Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08071


This item is only available as the following downloads:


Full Text
^m^mmmm
AUNO XXXV. NUMERO 1%1. 0
S
,1
Por tras metei adlantadoa 4$000.
Por tres oiezea vencidos SgOOO

* r/s* ^s*
TER^A FEIRA 31 DE HAIO DE 1850. )
Por anno adlantado f 5$000.
Porte franco para o subscriptor,
PERNAMBUCO
ERCIllEfilDOS 0 SUBSCRIPCIO NO NORTE.
PihTipi DOS CORMtlOS.
Oliuda lodos os dias as nape e meta huras du da.
IULIENCS DOS TRIBUNIES 01 CAPITAL.
iguaiass, Guiaiina e Parabibe nas secundas e sextas-feiras
S. Anllu, Bezcrros, lluaito, Caruar, Allinlio c Garauhuns Tiibunal du commercio: segundas e quinina,
raranioa, o sr.Joao Rodolpho Gomes: Nalal.n Sr.Anlonio nas lenas [oirs. it.-l... o: tonas feiras e sabbados.
Marques da Silva; Aracaly, o Sr.A. de Lomos Hrga-.Cear.j l'o d'Allio, Nazarena*, I.imoeiro, Rrcjo, Posqueira, Ingazei- i Pazeda: lenas, quimas e salibados as lOIioras.
5?'.''." de Olivotra;Maranhao, u Sr.Mi......I Jus Marlius ra, Flores, Villa Bella, Boa-Vista, Ouricury e Ex uas Juizo du commercio: quintas ao mcio dia
niD(iroi.iiiinaraes; i laiihy, o Sr.Josr Joaquim Avelino; Para,; quarlas feiras. ilo de orphus: lenas e sextas as 10 horas.
Cila Hamos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Cabo, Seriiihom, Dio Formoso, Una, Barroiros, Agua Pre- I'rimeira vara do cvel: lenas p sexlas ao meio dia.
la, Pimenleiras e Nalal quintas feiras Segunda vara do civil: quarlas e sabbados40 meio dia.
__________________________________ 1 (Todos os roririos parlen) ai 10 horas da manha. "i
\
EPHEMERI3ES 00 MEZ DE MUO.
La nova as 7 horas e 45 minutos da larde.
9 Quarlo eiesienle as 2 horas e 39 minuto da larde.
Sl.ua chela as (i huras e (7 minutos da larde.
Qulrto minguanle as S horas e 30 minutos da tarde.
PHF.A.MAII IIF. BOJE.
I Primeiro a* i horas n fi minutos da rnnnha.
Segundo as :! horas e (2 minutos da larde.
ltS DI SEMM.
:lll Segunda. S. Femando ni ; S. Felis p m.: S. Gabino.
:l Terca. S. Petronilla v. : S. Lupo-inn b. ; S. Cando.
l'Quarla. s. Firmo 111. : S. Felinto; s. Severiauo b.
1 Quinta. >( Assenrodn Senhor : s. Ensoto l>. m.
:l Sexta. S. Ovidio b. : S. Paula v. m. S. Invino 111.
i Sahhado. s. Francisca Oararinln ; s. Quirinn b. ni.
-*> Domingo, s. Harriann m. ; s. Bonifacio b. 111.
ENCIRREG100S 01 SUSSCRIfCaO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Glaudino Falcan Dias; Bahia, o Sr. Jos*
Martina Aires; itio de Janeiro, o Sr. Jou Pereira liarlins.
FU PERNAMBUCO.
O proprietario do llAIO Manoel l'igueirna de Faria, na
sua livrana praca da liidepeiideneia ns. 6 e 8.
EXTERIOR.
AUSTRIA.
En Soiilhamplon foi o infante D;J;iz reriqidn una invasao peo parle da Franca. Entretanto nao e lulamente nada d'esw meio balalliio, 011 de un os- diseripen de un mo lempu que retarde a r.hega- lia de \. Jl. L, pelo falleciinenlo en aples da
[com todas as honras deudas a sua aMjerarchia; : por ora sabido cuino se condiizira a Confederaran quadrao de cavallaria. [da Londres da mala de Fiama, lleservti-mc le-1 princeza a Sra. II. Isabel, nao podia deivar de ma-
dalli seguio S. A. R., puncas horas depois da sua caso a Franca limite a guerra contra a Austria a lia- Deu-se nlliinameulc mu fado 110 campo de dara, se oororror algiim ineonvciiimile digno de 111-! goar prefinid;.......leo paternal coraran de V. M. I..
1 chegada, paia Londres onde veto em risita a S. II. a lia : alguns porem recolara que em qualquer caso Boverlon, 110 aqnnrtclaraorfte do* recrulas, que po- leresse, para escrever-lhe depois du dia 8. e de contristara manota augusta familia. O senado
rainha. a l'russia entrara em campanha coma Austria, fa-- duna ser trgico, mas que feUzaenlt'
Proclamaran rainna. a I russia entrara em campaiiha com a Austria, la- dona ser trgico, mas que felizmente coiiverleu-se As consequcueias dos tactos de que llio falla a | acoinpaulia respetosamente a V. M. I. em
Soldados! Depois de radiis esforros era ron-' l,.""'1P1' Albejto foi receber o duque do Porto a zendo nvanrai- sobre o llheiio um exerciln de oilcn- era cmico. ,Dous remitas acorregtveis foram pre-! minha ultima se van realisando. [ la dor por lo triste aeonleeimenlo, no qual
servara paz de wa iniperin sem i.0r" eraioiieslin '^odo caniiiihode ferro, cdalu o couduzu. em 11.1 a cen mil hornens. sos na enxovia e r,utfinu-sc-Hics a guarda.i um ve-1 A intimaran dirigida pela Austria ao poverno do r.i Divina Itmuipolcncia, que odispoz e
a sua digmdadp, veio-uie obtisado a uirar man ''?rr"'',801", u;l c,,rf': P"" Wo real de Buekm- No estado actual da Europa grande tcm sido, o lio s.-.rgenlo, un, mlho da rMM, daodo-se esle pos-' Piei.....ile foi repellida, e o ajudania de campo do infallireis decretos, consolar a V. M. I.
das armas. gnam, oiid.' a rainha espera a ja o jrincipe porlu- pnico exisienle no mundo 1.....menial. Os fundos "o de conliaura em remuuera.i."io.de seos longo sit- general liiulav, encanegadn de IransmiUi-la Tu-, Interprete liel d.i liaran, o senado se
-m iiiini V.i.'t 1 nn.i 1 .l.iiin 1 i\ .loimieiiii .'Mam menlo m< 1 i 1 ii.i-la .1 ji .. .* ., .... 1, 1 1I.1 .ii.Iih.hiIa l-iii ruinn >' .. ... ._. ....!.> ... *
em sua jus-
aprize-
ein seos


