Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08080


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Full Text

ANNODEIS37. SEGUNDA FEIRA.

*

12DEJUNH0. N. 135.
Bl'-yJ-^
su
PERN. ** TYP. dM. *. n FAKIA. 1837.
gf
das da semana.
12 Segunda 9. Joao de S. Facundo aud. dx julze do
(ir. de n. e de t. ses. da Thcz. Publica e Chaoc.
de t. .
lTerst8- A"t<10
II Cjaarta S- Bazillo Mag. Sea. da Theonaaria.
15 Qi* h- Vito M. Kcl. de m. aud. do J
4o 43. de me Ch. de t.
16 Sextt S. Jo*0 Francisco Regs. Bes. da Th.
PMb. atfd. do J. de O. de U
17 Sbado S. Thcreaa R. Re. de m. e aud. do V.
G. de V era Olinda. -
18 Domingo U. Leoncio M. inachela a 1 hora
e SI m. dat.
Tido agora dependa da no mwmaidi nona prn-
deiioia, modaracao, e energa iconlHiuemoi com,.
friucipiamoi, ramo apontadoa oom admira,
gao antre as Nacoai mala calta,.
frtDtamof da Jf milla Varal Brtill
8aliscrTe.it a 100(1 ra.menaaee pagoaadianladoi
neata Trpografla, ra das Cruces D. 3, na Pra-
ga da Independencia N. 3* 38 onde te receben
correspondencia legallsadas.e annuiicio*) inserin.
dos* tea rratli leudo dosproprioi aaeif nautas,
rindo aaeignadoe.
.! I .'
CAMBIO^.
Juuho 10.
-LiOadres ?o a 29 Ds. Si. poi I, ccd.
Lisboa60 poro|o premio,pAj-metal, Nom.
Franca 3-'5 u 335 Ka. por tranco
Rio de Jan. 6 p. c- de prern.
Moeda de 6,400 14.S0 M velhas, novas 13,300
.4,000 7,400 a 7.500
Peaot Colunario l,6oo 1,640'
ditto Mexicanos |,56o 1,58o
Patac&es Urasil.iros l,6oo 1,64o
Premio da. leltra, por mea i 'I- Por o|o
Cobre a par das acaulas
PARTIDA DO? CORKSIOS.
Olinda _Td.i os diaa ao meta dia.
Ooiana, Albaudra, Paraiba, Villa do Conde, Ha-
maiguape, Pilar, Real de S. Joao, Rrejo d'Arrt.
Rainlia, Pombal, Nova de Soma, Cidnde do Nati'l.
Villas de Goianninha, e Novada Prineaca, Cidede
da Portaleca, Villas do Anuirs, Monte mor aovo.
Aracau Cascare!, Can inda, Granja, lmperatrir,
S- Bernardo, S. Joiodo Principe, Sobrar, Notad"
KlKo.ho, S. Mathena, Reacbo doaaugue, S.
Antonio do Jardim, Queieraiuubim. > Parnahib
Segundas e Sextas leira ao meio dia por via da
Paraiba. Santo animo- Todas as quintss feiraao
nielo dia. Garaiiban*. e HomtO no da 10 e i*
de rada me ao meio da. floresno dia IS de
cada mex ao meio dia. Cabo.Seribacm, Rio for-
mlo, e Porto Calvo-no diaa I, II, e 81 de cada
mez-
THEZOTJRO PUBLICO NACIONAL.
'' i i '
PR0V1ZAQ'.
Manoel do Nascimento Castro o Silva,
Presidente do Tribunal doTnesour P-
blioo Nacional: para que bem se execule
' a disposic'S do Arligo f>. $ 4- de Le de
aa deOutubro de .836, ordena que se
obttrvem as segninte InstrucoSes.
Art. i.9 Na Corte do Imperio, anas
Capitass da Babia, Peroambo^o, e Ma-
raoha, dentro dos limites marcados pira
o laocamento ordinario da Dcima Urba-
na sao sjeitos ao imposto de io por o/o
do aluguel aonualestabelecido palo Artigo
ja. 4. d Lei de a2, de Outftbro de
1830:
1. Todas as Lojas rmanos, ou
Sobrados era que se vender por groso, a*
tacado, oa a retamo, e verrjado qual-
quer qualidade de fasendas, e gneros
seceos, ou molhadosj (erragena, loucac,
vidro, e massames.
a. Todas as outras Casas ou Lojas,
que contiverera geoerosexpoatos veoda
por grosso ou retalbo qualquer que
seja a suaqualidade, e qusnti preheodendo-se as Lojas de todas as Fa-
bricas a Oficinas, que tiverem expos-
tos venda quae.-qner obras ou aeoeros
de soa maoufactura, como as de Entiba-
dor Escultor Marcineiro, Penteairo ,
Polleeiro, Tanoeiro Torneiro ; de Pin-
tor, Dourador e Gravador ; de Alfaia-
te, Sapateiro Colzoeiro, e Selleiro; de
Cutileiro, Evpmgai-deiro, Feneiro,e
Seiralheiro ; do Padtiro, Sebairo, oa-
tros aeoelbaotes.
3. Todas fS Lojas de Ourivaa, La-
pidarios, Coi retiros, Fnnileiros, Lalo-
eiros Caldireiros Cerieiros Estan-
quemos de tabaco, Uotioarius, e Lia/coi*
ros. r
4. Todos 01 Boteqains e Tabernas.
5. Todas as Casas de coosignaaa8
de Escravos. r
6. Todas as casas ou Lojas era que
se vender carne verde de Vacca Canai-
ro ou Porco.
n. o Todas as Fabricaa de Charulaa.
8. o Tadas aa Cocbeiras e cavalba-
ripas, quecontivererjoseges, ou Cavallos
dealuguel.
o. o Todos os Escritorios de Negoci-
antes Advogadoa EscrivSe, Tabal-
liles con ectoras, e OmbUtas, ou se-
ij mu Luja*, cu im Sobrados.
Art. a. Foia do districto da Corte ,
e da Capitatsda Bahia Pernambuoo a
MarsnhaS a as entras Cidades e Villas
do Imperio e seus distriolos se conti-
nala a cobrar o (Tjposio da i23>Soo rs.
ejtabslaedo pelo % a. do Alvara de ao d>
Oulubrode 181a ; sendo poim extensivo
aos novos objeetos de que trata o Aitgu
aniecedTita.
Art. 5. O iaocarnento dos 10 por
r/. do alague! aonoal das Casas Lops ,
rmaseos, Sobrados, e Escritorios enu-
merados no Artigo 1. bem como o do
anligo imposto dos ia$8uo rs. ser Cai-
to do mesmo modo a no mesmo lempo
em que se fax o da Dcima Uib-na assim
no Municipio da core, como as Prabia-
ras e depois do lanfamento annal, e
rrgular, iaio os Lancadorcs e ollectore
os addiciooamentos que forem pfeciaos ,
todas as vess que crescer o numero dos
Colleetados de que tiverem noticia.
Art. 4. Os 10 por 0/0 seio dedu-
zidos do preco do aloguel que se veriBcar ,
oa pelos recibos e juramentos dos col-
leetados, ou pelo arbitramento dos Lac-
eadores e Collectores, da parla ocetipa-
da pelas Lojas, rmaseos, a Escritorios.
Art. 5. O aibitramento tea lu-
gar quando o Colectado for dono da
Casa em que tirar a Loja Armasen) ou
Escritorio sajeito ao imposto ou quando
occpar a casa por aluguel, sera distioc-
ca5 do preeo da parte em queestivar a La-
ja, Armasen!, 011 Escritorio ; em arabos
oa casos se arbitrar o preco do aluguel
respectivo, parte da csji no pavimen-
to tarreo, ou da Sobrado-, em que c.ti-
verem as Lijas, Armazens, eEscritorios,
para se faser a dtduccad do imposto.
Art. 6. Quando em parte de hum
mesmo pavimento tarreo ou de Sobra-
do o mesmoCollectadp tiaer conjunta-
mente diaren (es espacies de negocio ou
a soa Loj.i, ou Armasem com o Escritorio,
ser sujeito a hum so imposto declara-
do-se com todo na verba do Unoarnanlo a
Loja, Armasem e Escritorio que ati-
ver no mesmo lugar da casa.
Art. 7.0 Ambos os impestos men-
cionados s5 devidos por ittteiro desde lo-
go em que se fas o laocamento ; ficaodo
obrigados os Colleetados ao pagamento del-
les por inttiro em qualquer tenspo da
auno financeiro em que cata bel e^eiem na
Lojas, Arma ana, ou Escritorios e an-
da que os fecbem antes de fiadar o mesmo
auno.
