta se-lo e determina Ihe o que deve fa-
je maleficio e como Laes os denunciou ao
summo Ponillico referindo muito pelo mi-
udo os fados em quo se fundava. Ha a esto
respeito urna resposla do Santo Padre que
ainda nao pude ver, roas na qual, segundo
meaffirmlo, ha o quer que seja de favoravel
- opinio do prelado suisso. ( J. do C.)
( ) lambein ha animaes que gozo de pro-_________________________ ..
pri idade semelhante. Aquelle poder mgico lepsia branca como a cal, e com signaos de
que os sapos exemlo sobre as doninhas as grande afflicco no rosto. Chamou a mi por
noticias martimas. neusmo no mundo inanimado ; mas nem os
, pbysioloyislasdavo atlenco ao que se pas-
A lin.n.sracao geral das Pontos e Calcadas, sava de electrioo ou de magntico no mundo
i\ II ama.' i\*.i L *.
e Faites em Franca.
Aviso aos Nave antes.
Ifliminaeao da filtrada oriental da balda
fle Cherbourg.
Fie.im prevenidos os .Navegantes de que ,
o. de Juiho prximo em (liante, os
ioiis peqUCnoS l'.niM'S de fogo \o de seis
orgnico, nem os mdicos se lembra vio deque
ni ii i tos accidentes pathologicos elderapeuticos
daiii poderfio nascer. Apparecero porem em
I- ranea e em Italia dous bomens grandes q'pro-
pozerQ arranear natureza urna parte do sen
cobras cascaveis sobre o.- passarinhos, e dif
ferentes outros que at agora nao lem tido
explicaco sao outros tantos pdenumenos de
magnetismo negalivo.
L'm destes dias l eu em urna folha dos Es-
tados-Unidos um fado mui curioso. Urna
mulher havia mandado sua lilba enanca Jo
12 anuos, buscar urna billia do agua (ente
da sua aldea. Como u pequea tardasse oi
a mi em busca della. A poneos pasaos a cn-
rredo, e, dotados de rara constancia e de I controu', porm extatfoa immovei ,
profunda sagaddade podrAo finalmente i meio docaminho como se naquelle momen-
U l'niC-. .I.t ...1.I....1... i..lal..l..ll.. I_________I. il_ ...
" .7" "*..... .*"." "" k>"u MSm ,.,rtu fiooi:rao iinaimenie i m-'io docaininho como se naquelle uo;n.n- nii,i
uilhas martimas de alcance cslabeiccidos. <. foro., de engenho ede trabaiho bruxulear, | lo Ihe tivesae sobrevindo um ataque decaU- l
ella ; mas a pequea sem responder-lhe ,
eontinuava immovei c mo d'anles. A final,
reparn a mulher que em certa distancia esla-
va enroscada urna serpele e que tinha os
olhos ero vados na cianea. Alirou-lhe com
urna pedia o reptil frigio e no mesmo m-
ntente se quebrou o encanto. A menina cor-
ren immedialamenle desfazendo-se em pron-
to para sua mi. Con la va esla ultima o'
caso aos visinhos aliribuindo ludo ao suslo
de sua lilha ; porm i verdado era que a pe-
quea eslava magnetisada em sentido nega-


NOTICIAS DIVERSAS.
Crime ou loucura. = L-se n'um
peridico francez o seguinte : Cm es-
pantoso acontecimenlo espajhou o terror as
proximidades de Cheny ; departamento do
Saone e Loire.
K O sr. Larochetto homem de 40 annos,
pertenoente a una familia rica e considerada
no paiz l'nna manifestado militas vezes a
su.i irma a sr B desejos de casar con,
una filhn desta menina de 18 annos. A
mi o tinha dissuadido desta idea j pre-
textando a differenga de idadc, j fazen-
do valer os motivos do perentesco, e mais
principalmente a repugnancia de suafilha a
qual tratava de casar com outra pessoa.
No dia 6 de Maio Larochelte foi pela
manlia a casa de sua irma cuj marido
tinha ido a um povo prximo e encontrou-a
almogandocom outra sua irma, a sr.* 1)...,
e as iluas (linas destas. Disseram-lhe que
se sentasse mesa ao que se recusou ; e
entabolando conversarlo f-la recahir no
seu prometo de casamento, perguntando for-
malmente a senhora B se o acceitava
por marido de sua lilha Ao ouvir urna nova
iterativa indirecta de urna e de outra a sua
exasperago nao leve limites. a Nao que-
ros dar-ma disse elle furiosamente a sua
irma pois tambem nao ser de oulru. E
tirando de repente de um punlial langou-se
sobre a sobrinha e a apunhalou. A infe-
liz mi correo em auxilio de sua lilha po-
rm tambem foi mortalmenb- ferina. A ou-
tra sobrinha, que tentou soceorrer estas duas
desbragadas recebeo igualmente urna pu-
nhalada da mode seu tio cujo furor pare-
ca augmentar com o numero de suas vic-
timas.
n No en tanto os gritos e o ruido de to hor-
rivel scena atlrahiro os criados e outras
pessoas d fra que quizeram apoderar-se
do assassino ; mas este os ameagou com o
puniial. Um dos criados Ihealirou com urna
pedra eabega e o eslendeo no chao. A-
proveirram-se do seu atordoamento, e agar-
rro no ; e sendo entregue aos gendarmes
foi conduzido cada de Macn. Desdo o
momento da sua prizo Larochelte est sere-
no e recusa Responder s perguntas que Ihe
Xazem.