/.i
V
\
* Confio com Inda a seguranza n Hiom direilo da
Austria famelhnres mos, as experimentadas mins
dn meii valeroso exerefn.
Sua coragem e leaMadc, sua exempiar disci- ,,
plir a juslica da cau4 que defende e u sen g|- \V
p o passndo, so-ine tima Jaranita du bomV-sul-, K^t.,"vi
. Soldados dnsegund exeriiln, avsoulms In-
ca o ligar a victoria ao Immarulndn pavilhao ans-
Iriaco. Marchai ao cmbale com Dos e com a cou-
lianca em vosso imperador.
FmNC.isi.o-JosK.
C0RESSP0NDENCI1S DO DIARIO DE PERNAMBUCO
l.>n.lr>s, vi de abril de Ih,
cotudos nesta eem nutras pr.ii;as do conlinenle lein
oslado sugeilns a grandes vanaenes, sendn os ulli-
iiius precns ns qne abaixo von apuntar,
(is rcmsnlidadns ingle/es lirain a 95 1/8 a prazti, marcha de castigo, lis dnu| sufeilinlios nao se li/.e- Tudo couceheu-se aguni.1
guez. Resta.residencia demorou-sff. infante at o
dia 18,,em que se despedin de S. M^regressnudo a
SnuThamplon para bordo do seu navio.
S. A. II. tra/.ia em sua comitiva o lenentc-gene-
ral viscoute de Lampanh o o rapitao-leuenle | a 917/81 vista. Os hrasileims den por rento a rom rogar ; mas apenas se'pilli'am du lao de fi'ira
I (Ni ditos de i I Is.ij a !l( ,. ns de 41/- porl lancam-se sobro n sargento,'metiem-n'o nnprisao|
h infante 1) Luiz Inglaterra de cpiiIo jISS) a.911/2. Os sardos de por conloa fcliam-lhe a porta, dingiinjM- barraca do gunr-
pnra ceremonia para com seu futuro cuuhadn o \ 77 -9. I Is porlngue/es de 3prtenlo a 45-tt. Os pe- da, que lienva a pouoMfaasos, apoderam-se da
principe Jorge de Saxonia, a qita*i o duque do Por-, ruanos de I 1/2 de 89-91. K os russos de 5 porcen- roiipn paisana que a 1)1 eioiiiiam, enfrascam-se
lo veio.aqui buscar, e quedere parir! amanha del lo de 110-112. neila u largam-se para (rajs campo sem encon-
. I'urtsmnulh a bnnln da Ititrlhnlnmeu Das, segua- "l* ciiubio sobre o llio efi.'Ctuou-sc a "2 d. 7/8 e Irar o mnimo embarace. '-% ^^
j do viageni para Lisboa onde em breve lera lugar a 58d. I.K a (10 dias de vista. Na manhaa seguinl, nao apparcrondo o srgen-
| ceremonia do seu casamento com a Sr." infanta I). O descont contina de 2 1 '2 a !i Dor rento, lo chamada, tralmi-so do saber o que era feilo
Naris Auna. Nn mercado de l.iperpool o nosso algodan t|e Per- d'elle ; ningiicm dava nnliotas dn velho soldado :
No inesmn dia em que daqui seguio o principe I), i namhum e Maranhao lem sido colado de 8 d. 12 a mas passando-se em frente da prisn ouviram-se
I Luiz, parti S. M. a rainha com toda sua real fami- 8 d. 7/8 ; da llahia a 7 d. 3 i.
oud
congra-
"COS. 1 rin. fui obligado a deivar osla cidade 11 2fi de abril lu 1 EOUI V. MI. pelo estado de so.i'go e Iran-
Ao moto da o sargento fui a enxovia soltar os, larde, com urna nsposla formalmente negativa, k quillidad deque lem gozado o paiz,crom V. M. I.
dous tratantes para que usUa llzessem a co.lomada : guerra eslavo pnis declarada. Por 11111 momento com-1 eleva ao Todo-I'uderoso os mus votos de fervoroso
perauea, leudo a Ingla- agtadecimenlo pui
I s-.>
Ierra expressainenle nll'eiecido a sua mediaran que
lra aceita pela Austria: porm a Franca se limita-
ra a tomar esta ollera em eoosidnrar, o que a
corle de Vieiiua coiisidernu como una recusa. As-
sim as tropas austracas reeeberam nrdemde passar manifuslam di
n I espin, e a [t esta phincira opi>raeo militar fui iimparciaHdadt
consumada. _' 1 redouu decria
Segundo ns termos de nina nulificaran feita pelu
gabinete das Tulllnras curie deyiein.i, a passa-
gem du Tessinn era considerada pela Franca como
urna deelaraeati de guerra da Austria :
motivi
Fui suminamenle agradavel ao senado a decla-
r.i. jo de que a juslira e iiioderaeao couliiiiiaiu a
ser coiitltroes rar.irlei-Nliras da poltica, que o gn-
veino de V. ti. I. se lem prnpnsln. I'aes condicoes
inaiieira iiuouteslavel o inliiesse e
tinque o goveruo de V. M. I. pi.i-
eulio de sua elevada missito.
I
I lia para o castello de Windsor, onde, como de eos-, Nesle mercado acham-se colados alguns dos nos- mam estendido sobre a arimba quasi desfallecido.
Aproveil.indo-me da partida do paquete Mersey, ] lume fui passar as festas da Pasehoa, e mido leve sos gneros como se segu : Elle perdeu com a brincadeiro. nao por inedo que li-
ii"'amanhaa deie seguir de Soylhampton para o lugar no dia 21 do crrenle a ceremonia do Chrisma,. Loco do Brasil de 13 s. .1 50 s. por 112 arralis, vesso, (isso nao lhe supponios nsl mas por causa
10 tic Janeiro, fazendu escala pelo Recife, escre- 1 administrado a S. A. It. a princesa Atice pely ar- pagando 1 d. de direilo por libra. Caf de primeira da noile de fume e de fro ojuesolfreu, e talvez pelo
o-llic a presente caria que sen ira para informar ; cebispo de C.aiiliiaria na prsenla da familia real, do qualidade de 16s. a 74 *. por 11 arralis, pigos riso homrico dos camarada* Quanlo aos dous re-
eitorcs do seo acreditado jornal das priucipaes duque reinante de Saxe-Lnburgo, e do principe de 08 direifOS ; de segunda qualidade de (9 s. a "i'i s. dulas, ainda boje enrrom Mes.
.. asstia iruiias
gemidos; arromba-sc a porta e enconlra-se o lio- j francozas foram immediatamente expedidas potoca-
niinlio dos Alpes Tiirim, e pelo Mediterrneo I *' inlerojse da naro, u seuado espera do TodoPo-
Iramecres commerriaes. (fhjorios do lo seria
! gravo natureza nao podem deixar pnrcerlo de re-
clamar loda a atlencao dos poderes supremos do es-
tado.
Senhor (1 senado reeoabece, e dcvidameule
aprecia a neces-idade de vencer as dilliculdadi-s du
presente, cainiuhaiubi sempre para o futuro gran-
dioso que a Providencia nos destina.
A ardua, mas gloriosa larefa, que V. M.Impe-
rial se lem proposlo, de promover com os mais
couscieiiciosos desvelos o engrande, iinenio da na-
can, dandn. nn deseinpoiilin J,. tauJ mageslosa mis-
sao, as mais decididas provas sb sabedoria e de
magnauiuidade, encouir.ir.' stuupre da parle do so-
nado mais leal e liel cooperarn.
us incessanies aforeosde \. M. Imperial acha-
ran a mais ardeate retribaieio no reeoaanmerite
lo paiz, na admirarn dos vindouros, e mais que
nas benros do co, que nunca deixa de re-
randis dedteacoes dos
de185f.Afor-
Uiraiida.iVa-
tudu
vo-lhi
os
noticias da Europa e outros pontos desdo a partida llcningeu. A princeza Alico e lillia de S. M. a rai- nas inesmas condicoes ; ordinario de 12 s. a (IS s
o ultimo pagete em 9 do crreme. I nha Victoria, e cunta hoje de/escis aunos : diz- Pao Brasil de 110 .'. a 111 s. por tonelada, livre de
~j :"^t-4Kr"e' destinado ao servico da Com-! se que ser prximamente esposa do principo de i direitos. Assucar hranco de Pernamhiice e da Pa-
palona Hcm Iiigleza de Paquclcs entre o Rio de Orange. ; raliiba de 2fi s. a :|2 s. livre de direilo dito ama-
J.ineiro e o Rio da Prala, para onde dever partir Algumas horas ahtes da sua partida para Windsor. relio de 20 s. a 20 s. igualmente sem direitos ; e o
lepois de ler donado nesse primeiro porto a mala reunir a rainha um ;onselho privado, a que, alm| branco da Bahia de 211 s. a :ll s. na inesma con-
que oaqui leva. Nao dei delle noticia na miuha ul- dos ministros com assenlo em conselho e d*e algnns 1 dicao.
1T1 caria, porque at adata em que cscrevi nao nlbeiaes-mores da casa, assislio o arcebispo de Can- lie Jersey seguio do dia 6 do crreme para Per- cacoo' esmerada,' passaram elles ag'radarelmente o
iiiiiia ainua o eorreio geral desla capital annunciado luaria. Nessa occasio houve por licnt S. M. ordenar nambuco o Emilit A Jmui ; e de Gravesend no dia junto rom di llrenles Bessoas da familia, s
a sua partida, nern cruio mesmo que a csse lempo, ao dito prelado que compozesse unta oraeao em ac-' dia l do crreme com igual desuno n navio Bis- qnaes miiilo divertir aquelle disfarce ; e ao ap'ro-
J"v*TnJ" contratada para o servico a quo elle cao de gracas ao Senhor pela final Iranquillidade lassla. Brevemente seguir dente porto para ah o ximar-se o noile dispiinhaiurso a rollar 4 casa pa-
i'h- j 1 dos sons estados na India Urieuial. devemio fazer Mrrandrr. lerna quando um de seus aaligos Ibes adrertio qne
,.,H i"' soresolveu, segundo sou mfor- reciU-la nos templos no dia 1" de main ; ao que se | Para a Paralaba >eguio a 1 i de Liverpool o..4,i- furria o boato de que elles scriam assaltados no ca-
moun, quanioao e.-iabtlecimenlo de una sejrunda conformoii sua gracr reverendissima, lenao ja nao | e eom preccdenciii dente mesmo porto para o niinh
mina meiisal de 1 apures da mencionada compauhia i s publicado a dila oracu mas lamhem ordenado a Para o Prinres* llni/al. lie CardifTpara o Maranhao
iipluu e o Kin do Janeiro ; sei porm sua recitarn no mencionado dia. largo* a II! o Chasehj ; e para a Balita a 12 o '011-
Pelo carnaval os dous filhos do Sr. B., una
das notabilidades da provincia de Liege, livorama
idea de se disfarrar e de irassim visitar a alguns
prenles, moradores em ama communa viziulia.
Nao se mascararam, mas um delles so enlonou em
urna enorme crinolina.
Hocos tic un procedimento exempiar, e de edu-
que a directora procura alcaucar una represenla-
les
... co
sentido daquellc melhoramenlo
Alem desle assumplo puramente religioso, re-
cao, por parle dos negociantes que 110 Brasil fazem solveu a rainha naquella mesma sesso do seu con-
s importante coimuercin com a Inglaterra,
eordim.
Chegate a Falmonlh de Pernambuco no dia 10
e 12 do corrente o Trovador e o llalder ; dessa mes-
Vroun a III, e n
gou a Brislol a
no seibo privado encerrar o parlamento no dia 19 do
_..j o nos mesmns ler- | crreme ; n com efteilO leve entao lugar esse acto raa procedencia a Queenstovn o
mos aa que minios negociantes desta praca formu por coiumisso regia, sendo o lord chanceller en- llindoo a 19
liram para ser dirigida as presidente do correio ge- c.arrcgado de lr o discurso com que a soberana de-
jal uesie remo, de quera impetrar a mesma direc- ciaron encerrado o parlaiuenlo brilaniiico e'ao mis-
lona maior subsidio pecuniario para auxilio da na lempo a sua iilein o de dissolve-lo prompta-
nova luiha que se pretende estabelecer, sem o qual mente alim de por meio de nina nova elcico co-
se repuja de .impossivel realisaco sumelbanle, iihecerqual a conllanca que no paiz existe a respei-
(\'t- ,0 dos seus ac'"aos ministros.
u ji!*-, em um dos seus artigos de fundo du-i Como ja cu tinha aitntinciado em minha anlece-
raule o mez prximo passado, advogon com euer- \ denle carta, a dissolucio dn actual parlamento ha-
gia semelliaute prujeclu, faxoudu sentir a importan- >ia sidd promellida por lord Derhv logo depois da
caoocouimercio existente entre o Brasil a In- sua derrota parlamentar na cama'ra dos communs
glaterra, avaliando mesmo o valor das Iransaccoes j por occasio da discusso sobre o bil da reforma
mire osdous paizes em alguns milhoes eslorlios. eleitoral. A ga/.eta ollicial de Londres dever pu-
e apuntando o uotavel cresciiuento que cada ajino I blicar ainanliia o decreto da dissoluco, e ao mes-
apparece nas relacdes commerciaes dos menciona- 1110 tempo o da couvocaro de um novo parlamen-
tos paizes. {fa As eleiroes rouii'rar.'io no decurso desta sema-
Ja se ve pois que um tal projecto reputado de j na : niiiguem pode calcular com certeza o resulta-
grande vanlagem ; e urna vez que elle apoiado do dessa campanha, com quanlo seja lora de dunda
pela opintan do modo por que Oca dilo nao preso- que o partido liberal ser representado na nova ca-
mo que o /'o*/-0//icr.deix.ir de tomar em conside- : niara 111 grande torca ; mas todos augurara um pro-
raraoas requistcOea da directora da compauhia, j xiran Oui i administfaru Derby, se ella insistir em
coinqiiaiitii soja corto que aquelle ramo d'\dminis- propor ao novo parlamento o mesmo bil sobre a
reforma eleiloral sem algumas modilicacoes.
_.V Gazeta de Londres acaba de annunciar a crea-
rao dos seguimos individuos como pares da Ingla-
terra : o coronel vTyndhameom ctalo de baro
de l.econlicld ; M. Talln F.gerlon com o de baro
lis dous irmos riratn-se da historia. Aohavaro-
se a nina pequea distancia de casa.nao liuhaiu nn
paiz um S11 iuimigo, e go/aaiu ao contrario de es-
tima e alfeico geral liiswn-se em que o bnalo
ora fundado : um de seus primos junton-sn ao ami-
para Ibes fazer recetar una cilada. e rele-los
Genova
Na hora em que eserevo ha imiis de 100:0(10 fran-
cezes collocadus un Piemonle, snb o commando dos
marechaes Baraguay, d'Hilliers e Canrobert, assim
como do general Niel, commaiidando oqiiartn eor-
pn. O quartel general dn exerciln sarde est em
Alexandria, e el-re Vctor Kuianuel, que o com-
i nula,sedirigio para alicom seiiestadn-maior. Ain-
da nao teco lugar recontro Slgum, e parece corto
que nada decisivo ser tentado pelo exercilo frail-
ee/seno depois da chegadado imperador.
Porm a propaganda activa qn
Cantara los Srs. deputailos:
l'roinlo dt capona falla do Ihrnito.
" Senhor.A cmara dos depuladns ouvio rom
o mais vivo riconhecinienlo aspalavras de jubilo
profeiidas por V. M. I. ao abrir a prsenle sesso
legislativa. Ellas, sendo urna prova decidida do
acrisolado amor de V. M. I. para com as inslitui-
deroso a permanencia de um estado lo lison-
geiro, como se ha inislor ao engrandecimenlo do 1
paiz.
' Era de remolienda necessidade a que V. M. I. :
se dtgnou de alisador com a sua consumada sabe-
doria, em 2 de jiinho de 1838, a celebrai-n de una .
convenco do S. >1 a rainlia da Cr-llrelanha, I
leudo p.irobjeclo regular a deciso de reclamarocs
ha milito pendentes entre os dous govenos. 1 guro pennor da venerarn e rrapeilo que. os potos
11 tratado definitivo assignado pelos plenipn- >,o"sagraiu pessoa de V. M. A
lenciarios brasileiros com Mi presidenles ila con-; AconOnoca que V.M. I. por si, e em nomo
federaeo Vrgeiiliiia eda repblica Oriental do Un |d0P. deposita nn patriotismo e nas luzes dos re-
uayaideii.....iro desle anuo foi sem duvida tima (""senlantes da naro, milito lisongeira para a
r:i m-ira ,l.ir .I,,....1...!.. __... ..__f ^ ___.-. t
cues ,|u,. ns regeui. sao ao mesmo lempo um se-
1 guro penhorda venerarn 1
uara dor depuladns, quo lera o maior eropenho
era corresponder essa honrosa confianza.
A cmara dos deputadas comparte o justo pe-
zar de \ Jl. I. pela perda que .1 augusta familia
imperialsoft-roa no dia li de fevereim ultimo. A
unirte prematura da serenissima princeza a Sr.* D
Mana Isabel, lilha da milito amada irma de V M
llindoo a 19. Kiilrnu em Pili no dia 15 o Miranda por este modo. 1'rabalho intil ; sua ausencia in- tirada. Esle ocio produzio o elfeito desojado: Os
procedente do Recife. De Marei chegoii a l.iver- quietara a seus pais : j st'tinhara demorado mui-! chefes de legaco o mandaran] aeompanhar pelos siv
pool a 11 o Luida ; da l'arahiba a es.se mesmu des- to ; nao eslavam habituados a estar a noile fura de creanos; o grao tinque chegou desta s.irle Bolonha
tino o hrlpu- no dia 11 ; e anda desle porto che- casi. Salino chala.-ando e lomaui alegremente a. e aos ICslados Romanos.
porlo
o navio Carolint. estrada real
25 A chegar a um pequeo bosque, os dous moros
triaco fura apresentadu no dia ti ao goveroo i masoaradns, armados dn cabales, os quaes poc-se a
sari,l- I persegui-los e a dar-lUes,brdoadas. Trava-se urna
Um exercilo de 10:000 bonicos enmecou a reunir-1 ltela encarnizada. Os don irmos, embararvulos
Piemonle nao
lem eessado de axereer sobre o resto da Italia, lera ..,
manifestado desojo on facto signilicativo : urna reI medida reclamada pela convenco prelerainar d
volta do poro e do exercilo rebenlou era Floren- j paz de 27 de agosto de 182S. t senado cenia que
Ca; o grao duque da TOKana quera permanecer cun .-lia decididamente se lirme eiu bases solidas a
neutral; opnvo .se quera pronunciar pela Sarde-1 independencia do estado Oriental, e se garaniam
"nha. Os r befes do movmeiito pediram ao grao du- : suas boas relacdes para com o imperio o a coufede-
que a sua abdicaco em favor de sen Ribo, (l prin- i $ao Argentina.
cipe ae recusou iuahalavelinenle ao acto que elle ( senado, senhor, considerar com a devida
considrala como deshonroso. Chantou para n p attonco o importante assumplo relativo s atlribui-1 .' a ~ Jannaria. eondeasa d'Aquila, nao s en-
de si iodos os asombros dn carpo diplomtico, de- i eoes dos consoles un arreeadacio das herancas dos; I1'.!" '. a"-'usia familia de v. m. i. como a todos
clarando-Ibes que a sua intoneau era reiirar-sp de I seos uaeionaes, do qual eom particular solicitnde '.'* as ",s- 'ormas de governo como a nos-
seus estados, perguntando-lhes se estarna habilita-i so oeeopa o governo de v. Jl. 1.
losa garantir sua pessoa e a assegurar-lhe a re-1 senado auxiliar como indspensavcl zeln
Os| os esfohns do governo de V. M. 1. na Itiuga dis-
insso a que lem dado lugar lo ponderosa male-
tera, rio intuito de chogar-se a 11111 no-ordo s.ilis-
lactorio.
O sonado acompanha a V. M. I. na profunda
magna que alflige o sen paternal coraco em pre-
sencia dos rezames e privares com que 'llagella o
Os despachos de Vicua annunciam qne o prin-
cipe dirigio-sn immodinlaiiienle a V'ienna, onde o
imperador llio den como residencia o castello d
so iiomem em Totilon. O marechal Pelissier fni no-1 pelos veslidos de carnaval, oo lendo para so defen-1 lusamente esle lilulu, mas proinelleu proteger a
meado commandante em chefe do exercilo em ope- j dor nem urna bengala jo menos, sao vencidos e lan- Tastana; o ministra sardo 11. Buvarcoinp.-ignique
nones : deve pois deixar Londres sem demora. Irados por Ierra
Schuuhriimi os amigos do Piemonle, senderes da I povb a caresta dos gneros alimenticios, aggravada
situaro em Franra. prnclainaram o re VirtorK m-1 pela secca cu) uns lugares, e u'outros pelos execs-
naiiuel dictador da Toscana. Elle nao aceilou pre- i sos das chovas.
A coiilianra com que o povo aguarda dos pode-
res supremos do estado o elfeito das medidas quo
O governo sardo foi investido pelas enmaras rom i Entretanto, um delles se lenihra que Irazia Mal-
dictadura Tildo se preparava no Piemonlepa-1 gibeira um caivetegrande,apodera-sc delle, e para
se desembarazar d algunus eanivetadas, em seu
irarao publica se aclie enonuemente gravado pelos
ayunados subsidios que o governo iuglez lem con-
cedido a diversas linlias de paquetes uaeionaes. o
Miado cantiga aqui com um grande dficit animal
na sua rjparticao de corridos
a crearn de novo* subsidios, ninguoio nosso pon-
to maialilwrat qne o governo bruaniiico, a que ni
logo so aprsenla como conipensaco a vanlagem
uv por aquolle epeio Bear engrandecida a espheru
das relarois eonimerciaps, viudo assim a enlrar
pelas alfandegas jpouco mais011 menos] o puo livor
sabido como subveucu pela rep.1rlir.10 do correio
geral. v v
A'vista pois destas razos nutro a osperanra de
ver levado a effeilo u inelborcmenle que prjecla
fazer no seu sorvico Compauhia Real de Paquetes
Inglozes Jtnafpccssariu de.moustrar quanlo. o Itr-
sil lucrara com isso, pois de primeira evidencia
que i proporcn do crescimenlo dos seus meius
de coimunicarjo cumas nat;os estrangeiras maior
ser od.isunvolviiuciito da sua riqueza commcr-
ci.il.
ra receber os Aiislrincos
A Inglaterra e a Russia proleslatam contra a con-
ducta da Austria:
lis fundos francezes de 5 por cont ficam a tVi fr.
a termo e fi"> fr. 15 c. vista.
------------------------- ----- m.1. -..,.,. 1 .1 OH -fS" IOO I. l U(, l'lllljll
fciilreuinlo, quando as circiiinsldiicias justificara de Kgerloo e sir I.liarles Morgan-Morgan cora o de
_ A autiga compauhia de vapores enlre Liverpool
e'o Kio de Janeiro acalmu de lodo, ape/ar dos cs-
fon-os feitos para o seu restaueleciioeulo. Sum o
harn .lo Tredegar. Estes Moros lords pertencem
oxrlusivamouie ao partido conservador, hojo do-
minante.
Na noile dn 18 do corrente, vespera do dia em
que leve lugar o eucerramenlo do parlamento, ex-
plicaran! as ministros s cmaras a conducta do go-
verno brilannico na actual questao internacin,!
Kruxellas U de niaiu de 1859.
Eslo lanrados os dados. Bealisnm-se as nossas
prensos, o os destinos da Europa eslo de novo
entregues ao azar dos rombales. Nao se podia es-
perar entra eoesa. As illusoes regam apenas os cs-
inriios fracns, e todava a realidnde acaba de fenr
a lodo o inundo de um doloroso espanto. islo,
pelo menos, o que suecedou ueste paiz. Bm Fran-
ca produzio-se exactamente a mpresso rnnlraria.
'.,.'---------" "" .....H-mr st;to cuoirunn.
Vllt, ao despregar du primeiro estandarte, no pri-
ineiro rodar das peras de artilharia a estremecer o
idiao. ao retiir da primeira tmmbea, todas as es-
peraiicas, todos os odios. Indas as queixas c lodos
entre a Franca e a Sardenha de um lado e a Austria | "s dosejos se confundem. e grila cada qual : viva a
dn oiitro. Alludindo recente misso de lord Cow- I Sloria, lenha emboni essa gloria por divisa n aguia
ley a Vicua alim de all concertar cora o conde t imperial 011 o gallo ganlex.
B110I 09 pontos que a Austria estava prnmpla a dis- | E. todava, forcoso reconhecer, que, nasrircums-
culir cora a Franca sobre aquella pendencia e os | '1lll'ias adunes, essa paxo nela glnri.i nao abso-
qoedoveriam ser discutidos por mediarn do gover- lulanienlc platnica, antes ge complica quer em
uu britaiinicti, disse lord Malmesbuiy que aquelle di-1 lln< cl"er em uniros rom um pensamento reserva-
plmala linlia ja conseguido aplanar senas dlli- [lt" de inlerease qne se pude muilo bem apreciar,
cuidados, quando era l(i do prximo pasado o gabi- 1'ls l'arlidarios do imperio eiironlram nella um 110-
nele de S. Petersbnrgo fez ,1 nroposta de um con- | "" baplismo para a dynastia napoleouina, a rea-
grosso, qual necederam .as grandes potencias iut i l'saco de seus velhns sonhos, o comeco da'desfor-
clusive a Cra-ltrelanhn que todaria aprcsenluu co- I r Je Walerloo o a ruina do edificio de 1815. Os
_ rao seu ultimtum os seguimos preliminares tifie- [demncralas presentera o triumpho da revolurao-
auxilio de urna subvenco, nunca pode essa com-; recdos s potencias amparadas do conllicto : que \e l'odc-so afiirmar sera rcr.ein de enganar-se qu
panbia enlrar em concurrencia cun a lieal de Pa- I medidas devoran ser adoptadas para mantera paz a'uns descontentes nao renuuciaramde todo as
quetes solre Suulhamplon e o Brasil : demais sof- | entre a Sardenha e a Austria ? Porque meios de- esooranjas de urna resi
freu ella logo 110 comuco a perda de dous vapores ver ler lugar a evacuaco do territorio romano po-
P.r n.s*""i10- e alm disto, levo delulnr cora as | las tropas estrangeiras? Sao necessarius certas
pessimas circumstancias quo concorreram cora a
guerra do Oriente.
Desle modo, roi ella obrigada a suspender as
suas partidas, com o que vio seus fundos uolavel.i
mente depreciados ; e quando mais tarde preten-
deu unir-se a urna linha hespanbola, obrigando-se
a locar em Cqdix na passagem de Liverpool para
Brasil, nada pode conseguir dn governo de Madrid
quanlo snb\ eucao que a osle pedir com a condi-
ro de faz.r'eseala pelo mencionada porlo de Hns.
panha. Por falta de recursos pois deixou aquella
einpreza lie rehabililar-se, sendo fiialmcnle obriga.
da a liquidar eom grande prejuzo dos accionistas,
segundo fui informado.
.' de veras para lamentar que al boje nao le-
nham prosperado as diversas liuhas de paquetes
eslabelecidas entre a Europa o o Brasil, com a ex-
cnprao da iugleza onlre Soulhamplau e o Rio *ilo
Janeiro !
No dia 19 do corrente ebegaram a Plymoulh, e
dalii segiiiri.1111 com brevidad
refortuas nos estados italianos ; e que reformas de-
voran ser? Os tratados existentes entre a Austria
e os Esiados Italianos devero ser substituidos por
urna coufederaco desses mesmos oslados un intui-
to de se protegerem mutuamente?
Alm destas quesloes de que o congressn deveria
oceupar-se, propoz a Inglaterra rerlosdetalhes re-
lativos reuniu dessa mesma asscinbla, sendo
o primeiro coucenieiile a 11ra desarmaraenlo geral
das grandes potencias o dn Piemonle c o segundo
adopro das bases adoptadas em llaybach para a
formacao desse celebre congresso ; pelo que us Es-
lados italianos seriara chamados para temar assen-
lo no prximo congresso quando eslivesse elle cons-
tituido pelas grandes potencias.
Todas ns narps inleressadas na arlual questo
italiana haviam j aceitado as condicoes menciona-
das, e at alesna a Sardenha se rj-signara a entrar
no congresso na lrnia proposta 001a .Inglaterra,
quando de repente surgi iunnsmra dillirnldade
de Vi'rtiua quanlo ao
entre os gabinetes de Paria o
modo de realisar o desannemenlo
para o Brasil as
iiossascaulioiieiras de guerra BtlmoiUe e i\ir/i- ,
l-a, procedentes do Havre de Grace, onde ioram | iPdendo a Franca que este ponto
'C 2"S.r,US- T"* "" iMuuAa. "Wftor : us deliberacoes d
Nnrinand. Havia | lalvez auno e meio que all se
irahalhawi uaquellos navios ; lana demora para a
construccao de someule dous vasos parecera sem
duvida demasiada, se nao fura coiihecide o esmero
com que trabalba o conslrurlor >nruiand. levando
por isso um mullos casos o duplo do tempo ordi-
nario.
qun
proposlo, pre-
seja submellido
o congressn, eniiiuanlo a Austria
urgia pelu prumpto desarmamentu anterior a qual-
quer discusso. Nenias riicumstancias, notjue-
rendu nenhuraa dessasduas potencias ceder duque
repula urna furmal garanlia, as uegnciaces pare-
cem eslar mallogradas. licando Inglaterra porm
a satisfarn (diz em conclusao lord llalmesbury] de
ter procurado remover pelos meios ao sen alcance
as causas quo lo de porlu ameacain a paz da Eu-
i ropa.
------lauraco.
Na Allemanha os espiritos nao so achara menos
excitados do que em Franra. A Confederarn germ-
nica em peso se alista do lado da Austria ; e se a
diplomacia lhe podo arouselhar que espere a opi-
man publica for;a-la-ha, a seu pozar, a tomar urna
resolucao.
-Nos outros oslados da Europa predomina o espi-
rito de dosconfiauea e de precauco. Por toda a
parle se fazem armamentos e postara-sp tropas nas
ironteiras. As esquadras inglezas rondam as rostas
ua nanea e da Italia. (Juantas malcras inllamma-
veis se nao acliam reunidas, o que podem ser re-
pcutiuanienlc aleadas de um vasto e lerrivel incen-
sio por causa de urna simples provocarn ou de um
Parece-nos muiln dilficil que a guerra fique cir-
ciimslriptnin pennsula itlica.
O que hoje est sucredendn rindamos ns pre-
ilirlo, nao obstante a conlianra que o publii-o ma-
uileslava sobre a permanencia do estado de paz. O
que nos levara a osla prensan foram esses formi-
daveis arinamentns, por meio dos quaes pretendan]
todos os Lslados assegurnr o rnpouso da totopa.
lis potos nao Ibes cnmprehenderain o nsidioso.il-
canre. que trar. provavclmenle com sigo umacnu-
llagrarao geral.
As ultimas noticias do tlicatrn da guerra nos mos-
trara os austracos avancando com regularidade,
mas sem precipitaco, pelo lerrloro do Piemonle
em direccao Alexandria, O exercilo pieinnrnez
relira-se para essa praca forte, o exercilo franco/
acha-so agglnnierado, parle em lienuva e parle nn
1"! I. ,(.. ^.' .. f______ > .
ice II'1"^" "S,'S"'- eram-se j alguns cnmliales de
ner, "n8tfu9Co daquelles navios foi inspeccionada as C3IIMS ,.0 tr10 de pi.r, ameacam a paz da Eu- 8uari,as raneadas. Aprnpinqua-se o momelo de
peto Sr. nlmiranta Lisboa e per alguns outros ollt- riipa r v ma grande batalha.
ciaes da nossa mariuha imperial; e consla-nie une v Pdc-se muilo bem fazer idea, avista das graves
rara aquella obra execulada com a maior perfet- Lord Derbv exprimin-se qnasi nn mesmo scnli- I circiunslaiicias que acabemos de mencionar de
cno.desorte que podemos repular como modelos dn, alfirinandn de mais que a Inglaterra declarara |'1UJ"U "s espiritos se achara aqu preocciipa'dns
aquelles dous moucionadus vasos/ Cada urna des-; como candirn lint na non da sua adheso no v polilica interior est era repouso \s proxira 1-
r^Si corvetas a vapor, ou canhoneiras, nionln qtta- rongresso o reconhecimonlo dos tratadas de 1815, '
tro peras de artilharia de calibre sessenla e oilo c c que hoje depois de haver a Gra-Bretanha ten-
laus rodizios de oitenla ; do cuinpriineutu de lado ludo por amor da paz s lhe resta collocar-se
i.ma fragata, demandando pouca agua ; o osla ar-1 em circumstancias de tomar respeitada a sua neu-
mada a barca. Sao navios excmlenles para a nave- 1 Iralidade caso venha a guerra a accender-se. V. cla-
gaco dos nossos nos, pudendo lainbem servir para ro que o primeira ministro pretende augmentar ca-
0 5TuS!ro ''.."lofal do imperio da vez mais os fnrmidaveis armamentos que j lem
futuras eleieoes serao iullueiiriadas pelas noticias
que se esperara da Dalia. Jaso comerou a fazer es-
colha de caudidalos.
O partido unionista
e o conservador parecen)
aggressor ao ponto de 11 abogar a deixa-lo. Seu ir-
mo pedia soccorro, poisseachava quasi sulfocndo
pe.....Um aggressor que s;-Ilie trepara em cima.
Armado cora o caivete (oi-lhe o oulro em auxilio,
e eanivetadas repetidas canseguio livrar o irino.
Anillos tratara logo de apartar-sc do campo de ba-
talha, onde deixara os iuiaigos bauhadoS em san-
gue.
A alguma distancia paran, aterrados pela victoria
que acabavam de alranrar. Vollam ao lugar do
mullirlo no iuluilo de niirislrar soccorro aos ven-
cidos, qiioin quer qne elles,"ossem. Knrnulram-nos
eslendidos un sobre o iiulr)a soltar gemidos. Apro-
ximam-se de um delles, i-.-inlam-lhe quem e
quaes ernm suas iitn ria oseuespanlo quando lorooheceni n* pretendi-
dos assassinus o amigo e o primo, os mesmos qun.
por brincadoira, qnizeraniraiisar-lhes aquello terror
pnico. Trataran) immetiatamenta de estancar o
sangue que corria das laidas. Para mim ainda
lempo, disse-lhes o ferko: mas para esle que esl
estendida sobre mim, j muiln tarde. Com ef-
foilo o oulro j era apenamni cadver.
As angustias, O desespro, n Urror destes dous
mancebos foiinexplieara. Elles Iralam de irenm-
mumoar a occortido a alguns prenles, podindo-
llies que mandeni transportar o ferido o o inorlo, e
van ambos, de sen motil poprio, entragar-se jus-
lica. 0 processo vai tej lugar brevemente.
PercdTre presentemente as ras de. Liege nma
immensa gaiola, que ll-ahe a attenro do povo.
Encerr olla nma coruja, ima tartaruga, gatos, ra-
los bnnena, macacos, am cao, pasearos e um ga-
vian, animaos quasi lodos ininigos uns dos outros,
que viven) na raelhor inteligencia, e se prestara
al minio, serviros. Piea-ae quasi que euvergo-
nhado de sor hornera veido a aiuisade que une lo-
dos esses aniniaes mais ou menos ferozes. liis
aqui a refiexo que semelliaute espectculo nos
inspirou : Nao a Kuroin urna vasta gaiola humana
onde tambem so acbaiiiencerrados seres que se di-
zem iiitelligentes e civisados ? E lodavia quedif-
ferenca entre as duas giiolas Na gainla humana
nao ha senn odio, malvadeza, especulaco e con-
tinuos choques. Podo ser mesmo que "dentro em
punco eslejam a afogar-se e que o sangue corra por
loda a parle, (.le lirio nao eslo dando os aniraaes
crueis a esla rara orguhnsa, que se denomina a
rara humana, o rujas paixoes sn mais delestaveis
do que os grosseirus intmelos dos brutos !
Descobrio-se reontemonle em liuiges um
meioao mesmo lempo simples e ellicaz do preve-
nir as explosiies das caldeiras. 0 meio consisto em
introdozir na raldeira nma verga de metal para reu-
nir e conduzir a elcctrbidade prndu/.ida pelu vapor
e que recouhecida cono a causa da maior parte
das explosoes As ox,orpncas que ae lem feilo
desla iiivonco, leem tilo todas un feliz resaltado.
Luidas principal vergt conductora, ha oulras mais
pequeas para a absoqro de tada a eleclricidade,
que depois conduzida"por um lio a ulrodiizir-se
na lana.
principio em que sr: basca esla descnhcrla pode
serensoiado em pomo pequeo com dous copos ;
em um deitc-so una colh-ir de prala, e despeje-sc
ni arabos tima porro dr agua terreado. O copo
P-Iglll q
governa na realidade em Florenra.
No ducado de Partna reheutnu nm faci anlogo.
O principe regente em presenra de nina manisfesla-
ran popular abandonen ns seus estados, e todos os
principes de sua familia seguirn esle exemplo.
No ducado de Modena apezar da boa von Indo dos
lialniaues nao se pude obler semelhanle rcsnltado,
pois qne os Austracos eslo cm prca na capital.
Mas ascidades de Massa o Je Carrara tizeram nma
pequea revoluro e os Piemonlezes as giinrnece-
rara com tropas. Eis ahi o que se ha passado na
Dalia. Para completar o quadm menciouarei as
ovacoos feitas aos Francezes em todas ascidades do
Piemonle, que ellas etrareseant. Os Kalianos prodi-
galisam demonslracoes desse genero, e na verdade,
devem combater a crise que u affiige ser elficaz-
ninnlc correspondida. As numerosissimas causas
desemelhanle mal, a cuja apreriaco o Ilustrado
governo de V. 11. 1. e n assembla geral legislativa
se consagran) com o desvello qne sempre deve
inspirar o inleresse dos poros, nao podero infeliz-
mente ser de lodo remolidas sem teui[)o e preser-
vernnea.
' O senado procura atenuar to- tristes solTri-
iiieuius cora as providencias que seu patriotismo
lhe suggerir, uo deixando de dar o decido apreco
providencia por V. M. 1. aconselhada, de prote-
ger a livre concurrencia dos gneros alimenticios
conlra quaesquer espee.iilaers illicita
...... --------------........------ ......, ^ .. .. .....v, x eraigraeo dos colonos uleis e induslriosos, -. ,-------_______...._.,..-
dnviam enm razan 'esses tesleiniinhos aos Franco- 1"e suppraui a falta de bracos que tanto sent a la- ;,a0.Pr. minar de paz de 27 de agosto de 1828, len-
tes que veem derramar seu sangue por tuna causa i voura, una medida de alto alca
sa os poros veem em rada um dos principes da
lamiha imperante um peonar do estabilidade da
moiiarcliia, cundieo essencial da prosperidade pu-
blica. v
* Acompanhando a V. M. I*, a cmara do? depu-
tados rendo continuas graras ao Todo Poderoso
pelo soreg e Iranquillidade deque goza o impe-
rio ; o, confiando que a juslira e moderarn conti-
nan) a ser condicoes caractersticas da noli tica dn
governo de V. 11. I., espera que esse grande bene-
tcio do ceo perpetiiar-se-ha em retribuico dos
iraalhos e dolnms.i experiencia porque lm pas-
sado o povo brasileo.
* ca1lu?ra depulados compraz-se de saber
que v. 11. I. lem cultivada benvolas relacdes com
a potencias estrangeiras, c bem certa esl de que
para nianle-las do um modo perduravcl erapregar
. II. I. todos osesforros rompativeis cun a digni-
dad.- e uileresses nacionaes.
Foi agradavel para a cmara dos depulados a
communicaro feila por V. M. 1. de que em 2 de
juiho do 188 filra celebrada urna convenci com
sua Magesiade a Rainha da Cra-Brelanha, afira
00 regulara deciso de reclamares, ha muilo pen-
dentes, enlre os dous governos. lendo j sido
creada anata corte urna commisso mixl brasi-
teira e ingleza para a execiico da referida con-
venco.
a 11 trata.1.1 definilivo, .1 que se refere a ennven-
lncn.de que de- i d." P?r ohjecla firmar em bases solidas nindpen-
1. F. sem duvida "Cla da rePuul""a oriental do Uruguay, e suas
que nao sua. 1 pende a prosperidade da naco. .
Km l-'ranr.a fazem-se immensas preparativos de | siiinraajnente lisongeira ao sonado a certeza de .,..
guerra : posto que tenhnmos 500 m\ honiens em I o goveruo d.- V. H. I. soten, desvelladn em pro- ?.''" !na' e UUI acto conforme aos compromisso's do
odio ao mal quo geral- Brl o_a seus legtimos iniercsscs. A. eerteii de
I que
uoas relaeoes rom o imperio e a Confedercao Ar-
amias, o imperador pedio ao rorpn legislativo para mov-la como prompto reme
elevar de 100 140 mil hoinens a leva desle exer- mente so deplora.
cito.
Esta lei foi volada em sessn permanente.' Urna
nutra lei foi apresentada que lixa a 1 |i| rail ho-
nraos a leva do prximo exercilo, aulorisaiidn o go-
verno aorganisar este exercito pelaaoperacoes da
sorte e da revisan salvo a ordeuar-se somonte a
partida dos jovens.soldados depois do 1" de Janeiro
rara fazer face a guerra nao se necessita sosente
do linineiis, preciso tambem diuheiro, milito di-
nheiro, posto que as nossas linaucas eslejam em
11 m esladn prospero, indispensavei recorrer a um
emprestimo. Assim o governo podio ao corpo le-
glslitivo aulorisaco paracoulrahir um emprostimo
de 500 milhoes. O emprestimo ser mito eom laxa
deMfr. em I 1 'iy de60 fr. 50cera 3 por cenln.
Nao sao bellas condicoes e durante a guerra da Cri-
mea o Estado contrado os seus emprestimos com
laxas muilo menos desfavoraveis. las os juros es-
tn amedrentados e 3 bolsa lem baixado prodigio-
samente. U corpo legislativo adotou unnimemen-
te o empreslimo depois de urna discussn 0111 que
II. Julio Parre, deputado republicauo e um dos
nossos mais cloquemos oradores apoiou com ener-
ga o governo. O ministro das iianras lian tem per-
dido lempo, acaba de abrir urna subscripeo pu-
blica para realisar o empreslimo. De 7 "a 15 de
raaiosero admiltidns os subsrriplores a entregar
s diversas raixas do Ihesouro a decima parle da
.-omina para que subscrevem, e o resto ser paga-
n-I pela vigsima parte no esparo de 18 mezes.
Crd-aa que se conseguir (anmenlo o empreslimo.
A personalidad'- dos dous soberanos d'Austria e
da Franra esl demasiadamente empenhada nesla
guerra, em que elles proprios rommandaro seus
exordios.
I.iraitn-ine a dizer-lhe que ns dous dornmenlos
Batanados dos proprios soberanos, indicara ans
seulimemos que os animara na lerrivel guerra que
romera.
Mas recomend sua alleuro as duas circularos
dos condes de Waleski e B110I que segundo os dous
pontos de vista contrarios da Franra e d'Austria,
expoem os fados que causaro a guerra.
A preorcuparo do momento saber, so a neii-
Iralidade da l'russia e da Inglaterra sao mui soli-
das. Disse-lhe era rainha carta de %\ de abril que
a l'russia pareca decidida a nao lomar parle e a con
ima neulralidadc
(I zelo e as animarnos dn governo de
apiados pelos meios e recursos com que o senado
Icalmente o coadjovar sobro assnmplos de tanta
gravidade, produciro d corto todos os benficos
resultados pelo concurso ellicaz de nossos agricul-
tores, com o qual temo senado a bem fundada es-
prame de contar.
I quo lao importantes cslipulaccs foram assignadas
T M. X. e"Jm ullimo nao podia deixar de ser
apreciada pela cmara dos depulados, que nesse
acio ve mats una prova da solicitude do governo
Be \ M..1. om consolidar suas boas relaeoes com
os Estados visinhos.
A cmara dos depiUados assegura a V. M. I..
toda a sua coopnraco para as medidas que forem
- "*' -* ...|/..i. ., c/. iiiui* to mi intu>t.'is drm.1
o Plymoulh aziam viagem aquelles navios para feilo a Gra-Brotanha. A esquadra do Meditcrra- 'lcstes polilioas,' mrmente o da'reforma ceitral
Lisboa, onde locarara por escala. O almirante Lis- neo fni ltimamente auxiliada com grande numero 1 e da queslu da cariSale. Quer qiie lhe perdoem
00a seguio para 11 Brasil a bordo de urna daquellas I de vasos a vapor de primeira clas-e. orlgein. O rci acaba de nomoar para ministro da
oneas nao toinou porem commando algum, I Parece pois eminente a declararn da guerra en- Sierra o general Chazal, militar enrgico e cuja ca-
lendo confiado ans cuioados do capilao de mar e | tro a Austria e a Sardenha com a Franca : segundo) Pae'dade inspira .a mais elevada conlianra. Esla
guerra Amazonas a Belmoute o aos do capilao de mesmo as mais rcenles comraunicacoes lelpgra- '""earao nina garanlia dada aos amigos da or-
uagaia Segundino a Partuth\ba. Oulros olliciaes I phicas era data do hnntem a Auslri abandouou i d,'ln- < umaseguranra da nossa independencia Pa-
na nossa roarinha da guerra vo a bordo desases | iiileiramente as negocares, lendo dirigido ao go- i rece Que os collegasdo novo ministro solfreui com
nanos lendo recetadonelles os lugares correspon- verm.sardo pelo baro de Hess osen ultimtum' rps'naco nina escolha que nao poderam iiu-
oentes as suas patentes em que exige o prnmplo desarmainentn da Sarde-I Petllr-
nha, iiulependeiiie de reciprocidade, e a pxpulso I "a alguns dias que reina no ministerio da guar-
do territorio piemonlpz de- indos ns voluntarios pm I ra "raa actividade exlraordiuari 1. Em Antuerpia
numero de dez mil que se tora all alistado conlra p nas cidades vizinhas se preparam embarcacoes
a Austria sob pena de no prazo de Ires dias ser o I Dara recebar os depsitos de diversos regimeotos 1
se-lhe : Docida-se.s nao lizor esto uegocio. por-
que c um tolo o um iubecil.
Decididamente ui faro o negnrio por isso, lhe
ni rotorquio o moco que lite dava o braco : mas noto
auini-se era oslado de esmagar o partido liberal que me acho entre dous.
SfS,70! 9 min'sl?"o receia, c lera por isso de- Desapoareceram ai ultimas esperancas de paz
exactamente na occasio em que nina liquidarn
-------------------- i w n, l'-'l t.i.i" U
morado lodos os projcrlos de lei concernentes
A Iripnlaro que guarnece a Belmnnle o a iar-
ou'iiAq foi toda engajada aqui e no Havre.
Antes da sua partida foram as referidas canho-
neiras experimentadas er urna excursao fora do
porto ; e o resollado dessa experiencia salisfez com-
pletamente expectativa em que se eslava. Am-
bas corrern) na proporco de quatorze a quinze mi-
Ihas por hora com toda a forra de vapor, e na de
treze de vela bolina ; scmelhanlu velocidade
grangear por corlo para esses navios a reputarn
de serem os melhures de marcha em loda a nossa
armada de guerra.
O almirante Marques Lisboa regressar do Bra-
sil Europa depois da presente viagem ; segundo
rae consta vai elle ao Rio de Janeiro to smenle
para dar conla ao governo imperial do modo por-
que desemppiihou a commisso. que lhe dera o
mesmo goterno, de assislir ua Europa conslruc-
Qo das noze canhoneiras que aqui se llzeram por
conla do nosso Ihesouro, c das quaes a Belmoute a
a Parnahiba, sao as ultimas.
brevemente esperada no porto milipr de Porls-
mouth a nossa corveta Bahianna, que ja chegou a
Lisboa no meado do corrente. Esse navio da nos-
sa mariuha de guerra tora de chegar cm viagem
de inslrucco al ao Bltico, cujos principaes por-
los lera de visitar.
No dia 15 desle mez entrou cm Southanipton a
corveta BarlKolomtu Dia, da marinha real portu-
gueza, trazando a seu bordo S. A. It. o infante o,
Luiz, commandante do mesmo vaso. A Sagres,
tambem corveta a rapor e ncrlenrento A mesma na-
ro, vein escoltando S. A. R., e entrou igualmente
alli nesse mesmo dia.
territorio sardo invadido pelas forras imperiaes. I *oo balalhesdo reserva. A ssim, a reserva do
Esso termo fatal, segundo annunciam as mesmas "" regiment de linha,que guarnece Charleroy,foi
communicaroes, deve expirar hoje : e pois se es- removida para Malinos. Acidado, de hierre deve
pera aqui rom grande anciedade que amaulia esta-, tambem receber as reservas de um ou de dous regi-
r declarada a guerra pela Austria conlra o Piernn-1 lientos,
te, pois ninguem presume que esta potencia, apia-
da como esl pela Franca, ceder insolente inli-
macti do gabinete austraco.
Mais de rom mil Austriacus se achara pnstados
sobre n Toastao, lendn al j tomado posiroes amen-
cadnras; e o marechal Giulny s espera' pelo re-
sultado do'ullimatiiiu para invadir a fronteira sar-
da. De sua parte os Piemonlezes se acham em tor-
ea de 60.-000 humen- e promptos para receber o
ni migo, que segundo se diz pretende alara-los com
mas-as enormes alim de esmaga-los anles qae o
exercilo iranio/ lenha entrado 110 Piemonle.
O impprador Nipoleo apenas leve noticia, des-
tes recentes successos fez acamar sobre os Alpes
Fazem-se diariamente, na direccao de Antuerpia
e das cidades visinhas, transpones do armas e de
artigos bellicos.
Diz-sc que o governo vai apresenlar s cmaras
um projecto do lei. leudo por lim um emprestimo
de viole cinco milhoes Dar occorror salesnezas mi-
litares
Ihes para occorror salespezas mi-
servar nma neulralidadc armada. Al o prsenle
em que esliver a 'colliPr nao se quebrar, porque nada ha mudado cm spii comportamenlo ; apenas
esla absorve a eleclricidale, em quanlo que o oulro [ para defender a Allemanha de qualquer ataque
copo parlir-se-ha logo. 1 raoblisa os excrcilos e amiiincia ura euipreslirati
Dous tratantes da tolta aperlavam com um de fio milhoes de Ihalers. Por oulro lado a aaeato
mnen, inslando-o a que reaksasse nma compra des-1 vai ser levada petante a dieta gerinaiiica onde a
vaniajosa, em que elles pndtam pasear nas aguas 1 Austria lem partidarios mui ardeules.
lurvas dos premios e rtienias. I.ni delies impa-l Oiiiinto a Inglaterra, ella proclama pela voz de
cientado, por lim, d.n liesilaces do mancebo, dis- 1 lodos os seus esladislas que quer premauecpr neu-
tra e armada. Lord l'almerstoii, lord Johu lliissel,
lord Derbv, M. D'lsreeli se expriinem no mesmu sen-
tidu. O Times smenle lem por um momeuln cau-
sado alarma, indicando um tratado do alliain-.i of-
fensiva c defensiva concluido enlre a Franca o a
Hussia : se este fado se livesso verificado teria ma-
nado as disposicoes do novo inglez. Mas diversos
membrns do governo declararan] que se pediram ex-
plicaces ao governo russo e que esle assegurra
que nenlium tratado exista entre os dmis peni-
que podosse assuslar a Inglaterra. Entretente des-
tonlia-se muilo aqui do goveruo inglez e ert-ee
que, se quizermos enviar urna frota ao Adritico
para atacar, ou Ancona, ou Venen, nao seja islo
una causa de ruptura enlre os dous paizes. As ap-
prehensoes sao tanto mais variaveis quanlo se supoe
conforme as elciriies que ja liveram lugar, que n
ministerio lory ter uraa pequea maioria e poder
conservar o poder.
Termino annuiiciando-llie a volta do duque de
Parma seus Estados, fe n Momleur que a annnnria
esta inanha sera indicar, se com o auxilio das
baionclas auslriacas, 011 por voto do povo, e que
elle reassumio a posse de seu Himno.
Os l.ulplins du llieatrn da guorra que sao publi-
cados todos as dias nao assignalara ainda recontro
algum do importancia. Os austracos foram bem
succedidos era passar o P sobre um ponto, mas
nao ha ainda concentrarn alguma do tropas que
pineda um combate decisivo. O imperador Napo-
eo nao parlio aluda para o exercilo.
Acaba de ser inventada por um belga una nova
machina de destruirn e de marte. O coronel Borre-
mans descubri a mecha rylindrica dos Scnrap-
nells. o tclirapnell um obuz de balas, que pode
couter 120 se Mr de calibre 6, e que atirando a 40
passos do inimigo, arremessa lodosos projects nes-
la direccao. E fcil de ver, que a perfeico da sci-
um exercilo dn cenlo e cincoenta mil hornean eob I oaea consiste em fazer disparar o obuz de modo
o commando do marechal Baranguay-de-Williers ; 1 Q"e nunca exceda do quarenU passos a distancia a
e entrar cora suas forras no lerrilnrin sardo logo perenrrer da bocea da pera ao luga/ era que so
que em Paris conslar o primeiro Uro por parle da pretende que cheguem os projeclis. 0 empregoda
Austria. Suppe-se mesmo quo o imperador com- mecha cylindrica allinge a e-la perfeico. Tcm-se
mandar era chefe n exerciln que livor de ir era au-' chogado na Blgica a um tan alio grao de preciso
xilin do Piomoote contra a Austria. I no emprego dessas mechas, que basta urna tlescar-
A esta hora nada mais pono dizer a semelhante i 8a de oito pecas carregadas de sclirapnells para cri-
respeiln : veremos se amanha haver qualquer "** um alvo do co,mpriinonlu de meio batalho de
oulra noticia. linha, e da altura de um hnmem a canillo. De-
A Allemanha contina a armar com reccio de pois de urna descarga destas un devo restar bso-
rheia de empenhos e j nuilo embaraada veio ca-
lar no dia 30 de abril solee todas as pr'aois ao mes-
mo tempo. Ao desanino provocado pelas noticias
polticas veio pois juiila--s o dessa liquidaros:
duas circumstancias que tcm nroduzido um verda-
dero terror pauico, c un deploravel curso dos fun-
dos pblicos, especialmcite d Posta que os aconlecinenlos que ameacam a Eu-
ropa pan-rain j calclalos, os fundos melallicos
reiluziram-sc.-an rursod.' 32 e 38 e o raobil aus-
traco a 227 Islo pelo jue toca a esta praca. Os
caminhnsde ferrn auslriaos p os do su I da Austria
(Lombardos) soffreram a mesma depreciaro nos
mercados francezes.
Os coupons metallicnsse Ipiii npgociado de 1 fi. e
65 a 1 fi. e fifi, procos josiilicadospola alta dos cam-
bios cm Vicua e tamben pelo drelo que> releva
d Banco da Austria da mrigaro de pagar os seus
Inliieies em metal. 1
Eutretanlo pessoas hserias, que, prevendn um
futuro melhor, nuduvdain comprar os melallicos
a 30 e os mobeis austria-os a 22U.
Os nossos fundo- racionaos tambem soffreram
urna baixa notavnl. osi 1/2 belgas qne ha urna se-
mana eslavam a 91 e 1,i acham-se hoje a 87 ; os
i o 1 1 olferecem-sc a 9.
Quanlo s aeces d> Banco, s do caminho de
ferro, s das rain-as de orvo, nao tem liando mais
do que fracas Iransacris e por preros traeos. A
maior parte das transacoes lem parausado. Tem-
se dado muitas qnebra-ein viriude dos acouleci-
mentos. A situarn larere que ainda se tornar
peior. Fazemosos mai ardenles votos para que as
nossas sinislras previsfes se. nn veriliquem, B para
que pelo segaintu coreio possamos dar noticias
mais animadoras.
E. 31.
laris.
ti de naio do 1859.
Como o servico do orroio na Inglaterra uo tem
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
Cantara dos Srs. senadores.
Proieclo de rcupoeta falla do throno.
Senhor O senado nos enra augusta preseu-
ca de V. M. I., pora em seu nomo lhe rndennos
as devidas gracas pela benvola manifestaro do
jubilo de V. M 1. ao abrir a assembla geral Esse
sentimenro c bem proprin do mnnarcha esclareci-
do, que ama as instiluirocs de sua patria, e c ao
mesmo lempo a mais certa e ellicaz garanta das
mesmas instituirnos. Quanlo em si fr, se esforcar
o senado por corresponder a conlianra que V. H. I.
deposita nas luzes e patriotismo dos representan-
exercicio un da de d.mingo, escrcvo-lhe um dia tes da naco, e expectaco do paiz.
antes, para que a minia correspondencia uo Oquel A perda prematura que solTrcu a augusta fami-
< O senado se apraz em reconhecer que lem sido ?2??*v**1 alim un '"hogar-je a um accordo sa-
e ronliiinaro a ser objecto dos constaules oslnos i'*laic_'0^"v'l'"; Ponhatermo longa discusso dn
do governo, assumplos de reconherido inleresse
liara o bem do paiz. Altestam estes lo importan-
tes tactos o ijesenvolvimonto das colonias existen-
tes, a crearan do oulras ora lugares prximos aosf
mercados, a abertura de novas vas de cominuuic.i-
ro. e o melboiamenlo das arluaes. Taesresultados
correspondem seguramente ao empenho da assem-
bla geral era felicitrosle vasto imperio to favo-
recido pela natureza.
Nao menos agradavel foi sabor o senado que a
navegaco a vapor, auxiliada pelos cofres pblicos,
linha ganho incremento o facilitado o commercio
interno. Os contratas celebrados rom algumas coni-
panhias, e que anda pondera da approvacn da as-
sembla garal, os quaes lauto podem influir nesle
genero de melhoranieutos uaeionaes, merecero
toda a solicitude do senadu.
_ t Cora razan, senhnr, lera a saude publica mere-
cido particular cuidado do goveruo de V. II. I.,
pois que isso importa a eonservaro dos leaos sub-
ditos de V. M. l.,eo senado se une respeitosamen-
le a V. M. 1. para dar gracas Divina Providencia
por nos nao haver visitado no ultimo anno com
a repetirn das epidemias que tantos males cau-
sara ra.

A imporl.iuei.-i de tantos e lio variados nbjectns
que curn-ui pela repartirn do imperio ser toma-
da na devida consderaco, e o senado apreciara
enm a necessaria solicitude a opportunidade da di-
visan do respectivo ministerio, como medida d
maior conveniencia.
Convencido da imperiosa necessidade de at-
lender aos assumplos de urgente soluco que V. M.
Imperial so digna de rerommeiidar 'sua considn-
racn, o senado nao hesitar em prestar o sen apoio
a quaesquer medidas que a experiencia dos nego-
cios pblicos livor acoosclado no governo de V. M.
Imperial como indispensnveis, ou seja para devida-
meuto proteger a agricultura, modificando nossa le-
gislaeao hypolhecaria e animando a incorporaco
de bancos de credilo territorial, que prestnm ca'pi-
laesajurns raxoaves, ou seja para vulgarisar os
coiihecimenlos uleis lavoura, ou seja para legali-
sar os olio 1 1- dos casameulos nao regulados pela
aclual legislarn 110 inleresse da moral publica edo
futura da colnnisaco, 011 soja finalmente estabele-
cendn e dcfiniidu cora mais preciso e elficacia as
mutuas obrigacoos o direitos entre ns colonos o os
proprietarios de Ierras
Nao menor altcuco mi'recero ao senado
quaesquer medidas que o governo de ^. M. Impe-
rial livor como naoaaiarias em relace ao prneeseo
criminal na parte em quo possa reclamar alguns
inelhnramenlo!, que, sera prejudiear os principius
de nrdem c a fona da nulnridade, possam dar maior
sninma de garantas liberdade e seguram-a indi-
vidual.
O senado coadjovar lealmenle o governo de
v*. M. Imperial com o mais acurado exame, quer da
lei eleiloral, quer di instituirn das municipalida-
des ; Ja.piola, por se entender que tem revelado
em sua execucn inconvenientes e abusos que com-
pre de promptu examinar e remover : desta, por
nao ter produzido, segundo pan-re, indas as vanla-
gens o beneficios que se devia esperar.
O senadn cooperar para que estas corporaees
melhor rorrespoudam ao sen lira, tornando a'sua
acro mais constante e ellicaz, como requeren) as
neceseidadea sempre creseentes da admimstraro e
policia de nossas capitacs, cidades e villas.
< O sonado tomar aan consderaco, como lhe
compre, os melhoranienlos de que anda carecem o
exercilo o a armada, continuando a corresponder
attenro especial que 3n governo de Vnssa M. Im-
perial lem merecido os bravos defensores do es-
tado.
Beronhecp o senado quanlo scnsivel a falla
de cdigos penal e do processo mais conformes s
luzes do seculo ; de disposicoes que suavlsem o
recrulamenlo, sem torna-lo nefcaz, ede urna le
que estabclcca novas regras para os accessos dos
olliciaes da armada. To importantes assumplos
que tem oceupado a altenco do governo de V. M.
Imperial nao podero ser adinrenles ao patriotis-
mo do senadn.
< O senado se compraz do que, apezar da dimi-
nuirn da renda publica, banda no crrenle exr-
nelo, a receila oreada para o viudouro anda apr-
senla um excessn sobro a despeza. A severa eco-
noma que o governo de V. M. Imperial se lem nres-
cripto na applicaco dos recursos do estado e um
dos maios que podem habilita-lo para auxiliar ju-
diciosamenlc as (untes de riqueza publica que pos-
sam carecer de prntco n,
O senado avaliar rom a recommendada soli-
citude as circumstancias do meio circulante, o a
lluctuacuo dos valores que diuiculta e perturba as
que leem sido objecto as allribuires dos cnsules
na arrecadacao das herancas dos seus uaeionaes,
que lallocem no imperio.
t Al privares do povo pela conlinuaco da ca-
resiia 00* gneros alimenticios nao podam deixar
de affligir profundamente o paternal coraco de V.
u. e a cmara dos depulados, sempre'grata aos
cuidados que merece de V. U. I. a sorte do seu po-
>o, empenhar todos os sens estreos cm favor de
prowdencias adequadas o combater a cnse, cujas
causas [a cmara dos depulados o reconhece com
v. MI.) nao podem ser de lodo removidas senao
com lempo e perseveranca.
No iiiluilode atlenuarestes safiriraentos, aca-
mara dos depuUdos oo lomara na dovida consi-
deraran as medidas que liverem por tim proteger a
livre concurrencia dos gneros de primeira ne--
cessidade conlra quaesquer especulaces illi-
citas. '
Nos desvelos empregados pelo governo de V.
11. I., alim de promover a eraigraeo de colonos
titefs e industriosos, que suppram a falta de bracos,
tao urgentemente exigidos pela nossa lavoura, va
cmara dos depulados um irrecnsavel .teslemunho
da solicitude de V. M. I. pela prosperidade da na-
ro; porque, Senhor, a feliz soluco desse proble-
ma dar nossa agricultura a mais poderosa pro-
lecrao que ella reclama, e operar o seu desenvol-
yimenloem mais largas dimenses.tracendo, como
infallivel cousequencia, o augmento da riqueza
publica.
Acamara dos depulados acredita com V. M. I.
que o concurso ellicaz dos nossos agricultores e in-
dispensavei para que os empenhos do governo de
V. M. I. sejam coreados de xito prompto c feliz ;
o nutre a lisongeira convirro dn que ess'impor-
tanle e numerosa classe, comprehendendn devida-
mente os seus inlercsses. unir dedicados esforrns
aos dogovernu de V II. I. para a realisaco de o
grande beneficio.
O cuidado do governa do V. M. I. em promo-
ver o dosenvolvimento nas colonias existentes, a
creaeao de outra3 em lugares prximos aos mer-
cados, a abertura da novas vas de communicaco
eo iiielhuranieiito das actuaos, encontra na cmara
dos depulados a mais sincera adheso, porque taes
beneficios muilo han de concorrer para o engrande-
cimenlo e prosperidade desle vaste imperio, to fa-
vorecido pela natureza.
Ouvindn comprazer que a navegaco a vapor,
auxiliada pelos cofres pblicos, tem ganho incre-
nieulo, facilitando assim o coaimercio interno e o
augmento da riqueza nacional, a cmara dos di-
putados examinar com a devida attenro os ciff-
iralos j celebrados com algunus corapanhias. mas
dependentes anda de sua a pprovaco;
A cmara dos daputados est convencida de
que a sade publica tem merecido da parte do ge-
verno de V M. I. o mais particular cuidado, e ren-
de gracas Divina Providencia por nao termos que
lamentar no ullimo anno a repelico das epidemia-
que lanos estragos nos rousarain*.
Bem avalia a cmara dos depulados a mulli-
pheidadee importancia dos trabalhos quocorrem
pela reparlco da imperio, e lomar na devida
consderaco a conveniencia da diviso desse minis-
terio.
Para animar a incorporarn de bancos de cr-
dito territorial, que por um mecanismo apropriado.
e nas cirrumsUncias espertaos do nosso paiz, pos-
sam emprestar capitaes a juros razoaveis, emende
a cmara dos depulados com V. M. I. que inde-
clinavel a necessidade de modificar-se, antes de
ludo, a nossa legislarn hypolhecaria ; e espera quo
este assumplo, da maior Importancia para a nossa
agricultura, ser considerado e attendido enm 1 ur-.
geitcia que reclama.
A vulgarisaco de conhecimenlos uleis a la-
vo-ira, por certo objecto digno de attenro do go-
y'' no de V. M. ]., e as medidas de que elle se or-
> ''pa sero pela cmara dos depulados devidamen-
l apreciadas.
< A cmara dos depulados pensa com V. M. I.
que a moral publica, a paz das familias, e o bom
xito de, urna emigraco industriosa c morigerada
exigem a decrctaro de disposicoes legislativas so-
bre os elleitos dos ca-amcnlos nao regulados pelo
aclual rgimen, e prometlc a V. M. I. o seu leal
concurso para que seja preenchida essa lacuna de
nossa legislaco, assim como para firmar com pre-
ciso e elficacia as mutuas obrigacoes e direitos en-
tre oscolonus e proprietarios de trras.
* A cmara dos depulados, senhor, examinar
cuidadosamente a legislarlo relativa ao processo
criminal, e procurar elaborar alguns melhoramen -
los que, respeitando os principios de ordem e a
forra da auloridade, d'em maior somma de garan-
tas a libeidade c seguranra individual.
k\ IT II AHA

