Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08070


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Full Text
AJIIfO XX*V. NUMERO 123,

i
i
Por tres mese* auUantados 4$000.
Por tren meses vencidos S$0OO.
DIARIO
SEGI Al)A FEIRA 30 DE MAIO DE 1859.
Por anno adiantado ItSJOOO.
Porte franco para o rahscriplon
PERNAMBUCO.
ERCMaElaDOSJ DI SUISCRIPCIO NO NORTE.
Parahiba, o Sr.JooJRodolpho Guios: Natal,o Sr. Antonio
;. PtRTID DOS CORREIOS.
Oliuda todos os das as nove e meia horas do dia.
Iguaiass, Goianna e Parahiba as segundas e sextes-feiras
S. Anteo, Bezerrus, Bonito, Caruar, Altinho e Garanhuns
as Ierras feiras
Marques da Silva; Ariealy, o Sr.A.de Limos Braga;Cear.l Pao d'Altio, azareth, Umoeiro, Brejo, Posqueira, Ingazei-
osr.J. JosdeOlivei*;Maranho, oSr.Manoel Jos Marlinsl ra, Floros, Villa Bolla, Boa-Vista, Ourioury e Ei as
Kihoire i.uimaraes^Pif uhy, o Sr.Jos Joaquim Avolino; Para, quartas (Giran
o Sr. Justino
Costa.
J.
Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Cabo. Sorinhcin, Bio Formoso, Una, Barroiros, Agua Pre-
la, Piniouleiras e Natal quintas feiras
(Todos os correios partem as 10 horas da manha.
tUDIENCUS DOS TRIBUMES DI CIPITIL.
Tribunal do rommorrin: segundas e quintas.
Relaoo: lonas (oirs e sabbados.
Pateada: torcas, quintas o sabbados as 10 horas.
Jnizo do oommercio: quintas ao moio dia
Dilodo orphos: torras G sextas as 10 horas.
l'rimoira rara doeivol: torcas g sosias ao uipo dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao ni.io dia.
EPHEMERIDES DO CZ DE 1110
2 I.ua nova as 7 horas* 15minutos da larde.
0 Quarto crescenle as 2 horas e :(! minuto da lardo.
IG I.ua elioia as 0 horas o 7 minutos da lardo.
i Si y uario iniiguanlo as M horas c 30 minutos da larde.
PBKAJIAR DE HOJE.
Prinioiro as I horas e
Segundo as 2 horas o
18 minutos da manha.
-i I ni i nulos da tarde.
OIISDI SEMIKI.
190 Segunda. S. Fernanda rei ; S. i'elis p. m.: S. Gabino.
M Terca. S. Petnmilla v. ; S. Lupicino b. ; S. Caeta.
1 Ovarla. S. Firmo m. ; S. 1'olinlo; S. Sovoriano b.
2 Quinta. *J< Assoiiraodo Senhor ; S. F.rasnio b. m.
:t Sexta. S. Ovidio b. ; S. Paula r. m. ; S. Devino m.
i Sabbado. s. Francisca Caraeioln s. Quirino b. m.
"i DudiDSO. S. Marciano ni. ; S. Bonifacio b. m.
ERCIRRECIOOS DI SUKCMPCiQ 0 SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Paleto Dias; Bahia, o Sr. Jos*
Mai luis Alvos; Rio de Janeiro, o Sr. Jno Pendra Marlim.
El PKBNAMBUCO.
O proprietario do DIABIO M a noel Figneirna de Paria, na
sua livraiia praca da Indopondoncia ns. 6 e 8.
EXTERIOR.
sera exemplo na historia i Tornou-so a comecar i ao arrojo enluusiasta da Allooiana. Com a proteo-. e nao ella segu-amonio que pudo sor acensada do
suidamente a dar mustias de urna iiiiraizade que cao de Daos marchemos pela patria.Dado em Vi- haer lonladn bu r rouaaeer a lenibraiica das anii-
crescia de auno para anno'; provocou-se por lodos jonna, minha residencia o capital do nicu imperio, a gas lucias e rivalidades histricas. Todo quanto
" de 1890. | ella lem exigido al aqui, e os tratados eslao de,,,.
FrancittoJott. aceordo com os Sons votos, era que OS estados da urna confianca igual aquella que as dictou
Pennsula gozassem de nina vida propria, e uio : Recebe!* ele.
issim como lias Vafeirxii.
conlar cooisigo: ----------------
_ Manifest no quali o imperador Napoh-o oxnoo I os nietos, c pelos raaia dcsleaes urna agitante peri- | 8 de abr
llanca o estado da bituaco : gosa ao repouzo e ao bem estar do meu reino loni-1
Francez.es!.Vlvu-lria ; (azendo penetrar o seu bardo-venezano.
exercilo era lerriloi o do nnsso alliado o rei de Sar- Saliendo bem ludo quanto devo a paz, csso bem O coude de Walewsk, ministro dos negocios os- livesscm nos negocios interiores,
densa, doclaroii-no a guerra o violn dessa ma- precioso para meus poros o para a Europa soitri trangeros do imperador Napoleiio, dirigi a 27 de I suas relajos exleriorcs, sanio
os losar a una verdadeira apreciarlo da siiuaco, religiosa e que recouhocem na Ierra un mesmo
O anima-los, no ipio lhosdiz respeilo, sobre assuas pai espiritual, acliam-so infelizmente em lula.
ennsoqueuoias, torna-se-ine dillicil suppr que o I) canho troa nos campos i fortalezas da ponin-
ov.irnode... nao acccilc as nossas cxplicaees com Bula itlica, levando a morle as tupirs austracas,
fraucezas c sardas.
Todos os esforcos da diplomacia (oram impoten-
tes para conjurar lio grande calamidado que bein
grandes potencias proleslaram ciencia "ao eslava anda osgotada, quando as me- ; da Franca, acerca do estado da siluaoo
.'gross.iu. i didas de soguranoa neeossarias, que me obrigou a | Eis a traducoao d'esse importante documento
noira os tratados oh justica, aiuearando as nossas', com paciencia csses novos ataques.
(ronteiras. Tudas a
coalla siiuillijiiie ggre
Mavendo o P emouto acceilado as coudices' loniar-ncslusollimos lempos o excesso de sordas I Senhores.A cummuiiiearao (oila, por orden cireumslheias colloearam a'AosIria, para eoiu as
que dovrfim asftogii ar a paz, qualpoilcr ser o mo-' provocacoes, i|ue se reproduziam as (ronlciras c| de S. M. I. ao senado e so corpa legisislivo, ilis- diversas potencias da Italia, e'm nina siluarao que
Uvo d'osla roponli a invaso 1 K porque a Austria "IPSI"" "oinleriordo minhas provincias il,ilianas,(o pensa-mede Iralar de novo acerca dos incidentes, nicamente considerada como repugnante, i
lemii as eottsaa a al owronio. que iicossita eslen- ram exploradas de novo pela Sardeuha para conli- I que leu preoecupado a opiniao publica ha algumas So a Sardenba eseapou al ao presente a nina
der o son dominio al aos Alpes, ou porque a lia- I nuar ulua conducta mais hostil anda
Noscioquoa este respeilo em l.on- CORRESPONOENCIl DO DIARIO DE PERNIR1BUC0.
oros, llorlin o s. IVlorsburgo se ponsa do muir
manoira que em Paris. Soja porm como dr, as
podo anda estnder-sc por loda a Europa sera que
a ningnem soja permitilo calcular os resultados
que tora.
Fin 18S (oram os poros que levados pelo en-
lu so ache guardm a al an Adritico ; por isso que Disposlo intoiramenio a ler em coala a mediacao
qualquor pon;oo d terreno que se manlonhi indo- uen'rola das grandes potencias amigas para a niu-
peiidenlo n'aquelb paiz, c um porigo para o seu po- OOteacio da paz, consent em tornar parle em um
der. COngresso das cinco raudos poleooias.
Al agora s i oderaro foi a norma domen Respeilo aos qualro pontos propostos pelo govor-
procedimenlo; lu e a r-uergia o inou primeiro no iaglez, e Iransmiilidos ao inoii como bases das
dover. Arme-so ,i ranea, e diga ihoia de resolucao! "egociaccs do congresso, aceilei-os com a enndi-
a.v IHIIH..ICIiw. iui_er,
Fui-opa :->oasj.iro a couqiTislas, maVqiero coi-: ,-'ao .'^e podessem (acuitar a obra de urna pazm que recabe 7aS|pOnsaBuaaae''^"acoeci-1 ma semelbanle reserva, sonhore-J, qoandoj"sub^tuido no?iI rM^'*m^B?,f!I!fn\i'J
servar sem a inen. r quobra a minha poltica na- verdadeira e duravel. menbis. se traa da Sardenba, lorneva-se como u ..... S q
cional o Iradicioua ; cumpro os tratados comal .Porm estando convencido que o meu governo
condiceio de que i inguem os violar contra mim ; [ "ao ^eu nenhum passo que podesse conduzir, neiu
respeilo o lerritori
A minha pa-1 abril urna circular a todos os agentes diplomticos mesm
l'iuis, do maio ( it noile. )
A partida do imperador para o exordio anda nao [l>sasmo de urna liberdade, laicas mal entendida,
osla anniineiada, mas nao podo deixar do se-lo milite i '''vaofram-so contra seus legtimos soberanos, boje
breve, pois que medidas que au deviam ser toma- 'l"'"1 l'"1" ";l geerra da Crimea, sao osles mseme
das senao no ultimo momento (oram annunciadas "eberanos que dominados pela amhicao ou polo ur-
lo-se que a iuipe- B"'bo, inarehain mis contra os oulros sem allonde-
a coailjiivacao do ror" a,,s gemidos da humaiiida
pie peui en
i aleiu de todas as garantas que podeni oterecor a
It.lWK) horneas j se acham no Ihoalio probidado e elesarao do carcter, as pessoas inte-
. ma modilicaco parcial (oi (oila ao mesmo lempo "* i'"'na '- brovemenle mais de "m milhaii estara ressadas na empieza mi pnderam oblor entro nos
p.rador poder submoller, sem recoio a aprecia- oulros gabinetes, indicar-llio o nial qua liana a no ministerio? M llover, ministro da jusii.a, .., PromptoS em diversos psiies para nolla toiuarem I a quantia de 200 conlos que para a realsa, ;. en
-uropa a quesiao de saber qual a poiencia ; coingir. / nomeadoseeador e vire-nresidentedo sonad Vite Part" c "ecessdade, mesma precisasam 1
II imperador da Austria, o imperador da Franca | l)o digno administrador do cemlerio publico dos-
ier com as armas na inaos, permaueceni na mise-
ria o no abandono !
Bem que depois das correspondencias do Sr. Bap-
tista, os monopolistas das carnes verdes lenhan (ei-
lo baixar mu pouco o preco das, mesinas, todava
coaserva-se este anda bastante alto com grande
sorTrimento da pobreza, sem que haja ra/ao que tal
justifique, pois que lomos (ido chovas em abundan-
cia por todos os lugares da provincia
O poro pornambucano bemdir cordoalmenlo a
quein o livrarde lao grande oppressa.
Consta-nos que por nao se podereui obler os rapi-
laes iocossaros, deixa do sor realisado entre nos um
ulilissino uielhoramoulo aercola; a coiistrucco
de lima fabrica cenlral de fa/i-r assurar.
Nao obstanle eslareao promptas a sajaitar hypa-
dade aflicta, sem repa-l Uieea SOOeseraaoa e varios predios assim urbanos
em jogo seus propros i COMO rsticos na importancia de :I0 conlos doris.
junturas, 6 um grande alivio pan o governo do im- | ciento, ntloudondo as opinioes que eonhecemos aos l
e osdircilosdaspoleiicias neu- 'emolamente, ao rompimenlo da paz, exigi ao
mesmo tempo o desariuamenlo preventivo, que a I
causa de lod.i a desordem e do perigo que ampara
a paz.
nimiamente n instancias das" potencias amigas
dei a minha adhesao a proposta de um desarma-
mento gera I.
A uiodiaeao annulou-se pelas condiccoes ioacei-
lavcis que a Sardeuha punha ao se consenti-
mento.
Nao me restara pois seno um s meio de man-
ler a paz.
Maodei dirigir ao governo do rei da Sardeuha
unja iniiiiiae.'iu part que pozesseo seu excrcilo no
pede pa?. e licenccassc os- seus voluntarios.
Nao leudo a Sardenba accedido a esla exigencia,
chegou o momento em que o direto s pude ser
raantido pelas (oreas das armas.
Deiordem a meu exercilo para penetrar na Bar-
den ha.
Conheco loda a importancia desle (acto, e se al-
gumas vezes os cuidados do poder me teem atlligido,
por corlo neslc momento. A guerra um dos tla-
gellosda humanidade... limen coracao estremece
pensando nos lanos militares de liis subditos meus
cuja vida c bens estn ameacados por-este flagello.
Comprendido quo dolorosas sao para o meu im-
perio as provaces de urna guerra no momento em
que trabalha com mais alineo para oseudesenvolvi-
mento interior e que mais necessidade liuha que a
paz so mantivesse todo o costo para o levar a
cabo.
Porm o coracao do monan lia devccallar-se quan-
do lh'o ordenara a honra e o dover. O inimigo apre-
senla-se armado em nossas roiieiras, aliou-se ao
partido que advaga a dcstruicao geral, com o pro-
jeclo publicamente conhecido de apoderar-se das
possessoes d'Auslria em Italia. Acha-sc sustentado
pelo soberano de Franca, o qual, debaixo de pre-
textos que nao existem, se inlroracte nos negocios
da Pennsula, quo eslao regulados por tratados pro-
pros, e faz marchar o seu exercilo em soccorro do
Piemonle. As divisoes desle exercilo salvaramj as
(ronteiras sardas.
A cora que os meus antepassados me transmiti-
raiii-sem mancha, leve j de passar dias bem amar-
gos : porm a gloriosa historia de nossa patria prova
que mullas vezes, quando as sombras de urna re-
rnlucao, que pe em perigo os bens mais preciosos
da humauidade, ameacavam eslender-se sobre a
Europa, a Providencia se servio da espada da Aus-
tria, cujo resplendor dissipou estas sombras.
Estamos de novo era vesperas de urna dossas po-
cas em que as doiitrinas subversivas do Inda a or-
dem existente, nao sao smenle pregadas porseitas,
mas silo lancadas no mundo menino to alio dos
Ihronos.
So me vejo abrigado a desemhainhar a espada
esta espada consagrar a defender a honra e o liom
direto da Austria, os dneitos de lodos os povos e dr
traes, mas declaro (rancamenle a minha svmpa-
Ihia por um povo, cufo historia se confunde 'com a
minha, e que gei e debaixo da uppresso eslran-
geira.
A Franca mos rou o odio que liuha aoarchia,
e quiz eiilregiir-mi um poder baslaate (orle para
reduzr nulldade aquellos que prorocam disiur-
bios o araolinace os liomuas inoorrigiveisdos an-
ligos partidos que ncessauleuieiite Irausigem com
os nossos ininugos ; mas nem por isso abdicou a
mLssao civilisador
x Os nossos al ados naluraes teem sido sem-
pre aquallos qua d sejaiu o progresso da humaui-
dade : e quando a 'ranea desembainha a sna espa-
da nao para don inar, mas sim para dar a liber-
dade.
Portante, o II n desta guerra dar vida pro-
pria Italia, o ni a (azur mudar de amo: d'es-
la maneira teremo i as nossas (ronteiras ura po-
vo amigo, quo nos ser devodor da sua indepen-
dencia.
Nao ramos pa a a Italia promover desordens,
nem menoscabar t poder do padre sanio, a quem
tornamos a col loca no seu Ihrouo, mas subliahil os
da pressao esiraug lira que posa sobre loda a penn-
sula ; coulribuir para estabelocer a ordena sobre os
inUressos legitiirirls safisfintos. Vamos pois a essa
Ierra classica, illa Irada por Untas victorias, seguir
os cxemplos de nossos pais. yueiraui os ecos que
nos tornemos dignos disso I
Dentro em pouco irc collocar-me (rente do
exercilo. Deixo em Franca a imperalriz e meu lilho;
aquella auxiliada pela experiencia e pelas luzes do
ullim. irmao do imperador, saber conservar-se
seiupre. no altura de sua misso.
ConQo ambos ao valor do exercilo que ha de
permanecer em Franca, tanto para velar pelas uos-
sas Irooloiras, como para proteger o lar doiuestico ;
cotillo ambos ao patriotismo da guarda-nacional ;
confio ambos finalmente a lodo o povo, que lhes
manifestar o mesmo amor e a mesina adhesao do
que todos os dias recebo tantas pravas.
Valor o uuiap ; o uosso paiz vai mostrar mais
una vez ao munooque nao degenerou.
A Providencia ha de ahciicoar os nossos esbr-
cos, porque santa aos olhos de Dos, a causa que
se apota na justica na huraanidade, no amor da pa-
tria e na independencia. .
HnnUesto do Imperador da Austria.
Aos meus poros: Dei ordem ao meu ralentc e
Bel exercilo para por um lermo aos ataques que
ullimaraente chegaram ao mais alio grao, e que ha
anuos dirige o visinho-Estado da-Sardenba contra
os direnos incontestaves d.-Tminha coroa, c contra
a mviolabilidade do imperio que lieos me couliou.
Assim cumpri o meu penoso mas inconleslavel de-
ver de chefe do Estado.
Com a conscienca tranquilla possn levantar os
meus olhos para Dos Todo Poderoso e subraeller-
ine a sua vontade.
Aprsenlo chein de confianca a minhe resolucao
ao juizo imparciai dos meus contemporneos e'da
posteridade. Com respeilo aos meus povos, estou
seguro do ma assenlimento.
Quando ha mais >' dez annos o mesmo inimigo,
violando todas as regras do direilo das gentes e to-
das as pralicas da guerra, veio precipitar-se arma-
do sobre o reino Loinbardo-Veneziann, som se Ihe
ter dado motivo algum, c com o nico lim de so
apoderar dclle quando em dous combates gloriosos
(o derrotado pelo meu exercilo, so escutei a voz
da generosidade. eslendi-lhe a mao, e Ihe ofTereci
a reennelijeo.
Nao me apossei nem de urna polegada do seu
lerritprio, nao ataquei nenhum dos direilos.que per-
lencem cjroa da Sardenha, na familia dos povos
europeus, e naocxigi neuliuma garanta contra a
reprodcelo de acontecimentos anlogos.
Na mo que vei opcrUr-so em signal de recon-
ciliacao auella que en liuha sincerameoto offereci-
do e que loi aceita, julguei adiar nicamente a re-
cunciliacSo.
Sacriliquei paz o sangue que liuha vertido o
meu exercilo para defender a honra o os adireilos
da Austria.
Como se respondeu a esla generosidade, lalvez
couformidade dos seuliineiilos e da manoira d
proceder. A misso do conde de Coalev a Vienua;
a proposta do um congresso, emanada d S. Peten-
burgo; o apnio prestado pela Prussia a essas lonla-
livas do aceordo : a promlido por parle da Franca
em, adherir s coiubinacoes que succoderam atea
ultima hora ; lodosos seus actos, em urna palavra,
(orara inspirados pelo mesmo uiovel, pelo vivo e
sincero desojo de consolidara paz, nao cerrando os
olhos a respeilo de una dilliculdadc que to evi-
dentemente amaneara perluba-la.
Nesla phase dos negocios, senhores, o governo
do imperador leve pela sua parte a iniciativa e a
accao : mas essa parle, devo declaja-lo, confundi-
se sempre com urna obra rollocliva. A Franca of-
ferecGii simplesinonte osen concurso na qualdade
de grande potencia, europea, para regular, debaixo
do uir, espirito de aceordo e deconlianca enm os
domis gabinetes,nina questaoqne excitara svmpa-
tlnas, nao devo dissimula-lo, mas em queelia nao
encontrara nem devores particulares a pn-ciicher,
nem poderosos tnteresses a defender. No dia em
que o gabinete de Vienna linha proiuetlido, por
"'i'i0e duclara','"cs s"l|,|"'-s. nao coinecar as hos-
tilidades, foi u esse mesmo dia- que parecen pre-
sentir a altibidu qne infalivelmenlo exiga ao go-
verno do imperador prestar toda a attencae aqual-
quer aggressao dirigida contra o Piemonle.
lina similhanle certeza, dando mediaro
das potencias o lempo de a oxcrcereni, dar lugar
n esperar-so a prxima rnnvucaoao do congresso.
Klleciiv.-imcnle, a Inglaterraacabava dcdelerininar
com o assentimonto da Franca, da Prussiro da llus^
sia, as ultimas condicOos da reunio d'essa assera-
blea, na qual era concedido aos oslados italianos o
lugar que ajuslica c a rasio dosignavam. A Sarde-
nha, pela sna parte, adherio ao principio dodesar-
mamenlo siuiullaneo e pn-vio de lodas as potencias
-que baria algum lempo tinhaui augmentado o seu
eiioctivo militar, a osles presagios de paz, oppoz
de repente o gabinete do Vienua um acto, que para
0 caractensar como .leve ser, equivalente a urna
declarai-ao de guerra.
Desta maneira a Austria destruio isoladanien-
te. e como resolin-io tomada, o Irabalho empre-
heiidido cora tanta paciencia pela Inglaterra, se-
cundado com lana lealdad pela Bussia o pela
1 roana, facilitado com lauta nioderaco pola pro-
pria Frauca. Nao s fechou Sardeuha a porta do
congresso, mas compolio-a, sob pena de a obligar
pela terca, a baixar as armas, seuicondico ab'uma
e no lapso de Ires dias.
Um formidavel aparate do guerra ao mesmo
tempo destacado para as margons do Tessino, e
lodos os Kstados e os mais sagrados interesses da CUI verdado, e no meio do um exercilo om mar-
humaindade. cha, que o general em chefe austraco esperara a
A vos, meus povos. que porvossa fidclidade para resposta do gabinete de Turim
com vossos legtimos soberanos sois o modello don
povos da trra, a queinse dirigcm as minhas pa-
lavras.
Levai para a luta qne so erapciiha a vossa fldoli-
dade de oulros lempos, a vossa abnegarao, o vosso
desiuterosse. A rosaos filhos a quera chmei s tilas
do meu exercilo, cu seu capilao, envo a minha sau-
daco de guerra. Vos deveis contompla-los com
orgulho, d'entre as suas raaos, a aguia da Austria
elevar muilo alio o seu glorioso vo.
A luta que sustentamos justa ; acetamn-la com | .. u u
valor e conliaiica. Esperamos nao permanucer iso- raroes anlogas, devia iudcar melhor a sua allflu-
lados nesta lulo, territorio sobre que couibatc-
mos est tambera regado com o sangue dos povos
da Alleiuaiiba nossos irmos ; foi conquistado e
conservado al hoje, como ura de seus baluartes.
nesse territorio, que os iniraigos mais perigosos da
Allemanha comecaram sempre as suas tentativas a
llm do conseguir a deslruico ua sua forca interior.
O senilmente desemelhaule perigo anda existe em
todas as comarcas da Allemanha, desde a cabana
ale ao throno, de nina frotileira ate outra. Ao enu-
merar-vos esses perigos uommuns, fallo como prin-
cipe da federaeao germnica, e recordo-vos os dias
gloriosos em que a Europa deven a sua liberdade
FOLHET111
0RIGIN1L DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
acarteira;
28 DE MAIO DE 1858.
FAEST(I DR t" SOSSO ORIINXL IMED1T0 SOBRE
urnaovtoaA urasatica.
Os escriplores quese lem cncarregado, em diffe-
rcutes pocas, do proveiloso trabalho de analysar
o movimente scienlifico dasnaeoes cultas, j eoiit-
lndo as suas ideas em tratados iheoricos, em obras
didcticas, j em varios commeutaros e arligos di-
versos, c anda em suas recordacoes de viagens, o
nos seus exames histricos, teem consagrado sem-
pre um lugar distinelo apreciaco do dratmi,
considerado em sua propria existencia, as suas mo-
diQcacoes, nos seus resultados sociaes. Eis o que
se nao peder per em duvida, loda a vez que se
observar alternamente a marcha da sciencia c da
litleratura entre os poros mais civilisados, entre as
diversas nacoes do globo.
A Sotaedade romana que se levanta va ao berco,
com as'lrridiroes, com a civilisaro e com os ha-
bites que havia recebido da Grecia, esl perfeila-
menle pintada as pegas dramticas de eolio. 0
periodo primitivo de sua vida Iliteraria assim como
a de todos os outros paites, um estado de completo
syneretismo, de confusio de todos os elementos da
n i tu reza e da arte, que se revela na poesa, princi-
palmente pela forma lyrica, sob cuja maaifeslaco
se Ihe resumem todas as inspiracoes, todos os'sn-
timentes o idaS.
Mas, alravz desse mesmo veu de urna cultura nas-
cente desenham-se as tentativas do genero drama-
tiro, Iraduzindo-se jado uai modo semi-barbaro
nos jugos fetcenino', depois as pecas denomina-
das Heliana*, revestidas de urna vida esperitunsa
e decente nascoijiposiros de l.ivo Androoico, em
as comedias de Servio'e de Plauto, que foi o mais
perMle imitador de Arislophaoes.
A proporcSo que a civilisaco romana se eslende
o dilata, o drama descreve-lfio as feices caracte-
rsticas e especiaos, c pinta, de modo" a nao deixar
a mnima duvida Indas as transforinacoes porque
vai progreasiramr-nte passando o espirito daquclle
Fmquantn nos outros ramos de litleratura, e em
militas nutrasco nposieoes poelicas.se distinguan!
os Romanos, c galera dos horneas Ilustres se
mo dos Reguos e Decios, a soberba dos Tarqui-
nios, a ainbieo dos decemviros, o enlhtisiasnio
dos tribunos, o laxo dos- l.ucullos, a fortaleza dos
Scipies e Marcellos, a dissolucao dos Tiberios, a
obriedade feroz dos Caligulas, a barbaridade dos
eros o C.ommodos ; n'uma palavra, tudo quanlo*a
historia nos refere acerca das qualidados moraes,
das propensoes, das tendencias e do estado social
dos romauos, est patenleado e traduzido na sua
litleratura. e especialmente lias suas Conipusicoes
dramticas.
I este o mesmo papel que representa o drama,
em lodas as idades, no meio de lodos os povos c
naebes. Na propria Grecia, onde elle, sem dbvida.
Uvera origem, e onde as condicoes.de seu primiti-
vo desouvulvimonto appareceram quasi ao mesmo
lempo que se dava o primeiro impulso s sciencias
e litleratura ; essa especio de composiro, nota-
vel pelo sen pensaineuto capital de representar ao
vivo as paixoesc os vicios humanos, de expol'-os
corrccco publica, por meio do terror, dacnmpai-
xo ou do ridiculo, re/.umia em si, em seus qua-
dros, em suas sernas, a exislencia daquclle povo,
com todas as suas variadas modiiieaces e inovi-
menlos.
As priuieiras leniauvas da civilisaro que esse
povo bordara da "heida, sua metropole, tradu-
zem-se informes nos Irabalhos de Thespis, vagando,
untado de borras e coroado de Ihyrso, pelas mas
da elegante Alhenas. O drama i principio um
simples canto dedicado a Bacho ; c quando depois
loma urna forma regular, manejado por Eschylo,
aperfeicoad, sob as condicocs da tragedia, por So-
pnocles o Euripedes, e debaixo dos caracteres c-
micos, j rom toda a liberdade pelo gracioso Aris-
tophaues, j com corta docencia o modestia pelo
polido Menandro, o drama anda um fiel tran-
sumplo daquella poderosa tiaco que coto carai-
nliava rpidamente para a sua maior clevaco. A
Grecia nio se desenvolva menos por meio' dessa
< Lonheceis, senhores, a impresso que causou
em Londres, BerUm, e S. Petorabuago, o resolucao
ao uopportuna e tilo fatal do gabinete de Vienna.
u espanto e o desgosto das tres potencias traduzio-
se por um proteste, de que a opinio publica se
tornoii ecco em todas es parles da Europa.
Se a Inglaterra, a Bussia, e a Prussia, palo prn-
eediiuenlo que se aprestaran! a seguir, desligan
Plenamente asna respnnsabilidade moral, e sals-
fez as exigencias da sua dignidad..- offendida, o go-
verno do imperador, movido tambera por coasido-
raeoes anlogas, devia iudcar melho
de, e outras obrigaces que Ihe estevatn impostas.
Nada lia que modifique a solidaredade que de
pnncipfo se hana eslabelecido eulre nos c as po-
tencias mediadoras ; a questan conserva-sc no
mesmo estado, mas temos grande conflnca as dis-
posicocs de que essas potencias nos tora dado nota-
veis testeinunhos, para duvidar por um instante
qne ellas deixem do combinar-so no sentido da po-
ltica que as antigs Iradicnies e asnecossidades
imperiosas da posu.-iio goographica lio naturalmente
nos indicara.
A Franca, desde meio seculo, nunca preten-
deu exercer na Italia urna inllueucia inleressada,
at o giau de civilsaco que nella domina. Foi, sem
duvida, eslo pensamenta que impressionou o eru-
dito padre Brumov para apresenlar-nosem minu-
ciosos caradores o Ihealrogrego, desenliado com
lano primor o lidclidade as paginas do seu livro
que os vordadeiros criticse lilteratos nao cessam
de applaudir. Oillusire Chateaubriand, analysaudo
particiilannenle no seu Knsaio sobre a Hlteralura
xngleza o drama dessa naciio ; Voltaire, assignando
emsua obraO seculo de. Luiz XIV,um lugar dis-
lioclo ao exame duthoalro francez Wallor Scoll
Iracundo em coros enrgicas e elegantes a historia
da arte dramtica o engenhoso Guilhe, moslrau-
do em seus /'enooos da Litleratura e das tries u
desenvnlvimeiito dramtico de lodos os povos co-
nhocidos, como lypo de suasdifferenles msrituicoes
erencas e costumes ; Villemain, apreciando luz
de urna cnlica seguro o judiciosa o Ihoalro e a lit-
leratura do X\ III seclo ; tantos outros, como Sis-
inondi e Schlegel, onalysando methodicamenle o c-
vilisaeao de milites'povos diversos; n.io flzeram
mais do que obdecer quelle mesmo ponsamento.de
cuja validado e inc.inlraslarel importancia seacha-
vain profundamente convencidos.
E por esta razio, por estar inspirado destes prin-
cipios, que um dos maioros genios do seculo ac-
tual, p maior poeta da Franca, porventura o maior
de toda a Bnropa moderna, Vctor Hugo, para (al-
iar mais claro, examinando o drama em sua gene-
rahdadecnoseu pcnsamenlo dominante, nao du-
yidou consideral'-o um dos mais poderosos elemcn-
tos do moderna civilisacn, nao duvduu den'omi-
nal'-o a forma substauiat e impreterivcl da noca
poca, so6 a reiaciio da litleratura e das sciencias,
debaixo do comprehensivo aspecto do progresso.
Nao nos preciso (aliar na litleratura romana
barbara, ou nessa phase de atrazo e obsruridade a
que eslireram sujetas as letras romanas, quando
os barbaros do norte so derramaram em cardume
eresses legtimos das potencias couliiiuaro a ser-
vir de regia s suas relaodos reciprocasessas con-
sideracoesdgocu, nao perniitlom ao governo do
imperador hesitar sobre a conduela que tem a se-
guir quando um Estado to ronsiderarel como a
Austria toma para cora o Piemonle urna allliidede
anieaea, o se prepara abertamente para Ihe dictar
as les^F.ssa obrigaco tomn uma nova gravidad
empresenta da recusa da Austria era discutir an-
tes de operar. Nao queremos, de modo algum,
acharmo-nos era face de ura fado ultimado, c
esse beta que o governo do imperador est rcsol-
vdo a impedir
posto de maj
general oo exercilo da Italia, que linha sido ao
principio assignado a eslo. Esta ultima mudauca
nao tem carcter algum polilir
inen clonados ; mas por pouco que a guerra dure,
iliOicilmenle este estado de cousas poder ser con-'
errado.
nao tera carcter algum poltico. !,l"auo
Parece que a nomeaeo do marechal I'elissicr para i J areee extraordinario qne podesse Luis Philippe
o coramandn do exercilo de obsorvae.io nos nossos aar a. ralll>1 a hurnpi 1S annos de paz, e de
departamentos de leste suscilava alemas inauicla- 'ra"Iu''uad-. e que Napoloao 111 nao tenha podi-
coes na Allemanha, onde so julgava ipie es'te e\- f"!011, "," l1"ha queriuo dota-la- com a mesma
ercito ia.pnsiar-so sobre o Bueno. O onileur dos- "''"jioade, nao obstante ler solemnemente procla-
iiigiiIo boje este boato de uma maneira otlical: l""1" " Declara que as guamicoes de.leste nao lem sido i er,*PM '
augmentadas, e que se acaso se den o titulo de monos de nielado daquclle lempo tem elle
- commaiidantc de exercilo ao illuslre marechal, era s!,s,t'n,a,'ln se"/"; suscitado duas grandes guerras,
f';s;>,mp -Vio e portante, uma medida of- nicamente para indicar qur. so as nossis fronloi- J-'""'"do-so Inglaterra para animar a Turqua
tensu-a, 6 uma medida de defeza que na aclualida- ras fossem omeacadas todas as guarncoes de leste e'""ra a Russia. Ia animando a Sardeuha contra a
' forneceriam om e'xercito que seria collocado debai- Vusl
xo das suas ordens.
Eis-'aquios ltimos bullelius do thealro da guerra :
\ustriacos passarara o
piamos.
As antigs tecordacoes, a comrauuidade das
origens, uma recente allanea das casas soberanas,
uneui-nos Sardenha. Sao oslas razos seras do
sympatha, o que nos apreciamos em lodo o seu va-
lor, mas que nao bastan! lalre para nos decidir. O
que seguramente traca o uosso procedimeiilo, o
interesse permanente o heredilano da Franca, a
mpossbilidade absoluta em que est o governo do
imperador de consentir que uma forra estabeloea
junto aos Alpes, contra os desejos de uma nacao
amiga, e contra a voulade do seu soberano, um es-
tado de cousas que iria entregar a Italia inleira a
uma influencia estrangeira.
S. M. I..strioiainone fiel s palavras que profe-
3 de maio tarde. Os
Se o imperador dos Franeczes for lao bem suc-
cedido na presente guerra como o foi na primeira,
brevemente o veremos unido a alguma oulra po-
P em Cambio. Tambem tentaram laucar una pon" !encia: Prravelmentc llussia. para combalcr e
le sobre o Sevisa, porm o fundo das aguas se op- lluimll,iar a orgulhosa Albion.
poz a esla empreza. i hu assl1" julgara tor sulUcientemenle vingado a
Por loda a parte por onde passam fa/.em as! ?^?!f /. *&* 4g ** Wanoleio, pensamenlo que
maiores requisicoes com amcaca de uma multa.
Nada ha de novo do lado de'Vcrsailles.
As tropas piemonlezas lontinuam a oceupar as
suas posicoes conjuiilameale com as tropas (rau-
cezas.
Turim i de maio, demanha.
Ilontem tarde os Austracos construirn! pon-
ciZi'cheb.ne^M^fdvTu' .V0""000" ''" '.' '"'r1!0 'es sobre os" dou"s bracos do IV. ; um d'cslos bracos
como cneiede urna dyinuaslia, nao esta animado da
menor ambieo pessoal, do menor desojo de con-
quista.
Nao est lnoge o tempo em que o imperador pro-
vou em uma crise enropea. que a moderado ora a
alma da sua poltica. Essa moderacao agora pre-
side da mesma maneira aos seus dosiguios, o resal-
vandoos interesses que a Providencia Ihe couliou.
S. M. n,io puosa, e podis dar disto a mais positiva
seguranea, em alastar as suas vistas das dos seus
alnados. Longo disso, o seu governo, referindo-se
aos incidentes das negociacoes da semana paseada,
nutre 9 firme esporanca de' que o governo de S. 11.
B. continuar em uma attituda que, unindo por um
laco moral a poliliea dos dous paizes, permita aos
gabinetes de Pars e do Londres quo se cxplquora
sem reserva, o ooinbineni segundo as eventualida-
des, i'unia manoira de proceder que evite a conli-
nuacao dos etTeites do una lula que possa locar uraa
das extremidades. Temos a mais profunda convc-
cuo de que a Franca estar sempre promple a diri-
gir os esfereos ao mesmo Dni.
Qoanlo Prnasia, o espirito intoiramente im-
parcial e conciliador de que lem dado provas dos-
de o conioeo da crise una garanta segura a les-
peito das disposicOes em que est de nao despiezar
cousa alguma para circumscrever a exploso.
Desojamos muilo particularmente quo as do-
mis potencias qoe compoem a cunfcderaeo ger-
mnica se nao deixarao arraslar pelas recordacoes
de uma poca uilfereule.
A Frailea nao pode deixar de vCrcom sentimento
a Ignacio que se opoderou de alguna estados da
Allemanha. Nao coinpreheudc que essegrandopaiz
de ordinario lao tranquillo c to patriolico, fascinado
pelo senilmente da sua forca, possa julgar a sua
segiiranea amoacada por um acontecimenlo, cujo
thealro deve conservar-se alfaslado do sen territo-
rio. O governo do imperador quer pois julgar que
os homons de estado da Allemanha bao do reco-
uhecer dentro ora pouco que depende delles em
grande parte, coulribuir para limitar a extensao e
duraco de uma guerra, que a Franca se livor ne-
cessidade de c sustentar, lera pelo'menos a cons-
cienria ele a nao haver provocado.
Convido-vos, senhor, a faser uso das coaside-
racoes desenvolvidas neste despacho, na primeira
dis vossas entrevistas com M... dcixando-lhc uma
copia. Dante da franqueza de linguagem de que
usc aqui por ordem do imperador, e que implica
no pensamenlo de S. M. o desefn de olferccer aos
outros gabinetes lodas as garantas possives para
composifo ; e anda hoje nn a eonhecemos mais *nre me'0 diada Europa. Oquadro dessa poca
pelos discursos impetuosos de Demoslhciies e P-
neles, pelos csroreos scienliticos de Plalo e Aris-
totoles, pelas investigacoos histricas de Thucydi-
dos cHerodoto, pelos pomposos hymnos de Calli-
macho, polas arrebatadas inspiracoes de Pindaro,
do que pelas prodcenos elegantes c originaesda-
quelles insignes poetas dramticos.
As faranhas de tantos hroes gregos, a justica de
Aristides, as virtudes de Scrates e Cioiun, o valor
denodado dos qne pelejaram nasThermopylas, em
Salamina e Marathn, o enlhusiasmoque "resplan-
deca nos espectculos ejogos pblicos, tudo.se ex-
primo e descreve perfeitaraente no drama, genero
de eomposico, qne, desenvolvido por lio dsinclos
cultores, lhes eslampava a cada passo o anda hoje
nos descobre os seus actos, a sua histeria, c tambem
vSKnt^rl^^eS^S V&**'0 enio e'd- "-toisn-a;
luslius, nos seulos anteriores a Augusto, linda
nessa mesma poca, c depois naquella que desper-
la as mais grates recordacoes para as arles e para
as scicnc.as ; al obras dramticas erain um lypo,
um emblema slgiullcotivo que belmente trasladava
os movimentosida nacao dominadora do mundo. As
produccoesde rerencio e Je Sneca manifestam em
teda a suaextdnsao os melhoramentos quej sedi-
visavan aaqulla uaco, e.os progressos que as
letras, as sciericias o as artes j iam venceado oa-
quclles periodris.
Roma com lodos os seus hbitos, com todas as
suastendenei s, civilisaro e costniuqs est do-
seuhada no s u thealro. 0 rigor das virtudes sto'i-
o da repblica, .- singelen dos Cin-
ir dos Coriolanos e Fabios, o hcrois-
culares
Scja qual Mr o povo que nos proponhamos eslu-
dar, seja qual (r a naco a que se dirija o nosso
exame, nos s os podermos conhecer de um modo
completo se desde o seu principio Ihcsanalysarmos o
desenvolvimento que teuham lido ao campo da
litleratura c das sciencias. Oquadro llel da exis-
tencia de qualquer pavo, com lodos os graus de
maior ou menor aperfeicoamcnlo, se nos descorti-
desenha-se com tao vivas cores na memoria de to-
dos que tem lido a historio, que nao mister descer
a investigacoos minuciosas para mostrar que se p.
de contar bem com esse mnvimcntn reaccionario
para apreciar philnsophiramonto o estado Iliterario
e scienlifico de quasi lodos os povos conhecidos.
Podemos tambem passar em silencio essa litlera-
tura denominada rhrislaa, nascida com todo o vico
do uma nova rren.a, (lindada ora Ab-xandrla, disse-
minada por lodo o occidente e por todo o orien-
to e que se manifestara as obras dos theolo-
gos a padres da igreja. Para quo passamos ana-
lysal'-a ahi eslao os discursos de Basilio, Grego-
rio, Joso Chrysostorao, Ambrozio, Jeronymo, Agos-
tinlio, e tanlos outros doutores insignes que ao
privilegio sublime da santidado snubcram unir
as prerogalivas do mais profundo sabor e da mais
vigorosa cloquencia, Ahi eslao as intrpidas de-
fezas, as bollissimas apologas emprchendidas
bem dos Interesses do christianisrao pelos Cyrillos,
Tertulianos, Athanazios e Justinos: para se conhe-
cer o movimenlo litterario dessa poca e sulTiciejite
o expectaculo quo esses Irabalhos patciileaiu aos
olhos e ao exame de todos..
Nao mencionemos o dominio exclusivo da litle-
ratura subsequente, reduzida escolstica, ou a cs-
na alravz, de um ciarn mais ou menos brilhantc, : sa formula desfigurada da lgica de Aristteles, em
assim era suas cancoes populares, as Iradices e suas vastas applicacbes mctaphysica, physica,
leudas romanescas do seus primitivos lempos, co- : relgio e medicina ; dessa litleratura sai generis.
cas, a elevar
cinalos, o va'l