Estatistica. Segundo urna recente estatis-
tica industrial e commercial, contam-se em
Franca 84,934 teares que produzem an
ti ua I mente um valor de sedas de 250 milh>s
de francos. Estos teares emprego 170,000
operarios, e um valor de 140,000.000 francos
em seda. A mo de obra 70,923,96.*, ou
de 500 francos por cada operario. S a fa-
brica de Lyon em lempo ordinario, em-
prega de 40 a 50.000 toares e 90.000 ope-
rarios e produz quasi 100,000.000 francos.
O consumo interior de seda franceza de 75
milhOes ea xportago de 140 milhes,
termo medio.
FACTnS DIVEKSOS.
O Hiato Minerva entrado neste porto no
dia 3 do correle vindo do Peni do, d a no-
Jicia de haver naufragado na barra do rio
S, Francisc.o o brigue bespanhol Coya uno.
capilo Joo Puing, que veio de passagem
com a sua equipag-m no referido Hiate. A-
qui-lle brigue vinha de Buenos Aires carre-
gado de carne de xarque.
sura revela senfio cumplicidado ac m^nos sim-
patas, e simpatas que carecterizo bem a
asaos Snrs. que alias se fingem estranhos ao
crime honorozo que poz em risco a vida pre-
cioza desse hbil administrador: sejamos fran-
cos : a deciso do jury da Parahyba cauza
jestranheza por que ella escedeo ao calculo ,
e premf ditago desse assassinio que consu-
mado traria com a perlurbaco da ordem pu-
blica gloria e mrito para os seos autores el flamburgo ; 44 dias Patacho Uambnrguez
dre Manoel Ferreira de Assumpgo Ma-
noel Francisco Cabral Le te Antonio Joze
Bodrgues Domingos .ou rengo da Cruz .
Manoel Fianrisco do Nascimenlo.
ENTRADOS NO DIA .
Aracaty ; 25 dias Sumaca Brasileira Delmi-
ra de 7-4 tonel Capilo Jos Joaquim Al-
vi'S ; carga couros e sola equip. 12 : a
Antonio Joaquim de Souza Biheiro.
quaudo frustrado sena protegido pela impu-
nidade da poca : mas esse calculo que ani-
mou o crime faiou o jury foi inllexivel
conhoceo bem a influencia que a impunMaiic
de um crime to atroz exereeria sobre a or-
dem publica, o jury condemnou os assassinos,
e em vez de merecer os louvores que compe
lem quelles quepreenchem o seo dever he
insultado e sua decizo consciencioza attri-
buida a motivos menos nobros Ah he
licito que cada um simpatize com qualquer
opiniSo poltica e que a defend mas sim-
patizar com um crime. censurar a sua puni-
go he desarozo seno iname, e emitir es-
sas ideas p> la imprensa de um paz Ilustrado,
aonde o espirito publico as repelle he certa-
mente fizer nma injuria ao Publico.
Masdiga o Emigrado a quevem asna idea
de que o jury foi pp|a maior parte oomposto
do empreados pblicos ? Por ventura os
empreados pblicos sao excluidos do nobre
cargo de jurados ? Pelo contrario tendo clles
a renda e n.s demais hahlitagOes a le os cha
ma para o exercicio dessas fiinoces: mas seo
voto nao merece confianga he e\lorquido
pela obediencia : eo sorteamento, e o direto
de recuzar, eo escrutinio secreto nao sao ga-
rantas de liberdadfl do voto? Ni verda'le
o Emigrado faz urna injuria atroz aos empe-
gados de sua trra considerando-os capazes
de quebrar um juramento, de sacrificar a
innocencia de violar todos os deveres para
lizonseiar o Presidente e fazer-lhe servicos :
equem foi que n-velou ao pmgrado o escru-
tinio ? Quem soube ou Ihe disse que foro
esses negociantes esses propietarios os que
derao o seo voto de absolvigo ? Quem se nao foro elles a respeito dos quaes se d
a prezumpgo de maior inleressepela ordem e
tranqulidade rublica os primeiros que de-
cretaro a condemnago desses malvarlos que
tentaro derramar osangue desse varo il-
lustre e representar na Parahyba as sienas
iuctuozas do Para Se os Santos se conp;re-
gassem e lavrassem a condemnago desses as-
sassinos. nao seria outra a linsoagem do Emi-
grado que acharia sempre motivos ignobeis
aos quaes attribuisse a decizo.
Seja o que for. como be certo que seria urna
violago da lei repellir os empreados pbli-
cos do cargo de jurados para o qual esto
habilitados deve o Ex."' Snr. Pedro Chaves
desprezar essa censura que Ihe faz o Emigrado
por nao haver S. Es. excluido os Emprea-
dos, quereria talvez o Emigrado que S. Ex.
so empenhasse pela absolvigo dos seus assas-
sinos ; que retribuisse com o penlo ao favor
P..redesde 120 tonel ; Capilo Cubran
U equip. 10 ; carga c.ibos pixe alca-
tro e mais gneros : a N. O Biebei &
Companhia ; arribou a este porlo por cau-
za dos mastros pois o seu deslino ra pa-
ra Calcilla.
SAIIIDONO MF.SMO J1A.