II
i\ #r-i



2


T>
* Compenetrada da necessidade urgente du se-
ren examinados o removidos alguus inroiivouien-
lese busos, quo revelara aexecuco da le eleilo-
ral, & cmara dos dcpuiadus empoi.har lodos os
scus estoceos para que o exercicio dos direilos po-
lticos dos* cidados possa ler lugar sombra de
raaisjseguras garanlias. .t.
A insliluioo das nossas municipalidades adia-
se incompleta' por falta d accio mais forte e oil't-
coi uo exercicio de suas allribui.c. Uolar, pon,
casas corporales cora todas as condiedes da ulili-
dade, ser um objecto do especial altoeao para a
cmara dos deputados.
A sorie do exerrilo o armada nacional ser!
sempre considorada pela cmara dos dopu todos co-
mo atjsumpto de primaria mogniudo A (alta de
cudigus penal o du procdsso mais conforme as luzes
do secuto, de disposicoes que suavisem o recruta-
jin'nto, sem torua-lo inolienz, n de urna lei que cs-
tabeliir.a novas regias para os accessos dos olliciaes
da armada, sao vurdeiras necessidedes que rocla-
iii,un dos altos poderos do Estado providenciasade-
qaadas.
A cmara dos deputados lamenta que a renda
publica livesse alguuia diiuiiiuit.au no presente ex-
ercicio ; mas, confundo na liberdade da nosso Ier-
ra, nos esteraos dos agricultores, e nos do goreruo
"lo V.j M. I., menos contrariados pela irregulurda-
do das estacos, acredita que a repelico desse phe-
uomeno se nao dar nos anuos futuros. A certeza
de que o orcamaulo do exercicio vindouro offerc-
i it.i ijiu excesso do reccita un factn animador
que habilitar o governo de V. M. 1. a oeeorrer a
todas .as necessidades do servir publico.
Lkinl.aujo na prudencia do' .nenio de V. M. I.
a cambra dos deputados espera que o governo de V.
M..I. observar belmente a severa economa
se lem proposto na despoza eapplicaca dos recur-
sos iiiiaiu'i'iios do estado.
A! remoro dos embarazos qlie as traiisacrocs
eumiiierciocs oucontiain lias cireuinslancias 'ae-
tuaes jdo meio circulante, a na llneluaoo dos valo-
res, merecer o esludo e altenou da'cmara dos
dcputjidus.
Senlior. Nao dcscoiihocendo no presente dif-
fiould.idcs, que rumpre superar camiuliandn scni-
pre para o futuro graudiuso que a Providencia nos
desliuuu, acamara dos deputados, uo eiupenlio du
corresponder a espectoliv.i da nacpo, assegura a V.
M. 1. a su.-i mais vivac leal dadieaoo, pura quo V\
M. I. possa realisar a ardua, mas ja lu adiuuleda
larefa de promover o ongraudeciiuetilu c gloria do
imssa patria, sconscieuciosos desvelos de V. M.
I. pela causa publica ancoolrerao sem dnvida a
mais preciosa recompensa na gralido do pai/., no
reconhecinieiiln da poslciidade, n sobretodo na
henean de Heos, que nunca deixa de remunerar os
principes magiiaiuniose Ilustrados que saben., co-
mo V.; H. 1., coinprohondor e desempeubar a su-
bliniee alta missao a que foram chamados.
i Paro do cmara dos deputados, em 0 de maio
de 18TL .1. C. de S e Atbn Octavio Nebia*.=l.ui; Antonio llurliota. .
CORBESPOMDEHCI DO DIARIO DE PERNIMBUCO
Bio 1 U- iiiuio fie IM.Vt.
Como lbe nnnunriei na que Ibe dirig pelo Tu-
rnar, abriram-se as cmaras no dia 1(1.
(l discurso da coroa foi logo no dia segoioto ana-
lysado o censurado pelo Cor reto Menantil, que mil
deleites e ueorrocruos lbe descubri, ja quanlo .i
sua forma, j quanlo sua essencia.
Estarilidado, demasiada exieaso, c al erros de
grammalira, sao cousas de que, segundo aquello
jornal, se reseule i-ssa peca miiiislerinl apenas
con 1, in ella, i anda o. o Mercantil quem falla tres
ou quolro ideas novas; dvsau do niinisterw do
imperio, proraessa de medulas sobre a crian alimen-
ticia o proposta de reforma cleiloral ; ludo o mais
v llio ; ja foi apresentadn em anuos anterioras.
Con olU'ito (Inbam razo as que oguardavam coni
impaciencia a abertura do parlamento : logo no
quarto da de sessao prornmpeu a opposiro ao mi-
nisterio ; e como lbe bavia dito, a cousa aprosen-
tou-se com mais calor na cmara vitalicia, onde
parece que o substantivo senectu* nao lem de modo
algum arrefecido o ardor da juventude. Surgirn,
logo iiilerpellacoes p.o gnverao repercutindo .a
contra-pancada na cmara temporaria.
OSr. D.Jjlanopl.eproveilaudo a ocoasiaoem que
se discuta a proposicio da cmara dos deputados
que sentava do imposto de 8 0 II as loteras conce-
didas s casas de caridade, uxprobrou anSr minis-
tro da fazenda o pedir em seu relatorioa couliniia-
cao da cobranra dos 2 0/0 sobre a exportaeo por
cuja suppcesso votara o anuo passado, apresen-
lando o nobre senador a uecessidade de os minis-
tros deelarareiu ao senado c ao paiz a poltica, que
pretenden) seguir ; porquanto nada se nbe linda
das causas da retirada d ministerio de i de maio
subida do actual; sabida do Sr. \abuco linal-
moiileda substituidlo deslo pelu Sr. bariio do Mn-
niiba adversario da pollina de conciliaco ue foi
trocara agora na falla do tluono pela dc-justi.a c
moderarse
Termina o mesmn nobre senador ponderando que
os ministros j deviam le pedido a palana para
fazerem loes declararoes, sem esperaren! por nina
iiileipelln.no.
OSr. v'isconde de Aliael, em resposra aislo
atz ao setiado que nao ha a supposta r.oiitradiiim
naquelles que votando o anno passado pela sn-
pressao dos i 0/0 sobre a exporlocao, Lora re-
clamam pela nocessidade de sua' ronlinaar.io
porauanlo js circumstancias do paiz nao sao as
mesmss. '
Dma-so naunella poca que havam sobras na
receila do estado ; mas laes sobras nao existen.
uanto 4s interpellares ; posto que'as conside-
re mali cabidas om tal occasiao, dir sempre que a
assembla geral ja deve estr informada de quaes
sao na opinao do governo as necessidades a une
convenii attender, e as medidas a empregar para
as satisfazer, em visln da falla do Ihrono e relat-
nos apresentados e por apresenlar, mide mais de-
taliiadameiile se entra no desenvolvimento dessas
medidas, e dos meiosde as levar a efTeito, deixan-
rifi ti Vur ,'laron"-'n,e poltica do gabinete.
V*1' 'be parece infundada a ohservar3o da com-
niishii na Talla do Ihrono da palavra-c'onciliacao
pois que ja o anno passado fez senlir que, segundo
o seu mudo de pensar, a conciliaco nao conslilue
poltica de governo aignm, asstm como nao consli-
luemi.ajustua e moderacao, posto que possam ser
conduces de poltica.
Qu elle, presidente do conselho, nao o mais
propno para declarar, e menos para avahar a cau-
sa da < retirada do ministerio de i de maio, sendo
que asahida do Sr. Nnuuro fui orcasionada, nao
por divergencia do seos collegas sobre poltica in-
terna t; externa, mas por difli. uldados nessoaes a
que umdosmembros do gabinete den demasiada
importancia, entendendn que se podan) para dian-
e roiiverler en. causas, que o uliabljtassem a cou-
linuar no ministerio.
proprio Sr. Narnico declarou em urna corres-
pondencia publicada no Mercantil, que nao se de-
vendo ser ministro so para gozar- as vanlagons do
poder, nem para crear proselytisiuo pessual, mas
para ^izer-se algnmn cousa em bem do paiz, ou rea-
lisar-,c .ilgu.ua idea, de que se lem profunda ron-
viccao, elle emenden dever retirar-se, conl.ccendo
a impolencia de preeneherislas vistas ; acercsccn-
landu que ja eslava prevenido c desconllado de al-
guns de seus collegas.
Rcrprio-se quesees que a alguein podiam na-
recer,de amor preprio c susceptibilidades, mas
que .para o ministerio decahidb eram de diguidade
Finalmente disse anda o Sr. Nab.ieo que enlrou
para n inin.sler.o j prevenido, visto como os seus
cnmpnnlicims nao adoplavam n poltica de conci-
liaco, quo elle nao eslava disposto a renunciar
sendo que s por grolido ao ajOnarcha aceitou a
)>asta, sem so iniportar com quem la ; mas que
suppoj sempre ter de servir de obstculo uiar-
cna do gabinete, organisado como foi.
Kis pois explicada a retirada du grande juriscon-
sulto do ministerio de 12 de dezenibro, que se at-
iribuia lio encsnlradas causas.
O Sr. Souza Franco disse em referencia Ss expli-
carles dadas pelo Sr. vlsdonde de Abael, que nao
eklava sal.sfeilo. nom quanlo as causas da conli-
nuacaodos 20/0 de exporlacio, nem quanlo s
questow polticas, sobro que foi inlerpellado o mi-
nisterio ; e abundando em considerares todas len-
iteMM a mostrar que o governo rai mal, concluio
"inervando que o mesmo governo parece querer
irnTogurar urna poltica do Segtedo e de reserva
a cmara dos deputados ( Srs. Sar.iira e llar-
liuho Campos romneram a marcha opposicionista
declarando nao poderem acompanhar o ministerio
por este nao professar ds verdadeiras idtas tlnaii-
''e!r". F a poltica de conciliaco, de que sb apos-
OSr. Snraiva explicou a retirada ao ministerio
de 4 de maio, de que S. Ecx. fez parte.
Havam me dito que excepto os Sh. Flusa e Men
de< da Costa, Inda a depiilacao da Baha teria de
acompanhar ao Sr. ex-minfslro' da niannha, mas
ja nao rao muilo para ah os apartes do Sr. llan-
tas, e o discurso do Sr. Junquera proferido na
si-ao do dia 17 dellnio claramente a posieu
goveinista desse nobre deputado. lslo do anUgo-
nisiuo ao governo lem o seu que
Teremos pois de ver no parla.uPnto urna lula bem
loros- PBra q"C S pre',arolu us '"elhores ora-
,i,LtI,,0re/ .""Pu,lw Msnoel, Alcntara Ma-
. ^..ldul^0 J,em <""cad0 'rolenlamenle
ao ministerio, principalmente ao Sr. Torres Ho-
inein. O ultimo desses corypheos porm foi vic-
toriosamente balido palo Sr. Jui.queira, quu corno
discurso, de queja fillei, eslreou a sua carreir"
parlonienlar, conlirinando o avabtajado conceilo
que ge fazia de seus talentos. '"-eiio,
Sobre os representantes deasa provincia, s6 pos-
so dtzer por ora, que o Sr. Augusto de Oliveira es-
ta com o governo.
Anda se continuo pergunlar o ministerio
ter maiona as cmaras Una aUlrmam, oulros
Veremos ; daite7 que as cousas vio correndo. A
Va V0"?* 1ae em D0i,e dc houvo uma
granan reumao de deputados em casa do 8r. Abie-
te que dssistiram os oulros ministros, sahindo
muito satisfeilos lodosos congregados.
Ni.o obstauto diz o MercaMil que o governo
foi derrotado na eleico dc vice-presidento da c-
mara des depuudos, para que sabio nomcado o
Sr. Saraiva com S4 votos, oblando o candidato mi-
nisterial, o Sr. Machado, menos 2.
Tambemcausou especie ao Mercantil me uo se-
nado os senhores Ferraz e Nabiicc na., fossem con-
templados para commisso alKuma I
Continiiam a chegar alguus deputados de Mi-
nas e S. Paulo.
Dizem que est se organisando aqui uma so-
ciedad.: polilic com o titulo de federal.
Na provincia de Minas, para as bandas de Mi-
nas novas; houve urna grande lempeslade, appa-
recendo urna carga elctrica que laucou por tura
desaccorddos qutro individoos, que andavam em
uma viageni.
Felizmente sd morreu um cao.
Chegou do Rio Grande do SuloSr. conselhoi-
ro ferraz esun familia. S. Exc. saltou ao som da
msica marcial, por entru um grande concurso de
poyo, submdo ao ar nusia occasiao muilos fogos de
Acaba de. apparecer nesla cflrto um mdium
ou evocador dos espiritos, de que se coniam alguns
tactos, que temfeito admiraras folhes da Europa
o tstados-L'nidos '
Dizem que ltimamente o tal feiticeiro evocou
o espirito do J. II. Rousseau, oqual lbe fez escro-'
ver revelaco de um crin.e coiiiuicllido as vizi-
nbaeas delta corte, assim como o noii.e do neruo-
Irador. '
Ali polica, polica !
_ Tcm cl.egado ucslesullimos ias grande po-
sicao de porlugczes.
Nao sci se j Ihc disse que preparou-sc na
Manara dos deputados urna inbu.iapara as senboroS
assisliieiii s discuaseg.
Na sessao de 10 algumas damas da alta socieda-
oe j cou.pareccraiu tribuna, esperando-so que
por islo a cmara das mocas se v tomando cada
vez mais hileressanle,
No dia 18 foram laucadas ao mar duas barcas
de vapor, construidas uo olal.elucinionlo da Pona
da Arca, sendo uma de inadei. ., e nutra de ferro
ao* o risco do hbil conslru.ilor o 1" leante Nai.o-
leao l.cvel.
A de madeira de.....nina-se Mrquez de inida.
Segu uc-sle vapor o lr, Ara.ipe, chefo de pu-
lida dessa proriucia.
Depoisde nrinha ultima correspondencia ten. ba-
ndo os Seguimos despachos :
Aoi.'ICOriVv.
Minislio residente em Rolivia o Sr. lr' Joo da
Costo Reg Monieiro.
Kocarrcgadode negocios no Chile, o Sr. Vnionio
Jos Duarle Gondim.
Iitu em Madrid, o Sr. Felippe Jos Pereira
Dito em Venezuela, Nova ranada u Equador o
Sr Antonio Pedro de Carralho Borgi-s.
Secretario da leeaeaO dos l.stados-l nidos o Sr
Jiarmodio de Tolido Marcondes de Itnnteznma.
Dilo da Piussia, o Sr. Anierco de Castro.
Dito da epublica (Mental do I rogar Sr l"-
nac.o de Avelar Barbosa da Silva. .
Adilulo del." classe, na Suissa, o Sr. I.uizCesar
del.una e Silva.
des'li" ''" ""''"' S'" A"""'i" "'""''K'ies rernan-
llo em Montevideo, o Sr. Julio Cesar de Mello c
Dito em Venezuela, Nova (ranada, e Kquadnr o
Sr. Miguel de Castro Mascronnos.
Cnsul geral na Pn.ssi.1 o Sr. Manoel de Iranio
Porto Alegre. J
Sr. senador Jos Iguana Silveira da Molla
eo.islilla do ministerio da jusliea, leve merc da
carta do eouselho.
l'oi nomeadi, conegn da capellaimperial, n padre
eapenaodoexereito, Manuel Joaquim ,l.i SilvaGu-
maraes.
0 Sr. Ilr. Jos Marliniano de Aleucar, director da
--. seceao da secretaria da jusliea. foi nonieado
para oxcrco. inlrrinamente os dous lugares de con-
sultor dos negocios do jusliea e eclesisticos.
Foram mais neineados :
Chole de p|ci,n d p,n,.;-,_ ,, juiz de direito Joo
de l.arvalho teniandes \ lei.n.
Dilo de Piauliy, o juiz de direito Eduardo Vinda-
hiba de Mallos.
lscrivao de otphos do tormo de Paral.vbuna
provincia do S.Paulo, o Sr. navio Antonio do Vn-
drade.
Contador, partidor e distribuidor do termo de S
atheus, provincia do Espirito Santo, o Sr. Antonio
Joaqo.ni /ornes.
Coronel eommandanle superior da guarda nacio-
u d0Sr,n.nil'Pus d.' Ir.ib.i. Mararubol Munle
Alto e Cannlionha, provincia da Babia, o Sr. Fausti-
no Morena de Castro.
Tcnente coronel chele do oslado-iiiaior do mes-
mo enromando, o Sr. Jos Pereira de Castro.
Tcnenlo coronel eommandanle do batalho n in|
na mesilla proiiucia o Sr. Karmuiido dc Souz,- lVr-
naodes.
Tenenle coronel eommandanle do batalho u 103
na mesilla provincia, o Sr. Joaquim Jos .Ma-
chado.
Tenenle, coronel roniuiamlaiite do 1." corpo de
cavaUana da guada nacional da provincia do Kio de
Janeiro, o major Cimillo de Souza Coulo.
Tenenle corouel chele do esiado-n.aiordo co.n-
mandu superioi da guarda nacional dos municipios
ue I irahy o S. Joan do Principe, na uies.ua provin-
cia, o Sr. Antonio l.uiz da Silveira.
1 eiieuio coronel eommandanle do 8." corpo de
oe en allana, na nicsma provincia, o major Jos da
silva rigueira.
TerO honras de major da guarda nacional, do mu-
nicipio da corle, o Sr. francisco Xavier de Arauio
Braga. '
Foram ainda nomcatlos :
Thcsoureiro da ihesuurarla de fazenda da Baha,
o Ilr. torquato Rodrigues Huir Bocha, deputado
por aquella provincia.
i." oflieia! da secretaria de estado dos negocios
da razcuda, o Sr. Jos Francisco de Souza Braca- '
rense. I
. cscripturario da lliesouraria dc Goiaz, o pra-
ante Luu Pedro Xavier dos Giii.uares.
I romotor publico da comarca de Cabo Fri, o ha- !
enarel Jos Toixeira de Miranda Jnior.
2." esrnplurario da alfandega de Pen.anibiico, o I
oacbarel Augusto Elisio de Castro Fonseca.
Amanuense da alandoga do Santos, o Sr. Cetva-
sio Nuues Pires.
Reforma. Foram reformados :
.. major Jos Francisco de Paula e Silva, rom-
mandante da 8/ companhia do balallio de arlilbe- ;
na da guarda nacional da corte, no posto de teen- i
te coronel.
O capilo Antonio da SilvA.ima, da guarda na-
cional da provincia du llio Grande do Sul, no posto '
dc major
t) capilo qnarlel uieslre do commando superior :
da guarda nacional da capital do Para Jos \nlo- ',
rno Pereira de Paria, imposto de major.
O capio do .'I." corim de cavallaria da guarda na-
cioii.il da provincia do Rio Grande do Sul, Manoel
Correa dos Santos, no posto de major.
HeiKiii-iio.Fpi removido o juiz de direito Ernia-
110 Do.ningues do Coulo, da 2." vara crite da capi-
tal do Bio Grande do Sul, para a comarca du Valon-
ea, un Babia.
Recondncoes.Foram recoiiduzidos:
O bacharel Giualiilianu Josii da Silva Porto no
lugar de jmz municipal o do orpnaos dos tormos
reunidos de Viga u l.nha, na provincia du Para.
O narharel los Antonio Vivos de linio no lugar!
de juiz municipal e de orphaosdo lermo de llaiub
na provincia do Minas (eracs.
Uerci'.U barao do Pilar, leve o Mro de Fidalgo
caviilheiro, o o Sr. Horacio Gusmo CoiMho, o de
moco lldalgo con. exercicio.
Condecorante*.Foram nnmeadns:
Coiuinendadordo Chrislo, o Sr. Thom Jordao da
silva Vargas.
Olliciaes da Bosa os Srs. Jos.'- Relami, e os por-
tuguezes conselheiros Jos LoiirencnPinto, Ur Jos
Mana de Almeida Toixeira de Cmoiro/., Ilr. Alavsio
Augusto do Seal.ro, Jos Riboiro l.eilo, Jos t.io-
iiio de Carralho Brandao c Albano de Miranda Le-
inos.
Cavalheiros de S. Renlo do Aviz.o capitn dc fra-
gata Francisco Cordeiro Torres c Alvim, eapito l-
enlo Jos Aolo.iio de Paria, e 1."' telieliles Ma-
nuel l.uiz da Silva Soulo, Joaquim Guilhcrine dc
Mello (.arrao, Francisco Manoel da Silva Guiniares
o Antonio Jos da Cruz.
Penoej._TiVHraio pens.es iguacs a Melado do
sold de seus maridos, asSr." II. Mara Augusta de
Lima I eslana, vmva do capilo lente Miguel i,._
lon.o Pestaa : D. Deltina l.uiza da Costa \ias
viova do 1."i lenlo Antonio l.nurnnro da Cosa'
reas, e 1). Mana Francisca de Oliveir Goncalvee
v.uva do esenvo de 2." classe do corpo dc fazenda
da armada Thomaz Rayinnndo Gonralvcs todos
morios no naufragio da charra Carinen.
Aposiiro-dorios.Foram aposentados:
O thesoureiro da thesonraria de fazenda da Ba-
bia, Manoel Jos de Almeida Coulo.
i inspector da do Amazonas Alvaro Botelho da
Cunha.
.ronn-aciw*.Foram exonerados a seu pedido
os Srs. oonselbeiro Jos Antonio Saraiva da presi-
dencia de Pernambucn.
Jos dos Sanios Braga do Aflicto do escrivo do
orpl.aos e 1* tsbellio do judicial e olas do tormo
de llapeiuiriiu, proviucia do Espirito Santo.
Joaquim duAmaralSilv.il oinio.dadu de escrivo
do jury execucoes criniiiiaes da capital du arovincia
du santa Calbariua.
Jos Florencio dos Santos do de tabclo o es-
crivo de orphaos da cidade de S. Chrislovo, da
provincia de Sergipe.
Uemisxt'te*.Foram dimillidos :
(I presidente da provincia do Piaiihy. Ilr. Amo-
nio Corroa do Couto.
O chefe de polica da mesma provincia, juiz de
direito Francisco I ruano da Silva Ribeiro.
) amanueuse da alfandega dc Santos, Manoel Jos.'.
Candido.
Hiz-sc que o Sr. Miguel Mara Lisboa, enviado
extraordinario no per, rai na mesma callu.goria
para Washington, sendo aposentado o i onselhciro
J. F. de Paula Cavalcauli de Albuquerque, e que o
Ilr. Domingos Jos Concalves de Magalhes vai para
vcnna d'Auslria, como ministro residile.
22
Supponbo quo a opposico prepara alguma tro-
voada uo ministerio, por quanlo na sessao do hon-
tom os lluslros opposicionislas Marlinho de Campos
e l jobeen requercran na cmara dos deputados que
as reformas das secretarias fossem remellidrs a
urna ou mais commissoes, lim de serem examina-
das, e sobre ellas dnrem parecer; informando o
governo qnanto lem rendido para o estado os emo-
lumentos das mesmas secretarias desde que foram
execuladas laes reformas.
O requemo, uio foi approvado.
O ministerio porm ubteve um Iriumpho sobre a
oppuspao, seudo icgeiladoporqiiaMuiianimidadti
Diario deJPerr.ambuco Torga feira ^tj^Maio de 1859.
um o.iiro requerinuuio do niesmo Sr. Pacheco, pe-, l.uiz. pelo, nascido a 10do dezembrodo 1858.lh
dnido copui dos pareceres c consultas do conselho natural, escravo.
i de oslado relativamente aos casaminlos mixtos, eni | Digna, brenca, nascida a 11 do agosto do 18j, fi-
j que o ..obre deputado insisti primen a e segunda
! rez, coadjurado pelo Sr. Oetaviano. Ossouliores
j minisliosdo imperio, jusliea c eslrangeiros, aasim
, ionio o Sr. Toixeira Jnior deinni.slra.a.u a ueoit-
i veniencia do r.^ruerimenlu, visto como os docu-
j mentes pulidos, encerram i|uosloes pendentes.
! Diz-se que o Sr. consellieiro Zacaras de Ges o
Vasconcelos, ser o presidento de Pernambuco ;
e o Sr. deputado Joao Pedro Das Vieira, o do P-
aul.y.
Falla-so tambem nsdcmisso do Sr. Dolamaro da
presidencia de Mallo Gressu.
.torneante.O Sr. major de engonhoiros Antonio
Piulo do Figueircdo Mondes Aulas foi nomcado che-
fe de distridlo das obras publicas da provincia do
Rio de Janeiro, continuando a exercer interinamen-
te o lugar de director das obras publicas da mesma
provincia.
(i Si. capilo de engoulieirns Antonio Paulino
l.inipo de Abren Coi tambem nonieado chefe de dis-
Iriclo, e rai servir no segundo, em subsiiiui.-n do
major Marcoliuo Rodrigues da Cesta, que foi requi-
Sltado pcloiiinsterio da guerra.
Sr. capilo dc oslado niaior Francisco Jos Lar-
doso Jnior, fw uomeado engenbeiro ajudaute do
director das ulnas publicas.
"Sr. tenenle de ongonheiros Antonio Augu.-to
Montoiro de Barros, ajudanle dos Chelea de dislric-
lo, vai servir uterinamente como cl.efc do pri-
uieiio distiielo de obras publicas, em suhstitui-
cao do major VicenteBuct de Bacellar Pinto i.ue-
d.s. lanil.eni roquisiiado pelo ministerio .la guerra.
i Sr. engeiiueirn ajadaaie dos cheles de dislriclu
Jos llornardiiiu de Moura vai servir no segundo
dislricto.
EOHeraeet.fotam exonerados do servido m.i-
d.co da Santa Casa de Uinericordia us Srs. rs. .lo-
bim, Itompaui e Pereira das Nevos, sendo substi-
tuidos pelos Sis. Drs. Regadas Fho.Godoy llolellio e
Brandio.
Vai lazondo inu lempo : lem barido umitas
chovas e alguiu fri,
i:
d.il
1:0003 em prala, c 2.0003 cm jolas
.t
a b-gitima
Murltilidade.
l.uiza Maria da Trindade, parda, idade 00 anuos,
viuva. 9
Jos Francisco Toixeira, branco, idada 20 anuos,
solteiro.
Feliciana Amalia de Mello Ribeiro Varejao, branca,
idade 3i anuos, casado.
Manoel, pardo, idado 1 mez.
Luiza Francisca Gomes, branca, idado 70 anuos.
riuvo.
Joo, branco, idade 6 aunos.
Maria da Coneeicso, preto, idade SSannos, Solleira.
Joanna, parda, idade inczes o meio
Joanna. branca, idade 1 anuo.
"oomisia, branca, idado 1 anuo.
Francelina Francisca Cavalcauli, branca, idade 33
ai.....s, solleira.
Francisca Mara da Cosa. 70 annns, viuva.
Anua, parda, idade 5 anuos o nuio.
Amelia, Inania, idado I anuos.
Margarida, branca, idado 0 dias.
Alfredo, pardo, idado i mozos.
Jos, seni,liianco, idade ll mezes.
Rosa Malhildes dos Alijos, branca, idade JO annns,
solleira.
Pr.im .-o.. Alfonso da Costa, Africano liberto, idade
lili anno-, solteiro.
Jos, Africano, idade ."i anos, solteiro, ercravo.
Alcxaiuliina Maria dos Alijos, branca, idade03an-
uos, viuva.
Passageiius do vapor (toopooi-,viudo dos Dor-
ios do sul '.
I)r. TrislSo Alenear Araripo, sua se..hora e 2 os-
crayos, l)r. Augusto Elisio de C. Fonseca, Dr. Jos
Feliano Junqueira llorges, Ilr. Roberto Salleniont,
brigadeiro Uanoel Hnniz Tararea a I cscrav.i, 11!
I.ou.enea M. ..eo.ge, ll. Mana Carila lliapouica o
aiilbos, li. Joanna A.lliur, I lili.o o 1 criada, I.
Maria Florinda Be/erra da Silva e 1 inna. D. Lui-
za Carolina do. Oliveir, Jos Polvc.irpo de Frailas
(re liento do Monte Cannollo
ora.n especialmente dirigidas contra a trana,
pial alliibue tillstros planos de doininaoo.
\ laes aggressos respondeu a imprensa franceza.
Eis-aqui urna d'essas rcsposlss, o que lem o carc-
ter de otlloial por isso que um artigo edictorial do
Uunileur, urgam oOicial do governo :
1 governo Irancez comprebende e rospeila,
mais do que oulru qualuuer, as susi'opiibilidades
nacionaes. Se tivi ssc dado Allemanlia, q... r por
meneos quer por ocios, motivos dc rucear pela
sua ndopoudouei.1, longo do lerempouco a agitarao
o os sustos do patriotismo geimanioo, acna-los-liia
uobres o legtimos.
Nao podemos crcr, porm, quetenham tomado
contra mis o partido da injnstiea aquellos, a quem
nunca demos o menor motivo de suspeila. Nuss.i
conflanca na equidade dos oulros Estados funda-se
...1 le.1KI.1de de nossa poltica, "liando runiperom
algumas inaiiil. sta.oes em diferentes pontos da
roufcdcraco germaiiica, arolhomo-las sen.....locio,
porqueconlavamos que a parte san e Ilustrada da
AC manda recuiihoeeria en. breve que cssas vio-
lencias nao ti.il.an. causa real.
dada a d honra ; du que elle, quo cuuserva' sem-
pre liiine o. estandarte tricolor ilaliauo ; do que el-
le, que se prepara desde ja a o.imb.iter pela Uberda-
de o pela independencia Esta! cortos, aenborei.
que couliai.do. 1.1,1a irise, a auliiridadc suprema
a \ irlor Em.iianuel, as vnssas resolueOes obtoro o
sufragio unnime do Piemonte e da ftala'
< Ptojeeln de lei mi-n conceder apderei extraordi-
iKir. .-o ijdi.nio do rei durante.1 guerra,
' Art. 1. No caso do guerra com a \ .'.siria, o ..i
ser investido de todos os poderes legislativos c ex-
clusivos, e podcr.i, snb
^U
Ensebio ib- 1..111 iro/, vice-preaidenle.
Pernio, priu.eirn secretario.
Frederieo do Albo<|aerqae, segundo dilo.
Vallasques, torooiro dilo.
Jubini, quarto dilo.
Para a commisso de resppata falla dn Ihrono
foram elcilos os seuhores :
Mu autos.
Miranda.
Gabriel Mendes.
Na cmara temporaria sao :
necem invinlaveis. O governo do rei, durante a
guerra, lera a lacutdade de adoptar dispos.esten-
dente.-.1 mular provisoriamente a liberdade da m-
preiis.i e liberdade individual.
No da >r, corra em Turra que o bario Kelpes-
perd arhara-sa aaloris.ido a rcmelter naquelle mes-
mo da ao general Giulay resposta c|.. goi orno sar-
do. 11 coudq do avoor aprcseulara .10 senado o
11 ... v. '1 ,-. ,-a,.,, l'ei tloiilo do Monte Lar.ne o o esclavo \ Jo.
rt^^tt:,-^- "-T ",'," J,"'n4 '|ui'" llia* )1'"1"....." K-no.^ecs !.. da Silva. C -
1K ll, ,^ ,'^\V!SS?"?:.!"V* d" "M*UUru- d!nof S...|lo.alfercaO. Paos Barreloo 1 soldado.
PERNAMBUCO.
RE-VISTA DIARIA.
(I Sr. Dr. Trslo Araripo de Aleucar, chefe
de polica Horneado para osla provincia, chegou
l.unloiu uu Uyapok, u entra boje em exercicio do
seu cargo.
OSr. brigadeiro Luiz Antonio Favilla, foi n--
inondo de presidento do conselho de compras do
arsenal de guerra desla provincia, para uiewbro J,.
do arsenal da corto.
As grandes oh.ivas que cal.iran durante toda
a semana passada, lio.ixero-i.oe urna grande cl.o.a,
uque grandes piej.ii/os .levo deixar a provincia.
Com ella sonreram muilo os particulares em anas
lavonias, o a provincia cui suas obras.
A cheia fui menor qualro palmos quo a de 1851 ;
mas anda assim iuinulou quasi lodos os arrabal-
des desla oilaile. AP.issago.n da Miigdalona lico.l
ou. grande parle alagada,e na Uha do Itiliro a agua
cresceu lauto que enlrou por diversas casas, obli-
gando a limitas familias a lofugiarroin-se nesla ci-
dade.
(te Srs. lr. chefe dc polica interino, inspector
do arsenal de marinha, director das obras publicas,
secretario da polica, delegados e alguus engenhei-
ros subdelegados, esliveram durante a maior forra
da iiumeute em activdade, quer para soccorrer s
persegoidOSdas aguas, quer para salvar as obras o
pontos dos eileilos das chovas.
Con quanlo nao tciihainos de deplorar rutinas,
todava para iiolar-sc os estragos dos obras pu- '
blicas.
A estrada do Cachang licou aarombada em Ires
partos, urna bomba foi destruida pela crrenle das
aguas, e aparto da Magdalena SOflreu muilissiiuo.
lslo e u quo por ora sabido.
Ora, quandn o cofre da provincia camiiiha para
total pobreza, |I0S que nem inte cont lera ahez
em ser, ah vem esses reparos urge..los !
A estrada dc ferro solfrco alguma cousa ; mas
Consta-nos que o transito s fura interrumpido por
um dia.
Assim que as aguas comecarain n assol.orhar, o
Sr, inspector do arsenal de mariuha, fez seguir para
diversos lugares escleles a baleas, que prestaran
pt'umplos soccorros.
J se r6 que todos esees transtornos e niales qne
causeo as cheias.dcram razo dc sobra ao imperador
Napoleo, quando di/ia 0111 certa occasiao que o
eu maior inipo^liu era conler os ci* e os rcttulu-
tuuiirios en, $iu$ latos.
llontcm polas onze horas da inaul.aa, reco-
Iheu-so da missao do Rio do S. Francisco, o Rvm.
inissionario capuchinho Fr. Ctetabo de Troiua, de-
nota deH mozos de trahalhos aposlolicos polos ser-
toes, principalmente em Tocarol, Fazenda Cron-
de, Cabrob, e Boa-visia, a nesses lugares prestou
relevantes servicos Igreja, e ao Estado ; nao SO
pregando a religio do crucificado, como chaman-
do os pucos vida pacifica, e laboriosa. Causa es-
paulo ver-so qualro religiosos que oceupam apenas
o Hospicio de Nossa Se.il.ora da Perilla nesta cida-
de,pralicar durante o anuo cousas lo estupendas !
Desdo a quaresnia al o n.cz de oulubro n.aquella
Igreja actos religiosos san praticados diariamente
com um fervor como se all bouvessem 20 ou 30
religiosos : os coufessionarins sao oceupados diaria-
ineiitc as (estas sesuccedem unas as oulras, nao
ha dia em que a Igreja nao se oncha de povos De-
pois tres desles religiosos parlem para o interior da
proiiucia, e onde quer que a religio os conduza
sao incancaveis en. promover o bem da religio e
muilas rezas a concordia dos povos, rollan dc no-
vo en fevereiro ao seu Hospicio c conejeando a mes-
ma vida, nunca esmorece osso sua dedicaco.
Do Kzammer transcrevemos:
TELKmurHi.i.Segundo participa o afoniiag
Pol j fiiuccioua um telegrapho elctrico entre
Conslantinopln o Alhenas.
1.111.1 curta dirigida de l.uckow ao Globo con-
ten a seguinle noticia sobre a telecraphia na lu-
dia.
0 sistema dos telegrophos na India recebe ac-
tualmente urna rpida extenso.
De Boiubaiiu parle urna linl.a, que alnugando-se
pola cosa, dore C01umu11io.11 ate Ca, onde Se li-
gar a liiiha proiecladu deCocbiiu ao caboCo.nori.i,
