Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08121


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Full Text
Anno de 1842.
Sexta Feira 2
ludo aeora depende de ni mesmos ; il noiu prudencia modetac.lo e energa : <
inoemos cono priacipiaBioe e remos aportados rom admiracfto entre a Naces maia
<,u)|1Jt (Proclamacao da Asae'tubla Geral do Iral.)
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
f.nianna, Paraila > e Wio grande do Norte segundas e sextas feira.
onio t Garantais 40 a 24-
(' hn tierinhaem Bio Formte. Porto Caire Macei e Alagoas no 1. *
l'aieii 43- Sanie Anlao quintas feira. Olinda todoa oa dia.
DAS DA SEMANA.
99 Se. De'olacao de *. .loiio Baplisla. Aud. du J. de D. da 2. r.
;t{ fc. s. Koia de Lima. Re. And. do J. de D. da i. t.
31 Qjart. Raymundo Nonato Card. Aud. do J. de D. da 3. v.
i Quint. a. Egy 2 Svl!. Ka-ev.'to Hi-i. Aud. do J. da D. da i'. *.
.1 Sal). Eaifaasia V. M. Ral. Aud. do J. da I), da 3. t.
A Dnm. N. S. da Penha.
de Setembo. Anuo XVIII. N. Ifi&
O Diario pablioa-a lodo* os dias joe nio forem Sanlifi.-adns o preco da asignatura Ka
de tres mil reii por quartel pagos adiantados. Os tMUJIaOI dos asignantes a.'io inseridos
gratis e oa desque o n.'m torea rai.'io de SO re i a por linlia. Aa reclamanea devem aer
dirigidas a esta Tipografa rua das frutea D. 3, eu a Braca da 1 ndependeacia leja de luro
Numero 37 e 3S.
CAMBIOS NO DA 1. I)E sf.tf..miii:o.
Cambio aokra Londres 1!i nominal.
Paria 375 reia p. fianco.
, i. Lisboa 0)0 por 100 da pr.
Moeda de cobre 1 por 100 de descont.
dem de letras de boas rnas 1c a 1 e {.
compra venda.
Onito-Moedi da 6,400 V. 1,300
. N. 115,10.
. da 4,000
PaUTa Paiacoea
a Pem C.olumnares
dito Mexicanos
muda
9,100
1.8S0
1,SS0
1.SS0
1,690
16.0O
16 300
9,300
1.890
1,89
1.890
1,730
Preamnr do dia 2 de Setcmbio.
1." a 2 hora a 6 m. da manHa.
2. a 2 hora e 30 m. da tarde.
PHASF.S DA LA NO HEZ. UE SKTEMBHO.
La Nora a 4 ~ ai 7 horas e 22 m. da lard.
Quart. crear, a 1 I -- a i horas e 4?m. da tari.
La clieia a l'J 4 horas i 5 ili tard.
Quart. ming. a 27 a 0 horas e '|7 m. da lard.
DIARIO l>E PERIVAilBUeO.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPE01F.NTE DO DIA 00 DO PASSAD0.
Officios Aocommandanlo das armas c
ao inspector da thesouraria da fazonda intel-
ligenciando-os d'haver sido reformado por
decreto de 18 de Julho ultimo, e na confor-
miJade do de numero 200 do primeiro de De-
zetnbro de l8tl o segundo tenente do ter-
ceiro batalhao d'arlilharia a p Joze de Bar-
ros Piocntel.
DitoAo agente dacotnpanhia das bar*
cas de vapor di/.endo queira ordenar ao
commandante da barca de vapor = S. Se-
bastio = qu3 no caso de naver lugares
para passageiros do estado receba e trans-
porte ao Maranho o Pililo extraordina-
rio d'armada nacional Agoslinho Marques
Dias.
Dito Ao mesmo aulorsando-o para fa-
y.er seguir para os portos do norte comple-
tadas as 4-8 horas do estilo o supramenco-
jiaJo vapor chegado dos do sul.
Dito Ao inspector da thesouraria da fa-
yenda, remetiendo fim de que executo o
maisexactamente que permitlirem as cir-
cunstancias d'aquella thesouraria copia do
aviso da secretaria d'estado dos negocios da
fazenda de 11 do corren te.
Portara mandando passar norceaco
interina ao bacharel Francisco Rodrigues Sel-
lo para o lugar de juiz municipal da primei-
ra vara d'este termo vago por ter sido no-
meado juiz. de direito da comarca do Bonito o
bacharel Francisco Domingues da Silva.
Oltcios Ao presidente interino da rea-
gao e ao inspector da thesouraria da fazen-
da scienlifcando os da precedente nome-
ago."
DitoAo engenheiro em chefe das obras
publicas declarando que as depesas das o-
bras do alargamiento do varadouro de Olin-
da devem ser levadas quota marcada para
despesas ev^ntuaes no projecto de distribui-
go d'aquella repartico para o correte anno
linanceiro.
Dito Ao juiz relator da junta de juslica,
remetiendo para que depois de visto a-
presenle em sesso o processo verbal fei-
to ao reo Bernardino Mendes Coimbra ca-
bo da companhia provisoria de caladores de
IFOLKlITi
DOUS ERROS,
POR A. DROZ DES VOTES. (*)
IV.
Sempre na sua pequea habilago do arre-
bilileMontmartre, quo nao pode resolver-
se adeixar Mara est com seu filho que
brinca em pe junto de urna cadeira, emquan -
lo no seu piano ella toca escalas estudo ma-
cliinal, que lie permitte afastar o pensamen-
to longo do seu trabalho. Anda nao est em
si apezarde seteremj passado alguns dias
da impresso que a vista e a voz de Antuny
tinho nella produzido. Nao o tinha visto
nem ouvido havia perto de tres annos e a
sua palavra resoava ainda a seusouvidos, co-
mo aquellas suaves harmonas quo nunca se
podem esquecer ea sua imagem profun-
damente gravada em seu corceo, era de
continuo reproJuzida a seus olhos, pela pre-
senta de seu lilho cujas feigdcs leinbravo-
llie o sen amante. Tinha derramado taas
lagrimas, quejulgava j secca a sua fon te ,
( ) Vid. Diarios Ns. 181, ..83, 184, e
180.
primeira linhada provincia das Alagoas.
Dito Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda transmitlindo segunda va Ja ordem
do tribunal do thesouro publico nacional sol)
numero 0^ com data de 0 do correte.
Dito Ao inspector da thesouraria das
rendas provincaes approvaudo o contracto
da numeraeo dos predios d'esta cidade IVi-
to com Pedro Antonio Teixeira Guimanlcs.
Dito Ao inspector da Ihesotiraria da fa-
zenda transmittindo as ordena do tribunal
do thesouro publico nacional sob os nme-
ros 6o, 66, 67, e 68.
Dito Ao inspector da thesouraria das ren-
das provincaes determinando que man-
de por em arremallago o forneciment de
fio d'arame cujo ornamento Ihe remelle ,
que se faz necessario para a ponte suspenga
do Caxang : o enviando-lhe as condignas ,
com que deve ser feilo dito fornecimenlo.
Dito Ao engenheiro em chefe das o-
bras publicas communicando o conleudo no
antecedente oflicio.
Dito Ao inspector da thesouraria das ren-
das provincaes ordenando, que mande en-
tregar ao vigario da fr^guesia de S. Lourcn-
co da malta ou ao seo procurador Sebastio
Sesostrs de Barros a quanla do 3.00,> res
lim de poder dar principio ao concert da ca-
pella mor da respectiva matriz.
DitoAo supracitado vigario, partici-
pando ter expedido a ordem anterior.
DitoAo juiz municipal da terceira va-
ra ordenando, que entregue a segunda va-
ra do civolao juiz municipal interino da pri-
meira vara d'este termo bacharel Francisco
Rodrigues Sello pois este respeito com-
pete substituil-a.
D,to \o supramencionado juiz munici-
pal interino scentificando-o d'haver dado
a precedente ordem.
COMMANDO DAS ARMAS.
EXPEDIENTE DO DA 2) DO l'.VSSXOO.
Ollicio Ao Exm. Presidente enviando-
lhe informado o requerimento tie Bartholo-
meo Gomes d'AInuquerque alfares da se-
gunda companhia do batalhao de infatuara
de guardas nacionaes destacado em ser vico
na cidade de Goianna que peda demisso ,
em consequencia do seo mo estado Je MU.de.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. nstiluin-
do-lhe informado o requerimento do alteres
de commisso do batalhao provisorio J. II. P.
Caldas que supplicava a nomeacSo de te-
nente posto qiii oulr'ora exercera no ex
tinelo batalhao 18 do caga lores de linha.
DitoAo mesmo Exm. Snr. signifi-
cando-lhe em resposta aoseolTieio deS3 do
corren le que havia j mandado suspender
o fornecimento das luzes da las aos ofllciaos
destacados em Serinllem e Rio ftrmoso ,
por ser tal fornecimento contrario a provisao
de 27 de Agosto de 1828 cuja execucao lo-
ra rocommendada pelo aviso da repartigo ta
guerra deO de Abril dosle anno.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. para que
houvesse de mandar salisfizer pela thesou-
raria a dispesa feila pelo lente Coronal
commanlaule do halalho de infantina de
guardas nacionaes destacado com o enter-
ro do guarda Victorino Ferreira di Silva,
que falecera no hospital regimeotal.
Dito Ao mesmo Exm. Snr., remetiendo*
Ihe competentemente informado o requeri-
mento do capilao Lllil deQ. Coitinho, que na
qualidatle de mandante do batalhao proviso-
rio pedia o abono da cavalgadura e forra-
gem a que se julgava com direito.
Dito Ao inspector da thesouraria para
que houvesse de mandar entregar ao major
Fernando da Costa aquanlia de 800ji res ,
para a continuacao das obras militares a seo
cargo de cuja quanla teria de prestar le-
galsadas emitas.
Dito Ao major Fernando da Costa cn-
carregadodos reparos das fortalezas de Ta-
mandar e Galb ordenando-lhc que fo-
se a thesouraria rc;ceber aquanlia do 8o0,>
res para a construgao dos mesmos repa-
ros devendo depois prestar legalisada con la.
Dilo Ao inspector da thesouraria pi-
ra mandar entregar ao capito Sbastiao Lo-
pes Guimares a quanla de 8U0\< reis, des-
uada para a compra de cavallos (U compa-
nhia de cavallara de que era commandante,
e procurando saber o dia 0 hora em que
devino ser apresentados os 7 cavallos que ti-
nho de ser arrernattados em hasta publica.
Dito Ao capillo Sebasliao Lopes Gui-
mares, communicando-lhe o exposto no
ollicio precedente e recommendando-ltie
que na compra dos cavallos ievta ter atten-
go ns qualidadosrecommendadas por lei.
Dito Ao inspector da thesouraria, pa
ra mandar entregar ao lente coronel com-
mandante do batalhao provisorio a quantia
de I:o9ljil20res oreada para o restante
dos concurtos do quartel do hospicio cerlo
qoandoeste ultimo encontr veio renovar su-
as dores e torna-la de novo ao primeiro lem-
po do seu amor.
L'm toque decampainha dado com forca ,
afugeiitou de repente seus sombros pensa-
mentos eeila apressou-se a ir abrir.
Era Antony Apenas o avistou quiz fe-
char novamente a porta e prohibir-lhe a en-
trada de um asylo que tinha prometlidoj
mais violar ; mas elle nao Ihe deu lempo de
cumprir o seu designio. Revestindo-se en-
tode coragem conservou-se depdiairtA
delle :
Wjo senhor disse ella que para
vos nao ha especie alguma de juramento que
seja sagrado : passe ainda a respeito daquel-
lesquco amor dicta, mas os que a honra
manda deveria lembrar-vo-los ?
__ Nao conhego outros juramentos alm
dos que vos fiz en um lempo de ftlicidade ;
eno bastar loda a minha vida para expiar o
erime de os ter esquecido um instante.
Nao senhor disse ella nao bastar;
assim como a minha nao bastar para me en-
tinar que em nada se Qeve acreditar seno na
misericordia divina.
__ E no meu arrepcndimenlo Mara, ex-
clamou Antony por que torno a vos para
nunca mais vos deixar para nao sabir dcs-
te lugar sem ter obtido nao s o meu per-
dio mas o vosso corago tal quai oul'ora
m'o tinheis dado.
Que vos aconteceu pois senhor ?
interrompeu Mara perdestes o juizo fa-
zeis-me medo !
O que me aconleceu ides saber mas
n5o deva cu a isso s a volta do vosso amor
Nao posso nao devo nao quero es-
cular-vos, disse Mariacom dignidade. Tendes
outro coracao sem ser o meu a quem abris
o vosso ; tendes outra crianga sem ser ossa
que ah est que vos chama: Meu pai,
emquanto esta nao diz seno: Minha oai.
Ide ter com elles elles vos escutaro.
Maria replicou Antony se soubes-
seis minhas desgragas se soubesseis que vs
s me podis consolar que presentemente s
a vos lenho sobre a trra rechacar-me icisi'
Quando nao tiverdes seno a mim, dis-
se ella com urna emogo que em balde procu-
rava scio o que enlo deverei fazer.
__ Mas s a vos tenho Maria : zomb-
ro da minha honra : aproveitro-se de um
momento de segueira para me langar nos bra
gos urna rapariga infame que tra/.ia em sen
seio os fructos de um ci i me !
Que dizeis Grande Dos !
Que o menino que liaz o meu nome nao
(iii o mesmo len-nte coroned teria de presta
depois legalisadaconta.
Dilo Ao tenente coronel commandante
do batalhao provisorio para qu mandasso
receher da thesouraria a quanla de reis
1 :')'.).):!>() or ida para o resto dos concer-
tos dquartel do baltlho do seo commindo
devendo laos concortos seren praticados se-
gundo a planta qu s lli J tragou o capito en-
genheiro que (cava com immodiata ins-
peugo sobre as obras que todava conlinua-
vo a ser administradas puf S. S.1
Dito Aocpito engenheiro-;. commu-
nican Jo-lhe o exposto no ollicio cima.
Dilo Ao desembargador chefe de poli'
ca signilbando-lhc, que mandara assen-
tar praga aos recrilas Felippo do Sintiago ,
JoSebastiio Gongalvosda Luz, ePaulo da
Costa por em custodia os de nomes Ignacio
Manoel ta Luz e Joo Rodrigues Honorato
por allegaiwm isempertos eem liberdade s
Francisco de Souza em consequencia de ter
provado soi1 lillio nico de vi uva do bom
comportamenlo o o nico arrimo de sua
mae e irmos menores. Conclua remet-
lendo-lhe ts requer man los e documentos
dos dous recrutas quo foro postos em custo-
dia lim de que ouriiid a pessoa que os
recrutou, informe sobre a veracidade dos seos
allegados.
IDF.M DO DI 20.
Olicio Ao Exm. Presidente, envian-
io-lhe a relaco nominal das pragasde linha,
que por suas ida les e fermentos receoidos
ni campanha do Maranho ero propostas
aos governode S. M. o Imperador parare-
forma.
Dilo Ao mesmo Exm. Snr. enviando-
lhe para ser presento ao Exm. ministro da
guerra, a relagao nominal, por elle pedida, do*
individuos que voluntarios e recrutados li-
li bao assenlado praca desde Marco de 1841,
at o fim de iMaio do corrente anno, com de-
claraco dos seus respectivos deslinos.
Dilo Ao inspector da thesouraria com-
municando-lhe que o destacamento da guar-
da nacional do termo de Serinhom organi-
sado em 2"i de Julho desto anno fra dis-
solvdo no dia primeiro deste mez e remet-
tindo-lhe os papis do conhbilidade relati-
vos aos tempos de sua durugo para quo
fossen: pagos, no caso de estarem conformes,
devendo da importancia dedusir-se aquanlia
de r>00,> reis que j fora abonada por conta.
meu que aquelle que existe sem nome
0 meu nico lilho sua mai a minha nica
mulher. Tomai, le-de accrescentou elle ,
aprcsentando-lhe com mo trmula o oscrip-
to adiado nos papis do Sr. de 8t.-Yves.
Maria o leu cliei i de espanto e arienas ti-
nha terminado cabio quasi em sentidos.
Antony lomou-a nos Dragos e sentou-a jun-
ta de urna janella.
Que lenho lido disse ella tornando a
si. Ab ests assaz punido Antony e a-
gora nao mesinlo com forga de aggravar-le.
Maria torno a encontrar te excla-
mou Antony lancando-sc a seus ps.
Qual < a mulher, disse Maria qun
deixa de se letnhrar do seu primeiro amor ,
quando a desgrana tem ferido aquelle a quem.
amou l Feliz nao quera mais tornara ver-
vo!; nidesgraga, ajudar-vos-hei a suppor-
ta la.
Minha divina amiga meu bom anjo ,
r 'plirou Antony; descansa elcvar-te-he ten-
; i que nao poders crer no quo tens soirrido,
into mais quinto vou abater a nobre iiba
'do poderoso mirquez do St.-Yves accres-
tini elle com a mais amarga irona.
i Que ides fazer c qual vosso pensa-
1 ment ?
Ving'ar-nos, Nao nos ferio o meo.0


*4
I
2
dem no ni.v 27.
Olcio Ao desemhargador Cheto lica disondo-lhe que mandara asscnlar pra-
ga aos recrutas Joaquim Francisco d'Azeve-
do o Manoel Forroira que remetiera com
scooflicio dcsta dula.
1 ito Ao mosmo dcvolvendo-llio o re-
mita Luiz cfn Franca por ler sido insp.'cio-
nado e julgado incapaz do scrvioo cni
conscqucnca do ser nllojado Jo braco direilo
Dito Ao major commandanlo nterin
do terceiio balalho mandando que toase
nlregue ao soldado .loaquim de Sania Anni,
a importancia dos fardamenlos a que linha
dircito pela caixa do batalhao, descontadas
ns pegas que receben em gneros, podendo
0 mesmo soldado com estas cusas pagar as
rustas do processo judicial que motivou a
sua priso c ser pasto em liberdaJe con-
tinuando no lugar de enfermeiro do hospital.
Dito Ao lenle coronel commandanle
do batalhao de infanlaria de guardas naci-
naes destacado, dizendo-lhc, que poda inun-
dar receber da Ihesouraria a importancia
da dispesa feita com o enterro do soldado Vic-
torino Ferrcira da Silva c previnindo-o ,
quequando houvesse de falecer qualquer pra-
ca do seo bitalao devia sar sepultada pe-
la irmandade da ConceieAo dos militares ,
que recebia 6*400 reis por cada sepultura da-
da pravas que nao estavo ligadas a confra-
ria alguma.
Dito Ao lente coronel commandant-
do "batalhao provisorio para que izesse re-
moller a secretaria para ser enviada a Pedras
de-Cogo a importancia de 1{)).>200 do sold
e etape de 2 pravas que ali conlinuavo no
niez yindouro.
Dito Ao commandanle da companhia
de artfices, communicando-lhe que se ex-
pedir ordem ao director do arsenal de (guer-
ra para o pagamento dos arreios das pare-
1 has do tronco que tem de puchar o par
que de artilharia.
Pito Ao commandanle do destacamento
depeJras de logo ordenando asna retira-
da para esta capilal deixando entregues ao
lente Thomaz Pereira Pinlo un inferior.
iim cabo c 18 soldados dos de melhor com-
prtame n lo.
DitoAo tinenta Thomaz Pereira Pinto .
communicando lhe o exposto no oflicio pre-
cedente e faseniJo-lh remessa do sold, <
elap das pravas que tenha de receb;r do alfe
res Almeida.
DitoAo com mndente do Corte do hura
co para receber o calceta Consalo Jozo dos
Santos, em suhstituioAo ao de nome Fran-
cisco Candido. que ten.lo finalisado a sua
sentenga devia ser remetlido a repartrao da-
obras publicas, conforme osige oengonheiro
em Cheto.
Dilo-Ao engenheiro i>m chefe communi-
ando-lhe o exposto no ollieio cima, como
que ficava respondido n sen desta data.
DitoAo commandanle da escuna l.d'A
bril, remetlendo-lli para servir na marinha.
o recruta Francisco das Chagas Damos por
assim o ler resolvidoo Exm. Sr. Presidente.
PortaraAo tenente coronel do batalhao
de". de (i. destacado, mandando excluir
com guia para o sen respectivo corpo, o guar-
da Belmiro Domingos dos Sanios por assim
o determinar a presidencia em oflkio de 2o
do correte.
INTERIOR.
golpe? Marcando minha fronte com o sello
do pprobrio tambero nAo vos perdero i'
Sao conservo disso lembranga disse
illa e so boje, consinto em parlilhar vossa
desgraga com a uniea condigAo Anlony ,
quo.a minha yoz er algum poder sobre vos.
Nao replicn ee c preciso urna re-
parago estrondosa preciso que essa no-
brza seja coberla de vergonha.
Nao preciso nem bulla nem escan-
da* e se vossa mulher ignora que sabis o
sc err necessario que este segredo mor-
ra entre nos dous.
Quq dizcs vos ? que viva com essa mu-
lher, com essa enanca !
" A perda do vosso coracao lhe mostra
r bem dopressa os motivos se preciso que
'lia os saina ; mas nAo a deshonris cu vo-
l rogo de joeihos.
Mas vj vs .Mara '.'
Nao eslou eu perdida j replicn ella,
c ((ualqiKT aconl"Cim nlo que fosse mudara
em alguma cousa o meu di-stino '.' Nao posso
inrfis sei do que feliz, e nao o
vos triste c abatido porque o vosso infortunio
lorrar se-hia publico. Anlony renunciai
i vseprojelo, o primeiro, ser o nico
sighal ilcarrependlmenloque vos pedirei.
PERNAMBHCO.
//lociivuo que na igreja matiz do San
lo Intonio do Roe!fe aos 15 de Agos-
ta do 1842 pronuncian no Collegio E-
leiloral, o Heyorendissimn [igario Fran-
cisco I'crroira Da'reto.
Eslremego Senhores e sinto dolorosa-
monlc apertar-se-me o corago quando di-
lato a minha vista sobre este venerando cir-
culo l Salvaremos nos a patria ? Eis o mor-
murio surdo eis o grito interior que se le-
vanta e rompe como involuntariamente ,
do fundo da minha alma. A caso esti reu-
nio meditar oppr urna barreira aos males
horriveis que pezo sobro nos e que mais
f mais se vo aglomerando sobro as nossas ca-
necas ? Nos que em grando parto toxamos
em nossas mios os destinos do Imperio se-
remos lalvez os mesmos agentes do sen des-
moronamenlo c completa destruigao ? Ah !
que o instante funesto em que alguem con
ceber um pensamento de ruina contra o sen
paiz seja este instante para elle urna poca
le oprobrio assignalada na carreira de seus
ilias CondamnagAo e vilipendio ao infiel .
que n5o for de todo brasileiro.
Merecer porm com Justina, este nome ,
aquelle que se extraviar hojocm suas vola-
enes ? Estes suffragios grangeados c reco-
Ihidos com tantas fadigas e sacrificios dos
nossos concidados e com tantas formalida-
des asbanlo de abrir o tmulo da patria ?
Viremos boje para ensaiar-lho os cnticos de
sepulchro ? Que poderemos esperar d'esses
futuros eleitos se por ventura nao os esco-
Ihermos nos mesmos com a imparcialida
mais restricta e a mais religiosa ? Ignora-
mos a delicadeza e o apuro da nossa situado
politica? Examinemoda por um instante.
lima familia de Reis, mas urna familia de
orfos collocada em um dos pontos mais am
pos do nosso globo, segregada e fra da
ithmosfera poltica de qualquer outra Monar-
ehia e queso assemelha a um grupa solita-
rio de estatuas ellegantes, que escapou s
torrentes de um diluvio ou voracidade de
um incendio ; rodeada de repblicas urnas
llrenles pela energa do seu patriotismo ,
e da sua unio o oulras retalhando-se e
rcagndo, sem algum inimigomais, do qne
i liberdade mesma ; um Principe meio Prin-
cipo o meo cidado ; assaltado de recorda-
rles funestas o de improssoes dolorosas dp
infancia que algumas vezes so se extingnem
no tmulo ; sem os amargores da experien-
cia ; entregue no primeiro verdor do seus
lias simpleza do sen corceo e aos des-
cuidos da sua idade ; rodeado talvez de um
liomem os dous que o querem soberano e
lequasi lodos osoulros que apenas o dese-
jilo cidadao ; entre o luxo o a miseria de u-
na corte fastuosa que recorda por um lado
i moleza, e a lubricdade d'Azia e por outro
a ruina dos pvos corrompidos ; em urna lluc-
tuaco perenne c, n'um continuo vaivem
lo ministros que sobem ao poder porm
j cortos, deque devem desccr dello oque
depois que descero sabem tambem qu<*
levem logo sobr ; mais que rolando nesle cir-
culo vicioso ou Ibes escape o governo ou
tornero logo a empolgal-o fazem sempre da
uliima ascenQo o que fizero da primeira ,
isto ellevar-se c nada mais ; sem que dei-
Anlony locado Je adroroco pelo nobr
carcter de Maria lhe respondeu emfim :
Concedcr-vo hei, apozar de que mili
lo me custa !
Vinde pois ver-mea miudo oh bem
a miudo disse ella ; esperar-vos-hei sem-
pre como no tempo a que j nada precisava
recorrer pelo pensamento pois que os das
que vo brilhar d'ora avante para nos soro os
nossos mais bellos!
Anlony apertou Maria ao peito, e pegan-
do nos bracos em seu liiho o encheu de ca-
ricias.
Apenas parlio Maria pe-se dejoelhos ,
e levantando as mos ao co :
Meu Dos disse ella como a prova
toi cinta quando vos agrade^o tile tornou
a mim e torna expriroentado pela vida : po-
der agora abandonar-nos exclamou ella ,
olliando para seu filho.
Os dias que seseguiro foro cheios de en-
cantos para ella e esla uniAo se tornou a a-
tarcom lagos mais eslreitos do que nunca.
posso | A l'elicidade de Anlony so era anda perturba-
ndo-1 da porque a custo era senhor do s em presen-
ta de Clemencia. Quanto a esta, quedada
sus|ie;tava do que elle linha sabido e que
pensava que seu pai e sua mi tinho comsi-
go levado para o tmulo o segredo do hpm cri-
xem nenhum monumento, nenhum vestigio,
que marque e recommendo na historia do
Brasil seus nomes esua administraQ:lo( eo
guardo aqui as exceptos devdas e rospeito
a decencia oratoria ) ; urna corle aondo a
corrupgao augmenta o luxo o luxo multi-
plica a indigencia, ea indigencia multiplica
os prazeres ; aondo as condecoracoes provo,
quasi sempre o patrocinio, e raras vezes o
merilo ; aondo a divida publica e a miseria
nacional, socomo abafadas c esquecidas ,
com o repetido trom das artilharias : com a-
llamulas marciaes ; com o esplender o lous
Qania dos cortejos e dos espectculos aon-
de mal podendo descobrir-se notas no gyro do
commorcio nao ha snno notabilidades ; a
onde n3o existe poltica pela innumeridade
dos polticos ; urna corte aonde os magistra-
dos aondo os tribunaes.... paremos.
Ora c de ajuizar Senhore;, que o Corpo le-
gislativo em urna nago constitucional a
maior barreira que ella pode ter aos seus
xcessos, e sua decadencia. Este Corpo
sobrevem om apoio da dynastia reinante ;
firma o seu poder sem destruir o da I,ei ; cer-
ceia os embarazos quo se oppo su?, forrea ,
ao seu prestigio e ao seu esplendor vela
pm sua eslabilidadt e reconhece na sua mes-
ma existencia a existencia da Naeo.
A independencia e a liberdade destes Cor-
pos as discussoes e osdebales eloquentes ,
e corajosos ; que se renovo em seu seio lo-
dos os dias a censura desassombrad.i e l-
vre dos actos da AdministraQo; o grito pa
iriotico que rompe do recinto das Leis pas
ra reprimir os excessos e abusos ; a viva-
cid-do e o fogo com que sao repellidas a-
aggress'tes ministoriaes ; o auxilio que el-
les presto ao governo 5 ostractados que se
suhmettem ao seu exame e sua delibera-
do 5 a preponderancia e a influencia que
elles exercem na Naco inteira ; o alem do
tudo isto as leis que elles fahricAo e o
equilibrio, que elles consenso com os outros
poderes ; nos provao bem s claras que es-
tes Corpos constiluem o mais elevado e o
mais orte baluarte eslabelidade da Nacjo.
Se os individuos porm que o compoze-
rem forem mal escolhidos por nos ; se vo-
tos arrancados pela parcialida.le ou pela in-
triga, forem submettidos a esse escrutinio fa-
tal ; se a lgeireza se a irreflexao houve-
rpm de presidir-nos parece-me Senhores,
que urna nuvem sombra se espalhar sobre o
nosso horisonle publico.
Dai portanto de rosto a esses homens im-
portunos cujo mrito s consiste na auda-
cia: deixai-os revolver em sua obscuridade ,
lies estao j pagos com a idea estrondosa ,
'iuo concebrflo de si. Silo entidades nullas ,
que por um arrojo incomprehcnsivel, que
fere a decendencia e a gravidade da Naco ,
tracro o inaudito projotto de se meterem
de permeio em nossas legislaturas. Em vr- i
dado nao passo de mendicantes que toin-
rao a pcit o pedilorio poltico.
Que coragem extraordinaria Ihes nao era
precisa para que no meio das desgranas ,
e convulces da Nagao que exigcm lodos os
esforgos todos os desvelos da probid.ide ,
eda sabedoria, se presenlasem na torga da
sua reconhecida nullidade como homens ,
que devem sustentar em sua dextra o tmSo
da repblica Medito profundamente so-
bre este prodigio de arrojo e de temeridade,
e procurando a origcm de fenmeno lito es-
nie, nao sabia a que motivo allribuir a frie/a
de seu marido. Amando-o mais anda
medida que elle mais lhe fugia procurava
por lodos os mcios attrahi-lo mas sua ter-
nura era infructfera.
Em bn-ve a desesperado se apoderou de
toda ella e attribuio a alguma cousa desco-
nhecida a conducta de seu marido. Roendo-
llio o crime o corceo n5o duvidou mais de
que alguma mulher o afaslasse delta e frz
todos os esforcos para se certificar. Oque
admira va ero Anlony que elle nAo tocava
absolutamente na fortuna que acabara de dei-
xar o Sr. de St.-V ves.
Senhora lhe tmha elle dito os bens
de vosso pai sao vossos e nunca ser/lo senAo
para vos c vosso filho. dragas ao meu traba
Iho possuo assa agora para que o fructo de
meus suores baste s minhas precises. Fa-
zei do vosso patrimonio o que julgardes con-
veniente, dei ordem que nao scontasse com-
vosco c nunca vos interrogarei sobre o que
tiverdes feito de vossas riquezas.
Fsta sciso esta separaco de fortuna ,
linha vivamente assustado Clemencia 5 mas .
pozar de suas instancias nAo linha podido
obler de Anlony csclarecimenlo algum sobre
u sen modo de proceder.
Resol ven pois con hecer por si mosma asna
desgraca o sem se confiar em pesson al- J
pan toso s a posso dcscobrir na corrupc.ao ,
e iininorafidadc dos lempos.
Ilomens nos quaes se nao descobro um
s vislumbre dos elementos luteranos, quo
halbucio e gaguejp em urna perfeita in-
fancia de tudo oque MiistraQo, presenlSo-
se riestas pocas por suas intrigas ou por
suas huiiiiliac/es c disputan palmo a palmo
o terreno ao cidadao do maior mcreeimento.
Mortificados por urna ronscicncia tenaz, que
os aguilhoa e que Ibes abre interiormente o
mundo da sua ignorancia, e Ihes revella a sua
mesquinhez e o seu nada mas irritados ao
mesmo tempo pelo orgulho que os revolta
contra -> mrito alheio, eo conhccinienlo pro-
prio : 011 mesmo pungidos pela amhigo ; el-
los se arremesso de Norte a Sul e appare-
cem como esses cometas que o pov.> chama
de ruina ; ou como urna caravana, quealra-
vessa sequosa os desertos da Arabia. Ellos
empenho ludo que a intriga pdesUgg'erir, e
a humilacAo Ibes pode dar: digresses. rorna-
rias, zumbaias iniporlunidaJes, calumnias,
promessas compras, illusoes tudo se poc
em exercicio.
Mas que almas desta tempera dem lAo am-
pio elasterio s suas facilidades ; que exco-
giten! que emprehendfio, c ponhao em pr-
lica lodos esses delirios que podem coneorrer
para a sua elevacao ; nao dever isto encher-
nosde grandissmo p.'smo : parece, que nAo
poderia ser se 11A0 assim por que emfim
este o soblme do rediculo : mas que visio-
narios desta especie encontrem em sua deso-
rientada carreira a coadjuvaco do cidado
modesto, esta urna desgraca digna das mais
serias reflexes.
Estes Cactos Senhores nos quaes trans-
luz a evidencia, sAo expendidos em toda a sua
singeleza : nAo o amargor da stira nem
o furor da invectiva. Respeilo o raen minis-
terio. Sao verda les palmares que nos as
presenciamos. Relucamos pois sobre nos
mesmos eludamos sobre a noasa situngo ,
relucamos sobre o Rrazil e suas necessida-
d"s. 0 nosso estado interno presenta por si
so circunstancias de lo grande momento ,
que ellas baslaiifio para queconcorressenios
com todos os nossos esforcos sua reparago;
mas se estes desastres exigem nossos auxilios,
o nosso estallo actual para com as oulras Na-
ges anda mas o exige.
Existe 11 m povo do cosluroes e de leis
singulares. Encravado no seio das agoas, elle
forma um contraste nolavel com os outros p-
vos da Europa e conserva no seculo da civi-
lzagao e da Philosophia restos incultos da
sua barbaridadc priinallva, e guarda um res-
peilo sagrado por eslas reliquias dos seus an-
lgos lempos. Porte por seu patriotismo ,
e suas leis ; por seu alTrro-s suas inslitui-
c/ies e ainua mais forte por sua situacAo lo-
cal ; cornado de tempestades e protegido
pela turbulencia das ondas quo lhe formo
barreiras nvenciveis olle zomha do seio de
suas nevoas e dos gelos quo vilrificAo seus
mares das invasoes d is seus vizinhos. A
sua liba o seu ponto de reparo eo seu ba-
luarte. Certodoque elle pode por sua posi-
g.Ao geographica elle conhece tambem o que
elle vale por sua representacao poltica. Es-
tendendo um brago sobre os mares langa o
otro sobre o gabinete dos Reis e das rep-
blicas e quando lhe falta a justiga elle a
encontra na torga ou sabe descobiil-a na
intriga. Orgulhoso, com aquelle, quefra-
guma espin todos os passos de seu marido
e seguio-o s escondidas com toda a paixAo
de uma mulher que nada linha sobre a Ier-
ra senAo o amor deste hornero e que se via
Irahida r.a sua felickladc as suas esperan-
cas e no seu direilo.
Anlony nAo den f da conducta de sua mu-
lher ou com isso pouco s.! importou; assim,
em breve ella l'oi instruida tanto'do lugara
que ia como do nome daquella a qnem ago-
ra partencia seu amor e sen coracao.
Mil pensamentos contradictorios vierAo lo-
gO ao espirito de Clemencia : ira ella deseo-
brir-so a Anio;y exprobrar-lhe sin infide-
lidade sua pe lidia ; ou procurara por urna
maior dedieacAo por mais amor e ternura ,
tira-lo sua rival 011 ainda ira ter com essa
mulher a quero oulr'ora pagara para lhe
dar ligues d<* msica, o exprobrar-lhe sua
infame conduela ?..., Em nenhum caso cui-
don em dirigir-se a sen marido mesmo Um-
to corlo que o pudor e a veryonha ficAoe-
ternamenle gravados nu coragAo das mullie-
resque nao lem rasgado todo o pacto com a
virludo e quo seaehAo sem torca esem voz
na presenga daquelles a quera offendoro mos-
mo quando pensassi'iii que nao se procurara
tirar disse vantagens contra ellas.
Continuar-sc-ha. )


**
5
os nossos mo<
imprevidencia
t9^ condecendente, e contemporizador, com
4, que forte a sita poltica tortuosa irrita
iS ou se apazigua eleva-se ou serpeia ,
pugnado scus clculos, seus interesses, suas
eventualidades. A sua prolec-go custa s ve-
7& niais aos pvos do que a sua repulsa
e o seu abandono. A sua lgica s Ihe en-
ana a tirar conclusas para si. O seu com-
, nircio anniquilla o dos outros. A sua phi-
I inlropia una couza que elle s exige dos
jais. Elle vende ludo aquitlo, que da. A-
, nde existem homens ahi flucta, -o seu pa-
v llio e elle at os vai Jjuscar sonde tem
st) aliarlo que os poderi.a hawr, A' custa
je pregar a humanidade tera-se esquecido
del, 'a. Os Hozarlos silo, registrados por sua
arti lliaria. O diretio de intervir estendeu
roais c mais as suas. pretendes e deu-lhe
nm i10V0 ponto di! a poio. Kle medita de-
senliar esecuta i avade, conquista revo-
luciona divide < apprime, vence trafica ,
comnoanda prosi ^ra Eu nao lirei
o seu nome. N j o sabemos por nossas re-
volUcOeH, e por i jossas desgracas. Devemos-
lhc una parte d a nossa lib rilada o recola-
mos lioj dever- iw outra da nossa escravido.