Bio For mozo ; Escuna de Cuerra Brasiloira
Primeiro d'Abril,Commandante o primero
Tenente Fernando l.asaro de l.ima : con-
duz o Ajudanie do Guarda Mor e guardas,
e 3 Capites Ingb'zes.
ENTRADO NO DIA 5.
Parabiba ; I dias Escnna de Guerra Bras-
leira I.ebre C'mmandanle o 1. Tenen-
te Marcos Jozc Evangelista.
Tribunal dos Jurados da Cidade de Olnda ,
Prezidencia do Snr. Doutor Manoel Marides
da Cunha o Azevedo Secgo de 3 de
Setcmbro de 1842.
Compareceo o acuzado prezo Joz Gelrudcs
la Silveira Cmara blanco cazado natu-
ral da Villa do Limoeiro, dade de 25 annos,
sabe ler e cscrever ; vive de fazer carvo e
viagens nao he soldado ; foi pronunciado
em 2l de Jtinho de 1842 por crigie de faca
de ponta, cujo sumario se prooedeo a ex-o(T-
cio pelo Delegado do termo de Olinda ~ Teve
por seo defensor o Advogado o Bacharcl Luiz
Pereira da Silva Neves o acuzador o Dou-
tor Promotor Publico duraro os debates
urna hora pouco mais ou menos que
se concluio as 11 e meia da manha e vol-
tando o concelho da Salla de suas conferen-
cias foi o reo condemnado por senlenca do
Snr. Doutor Juiz de Direilo em 25 dias de
prizo simples.
TI1EATBO.
Quinta feta8 do Septembro reprezentar-
se-ba a grande, o brilhanto peca -- a verda-
deira D. Ignez de Castro depois de morta
eoroada : acabado o 1." acto Madamoizele
Carmela Adelaide I,ucc cantar urna cava-
lina' da Opera Symiramesacompanha da com
coros B-d Beggio Lusinghier msica do
celebre Rossini. No fim do 2." acto se can-
tar a ergragada modinha do Padre Francisco.
No fim da pega Bafael Lucri cantar com
sua lilha nina grande scena e duelo da Opera
l/elixir d'Amor acompinhado com coros,
quanto Amorc msica do fenr. Cavaliere Gae-
lano Donizetli.
AVISOS MARTIMOS.
COMMISS\Itl.\DO FISCAL.
lllm. Snr. Pelas incltizas copias, una do
avizo quo me dirigi o Exm. Snr. Minis-
tro e Secretario d'Eslado dos Negocios da
Guerra em data de 8 do mez findo d'Agosto,
e que recebi no dia 31 do mesmo cobrindo
as Copias das olas da Contadoria Geral da
Guerra no exame dos documentos das des-
pezas Militares nesla Provincia, pagos nos
mezes de Janeiro e Fcvereiro ltimos e so-
bre as quaes tenho de responder com urna in-
formago circunstanciada : e outra do que
he esclusivami-nte respectivo ao Arcenal de
Guerra ; conhecer V. S. por ambos estes
lilulos e se deprehende claro assim das no-
tas ( em duas rellagoes) falta do meu cor
rente n'aquelles documentos rellalvos ao
Arcenal comodoavizo que sobre ellas me
r?^ Para o Ass pretende seguir viagein
com lirevidado o Brigue S. Joo Baptisla do
que he capilo Joo Gonsalves Rocha, para
carga e passageiros trata-secom Joze Gon-
salves 'Jascao na ra da Cadeia do Recife n.
15 ou com o dito capilo a bordo.
tw Para o Ass seguo viagem com bre-
viilade a sumaca brazileira Bom Sucesso
queni na mesma quiscr carregar ou ir da
de passagem, dirija-se a seu proprielario Jos
Manoel Fiu/a uu a bordo ao capilo Ignacio
da Fonceca Marques.
tsr Segu com toda a brevidado por ter os
Irez quarlos de seu carregamento prompto
para Genova a polaca sarda Giove, (Jpi-
ter) quem na mesma quizer carregar ou ir
passagem dirija-se a Gaudino Agostinho
de Barros pracnha do Corpo Santo D. 07 ou
ao capilo J. B. Cheorza a bordo.
=: Para o Bio de Janeiro seguo viagem
cum muita brevidado o brigue escuna nacio-
nal Fama ; quem quizer carrogar, ou em-
ba car escravos pode entender-se com Amo-
rim o limaos na ra da Cada do Recife D. 21.
da Providencia que o salvou : que esqueces- or(l,'na responder; que as despezas do dito
1 Arcenal sao submeltidas ao meu examc ,
NOTICIAS ELEITORAES.
Rio Giande do Norte.
Collegios da capital, Estremoz S. Jos ,
Touros Goianinha e Principe ,
205 Elleitores.
Ex."0 Snr. Presidento 201
Jos Xavier Garca d'Almeida 2
Bazilio Jnior 1
Jos Domingues 1
Falto 6 collegios que se compe de 140
Elleitores.
N. B. No resumo da votago publicado no
nosso numero antecedente leia-se o Snr.
Bezende com 324 votos.
COM.MCNICADO.
Foi ha dias publicado pela imprensa desta
Provincia huma correspondencia assignada
por um dos emigrados da Parahyba a qual
carece de reflexes : nao era de mister que o
Correspondente se declarasse para que fosse
conhecido, s um dos emigrados da Parahy-
ba s um dos inimigos encarnigados do Sr.
Pedro Chavas censurara pela imprensa o jury
da Parahyba que eumprindo o seo devr pe-
netrado da importancia da sua misso con-
demnou os assassinos do Presidente: esta cen-
se as dores penetrantes dos ferimentos que
sofTreo ? Tanta generozidade cabia na alma
des-ie raro que vio sem tremer o perigo que
atrevessou se elle alias nao sentisse que des-
tarte offenda a sociedade que em alarme exi-
ge umcxemplo urna punigo que sjo pe-
nbores deum futuro mais lizongeiro se nao
sentisse que destarte sacrificara a sua auto-
ridade c a autor i dade de seus successores.
Concluiremos pato artigo como o Emigrado
comegou o seu : lempo vira em que sejo bem
avahados e reconhecdos os servigos impor
(antes do *nr. Pedro Chavas seo nome ser
sempre caro na Parahyba e respeitado no
Imperio, e os seos assassinios, e os desordei-
ros votados execrago publica e in-
famia.
GO VIM ERGIO.
ALFANDEGA.
Bendimento do dia 5de Setemb. 3:6Gj202
DESCARRECA" IIOJE 0 l)E SETEMRRO.
Barca Ingleza = W. Bussell = FazenJas ,
e maqumismo.
Brigue Portuguez = Josefina e Emilia = vi-
nlio feijo o miudezas.
Brigue Portuguez = Conceigo de Mara
sebolas.
HOVIMENTO DO PORTO.
NAVIO ENTRADO NO DIA 3.
Penedo ; 0 dias Hiale Brasileiro Minerva,
Mestro Francisco Joze de S. Anua equip.
5. carga varios gneros ; a Manoel Joze de
Barros ; passageiros Brasil-iros : Fr. An-
tonio de Sancta Mara Magdalena P,i-
como todas as mais despezfs Mlilares por
conta do ministerio da Guerra, que conforme
as instrueges desta Fiscalizaco teem sido e
sao submetlidas ao meu previo conhecimenlo.
Para dar pois a devida e fiel observancia
com promptido, quedevo, quanto antes,
como me he ordenado reclamo com urgen-
cia qne V. S. se sirva providenciar : Io
Que o Arcenal de Guerra com a possiveI bre-
vidade satisfar s notas da copia inclusa .
dando-me a razo demostrativa de tudo com
os documentos competentes como ali so exi-
ge : 2." Que me sejo entregues todas as se-
gundas vas das contas do mesmo Arcenal
desde os mencionados mezes endianle as
quaes bem como as futuras seguiro o mes-
mo deslino e pratica das mais contas Mili-
tares -- 3." Por urna necessaria consequen-
cia que r.enhum pagamento d'hoje em di-
ante se verifique pelo Arcenal de qualquer
natureza que seja quer em gneros, quer
em ferias sem primeiro me ter submeltido o
respetivo titulo para obler o meu corren-
le -- que o legalizo : i." finalmente que
as desonzas devem ser classificadas de modo ,
que facilite o trabalho para a classiicago e
Escriplurago desta Fiscalzago segundo os
novos modellos remettidos pelo Ministerio
da Guerra, e para esse iim remetti a V. S. os iiingucm conlralecom Luiz Francisco Cor-
modellos respectivos ao Arcenal; e creio, hi" Gomes d'Almeida e sna mulher acerca
queoSnr. Commandantedas Armas, aquem > duas moradas de cazas a saber, urna
AVISOS DI VEBSOS.
tsr- Previne-se aos Snrs. Tabelies desta
Cidade que nao reconhego um abaixo assi-
j;nado relativamente a sociedade amisade nos
une pois ha muita probabilidade que al ti-
mas assignuturas nao sao verdadeiras ist
adverte um que diz assignou mais he falso.
ts^ Boga-seao Snr. que tomn cem
mil res por duas vezes para vestir o seu .
vindo do Su! desde Maio qu vinha satisfazer,
pois cazo o nao faca ser publicado seo nome,
e o do seu com as letras iniciaos eao
depois por estengo porque nao foi este o
Ira lo que he para evitar demandas e cazo
nao faga conta, cnto judicialmente cobrar.
= No dia 6, 7 o 8 de Setembro aniver-
sario da Independencia no botequim da es-
trella do passeio, com aquella promptido,
decencia e csseio, seu carecterisco ; havero
almogos de caf cha e chicolale ; ptima*
c excedentes polisqueiras ; podins e bellos
pastis de nata ; excelentes refrescos, lico-
res e vinho de todas as qualidades ; achan-
do-se logo aberto s 4 horas da manhi.
= As rodas da 2.* parte da II.* Lotera
do Theatro ando impretervelmente no dia
19 do corrente o os bilhetes acho-sc
venda nos lugares do coslume.
O Comman lauto Jernimo Bomeu.da
barca Poitugueza Real Prncipe D. Pedro
toma a risco martimo a soma de 6:000 pesos
hespanhoes ou aquella que mais precisar
para occorrers desposas l'eitas n'esto porte ,
com concertos e outros reparos em con-
sequencia da sua arribada forgada na viagem
que fazia de Mozambique a B ston nos Es-
tarlos Unidos d'America do Norte. Tendo-so
j vendido em leiln parte do carregamento ,
para occorrer as mesmas despesas; e reconbe-
cendo-se, que os pregosso'um tanto de-
preciados julga mais conveniente tomar di-
nliciro a risco sobre a carga eseu freto ; o
por isso faz novamenlo o presente annunco
para as pessoas a quem esta transaego con-
venha ; as quaes podero n'esto caso dirigir
as suas proposlas em carta fechada no Con-
sulado de Portugal ra de Apollo.
-Bog-se pessoa que recebeu por engao
um niodello de mapa do Ministerio da Guaru-
ra queira mandar entregar na Praga da
Independencia Ioja de Ivros N. 37 a 38quo
ser gratificado.
C? O Vbaixo assignado faz sciente que
V. S. os envin os lera enviado.- Dos
Guarde a V. S. Thezouraria de Pernambuc
em 3 de Septembro de 1842. lllm. Sor.
Inspetor desta Thezouraria Joo Gongalves SilvaJozc de Brito Inglez, Commissa rk> axando-sej penhoradas, o em praga para
Fiscal do Ministerio da Guerra. i seren arrematadas.
_____ j Francisco Callos Brando.
ia ra doBozarioda Boa-vista e outra no
beoo ilo Lobato sem que seja elle ouvido ;
por quanto ambas Ihe esto hypolecadas d'es-
ile Margo deste anno por crescda quanlia ,


T
silel n? r \ Sl,V".' C,.dadfi0 *" NodiaSdocorwnto fugio da gaiola
Scm u',11 r Para ACaraCU 'fVa"' uma Passaro Prolo d0 rt*o de nomo Crau-
nion^ a o^Tnhl seuescravo Anto-na; roga-se a qu*m o pegar o favor de levar
- lu c ** Antonio de Carvalho Siqu^ra ,
oo^T ,ng ?Uma granf casa (,e sobradoin ra larga do Rozarlo, que sera reco.iipen-
com suficientes commodos para numerosa! gado.
ira estribara, cacimba um! v^ Quemannunciou no Diario de Sexta
h^UnrUr,adO,eOUtrO8'lin,,CS0,0a,Jo' C'n;f''>apassada quorcr comprar urna cadeiri
?*?- ?,antaS j\ran.'1. Parre,ral de ^ "I" dirija-se a ra Augusta segunda caza
palmos de largo c 32o de fundo porto ao
lado da casa pintada de novo no bairro da
Boa-vista no lugar denominarlo a Ilha com
frente para Palacio velho, e fundo para o hos-
picio e com estrada para o mesmo os pre-
tenderes dirijo-se ao Roeife na ra da Con-
cejero casa n. 2o e 26 a fallar com o
sea proprictario Joo .Maria Seve.
*&> Na ra de Agoas verdes D. 10 do la-
do de S. Pedro se em palha cadeiras "ana
pese &c. tambem se engomma ecoso-se ,
tanto costuras de alfaiate como outra qual-
qner ; assim como recebo se crias para se
ensinar a coser bordar lavarinto o don-
trina Christ ludo muito em coma.
i = Quem tiver uma canoa de carregar a-
goa e a queira alugar annuntie ou dirja-
se a ra do Cardcrciro D. 45 : na mesma casa
exislem as chaves de urna casa para se alugar
a qual de"8,000 mil rcis meneaos e oficrece
commodidade por ser em lugar perto de dis-
peijo e ontras vanlagons para o pobre.
crRoga-se a todos os Sis. que tem com
prado barricas com bacallio a Mendos &
Amorim dj dia9 de Agosto p. p. em danto
deste ultimo carregamenlo ( da marca St.
Johnes) que tenho a b.mdadode vir con-
ferir seus lansamontos no livro da sabida, no
armazem de Joaquim wonsalves Vieira Gui-
mara>s aonde as compraran antes de se ti-
rar suas cenias visto que se offerece nm en-
gao de afumas barricas no ca riega ment ,
e como alguns Srs. no assignaro no livro de
"Sabida o seu langamonto com he decostnme.
rij;
depois do becodo Poixoto, do lado direitoin
lo da ra de Hartas.
tsr D-se 400* rs. a premio pelo tempo
queso convier sobro pinhores de ouro ou
prata : as 5 pontas loja D. 28.
COMPRAS
com preferencia sendo
na praga da Roa vista
lotttsr Uma Riblia
impressa em Lisboa
D. 16.
sis- Qualquer porgo de cera araarella da
trra e pellos da cabra espichadas : na ra
doCollegio 1.
SS?* Um sabia de capoeira que seja bom
cantador e ja manso em gaiola ou mesmo da
malta virgem que seja igualmente bom e
que d a contento ; quem tiver annuncie.
tsr O primeiro e segundo lomos das mes
rivaes ou a calumnia : na ra do Rangel
D. 55.
tsr Escravos de ambos os sexos e tam
bem coro cfficios carpinas pedreirose fer-
reiros para fora da provincia : na ra da
f adeia de S. Antonio sobrado de um andar
de varan Ja de pao D. 8.
NCT Um Diccionario ilaliano e portuguez
na ra do Colegio caza do Escrivo Jacomc.
po
rissoque podem muijiem ler engao.
27* OSr. que annuncim querer uma or
tbograli de Ma.'ureira dirija-so a ra do
Amorim em caza de Marques & Veiga.
S2T Quemannunciou no Diario do 2 do
correnlequeier comprar uma caza dirija-so
a ra Direita D. ,'3 lado do nasemle.
C3- Faz-se ver aos socios da sociedade
amisade nos une que anda um abaixo as-
signado para ver seobtem duas tercas parles
dos socios a fim de dessolver a mesma socie-
dade ( sem motivo ) e islo felo por quem ?
Pelos mesmos da commisso por nio pode-
re m levar a efleito seus fins sinislros ; osaqui
o pensamenlo da administracao da mesma
sociedade, e esta contra urna oposicao que
segu em boa marcha e ludo quanlo tem
feilo ha a beneficio e bem eslar da sociedade ,
o aquella contra o direito dos socios findo-
se em seus caprichos.
Um socio amanle da lei.
tsr Antonio de Moura Bastos pela segun-
da vez convida aos seus eredores a reunirem-
se em sua caza no dia ti do correnle pelas 10
horas da manb o fim de trataren) de seus
interesses no caso de nao cornparecerem el-
le se v forgado a vender o que existe para
pagamento dos mesmos eredores.
Manoo! Fernandes Rib< iro subdito
VENDAS.
' ~
portuguez retira-se para a Villa do Penedo.
tsr Maria Joaquina de Souza professora
particular, que foi do eoliejjio do Espirito
S.nto propoe-?e a ensinar meninas a ler.
cscrever contar arilhemetira geografa ,
e grammalica portuguesa coser bordar
"lar Formulario ou guia medica do Rrasil ,
qoa contem a descripgao de todos os medica-
mentos, suas propiedades os casos em
que se emprego, suas doses segundo as ida-
des se os etc. as substancias incompati-
v.-is com elles ; a indicado das plantas me-
dicinaos indgenas e das aoas mneraes do
Rrasil; a arle de formular; a escolha das me-
lliores formulase das mais frequeiitemente
emprimadas ; um Memorial therapeutico, ou
indioaco dos meios usados no tratamento das
molestias conhecdas na Europa e proprias s
io Brasil ; dos soccorms que se devem dar
aos asphyxiados. afogados, envenenados, s
pesss as que se acho no estado de morte ap-
parenloetc; um ndice alfabtico francez-
porluguez das substancias medicinaos sim-
ples etc. Pelo Dr. Cheinoviz membro la aca-
demia imperial do Medicina do Rio do Janei
i'o correspondente da sociedade medico-ci-
rurgica du Montpellior, anligo ch"fe inter-
no dos hospitaes de Franca honrado com a
medalha etc. : na praca da Independencia
loja de livros n. 57 e 38.
nEt" Manudl de Chimica ou novas recrea-
cAes de Chimica : na praca da Indeponilencia
loja de livros n. 37 e 58.
E3- Na nova padariada ra Direita D. 35
junio a padnria do Macnailo vende-sc bo
laxa fabricada coa; a melhor farii.ha qye apa-
rece no mercado e por preco commodo at-
tendendo a sua excelente qualidade bem
como pao e se d de vendagem a pretas
abonadas por seus senhores.
2cadeiras. uma marqueza de angi-
D. 23 no primeiro anda'r defronte das cata-
cumbas.
c?" Um negro muito forte e sadio pro-
prio para todo o servido na ra do Vica-
rio n. 1(.
.S3T" Urna negra crela de 17 annos de
bonita figura e com algumas habilidades
que s iiir;1o ao comprador : na ra da Guia
numero 2!.
53T Superior bolaxa feita da melhor fari-
nha americana que ha no mercado propria
para venda,pequea e grande a 4000 rs. .
dita fina feita da bem conhecida firinha SSS,
para mezas particulares a 4i8 a arroba e
superior pao ludo feto com todo o asseio ;
assim como se offerece o forno a todos os seus
freguezes para assar ludo quanto quisercm
gratuitamente: na bem acreditada padaria
da ra Nova D. 16.
tsr Oleo ile linhagaa 300 rs. a libra, e
embotijoa 2>100 o galao tinta verde a
240 a libra, es[iermacele a 080, breu a 14120
a arroba e a 40 rs. a libra e mais gneros
tudo por prego commodo : no largo do Ter-
co venda D. 4 boje 7 pela nova numeraco.
CP" 5 cazas terreas na Boa vista na ra da
ponte velha e dos Pires : no atierro da Roa
vista na loja de Joao Loita Pita Orligueira.
XSS" Roa e nova marmelada, doce de amei-
xas queijo londrino dito de prato pre-
sunto para fiambre e para panella vinho
de champan he borleaux, malcira secca ,
rnuscatel do setubal carcavollos bareolos,
bastardinho sa, azeita doce a i.ySO a
caada e a garrafa a G00 rs. vinho mal
vasia de Lisboa e da Ma leira, e todos os mais
gneros de venda por prego commodo: na ra
Nova Q. 2.
tT Um preio por 500 rs. bom para to-
do o servigo ; um molequo ppga de 18 a 20
annos, muito ladino bom comprador e ser-
vente de uma caza, duas escravas mogas, en-
gnmmo cozinhao e lav;lo duas ditas por
350ji cada uma cozinhao e lavo o sao
boas vendedeiras de ra ; e uma mulatinha
d- 6 a 8 annos : na ra de Agoas verdes D>
cima 37.
tsr Um relogio por \0 rs. sem defeito al-
guin 1 quem pretender annuncie
S2^ Cafo' moido pao e bolaxa : no pa-
teo daS. Cruz junto ao sobrado padaria de
Manoel Ignacio da Silva Teixeira.
v ssy Um Tito Livio tradusido ao pe' da le-
tra e mais outros livros classieos em latim :
na ra de Agoas verdes D. 36.
t# Um preto de nago di bonita figura ,
ptimo para qualquer srvigo de 19 annos:
na ra do Caldereiro sobrado de um andar
D'-cima 1.
cr Uma caza terrea de podra e cal em
chaos proprios quintal murado no fundo ,
na novoagfto dos A (Togados : na ra de S. Jo
ze D. IB na mesma precisa-sc de 400,y a
juros sobre hypolheca na mesma caza : e
vende-se urna venda com poneos fundos na
ra de S. Miguel nos Affogados.
KS7- Uma negra de nar;Ao boa encornadu-
ra e cozinheira sabe refin.r assucar : na pra-
ga da Independencia lujan. 1|.
tsr Um c.vallo e urna eangalha dous
ferros de ganxo [iropiios para carregar carne
xo assigr.aJo tambem compra prala e ouro
sem fcilio.
llerc'ulano Joze de Freilas.
W 57 trves de boa qualidade com 44 nai.
mos de comprido sendo 7 do coberta : r.o
Recife ra da Conceigon. 2> e 20i
tsr Uu sorlimenlo de relogios patente q
liorisontal ditos de parede com despeilador
por prego commodo : narua das Cruzes caza'
do relojueiro francez D. 4.
VST Farinha do mandioca, do S. Catha-
rina, em sacas de 2 alqueires e meio do Rio
a 4 00 na ra da Cadeia do Recife nume-
ro 58 50.
es- 47 travos de louro, com 50 a 5o pal-
mos de comprido e palmo era quadro
quem quizor annuncie.
xsr Uma escrava cabra, engomma ptima-
mente cozinha o ordinario lava de sabo
e varrella sem vicios nem achaques : no
principio da^rua da Gloria, segundo andar do
sobrado D. 5 junto a fabrica de Gervasio.
X&" Chilla azul a loOrs. o covado gan-
ga azul ingley.a a 120 rs. franoeza a 160,
Irangada a 180 rs. brim de forro a 14o,'
luslnm a 200 rs. chitas de ramagem a 240\
e escuras a 200 rs. brancas a 160 meias
de linhoa 260 azues a 160 e finas para
sen llora a 400 e 480 rs. bata a 560 pao
da costa a 440 suspensorits finos a 200 rs.,
fustO s para coletos a 240 e 480 e oiitras
mais fazendas baratas : na loja D. 2tdefionle
do oilo do Livramento.
XST Urna casaca de panno fino verde no-
va para pessoa secca um bahu grande em
meio uzo para guardar ioupa um banco
grande para oseada uma cama de angico pa-
1a casal um prato grande da india com flo-
res dou radas : na ra de Agoas verdes D. 10
do lado de S. Pedro.
tsr Urna escrava crela de 18 a 19 annos ,
para fora da provincia engomma cozinha'
lava, cose, faz lodo o maisservigo de urna
caza e he muito carinhosa para criangas :
na ra Novs lado direito ao entrar na ponte ,
segundo andar por cima do Dr. Alcanforado.
SS^- Uma escrava de nngo angola engo-
ma fizo cozinha o ordinario e he lavadeira,
e tem bonita figura: na ra do Palacete a fal-
lar com Manoel JoreGalvo.
l^r Uma venda rita na entrada da ra do
Rangel sobrado D. 58 com muito bons gene-
ros e sem alcaides e com poucos fundos ,
adinheirocu com boas firmas: a tractar no
mesmo sobrado, ou na loja de miudezas D. 3
da ra dos Quarteis.
isr Sapatos inglezes para homem : na rua
da Cadeia do Recif-loja n. 10.
EST Agoa de lingir os cabellos e suissas :
na pracinha do Livramenlo loja de chapeos
D. 19 e d-se o melbodo de se aplicar.
j_7" Cdei as ulia e encost da utOSfita niarejuczas < r mczis .Ir jautar camas e vento com auna
cao ca cama de. vuoto m.iiio lu.a lifoa a 00,. it.ss e
jniilio a ^'5oo e pinho da Suecia cn 3 pjbgadas
de gr-ssiira, il.to se irado ti do mais em cornado
oueeio outra paite ; na roa de J. Zici ..i,, 1
ESCRAVOS FGIDOS
tambem recebe em sua caza algumas meni-
nas de pessoas que moniofora da Cidade ou
que morando na Cidade as queiro confiar a
educaco ; quem pretender ulilisar-se do seu
prestimo dirija se a rua Direita D. 25 no
primeiro andar.
= Preciza-se de um homcm casado sem
filhos para feitor ds um si lio porto da praga
que trabalhe de enchada eentenda de planta-
gOes nao se exige que seja nacional ou cs-
trangeiro nem que seja branto pardo, ou
preto, quem cstiver neslas circunslancias
procure n- rua da Cruz N. 40.
== Aluga-se a loja do sobrado N. 56 na rua
do Cut/.velo tem commodos para pvquena la-
milla com quintal amurado, e carimba, pelo
prego de sele mil res mensaes; os perlcn-
dentes dirijao-se pracinha do Livramenlo
D. 27-
= O Snr. Francisco Jos Pavo qt-eira di-
r'igir-se rua Nova botica D. 29.
= Aluga se urna canoa aborta que carro-
g-a 700 lijlos, a tjaz dos Martirios casa de
lto.7. por las Verdes.
= O novo seleiro o segeiro da praga da
Boa-Vista faz saner ao respeitavol publico1 prego barato
que ello so eBca.-roga de construir e ooncerlari um moleque
co tudo novo e do uzo ; e 4casaos de fran-
cos da India : na rua de Agoas verles D. 54.
tsr Farinha da Ierra de boa qualidade a
l\s rs. oalqueire arroz de casca a 5>>840 .
tudo pela medida velha cera amarella a 52()
a libra toucinho do Santos, altoe alvo, caf
em gro a 160 manteiga ranceza muito boa
a 480, e ingleza a 720 espermacele de o ,
6, 7, e 8 em libra tino a 800 rs. carnahu-
bs de 7 em libra a 560 : no pateo do Carino
quina da rua do Horlag lado direito D. 1.
tS" Vende-sc ou troca-se um bom mole-
quo de 15 annos pmpiio para aprender al
gutn oflicio por urna preta sem vicios : na
rua Nova armazem D. 54.
t3~ Uma morada de caza terrea na rua do
Aragfioda Boa vista D. 59: a tratar na
mesma ou na rua do Cabug loja de miu
dezas junto do Bandeira.
tsr Um negro crelo de 20
prio para o servigo de campo
Queimado D. 11.
tsr Muito boa farinha da Ierra a 4j480 o
annos pro-
: na rua do
para assougue ; ra rua Nova D. 52.
tsr Urna negra moga sem vicios e com al-
gumas habilidades: na rua das Cruzes D. 8.
ET Toda qualidade de doro por prego cor-
rento : na quina da roa das Flores : segn
do andar de fronte do tanque d'ajoa.
t^- Urna venda com poucos fundos no
lugar da Trempe ao vollar para a Solidado : a
tractar na mesma.
-%t29- A noticia verdica dos ncontocimontos
que Overeo lugar no cerco do Porto, vida traba-
Ihos e arges da I). Pedro durante este me-
moravel sitio, gloriosos feilos dos boros libe-
raos, e seo desembarque as praias do Portu-
gal um v. com 16i paginas em bioxura
240 e cncadernado 480 ; epitome de geome-
tra pratica extrahido de varios aulliores ,
com (rez mappasJiem explicados, por & II.
d'Albuquorquea 480 na pr.a da Indepen-
dencia loja de livros n. 57 e 58".
t*^ Um no-sro canoeiro bonita figura e
igualmente com urna canoa aborta que pepa
600 lijlos : na rua Din-ita D. 12.
^* Favas recentemenle chogadas das libas
sondo em sacas
rua da Praia D
e em medidas pequeas
na
t-r Um sitio na estrada de Be|em da
alqueire da medida velha muito hom me i cslmla do Rozario D. 1 5 ; na jaqu-iras, mangueiras pitombairaa. tama -

f-effos e igualmente apremia soges e enro*
oy ludo pur preo commodo.
mesma ha para se arrumar um pequeo de
14 anuos, chegado de prximo.
tsr Taxas do ferro coado e batido ,
familia em sacos a \s rs.
na rua do Vicario n. 7.
por
. i
tsr Um cscravo muito ladino mogo ,
canoeiro e pescador : na rua do Livramenlo
rindeiros e Otilios muilus arvoredos ,
pogo d? boa agoa para beber, trros propri-
as lom de frente 280 c tan bus palmos o mil
o lanos de fundo vende-se lodo ou a rota-
Iho dando-se todo o fundo a fallar com Hcr-
culano Jo/e de Freilas, a dinbeiro ou a prazo
dando boa firma ; assim como o mesmo abai-
No dia 22 de Agosto p. p. desapareceo
urna lloara de nagao benguela de nonw Ma-
na estatura recular secca do corpo ca-
ra comprida e bocetada tem as costas
da inAo direita um earosso pequt no tem am-
bos os ps apalbela L> nm delles tem um
de lo gr.inde mais viraiio e sein uulia ella sa-
bio com um l.'boleno novo a vender pao dol
e pudins levoii vestido cabego de algodo-
zinlio j voltio, saia de cinta roxa pao da
costa novo f o. 'jobruado as cabio iras rom
matamos blancos qualquer capitao decam-
po ou atitlioridades policiaesa podero pegar
e leva-la na rui da Cadeia velha dentro do
Recifen. 22 que sarao recompensa los.
tsr Um cabra acabocolado por nome Sti-
ro baixo,f.'io p -scador do alto ; quem o
aprehender leve a rua do Vigario n. 7 que se-
ra recompensado.
ST O abaixo assgnado faz scienteao res-
peitavol publico quo no da 7 de Novembro
do auno p. p lfie fijgio um escravo de nome
Vicente iicao angola % de 2o a 26 annos,
com os signaos seguintes: altura regular, per-
n.stortas, ps cambados para fora, tendo
varias marcas de feridas as pomas e em um
dos bracos : cujo escravo bstanlo regrista :
rofa-s^ a qualquer c.ipitao de campo ou outra
qualquer pessoa que o p^ar b-va-lo a s; u
Sr. Franeisro Ignacio de Uendonga mora-
dor em Maria farinha ou nesta [traga na rua
eslreila do Boznio i). 53 que sera generoza-
meMe gratificado.
Mano"! Das Fernandes.
I!lr<:iFENA TYP. DEM. F. DE F.= 18


Full Text
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