Ue manoira que haver nina linlm ii.depondnlu de
Calcula .1 Bumbaim 1 iu de Madrasta o llauaar. Bnm-
baim coiilniui.iear lambe.n direilameiito con Sr-
tale, e cm lugar de enviar suas nieiisageus por
Nassick; e do Surrate a liona j acabada al Kora-
ebee. ser continuada sobre o Labore, qoo desta for-
ma oslar tambein em commuiiiraciio Ivlegraphica
com Boinbaini. (.luandoa linha a Napour fr conclui-
da, Calcuta a Bumbaim, podero ...iiiinin.irar pul-
iros Lobas ; urna ta de Madrasta, Mitra va de
Napour o Beiiafcs. a lerceira ra dc Agr.
Anr.1iK01.oe.il.M. E Wrighl, arcbeologo 11-
glez publico.iu seguinle nota relalivainonlo s evea-
vacoes acloalmenle ellooluadus emWoroxater c Sh-
lopsbire sobro o esentO do Vrcouiuin romano.
Vriconilim fui som duvlda, urna das primeiras oi-
dades romanas fundadas na Groa Brolanha, porque
Plnloinou faz nicncodella, csigii.nmenle.cra nina
cidade imporlanle, pois que suas miiralhas, de que
anida existan rustos, esleudein-se sobre um cum-
primeulu de duas in.lt.ns, o sao separadas por un.
espaco dc mais de uma u.ilhn. O hic.il da cid.idc
antiga nao lem sido felizmente loeo punco esca-
vado. Por isso a primeira eseaiaro leu. dado ma-
gnilicos resultados, o d lugar a esperar que so 011-
conlrom os paviuieulos inferiores da cidade inteira.
No centro do campo explorado ha um largo mant-
eo do atronara romana com a altan de 20 ps e
dc uma estancia coosideravol. Desde lempo i.n-
morial osle massicn conhocidn com o nonio de
muralha re lia, cavada au norte e a conslrucro
dola deixa suppr com reroatniHuea que ella tez
parte dc um inonumculn pubiieo.
No centro ha um pateo quadrado con. (0 ps em
cada lado, c o chao est ladrilhado com tijollos pe-
queos. Era labra algum lugar de ajunlainento.
O edificio iinli,1 um grande numero de sallas, entre
as quaes ha una de 35 ps decumprimcnlo sobro
Zade largura, e ainda conserva um hvporaosto om
bom estado. Ontro hypocauslo lamben) foi adiado
oniinuiiicando com o prinieiro, e oulras sallas mais
ou menea intoressanles foram doscoberlas ao sul da
Muralha vulha
Diurnamente, em presvnra de M. Wrighl, os o-
peranos acharnm urna pesada escoda de podra, que
conduza n urna Ma entrada dos bvpocauslos
N um espaco quadrado junto desla oseada achou-se
un grande numero dc nioedas de diversos inodn-
los..eobjcclosde lodos as especies eu. bronce: ferro
chumbo, vidro e barro. A baso desta oseada eslava
a 10 01112 ps abaiio do solo. Seria fastidioso enu-
merar todos os objeetos que estas exearaeoes tom
fono descobrir, c que servirn a formar um musen
da localidad... Entra as pinturas encontradas cm
estuque ha urna com huras capitaes, do que resta
um fragmeato, Deve-sc fazer menco desta parli-
culiindade que as rasas romanas eram roberas de
urna ardosia miccea, que brilhando ao sol, doria
fuzer assimilhar a cidade a um monlo de diaman-
tes. Repelidos vestigios dc incendio sao ciiconlra-
por toda a parle ; e militas ossns humnos se lem
desenterrado, lalvea, das victimas que percceraiu
na poca da ruina da cidade.
Rolo, o das pessoos fallecidas na fragoezia de
Sanio Antonio de 22 a 28 de maio :
Antonio Africano, escravo de Joaquim Jos da Cos-
ta Feijosa, DS annns.
Joo, pardo, escravo de Claudino Bollicio Machado.
11 anuos.
Manoel, pardo. fllIiofJe Ouiriua Mara da Coiicoiro,
1 inezcS.
Vicenta, pardo, fllho dc Anua Joaquina do Sacra-
mento, 4 mozos.
Joo. Africano, escravo de Joo Joaquim Barboza,
i0 annns.
Antonio Camello Barboza, pardo, solteiro, :<6 anuos
pobres.
Delphh.a, crioula liberta, 20 annns.
Maigarida. crioula, escravo de Theodora Mara Ra-
mos, H mezes.
Jos, branco, lllho de Jos Jacinlho Pavo, 3 annos
Manadas llores, parda viuva, 100 anuos.
Joaqoiui Jos de Albuquerque, branco. casado, (0
annos, pobre.
Lista dos baptisados da freguezia de San Jos
de 22 ,. 2S do crrcnle :
Esta c.iuii.iiiea nao foi Iludida. \ agilaean p.
vocada 1.0 improi.sa u as cama.as de varios Esta- pi ojelo, que" cima r'nscrevrmosi'c "uettaeil-
001 alien...es unge de pr.....igar-se, leude a acal- tl.usiaslicaii.eule receblo polo cmara Nossa ne-
ma.-se. Registramos aqu este faci com satisfarn. rasio contlrmou o ministro pieiiiuulez a noticia da
r ,|;.r,./,, eonefer supeilas conlra .. governo ; nimao.. feita pela Austria, c declarou que o go-
. '. !'! ,'*" .' ".r,,.""1",l:"' .eMe rcspo..,abil- veno, auslriacu ,......Lucrara a recusa como i.nini-
da.les indirectas, allribuindo-sc-lhe uma parlonas
opinioes hoslis contra a independencia da confede-
ra.ao germnica, publicadas l.i .einenle sob a gile
do urna logislaeau que nao aulor 1 nonliuma censura
previa. Essas iipioiues. quo nao rumpromeltom s-
......a seus autores, diuiudiraiu-se pela Vllemaulia
o..010-o [ora uma a.neaca : propagados pela male-
volencia, s. nieaian .. susto li/eraiu acreditar tai-
res 0111 ortos xrosseiros sobre as iuleu.-ocs do .i-
O senado approroo nicamente o pro-
nele das lulhorias.
vigann c. Coriolauo Colonia o sua mana, padree.
Mrutvnaliy, J. de Almeida Montoiro, A. dos Sanios
Boln, padre Manoel J. d Silva, Jordao J. do Oli-
veira. Joo J. Alves C. f. elemento e sua lllh.i
menor, LulzJ. liamas^Anluuo K. de Carralho, i;.
de B. P.iuoniel, Domingus Rodrigues, i. BVQon-
oalv.-s, D. 11 Monea llego. Aaoaneio F. da Silva, M.
F. Brrelo, Fr. Cela..n Truina, J. Auglada o su; baso essei.ciaCs da" urden, europea
senhora, J. Lajhci. 11. de l'ossc, P. Schlobiss, :i
Africanos, 2 pra.-as de piel 2 ex-praeas.
Seguen. para o l.orlr
(uilhern
Mlonso H.
Branihilla
jacto
No minino dia enlrou na Toscana, apezardesua
neulrali.lade, .1111 corpo do tropas austracas.
No di.. 27 parece r,e ja linhc ohegadn a Vienna .
a resposl da Sardeuba; por quanlo o i...pera.lo.
Francisco Jos diriga au segundo corpo de excr-
eto una proclamaran animando-o para a guana, i
No inosmodia diriga o ...n.l.. Walouski, 111in1slr.il
do, negocios estrapgeiios da ran.-.., urna rirnilar !
a Indos os meiubrns do cupo diplomalco Irancez, 1
expondoo .atado dos negocios c os motivos pode-
rosos que nnha a Frrn.a para enlrarnaluta que se!
1a Iravar.
Es-e doouinciilo ja'o loram os nosso- .issignanlos '
no jornal ,1o honlein.
Noe di.i laml.ein enmeoon a invadi do (en tn-
1... Allemanha o quo quererla salvar na Italia. Sea rio de Aleandria. 1,0 Pieuiouto oclas ir mis -os
polmco, que reprora todas as ambices de conquis-, triacas P '
lasuao pede mais que as salisfa.Oc* o as aramias I s successos posteriores ja foram fesenptos aos
Ouarto, oSr. Salles.
A commisso de resposia falla do Ihrono coni-
p.c-sc dos senhores :
S o Albuquerque.
.Nebias.
I.. Barbosa.
Sobre o mais reUrimn-nos a minuciosa caria do
nosso correspondente.
Da Baha as datas abanoam a 27.
A nao ser a proroga.-u' da assembla at 0 lili.
do mez, nada I..-, que interesa*.
Das Alagoas leuius dalas do 2I que nada I-
iliantaiu
Communicados.
. i.'uan.lo sunu des. ja mais que a jusliea ; nao
se lomea Iu/. II governo francez nada tom'quu ue-
cullar, porque esi corto de quo nao lem coi.sa al-
guma a exprobar-so. A alilude quelomou na qu.s-
1.10 italiana, he.n longo de aulorisar a descunliauca
no espniii germnico, den- inspirar, ao contrario,
a mais convicta seguraiiea. A Frailea nao atacara
tlleiuanha o
reclamadas polo dircilo das gentes, pela felicidade
dos pui os o polo nilorosse da Europa. Bem romo na
Italia, quer ella na Allemanha, que as nacionalida-
des recoiihec.das pelos tratados possam mantor-se
lorliOcar-si', porque as considera como
11.ua ila.
Dr. Joo de ('.. Frrnandes Vieira, Di
S. il. Capanema, Albino G. de M. Reg,
1 panamiroe 1 offieial. Dr. H.da s. v
Rr. Traja..o de Souza Velho, Dr. Jos Antonio d,
Frailas Jnior. Dr, Macario P. Nugueir... lenle
Jone Conos da s. Coqueiro, J. G. de oliveir, !)
procos do pu l o 2 ex-peacas.
O hriguo bDsilejro' Relena, sabido para o
Asan, loiou os legui.los pas-.igeiios :
I nieleiii. M. da Silva. M. M anderlev. C. A de
Araujn, J. A. Fernandos, M. A. Fernandos e I es-
calo, E. si. Santiago n 1 nseravo, p. a. de albu-
querque, J. L. do Azevodo, J. P lavaros o I esora-
rn.J. F. Corroa do tranju, Joaquim F. L. do Sou-
za, a. II. lado e 1 escravo, Joo E. de II, 1......al-
ves, il. t. Ferreira, C. du li. Nogueira, M. F. da
Silva. Joan do B. Barros.
Passagciros da barca hrasiloir.i Amelia, viuda
da llahia :
Auna Francisca Vianna, 2 lilhos menores e 1 es-
cravo.
Maladouro publico.Mataram-so ne dia S8 ,h
crrenlo para o consumo desla cidade 95 rezos.
No .lia 20 do mesmo 91.
No din 110 do mesmo, 90.
Alortalidadedo dia 29 :
naquliia Maria dn Sacramento, preta, viuva, {Oau-
nus, hydropesia.
Joaquim Pereira, bronco, 11 annos, Cabio amararla
Prudencio, branco, 2 asnos, meuegile.
Elvira, branca, 1 auno, conviilsoes.
F.milii Fernandes Poroas, branca, 11 annos, ente-
rile el. rnica.
Maria do Carino dos Res, parda, solleira, 3 annns
phlhisica.
Henrique l.uiz de Azevedo, pardo, casado, 70 an-
uos appoplexia cereb:al.
30
Mara, parda, 22 .lias, espasmo.
Miguel Ribeiro do Amaral, branco, casado, 43 an-
uos, cerebrite
Mara Quitarla, india, stUcira, 90 anni*, diarrbea.
Craciano, prelo, escravo, ;i anuos, auazarra.
Jos, preto. escravo, 2 annos. solteiro, alagado.
Soldado Manuel Ciclan da Silva, pardo, solteiro
H7 anuos, tubrculo (.limonar.
Francisco, branco, 0 mizos, espasmo.
Joaquim Marlins Morein Jnior, branco, solteiro,
10 annos. pl.ihisca pulmonar.
Jo.io de Medeiros, branco. solleiro, 20 annos, Cebra
amanilla.
\ i. (orillo, prclo, soltein, escravo, 10 annos, diar-
rhea.
Antonio, branco, 2 aniio)>, vermes.
Anua lina da Cosa, Indura, solleira, 12 annos
phlliisu'a.
l'rao.oisoa Joaquina dc Bausa Magalhes, parda, ra-
sada. :iK annos, pl.iln- ,a.
Manoel Rodrigucsdo Pasio, branco, casado, 4* an-
nos, hydropesia.
Hotpitat de caridade.F.xistem 51 homens, 50
mulheres, nacionaes ; 1 lomem esfrangeiro e 2 es-
clavos ; total UI7.
Foram visitadas as enfermaras: pelo ririirgin
Piulo s7 horas 1/2 da nanha, Dr. Oornellas s S
horas 8/t da manha, Dr. Piulo as 8 horas da noile
de hontein, por se achar doente o Dr. Firmo.
Falleccu um enfermo dc dvarrhe.
uo.--.iis leilpres, ,
Es aqu anotada inlimaco da Austria ,'. Sarde-
uba dirigida pelo conde d Buol-Shaoenlein ao
conde ,W Cavour :
11 governo imperial, Vossa F.xcellencia o -abo.
apressou-ae oiu acceder proposta, do gallineto de
-unsderar a Irania hostil I naconadado ,|- S. Pe.ersliurgo.de reunir un,'cnng.oSso das cinco
,i.ir,.'.mUo'""i""" """' SU"'"' lal"1"1" um. potencias para o fin de applanar os complicacoes
conirasciiao. Ila dea annos que o gorerno do im- sobro, indas na Italia -
lorempregaa sua influencia em aplama. as| Convencidos, todava, da impossibilidado de
rosoli c-las sol. .,; enlabnl.ir, o.uu probabilidades de xito, delibra-
le,
dilliculdad.
ponto de vista da equidade e da justica. Em lles-
panha susienlnu sempre o Ihnu.o conslilucional da
oes panucas em nresenca do estrepito das armas
lo"> plejiaialivos d,
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Instruidos os nossos leiioivs, pelo resumo de nos-
so correspondenle do Lisboa publicado no .sabbado,
dus acoulecimentos mais ini|iorlni.les da gueria di
Italia, resta agora dnr-lhes mais circumslanciadas
noticias desses aconlecii.nulos.
Historinos os fados.
Sabe-se desde 1,S5H. por o.fasiiy^das 'cuiiferen-
c.as celebradas em Pars, que-a Ai.siria recusa sub-
motlersdelilieracoes de ut congiesso diplomtico
as quesloos italianas.
Sabe-se lanil.cm queoPii.|uoiile tral.alhoii ento,
e nao oesso.i de Irabalhar depois dissopor ulcau,.,.
que as grandes potencias da Ktlropa lomasseni a
piulo resolver aquellas quos,M..scoiiio o Imliam Coi-
to a antiquissinia e inlcnuianvcl queslo dos prin-
cipados danubianos.
Sabe-se finalmente que das solicilacoes do Pie-
monte ...i rong.osso do Pars, e dc seus constantes
esforeoa paBieaiorea origiaoe-seunu rivisaima qac-
rela dipioniaiica entra o mesmo Pimoslo e o Aus-
tria.
Trorarain-SB nulas de parte a parle, em que as re-
crimiiiacoos rorriaui parelhas com a uruienria da
linguagom, sendo que fui uecessario a inlervenco
de uma grande potencia para que ,1s coosas lonias-
sem uma direceo mais coivenienlc c decorosa a
.nubosos Estados.
Mas, nem o Piemonte desisti de suas |.retonos
e neni a Austria delxoudc so preparar para resistir
a ollas.
Essas protenoos dn Pieninnle redu/iain-se nque
a Austria soobstivesse do xarvoruna nlluencia lo
directa e ..pprcsii.ru sobrosEstados independonlcs
dn pennsula itlica, e a que lrnassu menos posa-
do o doloroso o jugo a que sugefl.ira o reino lom-
bardo -voneziano.
Bem SOconiprehoiide. pois, quo a Auslwa. dando
ltimamente a sua aeip.iosrencia reuniao do con-
grisso, mas sobo eonilioo de que lodns as poten-
cias interess.idasdopi.zossnin as armas, ou usara de
um estratagema pnlitico, com o lm de desarmar a
Sordenb.1, i. talvez mesmo a F'ronca, cuja inllueiicin
nos negocios da Italia vai crescendo do dia para din
eui detrimento son, ou proru-ava htzuv uma diver-
so no espirito das potencias mediadoras emqiianto
melhor so dispunha para guerra, ou tlnelmeuto
visara ambas estas cousas :o mesmo lempo.
Mas, a condico era por hl modo repugnante
boa razan, que nao pode sf aceita, nem pela Sar-
iloi.ha, que se via a lados momentos ameacado,
nem pela Franca, que se liiha rompoinelliilo "a fa-
zer rblor por lodos os n.ei.s as justos reclamarnos
denppriimda Italia.
L'm dos primeros estadstas inglozes, lord Pal-
merston, dizia, fallando a este rc.-peilo aos elcilorcs
do seu circulo:
Dizem que a Austria otigia, antea da reuniao
do COIIgresso, que todas a parles ii.lcross.idas so
desaruiasseui. Mas, um d.-aruiaineiito pude ser o
resultado de um congresso de que surti o desoja-
do accnnln, mas i.uiica o s>u comecoOH anlccedon-
le. Chama-so a isto anor o carro adianto dos
bois.
Poique que se lanca nao das armas? t. para
obler alguma Bausa. Reiiiiun-sc as parles nleres-
sadas para deliberar, nu iuliilo do verse o que se
desoja ubler pode ser alcairado por bem; mas
milito ii.ii.nal que se nao hrguc as armas autos dc
se lor alca..o.olo o quo se priende pur meio das ne-
goctaeocs ; pnrquanto, a le falhadu esse meio, dc-
reu ser empregadas as amas para se obler pela
torean que na foi possivel ibler de nutro modo. A
usigencia dn Austria era. pirtanto. um meio polido
de declarar, que regeitava disolutamente a idea da
reunan do congresso.
< Mas, se urna (al exigein'a era absurda a respei-
lo Oa Franca, pelo que diz esperto a Sardenha era
ella, alen dc absurda, pone, generosa. Era exigir
que a Mrdenha se prlrassC emqnaiiloqiie pela sua part a Austria limitar-se-
lua a rolirar os scus exercilca da fronleira para ou-
lros pontos militares pouen distantes : noleaM de
nao sorlirem as negonaeoeso desejndo sirlito co-
mo era desuppor. poda a A.slria cahir sobre a Sar-
denha com os seus exercitoeaecummulados, o esta
achar-se-hht privada dos neessarios meios do de-
feza.
Em quanlo a diplomacia tabalhava por um lado
procurando realisar a reupia. do congresso, o fazer
que a Austria ralirasso a enidioo do .losa.-a.amen-
to, os jornaes auslriicos c o- de oulras Estados da
Confederarn germnica proooviam o doscobteul.i-
menlo e aeeleravam ainda nais o tarrirel Msfecbo
do negocio. As aggresscs la inpreusa anriaca
Ti I .., i v cousiiiucion.il da : c .Iros preparaliros de guerra que se Carian em um
so f......;' v''la"f''l.1"""lcress.,d., pa/. Iimilrophe, po.limo, ,,..o U p.,/.esse em pede
'"'"-'f ^oluooos suceessiras paz o excrcllo sardo, oque fossem licenciada os
! I; a, ?* "'""* In'titeiras.- Na Su.ssa, sua \ corpos de voluntarios italianos antes da rellKodO
ine.Iin.ao olUclOsa lu parle para que se rosotrease | congresso
ilel,
a quoMo de Xeurhatol, que poda a.arieiar com-
plio.i.oes comi a Prussia.Na mesjua Italia, sua so-
Innde ailtocipili|-M ilillicubla.les actuaos ; e, do-
po.sde h.ner re.-labeleij.lo .. papa onf sua autori-
da.lo, s inspiren pe..smenlos de iuud..rai;o.Em
aplos, do a..ordo ooiii sua aliada a rainia do In-
glaterra Iralou de iuduzir ogorernu das Duas sici-
l.as a reformas que o lerhtm consolidado. Em Al
lenianlia, na queslo delicada, que se suscitara enlr.
a cgulcdera
o goren
esta .4.ndii
luac
claran h> n
...o de S, II. I.ril.iuiiioa achou lo justa
o, i-too conforme s exigencias da s-
pie nao hesitou em apropriar-se dola, de-
clarando-se disposto a insistir juntamente coma
i rao i sobre o qesariuuiucuto immedialn da Sarde-
nha, o a ollereccrlbe om cambio, conlra qualquer
ataque de nossa parle, nina garantacolloc.lia i
qual, enleud,->,., \i.siria loria fcilu honra.
O gabinete do Turin parco Icr respondido por
eSS^SSSSilL^^y a ,rP0iil0 0,M I" Vrocusa pthegoriea ao convito dpporoieu
caitos .onip.eheudeu apezar do suas svn.palhias excreto, en p dc paz, e de aceitar a garanta une
pela Dniamaica. ajusta snscoplibilnlade dn patrio- seibo olleieoea '>."i'.i.
(lamo alienan por provincias que por lautos litlos Basa i ecusa nos inspira pozare, tanto naJl oro-
lependem do corpo germnico... .,;.,. fez ouvir en. \ fondos, quaulo ~ -
t li roica ilraiiiall.a
XV
Torea feira 10 de inim subi pela primeira voz ..
siena o excellonle drama, migiiial franco/, eui i
actos o um pclogo Jocellh u o Ma.inheiro d.i
Marlinica.
'.ules ito eulrarinos na apredacao do drama e da
sua execuru nao podemos deixar dedi/er duas pa-
la, ras a resucito da empieza.
Niino.i o nosso Iheatro de Santa Isabel leve urna
empraza mais utolligente, mais psforrada e mais
.espoladas ideas de gai.hn o de lucro.' .\a t'rda-.
de, o Santa Isabel boje sob a iululligoute din -Ao .
do Sr. Crinan,. dnVrece c.iu mu pequeos ii ** 5
callos dramas novoS e bou. escollados ao pul ,.
esse publico, que nesle ponto s v./.os ovigeu-
le. A decoracao dc secna, a dislribiiieo dus pa-
pis, os ensaios necessarios para que "um drama
soja bem inoculado, cons.unem um lempo i.lmen-
se, como lalroz o publico nao a. alie e s a ta-
ca.is.uel activdade du Sr. lierinano capaz do fa-
zer medrar l.o cnrtns .utorvalli.s ontn- a repre-
sentado de ii.ivus drama*, r. Bao i m aclirid.ido
o qoo a empreza.despende com isto ; a decoracao do
cena o os vestuarios dem.iiulam urna dspeza
grande, e o publico tem visto quo esla despeza
nao tom sido poupada.
Nao nos aecnsem de parcialidade polo que dei-
xamns dito, nom se diga que somos movidos por
svnipalhia, ou por amisade ahi esl.io os fados,
quelallam ...ais alia o eloquentemento *- iiin u I
o nao recelamos que se nos aponte o c< ..ui.liao
recpiamos que .. publico veja no Santa Isaqel de
boje o quo vio no Santa Isabel do lempo da com-
panhia lyrica. O Sr. Uormano nao pnnpa .1
'.opeiihague Seno col.seibos dc concilladlo.__N
principados danubianos, esorcou-se por fazer Iri-
UUphar os votos legilimus d'essas pruiinbias, para
assegurar tambem, n'aquolla parle da Europa, a
ordcni bascada na satisfarn dus ntercsses naciu-
IKICs.
A polilk-a da Franca nao pude ter dous pesos o
loas medidas ; pesa com a mesma equidade us ...-
len ssesde todos os povos. O que ella desoja fazer
icspeitar na Italia, sabe-lu-ha respeitar na Allenia-
nba. Nan us repulariaiuns aine.ieados pelo eveniplo
de nina Allemanha nacional, quuconcliassesuaor-
ganisai.u federal com as lenileiici.is unitarias, cujo
principio presidio grande imito commeioial do
olwerein. Tudo o que alarga nos paires visinhos
as rcla.oos creados pelo cuminercio, peta iiiduslria
c pela unin, apruveila cirilisagaO, s tudo o que
augmenta a oirifsarao eleva a Frano... i
Nn mesmo diu em que o Uunileur usara d'esta
linguagem firme, mas moderada, o jornaes auslria-
oos exeedian-se em recriminaces conlra a Franea
a .. goio.no ausiria.o fazia marchar nais o.oj
liouieiis para a l.umbardio, conconlrava um eorpo
de (.11,000 homens em Viei.ua, e organisara na II te-
ma e Horaria um corpo de reserva dc 70,000 h..-
mens. o exernto de occ.pa.o .lo rein lombardo
v.ineziano lioaia assim elevado a mais de :lill),0(H)
bomeiis, e ludo o exercilu de que a, Austria poda
dispar no caso de guerra, ollngia, com aquella re-
serva, a um pessual dc cerca do 800,0011 homeus. E
entreunto anda atoo se eigia o desarinameiiio
das potencias inleressadas I
No da 12 de abril a correspniuUnein austraca
publicara um artigo ainda mais furibon.lu e ence-
rador, os jomaos pieiuonte/.es o alguus l'rancezes
respondiaiii-lhu com igual azeduiue As negocia-
<;o..s diploiiialicas tornavam-se onda da mais dilli-
ces. No dia 1:1 a Gazeta de Angulturtjn publicara
um artigo violeulissimo en respoata ao artigo do
Mondan; que cima trauscrevemus, e terminara
por estas patarras : o iuimigo vira do repente,
como um ladro nocturno : arniai-vos, puis, c esto-
jis plomlos para reccbe-lo,
N'odialSo 7"iics publicava ja um despacho de
vipnna, annuiiciandi. que a Austria rocusava-se pu
siliva e absolulameule a tomar parle no congresso.
a inciios que a eslc'no precedesse um desarm.i-
raei.to geral o simulluiieo. .< Esta milicia, acrcsccu-
ta o Times, perfuilaiucute aulheulica.
A guerra Inrnava-se pois inevitavel; mas como
causara serias apprehensoes Austria o silencio da
llussia, desdo a proposta que li/orado congresso, o
governo auslriacu fazia partir o conde dc Karolv
para S. PetorsburgO a pedir ao czar que se conser-
vasse neutro no caso dc que uesse a rebeular a
guerra.
No dia 1 ja so liuham perdido todas us esperan
oa.de acconu.daco, ao menos em Vienna : all de-
sojava-sc inesuiu a guerra, porque aquello estado
dc incerteza allligia a todos u esgotava os recursos
du paiz.
No dia 20 corra om Vienna, que o gallineto aus-
tracas mandara, pelo urgam do general em chefe
do exercilu da l.ombardia, inlimar ao Picmonlo,
que uo prazo de Ires das doclarasse so eslava mi
nao reso'vido a desarmar-se. Esta nolicia Hiegn.i
sem allcracoa Barita, a Pars e Londres; e a par-
tida do caraileiro Cesehi e do har.. Helpeaperd, dos
acampamentos austracos do Tessino. em mi>s..o
especial junte e.i guve.no sardo aulorisa a crr que
era corla a nulicia.
No dia 2:i l nha chegado o bario a Turin, e ton
logo rocob.do ;-olii cundo de Canoir. Corra em Tu-
rin quo elle era portador da declaraeo do guerra ;
mas a que se verillcnu fui que era elle portador do
ai.iiuu. rula inlimaco. Coma SO pode ver dn seguin-
le dicono com que o conde doC.ivour sustentara
nnincsm.. dia 2:1 as cmaros piemonlivas a noces-
sidade de conceder ao rai pudores .Ilimitados en.
caso de guerra:
Souluros, as grandes potencias europeas, no
>j.tollo de tratar da queslo italiana por meio da di-
plomacia, e dc tentar, se fosse possrel, resuln'-la
pacificameiito. coucordaram 1.0 mez do mareo, con-
vucar um cnigresso para esto I1111 ; nia\a '.Vusiria
cst.ibeceu cuino condico o desormaniei.to antecipa-
de da Sardenha.
. Essa prelcncn, repelii.la sem hesita, o pelo
governo don-i como injusta o conlraria diguida-
de da paiz, uno encontrn apota 0111 neiibum dos
gabinetes. A Austria subsliliiio-lhe antro, que fui
o do de-.ii uii.ii.eiiio geral.
l.ie nuco principio den lugar a urna serie de
negociacOes, as quues, apezar da frequenria e da
rapidez das commuuicacoes tolegraphicas conti-
nuaraui pur mullas semanas o terminaran! pela pro-
pns, o da Inglaterra, de que ja leudes lonbeci-
monto, c que fui aceita pela Franca pela i'russiu e
pela Kussia.
< Com quanlo o Piemonte romprebondesse todas
as incertezas o inconveniculos, que a upplicaro do
principio, poda produzir, todava, por espirito dc
cuiicilinrn e como a ultima c.u.cesso possivel,
adher., a elle. A 1 usina au contrario recusuu-o pe-
reniplurianienle
, c corlo que, se o governo Sardo l-
10-se consentido no tostomunho de senlimontos pa-
cilicos qae se lbe exigir, m'.s tc-lo-biamos occo-
Ihulo como um priineiro .sMuploma do seu desojo
de cincoiier de sua parte para o iiielhniamenlo das
lei.n oesd.sgraead.iiHcnto ta.i enflaquecidas entre
us doils pai/es de alguns anuos a osla parle Nosso
COSO ser-nos-l.ia por.nillido forncoor, pola dosloca-
o das trapas imperi.sosl.icionadas na Lombar-
il.a, in.nsuiiia pruva dc que un Corara ellas ah reu-
nidas com un fin agg.ossivo contra a Sardenha.
Tend, sido at o presente uiallugradas as nos-
sas esperancas, o imperador.meu augusto Sobcrauo
d.giiOu-se urdo.ia.-iue que tenlass,; dire.iaineul,'
um estorro supremo, para revocar o governo de S.
il. sarda subre a deciso lomada.
" Tal Sr. conde, o (tai desta carta.' Bogo V.
Exc. qtie so digne lomar o seu conteudo na mais
sena consideraco, e dc fazer constar, se o governo
real cousente, sim ou nao, a por immedtotamento
o seu exercilo em p de paz, o a licenciar os Volun-
tarios italianos. *
* O portador da presente, 1 quem vos dignareis
reuielter a respnsta, tom orden de se demorar
lossa .lispusieopelo espaco de Iros dias.
< Se, au expirar esto Brazo, elle uu livor roce-
ludo re-posta, ou se esta nao tur couipletameiito sa-
li-taloria, a responsabilidad., das graves ciuise-
quoucias que dessa recusa icsultarem. reoahir toda
sobre, governo deS, M. sarda. Depoisde ter esgO-
ladoom va., lodos os meios conciliatorios para obler
para os seus sulid.lus a paz, sobre a qual loni o im-
pV-rador o direito do insistir, S. M. devora, bom ,-,
seu pozar, roronor f.lrca das armas para a obler.
Na espeiauca de qe a re.spusla que solicito d
1. EXC soja coi.forniouusdesejos que temos de que
.1 paz so nianteiiha, aproveilo a occasiao de ele
etc. Huitl-
0 conde de Cavour respondeu no coudo de Buol o
seguinle :
Sr. conde.Obarode Kcllersbcrgentregou-me
no dia 21 do correnle. s cinco noces c meia d
larde, a carta que V. Ete. me lez a honra de diri-
gir cm 10 desto mez, para que cu responda, por or-
dem do governo inipcrial, por um sim ou por um
nao 10 convilc que se mis faz de reduzir o ovocito
ao p de paz, e de licenciar os corpos formados de
voluniarinsiialianus, accrescentando que, so no liui
de tres das V. E\c, nao recebesse resposla alguma,
eu So a resposla dada nao fosse completamente sa-
lisutoria, S. M. o impera.I,,.- da Auslria eslava de-
cidido a recorrers armas para nos impdrpeln tor-
ea as medidas qu lazem o objacto du sua coinniu-
nicaoo,
1 A queslo do desarniamento da Sardenha, que
conslilue a parlo esseiiri.il da exigencia que V. Exc.
me faz, fui objecto de numerosas negociaces entre
as grandes potencias c o governo do S. M. Essas
iiogoeiaoocs terminaran! em uma proposta formal
tolla pola Inglaterra, qual dera'm a suaadhcso o
ir..... a, a Pninin o. a finia
A Sardenha aceilou-a seui reserva nem" segunda
intonrao. Cono V. Exc. nao pude ignorar, nem a
proposta da Inglaterra, nem a resposla da Sardenha,
nada mais (eolio a accresceatar para Czer conhecer
as .nloa.iiesdu governo do rei a respeilo das dilli-
col.l.ides que se Opp .'. reunan du congresso.
O proceder da Sardenha nesla conjunotura tem
sulu apreciado pela Europa.
' v)naos ijuer quu possam ser as consequeurias
que d'ahi rosullom.o rei, mou augusto soberano,
osla convencido deque a responsabilidad.- dellas
recalur sobro aquellesque foram os prinieiros a ai-
111..1 -o ; que lei-in repellidoas propustas (orinula-
das por .una grande potencia, e rocnilieeidas, como
justas e racionaos polas oulras potencias ; que ago-
ra siibsiiliieiii-lli.uiua i.ilm.ieo .lllleao.dora.
l prove tu a occasiao, ele. "ele. -
ipncoiir.
Pelo vapor Oijapock entrado honlcm dos portas
do sul, tomos dalas do S. Paulo que alcaiu-am a 19
dn passado.
A cas.) da lypographia llous de Dezembro foi ar-
10lobada na bolle de 17, sondo dislruidos todo.-- os
lypos, proles o papel, que all existum.
A assembla provincial linha-se encerrado a 5.
o e-iado liiiaieeiro .la provincia era pessimo.
|).i llio de Janeiro tomos dalas do t\.
'_ USr. consellieiro Saraiva baria obtido a demis-
sao qu.- podio do c...-o de presidento desta pro-
UIICI. e
O Sr. Dr. Coulo, presidente do Piaubv, fui exo-
ueiudn.
fallara-so as iinnioacoes des Srs. Dias Vieira
para piesidir a segunda pruiiucia, u no Sr. Pereira
da Silva para esta.
Foram Humeados:
Ministro residente em Solivia, 11 Sr. Jou da Cos-
ta llegu Montoiro.
Kiicarr.y.ido de negocios, os Srs. Antonio Jos
Duarle lioudim. no Chile; Filippo Jos Pereira
Leal, en Madrid ; Antonio Podro do Carralho Bor-
ges, en Venezuela, .Suva Granada o Fquador.
1 Secretarios du logacu, us Srs, ll.rmudio de To-
t Scinelhaule recusa, cuja noticia nos cbngra I ledo Marcondes de Moutezuma, Eslados-Chidos ;
de tudas asparlos da Europa, fui-nns ollir.iilmciile Americode Castro, Prussia ; Ignacio de Andar Bar-
Iransmillida peto representante da Inglaterra em bosa da Silla, llepublira Oriental de L'rusujy
Turin, o qual, por erdeni de son governo, ,111111111-
oiou-i.ns que o gabinete de Vienna resolver diri-
gir ao Pieuinnte um envite directo a desarmar-se,
exigiodu uma resposla definitiva 110 praso dc Ires
dias.
' A substancia c n forma de tal convite nao po-
dem deixar a mnima din i.la, aos olhos de toda a
Europa sobro quaes sejam as verdaderas iiileneos Segundo escriplurarin da alfandega do Poriiara-
da Austria. F. ..resultad., eacon.lusao dos gran- buco, o bocharel Augusto Elisio de Castro Fon-
des preparativos de aggressan que desdo multo faz seca
Adidos da primeira clisse. OS Srs. Antonio Ro-
drigues Fernandos Braga. Berlihi ; l.uiz Cesar de
Lupa o SiLra, toiuederacio Suisa ; Julio Cesar de
Mello o Alvim, Monlevidn ; Miguel de Castro aS-
ear.nhas, Venezuella, Sora Canad o Equadur
Cnsul geral na Prussia,
Porlo-Alogro.
Sr. Mauncl dc Araujo