., 1
mo especialmente em suas composicoes dramticas.
Ilellexo poderoso das ideas e dosscntimantos qui-
se desenvolvom no meio de uma naco, o drama
o primeiro elemento, a primeira podra de toque
pela qual se Ihe pode aferir o mrito Iliterario, e
quo se manifestara nos hymnos e compasiones de
toda a especie, involt.is n'uma linguagem sublil e
posteriores, nos quaes a maior parle das nacoes eu-
ropeas comecaram a ter uma civilsaco siia, uma
vida litlorara propriameiite dicta, para que nos
possamos convencer da importancia qne em cada
uma dolas acorapauhava as composicoes dram-
ticas.
Passomos em silencio oi primoros momentos da
renascenca das letlras : nao nos propoiihamos exa-
niinar emsua origem o desenvoirimonte das scien-
cias entre os rabes, qne, deixando o rgimen pa-
triarchal, trocarara o viver das tribus pela existen-
cia poltica sob o dominio do seu legislador pro-
pitia, c cullivaram a astronoma, a medicina, o
coinmcrcio e a industria em geral. Nao investigue-
mos essa vasta litleratura dos occidentaes, nascida
no seculo duodcimo, deseovolvida por meio da
lingua latioa, manifestada as caneos dos trora-
dores^ as pastoraes, as salyrss, e que, lendo seu
principio com a reuovaco do imperio do Occiden-
te, sob Carlos Magno, ramlicou-se depois al o XIV
seculo, o se reproduziu nos Jogns Floraes, como
premio destinado aos poetas e aos iniciados na sua
arte, denominada G'aia 'ciencia.
Nao nos cumpre tambem apreciar essa grande
revolucoproduzida na Europa, era conseqnencia
da temada de Coiislantinnpla, quando ns sabios .ue
anda culllvavam all as sciencias profanas procu-
ravam no Occidente um ampio refugio contra a
barbarie e ignorancia dos Turcos ; o que abriu a
porta ao progresso e 4 civilsaco com o renasci-
mento das letlras
Altendamos somente ao espectculo, que depois,
nos secutes posteriores, nos olTereeeni as nacoes
cultas ; c em lodas ellas reconhecoremos a existeo-
cia do drama, representando llm papel distincto
na phase do sua iunovacao Iliteraria c social.
Sapor um lado nos dirigimos em nossas obser-
varnos aos habanos, a esse povo que primeiramen-
te se dislinguiu na cultura das letlras, em toda a
Europa moderna, veremos que, ao passo que elles
herdovam dos trovadores a dos arabos o goslo c o
amor das artes o das sciencias; ao passo que a
sua lingua. despindo-se do sua original ruslcidade
e das formulas do idioma latino, adquira mais dis-
tincto lustre ese acrommodava mais fcilmente s
roncepces do espirilo ; as tendencias para o dra-
ma se desenvolviam rpidas, igualando o progresso
dos domis gneros de lilteralura.
A novacivilisaijo que se despertava sob o for-
moso cea da Italia, embalada, sobretodo, pelas
ideas e croncas traduzidas no cavallciroso batalhar
das Cruzadas", attrahia poderosamente as mais fer-
vorosas iulolligencias.
Dois grandes genios, os creadores, lalvez, da lin-
gua e da lilteralura italianas, ahriam pola primeira
vez no meio daquella naco os recnditos Ihesoi-
ros da Grecia ede Roma ; e Horacio e Virgilioen-
conlraram em Dante e Petrarca scusgenuinos in-
terpretes, seus liis imitadores.
L'm, historiando assuas proprias aventuras sob o
myslerioso titulo de Inferno, Purgatorio e Parai-
zo, apresentou ao mundo uma Comedia Satyrica
revestida de cores novas e extravagantes : o outro'
inspirado pelo amor nue platnicamente dedicara
a sua Laura, fazia sobresahir seu miravlhoso in-
genho em hellissimos Sonetos e Canres, repassa-
das da mais intima suavidade.
0 Trissno canta a laiia libertada dos Godos ;
ilovardo sobe s regios de uma poesa pura-
mente romanesca, em son poema cavalleireaco.
parece dominar nelle a lodos os oulros
Sua reconhecida habilidade nao deixar da achar
para islo plausivcs pretextos.
Aesim como combatera a Bussia para reprimir a
ambieo moscovita, salvando desta arte, a civilsa-
co europea, c combate hoje a Austria para salvar
a independencia do Piomoente, assim amanhaa
a combatera a Inglaterra para restaurar a Irlanda,
chamado Tanaro, porque formara o antigo lete oui,salvar a t** do mundo.
de Tanaro. ,,om a doclaracao da guerra baixaram consideri-
Estas pontes vao dar sobre a estrada nacional que vclmcn,eos fundos pblicos de todas as nacoes, o
de Tortona conduz Alexandra. ; ?"e "'ra P'Oduzdo grandes desgracas, cutreUinto os
Ilontem 150 Austracos passaram o Sesia em Ca-i ; P!'R ce"} 'asileiro3 licaram anda em Londres
rezano ; dirigiram-sc villa nova do Canolli ; ahi! | .
se demoraran! algumas horas ; depois tornaran! a w.oe* da nossa estrada de ferro que eslao
passar o rio. '"" pouco desacreditadas, lalvez por causa das de-
tardinha, um dostacamenlo chegou Torra No- s",1,'1l'Speias occorrida entre o emprciteiro e o
va, c fez uma grande requisieio de viveros c de I eKenl"!"'0 ua companhia. .
carros. I Ora quanto deploramos o que se passa oa Euro-
Continua a passagem das tropas froncezase dol11*' nollcia-s du Pacitlco vem anda mais conlristar-
maleral de guerra para Turim, que j se acham era '
Snza.
Eis ahi as ultimas noticias a lelegrapha parti-
cular falla em alguns recontros sem importancia,
em que licaram alguns humens morios, ou fo-
ndos.
Dizom.que o imperador d'Auslria autos de par-
tir para a Italia deve fazer uma viagem a Munich,
c lalvez a Berln para allrahir a Allemanha sua
causa. Mas al o prsenle a Prussia ao lomar ao
mesmo lempo grandes procaiuoes parece deci-
dida a permanecer neutra.
Tenta-se igualmente um novo passo pela Aus-
tria poran le o imperador da Bussia,-para cujo lim
a corle de Vienna enviara o principe Windesch-
gralz o mesmo que commandava o exercilo aus-
traco durante a guerra in Hungra, quo se ach
em boas relacoes pessoaes com a familia imperial
russa.
Biillclim da Bolsa. Os fundos pblicos teem
baixado muilo desde que a guerra Wrnou-se certa :
presentemente a balsa parece ter : 3 por cento 00
o- 'i oC" 4 1'2Prcon,u 'J. consolidados inglese*
y/ o/o.
PERNAMBUCO.
RECIPE, 28 DE MAIO DE 1859.
s 6 bobas na tarde.
Retrospecto semanal.
Dous vapores inglezes visitaran) esta semana o
nosso porto, trazendo-nos noticias assim da Euro-
pa como do sul do imperio.
Os souhos de paz universal com que no principio
do auno se emhalaram tedas as imaginaeoos
acham-se agora completamente desvanecidos.'
Nacoes ligadas pelos lacos de uma oiesmacreoea
goslo das composicoes modernas de mais lim e
impetuosa inspiraco ; Tasso faz osque-cer por al-
gum tempo com o.seu ninilavel pooma=/l Jeru-
salem libertadasossumpluosos padroi-s da epopa
amiga, rivalisa cora o cantor de Achules c dis-
puta a gloria ao iminortol Cysne de Mantua
Mas em quanto lodos esses escriploros, anima-
dos pelo innuxo de urna poderosa rcvolucao, en-
conlrandn na lomada de Constanlinopla ura leonte-
cimento social capaz de profoiidamcnte nspiral'-os
douavam-se conduzir pela torrate de uraa nova
litleratura ; em quanto esses desvelados cultores
das letlras se exen-ilavam,soffregos eanciosos de re-
putado, em tao diversas e variadas composicoes
poticas, desde as mais elevadas o classicas'por
sua propria especalidade al as mais simples, po-
pulares e romnticas; outras produeces deviam
necessariamentc apparecer, oulros gneros de es-
cnplos Iliterarios deviam ser tomados, manejados e
elaborados cora afn o solicitado.
O que se dra com oulros povos, no mein dos
quaes a litleratura se pateuteou por todos os lados,
por todas as suas formas de deseavolvimento ; o
que sedera particularmente cornos romanos o com
os gregos, qne no successivo progresso de sua vida
artstica e litlorara mostrara quasi ao mesmo lem-
po a cultura de todos os ramos.de lodos os gne-
ros de poesa ; parece que por uma le natural se
levcna dar igualmente cora os italianos.
Se o drama, porm, uma dessas composicoes
que se manifestam em todos os paizes, logo "que
uma certa culturantellectual se vai abrindo para
ellos no dominio das letlras; se o drama princi-
palmente essa forma quasi instiuctiva o esponlauoa
que desperla no seio da sociedade, que a descreve
nos seus quadros moraes c artsticos, c a reproduz
sempre com lodas as suas feices caracterislicas, o
que se observa na historia Iliteraria de todas as
nacoes que teem lido uma vida propria, no desen-
volver progressivo da civilsaco ; de inluico
quo o drama se devena desenliar completo na il-
lera tura italiana, quando outras composicoes po-
ticas all se deixavam notar com tanto esplendore
lormosura.
Foi o que justamente succedeu.
drama, como coiidicao essencial do movimen-
lo luterano, c da existencia social, j se traduzia
entre os italianos era caracteres elegantes, n'ura
grande numero do produeces de merilo.
A comedia obteve pelos Irabalhos de Goldoni
ama realisaco que parece fazer revives os seus
primoros triumphos na patria de Menandro e Aris-
lophanos.
Renuccini invente o genero especial, denominado
opera, destinado ao thealro e msica; e Metes-
lasio e Apostolo-Zono, seguodo-lhe as pizadas,
cullivam com esmero esse mesmo genero. Massoi
dislingue-se pela tragedia, e Alfieri, de espirite
mais elevado que todos gauha por suas compo-
stcoe? trgicas um nome celebre, procurando
desenvolver sob forma d'arle o pensamenlo que
o d omina va a liberdade das nacoes.
Esludar-se, pois, a historia Iliteraria d'esse povo
sem apreciar o movimenlo, as phasese transforma-
ees que no meio d'ello experimemou o drama, i
fallar a uma das principaes enodieas do verdadei-
ra exame critico. Seria o mesmo querer explicar o
resolver o problema da vida social de ura povo
qaalquer, sem ipnlicar o escalpello da mais severa
aualysoa cada una (lesna- institu-oes, sua indo-
aos seus mais importantes
A cidade de Quilo no Equador j nao existe :
l.'ra terremoto a destruio coraplelainentc tirando
sepultadas ora suas ruinas perlo de cinco mil pes-
soas.
Oueni se lembrar de que j em 1755 uma calas-
trophu dd mesma nalureza fi/era perecer 40,000
dos habitaiiles da antiga cidade destruindo-a Iqin-
bein completamente, nao poder deixar de lamen-
tar to Inste destino.
Passando agora ao que nos toca de mais porto,
diremos que as noticias Irazidas da corlo pelo trans-
porte Ticte apenas adianlaui um dia s que recebe-
mos pelo Mamar.
(i Correio Mercantil de 11 do corrented noticia
de algumas nomeacoos e mudancas feilas no corpo
diplomtico que anda nao t.nliam sido nflicialracn-
te publicadas.
Estn nomeacoos c mudancas sao as que publi-
camos no dia 21, bem que "nao lhes dessemos in-
leira crdito, pois sabemos que na opnio de um
dos membros do actual ministerio seriara escanda-
losas, visto parecerem motivadas por influencias
jornalsticas.
As noticias recchidas do interior dio a provincia
em perfeita trauqullidade, e Dos permitta que lao
feliz estado possa durar para sempre, fechando nos-
sos concidados os ouridos s doiitriuas subversi-
vas que nestes ultimas das tem sido propagadas por
algumas dasfolhas polticas que se publicam nesta
capital.
Recommendamos-lhes que tenham diante dos
olhos o exemplo de 1848 c de tedas as mais rcvol-
las suscitadas entre nos.
Os chefes, depois de alguns poneos annos do sof-
frimentos, congrassaram-se sampre com seus ami-
gos inimigos, eci-los desfructando as boas grecas
do governo e oceupando altes lugares com pinges
ordenados' entretanto que as mulheres. Ulnas e
mis dos pobres que por ellos Iludidos foram mor-
Orlando A moroso ,- Arioslo leva adianto or- lo, .ios seus costumes,
defeiiuosa, ataviada de brincos e figuras exquisitas rojo de sua imaginaoo, e o celebre Orlando fm- netos histricos.
US?-. mi_i.. -. I r'.oso- 'ypo original da mais an -abalada o opulenta Se por outro lado atindannos & Hospanha, e fi-
tiasiaque esicnaamos avista a cssos periodos' phantasia, lixa, creado c desenvolvido por elle, o' xarmos a vista sobra o quadro do seu movimenlo
poltico e litterario, dascobriremos n'ella o drama
ligurando desde o principio como um dos capilaes
elenienlosdc sua propria existencia ; e oseu Iheatro
se nos palomear desite ento como a del represen-
laco de suas tendencias, habites, crticas u civilsa-
co progressiva.
Anda n'esso paiz, esse genero de eomposico, quo
om sua origem traduzia materialmente as ras de
Alhenas, ou no esparoso quadro da cidade dos Ca-
zares, as virtudes e os vicios pagaos, de in rolla com
as Iradices mylhologicas, com as Uceos de Apol-
lo e li.iecln i, importa a manifeslaco complete da vi-
da de ura povo.
A llespanha, civiUsada pelos Rumanos, devia pas-
sar pelas difTerontes alternativas que a linhain su-
gcilado em seu principio os l'henicios, c depois
os Carlhaginezcs que a domioaraiu. Submetti-
da ao poder dos rabes, que tambem sobre ellaes-
tenderara o seu imperio, em poca posterior in-
vaso dos barbaros, ella devia sentir a influencia
d'esses povos, que, Iransplanlados de suas habita-
-.-es o do -en paiz natal, nao podiam entregnr-se
com tanto cuidado e allenco as arles do espirite
n'u m-i legio estrangeira, era ludo differente de suas
plagas onentaes. Nao obstante, porm, estas cir-
cumsiancas quo se nos revelara em sua historia,
escripiores de abalisado mrito so. distinguirn) na
llespanha desde os prinieiros periodos de sua exis
lencia, e quando os ranuros anda so nao linham apo-
derado d'ella; e hasla citar os nomos do Sneca,
Marcial e Quiuliliano, para que se recouoeca que es-
so poso, Uonovo emsua civilsaco, j. camiahava
mais ou menos fervoroso na estrada do progresso.
Chegando mais lardo a um ponte de mais eleva-
do apcrfeicoanieuto, os Hcspanhoes tiverain uma
asceuro gloriosa nos reinados de Fernando e Isa-
bel ; conseguirn) formular a sua lingua que hoje
uma das mais hellas da Europa : lancarrm-se com
lodo o culhusiasmo de uma imaginarn viva sobre a
mesma senda trilhada pelos trovadores, o que faz
acreditar, segundo pens.i Guilhe, que cide.ntaes illuminaram os Godos da Hespanha.
Entretanto, no meio d'essa revoluco das ideas e
dos costumes que actuara to poderosamente sobre
a surte do uraa nova sociedade, sobre o destino de
um povo anda infante, a litleratura era cultivada, o
goslo das sciencias e das artes se manifeslava por
lodos os lados; c o drama, linguagem vigorosa, que
expressa o resume, nos seus variados caracteres, a
vida inleira do homem eda sociedade, acompanha-
va mais do qne n'outra qualquer naco os passos da
litleratura nascente, c explicava os priinciros esfor-
cos do espirite tetando com toda a energa contra
as absurdas tendencias da selvageria e do barba-
rismo.
Nenhum paiz mostra, por ventura, nocomeco de
sua vida to pronunciadas propensoes para um per-
fcito dtsenvulvimcnlo dramtico: neuliuma o ex-
cedeu por este lado.
Ainda no meio d'essa naco que hapouco parece
haver despedaeado o jugo da cscravido c da obscu-
ridade, o drama i um lypo especial, um padro
pelo qual se Ihe pode medir a civilsaco. Se o'ou-
iros diversos gneros Iliterarios i llespanha ganha-
va de dia em da novos ttulos para o sou futuro
engrandcciincnlo ; se a poesia se revesta das belle-
zas da antiga escola as composicoes buclicas, na
iialita, de Corvantes, na Duina, de Monto-maior,
no engrasado romance original do Cavallciro da
Maniha, nos rasgos picos da .llaucana, de Ercilla;
se a prosa adquira nao pouca pulidez o elegancia
nos escupios histricos do Carcillasso, n'essa enr-
gica discripcodea Incas e do seu imperio, na his-
toria do Mxico por Salis, as s.ilyrasa eugenhosas
Dcces de Quevodo ; nao menos para uotar o papel
ea para menos de 13 pessoas !
De cinco a seis morios por dia em uma popularan
de 100,000 almas, nao por ccrlo para assusiar".
Das 17 pessoas fallecidas no primeiro trimestre
do crrante anuo, 100 linham menos de um anuo ;
54. deura a cinco: 13, de cinco a dez ; 33, de dez i
viole ; 62, de vale a trinta ; 6, de SO a 40; 50. de
0.i50; 38, de 50 a 60; 28, de 60 a 70; 13, de 70
a 80; 9, de 80 a 90; 7, de 90 a 100; 1 de mais de
cein.
Ouaiilo s molestias, as que mais avullam sao o
espasmo, a nhlysica e o gaslro-inlcrites.
Suecurabir.ini primeira 87 pessoas; asegunda
69; e terceira 35.
Em o anoo prximo passado o numero das pes-
soas que falleceram de phlysico>soho a 281.
Esta molestia lerrivel que ha bem pouros annos
era ainda mu rara enlre us, por tanto hoje a que
majs vctimas faz.
A mederiua pertence pois esclarecer o poro sn-
bre os meios que dever empregar para evitar tao
grande mal.
Falleceram durante a semana 59 pessoas : 13 ho-
mens, 11 mulheres, 27 prvulos, livres; 4 homens,
4 prvulos, escravos.
REVISTA DIARIA.
Nao lendo o cldado Bernardo Perroira da
Barros Campello, aceitado n nnmear.e do subilela-
gado do primeiro ilislricto do Cabo,'por acto da pre-
Sldencia de 25, foi nomeado para esse cargo o pri-
meira supplenle Jos Xavier Rodrigues Campello,
sondo substituido na supplencia pelo cidado Anto-
nio do Rogo Barros.
Para o cargo de delegado de polica do l.i-
moelro, esl nomeado o teneule do corpo de poli-
ca Jos Antonio Pestaa.
Para subdelegado do segundo distrirlo da Cabo
esta tambem nomeado o bacharel Joo Carnoim
Leo.
Fallecen ante hontera, de um ataque repenti-
no o engeuhero Fischcr, aldante do eiigenheiro
cncfo da estrada do ferro.
Sexta-mira pela manha, sem que fosse es-
perada, uma grande aniraaco apparereu no merca-
do do assucar, tantos cromos coi rectores que anda-
vam cima e abaixo, orcupados na compra desse ge-
aero, lao anillada crea quaatidade do assucar que
se quera. De repente, porm, uma grande decep-
can coramereial, rcsiiluio as cousas ao estado pri-
mitivo.
K tal animaco nao passou dos effeilos de aliena-
cao que sohrovoioa um mambro de urna casa com-
mercial estrangeira, que sahio para a praca pedindo
grandes compras de assucar !
O negocio reduzin-se a uma animaco artificial.
Isto prova, que nao s no Rio d Janeiro, qui-
lla gome capaz de artificio!, que possa crear cam-
elos artifician: aqui temos agora o panno de araos-
Ira, de que possirel tambem haver quem possa
dar ao assucar uma alca artificial.
Informam-iios que corto escriro de subdele-
gado acaba de dar um certilicado, em como a 20 do
passado, intimara a um preso da casa de delenco a
sontencade pronuncia, quando desde 3 que era'ella
fallecido!
~ Foram rocolhidos casa de delenco no da
27, 2 homens, ambos livres ; e a ordom do Dr. che-
fe de polica.
O Morning Chronicle publica o seguinto :
O Jornal du loiret menciona um acto do huma-
nidada praticado pelos vinhateiros das Avdes para
cora um dos seus companheiros.
L'm vinhaloiro chamado Vctor Richard, ao ser-
vico de ii m proprietario de Banoier. liuha sna om-
inar doente de cama desde muilo tempo. O estado
precario do honrado viohaleiro nao Ihe permittia lar
uma enfermeira junte de sua mulher, epor isso foi
obrigodo a tratar pessoalmeuto della. IVsta cir-
cunstancia desgracada, os Irabalhos campestres es-
tafan) atrazados, e linha chegado a poca em que
importante que j nesse quadro da lilteralura hes-
panhola desempenhavo o drama, desenvolvida o
manejado por escripiores tees como Alarcon, Tirso
de Molina, e especialmente os fecundissimos Caldo-
ron e Upe da Vega.
Bem que os poetes dramticos d'essa poca Ilite-
raria, entro os scalos XVI o XVII, nao dcixasscui
transpirar ero suas composicoes esse ar de arrogan-
te liberdade, que lauto brilhou depois nos Irabalhos
da nova escola, eem rez de traduzir os sentimen-
tns, as ideas o tendencias populares, se laiicassem
na arena como representantes do orgulho e das pai-
xoes cortezas, como dramaturgos quasi exclusiva-
mente inspirados pelas velhas theorias d'arle da
poltica palaciana, fra do duvida que o drama cn-
tao conrebidopor elles, fazcudo ver atravez d'esse
manto as feices do genio o da imaginaco remon-
tado, exprima em sua propria ossencia' o espirilo
daqnolla sociedade.em lula por um lado com as as-
pirarnos nobres c grandiosas, por outro com o rigor
da censura litlorara, e com a aspereza do despotis-
mo inquisitorial.
Mas releva observar que ainda n'esso estado, de
quasi rpida transco entre o goslo amigo o a mo-
derna escola, o drama hespanhol nada menos que
o transumpto Bel da sociedade naquella poca: c,
beui como oo meio de todos os oulros povos, appa-
reccu all, com o carcter duplo de recrcio e traduc-
an moral de todos os sedimentos o ideas que on-
lao agitavam o espirito d'aquclla naco. As compo-
sicoes dramticas que se offorecera contemplarn
no quadro completo d'aquclla poca Iliteraria, m"o-
tram bem que o drama, fundido por tantos inge-
ohos dsinclos, sob as condicocs de uma nova exis-
tencia, transparecia como a sxpressao manifesto dos
costumes e do oslado dn civilisacn d'aquelle povo.
Estas considerarles anda nos far.em abracar a opi-
niao de que, sob qualquer forma pela qual se encare
o drama, elle tende a significar, no meio de qual-
quer naco, c em qualquer paiz do inundo, a silua-
cao em que se elle acha collocado; a relien ir, ro-
mo atravez d'um prisma, todas as cores partcula-
res de sua prnpria vida o organisaco social. Pro-
vam-nos inda estas considerarnos quanto impr-
tame edilhVil a trela d'aquelle que se laura no
ampio estadio das composicoes lillerarias. lomando
por aorle a descripeo dos tactos, dos costumes, da
histeria, debaixo do aspecto dramtico.
Essa afluencia do gosto e das applicaces intel-
leetuaes, esses resultados prollcuos dostrbalhos da
imi.gin.irao, que militas vezes se dilatara de um
ponto para irem depois refleclir n'nutro, como se
pode reeonhocerpelo ioOuxo que o Iheatro hespa-
nhol everceu m.iis larde sobre o da Inglaterra e u di
Franca: palcnleam. a quem alternamente medilar, o
ronhecimenlo analyticn e perfaito das revolures
porque tem passado differenics povos. Assim, des-
dobra-sc aos olhos do investigador philosopho o es-
pectculo da historia, da civilisaro e do progresso
da humanidade em qualquer ponte do globo oode
jeja dado apreciar o drama, em todas as suas evo-
Incoes.
Se certa, segunda o pensar de Vctor Cousn
que a descripeo logopographica de qualquer paiz
com lodosos seus ros, mantanhas o oulras condi-
eoes physicas. annuncia ao espirilo do observador
o papel que os habitantes d'esse puz tenham i
desempenhar na historia da humanidade- nao ma
nos ineoi.traverso quo as leis do desenvolvimento
mora! de qualquer povo, de qualquer naco ten-
dera a manifeslar-se de um modo visivel nos seus
progressos Iliterarios, especialmente no sen thei-
tro. as suas composicoes dramticas.
ABIIDLMI-l!L-KRTlr.
:


qualquer di mora no amando comprometi ran-
inenlc .1 coi leila.
A mulhei du pobre vnhaleiro alloceu, e ao luto
da familia misado por osla desgrana su juiluvain
as iiquiolaQ es pela prxima rolheil.
A insto si uaco du ltichard commovcu os vinha-
teiros da s la visinhanca, e n'um domingo com o
extorco e vi or que aoompanhaui scnipre um sent-
mente genei oso, ellos lizeram s viiihas todos os
aroanhos ueiessanos c que t estaro exiga.
lima larrivcl ciplosao, que foi ouYida na cir-
cunferencia ie 4 milhos, leve lugar na fabrica do
plvora em )re, perlo de Faversuan tGra-Brcla-
nha). Fot s 11 horas do da, e na parte do csiabc-
leciiDcnto err que baria mtlor porcio de plvora.
Foi lal a ture da explos&o, que os destroc do edi-
ticiu foram c hia a Burilas ruilhas de distancia, o
na cidade de ayorh tremern a casas, como
.se tosse porcnoito de um grande terraniolo.
Toilos os niedicos de Faversban, do Ospringo e
de oulras localidades correram ao lugar do sinstro
para florecer os soeconos da sua asle, pensando
que a i'xploca livesse feito murtas victimas. Mas,
por urna felici lado providencial, lodos os operarios
da fabrica esta ara (ora. quando o sinislro levo lu-
gar, e no exte ior do ediliclo s olgumas pessoas l-
cararo (cridas om a queda dos destroc*, o os-
t rondo da expl iso foi distinctamentc'ouvido eni
i.inliTbury. di lanicio milhas.
lio Globo .'uncamos o seguinte :
Succodou uul desagradavel accideute n'um cam-
po de .uaos-y-dre IlohywcU, l'lonthshirc, onde se
bayia eslabelec do um domador de (oras
e mcia d.i larde, uui lufo deslruio
ligar, onde so musirvaiu as feras,
ficaram dcbaxu das ruinas e com
salvaran!, a excepeo porm de 1,
am unirlos.
ros do Comel Jornal o sogninle :
(J/oiiccsfcr de 24 de mano conla o
Diario de Pcn\ambuco Segunda feira 30 de Maio de 1859.
As oilo horas)
una parede do
10 espectadores1
ilillirndlade
que seencoulra
Trnsete*
o Jornal de
scguinlo :
fina singular llcscnbei la e muito a proposito sal-
vnu um pobre Hornera chamado Jcnkns morador
einW'orceslor Street.
Kilo achava-se rmiilo alra/ado nn pagamento da
casa om que inoiiva ; devia ao scnliorio a souima
do 20 libras cster nas.
I'ara pagar tan o dinheiro rcsolveu-so a vender
quanlo possuia. Havia entre os seos movis nina
secretarla do forma anliga, que, ha muito lempo
perlencia familia, e que segundo um mutuo ac-
cordo oscohono Iluda nscolhido para a lomar por
cania de sua divida.
No momento oni que so proceda a mudanca da
sccrelaria, Jenkinsj iiotou o sigual de um segredo ;
tralialhano por abri-lo, i couseguindo-u, achou
denlro um sacco boru 100 guineos lio loores que
parecan! ler salud naquella hora da casa da uioo-
da. Julgue-sc qu il seria a alegra do Jookins, sua
mulher desmaiou I A divida foi paga cm enutiuuiilc,
e a pobre familia o insorvou os seus movis.
l'mSr. Moioli exr-c.utou a porgosa empreza
de alravessar sobn andas o ribeteo formado polas
aguas do Nigara 1 go abaixo de sua queda. Era
una tciilaliva exln mmente perigosa ; porque bas-
tara um s passo da do cm falso para o precipitar so-
bre os rochedos, e i consequencia seria urna luorlc
cerla. Os especial ores eslavam durante a passa-
gem na maior ancii dade. IIouvo um momento no
qual Morrelli pare en que perda o equilibrio, e
mu susto gem pre >ccupou os assislcntes ; mas o
perigo desapparoce i logo, c .Morelli coulinuou a sua
marcha or meio'd i escoma da catarata. Finalmen-
te elle chegou ao e jiro lado ao estrondo de applau-
sos universaes ; rr as eslava de tal modo caneado
pelo extorco ervo* o que tinha empregado durante
aperigosa passagci i, que cahio sem sentidos logo
que chegou a trra Havia alcm de oulras apostas
urna de 1,000dola*.
ilortalidade. lo dia 28 :
Jos, pardo, 2min w, bexigas.
Mnnoel Pereira, b anco, casado, 36 rnnos, febre
amarella.
Francisco Alfonso a Costa, prcto, sollciro, 60 3D-
nos, inlcrile.
Manorl, bramo, 1 lora, espasmo.
Rosa Matildes dos Lnjos, branca, sltoira,20 annos,
febre escarlatina
luaquuu Jos de .lbuqncrquc, hranco casado, 00
anuos, hernia ci gdinul.
Alexandrna Mara dos Alijos, branca, viuva, 93
anuos, desinterii.
Francisco Antonio Lisboa, branco, viovo, 80 annos,
erysipella.
llana, branca," mezes, convulses.
Angelo Jos, preu, viuvo, 42 anuos, molestia in-
terior.
Francisco, hranco, 8das, coiivulsoes.
llaria das Dures, pirda, 100 anuos, viuva, hepatite
ch roica.
Hospital de c ridade.Exislem 55 honiens, 49
luiilhen-s, nacin es; 1 hoinoui estraugeiro o 2 es-
erayos; total 107.
Fiiraiu vigiladas as enfermaras : pelo eirurgio
Piulo s 7 oras 1, i da manha, Dr. Wnellas s 9
lioras 3/4 da man ia, Dr. Firmo s C 1 2 da lardo
de hontem
CHR0N1CA JUDICIARIA.
Appellaule, Joaquiui Teixcira Baslos ; appelta-
dos, Campos & Lima, como ccssuiianos de Jos
Joaquim da Costa Leilc.
Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr.
desembargador Guerra.
Nada mais houve a tratar.
No impedimento do secretario,
._________________Bkto IUmiel.
Communicados.
Cartas du omiso X. do Beclfe ao
omino z, do Cear sobre as pro-
dueesepreteao&es sclentleasdo
adre Pompeo.
CARTA XIV
punco mais, e etifardando-os lodos om um pequeo
periodo, sob o preiexlo de perlencer a sua explica-
co i alia pbysica, como se no inesuio caso naocs-
liye-soin, oh se nao perleiieessein a oulras alias
scicnciasmulas cousas que elle, lem-sc nieltido, e
meller-se-ha a explicar-nos Sao subterfugios pro
prios de ignorancia. Mas em compensarn impii-
ge-nos a tal resucito cm nota Iros enormes trechos
de Urcul, c Mahe-Bruii, nos quaes uos faz'ver o
que sejam lodos esses meteoros, taes como a r/ui-
va, o orvallw, a nene, a taraica, (7) etc. ele e tam-
bem as trombas d'ar ou d'agua. Deixamos no en-
trclanlo ludo isso de lado, nao lhe tocaremos mes-
rao as trombas, limitando-nos a pedir-lhe que nos
explique o que so cnlcnde por orificia do peto, que
encontramos na parte de urna das sobre ditas no-
tas em que su lala deste nolarcl pheuomuno, e
que de maneira alguma podemos crer quo seja do
lliislre gcographo Dinamarquez. 8] Orificio do
SOIUIE a Ligio XII.
-Vfc ';ui lint nua-ras.
Bhn'Mi?/0 Z?n,i0 rmlrend """T aln,0i" iJia erengendrada pelo noVso revrendo.^Wo' o
Sffi=SJS= n^ ff-^sT-*- -fcr.il, o ,o feliz
segundo a reccita do iiosso lamoso meteorologista :
no primoiro caso c pr-se a espingarda de bucea
para Cimo e fugir-. t part lunar. 1 o no segundo c
pr-se mi lucio de una sala .lij-cum o ostento em
nina cadeira e os pes em oulra, ou deilar-se ein
una maca (rede naturalmente! pondurada por cor-
deis de seda Mes melhor seria, nos aOiruia elle,
ter-se cm casa (dentro de casa ?) um pra-raio,
sublime invcuco de Franklin ; e muito melhor que
ludo, lhe pergunUremosns, nao seria excommun
gar-ie esses malditos'?
U seu tantelmo apparece nasgrmpas das torres,
nos masivos dos navios, e as ponas das lauras
dos soldados. Se esta explicaco nos fosse dada'no
lempo da cavallaria andante com suas partasanai
cm risle, ou das legues romanas com suas hutas,
ou liualineule das filialinges Maccdonias com suas
*arr*as, acceita-la-hiamos cm todas as suas par-
les de bom grado, e sem a menor rellexo : moa
principio diz-nos o que ella al" onde se eleva,
de que secnmpde, c porque 6 mala densa perlo d
suoerlicic da Ierra, do que as suas carnadas su-
periores, dando-nos disto urna razan digna de ole-
nas luminarias. Segundo elle a maior densidade
das primeiras carnadas almospliericas provin do
peno especifico do ar n allrarrto do globo '.... Ve-
janiii-o ; peto especifica de um eorpo, se ello so-
lido ou liquido, airirmain-nos os bonnns da scion-
eia, que a rola ao de sen seto fpoids) relativo
(1) comparado aiim vnlume igual d'agua deshilada,
na lemperatura de i abaixo de /ero ; e se um
gaz, a uiesma cousa om relacao a um rolume
igual de ai-, ambos na lemperatura de sero, e sol
urna prcssu de O.", 7I. ?)peso especifico de um ocu-
po qualqiier, voni a ser poisein geral, a relacao de
seu pesa relativopoids) a sen voliime, ou um nu-
mero que exprime quanlo elle pesa, cm igual vo-
lme, nimparalivamenle sua respectiva unidaile
fue o como acabamos dizer, a agua para os solidos
e liquides, e o ar para os gazes, un Huidos aeri-
formes. Massuppondo-se mesmo que se toma aquel-
a (a agua,/ ou um gaz qualquer para unidade do
peto especifico desle (do ar), a que vem esto peso
especifico para explicar-so a maior densidade do
aimosnliera nas suas carnadas inferiores ? que tero
osle plieiiiimeiin do conimum rom a rolni.o do peso
do ar ao tea roame, ou a um roame igual d'agua
deslillada ou de qualquer gaz e quo lein tamboril
de synonima esla especie do peso com a afterefo
rfo globo ? Domis sendo peso especifico, e damiia-
ile anas exprsanos equivalentes, pos que o peso
dos corpos iguaes em volumes. proporcional
sua massa, aexplicaeo do padre meslro nao d
por lim no mesmo que se ello nos dissesm que as
carnadas batas do almoeptiers too mihs dental i m
rirludeda sna densidade e no islo nina razio
Igual do opinm fucil donaire, guia esl dorinilii-
rum J I) peso do ar a que isso deve sor altrbudo,
v queniulas vezesse loma pela inesma cousa que
i aiiraceao do globo, uo o especifico, ano o autor
los Flementos ignora o que soja, mas sim o abso-
luto, isto aquello em que nao se altende ao vo-
lunte dos corpos, ou ao espaco que elles occiipam
sol laes ou taes massas dadas ; aquello que consis-
to slmplesmenlc na somma de todas as tarcas rom
que os mesinos corpos em geral tendera a aproxi-
raarem-se ao centro da Ierra ; a pressSo, cm sum-
ma, que elles eiercem contra os obstculos que se
oppem sua queda, o que resulta das aeros do
pwo. urna bemardice do to bom gosto, que sopo- no seculo prosaico das daioiiet" armar-so soldados
com laucas, si para ter-se o gosto de enfeitar-se-
llies as ponas com santelmos, um pouco ana-
chronico, o exlravagante. Kulretanlo isso nao nos
\ssuas explicaees dos meteoros luminosos con- merece grande reparo extranhariamoa antes, que
liuuam a ser modelos de coaeito. o autor dos elementos, lio erudito, a que lo in-
\ aurora e o crepsculo, oslas panaceas dos por-1 leressanles procurou tornar as suas Hroes sob os
las, capazos nas suas mos de fornecerem assuinp- pontos de \ isla noticioso, histrico, c mythologico,
lo para um poema pico mais extenso que a Ilia- nao nos ucease vi'r que o fogode sunlel'mo, era co-
da, cifram-so para ello em duas palacras, sao com I eunhocido dos amigos por Helena, quando nico, o
Tetes mais breves c tugases que os das regios | por Castor o Pollut quando duplo, assim como os
equaloriaos c que a poesa e
em que o nosso homem especial, rarssunas v.-
'! Se encoiilran em gran iininiienle na mesilla ca
buea, a como que al se repeem !
Quanlo tospakreJias, o pahratasclnti, oolar-
Ihe-hemos smenle que nao nos parece ser iiiuilu
exacto que esses phenomenos sejam coramuns nas
alias latitudes, como elle nos assevera : pelo Me-
nos Bouillel citada [verbo-^'aareHiw), nos diz quo
elles sao raros, sem Cazer oicepco deseas latiiu-
dis : talvez porm que o erro o falla de exactidaa
estaja da parle deste ; a ignorancia muilas re-
" mais (eliz do que a scieiiiia : u ai caso que a
rege nao tem com clTeito enriquecidn u mundo com
d.iscuberlas iinporUiitissiuias que nunca passaram
pela eaheca dos pmprios genios ?
au nos milleromos na lula do eavalleiro e da
aguia. Iravaila nas iiuvens da Escocia, de que nos
d noticia o nosso revorondo na sua una ao po io-
do cima ; lauto mais quanlo j viria tarJu o soe-
corro ao misero cavalloiio; iiem periirrliarouios
por bagoleilas a sna apotheose dos viajantes, o dos
tres acadmicos do Franca na inuuiauha de Pamba-
marea
Respeitaremos lanihem o seu arco-iris, que
produclo dos sote rajos solares; o a respectiva
ola em quo elle nos falla de tim vidro chamado
prisma ; o da mesnia forma assuaseordm, as quaes
I na lingoagein dos mcleorologislas Sueonhece ames
' polo lime de halos.
A delinio de mirage do nosso autor tambeni
nada loin do nolavel ; nao podemos porm convir
com elle na supposta falla de concordancia dos
physicos, de que ah nos falla, sobre as causas a
quo esse plauomeno devnlo. Pelo contrario lan-
o concordara todos os physicos ou meteorolo-
gistas modernos sobre quaes essas causas so-
jam, que ale nos, meros curiosos nestas materias,
nao as ignoramos, pois sabemos que o wtireae pro-
vni do aqueoimento desigual das diversas camodas
da albmosphera, c coiisequeulemenle da desigual-
dade da ivfraceo dos ralos solares nesla ; ao
rm.5G3 TSXSSXmS'
Crernos que nao precisoalonganno-nos mais pa-
ra fazermos bem patento o disparale que proferio,
por conseguiule, o grande prolessor Cearenso, con-
tundindo estas duas diOerenles especies de peso, c
dando-nos o especifico do ar como equivalente de
atlracro do globo, e como causa do phenomenode
que tratamos. Mas cmfini nao somos sabios, nein
queremos ser pedantes ; os professionacs na malc-
ra que o chameui a mais restrictas contas sobre
este ponto, se assim o julgarciu conveniente,
nao nosuecuparemoscom o seu racuo, nemcoin
o ci/icr que existe nelle ; nao podemos, porm, fazor
outro lano a respeilo do treclio em que nos diz que
cada homem comprimido por urna columna de ar
do peso de 2Zp(s d'agua. Declaranios-lc, meu ami-
go, altoe bom som, que nao sabemos que peso
este; e est nos parecendo at que ser iuipossi-
vel, a quero quer que seja, exlraln-lo dos termos
em que o nosso gcographo se exprime : visto une
essa nica dimenso d'agua. de que elle nos falla,
nao d-uos, neni pode dar-nos a couhecer o seu
volume, sem o qual uipossivel determinar-se o
peso de qualquer corpo ou objeclo. yue cada ho-
mem A comprimido por um peso de 33:600 libras,
sabemos nos, apezar de sermos quasi lo ignoran-
les como o reverendo, mas porque tambem sa-
cemos aliunde, que o da columna de ar, que cada
um lera sobre s, igual ao de um volume
d agua do 33 ou antes deSSps cbicos, [i] Nes-
logie, pag. 891.
Sobre o costeado da ola posta ao trecho de que
acabamos de tratar, temos duas nicas nbsenacocs
a fazer. Primciramenle diremos quo a Iba encan-
tada que os mariiheiriis da Suecia urelondem ver
onlre as i lauda as cosas de l plana, nada tem de
extraordinario para nos, que j vimos o proprio re-
verendo iiidepciidenlrmenle dos cubitos do mirage
engendrar una ilha de Inglaterra, que nao existe
em parle alguma do glogo /Jj; e era segundo lu-
gar, que a tai Fala Morgana a que elle lambem alii
SCrefere, nunca existi no eslrpilode Messina, mas
sim no golplio de Nopoles.se nao erra Bouillel na
| patarra cima indicada ilO). O nosso padre como
lens visto, e continuars a ver, portento um ver-
SClcncias evadas | augurios sinislros ou propricios que elles liravam
de sna apparieao, em um caso ou em oulro: rele-
vouiii.-llio essa pequea falla.
Vos fagos fatuos chama o reverendo, refigat de
la:: nao lia maiordeslainpalorio I llefega o mes-
luo quo golpe ou pe do vento mpeetuoso, e que
dura pouco, segundo nos dizem doraos e os mais
diccionaristas da liiigua po.itugueza, e aquellos fu-
gas, se liem que durem punco, pelo que se elia-
lliaill fainos, todava sao ninas pobres chauiiias
erradiat t terca, coiuu alisniilamente do impeto e da furia dos tufos ou
refrgat. O proprio reverendo os denomina na sua
noia respectiva, de clitsinntas traca* iniauo a se-
reiii elles almas do entro mundo ou dragues aV
fugo, liqueiu saliendo lodos quantos os l-'leiueiilu CeogrepUia lema, que isso sao historias da caro-
cliinlia, eolitos de velha em nuiles de invern.
Nao procuraremos onilia ar ohrilho e belleza dn
aurora boreal de nosso autor; esse pheiioiueno
inerece-nos toda a sympsihia u respeitos; a sua
pintura enlliiisiasiiia-uns al o poni de dar-nos
i'ui.i. cs de nos fazermos Esquiamos ouSamog-
das para o podermotdesfruclar. K pena que o pa-
dre meslro nao se resoiva lainlicm a i-lo contem-
plar por largos annos nessas regios do gelo oler-
no ; alguma vez poderia asna ligura eslampar-se
no nieio do seu vasta docel de luz e logo, a sua
apolhesc, .-una culo complela, sua sapiencia er-
guer-se-bia oulra vez nasazas da eleclricidade, s
Huyeos d'oiule parece ter cabido por doscuido dos
celcolas.
Duixeinos de parle as estrellas cadentes do nosso
padre, sobre as quaes j dissemos, alias, alguma
cousa em nossa citada caria V, quando analvsainos
um dos uliim"s trechos da lieao 11,dos Elcinenii>>
era que ellas sao contempladas no syslema plaucla-
rio, o juulainente os globos de fugo, osuerolites, e
boliiles, deque se traa em seguida. Acerca desles
porm, farcinos anda algumas pequeas nliser-
vai'es.
Prlmeramenle diremos que globos de fgoe bu-
lides, nos parece seren a luesuia cousa; OttlSeglindo
lugar, que globos de [dgo deliudos por globos in-
flamado o um pouco inlragavel: cm tereem lugar
que nao muiln exacto que esses mesmos globos
de [go inflamados, on Mides caiam lodos com es-
tampido u deiveui senipie podras em sua queda ;
Arago (V, pag. 2.- vados s 35 se vio lanearem estas podras o em
qnarlo lugar, linaluienle, que as lacs podras dona-
das pelos btales sao os mesmos aeroelites ou Me-
ttorites, que o reverendo considera como pbeuo-
inenos disiinclos. Por lim na nola a este trecho
d-nos elle a razo pela qoal leudo em oulra parle
collncado estas diversas cousas eulre os corpos ce-
lestes, segundo a opiniao do baro de lluiuboldl,
presentemente as conla entre os motenros. Pica-
mos cellos disso ; mas o que verdade em lodo n
luirle. Tnmbuii por loria a materia; foi pago o tri-
buto da contingencia do homem !
J nao vive o cidadao prestante, o marido c.ni-
llllOSO, 0 pai desvelado, 0 lillio oliedieuli. o amigo
verdadeiro Doruio o soniiio dos [tiwdos enrollo
na mortalha das suas virtudes.
A sua hora tinha soado !
Nao ha umito, conliava gosloso na fortaleza de
seos msculos, na robustez de suas forras, nas [or-
eas da sua moridade O sangue que lie bata nas
arterias, a victalidade que lhe prava nas \eias, a
saude e mais que ludo a serenidado de suas virtu-
des, as virtudes de sua alma, cram um bello indi-
cio, senio um bello garante, de que anda hnie lhe
poderiaroos aperlar a tno do amigo, ouvir-lhe as
suas palacras de franqueza esnceridade, unir con-
tra o nosso o seu cxccllonte cora ao, samla-lo,
abraca-lo, eslima-lo, emllm !
Mas na ampolhcla do lempo tinha-se cscoado o
ultima grao do oroia, A sua hora tinha soado!
Na nares de sua espoza, na orphandade de seus
pequeos Ulhos, no ludo dos seus prenles e ami-
gos, anda palpitan) os elTeilos dosso faial aconle-
cinienlo, que veio trocar cm pranlos as llores vice-
janles de mu paasado feliz, de um prsenlo de go-
zos, de um futuro de esperaneas.
J nao vive : a voz tcrrivel que a realdade
apregoa! A sua hora tinha soado!
Nos, que lanienlanios lo prematura perda, que
ricrnos depr una saudadn sobre a louza do fina-
do, s tomos para a sua distiaela familia muilas
pinas s do eonsolaco. Indas reunidas (MU una s
palavia, que encona um niananci.nl de esperaneas.
um lliesouro de lesignaco o coiiliauc : em lima
palarra, a que os horneas tem chamado: i iic-
Mhviii:!
A Ierra lhe seja leve '
A. M. B. Lu itr.iiio.
Ca
t III
185'JOO l'.I.SKH)
139500
1>')tK)
-V 580 700
IsiOO IJJOO
if\ l'JSOiN) IllflOOU
i-jywt) i.tjooii
ss,i)l) 99000
mi ij20r) 28100
255011
l'iiuenla du India......
Salsa parrilha d Sastorem.
Dila dita (iuriipa'.....
Dita dila lli Negro ....
Trigo eslrangeiro......
t-piuca boa.......,
Crzella de Angola iniju
Dita de Btugotla......
Oilt de Cno Verde ....
Vaquetas do Msraohlo. .
Uilai da I'ernamhuca..... ->;i00
i:.rpr.rturao.
Aguardante..........p. 181-jOO01859000
Azeila doca..........,|in, -jgaje 39000
A mendos doce em milo a
Banlia de porej.........
BtUlts.............
Cera branca em croma.....3
Dita dila am velai.......,,
Ceblas............. M
Cenleio.............A
Cevadi.............a
Carne de vaeca.........6 g)
de porco > *
Cliourica*...........(t>
r.iiinlu de Ir g 1 maica fin h
M1II10.............. A
Paios..............juz.
I *. :j 11L ........... -|)
390O
603
COH1IERCIO.
Sal
Trisa rijn do runo. .
Dilu mulle.......
Toucinlio........
Vinlin ile Lisboa linio. .
Hilo diiu bramo.....
Vinagre de I.isi.ua linio
Hilo brancu diio ....
3JW0
4*600
740
400
20
150
440
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14-9090
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p 759(Wi) H091N11
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3")0U 389600
4-20
330
390
do canlaria, e volumes,],.
lasaos.
:11111o
A
Col
700
Caixas de cha, -i volumes i
drogas a diiersos.
Ilarra
KiiUadas.
21 de abril./.i, ilaia; Pernamhiicn.
21 idem.I.aia I. iHueua ; dem
dem idem.Ligeiro, Sanios; Para.
2!l dem.l.iberdade, Silia ; Maranbn.
30 idem.Souza & C.,Soii;a ; PernanibilCO,
Sabidas.
9 maio.Feliz Ventura ; Para.
11 idem.Tamega ; Babia.
dem idem.Sop/iia ; Pernarabuco.
12 iiow.Laia ///.dem.
F.inbiircacmu carga em 11.
Marauho.liarca Feliz L'niao e paladn Liber-
dade.
Para.Barca Flor do Yez, e brigue ligeiro.
Barra do Porto.
Entradas.
16 abril.Amelia I ; Pernambucn.
dem ideal.Sgmpathia ; Pernambuco.
dem idem.Alfredo', Marauho.
A 12 entrn a barca porlugiieza flamas Cruz da
Pernanibiice em 39 dias, c navegou para Viga onde
foi fazer qiiarentena.
L.
Movimenio do porto.
UBSERVACORS MKI KilllOl.iJOlCAS.
ni. 28 i.k uuo.
ALFANOF.OA.
Rendimesto do dia 1 a 27. .
Idem do da 2S......
:3:tn8$!MO
.|:97r,s:.lis
3h8:38uS478
Desearregam boje 30 de maio.
Patacho inglez l'xpress- fazendas.
Paladn inglez^James Huidem
Brigue inglez- Spraybacalbo.
Brigue ingle/.llary Weir :obioclOS para a es-
trada.
Brigue suecoLa Platolatinado.
Patacho americanoMar? Hclenlaboado,
Barca iraneezasVilte dc'Boulogne = fariiihae ce-
mento.
Escuna brasileiraLinda-diversos eneros.
SOVUIENTU IIV AIFANIIKIIA.
I.oiidiet OJ d|v. .
Parts. 100 m|d .
liesova 3 mpi.
Ilaieborg) 3 mpl.
.' .i.siei .Lim 3 mpl.
Madrid Kd|v. .
Purlo Hd|i. .
Volumes entrados com fazendas
com gneros .
Volumes sabidos com fazendas ,
cora gneros .
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo do dia 1 a 27. .
dem du dia 28.......
76
. 1i.
-------2.11
8
2
------10
!)1.29r,x7!):l
616*310
91.912J3IKI
S10i>0 83030
ItJ'.Kk) IVsjlll.l
119900 HalOO
189130 1M5'ilhl
*Cl90 19500
Is'lVl
93!
NO
910
3*520
H
lyMO
950
910
9.VI
3J5W
8S
8916.)
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimenlo du dia 1 a 27. .
dem do dia 2...... .
r. 217S181
_i _
5.217J1.S
dadeiro aliuocreve de pelas, ua 'catndupa irresis-1 caso e que o Sabio autor do Cosatot, leudo aquella
livel, 11111 Nigara de disparales opiniao a respeilo de laes phenomcuos, nao os C011-
Acerca de sua /; zodiacal que ao mesmo lein-i siderou comludo e ao mesmo lempo como ineteo-
po parle do nosso svslema planetario e meteoro al-! ,os aneroides. Kiilrelaulo se llislo parasse a re-
mospberico, referimo-oos ao que j dissemos cm re" 1oa mais diriamos sobre ella, porm
nossa Carta V. Todava protestamos aqu novaueii- }''"'"* anda ah cousa que nos parece um novo
le contra a calumnia que o audacioso charlatn do
DESPACHOS DF. EXPORTACAO PELA MESA 1)0
CONSULADO HESTA CIDADE NO DA 28
DF. MAIO DF. 1-59.
Estados luidos-^ llana ingleza Spiril of lhe Ti-
mes, Sauiders
sucar mascavado
RECBBEDOBJA DE. RENDAS INTERNAS OERAES
DE PERNAMUUCO.
Rendimenlo do da 1 a 27. .
IJem du da 28......
Cassatat.
. 52 7,K
. .:
. :>>i
. 17 1,8
. 42 1.8
. IJ
1|
Melaes.
Pecan de 8*000.......
Ooetii lit-i- i.il, .ia*. v .
Hilas uieucMias.......
Ajinas de nata ilE. lados lu la.
Soberanas a (pr il0......
lluro circeadi (a ooro: ....
1' ie i li.-S|j H1I10I..S.....
Hilas bramlalraa......
Ditai HlaxiaaSas ....
Vala francos.......
Cinea 11 aun.......
Pral.i (uiarco)........89UK)
I' .11 las e acf's.
3 prcenlo d as.amam.na. 11 a l
t'.oupotis ......
Huida d-lfprida .
Raneo de Purlagal. .
Dila ruiniuefcial do Pullo
Kilo mercantil, idem .
IIF.VIST\ COOSEBCISI IIK 12 US BHIl" vil PE UVIO.
Depois do que ltimamente distemos no nosap
ultimo numero, nola-sr quo o nosso merend, na
sua (eneralidade esleve Bstente frouxo, em cbn-
sequencia da crise actual di Europa, por isso que
a estado em que ella se aeha nao permiiie eapecu-
lacoes ; com ludo, no meado do luez pastada anda
hoiiveram algumas vendas para reexportar ; porm
hoja quasi se pede dzer que eessarain, 110' culaiiln
parece que asullimas noticia* sao alguma cusa
favnraveis, pelo que lia algumas esperaneas quo u
mercado lome aniniacao.
Sobre o estado de fundos, pelas noaaas colacoe
secoubece a sua decadencia, pelas razos ja expen-
didas.
v sarro. rERUOUF lilcl
3 0


m 9 E s- 0 a s, k z -- 8
^* 0 SJ. -
*l 5 y C 2* >. ai --
-< _ = ^r C3 -^ .> m
s a C5 5 sT s
~"~ ^^_ ---- -~ ---- -- min.
6dam. Ninibus S Fre ico 2.1 1 ls :* .1 H 757
9 a ., | 7(1 ,1,. 1
12 dia 21.3 ID 1 1 ) 1 757.8
3dal. Rcg. 23.1 18.6 > t .. 758
6 > > * a 22.6 1S..1 7:1 1 *
A no no etieve sha aman nublada 0 d 'ramosa i*huva. veiilo
S, e as rece 11.
Obse rvatorio do arsenal de marnha 28 de malo
do 1859.
VlECAS Jl'NIOR.
12? 1i
2S .. :io
510.9OOO 5209000
21090'MI a 250SXHKI
2211/1100 2301030
Declaracjoes.
24:0758624
2213180
21-900S10S
falso leslemuuho levantado ao priiucini sabio dos
nos-as dias, e a quem cun razo se lein dado 11 no-
mo de Aristteles moderno. Temos visto cxplicar-
l.ycou torna a levantar, na ola a este trecho, con-
tra o respeitavel baro de llumbuldt, a quem allri-
bue anda a paterndade de sua asnnlica materia*'' osaererolites coinuproduclo-ilosvolcOes da Ierra
cosmtica', e aprovelaremos tamben) a OCCaSaolou tatas, OU de aggregacocs e condensacies dos
para Ibc perguntannos onde vio que cosmtica, i- fJ"'s c partculas uiineraes que com estos solteni
10 eotsiicd, quclra dizer Isatisosa ? quando es- I''?.la :ls" "Isa regioes almospliericas ; mas ssa opi-
les" termos a explicaco 'faiil "de romorehen- sa.Palavn etymotogia do cosmos, que si- Mi de peovirein dos polos da ferro, que o padre
der-se, ao passo que a'simles exprossaoveso de 8,uHes "'"'eerso O que nos lomos lido, que win- ""esle enumera eulre as resoltadas por llumboldl,
33 ps d~agua nada esclarece ncm lei "si"- /er"t '-o*""" niRcaco alguma na sciencia. O osso pobre autor' ,"0l"a''dc 1W torno sido formados os corpos celes-,,lla"1'' de """ "<>* "o? niea-duza dolas que 1ra-
f-ONSlILADO PROMNCIAl.
Rendimenlo do dia 1 a 27. .
dem do dia 28 ...... .
algum
eiicontrou provaveliucnte aquelloscbicosnos
livrosemque leo o que nos diz no trecho a que
, fide que, por una cuudeiisaco progressiva se '"" desla materia, Em lodo o caso ella nos parece
marain ouiros iniilos, cujos priuieiros esbocosI lotsaaisdameiile exlravagante para ler lid curso,
sao as a#6wlo*M. Mas j uo osla a priiueira nui i ehaver-se aquello sabio dado ao Irabalho de re-
TBIIUNUL DO COIMERCIO.
SESSO AUM NIST11ATIVA EM 26 1)F. MAIO
DE 1851).
PKKSIDENT.IA DO XH. DESESBAKO lllilll
. SOUZ.l.
As 10 horas d 1 manha, arhando-se presentes os
Sis. depulados I ego, Baslo, e Silveira, o Seohor
presidente declaiou aberla a sesso, leudo oSr. de-
putado Lemos pa ticipado estar doenle.
Foram ldas o ipprovailas as acias das tres aute-
iidenU'S.
Leu-so o segu uto
EXPEIIIENTE.
lim offlcio do secreiario do mertissmo tribunal
do coininercio d< Baha, de 16 do correulc, acom-
panhando urna c insulta & este iribunal.Mandou-
se extralur copia para ir com vista ao Sr. desembar-
gador fiscal.
Fui presertle a colaco ofRcial dos precus trren-
les da praca, rt lalivj semana linda."
llESPAC.nOS.
Informados pe o Sr. desembargador liseal, osse-
puintes roquerii enlos :
Umde Antonio loaquiui Sevc, pedindo matricu-
lar-se. Como rtquer.
O'ilro de Antinin Joaquini Vidal cJoo Carlos
Basio de Oliveira pedindo matricular-so. Igual
despacho.
"ulro de Cand Jo Casimiro Cuedes Alcoforado,
pedindo malricul ir-se.Igual despacho.
Oulro de Jos Joaquiui de Oliveira Goncalves,
pedindo matricul ar-se.Salisfara o parecer do Sr.
devmibaigadorUsual c declare o lugar doseslabe-
lecuaentot e gei ero do negocio.
Oulro deFran seo Alvos de Pinho, com um do-
cumento que di salsfazer o despacho deste tribu-
nal de 12 do cor ente.Nao salisfez anda.
L'ni de Fraiiqiseo Fernandes Duartu e Antonio
Fernandos liuaii de Almeida, pedindo o registro
de seu contrato social Satisface o'parecer fiscal.
Oulro de D. francisca Camua Penses Tasso, pe-
diodo a cario du rogislro do brigue U. Helena, ie
sua propriedaile;Prestado o juramento e assigna-
do o lermo de lesponsabildade, passe-se a caria
que requer.
Oulro de Francisco Alves da Cunha c Thomaz de
Aquino Fonseca & Filhos, proprielarios da polaca
nacional Per na nbucana, pedindo o registro da
inesma.Igual despacho.
Outro de U011 eiro & Lopes, pedindo o registro
da sociedade de llonteiro, Lopes & Companhia.
Aj intera separad, menle o distrale da sociedade que
acabeu para ser rcgslrado.
Oulro de Narl ns & Inuos, pedindo carta de re-
gistro do hiato .tonta Hita, oulr'ora Desterro, que
compraran) a 1 anoel Alvos Martins, de Sania Ca-
Ibanna.Menci inem o quioho de cada comporte.
Oulro de Fra icisco de Castro, pedindo detone-
raeao de sua r sponsabilidade pelo hiele Castro,
que naufragou na rea Prela, do Rio Grande do
Norte, como co isla do documento junto. Como
requer.
Outro de Man 10I Antonio Mouteiro dos Sanios,
pedindo o regs ro da procurarao quo ajuuta.Re-
gistre-se.
Outro de Igni ci Neiy Ferrera, pedindo malri-
cular-sc.Satiifaca o primeiro perodo da segunda
parle do artigo 15 do rcgulamento n. 738 Oe 25 de
novembro de 4J 50.
Um do Migui I Jos Barbosa Guimaraes e Jos de
Almeida Nune: Urna, pedindo o registro do seu
contrato .social/ -Regislm-se
Outro de Sei e, Filhos 6; Companhia, pedindo o
registro de um; procura.'o que ajuntam. Como
requeren).
Sendo concli sos os autos do precatoria expedida
pelojuizo especial do commerco, para nomeaco
de arbitros, a rcqucrimrnlo de Jos Francisco'da
Silva, rapilo 1 o brigue brasileiro S. Jos, o tribu-
nal numcou os commercanlcs Joao da Silva Rega-
das e Mauncl I Ivs Guerra, e para desempatado!' a
Manuel Joaqui 11 Seve.
Foram com 1 vista ao senhor desembargador fis-
cal, os seguimos reqiieriueulos :
I i de Pedro Alcntara Abren e Lima, pedindo
rej;islrar um contrato que ajunla.
Oulro de Francisco Comes de Oliveira, agcclcdc
leudes, pedindo a approvacao de Joo da Cruz Ma-
collo, para seujpreposto, durante a ausencia que
abrigado a fazer desta cidade, por causa de incom-
modo dcsaudd.
Huiro de Mnnoel Antonio da Silva Moreira,. Bra-
sileiro, de 35 annos de idade, domiciliado nesla ci-
liado, onde tem eslabelocimento de gneros de es-
tira por grosao e a relalho, pediudo matricu-
lar-se. r
Nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente cn-
cerrou a sessao.
SLSSAO JUDICIAIIIA EM 26 DE MAIO DE 1859.
FHES1UEXCIA 00 EXM. SE. DESEMBAHCADOR
SOUZA.
Ao meio-dia e 1/4, prsenles osSrs.descmbarga-
aores Villares, Silva Guimaraes e Guerra e de-
pulados Reg, Basto, c Silveira, o Sr. presdeme
declaran aborta a sessao ; e, lida approvada a
acia da antecedente.
Jl'LC.AMENTOS.
Appellante.Joio do Santa RosaMuniz; cppella-
do. Albino da Silva Leal.
SorleadososSrs. depulados Basto e llego.
Ilelormoii-se a senlenco.
PASS\ENS.
A appellaco por cuibargos:
mendarel anlordosClementot, cuja vastissiina il-
luslraco, ao inverso do hroe da llada 80 nao ser
vulneravel nos calcanhares.
^ amos agora aos seus meteoros gneos. #
llaio ser com elTeilo, como nos diz u reverendo,
a explimio da eleclricidade das nuveus I Cromos
que o lauto como a hala despedida pelo caulio,'lua voluniosissiuia lluslraco, verdadeira aurora,
ft 0 tiro ou 3 cxplosao desle. llaio sim a materia Is,la0 Roieal ou epheinera como as de Novo Zembla.
inllamada, do qualquer iialure/.a que seja, que as I ou Spitzberg, mas inlralropiral e inexliuguivel
nuvens 011 o solo, ou ambos ao mesmo tonipo, lan- | dessa ditosa regio que o vio nascer e que o dis-
cam de si quando fazem a explosao ou detonacao ffucla !
mais ou menos forte que constitne u troeno ;'ao ------
menos esla a theora que nos ensinam os mofes- ,. <____1......._ j-j' ... .
k Cuino decem ser entendidas as dtsposicocs do co-
nos referimos, mas ignorando o prestimo e valor'
desse vocabiilo, julgou-o intil, talvez demasiado *I"J! u'"ua '"^'cidade elvuiologoa do recom- I
luxo de palavras, e por islo supprimo-o !
(jueres saber agora porque razu o homem nao
esmagado por aquello peso enorme, quo carrega so-
bre sua cabera e hombros, quando alias um simples
caneco d'agua faz minias vozessuar o tpele a um
gandador robusto ? Esse portento tem duas expli-
cacies, na opiniao do nosso pharol das leltras Cea-
renses, a pnmeira o que o Creador den a cada crea-
tura orgos compaliceis para isso, e a segunda quo
a cmnDressao em que elle se acos igual por lodos
os lados ; explicacdes realmente lis ualuraos e to
salisfactorias, que nada temos o notar-lhcs, e*-
cepeo d'aquelle compaliveis para, que nos parece
um pouco incompaticel com o classisrao de nossa
lingua, e com as regras da nossa grammalica.
Passa em seguida o reverendo pbisico a mostrar-
nos que influencia exerce a atmosphera sobre os
phenomenos de Nalurcza Primeramcute a sua den-
sidade nas baxas legioes a causado calor que ah
so sofTre, assim como a sua raridade lias altas ssr-
ras ( 3 ) a razo do fiio que nellas reina ; por-
que, arrscenla o uossn homem do inconimensura-
vcl sapiencia, o ar fino e rarefeilu das carnadas su-
periores, nao conserram nein desencalcan o calo-
rico ( 4.) Em segundo lugar pela elasticidade do
arque as suas vibraccs couimunican aos orgos
dos ouvidosu impressao que produz o som ( 5. ) E
finalmenic refraeco do mesmo ar deve-se naos
a aurora e o crepsculo, mas tamben] as vanadas '!UB s "os rc P"-'roV,'-se. Porque o resulta-
cores que asnuvense o proprio ar s vezes apre- ',Jo,SPna "ll,a calaslruplie geral. nao sabemos abso-
No sabemos liualmeule se o clima pkisUica de
que traa por ultimo o nosso reverendo nesla licao,
e om seguida aos seus meteoros luminosos e gneos
tambem por elle considerado nesje numero; o
ue porm cerln, que na sua enuiueraco dullcs
I l'allou 11 mais luuiinoso o gneo dc lodns, que a
digo conunercial, em relacu escripluracao mer-
cantil. "
siouaes nestas materias, e o que nos diz al o pro
prio bon senso ; ninguem confundi nunca o roio
coni a detonacao que o acompanha. Na ola a csso ;
mesmo perodo, fallando-nos da elecl.icidade, dU- ^ri^frAdS^l^^!?i^^^,!!2,,a qM
nos o nosso sabio, que quando a Ierra ou a amos- < "2W2E1*! 1!Z'!** T "/' "!' *
phera elec.nsada por sana quaniidado add.tiva "'e-Jan^ l'[ ^'"n<>">''>">><'' "''.
q^dV^^i--^'^^^
lectrieidade de urna uuve.u, carrega-se de eleclri- ,a,0 ^'"' ^"p0,, 1 T 1' ffiiU*S! "'
cidade comraria.romp.se em umou em oulraou ^ZX^A; V Z^X]
iieiihuma falleiicia loria deixado de ser declarada
Assiirar.Nos fins do mez passado lveram lugar
, algumas transaec.ocs para reexportar, entre ellas una
Brothers i C, 71 i saceos as-: venda avuliada que liouve para o Porto ; enlo esto
genero |i necia lomar alguma animaeoo. porm o
resollado fui diverso, pois que as vendas cessuram
totalmente, eni vista do que os posauidores se vram
na neeeasidade de baixarem as suas pretoseoes,
como se v dos preros que colamos, o por isso' no-
ramete liveram lugar mais algumas vendas nes-
les ltimos dias.
As eulradas durante este espaco foram de
4,952 saceos; 46 caixas; e 5 i barricas no Joven
4'J:GSS182 Carila, dn Rio ; 36 barricas no Adelaida, da inesma
aWfl03 procedencia ; 2,700 saceos de Pernambuco, no l.aa
-------- 1 1,3(0 ditos, da inesma procedencia ; 000 ditos 110
5il:07t>$55 Linda, da inesma procedencia ; l'v.t saceos e 31 bar-
ricas nn l.iberdade. do Marauho : lsl barricas'de
1859, Cabo-Verde, no frica ( vap. ; 35 ditos no Mara
Emilia, 181 barricas no Coincidencia, da Madeira ;
e 173 ditas SO Caigo, da mesnia procedencia.
Calculamos boje a existencia desle genero em
Caixas Feixis Barricas Saceos
2276 105 -1170 21598
Algosas.Al ultimas vendas durante esie perio-
do apenas se realisaran no principio da nossa revista
o aeha-sc actualmente em rompila asathl. As en-
tradas ronsistom cm 118 fardos de Liverpool, no
Francklori.
Agurdenle.Ueste genero no mez passado algu-
mas vendas se lizeram, am pequeua escala; e agora
nao consta que houvessein transarces tanto ua do
Brasil como na das Ibas ; c em quanlo nacional
alguma animaco olteroco, como se ve nas soasas,
estacos.
Aa entradas foram II pipos do Ro, no Joven Car-
lota, e 40 dn Maranho, no l.iberdade.
Azeite.Posea olteraco tem havidn ueste artigo
para reexportar, o as vendas lem sido limitadas.
Arroz.=r As vendas nesle genero s para eonsuino
que se lem realsado mais, e em quanlo para em-
barques puncas lem sido, e de pequea importancia
i; os procos conserva os mesmos.
Vs entradas foram de 1,500 saceos dn Para, no
em ambas o equilibrio da deslribuico daquelle Hui-
do, nos o entenderamos perfeilamenle ; mas o c-
qnilbrio das torcas dealtraco e repulso da Ierra,
_ apre-
senlam ; se bem que nos ignoremos quaes sejam
essas cures variadas, que, aprsenla o ar, o qual al
o nosso proprio phsico, no comeen desta licao, de-
clara que um corpo sem car, c "que apenas appa-
rece azulado quando. em grandes massas ; mas em-
llm nao nos embaracemos com lo pequeas coli-
sas, dcixemos o ar incoloro com as suas variadas
cores, oiuiiK roriotin delecta!.
(Juanlo a ser aquello ar essencialssimn nalu-
reza animada ou inanimada, damos carradas dc ra-
zos ao reverendo ; assim como 1: igualmente unn
verdade, incontestavel que na atmosphera que
lem lugar os phenomenos de que Irala a meteoro-
logia. Quasi que nada lemos al a dizer de seus
meteoros, i|uu sao aerios, aguosos, luminosos, ou
gneos, vista dos termos breves e escaeos em que
elle os explica, ou autos smplesuicnle enumera ;
vejamo-los com todo.
Todo o mundo sabe o que sao os meteoros aerios,
ou os ventos ; mas as suas causas neni todos co-
dliecero; diz-nos no entretanto o reverendo meteo-
rologista, que se suppe seren o calor e o fro que
dilatando e condensando as partculas do ar, causu
una destocarn ou vacuo no atmosphera, para onde
lulamente que relacao possa ler com semcthaule
phenomeno, nein cuino possa ser por elle pertur-
bado : urna theora completamente nova O re-
verendo a autorisa com o nome de Malle-llruu ;
nao duvidaninsqiic este autor Iralaudo desta espe-
cie, tcnlia fallado com eil'eiio cm torcas dc allraco
e repulsan, mas hade ler sidn nceoaaariamenleum
oulros le mus ; impossivel que seja delle um tal
disparale : lemos um cenlo de picsumpeoes em fa-
vor dos direitos de palernidadc du padre mcslre
a sen respeilo.
Tambciu uo podemos admllr a dslincco que
elle nos faz na mesnia nola, entre ruio o relm-
pago, de ser, nina faisca ultrica quando obra com
violencia quebrando, qooimaudo. ou matando ob-
jectos ou animaos, e o oulro quando mais raco
o se exlingoe inslanlaiieaineiile ; i-so seria o cnu-
cordarinos que rstu e o mesmo que relmpago,
com a nica diltorenca do ser um mais lorie, oulro
mais troco. 11111 danioso, e nutro noll'eusivo. ao
que nao eslamos isposlos ; porqueulo o que
verdade. que neni Indo o rato faz aquellas diabru-
rae, pois que al nein todos cahem sobre a Ierra,
mas que tambem, 10111 por isso, so eonvertem,
corre pela sua fluidez. Anles dc udovinos ah V** casn- u,u rus relmpagos, visto que osles-
urna oraco que tem por sugeitos calor e fro, com
o verbo no singular causa ) ; depois o calor e o
fro produziudo cacuona almosphera ; quando ape-
nas o primeiro peder faz-lo, se vacuo se pode
chamar a rarefaro mais ou menos consideravel ah
determinada por elle. ; e depuis aiuda, que se suppoe
seren os ventos provenientes daquulla causa, quan-
do alias isso hojo urna verdade correle, ou pelo
menos que sao a sua principal razio ; o finalmen-
te que para aquello cacao ou deslocaco corre, nao
sallemos o que, se o calor, se o fro, se as partcu-
las do ar, ou se antes os ventos, ou o fluido almos-
pherico que Rearara no periodo ou oraco antece-
dente, com quanlo nos pareen ser este pela sua
fluidez, e apezar d'aquillo.
Sobre os venios jeroc* ou alisios, peridicos e ir-
regulares, e sobre suas direccoos e pocas em que
sopram nada diremos, nein lo pouco sobre a sua
respectiva nota, em que o sabio Cearnse nos falla
do .S'ann'rf da Arabia ( mais conhecido por Samo-
uin ] C do Kkamsin (ou Chamsin ) do Egyplo=c era
que nos podia ler mencionado tambeui o Karmathan
do Sahara occidental, que o mesmo que oquclles,
o Siroco da Dalia, o Solano da Hespanha, tan nn-
laveiscnmo esses por sua quenlura o efTeilns per-
niciosos, e mais o Mora da Dalmacia e Islria, o
Slisiral do valle do Itdudano, e varios outios temi-
veis por sua aspereza e frialdade.
Pelos meteoros aguosos passa o padre meslre
como galo por brasas conientando-se com dizer-nos
que ellos resultan) das partculas aquosas que exis-
lem na atmosphera. no estado de gaz forme (61 e
(1) Peso relativo de um corpo oque se deter-
mina por meio da batanea, ou a relacao de sen peso
absoluto a oulro peso determinado, 'escollado para
unidade ou lermo de comparaco ; abaixo veremos
o que o peso absoluto.
(8) Islo e, dc 32 ps dc altura, de oulros tantos
de largura e de oulros tantos anda de espessura.
Nao devem reparar em notas desta natureza os
que se Icmbrarem que esrrevo mos para os que
sabem deslas couses ainda mo-uos do que nos.
( 3 ) Na licao Xdos Elementos vimos ( Carta XII)
que serra, segundo o reverendo o monle poucu
elecudo ; aqui vemos agora que ha erras que sao
altas, e anda haremos de vo-lo mais vezes para
diantc, e al Serroe altissimas a paginas 121 dos
mesmos Elemento* !
( 4 ) De ar fino e rarefeito fez o padre mostr
dous sugeitos de orneos e poz os verbos respecti-
vos 110 plural: coiue'ai, desenvolcem que lumi-
nosa grammatica !
( 5 J Como so o onvido nao fosse si.ienle ni
nico sentido, ou se cada ore.lda fosse um talvez
as do nosso celebre autor Iciiham esse previlegio ;
capacidade tem ellas para muito mais.
16) O sapientsimo reverendo quiz dizer prova-
valmento estado aasoso ou estado aeriforme, como
'aneas os que eulendem da materia; estado gaz
culposa, porque, bem poucas escripluracoes llavera
sed que lia nlgiimaj quueslejam conformes com a
inesma leltra da le.
Todos, ou quasi todos os negociantes, usam du
systema de laucar no diario a esciipluracu inen-
salmeule, abstrhindo dos das em que foram feitas
as Iransacoes ; e islo [seja dilo onlre parenlhesis .
nao porque seja ahsolulameule impossivel confor-
mar-se a escripluracao lellra expressa da le ;
mas, porque, para com ella se c.onfnrinar.sera pre-
astar muito mais lempo, ter muito mais Ira-
sao apenas OCtaraoprojoctado da> nuveiis.que pre-
cede ou acompanha aquellos, qii.-r a descarga e fais
ca elctrica sejam violentas 011 nao, quer produzam
011 nao dcsliuicese morios.
Porem lemos cousa ain la mais apreciavel nessa
mesma nota com que nos OccupamiM. Ahi diz-nos
o nosso padre que o rsio procura de preferencia us
objeclos hmidos, asseveranda-siios porm logo a
uno que {ando os utido e o ihapeo esto sno-
Ikados, ha uieuos perigo I Euleuda-o quem for ca-
paz disso ; nos ficamos por lim na mesma ; uo sa-
bemos o que aeramos fazer 110 muiente critico cm
que urna trovoada nos apanhe de sorpreza na roa,
se resguardar da chuva us nossos vestidos o o cha-
peo, para uo sermos procurados dc preferencia
pelo raio, ou se dexa-los molliarnm-se para nos
prnios em masas risco de sermos fulminados! Fc-
lizcs de nos so nos acharmos nessa occasio ca-
lando 011 em casa ; porque enlo o remedio fcil,
forme, cxpressu privativamente sua ; crmo-lo
ao menos.
(7) Por fallarmos em saraioa,devenios consignar
aqu mais um rasgo de sciencia do padre meslre,
que encontramos no Cearnse n. 1201 de 18 de fe-
vercirn desle anuo, pag. 2J,corumna 2*,eopiarciuos
o sen trecho, ei-lo :
'Unta correspondencia do Diario refere que no
strlao do Serid cahio urna clima de pedras [ga-
rajes, naluralmenle.! que malou mutos animaes
iniudos. Ora esse suraira naturalmente, esse
graiide quinao pregado no correspondente do Se-
rid, nao ser ue um sabio chuca de pedras que
sertanejn gnoraulaco!...
(8) Eis as propriaspalavras do padre meslre:
as aguas e todos os objeclos quo se acham dn-
baixo desle vasio interior '.la tromba) sao arrasla-
dos pelo orificio do peto, que procura pur-sc em
equilibrio !!! Elementos, pag 77.
(9) Vid. Carla XII, licao X, paginas 57 dos Ele-
mentos.
(10) Aquellea tal muito chistoso e bem lem-
brado ; principalmente nao teudo o padre meslre
fallado ainda de Fala torganu em qualquer oulra
parte! A tal Fala Morgana parece-nos aiuda eslylo
de capadocio.
(lt) Nao sabemos se a Ierra 011 a almosphera,
que na opiniao do reverendo pedo esse equilibrio ;
eremos ser a pnmeira, mas seja urna ou oulra, o
disparale senipre o mesmo, e lem-lhescinpro ap-
plicacao o que diremos em seguida no nosso perio-
do supra.
Esta pohro forra de allraco lem sido lerrivel-
meulc maltratada pelo padre inestre nos seus Ele-
mentos, ora s lhe considera sugeitos os planetas,
caria VI ; ora diz-nos que ella imprime nos corpos
urna tendencia ao repouso, carta Mil; ora confun-
dc-a com o peso especifico do ar, como timos 110
comeco da prsenle ; e agora finalmente diz-uos o
que lemos nesle lugar!
ciso _
baldo, e por consequencia despender muiiu uts
dinheiro (e& aqui que est o caleaiiliar d'Achil-
les....)
Mas, se muilas fallencias lem sido declaradas
easuaes, o nao culposas, nn obstante aa respecti-
vas eseripturaees nao eslarem conformes leltra
da le, [e istoau, e unieamente, pela razo j apon-
aos da maior despeza, triste e mosqiiinba ra-
zas, na verdade...' nao se segu que os triannaes
lendaui pralieadn injnslieas, a protegido n fraude :
0 que se segu que os l'ribunaes lem interpretado
alei, on pela sua lellra, mas pelo seu espirito: o
que se segu, que nonio bem tem andado os Iri-
bonaes, iatorpretasdo assim a le, visto que das res-
pectivas escripluracoes. assim feitas nao resulla'a
Hilenen de que OS fallidos quizessom fraudar os
seus efSdOreS, nico alvo a que o h'iislador mirn.
Suggerio-nos estas reflexues a opiniao que nos
dizem dera, no examinar nina escripluracao, um
cerlo senhor. que alias respailamos, ana cujas opi-
nles na materia, apezar da sua longa pralica, te-
mos por de iienbuui valor.
Na escripluracao que elle examiiiou seguio-se o
systema de debitar em um llvro ispecial. intitula-
do Decedores Geroes, todos os individuos que
levam fazendas a crdito, e creditar smenlo 110
diario a conla de mercaduras geraes pelos paga-
mentos que estes diversos devedores vo fazendo,
c medida que elles os fazem : o que, por oulros
termos, o mesmo quo 1 onsideror vendidas a di-
nheiro, ua unta em que por ellas rredilada a con-
la de mercaduras geraos, fa/einlas que foram ven-
didas minio anles.
O tal sujeilo nH'una que a escripluracao assim
feita, cm csso de revea, est mis termos de ser
condemnada ; porque so nao sabe ao cerlo qual o
crdito da conla de mercaderas geraes ; mas (po-
bre de espirito !) nao se lerubrou de que do livro
devedores geraes constara as dalas, e as mporUiu-
cias dos dbitos desses diversos devedores, c que
sommado O debito desta livro (o que apenas pode
ser Irabalho de algumas boras) saber-se-da exac-
tamente qual o crdito dessa costa de morcadn-
;eraes, servindo de prora para o que o diario
PRAnv DO RECIPE 28 DI'. MAIO 1)1
as :i HORAS DA TARDE.
Rctistu i-iuuiial.
Cambios- Nao consta se eOeetoasse Iransae-
ruCS sobre Paris, Lisboa e (Un do
Janeiro, e para Londres nego-
eiou-se a 25 d. por lg-
Algmlao-----------Vendeu-se de 89 a 8-5200 por ar-
roba
Assurar-----------O POSCO que se venden regulnu
de 35 a (5200 por arroba do Man-
eo, SfJIKIO a 2S7IHI pelo mascava-
do purgado, e de 23:1011 a 2,s5.50
por arroba do bruto. A semana
ui desanimada para toda a qua-
lidade Ue negocio, lano por falla
do navios, como das muilas cha-
vas, e depois da chegada do vapor
de SouUmplon, aiuda mais apa-
iliica se tornos.
Agurdenle Vendes-as do 555 a ooj por pipa.
Cuinos--------------Os seceos salgados venderanr-se
do 250 a 260 rs. por libro.
Azeite doce--------Vendeu-se a 2f200 por galn.
Arroz--------------dem a 2,3UOO por arroba.
liacalho-----------Vndense em atacado a 119600
por barrica, e a relalho de 19 a
l.l.s. finando em deposito 5,500
quinlaes.
Batatas--------------Regularan) a 1600 por arroba.
Canil' Bocea-----A do RioCraude do sul retalhou-
so de 4*100 a 6,-,, e a do Rio da
Prala de iJfMO a 4S200. ficaudo
em ser 30,000 arrobas da priuiei-
ra e 28,000 da segunda.
Garro do pedaa- Vendeo-se a 17 por tonelada.
--------dem dc 1ji550 a IgROO por libra.
- Idem de 4S50I) a 69OOO por ar-
rulla
0 deposito lem diminuido ennsi-
deraveluienie, possuiudo hnje s-
inente 12.SIK) liarricas. sendo :
42f)0 de liiclimoud. t;;Nl'i de
1 nesle, .00 de llallimore, 4IH) de
New Orleans e 1.000 de l'lnla-
delplua lendn sido relalhado de
198 a 21 a primera, de 22j a
a 29 a segunda, 18 a lercelra e
108 a quarin e quinta.
Dila de maudioca-Veiideu-se de (j a ss por sacco.
havendo falla da de Loa uuali-
dade.
Cd
Cale -
Familia de Irign
ij.i
o -
de 3JO0O a JIKMI por
Regulen
arroda.
Itonebra-----------Vendeu-se a 280 rs. por botija.
I.oiiea--------- A ingle/a ulilevo :nil por cenlo
de premio sebre a rectora, cam-
bio ao par.
Hasleiga-----------A iugleza vendeu-se dc 900 a 1$,
fmr libra, e a l'raneezn de IMI a
720 rs. por libra.
Oueijos--------------Vcndcram-so de 2J a 2100 os
llamcngns.
Toucinho-----------dem do 113500 a 12$ por ar-
roda.
vinagre-----------dem de 120$ a 110$ por pipa.
Velas---------------Idom das estearinas a 6ll rs.
por libra.
Freles--------------Para o Canal do 35 a 370, para
Liverpool a 20; B polo algodo
a 716 por libra.
Descomo-----------liouve muila procura, regulando
os descintos de 8a l8porcenln
ao anuo.
LISBOA, 12 DE M.iM DE 1859.
Preros corrala dos gneros di importaran do
Brasil.
Algod.lo de Pernambuco. .
Dito do Munnho e Para'. .
Assucar dc Pernambuco branco
Dito mascavado........
Dito du Rio de Janeiro ra. .
Dilo da llaliia b........
Dito dito mascavado......
Dito do Pan* bruto.......
Dito de Cabo Vente.......
Agurdenla de canoa do I1k.iI.
Alpista.............A.
Arroz da India loa......qq
Dila do Marauho e Para sup.
Dilo dilo bom.........a
Dilo dilo ordinaito......u
Dila dito iioulo
11
le
P
110
19750
19100
13200
196.50
19:100
19100
29100
li
140
29300
I96OO
13400
19900
19500
I95OO
28-iOO
4"^000 4830.KI
880
nas
possa allirmar sobre este poni o proprio livro de-! Caro dimito "prTroir'a'sortel '. ~i
redores goraes nao se lembrou llnaimentc, de |,, (lil0 .g^da dita.....1
que nao se pode aqu descubrir ( nem mesmo com
microscopio) alguma inlenco de fraude, e que pin-
tante est por trra toda a sua argumentaco.
Nos desojamos, nn obstante, que elle, deisan-
do de emillir smenlo as suas llieonas de oscriptu-
ra. ao peranlo o> pataus da ra do Qneiiu'ado (que
cuidam escolar o orculo, porque a mais nao chega
a sua inlclligencla), venda com ellas a publico, pa-
ra se lhes examinar o valor, principiando pela refu-
laeo desle artigo ; e desejarao-lo, porque eremos
que com isso muito lucrar o coiumercio desta
praca!
' ____________ .1. A.
Publicacoes a pedido.
NECROLOGA
pela niorte do alteres Jws Goncal-
ves Torres Jnior.
J nn viro! O pesado sello da lagea tumular
desceu sobre o corpo, quo servia de involucro
una alma duliueta, ornada de virtudes o civismo
A sua hora linda soado !
O anjo do exterminio, descarregando a espada
aniquiladora, nlraou-lhe a falidie.i aentosra de
Vi) V. retirado das paredes, acresccnla, por cau-
I lella o padre-nieslre ; como se lio meio aasala,
: pudesse-se oslar junio das paredes!
gun
Dito dilo lerceira dila
Dito dilo esrolba boa..... i>
Dilo da Haba.........
Dilo da Cabo Verde...... a
Hite de S- T. Principe. ... 11
Dilo dc Angola.........
Gico do Pai........
Cacao da Babia........
Dilo de San Thoin......
Cera amarella de Angola ... 8
Dila dila de Ilumnela..... o
Cravo do Mamullan...... a
Dilo girte..........
Couros seceos do Kin......
Cosos verde* do Para'..... s
Diiuieipicbado, da Bahit. ... s
Ditos diloc d Angula..... n
Caoros i.luoliw do MarandJn. a
Di'os sls. do Pernambuco. a
Dito, dilu das libas...... a
1 lio) ililoi m uro ,'..... s
Cominliof............ 5ji
Deulc de marfim lei...... %
Ditos dito medio........
Ditos dito tscrivelho...... 11
Erva-doce........... (J
(ioinma copal amarella..... (J
Dila dila vermellia......
Dila dila ordinaria....... n
M'lacu............. I
Olto de copahiha
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43200
49300
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2B000
26300(1 31*000
K9IKKI 509IKK
167
122
147
130
192
197
235
IhO
39200
19300
I9IOO
600
43000
49IOO
39H0O
19100
no
Ligeiro ;350de Londres' 110 Intrpido ; 200 no Sa>
lineira d'Aveiro, 9(0 no Amazona, 50 no Fernan-
des, el,370 no Anuo, ludo da mesma proceden-
cia
Alpista.Nenhuina entrada houve desle genero
durante esle periodo,o mercado escasso, cas Iran-
sacoes limitadas, pelo que se ve que os possuidores
esto muito pretenciosos.
Cafe.Puncas vendas teero havido, apezar-do de-
posito ser escasso, e achando-se quasi em una s
man que pretende procos e^ccssvos, que se nao po-
dem ubler, islo pelo que diz respeilo ao do Brasil,
pnrqne o das colonias nn acompanha a subida que
este lem : com tudo esl mais animado.
As entradas cnnsislcm em 112 saceos dn nu, nn
Joven Carleta, 100 de Perambuco, no Laia ; e 28 d
Cabo-Verde, 26 de Loanda e 21 de S. Thom, no
vapor frica.
Cera.Poucas Iransaccoes se tem effcclusdn, pelo
que os presos lem declinado mais.
As entradas sao 174 gamellas e 3 volumes de Lo-
anda, pelo frica.
Cacao.Ilouveram vendas de bstanle ennside-
raen ltimamente, em ailenco guerra do con-
tinente, e visin estacircuinsiancia, de supporque
este arligo suba mais no precn.
As eulradas sao de 50 saccas do Ho, no Joven
Cariota ; 370 do Para no Ligeiro, e 144 de Luanda,
no Ai ii-a.
Couros.Iloveram algumas vendas nos salgados
do Maraoso, verdes do Para, para n-ejporlaco, e
spichados de Angola, salgados dasilhas, pellos em
caballo do Calcula, a vaquetas de Pernambuco para
consumo: lilo mais empalado.
As entradas foram da 316 do Par, no Ligeiro.
325 do Luanda, no frica, 17 da Madeira, no Coin-
cidenaia : 2!lMio Galgo, da inesma procedeacia;118
da Terceus, 110 AeorisiM : 61 de Cibrallar, noBre-
lague : 217 no Vine de Malaga, da mesma proce-
dencia, elii lardos un Ville de l.ishnniie.
Coma copal.No uieiadn do me/ esleve frouia, c
hojo aclia-se mais animada, o algumas vendas so
ellecluar.im.
liorna d.) Brasil Algumas vendas com refuia-
11(1.1,Ir.
.Mdico. Acha-su lodo vendido, c enlraram 5:1
volumes do Pac, no l.igeiru.
M irlim. Acha-se paralysado com quanlo hou-
ws.sein vendas aiileriunoeule.
Enlraram '.lili ponas de Luanda no frica.
I rucit. Acha-se esto mercado alguma cousa
frouxo, e nao eunsln vendas.
Kiilraram 131 pnnelros do Para, no Ligeiro.
Oleo de copnhiba.IIouvo urna venda de 10 lor-
ias, cun proco ignoramos, e punen mais se fe/, nes-
le o,.|,oro.
Sal-a parrilha.Algumas vendas se realisaran. e
com quanlo leuda oslado em apathia, hoje mais al-
guma animaeau se nola.
Kntraram 303 rulos do Para no Ligeiro.
L'r/.ella. Completa apathia, e enlraram 191 sac-
eos do Luanda no faca, c 76 de Cabo-Verde no
Mara. .
linlio.Os preros que colamos sao nominaes, e
os embarques san de coala propria ; esle genero
parece dever continuar a declinar mais, visto a bel-
la apparencia que por eniquanlo mostrara as
rindas.
Embarcantes despachadas.
Pernambuco. Suphia brigue portuguez) rom 4
pipas, 1 mcia dita e 101 barris de vinliu, 20 pipas,
6 uicias ditas e 00 barris de vinagre, 41 barris de
a/.eile, 340 saceos de farelo, 4 pedras dc canlaria,
362 barris de carne, 300 ancoretas de a/.eilonas.
157 caixas de hlalas, 30 cauaslras cora ditas, 120
caitas de ceblas, 110 volumes diversos e 100 barris
de cal.
nia III [brigue pmlogue/' com 22 pipas, 83
barris e 25 ancorlas de vinho tinto, 27 barris e 20
ancoretas de dito branco, 9 pipas, 2 meias ditas o 80
barris com vinagre, 60 barris com azeite doce, 476
barris com toucinho, 130 com carne ensacrada, 1
volume com dila a presuntos, 10 barris dc manlei-
ga de vaca, 2:t0 arrodas de batatas, 1 barril com
a/eitonns, 1 caiiole com 20 queiios do Alenlejo, 12
barris e 12 caixotes com varias drogas e erras mc-
dicinaes, 200 saccas e 30 barrica com farello, 10
caixas com petxe, 100 ditas cooi cera em velas, 8
fardos coro dila em grume, 12 saccas de feijo, 1 sac-
ca d'urzella, i barril com vdros, 500 varas dc lage-
do e 16 volumes diversos
Para. Feliz Ventora (brigue portuguez) com 20
arcorclas, 164 barris e 22 caixas de vinhn, 20 bar-
ris de vinagre, 7il do azeite, 450 ancoretas de azei-
tonas 1,000 molbos dc ceblas, 177 moiosdesal,
i barricas decarro animal, 15 barris dP peixe sal-
gado, 45 barris de carne ensacada e presuntos, 81
de toucinho, 108 caixas de massas, 195 de ligos, 4
de brochas, 5 de aznleljos, 100 de hlalas, 200 sac-
eos dc semeas, 30 de feijo, 300 barricas de cal, 20
caixas de genebra, 10 barricas de eevadinha, 7 vo-
lumees de queijus, 66 caixas do cera cm velas, 22
de sebo em ditas, C caixas de dilo de llollanda, 3
TRIP.INAL DO COMMF.nCIO.
Peta secretaria do tribunal do coiumercio dePer-
nanibuense faz publicu.que ua dala infra filra com-
pelentemeiite registe .ido o papel de sociedade que
niaram Miguel Jos Barbosa Guimaraes o Jos de
Almeida Nones Lima, pnrliigue/es, domiciliados
nesla praca e eslabelecidos com toja de fn/endas
em grosso e a relalho, na ra do Crespo desla ci-
dade : tendo lido principio dila sncedade em o 1."
de Janeiro do correnle anuo, a linalisar-se em III
de de/.embro de-1862, com o capital de |0:O00gQ00.
e sob a lirma de Cuiniares c Lima, da qual t-
mente usar o socio Cuimarcs.
Sccrelaria 27 de maio de 1S59. =: Dinnneri-a
Augusta do llego llangel, no impedimento dn otli-
cial maior.
= Pela mesa do consulado provincial se fa/. publico
aos proprielarios dos predios urbanos das fregue/ias
desla cidade, e da dos Afogadns, que os 30-das
otis para a cobrauea boca do cofre do 2.' semes-
lie da dcima du anuo linanceiro correnle de 1858
a 1859 ye principiara a contar do da 1." de jiiodo
vindouro, lindo os quaes inenrrero na mulla de
3 0(0 sobre os seus dbitos lodos os que ileivaiem
de pasar. Mesa do consulado provincial de Pernau-
buca 21 de maiodc 1859.No impedimento do ad-
minislrador, Theodoro Machado Freir Pereira da
Silva.
Conseibo administrativo.
0 conseino adminislralvo, para fornecimeuto do
arsenal dc guerra, lein de comprar os objeclos se-
guimos :
Para a escola da colonia militar de Pimenteiras.
Papel almai-o dranen, resmas 4 ; peonas de plu-
ma, macos 12 ; tinta de escrever, garrafas 8 ; liu-
teiros de ehuuibo 10 ; Inpis, moco 1 ; lousas 20 :
creies, macos I; traslados de riscos 12; ditos de
A 11 C 12; dilos do bstanlo 12; ditos de basfar-
dinho 12 : ditos de cursivo 12 ; paulas 8 ; carii-
lhas 20; Thesouro de Meninos, exumplares 10;
Mylhologia dos De/ases 10.
Quem quizer vender laes objeclos aprsenle as
sua.-. proposlas em caria 'fechada na secretaria do
conselho s 10 horas da manha do dia 31 do cor-
renle stez.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
forneeimeiilo do arsenal de guerra 25 de maio de
1859. Lu; Antonio Facilla, drgadeiro presjdeule
do conselho.Francisco Joaquim Pereira Lobo,
coronel vosal secreiario.
-; Pela repartico das obras militares se faz pu-
blico que se tem le preceder a factura dos comer-
los precisos na rosnha do quanel dn 4* rorpn de
arlilharia na fortaleza dnllrun, quem desle servico
so queira enrarrei tico das 9 as 10 horas da manha do dia 27 em
diaute com suas proposlas.
Munoel lenacio Bricio,
Director.
Pela suliilclegacia do 1." districto dos Afoga-
dns se faz publico que foi reinettida ulna cabra bi-
cho pelo inspector da ra de S. Miguel: quem se
julgarcom direitu. comparece para lhe ser entre-
gue. Alegados 23 de maio do 1869.O suddelega-
do, Jos Gorgouio Paes farreto.
Nao pudendo anida ser arrematadas per causa
da chuva. as rendas dos predios do patrimonio d >s
orphos abaixo mencionadas em 27 do correnle, co
no foi aniiunciadn. dea transferida a arrmala ..o
para o dia 30 s 11 horas da manha.
t
llua do Crespo.
Ns.
3Gasa de sobrado de tres andares.
Uos do llangel.
6 Casa terrea.
Ra do Sebo.
12Casa terrea.
tua do Pires.
13Casa lerrea mei-agua.
lina da Cadete do Recite.
17Casa de sobrado de dous andares,
llua da Madre de Dos.
22Casa de sobrado de nm andar.
21Casa de sobrado do dous andares.
25Casa de sobrado de um andar.
26Casa terrea.
27dem.
3(1Idem.
31Idem.
32dem.
33dem.
31dem.
35dem.
36dem.
Os licitantes hajam de comparecer com seus fi-
adores ua sala dan sea-osa do mesmo Conselho, no
mencionado da 30 do correte.
Secretariado Consellio administrativo do patri-
monio dos oiplios 27 de maio de 1859.Dr. I i-
cenle Pereira do Pego, secreiario.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para forneciinentodo
asen.il de guerra, lein de Comprar os objeclos Se-
guinte :
Para a enfermara militar a cargo do contiqcute
da guarda nocional destacada em Maoei.
Tamnncos. pares"50 ; bacas de ntica 3.
Ouera quizer vender laes objeclos aprerente as
suas proposlas em caria fechada na secretaria do
conselho as 10 horas da manha do dia Sdejunho
vindouro.
Sala das ses.5cs do conselho administrativo para
fornecimenlo do arsenal de guerra 27 de maio de
1859./.ai: Antonio Favilln, brigadeiro presidente
dn conselho.Francisco Joaguim Pereira Lobo,
coronel \ ogal secretario.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
EHPREZA-GElUIJaJIO.
Recita rrtraordnorio ,ivre da
assifinatara.
TERQ.l-FEIB.ill DF. MAIO DF 1859.
Subir -cena o cicelleuio drama eni 4 actos e 1
prologo:
JOCELW
OMcXRIiHEIRODANARTINIO.
Terminar o espetarulo com o inleressanl.
VALDKVII.I.E=:em 1 acto:
MoiMsrasim.
Principiar 6s8 horas.
Os buhles que foram \endidns para esle espec-
tculo que devia ter lugar nn da 28 do correnlo o
ue foi transferido por cansa da chuva,lem entrada
oje.
O resto dos bilhetcs achaio-sc venda no escri-
torio do theairo.
Baile nacional