Art. 8. Sa os Colleetados ao) qual-
quer lempo do anno mudarem para outraa
Caaaade maiorj ou menor aluguel aa Lo-
jas, rmaseos, a Escritorios, saria obri-
gados a pagar a correipondente miioxia ,
ou descootar-se a aorreapondaote diusinni-
c<6 do imposto, faseodo-ee para case.Has
01 laocameritof; a declarac&es sjeoossariss :
no caso de venda, oa traspasse por qual-
quer titu'o o novo dona da Loa Ar-
masem a Escritorio ficar 1 eapouwvel
pela Collecta, que eco antecessor tirar
deizado de pagar.
Art. 9. O pagamento sera feito pe-
los Colleetados, hum mez depois do Un*
amento t na Cidade do Rio de Jansiro ,
onde se far ns Rectbedoria em todo o de-
curso, do anno ou as re pectivas Clico-
lorias no mesmo lempo, q ue for designa-
do para a oobranca dos outros impoatot;
e quando o n5 facad se proceder contra
ellas executivamsnte.
Ait. lo. Os Collactadus que tiverem
de reclamar contra a Une,amentos io
tentarlastaas reclamacoea no lempo que de-
correr ate* o dia em que oomeoar cobran-
Ca, aob pana de na5 seram depois adiuit-
tidas; e o procesas dolas ae limitar a hu-
ma peticlo dirigida Tribunal do Tbe-
souro na Corte, e a Theaouratias as Pro*
vineiaa instruid- oom os documentos I
que os raclamantas julgarem 0 bem do aeq
direito ; ha ven Jo recurso das Tbesourariaa
para o Tribunal do Thesouro, sem com
(udo 6car suspensa a sua arrecdacf o.
Rio da Janeiro em 5 da Mio de i837. -
Manoel do Naacitneato Ca-tro o Silva.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA. PaOVINCIAL.
Aota da 44. Sesslo da Assamblea Pro-
vnola I do Pernambuoo aos 8 de
Junho de 1837.
Vice-Pva>idenoi-\do-8nbor Paola Caval-
caati.
Pela chamada romparecario 23 S--
nhores Deputades ; o Seohor Vica-Presi-
dente abri 1 Sassfo, fui lida a appfo-
vada a Acto da antecedente.
Aparecen bum requerimento do The-
sourairo da Irmandad -. do SS. Sacramen-
to da Fregueaia da Biserro-, queizando-
se da paasa que aquella lrraandade fia
obligada apagar ao Juii de Cival no to-
mar aa Caotas ; foi mandado a Commissio
petiees.
Ordam do da primeira paita.
A:pommsio da Coromcicia cobra o
representa vio dea Negocia ntes deata Prta-
ca contra a Administrador daa Diversas
Reodaj pala oi.' if lo, que impoera eos
socadorei da aasocaf em aruiaseus priva-
dos, deiavarsaa ai aeus rolattsf saslu*
garea publicas do embarque, be de pare-
car, que se indi?a, por *? este objec-
tosogeiior? Jlegubaaeoto dado pelo ca-
var no G* foi approvado.
A Car. .. of> p^i0aa ha da eAracer,
qoe atasnoih-aa^toc da i'olicia recolhidos
11 Thosoararii,.n*nn raquicitadoa pslos
Emprcgedos ca Piofeir-, 1 desta Coirujer-
ctv* so devstn nundw restituir aos ra-
quarenla* ; foi diado por oposito.
O parocer adiado 1 Commissio da La-
guiarlo obra a rrprciealicio dos do-
nos de tt vernas contra a avaliafo Taita pe-
la Cmara da agoa-ardente do consumo,
foi regeitado e epprorada a seguate e-
meoda .fferecida pelo Sor. Paula Caval-
cuti Reaponda-se ao Preaidente, que no
artigo 8. do Regalamantw de a8 da Janeiro
de i832, e A'tigo 70 da lei do 1, do
Ootubro de 1828 esta' providenciado a
resptito, e que ole ha necesaaiio medida
LKs'ai?a.
Euiiou a segunda paite da ordem do
dia Fora& approvados em 1. discosso
va pro/acto oumtros 31, 33, a al I,O
projaclo 26 foi adiado 9 requerimento
do Sor. Lourenoo Bisar ra, por no se a-
cbar presente o seu autor dando no en-
tra tanto a hora o Senhor Vice-Ptesiden-
te deo para ordem do dia seguinte 1.
pareceres du commisses a. 3. discus-
sdes do nuniBio 13 ; 3. p i reirs discos-
so dos nmeros 27, a9, a3, e3s ds|e
armo, c< 51 do anno passado. ^. stguvas
discusbdaade numero 5a do anuo pascado,
e 11 do presante, e levaiitou a Stsso, de-
pois da duas horss.
Francisco de Paula Cavalctnli de Albu-
querque Vice-P.
Luiz Rodiigues Selle, 1. Secretario.
Laureotine Antonio Moreira de Carva-
Ibo, 3. Secretario.
EXPEDIENTE DA ASSEMBLEA.
OfEcioi.
Illm. Snr. Teodo se ultimado um De-
creto e de vendo subir a asnele resol veo
a Assemblea Legislativa Provincial, da-
pas de ha ver nomeado a DeputacaQ que o
lleve appte.-eotar ; sa cfficiasse ao Exm.
Senhor Pi evidente da Provincia, a&ra de
deigoar dia, hura, e lugar, onda deve
ser recebida a dita DeputacaC: Srvanse pois
V. S. levtir ao conhacimento do mesmo
Esra.. Senhor a referida resolur.10.
Dos Guarda a V. S. Secretaria da As-
samblea Legislativa provincial da raro a m-
buco 9 de Jucho Manoel paulo Qacatela, Secretario interi-
na da Provincia L. R. 9etle, prmei-
ro Secreta, i o.
Illm. Sor. A Assemblea Legislativa
Provincial reaolveu.emSesslo de 8 docor.
qnelosseto reenviados ao Exm. Snr. Presi-
dente da Provnola, os requerimentos dos
propietarios | dea tabernas dcta Cidade,
que rec'.amao contra aavalisclv q' a Cama-
1 o Municipal fez do preco das agoas-ardeu-
las j enderessado a esta iscuibie* de or-
dem do mesmo Exm. Seuhor : E qne te
respondesse ao mesmo Exm. Senbor, que
qoentoas providencias exigidaa sobre a
questo, nenburna medida Legislativa ae
far pertiso, visto compttir g Presiden-


astaana

b

10 da Provinea docrso do recurso en
questo, por versar sc-lue materia mera-
mrto iconomica a admiustratt'a no
se'iiido o disperto do Ai tig> 8. do Re-
sulamerito de 28 de Janeiro de i832, e
At;go ?3 da Le do 1. de Outubro de
I828.
O que communirna V. S. para levar ao
conhenmento de S. Es. o Senhor Presi-
dente.
Dpos Guarde a V. S. Secretaria da As-
senblea legislativa Provincial de Pernam-
I neo 9 de Junho de i837. Illro. Snr.
Manotl P..uloQintelU, Secietaiio Inte-
rino da Provincia. Lat Rodrigues Set-
te, 1. Secretario.
Illa?. Senhor. Remello a y. S. para
s r psesente ao Exro. Snr. presidente
da provincia, a Relajo inclusa dos Snr*.
siembros da Asseuthlta Legislativa Provin-
cial, qoe assiatira a Prorcgacio, a qual
teve principio em o dia i. d> corrente e
findou-sa boje : fin do ueimo Ex.
Senhor dar a suas ordena para *er envi-
ada respectiva Thesouraria.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da As-
semblea Legislativa Provincial de Pernam-
buro jo de Junho de 1837. Illm. Snr.
Maiioel P-olo Quntela, 6'ecrelaiio interi-
no da Proviucia. Luiz Rodrigues Sette,
prmeiro Secretaio.
Illm. Senhor. A Assemblea Legis-
lativa Provincial resol rea, que pelo in-
termedio do Exm. Sr. Presidente da Pro-
vincia Lasem as Cmaras MM. advertidas,
que no primeiro de Dezembro de cada an-
uo devem'iwpertei'ivalaiemLe achar-se na
Capital da Provincia as respectivas can-
tas como termina o Decreto da 3i de
Oulubjo de I83r, as quaes deveraSser 01-
gam'sadas na forma marcada no mencio-
nado Decreto : O que roromunico a V.