- -1 ,- .
- -
Austria en nossas Irntoiras ; nesses ltimos das
esses preparativos so leeni tornado mais poderosos
e amparadores.
< Noslas cir.umslancias, em presencados graves
perigos que nos amcaeain, o governo do reijulgou
conveniente e do seu derer aprescnlar-se sem de-
mora ao paatamenlp, pedindo-lhe os poderes que
repula ue. essarios para prorer defeza da patria.
Em consequenca disso rogou ello ao vosso presi-
dente que conrorasse inmediatamente a cmara,
que se linha fechado pelas ferias da Pascboa. E,
posto que hoiileiu nos livesse chegado indirecta-
mente a noticia de que a Austria pretenda retardar
a ev.ee.irao do conviio dirigido ao Piemonte, do
mesmo modo porque repellira a proposioao iugleza,
issu nao modifica um cousa alguma .1 situ'aco, nem
pode modificar o nosso projecto. Manta conjunc-
lura, as medidas adoptadas por S. M. o imperador
dos Franceses su para nos simultancaiueulc 11.11.1
consolar., e um lili.lo ao oosso recouhccimenlu.
Por estes uiotivos con liamos quu a cmara nao
hesitar em s.inccionar com o sou voto a proposta
do conferir ao rei os plenos poderes exigidos nesta
emergencia. Quem melhor do gue elle pudo sor a
depositario de nossas libordades? Quem mus
dign do que elle desla prora de conlianea da na-
. ao J Quem mais do quo elle, cujo nomo, em dea
1.......1 Jo reinado, tornou-se o synuDi.no de leal"
/"-
Amanuense da alfandega de Santos, Gervasio Nu-
ues Pires, sendo dimitlido desse emprego Manoel
Jos Caudillo.
0 sviihor senador Jos Ignacio Silveira da Molla
tove moni* do lilulo de cunsolho.
O governo acaba de distribuir mais algumas con-
decoraci.os pelo modo soguinlo :
Thom Jordao da Silva Vargas, commendador da
....lem de Chrislo ; e olliciaes da orden, da Rosa,
Jos llet.imio e os subditos porluguezcs conselhci-
ro Jos l.oiireiico Pinto, Dr. Basilio Alberto de Sou-
za Pinto, Dr. Jos Mana de Alie.da Teiiuira de
Queiruz, Dr. Alni/.io Augusto do Seabra, Jos Ribei-
ro Leitc, Jos Antonio de Carvalho Brundo e Alba-
no de Miranda Lemos.
Cavalleirus da nrdeui de S. Bcnlo de Aviz, capilo
de fralala Francisru Cordeiro Torres o Alvim. ca-
piUio-lenenle Jos Antonio de Faria e os primeiros
lenles Manoel l.uiz da Silva Soulo, Joaquim C111-
II.orine dc Mello c.irro, Francisco Manoel da Silva
(iuimaraes e Antonio Jos da Cruz.
O Sr. Dr. Jou Fernandos Vieira, fui nonieado
chefe de polica do Par, o o Sr. Dr. Eduardo Pin-
dahyba do Mallos, para o niesmo cargo no Piaubv.
As sossocs das cmaras j encerram alguma cou-
sa de 11. lor esse.
A mesa do senado licou composta dos senhores
( avaloanti do l.acerda, presidente.
,... deson-
zas e esteros para decorar com luxo o iheatro, o
para vestir carcter a sua rompanha ; entretan-
to que o Sr. Mar.u.ingeli levou a economia ao pon-
to de vestir o U>. Ucranio noTorqu.it Tasso com
um gib.io di- chita ; de apresoalar duas faccas s-
menle 110 banquete du Lucrecia Sargia, e isto por-
que eram ...dispousaveis para uma taiga que hara
entre dous convivas ; e do fazer a meza do banque-
te lauto c luxuoso, cuino cusiumavaui dar os or-
gias, do 1101.1 laboa sobro dous caixocs de fazenda,
e cubera de um papel pintado ...
Honra pois a actual empreza do Santa Isabel, que
moureja para cumprir & risca o seu cpmprn-
misso !
Tratemos agora do Joceliu.
O drama 11.10 a Ir.igedia, nem a Comedia, po-
rm pruoede conjuntamente de ambas ; a combi-
nar.) dos risos desta cOm as lagrimas daquella ;
una comedia mair seria : uma tragedia menos
triste. V. Hugo senli-o o realisuu-n : o o drama
assim concebido elle iuaugurou bhlhanlohicut,'
rom llornaiii e coroou felizmente com Les Bulgi ,-
ves. Jocelin, tambem uma feliz realisacSIo d.-ie
pe.isa mol.'o ; nelle casa-se perfeilamente'a Irage-
di com a comeda, harmonisa-se fcil o natural-
mente o carcter de Kercadec com o de Joceliu.
Tres gneros de espectadores eomporrr o qae se
chama publico, diz M. Hugo em um dos seus admi-
rareis prefacios ; as mulheres, os pensadores e a
mullida., propnamsnto dita. 0 que a mullida.,
busca qnasi exclusivamente no drama a aerad
as mulheres, a paho ; o us pnsaddres, os carac-
teres. E \. Hugo lem razo, moslra conhecer per-
fetainente o publico de um iheatro ; porque na
ventado, com o drama as mulheres s proe.uam
oommuvor-se, os pensadores Inslruir-se, o a mul-
lido o divertir-so. K Jocelin satisfaz plenamente
osles Ires gneros de espectadores ; a sua mise eu
sefue dc muilo oflbtto, ha muila verdadenas pai-
xoes, e multa realidado nos caracteres: a acoja
complicada e dilcil, porm enrgica o verdadeii.i
comer e sedeseniaca com maita rernslmilhaiua.
felicidade; as paitos sedeseuvulte.n duniudouoe
interessaiii; o os caracteres sao pintadas com .1..,..
perfoieao que honra o illuslra o pincel do autor.
Ha muilo sangue, e inultas nlortes no drama,
verdaite, mas Jocelin noum drama da bscnla tuo-
dernissima, e s daquelle modo a suri aceSo lefia um
desenlace perfeito; e nem se acenso por isso d seu
auinr de fulla de recurso. 00 acnhaluenlo do ima-
gin.ieao, porque esse saugun e e*s*S morts est.,
em Harmona com o carcter Das perBOn.i'goiis, e com
os cosron.es do paiz em que a arrio-so d.
Notamos somonte uo Jocelin m drfeilopeque-
o defeilo ou antes um esquceinlento do autor, o
luarinhslro Jocelin mala no prologo o Irm.io do
conde d'Esgrigny, que perda sua irmaa, o uo cor-
rer do drama nao ha um Cacto s, una uuica pata-
rra que explique ao espectador o llm dessa rab,
apezar de ser uma persouagem anscnle, uma persb-
nagem de fra des basldores. O espectador alien-
to, que se lem possuido decididamente dos aconto-
cimenlos do drama, quera explics^iuj'do ldbs os
seus tactos, o dn lodos os scus incidentes e episo-
dios, h uma exigencia taires, ponihi fcil Ue satis-
lazer, muilo principalmente nu caso dique fallamos.
Passemos a execuc...
Os caracteres do Jocelin sao pintados com muila
perfeirJo, dissemos, (oigamos dc acresecntar : que
para (1 completo triumphu d* l.l bem acabada C0111-
pnsicau dranialira, fdrnm comprehelididos porfela-
mcuto e execulndos com nluila Inlelligencia e arle.
Notamos na representaran deslo drama o qoo j dis-
seraos da de J.nir dc ramn, isto rima feliz dis-
tribuirn de papis, e luna daliini exetucao Pdl-
tanlp. '
Jocelin um triumplln para o Sr. Germano, tiais
um fio rao para a sua coroa de artista o prologue
os qualro arlos .leste drama s" (ilion (lores quo
oella vcejam bellas e roscendeWles de exquisitos
perfumes !
Desiie o prologo al o oltimo acto do drama o Sr.
t.erinai.o dosenvnlve brlhantomeln os seus tal'eh-
los, boin o provam OS bravos o os frenticos ap-
plausns com que o espectadores o virUihar.irn So-
bre ludo no trceiro arlo ininiitavel. o o em lo-
dos 0( papis, cerno esto do Jocelin, ein que ha es-
se tom pronunciado dc familiaridad.! domestica, r.
cssa brusca franqueza do homem alhein s etique-
tas .. s cortozias daso.iedade. Aqui aconsolhamos
10 Sr. Germano que subsiilua por oulra a expres-
sao : maldito juramento urna phrasc qu sos
mal ouvrdns chrislns, o que impropria, niesmo
na bocea de Jocelin, esse marinheiro rudc e incul-
to, porm rfento C religioso,e .fue diz poueo de-
pois A rondessndo Sainl-Rciiau : t 0 marinheiro
v.iu-Brousl o nonio suploslo de Jocelin nodra-
maj jurou, senhora cohdessa, e um lurdnchl'imra
elle e cousa sagrada
A Sr." I. Manoolla riiniprehenden muitu bem o
seu papel, e o .lesoinpeohnn com 6 talento, qifo to-
dos I he cnnhecom: nfto um papel de primeira
forra, nem-de nfuilo u.ibalhu, porm o tateto da
arllsla stipprio-lhn a importancia de que carece, e o
loniou hitcressaiite aos olhos do especa.Ior. CC-l
nido urna pefsonagcm sobra qual o leitrd/
drama nao fijar toda a sua altencSo. mis quo muf-
lo mtorassa e prende o espectador que a *6 repre-
sentada pela Sr." 0. M.inoctla, tal a importancia o
o nilorosse que ella sabr imprimir-lho !
O Sr. Thomaz ( conde de Saint-Ren.iU I desempe-
nhou muilo bem a sua parle, trabalhanjo ...iu
aquella naturalida.ie admirarfel toil que execula u
papel do snrgento Placido no Viie e nove, e o de
conde da Castaiihoira 0 l.uiz de CnmOet, e qu
um dos seus matares lalcotos.
A Sr.* II. C.irmellafoi bem1 na parle de Amelia
condenado Saint-Rcnau; trahalhod nota talento!
desempeiihando rom-verdadu e scntimcnlo o seu
dilhcl papel.
O Sr. Niunes, que trabafhi com tanta "raca 00
chistoso papel de F.scnpeta no Vinle e noee, dosem-
prnhou perfoitamente o rarseter do cavalleire de
Scmres, que inleirainnlo nlipalhi.-o ao primei-
ra: um artista de(alcilU), e se nem sempre o pu-
blico o applaudo com palmas deixa comludo If r as
eiroos as imi.ressocs que ello motiva. O Sr. Sunes
tota sempr rom 0 odiosu dos scus papis de galn
central, uno nrdinari.imente insplram antipathla.
OSr. Valle Eduardo! conflrmou nosle drama o
juizo qne delta jd flzciuos no /.ni; d Camote, qau-
do ex.c.iiuu o papel do escravo Antonio, osad Ja
dedicado e amigo de seu srnhpr. E um artista que
lem razoes para sonhar um fWuro lisoiigeiro.
O Sr (.orra Vasqucs o preguiroso Kercadec I
comprahendru ,; exerulou lo bem seu pape), dito
nos pareci-u ver nelle a preguica cm pessoa, rusti-
da de giba., o de calcas.
Oliveir
ease-
-, porm
o llzeram satisfalorianiente.
Talvez alguem, que por ventura nos queira julg.ir
prercuidamcuie, so admire de nao havermos censu-
rado ueuhum dos artistas: mas : esse diremosque
v.i.ao Sania Isabel, queaSsista .1 umv rCpresenlaco
do Jocelin, o nos diga depois so faltamos a verdade
no nosso jnizo.
l)l*BILKS.
ua oc gmau o do cah-as.
O Sr. Lisboa conde d"F.sgrigny,) o Sr. 0
Vasques Flaiohart.) o Sr. Pinheiro .Raspar.)
nhora Jczun.a (Flambart) pouco (latalliafam,
Correspondencias
.SVK.Iredaciores.Nunca meioi preciso recorrer
I 10 i.biruln da iinpronsa, a esse sublime orgo quo

I
*
-


Diario de Pernambuco Terca feira 31 de Maio de 1859.
leva nossos pensa-mentos aos libare* mais longi-1 digne de lomar em considorscSo o proce'dimofito .lo
quos ; para por meio delle provar o roprnvr fac- ''lsca' da l.uz, o qdal ii.i'o censa* du platicar aclns re-
os, nem meus neni dnontrein. poi-m boje forense *
y
&
me faze-lo en favor de un amigo que esta sendo
injustamente calumniado, e segundo pateca por
pessoa adestrada no manejo desta arma temivcl.
K un vdas nofioas publicada no Impon-i a I (pe-
ridico), qoe nao posso soffrer quedoe mudo; a
< argnrem contra o integerrimo Sr. tonenie-coro-j
nel Joaquim Rodrigues Coelho Kelly ; tactos qto
pile por sua rccimhccida polidek nao capa/, de
pralicar cora aquelles, cuja posicao na suciedad."
soja a raais baUa possivel, quanto' mais com oQi-
ciaes do batalhao que dignamente commanda ; aos
quaes trata com aquella atTabilidadu propna de seu
criterio : procurando jl como commandante, ja co-
mo amigo sincero e dedicado que cada um de scus
'omtnandadns compra religiosamente com os devo-
res inherentes a scu posto, o pie lem feli/.mente
rnnseguido por meios brandes; servindo-.se para
isso, ukicanii'iiii! de espressoes delicadas, porem lo-
cantes ; dando mesmo o exeniplo, tanto que admi-
ra, nao lando um secretario pellico, conservar o
expediente da secretaria do batalhao que commamla
'india, r'uju tralialho a maiur parle de sua pro-
liria penua. sendo incansavcl no sentido de hcar
liein coordenado, e elaborado : e por esta torma
ludo se faz com a maior regularidad..' possivcl, e a
briosa uflcialidade asss satisfeila com sen ingenuo
bofe : cuja iplcerdade, honrade/., probidade, e
dcanMiean com que dotado, sim qualidades re-
cnnhc.idns por um sera numero de pessoas, nem
- nesla provincia! ceoni na corte do imperio, Kio
Grande du Sul. Baliia c al pelos serios, anude llie
lecem men-mlns elogios.
O Sr. triicule-cnronel Kelly, nao lia chamado
responsbilidade o vituperioso autor das correspon-
dencias contra elle publicadas un peridico Impar-
ta!, por estar com sua roiisciruria tranquilla, n
protnplo par.i responder ns autoridades superiores
por e.ssas falsas e iniquas aecusacoes : nssim como
por em ortica com toda a energa o primeiro caso,
loeo. que scu itiimigo gratuito e implara\el se revis-
ta da precisa rosignaro para arranear a densa v-
sete! que gen rosto cobre ; mas isso nao acontece,
porqnv asss dilflCiihoso sustentar calumnias pe-
an!, as autoridades ciuipei.mie.s. Esse hoinem
ra,^. iroso que julio haver protestado forjar artei-
r*jala contra o Sr. lenenlo-cnronel Kelly, as mais
acres injuslcas que iniaginar-.se pode, o temi
materia |iara accusaco, valeu-se astuciosamente de
um plano, o qul foi descrever com cores mui ne-
gra aquillo que c inrontestavelmenle digno de
pomposos elogios, como passo a demonstrar. Em
um numero do Imparciul, o acciisador do Sr. com-
inandanledo 10. batalhao, ftit-lh carga em conse-
cuencia da pris.io que soirreram os Srs. capitao Bu-
lity, atieres quartel-mestre, lenle Paos Brrelo :
tiem assim de urna insolencia (imaginaria^, por
aquello coinniandaiito pr.iticnda para com o Sr. t-
lente Leilo, e sendo ludo destituido de fundamen-
to, Ipara que os incautos nao (eiiliam aquellu que
pugna pelo direito dosseus couiinaudados, na con-
la de ferrete dellcs mister palentear o facto tal
"7~*" c" den.
Com giu.;^>oagai ToioSr. tenento-cornnel Kel-
ly Obligado, por amor a disciplina, a mandar pren-
der aos dous primeiros ofliciaes. sopraritadns ; por
motivos laves, mas que na classe militar se passas-
sein deSSporcehidns era em detrimento da boa or-
den! do senil o militar. Km quauto apriso du Sr.
ti'iiente l'aes Brrelo, dar a palernidade ao dito Sr.
commandante, e laucar sobre elle obdioso, pro-
1 'Alimento malvolo," vislo que esse ofTicial foi pre-
so pelo-Sr. major "edra, cuja causa movenle igno-
to. Acerca do fado dado (segundo dsse o corres-
pondente) rom o Sr. Leito, um problema irreso-
luvel: porlaolo peco ao Sr. lenlo l.eitao, que por
amor a ventado declare por um dos peridicos desta
cidade, n que se possou'cnlie elle o seu conspicuo
eummandanip.
A vista i.is do que hei espendidn, com toda a
iinparrialid.'ide, julgo que nao llavera pessoa que
doixe de se coronel Kelly, o por cooseguinle de recuuhecer as
aitis#.">es 11 elle Bitas como uleis, e flllias da ini-
quidad de quem as mamlou publicar.
Sirvam-a, Sns. oeOactores, do dar publicidade
a estas mal esflids^inhas, que minio Ibes agra-
deeart O vigilante,
Srt. rnalores. Morando Tora desta cidade e
vivendo todo ahplicado a cultura de minha prn-
priedade. s agora que Uve coiiheciinento dos
pasquins que contra mira tein publicado o Liberal
'rMull*aiu 1>K*fk44|cgaoY dep d'.VUio ; ; posto que a
ilitnli prineira idea fusse nao dar-llies resposla,
pura evitar polmicas com individuos que somo-
Iham-seaos assassinos, que inatam de emboscada,
aon ludo, pela natureza das aggressies que me sao
fintas, entend que lena, dizer algumas palavras
em miuha propria defeza.
Sii liiiii que vou responder a homein, que por
i*so mcsMioque u6o tem hom*, nao apreciain nem
espeitam ariipdlaVao lbeia, inas o publico servir
dejuiz e ver que eu me aprsenlo como n homein
olTendido, que exhibe o seu nomo e que os meus
aggressores se sconde como o sicario, que procu-
ra disMntar-se para ferie a seu salvo. Uto pois
sera bastite para se poder aquilatar a dilferenca
|ne vai de luin aos meus contrarios.
F.nlre as diversas imbutaees ipie me tlzeram os
puquins a qiierme reftra. laumas das quaes j
loraiu vicloriosatbdnle puiverlsadas por um amigo
ineu ueste musm Jornal, una existe que magoou-
me profundamente, e pois Iralarei della.
Diz o Liberal fernambn-1110 de 20 do rorrenle
no spIi artigo niala para a corte.... que os re-
beldes que tomaram parle na reyolui-io de 18(8
diziam, que os cavallo* que erairi apa'nhados pe 1
foiva do Sr. Jos Jlaria de Cursaliv, para eonduc-
i.ao dos petrechos de guerra nu" Ihe cahiam as
garrfc, seudi) to.iiados aos re'.icldos, eram destina-
dos pelo Sr. Mardnluiopara um'fini bem reprnva-
flol : continua... nao sabemos, se esses rebeldes,
enj Teraridade uingnem pode alBancar, porque
estavam doniinados por reprovadas paixoes ; que-
nam com tss(i lculcar que oSr. Haraiiho chama-
va cnseml liantes cavllos ; o-que corlo que
lies aulimavam que lacs cavllos cram remelti-
dos para qiti eipfoiiuo do gul, sendo que seus d ino>
jamis Ifies pinham os olhos : at aqui o Liberal
J'ernamUucaho. (Jra, porguntarei: ha maneira
mais asquerosa, t/U torpe, mais infame, e mosm<
luais insensata de ferir, e calumniar a reputaran d
um horario, do que esta ?
Que* sao esss rebeldes que dizem isso que o
Liberal Inuncin nos trechos litados? (jue en-
Kenho do sol 6 esse que por ordem minha servia
de deiwsilodis cavllos iippreheii lelos aos revol-
tosos? .Paroqueno peo o Liberal este negocio
1 ni pralos liinpos? P.ir.iquu em vez de precisar .1
arcitsacio, que. 11.1 verdade grave, socenrre-sc as
expressMs=*Kzhim kj rebeldesque por vagas,
romo sao, colloeatu .1 sua redacco tora do alcance
da responsabilidade legal ? ralo ler veigniihn ?
ii -i- lirio ter dignidade .' Knlretaulo, se liana
iHdac.ao do Liberal quom possua glguina migalha
de pudor, quem se presuma ser liomem de bcm.eii
o provoco, o desafio, para que me laca urna acen-
sadlo positiva e franca, dciundo de parle o di-
zemque o escudo dos cobardes, o peranle os
tribunaes veiiiiLa'remos o negocio.
Srs. redactores, s quem leni sido ferido por iui-
migus desalmados, eul sua repularao, que pode
apreciar ador que se sent um lacs siluaroes ; por
issa nio It-vetn a mil, que ea ule exprima com al-
guna aninar.io, qu.indo trato de repello- insimia-
eoes. que ham..>n indignos uie lat ani eoin o Um
da iujuriar-me o por em duvida
provados e vecbalnrios para os habitante^ desso
lugar.
pontaremns como digno de severa punirao o
faci que tere lugar em Sido Crtenle.'
Sendo o referido fiscal o arrematante dos direilus
sobro o consumo do gado vacriim, e leudo algu-
niasj'e/es ein mo esladu, fe-las malar e expoz
venda nesse dia carne inloiramonlo podre, causan-
do assim grave prejuizo i sondee bolsa dos mora-
dores desse lugar.
Ilavendo quom lho llzesse algumas reflexes so-
bre isso respondeu que quem niid quizesso no
comprasse.
K assim que pralica um fiscal, que devia sero
prinieiro a punir os infractores dalei! I
Podcr esse estadnde cousas continuar por mais
lempo. Nao, por corto, o de esperar que appare-
cani providencias que pnnliam termo 3 desmandos
dessa natiirezn.
Y. esse o 111. sino fiscal que tem entendido poder
multar a sen bel_prazer como fez, 11110 ha uiuiln,
com algumas pnseoM do mesmo lugar,, a quem ini-
poz mullas de (itlj, 1 (f!, 109, ele, etc. por fallas
diminutas, e as quaes o lei impon apenas multas 1
de 9, seinio de notar que o motivo pelo qual o re- |
ferido liscal impoz a primeira das multas fui o ler 1
sid'i encontrado em um meado um cavallo perlen-
centc pessoa multada.
M verdade que o lisci.l, couscio de seusmns ne-
tos, nao quiz rometter cmara os respectivos ter-
mos de iifrarriio de posturas Inelhnr seria que nao
impozesse penas, que nao se arhaiu delerminadas
por leu llom liscal !
Voltaremos.
' /*. Caan.
PUBI.lt.V IKMV.
Iilni. e Ktm. Sr.los \ulouio de Souza Kablas,
lente da compauhia de polica desta provincia, a
bem SPii precisa, que n eoiiimaudaiite da inesma
roinpanliia Ihe d porceiiidao o llieordb ufflrio di-
rigido a essa presidencia em IS de maio du anuo de
18o7, erii que coiiimuiiirava o estado em que eu-
conUoii o referido corpo.
Pede .1 V. Kvii. deferimeiiln, e rece.ber.i merc.
Natal 7 de mairo de I89.ni l/i/ouio Je .S':a
Caldos.
Passo, n'io Ilavendo incnivenlnlo Palacio 1I0
governo do Rioi;i.iule do Norte !> de marro de
lHotl.Nnnes tionealves.
i'.prlillcoque do primeiro livro <\\ corresponden-
cia desle cumulando, a 0.9, consta nolfirio, deque
trata O peticionario, rujo theor o seguiule:
lllm. e Kun. Sr.Tetidu em odia 17 do corren-
le mez rere'.iido do en-cominandnite do referido
cuipo policial, francisco Machado do llego Barros o
Bioppa da entrega do armamento, eqiiipainento, ar-
chivo e luais uleiisis do mesmo corno ; corre-nie
a rigorosa obrigaro de, otfereceudo Ilustrada cou-
sideraiao de V. jje. o referido mippa, expor ftul-
menle .1 V. Kve. O estado de ludo quanto acbei c do
que entuma conveniente, aOm de que o governo de
V, K\x-.. iulbrmadu como deve, rusolva a respeito
como Hr justo.
O pessoal do corpo se acha mal uiiiforuiisado, c
de lastimar, que, apezar desle estado, leiilui con
trahido n.in pequeas dividas as casas couiiuerci-
anles debaixn do aliono dos olUciaes, que eutio com-
pmiliam o referido rorpo, p Mu smenle com o lim
de se veslireiu, Bujeitaud-Sn a dcscontos no seu
diminuto suido, d> que resultaran n&o pequeos
detrimentos.
Nenhuma des-iplina encoiilrei, anda mesmo ein
praca%, qneconlain 11 anuos de servico.
O regiilameuto do corpa era de Indos desconlicci-
do, anda mesmo do? inferiores mais graduados. O
archivo 11:11 perfeito labirintli 1 ; um 1 poiyao de
papis confundidos, oceupam 0 vacuo de um arma-
rio, que so achara aborto, o a que Ihe davam o no-
nio de archivo.
Os livros de matricula estn irrcgularmentc cs-
criplurados, nolaudo-se muitas faltas nos assenla-
meulosdas pracas, e nao haviam registro* das rela-
eesde musir, nrdciudo dia, correspondencia olH-
cial, eoiiinx que se loniam ndispeiisveis boa e
regular a lininislnirjo de um corpo.
A pequea casa que serve de quarlel, se nao
inmunda, ao menos a islo se aproxima ; e apezar
de j ler mandado fazer penenos reparos confor-
me a aulorisarjio de V. Re. em olfieio de 4 do an-
dante, cun ludo necessita de outrus, que no ad-
mitiera a menor demora, nao si para commodida-
de das pracas e salubridrade, s- nao lmbela para
evitar despeza maior, que ser preciso fazer, se por
ventura continuar osle oslado de cousas por mais
lempo.
As espingarda* e n correiamo, dados cm man
estado, o nutras nutilisadas, como V. Re. mclhor-
nienle ver do inesiui* mappa, couvoiii, quesejaui
recolhidos ao depoisito de artigos bellicos, se V,
Kxc. assim julgir eonveiiiente ; e releva declarara
V. Kxc que as niesmas armas fallaui 11 varetas.
20 feixos e 21 baioiielas
< guarda Theodoro Uunios de Memlouea, que
serio de quarleleiro, me declarou na presenea de
algumas pravas, que das armas boje loulisadas
haviam sido furlados 5 feixos novos dentro do
mesmo quarlel.
Nao me possivel informara V. Ele. o estado do
armamento e corrame, que se acha nos dilfenoites
destcamenos da provincia; porm de suppor
que elle seja nao.
As pniicas pracas que se acham cm servico na
capital nio o lamn com armamento e corroame
proprn em ronsequencia de nao cliegar o quo exis-
lc |iara ser privativamente distribuido para lodos
com o que oifroui sctish cimente o rgimen e dis-
ciplina que tiio necessario coiiservar-se.
Julgo ler exposM a V. Ele.: se it.io com inlelli-
eucia, ao menos con lidelid.lde, o estado pessoal
Mediana .
Ordinario
dem dem da Babia bom. .
Mediano .
Ordinario. .
dem do Maraulie, libra langa :
Alcntara. .
Itapicur. .
Caxias. .
dem de machina bom ....
Mediano. .
Ordinario .
Aiiucar par! 12 s do Ho, brauco
l.ouro .
Masca vado ..
dem de Pernambuco brinco. .
l.ouro. .
Matcavado .
dem da Babia e Macti branca.
I.uura. ,
Mascavada .
Balsama de cupaiha pur claro.
Turra. .
Borracha por t lina.....
Mediana .
Ordinaria .
Cabeea de Ne^ro.
Seruainhy ,
Cacan, pnr 11-2 libra:
Para liaui o.
Babia, n.
Cafe, pur 112 i. Kio l. orle. .
Segunda .1 .
Escolhido .
dem da Babia primeira surte.
Segunda 11
l.-r >illi. 1.1. .
1'. ut.mh.i par 112 du Para nat.
Sebo par 112 ,i da IIio lino.le :
Itum e duro. .
.Mediano. .
hsriiro ....
Cera Jb carnauba, por 111;. .
Chifres, por Ul g de vacea. .
Onzas de utsos par tonelada :
Branca. .
Prela.....
Cliua par ,". de cavada. ,
de vjcoj ....
Cobre v.'lho p ir .,.....
Cauros pur da Kio,
Seco, .le 30 a 33 i.
a da 20 a 21 .
de loorot, 35 a 40
dem do Rio Grande, por % :
Salgados, de 65 a TO i
o de i a 50 i
de vacc.i lo a 18 S
Cavllos leccos, 10 a 13
1 um.
dem salgados, 23 a 30
H d .1 S 3|8 d 1 Marlim.Uouve neslo.leilo de S8 toneladas de
7 3|4 d 7 7|8 d I Marlim de frica, e foi quasi lodo vendido a procos
7 5|8 d a ~ 3|l d j que mostrara urna baila do 3f 2 a S l das vendas
7 l|i d > 7 l|2 d i anteriores.
Tapioca.A allima venda foi de 200 barricas da
Baha a 10 por 113 libras direilos pagos. Superior
do llio tlaria K por 112 libias, direilus pagos, mas
desta qualidada o mercado est csgolado.
%
dem dem 10 a 2 I a
7 d a 7 l|H
H 11-> .1 a 8 3|i i
8I|I d a 8 3>8 d
H d a 8l|8d
-,-,\i laSd
7l,v d a 7 5i8 d
7li1 da7 3,Si
i>| a30|
2i|b
211 a 2l|
25| a 30|
2t| a 2i|G
20io a 3|li
2i| a 30|
21 di
211 a 21|
2|2
"I
Srl
1,0
titi
itt
1|
so,
'!
a,| a 50|
4! a ilq
..2| a m
i(i| 4S|
42| a li|
4S, a 50|
1U|
SS|
O-
50|
K>|
1 .1 i20|
f 5 $55|
C1 7| a 4 15
0 11: d a 12|
9 .1 I lid
10 l|2d
9 d a 13 d
9 * 11 II 1
H d atOd
5 1 > 0 5(8 d
5 d a ti :l|i d
id a ti 3|4 d
1 a 9,
9| .12,
4| a di
Movimento do porto.
-Varios i/ii/ no dia 27.
Mantilla"Canhoneira brasileira Tietf, comman-
dante o 1." leme Calo Pinbeiro de Vascou-
cellos.
Navios entrados no dia 28
Londres38 das, escuna ingleza Honetla, de 35 to-
neladas, capilo \v. t;. Muraford, equpagemd,
carga 700 barris com plvora, fazendas c mais ge.
eros; a Eduardo II. Wyalt.
C.ear13 das, hialc brasfleiro Lindo Pai/uele, de
2'l toneladas, capillo Jos Nones Pinto, equipa-
gein S, carga farinha de mandioca, arroz u mais
gneros : a Vimcula i!. Arres & C.
Nacioi s/iindos o tetmo dia.
Rio de Janeiro a BabiaVapor uglez Tgne, com
mandante W. T. Saivycr Miguel llooker Vicente
Kerrcira Cont.
Navios entrados vo din 20.
Lisboa22 das, canliouitira brasileira l'arnahibu,
commandaote o capilo du fragata Jos Sccuudiuo
de ldmensoro.
Lisboa22 dias, lanlumeira brasileira Delmonte,
roinmandaiile o capitn de maro guerra l.ouren-
50 da Silva Amijn Amazonas.
Da coiiiniissaocanhoneira brasileira Igualen^,
rommatidaiile o 1." le.....le Domingos Joaquim da
Fonscca.
BahaI dias. barca brasileira .tme/t, de 212 tone-
ladas, capilo Manuel J. Nnnes, equipageiil 10,
carga charutos, vinagie e mais gneros ; a An-
tonio L. de II. Azevedo.
Terra-Nova28 dias. barca ingleza Cord. de 583 to-
neladas, capitao James Wallace, equijiagem 15,
carga 2liliti barricas com bacalho ; a Joliusiou
Paler & C.
Terra-Nova38 dilts, barca ingleza Margarita, de
2] l toneladas, capitn Tiloma/ Scoll, equipagem
15, carga 2660 barricas com bacalho ; a Johns-
Inn l'alc-f\ 1.
llio de Janeiro 1! dias, brigite hrasilciro lelo;,
de 201 toneladas, capitao Manoel Fcrreira Leile,
equipagem 9, carga feljn, farinha e mais gene-
ros ; i Antonio l.uizdel). Azevedo.
Havre47 dias, barra franceza Porto llico, do 229
tonelada*, capilo Baudonin, equipagem 10, car-
ga fazendas e mais gneros: a N. Navioi sabidos no mesmo dia.
Ilaranhnolliate brasileiro .Toraes, capilo Joa-
quim Jos Mandes, carga assucar o mais gneros.
llio da Pral 1Sumaca hespatthola Clnudina, capi-
tao I). Antonio illiver, carga assucar.
l'ransi.srii 1". de Souza Keve.
Iiaspar M. Vasconeollos Hrummond.
Joaquim Kerreira de S.
Joaquim Pendra Arantes.
Joo Manuel Ibas.
Joan Octavio de Moiira.
Jos Antonio de \r.111jn.
Jos inlonie Pereira.
Jos., francisco da Costa Rumares.
los r.fniealvi's M.ilveira.
Jos I.pIIiuioii.
Jos Ribero de Castro \ C.
Lopes \ Irmo.
Moreira \ Duarte.
Manuel Joaquim Sanios Paturv.
Pedro Alcntara Faria Abren Lima.
As malas que lera de rondiizir o vapor 0\i pock para os portOS da norte, echani-sc boje as 3
lunas da larde,
Pela subdelegada da freguezia da Veaease
faz publico que se acha depositado um cavallo cas-
tanho grande, castrado, que fora adiado com ean-
galha, sem dono : qm-in se julgar com direito a
elle, compareca, queprovando, Ihe sera entregue.
Subdelegara da Varzea 30 de maio de 1859.-O
subdelegado. Jos Correia lal.
= Pela mesa do consulado provincial se faz publico
aos propnetarios dos predios urbanos das fregue/ias
desta cidade, e da dos Afogadns, que os 311 dias
uleis para a cobranra boca do cofre do 2.' semes-
tre da dcima do :11111o tinanceiro correte de 1866
a 1859 se principiain a contar do dia 1." d.- joiihn
rindouro, findo os quaes neorrero na mull de
.'! 0[0 .sobre os seus dbitos lodos os que deUnrem
de pagar. Mesa do consulado provincial de Periiam-
buea 51 de mam de Is59 No impedimento do ad-
ministrador, Theodoro Machado Freir Partir du
Silva.
CimselhO n.imiiiislc.iliv,,,
O roiiseinn administrativo, para forneriuiento do
arsenal de guerra, tem de comprar us objeclos se-
guinies:
Para 11 tetla da Colonia militar de /'iitrnni/s.
Papel almajo branca, resmas I; prunas de plu-
macos 12; tinta de esrrever, garrafas 8; *ti
(loeoi'n'iilt'.
Borja Geraldes
far leilo na dia cima ds,jrnai|rl no seu armazeni
da ra do Collegio 11. ir, 4, | hora< em ponte de
urna completa vanara.. de objoclos de B*o. esm
sejan mobihas, guarda roupas, eama*. eadeirai
pianos, candelabros, toiliolos. aparelhas para jan-
tarc Cha, ricos vasos de pon elana. obras de prata
e 011ro, e bem Como de u
inalhas e guarda
Lunticos de lod
dido seto reservado privo alguni.
Attencao
Qiiultiuor piari dus que compunliain
a guuiniojo do vapor l;uaiassu' ta oc-
casio do Silvam.-nto da barca ingleza
Cati e scu cancjjarnciilo irue anula nao
{eolia recetado a parle que Ihe tocou no
rateio da quanlia de 10:(rO0;j reoebida da
gerencia da Comnatihia Pernambucana,
para set distribuida rea suoradita guar-
nicao, iuclusive o respectivo cominan-
^ZSSZ52& S ?a?te' ^!"o'-^^^ los ns lmannos. Tndo ser ven- dos, liaja sem perda de tempo de de-
a de privo alguni.
Variado lrildo
l.lcm de Pcrn iinimca, Babia, Maraatiia e P.r pnri ParabibaBarca ingleza SnoirJott, capitao J. Bo-
beiisun em lastro de assucar.
llosion iirigue ingle/. Ilrookciiy, capilo Sbmmons,
carga assucar.
Obserraco do dia 29.
O lirigue portuguez imperador, que sahira da Ba-
bia para l'.ilinoiilli foi ac fundo na altura de 12
gr os e 5 minutos de latitud.' sul, c :17 graos e 11
mnalos de lor.gilude occidental do meridiano de
Lrenxvirli ; a Iripuhiraosalvou-se na lancha do na-
vio e foi deas horas depois recebida pelo navio in-
glez C. T. Saltn, quo veio larga-la aqu 110 porto.
\ Itio de Janeiro6 dias e 22- horas, vapor brasileiro
Oyapock, cominaiidanlo o 2" lenle V. f, Borges.
Bio de Janeiro7 dias, barca franceza Marta Kteo-
las, de 237 toneladas, capitao Bousgret, equipa-
gem 11, em lastro ; a Tisset Prres i\ I'..
Terra-Nova29 dias, balea ingle/a 1/irundn, de 311
toneladas, capitao llyan, equipagem 11, carga
30 barricas com bacalho : a Johnstoii Palor
& C. Seguio para a Baha.
Aacios sabidos no mesmo dia.
AssBrigue brasileiro Helena, capilo Antonio
Jos da Cruz, carga fazendas e mais gneros.
Bio de JaneiroPatacho brasileiro Julio, capitao
Francisco D. E. da Silva, carga assucar.
S-cco. sale., 26 a 30 .. ti d a 8 l|i d
cqiirh id a; 16 a 20 S ti d a 9 d
Curtidos 7a9s TdalOI
Mi.lt 1 las silgados, 40
a ii i. ...id a:. l(n d
dem do Ceari, Paralulii e Macen por i.
Siv-a, s.d 30 a 32 i. i; 1|J ns i|i ,1
Mitlhados n |> a 50 .
I! uara por libra bom. .
Ordinaria.....
Jacaranda por tonelada, da Itio n.
Idun da Babia.......
(ierKelim, par quaileirjo ,
Pi.issivd, por 2219 :, do Para .
Bshia.......
Pixuriin, pnr 112 Un. bom .
Salsa p.rrilha por libra boa (ne-
Inferior. nhuma)
Tapioca por 112 i Itio superior.
Or.linaria.......
l'r.i:-i par % do Par Inin .
Fundos e Cambios.
Fundo* iugl.'ies.
Binen de Inglaterra .acres) Par 0,0 216 e 219
4 la S l|2 4
l|6
i|i
i IS a C 2i
i 10 a b 13
Oi
27 a E 28
9 a 6 10
1|
1|1
lid
5*1 a 38|
49( a 45
8 d a 9 d
Coiiii.lidadoi..
Iledii/.i.l.i-.
fundos di.
Belgas. .
Brastleir.13
.1
3
... 3
Eslrangeiru'.
. 4I|2
-90 112 e 90 3 i
-39 1|2erTJ 1,1
Hollandezas .
n
\le\ic tn h.
I'jrlu-'uezes
HelVeridus .
l'assivoi.
Difer.I os
. I8il
ejiatcrial du referidn corpo de polica, cuja direc-
rao V. F.xc. s'dignou cunllar-me, c espero que, em
vista desta suseinta exposi.-o, V. E\c. resolver
o que mais justo e acertado fdr.
Heos guarde a V. Kxc. (tuarqucl do corpo de
polica ni cidade do Natal 18 de maio de 1857.
I!lm. n F.xm. Sr. Ilr. Bernardo Sachada da Costa
Doria, presidente desta provincia.Manoel Ferrei-
ra Sobre, capitao cominaudaute interino .
K nada mais se coiilinha ein dito orficio, ao qual
me reporto.
F. para cOnslar onde convier, mandei passar a
, prsenle cm vrtude do despacho retro du lllm. p
F.ilii. Sr. presidente da provincia, de 9 do crlen-
le, indo por mim smente assignado.
Quarlel da campanhip da polica na cidade de
Natal 12 de marco de 1859. J/unoef Fcrreira
Sobre, capitao commaiulaute.
K nada mais se cniliiiha em dita cerlido, a qual
me reporto, e que fielmente aqui liz copiar em pu-
blica forma, a qual vai sem eonsa que duvida tira,
pnrlnim conferida e rourertada, nesta cidade do
Natal, capital da provincia do Kio Grande do Nor-
te, aos-19 das do mez de marco de ISoO.
F.m !'.'. e lestpinunbo le verdade, o labolliii pu-
blirn interino, II irtkoloruu Cupdes da Bocha Fa-
gundes.
CO^IUIKCIO.
5 96 a 99
... .41|289a9l
uinatn irquez'.-s .... 3
rJespaulics...... 3 36 a 39
3
3
2 1,2 -
4
3I6 3iia171|l
3 -^
3
: _-is a 4 i
Rusias....... 5
......4I|29 a 95
Banco de Franca (accoe*). fr. 2.550
Fundos franceses. 4 1|2 87-75S7-90
11 3 60-80-60
Melaes preciosos.
Ouro em barr:......p. onei 77|9 l|8
i) Portuguez ni nioeja. 77(7
1 Brasil..... a 77|8
Onc:i< beipanholas. 11 77|3 a 77|6
americanas. > n 7116 75(
Prata em barra 62 l|l
Patacas lira-ileiras ... n a 60
Pesas culu.nnaris befpau. 11 61 a G2
Carolas.
Fer.lin ..id. n n
l'esjs das repblicas lissp.
M ie I.11 de 5 fr.
leiros de chumbo 10 : Lipis, maro 1 : lousas 20 :
creioes, maros (; traslados de riscos IS; ditos de
Al! C 12; ditos de baslanlo 12; dilos de liaslar-
dililio 12 ; dilos de cursivo 12; pautas 8 ; carli-
Ihas 20; Thcsouro de Meninos, exemplares 10;
M\tholugia dos lleos.slO.
Uuem quizer vender taes objeclos aprsenle as
suas propostas em carta fechada na secretaria do
c.iiiselho as 10 horas daiiianhaa do dia .!1 docor-
renlp mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
foriieciiiieitlo do arsenal de guerra 25 de maio de
1859.Lu; Antonio Favilla, brigadeh-o presidente
do conselbo.Francisco Jouquim l'eretra Lobo,
coronel raga] secretario.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para foruecinienlo do
asonad de guerra, tem de comprar os objeclos se-
guiule : *
Para a enfermara militar acorto do eontigeale
da guarda nacional destacada em Hacei.
Tamauros. pares 50 ; barias de louca 3.
tjuem quizer vender taes objeclos aprsente as
suas proposlas em carta fechada na secretaria do
cousellio s 10 horas da mauhia do da dejunhn
rindouro.
Sala dassesses do coiisrlho adminislralivo para
fornecimento do arsenal de guerra 27 de maio de
1859.Lu: Aulonin Farilla, brigadeiro presidente
do conselho.Francisco Joaquiut Pereira Lobo,
coronel vogul secretario.
Soxlivfcira : de
PELO AGENTE
PESTAA.
" supradito agente autorsado pelo Sr. Francisco
Avila Mendon. a far lailn 110 da cima- designado
e pelas 11 horas da mannai no seguirlo andar do
sobrado n. :W ,1., ,a do Amorim
. "K
1 m rico piano de jacarando e e\cellent.s vozes.
I 111:1 elegante mohilio completa de Jacaranda,
mesa elstica para jantar, r.adeiras .le batanen de
jacarando e de amanillo, um guarda vestidos um
guarda roupn, um bom relogia de cima de mesa,
ditos de algibeira rom eorrentiWs, marqaezas, ra-
masde Ierro para casada e para soltriru, conimo-
daa, i'spclbos, laiilernas de vidro c de rasquinha.
urna cxcellcnte llanta de bano com Mira o per-
lences, caixassde msica de li c 12 prcas, violao,
"enfeites de cima de mesa, garrafas, copos, cali de
cristal, um rico palileiro de prata,' loaras para
jantar apara almoieo, dous aparadores,' duzias de
camisas de liaciilh, 200 libras de lio para velase
mullos outros objeclos.
\a inesma occasiao vender-se-ha una escrava de
meia idade petfeila coziuheira.
LEIIiO
clarar por esta folha. Keci(e2* de maio
| 18.0.A. S. Ifaeiel Jnior.
Ayres Pereira de Burgos rfomeni de Sou-
J, lo Maior Pnnre.de l.eao, roncera o atina
V pianos, igaos.realejos aiinonicos e caixas
II tiln *V msica: quem precisar de seus dimi- J
jUlimi. ja nulos prestimos dirijam-se f mi do ater-s
roda Boa-Vista 11. 2, primeiro andar, a
tvs qiialqurr hora da dia que sempre o ncbaroo
arnmpto para essei servico.
.- .
OUSE11VAC0ES MRTKltllLOblCAS.
1111 30 he si un.
3
Oda tu.
9
1/2 dia
3 da I.
6 >
ii