Este povo est a NagAo Scnhores espreita
lmenlos folga com a nossa
, o nos carecemos de legisla-
dores pruden* lfS e corajosos, que opponho
urna certa br freir s suas ideas e s suas
pretences .-xageradas e injustas e nos os
nao acharf .mo$ t se acaso nao formos justos
Quando' ^m f,m 0 paiz aonde abrimos
pela pri' .aera vez os nossos ollios existe,
como er 4 oolliso em suas mesmas relag<">es ,
extern w ser crivel que abandonemos o
gover mj s medidas, e delibernc.es de urna
Can ara desprevenida do senso e de patrio-
lisi m1 Que o entreguemos ao silenci, e
a0 glo da estupidez ou ao calor e irre-
JscIo de espiritos exaltados ? Excluiremos
(}-. nossas vota toes a probidade, a sabedoria,
,-a madureza, ea prudencia ? Seremos indif-
erentes ao mrito ? Acaso llie fa remos guer-
ra de exterminio para elevarmos a corrup-
cao, ou a ignorancia ao seio da represen lag"o
nacional ? Nao saberemos por ventura dis-
tinguir entre os nossos o aventurciro eo
intrigante do homem modesto e ilustrado ,
credor dos suflragios da Patria ? Manchare-
mos nossa consciencia com a nomenclatura
estril de casquilhos bogaes novigos no pen-
samiento a na palavra ? Daremos voga
impostura que so lancou de raslos e foi ,
oberta de vilipendio e de p implorar o
soccorro daqucllcs mesmos, que a deveriao
repelir i' Que pertenJemos nos, quando nos
reunimos !' Que se sustentem nossas garan-
tas que se conservem nossos foros que se
fabriquem novas leis, que se cumprao as
que existem que se derogem as que nos sao
perniciosas que se perpetuem nossas in-
munidades que se defendflo nossos direitos ,
que se melborom nossas relac/es, que se res-
fieitem nossos tratados que se firme a nossa
poltica que a Constituirlo se torne inaba-
lavel, e que o Imperio avulte, e que florega.
Podaremos vangloriar-nos de obter todos
estes grandes resultados
enorme o gravosa fbrica do Imperio.
Sa vedes n'um
igeiro rascunho
resumi-
das as nossas precisos ; perderis vos o Bra-
sil :' Ah corramos em sua salvacao. Nao
lenhamos partidos, tendamos consciencia. As
dosafric/es se sao injustas sao sempre cri-
minosas : mas se ellas nascem da realidado ,
e da convicQo preciso mantel-as, sem fe-
rir a candado. Sajamos de um espirito fra-
ternal e doce mas do recudan ao mesmo
lempo.
Se algum dos vossos concidadaos, sem vir-
tude nem mrito litterario precisa de me
Ihorar seus destinos, voltemos para elle o nos-
so rosto abtamos nossas maos demos-lhe
osmolla mas nao Ihe darnos votos. Sim a
conviego o a mparcialidade sao as ancoras,
que poderosalv-r-nos. Basta, que resva-
lomos do verdadeiro trilho para nos lance-
mos em tropeos terrives.
Filhos do Imperio da Santa Cruz aprox-
mai-vos Em nome dola, erguei ovosso bra-
co, langai na urna a exprcsso de vossos sen-
timentos. Sede to singlos como os nos-
sos campos e tilo puros como esses Ceos de
ail ede crystal que se dosdobrao e so
estendem sobre as nossas cabegis. Vota! e
o Invisivel cho de benevolencia acolhe-
r o teslemuiiho da ingenuidade e da ren-
la. Vos nos daris Legisladoras e com el-
les a Patria o Monarca c a Constituigao. --
Peidoai-nn.
Disse.
COItR ESPONDENC I A.
Snrs. Redactores.
Lendo cu o jornal Inglez chamado The
Glasgow mail, de Ido Maio do correntc anno,
n. 141 achei um artigo sobre os fomos Ar-
gand do Snr. Williams que por causa das
singulares duvidas sobre a combuslo do fu-
mo ltimamente suscitadas so torna curioso ,
mostrando que a dita combuslo nao he les-
coberta da Sociedado de Medecina de Pernam-
buco e ha muitos annos he usada em varias
officinas, aqui est o artigo traduzido litle-
ralmenle.
< Quinta feira de manila- foi grande nu-
mero de pessoas intellgentes e scientilicas s
obras do Snr. A. Harvey situadas em Gora-
nhaugh para observar o forno sem fumo do
Snr. Williams, construido naquelle lugar pe-
los Snrs. Dircks & C. de Manchester debaixo
da direcgo do seu engenheiro, o Snr. Bulter.
O objecto principal d'esta invengao he econo
misar o combustivel, eflecluando a combus-
to completa de todos os productos gasosos do
carvo os quaes nos fornos ordinarios eons-
tituem o fumo, causa da grande perda de com-
bustivel. Todos os assislentes icro muito
satisfeitos quando viro o forno em acgo es-
clarecendo hbil e praticamente um syste-
ma que sem a menor duvida he fundado em
exactos principios scientiicos. O forno do
Snr. Harvey subministra um exemplo excel-
ente da efficacia da applicagao dos principios
chimicos perfeita comhustao do carvo nos
por que se deix-
truiu con Boston um llieatro inleiro de folha
de Flandres. Este plano suscitado pelos
numerosos incendios que al entilo tinhAo li-
do lugar verilicou-se com o mi'lhor sudoes-
so possivel eem mui pouco tempo. Os pan-
nos os bastidores, as banquetas os cama-
rotes as galeras o lugar do apontador e o
soalho do tablado ludo 'le folha. A pin-
tura tem muito maior lustre e produz mc-
llior elToilo do quo a sobre panno. Apesar
do ser a salla muito espagosa nao se perda
palavra das que rccilo os actores. A estas
vantjgens accresce a da economa porquan-
lo as dispezasda consiruego importiAo urna
lerga parte menos do que as de un llieatro
ordinario. Na ocoasio da primeira repre-
sentago o publico applau liu com cnliiusi
asmo chamando ao inventor fura. A cor-
poragao dos negociantes o presenteou com
urna caixa de tabaco'no valor de loOOO pozos ,
e o povo acompanhou o para casa debaixo de
triumpho.
O DIZIDOR MORIBl'NDO.
O clebre II...... | diz o Commerce de Pa-
rs ] eslava em arl'gos de morte. A requeri-
mento da familia appresentou-se um Padre
Quem sois vos, oque queris ? perguntou
o enfermo. O Parodio da freguezia o ve-
nho preslar-vos os soccorros que a religio
pode dar. Tenho a consciencia tranquilla ,
ido com Dos.
Fez-se-lht depois una juncia Velo o Me-
dico asstenle e disse-lhc -- E preciso que
tacamos idea do estado do vosso pillullo : Ve-
de se podis dar um igsobio. E' o que vo-
ces lodos merecio respondeu o moribundo.
E espirou.
EPIGRAMMa.
Morrcu Fabncio gentil
Que era um grande Cirmgio ;
Perdemos um Cdado ,
Mas temos ganhado mil.
[i, dos P. no Porto ]
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Bendimonto do dia I. de Setem. Ili579^72
DESCAnnEG.V HOJF. 2 DE SETEHBRO.
Barca Ingleza = \V. Russell = Fazendas.
Brigue Porluguez = Josefina Emilia = Vi-
nho e miudezas.
f
vembro de 18" nao sendo o arrematante su-
gcilo ao pagamento iledireiloe expediente.
20pares de botins para lioinom, par 2jit00
91 ditos da sapa los 1*000
i'i ditos de chnelas jitOO
^i"'.) ditos de ditas para meninas j2iO
(17 ditos de iluraquo para senhora jGOO
37 ditos de dita para minas *oO
linas duzias de marroquim duzia )2j000
Alfandegaol de Agosto de 1842.
Assignado
V. T. P. de F. Camargo.
AVISOS DI VER SOS.
grandes eslabelecimentos
que em realidade, rao buracos para observar a acgo interna do
sao da maior maguitude, se os que houverem forno quando Irabalhava ou parava o appa-
c o i-r presentar-nos se acharein circunscrip-
tos no ac n hado circulo de sua perfeita nulli-
dade ? Ou so nulrirem ideas destruidoras da
wdem pblica ? Por outro lado a Nago aca-
ba de sor espectadora de urna medida extra-
ordinaria do governo e que nodoria, por in-
felicidade nossa acarretar-nos as maiores
desgraga.s langando-nos em um pelago do
pertnrbaciies de desavengas e de sangue. A
('amara temporaria foi embaragada em sua re-
unio edissolvida. O Governo como as-
sombrado com o futuro medonho que se Ihe
prepara va abalangou-se a um golpe enrgi-
co e imprevisto, que poderia reverter sobre
elle. No meio deste estremecimento a Na-
Qfto como estupefacta itou os olhos em si
mesma, coiitemplou os abysmos que come-
gavo a revolver-se e a entreabrir-se debai-
xo de seus ps chamou em seu auxilio os e-
lementos da ordem e oppoz em sua con-
sumniada prudencia urna barreira s pre-
tengflc menos polticas.
Que resta anda depois deste estrondoso
successo? Commelteras mesmas Ilegalidades?
Por em scona os mesmos embaracos? Excitar,
c repetir as mesmas duvidas? Manlcr as mes-
mas causas ? Red u/ir o governo a outras no-
vas medidas .' Por em oscillago a seguranga
do Imperio ? Rasgar o seio da Naco e es-
trangular o Brasil ? Jamis o fariamos, Srs.
Occorre anda que osla legislatura a
primeira, depois da maioridade do Monarcha;
c tanibeni por isto mesmo, que ella deve a-
plan.iro seu governo e marchar em soccor-
ro do Principe que na primeira flor da sua
juypnlnda quiz lomar em seus hombros a
relho para a destribuigo do ar. Quando o
apparelho para a introduego do ar nao tra-
balhava o forno sendo cnlo um forno ordi-
nario achimino langava urna nuvem den-
sa de fumo e na se podia ver o interior do
forno. Porem introduzindo sobre o fumo do
carvo pouco mais de mil jacios do ar a eg-
nico tuve lugar immediatamente, e lodo o
fumo se inflammou por baixo da caldeira os
buracos icro claros e nenhum fumo sabia
pela chiminde. Este novo systema de evitar
o fumo h de naturalmente substituir o Jlli-
go systema do queimar o fumo e promette
ser de grande beneficio para os manufactra-
nos e para a geral commor.idade.
No mesmo jornal n. 1*0 do 1. de Junho
vem na 5.a colunna da 4.a pagina um artigo
intitulado Smoke Burneng -- isto he em
Portuguez queimar o fumo. V-so neste arti- 4
eo que porargo intentada pelo procurador
Fiscal de Glasgow contra o Snr. Edward Brawn
& C. por ncommodarem a vizinhanga com
o fumo que sabia das suas ofllcinas o tribu-
nal referndo-se s leis Inglezas sobre esta
materia encombio urna commisso de engi-
nheiros e mais peritos em taes materias paia
dar o seu parecer cerca do modo de cons-
trueco demensoes do forno, segundo o pla-
no agora mais usado e a provado para quei-
mar e consumir o fumo proveniente das ditas
olcinas.
* *
VARIEDADES.
TEATRO 1)F. F0I.1U DK PLANDBBS.
Em 1P38 um corto Snr. Ananiali cons
Rendimento da mesa da Recebedoria de
Rendas Geraes internas do moz de Agosto
prximo passado.
Ceral.
Direitos novos e velhos .
Direitos de Chancellara .
Dizima da mesma.....
Imposto sobre lettras ajuizadas
Siza dos bens de raiz.....^'(}.^23~1t
Segunda decima de mo mora T.vO'
Imposto de barcos......
Taxa addicional do sello do pa-
pel..........
Papel.
Imposto de lojas abertas .
Dito de segis e carrinbos .
Dito de barcos do interior .
Taxa de 1. rcis por escravo .
Taxa anterior do sello do papel .
4S7,>09G
7.y 070
1 G.").> 1 oo
157*302
lt.000
19G.)i9o
-4:120*410
170*4-20
58*100
11*000
I:i07.,l00
11:397*000
Recebedoria I. de Setembro de 1842.
Escrivo Estanislao Pereira de Oliveira.
0
MOV MENT DO PORTO.
NAVIO ENTRADO NO DIA 1.
Lisboa ; 51 dias ; Brigue Portuguez Concei-
gode Mara, de 26o tonel., Cap. Manoe,
da Costa Noves ; equip. 16 carga vir.bo
vinagre e mais gneros: a Francisco Se-
verianno Babello.
SAHIDO NO MESMO JIA
Rio de Janeiro ; (alacho Brasileiro Qualro de
Maio Capito Lourengo Jozc Baplista :
carga a mesma que trouxe do Assn.
EDITAL.
Vicente Thomaz Pires de Figucredo Camar-
go Commendador da Ordem de Chrsto
inspector d'Alfandcga &c.
Faz saber que no dia 5 de Setembro ac
meio dia na porta d'Alfandcga se hfio ie ar- |
rematar as mercadoriasabaixo descriptas qu,
por arruinadas fjro abandonadas aos direi
tos por seo consignatario Francisco Severia
no Babello conforme o disposto na portarii
dolbezoino publico nacional de 21 de No-
s~r Deseja-se fallar com oSr. Joo Jacin-
to na ra da Cadeia nova D. 4ou annuricio
sua morada.
t^ Quem precisar de dinliciro a premio
sobre piadores de ouro ou prata: na ra lar-
ga do Rozario D. 9 na mesma vende-se urna
duzia de cadeiras de oleo quasi novas.
tg^ Perdeo-se um cordo com vara o meia
com una verunicazinha e um par de brin-
cos de lilagrA com foitio de una cahaga o
portador sabio da caza de Rento Joze da Cos-
ta o perdeo viudo polo beco do ferreiro en-
tre a caza da viuva Caldas ; quem adiar pode
entregara mosini no alterro da Boa vista ,
que gratificar.
er* Joze Thomaz de Campos Quarcsma o
mais herdoirosda finada D. Joanna Thereza
de Jezus faz scente ao respcitavel publico,
que se ocha em praca no Juizo de Orfos a
renda do sobrado perlencento aos mesmos
hevdeiros cujo sobrado he de 2 andares e
oarrendamento he por 5 anuos ; quom pre-
tender comparessa boje na porta do mesmo
Juizo pois he a primeira praca.
tZT Oferece-se um caxeiro para loja do
forraje oqual tern bstanle pralica de bal-
cao ou mesmo para alguma casa de negocio,
d fiador sua condiita : quem precizar, an-
nnncie.
t^y A!uga-se o primeiro andar do sobrado
no beco da Lingueta por sima da venda de Ber-
nardo Roque ; trata-so na mesma venda.
tsy Da-se a una pessoa para morar um si-
tio distante de.sta praca urna legoa com tan-
to que se obrige a iralar dos arvoredos : e
tambern se vende una meza de jantar, por
prego commodo ; no alterro da Boa-vista
D. 9.
= Precisa-se de 400* res a premio, sobre
hypotlieea em urna casa na povoaco dos Af-
fogados ; quem quiser dar di rija-so a ra de
S. Joze I). 18.
= Qualquer pessoa que precizar de um ho-
mem solteiro bom estilador de agurdente ,
d -ntro desta provincia ou fora dola, ou qual-
quer administracaoquo for pois de ludo tem
multa pratica l, c conta bem ; dirija-scau
lerceiro armazem de carne secca confronte ao
trem que l achara com quem tratar.
= Precisa-se de urna ama deleite, prefe-
rindo-sc escrava ; na ra atrs da Matriz da
Boa-vista no sobrado de um andar do lado da
mesma Matriz.
tsp- Prccisa-se falar com o Snr. Manoel Co-
mes da Cunha Silveira para negocio de sua.
conveniencia ; na ra dos Quarteis loja D. 2.
= O proprielario (ou quem suas vezesfi-
zer) d'umas trras sita em lagoa do Carro, que
pertcnceram a Malinas Joze e onde j foi
.ngenho; querendo fazer algum negocio com-
Has dirija-.se n ra da Cruz doRecifo n.
28 segundo andar, ou annuncie a sua rezl-
dencia.
>c=M. Tbard partecipa ao respeitavel publi-
co e principalmente a os seus freguezes, quo
acaba de receber de Franga um rico sortimen-
t de chapeos do ultimo gosto e por prego
amito commodo ; perfumaras muito finas ,
e sempre se acha na sua casa llores para a ca-
bega e vestidos pescocinhos para Senho-
ras luvas bordadas de matis e sempre tem
um sorlimento de cabellos de toda as quali-
dades escovas para den tes, nenies de alizar,
o de marrafas ; na ra Nova D. 16.
= OSnr. M. I. P. L. queira no prazo
de 8 dias hir resgalar os seus pinhores pois
estes nochegao para pagamento do princi-
pal, pois seden o dinheiro em boa f ou por
conhecimento e por dous mezes, ejandio
em 5, do contrario se far publico o seu no-
me fifir extenso.
= Quem por engao trou do Corrcio urna
carta vinda no vapor S. SebaslMo datada
Hihia c dirigida a D. Januaria Candida J. ;
queira inlregala na loja do Snr. Manoel Go-
i.ies Viegas que alem de Ihe ficar obrigado
gralilicar.
- IVrmuta-sc um sitio perlo da Matriz da
t'arzca com minias fruteiras caza grande,
m lugar que nao cbegAo as grandes cheiaS ,
perlo do capibaribe ; por una casa nesta
;-idade em qnalqiior dos tres bairros : an-
nunrie,
ILEGIVEL


fl
**:
A
tsr Francisco Joze da Silva Lobo reti-
ra se para o Para.
tsr Aliifja-se a casa de 3 andares lojas
quintal-, defronto Ja [groja do Livramonto ,
junto ou separa lo para divcrvos inquli-
nos para os qtiaes te:n em cada andar a-
comodagoens necessai as : cujas chaves vaO
r entregues" en uns dias pelo actual in-
quilinooSr. M. Y. Ic Moraes: os pretendcn-
t's se po.lem entender com o proprietario ,
Nuno Maria de Soixas la na do Vicario
I). 12-
= Aluga-se o terceiro andar e soto da casa
da ra direila de fronte do beco do S-rigado.
com com modo para grande familia por prego
cqmmodo ; quem pretender dirija-so ao nego-
ciante Antonio Joaquim do Mello de fron lo
da torre do Livramonto do lado da sombra.
=s Aluga-se a casa terrea da rua do Colo-
velo P. "12, com militas acomodaoes, quin-
tal &C ; o armazem da casa de andares da rua
ilo Amorim do fronte do Ferreiro Cielano ,
proprio para quilquer cstaLcleei mente : o o
primoiro c segundo andar do sobrado a marc-
lo da rua Augusta recen temen lo edificado;
atraclar na rua do Viga rio, com o proprietario,
Auno .Maria de Scixas.
iST Aluga-so um escravo, bom Irabalha-
dor de encbada o tratador de mcljs e ti-
rador deleite pois tem bastante pralica ;
quern o pretender dirija se a rua de S. Gon-
zalo a fallar a Mino ;1 Elias do Moura. a
mesma casa, precisa-so de un podador de
parreira.
PILLAS VEGETAKS K UNlVERS.vF.S AMERICANAS.
Estas pillas ja bem conhecidas pelas gran-
des curas que tcm feto, nao requerem nem
. dieta c nem resguardo algum ; a sua com-
posigo tao s mples que nao fazom mal a
mais tenra crianza : em lugar de debilitar ,
lorlifico o systcma punlicAo o sangue ,
dugmentao as secreeoes em ge ral : tomadas,
seja para molestia cbroica ou somenle co-
mo purgante suave; o meilior remedio que
l-m apparecidn, por nao deixar o estomago
naquelle eslado de conslipagrto depois de sua
operacao como quase todos os purgantes fa-
zem e por seren mui facis a lomar e no
c^usaredi incommodo nenbuni. nico de-
posito dejlas em casa de I). Knotb, agen-
te do aulhor: na rua da Cruz N. 57.
N. R. Cada caixinlia vai embrulbada em
sen receituario com o sello da casa em la-
cio preto.
tsw rrendao-se animalmente ou pelo
tempo que se houver de contratar, duas gran-
des mora Jas de cazas terreas, apouco edifi-
cadas peloseu proprietario o Exm. Dezem-
bi'rgaJor Maciel Monteiro e lilailas no
principio de seu sitio no Jugar do Mangui-
ulio ; cujas propiedades tem oilo quarlos ca-
da urna boas salas senzalas para pelos ,
estribaras e bons quiutaes alem do ou-
tros arranjos, proprios para grandes fami-
lias : a trattr na rua de Ilortas i). TO.
cr O Snr. (miz Cezar Pinto de Parias ,
queira dirigir-so a rua da Cruz venda I), ii
que se llie desoja (aliar a negocio de seu in-
teresse.
'cr Francisco Joze de Olivcira Pinto re-
lira-se para o Rio de Janeiro.
SS?" Purlecipa-se para conbecimento des-
la praga que a sociedade de Paiva & Mano-
id foi prologada e em um dos seus artigos
tsr Pcilro Ferrcira Machado, relira-se pa-
ra a Cidade Januaria do A carac.
tsr Ncdial5do correte, sao convida-
dos os credoresda caza falida d Manoel Pe-
reira GuimarAes & Companhia para se reu-
nirem no escriplorio da Admihistragfto as 1(1
horas da manb para decedirem sobre a fi-
nal liquidagao da mesma caza c elleico da
administraeoeaso assim o julguem.
Ianzinha para vestidos : na rua do Crespo
COMPRAS.
tsr Fin negro oflicial de lanoeiro : na rua
do Vigario n. 8.
tsr Dous pares de liolocs de punbos, sen-
do de ouro de le em fora de portas venda
I). 21.
tsr 1 ma cadeira ou palanquim cm bom
uzo ; juem liver annuncio.
trr Fina morada de caza lerrca com 2 a
5 quarlos, e as ras seguintes : rua Direi-
ta agoas verdes Moras das Cruzcs, pa-
teo do S. Pedro Carmo Matriz ou em
oura qualquer rua do bairro do S. Antonio :
quem liver annuncie.
VENDAS.
%tsr Chitas azues a i 50 rs. o covado gan-
ga azul ingleza a 120 franceza a IfiO, tran-
cada a 180 brim de forro a 10 lustrim a
200 rs. chitas de ramagens a 240 escuras
a 200 rs. brancas a 160 meias de Iinho a
200, azues a 160, e finas para senhora a
400 e 480 baota a 500 panno da costa a
440, suspensorios finos a 500 rs. c outras
fazendas baratas, e fusto a 240 e 48o : na
loja D. 24 defronto do oito do Livramenlo.
^ tsr Pecas de madapolo a joOO, fa ,
L>500 e 5> rs. dito superior a 480 a jar
da pegas do ganga da india de 14 covauos a
2,> 210 cortos de vestidos do cassa de lindos
padres a 4500 chitas mui finas escuras ,
de cores fixas a 220 o covado e a peca a H ,
brim trancado escuro francez de linlio puro a
1 > rs. a vara dito branco de Iinho a l200 ,
chila muito eucorpada a 140 rs. brim liso
escuro a 480 a vara., selinela muito lina a
,"00 rs. o covado lencos de cambraia pinta-
do proprios para mo de senhora a 483, ditos
bordados brancos e de cores a 600 rs. cha-
les de melim de lindos padres a 1,>200, ditos
de chita al.ylOO, brelanhas de Iinho supe-
riores a 800 rs. a vara e outras militas fa-
zendas por prego barato : no atierro da Roa
vista luja de fazendas defronte da Matriz.
cr Oleo de inhaca a 320 a libra e em
botijiVsa 2,yl0Qogalo ; no largo do Torco
venda I). 4.
c? lijlos francezes para limpar armas e
loda a qualidade de latAo, e limpar facas ,
e carrinhos thesouras linas para costura do
senhora vellas de carnahuba cartas de ju-
gar, algalias e vellas elsticas para curar car-
nosidades e dor de pedra e militas raiudezas
baratas : na rua larga do Rozario loja de miu-
dezas I). 7.
*vir?- Chapeos de sol cobertosde seda vin-
dos no ultimo navio do Porto, por prego com-
modo : na rua dos Quarleis loja n. 3.
ssr Selins nglezes palete tanto lisos
como bordados ditos francezes de loda a
qualidade, brideschegadas ltimamente do
Porto ao modelo da Babia c de parafuzo ,
se estabeleceo que tica compeliendo lo so- ;e de outras qualidades talins e cananas de
monte ao socio Manuel podar fizer uso da
lir'n da dita sociedade : qualquer outra que
couro branco de lustro tanto para cavulla-
ria como infantera, barretinas de lodas as
desdeja se protesta contra j qualidades, bandas de seda espada de roca,
ella ludo
possa aparecer ,
sua falcidade.
' r Preeisa-sc de una eserava para o ser-
vico de urna casa de pouca familia que sai-
ha bem comprar cozinhar e ensaboar ,
datodo-se-lho o sustento e 10.>000 mil res
mensaes : na Suliilade segunda casa nova jun-
to a do Sr. ITeicuIano.
Aluga-sc a loja e coebeira do primeiro
sobrado da rua do Hospicio lendo a loja ex-
corente salla o a coebeira admitle t4car-
, ros : os pretenden les procuivm ao morador
\ no mesino sobrado.
C7" M. S. Mawson cirurgiiio dentista in-
gloz avisa ao rcspeilavel publico, quo elle
mudou sua residencia da rua da Cruz para
e sem ella ludo por prego commodo : na
ni. Nova loja de Antonio Ferrcira da Costa
Braga D. l3e 14 defronto da Conceigo.
cs^ 4 libras ou maisde prala lavrada sem
feiho : na rua de Hurtas D. 12.
cy Cinco pesos de unas arrobas e varios
miudos : na rua dos Quarleis I). 2.
OT 'laxas de ferro batido e coado por
proco commodo ; um moloque ; c farinha em
sacas de alqueirc a 4, rs. : na rua do Viga-
rio n. 7.
tsr Pascoal Jozc de Mello Processo Or-
ph; nologico por Carvalho obras completas
de Pereira e Souza; Digesto porluguez ; Dou-
irina das A gOes porCorreia Telles Ojlegoes
a praga do Corpo Santo por cima do auna- das Icis extravagantes desde a compilago Fc-
z.om do Sr. Davis junto a '
Sanio aonde continua
Igreja do Corpo
lipa alheoanno de 1822 em 6 volurnes ,
>anlo aoiHlecoriliiiiia a excreor sua pro- pelo Dczembargador Delgado; um indicador
lisso, a 21 iikv.i's nesta C,!ido. Vende pos j de cambio; historia da Grecia ; Economa
i, ntib icios e liquido para lavagem das gen- poltica por Joze Droz traduzido pelo Dr
glVaS.
S^- Francisco P>'> [ligues dos Sanios, re-
lira-so. pac a ("i-l.i Januaria ilo Acarac.
C7" FranciscoKorreira Pimcntol, roiia-
si! jjara a Crdado Januaria do Acarac, levan-
do en sua companhia nin son escravo por
nouie Rtiniundo.
|^- Margal Francisco Jozo da Silva roli-
para ,i Cidade Januaria do Acarac.
Joao Candido de Dos e Silva ; e dous livros
em branco um guarda louga que serve
lambeni para livros de amarello envornisa.
do ; una porcAo de laboado de louro ja uza-
do ; lulo por prego commodo : no segundo
andar do sobrado da quina do beco do ouvi-
dor defronte do Ibeatro de manh athe as
lo horas o a larde das 3 em dianle.
vr Superiores e muito lindos corles de
I), tija Jo do su I.
ts^', Urna mulata de 56 annos coso en-
gomm enoaba e cozinba o ordnairo :
na rua do Rozarlo da Roa vista D. 14 em um
sobradinho.
tsr' A venda ao entrar da rua do Fagundes
ao poda r i boira D. F, urna das boas vendas
do bairro de S. Antonio pelo local, c nim-
ia fregueza que tem com pinicos fundos e
sem alcaides tem bons commodos para fa-
milia e o seu aluguel he favoravel vnde-
se por seu dono nao poder continuar na admi-
nistrago da mesma por cauza de molestia :
a tratar na mesma.
tST Azeite do carrapato a 2,yo60 a caada:
na pracinha do Livramento por cima da loja
de sapateiro D. 4.
Vf Marques & Veiga vendern cm sua
caza na rua do Amorim o seguinlj : pre-
suntos bons a 200 rs. feijo branco novo ,
fumo da Rabia em folha, toucinbo de Lisboa
em barris de 4 arrobas agoa ardenle do rei-
no de 20 graos e barris com 17 galoes de
azeite de Lisboa.
t^* Pentes de tartaruga dos que cslo cm
moda lisos o aberlos, ditos do marrafa ,
assim como se conserta teda obra de tartaru-
ga com toda perfeigo e por menos preco
que cm outra qualquer parte : na rua do
AragAo no deposito do assucar refinado.
tsr Queijosdo sertAo de boa qualilade,
e muilo frescos em porco e a retalho : na
rua da Conceigo da Roa vista casa de Rufino
Gomes."
MT Urna caza em Olinda na rua do Rom
flm em chitos proprios : a fallar na rua da
Boa hora com o destribuidor do Diario.
tsr GalAo lino largo amarello e branco,
dito para divisa de dous canutoes para
capiao dito para alferes, urna par de dra-
gonas para lente os jenuinos pos anti-
biliosos e purgativos de Manoel Lopes, apa-
relhos de cavallaria bandas para ofliciaos ,
ludo chegado do Rio de Janeiro por proco
commodo : na praga da Independencia loja
de Antonio Felippeda Silva n. 11.
MF Fma eserava de angola perfeita en-
gommadeira ecoznbeira : na rua do Co-
legio D. 7 por cima da loja de livros.
tsr Urna venda com poucos fundos, ra
povoagodos Alogados junto a Igreja de S.
Miguel a tratar na mesma.
tsr Fm requissimo aparelbo dourado no-
vo contendo escamas pasta e talim, tu-
do completo para oflicial de Guarda Nacional,
por prego commodo : na rua Nova armazem
Dcima 54.
tsr Fm cavallo rodado muito gordo e
carregador baixo por prego commodo : no
alterro da Roa vista D. 7.
tsr Sapatos inglez.es pira liomem : na rua
da Cadeia do Recifo loja n. 10.
tsr Fma eserava boa boceteira quitn-
dola cozinheira e lavadeira ; ricas figu-
ras do porcelana deliradas, propras para agoa
decheiros, lamparinas de dita caixas com
arranjos de costura para senhora e msica ,
ditas de Jacaranda com perfumaras finas ,
estojospara barba, caixas de tartaruga, o
ditas tundidas para rap, um brego de balan-
ga do aulhor Romo com as anas com-
petentes cinxas c correntes ti pesos de duas
arrobas um dito de arroba e d'ahi at una
libra : na rua do Amorim 1). 57.
tsr Fma cadeirinha em bom uzo e um
novo e lindo bote proprio para devertimen-
lo ou para bordo de algum navio : na rua do
Cotovello n. 50. ^
tsr Aparelhos para cha de porcelana don
rados e pintados finos ditos azues, ditos cor
de roza aparelhos de meza azues e oulros
de mais cores de muilo bom gosto e mancas
de vidro lapidadas e ditas lizas imjlezis lm-
temas de vidro de divergos gostos ditas de
casquinha e chicaras de porcelana finas e
casligaes de vidro campoteiras para doce, de
cristal fino garrafas para vinho copos pa-
ra agoa calis (.ara vinho, e tudo de muito
bom gosto, frascos de boca larga para bichas ,
de divergos tamanhos e outras militas fa-
zendas por prego commodo ; na rua de Livra-
mento D. 3.
tsr Para fora da provincia um molcquc de
naco do 18annos, e de bonita figura : na
rua de Manoel coco venda da quina D. 9.
Frna molaia de idade 20 anuos boni-
por preco commodo, c mais em contado que
em outra qualquer parte por se ler recebido
ordom de son dono para sem demora liquidar
esta negociago : na rua doColIego D. H
tsr Osutencilios e Iraspassa-se as cha-
ves ( com licenga do seu proprietario Pedro
Ignacio Raptisla ) do deposito de assucar re-
finado cito na praga da Boa vista": na rua
da senzala velha padaria n. 3l.
tsr Fma negra crela de 26 annos, com
urna (Iba de 7 annos muito experta as ha-
bilidades se dir ao comprador e vende-se
porque a dona rolira-se para fora: na rua
do Fagundes D. 18.
tsr Fma eserava de nago angola emgo-
ma lizo cozinba o ordinario e lie lavadeira
e tem bonita figura: na rua do Palacete a fal-
lar com Manoel Jo?.e Galvao.
tsf Presuntos inglezes chegados ltima-
mente c lonas da Russia : na rua da Cruz
D. 60.
tsr Ricos aparelhos para guarda nacional
"modernos vindos do Rio de Janeiro bo-
lo's douradoscom o Iclreiro de D. Pedro' 2 ,
grandes e pequeos tranga do relroz para
farda dita para debrum de casacas excel-
lenles abotuaduras de massa lavradas, cha
isson de primeira sorte superior sag e bi-
chas mui grandes ltimamente chegadas, tu-
do por prego commodo: na praga da Inde-
pendencia n. 20.
tsr Fma caza terrea na rua do AragAo na
Boa vista D. 50 a tratar na mesma.
tsr .Na rua da Cruz do Recife armazem
de trastes n. 51 vende-so toda a qualidade
de trastes tudo de superior qualidade o
por menos proco do que em outra qualquer
liarte assim como b..nquinhas para costura,
bandejas, e relogios para cima de meza: tam-
bem se recebeeneomendas de qualquer pega
de obra, nao sendo as que exislem, a vonta-
de do comprador.
Moendas de vapor, d'agoa c do bes-
tas para engchho : na rua da Cru^ n. 27.
S3T Fma comenda da Ordom de Christo :
na rua do Crespo loja de Santos Noves.
E S C R A V O S FGIDOS.
tST Fugio da Cidade da Rabia no da 23
de Julho do crrante anuo um escravo cre-
lo de nome Maximianno cor bem preta es-
tatura regular rosto' redondo sem barba ,
idade 20 anuos pouco mais ou monos cor-
po cheio cspadu-iS largas embigo grande ,
uiaos o ps grossqs e grandes e o p esquer-
Jo com um sigua! de golpe de ostra na parte
superior do lado de fora e he ligeiro no an
dar tem oflico de allaiate, o he copoiro; le-
vou vestido carniza de algodaoziiiiio caiga
de aniagem ciscado de cor j desbotada ja-
quela de pao preto e chapeo preto e de
sobrocellenle urna caiga de pano alvadio e
ou Ira de brim branco de algodo de Ostras ,
um colele preto urna carniza de cambraiiilia,
e um longo de seda pintado. Ha loda a proba-
bilidade que elle se evadisse no vapor Paquete
do Sal, que sabio na manb daquelle dia
para os pjrtos do Norte porque ali foi visto
atracar no aelo da saluda o que a ser certo
nao deixa duvidoso a protegi de alguem que
seguisse no mosmo vapor tomando-o cmo
criado ou como quer que seja ; no que o di-
to escravo conviria por sor mui ladino ca-
paz de inlilular-se forro mudar o nome e
at deixar-se recrutar foi cria de nina preta
Vceneia Maria de Paula, que o vendto ao
annunciante Joao Raptisla Fetal no anuo de
1833. A aprehenso deste esclavo he necessa-
ria nao lano pelo valor delta como para urna
indagacao importante de cuja falta resul-
ta grave coniprometimento; da-se 50,y000, a
quem o aprehender ou der noticia certa
aonde se acha ern Pernambuco ao Sr. Manoel
Joaquim Ramos e Silva no Rio do Janeiro
aos Srs. Joaquim Antonio Pinheiro ou Ma-
noel Machado Guimaraos, no Maranho aos
la figura cosinha o ordinario de urna casa ,
engoma liso cose chao faz renda e la-
va roupa dosabao : na camboa do Carmo D.
ll segundo andar.
= Rixas bamburguezas tambem se alugao
indo o seu dono bota-las i na rua das Cru
zes D. 1., e tambem se vende urna porgao
de barra vazios que foi de manteiga.
tsr Farinha do mandioca o do Mago do
superior qualidado prximamente chegada ,
Srs. Serafim Gonsatves de Farla c\: C. e na Ba-
bia ao annunciante.
tsr Fm cabra acabocolado por nome S-
tiro de 30 annos feio de rosto estatu-
ra baja ; quem o aprehender levo a rua do
Vigario n. 7 quo se pagar o traballio adverte-
so que pescador do alto.
tsr Rogase ;s Anllioridades Policaes ,
Capillo de campo c pessoas particulares da
Paraiba do Norte, a apreln nso da eserava
Joaiina do naeao angola cor fula, qu* foi
do Captdo Nicolao Tolontino de Vasconselos da
mesma provincia alem de ser ali cuiihecida
porJoanoa maribondo tem um signal as-
ss visivel, que he o d al jado : quem a pegar leve ao vago mostr de
aitilheria quo gratificar.
RECIFE KA TVP. DE M, F. DE F,a? 18i5.


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