- -,*
Sabb.ido 28 do correnle haver grande hade mas-
que nos grandes snlocsdocaes de Apollo.

?

'
<
.'


J
i Achar-se-ho ornados rom todo o hrilhanlisino os
j respectivos saines, c a msica ser luda nova, com
variadissimas poras todas do superior gosto.
/ Ser manlido em loda a"sua plenitudc oregnla-
' metilo sanccionado pelo lllm. Sr. De. cliefo de po-
lica.
Preco do entrada para horaens 2J c para senho-
ras gratis.
Diario de Pernamhuco Segunda feira 30 de Maio de 1859.

COROGRAPHIA
histrica, chronographica, genealgica, nobiliaria c
poltica do imperio do Brasil, contundo nuces his-
tnriras e polticas, a coinecar dodcscobrimeiiio da
America e particularmente do Brasil, o tempo em
que (oram povondas as suas diHereutes cidades.
villas e lugares ; seus gorernsdorcs, e a origen) das
diversas familias brasiloiras o sens appellidos.eilra-
liida de anligos inanuscriptos historeos e geneal-
gicos, que em eras difierenles se podero obter : os
tratados, os bullas, carias regias, etc. ele. a historia
ilos ministerios, sua poltica, e cores com que ap-
pareerram ; a historia das assembleas temporaria e
malino, e timbera urna ctposicu da historia da
independencia, escripia e enmprovada coui docu-
uiejilos iuedielos. o por leslcmunhas oceulares que
anida ivslain, e dos outros movimentos polticos:
ddstciauis *pngi apliiis, viagens. a historia dasmi-
ii.i* e quinto do ourn ote. etc. aliiu de que se leulia
mu conhec.imenlo exacto, nao s da pco^ranhia do
llrasil, como da sua historia civil e poltica ; pelo
lir. ello Monos A. I. de), pelo preeo de 18000.
Breve dore ebegardn Hio do Janeiro o segundo vo-
lume.
. '. M :.'-.
Publioa$&o litteraria.
O CASAMENTO CIVIL
Avisos diversos.
&
0 CASAMENTO BEUUOSO.

T
^wme da proposta ti cnio apre-
sentadu cmara dos depulados a
sessto de 19 de jnlho du anuo pro-1
I \imo passado.
PFI.n
R. BRAZ FLOREA 11X0II. DE SOUZA.
Lente cathcdiatico da faruldade I
de dircilo do llecife.
Sahio lu osla inleressaule. publicaran e 0
S| acha-se a venda as lnrarias de Nozuera de W
j Souza & i:., junio ao arco de Sanio Antonio, 2
59 t Oliveira ntiuiuiares na esquina, da ra do %
Ionio |
PtBUCACAO Ll ITERARA.
Aclia-se venda na livraria n. ti e 8 da praca da
Independencia o 1." volume da
Avisos martimos.
Para o Rio de Ja-
neiro
-alie rom a maior breridade possivel o hem contie-
ndo e uiuiln veleiro pnlhabole Artista", do qual
tapitao Juaqoiin Jos Alvos ijas Neves : para car-
ga o pass.igeiros, para os quaes lem escolenles
rommodos, Iralo-se com o propriitario na ra da
liad re de Ueus n. 2.
Prccisa-sc do, tima pessoa para dis-
tribuir este Riario, dentro da ciilade: na
livracia da praca da Independencia ns.
8.
== Quem quizer rebater algumas pequeas letras
da cidade do.Nolal. vi a ra estreila do ltosario n.
1, pnmeiro andar, que achara com quem tratar.
Sr. Fiscal de Santo Antonio !... dirija-sc por
favor ao segundo andar do sobrado da na Direila
u. 43, em cujo anido se esta criando un porco,
d ondo sahe un ftido repugnante, e cujos inqnili-
nos fazem lodos os desf-ejos, inclusive o excre-
menlo, para oslolhados dos visiuhos, os quaes j
no ultimo desespero recorrem ao scu rocoiihecido
loe aclividade, para que se sirva tazer cessar
tanta porcaria.
= Cnntinua-sc a receber encommendas de ban-
dejas enfeiladas com boluhos das mais esrolhdas
qualdades, o precos mais razoaveis; e tamhem
apromptain-so podios, pastis de nata, tortas, pio-
do-l, o ns superiores bolos Unos de fariuha de
trigo, ou demassa hem proparada, Indo rom deli-
cadeza o aooiu, sendo o mais em cunta do merca-
do ; na ra da Penha u. "i.
=: Fugio ao amarillecer do dia I de maio, dn
freguezia dos. Vicente, o mulatinho donme Ha-
noel, de 16 anuos de dado, estatura mediana, e6f
vermelha, antro, penas e pea pequeos, cabellos
erespos : rnga-.se as autoridades poltoiaes e eapilfies
de campo de u approbender e lava-la a mesma
freguezia de S. Vicente, a sen senhor Sobasli.in
Jnsdo Kendonra, que lhes gratificar generosa-
mente.
" A pessoa de Oliuila que tem duas escravas pa- i
ra alagar, para o servir dentro de casa, apparec
na ra Nova n. :!(, laja de madama llosa llarih ,
que precisa (le nina.
REMEDIO iNCOMPARAVEL.
1 NG1 f.YIO rtOl.l.HWAY.
. Militares de individuos do Indas as nacoes pdem
leslemitiiharai virtudes iloslo remedio iiioniupara-
'
JCompanhia Pernambcana.
O vi: por nacional Persinunga segu
para ot porto do norte no dia 2 de j ti-
nlto 6 recebe carga at o dia 751 de maio
at o me Jodia.
I'ara Lisboa pretende Shir imprelervelmcn-
to no da 15 de jitnlio o briguc pnrluguez. Relm-
pago : para un pequeo reslo da carga n passa-
geiros, liata-se com Os consignatarios Thoniaz de
.1 Aqtiinii Foitseca & Filho, ruado Vicario n. 19, prl-
tetro andar, ou cotn o eapito na praca.
MM
Companhia do Be-
beribe.
O Sr. caivada companhia (commen-
dador Manoel Goncalves da Silva) esta'
autoiisad a pagar desde lioje o 22- di-
videndo ai azao de .~>;>100 ts. por atejo.
Escriptorio da admjnistracao da Com-
panhia do Beberibe 25 de maio de 1850.
O secretario, Bartholomeu Francisco
de Souza.
= rrecisa-se de um homem para Irabalhar em
rcfiuaco : na ra da Concordia n. .
= a noite dei do corrente fugio a prela Tho-
mazia, africana, levando em sua companhia urna
fllha de tres anuos, de estatura regular, bocea
acangulada, com falta de deules e ps apalhetados:
quem dclla souher ou apprehende-la, leve-a a ra
da Aurora a seu senhor Joo Antonio ViHaseeea.
Criada.
H
Precisa-se de una criada para lodo o servieo de
portas denlro. n para casa de ponca familia : na
rita do tjueimado n. 37, loja.
_ ajp ss
O bncliare Antonio Aunes
Jacomc l'ires continua a ad-
vocar : ra do Ranrji-l ti. iO,
primeiro andar.
vol
para-
prorar om caso nece^sario, que. pelo uso que
done iiz.ivam leni seucorpoemembrosuileirajoenl
s.ios depois do haver empregado inulilmenl.....tiros
traiamenios. Cada po.-ii.i piidor-si-ha convencer
lie.-.-ns coras maravilhosas pela leilura dos peridi-
cos, qui-lh'as lelalaal iodos 08 di.is ha mullos a-
llos ; e a maior parte dolas sao tan snrpreudenles
que admiraiii os mdicos mais eelebres. Qtuntas
pessiias rerohruram com este soberano remedio o
uso de scus bracos e pernos, depois de ler perma-
necido longo lempo nos hospitaes, onde deriam
sotTrera aiuputacao I Dellasba militas que havendn
deixado essos asylus de padeoiinenlns, para senao
submetterera esaa operacao doloraea foram cura-
das completamente, medanle o usodesse precioso
remedio. Algumas das taea pessoas na enlsai
a
-- Amo!.i-se lodo n iitslrunientocortante, boiam-
se ouvidos om armas de espoleta, alugam-sc lu-
chas eappliram-se ventosas, liram-ae denles, Ittn-
pam-se e chuinliani-so a euro e prala, ludo com per-
feie.io e promplidao : deronle da matrii da lloa-
Yista n. 8.
Aviso.
Na ra do Trapiche Novo n. 20prcrlsa-se do dnas
pretas ambas captivas, para O servieo de du.is.se-
ihor.is com ponca familia.
l'iecisa-sede una ama para Indo o servieo do
nina casa, tanto interno como externo : a tratar no
sobrado do paleo da Santa Cruz n. 70, segundo
andar
= Desoia-se fallar com o Sr. alfcres Jorge Se-
drein, aldanle da fortaleza di Brum: na ra da
Guia n. 1). Na mesma vendem-sc momos de palba
de carnauba nova.
Precisa-se de um cai.veiro de 1N a 20 anuos,
que lenha bstanle pratica do venda de relalho, <
que de fiador a sua conducta : na ra dos Marlv-
rios n. 36.
Attencao.
Rfga-seao dino$jerenlis da Com-
panhia Pernainbucana que a bem do
crdito da companhia e do commandan-
te do vapor Iguanuu' se d(;nem publi-
car por este Diario a relaro da distri-
bu icio feita pelo referido commandante
aos olliciaes epracag(|iietrabalharara nos
salvados da barca Carib, pois se diz que
tendosido marcada a ijnantia de 10:000*'
para tal Cm ainda si-nao fez a dita dis-
tribuido.l'rn titeressado na compa-
nhia.
Aviso.
Fugio no dia 2fi de maio corrente, a
escrava Romana, criouls, de idade. 21
amos potteo mais ou menos, estatua al-
ta e hem l'cita, olhosalgurun cousa esbtt-
galhados, bocea grande, cor nlguma coli-
sa fula, bem conliecida nesta cidade e
nos arrabaldes principalmante no Mon-
leiro, Poco e Cusa Forte: leve-a a seu senhor Euzebio Raphael Ka-
bello no seu sitio no Caldeirero ou uo
largo da Assemhli escriptorio de Fran-
cisco Severiano Itabello & Fillio.
Oiiem aniiiiui-iiiu no Diario de 27, precisar de
l:!ii!i,S:i jiiins Rubro hvp.iilioia om beiis de raa,
appaieca na ra da Cadeia de Sanio Antonio, so-
brado do um andar n. 2, que achara com quem
ti
O Dr. Casainwa, avisa a queinpossa inleressar
que h.ivindii iloloiniinadofa/eiuiiia riagema Fran-
ca, tem vendido lodos ns medicamentos q.....nls-
li.nii em son consultorio; porem non so tondo rea-
lisado esaa i i.i ..ni, lem novamenU receido de Pa-
rs,* urna mili a eollcecao de medicamentos integra-
mente novos. e os mais bem preparados possivcl-
conin lambem carloiras una rioas o livros : assim,
quem deaeja os rerdadeirosmedicamentospodepro-
r.ura-los em s"ii ronsultorie homenpalhico em Per
nainbiico28 ra das Cruzes n. 28.
un mt
tratar.
HU
- Jos Nudcs de Paula lera
no seu aroiazem
das taea pessoas na i'ufusao de |
sen recoiiheeiiuento declaiarain pales resultados be-'
neneoj dame do lord rorroiedoroonlros magistra- para \eU(Iei
dos, alim domis aiilenloearem sua lirmativa. !,l.,,l a___ A,
Nincuea desespenria dn osudo desndese t- O" TUa (10 Ainonni II. 'ifS, Slipt'-
vi"o bastante eoulianoa ihira ensaiar oslo roiiiedio;|.0|. f.i,.(ll|n rl f !fllnn ,v v,.n.l,.
Ronatonmmenle seguindogum tempoo Iralamon- ,IL""'' lasiioa O M'lllli!
tiiqiienoiossitasseanaliirezadonial, cuj, resulla-! poi* llieilOS pri'OO (lo tltte (Mil (111-
dn sonaprovarinriiiilestavelm.ule: yin-ludo cura. '" '"
tmenle: ym
O unyrueiiio lie titil, mnis partienlar-
nn'iiU' tos -.<-;; tiiiitfs. casos.
Aljiirra .
('.anilinas.
Callos. .
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabera.
das cosas.
dos membros.
Kiifonndades da culis em
jaral.
Ditas do anus.
Kriipones o osenrliulicas.
li-tulas no abdomen.
Frialil.iile mi fallado calor
n.is extremidades.
Frionas.
Genmvas escaldadas.
Inehacocs.
Inflamarn do flgado.
da be\iga.
Iitflainmai ao da maslrz.
I.epra.
Malos das pomas.
dos peilos.
de ollins.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoea.
Uueiinadelas.
Sarna.
itra(|iinlquor parle.
SEGURO CONTRA FOGO
VORTHEHN ASSURANCE COMPANY
LOXDON.
CAPITAL S 1,500,000.
Agente C.I. JVstley e C.
Offerece eotidicoes muilo favoraveis e premios
moderados.
DE
,
\ ende-se esta agua o melhor que lem apparecl-
do para Ungir o cabello e sniaaaa de prelo : na li-
vraria universa] roa do Colleguj n. 20. d-seiunto
um iiiisuessii;jratis, anainandoa formado applicar,
I'asso Irmaos avisant aos
Mcz Mariaao.
No dia 31 .loeorrenle, as A horas da manhaa. I-
nali-am os exercii ios fln Santo Mez Mariano na
igrej da Madre de Dos, no altar de N. s. M;,i dos
llomeos, ron misas cantada a serm : roga-sa
aos devotos da tm -ma Seubora, u em particular
aquellos que eoncomram i un SS suas esmolas
qnenaui assisUr para reoober as utire.s dcsles san-
tos exrnelos.
= Joao Pranger, subdito allemao, vai a Europa
O al.aixo assignado leudo de relirar-se pira
lora do imperio, deiva por sens procuradores nesla
cidade os scuhoresAiitooir deAzcvedo Villaroucn
Manuel Antonio Vieira e Francisco Joo de Barros*
julganada d.-ver, com ludo se algdem sejalgarseu
credor. aprsenle suas cuntas uo prazo de s das
Recifc 28 de maio de 1859.
.InloiiiK ilonleiro Pereira.
- Precisa-se alugar urna mulher que engotnme
com pcrfoir.ao c lineircza', paga-se bem : a tratar
na ra da Cruz (lo Recife n 53.
,rT.','i<','isn"sc mjarnma escrava, que cozinhc o
'atar na
diario, para nina casa de ponca familia : a lia
ruadla Cadeia do llecife, toja de cambio n. 38.
Janeiro,

saljc muilo liivvp a escuna Linda, pois alm di
ser nano pequeno, tem a maior parle da carga
proiupla paran resto Irala-secum o capitn Joao
Ferreira Pinto, ou no escriptorio de Manuel Alvos
Guerra, na do Trapiche h. II.
Le loes.
Commssao de esemos.
Ma na lardado Rosario n. 22,
segundo andar.
Nesla casa ncebem-se escravos para seren ven-
didos por eomnisso por cotila de seus seahores,
nao se poiipamlo esforeospara que os meamos se-
jam vendidos com promplidao, nfim de une seus
seuhoros nn sollrain empale com a venda delles ;
affiain;a-se o bom tralamenlo assim como a segu-
ranel para es tnesmos. Nesla casa ha sempre pa-
ra vender escravos de ambos os sexos,
nacencia (ios fiiiM-icnutes americanos
U ron ver X Baker.
Machinas d'e coser : em casa do Samuel P. Jo-
huslon & C, ra da Senzala Nova n. 52.
I'racisa se alagar uma ama que faca lodo o
son ion do portas a dentro: quem pretender diri-
ja-so a praca da Independencia ns. M e 38.
Precisa-se alujar um prelo que saiha cozi-
nbar betn n fazer compras, para urna casa y fami-
lia, paga-se bem quem o (ver, dirija-se a ra
larga do ltosario. passando a botica do Sr. Bartho-
lomeu, u segunda hija n. 40, que se dir quem
precisa.
= QjMStb grandes armazens para alagar, sendo
doiis com frente para o largo do arsenal edous pa-
ra a ra da Guia : a tratar na ra dn Trapiche Novo
ii. 1i, ou na roa da Cruz o. 17.
= O Sr. S e Soasa queira ira ra largado Ro-
sario, loja de sapalos do Sr. Joaqum lleinardo Keis,
que lite desoja fallar.
Fontana
E primeira qualidade
assim laiiiliciu das melhores do
Richmond
Galega | Odance
HaxaU | Cuhunbia.
& Bfiseneatb.
tem como farinhas de Nova
OrleanseCharlestown tanto ex
tras como superfinas.
af 6 ft >> 6 a 6 6 4
LEIL10
DI.
Scgunda-feira 30 do corrale.
PELO AGENTE
PESTAA.
o referido asente venderanoU cima designa-
da o pelas 10 horas da manlia no armazem do Sr.
Paula Lopes por con la de quem perlencor c em
lotes viinl.nio dos compradores
Diamante SM 60 barricas com 200 duzias dn gar-
rafas de cerveja branca.
(LIULiV
NI
Vinho do Porto.
Snpiiraines ptridas.
Tuina, om qualquer parle
"ur seja.
Tremor de ervos.
liioras na Inicia,
di i flgado.
das arliiulacOes.
Veas torcidas ou nodadas
as pomas.
veude-sc este ungento no eslabelecimenlo goral
de Londres n. 2i(, Slrand. e na luja de lodosos
hoticanos drogusias e nutras pessoas pncarregadas
de sua venda em toda a America do Sul, llavana e
nespanha.
Voiide-se a 800 rs. rada hocelinha, rontin urna
instrucrjio em purtuguez para o mudo do fazer uso t'teasilios o appan
iiosio ungento.
O deposito geral lie cm rasado Sr. Sotim, phar-
maceulicn. na ra da Cruz n. 22. em Poinambiico.
Precisa-se de uma mulher livre ou escrava,
de meia idade, que lenha boa conducta, e saiha
engommar e eozinhar, para casa de familia, e pa-
ga-se Iijm na ra do (Jueimadn, sobrado n. i-t
pnmeiro andar.
l'ilgio no mez de feverciro do corrente auno
do engarnio Levada na provineia das Alagoas fre-
goezia de Camaragilio, oeseravo Francisco, de na-
eao Angola, idade de 60 anuos pomo mais ou me-
nos, com cabellos braueos, estatura balsa e peinas
grossas : quem o aprehender pode cnlrega-lo nc*la
praca a Manoel Ignacio de Oliveira & Flho, na
praca do Corpa Sanio ou no referido engenlio ao
Sr. Thoma/. .tus de Gusmo I.yra, pelo que ser
generosamente recompensad o.'
ATTENfAO.
Precisa-se alugar una primeiro andar
qti$ tenlia salas espacosas e que se pos-
sara demolir os reparliineatos para as
casar du tamaito fue fr preciso, para
inlormaeoes em casa de J. l-'.il do Crespo n. 4
Um moco habilitado propoe-se a ser adjunlo
em ataa collemo, e ansinar em rasas particula-
res,, ln-ua nacional, fraucez, latim : na ra larga
do Rosario n. 17.
Ileseja-se fallar rom o Sr. Jos Goraldn da
Lima, na na da Cadeia do lleeife n. 48,
= Antonio Joaquim Panasco miiaou o seo esla-
belecnieiiiii de serigueiro da rita Nova para n pa-
leo da matriz de Santo Antonio, loja que fo doSr.
A CASA MF.NIhll &("..* aquella que na Exrnsn.vo l'niversal de 1853, na seceso das industrias
consagradas phanuaria e medicina, oliteve a tueilalha de ouro, designada sob o iimiie de inuLHl
li iiomu : ella se aprsenla pois aos |iliarmaeeitlicos e aos enninierriaiilcs do nosso paiz, com tedas as
garantas de uma reputaron de eapacidade e honradez a loda a prora.
Do seu eslabelecinienlo, o mais ennsidcravel di: Pars, a casa Mimes fabrica e expedo lodosos
arltgos, que sao uteis ix profissao de ph.u uiai eulico e de medico. Pode-se julgar da exteusao dos spits
negocios o dos servicosqne ella deve prestar, melhor que qualquer oulro eslabelecimenlo, peloquadro
dos diversos captulos dos scus precos'rorrentes geraes', livro excessivamente UtU ao phrmaceco
;a todas as pessoas que se ncciipain de sciencas.
Substancias naluraes (drogas);
Pos medieinaes;
Prepararles pharmareiilicas;
Producios chimicos medieinaes;
Plaas medieinaes ;
Medicamentos especiaos e de palenle :
Vreparaeoos linmeopalliicas ;
de chfniica ;
Laboratorios de chimica j montados;
Instrumentos de cirurgia ;
Instrumentos de casuthone vulcamsado ;
Machinas para fabricar aguas gazuzas ;
Inslrumenlos de plivsica e de precisao ;
Botillos e rnalos para pliarmaria ;
Bataneas de servieo, de luso ede analj-se chimica ;
1 Vasos de sidra, crystal e porcelana.
laiwos de med vina de p\iarn\v\eia ede svieneias.
A casa Mi'NlFii responde a onaesquer intormaces que se lhe peenm. Enearrega-se de fazer
lodas as despeas at ao porto de embarque (Iransportes, desperas de seguro etc.,) quando se lhe bes
qualquer oiicolliruollila de producios neces'sarlo mandar ao inesnio leinpn nina letra de tal valor ap-
pmxiroailvamento ou indicar em irania ouna Europa, uma casa enearreeada de pagar en de servir de
garanlii, os productos devendo ser pagos em Pars, as despezas de cambio sao ao carao dos eiiinmel-
lentes.
Todas as encommendasdevem ser (sitas a esas Hbxieb &C.*n. 37, ma Sninie Cmixde la Urce
soanaris, em Pasjs.
= Precisase de una mulher capaz para fazer
companhia a urna senhora, c mais algumas direr-
i;0es : quemquizer, diriia-sc a ra da Sania Cruz
ii. 21.
Furto de cavallo.
No dia 25 do corrente A 1 hora da larde, na ra
Nova, viudo nm moleque de menor idade de nome
Joaquim com una carga de carrito para vender e
juntando-se a elle um homem hranm que parare
ser pnrliiguez, secco do eorpo, estatura regalar, com
barba s no queixo, e Iludi o moleque dizendo-
Ihe quelhedava algiim dinheiro para que ,i mole-
que o lhe alagaste a cavallo para lavar urna carga,
pois que ia para o mesmo lugar, aconto o moleque
annuisse a tragedia delle o deivou levdr odilo ra-
> alio, e emquanln a moleque foi guardar os saceos
desapparcreii o hointni como dilo cavallo e ju|o,i-
seforlado : portante roga-se a todas as autoridades
policiaesa apprehensn do dito caralpi. aonde qiier
que seja enconlrado. (I* signaos dn cavallo siioos
seguiiles: caslanho tapado, marca nos peitas do
ter sido de carro, tarraga baixo ; quem o appre-
hender pode leva-lo a praoa da Boa-Vista n. 14,
em casa de Francisco Cocino l'.randrao, quesera
geiiernsanieule recompensado.
V'xVV'x. Y K --><>,''*' graphi". do l^-i've
m Conslltirio wiia'i liTmcopalhieTB ^Traa?
;;; SO {i
y: DR. SABINO O. I.. PIMO.
;X;fiiii;;de Sanio Amaro 'Mundo Aovo) n. 6.
-; mo modo que d'antes. A conlianca que o K3
Dr. Sabino deposita na pessoa que Hea x
a enrarregada do scu consultorio nao ser es
' desmentida. .."
Os pobres serao serapru tratados gra- g
luilamentc. kj,-
As conespondencas seo indcreeada;
cun o.subscripto ao Ur. Sabino com* au- ?X
^Aj seucia ao abaixo assi^uado. j^;
Manoel Professor em homooathia a secretario ^>
do consultorio.
Fugio no dia 27 do corrente mez o
esernvo DamiSo, contendo os sijjnae* se-
guintestpodera' ter te idade 1S anuos,
alto, sem bailii alguma, e crioulo, lilho
aqui da praca, foi cria do lllm. Sr. raajor
Manoel Viegas, depois vendido ao Sr. Dr.
. Ilcrculanoda Roclta rendeiro do euge-
nlio Lirooeiro, e cambado das pe as pa-
ra dentro e quando anda e que moitra,
falla basteotemeote descancado, tem ros-
to compi-ido, nao se nota o'trajo que le-
rou porque se nao vio sabir, provavcl
(pie o dito sfame para fot-a da cidade por
ser aqui muilo condecido apezar de ter
em casa do Sr. Virgas. a mai e irmaas .
racommenda-se a todas as autoridades
poltctaes e capitdes decampo que o pegar
o mande levar a ra da Moeda no Fort,
dos .Mullos sobrado n. .". segundo andar
que sera' bem gratificado.
Prr
cisa-se de uma ama de leile: na ra da
Cadeia d ftedfe n. 20, e no Mondego, cm cisa da
vi""* ""comni endador Luis Gomes Ferreira.
I 4
Botica central lionieopalhic;
a
CONSULTORIO
DO
I*. A. Lobo Hoscoso,
Lima.
LOTERA
:
i
1
SeKundn-feira 30 do enrrenie,
PELO AGE.-vTK
PESTAA.
No sipradilu da e pola 11 l,ras da inaiiliaa
portado armazonido Sr. Aunes defionle da alfan-
dega, n niuuciouado agente vcuder por coula de
iioni iieilencer
ipascoui excellenle vinho do Porto em loles a
mnlade dos compradares. __
OSr. tdesoiiretro manda faaei publico
que se acliam a venda todos os das das 9
doras da manda as 8 da noite, no pavi-
mento terreo da casa da ra da Aurora n.
26ena casa oominissiouada pelo unsino
Senfaor tdesoureiro na praca da Inde-
pendencia numero 22, ale as 6 doras da
tarde somenle, os bildetes e meios da se-
gunda jiarte da primeira lotera do Di-
vino Espirito Santo cujas rodas deverao
andar ui|ireleivelmente no dia I do
lutiu o me/, de jundo.
3 RA DA GLORIA, CASA DO FUNDt>
Clnica \>ov amitos os systcmas.
O Dr. Lobo Moscosod consultas lodos os das pela manMa ede larde depois de K horas. Con-
traa partidos para curar animalmente nao s para a cidade como para os engeuhos ou oulras prooric-
dades ruraes. '
Os chamados devem ser dirigidos sua rasa al as 10 horas da manha o em caso dn urgencia
a nulra qualquer lum do dia ou da noite sendo por escripto em que se declare o nome da pessoa, o da
ra eo numero da cara.
Nos rasos que nao forem de urgencia, as pessoas residcnles no lia i ir o du Recito podero remol-
ler seos bilheles a bntiea do Sr. Joo Soiinn & C. na ra da Cruz, no ,i loja d '
ra de Souza na ra do Crespo ao pe da ponte velha.
Nessa loja e na casa do anniiiiciaule aiiiar-se-ha constantemente ,
hnmeopalhicns ja bem conliooidos e pelos preens si .'nuiles.
Botica de 12 lobos grandes,.........
Hilos de SI dilns..............
Kilos de :> iitos..............
Hilo de 48 ditos...............
Ditos de 61) ditos...............lOjtHitl
Tubos avalaos cada um.............igiHKi
I-rasos 08 linduras. }......... ajKMI
Manual de medicina homeopthica pelo Dr. Jalar Iraduzido
em portuguezcom o diccionario dos termos de medi-
cina, rirurgia ele., ele............ Stistiliil
Medicina domestica dn Ur. Hering, rom diccionario. HI<*lliHI
llepetlorindii f)r. Mello Moraes......... 60)00
no

liixasde Ilamliurgo a :I20 cada urna de >
aluRucl. deronle da matriz da Itna-Visla "**
n. 86. ^
tTniiiiui t v i tif ?5 o ?tTYy
Collesio le Nantn Anilr.
Tvemos ocrasio de visitarmos este estahelcc-
nienlo e licamos maravilhadns quando vimos os
iralialhos leolivos. Alti, etiioulramos o Sr. Alton-
SO Jos de Oliveira e\-|trolessor publico de lalim e
rheloriea e professor j ululado em historia e geo-
eo desla rulado que enrgica e
icava o latim, rheloriea e gengra-
plna aos seus alumnos vimos lambem oceupan-
do-se das cadeiras de ingloz, fraucez. e philoso-
phia o muilo distinctn professor, o Sr. Antonio
Itangel de Torres l'.andeira ; e encarregadn do en-
sillo pratico de fallar a atrever o inglez e trance/
o Sr. Ccorge Farquhar Mortimer.
Vimos a cadeira de geometra regida pelo Sr.
', Benjamn Frauklin de Oliveira e Mello, estudant
! dof> anuo da faruldadn de direilo ; e sobre ludo
' vimos enthnsiasmadns os Irahalhos da inslrucco
primaria, cujas explieaces dadas pelo illuslra "di-
rector, deixou-uos a crer que este moco de uma
iiitelligencia nao vulgar.
Nao tiveraos lempo do presenciarmos as aulas
de recreio, por nansa das horas dilTercntes : mas
sabemos que estn igualmente providas de bons
priffessnres.
(.mando quizemos-nos retirar, tomos ainda enn-
dtizidos pelo Sr. And re a percorrer o rollegiu,
onde nada encontramos que nao nos sorprchendes-
e A ordem.o aceioe os dormitorios*!!
Finalmente o Sr; Andr cnnipletamenle salisfcz-
ims edeixou gravar-se em nossos corseos as sym-
palhiaa por amor da bondade o jovialidad^ que lhe
Bao naluraes.
Deaculne-nos se ofrendemos a sua modeslia:
DB. SABINO 0. L. PIMO. ;;
Conlina i vender-so grande sortimento ^
_ de medicamentos homeopathicus tanto em Wi
.-.'N glbulos como em linturas. ^;
Os precos das carleir.is sao os que se 4>i
acliam estipulados no linal do thesouro |j somos obrigadosa apresentar a verdade, e temos
bomeopalhieo. |S| cuulianea lias pravas de que nos valemos para
Cada lobo avulso......IgOOO KA sustentar o que havemos dito de um estabeleci-
Cada vidro de Untura. 2gt)0 ??*<
Thesouro bomeopalhieo ou vade- '_>'
y.
meeum do homoopalha, obra in-
dispensavel a todo pai de familias,
viajantes ele.
*y^**y:gzi>&M*'
l;tii,ii -*.
Cnllectoi'ia |>ro\ ini-ial dn eidnde de
Olindu.
Pela eollectoria de rendas provlnclaes de Olind
se faz publico, que os 10das uteis. mareados para
a cobrauca da dcima urbana do dislricto da mes-
ma eollectoria, relativo ao segundo semestre do
auno de 1808 a 1850, prinripiam-sc a contar do dia
1." dejiinho prximo futuro ; lindo os quaes in-
correrio na mulla de 3 0/0 lodos os que deixarem
de panar no referido prazo, na forma determinada
no H 1." do ar|. 21, cap. 6 do reguiamctilo de 16
de abril de 1842. Collacin* provincial de Olinda
16 de maio dn 1859.O eserivo,
Joo (ianraU'e* ltodrigves Franra.
nonio que existiudo entre nos faz honra a sua pro-
vincia.
Um % tillante
J: Vai ser brevemente publicado urn ',
J diccionario dos termos scienticos I
*. das molestias, acompandado de um I
- infice (utailo jielos termos popu- ^j
;| '. lares, contendo os seus principaes 5
symptomas, di (lerendas e alteraijoes g
linos do Sr. Juic Nnguei-
melhores medi menlos
1M0M
15J000
arM09ii
SafOOO
LicOes k franeez e
piano.
Modemoiselle Clemence d'llaunetot
de Maiinerilio miidou a sua residencia
para a ra da Cruz n. 9, segundo andar.
FUNDICAO DAURORA.
^2 n a (liscrtprao dos principaes orguos *-
?< que cntram na coinposicuo do cor- ^
g po liumano.uma breve exposico so- S
Z bre a domeopatdia, e uma dtscrip- jj
f cao abreviada da circulacao, do 2
' magnetismo animal. Obra neces- r>
Jj saria a toaas as pessoas que se de- S
dicam ao esttulo e pratica da medi- j
cia : subscreve-se no pateo do dos- E
pitul do l'araizo sobrado de um S
andar n. la. Na mesma casa ci-
ma aeda-se a verda o repertorio
do medico dooieopatlia e nova pra-
m tica elementar da domeopatdia, do
Dr. Mello Moraes: carteiras domeo-
| latineas de Si'aO^ e tinturas por
,J commodo preco.
Ricas chapellinas.
O I.cilc (Se Irmo, na ra da Cadeia n. i$, a ca-
la m de receber pelo ultimo navio viudo de Pars,
um completo sortimento de chapellinas para senio-
ra, e eslise vendendo pelo diluanlo preco de 1f>j
eada urna : a ellas, queja Icmpoocas.
S;i patos de lianciiilia.
Vepdem-se na ra da Cadeia do llecife n. (j, es-
quina da Madre de lieos, sapalos de tranca de la
por pencos muilo commodos : na mesma casa erts-
le sorlimenlo de calcado para homem, senhora a
meninos. i
Aguia de ouro.
Loja de quatro portas, na
ra do Cabug n. 1 B.
Esta bem eonhecido eslabelecimenlo acaba de re-
ceber um completo sortimento de franjas e bieiis, e
outros nitritos mais objeetoa para vender pot'liata-
tissinios procos,como seja : franjas de sodad eu-
ros o prelaa, os mais bomtOS padres que ,' possivel
a :utl at 800rs. a vara, conforme a largura, bien
de seda.iguaes padroes, a 160 al soo rs. a vara,
litas de sida la\ radas ou lisas, proprias para siu-
leiro mi ehapi o a 60 al 1S6INI a vara, e de antros
diminutos procos conforme a largura e qualidade,
loras do pellica verdadeiras, Juuvin. para homem
e senhora a 2)400 o par. ditas de sida para senho-
ra a 1 $211(1, ditas enfeiladas a 15401) e 2), ditas pa-
ra menina a 2f(, ditas de retro/ a 1$, ditas pretas
sem bco a IjJlOO, e com bico a 2g, ditas de lio de
Escocia para homem a000 rs., ede oulras qualda-
des a 400, 500 o Cilio rs., Inncas da caracol proprias
para eufeile a 00 e 80 rs. a peca, franja de la, pea
de 81/2 varas a fjOO rs., biros do algodn, peca lie
10 varas a 800 al 2000 rs.,renda, peca de 10 Varas
a 800 al I56OO, ditas de 20 varas a 2g a peca, con-
forme a larsura, franja de linho para cazaveque ,1
160 al 280 ,1 vara, dilas para cortinado de amarra-
do a Hg200 a peca onm 15 varas, dilas de bulla a
fe 55. peales de tartaruga a imperalrz a 12 e Ha.
dilos de nimio lindo gosto a 23$, ditos de coroa a
251, ditosSeffl seren virados a 45, dilos de massa
a Hit)al 1g, tomadores grandes proprias para sala
a 16 e 188, dilos pequeos a 25 al 10$. pulseiras
muilo lindas a:lj ojiar, jarros de muilo gosto com ,
flores para sala a S al 14$ o par, papel de muilo
gosto ara forro de sala, transparentes para janel-.
la a 8){. capachos para porta 600 rs., ditos redon-
dos a 600 rs., diUis para sof grandes a 15600, es-
rrivaninha de metal branroe amanlo por l$oo o
55. llores francezas a 600 al 2g por cacho, assini
como perfumaras, e oulro mais objcclns que So
aliain a vender mais batato do que em.nutra qual-
quer parte ; na loja de aguia de ouro, roa do Ca-
bng n.l B.
Na loja
ao p do arco de
Santo Antonio,
edegnu nm rico n completo sortimento de velludi-
Ihos com llores para vestidos de senhora, os mais
delicados que se tem visto no mercado, assim coma
hicos, rendas e lahyrinlhos, l.ias para vestidos as
mais modernas que se tem visto, gollilihas de pona
limito linas, peiiles de tartaruga do ultimo gosto,
sedas de tollas as qualdades, ramhiaias e chitas
franeez.as, e oulras militas fazendas finos que se
vende por menos do que em oulra qualquer loja.
Pechioclia sem igual.
Borzeguins inglezes do dnas solas para
invern.
Prava d'agua.
A10000 rs. o par.
!Vn\\u>vo vista.
Os melhores borzeguins que al hoje vieram a
esle mercado : vendem-se nicamente na loja de
Leile A Irmo, na da Cadeia do llecife n. 48.
= Na luja de calcado franeez da ra do Calinga
n. 16, vendem-se tintinas de cores para menina a
3$, dilas prelas sem salto a3>.
(li.egue.1. ao barato.
OLoiloiSi Irmo continuam a torrar merino prelo
ede cores com duas larguras a I56OO o cavado,
celes de calca de meia casemira a 2$20, lindos
corles de folele dn cachimiraa 15, cortes de cassa.
de lindos deseuhos a 2g, grosdenaple prelo de'
15600 a :t5 o coi ado, ricos manteletes de grosde-
naple prelo, luvas de seda de diferentes qualdades
par? senhora o menina, rousselina loda encarnada
aS20 o eovado, chita franco/a de lindos desenlies
a 240 a 300 rs. o eovado, cortes de calca de brini
de linho-a 1$800, lindos curtes de riscado franeez a
2J800, pecas de cambraia lisa enm 10 jardas a 2140,
3S600, 4$500. 5 5J600, toalhas de linho para me-
sa 3$500, chales de merm lisos a 456OO, ditos ma-
tisados de lindos deseuhos a 78, ditos de tnuquim
pretos, lencos de cassa muilo finos e de lindas cer-
raduras a 3$ a duzia, chapeos de sol de seda a
658OO, pnletots de alpaca mullo flna a 6J, chita de
lindos desenhos e cores fixas a 200 rs. o covaao,
casemira prela de 2 a AS o eovado, toalha de algo-
dao para mesa a 1$. panno fiuo de di Iteren tes qua-
ldades, bramante para lenroes a 2X300 a vjfa. ta-
petes para entrada de sala 3$, meias muilo linas
para senhora a 3SSO0 a duzia, ditas para menina e
menino de lodos os tamaitos, grosuenaples do lin-
das cores a 25 o eovado, corles de muilo boa case-
mira a 6 c 75, calca de casemira prela a 10>. saias
bordadas a 18600.3 e 4, dilas de balo a 69500,
pocas de madapoln a 3, 4, 45300, 49500, 48800,
58500 e 6$, cobertores de algodo a 18280, meias
eruas mullo finas a 5$ a duzia, chollv de bonitos
J1 desenhos a 800 e 1J o eovado, veneztana propria
j! para balinas a 28. o eovado, damasco de la de duas
larguras proprio para coherta de cama a 2$(00 o
eovado, hrilhantua assetnada de linds padroes a
g|700 rs. o eovado, cspartilhos para senhora, pcnles
S:de tartaruga a imperalrz a 118, redes de palha a
i
Terc-a-ieira 31 do corrento.
Borja Gcraldes
far leiliona dia aeinw dssignado no seu armazem
da ra do ColU'gio n. 15 s 10 horas em poni de
urna completa vanacao de objectos de gusto, como
sejam mnhilias/ guarda roopas, camas, cadeiras,
pianos, candelabros, toilletes, aparelhos para jan-
lar o rh.i, rios vasuade porcelana, obras de prala
e ouro, e hem como do uma enorme qnantidade do
loalha- e piardanapos de linho e grande pereo de
lainaneos de lodo; os tamanhos. ludo ser ven-
dido sem reserva de proco algum
LE1LA0
Quart-fira 1- de junho.
PELO AGENTE
ropByTB
a requenmento dos Sis. E. A. Burle & C
c por autoritario da ntpecro da alfun-
dega o relerido agente vender' na porta
da mesma, por conta e risco de quem
pertencer as 11 horas em ponto, tres cai-
xss marca GBC n. 1 a 3 com calcados
avariados contendo as teguintes obras :
3|2 pares de borjteguins enternisados
para homem, 00 ditos para meninos,
IR ditos Jesapatos envernisados, 7 ditos
de bolas. Viudo de Genova na barca sar-
da Paulo, e consignados a Burle Souza
4 C., sendo a arremataos o livre dedirci
tos ao arreniansnte.
Esle nliiisslmn eslabelecimenlo acha-se, lia pnuco lempo, augmenta,lo tanto no material como no
soupessoal. p sous piopnelarios habilitados para Vencer qualquer opposie.io hostil e desprezarem a ig-
norante viiuii.iaeao de malevolencia. Oncrocem a seus nMSMoaoa fregueses e ao publico m geral, as
vanta-ensde sua hmga experiencia o reconhecida promplidao a lidelidade na execm an das ninas as
_ i mam Itnponanles de engenharia. entre oulras pode enumerai as seguiules : machinas de vapor de lodos
lOteiiul 3 de mntoi os lamanlios, rodas d'agoa de lodosos dimetros, todas de ferr.....i para cubos de madeira. moendas
para caima lodos de ferro e independenles rom os melhurameiilos que experiencia mostr ser in-
dupensavel, MUM* ditas com lodos os prepatus, taclias para i iigenho de todas as qualdades e l.imanhos,
rodas. ndole-., agutinos, crivos a boceas para fomalba a lodas as ferragans para engenho, marhinas
para atnassai pao e Imlacha, ditas para moer mandioca, fornos e prensas para familia, pontea du tono,
.i.ildciras, tanques, binas e todas as obras de iiiaehiiusinu etc., ele.
ie I8i).O t'Kciivo. J. M. da Cruz.
LOTERA
PROVINCIA
0 Sr. thesonreirn das loteras manda fazer pu-
blico que em cottsequencia de se ter reformada o
pla para a exlracn das loteras, foi misler alte-
rar o preco de alguna bilheles da segunda parte da
primeira lolrri.1 do Divino Kspirilo Sanio quejase
achavam impressos. e por isla' nenhuiu.i din ida se
pode suscitar nos bilheles da dita lotera que se
:u lo,rom emolida,los com tinta prela porque o
mesmo Sr. Iheaoureiropor etles se respunsahiiisa.
Thesourara drs loteras 21 du maio de 1859.=
/. II. da Cruz.
-z= Na rita da Cadeia, defronle da relaejio, taber-
na do f). S. ('.ampos, lia siipoi ioresbichas hamhur-
guezes para vender-se e alugar-se, em porca c a
relalho, preco commodo.
= Lava-se e ongniunia-sn com aceto e prompli-
dao : no pateo do Tentn. 5.
COMl'AIIaU
ALLIANCE
Estabelccida cm Londres
ES
ms
CASA DE SAME
SITA EM SANTO AMARO.
DOS
NesleeslahBlecimenlo ha as melhores acomtnodacoes para se ralaiem doentes de qualquer cathe-
gona e sexo. ,
Adiara menor he. de 23500. deveuda o pagamenlo ser feto por quinzenas adiantos.
llavera o maior zelo eenipenho no tralamenlo dos doentes os quaes serio visitados pelo menos
duas vezes pac dia pelos mdicos proprelarios do eslabelecimetito.
2 PIHUAS PRECIOSAS.
HOREInV iiim:
I.ojn de mirives
RUADOCABUGA'N-7-
Recebcm por lodos os ^K'eSfc
vapores da Europa as
S OURO EFsUTA. ^
Z\ l\
<>i Aderecos complelos de 3
*i ouro, nietos dilos, pul- i-
^ reirs, alfinelcs, brincas {^
Irn- ,
rorreo- i->
les o enfeitcs para relo-
,.: gio e outros muilos oh- C
obras to mais moderno 3F**deouw.
tantO de Stmnfia ^ Apparelhos complelos
!>
o< Aderecos de brilhan- >
i tes, diamantes e pnalas, K
ptilceiras, allinelos, lun- '"'
eos o rselas, boloes e '.
aunis de dilferenles gos- ,"
los e de diversas pedias ^
-3 de valor. C
o o.
J Compram, vendem, ou
c Irocain piala, ouro, bri-
2 robs?e\,uo"saqaesl,ner | COm0 de LsbOB, flSquas 2
3 joias'dc valor, a dintel-1 vendem por preeo com-
"H ros ou por obras. f
tfrrtrrrrrrrrrrrrrx modo como eostumam.
gosto
i i uiu.u J de prala para cha, ban-
2 culheres de sopa ech e-H
i muitos outros objectosdo E
2 prata.
CAPITAL
Cineo iiiiUioes de Vibras
esterlinas.
Sannders Brothers & C." tem a honra de lnrormar
. acs Srs. negociantes, proprelarios de casas, e a
quem mais convier, que estar, plenamente autorisa-1 Neste proveiloso eslabelecimenlo, que pelos novos melhoramentos fcitos acha-se ronvenienle
dos pela dita companhia para etfectnar seguros so- mente montado, far-se-hao tamhem do 1 de novembro i., convenienle-
bre edUicios de lijlo a pedra, cnber.os % lelha e mmUdade e economa do publico de quem w^mTmi?Z C^fctoT
.gualmente sobre os objectos que con.ivetem os mes- Asignatura de banhos frios pira urna pessoa por mez remunera?aon~u,s "
nos edihcios, quer, onsis a en, mob.lta ou em fazen- ',, dl. c|10^ue 0|, SKtoeas pir me
das de qualquer qualidade. I Sartas de carloes e banhos avulsos aos procos anZndX
CASA DE BANHOS.
lOfOOO
r.^KK)
Precisa-se de uma pessoa que te
nlia bastante pratica de esetipturacao p-r
partidas dobladas : quem se julgar ha-
bilitado dirija se a ra do Codorniz em
Irente do Lecco da Madre de Dos arm.t-
7.e:n de Manoel Joaquim de Oliveira & C.
Altenco.
Trecisa-se de nm portngncx que entends de agri-
cultura, para ser eilor do engenho Hias Novas da
ftegui>zin do Seriin'iaem : a Iratar nesla cidade na
uta dn Itangel n. 18, segundo andar ; admille-se
lambem um principiante, porem sendo hab! c es-
perto.
Precisa-se de una ama forra ou captiva para
o servieo do uma casa, paga-se bem e se d bom
Irataioeolii : na ra do Hospicio n. 7.
Precisa-se de nm eaixeiro : na taberna da
ron da Senzala Nova n. 88.
Precisa-se de um homem ou mulher para o
servieo de uma casa inglea de i.....os solleiros :
quem pretender, dirija-so a praca di) Corno Sanio
n.ll.
I'reeisa-se de um eaixeiro poringnexcotn pra-
lica de taberna, dando cnnhecimenlo de sua pessoa:
na rita Imperial n. -17.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leile forra ou captiva:
na ra Nova n. 15, luja.
= Precisa-se de urna ama do leite para acabar
de criar urna criaiica, paga-se bem; quem se achar
habilitada para esse fin, dirija-se a ra Imperial
ii. 107. segando andar.
I'azetii-sc franjas e trancelins : ni travessados
(uararapes n. 1.
J DENTISTA FRANCEZ. J
<^> Paulo Gagnoui, dentista, ra das La-
*> rangeiras 15. Na mesma casa lem agua e "$
'' pn dolitilico. Vf
gX* ..>.- u.uu..5.s.4ixu iitwx
SKii-i i < i S^ ?> ti i i t t.TTf^ TSTSXK
Escriptorio de advogaeia.
O abaivo assignado lendo lixado ilofiiilivamente
sua residencia tiesta cidade, lem escriptorio de ad-
vogaca na ra do Collegio n. 17 primeiro atidar,
onde pode ser procurado das a Horas da manhaa as
'3 da tarde em todns os dias uteis.
Trabalha em coiumum com sen genro o bacharel
Joao Oaptista do Amaral e Mello.
Habilitado para ocrime, civel, orphaos, e com-
mercial, offerece sen presltmo a lodo3 que delle se
quizerem nllisar.
TendiKse oceupado na Europa cspecalmenlo do
estudo do direilo comniercial, lem loda a legudacio
dos aues eslrangeiros e os melhores expositoii's.
Auvogam gralis em favor dos pobres.
I) escriptorio esta organisado de modo que pode
o abaixo assignado tomar quaesquur causas para
ns termos da Escada, Serinhaem, Ro sVXsaoSO,
Itarreirose Agua l'rela, e. pan a provincia da Pa-
rahiha lomando a seu cuidado a cobrauca de qual-
quer divida, qualquer que seja a importancia do
dovedor.
Em casos cxlranrdidariosou urgentes, fura das
horas do escriptorio, pndem ambos os referidos
advocados ser procurados na casada sua residen-
cia na roa da matriz da llo.i-Vista n. 38.
llecife 14 de maio de 1859.
Ur intento Uorgiida /-'oiiscca.
zrz Precisa-se do uma ama para o servieo de casa
de poura familia : na praca do Corpa Santo n. 17.
-g i m<> nHninHia a jb, i oui.i \lC D3 11
g G, louras de fil muito bem enfeiladas a 2, vel-
g liio de cores de muilo boa qualidade, Ql liso com
ST. .s.. ,-..:; maKmmmmfe: tm :,/2.vara? d? larura a*avar?- "-anquelim com
2, Goltlcn Sqnare, Londres.
K't;'"l Stroi't.
J. 0. 0U\T.1RATendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e excellenles accom-
tuodacaes para muito maior numero de hospedes-
do novo so rociimnienda ao favor e lembranea dos
seus amigos e dos senhores viajantes que vtsilem
esta capital: contina aprestar-Ibes seus servicos
e bous olllcios, guiaiido-os em lodas as colisas que
prcoisoiu coiiliccinictito pratico do paiz, etc. Alem
do poilugiiez edo inglez. falla-so na casa o hespa-
tihol e fraucez.
Compras.
= Compra-se urna casa torrea para grande fa-
milia, nos limites de Sanio Antonio, ou S. Jos,
em boa ra a pessoa que tver, queira annunciar
por esta foltia.
Vendas.
Vende-se uma escrava moca, de bonita figu-
ra, que engnmma porfeitamenle, cozinha, assa de
torno, faz bolos e doces, urna dita para todo o ser-
vico de casa, c urna linda mulaliuha do 8 anuos :
na ra Vctha da Boa-Vista, casa u. 63.
Vende-se um moleque carroceiro e um negro
de meia idade: na ra Velha, casa n. 69.
Vendem-se 6 escravos de 13 a 30 annos, de bo-
nitas figuras, proprios para campo, a dinheiro ou
a prazo, conforme se convencional: na ra Velha
da Boa-Vista, casa n. 69.
Vendem-se Ires bois de carraca, gordos, mili-
to mansos, e j acostumados em' Santo Amaro
mais de dnus annos'. na taberna da esquina da Ir.i-
vessa da fundicao na roa da Aurora.
Vende-se um escravo de na, a,, Cosa, de mais
de 30 anuos de idade, robusto e sem vicios, e mui-
lo sadio : na ma da Gloria defroute da taberna,
loja do sobrado do becco do l-'undan, ou jia mesma
taberna.
Ungento para ratos.
Vende-se esle especifico que rpidamente mala
ratos e baratas, nicamente na ma da Senzala Ve-
lha n. 50, taberna, a preco de lf.
6 palmos de largara a 640 o eovado, e oulras militas
fazendas que se vendem por barato preco. o de lu-
do se dar amostra : na ra da Cadeia do ltcciie
n. 48.
Clieguem fre/uezes a agina de ouro, na
ra- do Calinga n. 1 B, queso ella os
podera' servir com tudo quanto bom
e barato.
I.aa para bordar e propria para' toncas ou sapa-
tinlios por liaralissiuio preco de 79 a libra, caixi-
nhas para menina de escola a 19600 e a g. ditas
com apparelhos a 2S500 e 3/, caixinhas muilo lin-
das sorlidas com agulhas, grampos, alfinetes, bo-
loes o clcheles a 600 rs., ditas chebas com perfu-
mara a 600, 700, 800, 900 c 1S. behuzinhos com
chave lambem chelos de perfumara porSf e 2500,
camuflas de costura as mais lindas que possivel
com apparelho de madreperola 011 dourado fino,
proprias para mimo a 6, 7 el4#. e ditas com appa-
relho de osso a i e 5|, escovas proprias para mesa
a 1, ditas para denles a 200. 320, 400 e 500 rs.,
ditas para cabello a 640,800, 13 e 1(600. dilas para
roupa a 800, lg, 1g200 e 1|600. botoes de muitos
gustos sem preco conforme a qualidade, apparelhos
de porceliana proprios para tuenina a 2500 e 3s,
bonets de panno muito finos com galaozinho o en-
lejiados com Utas e com borla a 3S500 e 4g, dilos
sem enfeite a 2J, ocolos grandes de alcance a 18 e
14$, jarros muilo lindos para flores a 5 e 6$ o par,
pulseiras prelas e de oulras cores a 400 e 700 rs.
o par. meias para homem, a duzia a 11800 2f, o
2500, ditas para senhora a 28500, 3 e 39500 a du-
zia, ditas pintadas para menino a 1*600, 21 e 28500:
assim como ludo o mais que se afianca vender
mais barato do que em nutra qualquer parle : na
loja do 4 portas na ra do Cabug n. 1 B, aguia
de ouro.
F.nfnlos para seHhoras.
A a loja da omita de ouro, ra do
Cabug n. 1 B.
Nesle hem eonhecido eslabelecimenlo acharan as
senhora; um completo sortimento dos mais lindos
enfeiles para caneca, por preeo muilo commodo ;
assim como rendas e bicos 'de lab\ rintho de lindos
padroes, ricos aderecos pretos para lulo, trancas
prelas com vidrilhu ; de ludo se d amostra para
se poder escolher, e afianca-se vender mais barato
do que em oulra qualquer parte.
'('PEDRAS PREflOStS..^ .. M 0lR0 ERKL0GI0S.
(
&
Aderecos de brilhan-
\(. I('s- diamantes e pero- V"
'/( 'as, pulseiras, allinetes. .,jf
55 brincos o rselas, bo-
i"y* loes c anneis de dilfe-
,\" rentos gastos e de tnag-
*fi nilicos brilhanles.
/
fl i r.ompram, vendem e
.'(', irocim prala, ouro, bri-
Y; litantes diamantes e
*3 pirlas, nutras quaes-
; quer joias de valor, a
* dinheiro ou por obras.
JOALHEIROS.
XarnadaCrnz n. S,
Cundo andar.
ItareurDi por lodos os vapo-1,
i-es ta Europa o lo Itio de Ja-1
nciro obras lo mais moderno^
se-1-/,' Aderecos completos de
o* ouro, meios dilos, puI~
SjS9 ceiras, alfinetes, brincos -^
o rosetas, cordies, an- R
o,-luis, medalhas, cor- -,J
rentes, enfeiles e corren- ii
^ Idea de onm para relo- %\
t (ios, e oulras muilas ;
);S0S|0, tanlO de Franra COmO 'f\ obras de oume de coral. .V
');desla ultima capital, "as mes (i
^vendem..n. toda a MrulhijfldLtfnoro.tt&
jia ijualidaile das metaes c
|4aii podras, o pelos procos <-.;;;;;;;
ramillOdos l)0SsM'i>,;(; nome
mais
rirantea, j',
lilos snis.sos, tanto de *
un o cuno de prala.chro- f-
tros c meios, hrn-
'4
notnelros e lambem re-
losios hnrisonlaes de ou- **
m
.) leudo sempre a disposicto dos'xf L?,s!n --"u-1
)-TrcjtMezesmbello e iarMtjg !:,pr"' Ve"dem i
^^ggsortimento. K,w'^^^"<^&
-_>. irrjrr.
,*

.


Na toja da estrella.
Ra do Queimado n. 7.
Esle cslabeleeimenlo. contina a Uro mais com-
pleto soniniento de fazeudas de lodas as quididades,
i! se vendem por menos do que cni ulr.i qualquer
parlo, assini como :
Chilas francezas, u covado
Cortes de casemira inglesa
Hilos de dila niuilo superior, franc-eza,
o corto
Chapeos francezes para cabera, finos
Corles de calca de brim
Casennra ,1c duas larguras muilo flna,
o covado
Taimas bordadas muiio ricas.
Chapeos para meninas e senhoras.
Camisas pan senhora, bordadas.
Corles ile cllete de fusilo, bonios padres
Camisas de todas as qualidades para honicin.
Carteiras de perfumaras inglesas 5j000
Caiateqoes de fustn, fazenda mniln superior,
Colleles de velludo prelo e de cores.
Paletols de panno preto
IMius dedilo superior a88$ e
Cairas de casemiras relas e de cores.
Espartilhos para senhora
Paletols de ganga muilo superior
Ditos de hi im branco
Kicos vestidos de fil de seda proprios para
baile e casamento.
Ditos de seda de todas as cores.
Ditos de carubraia com babados
Lencos de seda a 500, 1280 e
l.uvas de seda para homem c senhora
160
28400
osmio
6$s00
1}280
3*500
500
16S00O
aogooo
58500
Fazeudas |oi* procos conimoiles.
Diario de Pernambuco Segunda fera 30 de Maio de 1859.
NA
Loja do serlanejo
Ra do Queimado n. A-\ A.
Ca7.ave.iues de fusil,, branco ricamente enfeila-
dosa 1.1,1 ,, 1(,,JiKKl, ditos de musselina a 11, 12 e
1-, meias de seda bramase decoros o relas en-
feiles para taboca de senhora, de Iroco, a 4,5, li
iJ'j s com vdrilbo, bengalas de todas
as qiialidadi-s, um grande sortimenlo de chapeos
ricamente enreitados para meninos e meninas para
baplisado e passeio, por menos proco do que eiu
ontra qualquer parle; contina n t'er nm grande
sortimenlo de grosdcnaples pretos de todos os pre-
eos, que quer acabar, a ISOI), lfiOO. 13700 IfflBO '
2 2400,3Sc3s5IH), chally turnio ti,Wbornes
padroes a 800 e 900 rs o covado, lazinhas muili,
miiidinhas e mais graiidas a 100 rs. o corado barc-
ge de selao muilo bonilws padroes a 500 rs. o co-l
vado, sedinhas de quadros mui/o linas a 1S300 o
covado palelots de panno, saceos e sobre-casaca-
dos a 20 el8g, lodos forrados de seda a 258 e ludo
o mais aqu se encontrar do boiu c por menos do
que era outra qualquer parle.
Vende-se o sobrado do Caldeireiro, em frente
a ra da Mangueira, freguezia do Poco da l'anella
Pechinha, a 160rs.
o covado.
PARA AGABU.
No arma/em da ra do Un
seda com llores matizadas a 1 o covado, lil' d
, miniado n. 19, vendem- linho liso minio lino a 800 rs. a vara, dito bordad
se -hilas ,-seoras para casa mmlo linas, alian,.,,,- a 18280, ca.oliraia de linho
do-ae as cores, o de lindos desenlio
Vende-se nina negrillas de lti aunes, que
cose neagorama bem, por I: Olla pin- ler um pe-
queo deleito ; inn i-aluiilia de 1!) anuos, oplirao
iiiosiii'iiaptesile cores de quadnnhos miudinhos, cozinheiro ; un moleque de 12 anuos- un oalui-
padroes muilo bonitos a 18280 o covado, chally de ola da 8 annos, e um dilodo 10 anuos, lodos por
puns commodoa : na na Uirmla n.66.
Cheguem loja no\a do serta-
nejo, ruado Qneimado
n. \:\ A.
es g-
a 5|800 rs.
na ra do Queimado n. l'J.
38 covados de chita por
5|800.
Na ra do Queimado n. 19, vendem-se pecas de
chitas escuras muilo finas de cores lixas, rom 18
i ni idos, pelo baralissimo proco de 58800.
K
oiuilo lina n 600 rs. a
1 vara, superiores paule de tartaruga para prender
j cabellos, mullo fornidos, pelo diminuto pre.o de
i 48, ditos virados a imper.il, \i. a \2f, sapalinlios ,1,,
! merino para enancas, bordados ricamente e com
la, os de troco a 28 o par, bonetada palha para uie-
I uho a SffcOO, loques mullo linos a 4J5Q0, chales
jdc merino liso com franjas de la a 58, ditos muilo
finos com franjas de seda a fig, ditos bordados rom
l franja de la a 7, corles de colleles de velludo
I mullo superiores a 7. 10 e 128. panno lino preto,
de limite -
Morle para os insectos.
K\posio Universal dt? 1856.
I'.sta composico devida s mais porsorvantos in-
vestigarnos e aog illuslrados concilios de um dou-
lor meu amigo, cnilicriili, pelas soas viagetts pela
. America, llespauha, e pelos estados do norte
desuado fecundo pens a Cazur um mande ser- res a 2gilH) o par. ricos manguitos bordados a :l$
vu.oao publico. .ditos com Rolla a 3t600, dilsa 1*500, dito, lodos
c sobre ludo aberlos a 5sj5fl0 e 69508L ditos rom lmrinha
Nesic novo estabelecimeiito que
sendas novas e de boni goslo, os reg,
e barato cneoMraro um completo -
breadas, i, que se enrios saet i
por ser enladonho annunciar lod.is a- i
eos curies de vestidos de seda de coi
que ge pode eneonlrar nesle injiero, si
1 saias e aquilla, grasdenapii de ,
boa qualidade a 1:1900 2g. lina- .1
Jouvinpara senhora e para limem di
Hi ronlm fa-
|i ves uo Iiimii
iiriiuienlo de
ii Rogufiile,
a/nudas : 11
es o llll'lhni
hilo .'1 folhos,
urea e muilo
pellica de
ledas as co-
Vend
2, malas d
Culllo I
Aos viajantes.
-se na loja de Nabor, A. C. tui roa Nova n.
COuru grandes e pequeas, saceos de
5X500
2J0O0
IfOOO
Caixas de costura.
rtiquissimo sortimenlo de canas para costuraos
com lodos os preparos, do maior al o mais pe-
queo, pelo preco mais comniodo que se pode en-
eonlrar, e entras umitas qualiriadcs de caltas pera
guardar joias: na ra Nova, loja do Vianna.
Vendem-se 13 escravos de 7 a 40 annos, en-
tre ellos ha pardos e prelos, de preco do 7008 a
1:8001, assim como 8 escravas de 14 a 21 annos,
entre estas pardas e pretas, com habilidades e sem-
illas de 1:400 a 118008 : na ra ireita n. 60.
it
ilf Liarle prnrjuos |i:ir;i kiagi'Ot.
Rap Principe
AlfoerL
Alipio i nilioi chegon o desejado rapi^diiomi-
nado Hrinripe Alborl, o qual iende-sr nai loja do
alf.-iialeFi-lix.ua ra do Collo^io. I
Vendem-se cjpacuos n-dondos
proprios liara sala v porpri-.u -iitiui
e coiii pricios
lio : ia loja
GRANDE SORTIMENTO
liK
Roiipasfeilasefazcndas
NO
Armazcmc loja
':--:
a
DE
quem quizer, entenda-se na alfandega com o des- H
pachante Jezuino l'erreira da Silva.
Na ra do Collegio, loja n. 9, ha para vender f
camisolas de lia vindas do Torio, proprias para J
escravos a 1S600 cada urna ; a ellas, que o lempo R
proprio, calcos e camisas a 1J cada urna peca.
Tamancos a 320 rs.
o par.
De diversos lmannos, para acabar: na loja do I
runidezas do aterro da lloa-Vfsta n. 82, quasi con-
fronte a matriz.
SYSTEMA MEDICO DE II0LL0WAT.
'ii.i-As iioi.i.wovA. na m vnoQrr-isiADON. ifi.
Estotoestimavcl especilli o. composlo inleiramen-1 j Rif,;ls snbrecasacas de panno lino prelo e
le de servas medicinara, nao eontm mercurio, nem ; B dl' ""'''* ",m olla de velludo o forradas de
algiima oulra siibslancia deleileria. Ilenelino mais., s'>(li,i teila co" lodogoslo eaceio a 229, 258 :
enra infancia, e a c.....pleicjin mais delicada be :, -^ e 30|, bem assim pah-lols di- casimira de "'
igualmente prompto e seguro para desarn-igar o mal; @ quadrlnlios a lOj, ditos de caseiuira oscuros
nacompleicap man robusta; he inteiramenloinno-|B l'!,dl'0<"' mili,n moderuos, u 18, ditos
Ges k Bastos
Mi i ii i-ovauo, e aiem aislo um loniplelosorlimen-
glo de fazeudas linas e grossas, que se vendem mui-
gltoem coma : na ra do Queimado n. 22, loia da
& i Boa Fe.
: Aviso aos fumantes,
l V'ende-se na loja de Nahuco & C. |
| na ra Nova n. 2, o sefjuinle por i
i preco commodo :
m CaclimI>osacadmicos.
'. Fumo da Virginia.
; Dito caporal
' | Cigarros bota fogo.
Ditos bahianos.
S Ditos de pallia liespanlioes.
i I Charutos da Rahia.
I Cliaruteiras linas.
I lolciis de retroz pa^a fumo.
Nal>ui-o(\ C. na ra Nova u. 2.
Farinha de trigo
:,'........----------: .-v..uii,u u.; uuws lutwu, issiiii como siMam ca- ,n_
I ara conseguir esle (im, grandes esforcos se tem cas de casemira a 8, 0 e 109, dilas prelas a 7, !l e SSS1*.
tollo ate boje mas Indos se nao tem sido inleira- i l9, paletols de alpaca prelos a 13 e 3S800, e milito I
mente infructuosos ao menos esli longo do cor- linos a 9, ditos de alpaca de tr a 3.10O, de todas Fernandos i Filaos tem superior farinha de Itri-
responder ao que promeltinin os pomposos au- i as qualidades, collelis de velludo prelos e! de cores, P" da mana SSSI'ehegada anlis de hoiilein q ue
nuncios. I de gorgnro, de selini macio, e de fuslo, calcas vndeiii preco mono em i-onla no suu anua/i mi
MO siiiti ,], i,', Isto com a morle para os inserios de brim de linho brancas e decores, gollihas de ''"' ''' Caaeii a. 83. beceo da Madre de Dos 11. 1fl.
e espero seno med, de ser desmentido, que nenhuiu diversas qualidades, e ludo o mais aqu se eneonlra -
insecto pildora resistirasna aceao. lauto em fazeudas como em obras eilas. ( I 'JIIMI -si I I H'I-IIII' 4 hPaltt
Mas espernnenle, julguc quem quizer por si Vende-se urna oscrava mo. a sen, achaques e !,U,Vt,UU ^"F^1 ,UI C ud,alu'
mesmo : no lim de una simples prova reeonhe-' rom algumas habilidades : na 111a da Cadeia de '
cer-se-ha que a minha descobc-rla boa, de um fa- Sanio Amonio u. 28.
cil eruprogo o de infnllivel resultado : e entao o
bom xito colindo convncela a todos e sel esle
para inim o inelhor dos prospectos comis seguro.
Cada frasco de morle para os insectos leva a nn-
l'iua Diri-itp n. 45.
Al____J~ 1 1 Bonuffuins da trra de J5 a 57,
Al^odao avanado.i braboaa
Grande sortimento de fa-
zeudas pretas proprias
da quarsma.
Vestidos fle grusdenapln nrcto com
babados bordado a velludo. ... f
Hilos ditos preto com babados borda-
dos a sida......... J
Dilos ditos de cores e branros. .
Ditos de cambraia bordados ao lado .
Velludo prelo o melhor possivel, co-
vado...........- .
Crosdenaples preto liso, covado lgGOO
8
5S500
2 2,4100
5*000
2$500
1J800
1,4500
2j500
1g500
1S400
1S000
900
600
1S0
700
340
7JS00
3S500
I3OOO
640
S
$
4.S8O0
lg500
6S000
8
8
18800
Espartilhos iranec/es tle nova
invenQSo.
Vendem-se espartilhos francezes de molas e car-
14> p\' rP'o's, o melhor que se pode encontrar ueste gene-
,'1, S 1 ro, na bemfeilroia
nha tlrma e o meu sinele.
Se alguem falsicar a minha descoberla promel- 20 jardas, a 25 e 2S500
lo persegui-lo. de avaria.
EMPREGO.
Para destruir os insectos que se introduzem em
geral em buracos c fondas como persovejos ele,
ele, indispeusavel um folies cuja exlremidadese
wlroduz nos buracos e os insectos nao lardam em
sabir por todos os lados e raorrem punco lempo
depois.
Para lodos os insectos que voam quasi conslan-
temeale, oomo moscas, mosquitos etc., ele, basta
soprara morle para os insectos.
Para iisdemais como formigas. pulgas, ptolhos,
lacraos, aranhas ele, eml'un lodos aquellos que se
podeni alean, ar basla soprar com a minha compo-
rta loja de Leitc & Irmao, na ra da Cadeia do Borzeguins de senboia (Jol\).
Recite n.48, vende-se peca, de algodiio largo com i Uilos de liomein.
com um pequeo loque ISapatos de trancinlia.
18800
8.s'800
1.SI.0(1

.
\AR0PE fUil SAUDE DE ARRAULT
para curar cflicazmenle, sem uso do mercurio, as molestias cut.vnk.vs, svpiiii.itii-.\s, o
niin inusMii, as iinsiiMi.vs rBMODICts, i.iupeois hk pi.li.k rUTIKAUS, asi LCIJUSIKvi rsju-
IIKI'KMIKVTKS de 11111 Vicio STFHItlTICO e I.IUI'IUIIi.i), as BHOM.UITUS c PIIF.I'MOM vs dc-
1 os imiiiios, as miMoiNs, a opilvovu, c outras militas en-
8
8
28500
8JJOO0
6J0O0
5gfl00
:i|?80o
Dilo preto lavrsdo, covado 22 a .
Selim prele macio, covado 28800 a .
Sarja pela hespanlila, covado 2$ a
Grosdenaple liso de todas as cores, co-
vado...........
Hilo de quadrinhus miudos, covado .
Hilo branco lavrado, covado 1$200 a
Dilo de cores e preto com 4 palmos
de largura......
Belleza da China e mauritana de seda,
covado..........
Follsr de Taris e chaly de flores, co-
vado...........
Popelina de seda e duqueza de flores,
covado.........
Frondelina e barege de seda, covado!
Meio velludo prelo e de cores, covado
Velbulina de cores e preta, covado
Chitas franrezas claras e escuras, co-
vado 280 a.........
Panno prelo e de cor fino prova do
limao, covado 3S500 a .
Casemira prela selim, covado 18900 a
Arlandys denovosdesenhoslinas.vara.
Cassas francezas finas, vara. .
Mantas de blond prelas e brancas. .
Dilas de linho o mais rico possivel.
Chales de merino lisos de cor e pretos
Ditos de dito eslampados de 3j a .
Ditos de dito franja de seda ....
Ditos de dito bordados a seda e a vel-
ludo.: ..........
Ditos de seda prelos roios e de cores.
Lencos de lahyrintho Dnos de 1g a
Manguitos e gollihas bordados fiuos.
Kniremeios e tiras bordadas. .
Colleles de velludo e casemira preta
bordadas.........
Ccrotilas de brim de algodau e de li-
nho de 18600 a......
Camisas francezas brancas e de cor
de 2g a ......
Casacos e sohrecasacos de panno pre-
lo Uno....... ,
Paletols de panno prelo e de cores,
francezes.........
Calcas de casemira pretas e de cores.
Colleles de seda de varias qualidades
Chapeos francezes direitoseaTamber-
lick............
faletots de merino selim pretos e de
cor forrados........
Dilos de alpaca preta e de cor com
golla de velludo......
Ditos de brim branco e de cor fina. .
Dilos de alpaca de varias qualidades
com golla de velludo.....
Dilos de alpaca preta e de cor mesclada
Passando o becco da Congregaran, do lado direito
ero segiiimenlo para o l.ivramento a quarla loia de
lies Dorias com rtulos brancas
CHEGUEM
Ao barato.
0 Prepiea .est Queiraando.
Na ra do Queimado n. 2, esquina do becco do
Peixe Frito leni o Preguira para vender por bara-
lissimo preco um completo sortimenlo de fazondas
bem como sejara cortes de cassa e seda de lindis-
simos gestos a l|$500 cada um, dilos de lia e seda
de hndissimos costos e superior qualidade a 78 ca-
22elonn,^orte5 cambraia branca com salpicos a
J5SIJU, dilos de dita com flores de cores a 38800
gangas raescladasde padroes e superior quaidad
n M L0V?? chi,as escuras e claras de cores
flxas a 160, 180. 200 e 240 reis o covado. cambraias
adamascadas para cortinados de camas, pecas de
2U varas a 11J cuda urna, grvalas pretas e de cores
com mola* muilo finas a 800 e 1000, ditas sem
r.iff *"* firS1cada uma ditas com molas muilo
llajs a 1600, lencos de seda com algum enfeito
a 800 res cada um, grosdenaple de cor de boa
quatrdade a lg800 o covado ; cortes de casemira
lina a 68, dilos de meia casemira a 2$, ditos de di-
famis lina a 28600 cada um,cortes de brim de li-
nho a 18700 cada um, cortes de gorgurao para col-
etes a 8fcada um, ditos de merino bordados de
lindos gostos 4J500, ditos de casemira preto borda-
dos a 38800-cada um, cambraias lisas de 8 varas a
3*500, 4TTS4(K), 4S800 e 58500 a eca, ditas tapa-
das com 10 varas a 48, 48500, 5S800,68500 e 78200
a peca, cortes de organdys, fazenda muito larga e
lina a 28600, alpaca prela com 6 palmos de largura
propria para samarras e capas de padres a 800 reis'
chales de la finos com,barra matizada a 48500, di-
tos do merino lisos a 48800, dilos de dilo bordados
a 68200 rada um, lencos branens com barra de cor
a lOOe 140 reis cada um, chitas francezas para cu-
bera a 210 reis o covado, brim branco de listra de
puro linho a 800 reis a vara, dilo de Hndissimos
gostos e superior qualidade a 1440 a vara, dilo
bramo muito fino a 18280 c 18400 a vara, cassas
do cores de Hndissimos' gostos a 360 e 400 rs. a
vara, musselina de cores a 320 o covado, dita en-
csllal 220 o covado, casemira prela a 2, t*0".
28400, 38500 e 4$ o covado, panno fino azul e cor
de rap de superior qualidade a 58 b covado. dilo
preto a 2800, 35500. 48, 4800. 5 e 58500 o co-
vado, alpacas de seda d superior qualidade a 900
rs. o covado, rolos de bretauha com 10 varas a 28
atoalhado largo muito fino com bonitos lavores
18380 a vara, luvas de fio de Escocia brancas e de
cores a 320 o par, cambraias napolitanas rtxas e
azues de quadros a 360 a vara, ou 220 o covado,
riscadinbos francezes de quadros a 180 o covado'
bramante muito largo a 2^400 o covado, velbutinas
de todas as cores a 720 o covado, meias cruas para
homem a 160, 200, 360 e 400 rs. o par, ditas para
senhoras, de todas as qualidedes, palelots de alpa-
ca preta a 58, dilos de meia casemira a 8j, ditos
de pannos pretos e de cores a 108, 'uvas de seda
para senhora a 18200 o par, ditas de seda bordadas
de lindos goslos a 28200 o par, merino selim de
todas as cores a 720 o covado, e outras muitas fa-
zendas que se doixam de mencionar, e se vendero
por baraussimos procos; e se darao amostras com
penhoros
= Vendem-se pipas novas de Lisboa por 15J :
no caes do llamos, armazem n. 2.
peraeao ; facam um competente onsaio dos efiieazes
ell'eiins desta assombrosa medicina, e prestes recu-
perai,,o o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em lomar esle remedio para
qualquer das seguimos enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areiasmalde).
Aslhma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade 011 extenua-
rn.
Debilidad? 011 falla do for-
ras para qiialquercousa
Dysinleria.
Dor do garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no venlre.
Kiifermidados no venlre.
Dilas no ligado.
Dilas venreas.
Enxaquora.
Herysipela.
Febre biliosas.
Febreto internilenle.
Pobreto da especie.
Colla.
Hemorrhnidas.
llydropesia.
Ictericia.
Indigestoee.
Inlla1111uae0.es.
Irregularidades da mens-
Iruaeo.
r.ombrigas de Inda espe-
cie.
Mal do podra.
Manchas na cutis.
Obstruc o de venlre.
l'hlvsiia ou eonsiinipoo
pulmonar.
Reli-m o de ourina.
Illieuiuafismo.
Rymptomas segundarios.
Tumores.
Tiro doloroso.
Ulceras.
Venreo [mal).
1 einlein-se estas pilulas no eslabelecimoiito ge-
ral de Londres n. 224, Strand,ena loja do iodos
os boticarios droguislas o outras pessoasenearrega-
das de sua venda em toda a America do Sul, Hura-
a e Hespanha.
Vendom-se as bocetinhasa 800 rs. cada urna dol-
as comlm una inslrucco em porlugiuz para ex-
plicar o modo de se usar deslas pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Snum pharma-
ceulico, na ra da Cruz n. 22. em l'ernainburo.
Loja

reulina.
Hecousa muito boa.
r,j chas de fuslao do diversas coies e muilo
& P^iS"8 a 6o50- foroulas de bramante a
I 18600cada urna, I58OO, 1S9,0 e 2f, dilas do
panno de linho com borracha a 2S500, colle- Si Vende-se a verdadeira pomada para lingir ca-
K tes de brim branco muito fino a 38. ditos de 3, bellos, pelo barato preco de 1 a eaixinha, com es-
^ m u.i uranca a og, calcas de brins de diversas covinha propria ; tan,bem se vende niassa nara
iii c.ns ? padroes a 39. 38500, i o 58, dilas |; aliar navalhas a 3211: na roa ,1o Queimado, na tem
B no meia casemira, padroes miudinhos a 8, 5 conhecida loia de uiiudezas da Boa Fatua 11. 33
.. ditas de brim branco trancado de linho a 5$
" e 68, c outras muitas fazeudas obras que
H SO com a vista e que o freguez pOdo avaliar o B
.' que e vender barato.
I. X\ ,
Uoiiets de panno fino e gor-
gurao;
Mui bonitos bonels de panno fino preto enfoilados
com ricas litas de chamalole, trancas de retroz e
galaoznho dourado, ditos do gorguro furia-cores
e de lindos gostos a 4e 58, procos baratitsimos
vista da superioridad!- da obra : na ra do Queima-
do, r.os qualro cantos, loja d'aguia branca n. 16.
== Vende-so um cavallo de cabriolel, assim ro-
mo doiisbnis de carraca o um cameiro muilo gor-
<>o, ludo por preco commodo, nos Afflictos casa
nnzenla froulciraa igreja.
AGENCIA
DA
FUNDICiO LOW-MOW.
Ra da Senzala Xov.i n. 42.
Neste eslahelecimento continua a haver um com-
pleto sortimenlo denioendas e meiasmoendas para
engenho, machinas de vapor e laixasde ferro bati-
do e coado.de lodosos lmannos para dilo.
TACHAS
\a loja das seis portas
EM
Frente do Livramento.
Cassas francezas, fa/.enda nova, a 160 rs. o cova-
do, e apera a 58 com 33 covados, cortes de cam-
braia com salpico a 3g, dilos pintadas a 2}, loncos
do retroz i 500 rs., luvas de seda pretas lizas e bor-
dadas para senhora a 18, chales de merino com
barra eslampada a 48, musselina branca a 210 o
covado, dita enramada a 320. velludilho de cores
para roupas de criancas a 800 o ig, tilo de linho
prelo, fazenda fina, a" 1$280 a vara ; do-se amos-
tras, c a loja est aborta das 6 horas da manliaa s
9 da noili-
scioe
Vende-se em Pernambuco na botica doSr. B. F,
de Son/a, na larga do Rosario n. 36a 500 rs. o fras-
co pequeo, 18 dilo mediano o 1S500 fraseo gran-
de : assim como o folies com tudo por 18250.
Jos Nunes de Paula tem
para vender no sen armazem
da ra do Amorim n. 48, supe-
rior farelo de Lisboa em saceos
grandes e por preco commodo.
Toullias adamascadas.
Fio de vela.
Bisco* tos.
Estopas.
Vendem-se em casa de Arkwiglit
& C. na ruada Cruz n. 61, por
preco commodo.

pendentes do gvmiLbl, as bobas
fenuidades desle genero.
As uioleslias do LTEao, lodos os desarraujos e irregularidades da siKNSTniArvo, a uis-
Ti-.niv o os mais solfriiiienlos dola provenientes, como coses uli.ihas, lOiiBinntus na\-
cos, i-KHTiNA/. ,nro,:ui,\iiun e PALTA 1,1. afrKTlTR,
Balsamo iiil'allivel de rraull
para riralriza/ complelami-ulu em 24 horas os coi.pks o i tumis de qualquer qualidade que
sejam.
Pos purgativos de eilralo de magnesia gazoza
em popara preparar as limonadas e em garrafas j preparadas.
F.sla limonada a mais bem preparada que se conhero at hojo nao s polo goslo co-
mo porque lem a vaulageiu de se poder conservar ao narntisgo o mais exrilado.
Vende-se no depouto geral, ra da Quilauda n. 58, deronle do (orrfio Mercantil,
l-'M CASA DK
SOI /A BASTOS fc COMP.
Agencia em Pernambuco ra (la Cruz n. 24.
'S3K5SBESBHg
Bordados finos.
5
Ha na na do Queimado, loja de 4 portas n. 37,
mu completo sortimenlo de liras bordadas muilo
Na
Ra do Queimado n. 22
Nesta loja os bons freguezes enconlrarao fazendas
boas por pouco dinheiro, como soja : chitas fran-
cezas de padroes muito bonilns a 260 rs. o covado
riscados oscocezes muito bonilns rom padroes d
seda a 160 rs. o covado, chilas escuras de cores li-
xas a2fl0rs. o covado, dilas linas de padroes novos
a 260 o covado. corles de cassa pintada com 7 varas
cada um a 2$, bretanha de linho fina a 145 a pera
com25 varas, dila muito fina e muilo larga com'35
jardas a2l), brim branco de linho a 1g e 18280 c
muilo superior a lg-MO a vara, dito pardo a 800 i-s
avara, dito decores a 18 a vara, dilo liso de qua-
drlnhos oscuros, fazenda muito superior, a 560 o
covado, brim liso muito fino a 108 a pera' com 20
varas, ganga amarella franceza muilo fina a 320 o
covado, ditas escuras a 560 o covado, brim do cores
de' linho puro, denominado arranca pregos a 600
rs. a vara, bramante de linho muilo fino com duas
varas de largura a 28400 a vara, aloftlhado adamas-
cado com duas larguras a 1g280 a vara, camisas de
meia a 1, ditas cruas muilo finas a 18200, alpaca
prela lina a 640 e 800 rs., c muito lina a 19 o cova-
do, meias de algodo cru para homem a 1S800 o
38400, e inglezas muilo superiores a 5$ a duzia
ditas para meninos e para meninas a 280 o par di-
tas brancas de seda para menina a 2g o par, lencos
lirancosde cambraia para algibeira a 28400 e a"38
a duzia, dilos muito grandes proprios para cabera a
400 rs. cada um, franklim prelo de la rom 6 pal-
mos de largura a 800 rs. o covado, merino selim
preio e de cor a 800 rs. o covado, meias brancas li-
nas para senhora a 3J>600 a duzia, ditas inglezas
muito superiores a 59 a duzia, luvas de fio de Es-
cocia para criancas a 200 rs. o par. loncos de linho
para rap a 400 rs., dilos de cambraia de linho
com bico largo em volla a 2, c assim oulras mul-
las fazendas que vendem-sc muilo baratas para apu-
rar-se dinheiro: na ra do Queimado n 22 na
bem conhecida lo a da Boa le.
LOJA DA BOA FAMA.
Venflem-se por preco que faz admirar nquissimae
Blas lavradas de lodas as coros e larguras, lilas lisas
com ponto e sem ella, bicos bramos de seda de mui-
lo lindos padroes ede lodas as larguras, Iramoias
aberlas de linho para babados a 120 e 160 reis a vara
jarros para flores a28 o par, atacadores ou enfiadores
de seda de todasas cores para veslidos.dilosproprios
para espartilhos. lesouras de todas as qualidades
as mais finasque he possivelencontrar-se.agulheiros
demarflm e oulras muitas qualidades, litas de vel-
ludo de todas as qualidades, bolcinhasde eamiirca
muito lindas para meninas de escola, frasquinho
com cardinal a melhor cousa que lem apparecido
para tirar nodoas em qualquer qualidade de fazen-
da. pelo muilo baralo preco de 2J, trancinhas de se-
da de todas as cores muito lindas proprias para en-
felar roupinha para meninos c meninas, e outras
muilissimas cousas que se alianca vender-se tudo
por preco baralissimo : na ra do'Queimado na bem
conhecida loia de uiiudezas da boa fama
Na fundic-fio de ferro de D.
W. Bowman, na ra do Brum,,,
irisx-iiiil,, i, ,,li.,l',.;., Ma." da l.adeia do lli-cifo n. 12, ha para vender polassa
pdSSaUdO O cnafariZ, COlUmiia a da Russia .da do Rio de Janeiro, nova e de supe-
haver um completo sortimento'r"" qu"Ud,de'assil" <'om"lanibpni fal wem .m
goslo.
Bicos eufeites com vidrilhos
para cabeca.
Vendem-se os mais ricos eufeites prelos e de
cores com vidrilhos, pelo baralissimo preco de 48 e
69 cada um : na bem coi,herida loja de "miudezas
da Roa Fama, na ra do Queimado n. 33.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da ra
or
podra :
ludo uor precos muilo raieaveis.
d_ --------------- i "-.i iiiui'iiut iiiei n.s nimio i,i/.ii.i\ i is.
e tacnas de ferro fundido e ba-1 Km <** de Rabe Scbmettan & c.
tido, de 3 a 8 palmos de bica,
as quaes se achara venda por
preco commodo e com promp-
tido, embarcao-se ou carre-
gao-se em carro, sera despezas
ao comprador.
Para criancas.
Mui bonitos c delicados chapeoz'inhos de merino
e selim bordados e enfeiudos. com aba cabida, ul-
tima moda, mui proprios para baplisados ou mes-
mo passeio, polos baratissimos procos de 5 e bIHHi
25L'if?--. loa da Aguia'lirauca n. 16.
Livraria econmica.
N. 2RA DO CaESPO-N. 2
ltefioiiio do arco de Santo Antonio.
Manual de contas.
Para compra e venda de sssncar, algodo. cnuros
e ou ros objeclos do peso, obra muito recommenl
aavoi a lodas as pessoas quo iiegoeiam com dilos
gneros, e aos senhores de engenhos, pois com um
lance de visla podera saber o importe di- quaesquor
porrao oV arrobas e libras, ... que pelo mclhodo
usual levara mais lempo a fazer ; 1 volurac bom
'd d""""" POr 5S vt'nde"SD "a livrnria cima
Grande pechincha, com avaria.
Na loja do l'reguica, na ra do Queimado n 2
ha para vender madapolo lin com pequeo toque"
de avaria a 4 e 48500 a pera, algodo branco com
16 varas a 2, 2400 e 38500 a pera.
MACHINISMO
&
Ka fondicao de ferro do engenlieiro Da-
vid W. I!ow nioii, na roa
do Brnm, passando o chafariz.
Ha sempre um grande sortimenlo dos seguintes
objectos de mecanismos proprios para engenhos, a
a saber: moendas e meias moendas da mais mo-
derna constnicro ; tachas de ferro fundido e bati-
1 de .superior 1ua,idaae e de lodos os lamanhos ;
rodas dentadas para agua ou animaes, de lodas as
proporroes ; rrivos e bocea de fornalha e registros
de boeiro, aguilhoes, bronzes, parnfuzos e cavi-
Ihoes, nioinlios de mandioca, etc. etc.
u oroisn it. SM V FNnCA0 Arados americanos e machinas pa-
se execulao todasas enenmmondas com a siiDorio- i i o
ridade j conhecida Com a devida presteza ecom-la ,avar "upa-- Pm casa de S. P. Johns-
modidade em croco. |ton & C. ra da Senzala n. 42.
de ouro patente ingle/, de um dos
mellioi i-s fabricantes de Liverpool
chegados ltimamente pelo ulti-
mo paquete e alguns de nova in-
venrao cohertos e descoljerto a
vontade do possuidor em cana de
Arkwright & C na ra da Cruz
n 61.
Manguitos para senhoras e me-
ninas.
Manguitos bordados de cambraia fina transparen-
te, para senhoras e meninas, pelos baratissimos
precos de 1 e 16H0 o par, perinhas de entrometo
de mui bonitos bordados a 155600 : na ra do Quei-
mado, nos quatro cantos, loja da aguia branca
n. 16.
Carteiras grandes com chaves.
Vendem-se por preco muiio baralo carteiras
grandes com chave, proprias para guardar dinheiro
e letras : na ra do Qneimado, na bem conhecida
loia de miudezas da Boa Fama n. 33.
Luvas de todas as
qualidades.
Acaba de chegar loja d'aguia branca um novo e
completo sortimento de luvas de todas as qualida-
des, sendo as verdadeiras de Jouvin brancas, cor de
cauna e prelas para homem e senhora a 2S5O0 o
par, lisas de seda brancas e amarellas para senhora
a 1S2S0 o par, dilas com borllas a I96OO. dilas
bordadas com lindas palmas a 28, ditas mui finas e
bonitas enfeitadas com palmas e bicos a 2j>500, di-
tas prelas tambem de seda rom palmas e bicos en-
feitadas com vidrilhos a 28500, ditas com palmas e
lisas a 28 e 18600, dilas de lorcal mui finas com
palmas de vidrilhos a 28, ditas lamhem finas com
palmas de retro/, e lisas a 18500 e 1200, ditas de
iofiviP'''ra .meni,ia3 a 'S200- d''a9 para homem a
1 ai ass'm ''orno muilas outras do diversas qua-
lidades, como de lio de Kscocia brancas e do cores
brancas de castor, mui boas e fortes, e de algodo,
proprias para montara e guardas naconaos, aos
baratissimos precos de 18 al 320 o par : na roa
ao Uiieimado. nos quatro cantos, loja d'aguia bran-
1 -' ll. lo.
Visporas e dminos.
Visporas em bonitas caixiuhas do madeira enver-
insnMCam I ""-T 3K. l'm"""* "Wnhas a
JSw" e 18, dminos mu bem felos e seguros a
19500 e 1S|N0 : na ra doQueiraado. loja d'a"uia
branca n. 16.
ra da Cadeia n. 37, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
mann de Hamburgo. ,
Chapeosinhos para crian-
cas.
Vendem-se chapeosinhos ricamente enfeiudos,
pelo mdico proco de 6 e 78, assim como bonels do
lil muito enleitadosa 58 : na bem conhecida loia
da llua Fama n. 33.
Pulseiras de froeo.
Vendem se pulseiras do froco enfeitadas com fi-
lase bicos de seda, polo baralissimo prero de 3g :
na bem conhecida loja da Boa Fama 11. 33.
Vende-se superior linha de algodo. brancas e
do cores, em 10,vello, para costura: em casa d
Sculhall. Mellor 01 C, ra do Torres n. 38.
Enfeiles pretos e de cores
com vidrilhos..
Na loja d'aguia branca acharo as senhoras de
bom goslo um lindo e novo .sortimenlo de enfeiles
pretos ede cores com vidrilhos e de mui bonitos
sennos aos baralissimoa precos de 4, 5 e 68: na
ra do Queimado, loia de miudezas d'aguia branca
11. lti
XAROPF.E PASTA DE CODEINA DF.BERTH.
As propriedades notavois do Xahopf. e a Pasta -*
do i.oiieina lem sido propaladas pelas sabias ex-i 5
tenencias clnicas a *nmiMMtv. .1^ u..mm l.1^
IHIll
par 1;>600 al 3$, camtsinbas bordadas para bapti-
sadosipor diversus precos, cainisinhas para senhora
1 com gollinha e manguitos, saias com 3 babados
bordados por 6S, ditas por 48, saias de balao de
gosto moderno para 79, e oulras muilas mais fazeu-
das, que neste yiabelecimento se vendem por pre-
co mais commodo aue em outra qualque loja.
= Vende-se a verdadeira grasa ingle/a 11. 97 dos
afamado. fabriraules Day A Martin : en, esa de
Jamos CrablrccA: C. na ra da Cruz n. 42, a ella
antes que se acabe, pois s se receben 50 barricas.
Vendem-se em casa de C J. Astley
& Companhin : *
Cabo da Kussia e inglez patenle.
Salitre, alvaiadee verniz branco.
Palbinha para marcineiro.
Vinliot finos de Moselle e Champagne.
Pedias de marmore para mesas e con-
solos.
Raides umericnnos.
Genebra e agurdente de Franca.
Pregos de cobre e de zinco.
Vende-se una casa de sobrado, na cidadedol
Olinda, ra de Malinas l'orreira n. 45 : a tratar na i
ra do Destino 11. 4.
Cortes de colleles
baratissimos.
Na ra Direita n. 66. vendem-se escravos de
ambos os sexos, rom habilidades 011 sem ellas, de
todas as idadese cores, lano a prazo rnmna di-
nheiro, o encontrarlo urna franqueza, que costo-
so enconlrar-se em quem principia com seiuelhan-
te genero.
= Vende-se na ra Ilireila, sobrado de um an-
dar com veranda de po n. 33, doce secn de caj,
tambem tem mangaba, liman, e tambem de calda.
o oulras muilas qualidades ; assim como se arran-
jam bandejas de bolinhos, lano alias rosno rasas,
com ramos, figuras, ludo do oslo do quem quizer: No armazem de fazendas' da ra do Queimado 11.
lambe,11 se fa/em pastis de nata de carne, bolos de ; 10. ha urna grande pechincha de chilas escuras li-
diversas qualidades, arroz do leile, doce d'ovos e "as de lintas flxas pelo baralissimo preco de IfiO
jaleas do substancia. rs. o covado. dilas Irance/as muilo largas para cn-
Vende-se urna rica almofada de bitrdado de berta a 210 rs. o covado.
estufo de tapessaria. ricos toneles para candelabros 1 1
As viclonas.
Vendem-se rrtes de rolletes de fustn a 400 rs
e muito linos a ISihO. assim romo dilos de gorgu-
rao, pelo diminuto preco do 2 ; a ellos, que .,-
i-.-iao acabando: na ra do Queimado u. 22, ua loja
da lloa F.
Chilas a 160 rs. o covado.
i
Alinelo.
Na ra larga do Rosario, passando a botica do
Sr. Rartholoineu, a segunda luja de miudezas n. 40,
tem para vender rap lino muiio fresco, dilo Paulo
Cordeiro, dilo grosso, dilo meio grosso, dilo de
Lisboa, dilo princeza da fabrica do Rocha, e lodos
estes raps vondem-se em oilavas o libias: na
mesma loja vende-se linha de carrelel a 200 rs a
duzia, e o rarrinho a 20 rs. ; vendem-se tambem
lahyrimhos francezes e bicos da mesma qualidade,
proprios para toalhas e fronhas, e muilas mais
miudezas lodas em ennta ; d-se amostra para as
senhoras escolher a sua vonlade : cheguem freguc-
zas ao bom c baralo.
_ Vende-se o sitio Chaco, na estrada de San-
l'Anna, e mui prximo ao 1'dro da l'anella, com
boa casa de vivcnda, nina grande Senzala para es-
cravos, e urna excellenle estribara, lendo duas p-
timas baixas para planlarao de capim : quem o pre-
tender, dirija-so a ra d Sol n. 23, segundo andar,
ou a na das Cruzes n. 3(, primero audar, que
achara rom quem tratar.
= Vendem-se molas e rodas para corros, Intr-
nase velas para dilas, colleiras inestras, ditas fal-
sas, bridas, bridaos, chirotes, ele., vaquetas muilo
Brandes e de superior qualidade, para roberas de
carros, na ra Nova n. 61.
gf-zf i ttt? y?yrr-T-TrrrTTTiy trrfzrx
ATTEN(A0.
Nova inven;ao apereif oada
DE
Bandes ou almofadas
de crina para ponteado de
senhoras.
Na loja de Leile & Irmao, na ra da Cadeia do
Recife ii. 48.
I.ON H
demia
Paris.
As expenoncias continuadas pelas recentes ob-
servaroes dos Srs. Aiun, Viola, G. DciOHT, profes-
sores da faciildadc de medicina de Paris, mdicos
dos bospitoes de Paris etc., etc., tem demonslrado
que o XAHori: e a Pasta de GOMOM de Bkkiiik sao
os remedios mais elllcazes para todas as dores nervo-
sas, agudas, c as vezes lao rebeldes ; e que atiricia
coro urna rapidez maravilhosa, os accessos conse-
cutivos e que tanto cansam. do catabbho, da tosse
coNvii.si. da bhom-.hit- oda ranunes pii*onab.
O Xahoi-k e a P\sta de ComUM de Bf.bthk en-
contram-se em todasas pharmacias de Franca edo
estrangeiro.
Para evitar a falsilicacao deve-sc exigir em cada
vidro a assiunatiha, e o non Beuthk.
I{jigir os pedidos em grosso casa M mi h l C*
n. 37, ru Sanie Croix de la llreonnerte em
Paiiis.
Manguitos.
Vendem-se manguitos de cambraia bordados pa-
ra meninas, pelo baralissimo preco de 1 o par,
ditos muilo linos para senhora a 2a00e 4g o par:
na ra do Uueimado n. 22, na loja da Boa F.
Aviso.
<
<>:
J
paleo do llospil.-l B. 17. '2
XJL*JLt.:Xi.kJi. Oi-XliLiiJLiJli.tLi.-K
Loja das seis portas
EM
Frente do Livramento.
Grosdenaple prelo para todos os procos, manta
prelas de linho rom bordados de seda, luvas de se-
da prelas para senhora a 19. gollihas bordadas a
a 13, dilas linas a 18600, manguitos a 3*, lencos de
seda brancos e encarnados a 800 rs., camisas fran-
cezas brancas o de cores fuias a 2g. palclot.-: branros
de bramal,le fino a 58, ditos de brim pardo a 38
ditos de alpaca pretos a 4 e 5J, dilos de casemira
de cores a 5S, ditos de fusto de cores a 5$ : a loja
est aborta das S horas da inanha s 9 da asile.
Vendem-se 6 escravos peras de 16 a 211 an-
nos, l'inulatiiiho
nos
e la,iien,as, todos frorados, por preco muito em
ronla, e 2 lencos lindissimos de lahyriuthn : no
grande armazem de lnma da ra larga do Itosario
n. 28, se dir quem vendo.
Arham-so .1 venda os mais lindos padroes do vie-
- Vende-so arroz pilado muilo novo* do boa : ',?,[ a.ue '"*' ">*"au* 1,ls"8. uel baixn proco de
qualidade. saceos de trelo, e de arroz, oleo de ri- ',"' "r''ado: "a r,,a,dof 22^J- *V do "'"
cio en, latos de SO libras, ludo por preco commo- "a" arar1,re11""- e* nda e inteiram.-nle
j- ---------j- .,,_. nova, por issodao-se as amoslras.

do : na ra dn Vigario n. 5.
Vende-se banha de porro derretida a (80 rs. a
libra, loiicinho grosso a 180 a libra, liiiguiras muilo
superioresa 6-iOa libra : na ra do llangei n. 35.
Figueira.
Ferreira & Marlins com armazem na Iravessa da
Madre de lieos n. 10, lem venda o melhor violto
da Figueira que rea a esle mercado, em pipas,
meias pipas e barrs do 5 ", osles ltimos muilifuro-
prios para casas particulares, desembarcado hoje
do brigue llelnwpiiijn, procedenle de Lisboa; a
qualidade mui superior e o preco accommodado.
Eslojos finos para homens
Riquissimo sortimento dn eslojos com lodos os
preparos para barba, rom as mais linas navalhas
que trin vindo a osle morcado, dilos para viagem
na rita Nova, loja do Vianna.
lernos de lmiuiej.is
em lernos c avulso, pelo mais baralissimo preco
que so pode encontrar : na ra Nova, toja do
Vianua.
Vendem-se pito arrobas do doce de caj ace-
ro, do muilo hoa qualidade, por preco muito em
coola : na Soledade, casa n. 9, no principio da es-
irada dcjoo de Barros.
Vinho Bordeaux.
Em casa de Henr Brunn 4 C, ra da Crnz n. 10,
vende-se viuho Bordeaux de dierenles qualidades
romo l.afolle, Ch, Leoville, Ls. Jiiliceu, em caixa
de urna duzia Dor barato preco.
FABRICA.
de
e
FUNDIQiO
de ferro e bronze
de Francisco Antonio Corrcia
Cardoso.
Esle anligo estabelerimenlo arba-se enllocado
no grande edificio construido para esle fim pelos
Srs. Mesqnila 4 Dura, na ra do Brum n. 28, em
frente ao arsenal de marinha. No mesmo estabe-
lerimenlo acharo seus numerosos freguezes e
amigos sempre promptos : alambiques de cobre de
Vendas.
No armazem de Adamson,llowic,&C.,rua doTra-
piche n. (2, vi-ndo-se sollins para homem e senhora,
arreios praleados para cabriolis, chicles para car-
ro, colleiras para cavallo etc..
cobertos e desrobertos, pequeos o grandes, de ou-
ro patenle inglez, para homem e senhora, de um
dosmclhores fabricantes de Liverpool, viudos pelo
ultimo paquete inglez : em casa de Suulhall Mel-
lors C*
Na loja do aterro da
Boa-Vista n. 60.
Tem um novo sortimento de casinetas
de cores com um pequeo toque de mo-
fo que se vende pelo baratissimo preco
deGO rs. o covado.
Sellins inglezes.
firannde sortimento de sellins ngh-zos chegados
a esta loja de ferragens, em porrao o a retolho
pelo mais baralo prero dn que em qualquer oulr
] armazem : na ra Nova u. 20, loja do Vianna.
| |ia. ue uguarueuii. em z oras, e
tas tambem com habilidades, e 1 negrinha"dcTz'C0!slrU0-a0 P0MVlfI- "Weiras, tachas, bombase
anuos com principio de costura : na ra larga d lh,r? para .e.D8enhus. b"s e canos de qualquer
Rosario n. S. segundo andar. ** i me,al. Para d',0S Casas ou ,nav,os- Faz e conoerla
n t macinnas o bombas de qualquer nalureza que seja,
tonetsricos para meninos '?mabrevidadupertoirao possiveis, e todasas
v^ho kIi Ar ionras ptrlonccnles as artos de que consto sua fa-
i.f.3T.nMi %"""' m,."t0 nn08 d0 brica p faadicao de ferro e brotiie. como sejam :
velludo o melhor que se pode encontrar, tanto uns moendas e meias moendas para cana, de qualquer
cuino oulros riramenle enfeilados para meninos, lamanho e qualidade,- envos o portas de fornalha
pelo baral.ssimo proco de 4 68 cada um na ra para assenlamontos de engenhos, distilaroes ,- for-
t.' u"?L", '' "?..! ,!0"l"'r"la l0'a d'' miudezas : nos de padaria, booiros e rezislos para dilas, .Cui-
da lloa lama n. 33 lhoef ferro bado ,. undilUl e ^g,.
COgnaC. sns Para rodas de agua, rodas do agua todas de
Cognac superior em caixas de urna duzia. vende- '''"?^0U PV ".lbS de "l^0'"' r.oda, dentadas
se em casa de Henr Brum. & C, r ua da Cruz 10 HS3 d,rel ca.rrc,aserru'e'"s Par moe-
.v,.. i,. iu. das do qualquer tamanho, eixos, tnlhos e mangas
MlM'Kllp hnPPaPhl ; para carroca. simples c de patente, mancaos para
tiicias yiyj mu l ui,i l CHEC.ADAS LTIMAMENTE NO NAVIO FRANCEZ ?udo raais quc Pos?" sor ?ro';iso e "" para o fa-
Na ra do Queimado, na Hem conhecida loia de brlC0 e fSe"1". miudezas da Boa Fama n. 33, j lem para vender z,?'. es,anl'. "co < chumbo, ferro balido ou fun-
Car preco baralo as muilo procuradas meias ea dld0 Por u'r na direccao de seus trahalhos, um dos
n-racha*. nicamente proprias e approvadas pard !ne hores c mais anligo engcuheirn e machinisla
toda e ojialauer enchaco ns pernas. inglez James Splars. Nao ooupando o dono deslo
PALETOTS.
Vendem-se palctotsde brim de pumiinho, bran-
cos e pardos a 58: na ra do Queimado n. 22, loja
da Boa F.
Maia Irniaos.
eslahelecimento exforcos e fadigas para bem servir
seus numerosos freguezes e amigos, c lodos os se-
nhores que mais o quizerem honrar com sua con-
Danca
Camisas inglezas.
Em sua loja de chapeos do arco de Santo Antonio Vendem-se superiores camisas inple-
ofTereco aos pas das educandas do collegio das ir- ras : na ra do Collegio loia no '
mas de candade, chapeos proprios para o uso das
mesmas educandas, e por preros muito commodos,
Vende-se um carro de conduzir
generos : no caes do Ramos n. 14.
= Vende-se um cabriolel de 4 rodas, de gsto
moderno o patenle inglez, com seus competentes [ Vendem-se relogio de ouro inglezes de patenle
arreios para um avallo : a tratar e ver a qualquer no armazem de Augusto C. de Abreu. ra da Ca-
nora na cocheira do Sr. Uucdis na ra do Cano. deia do Recife n. 36.
Relogios.
Relogins de ouro e prala, cobertos e descoberlos,
patento Inglez, os mclhores que exislem no mer-
cado, e despachados hoje, vendem-se por precos
razoavais: no escriptorio do agento Oliveira, ra
da Cadeia do Recife n. 62, primero andar.
llechegado a loja do Lecouto, aterro da Boa-
Visla n. 7 excellenle leile virginal de. rosa bran-
ca, para refrescar apelle, tirar pannos, sardas e es-
pinaos, igunluicute o afamado oleo babosa para lim-
o fazer crescer os cabellos; assim como p im|ie-
rial dolyrio de Florela para bortoejas e asperida -
des da pelle, conserva a frescura e oavelludado da
primavera da vida.
Manguitos para senhoras e
meninas
Vendem-se manguitos bordados de cambraia pa-
ra senhoras e meninas, peto baralissimo preco do
lgopar,ditos muitissimo linos a 3 e 58, ditos de
1116 de linho muilo finos coro lindissimos bordados
a 5 -tambem se vendem gollihas de cambraia
bordadas muito finas e as mais lindas quo se pode
encontrara 3 e4g : ua ra do Qneimedo, na nem
conhecida loia de miudezas da Boa Fama n. 33.
Chapeos enfeitados.
Tem na ra do Queimado, loja de 4-portas n. 37.
todo sortimento de chapeos para meninas, de seda e
de palha ricamente enfeitados, dilos para senhora,
de palha e de feltro, enfeiles de froco para 38500 e
68, ditos de retroz com vidrilhos pretos e de rOn-s
a 4J, gravatinhas para senhora, de froco, a 28, o
lodo o sortimento de chapeos de seda .ditos de sol
para homem e senhora, que ludo se vender por
menos que em oulra qualquer parte ; assim os fre-
guezes leitham a bondade de comprar ; tambem se
i-iironira uui sortimento de focos para 4 e 28.
Toalhas de linho para mesa.
Na bem conhecida loja de qualro portas, na ra
do-Queimado n. 37, tem para vender um completo
sortimento destas toalhas, as quaes se vendern
conforme os tamanhos, e por preco muito com-
mod\>.
Ra da Senzala Nova n. 42.
Vende-se em casa de S. P. Jonhslon & C vaque-
las de lustre para carros, sellins e silbos inglezes,
candeeiros e casticaes bronzeados, lonas iuglezas,
lio de vela, chicle para carros, e montara, arreios
para carro de um e duus cavallos. e relogios d'ouro
patento inglezes.
= Vende-se a propriedade do -4 andares e solo,
na ra da Cruz do Recife n. 53, pertencenle aos
herdeiros do finado Jos Concalves Cascao os
pretendemos podem apparecer na rita Imperial n.
62, defronle do viveiro, das 8 at as 10 da maiihaa,
c das 2 at as 5 da tarde : a tratar com Antonio
(oncalves Pereira Lima a venda do dito predio.
Abridores de luvas
a 1^500
Na rus do Queimado, na loia de miudezas da Boa
Fama n. 33.
Escravos fgidos.

No dia 14 de acost do anno prximo passado
fugiram do engenho Selo Ranchea, freguetia de
Nossa Senhora da Escada, comarcada cidade da
Victoria, os seguintes escravos: namiao.criouln.de
25annosde idade pouro mais ou menos, corfnla,
beirnsgrossose mcioarrebitados, tem urna cicatriz
na testa proveniente de um coico de animal, pernas
linas e alguma cousa arqueadas para lora, esmalma-
do, espaduado, altura regular, e est binando ago-
ra. Jacinlho, criuulo, de28 annos de idade r-im-o
mais ou menos, altura regular, cor prela, ponra
barba, beicos grossos e fas certo geito na bocea quaii-
do falla, tem urna cicatriz em urna das faces, nemas
finas, esmalmado, fuma, e locador de viola. O
primeiro foi comprado ao Sr. Juan Francisco Barbo-
sa da Silva Cumar, e o segundo diz qae foiescra-
voda familia dn Sr.Joao Nunes. da fazenda do Sitio,
em Paje de Flores e comprado na praca de Per-
nambuco. Consta que ditos escravos es'lo em Pa-
jede Flores por portadores que mandei ede lvie-
ram : roga-se as autoridades policiaos ecapitiesde
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Bernardino Barboza da Silva ou na praca de Per-
nambuco aos Srs. Manoel Alves Ferreirai Lima, na
ruada Moda n. 3, segundo andar, que serio re-
compeasados com a quantia cima.
PERN.: TYP. DE M. F. DE PARIA. 18.
-
"
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