Cumiilus
Cirros
3
8
Fresco
TEllMOllKTnO
25.5
3S.8
27.7
a
26.6
20.1
21.3
81.7
a
21.3
HF.
mm.
757
757.5
757.
758

A noilcestovo nublada, reato S, e assim ania-
nheceu,
Observatorio do arsenal de marinha 30 de maio
de 1859.
V|EC.S JlMOR.
Editaes.
Cruzados navas .
Lisboa. imn
Parto. .
It'u de Janeiro,
li mi* e P VoMterd'ittl. ,
II iniliur.; 1 ,
Pars. ,
PBACA llti BF.CIFF.30 t)E JIAin DE 1859.
AS TBF.S 110RAS DA TARK.
Colacdes olllciaes.
Frele dealgod.vi de Tarahba para l.irerponl 7/16
c 5 0 0 por libra.
Frcd. Itnbilliard, presidenle
I*. Borges, secretario.
para
388;385Si78
11:7585332
400rl43$800
flescarregata hoje 31 de maio.
I'.ilaclio ingle/F.tpress-. -fazendas.
Paisana inu-lezlames llulledem
llngue ioglezMary Weir = objecUi
Irada.
F.sen na iuglezaHonestaplvora.
Barco ingleza tlargaretezr^tiaialho.
Brigue suecoi..i Platalaboado.'
Barca IraiiceaasaViUe de Bouloguu = fariuba e ce-
mento.
Brigue poiluguez Relmpago =pcdras de can-
tara.
dOVIUF-NTO DA AI.FANDEGA.
_.. a dignidade que
teuho procurado manler. Vl h vNlil'A
-Vo tempo a que se refere o Liberal Pernambn- llnndimenln do dia 1 .1 2S
rano, eu eraalficiaj do naerci.......siava sol, as.or- fm Jb da 31)
dens do rtullo digno a Imhradn general Josa Jos
da Costa Pimentel. que sempre tlir tratou rom par-
linilar disliiicciu :o teslemunlio delle pois, e dos
meus conioaberos de armas ser bastante para
s''rv,r~niB l!li antidoto contra ds palavras envene-
nadas do Liberal, se por ventura a sua redacco
non mudar d rumo a meu respeito.
Nem ao meu os meu Ruado sogro ;o coronel Jos
Haria de Barros Brrelo) que j.i dornie o somiiu
dos morios, foi poupado pelo /.6ent/! perver-
^ sidade de mais) a salvajera do Botocudo, q.ue
iipudia a redor do daver do seu inimigo ei-
iXuctbl Oh! nao rnnliuuarei, e resumindo ludo
quanto Icnlio dilo, de.safiarei como desalio, ao Li-
beral Pernambucano, a lodos os seus redactores
em gerol p_a cada um delles eai particular, para que
precisen] as aecusacoes que me fazem, de modo
que pnssam assusair a rcsponsabilidodo das mes-
illas. So de re 111 este passo, conten comign na
arena e llquem scientes que os arrastarei ans- l'ri-
bunaes. Parcce-mc que fallaudo-lhes nesta lln-
guabem nao os temo, o se olles esto convencidos
de que dUem a verdade, e teem cunsclenca dn
que esercVeih dio- *>.'m delta! Je aecelar este
meu dosafio.
i.iuanl i as de mais aecusacoes, j foram cabal-
niciite pulverisados, como" nima disse, por um
amiga mu; e por Isso anclusarei o publifo com
a robrodacio do dii foi dito om mee abono.
Caucliiixei, dizenflo, qno o Etcnl. Sr. harao de
Cainaragibe nao foi o primeiro administrador
du provincia, que me honren com a sua confianca ;
lanibem a tile do Eim Sr. FrAicisrn Antonio Kilie:-
10,pie me nomeoii subdelegado da freguezia de Tra-
ciiubem em 1854, do Km. Sr. cotiselheiro Jos
Benlo, o.ue me prnnoz para tenenle-curonel do ba-
talhao de Pao d'.Ohn, e do ministerio d'aquella
poca, quo me julgou digno desse posto, do gover-
no imperial que me oondeeorou com o habito da
Rosa, e finalmente dos meus eotnid utos e risi-
nlios que sempre me hnnraram com os seus sufra-
gios para iroreador e juiz de par.
Bosbi, fleo na estacada i espera da redaccao do
Liberal Peraumbucaun, na certeza de que d'nra
em diante so lho respondnre eu a seus cimmuui-
canles so olles se explicaren) do maneira que assu-
mam a responsab-lidadedos fados, do que me ar-
guirem 11 rihibirem os seus nomes. porque nio
quero lutaj- com anonymos sem dignidade e que
sendo chamados peranle a jostiea escapam ordi-
u 61
o K0l|la60l|2
. u 60 3|i
Camhiui.
90 d. d.52 d. a 52 I18.I
52 1|4d a 52 l|2d
60 d. v.
3m.d. -lU4 1|2a 11.15
i) 13,3 l|-. 13.1 Ipl
i) 2"i.2> a 25.35
" .... 3 o. t93 5 a 25.13
NAVKIS v r. Vi; v PARA i) BRASIL.
Maio 20Falcan.l'.e.ir.
dem dem l.a,li Francklin Maranhao.
dem demBrasildi-iu.
dem IIICupidPara. '
dem demSharkdem,
dem 15LindaPernambuco.
dem 10llanneijs dem."
dem 14Elisa ilandsidcni.
|deni 11 iran:dem.
dem 16f finitodem.
Numerario,tsu.5 do corrate o banco de Ingla-
terra elevou Ti juro para descont.', a 11(2 00,
mostrando assim urna subida de 2 O|0 pin lo dias.
Esta subida devida ao estado de pnico que leni
prevalecido un commerrn, produzido pela declara-
can de guerra entre a Austria e Sardcnlia. S letras
a pt'.izo de 30 dias que encoiitram descontos a 4
1 2 0 0, e as nutras de mais longos prazos, de 5 a
a I 2 0 0 eoiiorme a sua classe
Alguao. \s entradas at f. do rorrenle mon-
lam em 'i(.012 saccas de Lulas as quolidades, in-
eluiudo ftt|7 do Brasil. As vendas moiitam cm
928,190 saccas, inelulnao 13,6 0 do Brasil e flen-
vam en. ser 401.1511 sacias, incluiudo 2,800 de Per-
nambuco, etc.; 6,250 da Babia. Mace, etc., e
2,250 do Marauh.i... II rompimenlo de hostilidades
entre a Austria, e Sardenlla, tem produzido um
man elTeit* ueste mercado, o us procos tem baila-
do e continan a baixar.
Arroz da luda Tem subido de 2 a 3 por 112
Iibriis dos procos que ulliinanieule notamos. As
qualidades pnvprias para os mercados do Brasil o
Portugal regalara de 12/Ga 14 6.
Assucar.Venderam-se desde a nossa ultima de
8 do pas-ado. |0,7W saceos, 37llcai\.sc 77 barri-
cas, assim como 6,800 sacros, 70 canas e 180 to-
neladas anula em li.igrm, aos seanintes precoa-s
saber: Pelo da Babia 11 22/U. il I, 23 9,'21/3
2(0; pelo de far.ilnba 23/3; pelu de Hacei
o t. 21 6; pelo de l'ernambuco 11 '.). il 2.1 9,
Voluntes entrados com fazendas
com gneros .
Voluntes sahidos com fazendas .
#c com gneros .
CONSULADO GF.KAL.
Rendimenlo da da 1 a 28. .
dem do dia 30.....
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimenlo do dia 1 a 28. .
dem do dia 30.......
257
120
------377
268
' 520
_ O lllm. Sr. inspector da Ihesoiirana provin-
cial, em ciimprimenlo da resolucu da junta da fa-
zenda, manda fazer publico, que'nodiK Itidejunlio
prximo vindouro, peanla a inesma junta, se ha de
arrematar, a quem por minos lizero furneeimenlo
dos medicamentos e utensilios, para a enfermarla
da casa de delencao desta cidade, por lempo de um
atino, acontar do 1." de iulho.de 1S59 a 30 de ju-
nlio de 18611. '
As pessoas quo se propozerem a esta arremataran
tnmpar.iraiit na sala das sessoes da raesma junla'no
dia cima declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas, que acharan presentes o formu-
lario e cnndiebes da arremalacao.
E para constar se mandn' afiliar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thcsoiiraria provincial de Pernam-
buco 19 de maio de 1859.O secretario, i. F. da
Aununcinc&o.
== O lllm. Sr. inspector da tbesouraria provin-
cial, em imprmenlo da ordem do Etm. Sr. pre-
sdeme da provincia de 25 do rorrentc, manda fa-
zer publico, que un dia 10 de jimho provimo vin-
douro, perante a junta da niesma Ihesouraria, se
lia de arrematar a quem por menos li/er u obra dos
reparos, pintura e al. almamente da ponte sobre o
rio Tapacuri, avahada eni 2:893$.
A arremalacao ser feila ufa forma dalei provin-
cial n. 3(:l de 15 de maio de 1854, e sob as clausu-
las especiaes abaivn copiadas.
As pessnas que, se propnzerein a osla arremata-
rao romparecam na sala das sessoes da niesma jun-
ta un da cima indicado, pelo meio dia, compeleii-
leuienle Habilitadas.
I-. para constar s>- mandn afiliar o presente c
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 11. 20 de maio du 1859.11 secretario, .1. f\ da
Anmiuriarao.
CUtuautat especiaes tara a aritmotofo.
1. O concert da panto do Tapacuri (ar-se-ha
de conformidade rom n orraiueulo approvado pela
directora em conselho na importancia de 2.893$.
-.'(I arrematante dar principio as obras un
ia/o de um mez, e as concluir 110 dequalra, am-
os guillados na forma do art. 31 da lei 11.286.
i!.'(i pagamento da importancia da arremala-
cao, realisar-se-ha em tres presla.oes ignaes cor-
respoiidendo cada nina a um terca da obra 11 a me-
dida que .lies se foretii coneluiodo.
i1As madeiras antes de ser empregadas se rao
sobuipllidas a approvacau do engeiilH-iro.
>.'As uiaiieiras arruinadas licarau |.erlenceudo
a repartiraa das ubres publica.Conforme^O.se-
cietano, A. P. da Auuunciiiio.
TIIEATRO
DE
Santa Isabel.
ElII'ni:/.V-fiERIVAO.
Recita extraordinaria Uvreda
assiannhiru. '
TERCA-FEaltA 31 l)K MAIO DE 1S59.
Subir i scena o eicclleute drama em 4 actos e 1
prologo:
JOCELIN
0 MARINHEIRO DA MARTINICA.
Terminar o espelacnlo com o inleresnntc=
VAI Di:VILI.E=cm laclo:
Principiar s 8 horas.
Os bilheles que foram vendidos pora este esper-
lacuv que devia ler lugar 110 dia IS do correlo e
que foi transferido por causa da chuva.tem entrada
boje.
O reato dos Mlhtes acham-se :i venda no escrip-
lorio do thealro.
Avisos martimos.
Para o Rio de Ja-
neiro
sabe rom a maior brevidade possivel o bem conhe-
ridu e milito veleiro palbaUte Artista', do qual
capitao Joaquim Jos Aires das Nevos : pan car-
ga e passageiros, para os quaes lem escolente!
comuiodos, trala-se com o proprietariu na ra da
Madre de lieos 11. 2.

Quarta-feira 1. de jimho.
PELO AGENTE
pestaa:
O referido agente vender por canta de quem
pertencer no mencionado dia e pelas 10 horas da
iiianha porta do armazcm do Sr. Aunes defroule
da alfandega
13gigos com champagne.
10 ceixas com dilo.
00 resmas de papel de peso.
JIM) eslas com superiores charutos da Rabia.
. barricas com ameudoas sem casca.
10 caixas com queijos Bamengos.
Sexta-feira : de junho.
PELO AGENTE
HYPPOLITO
Cutler, capitao da galera americana Mcdfnrd
/consignatarios llenry Forsler 4 C.) iari leilo por
inlervencao do referido agente em presenea do Sr.
cnsul dos Estados-I nidos da America, c por cotila
risco dcqueni perlencer da referida galera, lota-
rao de 545 toneladas, com toda sua maslreacao,
auroras e velames, tal qual se acha ancorada "em
frente do Trapiche Novo, em cojo lugar os preten-
den! poderao e\amiua-la antes-do leilo que lera
lugar na porte da ass.u i.icocommercial s 11 ho-
ras em ponto.
Tcrca-feira :il do corrente.
O AGENTE
HYPPOLITO
tara leilo hoje em seu armazcm sito na
ra da Gadeiu de S.into Antonio n. 11 C.
de umesplendido^oitiment d obras de
maiclneria. louca e vidros de todas a
qualidades, sendo que tenhu lu;ar o Ici-
Io as 11 horas em ponto.
Gompanliia Pcrnamliiicana.
O vapor nacional PcPsinunga seijue
para os por tos do norte no da 2 de ju-
nhoe recebe carga ate o dia ol de maio
ate o meio dia.
Para Lisboa pretende sabir impreterivelmen-
le no dia 15 de junho o brigue portuguez Relm-
pago : para um pequeo resto da carga e passa-
geirus, trata-s com os consignatarios Th
Aquino l't.useco .V I'iliei, ra do Vgaiin n.
ineiro andar, ou com o capilo na praca.
una/ de
19, pri-
mu
di:
Janeiro,
21 t para o Brislol, outra carga com 70 caitas c
2,000 saccas de Marojm a S5'9 para Ooltcmburgo,
e a terceira de 180 inmoladas de Mace para um
porto no reino unido a 26 3 per cwt. Mercado
frouso.
91.912,303
2:15tU(2
94:0S6|4^
5:217|18l
32SIKI0
21; p.lcdul'ani ll, ni 3, et3. 23 tic 23, 9 pelo : lllm. Sr. uspeulur da Ihesouraria provn-
do Cear. A quand.ide rima notada como veudi- '''"' e"" cuinpiiioenl.. da resolo.o da junta de fa-
da em viagem fui divi.lidu da maneira seguiule, a *euda, manda fazer pollino que no da lli diu-
sabec : 1 carga de 4,800 saccas de l'ernambuco a ll1'" prximo vindouro, peranle a inesma junta, se
lia du arrematara quem por menos lizer as impres-
soes dos trabalbos das repartiroes provinciaes, ala-
bados em 5.000$ por auno.
A arrematarn ser feila por lempo de um anuo
a contar dol" de juIHb do crrente anuo a 30 de
Jindio de lN'.ll.
As pessoas que se propozerem a esta arremalacao
comparecaiu na sala das sessoes da niesma junla'no
da cima indicado pelo mciu dia, compeleiitemen-
le habilitadas.
E para constar se mandou allisar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da ihesouraria provincial de l'ernam-
buco 19 de maio de 1859.--0 secretario, A. F. da
Annunciarao.
Azeitedoce. As vendas regulan! 1,145 tonela-
------788 das aos Breos de # 8. < 48 10' a 6 4910/ pelo
1 de tialippoli; < 47 a 18 pelo de Malaga 3*47
t 47 10/ pelo de Senlha ; e 17, pelo de Lisboa;
ri ('. UiJI W
DESPACHOS HE EXPOBTACAO PELA MESA DO i
CONSULADO DESTA CIUADE NO DIA 30
DE MAIO HE 1859.
CanalBrigue ingles itkcuia. James ItydorA C,
1,300 sncens assucar maseavauo.
CanalBrigue ingle/. Souvenir, Nevo, Fiiho Js
C., .600 saceos assucar mascavado.
LiverpoolBrigue ingles Ages, Arckwright a:
i'.., J,2d sarcos assucar mascavado.
Buenos-Ayrus = Barca hespanhola iConstanca,
\ iuva Amurim ct Filho, 40 pipas agurdente.
BECEBElOltIA DE RENDAS INIEUNAS liEKAES
DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do da 1 a 28. 2i'900|10i
dem do dia 30 ...... 508j2f
n.iriament
miserSrel
Sirram-
b vindicta ds lei por meio de algum
omprado para figurar como respnnsavel.
e, Srs. rodadores, de dar publicidade a
estas liulia do seu etc., etc.
ni; de Albwjuerqa? Maranhao.
Engonhe Aldeia t8 de maio de 1859.
Pul Ii
Ruga-se
5 cainira municipal do Pao d'Alhe se
cacoes a pedido.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 28.
dem do dia 30
25:4093032
50:0788585
1.-2993315
51:377930
BOLCTIM.
LIVERPOOL. 8 E MAIO DE 1859.
Importacao.
I.itres de direilos para o vendedor.
(leeros. Precot.
Algo.lA.) de Pernambuco por lib. :
ni......8 li* da8 3|ld
' 46 10' pelo de"Corf, q f 43 ItV pelo deMoga-
dore. Mercado mu firme. Em ser 1,750 touela-as
Azeilcdo palma. Venderam-se desde a nossa
ultima 3,540 toneladas, incluiudo 2.380 toueladas
em Hgem. aos procos de S 43 10/, S 41. tf 45,
- 45 10. : 4li e S 47. Mercado iirme. Em ser
330 toneladas.
Borrach.i. Toda quauLi bata em prmeiras
maos foi vendida aos precos de 2 1 1 2 e 2,2 lela
lina, o as outras qualidades em propoirao.
i.ar io. Nao temos vendas a notar, mas como
este governo vai rnutractar para a compra de 100
toneladas, tem havido mais procura, que sem du-
vida resultar eui algumas vendas.
Cat. As As vendas andao cerca de 1.0K3 sac-
eos, a saber : 33 saceos do da Baha ordinario su-
periprM/ 58 ; 1,000 saceos du Cear de 45', 47/,
51/ i 53/, o 50 saceos do Rio ordinario a 47/. m ser
de caf do Brasil, ha s 90 saceos do Rio, 1,100 do
Cear o 1530 da Babia.
Cinzas de ossos. Cargas cm viagem lem sido
vendidas os procos de S 4 7 6 a S 4 15/
Couros.Do Brasil eulraram 3189, c enderam-
se 2,61X1 aos precos seguinles, a saber. Pelos do
Ceari de 31 a 35 3'4 libra, do 7 7/8 a 8 1/2 por li-
bra. Estes couros lem sido procurados lauto para
consumo da Ierra como para etpurtacao. Ficam
emsee 2,200. As ultimas vendas de* couros sal-
A cmara municipal desta cidade fas publico
para conhecimento de qin ni inleressar, ecm,obser-
vancia da lei provincial n. 129 de 2 de n^ii.. de
lsi, que nesta data dirigi urna propusla ao Eini.
presdeme da provincia, para S. Etc. verificara
utlldade da dcsapropriacao da casa de sobrado,
que foi incendiada, sita no"aterro da P.na-\ isla, per-
lencenlc ao commeudador llenrique Marques l.ins.
A plaa do mencionado bairro, que determina a
demolico do predio, est exposta na ante-sala das
sessoes da mesiua cmara, para ser consultada.
Paco da cmara municipal do llecife 20 de mam
do 1859.UniuiePJoafiuim do legd e ilbaamergae,
presidente.Manoel Fcrreira Acrioli, secretario.
sabe milito breve a cachua1 Linda pois alm de
ser navio pequeo, lem a maior parle da carga
proinpla paran resln Irala-secom n capilo Joan
l'erreua Pinta, ou no cscriplnriii de ll.Yiin. Aires
liio-rra, ra do Trapiche u. i.
COrnPANHIABRASILEIRA
PAQUETES A VAPOR.
O vapor Pmun. coiumandanle o capitao lente
Jos Leopoldo de Noronha Torreso, espera-se dos
pintos .lo norte em seguiniento aos do sul at o dia
4 do mer. de junho.
lleephi-sc desde ja passageiros, frele de dinheiro
e eiirummeiidas e engaja-se a carga quo o vapor
poder condu/ir, sendo ns volumes despachados
com antecedencia at vespera de sua rhegada :
agencia ra do Trapiche n. 40.
Avisos diversos.
Attencao.
Companhia Pernambucana.
Unicarncnte por consiJeracao ao pu-
blico Se declara : que a quantia de
10:000^ recebida da fjetericiu da Cumpa
u sr. Manoel Itudngues Carralho Hamiros n
convidado adirigir-se rus da Caduia do llecife n.
57, ascriplorio, a negocio de seu inleross.' em Pnr-
taaal.
GUADA.
PiPcisa-se de urna criada grave, que sailn coser
e cortar vestidos, c Iralar de uinaseuhora : na ra
da r.adeia do llecife n. 57.
II abaito assignado leudo sido sollo por ha-
ver privado iviiheraiitementc. peranle o cnisertio.
criminal, une o alisolveu. screm falsas as impnta-
roes que Ihe tizoram vis .alumniadores, .piando
estece rominandando urna forra que na praia do
l.'rnb guardan ns salvados da barca ingiera Fot,
agradece e offereee a sua poura prestabilidadp. n.'.o
s a todos aquellos que pessoalnienle o visilaram
na priso, como aos que o tlzeram por meio de
cartas. Natal 8 de marco de 1859.
Jos Antonio de Souza Caldas.
Precisa-se de urna ama de leite : na ra da
t'.adeia dn llecife n. 20, e no Mondejo, em casa da
vuva do eomineiidador Luiz Gomes Kerreira.
Ilarlholomeu Francisco de Souza faz sciente
a quem convier, que chegadoa esta cidade o Sr.
lir. Nunes da Costa, o qual est rasidiudo no hotel
Francisco, onde d consultas do chirurgi. e prin-
cipalmente de molestias d'olhos ; lodos os dias das
11 boros da maiihaa em dianle : as pessoas que de-
sejarem fa/.cr operar-se, podem dirigir-se ao mes-
mo senljnr, e aquellas que o desejarem consultar
em suas casas, devem dirigir-lhe o chamado pnr
escripio,
\i>! iiin I'.va.lio-sc du engenho Cucan da comarca do Bio
Formse, em o da 11 de maio, o escravo cabra es-
curo, de noine l.ui/., da idade de 26 annos, de bai-
la estatura, corpo regular, barbado, .lentes arangn-
lados, tem as fallas brandas, e meio tato na pro-
nuncia, os ps um tanto grandes, no andar inclina-
se algiima cousa para dianle, foi inroupado trevial-
iiienle, nao obstanlc que pude ter mudado de Irage
e ate mudado de nomo, bem como pode inculcar-.-.!
por lim. Esle cabra Glho de Garanhuns, comar-
ca du Brejo da Madre de Dos, foi comprado no Rio
Formosn o anuo passado a um dos herdeirosdo
fallecido Manoel da Costa dos Prazeres, de nome
Autopio da Costa, residente para as bandas das po-
voacos do Bonito, Capueiras ou Caruar, por cu-
jos lugares o dito escravo mui baquiano e conhe-
cido ; roga-se as autoridades policiacs, pn.pYieta-
ros e fa/.enderos a prisao do dilo escravo e remes-
sa delle. ou para o mencionado engenho Cucaao
seu proprtetario o coronel Francisco da Silva San-
tiago, ou aqui na cidade do Hecile ao Sr. commeu-
dador Manoel Goocalvos da Silva, que pagara to-
das as despe/.as.
Hotel Adolpho.
Rna Direita n. t>tt, primo tro
andar.
0 proprietario deste hotel avisa ao respeilvel
publico e aos scus freguezes, que lem bous quartos
c salas para alugar, fornece-se comidas mensaes
para fura ou no mesmo, almeos, jan tare- e lanche,
cha, caf, com presteza c a.-eio, e precos razoaveis.
= Deseja-se fallar a Joaquim Duarte de Figuei-
redo, natural de S. Pedro do Sul, bispado de Vizeu,
ou pessoa que souher delle far favor dizer n.t
ra do yuciuiailo, loja u. 18, de Manoel Ribero de
Carralho.
0 abaixo assignado faz scicnle a quem inle-
ressar possa, que desde 28 de Janeiro do crrenle
atino dissolvcu a sucintado que linha com sen ir-
niao Norberto Muniz Teineira Cuimares no arma-
zcm de maleriaes.denominadodo solque gyr.i-
va Ciiimaraes Si Irmo, tirando o mesmo sen irmo
encarregado do aclivo e passivo da mesma casa.
llecife 28 de majo de 1859
Jos Miini; Teireira Gpimnraes.
Athenen IVriinniHacan*.
Por ordem da presidencia aviso aos senbores so-
cios, que no dia 2 do prximo mez, pelas 0 horas
do'dia, na sala de honra da Faculdade, havensrs-
sao para se proceder de conformidade com os no-
vos estatutos a eleirao de-todos os fiinccionarios.
Adeodato s. P. Camargo.
l.'Secrclario.
Offerecc-so um rapaz para ser bolieiro de casa
particular, ou mesmo para copeiro de. casa eslrau-
geira, o qual de boa conduela : a Iratar na praca
da Independencia n. 22.
= lOOgOOOa quem apprehender o escravo Salva-
dor, flenlo de bordo da barca Santa Mara Boa
Sortc, p.-n llns de nuvembro ou principio de dc-
zembro, marinbeiro, alto, bem preto, e tem unta
orelha de menos : deve ser entregue a Manoel Gon-
rabes da Silva, na ra da Cadeia do Recife.
I'rerisa-se de urna ama de leite para criar urna
crianra de 4 meies : a pessoa que se achar ueste
caso, dirija-se a ra Velha, casa n. 2C, ou aunun-
cie a sua murada.
= Florencio Martins da Silva Borges relira-sc
para fura du imperio, licitando por seus bastantes
procuradores os abaito declarados, em primeiro lu-
gar aoseu irmo o Sr. Maximino Martins da Silva
Borges, em segundo ao Sr. Francisco Jos, lioucal-
vesda Silva B em tercelro ao Sr. Manuel Jos do
N.is.'imriitu n Silva.
i... Joan Praeger, subdito, allemo, vai a Europa.
11 abaixo assignado tendo de rctirar-se para
fra do imperio, dita por s*us procuradores nesla
Peinamliucaiia, como gratilicacao cidade os senbores Antonio de Azevedo' Villarnuco.
Lei loes.
LEILO
Quarta-feira 1- de junlio.
PKLO AGENTE
Declaracoes.
Correiu jperal.
Rea, ao das cartas seguras viudas do sul pelo vapor
Oyapock, para os senbores abaixo declarados
Antonio Carlos Pereira de Burgos Punce de Leo.
gados do Rio Grande de 62 libras a 66 libras, fo- I Adriano & Castro.
rain de 6 1/4 a 6 5 8 per libra rom tara de 5 libras. I Antonio Luiz Duarte Nunes.
Mercado firme. I Autonio Marques de Almeida.
Laranja.As chegadas de frua, vio sendo regu- Amonio Nobre de Almeida.
larc
os precos que lemos notado suslenlam-se.
As ultimas rendad foram 26/ a28' pela dn Lisboa;
23' ocla Jo Porto c 24/6 pela de Aveir.i. O vapor
.Vinrio entrado em 6 do rorrete rindo do Porto
traz 761 caitas, i; esta chegada causar alguma
balsa no preco.
Bernardo Jos Corroa de S.
Carneiro &. Ramos.
Dlniz Frederico de Vilhena.
Flnrisbclla Francisca da Silva.
Francisco Jos Germano.
Francisco Ignacio Ferreira Pacheco de Mel
a re(|ueiiraenlo dos Srs. E. A. Burle &C.
e por ititoritai^o da inspeccao da all'an-
dega o rcleiido agente vender' na porta
da mesma, por conta e risco de quem
pertencer ns I 1 horas em ponto, tres cai-
xs marca (illC n. 1 a 3 com calcados
avariados contendo as seguintes obras :
312 pares de borzegliins envernisado
para homein, G0 ditos para meninos,
218 ditos desapatos envrnisados, 7 dito
de botas. Vindos de Genova na barca sar-
da Paulo, e consignados a Burle Souza
4 C, sendo a arremalaro hvre de direi-
los ao arrematante.
pelos serviros prestados pelo comman-
danteemais pracas da guamicao do va-
por Iguarassu' por occasiao dosalvameu-
tf> da barca ingleza Carib, e sen Otare-
gament, ha inuito se acha devidamente
distribuida, como provumos recibos GM-
rudos na lisia da distribuiroo que sera"
11 atiqueada a quem a (jueira examinar a
boi do do stipredito vapor em seu regres-
so de Hacei. 'Recife 28 de maio de 18o9.
A. S. Muciel Jnior.
Caixa Econmica.
A ilrect;ao da eaxaecOBomi-
ca i:on villa aos Srs. accionislas
a se riMinircni ein assemlila
geral ordinaria do dia 1* de ju-
nho lo corrente auno, pelas 11
horas da manhaa na ra da Ca-
deia velha do llecife n. 0, se-
gundo andar, alim de tomaren*!
conhecimenlo das transaeces
e uioviiuentos do semestre lin-
do, llecife 30 de maio de 1859.
F. i. tle llamos, presidente.
CONTUATADOHF.S 1)0 CAZ.
Roga-se as pessoas que tiverem cotilas contra os
coulratailores das obras du gaz os Srs. K. S. Ilellou-
se C, manda-las ao escriptorio, na fabrica do
gaz, para seren atlendidas.
Thomaz Teixeira
Bastos
miidnii o sen armazcm de fazendas, miudezas, etc.,
para o primeiro andar da mesma casa ein que linha
seu eslabelecimentu : na ra da Cruz do Kecife
n. 7-
Eu abaixo assignado de boje em dianle acebo
com o negocio de empenhar obras de ouro ; faro
v.ir a todas as pessoas que tem penhores qne ve-
nham os tirar pu pr.izo de JO dias, sonio vierem
buscar no lim do lempo marcado, os redeni para
seu pagamoole. llecife :KI de maio de 189.
Jos Jacinlbo Monteiro.
Attencao.
Boga-sa ao Sr. Cermano quena levar a scena
por mais uma vez o drama Vinteoove e a comedia
Manoel Antonio Vicra e Francisco Joo de Barros;
julga nada dev.r, com ludose alguem se julgar -ni
.-redor, aprsente suas rontas no prazo de 8 dias.
llecife 28 de majo de 1859.
Antonip Monteiro Pereira.
LOTERA
OSr. thesoureiro manda fazer publico
! que se acham a venda todos os dias das 9
horas da manhaa at 8 da noite, no pavi-
mento terreo da casa da ra da Aurora n.
2Gena cata commissionnda pelo mesmo
Senhor thesoureiro na praca da Inde-
pendencia numero 22, ate' as 6 horas da
tarde somente, os bilhetes e meios da se-
gunda parte da primeira lotera do Di-
vino Espirito Santo cujas rodas deverao
andar irapreterivelmente no dia 1- do
futuro mez de junho.
Theso'uraria das loteras 21 de maio
de 1859.O escrivSo.J. M. da Cruz.
= I.ava-sc e eugomma-se com aceio c prompli-
no palco do Terco n. 5.
dan
Vendas.
Na ruadas Cruzes n. 28, segunda andar, lem
para vender urna mtilatiuba recolhlda com 16 an-
nos, sem achaques nem vi.inn, engnnima p cozi-
ttlt.i ; s Su entrega a familia capaz.
= Vendc-se nina etcelb-iiln preta, moca, sadia,
bonita figura, a qual corinha, engnnima bem e mili-
to prendada, preferb-se a engenho ; a iralar na na
do l'adre Plnriano n. 32.
Vende-se a casa n. 65 da na do Bangol :
quem a pretender, dirija-se 3 mesma ra n. 26, que
achara com quem trotar.
= Vende-se um guarda-rnnpa de raiz de ama-
relio, muilo bem feito nesta lypographia se dir.
Vende-se
o m lindo cabriole! americano de rodas, sem ro-
llen a, com o scu escolenle cavallo : na ra da
l'az ii. A, cjicheira amarilla.
Vi'.idem-s.' ilnus leitos dcnmarello, de gosl^
moderno : ni ra do Aragao n. 2. ,
= Vende-se um sitio no porto do Campo Grande,
rom rasa grande de laipa, cacimba de pedra u/Fal,
/