S. para fazer prezente ao mesmo Exm.
Sor. para elle dar as suas ordena a res-
peito.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da As-
sernblea Legislativa provincial de pernam-
buco 1O de Junho de 1837. Illm. Snr.
Manoel Paulo Quntella, Secretario Inte
rio d Provincia. Loit Rodrigues Set-
te i. Secretario.
GOVERNG DA PROVINCIA!
Expediente do dia 9 de Junbo.
OfTicio Ao Exm. Presidente da
Pi ovina* ds Alafoaa pediodo que baja
de faser verificar a remessa da madeira ,
que um anno *e pedio como diz o Ins-
pector do Arsenal de raaiinba, no oficio
que selbeenva ectifii-ando que sobre a
importancia da mesma j.i foi sacada a com-
petente Letra.
Dito Ao Exm. Presidente do Rio
Crendedo Norte, pertecipando Ibe que
leudo j seguido o Paquete Patagn a
quando foi tocebido o seu ofBcio de 3o do
mez p. p. raquisitando que o rtferido Pa-
quete toc^sse nesse Porto a fim de condu-
ir a seu bord'o as preces destinadas a Pro-
vincia do Para e nao lia vendo meios de
s-iem para esta Provincia transportados
por va de mar as faca marchar per tr-
ra para serem enviado) na primeira ooca-
sia opportuna.
Dito Ao Commandante das Ar
mas, iuctorssndo-o psraaddirao Rala-
Iba 7. de caladores da primeira Lnbn
o Cirurgiao Mor da Guamiea do Rio Gran-
de de Sol Jote Joaquim Candido de Mace-
do a fim decoadjuvar o ser vico do Hos-
pital.
Dito Ao Inspector da Tbeconra-
ria para informar ouvindo o Adminis-
trador da Mesa das Diversas Rendas q.iaes
sao es inconvenientes que se ofieiecem a
execoca5 do novo Reguiamento que passa
a mesma Meza para Meza do Consalado,
dando brevidade a esta ioformaea a fim
de aer em tempo levada ao conbeciinento
do s3overno Imperial.
Dito Ao mesmo, para mandar
abonar ao oDcial Maior da Secretaria da
Atsemblea Legislativa Provincial aquantia
de 8oo$ooo rs., quota marcada para o
Expediente da Secretaria da mesma As-
semblea.
Dio -- Ao Prefeitoda Comarca de
Goianna enviaodo-lhe un officio do Ai*
ministrador do correio desta Cidade robre
DIARIO DE
----- ".4i\S ti""*
os embarafos que o Agente do mesmo Cr-
relo n'aquefla Villa tem encontrado" na in-
triga de alguns offieios ;e mesmo nacon-
duccaSda* millas quando acontece ado-
erer o PosllhaS ; a fim da que a lemi-
Ihante espeito d as providencias q&a
lembra o leferido Administrador.
- Dto Ao Administrador do Cr-
relo desta cidade, communicando Ihe o
conteudo no officio antecedente.
Dito -- A Cmara Manicip*! do
Recife para informar sobre oque altegaS
no requerimento qaese lhe enva 'fljjo- ,
el Gomes Ferreira e mas Proprietaroi da
ra dos Quarteis conforme foi resolvido
pela Asamblea Legislativa Provincial. _
pile Ao inspector Gsral frHfi-
no das Obras Publicas para orear a dea-
pesa da obra do frro de cobre dw.Esteos a
da P.nte da Magdalena e encarregar a
mesma obra ao arrematante da mesma Pon-
te que de ver a faser o sobi edito forro
ate a altura que o mesmo Iospeclor Geral
indioar.
Portara Mandando passar Patente
de Major deLegada G. N. de Naeeceth
a Jos Profiro Lobo de Andrade Lima.
Officio A Jos Pr. firo Lobo de An-
drade Lima romrnunieaodo lhe a sua no
miaca nara o Posto de que trata a prece-
dente Portara e ordenando que se apr-
sente ao respectivo Chefe de Legi*6 para
ser mpossado solicitando a sua Patente
pela Secretariado Governo.
Dito Ao Coronel Chafe da Le*
gia das G. N. de Nazarelh communi-
cando-Jbe o cooteudo no officio e Portara
precedentes.
Portara Ao Commandante Geral
do Corpo Policial para reeoJher ao Ar-
senal de Guerra os difiereotes objeotoa q
existem no Qoartel do mesmo Corpo, a
queeli na6 sao de nenhoma alilidade.
-- Dita -- Ao Director do Arsenal de
Guerra para receber nos differentes rma-
seos os objeetos de que trata a Portara
anterior.
Dita Ao Inspector do Arsenal de
Mirinha para dar bsiie %n Patacho Con-
ceicaS e fasendo arreoadar os perteoces
que ihe forem desnecessarios, o pasae a
dispofteaft do Inspector da Alfandega.
-i Offfeio Do Secretario do Gover-
no ao da Asemblea Legislativa Provin-
cial, communicando, que S. Exa. o Sr.
Presidente tem destinado o dia 10 do cor-
rente ao meio da para reetber a Deputa-
ca5 que tem de apresentar Lea para a sanc-
ea._______________
PER
HBUCO.
DIVERSAS REPARTICOINS.
CORREIO.
A Snmaea Themirid^de de que e" Cap
Joiqniaa J. da Silva sai para o Ast com
escala para o Rio Grande do Norteo da
15 do corrente.
UtiVlL DO JURY DA COMARCA
DO RECIFE.
Sesalo de 9 da Juoho. Jury de Ac-
cusaqaS.
Denuncia do Df. Promotor contra Rene-
dicto Gomes por assassino em Joa6
Ignacio do Rosario 5 o Juryacbou
materia para aecusaca.
Dita de Antonio Machado Das contra o
preto Amanci escravo do Tenente
Coronel Francisco da Rocha Pai Rar-
reto por morte ao Pieto Luiz ; o
Jury achou materia para aecusaca.
Dita do Dr. Promotor publico contra Jo-
sa Francisco de S Figueredo por
feriraento ; o Jary achou materil
para aecusaga.
Dita de Jos Inejosa VarsjaS contra
Francsco Nicolao de Pontes, por
falcificaeaO de firma ; o Jury achou
materia para accusaea.
Sumaria Ex-officio por faca de ponta con-
tra Joa5 Jos Antonio Al ves 5 o Jury
naS achou materia paraaccusa5a6.
Jury de Sentenca do mesmo dia
Denuncia do De Promotor contra Joie
Francisco Caetane de Vasconcellos ,
por turnada de 1 preso da ma5 do No-
tario de Olnda foi absolvido.
Samario Ex-officio contra Francisco C-
mara d'AssumpQio por furto de um
cavallo, presoem flagrantej foi absol-
vido.
Dito Dito Contra Francisco das Chagas
Cordeiro por adiada de am ferio
profarante ; foi absolvido.
CMARA MUNICIPAL DA VILLA DE
FLORES.
Janeiro de
MBS* DAS DlVKRflAS RENOAO.
Paula do preco corrente do Assucar e
Algoda que se despachSo na Meza de
Diversa Rendas Nacioaaee de Pernam
buro na Semam de 8 a 1 4 do Mez de
Junho de i837.
Assucar branco novo l.'sorlc ... a$400
a. m . ... 2&3O0
3. . . .. 2&3OO
4. . ... a$050
- 5. 9 . ... 1J)900
6. . ... i#750
Assacar mase, novo 1.'sorte...
2. ....
Assucar branco velbo 1.* sorte...
a. ....
3.
4.
5.
6.

a

i$40G
IJJ300
2^00
a#tOO
10)00
I&850
i700
1^)550
1^200
1---------n3
Algodo i." sorte... 5^500
a. ____4&50O
Monteiro Administrador.
Manosl Cietano S. Garneiro ntonteiro.
Joio Pinto de Lomos
Maneel Goocalves da Silva.
Assucar mase, velbo
i.a sorte...
a. u .. .
Secca Ordinaria de 11 de
1837.
Presidencia' de Sr.jNogueira Paz.
Comparecer osjSis. Caipira Padre
Aranha Rabello, Maraes, c Airis ; Rar-
ros.
A berta a Secc*5, e lida a acta antece-
dente foi aprovada. O.V>r'ador Nogueira
Paz pos em diccussaS a ordem do dia 11 ,
sobre a qoanlia que se dava arbitrar por
anno, ao Porteiroda Cmara epassau-
do em VotacaS foi marcada 1 quaotia de
triotaedois mil rs. pagando-so esta em
quarteis o ao Procurador a qaantia que
se axa marcada na Lei.
DeLpachara5-sealguna requerimento1? de
partes ; e por ser dada a hora o Senhor
Presdante levantou a Seccad; e lis esta acta
em que assignarad. Eu Joaquim Goneal-
ves Aires Venador que em falta de Secre-
tario a escrevi. Nogueira Paz Rabello ;
Araoha caipira Moraes ^Airis ,_ Rar-
ros.
INTERIOR-
O Governo e a Repblica.
Os orgos da nossa Opposica, vendo
a generalidade dos espiraos voltada dos
excessos da liberdade para os principiode
ordem e consolidaban Ha Monarcbia Re-
presentativa o quermdo por todos os
meios suscitar desconfianzas contra os Mi-
nistros tem inculcado entre outraa aecu-
sacoens que fasem ao Governo a de ten-
der para a democracia ; isto he, para a
Repblica, xas como prova5 elles'essa
imputaos, por ceito muito grave feita
ao Govorno de' urna monarcliia anda q'
Representativo ? Serad pelo pessosl,
o pelo precedente dos Ministres ?
Mas dessea Ministros nenbum ha que
figurasao rrea diversos movmentos
que tem aparecido ruste sentido, e antes
teso todos iVito alguns servaos a prol do
Governo Constituido ; e alguns tem
mesmo sido qualificados pela Opposrcio,
por nimiamente adherentes ao elemento
Monarchico. Sera* pela pesso* do Chile
temporario'do Governo? Esa ho oque
nos dia (arbolemos fque segaira a revo-
lucio de Abril salvou a Monarqua
da voragtm da exaltadlo democra-
tica, e federal ; he o mesmo quedissol-
veo a forca insubordinada, que gritando
liberdade e federacio ameacava a I chefej ttejl presos para ttrem sbmel los
aggredia a ordem publica, ponha em
problema onos:o ser poltico,' e compro,
metia todos os interesses pblicos e indi-
viduaes, he o^mesmo que depois repri.
mo as facetes que ouiaraS romper em
rebclliSes armadas contra as insliluiges
do Imperio ; he o mesmo que por sua e-
nerga poz termo a urna revolucSo que
levava a Monarcbia ao seu aniquilamen-
to j o mesmo que. (pelas medidas do'seu
Ministerio determmou o regresso da ex.
abacio republicana para aconsolidacao da
Monarcbia Representativa entio qua-
si abalada ; o mesmo finalmente", que e-
legeo ehses5Mn;stros, [que segando] o con.
ce|j dos o.rgios da opposico, sympalhi.
sio com o pincipio Monarcbtco, e no
com a deraocracs.
E se do pessoal dos Meinbros da Ad-
ministrado passamosaos seus actos (que
[ sio os dados competentes para julgar de se-
us principios, e ympalhias polticas).
menos anda encontramos de que tirar in-
duccSes de serem' affectos dsmpcracia,
e infensos so principio Monachico e c's.'e do Imperio. Oj Oradores, e Escri-
ptorasda Oppos'cio nenhuns factoS pro-
du em que provem essas aecsacoes ; e
8so bastara para as convencer de falsas
mas csgontamos maiadas provas poseti-
vas, e por isso passamos a referir alguns
actos doj Coverno, que provao o contra-
rio dessa tendencia democrtica edbesfo
sincera Monarcbia Representativa, e
desejos constantes de conservar a unio do
Imperio.
A Adminis>raca5 actual achou-se logo
no principio a bracos com as r< bellies das
daas Provincias extremas do Estado, e,
aperlada no circulo estreito das allrboi-
Cesque Ihes fio marcadas, sem forca suf-
ficiente decretada eorganisada e sem di-
nheiro, nem crdito concedido palo Cor-
po Legislativo nara semelhante complica-
ci He rebellines, era destituida ne meios
efficases para [pagar prompamente esses,
douslongiquose vastos encendios e po
deris, sem eua responsabilidade verifica-
vel deixar fogjr essas duas porcoes do
territorio para a forma democrtica, qual
roosiravo encaminbarem-fe ; mas o Go-
veriioobrou deoutra manaira: o Gover-
no fez todos os esforcos pralicaveis dentro
da sua e-phara constitucional, para de-
bellar essas rebelhSes; mandou a f roa
que foi possive! orgsnisar, de mar, e tr-
ra ; escoIheuCommandantes, e Autori-
dades affectos Monarcbia e deo-lhes
iastrueces para a sustentarem a todo o
custo: e com taes meios combateo, e de-
morou essas conflagraf5es, qaeameacavo
abrazar o Imperio, Reunidas depois as
('rularas, o Governo pedio-lhes meiossuf-
ficieotei de forca, dinhero, e crdito,
para terminar a guerra e pacificar as du-
as Provincias; pedio Leis-de excepelo
contra os revohados, o faculdades pa-
ra premiaros benemritosds L-galidade.
Para isso Ibe ser concedido grande resis-
tencia encontrou na opposcio qne fez
retardar essas medidas por toda a SessSo
Legislativa, e proregacoee. NosjuizoSj
ou ao menos as decamaces dos Orado-
res e dos Eseritores da Opposico, a for-
ca, e o dnheiio nao so devia cono^der,
porque seriio dissipados o conver-
tidos emdsrano da Naqio ; as Leis de ex-
repcio porque seriad aplicads rontra os
defensores da Legaiidade ; as faculda-
des de galardoaf porque terviiio para
premironlo os grandes servses a pro! da
causa N. mas sim as as cortesas dos ser-
vs elisongeiros de Palacio com dificul -
dade e'muuito tarde (no fim de 6 meses
de trabalhos^fLegisrativos ) corrcederaS so
alguma das medidas instantements recla-
madas desde o principio p3ra occorrer as
rebelies, que com a demora pdenlo tor-
nar-se insuperaveis; mais consegurlo-S';
e os abezos vaticinados pela Opposico ni
appanecem : o Governo traten de repa-
rar os males causados pela demora, e pe-
las disronfiancas e desconceitos, qua al*-
guos Oradore e Escrptres maligna-
mente i tinbioj!espslhado coritra o Go-
verno,* e contra os ontros funccionsrjos
que defendifio a Legalidade; o Geverno
tractou de Erapregar esss medidas para
salvar as Provincias anarqsisadas, mandou
novas f >rcas de todas rs armas; cons guio
dbslsr as hordas anarquistas e que seu


i acccioj'da justigt j e depois preminos
benemritos que ton salvado as duas
provincias pira o Imperio, e para a mo-
narchia. Estes sfo oa factos, que todos
temos observado, a que os Oradores, e os
Ejrriptores da Opposicag nao podem ne-
gar stmincorrerem na Indignagio de to-
dos es horneas de b >a f e impirciaes e
esses fictos descobrem toda a immora-
lidaJe, c indignidade dos qua, a despeito
de tae provas m.Iignatnentej insistam em
qnerer persuadir a classes ingnorautes,
que lende, para a Repblica ose mesmo
Governo, que t*m salvado a Monarcbia.
Semelhanteopposico he em si Misma a
melhor apologa que se pode fazer^a bum
Governo.
CC. Official).
APPENDICE.
NECROl/GIA.
O Livreiro
Evaristo Fereira da Vaga,
deputado a As'-eroblea ^Geral pela Provin-
cia de Minas Gerats as legislaturas de
183o a 1833 de i834 a i837; e eleito para
a de 1838 a 184 1 pela mesma,provincia e
pela do Rio de Janeiro.
... l'on voits'temdrc environndhotnmages,
Le talent inspire qui, pur et sans nuages ,
'a brell que par ia vertu.
.... nous l'admirons .... no larmes coulent,
A u ntileu des debris de nos lois qui s'croulent.
F Conme un monument abatu ;
BELAVioai: Les Futierailles du general ro?.
.it*.
E' de sobre a lousa qua cobre os des-
pojos rnortaes do Brazileiro distincto que
acaba de expirar que venho echo do
CHRONISTA, tragar m breve quadro
n vida do cidaio Evaristo Fcrreira da
Veiga ; n'esle logar anda queute rom as
lagrimas que desramaran, seiis numero-
zos amigos e seus inimigos, juncado de
rosas desfolhadas pela nnda dr, veoho
dar expansa ausaeutiriient"s que raeop-
primem o peito: aqu queb ac sa todos
os odios, desapparecem todas as inmira-
des ; aqui nao tem imperio a lisonja :
sobre um'tmulo, nao se mente cons-
canscisncii Winhi dor sincera minhas
voses sao verdadeiras. v
$-- De sobre a lousa que cobre os des-
pojos mortaes do Ilustra fluminense eu
brado a urna populacho uteira : Mor-
reo o depuudo, Evaristo Ferrira da Vei-
ga !
Filbo do Sor. Francisco Luiz Satur-
nino nasreu nVsta corte aos 8 de Oitu-
bro de 1799. EJucado na ligidez de
principios deaeu velbo pae, imbuido des-
de a roa|s tenra infancia nos roais subli-
mes preceilos da religa Cbrist o.Sr.
Evaristo Ferreira da Veiga nanea sa des-
lisou de ase educaca sempre .trilhou o
camioha do justo e desde sn* inocjdade
mostrou sempre qual seria sua vida. De-
pois de aprender aaprimeiras lettias el-
le se entragouao estudo das linguas lati-
na, franceza e ioglezas, da rheihorica e
philosopbia racional e moral, a onde mos-
trou a forca de itrtelligerica com qm o
dolara a natuiesa : coro estes|estudos deu
por, concluida sua edocaga eatholar e
entregaado-se ao commercio de aeu pae ,
vivendo entre ljvres deu-se a leitura e
adquiri o habito de reflectir ey meditar.
At aepocha da independa do Biasil o
Snr. Evaristo conservou-aeem seo modes-
to retiro, couhecido e apreciado nica-
mente por aqoellesque o freqaentavam.
N'essa epocha gloriosa elle publico o'guns
escriptoa, mas, coberto com o veo do ano*
nyaoo nunca seu nome appareceu n essa
luda generosa em que nos empenhamos
todos.
Ainda desconbecido permaneceu elle al
1828 qoando'tomou a si a radare6 do
peridico Anrora Fluminense, que
havia principiado em destmbrode I827 ,
aba ledaccade trez ridadios. At es-e
lempo o Snr. Evarieto'ea; tido por um
negociante honrado, por um livreiro de
mrito : teus talentos brilhavam no pe-
queo circulo de seus amigos seu brasi-
lea mo ra f por estes apreciado.
A continuada Ktura dos roe Inoras tu
'thores francetes o seu bom sansa reuni-
do a grande talento e ao habito da red*-
jad e meditaca Ihe doia armas para
se^a presentar na arenada jornalismo,
combatiendo os inimigos da patria que
rodeavam o throoo do soberano que o
levavara de rojo a um pricipkio iojonda-
*el. A consttuica do f sUdo era o poolo
conlr-que dirigiam scus tiros es^es ho-
mens que perderara o imperador Pedro
1." e que o abandonaran, uo momento do
pe ge, quando mais necessilava tile de
sua coadjuvaga e o Snr, EvaiiAolevan-
tou-se na corte como deffensor da consl-
tuea das leis. Tendc de combater a ad-
minUtraca aos prepeitus popularas sua
posica era difficil, sua can eir ceicada de
obstculos, seu fim quasi mpossivel
de conseguir. A alma foi'ta do illutre.
tnoiio nao de-animan a vista do perigo ,
apoderou-6e dos obstculos d'elles fez
initi lmenlo de seus tiiuropbos e, em
vez do odio do puvo e da ailminUlrac ,
alcancou as boncios d'aque lie e ser temido
por esta. Tanla a forca da verdade 1
No auno de 183o o vimos na tribuna
parlamentar, escolbido por Minas para
*eu repre6eoiaote, eahif.ee a f.ce com
os ministros na5 empallidecea nao foi
modo espectador dos desvarios da adminis-
tracao, e tanto na cmara cerno no jor-
nalismo c ritinuou a faser urna oppusi-
ca justa vigorosa e decente a seus erros
e a seus eximes tanto na cmara como no
jornalismo foi sempie o defensor da cons-
lituicaS e dos diieitos dos poros : o de*
putado Evaristo na5 desmentioo redaitor
da Auro.a. Conhacendoa funde todos os
recursos do syitema representativo ser-
vio-se d'elles som disi eruimeuto e opor-
tunamente, e dotado de genio conciliador
consegu i amortecer no peito de muit s
o amor proprio e formn, na cmara
dos diputados a opposica de i830 de
que si nao f -i chefe. fui ao menos um dos
principies influentes. Releva diseraqui,
que o Snr. Evaristo ioflaente na cma-
ra nflente no jorn.Iismo, influente
no Brasil todo drigindo-o e amuUandu-
0 a suas ideias p d li(-.-9, na5 despresou
cm tudo sua prcG.-B. e foi simpie o
livreiro Evars'o 5 e quando seus inimi-
gos penstvam lebaixar-lhe o mrito,
censurando o por isso maor se tornava
elle aos olhos de seos roncidadas.
Seu amor constituicaS e monarcbia
era filho de sua conviega ; elle conheca
que no Brasil ara mister liberdade mede-
rada e na conslitnica do estado se acha-
va ella garantida que era tambern mis-
ter forga e namonarchiwiaencontravacom
todo o prestigio capat deconseivar inteiro
j imperio americano: O'abi sua opposi-
ca formal as ideias de federac< que em
1850 se pregaratn as quaes devero-os em
grande parte nossas desgiacas :elli.
quiria ter as provincias ligadas entre ai e
com a coi te pelo laco da neceseidada ,
seiii duvida o mais forte,e es-e espiito
de ordem que regia todos os seus pasaos ,
0 desejo de que se enraizassem as iuslitui-
coens novas 00 co'ibeci 1 ei.lo que tiuha
da I" rea intellectuil do Bca&l o c 'l'oca-
v.im em fente d'esse; que giilavam e e-
xigiaro que se Gderasse o Brasil, para ira-
pe jir-lli-s o passo(perig^so o n5 meos
precipitado. Sera duvida alguma o im-
pedira que era essa a vonlade snaS
da maiora ao rnenoi da geni.- mais I-
lustrada da naca 5 mas os enoi da ad-
minisIracaS seus attaques ron->tiluica6
do elado,.o despreso ero q >e era5 tidoa
os Brasileos foio mais fortes que os
exforcos do patriota, fueran que esaas
idei'S tomas -em coi po.
S .breveio a vi.gem do imperador a ni-
1119 a sua proclamaga de 2a deFeverei-
ro de i83i eos fe-teioa que aqui te fire-
1 am por occasiaS de sua chegada. N\-a-
ses festejos foi insultada a nacioaalidade ,
e a4 representantes da naca entre oa;
quacs se achava Evariato determinaran!
levar ao trono am* representacao, que
foi ledigida p>r olla padinlo ao impera-
dor que reparaste as cffroulas que be h-
viam feito aos cida J os brasileos. .To-
do* n presenciamos esses fictos da his-
toria braileia lodos conheeemos os
seus pormenores, e nao mecumpre agp-
ra ulcerar os coracoons com sua narra-
cao quando tenho de tracar vida do
depilidj Evaristo Fcrr. dj Veiga, prema-
turamente ronbado do Brasil : dos fctos | mas sua firmesa, sea respeito por esses
histricos apenas me servirei d'aquelles q' I principios embargavam Ih.-. o pas^o. Nao
mais relaca tem com ella.
O dia 7 de Abril raiou no horisonte
brasileiro e com elle appaieieo a ab-le
dic9a do i. imperador do Brasil. Os
jjomens da opposica de i8)0 nao s-Dos
homens darevoluca de i83i ; Evaristo
nao calculava com ella, em seus plan.-i
nao jentrava essi caita detenivti jugo.
Mas que oiuito conheca elle os lecui^os
do governo representativo e mais se li-
ava nelles do q' no remedio violento cin-
tra todoa os govemos ant nacionaes: a-
quelles nao eslav-m engolados ,e a ordem
e a tranquilidade do imperio que tinha
em Evaristo o ten maor sustentculo ,
nao permitliam nad aconselhavam urna
reyoluca. Tudavia ella estava feta era
um faoto eslabelecido ; era ininter diri-
gil a; e nao abandontl-a ai misma, E-
variuo se aprsenlo 1 nascen revolucio-
naria- e suaa prmeiras palavraa foram :
tt Perda perda aos criminosoa teja-
mos generosos em nos*a justa hiiignaca;
tudo esperemos das RUllioridadas, Sua
inllueucia doniinou > movmento revo-
lucionario 5 to necessario ceder de oiipi-
nes elle cedeu foi necesaro suifocur
o amor proprio elle o .-uffooou ; desa/-
mou aievoluga do braco vingativijue
pereca querer dirigil-a, e o saugue na/S
correu, nao sa procresveo ningueui! Quem
sabe s o firme de fan sor da le nao cero
prometteo toda sua p ipularidade n'esse
tnsejii?
Novos movmentos apparecem na cap
tal do imperio, e todos foram suffocados
pelo morto cuj perda hoje choramos:
ui influencia na populacs do Rio de Ja-
neiro fez que acabas-em esjes moviment s
escarnecidos os que os dir jiam, o aquelle
q' no momento de cholera no momento
em que tudo conspira va contra a n'aca,
havia dito o sangue derramlo pede sn-
gue, foi o mesmo que poJendo vingar-
sa poz um dique poderoso s consequen-
cias m-teriaes e sangumoltoias da revole-
es Oh este fado nunca ser esque-
cido pela populacho do Ro de Janeiro ,
e elle s eobejo elogio da vida inleira
o'um hoinem.
Que homem nao tinha inimigos ?
nao era ambicioso ? Seus inimigos eram
os inimigos do sy tema que havia adap-
tado a naca ea e.-ses alie procurava, nlo
com intrigjs vi 1 <> g proprias de traido-
res mas cora a franqueza do hornero co-
raj >to s claras arredar dos empregos
administrativos. Seta uto unTcrime?
ru por certo ou enla m crimenosos
todos os homens qne tem infloido nos
deslios das nacoens : um erro? i-ro-
bem nao, que a poltica acongelha es^e
procedimanlo. Erxo criineseria se elle
obrasse por urna maneira diveisa si con-
vencido de que s tal ou tal systhema po*>
deria faser a felicidade da naca, cnopu
rasie para que os inimigos d'ts e sy tema
Ihedea-em direcca. Disei o vi iodo. ,
para vo apdlo agora di-ei-o vos todos
que proft-ssastes odio a Evaristo qual do
vos em sua posic' nao f ra o me.-mo?
Confessie-o, qua nao pode ser por me-
nos confebsae que si Evaristo fura vinga-
livo, outra seria sera duvida a maicha da
revoluca de Abiil.
A ambica do illu-lre deputado Evaristo
Ferreiada Veiga era nobre : ambcionava
a gloria, nnguem anda conseguir) e tal
ve ronsiguir tanta -no Brasil. De l83i
em diante elle ominou em todas tu le-
eoens : os minislerjoi que minediatamen-
te se guirara ao dia 7 de Abril foram di-
rigidos por elle e assim cons'guiu por
sua influencia dominar no pensamento do
poder e do povo. No dia 7 de Abril ago-
nisave a monarchia brasikna aos estoi-
cos da Evaristo se dave a sua conservaca.
Sua ambica estava satisfeita : que empe-
go oceupou elle, 00 algum dos membros
da sua familia no imperio ? era um;
Servio-se da sua influencia para adquirir
fortuna? sut familia pobre a tiesta o con-
trario.
miiiava-o ambica que domina todas as
se langou ns linhas da o,-jo^^ logo que
viu os desvarios administrativos porque na
caraira elie era o piime.o npiesentante
da ordem e da tranquilidade do imporio
e nao desej.va ver o Brasil de n ivo a bra-
cos com a anarebia, mas e son cjma pu-
blicaca de sen jo tul raras vexe. er ou-
vido na tubum. A vida pubhoa do de-
putado Evaristo foi urov.'d degloria !
Si.as vi-(udrs privadas sn assat conho-
ri la- e e-j diMVditi de meaci inal-ae par.i
embeber mcu coraejo na amargara a no
luto junto a sea 'o tu de m< rte Obi qu---
esp ctaculo Corla o coraf j ver o pa-
triota fluniioitise, caucado de t-u* Lmiiia ,
rodeado de amigos, divisando em lodos
os roclos O'sigims d.. dr, rerto de ter
o su fim proximo calmo e resignado
esperar- por esse mon enlu f.'tal, la aa-
susladoraos mam ladeapedaca) ; alma ou-
vir sua vrz ptl* ultime vez cssa voz so-
nora e cadente qne f sa eatreipecer o des-
potismo e a aoarchia boje ^nv-rteci'-a ,
drigindo-se asna viituoaa rn llier 6 ts
suas filhir-bas: Eu mu ru r vijrei no sanjo
temor de Deas, n'Ebo .o-.Tue ; empjis
d'lilie em.meu ii ma q 10 vos nao de-
samprala -- Oii! nao: baatant?} es
lagrimas corren, do maus olhos, os solo,
los me embaii mi a v -' i
CoEcluire: Sur. Evaristo morreo co-
mo bom chiista, que era confessou-se
0 osaccr.iote que o ouvio pula derradti-
ravezadoeceu depesar, e ex lamava de
quando cm quando j -- Morro um pbilu-
sopbo chrislio ; ieob.u o sillo viati-
co, esocegado esperou ptla marte l'im
quanio estuve doenle tolo o Rio de Ja-
neiro inquieto de-.s.'Soregjio iuquiia,
(j i.-l era o s.o estado seus amigos na de-
saroparavam sua tasa, lodos, **/ iuiiress-
v.m por eua vida... Todos diva eu ?
Nao um hora<-u. b, que deve o que c
ao Sr. Ev.ui.to que .se di-ia seu ami^o ,
e devia sel o, e ess luraem no o maudou
visitar nina s vez e quando ja ogonisa-
va o deput.-do Evaristo foi insultar ra
victima, qui o-cac evo p ra queca^e re-
dioi'sg o acompaube semjire, e fiara que
sb 1 que seu pioccdnneulo ingrato
conbecido,
No dia 12 do crenle a uma hora da
larde poucQ rasis ou monos, depois re 7
di s de violenta I. o a alma ao Criador, e f mmultado em S'
F.an.acode Paula, no dia i3 pelas5 ho-
ras da tarde. Assim arabma vida hum
horntu >(uo anda reunia em si os fulos do
grinde,parle da naci einquemse dupa*
s iav.ro tantas esperan^at na flor da i Ja -
de, contando aptna; 07 mu.s .' !
Ah ficou sua fan i 'i, (alvos ninguem
sel.robie de dar Ihe urna pvnsao ^naso
CllhONISTAo leo-.br. r si Mas vo-
zss no foiem ouvidas, mais nm f.co ha-
ver paia alleslar sua justica.
Alai-, huma ros* >e. dusful >ada raaii
urna I grima cone sobre o lu.iuilo do
Sur. Evaristo, como fraco tribato d'uur
sea desconhteido
N. S.
(Do Chiouista.)
AVIZOS DIVUES08.
O Procurador da Cmara Muni-
cipal desla Gidade, por meio desta folha ,
avisa a lodos aos Sis. Juizes de Facto, que
foro multados desias e as antecedenter
sessSo do Juiy, e cujos nomes tem sido
publicados por esta me-iiua folha, para
que verihao quanta antessatisfazer asquan-
tas das condemrnges das multas e i.-to
al o fim do corrente Junho ^e na falla
o annuncianleobrigido em comprimento
de son deviir 11z.tr dos meios Judicial.
Prxedes da Fonseca Coi i ibo.
V3f Prectja-se fallar com o Reverendo
Sr. Joequim Jos Bsrreto e jomo o in-
teressado ignora a morada desua Revercn*
Nobre a ambica de Evaristo, do- dieaima lho roga a queira annunciar.
. j a ambica que domina todas as I 1W Noa quatro canlos da Boa-vista ,
almas bem formados. A ragidezcom q's?- casa pegada ao eobrado da quina ,* reside
riiia o orineioios que esposara contribuiu | de novo urna Senboiaa qual ensioa a Jer
escrever, contar, bodar, ciuer, marcar
I
I

I
guia 01 principios que esposar
para que elle perdease n'estes ltimos do*
us anuos t>ua popularirlade. poda nao
perdel-a poda rebav.ba si se retractas-
douiina Chrisl e mais alguroas expli
ngespertencontes a bea, e virtuosa edu-
e de seas principios, si os renyncia.sse j ca^io; pois que a dtaSenhora ja tem pra*
ai


DI ARIO
tic de eosinara deis Minos ; quem te qui-
zer utihaardo seu presumo, pdese en-
tender ce m iDe.ft.i
-e/y Declara-se ao Sr. J. A. de Q- ,
que oio aemandou pedir a sua casa dois
pa taces por isso os pode ha ver da pe>soa
que tanto se treveo-e.
8^ A lugio dius negras par o strvi-
co interior de casa, compiar etc. na p-a-
ca da lude pendencia loj n. 34 se dir'
quero s aluga.
fc^ O Sr. que requeren a Precatoria
peloJuUo de Orfio9 desla Cidade pira se
proceder a saquestro na Fazenda Cablora
ao p do Rio Jat por inventario de D.
Iza bel Venacia Barbosa de Albuquerque .
procure o dito sequegtro na ra das ( ru
xesD. 14.
jy Qaem precisar da um ciixeiro,
para ra uu escriptorio, e mesuro pa* lo
ja o qual he brasilero, e nao G. N. a
pessoa que precisar diiijt se' aiua do la*
ranjeia loja de marciociro 0. i5.
ft^* Air?nde-se um sitio no lugar do
Fragoso, com terr-i sufiicientd para plan
tacan de espiro e rosa., boa agua ca de
Vivenda, e de farinba com saus perteace*
e varias arvores frusleras : na piaca da
B..a-v,sta D. 3 to'Jo. os dias pela maah
at 9 horas.
/Jr* Aluga-se ano excelItr.tecisaUrrea
sita na Boa-tiste pintad ltimamente ;
du?s atlas sendo a de diante f rala, 6
quntos, poco, e quintal: na ra o
Cahug loja D. 2 junto ba de sera.
Vy Arreoda-.-e um bom sitio na estra-
da do Mont'iro ce m urna grande casi de
vivenda boa eccheira e estribara para
3 cavallos tudo de pedra e cal coro bs-
tanles irvoiedcs de fruit.s de todas a
qualdadei, urna grtnde cacimba e tan-
que, a p^ssoa que o pretender dirji-sea
t ra nova D. '26 no terceiio aniar.
?jy Quem ha ds lumou urna chsve
para ver urna cadtira tm uro armase na
ra da Cruz quoira quinto antes a resti-
tuir e nao se laca to esquecidoein entre-
gar o que lio he su.
%Tf Qaemanuuoeiou querer comprar
psde coqueiros drija-se o principio
do atierro do* afT-igadojsobradlo do Lima,
a preco de 4"0 riscada um.
g^p Oucm anuunciou querer comprar
um cadcllo de tilla, sendo qac qu. ira orna
cadella dirija---' a praca da l.i-viata ,
na Veuda de J oio Ignacio de Meudon? .
D. 44.
tarja" Desapareceu no ths 9 jdo torrente.
mez uro papsgMo coro correte de ra-
me da casada sobrado de a andares na
ra velha quina do b?oo do Veras de J >
Joaquim do Espirito Santo ; quem ojschou
ouapauhou qneroudo rcsiiiui-lo lar' o
fivorlevar no rele i.lo sobrado.
jcy A passoa que amunciou querer
comprar boa* vareas le leite dirija** "
larbilho nos lio do Snhcr Ja d.i S
Leillo.
(J^* Quem quiser alug^r um erld*? fe
urna casa ujo alguna cormiiodoj na Utiir
do R.cife para urna pes.oa solicita por um
jnez, aiiuuncie.
tK^> Da-stresentos e ciucoenla mil re.
rto.-ita de pida, jurosc>m piuho.es dt-
ouro prata ou boas firmas ; quem <-s
qmser di'ij se ao atterm da l3oa-*is'a ,
botica D. 40, que su d.r.i' quem os da'.
jry Oab n. i a4 a pai te Ocbl, que di'oS'. Pre
feilo da Comarca do Recito com d.'t de 8
de Jnuho docorrente em que diz que foi
preso um escravo de nome Job6 parlen -
tente ao abaixo assignado por ler entra-
do nosiliodoSr. Ma/or May.i rom umi es-
pingarda carregada 6er lemettido pelo
ditoSr. Major ; forte calumnia ou forte
engao o dito escravo leio aclia-oe no
eitio do seu Seuhorque he o abaixo essig-
nado eos paz esccego, nunca fui preso nem
carregou armas, enero outroqualquer es-
cravo do abaiso assignado e sobra esto
denuncia tinha maii a diser ; mas basta
que diga, que o e6cravo preto que trata
a parte nio be do abaixo a-iignado.
Francisco Gonsalves da Racha.
aj*p* Quem precisar de um caizeiro
brasilero que aba ler escrever, con-
tar, e Giaromtica Portugueca dando
fiador a sua conduca annuncie.
C9 Na ra do mundo novo O. 37, ba
urna ama preU e estrave, cora milito bom
le.te
OS. Jo. Profiro Teixeir de
Mendonea queir mandr rtceber nesla
Typi>grafia uro cart de aeu ioterece.
MfW O abaixo assiguado faz publico ,
que elle he Inventarame do bansdo falle-
cido Cipila Mor Antonio Jo; Sonto e
de sua roulber I), Annatvtari de Jezusde
Ndliallas que por con^egunteem quan-
to tiles nio forem paitilhados, esto de
baixo da luspe^Io do annuneiante, com
quesedeve hv>jr as pessoas que sobre
ellos tiverem qalquer interese. Jo;
Maria de Carvalho.
a/jJP Otferece>se om rapaz Brasilero ,
que sabe l r, escrever, e contar com per-
le cao para ser cax iio de qalquer nego-
cio que Ihe vpa.-e^a r|0ein o pe-tender di-
rija se-a iua Oireita Botica I). 62 que
bi achara com quem tratar ; d coobe-
nment'i a sua conducta ; enjo tem pratica
de Bwtica e par este fim tamben) Suje
tase visto ter tires annos de pralica na dita
Pharmacia.
'Ry Ha quem se preponha ensinar
Portuguez Latim, Francez, Lgica,
Rhelcrica Antbmetica Geometra ,
Geograpba, Historia, e chroaologia por
muito bom methodo : todas as pe-soas ,
que d'elle te quisarem ulilisar, hja5 de
.dirigir se de malih ale as 9 horas e de
tarde dasdius ale as cinco atorado por-
tss o venda opposta a casa Urrea de ira-
oj-'io2 l"go depoia do Arsenal queahi
Ihte indicari > coto ijuein ha5 de tratar.
8r3 Q m non iou querer comprar
urna ecr*va que s^iba engomar, e costu-
rara e da cozinh querendo nma mo-
latinha bem psrrida de i5a 16 annoscom
as abe lades necessaria dirij-Be a ra
do Colegio armasen de carne D. 9.
NAVIO A FUETE.
Par qalquer periodo Mediterrneo
a potoca Sarda Forluua Capit5 Dwdero,
de lote de i80 tunelladas: a tratar como
consignatario A. Scbramw*
NAVIOS A-CARGA.
Para Genova
CP" A Polaca Sirda Rosi Capitio
Carsanega pode receber ainda 60 c.i i xas
de a>socar quem quiser carreg.I-a diri-
jj-se ao coeigiiatario A. S-bramur.
COMPRAS.
*$3r Um inolata ou ciioula de
idade 17818 annos qi saib.i engom-
mar lo!a qalquer qoalidade de roupa
peraVUaaneate, cosinheir, ecusiureira :
na ra da Orlas D. %7.
}fjr Moedas de Ouro, TatcSes Bra-
leiros. Coluu)naiios,e Patrios: detraz do
Corpo Santo D. 67.
et>r M >edas na gos P.iiCt da Lio.
VENDAS,
Livros de Sortea muilo divertid*!'
proprias p.ra a nuil** de S. JjSo de tees
diffvrentes qualidades e o rnelhores que
tam app^recido: ni prafa da Iiidep-uden-
eia b.jj de livros n. 87 33.
- tjtja Tjm nov.i JgodeS tes impresso
em a88 paginnsd'uitaio grande, conten-
do I0a4 quantos bastantes jocosos di-
idiloa por 3a Srtes a< que. ofisrecem
um lindo entretenimento as S iciedades q'
feslejfo o da de S. Joa : no Recito loja
do Si'. Cardoso Aires ra da cade* na
Boa-vista Botica do Senhor Joaquim Jo-
s Moreira defionle da Matriz, e em
Santo Antonio loja de Strahor Bandei-
re Jnior ra do Cabuga' e na Travessa do
Rusario para o Queirnado loja o. 7, onde
ae vendero outros muitos impressos em
diversos formatos, tudo por prego com-
modo.
tW O 3.a o. do ECHO da Religo e
do Imperio ( vende-so nos logares ja an-
nunciados.
y Tabn de pinho de toda largor
o eomprimento ; no atterro da Bsa- vista
D. J.
B>a bixs rhf-gadas u tm.'riunie
do Part e por prego c imrxodu com
con iico de troc ir se as que nie p?g re n :
no principio da roa do encant>rsenlo,
venda defroote da cacimba.
tay Rap princtia de Lisboa muitu
fresco a a$ <8 o a libra, e a oilavas a 3 1
rs : na quina do pracinba do Livrarneu-
to, loja de Hurgo. Pouce de L>5.
e/9* Qoaijus do s?rto rr.uitos frescae
e chegados proximarneute : na Boa-vi^ta
no aemasem de sal, e casa de ranrbo.
|L9 Ocspietador do mundo novo e
um liviode sertes para a noiie de S. Joao :
ua p'ie^ da Boa vi>ta I). 6.
jtj Urna es rava de necio de dade
de uO annos, cosinb* e lava', um estra-
ve m >eo proprio para lodo o servico lano
do campo, corno da praca : urna m'-l nha de 1 a annos de idade, com princi
pi i?4e copula : na ra do fogo D. ti-
flF* Sacas com farinba a 4^3^00 di
tadeMagea 5a00: na rna no va D. a.
*/JT Urna cab aba de l3 a 14 annos
de i dalle com principi s de cu-tora : na
ruaestreita do Rosario sobrado D. a9 ,
no terceiro andar.
sjy Um carrinho de duas iod.19 mui
faite, com mullas de'as>o, fenrado e
pintado de novo : no atierro da Boa-vist
casa do a-geiro Luiz.
a/y Uvn cabra carreiro moco, e pro-
prio para page : no Trero Nacional se di-
ri quem vende.
yf Dus esersvas mocas, um ciiou-
la e outra de anguila .* na loja do Sr. Baa
deira de rpese dir quem vende.
y* Qaartinhas da trra, de todas
as qualidades e preco coromod ,: na ra
da Florintine casa o quina D. g.
yy Boa farinba de mandioca do Rio
de Janeiro n 16 patacas a saca grande e
pequea a i4 patacas e o alqueira de me
dida nova a JgaO ; e ptimas barr as va-
ziai paraassucar : na ra doaQuarleis 0.
4 e 5. -
yy Uro cpimosohrado de um an
dar e sollo, grande puntal estribarii
ptimo bmihe'uo de ped a e cal, sito n<>
varadouro emOlinto junta ao bailo: h
praca da In lependencia loja de vros '.
37 38 dii quem vende.
ary Um caZal de es;rayos ladinos, de
meia dade e por preco muito em couta ,
proprios'para ai'io, ou engenho pois o
negro be officaj de l'azer acucar e a ne-
gra boa lavadeira de ssba^: ns ra das
Cr'izes n. 7, no priimiio andar.
fP Tito Livio OiaeSes de Ceeto,
Horaci), Ovidio triste, |todas compltrtas
e em boro uzo ; na ra dosQaaiteis n. 7
segundo andar.
a/y Ou permoRa-se por qalquer casa
nesta praca ou por escravos, om s'lio na
e trada do Jaqui roa de S. Miguel ao p
da Igceja do Rosarinbo que foi do falle-
< do Jote Antonio de Souza com boa ca-
sa de vivenda toalhada de madeira nova
e capas de morar umi grande familia pe-
lus muito* commolos que tem, com glan-
de qusntiiade de coqueiros, e gran.le
campo par plantafio de cana, veidu'a, e
cipim; quem e^te negocio qoiser fazer
d aija-searua do Rangtl D- 23 ao p do
beco do caree- tiro.
tjy 50 barricat que furlo de farinba :
na padaria por det'az da ra Nova no be-
co dtfronte da ConceicSo dos Mugres.
avy t das entie 30 a pre,o de 5i,oto rea:
quem s pe tender dirija-sea fallar com
Jote Joaquim Pinto'Maitos ua ra d
R.-saiio larga D. 4-
a/y Uro rico aparador de Jacaranda
boas mesa e bancas, sotis, ramas, eca-
rleiras lauto de Jacaranda como Anjicoe
Americanas do P01 to e de todas as qua -
lida le e doas cdllec6es de qu.idros ma-
lo sica ebegado a pouc'o de Pariz sondo
huma da Araba e outros de N.'p.diaS,
figura? de gf> com seus paineis de vi-
dro e outros muitos objectos que avista
do comprador seraS patent s: no Arma-
sen] da ra Nova D. 34; assim como se
continua a receberlodosos objectos tanto
novo como velho para se vender por
me i o do eeo esisbeltcimento.
e/y Caroi8.de angiqui de casado de
bi>m gosto p.r preco commoJo tam
bem soff da roesma madeira de muito bom
goato ; 110 pateo do H^pitat loja de mar-
cineiro D. i5, seichar com queai tri-
tsr as'im corto tambem tem caxilio para
plmayao de loja de capaterro.
e/y 35o palmos de ierra frente; no
alte-rodos Afiogdos, e fundo de 600 a
7 >o da parte da mar piqueua: na ra
Nova paieria D. i7 oude achara com
tratar.
ESCRAVOS FGIDOS.
Jos ciioulo de estatura regular,
ro->to grosso, bem barbado que represen-
ta 30 nno de idade,testa canillada ca-
riz, largo e ponlagudo, |um pouco
apalheUdos natural de Varjados Dislri-
cto do Lioroei o para oniese diiigio, se-
gundo consta foi ali escravo de Antonio
Gi mes da Silva, edepois de Antonio J-
liuto Lupes e hoje he de Francisco Ka-
chico Soares ; os apprebended^os o po-
dera k-var a roa da Cruz primeiro sobra-
do junio a praga da Independencia, que
aere generosamente gratificado.
9^ No dia 3 de Abril desaparecen
uma negra crouto de nome Jenuveva,
cor fulla, estatura regular, testa peque-
a cubeca redonda tem urna marca uas
co>tas o peitos pequeos: os sppreheu-
dedores levem*a a ra daeadeia ellia nu-
mero 53.
t&F- No dia 9 do crrante fugio urna
pret de nome Clara com es biguaes se-
gnintes : b-a altura-, cor ful a sec a do
corpo tem varias marcas de fogo as ros
tas, una deltas bastante grande levou
vestidoaznl e orna troixa de roupa : os
appiehendedoreaa podtr*5 levar a Boa-
vista no sobrado de Bernardo da Gama ,
que sera bem recompensados.
ajry Honel naci angola altura or-
din.ri.i cor fulla com Lita de deptes,
it'iz icgaoado, apaeitados e disca-
derado algum ceiaa idoso desapareceu
do sitio do Araial no dia t de Mao de 1836
qalquer p.ssoa que entregar na quina da
pracroba do Ltvramento ao abaixo assig-
nado lera' a quantia de-200^000 res.
Joa Carlos Pereira de Burgos Punce de
Lia o.
8^> Da-se 50^000 rs. de graliGcacio
a quero a tiouxer urna cabra por nome An-
tonia que foi captiva de Antonio Jos de
Lima morador em Porto calvo e quem
a omprou foi Antonio Igsacio da Roa ,
a dita cabt'a esta' fgida desde 3o de Ju-
uho do passado c consta andar pelo mes-
mo lugar e seus arebaldes e hoja assisten-
te era Paulista, onde diz ter prenles
dit Cabra e com os signaes saguintes*. nio
be muito pret baisa e grosaa barrigu
da que parece estar pie nha tem os den-
tes a petados, nariz afilado 1 com bastan-
te marcas de bchigas pelo rosto inda fres-
cas pi apaeitados o dedo mnimo are-
bitado pfcra cima ; quem a trouxer na
roa Direita sobrado do beco do sc-rigado ,
no primeiro andar recebera' a diia quan-
tia.
Taboat das mart theiat nm .Ferie de
Pernamku**i
h. i8m
2 6
a-54
3 4a >. 1 Tarde;
4-30 1
5-4 '
6- 30 1
NOTICIA MARTIMAS.
iO -Segunda m -g
i 11 T: m -1
,5 ia -Q: u -0. -
-g 13 ~Q: -
- i4S: * a
5 i5S:
16 -U: 0 tu
m
Navio entrado no dia 9. .
RIO DE JANEIRO ; 16 d, B. N. a Ir-
ruios oom i4<>T. M. Manoel Fran-
cisco Bitancuric, carga gneros do paz:
a G. Agostinbo de Barros.

Safados no lia 9
RIO DE JANEI&O ; B. scuua Suzana ,
M. J, Lidaman carga lastro.
PRN. NT|T, OK M. F. PABIA. = l837
i-


Full Text
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