Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08091


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Full Text
ANNO DE 1837. TERA FEIRA.
ii li).....I ii1 T"'----------------------------
fll
SrOEJNa. N. 136.
Liiuiini ii, i.lil ''" ;
*
J9&*fl&wl&^r JvJ&
PERN. naTYP. nM. F. or FARIA. 1837.
DAS DA fiKMANA.
26 9*rnniUS. Joao e Panto m. M. And-dos jnlzes
" doCr.de m. e- det.se. da T. Publica e Chae.
"7 Terca 8. Ladi-lao Ra. Re. de m. e and. do
" j. de O. de t.
28 Qwart lego 2. o P. (jeja) Ses. da Thesou-
rari;i.
"9 Quinta T 9- Pedro e S" Pan' -'APP-
3a Sixia S. Marcial aispo ees. da Thesourena
Pub. aud. do J. de O- de t
1 Primeiro de Julho. Sbado S. Theodoro abade
H. Itel.de m. d. do V.O. de t eni Ojiada.
2 Dominpo Vilitacao de IV. S. Lu ora as 7 horas
e 65 ni. da t.
Tido agoradependr de no iMimni da notsapra-
denc. moderario, o energa leontinaemo. com
priticipiainoa, e|amoi apuntados com admire-
Qo otra ai lVac,5e mai culta.
tflamtti* 4m J^*mHtdtmrml '"
Snhicrere.ie I00<>r.men pagoa nea TypoRraa, ra das Cruze D. 3, e na Pra-
ga da Independencia N."tf7 e3S : onde recehem
correapondencia lejalisadae, ainuncinm loserin-
do e ete* rrti feudo doiproprio if-naou,
Tnd.i attiguadoa.
CAMBIOS.
Junh^fi.
LiOndret 30 1|2 a 30 0. St poi I, ed.
LLihoa65 porolo premio, por metal, Non.
'Franca 310 a 05 K. por franco
Rio de Jan. 6 p. c- de prem.
Moe0adeb,400 i3,600 as relhaa, novas
4,000 7,000 a 7.200
Peao "Coluiures 1.50.) 1,520
ditto Mexicanos 1,440 1,500
Patacoes Brasileiros 1,50a 1,52o
Premio da leiira, por mea 1 U' Por o|0
Cobre apar das aedotaa
13,200
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
Contiouafio do* Relato'io da Repatticlo
dos Negocios da Fajeada.
Meio circulante.
No mea anterior Relatorio vos tenbo
cierecido o raesquinbo contingente de
miaas opinies aterca do dosso meio cir-
culante. Na Sessio passeda vos aprsen-
te i diversas nnmoiia>sobie o mesmo as-
sunipto j posto qoe os nomsa de seus
Autores me faeio impres-o, o as suas i-
de*a bajio atraido toda a miaba consi -
deracio todava, enlaado tambem que
a ciscusso sobie ellas he nicess*aria, pil-
que do combate dasdivera. opinies, po-
de surgir o real conheeimento da mais
acertada e mais em armona com os
principios geralmentearceilos e por me-
Ihotes reconhecidos. No vosso seio Se-
nhores, acha sa felismt nte parle das no-
tdbelidad'S, do Brasil a respsito parti-
cularmente da materia suga^; suas ca-
pacidadea merecer tods a flha conBan-
ra, e venereco; ti todo; Senhores,
lio interessados na prfeperidade Nacio-
nal reuoindo a bum tito os vosos es-
iorcos coadjuvareis a perlicio de traba-
lho to digno de vosso patiiotismo, e do
rapiego de vosaa sabedoria. Por miaba
parta veoturarei algumas ideias, e de-
pow detauto que se tem dito, vos aco-
lheteis como burra piova de qaanto deze-
jo cooperar eo acert desmedidas, que po-
dereis adoptar. Nao pode i'oen ver en-
trar em duvida o interesse que resalta da
fixaclo legal de bum pe feito aistema nrn-
notario em o qual a circularlo do re-
presentativo de valores, qualquer que ceja,
carecer' de base e eatabelidade; ja o
disseem roen Rejatorio de i835. Tenho
quea esencial condico desse i-ysteroa de-
?e constir na equivalencia dos pagamen-
tos feitos em qualqner das moedas
de que constar o mesmo eystema ;'nSo me
paiecendo de pesoalgum a obrvarSo fe-
ralmente repetida, de que se algara dos
inetaes de que se compoem o >ystema
monetario, a prats por txemplo for nes-
nn-y.tema approvda no seu justo valor
emrelaco ao onro, conforme a opinio
cqmmumdospovos civibsad^, pide por
circunstancias eventu pissar ao Estrangeiro, deixandohura va-
cuo na circulaco ; porqoe relorquindo
st objecr,io fortuita, e excepcional, di-
rei queem regra geral se qualquer da-
nuallss metaes, a mesma prata por ex-
emplo, foroonhada com ora valor exa-
gerado era relicto lo ouro, semelhiDtes
moedas nao lenS outra garanta ao seu
valor addicionado ticticioae rilo dilfi-
culdade do*feitio ou cunho; Ora estadi-
fculdade sendo nulla para os artistas da
Europa e da America, segae-se, que tal
medida abrir' huma entrada ftanca
rnoeda falca de prata que levanda-oos o
onro deixara' hum moito maiorvacnodo
taque aquel le qne pertendiamos evitar. Aa
lerriveie contequencias com que lucamos
de exageraco no valor de nossos ennhos
de cobre", ja nos devem ter desengaad
qae olo se podem chamar as comas sa-
nio pelo seu nome, que em sentido al-
gum se Falta impunimentea verdade : co
mo pois aPRi mar que vale cinco aqoillo 'q'
todo mando sabe valer quatro ? Alem de
que as moedas da troco*, ou metaes su-
balternos ronstituindo regularmente a
propriedade dos Pobres, he de rigorosa j n-
tica que elles nfo sejio defraudados em
seu mtaquinho patrimonio como osera5
ueressariamente se seus poucos haveres
con>tarem de valores ficticios.
Decretado, e estabelacido de factp hnm
perfeito i-tema monetario, trate-se de o
fa^er entrar erTectivamente na circula-
rlo sabstituindo gradualmente a nossa
rnoeda papal al a total ou parcial extin-
cr-o desta conforme as circunstancias qae
occorrerem.
He ham faci huma verdade. reoonhe-
cida por todos, que era toda a parte on-
de ci reala papel moerla islo he, papel
de crdito nio realsaval avista, em es-
pecie de metaes prerioi-os, fodos o< pa
gmenlos se fasem neita moeda papel ; e
seja qnal for a abundancia ou e-cacei da
metaes praeioso.% nio hepossivel estabele-
cer o curso espontaneo das moeds desses
metaes. Este facto que a experiencia de
todos os povostem recoohecido, he bo-
ma consequencia neoessaria da verdade, e
n.ituresa das couzas. Corn-effeito, qual-
qqjr q'sejao cradifo de urna moeda papel,
nao rjalisavel vista, em todo o caso essa
rxioada, as melbores circunstancias pos-
siveis, nio offereee mais do que huma p o-
messa futura, de cujo cuanpiimento se
nio duvida :. com ludo quem no mondo
bavera' que ficando ao sen arbitrio, nao
prefira a ealidade fizira probsbilidade ?
Ninguem. Logo em quanta existir papel
moeda na circolacis, sejiqual fer aabun-
dancia dos metaes preciosos (mesraifcu-
nhados na nossa cas da moeda) nanea es-
tes metaes entraran espontneamente na
circo lacio.
He porem preciso que en trem na circu-
larlo os metaes preciosos ennhados con-
forme bum perfeito sistema monetario ; o
q' a porpocio de sua matsa em giro, se va
lecolhendo extingoindo o actaal papel
moeda. Esta marcha, esto resultado nao
te pode obter e no fasendo gbrigada a
MUTILADO
circulacio dosmetae< preciosos. Peral-
to forcoMO he quea publica admioistraco
d o exemplo, sendo a pryneira que se irn-
ponha, por Lei geral, obrigaco de fa-
zer os seus pegamentos tanto em Notas
do papej moeda, tanto em moeda de eu-
ro o prata, segundo o sistema moneta-
rio qae ior deeietsdi, e receber na mes-
ma proporclo os pagamentos qae e lhe
fizerem as EstaeSes Pnblieaa : sta me-
dida e a eraUsi de pequenss moedas de
prata, sendo obrigado o seu curso nos pe-
qnenop pagamentos de too res at t$:>oo
res, estou que muito melhoraria, aa# nos-
sas actuaos circunstancias.
Par habelitar o Thesoaro publico a
faier destemodo os seos pagamente, he
indispeosavel que haja em seos Cofres
hum saldo em Notas de papel moe-
da actaal, do qusl di-ponha matado pa-
ra a compra de roetaea preciosos
e me-
tad para aoiqilar qoeimaodo-o em toda
a publicidade, &c. Suppondo por ex-
tmplo que aqaelle saldo srja de done
mil cootos de ria por aono, que os mil
empregados na compra dos metaes pro-
dura ao cambio aeloal de3i dioheiro por
1$ veis, 717 conloa de res do padrio de
2#500 reia por oitava de ouro, eotrandi
ates na circulacio, a rnas*aeral do papel
moeda fica -diminuida dosm 1 coatosquei
rnados (porque osoutros mil empega-
dos na compra dos metaes na circulado
fie.6) e os 717 casaos em moeda preci a
snpnra o vacuo daquellos extinctos m
contos, revertendo ao Theaouro Publico
nos subaequeoteB paRamentos aa Estacde*
Fiscae*. Establecida esta marcha que
evi lentamente diminue a mata do papel
moeda, augmentando a da circulacio
metalidb chegaro' nereiaarimente em
pouco tempo masa geral do meio cir-
culante ao potito do seu neeeasario equi-
librio com os valores teses que elle deve
lepresentar ; eut*o j no urgir' a ne-
ctsside la total extinecio do papel moeda
porque nesta hypotbea#, o seu valor se-
ra' necessariamente ao par da moeda me-
tlica ; e em qaanto o n.m for he por-
que ha mais do que convem a represen-
tacao dos valores reaes, ueste intuito lat-
s sentir a necessidade d. somma, que por
eicinplo apontei; mais maiores recursos
a6 tem prestado o nosso adqoerido ere*
dito? Seto mil contos para saptisfazer
a urgencia ate pagamento de Presas, o
crodito aoGeVerno part debelar a anatebia
em duas Provinciis |tem acbado incon-
vetaieotea quodo se lem tratado de reali-,
aar estas summas por meio do Crdito ?
Por CrMo na6 : nem estas operacSes tem
debilitado. Geralmette fallando sou de-
saffecto ao sistema de empr.stimos, ambo-
ra os preconisem os seus Advogados com
ludo por xcp95 de egt, cccastoei b,
PORTIDA 008 CORRRIOS.
01ij>da_Todi>t oa diaiao mel da.
Qoiana, Alhandra. Paraiba, Villa do Conde, aia-
m.agu.pe, Pilar, Real de S. Joo, Brejo dArea.
Rainha,1 ombal, Non de Soua.Cidade do Natal-
Villa de Ooianninha, e Nova da Prineeaa, Lidafle
da Fortalea, Villas do Aquirs, Mpnte mor mro.
Aracaty Caacavel, Cauind, Granja, Imperain
9. Bernardo, S. Joao do Principe, Sobrar, Novau.
ElRe, Ic, S. Matheo., Reacho dosaogne, a
Antonio do Jardim, Qneieramob.m. e ParnahiM
- Segunda Sextas f eir, ao meio da por va a
Paraiba. Santo anto- Todas ai quinta ''["*
meio da. Oaranlmna. e Boaito-uoa* da. 10 e 2*
de cada me. .0 meio di.- C.boXr.ah.em lo For<
mo.O, e Porto Calo- nos das 1, 11, e 91 de cada
mea-
e circunstancias, que os fasem necessarios,
e mesmo vaolajosos. O m-lboramento do
noaao meio circolant influe tanto na
prosperidede do Paiz, que ouzo acreditar
que oeste caso, a dova divida coocorra
mui efficazmeote para o alivio dos encar-
gos que sob o pa5. Depois de redo-
ndos a htm s ppel a circola9a5 Pro-
vincial (medida concorde em todas aa Me-
morias) afim de poder verificar-ie eaua
lagitimidade e prevenir ^anto possivel
a introdnc9a5 de Notas falsas, neohom
obstculo ou incoveoiente offereee ^ te-
lisaca deste plaoo. A *ua execussa in
combida a Adminis'.racab da Fasenda ,
icntfa independente dessas Juntas proje-
ctadas, na5 pode traser os males, que to
afigura infundadamente. Seinalhantes
Juntas independents saiiaS como hum.
especie de status io ttatu complicsnd
cada vexmaiso tuaquinismo do Gpverno,
e brindo largo campo a imputaces re
ciprocas, que s podem aagmenlar nova
confotaS em prejoiio da paz, e coc6aoca
Pblica.
*Na sinoplicidade em que se aprsenla es-
te plano, sua execoca na6 demanda nem
grandes calculo, nem* escripturacSes
complicadas, a que nao posa6 sapthlassr
os meemos ETpregadosactoaas, tanto no
Thesouro Publico, como naTheourarijs
das Provincias ; e poi que todas
estas Repa.ticbes |e>t ugeitaa
a dar contas a ambas as C.maras
Legwlativss as Comms&es competentes
toca o exame severro e isclic6 des-
sas eonta.
He um vicio de perniciosas conseqoen-
cis inspirar noospnilo do povo boma
desconfianga constante sobreatealdade da
AdministracsS, e dos Fancionarios pubb-
blicos : es-as Admi-tcacSes eses Foncio-
oarios pblicos, tambem tem como ob ma-
is Cidadaoa, huma icligiad : sa falt.6 a
a ella, aeja6 ponidos conforme as Leu
eegondo a gra*idade deseas crimesju-
dicialmente provados: mais em quaolo
laes orimes ou faltas se na5 ptovaS,
presumpcaS dev ersemprea seo favor;
isto na5 pelas rgras da boa moral, e
da Jstca, mas a' ptlas do bum a boa
pdflK, pra o melbor andarrento das
negocios Puhlicoa. Seria ham absurdo
revoltante o penear por via de regra,
que%Adminutraca6 Publica fose exclu-
sivamente compoata de homeos sem
terem probidade, quando pelo contia-
rioea6 essas Mqoslioade. que em guaea
circunstancias de prestimo oa recommen-
da para os seos einpregos.
Rata haaQDha omilde opinia5 a resp^i-
todo nosso meio circulante, obre o q.e
ocoverno jolg escotado recommendar
a vowa solicitad. ( Continuar-se- ha ).
iCCtMl



_.
ry.r'M
B W A M B U C O.
T
I

PEBNAMBCO.
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do diV a2 deJunho.
Olicio Ao Eim. Presidite, cora-
muo>cr*do-Hie hever dado as providencia,
que llie competa dar t>m vista do seo d"-
l> 11 ho de i7 dittfe ue* proferido em o re-
^ q -"i u*nio deGousalo Jo> Thoniat, Jo-
k Pedro Candido e outr<> todos resi-
dentes n." immediac5e dt ForUles de I-
tmara, a.
Poiiarie Ao Mejor Coramaodapte
do Bi"lb%7. de Cacedores olndtfdo
dar denudo o soldado Jo' Vieira di Sil-
va por lr completado o aeo egajetnan-
to cono voluntario e nao querer conti-
nuar toservico.
Di aS.
OIBcio Ao Etw. Presilente, re*
meitendo Iheo lequeritnen'o queS. M.
1. eDcaminbave o Mj>r Rafoi nado F. J.
da M. e Amorim suppriraodo o repara-
ment da inju-tica que ulgavater aoffVido
naI\toun.i que Ibe lora cancedda coro
meio c Ido, q .ando ja Ibe competa todo
o vencimiento de ana Patente por eso tai-
mis de a5 anooa de setTieo ao lempo em
qua ea uvera lugar. Informando, que
ele mustrava peloi docomento que coro-
proravad sua exposeio que fo/e violen-
te.-, e ai biliariamente rebaix'do de Major.
e Reformado no Posto de Teuente em 18
da Outubro da 1829 contra di-pos coes
do Avai da 16 de l>sembro de 17o, 1 am
vendida de s>- Ur deixsdo ficar ne*ia Ca-
pital com o Governn Revolucionario da
1824. equeteudo tido como fot ultima-
mete julgada nulla a sua dila Reforma
pelaCoroicaS que oGoverno mandara cri-
ar ne ta Piovitvia am virarte do D. de
3deSeterabro dei83i para coohecerda
legalidad* das Proposlas anteiiores fore o
Supplicule%m raitiluido ao seo Posto
de iVlajor a que anteriormente havia -ido
llevado obleado depois a Imperial Coa
firmac-a pela Resolucafide 18 de Sttem- J
bro de i85 tomada ecn consulta do Con-
ceho Supiemo Mililac, como fasiaeeilo
pelos documentos sobnum que em tae^ casos contando ja a se lem-
po mais da 5 auno* de s-i vico prestados
inda no lempo de sua supoats piimtira
Reforma invl dada pelas rasSes dilai, pe-
dia po> mi tndemnisacab do meioseoleos
que Ibe ficara periencendo par Le. Que
prateor-i do Supplicante era ao seo ver
fun'lamentada .depondo muito a favor'
do tua istias o exemplo dado na peasoa
do A lleras A. F. de Miren la, mui prin-
cipalmente quando no seo requerimenlo
ao pedia Ihe fosse contada aRefoima pela
data cu -eo ultimo despacho alo Major,,
i) .1 a poder ler o sold de sua Patente,
jue o j alga va com direito vistoa impar-
cial justica, e benevolencia, que oGo-
terno liaba tido coro outroa em cago* laes.
Dito Ao inesiuo Etm. S<". rea-
p mdendo ao seocfEciode 16, o daodo as
inf'oi iiucis qua pedia a cica dos olKcaea
Avalaos, que eatavad as circontancias
de serem nomeados instructores, esim
como a 1 esperto de algum offi'*iaes *b> 7*
Batdllua, iueuciooaoo ero seo dito offi-
cio.
ThEORARIA PBOvINCIa.
EDITaL.
Domingos Mataquia da Afluior Rres Fer-
eira Director da^siigbatord subs-
lituiclo das Ntasete.
Fas nuvaracute saber que AO da ultimo
de Agosto prximo devti fiader-a* o troco
dos conhecirnentoa sedles eos circula-
ca5 pelas notas do boto padfa6 e os que
na5 viarem fe ser o referido trod rio pt*0
marcado perderlo des por cento por cada
mes de demora roaforme determina o
Decreto de 4 de Novembro de i835.
Directora li de Junho de |g37.
Domingo Malaquita d'Agniar Prea Fer-
reira.
MRSA USB D1T8R8A RBNDAf.
A pauta he* mesma do N. ia5.
DIVEKSAS REPARTrC*NS^
N *
TRIBUNAL DA RELAVAD.
Sesso de 17 de Juobo de i837.
Na Causa de Appellacio Civel do Juiso
de Direito doCivel desia Cid "le Escriro
Poslbumo, Appellaute D. Anna Mara
Jse de Mr lio por bi a como Tutora de
reo filbo Appellado Jlo Pinto jolgou-se
pela 1 oriliiuiatiu da S iiienca appelleda.
Os Embagos da Uomiogoa Rodrigue*
do Pafo oppostoa ao Iranxato da Seatenca
peleChuieelUria daJnio Antonio Climaco
na Cua de Appellagab Civel desle Cidadn
E crv#5 Bandtia ; fonS lerebidos ejul-
gdos provados, ecompelenu atca do
Autor Emb.
PRRFBITUR*.
Parte do lia a4 de Junho. c
Illm. e Evm. Sr. Des partes e-
ctbidas consta que lora6 presos a eninha
ordem e tivereb destino : Ignacio J'-se ,
Faustino Ribeiro e Catharina da Los,
pardos, entregues por um soldado do Cor-
pa Policial, por estarem em desordem
alias do Cellabouco velho ; Luis, crioulo,
escra vn do Fornecedor dos presos remet-
tido pelo Cammandante de um Patrulba
de G. N., por ter sido encontrado em
contravenan das orden ; e Pedro, preto,
e-cravo da Becuerdiao de Rocha, ramet-
tido pelo Ct-mmendante deoutra-Patrolha
do-Polica do ditlricto do Sacramento de
S. Antonio, por ter insultado a mesma
Patrullen.
Nada mais consta
Dos Guarde a V. Esa. Prefaiturs da
carnerea do Rocife asVde Juobo de 1837.
Illm. (Eko. Sr. Vicente Thomss Pires
de Figoeiredo Gameigo Presidente da
Provincia. Fiancisco Antonio de Sa,
'iaj1 eio, Prefeilo dota Commacn.
Dia 25.
Illm. e Fxm. Sr. Participo e V. Ese.
que foi\5 presos a minha ord-m e tive-
rao deslino: Domingos JosjFerreira, per-
do, remettido pelo Commandante de G.
da Cadeia, por induiir n'ella bebidas espi-
rituosas esas contravenca5 das ordena
respeito ; Francisco, preto, escravo de D.
Maria Pires, entiegoepor um. soldado de
Polica, por insulto; Mara Getrudet, par-
da, lemetlida pelo Sob Prfito de Fre-
gucsia dos AlFogados, por fui toda roupa ;
Antonio Francisco do Santos branca ,
inaiujo de tripulic da Encuna Victoria,
remettido pelo Oiral da 1." rendada
Polica, por que'er lineara urna mulher ;
e Joa6CfieUno, brenco, italiano, remet
tido pelo Comroendanleda 1." Patrnlhn
dodiatricto da Madre de Ceos, por Ibe
ter sido apprehendMo um ferro, catando
elle eabiiagario.
Na6 occorreo mais nnvidade.
DeosGoerde t V. Ex. Prefeitora ds
Comarca do Recife a5 de Junho de 1837.
Illm. e Exm. ftenhor Vicente Tho-
sriai Pires de Figueredo Camargo, Pre-
sidente da Provincia Francisro Antonio
de Sa'Brrelo, Prefeitoda Comarca.
EDlTAL.
RoJo' Jos5 Baiata de Almvide, F'scel
do B.ii ro de-S. Antonio do Recife etc.
Fat saberaosSrs. Boticarios, q ie nao
porteril sahir da soas B tticat, dexiudo
n< lias menino 00 negro e isto cootra
i> 1. do Til. 2. da Posturas Moni v
cipes, derendoem tal caso ou feixa-
iin as referidas Boticas quando saliirem
a negacr>, ou a pausen, ou
deixarem
nelI"holi'-ariosexaminados na forma das
roeatne Pobturee ; e e ira de que cessa
hum to pernicioso abuso o memio
p.scal publica o-pre*cnte pela imprensa e
no tgate- publico* do dito Barrio.
Bairre de S. Antonio do Recife a2 de
Junho de i837. Eu Francisco Amaocio
Mai'tins o escrevi..
Rodolfo Joa Barata de Alraeida.
Diseorso pronunciado pela CommissaS da
Cmara dos Sors. Deputsdes em res
posts Falla do Tbrono.
Senbor: Encarregados pela Camera
dos Depntsdos de agradecer e V. M. I.
a solemne abertura da presente Ses5 or-
dinaria da AssembleaGeraf,he nosto pri-
meiro de ver expiimir-mosoa sentimen-
tos de emor e rvspeito, qne e Cmara
consagra 'Augusta Peasoa do Monarca
Brasileiro ; e os fervorosos votos que fax
Divina Providencie, para qua consoli-
de cade- Tex mais o Tbiooo Imperial ;
garanta indspensavel da pro-periedadea
libeedade do Brasil. .
Se a poca, Senbor, da reuniaS do
Corpo Legistativabe sempse ecperenotiM
para a NacaS he poraueteconhece elle,
qne so' de mutus e lega! cooperaga^ dos
Paderes Polticos pode provir elfioas re-
medio aos males qne aUligom ; e este 00-
opertc e C-mara dos Depotados te [ea-
roerai em presta-fe aos Ministro/ de V.
Magesiada Irapei^l, se guiados anicamen-
te polos interess/s e neo ^aidades do Pas ,
proc-urarem aesira rnanter e harmona e
conBanee entre os difidentes Poderes do
E regular dos Gpvet nos Representativos.
A Cmara se congratula com V. Ma-
gestade Imperial pela cortesa q* Ihe d de
que as nossas relafoena oom as Potencias
E-trangsiras continuiS asar cultivada*
como d'antes ; e espera com satisfaced q'
o Governo de Vi.s-a Megestade Imperial
perpetuar este feliz estado de pat exter-
na mentando a bia harmona com essas
Potencias, seno quebr dos interesses e di-
gnidade do Brasil.
A Cmara dos Deputsdos poretn deplo-
ra que o estado interior do Pas nao em-
presente aioda hum aspecto satisfactorio ;
poisse de bum lado Ihe be grato saber,
que o Para leconhece boje e Governo le-
gal ; por outra parle lamenta que con-
tinu o Rio Grande do Sol a soffrer as
calamidad- s da Guerra civil que o desoa;
e que se tenhso sssim frustado as espe-
ranfae da Asamblea Geral qrtando con-
cedeo ao Ministerio os meios c faculdade
que Ihe forao pedidos .para a pacificaea
dests Provincia.
A Cmara bem penetrada da alta im-
porta neie da oniaSdo Brasil, dar aollici-
ta atteocafi s medidas necesarias pare
restabelerer completamente e consolidar
a tranquihdade e seguroga publica na
duas extremidades do Imperio.
A comm"Ca6 violenta qne se Breo o en-
no passado a Provinca de Sergpe, cujos
efleilos einda se lastra sentir, |he mais
hum desdes attenUdos cootra a ordem
publica, qne t6 profoudamenteaffligetn
todos os amigos da nosse prospe idade.
Pjjsa a experiencia dos mos resultados q'
acompsnhaS seroelhante motivos acal-
mar em fim as psxoens funestas que Ibes
cia origem ; tomando eada ves mais e-
vidente que m ha pn e verdadera
liberdade sem religioso retpeito autboii-
dade das Lei*
NaA he menos doloro a Senbor, para
os Debutarlos do Brasil a coran, un capa 5
qne Vossa Magestade Imperial se dignou de
faxer Ihes qu as outra Provincias se
soffi e gerelmente falta de seguranza indi-
dual ; e que san5 pode aBaocara conli-
nuac5 da tranqnilidade publica, em
quanto esta sead firmar as base de urna
Leg-lasa aprop iada. E cora quanto a
Cmara eslea convencida, de que a e Juca
cao moral e religiosa e osroustarneses-
forcos d'huma administracaS rllustrada,
que se dei ija nicamente pelos principio
do bem publico devero poderosamente
concorrer para consolidac*5 da ordem e
trtnquilidede do Imperio nem por isso
deixe ella de recoohecer a conveniencia
de Leu accemmodadas s necessidadee do
Pas; e tomara em mu seria considera-
:a as Piopostas que Ihe forem fetee pe-
o Governo, sobre semelhante objecto'
A ('amarase regosija com o erase men-
t das Rendas publicas ; porque elle al-
icata o augmento da riquess Nacional e
aprsenla aos amigos do Brasil a tisonha
prespectiva d'hum eslado de ordem e de
pat, cimentado pelo espirito deCommer-
ci e da I'idostria.
As provincias sobre o meio circulante,
/ que o Governo de Vos:a Magestade Impe-
rial redama en volve as mais graves quei-
toens sobre a materia ; e por isso e Cma-
ra dar escrupulosa attenca s Propos-
las qua Iba forem feitas pelos Ministros de
Vos>a Magealade Imperial, os quaes de-
vem estar mais do que ella habilitados pe-
ra iniciar es medidas convenientes sobre
ta importante assumpto.
Finalmente Seohor Cmara dos
Deputado examinando os Relator ios dos
diflerentes Ministerios; se eslorcar por
desempenhar asaltas funecoens de que se
echa revestida do modo mais convenien-
te eos uteresse do Brasil, e rstabilidsde
de nossas lnstituiccjoens, e do Tbrono
Impacial.
Paco da Cmaro dos Deputadoe em 27
de Maio de 180*7. Francisco de Seuee mc-
tios.
Reposta do Regente, era Nome de Sai
Magestade o Imperador.
Como detejo a prosperidade do Brasil;
como sou obrigado aguiar-mo pela Goni-
tituieao do Imperio, nao posso concordar
com o principio emittido no 2. periodo
deeta Resposta : pelo contrario trabaiha-
rei para q o Governo preste a mais franca,
activa, e leal cooperaca Camera dos Srs.
Deputsdos tero me embarazar com ose-
leroentos'do que ella se compoem todes
as vetes que os iuteresses e as neeei>
dades da Necio o ex-gii em.
Em quautoas promesas, que acabo de
ouvir muito estimarei que 4eta vez ellas
se realisem.
Este discurso do Regente um singuur
acootecimeto na vida publica do Brasil;
Dio fcil definir a iropresea5 q' elle pru-
dueio e devis produsir nos espiritos.
Os Ministros econselharam sem du vida
ai palavree extraordinaiias de S. Exc.,
mais iufelismente ellas ua5 podem ler o
carcter official de urna producca siiuis-
teiial. E' isto um mansl inmenso por
que forca a I ro prensa ou a colloca na ri-
gorosa e triste aecessidade de entrar dir^
clamante em controversia com o Exc. Re-
gente. Nos paisas Censlttueionaes o
Poder irresponaavel evita com cuidado
toda a manileataca de principios ou de
critica que possa ler seriaa consequtncias
sempre que se trata de discursos, e actos
ufo suscepti veis de, ser referendados, e
nem considerados como obra da Ministe-
rio. Este compot lamento a condict
pratica da rresponabildade do Poder;
sem elle a ficcab Constitucional seria ab-
surda. Si o Peder tranicende esta linba
si interven) nos debates polticos directa-
mente e sem a iotei ferencia dos Ministros
responsaveis, ent-5 o sy tema representa-
tivo est falsifiliado e o Poder irrespoosa-
vel ex posto sos resultado da sil uafaS,
que escolbjet. O diacutso do illoslre Be-
gente rt^ulacio da Cmara m& foili-
do, como de ajso nos outios Governo?,
mas sim improvisado o que anda mais
contribue e dar o carcter de iadividuali.
dade eos principios n'elle co'midoa. De-
ploremos com sincero pesar que Com-
iniss5 recbemesimlbaute 1 esposta. El-
la parece-no um sonbo fugitivo; entre-
tente urna lealidade, e una triste reali-
dade. Apiar de tudo, contin aremos a
respeitsr a linba legal que se quit romper.
O Governo ni o quero 2.* psiiodo da
resposts falla dolhiooo. Eoliatento el-
se periodo o syiteraa constitucional todo
intero ; a repetidlo dos principios mu
simples que se deparam na primeira e
derrsdeira follia de qoalquer carlilha de
direito publico ; a xprtsslo do fim pe-
ra o,ue o Brasil desde de i5 annos atreves
da< revolucoens com taols e-foi c;os e sa-
crificios. A Inte, que n'este momento
tem lugar enlre o Poder e a Camera dos
Deputados, a lucia entre os i uteresse,
do svsteme representativo, e o capricho q'
se obstine ; a lucia entre as necessidedes
constitucionaes do arbitrario do outro la-
do. A situae5 perigosa mes km
vantegem de aer simple e clara : as duas
tendencias te discriminan) dUtinctamente: _
urna caminha a sustentar o rgimen con- *
tilucionalem prove.to do pait, outra
iene)lii-o em proveilo do Poder.
Dous principios do rgimen con-tilurio-
nsl, simples, obsios e inconteslaveis
constituem o periodo ,'a Falla em que se
ua5 tsi de accordo : um, que. so da ilu-
. f


BUHO DK FI1NAMIUCO
1
lu e leal oo o paraca 5 dos Podsrss pode
provir o efficaz remedio aos nossos mile;
outro, que a Cmara prestar casa coope-
raca aos Ministros, se guiados unicanien-
te pelos inlsresses a necesidades do paiz ,
procuraren raanter a barmooia e confi-
anca entre os Podares do'Estado, xas o
Goveroo ua admitte estes principios', ou
101 outros termos naSjulge neceasariaa
mutua cooperica dos Poderes para salvar
o p*,iz e nena ta5 pouro concede Cma-
ra o direilo de recusar cooperabas aos m -
tiisiros quaodo mesmo ellos se nao guiem
pelos i ulereases da naea6. E para lamen-
tar que se nao procura** ao manos cal-
var asapparencias, e distarcar esta pensa-
ras oto 5 que pelo contrarise menospre-
s*Hi>e com urna especie do rynismo incoo*
c< buel os resguardos devidos rasio
publica eaos representantes do Brasil.
Eaibora oa Ministros se levantem cima das
leia embora usrpenlas attiibuicoens le-
gstiras, embora ataqaem golpea dea-
riele os poutos fundameutaes da Constitoi-
c6 d Estado qae garante a liberdade
da imprense a liberdade das eleicoens,
a independencia jodiciaria embora se
mosti eas iobabeis e impotan tes para salvar
iotegridade do Impe io; nada d'isto im-
porta ; oa6 pernal tido a Cmara o di-
reito de possnir ama co'nsciencis e reg-
a5 poltica j ella deve prestar oseo appo-
io a esses meamos Ministros.
Eis o priucipio peremptorio do oovsr-
no ; preciso que a Cmara seja uin me-
ro instrumento de governo, como o Di-
vn de Constantiuopla ama simples
maquina legislativa. E si por acaso a C-
mara nio quer Irahir o mandado dos seos
commiitentes os interesses do paiz si
elle ousa ter ama consciencia si o usa vl-
lar sobre o deposito dos destinos pblicos
exigiudo urna previa decslracaS de piin-
cipios dos Ministros,entad Cmara tra-
tada pelo Poder com urna brutalidade stm
igual nos fastos parlamentare*.
O espaco falla-nos; no prximo uo-
, mero vol taremos ao extraordinario discur-
so do Regente.
(Jorral dos Dbales. )
VARIEDADES.
A Voz do Profeta.
Continuado do N. i32.
VI.
O Sonbo de Lbeidade, o sonbo da
minha juventde, ata foote da poesa e de
a cebes generosas, con verteo-se para mim
u'hum pes dlo cansado.
D goo ora o povo de coropaixao quando
eslava em ferros por bom feito se tinba
tnti e almas puraso afrontar sa o homem
com a moi te pela aWaqa dos seus setne-
Ihantes.
P erque subindo ao patbulo ou expi-
rando entre o tirondo das armas, pro-
media hum grito de esperance ao que la-
necia ai lagrimas e ae heneaos dos vindoa -
ro, e que algum diflt y prestes ae planta-
rii5 oa trra que luebebesse o tangue.
Mas isto era erar as virtudes de plebe
immoral ; icto ere apenas ba sonbo e
a e'peranca menta
A corrupca stava no amago daa exil-
tsncias. A ar/ore da vida soci.l careo*
ouio-a a >ervida : cumpria que as tem -
peitsdes polticas a den ubissem que os
vermes da sociedade Iba roessem o desli-
ztssem os troncos.
este vermes saS os homens da plebe ,
que inceasaote trabalba na grande obra da
publica de*traica6.
Almas vi tuo-as, que nos pases anda
esct'vos preparis no silencio a queda dos
(fennos, n.b appiessei* o grande da da
laanoipacad popular.
Porque nesse mesme momento seris a-
maldicoad ,s pelo* que salvaste* e cubar -
tos de lodo e injurias sabereis que a ple-
be lance em peucas horas msis crimes na
batanea daelsrna justica do que os tyran-
ooi ah lia laucado por scalos.
Vil.
Certo da o Conde de Abranches eotrava
nos Pafos de Afioaao Qaioto e o corte-
zas cal urania v sera pudor o bam Du-
que de Coimbra, o salvador d repblica.
E o Conde Ibes disse ; ments como
desloaos: o os m el bares tres de vos prova-
lo-hei lance e espada: innocente e jus-
to ba o mu nobre hlho de meo Senbor
Re D. Ioa8 de excellente memoria.
E singuen ousou responder ao velho oa*
valleiro da Garrotes; porque bem sabiafi q'
a sna consciencia era pura eo au mon-
tante pesado.
D'abi a algons diss elle provoo o dicto.
Na bstalba da Aif.rroubeira obra, bom
montab de cadveres cabio dafendendo
a innocencia bom nomo do seu desventu-
rado amigo.
Onde estaveb os do valente Capitab da
nova Dio, do Rei Soldado da Patria, quan-
do plebe nomeio da praca publica sen-
tada noteu tcVooode lodo, manda va der-
rocar as lea, as recordarles e a gloria d*
buma naceb inteira ?
Onde estavao os amigos de D. Podro ,
quando a memoria do granle Homem era
amaldicoaHa na coodemnaga6 da sus obra,
quando sobre as anas cintas a dis*oIu$a5
cuspia escrneos, quando a liberdade mor-
ra mos da licenca popular ?
Quera ae orgueu seguro em boa cons-
ciencia para tancareluva emdefesa da jus-
tica e dixer plebe : t 6* desleal
mente* ?
Nnguem todas as espadas ficarlo em
bainhadao. Em Portugal ja nio ha hura
Cavalleico. Na batalba de Alforroubeira
morree o Conde de Abranchas e a sua
espada foi sepultada cora elle.
VIII.
Qaando os rei se asscntavab em thro-
nos de ferro qaando a lisonja os rodaava
de prestigioa e o terror estava assentado
s portas dos reos palacios era bello e ge-
neroso affrontar-seo homem com a tyran*
oiae menoscabar as dores dos supplicios.
Enta ere ousado o propheta qaando
nos pacos de Baltbazar lia nos maros,
escripias pela mi de Dos, palavras de
condemnaesO.
Eotio dro sublimes os martyres, qaan-
do persnte os Cesares davio teatemunho do
evangelbo e escarnecen do doaaperalbos de
morte, se deitavab tranquillamente sobre
a cruz da agona.
Era bello ouvir o poata de Florenca tro-
vejar contra a prostituta Ruma, denunciar
ao mundo a corrupca e os crines dos
pontfice doTibre, e comer no desterro
hum pi eivado de Isgrimas e esmolado
por eetranhos.
Era bello quando, nos, asseotsdos so-
bre os gelos do Norte, -audavamos do des-
terro a trra que noa deo o berco, e *-
nnamos fracos pelo num-ro ,ynas fortes
de coracio, laocar nossa espada na batan-
ea da Providencia onde a tyraonia tinba
tamhem lancado a sua.
Todo isto era bello e generoso porque
entio os pequeos gemiio oppresscs de*
baixo dos e* dos grandes e ao homem
justo incumba faser reitoar na trra a vot
da terna justica o grito da liberdade :
Mas boje que a plebe reina e como v-
ragem immeasa atncaca tragar a viitude,
o liberdade a justica e todas as recor-
Uc8e santas do passido para o homem
de boa consciencia sa-lo-hs tambem a
morrer.
S-i-lo ha o brader 00 meio das turbas
desenfreadas e entornar sobre ellas a
ma Id icio, que Dos confiou em todos os
scalos aos labios do innocente e virttroio.
Se-lo ba chegsr aos tnbooos populares,
apontar-lbes para o Cao e depoia para os
infernos e apresentar a cabeca ao culel-
lo dos Helores.
IX.
Povo, hojees tu qaem impe a e ab-
soluto he o teo poder: porque te dizas u-
nica foniedelle.
Toma pois em tassmlosa vara do ma-
gistrado e santa-te huma vex msis no tee
tlnono amassado com sangue e p6.
Santa-te e vem julgsr-nos : a ni que
t maldises e toa tribunos eos instiga*
dores da revolta que cobres de amor e
bencios.
Porque isto dit o Senhor Dos: se a
plebe julgar com justica, a plebe aiuda
ser salva.
Descae lerojr da tus viiiganqj sobra 9
ooracab do aae te hoaver offenddo ; vol-
?aS-se nop as frontes onde t achares es-
tampado o ferrete do. crime.
- Recorre es accSes da nossa vida recor-
re as obras pssssdas das vidas dos teus tri-
bunos e por preso do perdaS de Dos ,
joiga nos cora justica.
Quando t jezias na servida o os gri-
Ihoes incarnando-se te nos ps e nos
pulsos te rosavao pelos seos peleijava-
mos nos per te salvar. derramavames o
nosso sangue por ti.
Por ti vamos o airnao e o amigo morder
o p dos campos de batalha, ecalavamos;
sentiamo-nos descabir de fome, e na6 sol*
tavamos hum que>xume.
Poique guarda vames osis para o silen-
cio das trevas. Soldados da patria usa-
ramos acaso queixar-nos diante da luz do
Sol?
E elles que fasia em quanto as nossas
noitecerio veladaa debaixo de hum oeode
erro e fogo em quanto oa nossos das se
fonsamo entre o sibjlar dos pslooros ?
Elles? 'Nos lupanares e tabernas de
paizes estrsnhos fo'gavio nos banquetes
da embriaguez, reclinavaS-se no leitoda
prostituidlo.
Elles? Cubrilo-nos de insultos, cha-
mavao loucura e vadade nossa nobre oa-
ssdia e rilo se do juramento que fasia-
raos de morrer ou dar a liberdade a nossos
irmf>s.
Elles ? Buseavio por todas as vas se*
meara eitani e os odios, demnar no*sa
causa sancta, o faxer-nos perecer debaixo
das ruinas de hama eidade illaslre.
Eis o que elles fiserio em proveito dd
patrie. No meio do foro diante de teo
tribunal terrivel, descubro quem o ousar
o paito e mostr a cont ss cicatres das
feridas que recebeo pela salvacaS da Rep-
blica.
Hum s detles es mostrar ; porque es-
se foi valente e amigo.da vrtade. Aojo de
laz, porque te despenbaste no inferno ?
A historia escrevia o toa norae na pagi-
na das bencios: t mesmo o riscaste, e o
foste escrever na pagina das maldicdes....
-
aeeaoeo*
( Coolinuer-se-b. )
ai
Lisboa 6 de Mao de 1837.
Algodio d Pernambuco
Couros salgados.......
Ipicacuanha..........
Melaco, Almude......
Asm ar baanco.......
Dito Masca vado......
Agua-ardente........
Meio* de sola........
Cuifre*------.........
Vaquetas,..........
Faiiuha de mandioca
aOO a 190 a .
80 a 90 a
600
i&OOOai&xOO
a,200 a a50 a
1,580 1,600
44 000 Pipa.
130 a O a f.
3o,000 a Sof ni-
i,2oo a i,4jo
5oo a 6jo o Alq.
CAMBIOS.
Londres.........
ADSterdam......
Httnburgo,.......
Genova. ........
Trieste..........
i flfli t.#eoeeee
Pecas de 64o-
Oncas Hes(.soblas
(Juro em barras...
Pesos Hespanhss..
PatacSas Brasileiros
Ditos Mexicanos...
Piala em barra...
5o a 55 por 1000
44 1/- Por 4
40 i/a por 1000
515 por 3
45 por florim
525 por 3 bancos
7,7oo 7,700
l4,3ooa i4,4oo
5 a 23 1/2 poro/o
9jo a 910
860 a 87o
84o a 85o
a4 a 24 i/apor 0/0
( Folha Commercial do Lisboa. )
AVIZOS DIVEROSS.
Na roa da Penfaa D. 7 no prmeiro an-
dar esta estabelscido o cartorio das Hy-
potheces
yy No da Terca feira i7 do corrente
mes, tem contiuuacaa praca dos beos
pinboradosa Joaquim da Pencece Sjares
de Figueiredo e nella se ha de arr a ma-
tar o resto dos rne-mos bens qms sio es-
era vos de ambos os sexos, e de aiflerentes
idsdes 6 canoas abertss portas de coa-
tadinho de amarello aneadas de pedra
marmore duas moradas de casas gran-
des, estando ama por a acabar sitas uo
5
Monteiro, e urna otaria no mesmo laSar"
tjflaj Quem precisar de urna ama om
bastante Kta parda forra e com S
das de parida, dirh'a-se a ra das Aguas
verdes D. 36.
jqp Francisco Garca Chaves, com-
prou por ordem de Cosme Josa dos Santos
Calado, morador no Araeaty os meios
bilhetes|de nmeros 446o, 4461, 448**
4463, 4465, 4466, 44^7, 4468,4469 t as-
sim o fas certo. /
9> Quem precisar de do rapaz bra-
sileiiode io anuos do idade, sabe 1er
escrever, das contar dando fiador a sua
conducta para caixeiro, dirija-so a fora
do portas D- \Sg.
fjqp a abaixo assigoada Vio va do fal-
lecido Antonio Alves Das, faz scienta
aos Srs. credores do seu fallecido marido ,
compareci no dia 39 do corrente pelas
4 horas da tarde, na padaria da saazalln ,
para todos juntos se liquidaren) suas contas
no quo oaver. Clara Mara da Concoi-
caS.
j^a Dse ja se saber a morsdia do Sr.
Florenca Jos 13.pti.ta, para negocio do
seu inier-ese.
/a*r Offerece-se un rapaz brasileiro
que sabe ler, escrever, contar, e da .fia-
dor a sua conducta, para caixeiro; qaem
o precisar, dirija se a ras larga do Rosa*
rio D 5 ou annunce.
- qrfp Preciaa-se deal gar pretasou mu*
lequea ladinos que ssjso fiis para ven-
der na roa p.-gando-tf ia$000rs. por
mes; quem os tiver dirija-se a ra de Mur-
tas D. 65.
o/ajs Mr. Theard cabelereiro fran-
cs avisa ao respeitavel publico, que
mudoa a sua residencia para a ra nova
no primeiro andar do sobrado D. 16 em
que morou Mr. Ssnt-Martin ; onde tara
bem continua se a preparar chapeus para
Senhoras, do melbor gosto e ultima
moda dos quaes ja tem un grande sur-
timento.
9 Precisa se de alugar duas pretas;
que >eja6 fiis, p^ra venderem na ra ;
quem as tiver diiija se a ra d'O t'sD.47
VW A reqaerimento da Senhora U.
Catharina Francisca do Espirito Santo ,
se procedeu ao dia 10 do prssents mez
de Junho, peranteosSrs. Doator Juii do
Civel Navarro, Escrivio Reg procu-
rador da mrsma Seabora Felis Francis.
so da Souza Magalhics e Mestres de dif-
ferentes oiEcios, a vestoria e avaluado
das obras, que mande fszer no trapiche,
denominado da Companhia e no dia 14
do referido mez ja este acto de vestoria o
avaluaco havia desaparecido do cartorio
do mesmo Escrivio tafvez porque tudo
isso sahsie maito a meu favor; por tanto
qaem o achou ( se de proposito o nio fur-
tou )e o quiser entregar reeeber de grati-
ficacio cincoenta mil ris ; e se tiver pro-
va suficiente de qiial fosse o ladrio, o a
quiser igualmente apresentar ter maii
tem mil rs. ; deixaqdoao perspicaz juiso
do respeitavel publico, quaes os cmpli-
ces que pode ser de tal furto. Espera
pela reforma des e mesmo acto pars eotio.c
Jote Antonio dos Santos e Silva
t*s> Quem quiser alugar ou comprar
am negro de meia idade, dirijt-se a ra
da moeda n. 141, ou aonmncie.
VP Precisa-ss alujar uro preto serra-
dor; quem o tivar dirja-se a roa da praia
serrana junto ao tanque d'agoa.
tKjT Precisa-se da am preto cosinhero,
que seiba tratar do arranjo de am casa:
oe ra do Arago, beco de Joa Fraocis-
co casa que foi de psto.
fJQy* A pesss) que precisar de uro Ca-
pellio nesta praca dirija-se a e.ta Typo-
grafa.
s/9^ Quera prerssr de ura caixeiro
portugus pare venda ou oatra quafqaer
Occupaci annuncie.
VW P.ecisa-se deurn feitor que a-
teada de plantaces, podar o enxertar ,
que seja portugus oa estrangeiro, a
solteiro : no sobrado novo no principio do
aturro dos afibgados ao p do viveiro do
Mus.
jQaj Co Portagoez dejeja ser empre-
gado como caixeiro am algaraa casa
rio Commercio; tem algama pratica de
E-criptorio sofrivel letra escreve com
Ortografa, pode fszer qualquer despa-
cho na Alfandega e juntamente ser em-
pregado em cobraofas, para cojo fim*


_
s
4

DIARIO DE
PEEN
ii
A H, 8 U C O
!l
i
1
l
se proropiifica a dar llanca edooea e da
pessoas de conhecida probidade nesta pra-
ca : aquellas pessoas quo se quiserem lili*
Usar di sen pre&timo aJriia6-se ao arme-
2em dos Srs. Franca C., ra da cadeia
n. 59 ou annuncie.
e/y Como se deseja comprar urna es-
-crava donme Perpetua, Senboia '
Joanoa Mara do Carmo e pera nio ha*
ver eoa totopo algam duvida da-se o
^praso de deis diaspara quem direito av.-lla
ti ver o apresen lar.
ty JSo fim do mez de Nojembro p o-
xirao patssdo, desaparca da ra do
IVlaooel coco e casa D. 165 um menino
pardo forro de nome Joaquira Jos das
Virgens, com os sigasea seguintes: tero
de idade II anuos, gago tem uma da
peinas quebrada pela cau-lla, na qual
inostra b-.-m e igual da quebradura tem
es orelas um tanto grandes, cabellos cres-
pos; quem os adiar ou dalia (ver no-
ticii, queira por obezeqoio dirigir-se a
rfltsma casa que ser guuerosau.eute re-
compensado.
t^ Dez'ja-ss saber se nesta prega ,
existe, piocuradores, ou corre-ponden
tes, dos Sis. Manuel Antonio Ar Antonio Fianii-co Ateas,- ambos mora-
dores na Provincia dad Ai go-s; para ne
gocio de grande interesse: a p< ssoa que se
ici.r iin c*rregada enriuucie para ser
procurado ou diiija- Recife luja de lam las n. a3.
|03v* Qaem flrver um sitio perto desta
CiJade com boa casa de vmnda, que
o qneira arrendar anuncie.
y&F No dia 21 de Junho do torrente ,
mandando se ao assogue da Boa-vista
buscar carne por uma prea e esta levan-
do ura chapeo de sol de seda pieta por via
da chuva equando voltou a dita preta
foi rom ouiro chapeo de sol da panno ,1ro-
cado \ portento a peisoa qua o levou
por engao qoereodo restitoi-, pode en-
tiegar na ra velha na casa da Clirisluvio
Ferreira Vloreira que de oujo favor sei a u
hgado.
*y Mr. Guiot Jardinetro Florista
Francez roembro da sociedad* de Agri-
cullurade Pariz tem. honra de annunciar
ao respeitavel publico a sua ebegada de
Franc,* a isla pia tiraento de plantas exticas da Nova Ho-
landa do Cabo da B01 F.-pti. pea do
Japiu da Franca &o. ; e ni podando de
per si dar as variedades de todas as plantas,
a v ores, arboates Bulbos, smenles 8c.
contentar-se-ha de dar um pequeo embo-
co deates artigas ; elle tem um aurtimen-
to de uiai eiras, Pertiras, de tod*s as e-la-
qes, damasqueiros, aineixeiraa Gin-
gc'ras, Gioselbeiras de varias especies,
.Rostirs simples c dobradas, de muitas
qualidades a de differentes cores, uma col-
lecefo cariada de plantas Bulbos e mai
de oi'o centas qualidades de sedientes de
Floies raioonculas, anemonas de rnui-
tas qualidades c cores &c. e> fin um
grande surlimento de arbustos 0 at o
Cedi do monte Libanio da Virgina e
de Barmtida; as pessoas que desejarm
qualquer destas artigos podeiad se dir aoatterro d* Boa -vista casado Luii se
leiro e segeiro Francs que mais a miudo
ge lbe ouostrai as qualidades variabas de
to 'as as plantas e de sen entes de ortace.
p Arrenda-se lium sitio na Povoa-
cao i'.'S Afogadoa, com dous viveiros de
peixe, e fruloiras, e tem suficii ncia para
acomodar vinte e cinco vacas : quem o
pt-rtendtr va'a ra da Gloiia sob ado D.
33.
jry D:seja-so fallar a Joz Teixeira
Bj.-tos a negocio deseo interesse : na ra
da Cadeia do fieoife esa n. 48.
8^- A Snra. D. Aona Maria dos San-
tos Maria Candida dos Santos Antonia
Luduvoa des Santos, Luiz A/evtdo da
Silva e Claudio Azevedo daGu t, quei-
ra5 dirigir se a ra do Livramento venda
do Cardial parase lbe entregar urnas car-
tas vindas do Rodo Peixe.
jy Aloga se uma luja de tres portas ,
no lugar d >s 5 ponas com uma g armac'6 propria pam fasendas ou meu-
deit fu ro en vi dragados corridos por-
ta com coramoJos no intrior para familia,
com um grande quintal, boa cacimba ,
uma boa eitribiria para 4 cavallos quin-
tal lodo coberlo de lelha lbe o portaYj, cu-
ja caa por bum papel de trato do propri-
etario paga de aluguel 5,000 res por mez
adveite-ae,quealuga>ae a quem comprar
arrnaca a qual se da em cnta : quem
a pertender dirija-se ra da renha oitlo
do Lrvramento D. a'3. piimeiro andar.
COMPRAS.
Patnces Brasileiroa e Columnarios
por patai oes Mexicanos, detraz do Cor-
pa Santo, principio da ra da Cruz casa
D.67.
t3P* Uma Lgica de Coelbo: aunun-
cie.
i^k Um pa para Tipoia novo, ou
usa jo : quem -a tiver d rija-se a e>ta Ty-
p giafia.
jcy Uma cadeirinba da Babia, qne
nio seja multo rica : quem a tiver aunun
ci.
jtJav A arte de farmacia regulameoto
das Botcas,"ain^a que sefa utada ; na ra
do Queimado L). 5.
%&* Moeda de cobre testa lisa : na' ra
doQaeimtdo 7.
VENDAS.
Diverlirnento campestre, ou dasro
brimerito (U frle He cada pessoa que a
quier tirar; seguido da requerimentos
jocosos e uma parte da Mytulo( i* dos
Ueoses fabolosos, tanto quanto he neces
ssriu para insti ucio do leitor ; obra pro-
pt ia para oceupir a sociedade as noi'ei d
S. Joa6 e S. Pedro e &c. vende-sena
pra9a da Indepen'leot aloja de livios n.
3;e38. por6O
*/ Urna escrava criula de i4 armo,
de idade cose, e engemma liso '-'z
leuda ptima para servir de mucamba ,
aqualquer S;nhora d'e timacSo, por ser
honesta : na ra Oireilii sobrado D. 11 no
segundo andar ( onde tem botica I. Ne-
r> ) dan 6 asgboraa da manbi do meio
dia as 3 horas da tarde.
irjr- Uonuitante, uma agulba de mar-
rar e oito mappis que bio da costa da
Afica quarterio inteiio e do niedterranio
e das Unas tudo por p-.eco commodo :
na ra d<> Cabug toja da miudess jun-
io ao doSr. U.ndtM'd.
%Cjv* Uma can< que pode conduzr de 5 a 6 pessoas, ja
ufada : na ra da Cruz D. a.
9 Um ctbra moco bom para pa-
Koru e carreiro i no Arsenal de Guerras
lal'ar rom o por leiro.
1^1> Trcsescravoa, umngro, e duas
u gias; o negio tem 18 annos, as negras uno
iam uei ooIm aa aonos: no be.co do
peixe lato D. 4.
fresco ero libros, e as lavas j na ra
da Vlodre de L). os, botica defronte da
Igreja.
f^e Um canoa de carreira qUe con-
duz tres pessaa com 1n palmos de com
prido : uva fara de pprtas venda defron
te do l'eco largo n. 2i.
t^pk Uma venia com poucos fundos ,
a diuheiru OU apra o; no b codo Peixe fii-
toD. 3: na westaa.
yftf Umescravode naci angola : na
ra do Gollegiu, loja de miudesas de Fian
cisco Garca Chaves, dir quem o vende.
9" Tres caixilhos para janellas, e
dois para alcoba com as competentes ban-
deiras: na ra da viracio em casa do ua*r-
ciueiro Francisco Jos da Silva.
ejry Um escrava de 18 naos de idade,
cesiaha cugomina co>e e faz todo o
sei vico de um casa : ua ra do fogo D. 11.
ejoy* Por pe;o commodo um farda-
menio completo para Interior de G. N. :
ua. ra nova L). 2a.
WW Ancoretas de azeitonas do porto
a i$000 caixa. de passas de 6 libras e de
i% ditas com traques alio cada carta ,
farnba de Maranbo a 12O a libra e em
porco 100 rs. barricas de assucar m^s-
cavado e lodosos mais gneros que per-
lence a venda p>r prego commodo e
tambsm se vende por dinheiro testa lisa ,
conforme o ajuste : na venda do beco do
Trem D. 4i.
8^ Um mulequecrioulo de 18 annos
de idade com principio de cosiuheiro : a
l'.ll.ir como Destrbuidor desto Diario em
Olinda.
Chpeos de pilialn para srnboras
e menio*s fivelles abertas de muito bom
gosto : na'fu nova D. 22.
f> Urna escrava moca de boa figura ,
sabecoer, faZer renda ecosiahar : atraz
da Matriz da Boa-vista no segundo sobra-
do quera vida Matriz.
> Superior bixas do porlo, glandes
e pequeas caixinh'is com marmelada de
Minas, presunto portuguez paies n-
goijas cbicolate,queijos londrioos, cb
Isaon em.caixa de a libras tudo de boa
quali Jadee preco commodo: do atierro
da Boa-viste D. i9.
a/y Uma propiiedade de larra* na.cur
curana, povoa'cfo ;de N. S. do Loureto ,
qoefoi doMlecito Automo Ribeiro Mo-
rena com rotii legoa de coropiu'o e 5
quaitode roela legua de l*^ura com 5
sitios de coque ros, uma fui-Bid*vel nvtta
00 centro da dita um escude de peixe
de agoa doce, bastantes trras de a nlan-
tjces: a fallar com Maximano Rib/iro
Mari ira, ua ra doJardim ao 6ahir na
forlalasa. ,
ajqaae Uro escravo, bom boairo e pa-
ra todo o aervico : na ra do Vigario nu-
mero 16.
ara Uma escrivania da duas faces com
os seos competentes mooxds outra dita
pequea de uma ro face duaa mesas de
amai ello um armsrie de vidro de guar-
dar papis duas cancellas 4 oradores
de asacar i louca da Bahia, enchadas do
porto feixaduras dito grandes moians ,
pequeas, nm cevaleitede pau de b>tar
selim fivellas para salim um meio bal-
do duas pipas um espemo douradb
com- a sua competente mesa dourada ,
uma pedra de marmore ferragens de eo-
genho tambores de ferros, eguilhSes de
varar di tns dos lados, oanetas de broa-
zea, cedeiras de Jacaranda', um eogenho
de tirar| agoa com rauita fadlidade a 4
mappas Geogrficos: na roa da moeda
n.' i4i.
d^. Taboadodepinho dfetodaa as lar-
guras e coraprimeutos para assoalho e por-
tas a prego muito commodo 5 assim como
um pouco de refuga : no armasern do be
co largo do. fallecido Bente Jo3*jda Gosta.
a^. Um pianno novo cono muito boas
voze boa'toastrucio e todo de Jacaran-
da : na ra nova D..21 casa de Tbomax
de Aquino Fonseca.
e/y Pessas de chitas brancada 5$, a
.r)$5ooe ditas pardas ftjoo e cada um co-
vadoa letalbo a7, 8, 9 vintn*'i: pal-
tilhasde linho e pessas de bertanhas de
baroburg'o de 6 varas : chitas em cassa co
ras I Xis : meias curtas fims para bomem:
dit.is para Scnhora* chapeos de massa do
ultimo gosto ebegados prximamente de
hambuigo ; a huma porcaS de arrobas de
cera de cawnauba : na practnha do Livra-
mento luja de Manoel Francisco da Silva.
' ejqp* Capim de planta muito novo a
16O o fe'Xo, do verde, a do murcho a
laO, e tambeiu sed por freguesia, pon-
do e em casa dos fiegueses: na ven-
da d Poito das Canoas da ra nova
na quina que vira para a la das Flo-
res.
Vf* Duas Conoas muito boas para se
abrirem e dous caixilhos de loja, e uma
armaca5 de lo)a de miudesas sita na un do
Rosario larga por prego commodo : na do
Cabug loja de miudesas O. 5 ; no mema
se vende Bulhoens 100 r-. meioens a 160 e grandes 32o e sen-
do em porcoens sa dar mais em contra.
VlT Em Foras de Portas uma mora-
da da casa de obrado novos da parte do
mar pequeo ne ra Nova de Smto Ama-
lo : quem quizer dirjase ao me-mo so-
brado que achata com quem tratar.
jQ|r Uma potc* de penas de I"mi :
na ra doCohgio loja de miudesas D. 4-
ajey- Uma escrava do geatio da Au-
gola bonita figura idade aa annos co-
ztnha de fume e fuga5 a faz
toda a quantidade de bobunos : na ra da
Cruz n. 57:
iry Urna e-crava moca e criuia mui-
to boa vendedeira de ra e bastante h-
bil para todo servico : dirija se a roa de S.
Francisco, terceiro andar .do predio D.
10.
a/9 Farinha doRio de Janeiro a 432o
a mais genero da trra e azeite de couco a
2880 a caada : no armasern da seco na
praea da Boa vista D. aS.
aryUusa moradsdkPcasas terreas bem
edificadas, de pedra e cal, com grande,
quintal, e frutas, chios proprio: na Ci-
dade de Olinda roa do C0X0 D. 8 e 9 a
alar no Viradeuro sobrado n. 14.
e/y Sacas de farinha do Rio de Janei-
ro por preco commodo a bixas do por-
to poetas, troca-se a que na6 pegaren!
na praea da Boa vista venda D. 9.
e/y Na ra Nova D* 26 loja e tras-
tes vande-se uma eadeira de bracos cor
os seas peitencentes, um espanador bom
e rico, um selim de meia pecara por-
tuguesa, e ludo em bom e-tido, e por pre-
90 commodo*
e/y Uma commada de muito boa ma
deira uso moderno, 12 cadenas aaaeri-
c.-na-de palliia ludo com pouco uso, um
logo de espelbo para cima de mese un
e-peiho gi ande meia du&ia de quadros de
bom gosto, tudo ja com uso por cu jo
motivo sa vend muito barato qualquer
uma destas coisas: nesta Typugrafiase lhe
d'u quem vende.
ESCRAVOS FGIDOS
e)^> No dia aa do correte, fugio uma
pieta de naci ambaca, de nome Victoria
como braco di-eito alejado; quem a le-
var ao beco do peixe frito na quina da ra
do Queimado terceiro sobrado D. 1 que
sei recompensado.
ary Emodia8 de Junho anzentou-se
um ntgio de nome Jo- Cordairo bem
conheiido porsar canoeiro do porto do
Recife onde tem mando sobre o me-mo
poito, intitula-se forro a fim da melhor
es>apir-se ; quem oapprehender ou delle
noticia tiver pode dkijir-se a loja de ou-
rivesn. 33 da ra da Cadeia do Recife,
quesera recompensado.
e/y Felis crioulo, idade pouco miie
ou menos dejp( annos, estatura media-
na secco do corpo cor alatuada pou-
ca barba olhos grandes e abotuados, tem
uma grande sicatiiz de fogo as co-tell*s ,
tombo e parte debaixo do brapo diieitu ,
fugio a 8 de Abril do correante ; levando
camisa esiroula de algodo ; quem o ap-
prebender levemo ao eogenho) Saca mb
do Cabo, ou nesta praea ao S1. M*jor
Gosta, ra do Collegio qne, sei genero-
samente recompeoaada.
Antonio nagao' Cacange fngido em ao
de Fevereiro dtf i836 com os segnaes se-
guintes : estatura baixa bem preto,
tientes abertos olhos afumogados, cara
alguma cousa comprida, e escamada ca-
beea comprida pequeo puxado para
traz ambos os ps largos e as unhas de
algunas dedos dos mesmos ps impert-i tas
tem om hum dos lados o pou em (cima
das costellas cicalris xe da sua trra tem mais de 18 annos de
idade, ja com principio de barba, ore-
Ibas pequeas, tem pela cara algumas
marcas debexig^s bem ladino .empre
carrancudo escrxvo de Tbomaz Joze de
Sena morador no Baiiro da Boavista ao
j. da ponte Velha.
Taboat da mares theiai nm /'ene **
F*rnambuc0.
ai-^Srgunda * ih.4a m \
-'25 -T: * < a 30
.3-26 -Q: ^ 3 18
27-Q: - 4 *- 6 ^
- a8S: 529-S= - 5 54 [
1 -D: 6- 54 /
lanl.i
A
NOTICIA* Mi RITIMAS.
Navio entrado no dia 26.
MAR PASSIFICO; 91 das, Gelara A-
mericaua Medas com 3a6 T. M: John
Sproner carga azeite : a Foster e C.
PHILADELPH1A; 4o dias, B. Ame.i-
cano Rozable com 201 T. M. Robert
Ray carga farinha de Trigo : a JoaO
Malheus.
Sahidos no dia 26
RIO G. DO SUL; Briguo N. Amparo,
M. Baltisar Jos dos Reis, carga sal e
assii' ar.
Pern, naTp,pe m. f. faria. i83".


Full Text
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