Corda Seusivcl, pelo que .Ihe licaremos sumiua- rom boa a-ua de beber, liaixa para rapim, bf-lau-
mentc gratos. tes arvore Jos, porto de embarque ; para ver e tra-
A tocirdade de vinte nore frequentadore*. i lar, miinesmo.
No botequni da roa larga do Kusario n. 27,1 s= No paleo da matriz de Santo Anlon) n 2, ha
precisase de urna lavadeira que d a rnupa r.uu para veuder urna armaran toda envidracada, enm
milita presteza : quem se adiar uestas circumslan-. balean do amarello.
:ias, d;.ija-s.; para tratar. Na ra das Aguas-Verdes n. 23, soleado.
=*Prarisa-sc de um bom raUetro, assim como
de um mulatinbn de 14 a 16 annos: no betel da
Fui-opa, rita do Trapiche n. 1.
rompra-se e vendo-se loda e qualipler obra de ou-
ro ou prata sem feao, e lamben obras novas com
meio fetlio.
. .

--


-
r
i
Ri
Este
"""'" v- i viuaiuuui/U
Na loja da estrella.
a do Queimado n. 7.
pstabclocimonto continua a loro rilis conv-
plolo sariiiiii'iiin de blendas do todas as qualidades,
o se ve-dom por monos dn que ciu nolra qualquor
parlo, ssim romo :
i hilas -aiioezas, o oovado
Corlea o casomira ingle
bilos i o dila milito superior, franco,
o ri o
Chapeo i Iranrezes pan tabora, finos
Cortos e caifa do brim
Casemi a do ditas larguras muilo lina,
o ou ido
Taimas bordadas muilo ricas.
Fazcnilas por prcios ruiiiiiioiles.
NA
Loja do seriaiiejo
Ra do Queimado n. W A
r.az.ivequos do fiislo branca ricamente ciifeila-
urca icira ai ue maio de 18&VJ.
Pechinha, alGOrs.
o covado.
PARA ACABAR.
Grosdcnaplesde coros do quadrinhos miiidinlios,
padres mnilo bonitos a tJSoO o corado, cually de
._____... seda com lloros matizadas a 19 o covado, Blde
No arma/cm da ra do Ouoimado n. 19, vondom-1 i,i,o liso mullo fino a 8fK) ra. a vara, dito bordado
so cintas ,so,.ras para casa muilo linas, Canean- a \SBO, cambraia do linlio mullo lina a 600 r* a
superiores nuiles de tartaruga para prender
1.Lipn para meninas c senlioras.
16!(>fK)
3HSIXK
SfGM
5$S0O
fjisoo
Camisa para sonhnra, bordadas.
Cortes c rolllo do fuslao, bonitos padres
Camisa, do todas asqnalidadospara lioinom.
Carteirl do perfumaras inglezas SjgKX)
Cazarefoesde fuslao, (agenda muilo superior,
Colleles de velludo proloe do coros.
Paletott i|e panno prelo
Ditos dv dito superior a 28g o
Calcas de casemiras orlas o do cores.
Espaililhos para sonhnra
Palolots de ganga muilo superior
Ditos de iuini branro
Ricos vestidos de fil do soda proprios para
bailo o casamento.
Hilos desella do lodas as coros.
Ditos de cambraia com bahados 5SO0
Lencos de seda a 500, l80 c 2g000
l.uvs de seda para bomom o senliora 1J000
Caixas de costura.
Biquis3mo sortimonlo di'caixas para eosturaas,
com lodos os prepares, do maior al o mais pe-
queo, pelo proco mais commodo que su nde en-
contrar, e nutras muilas qualiaados de caltas pura
guardar joias : na ra Nova, loja do Vianna.
Vendem-se 13 esclavos de 7 a 40fannns, en-
tre ellos lia pardos e orlos, de preco de 700;} a
1:8008, assim como 8 esc.ravas de 14 a 21 nonos,
onlro oslas pardas e pretas, com habilidades esom
ollas de 1 4OU9 a lgSOO;: na ra Direita n. 60.
Pecliincha sem iffual.
Borcrgnins inglezes do dnas solas para
invento.
Prora d'agua.
AlO^OOO rs. o par.
\Yu\\u \vo vista.
Os mollinros bnrzegnins quo al boje vieram a
este aereado : vendem-se nicamente na, loja de
Leite & Irman, na da Cadeia do llecife 11. 48.
= Na loja de calcado francez da na do Cabug
n. 16, vendem-se bolinas de cores para menina a
3g, Aleguen, ao barato.
O I.eile 4 Irmo conlinuam a torrar merino preto
e de cores com dnas larguras a I56OO o covado,
cortes de calca de meia casemira a 2S200, lindos
corles de collele de cacliiinira a l, corles de cassa
de lindos desenhos a 2>, grosdenaple prelo do
13600 a 39 o covado, ricos manteletes de grosde-
naple prelo, loras do seda de dilferonlos qualidadcs
par sonhora e menina, mussclina toda encarnada
a 220 o covado, chita franceza de lindos desenhos
a 240 a 300 rs. o covado, corles de calca de brim
do linlioa 1g800, lindos cortos do riscad francez a
2S800, poras de cambraia lisa com 10 jardas a 2*440,
3a60T>, 400. 5 e ogfiOO, toalhas do linho para me-
sa 3JHO, chales de morin lisos a 43600, dilos nia-
tisados de lindos desenhos a 7$, dilos do tiuiquin
prelos, lencos de cassa muilo linos e de lindas cer-
caduras a 3g a dnzia, chapeos de sol Uc seda a
65800, paletotsde alpaca mullo lina a Cg, chita de
lindos desenhos o coros lisas a 200 rs. o corado,
casemira prela de 2 a 5 o covado. loallia do algo-
dio para mesa a 4g, panno lino de dilTcrcnles qua-
lidades, bramante para lenos a 2g300 a rara, t-
peles para entrada de sala .i 3g, meias muito finas
para sonhnra l3#800 a duzia, ditas para menina r
menino de lodo" os lamanhos, grosdenaplcs de lin-
das cores a 29 o corado, corles de muilo. boa ease-
mira a 0 e 7$, calca de casomira prela a 109, saias
bordadas a 1g60O. 3 e 49, dilas de balan a 0*800,
pocas de madapoln a 3, 4, 48300, 4s5O0, 4SIKI,
og&OO e 6g, cobertores de algodao a 1JJ280, meias
croas muilo linas a 5g a duzia, ehallv do bonitos
desenhos a 800 e lg o covado, veneziana prnpria
iara batinas a 2g o covado, damasco do lia do dnas
arguras proprio para coberta do cama a M400 o
7oni"'0' D1'""ln,in" assolinada de lindos padroes a
700 rs. o covado, espartilhos para sonhora, proles
do tartaruga a imperatriz a llg, rodos de palha a
ng, toucai de fil muito bem onfeiladas a 29, vel-
ludo do coros de muilo boa qiulidade, lil liso com
21/2 varas de largura a 640 a vara, franquelim com
6 palmos de largura a 640 o covado, o oulras mnilas
fazendas que so vondom per baralo proco, o do lu-
do so dar amostra : na run da Cadeia do Recite
11. 48.
Ricas chapellinas.
O l.ejlc g Irmn, na ra da Cadeia n. 48, aca-
balo de receber pelo ultimo navio viudo de Paris,
um completo sortimonlo de chapellinas para sonho-
ra, o eslo se remienda pela dimioulo preco do 15$,
cada uina : a ellas, qu'ej lem poucas.
Sapatosde trancinha.
Vendein-se na ra da Cadeia do Recito n. i, es-
i sorliinonlo de grsdonaptas pretas de lodos os pro-
cos, que que,- acabar, a 1*500, 1*600. 19700, 18800,
pro
54800.
o -?,,2. 10"- ^ '' WSOOi challv milito lino o bonitos Na ra do Queimado
JUU' Pa.Ur,',!* a 860 o !MI0 rs o invado, lazinhas muilo "hilas escuras mnilo finas di
mindinhas e mais gradas a ilMI rs. o erado, liare- corados, polo baratissim
ge de selao muilo bonitos padres a 500 rs. o rn- ;
rado, sediohas de quailros mnilo linas | 1*900 o '
curado, palclols de panno, saceos o sobre-casaca-
dos-a 20 o lg, l,los forrados de soda a 25j, o ludo I i
o mais aqui so encontrar do bom e por menos do I
que om oulra qualquor parte,
Vendo-so n sobrado do Caldcireiro, em fenlo g
a na da Uaogueira,(reguezia do Poro da Panilla '
quem quizor, enlenda-se na alfandega rom o de-
u. 19, vendeni-so pocas de
cores li\as, com 3^ i
parhanlo JezuittO Fcrrcira da Silva.
Na ra do Cnllogio, loja 11. 9, lia para vender
camisolas de la rindas do Porto, proprias para
es, raros a IgCOO rada urna : a ollas, que o lempo
e proprio, calcase camisas a lgcada una pera.
Tamancosa320rs.l
o par.
lio diversos lamanhos, para acabar: na luja do
niiudozas dn alerro da lloa-Vfsla n. 82, quasi Con-
fronte a matriz.
SVSTEMA MEDICO DE IIOLLMVAY.
i
o de r.jsoo.

GS.4KDE S0RTIMOT0
DE
Roiipasleilasc fazendas
NO
Arniazemc loja
muiln superiores a 7,10 e 123, pai..... lino piel-,
prora de liman a >, i e 5S o corado, casomira pio-
la lina a 2, 3 e |^ o corado, luvas de seda para
meninas, bordadase riamento onfeiladas a 25'i00 o
par. gorguro de linho o seda muilo superior c pro-
prio para rolletes a 19 O corado, alpacas decores,
entestadas, para palclols, pelo baratissimo proco de
610o corado, o aletn disto un completosortimen-
in de fazendas linas e grossas, que se rendom mui-
lo em couta : na ra do Uuoimadn 11. 22. lia da
Roa V.
Aviso aos fumantes.
Vende-se na loja de N'abuco
a
pomposos an-
DE
*
-.
Gees & Bastos
PII.II.AS IIOLI.WOVA.
NA BA DO QUEIMADO N. i6.
Kslo neslunarel especifico, onipiislii iuloiramen-11 "il'i,s SObrecasaca do panno fino prelo o
todo berras iiiediciuaes, nao cnnliii merrurio. neni ''' (l''ores rom gol la de velludo o forradas de
alguina oulra substancia delecleria. Roiieiino a mais [S| S!lla,',',', ''nm todo gostii o acoio a 22, 2g, '
enra infancia, o a compleican mais delicada lio fe ^ e '"'* uom assim paleluis de casemira de !
igualmente promplo < segura para desarreigar n mal I 'I"adrlnhos a 10>, ditos de casemira oscuros,
nacoiiipleieaii mais rnliusla ; be inleiraiuiiile iiiini- pidios IDuilO modernos, a 189, ditos a 1 i-, g
11 ule 1111 siias nperaees e elleiPis ; puis busca e
diln
de
p esguiio
de alpaca prela e
ao o linho pardo
qualquor da seguinl
Accidonles epilpticos.
Alporcas.
A iplas.
Aroias (mal de).
Aslhma.
Culpas.
l'.iiHvnlses.
Dehilidade 011 oxlonua-
co.
Dehilidade 011 falla de (or-
en para qualqnereousa
Uysinleria.
Iinr de barriga.
us rins.
Dureza im reir.
Kiierinid.uies mi reir.
Ditas 110 ligad".
Dilas venreas.
Enxaqueea.
llervsipola.
Feble bilinsas.
PebretO internilonlo.
nfermidades :
Pebreto da especie.
Cotia.
Iloniorrlioidas.
Hidropesa.
lclinicia.
Imligesles.
Iiillaiiimacnes.
Irrognlandados da mons-
Iruacao.
l.ombrigas de Inda espe-
cio.
Mal do podra.
Manchas na cutis.
Obstniero de ronlre.
I'hlr.-ica n consumpco
pulmonar.
Ilelencaii de oiiriua.
Ilheiimalismii.
Srmplomas segundarios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Veneren .'mal.
\endeni-se oslas pilulas ln> eslabelecimonto ge-
ral de Londres u. 221, .Strand,* e na loja de indos
os iiniiearios droguistas eoutras possoasencarrega-
das desua renda em Inda a America do Snl, Mara-
a o Hespanha. .
\endem-se as bocelinhasa 800 rs. rada ihua del-
las comliu mu inslruccaii em portuguez para ex*
pilcar 11 modo de se usar deslas pilulas.
Odcpnsilogeral he em casado Sr. Soum pharm.v
coiilicn. na ra da Cruz n. 22. om Paroaaibuco.
Loja
NA
Ra do Queimado n. 22
Nosla loja os bons froguozesoiirnnlraran fazendas
boas por ponen djnheiro, como eja : chitas fran-
cezas de padres muilo bonilos a 260 rs. o corado,
riseados escocezes muilo bonitos rom padres d
seda a 160 rs. o corado, chitas escuras de coros II-
xas aSOOrS. o corado, dilas linas de padres HOTOS
a 200 o curado, corles de cassa piulada com7 raras
cada um a2,S, bretanba de linho fina a l-9 a poca,
enm 2.r> raras, dila muilo lina a inuilii larga rom 3o
jardas n 20, brim Naneo de linho a lg e If280 e
mnilo superior a 1gf40 a vara, dito pardo a 800 r
a rara, dito deroros a 1g a vara, dilo liso de qua-
l^iSBSaWUTK-A
por procos muito eommdos : na mosma casa exis-
te sorliinenln de calcado para horneo, senliora e
meninos.
\ onilem-se 0 escrsros de 13 ,i 30 anuos, de bo-
nitas figuras, proprios para campo, a dinheiro mi
a prazo, confnrine se convencionar : na ra Velha
da Roa-Vista, casa n. 69.
Vendem-se tres boisde carraca, gordos, mui-
lo mansos, e j acosinmados om Santo Amaro a
mais de dousaiinus : na taberna da esquina da Ira-
vessa da fundico na ra da Aurora.
Vende.se um escravn do naofin Cosa, de mais
de 30 anuos de idade, robusto c sem vicios, e mui-
lo sadio : na roa da tiloria defronle da taberna,
loja do sobrado do becco do Fundao. ou na mesma
taberna.
Ungento para ratos.
Vendo-se este osperifico que rapidamonlo mala
ralos o baratas, unicamnle na na da Senzala Ve-
lha n. 50, taberna, a preco de 1J.
CHEGUEM
Ao barato.
0 Prepica est Qneiraando.
Na ra do Queimado n. 2, esquina dn boceo do
Poixe Frito tem o Pregiiiea para vender por bara-
lissimo preco um coniplolo sorliinonlo de fazendas
btim como sojam cortes do cassa e soda de lindis-
simos gostos a 68500 cada um, ditos dc'liia e seda
do lindissimos gostos e superior qualidade a 7g ea-
'aym, curtes e cambraia branca com salpicos a
oSoOO, ditos de dita com llores de cores a 3g00,
gangas mescladas de padres e superior qualidade
a 540 o covado ; chitas escuras e claras de cores
reinovo asdoeneas dequalnuer especie o grao por
mais antigs e leases que sejam,
Entre militares de pessoascuradas con osle reme-
dio, mnilas queja esterara as perlas da morte, pre-
servando em seu usn : conseguirn) recobrar a saude
e fuas, depois de liaver tentado intil.....nte todos
os oiilms remedios.
As mais afililas nandevem enlregar-se a deses-
peraco : facam um cornneteale ensato dos efBcazes
elfeiicis desla assnnibnisa medicina, o prestes recu-
peraro o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em lomar osle remedio para
de cor a i.s'. dilos do
pardo muilo lino a "oj, ditos -
lo goslo a 5g, dilos de ganga y
, dilos de bramante de linho bran- "
' eo a 51500, calcas do casemira prela o de cr S
- 6J, 7S. 89.95 elllg.cnlleles de fustn mui- g
lo bem feilos a'2&500 e Sg, ditos de gorgurao '
g de seda a 5S, ditos de melhor qualidade a 61 S
M e 79,dilos desoliui maco a 6g, ricas col- r-
.-.
chas de fuslao do diversas cores e muilo &
grandes a 655O0. crolas de bramante a
i;.; 1S6IK) cada una, 1J800, lg90e 29. dilas de
1 panno de liulio com borracha a 2g500, eolio- S
a les do brim branco muilo lino a 3g. dilos de
;. seda branca a 5g, calcas do bros de diversas a
.., cores e padres .1 5, 3goOO, 4 o 5g. dilas
da meia casomira, padres niiiidinhos a 49, B
viiiaeseii;ito|a ae .miunco & C.
j na ra Nova n. 2, o seguate por
preco commodo :
.' Cacliimhosacadmicos.
3 Fumo da Virginia.
Dito caporal
" Cijarros bota fogo.
\ Ditos haitianos.
Ditos de palha hespanlioe*.
-3 Charutos da Rahia.
I Cliaruteiras linas. *
Boleas de retroz pa>-a fumo.
' '.......' ;,' t
Espartilhos Irancezes ile nova
iiivenciio.
Vendem-se espartilhos franeczes de molas e car-
rotis, o niclhnr que se podo encontrar oeste gene-
ro, na bemfi-ilroia c na commodidado, a quem usar
delles, pelo baralissimo proco de 6a, 7 o 89. Esles
espartilnos sao ehegados no ultimo navio fjancez,
o s se eiionntram na ruado Oueim.idu, na bcm'co-
nheeida luja de miudezas da Roa Pama 11. 33.
Veiidem-so quoijos a 1^600, dito em libra a
640, velas de espermacete de 6 em libra a 700 rs.,
garrafas ratea a 3S n cenio : na taberna debaixu
do sobrado n. 16, com o oiiao para a ra da Flo-
rentina.
Morlc para os insectos.
Exposico Universal de 185G.I
Esta eomposicaii devida s mais perseivanles in-, Koala novo
restigariiKs o aos ilbistrados couselhosde um don- zondas novas
tur lueu amign, ennhecido pelas anas riagens pela
America, Hespanha, e pelos estados dn mirle
destinada segundo pens a tazer um grande ser-
I ico SO pilblice.
Hesiruir sem a menor dilliciildade c sobre ludo
s*m que u mee, nnipn-gadii possa prejudicar de
inani'tra alguma a saude, iodos os iusecloa que nos
persegiioin e nos allligoni, laes cuino |M>rsorejos,
piilhi.s, pulgas, formigas elr tal n problema qu
se arba resolvido pelo progresso iolilulado morte
para os inserios.
Para conseguir este fin, grandes esforros se lem
l'iln ale buje ; mas liidus Se lian lem sulii inleira-
nenie infmctirosos ao menos eslo longe de cor-
responder au que pruineliiaui os
nuucios.
Nao suecederi isto com a morte para os insertes
e espero sem medodeser desmentido, que nenhiim
insecto peder resistir a sua aere.
Mas esperimenlei, jtilgue quem quizer por si
mesma : no lim de urna simples prora reennbe-
cer-e-ha que a iniilia descuberla i boa, de um f-
cil empregn o do infallirel resultado ; a entio o
bom exilncolhido ciinvencoi a Indos o ser este
para niini o molhor dos prospectos eo mais seguro.
Cada frasco do morte para os insectos leva a mi-
II ha firma e o mou sinete.
Se alguoin falsificara minha deseoberla promol- Sanio
lo persegui-lo.
l.Ml'REfiO.
Para destruir os insectos que se iniroduzom em
geral em buracos c fondas como porsovejos ole.
etc., indisponsavel um folies cuja exlirmidadc s
introdoz mis buracos o os insectos nao lardain 0111
sabir por lodos os lados e morrom pomo
depois.
Para todos os insectos que vnini quasi constan-
temente, com......seas, mosquitos ele, ele., basla
soprara mnrle para os insectos.
Para osijemais como formigas. pulgas, ptolhos,
lacraos, aranhas etc., einlim lodos aquellos que se
podom alcancar basta soprarcom a minha compo-
sieao nu osfregar os objeclos infectados.
Uando o iuseclo tem absoli ido o principio mor-
tiforo. tratado fruir o vai morcar pouca distancia
dn lugar onde fni atacado.
Medanle o empregn dn principio se preservarn
as lilas preciosas, apllese as las dos destrosos
dos insectos. A presenra do mou drodueto causa
nao sa morte aos insectos, mas laiubcm os afas-
ia dos lugares onde acodem.
Vendo-so om Peroambueo na botica doSr. R. F
do Souza. ra largado Rosario 11. 36 a 500 rs. o fras-
eo pequenn, 15 dito mediano o IgOO frasco eran-
de ; assim como o folies com ludo por 1g250.
r.ht'guem loja nova do serta-
nejo, na do Queimado
n. 43 A.
eslabolocimenln quo s coiilm fa-
lle bom gasto, os ueguems do bom
1 barata enconlrarao um......ipli-lo sorlimenlo de
fa/endas. o une se menciona apena n -.vuiulo,
per ser eufadi.lihn aiiiiiinci.il lodas as fa/.nda- : 11-
ciisi .irles de \eslidns de >eda do cures i. BieQiiir
qile SO pode encontrar ue-le genero, sendo 3 folie. .
1 -.na- e aquilla, grosdonapli-s do cores minio
boa .pi.iliilaib' a li'liRI ;'.. luvas ib- pellica de
Jouvin para senRnra e para Imiiiioui do ludas as co-
re- a 2-5 im .. par, rima nr.angiiilos tardados a ,1$,
ditas com golla a 3;500, ditusa 19500, ditos Iwlus
aberlns .1 :,>,ull e I^.MUI. dilos com Liazioha a 79,
dilos a 9?, ricos pannos para meas 1 7 1* S;. chales
enm froco muito bonitos a 16 e los, dilos mais pe-
queos a 13.-. sabidas de baile muilo ricas, as mo-
llinros quo poda barer Reste genero, e por preco
commodo : assim como lamber lem 11111 grande
sorlimenlo de obras tollas, assim como sojam 1 al-
cas de casemira a s. 1 |0f, dilas pretas a 7, !l o
12?. palelols de alpaca proles |5 o 33800, o mnilo
linos a Ib, dilos de alpaca de cor a 39500, de ludas
as qualidadcs, rlleles de velludo prctosa de cores,
da gorgurao, de seliui in;u o, o do l'uslo, coleas
de brim do linho brancas o de coros, gullinhas de
diversas qualidadcs, e ludo o mais aqui se encentra
lauto em fazendas como em obras follas.
Vendo-se una escrava moca sem achaques o
00111 algumas habilidades : na la da t'.adeia de.
Aos viajantes.
Vende-so na loja de Nabuco & (".. na na Nora n.
2, malas de ionio grandes o pequeas, saceos de
couro o do tpele prorpios para "rtsatm.
Rap Principe
AI her.
\i<
ado
que emlilll cbegoil o di
Principo Mberl. o qual
ojado rap deuoini-
1 :idi -e na loja do
lempo
Algodao avadado.
Na loja de Leite \- liman, na ra da t'.adeia do
Recito 11. 4. vonde-se i.....a de algodao largo com
20 jardw, a 25 B 8(500,
de arara.
alf.uale Flix, na na do I olle
"eliilenl-.e i'.ipacllos redolido^ e colnpriilr.s
proprio- pan nula por preco rommoiki : iu ba
de Nabuco A. C. na Na Nova n: 2.
Farinha de trigo
SSSF.
Fernandos i Filiaos tom superior farinha de tri-
go da marca SSSF chegada antes de honlem que
vondom a proco muilo em ronla : uo seu arnia/em
roa da Cadeia 11. 63. boceo da Madre di' Oens 11. 12.
Calcado superior e barato.
Hua Direita n. 45.
Hor/.i'jjiiiiis dn trra de 55 a ">7,
obra boa a 5i>'000
Borzeijuins de senliora (Jol\). 4(rJ()(l
Ditos de liomem 8,s8(IO
om um pequeo toque Sapntos de trantinha. I MO
He cousa muito boa.
v -
\ Miori: DE SAUDE DE ARRAULT
para curar eflicazmonle, sem o uso do mercurio, as molestias arrsate, svchilitics, o
iuih msun, as KKrsirrus rfiuoiuc.\s, fiurcs UE pf.i.i.k. PERTrtAZIS, as ili.iikas iMK.rKKA-
IHS o IIKI'KMIKNTKS do lllll ricio SM'IIII.ITICll o I.ISII'IIITICO, as HHONC.IIITF.S e FHF.I SOMAS do-
pendentesde stphilis, as nonas, osdibtbos,as taricExs, a onuc.io, c outras mnilas in-
formidades desle genero.
As molestias do 1 rnao, lodos os desarraujos e irregularidades da, SKNsrHrACvo, a ms-
TF.iuv o os mais snlfimonlos delta prorenieiiles, ruino cats fallidas, cobbimfntos bsax-
Coa, pf.hiisa/. moni iioMuiiA e KALTJ ni: arMRITB.
Balsamo infallivel do Arranl!
N*
Vende-se a rordadeira pomada para tingir ca-
bellos, pelo baralo preco de 19 a raixinha, com es-
covinha propria ; lambem se Tonde massa para
aliar naralhas a 320: na ra do Queimado, na bem
_ j cuulieoida loja do miudezas da Boa Fama 11. 33.
dilas do brim branco trancado di-linho a 58
g o 69. e oulras mnilas fazendas o obras que
SU nuil a VISU que o fregu/, pode avallar 0
que o vender barato.
- \
Boiiets de panno lino e gor- Frente do Livramento.
rriiSa Cossas franenzas, fazenda nova, a 160 rs. o cova-
.,.,.,, o do, e a poca a 59 com 33 covados, corles de caiu-
?..'-:!.?" e?:?. ,"!1""1 n"n Pr(,|n enfellados \ braia com salpico a 3f, dilos piuladas a 8$, lencos
Iranias de retroz o i de retroz a 500 rs., luvas de seda pretis lizas o bor-
dadas para senliora a 15, chales de merino enm
..... e... ,o.u di llllUUe/..l> u IlUil I .Ifll II. .l.
I\a loja das seis portas
EM
com ricas filas de chamaliih .
galozinhn dourado, ditos de gorgurao furia-cores
e de lindos gostos a 4 o 59, preces baraUlstoos
nsla da superioridado da obra : na ra do Queima-
do, nos qualro cantos, loja d'aguia branca n. 1G.
= Vendo-so um cavallo de cabriolel, assim ro-
mo doiis bois de canora o um catneiro muito gor-
do, ludo por proco commodo nos Alflitios casa
cutenla, fronleira igreja.
FUNDIDO LOW-MOW,
Ra da Seala Fova n. 42.
Nosle oslabolecimenlo continua a harer um com-
plelo sorlimenlo de moendas o meias moendas para
Bligenho, machinas do vapor e laixasde ferro bali-
do e ciiado. de lodos os lamanhos liara dil
barra eslampada a 4$, mussolina branca a 240 o
covado, dila encarnada a 320, volludilhn de coros
para ronpas de criancas a 800 e lg, lil de linho
preto, fazonda lina,a1J2S0 arara: dao-se amos-
Iras, e a loja osla aberta das 6 horas da manha s
9 da noile
TACHAS
lito.
para
Na fundi$ao de ferro de l).
VV. Bowman, na ra do Bru,
passando o ch.ifariz, continua a
haiver um completo soilimento
de tachas de ierro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bca,
as quaes se adrara veiida por
preco commodo e com prorap-
tidao, Cinbarcao-se ou caire- ChapCOSHlilOS para Crian-
Vende-se em casa de Saunders Brothers & C, |
prara do Coriio Sanio, relogios do afamado fabr-j
canlo Hnskoll, por procos rnmmodos, e lambem
tianrellins e cadeias para os inesnios, de excellenle i
goslo.
Ricos enfeites com vidrilhos
paro cabeca.
Vendem-se os mais ricos enfeites pretos e de
coros com vidrilhos, pelo baralissimo proco de 4g e
lo rada nm : na bem conbecida loja de miudezas
da lina Fama, lid ra dn Queimado n. 33.
Polassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
Nn bom cnihocidn e arredilado deposito da na
da Cadeia do Rerife n. 12. ha para vender pntassa
da Russia e na do llio do Janeiro, ora e de supe-
rior qualidade, assim como lambem cal virgen) em
podra : ludo por precoa muilo razoavois.
Em cusa de Kabe Sel.metan & C.
.ra da Cadeia n, .77, vendem-se elegan-
te pianos do afamado fabricante TYau-
innmi de llamburgo.
Na loja
ao p do arco de
Santo Antonio,
edegou um ricu o completo sorlimontn do velludi-
llios enm llores para vestidos do senliora, os mais
delicadosnue se tem vista no mercado, assim como
bieos, rondas e lahyrinthos, las para rostidos as
mais modernas que se lem visto, gotliulias de pona
muilo linas, pontos de tartaruga do ultimo goslo, |
sedas do indas as qualidades, cammaiat e cilas'
franrezas. o nutras mnilas" fazendas linas que se
rondo por menos do que em oulra qualquor loja.
= Vende-se um iiioleqne rarroreiro e um negro
de meia idade: na ra Velha, casa n. 69.
= Vende-se urna negriiiha de 16 anuos, que
coso o engumma bem, por 1:4008 por ler uui pe-
quonn deleita ; um cabriuha do 1!) annos, ophmn
cozinhoiro ; um mnlcque de 12 anuos ; um oabri-
nha da 8 annos, o um dilo de 10 annos, lodos por
procos commodos : na ra Direita n. 66
To.ilh.is adamascadas.
Fio de vela,
Bi coitos.
Estopas.
Vendem-se em casa de Aikwiglit ^
& C. na ra da Cruz n. (i I, por ft'r
paro cicatrizar complolamenlc om 21 horas os golpes o i i iiiinsde qualquor qualidade que
sojam.
Pos purgativos de citralo de magnesia gaz
em p para preparar as limonadas e em garrafas j.'i preparadas.
F.sla limonada < a mais bem preparada que se colillero al boje nao s pelo goslo co-
mo poique |em a raulagem de so pudor conservar no estomago o mais excitado.
Vendo-se no deposito geral, ra da Quitanda n, 58, defronle do Comi Utrcaulil,
EM CASA l)F.
SOl'Z.l BASTOS Agencia em Pemambtieo ra da Cruz n. 24.
'- l ::'... r
preco commodo.
9!!I!I!!!!!. .*
sKIllfgl
varas, ganga .marella franceza mnilo lina a :12H
carado, dilas escuras a 56t)trovado, brim de con
de linho puro, denominado arranca progns, a 600
rs. a rara, bramante de linho muito lino com dnas
raras de largura a 2*100 a vara, nlnalbado adamas-
cado com dnas larguras a 1J280 a rara, camisas de
meia a Ij. dilas ornas muilo' linas a IgSOO, alpaca
prela lina a 640 e 800 rs., e uinilu lina a 1s o cora-
do, meias do algodao rru para homom a 1j!StK) o
2S100. e inglezas muilo superiores a .r>S a duzia,
ditas para meninos e para meninas a 280 o par, di-
las brancas de seda para menina a 2; o par, loncos
bramos do cambraia para algibeira a 2>tfOe a 3$
a duzia, ditos mnilo grandes proprias para cabeca a
400 rs. cada um, franklim preto de la enm 6 pal-
mos de largura a 800 rs. o covado. merino selim
preto e de cor a 800 rs. o covado, meias brancas li-
nas para senliora a 39600 a duzia, ditas inglezas
muitn superiores a 59 a duzia, luvas de Ao de Es-
cocia para criancas a 200 rs. o par, loncos de linho
para rap a 400 rs., ditos de cambraia de linho
ooni bicolargo em volla a 2s, e assim oulras min-
ias fazendas que vendem-se muilo baratas para apu-
rar-so dinheiro: na ra dn ijuonnadu
bem ennhecida lo a da lloa P.
go-se em carro, sem despezas
ao comprador.
Para criancas.
Mui bonitos o delicados cbapenziiilius do merino
o solio bordados o onfeilados, com aba cabida, ul-
tima moda, mui proprios para baptisados ou mes-
ma p.isseio, pelos haralissimos picos do5e 6S00II:
na ra doUiieiiuado, loja da Aauia'Branca n. 16
. cas.
Vendem-se chapenaiqhos ricamente onfeilados,
pelo mullico proco do 6 c 79, assim CORIO bouels do
lil mnilo onloiladnsa > : na bom mohecida loja
da lloa l'.-ima n. 3:1.
Piilseiras de froco.
Bordados finos.
lia na ra do Ouoimado, loja do 4 portas n. 37,
um couipcio sorlimenlo de liras buriladas muilo
I prnpras para calcinitas do criancas, Iravesseiros
para eofeitar eaaaveques, golliohas com manguitos
de variados gostos o diversos procos, gullinhas para
600, SBO, 1J. IgOO, 2,*.. msa 33, manguitos, o
par I96OO al 3g, camisiuhas bordadas para bapti-
sados por diversos preros, camisiuhas para senliora
com gnllinha e manguitos, saias com 3 babados
bordados pat 6g, dilas por (9, saias do balo de
goslo moderno para 79. o oulras muilas mais fazen-
das, que nosle eslabelecimonlo se veudem por pre-
co mais commodo me em oulra qualque taja,
Vendern-se em casa de G. J. Astley
& Companhin :
Cabo da Russia e ingle* patente.
Snlilre, alvaiade e verui/. branco.
Palliinba para tnorcineiro.
Vitilios linos de .Moselle e
Pedras de marmore para
solos.
Raides americanos.
fi'iiolira r agurdente le Franca
.Pregos de cobre e de zinep.
Vende-si< urna casa de sobrado, na cidadr de |
Olinda, ra do Maibias Ferreira n. 4">: a tratar na
ra do Desuno n. 4.
Na ra Direita n. 66, vendem-se esrravos de
ainlms os sexos, rom habilidades ou tem ellas, de
Indas as idades o coros, tanto a prazo comoadi-
nheiro, e encnnlrarn urna franqueza, que cuslo-
so encoulrar-se em iiuem principia com somelliau-
le genero.
= Vende-so na ra Dircila, sobrado do nm an-
dar rom varanda do pan n. 33. doce sern do caj -_
lambem lem mangaba, liman, o lambem do calda. |'hl e oulras mudas qualidades-.assim como se.-irran- LlIlldS ll 1UUIS. 0 COVHllO.
jam banilojas de bolinhos, lano altas como rasas.
rom ramos, figuras, ludo dn goslo do quem quizer: Noarmazom do fazendas da na do Queimado n.
tambea so fzem pastis de nata do carne, balosVe !!, ha una grande pechincha de chitas escuras l
diversas qnalidades, arroz de leite, ilnco d'ovos o' as do lilas Ihas pelo baralissimo preco de 160
Corles de colletes
baratissimos.
Vendem-se corles de rolletes de fuslao a 400 rs.,
e_muilo linos a 1(280, assim como ditos de gorgu-
rao, pelo diminuto proco de 29 ; a elles, que se
eslo acabando : na na do Ouoimado n. 22, na loja
da Boa F.
al*s
LOJA DA BOA FAMA.
\ emiem-so por proco que taz admirar nffulssimaa
Otas la\ radas de lmla> u coros o larguras, lilas lisas
com pona o sem ella, bieos bramos do seda de mui-
to lindos padroes o do Indas as larguras, tramnias
abortas do linhn para babados a 120 o 160 rois a vara
jarros para flores a2g o par,atacadores ou enfladores
de seda de todasas cores para voslidos.dilosproprios
para espartilhos, tesouras do tudas as Dualidades
asmaisiinasqiie be posaiveleDcontrar-se.agulheiros
demarfm o oulras mnilas qualidades, lilas de vel-
ludo de todasas qualidades, holeinhasde ci.....irca
muito lindas'para meninas de escnl.1, frasquinlio
comcardin.il a un Ihor cousa que lem apparerido
fitas a 160. i80.'200"e"l07eiso covado;"camb7a,a Sa^.t', mlnb'nAra','' IESSXJF!'*'? f',"r"-
I ua. polo muilo barato proco do 2g. Iraiu-inhas de se-
a de todas as cores muilo lindas proprias para en-
feilarroupuihapara meninos e meninas, e outras
muiiissmias musas que so aflanca veder-se ludo
por preco baralissimo : na ra dnOueiniadona bem
contienda loia de miudezas da boa fama.
adamascadas para rorlinados de camas, nocas de a.
2tl varas a llj'cda urna, grvalas prelas e oV cores ?.";.*! *!5S.e!Z! ""'"" l,nd;,s Pr"l<"
com molas muito Unas a 800 e 1}000, ditas sem
ellas a 800 c lgcada una, ditas com molas muitn
tinas a 19600, lencos de seda com algum enfeiln
a 800 res cada um, grosdenaple de cor de boa
Jualidade a 1}800 o covado ; cortes de casemira
na a 6J, dilos de meia casomira a 2$, ditos de di-
ta mais Una a 2$600 cada um,cortes de brim de li-
nho a 12700 cada um, cortes de gorgurao para col-
otes a g cada nm, dilos de merino bordados de
lindos gostos 4$5O0, ditos de casemira prela borda-
dos a 3..>00 cada uin, cambraias lisas de 8 varas a
Relogios
de ouro patente ingle/, de umdos il
melhores fabricantes de Liverpool ?vj
ehegados nltimamente pelo ulti- *^
mo paquetee alguns de nova in- "7
vencao cohertos e descobertos a "V
vontade do possuidor em casa de
Arkwright & C na ra da Cruz
Manguitos para sephoras e me-
ninas.
Manguitos bordados do cambraia lina transparen-
te, para senlioras e meninas, pelos haralissimos
procos de 1j o ljOlfl o par, pecinhas de enlremeio
de mui bonitos bordados a 18600 : na ra do Quei-
mado, nos qualro cantos, luja da aguia branca
n. 16.
Carteiras grandes com chaves.
Vendem-se por proco muito barato rarleiras
grandes com chave, proprias para guardar dinheiro
e letras : na ra do (.luoimado, na bem mohecida
luia do miudezas da Roa Fama u. I3.
Luvas de lodas asRS?~
qualidades.
Vondom se pulsoirasdo froco onfoitadas com fi-
lase lucos do soda, polo baralissimo proco do 3g :
ua bem ennhecida loja da Itoa Fama u. 33.
Veude-se superior linha de algodao, brancas e
dn coros, em novillo, para costura : em casa de
Seuihall. Melbu & I'.., ra dn Turros n. 38.
,1
s prelos e de cores
com vidrilhos..
Cliampagne.
mesas e Con-
ao.
\a ra larga dn Rosario, passando a liolica do
Sr. Ilailboloineii. a segunda loja de miudezas a. 40,
lem para vender rap lino muito fresco, dilo Paulo
Cordeiro, dilo grosao, dilo meio grosso, dilo do
Lisboa, dito princesa da fabrica dn lincha, o lodos
estes rapes vciidem-so om oilaras e libjas: na
mosma loja rende-so linha de carretel a 200 rs a
duzia, c o rarrinho a 20 rs. ; vendem-se lambem
labvriulhus frauce/os e bieos da mesma qualidade,
proprios para luallias e fronbas, e militas mais
miudezas todas em omita ; d-so amostra para as
senliorasescolher a sua vontade: cboguein fregue-
Na loja d'aguia branca acharao as sonhnras de *** 1,0V1"" e barato,
bom gosto um'lindo enoro sorliineiito de enfeites ,., *,,,",e-seo aillo r.hacao, ua estrada de San-
pretosede cores com vidrilhos e de mui bonitos!, "" e,""" Pr,lm0 o Poco da i'anella, com
desenhos aos baralissimns procos do 4, 5 e 69; na I casa "'' ,,ve"*5. ",na "" Senzala para es-
, ra do Queimado, toja do miudezas d'aguia brama '.ravos,- e. ,in,a exrellenle esirihana. tendo dnas op-
it i in timasoaias para ptentecaodeeapim: quem o pre-
vuiiPrf pict. nc rnnciv. ..e oe^,.. j londer, dirija-se a ra d Sol u. 23, segundo andar,
VUIOPF. R PASTA DE f.ODF.INA l)F. BERTHfi. ,, a ra das Cruxcs n. 3(. primoiro andar, qu
As propnedades notareis do Xaropf. e a Pasm acharJ com quem tratar.
de iimim lem sido propaladas polas sabias ex- = Vendem-se molas o rodas para carros, lanter-
penenrias clnicas a comparativas do MMExnnt, oasrelas para dilas, culleiras mestras, ditas fal-
llMiniKii h'AMHNs, Wm.i.iams CiiKnoHv, Hartir Su-! sas. bridas, bridaos, chicles, ele., vaquetas muito
i.ox Btc moiubrus do instituto de Franca, da ac- i grandes o de superior qualidade, para cuberas de
doinia de medicina, e modicus dos hspitaes do carros, ua roa Nur.-i n. 61.
Pars.
As experiencias coiiiirmailas polis recentes nb-
serraeoes dos Srs. A.BAH, VioLA, ti. DoaOST, profos-
soros da fariildado de iiiedicina de Paris, mdicos
dos hospitaes i|,. Paris ele, ole., tem demonstrado
que o Naiioim-: o a Pasta de CODGIIU de Bi.iirH: sao
OS remedios mais ellicazes para todas asdores nervo-
sas, agud, e as rezos lio rebeldes ; e quo alfroxa
com iima rapidez iiiararilhusa, os accessos eoose
uliros e que tanto oaiisain, do i.vtaiiiiiio, da tussk
Ibl'da PIITIIISICA PCLMONAII.
de Comisa de Iti-.urin. en-
coiilraiu-so em lodasas phannacias de Franca o do
ealcangeiri
Para
Livraria econmica.
N. 2RA DO CaESPON. 2
Defronle to arco de Santo Antonio.
Manual de contas.
33500,4$, 4S400, 4g800 e 5$500 a peca, ditas tapa-
das com 10 varas a 4$, 4$500. 5g800,6g5O0 e 7$200
a poca, cortos de organdys, fazonda muito larga e
lina a 2gWKI, alpaca prela rom 6 palmos de largura,
propria para samarras e-capas do padres a 800 rois,
chales do lia linos rom barra matizada a 4g5O0,di-
losde merino lisos a 43800. ditos de dilo bordados
a b200 rada um, loncos blancos com barra de cor
a lOOe 110 rois cada mi, dulas francesas para ro-
bera a 210 reis o covado, brim branco de listra de
puro linho a 800 rois a vara, dilo de lindissimos
goslos e superior qualidade a 15440 a vara, dito
branco muilo lino a lg280 e 1gi00 a vara, cassas
wan?ul 1ndrfSS"""S fSif a300/-"*' a ha para\eder madapoln lino com pequeo loque
rara, mussolina do cores a d2 o covado, dila. en- do avaha a (3 e 43500 ocra ateodao hrai
SSbummn0 ?-*>' HaSeBn PCT '^Sm- ,6V"M a "* 2W>!oT^00 a perl
5*00.'ifraOU e4S o curado, panno lino azul o cor
de rap do superior qualidade a 5S o covado, dito
preto a 2$800, agaOO, 4g, 4j800, 5 e 5J500 o co-
vado, alpacas de seda de superior qualidade a 900
rs. o covado, rolos de bretanba com 10 varas a 2$,
aloalhado largo muilo liuo com bonitos lavoros a
18280 a vara, luvas de fio de Escocia brancas e de
cores a 320 o par, cambraias napolitanas roas o
azucs de quadros a 360 a vara, ou 220 o covado,
riscadinhos francezes de quadros a 180 o covado!
bramante muito largo a 2400 o covado, velbulinas '
do lodas as cores a 720 o covado, meias cruas para '
omern a 160, 200, 360 e 400 rs. o par. dilas para
**ihoras, de todas as qualidcdes, palelols de alpa-
ca ?reta a 5g, dilos de meia casemira a 8J, dilos
de p(
Acaba de chegar A loja d'aguia branca um novo e
completo sorlimenlo de luvas de lodas as qualida-
des, sendo as verdadeiras de Jourio brancas, cor do
canna e prelas para houiein c senliora a 2S500 o
par. lisas de seda brancas e amarellas para senliora
a 1S280 o par, dilas com borllas a 18600. dilas
bordadas com lindas palmas a 2, ditas mui finase
bonitas onfeiladas com palmas e bieos a 29500, di-
tas piolas lambem de seda com palmas e bieos en-
Para compra e venda de sssiiear algodao couros ?"aaas ,0,u vidrilhos a 2&500, ditas com palmas e
oulros objeclos do poso, obra minio recommeo- ,s a 2S e 'S600. uili,s tarcal mui linas com
darel a Indas as possoas que nogociam com ditos Pa mas de vulrilhns a 2g, dilas lambem linas com
gneros, e aos seuhores de engenlms, pois rom um p "as de relr,,z e li3',s a '3500 e 15200, dilas de
lame de vista podem saber o importe de quaesquer 52U,,*f' menM a **, dilas para liniiiem a
porr.io de arrobas e libras, o que pelo inolbodn fS. ; assil" ''""'" lllll"ls oulras de diversas qua-
usiial levara mais lempo a fazer ; 1 volnm* bem 'Ja,l''s. ,1'0IU0 delta de Escoria brancas o de coros,
encadernadn por 5S vendo-so na livraria cima
indicada.
Iid.nl.
: brancas de castor, mui boas o fortes, o de algodao!
proprias para montara e guardas ascionaes, aua
(irailflc IIPfhllfh-1 mm .;., i -m? ****** 13 "l 320 o par: na ra
', Hlllf.nil, ( OI11 aVUna. doyueimado. nos qualro cantos, loja daguiabrao-
fc Ka loja do Preguira, na ra do Oueimado n 2 |,a 16-
^;!!PMilM1MiTllIEMlDS
MACHINISMO
------_-------------------. ~ ......<-. muilas in
zonoas qn> se deixam do mencionar, e se venderao
p1"r, a|,S!'mosfrutos: o se daro amostras com
= Vendem-ee pipas novas de Lisboa por 15a
no caes do Rara.s. armazem n. 2.
Xa fundico de ferro do engenheiro Da-
vid AV. Bowman, na ra
do Bru, passando o cliafariz.
Ha sempre um grande sorlimenlo dos seguintes
objeetos do mecanismos proprios para engenhos, a
a saber : moendas e meias moendas da mais mo-
derna eonstrucco ; lachas de ferro fundido e bali-
do, de superior qualidade e de lodos os tamanhos ;
rodas domadas para agua ou animaos, de todas as
proporeoes ; crivus c bocea de fornalha e registros
de_ boeiro, aguilhoos, bronzos, parafuzos e cavi-
ladas, moinhos de mandioca, ele. etc.
NA MESMA FUNDigAO
Visporas e dminos.
Visporas em bonitas eaixiuhas de madoira enver-
?Sm l"' "l ''""fM a-S. em oulras caixinhasa
i -nn e, 3. dminos mui bem feilos o seguro* i
I30OO e 1 JiNO ; na ra do Quemado, loja d'aguia
1 branca n. 16.
i Nova invenido aperfeifoada
DE
Bandes ou al mofadas
de crina para penteado deltB* ?
ilar a falsilicacan dove-se exigir em cada
vidro a assicnaiiiia, e o SOU I'-krthk.
Dirigir os pedidos om grosso .i cata Mksieh & C."
n. 37, ru Sanie Croic dt la Brelonnerie em
Pama.
Ulanguilos.
Vendem-se manguilos de Ambraia bordados pa-
ra meninas, pelo baratsimo proco de la o par,
ditos muito finos para senliora a 2s5O0o 4S o par:
na na do ueimadn 11. 22, na loja da Boa t.
Aviso.
No armazem do Adarasan, Hoxrie,&C.,rua do Tra-
picho n. 42, vende-se sellins para homem e senliora,
arretas prateados para cabriolis, chicles para car-
ro, collonas para cavallo ele
MMNM
cohertos e doscobertos, pequeos e grandes, de ou-
ro palele ingloz, para homem c sonhora, de um
dos melhores fabricamos de Liverpool, viudos pelo
iillimo paquete inglez : em casa de Soulhall Mel-
lors & C*
Na loja do aterro da
Boa-Vista n. 00.
Tem um novo sortimento de casineta
de cores rom um pe turno loque de mo-
buratissimo preco

I fTT-TTTTT"i~5~'TrTi.A^
Kissel, rolojoeiro franco/, vendo relogios de <
c* ouro o piala, comerla relogios, joias o niusi- <
^ cas, ja aqui be ooiihecidn ha mullos anuos,
~, hlela lio paleo do llospllal II. 17. 3
A5.i.%t t i i i J IX-JL3J*. i i.ls.ttti.i.i.1.9:
Loja das seis portas
EM
Frente do Livramento.
jaleas de subslancia.
Vendo-so una rica almnfada de bordado de
siufn de amansarla, ricos tpelos para candelabros
' lanteriias, todos trocados, por proco muitn em
COMa, e 2 lencos lindissimos de laLvrinlho : no
grande armazem de tanca da ra larga do Rosario
n. 28. so dir quem vende.
Vende-se arroz pilai
qualidade, saceos do farota, e de airoz, oleo de ri-
rino em latas doMO libras, ludo pnr proco commo-
do: na ra do Vigario n. 5.
Vendo-so banba do pono derretida a 480 rs.
libra, louciuho grosso a (Mil a libra, linguu a- muilo
superinresa billa libra: na rila do Itangel n. 35.
Figoeira.
Ferreira & Harlins com armazem na Iravessa da
Madre do Dos u. 10, lem a venda O iiiolbor vuiflh
da Figuoira que vein a osle mercado, em pipas,
meias pipas o barra do 5 ", osles ltimos muilo pro-
prios para casas particulares, desembarcado hoje
do brigue llrlampiign, proceden le do Lisboa a
qualidade mui superior e o prora acenmmodadn.
Eslojos finos para homens
niquissiino sorliinenln do eslojos com lodos os
propalas para barba, com as mais linas iiav.ilh.is
que lem Minio a osle morcado, dilns para viagem :
na ra Nova, loja do Vianna.
wm
le-nos tle bandejas
em Ionios e avulso, .polo mais baralissimo proco
que se pode oucoiilrar : na ra Nova, loja do
Vianna.
Vendora-se oilo arrobas do doce de caj sec-
co.de muito boa qualidade, por proco muitn em
conta : na Solodade, casa n. 9 no principio da as-
Irada dejte do Barros.
Vinho Bordeaux.
Em rasa de Henr Brunn J C, ra da Crnz n. 10,
vende-se vinho Bordeaux do dillcrculcs qualidades
como l.afullo. Oh, l.eoville, l.s. Julicoii, om caixa
de nina duzia unr lualo prec.0.
FABRICA.
de machinas e caldeiraria,
FUNDICO
de ferro e bronze
de Francisco Antonio Correia
Cardoso.
senlioras.
Na loja de Leite J Irma'o, na ra da Cadeia do
lenle n. 48
se executao todasas encon,mondas com a superio- 7 Arad$ pncanos e machinas pa-
ridade j ennhecida com a devida presteza e com-',Ia ,avarrOupa : em casa de S. P. Johns-
modidade om uroco. |ton & C. ra da Senzala n. i2.
Sellins inglezes.
r.ranndosorlimenlo de sellins inglezes rhegados
a esla loja de ferragens, em porcao e a relalho,
polo mais baralo preco do que em'qualquer oulru
armazem : na ra Nova n. 20, loja do Vianna.
Esle anligo estabelerimenlo ach.i-se eollocado
no grande ediOcio construido para esle lim pelos
1 Srs. Mosquita & Dulra, na ra do Brum n. 2S. em
nri.,T PI Preto para lodos os procos, mana : fr.....P ,-,',rset.al do marinha. Nn mesmo i-sbe.
&^\^ELVT&'S&Z&mm l-''""'" acharan sous numerosos freguezes e
m*FZ!S2*VfiSU2i 1".1." 5* .*'*." 1mi;-'"s """lPre P>-<"nptos : alambiques de cobre de
Idi-brinc l ?l?^\^Xl' T ''" 'inalquer lamanio. simples e conliunos. que alian-
seda brancos e encarnados aSOOrs., camisas fran- ,,,, ^u bom ,raba|hn, e podem dislilr3 a I pi-
.1:1. 1 1 B -i O. ^J. 1 ^ tL (M 1. A J---_________!
rs. o covado, ditas francezas muilo largas para ro-
bera a 20 rs. o covado.
As victorias.
Acham-fo venda os mais lindos padiws de vir-
arroz pilado muito novo e de boa !j''f JV ,",ali':"los 'isn'; pe'" ba pro.;,, do
100 rs. o covado na na dn Ijueiuiado, loja dn so-
brado amacollo n. 29 ; esta fazonda inleirameiilo
nova, por issodo-se as amostras.
Vendas.
Bologins do miro e prala, cohertos e descoberlos,
palele ingle/, os melhores que exislem no mer-
cado, o despachados buje, vendem-se por 'precos
razoavois: noesrriptario do agenle Oliveira, ra
da Cadeia do llecife n. 62, prmeiro andar.
Herhegado a loja do Leronte, atorro da Boa-
Vista ii. 7 excedente taita virginal de rosa bran-
ca, para refrescar apello, tirar pannos, sardas e es-
pinhas, igualmente o afamado oleo babosa para lim-
e fazeferescer os cabellos; assim como p impe-
rial do Ivrio do KIorenca para bnrtaojas e asperida-
dos da pollo, conserva a frescura e oavelludado da
primavera da vida."
Manguitos para senlioras e
meninas
Vendem-se manguitas bordados de cambraia pa-
ra -enhoras e meninas, pelo baratsimo proco Ue
lg o par.ditos muiiissimo Anos a 3 e Sg. dilos do
lil de linho muilo linos rom lindissimos bordados
a 5a ; i-inibem se veudem gullinhas de cambraia
bordadas muilo linas e as mais lindas que se pode
eiicoiiir.ir a :i o 1$ : ua ra do Queimedo, ua bem
i enlucida loia de miudezas da Boa Fama u. 33.
Chapeos enfeitados.
Tem na ra do Oueimado, loja de 4 portas n. 37,
todo sorlimenlo de chapeos para meninas, de seda e
de palha ricamente onfeilados, ditos para sonhora,
de palha e de fellro, enfeiles de froco para 3g900e
6g, dilos de relio/ rom vidrilhos pretos e de coros
a 49, gravalinhas para senliora, de froco, a 2g, e
todo o sorlimenlo de chapeos de seda .dilos de snl
para homoiu e senliora, que ludo se vender por
monos que em oulra qualquor parle assim nsfre-
gue/es loiiham a hnndade de comprar ; lambem se
encentra um sortiiueulo de focos para 4 e 2$.
Toalhns de. linho para mesa.
Na bem conhecida loja de qualro portas, na ra
do Queimado n. 37, lem para vender um completo
sortimonlo deslas toalhas, as quaes se venderao
conformo os lamanhos, e por preco multa com-
modo.
Ra da Senzala Nova n. 42.
Vende-se om casa de S. P. Jonhslon 4 C raque-
tas de lustro para carros, sellins e silbos inglezes,
candeeiros e caslicaes bronzeados, lonas inglezas,
lio de vela, chicote para carros, e montara, arreios
para carro de um e dous ravallos, e relogios d'ouro
patente ingle/es.
= Vende-se a propriedade do 4 andares e sotao,
na ra da Cruz do Becife n. 53, pertencente aos
herdoirns do Tinado Jos (encalves r.ascn : os
Erelendentes podem appareccr na ra Imperial i *
2. defronle dn viveiro, das 8 at as 10 da manha *
edas 2 al as 5 da tarde : a tratar com Antonio "
Goncalves Pereira l.ma a venda do dito predio.
Abridores de luvas
ditos de alpaca prelos a 4 e 59, dilos de casemira
de cores a og, dilos de fuslao de coros a 5g : a loja
est aborta das C horas da manha s 9 da noile.
Bonets ricos para meninos
Vendem-se bonets de panno muito linos e de
velludo o molhor que se pode encontrar, tanto un
como uniros ricamente onfeilados para meninos
pelo baralissimo preco do l o 6g rada um na ra
do i.ine,mado. na bom conhecida loia do miudezas
da Boa lama n. :!:!.
Cognac.
Cognac superior em caixas de urna duzia, vende-
Meias de borracha.
CHEGDAS LTIMAMENTE NO NAVIO FRANCEZ.
Na ma do Quoimadn, ua bem conhecida loja de
miudezas da lloa Fama n. 33, j tom para vender
Eor preco barato as muitu procuradas meias ea
orracba, nicamente proprias e approvadas pard
toda e qualiLuer cuchacn ns pomas.
l'Al'.ETOTS.
coustruoco possivel, caldeiras, tachas, bombas e
cobres .para engenhos, bicas e canos ,de qu.ilqiu r
melal para dilos, casas ou navios. Faz e concert
machinas e bombas de qualquor natureza que soja,
enm a brevidade e perfoic.io pnssivis, e lodas as
obras perlencentes as arlos de que consta sua fa-
hrira o fundico de ferro e bronze, romo sejam :
s moendas e meias moendas para rana, de qualquor
I, lamanho c qualidade, rrivos e portas de fornalha
para assenlamontns do engenhos, dislilaries e for-
iios de padaria, booiros e rezistos para ditas, agni-
liioes de forro balido o fundido, cruzlas o parafu-
sos para rudas de agua, rudas de agua ludas de
ferro ou para cubos de madoira, rodas dentadas
angulares o direilas, carretas ecruzelns para meen-
' das de qualquor lamanho, eixos. trilhos e mangas
i para carrnca. simples e utepatente, mancaos para
estrada de ferro, escovens e bolenetes para navios,
e ludo mais que possa sor preciso o ulil para o a-
liriro do engenhos, casas e navios, de cobre, bron-
ze. ostanlin, lineo o chumbo, (erro balido ou fun-
dido por ler oa diroeco do sous Irabalbos, um dos
melhores e mais amigo eugenheiro e machinisla
inglez James Spiars. Nao poupando o dono desle
estabeleciinento exforros e fadigas para bem servir
sous numerosos freguezes e amigos, c lodos os se-
izercni honrar com sua con-
Vendein-sc paletotsde brim de puro linho, bran-
cos o pardos a 5 : na na do Ouoimado n. 22, loia "nores 1u>' ms 'I"
da Boa F. ^"C
Camisas inglezas.
Maia Innaos.
Em sua loja de rhapros do arco do. Santo Antonio
offeroce nos pul das educandos do collegio das ir-
roaas de caridade, chapeos proprios para o uso das
mosmas educandas, e por procos muilo commodus,
Vndese um carro de conduzir
gneros : no caes do Ramos n. 14.
= Vende-so um cabriolel de 4 rodas, de gusto
moderno e patente inglez, com seus competentes
arreios para um ravallo a tratar e ver a qualquer
hora na cocheira do Sr. Guedcs na ra do Cano.
Vendem-se superiores camisas ingle-
zas: na ra do Collerro loja n. 5.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes de patente-
no armazem de Augusto C. de Abreu, ra da Ca-
deia do Recife n. 36.
a 1^500
Na ra do Queimado, na taja de miudezas da Boa
Fama n. 33.
Esctavos fgidos.
No dia 14 de-agnslo do anno prximo passado,
fugiiam do engeiihoSele anchos, (reguezia de
Nossa Sonhora da tacada, comarcada cidade da
Victoria, os seguintesescravos: liamiao.crioulo.de
25 anuos do idade puuco mais ou menos, aw fula,
beicos grossos meio ambilados, lem urna cicar /
na testa urovenienlede uincoice de animal, pomas
Unas e alguma cousa arqueadas para fora, esmalma-
do, o.-pailuado, altura regular, e est bucando ago-
ra. Jacinthn. criolita, de28 anuos de idade pouco
mais ou menos, altura regular, cor prela, ponra
barba, beicos grossos e faz corlo geito na bocea quan-
do falla, tem una cicatriz em urna das faces, pernos
linas, esmalmado, fuma, e locador de viola. II
prmeiro foi com prado ao Sr. Joan Francisco Barbo-
za da Silva Cuoiar, o segundo dii que tai escra-
voda familia do Sr.Jbo Nudos, da faseadado Sitio,
em Paje de Flores ie comprado na prara de Per-
nambuco. Consta qde dilos escravos estaffem Pa-
je de Flores por portadores que mandei ede l vie-
ram : roga-se as autoridades policiaca e espitaos do
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Bemardino Barbnza da Silva ou na praca dePer-
nambuco aos Srs. Manuel Alves Ferreira4 Lima, na
ruada Muda n. 3, segundo andar, que seraore-
compensados com a quantia cima.
PERN.:--Ti-p
r

-t
M.F. DP.FAKU.-lt8t.
f*~:-
,
k I
II A aPiZ-V

i
"


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ERUVEL7DS_98ZV77 INGEST_TIME 2013-04-26T22:41:56Z PACKAGE AA00011611_08071
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES