Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08064


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Full Text
JkNKO XXXV. NUMERO 117.

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Por tres nnei adlaatados 4(000.
I*or tres mewi vencidos 5$0O0.
SVAl \Hl FE IR A 23 DE HAIO DE 1859.
Por anno adan tado 15$000
Porte franco para o subscriptor
PERNAMB

KlCUlEfilMS DA SUSCRIPglO 10 I01TE.
ParaMoa, Sr.Joio Rodolpho Gomes; Notal.o Sr.Antonio
Marqaes da Sirva; Aracaty, o Sr.A. de l.enios Braga; Cear,
oSr.J. Jos de Olivrira; Moranho, oSr.Mannel Jos Marlins
Ribeiro Guiniares. Piauhy, o Sr.Jos Juaqiiiin Avelino; Para,
PARTID* DOS COMEIOS.
Olinda lodos os din- as nove e meta horas do dia.
Iguarax.su, GotannaeParahiba nag segundas e sextas-feiras.
S. Antao, Rezerros, Bonito, Caruar, AUiulio e Garanhuns
as trras feiras.
Pao d'Alho, Nazaroth, l.imoi'iro, Brejo, Pesqueira, Ingazei-
ra, ores, Villa Bella, Boa-Visla, Ouricury e Ex .nat
Hilarlas feiras.
o Sr. Justino J. fiamos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Cabo, Serinhaem, Rio Formoso', Una.Barreiros, Agua Pre-
ta, Pimenteiros e Natal quintas feiras
(Todos os eorreiot parteni as 10 horas da manhaa.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DI CAPITAL.
Tribunal do mnimorcio: segundas e quintas.
Hilaran: Ierras (ciras e sabbados.
Fazriida: tercas, quintas e sabbados as 10 huras.
Jui/o do conimercio: quintas ao meio dia _
Dito de orpliaus: linas e sextas as 1U huras.
Prinirira vara docivl: linas e sexta* ao uii'io dia.
Segunda vara o eivel: qua'rlas e sabbados au meiu dia.
EPHEMERI3ES DO HEZ DE MAIO.
2 l.ua nova as 7 horas6 45 minutos da tarde.
!j Quorlo creseente as :! lunas > ;t) minuto da larde,
lti l.ua rheia as (i limas c .{" DlillUtOS ila larde.
24 Quartu miugoanta as s horas e 30 minutos da tarde.
PARAMAR DE BOJE.
Primeiro as H horas e 18 minutos da manhaa.
Segundo as 9 huras e 42 minutos da tarde.
DAS DA SENANA.
2:1 Segunda. S. Razileo are : S. Dezideria h. ni.
2i Tetro. Ss. \ii-i. Pelagra u Suzana nuu. ; s. Vrenle.
:!.'i Quarta. s. Gregorio VII p. : S. Hara Hagdal.na.
zli Quinta. S. Felippe Nerv fundador; S Elculhcriu p. m.
27 Sexta. S. Joan p. ni. ; S. Ranulfo m. : S. Eulropio.
JS Sabbado. S, Gerrai..... b. ; S. Primo m.
EMCARREGADOS DA SUBSCRIPClO O SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falro Dias; Babia, o Sr. Josa
Martin Ahes; Rio de Janeiro, o Sr. Jno Pereirs Mortiiis.
KM PF.ltNAMRUCO.
O prnprieterio do DIARIO Hanoel Pigueiroa de Faria, na
l Domingo. S. Slaumiiiiano b.; Ss. Mximo fieslilulo mu. sua linaria praoa da luSpendenria ns. e 8."
Litteratura.
arias. Tal di/iaraos mis, o plena juslira ao general l.af.iiei, quainlo assignnla, reltellaautos em si pula triste gravidade do aeen- livrcmculc. Como julga-lus? Com rapidez e dis- pmeurando informadles ubre <> prosenU brindo : ,, ,
umdicrionarin para ada, ahirrsnraidos rnrVgi.mas! ",e ES'fc' '"" 5 *,os.*p Ihodeslumbraiii. que
MemoriM para servir historia do
neo tempo por 11. Guizot.
Voltemos s lmur
duplice carcter desto novo escriplo de M. Guizot :! esle obre amigo do povo, o amor da popularida- lo do que pelo pairando da voz. Elle leiu o genio cripcio. un dirrionaro para adiar ahi resumidas rm%rgumas "'" l"-T",r!la' 'I'"' us "'' 5P ino uu.Muiiiuruui, une
a animarao da recordaro ea altivez do ponto de I de assnciado au drsinteresse mais generoso ? da eloquoucla. o uem uin prudor para a deca- Vo-se bem que VI. Roulllet sempre do partido lindas,informarnos que s se olileui cun umita* ta- ; scnlu'0 ",e '.Mapa Deselo distas alturase mais
vista, umou una que faz sabir a senlelha e a vida; Severo quando misler s-lo. o autor das memo- maeio. da juslira contra a inquidade, do diroilo contra a digas e lempo perdido, quem puisdeseja encolMrari lri"..'ulf''0- mais justo eniuis verdadeiro.
das reliquias do passado, a oulra que se consilia rio* nao pois menos jusliceiro para os seus adver- Todos OS adversarios de M. Gnisol nao san agita- foros, da rentado contra a mentira ; mas (aliando ahi a satvra de seos amigos e a apotheosc do seos ;
com a moderaran as ideas, com a vquidade nos' sarios, assim eomo para seus amigos. No numero dores. Todos nao irem areuuiulado, cuino o cele- propria mente, ser elle de mu partido potitiro? adversarios? J nao fallo do dissabor de adiar em
' ".pnvos lenin o governo que raerecem : esta julgameulos, com a perspicacia dos promenores, o dosamigos de SI. Guizol, pertuillidn contar o rei i bro tribuno do que elle faltasperamente, as van- Ter elle una' cor distiacla e assigualada nosta unt resarao dosle genero sua prnpa satvra isto l
phrase verdadeira. A Franra merecen, durante com a eortexia varonil da linguagem. Insisto so- que elle servio dezoilo anuos. Kl-rei l.uiz Felippe lagens da popularidado com OS lucros do urna mon- ntnllidan de niali/es que se ronfundem sobre as nada. Us humeiisque se eslimam, fecham os ollins
desoito annos, ler um governo livre, porque se bre lodos esses traeos de urna pliysiomunia dema- era iiiuiln inclinado a amar os seus ministras; va- dicidade elandoslina. Se pelo coulrariu alguem nossaa bandeiras? II. Ilouillet sr alisteve disto, maisdepressa a aquillo que fere o sen amor pro-
mostroii digna da lilierdade que. linha couquisiado. siadamenle dosconhecida ainda boje e apezar do riosdos seus ministros ronsngrarant-lhc nina aini- qui/.er ler nina idiia justa de imU qaiilu a ivaci- Sal que o tom de um diccionario nao comporta es- prio, do qoe ao que vai de encontr as suas opl-
Lntre os partidos que entfioa dividiam, mis teriam brilhanle lrium|ilio das MemarUu. Insisto nislo xade verdadeia. Knlre aquellos que se diziam vo- dado dessas grandes lulas em campo raza, que sao las salishccs pessoaes que a paixao pnlilica gosla Hies. Mas por ventora coasultarei um iluriuuario
mqis libondade dn que a Franra pedia, oulros que- com urna inlencao quasi mais luterana dn que pn- luntariameula seos mbdilu, porque era dixer-se i a vida dos guveruus, deixn rerm.larrs honrosas no do dar a si propria debaixo da rapa de um livru. iusipidn registro de factM e......oes de urna 'erario '
riam menns lilira, pois que esses traeos que assigna-lo nao sio '"
O paiz quera aquella poreao que linha. Duran- menos notareis no rscriptor do que no estadista.
le desoito anuos, elle nao rerlamnu nutra. No dia '
dn
primeiro esboce e que o tralialho da revisan leal-
meiile aiiuuiiciadn e emprehendido pelo edilor, fa-
r.'i desapparerir o 10 una secunda edieru que se
diz que lirevenii.'iilo ha de apparocer.' Ouanlo
essencia. quando a paixao polilira nao liles turba
a vista, os autores du DircJOOrio (omam por ins-
tantes n verdadeiro tom de sen traballio. As suas
apreciaroes Iliterarias, posto que lin-s f.ilieui snlirie-
lilica, pois que. esees traeos que assigna-lo nao sio subditos da le viva, o qneoram ns amigos da sua j fundo das almas, a despeilo do, dissideucias profiin- Sabeiqoe a historia qoaudn altela a universidade, para saber.se a mOuarriSia de Jullio perecen por Prec,au#*."Iteraras, pesio que Un-~ faltem sohrie-
menoa notarais nn escripia* do que no estadista, pessoa, assim como da sua causa, M. Ruixpi eslava das econtinuas, fura misler ler as .Memorias., de d obrigada a mnderaco e que um resumo au o falta, mi por eneseo da liberalismo, se a lampa- i f ^"'''"s," *n geralmente indiciosas Sele-
Quantas pnssoas leriam antes voluntariamente per- em primeiro logar. ... Kr aos partidarias da poli-1 Jl. Goizot. A lodos aqnellea* que combaieram sol......smn que urna looga narraco lireila-se tudo de nha dos banquetes, era mi nao legitima, se n e"' ,1|",IM1 deleito, e o e\reso da benevolencia. Se-
doadna M. Uuizol a Altivez, que um deleito das. lira popular que se dirigiam sobro Indo os snuscul- i oulra bandeira que nauasua. nessas guerras logaes um liisloriidorque d'ante-man dolerminon sen as. grilo du riro reforma, rom o qn.il abate.a-se o l:i ''' '"''' i"" ezempio que us hMudos vtbr os
mam-iras, do que a do espirito, que urna supe- dadus, escreie o autor. Elle iralav.n M. I.allille da tribuna e da imprensa, e por assomada.- que los- sumpln, cireunscreveu sua larefa, limilmi seus hn- ibr.m.i, era r.isoavei ou insonsalo ?! Por ventora de- ''!'.",.'"'''s parlamentara, ulna de um illustre. pu-
rioridade verdadeira.! M. Gui/.ot fe/o sen livro com urna faiuiliaridade nmigavel e alTeelunsa. A sem as paivues
roiiiu fez outr'ora a sua poltica, t'.oiuo loria mu- sua lingiiageni rom M. Dupuiil de l'Eura ora chota I boje a juslira qi
Teslemuiihava a M. Casimir[inleocoes, a dislincrod
l'or veniura de- ': V '..... ,........''" "" "' "'." ..... i"1"
le muiuenlo, Mr. Uuizol tributa riznnles e q.....Merece a garanta de um Irabalha- sejarei adiar em repertorios d<-stc genero, dopoisi ,'' Por Ion*'*",J......uda, eomo um
merecom sempre lealdade das dor serio e pjofundo. Aceita-se ludo, rom a lber- du passado ir. anuos, o echo anaixonado das .oleras ""","," f'aKSU:" d ~''IMr" -X'"' l,'1111'" l'"r .'""";'
teo du espirito 01.....splendur dalle de tudn discutir. Mas quem poderia lomar em que leeni abalado o mundo politice,a repel, fio das t" ,| le'nor.inra algurna ,lu Iriuinpliu classteo do
misturadas j de alguina do talento, (liiciit nao seutr o premio de semillan- ennsideraeao a responsallidade de um escriplnr calumnias que se ensaiavam para manchar s mais '"
dado o scu melhodo no dia em que rncolhia para o de rudez e de grana. T
"iuoi, puoiiro, u urna obra seriaiiioute meditada, as un- \ t ener minias allcucoes, ,m*wm,mo j ,.irt>i, HUHnam vnouiMiiBniir pienno m- ^eiuui.iii- ouiMunurju a rr-spuusaiuiiuaue ue mu rsnipior i-ainiiuiui^ que wt ensniivjtni para nianciiar as mais .-".-
loiava. ptessoes e ideas de loda a sua vida .' Elle julga i inqnietaCiO sobre asna altivez sumbria. Com O du-! le licrao ? Quem podia melhor da-la aos partidos que s.- de'sse a missn de jnlgar dnze mil de seus nobres exislmirias e at-aquellas injurias que us P"rase' ,'l, um Uilivcrsilarn dUUnclei ejjue
j nao do alio o que vio de. perlo. Resume n'um quadro que de Broglife, II. Mole e comigo, as suas maneiras que so julgain generosos por axcellencia. do que o contemporneos Indos vivos, oro todos os graos da ebefrs de partido enviavaiu algumns vezes mis aos i "" \\'"' }'n''' *e ll'" '"" modelo, o elogio A
trara o superioro que estudou n'uma particularidade inli- i eram simples, francas, raposeadas de estima e de I estadista que queriam fa/er passar por uexhora- celebridade polilira, ou lilter.iria, scirnlilica. ou nulros na peloja. como hroes de Homero ? u Sr.! ES?" '" a."l,> |81,n'as uulras adun-
da ra- "la. Desta altura, ello poda fallar dos seus ad-1 abandono, sem caricias. Invidentemente a sua con-' vel ? En lena sido republicano nos Kstadns-t'ni- iudusirial, cslrangeiros, ou nacionaes, mediocrida- se chima mu diccionario Nao passa de um folhe- "''"'"' em (l"e Wiccioiiai-io dnt totilemioraneos-
em que se mnslmii mais eilgeiile. a lilierdade pe-
rereu no sen proprin exressn. Knlre a revolueu
de Julio e a oatasirophp de fevereiro. um governo
viven, ciesceu e prosperan. Nos o viramosnasrer,
e vimo-lo cahir. Arraslou na sua queda nao mi os
horneas que elevara, e asinstiluicoes que fundara,
mas os proprios principios sobre que se apoiava.
Os diversos principios que lhe siiccedoram j ni
procuraran) o equilibrio onde elle encontrara
seu. Seria pois este governo condemuado pela r_
zao como rara pela fortuna? Kis o problema i|Ue versaros sem denegri-los, dos seus amigos sem. llanca seria e o seu favor exterior oio se achavam I do, Ibea diz elle; son rooonrehisla em Franca. de, ou geoio, vicio, ou viriude ? Por mais couli- lo o o peior de lodos so nelie se deixa penetrar a jsec0IBPraz
a revolucao dufeveieirnesiahelrri.il. Secxisleum complacencia, pintar com recolhimcntu o que ti- I sempro em per fr i la harmona. Ininiigose tolos qui- Xesle terreno da mouarcbia, U.Guizoto mais li-, aura que alguem pnssa ler na l.onrstdadc de suas voz dos partidos, se se toma a sua rnnla a Violen- Nao se deve ser bom cantarada de mais, quando
'j*'1* 1"e P0*** ajudar a resolvc-lo sao as Jftatorias n,|a execulado com vigor, c prestar um carcter du ; eram ver nislo urna falsidade prematura, erasim- beral dos hoinens, e lodos os homeiis verdadeira- loleocooa, nao vi que, consliluindo-se com pleno cia passada, ou a iniquidade perseverante destes. se escreve a husloria sob esta forma resumida e coo-
dc M. t.iDznl. serenidade pblosophics s recordaecsdu urna vida plesnienle o eifeitu natural de una simarn rom- iiirule lheraes sao seus alliados. A liberdade nao din-iln o direilu de um espritu vaslo'e firme em Leia-se a noticia consagrada % M. Guizof. Certa- .cisa. Ijuaolas pequeuas rirr.iimslancias rolbidas
lundador, conselheiro, ministro, adversario de agitada. plirada, anda obscura, e o traballio de um espiri-| olha paraos antecedentes polticos daquelles que Mus designios ; O juiz de lautos militares de pejt mente nao era dillicil de contar cura modera, n e i na vida de familia, ou as relaroes de imidade qutt
um da,sustentculo assiduo dn governo de julho.M. ] K esta a incomparavel originalidade de seu livro. ] lo anda nao oxperimantado no governo e que pro- ramiiibara fraicanieule por ella. Aquelles que a soas dasquaes cada um dos arestos formulados em conveniencia a vida deste estadista Ilustre entre "
Guizot nUaaaacssnu um si'i instante, durante esto I F.xprobram-lhe o tom dnulural. Nao queriam encou-, curava com nlgiim embaraco a sua estrada e seus lemia-n anda podem ama-la. Aquellos que lhe pe- eslylode orculo allinge, ou O- interesse, ou O amor lodos, anda sem lonva-lo.
periodo laborioso da nossa historia, de tomar parte ,r'1r dcbaixo da sin penna phrases como esta : Al amigos... Quando el-rei encontrn seus amigos' diam mais do que ella uoquer dar.sepodi.....nos- prnprio, ou o futuro ; que fa/endo isto, aulorisa Podia-seencher fcilmente as duas ou trr
nos seus otos, as snas deliboraces, as suas repblica lem em nossos das a forra que promette elle lhe permanecen lid. A fidolidado lo rocipro- trar menos exigentes. San uueainenle inimigus
provas, as suas tarto au lao diversas Elle do ; ''"Io o que dosejam os povus, o a fraqueza que nao ca, ainda quando tomou, oito anuos inais.linle, urna irreconcilaves da liberdade aquelles que a Iraem.
pequeo numero dos estadistas doste rgimen que poderia da-lo... N'outio lugar: .< Toda a genio se | curo urna sltilude de oppnsicao. Ser para ponpar | Um grande pintor do roraro humano j.i disse pri-
nada flznram nem nada qoi/eram fa/er fra da sua servio da Polonia ; iiiiiguem nunca a servio... colhsao de 1830 nina apologa mais fcil que M.
accao, que o serviram constantemente ou julgaram Km nossos <|as, apezar da flaqueza dos nossos | Guizot nos mostrou em l:tl .....n 1832, na aurora
pagi-
serri-lo, ailida eombatendo-o. e que permanece- co.slumes, lia urna parle de consideraco que o po- do reinado, os primeiros clames do governo pessoal?
rara etclsivamenfe como homens polticos desdo ; ^er "ao poderia dispensar pur niiiitu lempo... etc. i Ser com urna pravidencia lo egosta qua.elb; re-
t romeco at o llm. \este grande proresso nao Todas estas phrases desagradan) por sua precisan i leva, em el-rei l.uiz Felippe, os primeiros exforros
julgodo eolre os apologistas e os delrntores do go- : satisfatoria, e pela finura que as faz pendrar nu 1 de preeminencia, cuja inlencao us seus in
rehio de 18.10, nenhiim tastemunhn dos homens c fundo das cousas, e al no
ntmigie
cada um dos que lem dreilo a pergeniar pela sua ginas destinadas a sua historia, sem rarn-ga-lslie
parle: | recriminares enve.....adas. I.eam-se estas pagi-
t,niciu o senhnr ? Donde vem ? o que lem fei- as ; .' o regjslro de. ludas as injurias, ruin que du-
meiro quenas: l'ruprlum huma ni iiujeuii r- lo.'... Se se trata simplosmenie de critica historien, I rante 18 anns atacou-sc sua vida poltica aera
oiim i/uem liruri*. i ou Iliteraria^ a vida do houieni quasl que nao basla | perturliar-lho o socego, sua reputarn sem feri-la.
Iillerariay a vil
esludo Sv algo
das colisas pois mais antorisado do que M. l'.ui- I Mas scro osles axiomas obscura mctaphysica ou I nao creio nislo. SI. Guizot nao lem nerussdade de
zol a fallar com coohacimcitto de causa. Aceres- I luminosos resumes da vida real? Ser a liiignagem I lomar as cousas de tan alio. Quandu ebegar o too-
rento, depois que 1f '^en segundo volumc : no- de um dnulor ou de um poltico? Ser o estylo de | lucillo de se explicar, nao hesitar. Saliera fallar
nhum pode ser mais imparcial. I uni.sonhador ebrio de visees chmercas, ou o de entao com a franqueza do queu segundo volme das
Tentemos fallar na delirada quesln pela qual' ""' estadista resoluto, platico e sincero ? i suas toeinorios ao mesmo tempo a promrssa o o
ronjecaratts este artigo, definir as qualidades de j Ha um grande encanto, e tambera uin grande po- modcllo. nanlo as reservas que expiiuie por va-
espirilo que H. Guizot, como autor de memorias d''r "a sinceridado d'uma alma superior. O talen- rias vetes por contn do rei l.uiz Felippe, durante os
los partidos, trio tan fatalmente exagerado ? Pela iiiiuhu parte se devem coui:urlar1e^almeiite e tentar entender-1 leinporiiiieos
K na saudade e no desojo da liberdade poltica ao esludo S algomas obras e ao jiilgainenlo de al-' Por ottlro lado podiam tallar das luis de setembro,
que concoi'dain buje os huhiens graves de lodosos goiis esrriptores. r.outem-Ve aquelles que Irru se dolas nao gosUvam I Kuibora I Os verdaderos
partidos, mouarrb islas ou.uin, que a calaslropbe j sido julgados pur SI. Saiiile-Beiive, o mais fecundo amigos da liberdade nunca esqtioceraoos liravos que
de fevereiro dispersou. E Beata intuito que ellos e O mam judiuiu.su dos autores dos ltelralo* com- liveram a coragem de propiS-las e detende-las. E
sao mui iruMh'rentcs ao verdadeiro publico, em
viriude dosle principio, cqja formula li no prnprio
prologo do Diccionario : s as pequeas musas so iu-
teressam na historia dos grandes homens. K ain-
da isto nao bem corto.
quem, pois, lem o dreilo de dizer hoje que odu-
applica en son oame.' lis ttulos do illustre es-
rrlplor con lia t toa dos seus leilores sao brilhantes
e pblicos. Procuremns o que elle acrescenia-lhes
soba nota forma que qniz dar ao seu pcnsamenlo,
A impSrri.iHda'de lem muitos caracteres e multas
bees. A imnarcialdade da lestemuiiha nao a
Op.hilasopho falla urna Hngiiagem dffe-
rente dn db fristoriadnr. O homeni que se tem in-
traqtteltido tas lurlas dos partidos, exposto aos
suiR-imenios e menospreso da ambicio, ferido pelo
odio, ultrajado pela calumnia, o hornera d'acro
desarmado pela fortuna nao imparcial da mesina
lo smente nao bastante, ; necessario goslo o o i duus primeiros anuos do seu reinado, sao algumas
trabalbo da verdade. Saint-Sinion. I.a-llurbefou- I sombras em urna admiravrl pintura: contnbuem
mais do que prrjudiraiii a belleza du quadro D-
zei toda a verdade! nao lomemo-la. Es o que
deviam a M. Guizot aquelles que tivossem mais d-
reilo de se sentir olleudidos, sea sinceridado lives-
se excedido os limites du rospetto que devido a
una augusta memoria. Dzei a verdade! .. Pois
cauld.o cardeal da Rotz sao escriptnres sinceros, di-
go sinceros nes seus seiitiuirnlos bous un mus,
justos ou injustos ; incommodam-se mediocre-
mente coto a verdade, se ella nao ihes aproveila ;
so os alllge elles passam de largo. Os autores de
memorias de alera tmulo pudum dar a si proprios,
estas satisfacoes. Aquelles que escrevem a Insto- I bem a verdade que M. Guizot fui ministrado
ria de seu tempo, e que i publicam durante a sua rei, durante mais da motado do reinado ; c quando
vida se sao graves, lem oulros escrpulos e ou- I nao o era, o poder passava para as ntos nao menos
_ Iros deveres. Nao 1 lies basta ser sinceros; cum-j zelosas do que as suas da independencia do* minis-
maneira com o mesmo aerelo que o curioso, l proquesejam verdaderos, verdaderos a ludo cus- 'ros da cora. Procure-so urna prava mais eonclu-
que su lem finio observar o espectculo, ou o sabio H*. airidacom o risco de contentar os seus adversa- denle da tldelidade do el-rei aus verdaderos prii
que aito sahio do seu retiro inaccessivel s paixoes ; r'?s> a desagradar a seus amigos, anda com perigo, pina do governo repr.isenlativn
do mnndn, ; nao digo de sua felicidade, mas de sua iiifallibili-
Fdita toe trina mpie.atium templa serena.... l,Jl'1'- Ninguom e obligado a fazer ao publico una
SI. Guizot nao uiu desles sabios de Lucrecio.
Teve, anda tem urna sabednria mais dillicil, a sabe-
doriad.-i ncro, i)ue importa que as crcumstan-
conllsso dcgradaiite Os eonlempiiraneos nao
agradecen! de m,muir alguma a aquelles que ibes
Tcito disse que podiam existir grandes hroes,
ainda sob o dominio dg un mo principe. F. mais
fcil ainda que existain ministros iudependentes
sob um principe probo. Soberano demn paizrons-
80 pacilicanieute. Kao se, pela niinlia parle nao ; Itellirla-se, anda no tempo de sua mais rpida que de Rrogiie, defendendo estas lea copa orna eon-
ronhero, quando ruido na importancia desta rotiri- produccao, sobre a moderaro, lemperameiilo o agu- virro eloquenle, desmentir ns principios que
liaco desejavel, um livro, tima obra, disaera quasi deza rngnihosa ciroiinspccla que elle emnregava | Anria snslenlado sobre esla materia no lempo da
um acto que timba mais probabilulade de oonlri- om jnlgar us morios u ale os vivos. E o sruhur em : restaurar/! >
Tal QUITO ministro do ultimo reinado, carcter
benvolo, espirito usclarerido, liberal convencido,
hbil era dirigir eem coudiizir as maiorias parla-
.....litares [nao ser isto o mesmo que nomear SI.
le pudum embargar o progresan abril de (19 loodo comerado seus estados has- \ Duchatel ?j, lembra-nos que os partidos lhe expro-
ou quebrar-lhe as molas, pcnbor de urna razoto tanto larde mu digno cecesiaslico rrcrmtlio-llie bravam um desonzo ponen disfarradopaia com o
alta, lo sincera e tan comiliadoura, defeza impar- dar tres dissiplinas em um anno. Embora I llon- | poder parlamentar e moslram-mi em 1818 obr-
eial e decisiva de um reinado benfico de una po- lem obscuro, apezar de seus brilhantes BStudos,' gado a se sublrahr pela fgida aiiiniadrersiiu pu-
buir para isto do que o segundo volme das Siento- tres, ou qualro annos, tem sabido ludo, verificado,
rias do SIr. Guizot, leslemonha de unale slice- pesado, comparado, jtilgado verdade que sua
ra na yirtude das instiliiiroes liberaes, expressao! notida nos ensinay( Diccionario dos Conlempnni-
de um juizo lo firmo sobre as exageraroes ou des- neo, pagina 1707') que nascido em Ordeans a i de
falleclmentos qu "
ca foliz.
CIVI1.I.IKH-H.KI iiv.
(Journal des Uebals.j
drigcm semelbatiles confidencias ; e a postoridado, liluclonal, rbofe eleilo de um povo livre, tirado da
ciasn tenham coudomnado a iiji repouzo prnma- loando o talento faz durar a obra nao rehabilita o nuvem tradicional da antiga realeza, para rivor
turo ?
escriptor. Mas qualqnor autor de memorias dov,
vo tac
AS nobres aubiees sbrevivem suus proprios'" sincera cnnllsso das suas propras faltas sempro MiRiJanles das maiorias parlamentares, o rei de
objeetos
N'um retomen, livre. ujereve M. Guizot, o de-
sojo de prevalecer pelo governo o dimito das ron-
vircoes sinceras, o a honra consiste em ler osla am-
bicio, luuMima outra...
As convicrijas suiceras nao tom smenle dimito
4|awca^4tmV4 urac.io. Triumpltanles, ellas eu-
r-^tram MaSderaco no proprin iriumplio. Hei ani-
das ou oparimidas, se forlnlecent no espectculo dos
Iriumphos* ephetneros da forra e do acaso. Oual
o partidario conviiuJor das instituirnos livres que
nao sent aiigmnlar-e-llu> un intimo do roraro
u amor da liberdade, no dia em que ella venci-
da? A ailaran que SI. Guizot nao trut para a sua
pessoa, teve sempre. ainda tem para as suas idas."j
A sin imp.irdalidade nao a de um penitente
atribulado ou internerdo, mas de um lidador que
sollrea valerosamente o harnez da guerra, e que se
lenibra da combate ; atle um espirito firme, ani-
mado e oivl que nao confunde, com os respi-ilos
que os homens polticos se devem rerprocamente,
os atlences que se imponhera molcza das con-
vid;as e i cobarda das consciencias.
Os morios, diz elle, pertencem historia : leem
direito A s*a juslira ; ella lera direilu sobre elles.
a liberdade.
Utoteijisto com franqueza. Os vivos ainda se
acolovelam negto mundo : elles se devem recpro-
camente mutuos respeitos. um dever fcil bo-
je... _
Os amigos e Mr. Guizot, algumas vezes per-
guntarau, no tempo dos seus grandes triuniphos
OBrtoros,porque razio esse eminente poltico com a
gravidide' do acceolo, do gesto eumpassadu, da
rortezia assusra, da elevaco continua do pcnsa-
menlo oda linguagom.tivera o infortunio de excitar
quasi sempre a aoimosidade dos partidos extremos,
o pela rnnha parte pergunto a mini mesmo ainda
mnot porque me parece, segundo o tom de certas
polmicas contra a recente obra do illustre escrip-
tor, qae estes partidos nao teem desarmado. SI.
Guizol h?m um grande defeito para a mullidao ;
mparcial com certa altivez que nao orgolho da
superioridade. por mais justificado qui possa ser,
mas o desprezo dos pequeos meios, dos processos
subalternos, dos expedientes mediocres de que a
paixao poltica prodiga. Elle nao aceita urna pe
quena guerra de epigrararaas e do personalidade.
Nao gosta. de" accmular sobre o terreno da lucia
eomraum armas demasiado indignas da sua cora-
gem. Os espiritos vulgares lhe perdoaram lalves
a seu nivel.' Segueai-no smente com o despeilo
na esphera a que se eleva a sita discussao, o os al-
trahe cooisigo inferiores e desprezados. Rao se
procure era nutra parle o segredo deste desavor
ubstinado que se liga depois de 30 anuos, em cer-
to circulo, pos actos, discursos e escriptos polticos
dcM. huizot, elle mineo qulz imitar aquelles que
o ateoqm, anda para se defender. Nao Ibes far
nuncil a coucessio da parecer-se com elles.
que se encarreaa da misso de narrar as dos oulros
SIr. Guizot nao falta a este dever.
Prometi, diz elle, ser fiel aos mcus amigos,
justo para com os meas adversarios, o severo para
comigo mesmo....
.< Nao quero uaquilloque me diz respeilo, escre-
ve elle noulro lugar, callnr ueuhuuia das verdades
que o tentpn me-misiuuu.-
A experiencia nao versatilidad)!. As nobres con-
Hssocs do um boniem de bem nao se parocem ruin
as rapitulacdes de um ambicioso arrepadido c des-
fallecido. S. Gui/ot aceita as lices qaf o lempo lin-
da. Nao repudia os principios moraga e pollinos
que dirigirn) a sua langa vida. Estn aruicipios so
face a face r trabalhar de arordo com os orgos
830 quizera que urna justa parte lhe fosse conce-
dida no governo do estado o no reconliocimento pu-
blico.
I'rulenro legitima e que nao impedio que minis,
tro alguin se engramlecesse au ludo de cl-rei-
que rume algum se eluvasse quasi ao niyel do
seu.
Era muijiisln que o autor das mmorifli h'pplfp
se aos seus adversarios o mtodo que adoptara para
rom os seus amigos. A pan-ialidado roiuplacente
para companbeiros de fortuna ou para alliados po-
lticos, so se airela publiramcnle-, .1 cusa da ver-
dade, em uin livro destinado a viver. urna das
&Z&\T^XSH5T^ rrn?sm^moTu0asiP8em',,,,'-",n ."^ ,SS'
zia en. 1830. Aquelles que esperan, 18 anuos para V^tSSKsSS!T*t^'^.'iSr^^.
Aquellos que esperara 18 anuos pa
sahe-lo, sao coraroes piisilanuies ou espiritos ro-
gos, o illustre coiisclhciro de el-rei l.niz Felippe
nao hesita comtud reconhecer os erros que pode
cnmnieller no conieco desta longa provaco. .
Eli Un ha, disse'elle a proposito d.i medida que
SI. (.luizotovUou este cachupo. Oulro te-lo-hia
Irabido cada vez mais, porque elle d fraqueza do
roraro um arde desiilei-essu e de generosidade.
esta a complacencia para ns adversarios. (I autor
das l/,-ninr.iis nao Ihes moslra um ainda que se
ilrfoiida de qualquer azedume, de qualqucr pursooa-
restitua a igreja dn Santa Genoveva an culto dos Anr^Al^^J^^^^^^Z^lT^l
grandes homens, eu linha, coinmeUcndo esta falla it rP' '. w4 1, '""squitihas represadas
um secreto sen.imc.lo de desprnzer... Era isto, no ^''1'- toJSE T. i""" """
raeio da nossa resislencia geral s pretences rovo- J"a ''"/.''^i" ''?.."'"."T? PaU" ,T'e
FOLHETIM
ORIGINAL DO DIARIO OE PERNARBUCO.
AC\RTEIR\.
21 DE MAIO DE 1859.
Esa viacsm X Crec*. A poesa popular. Si:a
ON1E PHOXIXA.
Nao sanemos porque fatalidade somos arraslado
sempre ou a malor parte das vezes para a contem-
plar.) desses quadros lio magnficos e elegantes
que o mundo antigo nos ofterece no vaslissimo thea-
tro de suas bellezas artsticas
So bamos porventtira com um passado que fura
mais frtil para as grandiosas ronrepres do enge
nhn V Itouvr j urna poca ais fadada para as ron-
quistas da iutolligencia e para os irabalhosdo es-
pirito?
Respondan) 03 anliquarios c os sabedores das Ul-
tras e das sciencias.
Por dos. que nos onlrelemos com observar por
entre os yo3 das idads remolas o viver especial
d'essa sociedade ed'esse mundo que j vio longo,
dzvmo-lo francamente : encontramos prazer do
sobra era penetrar com a imaginarn o'esses paizes
de lanas recordacoas brilhanles.'e que sao oulros
lanos marcos lancados no correr das geracescomo
monuraentos vivos do sua historia.
A t que nao temos a phanlasia audaciosa e libr-
rima de uui Wieland, para podermos alravcssar o
longo vspaco quu medeia cutre o mundo real e as
regies das fadas e dos incaopraentos I Era boa
hora o eonfessamos: sem os arrojos impetuosos da
musa de- Byron, mal nos poderamos suster n'esse
peregrinar alToulo por milhares de Ierras inhabita-
das, e que s a eugeubosa creacao oi capaz de
povoarde entes, assignalaudo acadaum delles um
destino especial.
Mas, em compensacio de tudo isto, o ideal tom
incautos lio poderosos e mveuciveis, que um mo-
mento se qur que nos delenhamos cora elle, -nos
bastante para pr-nos a caminho em nosso deva-
**!?' po. essas re8ioes eslranhas.
De sobra eos horrorisa na actualidade o indus-
trialismo Lio material ferrenho que vai solapaodo
urna a urna todas as crencas animadoras, todas as
ideas fecundas, e que parece ameacar o espirito hu-
mano com a 8ubversio completa das maravilhas e
das riquezas d'arte.
Vai o scepticismo lio acoderado em sua marcha
que e misler a lodo o transe oppor-lhe oarreirras io-
geral s pr
luconarias, um aclu du complacencia para urna
phanlasia elevada, pnrm dcclamaloria, e que des-
couhecia us enndicocs do alvo a que aspirava. A
nirsma conlisso mais larde, por occasiao d'uui ar-
tigo do Moniteur, que M. Guizot consenllo em mu-
gir, durante o molim ameacador para os ministros
de el-rei Carlos X delenlos em Vincenes, artigo que
cnmplelava uraa surie de medidas adoptadas pelo
gabinete:
limas para reprimir o molim, diz o autor, ou-
lros para agrado-ios.
Pode-se jnlgar por estas duas sitarnos du genero
de severidade que SI. Guizolpralica lo voluntaria-
mente sobro S proprio, pois qua se aecusa al das
faltas do seu lempo e de loda a,genio. Nao so ex-
plica com menos franqueza sobre ofacto dasua im-
populaattaao, nao que seaecuse disto, mas cnralu-
o aaMppimplM. Sabe-so que esta injuslira d.vopi-
nio flaatocratii ,1 linha atacado SI. Guizol desde
os priauaros dias. Posto que livesse arriscado a sua
rabera no mais forte da crse, redigindo o protesto
Jos deputados contra as urdenancas de Jolln, foi o
primeiro inscripto na irameusa lista dos nao agra-
ciados com o favor popular, que o povo recomeca e
revolve incessantemenlc, c onde u uumudu'.M.
Guizol figurn por tanto lempo. Dous inezes apenas,
depois da revolucao de. 1830, elle podia csrrever.
<< \l. Dupont do l'Eure e seus amigos carregavam
impacientemente o peso ila nossa impopularidad!-,
e nos o da sua inoleza. >. Mas esto peso lao iucora-
modo e lao acabruiibador iadolenria de \l. Du-
potit, M. Guizol semprr o cBsegon sem fadiga. e
ainda que se tenlia dilo sem orgulho. Elle nao in-
veja a sorle dos validos da multido ; nao Ihes sup-
poe iiceessariaineule mos designios. Nao far elle
superaveia, para que nao se afonde do lodo 110 ol-
vido o que e immaterial, o que e thesoiro da intel-
ligencia, da imaginarn e do engeuho.
Libertemos-nos por uin pouco d'essejugo funesto,
e tetiharaos forca para entrar dusassorabrado n'ou-
tras invesligaces que nao sao da moeda papel,
nem do agio nem das transaccoes morcaotis.
Porque nao o (aremos ns t"
Emquanlo a sodedade r>da l fra cora seus cal-
culos multiformes e esuiagadotes, com seus presti-
gios de civilisacoede progresso material, divague-
mos nos com toda a liberdade possivel portjm des-
ses paizes de que a autiguidade nos falla cora lauto
enlhusiasrao, e vamos sentar-nos com o lillerato e
com o arclieologo sobre as ruinas ainda famosas de
alguma d'essasnacoos deoulras pocas.
Nao caniinhamos, porrerto, sobre os rpidos car-
ris de alguma estrada frrea -. nao ha linhas tele-
graphicas quedo nosso obscuro aposento noslevera
a palavra de indagador curioso at aos ltimos cou-
fins da trra : a imaginarn a nossa estrada, o
nosso nico telegrapho n'ess digressao queerapre-
hendemos hoje.
Onde iremos tisT Percbrrcremoscominfaligavel
ardor todo esse campo immenso do Oriente, que se
abre lio bello e sumpluoso s pesquizas dos sabios
e dos houijis du lcltras? Dovagaremos acaso o
F.gypto com suas prodigiosas machinas de labyrin-
tos, de prramides e obelisefo opulentos e admira-
veis ? Iremos estndar-lhe a historia nos monumen-
tos celebres d'essa civilisacio anitquissinia que anil-
la as pyramides, nos hyeroglypbicos e o,a cultura
de tanta sdencia profunda que por l bouve ? Le-
vantaremos do p as memorias dos Chaldeus e dos
PheniciQs, que a astronoma e a navegacio eogran-
deceratn tan lo aos olhos das outras nacoes contempo-
rneas ? Dilataremos os olhos, sotfrogosde suenas
Cmosas, por sobre os jardns suspensos de Baby-
ia, por sobre as grandezas collossaes de Ecba-
tua o da Thebas de cem portas, por sobre os pei-
nis variadissimosdu bella Palmyra que ainda res-
piendem maguslosos ns espectculo immenso da ci-
vilisaco oriental?
Nao" somos Volney, nem o quizeramos ser com
essa dse de impiedade summa que elle derranmu
Uiffitnarln universal dos Coatenipo-
raiiens, por M. Cr. Vapereau, cx-lis-
<-i|>iilo da 1 :se.>l:i V.u-ina I etr etc.
Por mais disposto que eslea, a tratar seria-
mente do estimavel autor do Diccionario dos Con-
temporneos, de seu nomo, pessoa e opinies, pe-
CO-lhe permisso, para s fallar niuito punco dellc
durante o curso deste artigo. O seu livro, nao
nina abstraern. Tem duas mil paginas. Fura una
arma lerrivol no combale do Lotrio. Mas prerisa-
ni.-nlo p,,r iausa.de sen vuliime me impossivel
ver nelle o tralialho de um s hornera. Embado SI.
Vaporean procura reiveudicar com a coragem que e
honra, a rosponsabilidade moral de lodo livro,
obslino-ran em nao acredita-Jo sobre sua palavra
neslo ponto. Nao, nao elle o autor, nem mesmo
0 respoiisavel por todas as noticias inseridas nu
Diccionario ; porque lhe seria preciso responder
hoje sobe a este tribunal, donde sua vista su eslen- Mico
de sobre o mundo inleiro, donde sua vo/. ir reper- (Udebra-se alias com razo o maior pola lyriro
1 cutir al as extreraidades da trra ; e urnas vezea ; da Franca moderna. Quem nao se associaria um
dala de Paris, nutras vezes de Nen*-York, de Valpa- seuiclhanle elogio? Slas glorilirando o genio po-
raizo, ou de Pekn, sentencas, cuja respousabilida-: tico do autor das ilediUuyes, o Diccionarios dos
i du moral aceita. Repetimos ; o setihor nao o au- Contemporneos queruria rouduzir-nns insensivd-
tor do Diccionario dos Contemporneos. He o hroe menle e por raminlms iniilo escorrugadiros, ad-
e o marlyr.
Julgada esia queslio pissual, os-nos dianle de
um grosso livro que s exige-ser retocado o refor-
mado. Sabemo-lo. Seu honrado editor no-lo disse.
Sua palavra nos sufficieoto. Anima-nos a lhe
miraran de sua polilira. Aqu resistimos...... Por
ventura em lint dirciuiiarin histrico ronviria es-
crover o que se segu : .< Narrando ao incsino tem-
po com urna assusladora verdade os alrozes rriuius
du uraa turrivel poca, o autor (dos Girondinos) fa-
piopor nossas objeccoealao leal mente provocadas. I zia della sabir pura e brilhanle a idea de que o
Nao nos laurar emrosto culloca-las sob a alten- saugiiu nao mancha 1 e M ensinava a iudulgen-
con publica. Elle proprio uin dos mais intatigaveis ria para rom os autores at enlo os mais temidos
agentes da publiridade franceza, tira dos mais us- du drama de 1793. Assim quando, a 24de frvrrri-
liinados. Conhece nossos senliraonlos a seu respei- > ro de Isis, a mouarcbia se perdura ainda uraa vez
lo e sabe que por nossa parle nao ionios nem redi- era Fram-a por urna anliptilhia obstinada para
ficin o, era supplenient de genero algum a lhe I ra o liberdade e as reformas, SI. du Lamartine
pedir. Estaraos pois bem a nossa vonlado. Prosi- ; achava-se era seu papel,precipitando o paiz em una
gamos. I nova obra revolucionaria..... Esquecciido oafaetot
0 Diccionario don Contemporneos lera primeiro que leem a necosniJado do presento pelo ideal que
que tudo 11111 grande defeilo, lem a prclenro de ser ser talreza reulidade dn futuro, domina de mui
agradavel Recearaos aborrecer u publico, dizem-
noaos seus amigse defensores otliciosos. Crr-se-
0 mesmo
'o anuir lomussiTii ..ii.;.-
0 do mutilar o espirito, abslendo-sc de jnlgar,
pronunciar-mc a favor de tal, (tu lal forma de. go-
verno, a favor de tal, ou Gal personagem poltico. .
Ado miiiln simples que lodas as formas d'aulori- "undu os fai los provocara ojulgameiito? Crer-so-ha
dado na ierra, liberaus.ou nao, tenham partidarios e ,|1"' lollor "a0 l,'r,a aaolita de lasliniar-su de nao
defensores. Nao coniprchende que alguem se diga ardanle de mais, do que una accumulacao
responsavel pelas aprociacoes mais contra liclorias. "W10" ,l. numes proprios, de dalas o du notas lu-
Tal coragem seria o resollado de urna grande ha- I 'd'ographtcas ?
unid.ido. ou de um grande orgulho. Digamos antes
que o Diccionario dos Contemporneo* nina obra
impessoal ; que de lodos o de uiiiguein. Grande
elogio a um livro, se isto quer dizer que toda*par-
eialtdade est ausente delle; grande critica, se o
contrario.
alto nina disrussu para ciinduzi-ln, ele, ele
Nos serla dillicil di/er sob que forma o era que
qunQ*' leitmiiun iti i j.j, un... gnra hrdwiln
Risillas da philosopbia terrorista ,.. ,lv.ui.,.
humanitario que lentos rom vjses
me causou o effeito de una nota falsa em tima har-
mona irreprchetisivcl, ou de ulna pincelada equi-
voca n'um quadro superior. Ahaixo destas esta-
tuas de bnraze qna elevara n genio da guerra, ins-
creva quem quizer, pe a verdade o inspirar a aan-
lenra de uraa juslira severa; mas nao enlloque ahi
um epigrama. Qiiaulo ao mais, que vigor nos jni
zos Que relevo Que vida Que brovidade enr-
gica Que precisan notavel I Comofallam esU-sre-
traloal E quera nao quizera, ainda cusa de al-
guma dura verdade sobre scu nome 011 sobre sua
memoria, ler 11111 lugar nessa galera do obras pri-
mas Dizim-nus que varios dos originaos desles
retratos, ainda vivos, descerara dos seus quadrns
para ir agradecern pintor. Isto milito posssi-
vcl. SI. Guizot smenle pode dai a belleza da arte a
alguna ; niio a recusou a iiingucm.
Ello nao exagera voluntariamente feialdade al-
guma moral ; mas lem militas vezes minia paixao
e culera contra a corruprn da consciencia e con- !
tra a perversidade das ideas ; elle nao cunse-
guir roahililar nem asna fortuna nem a sua al- '.
ma- diz elle em alguma parte de um mendicante
illustre, tribuno eloquenlu. De todas as orgias,
escreve elle em oulro lugar, narrando as*enas de-
ploraveis du Saint-Germaiii-rAuxerrois. Dn todas
as orgias, as da impiedade popular sao as peiores ;
pois que riellas que rebrota a revoila das almas
contra o verdadeiro siiherann ; e nao sei na verda-
de qu.ies sao os mais insensatos daquelles que se
eiilrega a isto cora laror.OU daquelles que se riem
cnilemplando-os... E assim, quaiida a medida
est cheia, que a sua iudignarao se oxhala com
una vehemencia generosa. Em outras parageus,
ainda uesses vivos reconlros. em que o mo genio
da sociedade est era lula, o fundo do roraro se
dos Lamartine e dos Porijoulal, debuxaram cora
tanto primor c com loinexcedivd magia.
Urna viagem de phanlasia pela Grecia dos artis-
tas, dos poetas e dos philosophos ser melhor jor-
nada para quera se cnibevece ainda cora as (locu-
ras da belleza ideal, cora as suavidades do hui
gosto.
Realmente, nenhnra paiz chegou nunca a esse
grao de elerarae pasmosa que lauto se deixa ver
na historia grega, n'essa historia que assiguala os
mimes de militares de artistas o de investigadores
zelusos e iufatigaveis.
Talbada pela natureza para os uranios d'uma vi-
da deliciosa e esplendida, enrequerida de tantas
con Jiees superiores para collocal'-a cima de todas
as regies d'aquelles lempos, a Grecia antiga surgi-
r no meio do mundo como o paizfeiticeiro das ins-
piraces pocticas o dos sonhos dourados da iraagi-
naro. f
Cm clima doce, uraa leraperatura amena concor-
riajBj aberiamriile para fazerem d'esse paiz um re-
ceptculo de Indas as riquezas d'arte e de lodos os
Ihesouros dascicncia : un primeiro ramo principal-
mente elle nao teve jamis um rival d'enlre lodos
esses paizes que floresceram cora elle, e que a his-
toria lito apunta na suucessao d'uma vida contem-
pornea.
Ao posso que as coaquistas oxtendiam-lhe o do-
minio, que se letnntava fervoroso ao som das ba-
lalhas e no estridor tefrivel dos combates; au passo
que no campo da guerra o valor insofirido de un
Milciades, de um Themislorles, do 11ra Cimuu, de
um Lenidas, davam-llmacida ranmentn ganho de
causa sobre tantos oulros pnvos que se lhe curva-
vara submissos, 0 rendiam-lhe roraplrla liomena-
gem ; o talento e o ungouhu cresciam admiravul-
inentc, drsuiivoU/iam-su n'uma escala orodigiosa, e
percorriam dasassombrados lodo e esparo destinado
conquistas mais altas e porvenlura 'mais dura-
douraa.
Nao fallemos j u"esses espiritos incansaveis que
se dubaliam as lides do saber, d'esses philosophos
ilo Lvceu, da Academia edoPorlico, vastos labora-
torios onde se agita'vam porfiados as quesloes mais
o autor do Diccionario s linha um meio para
realisar, na cumposico de sua immensa obra, esta
unid.ele quu seu prologo nos proiuelte. S linha
um meio de chegar a esta imparcialidade quu a
nobre e estril prelenco de seu trabalhu. Isto de-
penda delle. SI. de Sacyo harta dito primeiro que
nos : coiivinha narrar, nao julgar. Era neces-
sario sobre ludo na ordem dos fs.-tos c dos perso-
nageiis polticos impedir qualquer juizo que po-
dessu parecer inspirado por um espirito de suila.ou
de partido. Nao amaldico os partidos. Nao me os-
queci lo depressa de que sua lula, cm campo ra-
so, as assurablas, e na imprensa livru e dianle
da jujtiea c da opinio, duranle os trinta annos
que precedern) a revolucao du 18l8. foi urna das
i-pocas mais brilhantes e mais prosperas da nossa
historia. Slas gosto do espirito do partido seu
lampo; em lugar prnprio, para obra de que elle
se encarregoii de realisar. Era oulra qualquer parte,
eu o lemo e o desalo.
Era Diccionario um terreno neutro. Nao me
(ligara que o espirito tem sempro suas franquezas e
que lem direilu a entrar por toda parte apezar dos
obstculos que separara os gneros. O titulo de
uina obra obriga. Pois como! Nao ser bastante
pite n'uma empresa desta ordem seja misler unid
erudieosria, urna paciencia de trabalhn incontcs-
tavel, ama memoria iinperiurbavel? Ser isin uraa
bagalella ? A lexirngraphia tem nomes illuslres
E um genero que, como quilquer oulro, nos gran-
ga reputaro eale mesmo gloria. A academia salve
alguma cotisa a este respeilo. Para s follar dos
mndernos, M. Guizot estrenu na carreira das le-
Iras por um Diccionario justamente celebre. Quera
nao conhece os notaseis Irabalhos, cora que SI.
Luis Quicherat eiiriqneccu o estudo da lingua
latina ? SI. Builelt deve a un emprego judirioso de
scu espirito otriumpho universal do seu Dicciona-
rio historien. S diriga aos morios. Podia fallar
do Surialislu
combatido.
Mas quem esperara ve-Ios roproduzidos e apatro--
einados era un diccionario ? Eis-abi, pois, a dou
trina destinada aquellos dos nossos jovens cuuteiii-
porauens que qui/oreiit cora pouco trabalhu e leudo
A islo respondemos que aquillo que se busca em l8onM Palmas da biogiaplna corrate, fa/er idea
mu diccionario, se se traa da lingua preci- ?,? acontecunentos e dos Jtomens da nossa poca I
: Soberao tambera esta grande verdade que o que
smenle nina accumulacao de palacras;., se se
trata da historia, urna seca
facise de nenies proprios. I
te de lal materia, ft por esta razo que ninguem
le um diccionario, porin, lodos o consultara, se
elle tem algum valor. Este foi fcito para ser lido.
o autor qiiizii.il- ao publico o prazer de tuna lei-
lura agradavel. S por islo desconfi delle. F11-
reliuro tambem queria ser lido e Bayle nao se recu-
savaaisto. Poder alguem cita-Ios, por mais no-
taveis escriptnres que sejam, como modelos deste
genero de escripia, cuja primeira lei a imparcia-
lidade e a moderaco ?
O Diocionario dos Contemporneos, nasceo de
tira pcnsamenlo justo nuo a indnslriosa sagacidade
de um ediclor nao pede dcixar de desenvolver cedo
mi larde. E certo quo mullo commodo ter a seu
alcance uin repertorio de informacoes exactas e
auih.-uticos sobre todos os seus conleiii|ioraneos
nnlaveis por diversos lilulos, cuja pessoa, nome, e
obras podem ser o objecto de nossos enlrelenimeu-
lo-, relaroes ou Irabalhos. Isto rommodo ; com
effeito o que a gente esquece mais, por assim dizer,
o presente.
0 quo se conhece menos, o que se acha debai-
xo das raaos. Quantos sabera a data da balallia
de ('.anuas e quo j nao se recordara da dala da vic-
toria de W'agram Quando morreu SI. Rrifaiit.quein
6 qua fura da academia, sabia dos ttulos deste ea-
limavcl escriplor.as honras da pultrona e os sullra-
gios dos salees ? Quanlo mais n presente nos absol-
v-, inais dir-sr-hia que elle nos esrapa pilos lados
queso eslronhos, ou somonte indiffereute a nossa
aceo iiuuiediala.
A .piontos prolissoes nao se applica o que Cha-
teaubriand dizia desle vasto deserto de homens,era
que elle se senta viver, melanclico c solado ? O
Diccionario dos contemporneos lem por liin po-
voar este deserto. pois urna idea que lem seu va-
lor. J disse em que condicres.
Estas condires nao sao somente a enndiro de
seu valor moral, mos de seu triumpho. Quem pois
ue p.iuivras ; y su se --,.7-. ,------- ,----,-.*
miliario de dalas de J"-'rue" soberana 1.....stitnrionol em Iranra.foi nao
es'lr o inroven'iM- l-r.dado baslaitlc liberdade aos Fronce/.es e ron-
cluirao d alo sem duvida quu a rcpiilihca de 184,
que Ihes deu muiln mais do que queriam, era urna
forma de goveruu milito preferivel. Talvez nossos
jovens contemporneos, paasando das criticas de
una monarchia liberal a apologas de oulro carc-
ter nao corapreheiidero o taco que us une lano
peior para elles.
Um diccionario bum feilu, pioporciouando-lhes
nfnrraares elementaros deixara a cada um o cui-
dado de colher em o mais serio esludo dos aconte-
i-imuntos e dos homens, o juizo que delles fizor.
Gom juizos inteiraiuente formulados um algumas li-
nhas c n'um loiii magistral, us luilures se icharo
mais saiisfciios.
Sua educaco ser feila mais cedo. Em nossos
dias ludu se faz liguraiueutc. Tum-se mais pressa
de saber, do que. caidado de aprender. Porque ra-
zan luvava-su mais tempo em usludar meio seculo
da nossa historia, do que. em ler o mais pequeo
jornal ? Fazia-se geralmenlr sentir a neerssidade
de menos-cabat os homens que turante trinta an-
itos, quer na opposico, quer 110 poder, foramo or-
go, o cmisclho, ns guias esclarecidos, os modera-
dores prudentes du movimentu liberal em Franca
O raovimenlo era alias bem escolhido! 0 Diccio-
nario dos Contemnoraneos aproveitou-so da occa-
siao. Aproveilou. como o tumos visto/
As mos largas em todo o seu livru das Jtuinosnos j profundas lodosos cultivadores dasciencia n'aquel-
viagens ao Kguplo ; tiura temos a pretenro de em-
parelhar com o ioglez Jones cm seus Hnsaios sobre
a poesa oriental* sobrn at artes imitativas.
Esse antiqusrio que era'mais profundo que o pri-
meiro, na phrase do grande Almcida Garrclt, nao
pude ser acompaHhadn em s.ius cstudos era suas
invesligaces scienlillcas e artsticas por quera ape-
nas sol'eltra um pouco d'essa historia sublime dos pa successo do tantos system
les lempos primitivos. Essa philosophia, rasgo emi-
nente do lautos espiritos elevados e illuslres, devia
ceder um dia dianle de urna philosophia mais no-
bre, mais sublime, muitomaiscivilisadora c huma-
nitaria.
E esta o ordem dos lacios e dos arontecimentos
! no mundo. Urna escola subSs)toa>a oulra ; e no 0111-
'stemas o de
tantas theo-
antigos lampos. i rias las diversas o oppostas, vislumbram-se ji sig-
Deixeiaos otra/ todas essas encantadoras aceas, [ naes preparativos e iniciadores d'uma scienc'm nova
que as pennas eloquealissinias dos Chateaubriand, que vtria mais tarde levantar scu vulto furmoso e
attrar.tivo para cultivadores siais novos, porm nao
menos solcitos e vigorosos
Nao fallemos lio pouco d' -sses ensaios lo espe-
ranzosos c bellos que a histeria j ia experimentan-
do em seu desenvolvimento. manejada como era
por tantos homens dignos deoecupor um lugar dis-
tincto ainda entre os melhores historiadores de ou-
tras nares mais modernas. Que temos ns com os
irabalhos historeos, too ricof de erudico e de bum
goslo, que os Heredlos, os Thur.ydides, os Xeno-
phonles, os Polybios u oulros apresentavam eolio
ao mundo, n'essa variedadeinccssanle das maravi-
lhas da civilisaco grega ? Rraui quadros formosos,
nao ha duvida; mas li.ivi.-i no viver intellectual
d'essa Grecia antiga um lado muiln mais digno de
reparo, porque era muilo mais elegante, nimio mais
deleitoso e resplaiidecunte do que qualquer oulro :
era o lado da cultura artista.
Deixcmos. porm. de prteos Praxitcles e os Phi-
dias* nao fallemos agora dos Zcuxis, dos l.isippos e
de tantos oulros ; contentemos nos com observar a
aeco livre da esthetica 110 ramo especial da poesa
B dos Irabalhos do''imaginaro mais elevada e fr-
vida.
Emquanlo a eloquencia arrebatadora de Peristas
e Duinoslheiies Irovujava nos pracas, e lias escotas
retiiiubavara osechos insinuantes da voz de l.ysias
e Isoerates; emquanto a Uiguageiil poderosa du
F.schirnes, do nico rival co flagellador db Phi-
lippe, fazia-se otivir com ssombru, e excilava
a geral adniiraco ; hmeos de uraa phanlasia
arrojada e du um ciigcnho fecundo rcolisovam sub
as condires d'arte a incan ago completa d'esse
bello ideal, cuja imogcui primeira e mais fiel ,
sem duvida, a poesa.
Oh I que paiz fadado para as grandes inspiracoes
e para o culto das musas I A lyia que troava me
lodiosa e doce as mos de Sapho, era vibrada rom
tanta pericia por Simonides, Auacreonte c Archlo-
ch, exprimanos sons accurles, quosedestacavam
desuas conlas, lodosos delates do amor, todas as
gracas da juvcnludc, todas as delicias arrnubadoras
das primciras pocas da vida. Queris o seiitimeii-
lo d'alma apatxonada, enmusiasta no culto do
amor ainda o mais impetuoso e arrojado? uvi os
cantos do vclho de Teios. ,
Queris o canto arrebatado qnc deve celebrar
com dignidadu acedes heroicas, proezas o Eaca-
nhas credoras do mais soleirnc applauso? Escutai
essas odcs inimitaveis do Thebano inspirado que
mais nunlium oulro poeta do seu terapo subi lo
alto no3 vos seguros de sua imaginadlo opulenta.
Pindaro ser sempre um pad'o a hrilhar sem man-
cha na longa serie da historia potica dos gregos.
o lyrisiuo em sua forma demais impetuoso alcan-
ce nao reconhecu nutro representaste mais in-
signe.
Deleilam-vos, porventun, as toadas da frauta
campesina, echoando pelas aldeias e pelos mon-
tes, casandn-sc harmuulosa e suave aos incantos
da primavera, que sorri as flores, que s'eslen-
dc louca pelos cos do oriente, que so desenlia em
lanos quadros da natureza?
Presta! attencao aos idyllios -singlos de Theo-
crilo ; e vede i|ue nem o celebre cantor de Slautua,
era Bion, nem Moscho, nem Sanazarro, nem o
o proprio Gessner, nem Quila, conseguiram nunca
imprimir a essa pnesia to innocente e formo-a, a
essa poesia realmente pastoril, um carcter de lan-
a naturalidad*-, de tanta ingeouidade e belleza.
Agradam-vos fk accentos da lyra senlimeolal,
que traduz a dor mn estylo gravee severo, mas in-
sinuanle e attraclivo ? Ouvi as notas delicadas e
plangentes da lyra de Al-ou.
Queris embriagar-vos da poesia mais remontada
ei* seus vos, mais enrgica em seu movimento,
mais enlhusiasmada em seus rasgos, mais arrojada
ero seos impelos? All est o velho Homero, esse
cantor divino que sem modelo que lhe avivasse os
quadros da poesia pica, nnaginou a, creou-a mes-
mo, e abri um campo mteiramcnlc novo ao poe-
ma heroico.
Procuraos a poesia harroonisada com a historia e
cora a srienria .' All tendea Resiodo, porvenlura o
mais amigo du lodos OS poetas gregos, e um da-
quelles que mais conlribuiram pelo Seu nome e pe-
lo seu proprio mereciineato para o engrandeci-
niento da Grecia, sob a relacao essencialraente ar-
tstica.
Mas ns que viajamos a lio bom viajar peio paiz
classico das bellezas pocticas ; us que entramos
sem meci pelas regios cultas daquclle mundo
lo querido dos poetas c dos auristas ; nao volla-
renins, nao retrocederemos o passo sera contem-
plar um dos quadros mais agradaveis que su nos
olferece all.
A Grecia antiga que em todos os ramos da poesia
pode gabar-se de haver levantado, sem quasi pre-
cedente algum historien cm uulras nacus pagas,
os mais ricos e. faustosos monumentos ; a Grecia
antiga que at na litleratura o na poesia dram-
tica se pode considerar como o centro donde nos
veio toda a luz, principio escassa nos Irabalhos
no Thi-spis, depois mis rutilante e vasto as ela-
boradles de outros engenhos; a Grecia antiga rio
surgir tambem do seu seio urna poesa de origcm
sublime, inspiradora e encantada, opulenta e mi-
mosa.
Que poesa mais simples e ao mesmo tempo mais
deliciosa que a poesia popular? Onde a vario mois
ataviada e florida, mais radiante e arrebaradora,
do que nos cantos de Tirteu ?
Essu vale insigne que ao som de sua lyra soube
excilar dos nimos de seus compatriotas o valor
Nao insisto. 0 Diccionario tem sidosuccessiva-
mciiio formado por numerosas crranles, partidas
de pontos muilo diversos c que lhe deram informa-
ntes de toda easta, que o teeiu engrossado to des-
medidamente. Entre estas crranles, aquella que
alravessa as regioes polticas, deludas a menos
segura e a deque mais dore desconfiar. Entretanto
sejamos justos : principalmente quando trala-sc de
julgar os grandes papis da historia contempor-
nea e galgar os altos vrtices que a imparcialidade
falta ao autor quem quer que seja do Diccionario dos
Conlcmporanaos. Dissereis entio que a cabera se
Nem os grandes homens, nem os grandes perse-
nageus, uem a propria verdade realcara cora a os-
lentaen destas bagafetlas sem contar que *o as
pequeas dreumstanciaa que sau sempre monos
P invadas. Li na noticia do rei da Suecia, Osear I,
lilliu de Reruadnlle, hoje reinante, que na idade
de nove anuos ( naseera em 1799) entrn para o
lyceu imperial, hoje l.uiz Grande, onde se va,
ainda ha pouco, seu untiie inscripto nos paredes
obaixo deste verso laliuo :
S'ivilur hic irippis, lentillis alque carolis.
O verso extravagante. Mas calculemos : o jo-
ven Osear tinha ji deixado o lyceu em 1810. Tnha
enln onze annos. Tera pois fei lo um verso lati-
no (em latim de rozinha, embora I mas prosdica-
mente exacto) na idade em que SI. de Vaporean,
que foi professor, nao ignora que nenhuni discpu-
lo da uiitvrrsiil.iilo em Franca sabe fazer um verso
latina. Tal o im-onveniente de recolher peqoenSK
Iciiibranras em grandes existencias. A posar de ludo,
faro juslira exarlido, couveniencia, e & impar-
cialidade das informarnos e dos juizos Iliterarios.
Aqu, contra o que emns notado a proposito das
noticias polticas, o segundo numero loi talvez sa-
rriOcado um pouco ao primeiro. Contenlaram-se,
cuino era natural era eslender-se sobre os illuslres
alm de qualquer proporcolexicographica, e como
disse espirituosamente um dos raros amigos do dic-
cionario, nao se mrrcadrjoii o estofo para sua glo-
ria. Assim j nao reslou para ititelligeitcias mais
modestas qne estremecen) nos recintos apenas dn-
renlrs, onde a desdeuhosa inercia do autor as con-
finou. Nao tallo dos asentes. Para alguns desles
fclizes< esqueridos do Diccionario dos Contempo-
rneos a phrase do Tcito acode iuvolunlariamenie
ao espirito. Rrilham por sua ausencia. Ha ruin
effeito certo triumpho em nao se fallar do hornera,
quando lodos fallara. Esquccer em Paris M. Emi-
lio Sloiiiegiit e.M. Eugenio Forcade, em Londres M.
Ponizzi, o hbil e popular director do British Jfu-
seum, era Vienna M. de Bourqueney, em Conslanli.
implo SI. Thouvenel ; e quando se faz um elogio
lao pomposo e lio legitimo aos dissipnlos da nova
Escola Normal, esqueccr na amiga s profossores ^
da uuiversidode, historiadores e ixttnratos que en-
haver nislo muilo exclusivismo, e a omisso lera in-
leiramenle O carcter de injuslira. Acrescentamos
todava que no trabalhu da reviso promctlida pelo
illuslre editor, se ha rrpararos facis, sao estas.
Digamos tambem que no prologo o proprio anlor
nos promette. como compensadlo do seu esqueri-
mento sera duvida que se achara emsen diccio-
nario iodo o senado, o conselho de estado, una
grande parle d corpo legislativo, um muilo grande
numero de oDiciaes,superiores do exordio e da ma-
ntilla, etc. etc. E raaravilhoso Porm compre
que islo nao se parara com urna conlrafacro do
llmanak imperial.
Terminaremos aqui esla simples exposiro das
observacoos que nus inspirou o a Dicdona'rio dos
Contemporneos. E esta especie de juizo liual >
pralicada sobre vivos com acompanhamenlo de m-
sica paru uns e da assobios para oulros, era nuia
empieza sem duvida estranha, porm bastante se-
ria para que. a critica tivesse direito de julgar tam-
bera os juizes por sua vez : Judicamini qui jndica-
tis. Por nossa parle o fizumos de urna forma muilo
geral, reservando cuidadosamente o mrito das in-
tences, s acensando a franqueza inevitavel deso-
raelhanle designio, e as dilltculdades inherentes a
urna tal obra. Aquelles que a ensaiaram antes de
M. Vapereau e seus amigos tinham, como elles. a
inlencao de ser justos, reservados em poupar os vi-
cios e s julgar os morios. Diziam, encarecendo
d'anle-mo, sobre as vas proraessas, o prologo do
novo Diccionario:
c .Vnotugaremos 01 vivos: su vida nao est
terminada. Muitos teem vivido mais de um dia
por que teriam querido compensar com o preco da
gloriado sua vida passada. Muitos tambem, a quem
talvez a gloria ainda espere nao leem vivido bs-
tente. Alguns podom aproveitar-se da detenga que
o tempo concede sua honra...
Islo era milito fallado I A Bioqrapla nova dos '
Contemporneos nin foi menos na opinio publica
tima obra de partido. Sea triumpho Ihi grande,
sua autoridad quasi millo. Tinha por tanto sob a
rolaran poltica uan superioridade sobre o Diccio-
nario.-. Era obra de um se partido. S tinha um
estandarte. Fallara a liiiguagem dos liberaes do
lempo. Nin fallava a lliiguagom dos ultras. Era
um pamphlete .talvez. Nao era urna torre de Babel.
CoiTILLIgR-FllBRT.
[Journal des Debis.)
%
11apa os combates, o accender-lhes no coradlo o
ogo ioextinguivel da liberdade, o ardor imniensu
da gloria, creou, por certo, um genero de poesia
lo especial pelo seu objecto como dislincto pela
sua origem.
Quando um hornera chama para o campo das lu-
tos patriticas a todo um povo que nao se arremes-
sava antes para essa vida nfadigosa e arriscada, e
cliama-o, nan com a forca das armas, porm cum a
magia de seus cantos, parece que a poesia que elle
lio hbilmente emprega como recurso em lao aper-
lada emergencia, sobe mais do que nunca em seus
elfoilos prodigiosos, era sua influencia raagnelisa-
dora.
E como conseguira Tirteu fazer da poesia o
instrumento mais proprio para alear no espirito de
s eus conterrneos e euthusiasmu guerreiro ? Cha-
mado para dirigir romo chefe o exercito spartano,
elle nao se aprsenla brandinado a espada, e pro-
clamando s turbas no tom tremente e violento dos
conquistadores a sua lyra a sua companheira
nos combates, e cantando e poetando que elle
commanda soldados eergue-se como chote delles.
Dahi, essa poesia toda bebida as crencas, as
tradires e uo pensar do poto : dahi essa poesia
liberal, enlhusiasta eguerreira, mas que nada lem
de brutal nem de sanguinolenta. Oriunda de um
principio lao nobro como aquerie que produzira a
poesia lyrica e a poesia pica, essa que s>- mos-
tr va enlo nos cantos animadores e fervorosos de
Tirteu, foi beber suas,gajuscoea ifuina funic
pura, n'um manando! eneknflHr Aag.tillco.
Sem ra.-lej.-ir uo ponto de agataudir-su cosa as
loadilhas summaraente vulgares dos cancinneirns
plcbeus e ignorantes, a poesa desenvolvida por lo
eminente engenho nio se envergonhou de receber
sua primeira e mais poderosa influenaia nos cos-
iiimi-s e as crencas de povo.
Pagaos como eram os gregos, essa poesa de Tir-
teu devera resenlir-se do maravilhoso o das tra-
dires que rulan doraiuavam ; e nem podia sur
d'outra surte quando certoe ninguem o contes-
tarque as artes e a sciencia reproduzem sera-
pro os pensanicntos, os hbitos, as tendencia* da
liarn e da poca era quu apparocem c figurara.
Tomada essa poesa no sen verdadeiro sentido,
venio-la grega em sua origcm, nos seus primeiros
estreos, no seu primitivo desenvolvimento : mas
nada "disto obstou a que mais tarde ella mesma co-
merasse a ser cultivada com esmero a dedicarao
por muitos uniros povos, e no meio de oulras a-
roes.
E porque succedera isto ? porque nao ha, talvez,
sentimento que mais natural c fcilmente despert
no corario do horneo) e no espirito de um povo do
que o sentlonlo de sua propria independencia e
liberdade.
Assim, a poesa popular de todos os lempos e
de todos os lugares : surge com as tradices de
urna sociedade qualquer; acompanha-a no seu 010-
vnionlo, retlerte-se oella, assume as coras dessa
sociedade, reproduz as feices qne mais a caracle-
risam, e nio morra nunca, ora quanlo o espirito
desse povo stereotypado em suas inslittiicdes e
em seus coslumes e crencas viver om toda" a sua
forca eenthusiasmo nativo.
A dffcreiica que existe hoje no desenvolvimento
d'essa poesia, quando comparade com o que se lhe
assignara na Grecia, que, sendo a maior parte dos
povos e das nacoes influenciados por ideas muilo
diversas e por crencas inleiramenlo opposlas, o ge-
nio e o carcter d'essa poesia popular sao na actua-
lidade bascados uoutras tradicocs, n'outras opi-
nioes c tendencias.
i
Por isto, a musa popular do Branger, na Franra,
e de Palmeijim, em Portugal, nao se desquitando
de lodo da influencia originaria dos cantos que o
celebre Tirteu soltara pela primeira vez, lem ido
inspirar-se n'outras crencas, e tem seguido urna
marcha al certo ponto diversa.
Slas quer se chame Tirleu, Armodio, Berangerou
Palmeirim, o poeta popular sempje o mesmo
poeta, querido, abencoado pelo povo, e festejado
em loda parte como o'orculo mimoso das glorias
necionaes.
Prouvorn a Dos qne d'enlre tantos ongrnhos que
por ahi se desnorlam por vezes, em poesa de imi-
laco ou de copia infeliz, e que seguem estradas
que nao immorlalisam a ninguem, alguns com
tempo se voltassem para esse ramo de poesia quo
n'um paiz de tantas recordacoes histricas brilhan-
tes, como o Brasil, se abre magestoso om inilha-
resde fonles iuexhauriveis!
Os poetas populares saorepetimol'-ode todos
os lempos c lugares, e a nossa patria tambem deve
ter os seus ; qc o leulem os que podem fazel'-o,
que o genero de cultura ha desuperabundardesei-
va o de gloria para os cultivadores.
Abbiiai.aii-fl-Khativ.
.,.'.. 1 r
--*
.V


2
Diario de Pemambuco Segunda fcira 23 de Mato de 1859.
PERNAMBUCO.
Segundo elle lliesn
o fui levado para
uliula aos 15 auno
RECIFE, 21 DE MAIO DE 1859.
S 6 HORAS n\ T.VRIIE.
Retrospecto semanal.
Pelo vapor ingle* Uertcf, precedente de Sou-
liainpluii, li venios noticias da Europa.
O pensumonto da guerra cnlre a Austria e o ro-
tuonlc, que ha tres mezes pouco mais ou menos
preuecupn os espiritas, apresentou ltimamente
urna nova pilase bera perigosa, e da qual puderi
sahir a conflagraran zeral da Europa.
A guerra anida nao fui declarada olicialmentn.an-
da pode ser evitada; mas o territorio sardo J foi u-
vaduto pilos (oroaiaastriacos. Os estados pontificios
eramo Iheatro de muitas desrdeos. A Franea com a
sua omnipotencia militar e com o sen prestigio
glorioso, liulia ido em soccorro do l'icmonlc com
100 uiiihoniens, e preparara uaiur numero de tro- <;ha da rafa negra
pas para enviar no caso de necessidade au futuro
iheatro da guerra.
A efferrcseeaca em toda a Pennsula itlica pela
unidade e iiulepcuilein io nacional era iudescropli-
vi I. O ilalianus corriam de todas as parles, e lain
olferecer os MUS snicos volunlacios cni favor do
patria coiuioum, un denudado tilho do Carlos Al-
berto.
Se a hora dos deslinos italianos esl preVc- a
soar, como tudoinduz a erer, parece-nos que o de-
senlace du grande drama que so lera de represeular x
ser diferente do queo ijue leve lugar em 1R-I!) nos S
campan de Novara. Futan era o Plemonte sobado, "'
com os seus traeos reonrsos.que luctava com os po-
derosos hoslos oiistracos, que em caso de necessi-
dade poderiam ser coadjuvodos com fon-as eslro-
nlias : a cooclosao des-a pera tinha poisde ser m-
ressariamenli' falal an eampie da ohra da liberda-
de na Italia ; boje porni a siluae.'io mudon, Iroro-
vain-si! os papis, e o Piemnnto cunta do gnu lado |
a denodada coadjuvaco das armas franceras. \a-
polco passou a proteger causa que perseguir uu
anno nefasto de 1849.
Parece pois queo proldcuia da emancipaco ita-
liana, que ha lauto lempo pende sobre luda Euro-
pa, lera de sv-r resolvido prcst'nlemente. e a liher-
dade liem entendida e bem regulada possar a subs-
tituir a lyraiinia cruel que oppriincos poro italianos
em aples, em I'.oma, no Lombardo-Venito e em
uulnis pai/es da Pennsula.
A Franca, que lauto concorreu oara o enfraque-
ciinentu do poder moscovita us campos da Crimea
boje urna alliada decidida do i./ar Alcx.indre II!
S un capricho da historia pndor explicar somc-
Ihante phenomeno Entretanto esta ollianca pode
vira ser urna garanta inoonteslavel para lihor-
dade fi lodos os puvos da Europa, nina condico
enelica para: a grande obra do progresso.
Aupasso que, depois do dia 1" de Janeiro, as
grandes potencias europeas, uuaudo (allavom'na
pussibilidad:de um cuiiiclu austro-italiano, Ira-
znm por orestn os celebres tratados de 1815. Loiz
NapsiMQ nunca proferio urna s palavra de respci-
to liem de acalaueulo acerca da soleinnidade o ve-
aeracaa queceicam estes instrumentos iiileruacio-
iiaes : quera sooi duvida evitar a ronlradiciao fu-
e duque/a du Coburgo, o grao duque herdeiro de
Moklombourg Slilclilz esua esposa. O imperador da
Russio, os res i Hanover e da Helgica. a rainha
Victoria e seu es oso, o impcrairiz vuva da Russia,
o groo duque na graa duqueza de Rade, o principe
de Caliese osoul os ineintiros da familia real de In-
glaterra tinham eprcscnlantos.
O baplismof i sem pumpa extraordinaria., mas
a illumiiiaeao da idade foi magnilica. Nao se pu-
biicou a amnistialque so esperava, porm os r.on-
demuados polilicis, quoestnvam detidus uin Ber-
ln foram postos dm liberdade, e igual surte liferam
os uniros detidoskm diversasprisoes.
I.i-se no -Veio yark Tribune :
L'm prelo livre, por nomo Cesar, quo crafomi-
liarnicnlo chama*Pai Cesar, morreu a 8 de. fove-
reiro, junto a Covliigton, com a.dadedK'138aniius;
odizia, tinha nascidu na Afina,
I.ouisiana, onlao colonia hesp.i-
. Os restos moraos deste polrior-
foiam aeonipanhados ao campo
do repouso por M a uiultido de pessoas da sua
cor.
Escrevam de
fevereiro
As participar,
as tentativas lem
porto os navios di
tido a pique.
Apona; se ten
quanlo s grandes
xo d'agua para as
mis dos anligO) li
de purera esl des
Sebastopol oonlav;
buje nina doc.im.i |
As barracas d
zes, .serven) actual i
zes. Os moiiumen
S. l'etersburgo a vinte e seis de
s de Sebastopol dizorn que lodas
s do imitis para tirar do tundo do
s pande lute que se tinham uicl-
tf
' -
tur, obrar segundo osnobres impulsos do iyu co*
racn. Foi iie.sUis eondiroes que elle ordenara a
marcha das inas turis em favor do Piemoule. Hoje
pois i|ue a soa npiniao esl claramente delinida, a
duvida cenjado triuaipho da causa italiana quasi
que nao tem lugar.
tin jornalinglez de Liverpool de :11 do passado
aiinmicia qu i Luiz Nopoleio escapara do ser victi-
ma du una invn tentativa de assasinalo. 1) autor
des* novo'i rimo um membro da tcrrivel socieda-
de intitulad; Mariana,obra tenebrosa saludado
cerebro iafei nal de Mazzioi. felizmente anda des-
la >ez taran salvos os das de vida de Napolco 111,
o encarre; ndo do projectu desla obra lerrivel poz
lira aos seu! das, seguudo diz o mesmo jornal, no
pruprio pala uo da Piefetura eui preseucadus func-
oionario* di quella repartico.
O pruAm i paquete inglez nos illustrav acerca
do estajo d I Europa, que actualmente bastante
.csiistadora.
Vulrainos agora os olhos para as cousos de nos-
sopan, O (amar entrado uu principio da semana
dos portos l o sol do imperio, nos trouxu a noticia
da abertura la assembla geral uo dia l do cr-
ranle, que n o se tinha verificado no dia II, segundo
ordeua a C( islUtiiro do imperio por falta du nu-
mero dese i memores.
Se a alg ns dos senhores deputados c sena-
dores Irreal m tanla suliciludc e acodamenlo na obra
da sua elei( ao, quanlo lem cm cumprir os seus de-
beres, certi nenie nao veriam os seus desejos corna-
dos pelo tr umpho, e a nomcaco recahiria sobre
legitimas a ibbos. A falla do tlirauo do urna
pallidez mi rinda, resenle-se extremamente da me
or iuiciati a de qualquer grande idea
0 paquet do norte, seguudo o seu coslume, foi
destituido! siaferosse; couduzioa seu bordo para a
capital do i nperio alguns deputados e senadores.
Apezardi quanlo se teiu escriplo sobro s carnes
verdes, neu mua s providencia se tcm dado n este
respeto, e i populacao contina a ser victima dos
especulador ; lauto no preoo como na qualidade
do genero, m embargo da grande quautidadu de
gaqn que k ji acudido as [eiras. A este calado de
omisas, arciesce a purcaria dos tullios e ulidclida-
de dos pezpiulfi sorle que nao ha libra de carno na
UnaLniui-falle pi**^"tm" "mt "n-;n leie metiendo
uu conla aaraude quantidade dcossos. Assim quem
compra carie du 0 at 10 horas da inanhaa, leva
metade do oisos, licando nos acougues a massioa, e
lirado as cmliarcaecs pequeas,
ser necessario parli-las debai-
rarcm podaros. Anda que al-
bilautes teiiliam voltado, acida
ra. lio 15,000 habitantes, que
antes da guerra, apenas conten
tirio.
>o, construidas polos Franco-
mo de habiaoo aos oampono-
s funerarios dos Francezes e In-
lezes lem sido resj citados tanto all, cuino cm 11a-
aklava.
i.oo.ojioveis a vpor. Ten-so feito tanto em
Inglaterra como em Franca multiplicadas Unlali-
vas para applicar a: machinas a vapor looomoio
calcada. As experiencias leilas
nada inferior as graudes artistas que tomos lidu
occasio de ouvir.
lina outra qualidade bem apreciavel pela rarida-
de. distingue i sua bulla voz.
Fuiiv os artistas de nota, muitas dilhculdades
se vencem por meioda arte, quandn porm a natu-
reza dispensa a arte, na execuoo das grandes dif-
liculdadesinusicaes, o desompenho mais perfelo
o o espectador alegra-se com o artista.
A voz da Sr." Conran prcs'.a-se a estas variedades
caprichosas da msica. A ductildade que n ca-
rcter de una voz senie.lhanie c quasi scmpre lilha
da arte, na Sr." Couran ella toda natural.
A cavatina da opera Traviata foi executada cum
todo o gostu e naturalidade. Nao seriamos injustos se
dissossemos que nessa cavatina a Sr." Conran o
arremedo mais e\aclo da distncla de l.agrange.
O duelo da Lucia, cantado pela Sr. Cuurau e o
arvtono Jos llvppolilo, a parte talvez BMUdif-
cil do loda a opera foipxecutadu polos dous artis-
tas do modo mais completo.
No duelo do Elxir, em que a acompanhou o Sr.
Itamoiida, a Sr.;' Conran deixou brilliar o sen la-
lento, enm todo o esplendor do genio. No foi bo-
niente salvar a msica, fui dar aocanlo toda a ex-
prsalo, toda a grara e amenidade que llie Impri-
mi o aulur.
Na aria da Resina do Ilurbeirn /'un roce pnea fu
a Sr/ Cnuran saliio-se brillianlouioute. Fssa m-
sica parece lor sido escripia para sua voz. todas
as escalas, os trinados o lionliiras furain lradu/.i-
dos fielmente com graca e chiste pela svmpalhica
artista. ,
por Ierra e sobro a
Aadas lem sido cor
l'nia machina ni
em Vincennes, alguns iinnus, u reccnlemenlu reno-
adas de successo.
miada subru 3 rodas, levando
agua e rarvao nos 1 idos, foi destrmenle dirigida
sobre as mas de Pa
fcilmente, aparlau
ludas as curvas no
s a Irive/ das seges, parando
lo-se vontade, e descreveudo
essarias. JA, ha lem pus, uoli-
em
ra
to de Canip
subdeiegacia
cftaram as fotba nglczes de um passeiu'tuiio
Locoinpiel por um lord
Actualmente, o Ijlole participa que os Incomo-
ves percorrem as pas de Londres tau fcilmente
como os mnibus.
L'ma lucomotiva rolando no solo lem percorrido
oestes ltimos das Weslsuimler ruad puchando uin
carro sobre o qual eslava lixado um lolreiro infor-
mando os espectaduros, qoe o dito carro levava
dentro 25 tonelladas de ferio. O carro puchado a
vapor pussou por diversas ras at ebegar a nlllci-
na de M. HJlanasley e C*. onde eulfou sem dif-
Oculdade. Esta locomulva era dirigida sem diBcul-
dade alguma, e sem que os ngulos das ras impe-
dissem o seu movuieulu.
Parece que os propriotarios desta macbina, que
roram lambcni seus conslruclures. tm muilus un-
iros, que ellos destnalo ao son ico de suas fabricas
Se os ensaios, cada na mais frequentcs, da luco-
mocaoa vanurpela tena o pelas calcadas COIllinu-
am a ser felizes, nao tardara o lempo, em que ir-
remos o vapor substituir, ou meos lias grandes U-
nbas, a conduccao por animaos, hoje lio vagarosa
depois do estabclecimentodos eaminhosde ferro. '
Anda de porto algum (ia America so fez 15o
grande carrogamonlo de algodio como o do navio.
Ocano Nonarcn oxpedindo de .Nova Orlcans em 15
de fevereiro 7,000 sacias de algudao summ sua
j,' P 3,330,210 libras, no valor de
o\ OU dollars.a chegada do Slonarch ser um acon-
tcclmenlo em Liverpool, como fui asua partida om
Nova Orlcans. '
Populacao em llcrlin.Escrevem de Berliu a
J de marco : resulta do rucenseaiueuio operado no
mez dedezembrodo anno ultimo que llorlin, nao
comprehendendo a guarnien conla 103,015 l.abi- ''"'1U0 ^ arl""1 brigadeiro Pacca.
taules, entre os quaes hs 13,238 judens. '.'uanlo primeira parle diremos qi
llaptisados da fri
que disse elle em principio, quandu julga nao ca-
ber ao Sr. cunegoCampos o indulto da consliiuico,
por ter sido o processo instaurado cu 18-18, o cor-
robora i nossa aiaercio em contraro.
' O Sr. \V nao alia com a razio de termos nos
julgado o procedimenlo do juiz qoe lomou conlie-
ciineulo do recurso de meos curial nao per.nil-
liudo subisse o mesmo ao juiz de droilo, pois as-
sim o lova a pensar o arl. 7 i da lei de 3 de dczeui-
bro de 1811 queo mesmo scnlior copia.
No que dispon esto artigo combinado com o arl.
442 do reg. n. 120 do 31 de Janeiro do 1840 encon-
trar o Sr. W a razio do nosso dito, se diguar-se
altendur piro a disposicio dusle ultimo artigo que
determina uxpressainente seja a petican dirigida ao
juiz que proferio n despacho do qual se recorre, o
que nos leva a aceitar, cerno venhuloia, a npiniao
daqiiellesqiie coinuusco pensaio p onlendem uau
pode mu juiz da uiesiua colhegora reformar dos-
pachos de igual (piando So lala de pronuncia ou
despronuncia, cabendo-lhe apenas o obrigaro de
expedir os rocursos deixaudo para o juizo superior
o couhcciiueiilo dosmesuios.
Su outra causa nao lia di- nullidadu alm desla,
lilao milito mol val o illuslre couiiuuuicaule, par-
que semelhaule paradoxo 6 inloleraTol. Pois, por-
que diz o arl. 132 dooitado reg. n. liilpio a poli-
cao do recurso dore ser dirigida an juiz, que profe-
rio o despacho de pronuncia, segne-se que o juiz
municipal de i'.aruani ora incompetente para rece-
Lior o recurso do Sr. eouego Campos 1
II legislador au poda doivar do designar o juiz
a quoin se doveria dirigir o policio du recurso; e
O sen gesto natural, chato do exprcsso, o seu nem poda doivar de fazrlo, delennioando, quo
eoqiitdisiuu, ora o do iuiinc.liilo i? travesea ltusoo [ fosse o mesmo juizo que pronuni'iou, om vista do
ns encantos do cuido dalma viva. Em nosso en-1 q.....h ochava eslaluido lio arl. 74 da loi do :! de
tender a Sr." Couran va milito boni nu foclo. I dezembro de 1841, cuja execinu se reglala uo
Esquejamos por nu pouco a artista para cmiside-' citado regulamenln.
rarmos a obra do Creador. \ reforma do despacho de pronuncia, proferido
A Sr.'Cooran um dessos modelos do belleza, I pelo juiz municipal, nao um acto de jurisdioein
pie s se ciii'iintram as galeras dos condes So- superior: comu diz o illuslre couimuuioauo : o
xesda dado media. Representa um roraplcxodeijuiz municipal n mesmo juiz que sustc-ulou o pro-
' nuncio, porque e juizo '
borrico americana, e de 22j a
2 o de Trieste; licando um ser
1 144*00 barrica?.
Oiia de mandioca Vcndou-so de 0 a 8S por Bateo.
Feju---------------dem de 35000 a isOOO por ar-
roba.
Genebra-----------dem de 280a 290rs.por botija.
l.uiioa-------------- A ingleza ordinaria tpuden-se
om 300 porcenlodo premio so-
bre a factura, cambio au par.
Maolegn-----------A iogleza vendou-.-e a 050 e it,,
ca franceza dc7oo a 720 rs., II-
rendo em deposito 1,500 borrs.
Sanio-.....Vendeu-se du 120 a 140 rs. por
libra.
Qucijos------------dem di- J a 2 100 coda um.dos
flamengos.
Vinagre-----------dem alOgepipa.
Iloscoulo-----------Rebate de letras \oriou de 8 a 18
por cenlo ao anno.
Acones----------- Uo Novo llanco vendorain-sc a 25
por vento de premio.
Pieles--------------Para o Canal a :iri e pora Liver-
pool a 25 pelo assucar, o 7H0 pelo
algudao.
Movimcnto do porto.
perfeioes lodo odiniravel que por si s resumo o
mais completopanegyrin da patriado Ocnnncll.
De pniporos regulares, phisoiinmia sympa-
thca c por domis delicada, olhar vivo, cheio de
expressaO, OS gestos naluralmenle ortislicos, a Sr."
Coaran possue recursos que chamam a admiraooo
do publico c ocnthusiasiuo dos seus admiradores.
Sob a impressio de lan bellas horas nos era 110-
o mesmo, uo mudon
pelo tocio de serem bojo exeroinas as tunenos por
nina mirra individualidad'-: fui portanlo apeteio
do recurso apresentada, nos tormos do arl. 412 do
reg. n 120,0o proprie juizo qoe sustentou a pro-
nuncio.
Finalisa nos seguimos termos :
fsia nossa opuiio nos parece tanlemaisrasoa-
me do fraccio dib'claiile dosla bella cidado ilirgi-1 vel e legal quando a lurosnos corroborado pelos
inos nossus sinceros parabeus a interessante ar- disnooieoes dos arls.1t! do cud. do prnc. crim. e
2H5 do reg. j citado, quo dan ans juizos oniifoeein-
iVnaios saidea no i/i 21.
Puilosdosiilvapor brasileiro Tocanli*s, comnian-
daulel" lenlo Podro Hypolilo Hilarlo.
ATarios t iiiinilt/s un din 20.
Itio-Grande do Sol20 das, barca brasileiro Ma-
1 uiiua, de 215 toneladas, capilao l.ourianiio lose
de Corvallio, oqupageiu 12, rarg010,700 arrobas
de corno ; a Manuel Ignacio do Olivoira.
Rio de Janeiro12das, brigue brasileiro Helia la-
li, de 2l) toneladas, capilao Jo- Marques Vi-
.11111.1. equlpageu II. rarga farinha de mandioca
e mais gneros : Joaqoiin Augusto Ferreira Jaco-
bino.
Itio do Janeiro12 da-, escuna bra-ileira /.ii ib- 153 toiudadas, capilao Joo Ferreira Piolo,
cqiiipagein 12, carga alguns gemios o lastro a
Uanoel Alvos Uuorra.
Ro df Janeiro10 das, paladn anioricauo ll>n-
dirartl, de 2b toneladas, capilio A. A. I.iuu.
oquipagera 9, em lastro; aiieory Poetar t ''
Rio do Janeiro9 dios, barca franceza Friir.i-uit Jn-
ttfk, de 242 toneladas capilio P. K. liibcrl, equi-
pagamll, em lastro ; a fisscl Frere V C.
Mario* taltido no meamo da.
-,- -!L-.-.---------------.. ";; f-l .f^!
I orminor o espectculo com a graciosa comedia
m 1 acto:
Urna partida de roleta.
Principiar s 8 horas.
O producto da presente recita, pela ompreza ap-
plicado iiu beneficio do ador invalido Anlonio Lo-
pes Riboiro, u qual desde ia dirgo ao respeilavel i
publica seus voto- de agradecimeniu pela prolec-
cao que espera inerceer, pelo que ser elernamen- ;
lo agradecido.
PLBLIfACiO f.inER ARIA.
Acha-se venda na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia o 1." voluino da
COROGRAPHIA
histrica, chronugraphica, genealgica, nobiliaria e
poltica do imperio do Brasil, confendo linones his-
loricas e polticas, a couiecor do descubrimeniu da
America e particularmente du Brasil, o lempo em
que foram pnvoadas as suas diferenles eidades,
villas e lugares ; seus governadores, c a origen das
diversas familias brasileiras e seus appellido-,i\ir.i-
bida de autigos monusciipUis histricos B goneolo-
gicos, qoe em iasdilloroules se poderio ubler : OS
tratados, as bullas, ranas regias, etc. etc. o historia
dos ministerios, sua poltica, e euros com que ap-
parecoram : a historia das assemUeas temporaria p
Mlalicio, o Imnbem nina exposicio da bislnria da
independencia, escripia a (oasprovada coaa docu-
mentos medilos, por leslemuiihos (uvulares que
anda rostan, edosontros innvineulus polticos :
ilcscrnii-ao gengrapliira, M.igeus, o historia das mi-
nas e quinta do nuco ele. ole. aliui do que SO lenlia
t,er lugar liouteru em seu arma/.em uto
na ra da Cadeia de Santo Antonio n. 11
C. para segnda-feira 25 do corrente as
10 horas em ponto dos seguiotes ob-
jectos:
Uobtlias.
Vidros e louQa.
Cabriolis e ca rallos
Grande quantidade de lijlos de marraore
de 8, |0 e lpollrgadas.
Seyumia-feir 2'-\ do corrente-.
PELO AGEKTE
PESTAA.
O referido aconta vender por conla de quem
pcrlencor on dia cima designado e pelas 11 horas
ta manliia perla do amasen do Sr. Aunes de-
fronte da alfandega
:I7 caitas com cha da ludia com loque de arara.
lista. 2S5 dn re.^. j citado, que dio ans jui/os ronfeccio- Aocmw suAmos no ataamo da.
---------------- oadoresdus procussos n liberdade de podercm pro- Ass^biale brasile ro.VoiHtANeeMea, Jos Joaquim
ferir despachos do pronuncia ou nao pronneSa, Alvos da Silva, carga varioirgeueros,
I ni artigo publicado no liberal sob a MSignata- qnnudo pela nqutriCaO das leslemiiiiha-, iiilerroga- R" da Piola potoca hespanliola ,111101 CrinUma,
ra\\.relativo o desproniiuoia dn Sr. eonego Pin- lorio an indiciado doliiiquenle 00 iuformaeoMa que eapilo Luzcbio Fabregas, cargo asauea/.
em um processo instaurado pela I livor procedido se eonveiicom existe ounb delicio.
ile l'anellas en, 1818, dea lugar a I existe ou nao delinqoenle. : evidente pois que a
que, donando o nosso retiro, esrrerexsemosn ar- razan da nossa exigencia fundada em disposicoes
ligo iiiip leve publicidadc oeste coueeiluadu jornal I de lei, carita podo ser combatida com limito provei-
110 dia 12 do crrenle. lio pelo Sr. VT.
Nos-e artigo ilesinonslronios, que o Sr. eonego
Piulo de Campos poda inlerpur o#eeursn du des-
pacho queo pronuiicioii, independento do previo
reeolhimenta prisao, como se exige nn cosos
idnticos, quando se traa de individuos, qoe nao
gozam de cerlos privilegios, porque sendii elle,
como o, depolada geral goza do indulto dos s 27 j relaeae ao juizo
o 2.*S da cnnsliluicao. Igualinenle mostramos quo
nenbuma nuHidaile havia no despoclfci do juiz inil-
nicipalde i'.iniar, porque eompelia-lhe O inenn-
loslavol droilo de tomar coubei monto do recurso
ntarposto, o reformar o despacho de prononcia se
assim enlondessedo juslica, semqm fesse oliri;_'a-
do o fazer subir o recurso ao juizo adqlwaf,
ti que dissemos merecen ns honras de urna res-
postado illuslre cnmniiinicanle X\ : cumpie-iios
portaalO replicar. *
Comeoou o illuslre commuiucaiitc nos seguintas
termos :
Knlendemos que o Sr. eonego Campos nao po-
de ser comprehendido noque estatu o arl. 27 da
constituirlo, quanlo aos toctos do Panellas do Mi-
ronda que foram pnlicodos em 1S8. porque S. S.
reverendissbna nesse lempo nao ero deputodo, e
quando o fosse, oslara nos mesmas circumsloncios,
Breve deve chegar do Rio de Janeiru o SOgundo ra
luine.
um loiilieciioonlii exacto nao s da geouropbia do L, k l*i',| ('/l J"l C 'lll ||Q.
Brasil, como da sua historia civil e pollina ; ih>|o *- CI I '"^ v> i I V/UHICl
l)r. Mello Mnraes | A. I. de), pelo proco de IKK). _
ras e nuudezas.
Toiva-foirn 2 i do corrente.
PELO AGEISTK
PESTAA
OBSEKVAQCRSS METEOROLGICAS.
nn.21 he neu.

i-lose pralira, porque nao havendo grande concur-
rencia de cuijipjadores, a carne sem osso reiuet-
lida para casJ dos donos, que a maudam secar pa-
ra vend'-la dor mclbur preco.
Apezas, toAianios a d'izer, das iufinilas infraccps
de q usutas pasturas e de qu aulas luis lujam pare-
ce que ncujuluia se fez para sur executada contra
os airavessaddres, monopolistas, niarcliontes e mais
gniie empregada no trauco das carnes verdes ; ou
enlao esla gente lem vara mgica que fascina a lo-
dos e a ludo. I O que dizoinns esl a vista do todos,
e nao ha podfr maior do que a dos fornecedores
deste genero. 1 Com effeito um amigo ja nos disse
que pederamos ticar cerlos de que cites fariam a
Jrnxima eleicao gerol c provincial, e que portanlo
iiiernmos gijrdar-lhc toda a cousideracao ; mas
romo nao aspiramos a nenhum desses olios cargos,
continuaremos la cstigmalisar esta inlluencia de nova
especie.
infermam-nrU quo excepeo de um ou ootro
comarador on Uralicante de gado. Indos .'os outros
sao i(b% de grandes c.rimes, e alguns ho que ja tem
diids e Iros profcessos s costos ; oro, se assim ,
pnr-qiie nao sao! mandados pora a casa do detencao,
aflm de se averhoar esta negocio ? Tambem ser
inconstitucional te opposto i liberdade do commcr-
cio prender ou urocessar atravnssadorcs e monopo-
listasde carnes erdes'* Crandes garantas teem os
velhacos na ConAUuico 1
Km lodos os tduipo's a diuurenrn da carne gorda
para a magra reiulava de 10 a 20 res por libra ;
lioje os salios saulmnr lacs : se a magra se vende por
200 ii;, a gurda \ de 280 o 320; de surte que.se um
boi gor lo pesamto .120 libras c vendendo-se por
00) produz, a :I00; res, termo medio 969, u se um
Imi magro que jieta 220 libras se veudo por 28j e
30J, produz, a 221 ris a libra 415, apezar disto lia
mais.carne magra do que gorda
A- chuvas tem pido geraes aqu, e cm niiiitos
pontos da provincia.
lalleceram durajile a semana no pessoas, sendo :
13 homens, 10 minheres e 17 prvulos livres; 4 ho-
muiis, 3 muIheres.H prvulos escravos.
..Ouozia de Sanio Antonio do
Recite de S a 21 do corrente.
Neomisia, parda, lilha natural de Delphna Leoni-
da de Jusus.
Mauoel, pardo, escravo de Francisco lavares.
P.osina, parda, lilha natural du Hicbarda Maria dos
l'rozores ; Sanio Oleo.
Calliarina, branca, lilha legitima de Manocl Anlo-
nio Pereira e Calliarina Mario dus Prazeres Pe-
re ira.
Carolina, parda, filha natural de Joanua Maria da
Conceiciu.
Nimpha,'parda, filha natural de Fclismna Maria
da Conceiciu.
Joaquim, pardo, filho natural do Luciana Maria da
Cnnceicau.
Mara, pa'rda. lilha natural de llosa Maria da Con-
Celcau.
Mara, crioulo, escrava du Jos Joaquim .la Cuuha
Guimar.n-s.
Gervazio. crioulo, escravo de Jos Ignacio Xavier.
Hermenegildo, pardo, tilho natural de Maria dos
Aojos da Porciiincula.
ManaJiraiuaiilha >i.'ilini;i a> M.nnnl ItaBSaaa
Jlndiurnsc Mara Amena Uadautl.
CffNujncti/ojt!
Jos Jernoymo Concalves da Ponte com I mbel
Mario do Espirita Sanio:
Jos Joaquim Ferreira com Kvarista Rosa Ferreira.
Lista dos baptisados havidos no frcguuzio des-
de 15 al 21 d.i correte.
Luiza, pardo, nascide a 7 de marco dusle auno fi-
lha natural,
Pelronillo. preta, nascida em dias de fevereiro dcs-
le anno, niha natural, escrava.
Anua, branca, nascida em 12 de feveiuiro desto
anno, lilha legitima.
Maria, pardo, nascida o 22 de fevereiro de 18S,
lilha legitima ; Sanio Oleo.
Rosa, prcla, nascida a 20 de fevereiro deste anno;
lilha natural.
J7orut/ Manuel, pardo, de 24 annos de idade.
pie nao e pro-
cedente a areumenlnco, porque n consliluicao nao
fez essa dislinecio, de foclos nratirados afiles ou
durante a depulocio ; o que delerminou foi que
durante o mndalo o diputado nao podesse ser
preso, se nao nos casos de flagrante delicio de pe-
na capital, e que quando pronunciado, nao conli-
iniasso u processo, e nem fus-a' ello suspenso do
exercicio de soas fiincooes. sem qoe a respectiva
cmaro isln deteroiio.isse, etc., etc., ele. : seria 80-
phismoro pruceito cuosliliicional, ou antes seria
um absurdo, que o dopulodo fosse preso, smente
porque o (acto que servio de base ao processo, leve
lugar em poca anterior aoseu mndalo.
Ouanto a segundo, aceitamos a hypolliese ; ella
loda em favor do nossa proposicio ; o Sr. briga-
deiro Pacca inlerpnz o recurso do'despaclio, quo o
pronuncinu, sem que islivesse preso ; foi scmpre
respeiiod.i o sua immuuidade: so depnis de engo-
lados os recursos legaes, foi o processo remetlido
cmaro : ningoem por cerlo contestar o dircilo
que tinha o juizo n i/uo de reformar o despacho de
pronuncia.
Contina o commuuicanlc :
Estaseonsideraeoessao um refero cm suslenla-
co do porodovo cima combatido. Apenas acres-
cenlarenins, que se fosse nssa a rozan, pola qual nao
podio pjuiz municipal de Caruor Inmarcouliocimeii-
lo do recurso, porque nao tira quera instruir n
processo, eniio tamban devoria ella militar cm
iti i/iteni, porque nio lendn sido
ouloridado procesffnle, nao eslava habilitado
para reformar o despacho do juica qmo.
Feli/monip o illuslre coniuniuicaule nao fnzgran-
de or.-a nesta ponto, eontanlando-se um declarar
que so luuva na upiuiao dos que assim (loiisam.
Na falla de legislaran especial sobro a livpotliPsu
figurada, deveiiiusrecnrrra civil, cuino subsidiaria
quando as suas disposicoes venaren sobra casos
anlogos, e na folla desla, aos usos o estrlos etc. etc.
I Ira, parece-nos que ninguem anda contestn o
dreitn que lem a juiz municipal de reformar os
despachos, esenlemjndo sen antecessor. S* pois o
jniz muninioipol deCoruar podo,en materia civil,
reformar o despacho ou sentenca proferido pelo sen \
autocessoT, islo pelo razio de que o juizo sempre
o mesmo, porque uiolivo o meante nio podio fozer 1
no caso em queslio, quondo iiciihonia lu a sin
se oppoe 1
Tomos ennscieocio de que nao foram destruidos os i
nossus argumentos, e que smente o desojo dudar
urna resposla qualquer ao nosso hnmildoescriplo,
levoo o illuslre commuiiicanle uscrever o artigo
duque nos hacemos ocupado.
K tanto islo verdade, que boslo 1er com om
pouco destteuoio esse artigo, paro rouliocer-se que i
o seu escriplor nao toni uin juizo corlo nfirme
acerco do sopposto nullidade do dospacho, do juiz '
municipal de Caruor no processo do Sr. eonego |
Caninos.
Ora, n nullidade consiste na fallo de prisas do ,
Sr. conegp Campos oulr'ora nio devia o juiz ad-1
nulliro recurso, o sim reinelter o prueesso no esla-
vr.\ro. TERMOXKTRQ
2 O
E
e se 5- 4 "3 ft. ~ ~ V
S 3 r O p
-* 5 *-* t B 2* z - ^i
*i 3 3 2 13 5 31 ^
M w O I ;s- 31
- ---- ------- ---- ---- III111.
Sdam. NiiIuh S Re?. :>". 5 in i 78 1 (:i;
9 . si; Bou. 27 7 *> > S2 7(1 7*"."
1/2dio IllllllllllS \K i 21). 1 Kl 5 Vi 7!l 7.")".?*
'1 Ja l. .) A 28 :t 22.11 1
6 # > y 21.1 11.2 s a>
Avisos martimos.
iPM B fWi.
O pal.achn porliigdez "Promplidao II, forrado e
encaiilhado de cobre, de primeira marcha e pri- K. II. Wvall tar leilao por inlervencio do refc-
meira choco, sobe no da 22ioiprelerivcluieiile pnr,,-^ agPnte nu dio cima designado'e pelas 10
ja ter seu carregamenlo quasi completo : para o'horas da manhia no seu armaem da ra do Tra-
resto o passageiros, para os quaes lem excellenlps piche
commodos. Irata-se com Elias Jos dos Santos An- |in rompido, explendiUo c variado sorlmenlode
ferrageos, cotilarias linas e grmsos, miudezas e
mnila diversid.ide de ubjerlns prnpros do mer-
cado.
drade & C, ra da Madre de Dos n. 32.
Compl..., Pcrnambucana.
li \apnr nacional renaroatii pegue para os partos i
do sal do escala no da 2 do curreule as 4 horas
do larde o recebe carga al o da 23 du iiicsmo as :l
horos da tarde.
(I vapor nocional RerSMMMSil que se espera do
norte seguir para os porlos do sul no da 1" de
jiinlio e O vapor tpuuati si'guir pora os porlos
do norte no dia do uiosnin.
Avisos diversos.
Carros Fnebres.
Para o Aracatv
A noita estere nublada o ebuvosa, rento S, e
assim ainaiiheiL-u
Observatorio do arsenal de marioha 21 de maio
de 1859.
Vinas Jciob.
Editaes.
lhido prisao nao poda, e nem pode pr
effeilos lgaos. (P. qual a le que isto del
odiizir os
-.lermiua f
Ksla folio, quando mesmo ella su desse, iuduzia
nullidade do juigodo, ou por outra, importara
nullidade iusanavel 1), porque alin dislo oart. 28
da inesma aoustiliiicin, ordenava expressamonle,
que soja suspenso Indo o ulterior procodimeuto da
ouloridade processante, dado a pronuncio, quando
esta for contra depulado, ou senador, pois o pro-
cesso nao puder continuar, sem quo a respectiva
cmara se pronuncie alUrmativa, ou negativo-
mente.
Nao sabemos o que lem que ver o ait. 28, ci-
ma citado, cum o fado do prisio previa do pronun-
ciado.
(Juandu fossoapplicavil ao caso em questio, sc-
Eduvirges l'ctronilla, parda, de 25 annos de idade H* remnejito. esa nosso favor; pnrque, seo
casada. juizdevia obslor-se de qualquer urocediuieulo ul-
Filippo, prelo, de 1") dias de dado. I teror, al que a canora so decidlsse alrmaliva.
Pedro, pardo, de :i dias de idade.
Jos, Africano, de .14 annos de idade, escravo.
Anacilo Antonio Ferreira, branca, de 45 annos de
idade, casado.
u.i negativamente sobro a pronuncia, euliu nao
devoria decretara prisa* do pronunciado, pois i,ue
esla importara nm acto posterior pronuncio, e
do quol religiosamente se deveria abster.
I J
Maria Pastora da Conceiciu. parda, de 30 anuos de J* t*tij{0r*Ww illuslre communicante que a sua
i capilao de in-
^

. I
REVISTA DIARIA.
Por portarla da presidencia de 20 do correle,
foi exonerado do clrgo de dolegndu do termo da
SerinhSem, o capitn Jos Angelo de Moros Reg,
que em \ irliide do icquisicio do commando das ar-
mas, e de aviso dn piinUtero da guerra, tem, como
olflcial de orllharU. de recolher-se a seu corpo.
O capilio Moraes Reg, foi um dos delegados mi-
litares, que niellinnes serviros prestou polica, o
que our isso eredbr de lodo o elogio.
Foi nomeado pa'fo substilui-lo o capila
fanlaria Firmino da Cuuha Hugo.
Foram tapibei i exonerados por portara de 19
do corrente, dos ca gps de supplentes da subdeie-
gacia do dislricto d Timbauba c Mocos da comarca
de Uuianiia, os sejji toles senhores:
I." F.rneslo Justiuu uno da Silva Freir.
2." I ustodio de OH eir Cavalcauli.
S.* Joan Jacinlho R iposo.
4 Antonio Manoel Corruia.
5." Paulino Vellost Freir.
6." JoaoduSouza ( liveira.
F, Horneados paraj os substituiros senhores :
1." Jeronyino Gum alvos da Silva.
2." Luiz Antonio diAguiar.
:L Vicente Ferreia da Silva,
." Antonio Jos I run Jnior.
5.* Simplicio Jos Pereira.
." Antonio de AU uquenpio Montenegro.
O Sr. capitn Jos liomes de Almeida, acaba
de sir ilespensndo. pelo gpveriio geral, do exercicio
deniajor do terco ro batalhau da guarda nacional
desla cidade ; m* em eonaequenci* do aqoarlella-
mento era que esl o mesmo bolalhio, s ser reco-
Ibido ao seu corp ) depois doli lindo, vislo como
assim o requisiluu o comoiaitdo superim.
A ordcn de con iouacan do Sr. capilio Gomes no
oquarlellamento fl i reci'bido cum o maior cuiiten-
toini uin no quartel do baialhio, o quando all so
apresentou o dignd official, foi pelos aeu* subordi-
nados recebido coln as maiores provasde enlhu-
slasmo e apreco. I
Foram recolhido i i casa de delencao no dia 20
do correle, 5 bou cus lodos livres; sendo t' or-
dem di l)r. chefe c a polica, 2 du delegado do pri-
iiieiro dislricto; 1 do subdelegado da freguezia
doRecife,
L-sc na Ga: ta de Cologne:
0 Jormz do II irr anuuncia a chegada aquel-
la cidade do geuc :il Uelva, dn llaiiii, cousollieiro
intimo do ex-impo ador Souluoque, e de seu filho,
o tencnlc Alfredo I elva.
lliiem que esli general vinha enrarregado de
preparvr ludo paro i prxima chegada du Soulouque
Franca, mu un boato destituido de fundamen-
to. |i ex-ioipcradOB alugou ^m Kinsgtown, na Ja-
iiiaita, urna mogniea habilacio, pela qual assiguou
um errendameiilo gor 9 anuo-, razio de 5,000
frain ns por anno, llOOOjj prense-
O baplisrno Uo principe real da Prussia le-
ve lugar a 5 da ma co
Dos padrinhos madrinhas prsenles, eslivo-
rnm tomento o grat de duque de Weimar, o duque
idade, rasada.
Francisco, bronco, de 1 anuo d idade.
Manuel do Comi Barboso, paldo, de 21 ann
idade, casado.
Passageiros do vapor Toaintins, entra
porlos do sol.
Manool CnetoriB de Almeida Androde ex-proca,
Onofrede Uliveira, l)r. l'rnncisco Joao Carneiroda'c!
e seo criado, Dr. Luiz Uarte Pereira e seu escravo,
ex-soldado Cregorio Lardoso Pereira, Pedro Fran-
cisco do Oliveiro Mello. Dr. lduUonso L. Godilioz,
Frederico A. Cezar Rurlamaquc, Gustavo L. K.'Fer-
reira, Dr. Hermogencs Cabral de Vasconccllos, Ja-
cobus Saghei, Uominicus Uefossd, Peter Schlobiss,
Maria da Penda ('.osla Corles, lir. Amrica MMiln
do FreilasCuimoraes, padre Jns Raphaei de Mace-
do, Gustavo Sandcrs, Dr. Jnio Jos Ferreira de
Aguior e um escravo, Adanc Weber, llenrich Klos-
senger, P.oriiardoZnppe, Cbiisloph, Worbel, Manocl
Ferreira -|ima Jnior, Dr. Jos C. de Albuqurrque
Morauhao, Joaquim Ruflno do Reg, Guilherme da
irguinciitaooo por osle lado manca.
O Illm. Sr. inspector do ihesoararia provin-
cial, em ciiinprinieulo do rosolucio do junio da fa-
zenda. monda fa/.cr publico, que' nn dia lli de ju-
nho prximo vindnuro, peraule a meama juma su
bode arrematar a quem por menos lizer u servii.u
do capalasia do algodio du consulado provincial,
avahado annualtuelc em 2:47s;.
A arrcmalacan ser feila por lempo de 3 anuos o
cnulordo 1."dujulho do coi rento oiiuu a 30 de iu-
nhodelMiJ.
As pessoas que se pronoscren a esla arremala-
cao cniuparecam no sala das sessoes da inesma jun-
ta no dia cima indicado, pelu meiu dia, eosspasen-
temenle liabililadas.
K pora eanstar se mandn alfixar o prestle o
do em que se achara, i co mora dos Srs. deputados, I P"bocir pelo I),ario.
oiilras cotes, liiialmeule.a nullidade consiste mu I See*?U?* "'.'hosuurorio p
buco 10 de maio d
.liiiiiiucinoo.
= O Illm. Sr. inspeclnr da thesooraria provine
o processo oo
nao ter o juiz municipal remullid
juiz de dircilo.
Linas rayos deslrnem as nutras.
"I'icoreinns aqui, pois parece ocioso repetir a ar-
gumento! in que nio foi destruido.
Aguardaremos a resposla do illuslre eommuni-
conle, paro vollannos car;
ciso.
Recite 10 de maio.
provincial de Peruam-
1659.O secretario, .1. F. da
oial, pm cuinpriinenlo da resolucio da junio da fo-
zenda. manila fazer publico, que'no da llidejunhu
prximo vindouro, peroole a niesmu junta, se ha di
80 assim for ore- i,rr,'",alai"- a quem ppc menos lizer o fornenimenlo
dos mcdicaiiienlns e utencilios, pora a enfermara
do cao de detencao disto cidade, por lempo de m
anuo, a comar do 1." de uilio de 1850 e :ii) deju-
a-SUi
AI.FANDF.GA.
Rendimenlo dn dia 1 a 20. .
IiIoiii do dia 21 .
S75.S85JS18
5:47I12
280:73SS0GII
Doscarregam hoje 23 de maio.
Rrigne ingle/.Agnes=carvoo.
Itrigoe inglez=:Sprayhacalbn.
Brigue porluguezItelompago diversos gneros.
Rrigne brasileiroAlmirantediversos gneros,
lloro. ingie/.ar-iCanondahr. Ierro o carvin.
Ilrigue inglezMary Werie=objectos para a es-
trada.
Brigue suecola Pialabacalhn.
Brigue inglezF.arl Grey^manteiga e carvio.
Paloeho inglez=Souvoir^:ferro e corvan.
Paladn americanoarv llclenlohoado,
OVIMKNT DA ALFANDEGA.
Volnmes entrados com fozendas .
com gneros .
Agr nJiuiuLsIraaar desta eslabclacimenlo cito
era um orniozera do couvenlo de S. Fraocisio, con-
fronte o Illm. Si. Ilr. Sartiieulu ;Jaz vern publi-
i co e ons seos amigna. que aqual quer hora da uou-
sane o hiato .Sanio Rito ; pora carga e passageiros, | to ocharan Sempre possoo que forilcca os caixes pa-
Irala-se eooi Marinos : Irmao, ra da Madra.de ra dopuzilo dos cadveres oas igrejas, e. aquellos
lieos li. 2. que nio quizerem lomar o eocomodo de hir an dito
Segu nestos das para o Aracaly a barcaca Ma- armazeio poderio duigix-se a ruada Cadeia de
ia Amelia, de superior marcha, leudo j prooiplo Santo Anlonio n.31 ou a de Uo/ario da Bua-Nislo
a manir parle de soa carga : a tratar com Parele o. 34caza tnrra ao p do sobrado que enconlrario
Niaiino & C, na da Cadeia do Kerii'u o. 57.
Leilcs.
11LA\
O AtiENTG
HYPPOLITO
aiitorlsado pela inSpeccao Ja allamlegn
rara' leilo na ijuarta-teica ") do cor-
rente as 11 lioras da man la, no tra-
piche da luesma d" 18 saceos com algo-
do em pluma pelo maior prcro que se
poder ohter, sendo arremat:u;ao livre de
diieito ao urreinalanle.
LEILAO
Silva Raslos, Prospero C. Ribeiro, Ida Amada, Joao
B. (i. da Silva, Jos de P. Cabial, Jos V. da Cosa
c Silva, 8 escravos a entregar a Jos Augusto Cezar
Nabuco de Arauio, Joao L. do Reg Villar, Jos Al-
vos Chaves, I. Jos de Oliveiro, Joio Joaquim Vi-
ves, Manocl Joaquim da Silva Leao. Jos B. Portel-
lo, D. Joanna da Cruz B. de Campos, Joao A. de
Mello utra, Joaquim Pereira da Mondnnca, Anto-
nio Jos liuarie Cninibra, Antonio de Honra liolim.
Passaseiro que conduzio a barca brasileiro Ma-
nanta, viuda du Rio Grande do Sul :Candido de
Mello Limo.
Passageiros que conduzio o brigue brasileiro
Bdlla Maria, viodo do Rio de Janeiro :Francoli-
no Deodato R. Ferreira o Joaquim F. Rarandas.
Passageiros do hiate brasileiro .Voro Anglica,
sabido para o Ass :Jos Comes do Amorira, Jos
Gomes de Amorin Jnior, Joao de Dos Goncalves
Mauoel Ferreira dos Santos.
Uatadouro publico.Mataram-se n dia 19 do
correala para o oosmnno desla cidade j rezes.
No da 20 do mesmo 67.
lorlalidade do dia 21 :
Francisca das Chagas, branco, viuva, 71 annos, en-
terite.
Adriano, prelo, escravo, 2 mezes, convulsoe-.
Joanna Gomes, preta solleira, 86 annos, rheuma-
lismo.
Lydia, preta, exposta, 1 mez, espasmo.
llotfal de caridade.F.xistem 47 homens, 4C
mulheres, Tiacionaes; 1 hornera ustraugeiro e 2 es-
cravos ; total 96.
Foram visitadas os enfermaras relo crurgio
Piulo as 7 ello niiiiiilosd.imoiihaa, Dr. oioellass
7 lluras 3/4 da maohaa, Dr. Firmo s li horas u 1 /4
da larde de hootena.
Falleceu una enferma de rheumatsmo.
poslo no nrt. 28 da mesaio constituicio", pois s a
respectiva cmaro pode ordenar a ebofinuacio do
processo em que for comprehendido um depulado.
Oucm eniilestnu que se nao deveria Pxecular o
precedo do art. 28 da conslituioin, coso tivesse si-
do siisicniada a pronuncia do Sr. eonego Campos '
Nos por cerlo que nao.
Continuando : enfanguen dir Sem peccor cen-
tro ns preceitos jurdicos qoe o jui/. municipal pro-
cedeu c.unalmcnte, pois nao podemos eompreen-
der, que seja permeltida o garauli.. de livrar-so
solio por se ochar o individuu revestido dn man-
dato legislativo, quondo se quer que o mesmo in-
diuiliiu soja julgado por juiz incoinpelenle om vis-
to do arl. 1(0 do cod. do pruc. que lem bateta ap-
plicacao aos crmes iudividuaes dos deputados or
torca do lei n. 24 de 1 ide julho de 1813 *
Uual a applicacio que posta lor o disposicoo do
citado artigo 170 do cod. do proc, quer'hvpo.
Diese que s ns empresta, e quer queslio do
prisao do depulado pronuucicdo, nio podemos des-
cubrir.
Volnmes sabidos com fazeinlas .
com gneros .
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo dn dia 1 a 20. .
dem do dio 21.......
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimenlo do dia 1 a 20. .
dem do dia 21.......
As pessoas que se propozerem a esta arreroalacio
compararan! na sala das sessies da mesnin junta'no
dia cima declarado, pelo meiu dia, compolenle-
.....ole habilitadas, que aeharto prsenles o formu-
lario econdicps da arrematadlo.
F. para constar se mandou' offlxar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria do Ihesoorora provincial de Pemam-
buco 19 do maio de 1859.O secretario, A. t\ da
Auniinciiiian.
= O Illm. Sr. inspector da Ihesouroria provin-
cial en euuipriiiicnln da resoluran do junio do fa- *
zonda, monda fazer publico que nn dia 16 de ju-
nlio prximo vindouro, peanle a inesma junta, se
ha de arrematar a quem por menos fizer os im-
pressoesdos trabolhos das reparticocs proviiuiaes,
avahados em 5:0008 por anno.
A anemotoeau ser feiln por lempo de nm onno
a contar do 1" de julho do crrente onno a 30 de
jiinlio de 1800.
As pessoas que se propozerem a esla orremalo-
can comporeoom na sala dos sessiies da mestua
| jimia no dio cima Indicado polo meio da compu-
leutemenle habilitados.
F para constar se mandou alfixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesooraria provincial dp Pemam-
buco 19 de maio du 1859.O secretarle, A. F.
"' d'Aniiunciario.
St'gunda-feira 23 to corrente.
PELO AGENTE
pe do sobrado que
quem os mande ennduzir a caza que Ihe for indica-
da, dando a parle o conductor, assim que coutiiiua
a fazer novos prepares para os carros a loi de bem
saplisf.izer aos prcleiuleu|es.
LOTERA
12
117
------129
31
6fi
74:385|673
(9S-528
7(:83tlJ201
4.566JMB
5$87r>
4.5711381
Declara^oes.
PESTAA.
O referido agento vender por ennta de quem
pertencer no dio cima desiguado u pelas 10 horas
do inanhaa
-No arma/.em la ruado Yigario
' confronte a taberna do Sr.
Joaquim Vieira de Barros
17 pipos com superior viuho do Porto muilo pro-
priu para paslu
No annazem do Sr. Aunes de-
fronte da alfandega
200 grozos de palitos de fogo de slalo
xinhas.
60 saceos de feijio amorello e branco.
em ca-
Leilo
Porque so considera um principio de livr;
,note-so que sao apenas opinioes, o recurso i
amento
la pre-
sos carn uadores, 5i saceos assucar branco, 48
ditos diloniascavailo, 92 cascos niel.
Exportafrt.
Rio do Piala, polaca hesponhola Anna Chrisli-
IW, conduzio 0 segiiinlc :=100 pipas agurdente,
1,050 borricos assucar.
IllCEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GERAES
DE PeRNAUBUl.
Rendimenlo do da 1 i 20.
dem Uo da 21 .
onsellio administrativo.
O conseinn adninMrativo, pora orneiimenlo dn
arsenal de guerro, lem de comprar osobjerlos se-
giules:
Para a nula do 10." balalhodeinfunltria.
Papel olmioo, resinas li; caivetes i ; tinta pre-
ta, garrofas 6 ; lapis 72 ; aieia preta, linro- li col-
leceoes de cortos para piinelpianles, csemplares
20 ; labaad.is, pxemplares 2(i granunalica portu-
guezo por Monte Verde, ultima edioiio, ejemplares
20 ; cnmpeiidios de arillnnelicns par Avilo, ejem-
plares 0.
Oucm quzer vender taes nhjeclns aprsente as
'"'as em carta fechada na Secretaria du
10 huras da manhia do dia 2(i du cor-
o processo.
Se assim nao fura, nao sabemos para que scr-
na tal recurso ; e seriam laudos de ineptos to-
.s..os,edvogadiisqui! om Idnticas circunistaucios
Hiles
de ii
lo Jr"
a|Pa
artieo
Coramanicados.
o tcm intorposto, o du llorantes os jnizes que o
admitiraio. n
Non podemos concordar de raaneira alguma
cora o absurdo enunciado pelo JV que quer s so
considere perfeita a |irouuuciafjPando esta passa
em julgadu, nio, pnrquo u artigo 287 do regula-
menta ii. 120 de 31 de Janeiro do 182 delenuiua o
conlrano, determina ijuo os despachos de nrnuuii- ,
na oh dcsprouuncin quando proferidos pelos clp- !
fes de polica ou juizos mmcipaes produzam im-
mediaUmeulu todos os seus offeltos a favor ou ouii-
tra os reos fazendo apenas nina eicepcq, a qual
que taesdespachqs Iiquem dependentes dus de sus-
tcntacao quando forem proferidas pelos delegados e
subdelegados.
lluito emboro a pronuncia produza os sens efTe-
los, para o finido ser o indiciado preso, e suspenso
dos diretos polticos, nao se segu que ello se dera
considerar perfeita. emquauln esliversujeita a una
revogocoo ou siisientosio, que a Cuito importo, o
recurso inlcrposto para o juizo superior. L lano
islo opiniio corrente. que ha poneos dias, sendo o
reverendo vigario da freguezia da Boa-Vista pro-
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA DO
CONSULADO DESI'A CIDADE NO DIA 21
DE MAIO DE 1859.
Riioiios-AyresSumaca hespanhola Clandina,
i'Uilhorme Carvalho ik C, 150 barricas assucar
Pon^rit^io,,,, dive, SXST-
rento mez.
Sala das sessoes do cooselhn adinnislrativn pora
fornecnieiito do arsenal de guerra 19 de maio do
1859.Lu; Antonio Favilla, brigadeiro presidente
do conselho.Francisco Joaquim l'ereira Uibo,
coronel vosal secrelario.
Corroa ceral.
Relaco das carias seguras axistautos na oiliiiinis
iiaciu do correio, para us sennorea ahaixo de-
clarados :
Reinardino Augusto Cesar.
Pr. Caetano da Troioa.
Frederico Guilheime Schulz.
(.ol udes Maria Pastora.
Cania Dias Pires de Carvalho Albuqiierqoe.
Cunelo Joao do Silva Fortes.
Jezuino Jos do Frailas.
Jooquim llaptislo dos Santos.
Joao Danioscuno Piuheiro.
Joo Ferreira Pinto.
Joao Pedro dos Santos Sobrinho.
Jos Feliz Pereira de Burgos.
Jos Rileiro Cuioiarios.
I.ourenco Jos de Figueiredo.
Narci/.o Maria Carocro.
17:9:i3|J44
1:30SJU9
19o29g957
CONStM.ADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do da 1 a 20.
dem du dia 21
a9:25:i$:126
43kJ>73
39:687 PM
PRACI.V DO RECIPE 21 DE MAIO DF. 1859,
AS a HORAS DA TARDE.
A poneertsMaSr." Helema Courun.
ounciado pelo Dr. juiz de direlo da primeira voro
por eKma de responsabilldade, intu poz recurso pa-
ra o tribunal da nlai.au, que lhe fez devida juslica,
sem que entretanto iosse suspenso do exercicio dos
fu uceos do vigaiio, o que certamenle nao loria
Revista semanal.
despachos do proiiuo- | Cambios-----------Apenas se efleetuou um saque
dopnisda sabida do vapor inglez,
rs. por fr., sobre Lisboa a 115
tior cenlo do premio, e sobre o
lio de Janeiro a 1 por rento.
Algodio-----------Vendeu-so de 8<00 a 89700 por
arroba
Asurar-----------Depois do partida do vapor paro
a l'o i upa, lioara m parausadas as
vendas para exportadlo. A entra-
da foi pequea em consequenru
das iiiuilas i liuvas. e o que eu-
conlrou foi pago pelos armozen.i-
rios: o branco de 3$ a 3(600 por
= Pela mesa do consulado provincial sefazpobco
aos propriotarios dos predios urbanos das fregullias
desla Cidade, oda dos Afogados, que os 30 dias
uteis para a cobranea boca do cofre do 2.- santos-
tro da dcima do anno llnanceiro crrenlo dn 1858
a 1859 se principian! a contar do dial." de junan
vindouro, lindo os quaes inrorrero na mullo de
.1 0|0 sobre os seos debilos trillos os que dcixsrem
de pagar. Mos.i do consulado provincial de Pernam-
buca 21 de mam de 1859 No impedimento do ad-
mioislrador, Thendaro Machado Freir Pereira da
Si/ra.
O agente Olivein far leilao a requii imento de
D. Isabel Carolina Rnnrgnrt Jardim inventarame
dos bens do seu tinado marido Manoel Pereira
Jardim, por autorisaco e respeilavel despacho do
illm. Sr. Dr. juiz municipal da segundasen desla
cidade, datad* em 19 do correte, dn SJBM torea
parte do hiate nacional Artista, fornida flpjpobre,
ocliioluioiile aniiirodo defmule do I ramea do al-
godio : iisroo-i'eir 24 do correle as 11 horas da
1001111.10, i porlo da ossociacin cnmnioroial.
O Sr. thekoureiro manda faier publico
que te acham a venda todos os Jim da 9
horas da manhaa as 8 da noile, no pavi-
mento terreo da cata da. ra da Aurora n.
26 e na cata cominissiouada palo mesmo
Senhor tlietounro na praca da' Inde-
pendencia numero 22, ale at G horas da
tarde somente, os bilhctes e meiot da se-
gunda parte da primeira lotera do Di-
vino Espirito Santo cujas rodas devero
andar impretei ivelinente no dia I do
futuro mez de junlio.
Thesouraria das loteras 21 de maio
de 1859.O escrivUo.J. M. da Cruz.
LOTERA
DA
PROVINCIA
O Sr. iliesiuroiro das loteras manda tasar' pu-
blico quo em cousequencio de se lar reformada o
planfl para a extracan das loteras, foi mistar alte-
rar o preoo de alguns bilhetea da segunda parte da
primeira loleria do Divino Espirito Santo que jase
achavoni impeessos, e por isto nenhuma duvida so
pode suscitar nos bilhetes da dita lotera que se
ocharom emendados com tinta preta porque o
mesmo Sr. Ihesonreiro por ellos se respnaiuuilisa.
Thesouraria drs loteras Zl de maio de 1859 =
J. V. da Cruz.
LOTERA
Os abano asignados tem exposto 'a venda os
seus bilholes da segunda parte da primeira do Ej-
pinto Sanio ; os inesuios vsnderam os scgOinte
proimos da sexta parte da qunrta do hospital de
Pedro II:
N. 332 meiobilhete l:000g c nutrs premios me-
nores os 8 por colo do lei pago na loja dos
inesmos oo praca do Independencia n 4ft
t'iairo & Holhchd.
' iSe3Sffi:EE5g^'iSr?S^.'52ai..
O Sr. alerestlo nono bs-
| talho de linha eji exerci-
l ci (le ajudante d colonia
militar de Pimenteiras,
Antonio Bavraiindo Cam-
pello queira mandar p>o-
| curar urna encommenda
I que existe desde maio de
1858 para lhe ser entregue
no artnazem de mupn\ feila
la ra Non a n. 40.
".5j 1
O saln do Iheatro nc Santa Isabel que desde
oulubro do anno passado dorma sob o peso suave i succedido, se a pronuncia se considerasse per-
das harmonas de Bellioi, de Donizcli e Verdi, |feila. i.reuios pois que nao avanoauos um ab-
despertou de seu soinao para oll'oiocer aos diloc- i surdo.
tanlis algunias poucs lioras de prazer. No dia 13 E* pois evidcnle que a adinillir-.se a opinin
tete lugar no salao do nosso Iheatro um concert daquclles que eiileodem sao as cmaras competen-
em beneficio da Sr.* Helena Couran, artista Iran-tes para deddireui acerca da continuadlo cu ces-
deza, e ha pouco chegada da Boho. O enlhu- sacio de procesaos instaurados contra algum dupu-
sinsmo que nasce do ludio e do sublimo juer sem- lodo ou senador por criuies praticados quando nao
pre revelor-se e msnifeslar-se por qualquer ocio se achaca o depulado ou senador como tal reco-
externo. E pois soja-nos licito dizer ak'iinia cou- uhecido, dada a verilicacao dos poderes, a admil-
sa acercado mrito da Sr." Couran, co'mo artista i lir-se dizeoiose.sla opio'iaos a cmara dosdeputa-
e do concert do da 13. dos pedera lomar conhecinienlo do processo do
-.LfEf'.. Ulua vz de soprano sobo dar|Sr. eonego Campos ; por isso loi que uo primeiro
arroba, o somenos' de "'fiOti a
2SSKI; o mascavado purgado do
2J*H) a 2,SJ00 e o bruto de 2 a

a msica lodo o fogo e expresso de quo capaz a
nalureza com o auxilio d'arte.
A ata voz por demas fresca, chea do suav-
dade, as olas que despiende de seu peito, de urna
docura divina, eucanlam pela alfluacao, pela justa
extendi Hsoguranca a par de uui nao sei que de
brando e delicado.
Nos medio1', princp'.lnieulo a Sr." Couran em
-'-:^:- :..:'?/;./: -f- .v. ;., -
i'ommunicado classilicunos de irregolcr e coolro
lei oxpressa o procediuieolo do juiz municipal do
Caruar.
Nio distemos que a cmara dos deputados era
incompetente para tomar conbecimenln do processo
do Sr. coiiego Campos ; um absurdo que so nos
empresta.
A opiniio citada pelo coininonicatile deslroe o
Agurdenle VeSdeu-sc de 50j a 35J por pipa.
Cauros------------Os seceos salgados foram vendi-
dos de 2-10 o 250 rs. por libra.
Azeiledoce--------Ve|deu-se a 24100 por galio.
Arroz--------------Iden a 2$S0O por arroba.
Bacalho-----------lleialhouse de 12$ al (9 por bar-
rica, licando em ser 10,000 bar-
ricis.
Btalas--------------Veaderani-sc a I96OO por arroba.
Carne'secca A do Rio Craude vendeu-se do
4$:-00 a 59200, e a de Rio da Pro-
la Je 392OO a 4g200 por arroba,
licndo em ser 5G,000 arrobas
em parles iguacs.
Carvio de podra- Veideu-sc de lCga l"9por loue-
loda.
Caf......dem de 5J300 a 6J500 por ar-
rota
Cha------------------Ideui de 1*550 a UCOO por libra.
Ceneja-----------dem de 5g a jlOO por duzia de
garatas.
Farinha do trigo HeUlboo-Sf 1I0169000 a 21? por
THEATUO
DE
Santa Isabel.
EUPREZA-GEIIMAMI.
Recita extraordinu ra livre da
asignatura.
TKRCA-FEIRA 84 DE MAIO DE 189.
Depnis que a orchestra livor execulndo urna bri-
lliaule symphonio, subir cena o excedente e in
teressann drama omtelos, original trance/. :
A MERCAD0H4 \) FLWDKES.
Terca-feira 24 do corrente.
M. de Borla
lai-.i' leilao oo dia ocimu designado no
seu urmazi'R] da rua do Collegio n. 15,
as 1 (I lioi-as em poni de diversos objec-
tos como sujam. mohilias, vidro, louca,
pr.ila ouro, pianos e otitras muitas Mu-
sas de completojotto.
LEILAO
TRANSFERIDO PARA
23 docorrente.
Henrique liriinn & C. transferira'm por causa da
chuca do dia 19 a coulumacao do mu leilao de
irrande sorliiiiontode fazends do todas as qual-
dades, as mais prnprias do mercado; lera pois lur
gar a conlinuaeao por interreajein do agente Oli-
reira, iiaBegnotJa-leira 23 do crrenlo s 10 horas
do manhaa, nu seu armasen) rua da Cruz do Recfe.
LEILAO
Isaac ]. \\ ebb, capilao da barca americana Os-
enla ^'consignatarios Srs. Henrv Forsler & C.) faro
leilao por autorisacao dn Illm. Sr. inspector da al-
fandega, em presouca do Sr. cnsul dos Estidos-
I indos, por iilerveneodo lenle Oliveiro te ron- .
la e risco de quem pertencerf d. referida taSS T^ t""* "'"" ""l A de,,"B S," P"r'
iHim ad> .**Xn P^a fS"'^ ^m dando ador a sua con-
Os ssaiso asignadas declaram
ao etspeittel publica, e particu-
larmemc SOcfirpO docommercin,
que lem migareliuante dtamivi-
do desde 13 dn corrente pifz a sociedade que tinham
nas la heas sii.is no rua do Pilar n. 40 e 131, e sob
o flzmo de Cordeiro & Irmo, licando a de n. 40
perleecendo ao ex-soeio Joao Estanislao Gdrdeiro,
e a de n. 1.11 ao cx-secio Manoel Martins de Olivoi-
ra Recite21 de miin de 1859.Jfmioff sforliiii de
(Hirtira.Jao Eilnnitio Cordeiro.
rr: Frecisa-se arrendar um engenho que tenha 16
a 20 escravos, boads c com animaos, preferindn-se
o que for d'n'gua, com Ionio que seja de boa prduc-
cao : quem liver para arrendar onnuncio, ou dirja-
se i prava do Independo n. 6 e 8,'qRo ohf se dir
qnem pretende.
Frecisa-se de SoUOftJ a premio, dand.vso por
seguranca 3 hons escravos, os quaes sen senhor os
lem matriculados, e paga-se o juro moiinal pelo
que se possa convenclnnor: quem qutzer annuocie
para ser procurado.
= Apparcceu no dia 20 do cotrente fis C lioras
da larde, uo sitio do rua do Pires, que lem porlio
de ferro do encarnado, urna fcca vermelhu com
mallias brancas e marca de ferro : roga-se a seu
dono de a ir buscar, pagando o estrago que a Ines-
ma vacca fez. O dono dn dito sitio prtesis contra
o dono pora pagar os dias de sustento, pOis o sitio
nao tem pasto para animos.
= Precisa-so de um pintor que entCndade plon-
lotacao 15 toneladas inglezas. cundemnada ueste
porto, onde arribou na sua rcenlo viogem de pes-
cara, com leda sua maslreaoao, veame, ancora i
duelo : o tratar na rs nde Apollo u. 19, taberna.
- OITereco-se uin rapaz habilitado para tojo de
correles, tal qual se acba"nc'rada"juno~a' barcal rt"r"Ja,sn0%ra"; d flwlor *M eba*'icli : na r"=
ca do Sr. Araujo, em cujo lugar podera os pre- _^f "'?I'
Ipndnnloi aninn..l.__!_ j.i.n. __. .__,r... U orStlCO-m
LILAO
O AGENTE
tendentes examina-la antes do^leilo. que terr|U- ,- tPF}"a AZ S df na?.eM ido
gar lerci-feira 24 do crreme, ao meta d.a em I" ;^ ^ 'f^X l~
ponto, porta da associacao commcrcial. i ?f i3 pn>Pneiarios e capllaes de navios, que. se
I acham no qnadro das carnes secas me etpie mais
urna ancora pera n lado da v.isante ; pois quo 0 por-
ta ameara urna grande endiente.
; = O Sr. Dr: DetphinO Augiisto Cavtlcantt de Al-
lniqiierque queira lera bondado de ir tilo do Quoi-
mado n. 10 rereber cartas vihdas do Bonito.
i = O barharel FronnscO JbJO Catnejr da Cunha,
i por causa de affozeres e da copiosa chova que"lenl
I harido, nio poude pessoalmeiile despedir-se de "
dos os seos amigos, ~ '
mcrecem Inda a esl
e daqaellas (soa'i, qm-
uno e coiisidoraci : roso
i?*
*Jt
roga, por
Ionio, que o deseulpem, e pede ordens para o' cor-
tra.uferio o leilaoannundaoq"pe fcWaijSiitoT. v,"omar 1",en'0 cmara dK Srs. de-
- -.
^.., .,---\.'. ,-:-;-;' -^
1 II'
< '"


Diario de Pernambuco Segunda feira 23 de Malo de 1859.
3
COM
D
Illuminac
DK
a gaz.
Constando a companhia de llumina-
co a ga data cidade que algumas pet-
soat inscriptas para terem iltuminacao a
gtriem tu a casa* e metno ootras que
no estao inscriptas, tem qJFerecido di-
nbeiro aos traballiadore entarregadot
destas obras para cura preferencia illu-
rainarem as suat casas, tela que se posta
cougeryar a ordem estabelacida, previne
ao respeitavel publico que listo e esprcs
sanente prohibido pela co apanina e to
do e qualquer trabalhadoi do gaz que
i-eoebtr.qmrlquer dinheiro ein caso se-
meHiante era' iminediatan ente despedi-
do do trata rh.
Rostron Roo ;c'r Agen t.
feijuktmmto para os Sis. con-
muidores de. faz.
1. Os Srt. consumidora de gaz eseo-
Iherao um lugar reservado aonde collo-
queotoseu regulador, de nodo que nao
etieja sugeito a abalo algn v.
2. Terao sempre Una la para ac-
ceniler o gaz, ante de a brirem a tor-
ne-ira.
3. Conserva" o fecad
regulado; (tundo o gaz
e ter3o o cuidado de lee
a tonieir do
ettiver apagado
m-Ia logo que
O abaixo assignado roga a&S Illms.
Sts. attignantet de camarotes e cadeiras
do tlieatro, que sttendendo ao estado
enfermo do actor desvalido se digne -
car com a dita assignatura para a noite
de 24 do correntc pois e recita extraor-
dinaria concedida pela especial graea do
Illm. Sr. empresario, (cando elle conhe-
cendo quantoee deve ter grato aos tens
nacionaes e compatriotas que nunca det-
sararn de soccorrer a
Antonio Lopes Ribeiro.
Precisa-se de urna ama para coznharc engom-
mar: na rna Nova n. 10, luja.
= Fuxin ao amanherer do da IV do maio dn
correte auno, dopenltimn sitio da Soledade, es-
trada do Joao Fernandos Yieira, un cavallo casta-
nho, gordo, bastante novo, pos e ruaos calcados,
cauda comprida, dinas grandes, com mu pequeo
sign.il na testa ; quem do mesmo di't noticia u
lovn-lo ao referido sitio, receber di' gralifiracau
20*000.
Pedido.
PeJi'-sonn digno empratario do lUeairo de ftanU
Isabel, queira levar .'i sruna o nowssmn tlianKi d<>
nossii eglunado dramaturgia Jos da silva Mondes
Leal Jniori Pobreza Fiivergnhada< ipial i*s-
i.i venda na liviana de Sr. Nogucira junio ao
airo da CoiK'-ei'.'ao
Attenclo.
COMPANHIA
DK
llhiminafao a m.

' *
\

i
i

i
*

i
nao precisem de luz.
4. Apparecendo fuma ;a as hize, ou
c por deleito dos bicos, )u por estar a
torncira desmayadamente aberta ; nao
provindo deste ultimo caso, exigirao ou-
trot bicos, ot quae tej vendem no et-
ciiptorioda companhia J
5. tlavendo eiieiro te gaz im cata,
matul a rao dar parte (inmediatamente
nos depsitos ou escriptorio da couapa-
nbia e cootajrvaiao abevtas as portase ja-
^nellat ; fecha rao o regulador e evilarao
queenfre- > auetentoj luz alginna en
quai to'durrVr o cheiroj
C. No escriptorio db companliia con-
certa s *e respork/e-sej pela elficacia dos
apparethot all vendidjot, porm de ma-
netra alguma se encarrega de collocar,
i:oocrtar, responder ou supprir gaz pe-
los app:irelhot alheios.
7. A corapanliia reserva para si o di-
reitu de feclujr a--eonnn un cacao do gaz
a qaalqtier cata*. CUJO dono nao pagar
com pontuulidade suat contas mensaes
do contumo, assim como aquella que lin-
dos tres mezes da datada acccndtr, nao
)>agar a coate dos appttWlhos.
8. Os reguladores nao poderao ser
mudados tenaoDor Cmpregados da com-
panbia ;e verificada qualquer tentativa
eyau^e a companhia cortara' a com-
munica;.ao O gazc nao fornecci a' mais
ao consumidor que a praticou.
st Fugio no do eagunlio JateraMulis, tregiizia di' Agua Proia,
umn negra da^ff^Sjffcijp f o de campo, de nomc
Justrna, idade de 55 a Wannos, bana, um pouco
eheta do corpo, pliysionomia carregada e ps gran-
a Vjual foi esrfara do Uado Manoel Gomes da
l'.osa qne morou cm Olinda, i'vistlmlo alugadn ra
vidn de sen?ienhor, no poder do abaixn assignadn ;
cuja escirva eradio-so ni nrc.isio de ser fiilregue
a qiieui coniselerrtemente a rcrlamra. i depois
dvfgla fot lambem reclamada rom igual direiln
peloSr. capilo de fragata, reformado, Caelano Al-
vesde Sonza Filgueiras, resldenle em Olinda, a
qnetn se responden nrsle sentido. No dia 24 do
mestoo rneM'ngio lambem do mencionado engenho
iietcraru Elias, perleninile ao abaim nssignado,
de idade do S anuos, erioulo, ligara agradavel,
estatura cima de mediana, reforcado dn corpo o
ntoviMenUis ehergkos, te9ta curta, bastante caln'l-
lo na cabeca, pouca baiba, e (alia do um dente na
frigUe, e, (protavel qde teiiham (Cito junerao na
ff4 poh{ue Tiviam junios : sedo-se e reeoimcn-
da-se a todas as autoridades policians, capitaes de
r.iiiipo o fffsoas gatiicaitrcS a captura de ditos
escrotos. podendoV caWegues em Olinda, aoSr.
capifco d Trgala Pflg^efras, ou ombds nesio on-
grm, ou no i'ngeiftlrj Canoas do Una, do auaixo
assigatdo Redro Qavalcauli Wanderley.
Iteseja-so fallar ao Sr. Jaquim de Souza Pin-
to a iegocn quelbfurespeilo : na na da Peuhu
sobd^n<5, primiro andar.
7- O abaixo assignado, nao podendo se despedir
de todos og que o liouram com sua amizade, em
virludeda impreTisUrapideide su.i viageni para o
sul do imperio, o fai por este meio, pedindo des-
culpa a todos os sous amigos, dessa omissuo inlei-
ramuiite involuntaria. liermogenes Sociales da
Silva'Tavares de Vasconrellos.
Pecisa-se de um liomcm que oiil<-nda de
plantaeoes e tratar do cavallos, para sur feilur de
u m yt(p pcrlo da praja : quem quizer nislo su iin-
pregaf, dinja-se ao sobrado da ra de Sal liie-
reza, que achai cora quem tratar.
Di-se 1 :#1J cpin bjpolbec* em alguma casa
sendo no frngOfczja de Saulo Antonio ou de S. Jos:
iniesn iiuizer, djriia,-se a rna do ltaugul n. 01).
Furto.
Fanlcraudn ra Uireita, dn taberna n. 95, um
relog* de ouro patoolu ingle/, de duag caixas e
ahriMi eoberl : >v.ga-e aos sfiihcr.-s lelojoeims
ou a 4>egfiot a .|uem elle for offerecido, apprelion-
de-lo e lera-lo a dila casa cima, que serio re-
T^*aWlsTs^Ws^^*^^3*
Precisa-se de 2:500 a juros por um ai......
dalido-se por hypulln'ca tres escravos e outros ob-
jeclos de graude valor, que monta a garanta a
0:00(19, pagandc-si' o premio cm qnarli-is adian-
lados : quem quizor fazer este negocio, aiiiiuucio
para ge tratar.
Na ra to Quennado n. 2,
terceiro andar, apromptam-se
bandejas com bolos para casa-
montos, baptisados, bailes ele,
etc.; na mesina casa precisa-se
de pretas pafa vender na rna.
Precita ae alagar urna ama, preferindo-se es-
clava, para o servido interno de urna i asa de pou-
ca familia : na rna da Gloria, sobrado da calcada
alta, junto ao Sr. Dr. Hoscoso. ^^
&
Aclia-se preparada para collocar canos nos casas
para fonieciineuln de gaz.
O proco do gaz do 1llg por mil ps cbicos.
Os canos que se eollovarem desde o cano prin-
cipal ate a pilla da cosa ou sitio do consumidor,
serao collni-a Kis a custa da companhia.
A collni ai ao dos canos no interior das casas ou
sitios rustan ao consumidor mil reis por p (termo
medio'.
Oscandiiiios, bracos, lampees etc., serao de
preeos relativos as suat classes c qualidadcs, e os
procos san n.odeos, o as qualidades prupnas para
todos os (Ins.
Tres ps cbicos do gaz dao urna luz igual a cinco
velas de espermacete vendidas aqui di.' 0 em libra,
cnismninilo 2511 grans do espermai-ele porbora.
Tres ps cbicos de gaz custar somonte por hora
30 reis.
EmontaU) que as velas r.ustam por hora 200 rs.
K uiua luz de azoila de eoloya, de coco ou do es-
perniacele cusa por hora 100 rs.
O gaz Jeve ser vendido por registro vendido ao
consumidor tmenle o que diariaoteole for consu-
mido ; este registro deve ser guardado em ordein
pela companhia isciito de pagamnilo, e o consum-
din- garantido pola lircuinstancia do registro, sen-
do sollado para uao sor aborto gesto oui sua pre-
senca.
Aquelles que desejarem ter ga/. devem fazer o sen
pedido qiiaulo antes, pois que os prinieicoa viadas
fero tanihiTil Servidos um primevo lugar de Cun-
fonnidade com as dalas dos tena pedidos.
.V- petBOat que se acliaiu inscsiplas devem rom-
parecer para isinllien-in os apparelhos quu lln-s
coiiveui no armaiem da rna da C.adeia do Santo An-
tonio onde acbaro um completo torlimeolo.
Escriptorio da companhia. llecife 3 de lOtio de
1859.
Precisa-se de una inulber capaz para fazer
compaobia a ama lenttwa e mais algumas ilircc-
coet: quem quizer, diiiji-se a ra da Sania Cruz
. 21.
Companhia do Be-
beribe.
Nao tendo-se reunido o numero de votos
les ecooperan) para o mi hlito da borra, nao prcsentei (pie exige o ait. 1C dos estala-
suido UradM ; calta m danln furados com ouro, t da Companhia do Beberilie para que
| ral.i, melalbraiicn e ma.isa adamantina da de me- ', ... '
wraim
A viuva Jane, deutista tem a honra de avisar ao
respeitavel publico, que continua a por denles i11 i
liciaes de porcelana, assim como tamben: lira as
carias dos naturaes, que lano damnincaiii os den-
lhor qualidadc. A anniiiieionte assevera a todas
as pessnas que sequizercm ullisar de sens seni-
ros com especialidade as senhoras que devem pre-
ferir ser tratados por oulra senhora pola maior de-
lic ideza no trabalho e minos aranhmuenlo que
natural
lo
baja sesso da assemblda doS accionistas
e te proceda a eleicao da administrac,o
que tem de iunccionar e determinando o
art. additivo ao 16 dos mesmos estatutos
itural experimenlem que dispoe dos melliores I ,.,lc neile raso ,e faca S(!SSUO cuin Q nmne. ]
mais perfeilos instrumentos para o sen irahalhn,
e nao exige paga alguma nao licando os denles d votos presentes, sao novameDlfj
lionera poslosqueno snpossan dilTerennar dos convidados OS accionistas da inesmu COin-
proprios naluraes : na ra de Santa lli.a n. 63. j ])anhia reunirem-ie em aMCmLIva no
laSSO InnaOS aVlSam aOS aja 25 do correntea urna hora da tarde,
sens IVegue/.es qne COIltinuamj Escrirtoiin da administrarlo 17 de
a ('Star beill SliprdoS COm aS|maode 18(J.Barlbolomeu Francisco
iannhas de Trieste das marcas SoT' *ecreta.no-
Precisa-sede urna ama pan o ser-
vico interno de urna casa de familia : na
ra do Pilar era Fora de Portas taberna
n. 84 defronte do Boceo Largo.
Alufra-se a cata terrea n. ~>l tita na
ra Beal junto ao Manguinlio, a qual se
acliacmmuito botn estado, tem bons
1 comraodos, cacimba e qnintrl murado
coui porlao e porto de desembarque: a
tratar no sobradon. C sito namestea ra.
FABRICA.
de machinas e ealdeiraria,
FUNDIG&O
de ferro e bronze
de Francisco Antonio Correia
Ca rdoito.
Fontana
E priineira qnalidade
assim taiiibein das melliores di
Hicliniond
Calego I Odauce
Haxall I Cnhnnbia.
fe Hesi-neath.
Bem como 'arinhas de Nova
Orleans e Charlestown lanloex
tras como superfinas.
Este anligo eaUbotarimenlo aeba-se enllocado
no grande edificio construido part osle llm pelos
Srs. Mosquita \ liutra, na rna do llruin u. S, em
denle ao arsenal de manaba. No mesmo estabe-
lecimeulo acharDo seas numerosos freguezes e
amigos senapre nromptos : alambiques de cobre de
qualquer lamanho, simples e rontiuuos, que aflan-
eaia sen hnm trabalho, e podeni distilar 3 a I pi-
pas de aguntente en 21 horas, e sao da nielhor
construocao possivel, caldcaras, lachas, bombas o
coins para encenhos, bicas e canos de qualquer
metal pan ditos, casas ou navios. Faz e concerta
machinas e bombas de qualquer nalureza que soja,
eom a hrevidade e perfeicao possiveis, e todas as
ninas perienceiites as arles de que consta sua fa-
brica e fimdicio de ferro o bronze, como sejam :
moendas e meias moendas para cana, de qualquer
lamanho e qualidade, erivo9 o portas de tornalba
para assentamenlns de engcnbos, dislilacijes e tor-
nos de padaria, boeiros e restos para ditas, agui-
Ibies de ferro batido e fundido, cruzlas e parafu-
BOS para rodas de agua, rodas de agua todas de
ferro ou para cubos de madeira, rodas dentadas
angulares c direilas, carretas o cruzlas para moen-
das de qnalqiicr lamanho, eixns. trilhos e mangas
O Dr. f.nsauvta, avisa a quempossa inleressar para earrnca, simples e de patente, maneaos para
Figueira.
Ferreira \ Manis com amia/, m na travesa da
Madre de lieos n. 16, lein a venda o melhor vmho
da Figueira que Veta a este mercado, em pipas,
meias pipas e barrisderi", estes ullnios moilo pn>-
prios para casas particulares, desembarrado hnje
do hrigiie RUmpfo, procedente de Lisboa: a
qualidade mu superior e o preeo aecommodndn.
No Passeio Publico n.ll
vendem-sc lindas nianlinhns de coral verdadeiras
a / rada nina, ditas em inaciuhn a 561), tapetes
para enfeites de cima de mesa para froi os a 1gS80 o
HKBieSPAI'EIft
que havendo delerminadotazernma riagema iran-
ia, tem vendido lodos os medicamentos qne axis-
Dcclaracao.
tlflfllMCI
O bacharel Francisco Luiz Correa d'Au- *\
dradedii Silva, Iransfi-rio o sea escriptorio
da ra do Collcgio para a do Quximad.
Ahi, no 1" andar do sobrado n. 14, pode
ser procurado a qualquer hora para os
trabalhosdeadvocacia, tanto insta cidade
como fora della. Assevera lomar o maior -r
t interesse pelas cansas que lhc forem con- *S
H* liadas, l'or lano o sea inelhor desem- Jg
5* peuho. )
SEGURO CONTRA FOGO
NORTHERN ASSUKANCt; CO Al PAN Y
LONON.
C.vriT.VL^ 1,500,000.
\.gcntc C1. \sl\ey e C
Offerecc condicoos muito favoraveis e premios
moderados.
DE
Goipmissao de escravos.
Ma rna larga do Rosario n. 22,
segundo andar.
Kesta casa recehem-se escravos para serem vn-
didos pur commisso por conla de Boas senhores,
nini se piiuj indn esforcos para qne os mesmos se-
jam vendidos eom promplidao, aflu de que seus
senhores lian solTramempale coma venda delles ;
1 alliaiiia-.se o bom Iralamenlo assim como a segu-
ranra para es mesmos. Nesla casa ha sempre pa-
ra vender escravos de ambos os sexos.
O Sr. Jus Francisco de S.m/a Lcenla, que
ninioii na Boa-Visla, queira annunciar sua mora-
da, ou dirigir-so a esta lypographia para receber
una carta.
nsencia Iok fabricantes americanas
Grouver .>. Ilaker>
Machinas de coser: em ca>a d.e Samuel P. Jo-
liiisiiui ci C, ra da Seuzala Nova n. 52.
l'racisa se alagar nina ama que faca lodo o
serviio do portas a dentro : quem pretender diri-
ja-se a praea da Independencia ns. 36 e t.
Precisa-se de dous serventes para
! liara em sen consultorio ; porem nao se tendo rea-
:>." .' ;,'.,',.^ J";,'.,;Vv;"..':,;"^'Vv'3't*''" lisado essa viagem, tem lluramente rerehido de Pa-
rs, urna ouira collocrlo de medicamentos inleira-
os mais bem preparados possivel.
f Consullorio ccnli-l honicopalhico J5 m
una oulra
le novos, '
DB
G.*f
DO
DU. SABINO 0. L. PINHO.
Jt/fua^rfe Sanio Amaro Mundo Voto)
M Conlinuam as consultas c visitas dn mes- gg
j mo modo que d'antes. A conliaura que o gj
f% Dr. Sabino deposita na pessoa que t'na'X
.; encarregada do seu consultorio nao ser r'
;"J desmentida. ;'^
al Os pobres serio sempre tratados gra- eXj
Y' lailamenlo. "-.,'
S^ As conespondencias serao inderecadaa 11
'^1 com o subscripto ao llr. Sabino com* au- '"i
j-' seiiciaao abata assiguado.
aJ Uanorl SH Professor cm bomeopalbia e secrelario H
t-J' do consultorio.
Botica ceulral homcopatliica
no
DR. SABINO O. L. TINHO.
Contina a vender-se grande sorlmeiiln -j{
de medicanienlos hnineopatbicos tanto em ;-
glbulos como em tinturas. i Si
Os preeos das carteras sao os que se "W'5
achamj'slpillados no Dual do Ihesouro
como lambem cartetras mui ricas e livros : assim,
quem desoja os verdadeiros medicamentos podo pro-
cura-Ios em seu consultorio homeopalhico em Per-
nambuco 28 ra das CrdVes n. 28.
Para o termo de Tguarass.
No lempo da insurreiio dos negros malungui-
nhos, em Caluc, foi preso por sen legitimo senhor
lima escrava e seu marido que am ser surrados;
podendo porm aquella evadir-se, procurou o cen-
tro, econio forra leiu vivido at boje; suppo-se
ler perti'iirido a un senhor de eiigenho das parles
HeCatue: a pessoa que se julgar com direilo a Calente'stexes!
estrada de ierro, escovens c botonles para navios,
o ludo mais que possa ser preciso e til para o fa-
brico de engenhns, casas c narios, de cobre, bron-
ze, ettanho, tinco e chumbo, ferro balido ou fun-
dido p.ir ter na direccao de sens irabalhos, um dos
melliores e mais antign engeiihciro c machinista
ingloz James Spiars. Nao jioupando o dono desle
eslalieleciinenln exforcos e fadigas para bem servir
seus numerosos freguezes c amigos, c lodos os se-
nhores que mais o quiz.crcm honrar com sua con-
lianca
Ra da Senzala Nova n. 42.
Vende-so em casa de S. P. Jonhstnn & C. vaque-
tas de lustre para carros, sellins e sillines inglezes,
condeeiros e castieaes bromeados, lonas ingleas,
Do de vela, chicote para carros, e monlaria, arreios
para carro de um e dous cavallos. e rolojjios d'ouro
dita esclava, e qui/eidella ter noticia, dirija-se ao
abaixo assignadn. na ra da Cruz do lldcie n. 45,
por cima do escriptorio da viuva Ainuriui.
.tuoiiio dos Sanios Caria.
Desappareceu
no dia I i dn rorrete, as 7 horas da noile, um ca-
vallo de edr easlaiiha, cgo de um ollio, descarna-
do, altan regular : quem delk* der noticia mi lo-
vii-lo a ra do Crespo, luja n. 6, ser receaapOasadO'
^{ homeopatliico.
"W ''i"'a ,,lno avnlso......
~! Cada vidro de tintura. .
IXi Ihesouro liomeopatliico ou vade-
} mecum do homeopatha, obra in-
y.
lSHi)
2S000^!
ir.
Aviso.
Camisas inglczas.
Vendetn-se superiores camisas ingle-
7.at: na ra do Collegio loja n. 3.
Retos.
fi-
esta typograrhia.para trabalhar das 8 p ^.'f"*,1,,!1 'd<' pai den,Uias' ll0nn ^
horas da manida al as 4 da tarde. X;|&Vi;^^|i3l
Aviso.
A CASA MI'NIKII 4l!. d aquella que na Kirosic.o l.'nivcrsal de 1S55, na seccaodas induslrias
consagradas phannacia e medicina, obteve a medalha de ouro, designada sob o nome de jikiialii.v
u'HO\nv: ella se aprsenla pota aos pharmaceiilicos e aos commerciantes do nosso paiz, com todas as
garantas de nina repulacan de eapacidade e honradez a toda a prova.
I)u seu eslabelociiuenlo, n mais consideravel de Pars, a casi Mimfb fabrica e expede lodosos
artigos, que sao nleis T: prulissao de pbarinaceutico e de medico. Pode-se julgar da exleusao dos seus
negorios e dos serviros que ella deve prestar, melhor que qualquer nutro estahelecinienlo, pelo qundro
dos diversos capilulos dos sius preeos crtenles geraes, livro excessivamente til aos phurmaceulicos
e todas as pessonsque se oceupam de seiencias.
Substancias naluraes drogas) ; Laboratorios de chinaca j montados ;
l's medicinaos ; Instrumentos de rirurgia ;
Prepuracoes pharmaceuticas : tnslruinenlos de casuthoiic vulcanisado ;
Producios chunicos medicinaes ; Machinas para fabricar aguas gazozas ;
Plantas medicinaes liislrumenlos de physicn e de precisan ;
Medicamentos especiaos e de palenlc ; Rollos e ornatos para phannacia ;
l'reparaccs homeopatliicas ; llalancas de Borrico, do luxo e de analyse chimica ;
Utensilios e apparelho de chfmica ; Vas is de lidio, crystal e porcelana.
IA^tos de ueiWeuv.v de p\iarmae\a c de, seiencias.
A CASA MENIER responde a quaesquer iutormaces que se llie peeam. F.ncarrega-se de fazer
lodosas despezas al ao piulo de embarque (transportes,'dospezas do seguro etc.,}.quando ae llie faca
qualquer encommenda de productos necessarlo mandar so ruesinn lempo una letra de tal valor ap-
pioxinialivamenle ou indicar esi Franca mina Europa, una casa encarregada de pagar on de servir de
u.naiilia, os pmdoctos devendo ser pagos em Pars, as despe/as do caiiiluo oo ao cargo dos cnmniel-
lenles.
Todas as enconiniendas devem serfeilas a cvs.v Henikb &C.*n. 37, ma Sainc Cnnxde la Bree
sonnerie, em P.vsis. \
!0NSlT0nT0 ~
DO
Dr. P.\A. Iol$o Moscos o,
Roga-sc encarecidamente pessoa nesta piara
ou (ora della, que teuha coiihccinieutu oii relaroes
com ns casas dos Sis. Antonio Alvos Moreirn c co-
ronel Almeida, em Oliveira da cidade do Porto,
sendo aquella lavrador, e este negociante que foi
ucsla piaca pelos anuos de 1836 c 1837, queira an-
uuuciarpor esta folha sua morada, alim de se llie
incumbir um negocio de summa importancia para
com aquelles seuhores.
Alim de evitar os repetidos qumanos dos ra-
pites de navios que vio ca regar Paralaba pelas
despezas accrescidas de commisso no cosleio, c
mesmo para rrgularisar tais despezas, c poderem
ser previamente calculadas pelos comuiilentes que
para aquelle porto enviam seus navios : os abaixo
assignados se ollererem a receber naquella prara
os ditus navios, a gerirem os embarques de suas
cargas, e os respectivos despachos mediante a eom-
misso lixa de atKOOO por cada navio de lotacao
al 300 toneladas, eSOjtHKtns que exceder osdesla
liilai_an.=Joao Jos de Medeiros Correia & c.
JoSo Joaquim Gomes, Rrasileiro, relira-se pa-
ra a Europa com sua miilher, dous lilhus menores,
sua eiinhadn Henrquela BocV.
Culleetoria provincial tia cidaIc le
OlindJw.
Pela collectora do rendas provintiaes de Olinda
so faz publico, que os 30 das uteis, marcados para
a cnliranra da dcima urbana do districlo da mes-
illa cnllceloria, relativo ao segundo semestre do
Gustavo Babia, devondn rfirar-so no primeiro
paquete do norte, tem a honra de participar que
anda lein venda alguiis relogios de ouro, chro-
nometros, de repetirn, e outros limito superiores,
joias de ouro de buin gusto, dertaes do ouro e de
prata, caixas para rap, dnuradas e nao deliradas,
curtes de seda para vestidos, e algumas pecas do
chita em cassa muito lina, algumas dnzias de pares
de meias para homem e para Senhora, de algodao e
de linho retorcido, de prfmeira qualidade, luvas
do seda, lencos de seda e de panno de linho, urna
porro de pontos do tartaruga para tranca, de ali-
sar, para piulhos e para barba, e tamhem de mar-
lime de bfalo, memorias o luidos botos de piiubo
de tartaruga, escovas de toda a qualidade para Calo,
para cabello c para denles, bonito servieo de facas
para mesa, caivetes e tesouras de varios feitios,
caixas com perlences di' costura, muito proprias
para presentes senhtras, perfumara, etc. : lo
dos estes objnctos do primeira qualidade, se ven-
derao milito barato, para acabar com este negocio,
no hotel ingle/., quarlo n. M.
Em praca publica do llr. juizdos fcilos da fa-
zenda se han do arrematar ngiiem mais der.
lina rasa terrea na freguezia da Boa-Vista, e ra
da Santa Cruz n. 13, com 21 palmos de frente e 85
de fundo, ro/.inha dentro, quintal murado, com ca-
cimba niecira e porto para o boceo da computa,
sendo o solo prnprio, por 2:600S, pcnliurada aos
herdeiros de. Mariauia dos Passus.
Urna peqnena casa terrea moi-a^ua, na freguezia
de S. Jos, c ra dos Acuuguiihus n. 22, com 211
palmos de fronte e 25 de fundo, coziuha dentro o
arruinada,,por 150$, peuhorada a Jos Feruaudes.
A renda auuual do sillo no lugar de Salgndinho,
freguezia da Boa-Vista, com frurteiras de difieren-
tes fruclos, e duas casas terreas para morada, por
300S, penhorado a Francisco Ferreira de Mello.
A renda annual da casa terrea na Iravessa do Re
?""" 1 df.,n?nen,S:n;Pfrr|,au"Sr 3 "'"^ A" ^ '<" f'Cge'a dos Afogados, a .mal tem bastan-
1. d jiinlio prximo futuro : lindo os quaes ni- KZxL
3 RA DA CiiomA. CA8\ DO I l \DO
por av\u>s os sysU'mas.
CliaW
0 Dr. Lobo Moscoso d con
trata partidos para curar aunualme
dades rucies.
Os chamados devem ser dirigidos j sua casa al as 10 horas da manha e em caso de urgencia
a oulra qualquer hora do dia ou da boilo sendo por cscripto em que so declare o nome da pessoa, o da
ruaco numero da ansa.
Nos casos que nao foro d.
ter seus bilheles a botica do Sr. Joal
ra de Souza na ra dn Crespo ao p
Nasa loja e na casa do ann
liomeopalhicos ja bom cnnhccldos i
Botica de 12 tubos grandes.
Ditos de ii dilos.
bitas todos os das pela manhaa e de tarde depois de 4 horas. Con-
ste nao sopara a cidade como para oseugenlios ou nutras prpprie-
rgencia. as pessoas residentes no bairro do Recite poderao reinci-
Soiinu \ C. na ra da Cruz ou hija de livros do Sr. Jos Noguei-
pnnle velha.
liante arhar-se-ha constantemente os melliores medicamentos
ibis preeos seguiutes:
Helena.
Tendo por causa das chuvas sido transferida a
sabida do tingue Helon.-i.. para o Assi, para odia
<5, pqdcr robot- ruega al n da 23.
COMPANHIA
k
Sitos de 36 ditos,
ito de 48 dilos.
Hilos du Gil dilos.
Tubos avulsos cada um.............
I raseofl de linduras. \.......,.....
Manual de medicina lmiiieopalhica pelo Dr. Jahr traduzido
em porlu^oe/. com o diccionario dos termos do medi-
cina, cirurgia etc.. ote.......... .
Medicina domestica do llr. Hering, cun diccionario. .
llepui tono do Ur. Mello Moraes......- .
10S0OH
lajIMIO
2fi*:tlfl 3II500II
1.NM)
2SIHHI
20SO(lil
msoot
t;,vinn
Estabelccida em Londres
Mirlo) m mu,
CAPITAL
Cineo mUh5es de \\Lras
esierlinas.
Saundara Brothers S C." tem a honra de Informar
aes Srs. pegociautes, proprietaros de rasas, e a
Onem mais convier, que. estao plenamente autorisa-
dos pela dila companhia para effeeluar segures so-
bre edilicios de lijlo o podra, cobertos de telha e
igualmente sobre os objeclos que couliverpm og mes-
mos edilicios, quer consista em inobilia ou em fazen-
das de qualquer qualidade..
O fiscal da freguezia de Santo Antonio, Ma-
noel Joaquim da Silva Ilibeiro, inudou sua residen-
cia do pateo do Carino para o largo de S. Pedro,
sobrado n. 4, onde outr ora morou o Sr. cirurgiao
Leal.
~ Antonio Joaquim Panascomudoo o seu esta-
belecinietlo de sirKiieiro da ra Nova para o pateo
da matriz de Saulo Aulunin, loja que fui do Sr.
Lupa.
Attenco.
Precisa-sede urna ama .para o servieo interno e
externo de urna casa de pouca familia : no pateo
do Carino n. 20, primeiro andar.
Precisa-se alugar um preto sadio e robusto,
qne sirva para todo o servieo : em Pora de Portas,
roa do Pilar u. 120 : d-se "bom ordenado, ou lam-
bem se compra.
=: Na ida da Cadeia, defroate da relarfio, taber-
na do I). S. Campos, lia superiores bichas hambur-
gnezes para vender-se e alugar-se, em poroao e a
retaiho, precocommodo.
Precisa'-se de um padeiro que cnlenda de mas-
tan e fomeiro, psra o Rio Grande dn Norte : tia-
la-sc -na rna da Cadeia da- Recie n. 51.
Precisa-se alugar op por.compra, urna escra-
va de meia idtd para o servieo externo de urna
rasa : na taberna da ru das Crozes n. SO.
Precisa-se alugar
um preto para o servieo de casa : na na das Cru-
zas n. 41, deposito.
=: Francisco Arcelino Craibeirn offerece-se para
faier viagens particulares dentro desla provincia :
a frutar nos Bairros-Baixos rasa do banho, as 8 1/2
da manha e das 6 da tarde em oante.
Lava-se e engamtna-se con areia o prompli-
dao : no paleo do Terco n. 5.
FUNDIQAO DAURORA.
Ksle utilissiiiio esiabelccinienlo acha-se, ha pouen lempo, augmentado tanto no material enmono
soupessoal, e seus proprietaros habilitados para vencer qua.qucr opposicyi hostil e desprezarem a ig-
norante viluiieraiiio do uialevolcucia. OITereceni a seus numerosos tropiezos e ao publico eiu gernl. as
vaulagensde ana huiga experiencia e recouhecida promplidao a lidelidadi; na execucao das obras as
mais importantes de engenharia, entre outras pode unnmerai as se;uiiitos : machinas de vapor de lodos
os tamanhos, rodos d anua de todos os dimetros, todas de ferro ou para cubos de madeira, moendas
para calina Indas de ferro e independeiites cun os melhoramenlos que a experiencia mostr sor in-
dispousavel, meias ditas com lodos os prepares, lachas para eiigenho de ludas as qualidadcs e tamaitos,
rodas, rodles, admitios, crivos e boceas para forualha e Indas as ferragons para engolillo, uiachiiias
para auiassai pao o bolacha, ditas para moer mandioca, foruos e prensas para fariuha, puntes de forro,
aaldeiras, lamines, boias e todas as obras de inarhiiiisino ele, etc.
corrern na mulla de 3 0/0 todos os que deixarem
de pagar no referido prazo, na forma determinada
no S 1-" do art. 21, cap. 6 do regulanicnto de 16
de abril de 1842. Collectora provincial de Olinda
lti de niaio de 1859.O escrivao,
Joan Oonrahts Rodrigue* Franco.
Aluga-se um sobrado na
estrada da ponte de t'ehoa a
uiargem do rio Capibaribe: a
tratar na ra da Aurora n. 24.
Curso dalingua italiana para as
senhoras.
0 curso desle bello idioma est preduzindo o cf-
feilo prnineflido pelo respectivo professor. Duas
das meninas pernambucanas j Iraduzem as poesias
do celebre Petrarca e esto quasi prximas a faze-
rera os seus exames, tendo apenas 60 lu-oes. Com
um cento de liees qualquer menina on senhora pu-
do, pulo novo plano eslabelecido, fallar, traduzir,
ler e eserever a lingua italiana sem o maior obst-
culo. As senhoras pois que desejarem entrrnoste
curso, poderao enviar suas propostas rna do Col-
lcgio, livraria da esquina, dos Srs. Guimaraes & Oli-
veira. Os lllms. Srs. Dr. Joaquim Jos da Fonseea,
llr. Joo l.ins l'avalcanli de Allniquerqiio e Manoel
Vives Guerra, certificaran da exaclidao do dito
curso.
l.ova-sc o encamina-so com perfei-
cao o por mdico preeo, roupasde ho-
niens o de senhoras : na ra da Cruz
do Recite n. 53,
tes cniiiniidos, com um sitio, por 800}, penhorada
a viuva de Joaquim Antonio Fereira de Vascou-
cellos.
A renda annual de urna pequea casa na ra Im-
perial n. 170, em mo estado, com quintal em abor-
to, por 48g, penhorada a Joan Teixeira Guimaraes.
Os pretendemos comparecam as 10 horas do dia
26 ao corrate atol de maio, ua sala das audien-
cias, que a ultima iraca.
Vendem-se relogios de ouro inglezes de patente:
no anuazem de Augusto-C. de Abreu, ra da Ca-
deia do llecife n. 36.
Manguitos para senhoras e
meninas
Vendem-se manguitos bordados de cambraia pa-
ra senhoras e meninas, pelo baralissimo proco de
Ifi o par, ditos muitissinio linos a 3 e 5$, ditos de
lil de linho muito finos com lindissimos bordados
a 5t ; tanibem se vendom golliuhas de cambraia
bordadas muito linas e as mais lindas que se pode
encontraras c4$: na rna do Queimndo, na bem
conbecida lua de miudezas da Boa Fama u. 33.
Chapeos enfei lados.
Tein na ra do Qucimado, loja de 4 portas n. 37,
todo sortimeulo de chapeos para meninas, de seda e
de palha ricamente enfeitados, ditos para senhora,
de palha e de fellro, enfeites de troco para 3$50e
C, dilos de retroz cun vidrilhos prelos c decores
a 4-?, gravalinbas para senliera, de roeo, a 2$, e
lodo o sorlimeuto de chapeos de seda,dilos de sol
para homem e senhora, que ludo se vender poi
menos que em oulra qualquer parte assim os fre-
guezes tenham a bnndade de comprar : lambem se
enrontra um sortimento de focos pora 4 u 2$.
Toalhas de. linho para mesa.
Na bem ronheeida loja de quatro portas, na ma
do (.lu iin.ido ii. 37, tem para vender um completo
sortimento destas toalhas, as quaes se vendern
conforme os tamanhos, e por preeo muito com-
ntooo.
Vcnde-se um cabriolel de 4 rodas com'.caval-
lo ou sem elle : a ver e tratar na coebeira do Sr.
Guedes, na ra do Cano.
Vende-sc o engenho denominado Cueira, sito
na freguezia do Santo Amaro, onde limita com a
da l'.seada, junto ao eogenbo Malapiruma, e 4 legoas
ao sul de Santo Aulo, limito bom de agua, inocu-
le correnle e com ierras de muito boa producan :
quem o pretender, dirija-se ao engenho Pao Santo,
a fallar com seu proprielario Braz Carueiro Leio.
par, bolsiiih.ls para lencos de meninas a ti n. barre-
linhos para rrianeas a 010, jardineiros a 5K00, di-
los de hia grande' a 2J500. sapatinhos a 1J280, en-
feites de vidrilhos para cabeca do senhoras a 2)500.
ludo por procos baralissimos.
Xarope do Bosque
0 nico deposito contina o ser na botica do Sr.
Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53, garrafas
grandes a SOO, pequeas a 38.
Imprtame para o publico.
Tara a cura do phlisca em todos os seus diffe-
reiites graos, quer motivada por constipaco losse,
asihma, pleuiiz, aaoatros de sangue, dr de costa-
dos e pello, palpilacoes no coraco, coqueluche,
bronchite, ddr na garganta, o todas as molestias
dos ergios pulmonares.
Vende-so urna casa de sobrado, na cidade de
Olinda, ma de Mahias Ferreira u. 45 : a Iratar na
ra do Deslino n. 4.
' Attenco.
o
Vende-te tima escrava com habilidades
e bonita I gura : na ra do Collegio n.
25, terceiro andar.
Na ra do Collegio n. 21, terceiro andar, ven-
dem-se 10 escravos, sendo 5 negros pecas, 1 negra
de 20 anuos, perita engommadoira a i o/.inhi'ra,
1 linda uiulatinha de 16 anuo, 2 moloques dol
annos, c 1 negrinha lamban de 12, muito bonita '.
vende-se a dinheiro e a prazo, conforme a vonlade
do comprador.
Na ma do Trapiche n^l4, escriptoaio de Ma-
noel Alvos Guerra, vendem-se cnapeos do Chille,
ditos de foltro sorlidos, potassa do Rio de Janeiro
cm harria.
= Vende-te una mulata moca de 20 annos, com
muito bom c abuudante leite para criar meninos,
mullo carinhosa, e de boa conducta : na ra lar-
ga do Rosario n. 22. segundo andar.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAV.
Milhares de individuos de todas as naces pdem
lesteniunliar as virtudes desle remedio inrompara-
vel e provar em caso noressarui, qne, pelo uso que
dclle lizoran tem seu corpo e membrns inteiramciito
saos depois de haver empregado intilmente outros
tratamentos. Cada posn poder-so-ha convencer
MSS6 curas maravilhnsas pela leilura dosperiodi-
ens, que Ih'as relalam todos os dias ha muitos an-
nos ; o a maior parte dolas sao tio sorprendentes
que admiram ns mediros mais relebres. Olanlas
pessoas rciiibraraiii com esle soberano remedio o
uso de seus bracos e pernos, depois de ler perma-
necido longo lempo nos bospitaes, onde deviam
.soffrer a amputaciio Helios ha muilas que hacend
dciado esses asylos de padecimentos, para senao
submelterem essa nperaeao doloroso foram cura-
das completamente, mediante o nsodesse precioso
remedio. Algumas das taes pessnas na entusan de
sen reciinhei iniento declararam estes resultados be-
iielicns diante do lord eorrgedor e outros magistra-
dos, alim de mais auteutecarem sua rmativa.
Ninguein desesperara doestsdo desaudeseti-
vo-so bastante rnnliaiica para ensaiar este remedio
constanlemento seguindo algum tempo o Iratamen-
lo que neressitasse a natnrezn do mal, cojo resulta-
do seria provar inconteslavelmente : Que ludo cara.
U ungento he util, mais partionlar-
uente nos sesuintes casos,
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas,
dos membros.
Fnfermidades da cutis cm
geral.
Ditas do antis.
Erupcoes e escorbticas.
Fistolas no ahdomeu.
Frialdado un faltado cal
nas extremidades.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
llllliaiiies.
Inllamaeao do ligado.
da In-xi
Iriflanimaciio da mastriz.
f.epra.
Male* das pernas.
dos peilus.
de ollios.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Qneimadelas.
Sarna.
Suptiraces ptridas.
Tmlia, i ni qualquer parte
que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
Idas arliculacoes.
Veas torcidas ou oodadas
Compras.
= Compra-se urna osrrava de bons costumes, e
moca, que saiba engommar bem c coser, no se
olha a preeo : na ra do Trapiche n. 14, primeiro
andar.
Vendas.
Pasta do lirio florentino.
Sa roa do Trapiche n. 14. primeiro andar, ven-
de-se o seguiute: pasta de lirio florenliuo, o me-
lhor artigo que se condece para limpar os denles,
branquece-os e fortilica as gengivas, deixando bom
gosto na bocea e agrdate! cheiro: agua de mel
ara os cabellos, limpa a caspa, e d-llie mgico
uslrc ; a^ua de perolas, osle mgico comeslico pa-
ra s.nar sardas, rugas, e embelesar o rosto ; assim
como a tintura imperial do Dr. llr n, osla prepara-
co faz os caballn miras, ou hrancos couiplela-
uieulo ]irelos o niacios, sem damim dos nusinos ;
tudo por preeo commodo.
Vondo-se o engonlin na Cam>ina Grande, Mus-
sambique de baiio, com 20 animaos de roda e 7
bois mansos de crrela o alguns escravos, menos
as parles que nao |ha perlence, o as torras de Mus-
sambiqne de eiuia que fo rain do Illm. liaran de Ca-
pibaribe, que aluda se devem algumas letras que
nao oslan vencidas, deslas lambem so vendo a par-
le que d nina boa eugeiiboca, o sao as melliores
Ierras: quem pretender,' pode vir i casa du pm-
prielario l'rancisco Ilibeiro de Itrito, junio a ponte
da Hagdalctr, fazer o ajuste : distante duas legoas
o moia, o oimbeui se tomaiu alguns predios por
cotila.
Abridores de luvas
a1$500
Na na do Queimado, na loja de miudezas da Boa |
Fama n. 3J. ^
Fazcndas baratas.
^o :ivmii'/.cm da vua do
Queimado n. 19.
Cambraias de cores imitando chai y a S00 rs. o co-
vadn, curtes de gnze de seda com licovadosn
4S500', corles de cassa aquillc a 1JJ600, ditos ae
chita larga a 29.
Gobriolet e cavallo.
Vende-se um cabriole! rom coberta, de meio pa-
tente inglez, qiiasitjiino, molas muito flexiveis,
que nao incommodam, com um excellente cavallo
novo, bom trotador, com seus arreios, tudo promp-
to, por proco eominodo : para ver, na cocheira do
Sr. Jnu da Cimba Reis, ra da Antonio, e para ajuste, com o agenlc de leiloeso
Sr. liypolilo da Silva, na mesmn ra n. 11 C.
Sapalos de borracha.
ns e senhoras : na ra nov
... i-rY-TTTTTT? 5
ATTENCO.
Para linmens e senhoras : na ra nova n. 1.
?* T?~f % t x ; i f xr-x-rrrrtrx ? tt -txxx.
CASA DE SAUDE
SITA EM SANTO AMaRO.
Preparan! se bandejas do bolinholosdo
s qualidadcs o por procos muito razoaveiaco-
I uto em parte algum i ; assim lambem podios c/e-
j mes e pastis de nata, etc. : quem livor pretas que
. costumatu tomar boliiiholos e pao-dc-l s lanos
de vendagem, on uiosmo para alagar alguma, diri-
|a-se a ra da l'enha u. i'i, que achara cun quefli
faca ii ajusto.
6& l_ : : 5 : >t > l I il : X ? o ZJ,X X**
5*r;. i -1 tt? < i xrrtT?VxTtr*.y
"- DENTISTA FRANCEZ. *
o*^. Piulo Oaigiionx, dentista, rna das La- i; iBlne||0 e rajado, do ultimo que desembarcou a
3~ raiigeii.is lo. Na uiesma ;asa tem agua e -> i:(s s.,,.,,,. ..,,, .., r,,nll|,a ,., modes saceos
0 l' uoiitilico. 2{ja 7j. Da ril1 da M,.,jr,.-d,. i,,.,,,,, arma/cm n. 32.
&ittmWdUHHHHfHI?-*& !* *** r-^f "***
Na cnsa nova da esquiia dn m.i do Santo
Amaro, coptt-80 msicas con lula a pt'ifoicoe
[>itslc/a, t? sv t'iisiiui a iiinsica, e ns i^iiinlis ins-
l funculos
Feijo e larinha.
pos
^fta. ^^%^ % %^,^a
Neste eslabele iiuouio ha as melhores acommodikcs para se tralaretn doeules de qualquer calhe-
goria e sexo.
Adiara menor he deftOO, devendo o pagamento ser feito por qninzenas odiantes.
Haver o mainrzelo e4'tirpeiiho no tralameiitn dos duenles os quaes serao visitados pelo menos
duas vezes por dia pelos mdicos proprietaros do rslabelrcimenlu.
3 PEDBAS PRECIOSAS.
t! Adereeos de brilhan- >
- los, diamantes e perolas, ?>
^ pulei'iras, allinotes, brin-
t eos e rosetas, botos e
"j aunis do iliirorenhsgos- -
j ios e de diversas peoras
.. de valor. c>
A
5 Compram, vendom, ou '
.4 trualo piala, 011111, lili-
i Ihantes, diamantes e pe- .'
'i rolas, e outras quaesquer
3 joias de valor, a dinhei- ,
'. ros ou por obras.
WrT "rrrrrTvTTT
I.nja de niiri\'s
RUADOCABUGA N 7
Rece bem por todos os
vapores da Europa as
obras do mus moderno
pato tanto de Frauru
como de Lisboa, as quaes
vendem por preeo com-
modocomo costumam.
OURO E PRATA.
..i Adereeos cniiplelos de ...
'j ouro, lucios dilos, pul- ?
2 coiras, alunles, brincos c
- o losetas, cordies. Irn-
-- solios, luedalhas, cnrruli- p
3 le.s e enfeites para relo- ;'
- pin o outros muitos oh- ',
jelliis de ouro. '
3 Apparelhos completos C
- do piala para cli, han-
- dejas, salvas, casiienes, -
2 culheres de sopa e eh4 c 2
3 inuit'is uuir. olijocljsdo -,
j prata.
CASA DE BANHOS.
Neste proveiloso estabelccimcnlo, que pelos novos melhoramenlos [pitos arha-so cnnvcnionle-
mente montado, far-se-han lambem do de norembrq em vante, contratos mensaes para niajor com-
inudidade e economa do publico de quem os proprielarios esperain a reunmerarao de lanos sarrifirios.
Assignatura de banhos frios para una pessoa por mez.....1 litiHK 1
momos, de choque ou chuviscospor mez 15)000
Ssri" de carines e banhos avulsos aos preeo annunc'0ili">.
llauts, clarineta, pistn e oplncleide.
Escriptorio de advogana.
0 abaixo assignatlo leudo fxado defiiilivainonle
sua residencia nesla cidade, teui escriptorio de ad-
vogaciu na ra do Collegio n. 17 nrimeiro andar,
onde pode ser procurado das 9 luirs da nianhaa as
I da larde em lodos os dias uteis.
Trabalha em 1 onimiiin oiun seu genrn o bacharel
Joao llaptisla do Ainaral o Mello.
Habilitado para O erime, civel, orphos, e com-
inercial, effereceseu prestiiuo a todos que dclle ae
qnizerem ullisar.
Tendo-se orcupado na Kuropa especialmente do
estudo do direiln cnnimercial, tem toda a legifLieao
dos paizes estrangeiros e. os melliores expositores.
Advogam gratis em favor dos pobres.
O escriptorio esta organisado de modo que pode
o abaixo assignado tomar quaesquer causas para
os termos da Kscuda, Serinhaeni, Itin Formoso,
R.rroirosc Agua Prela, e para a provincia da Pa-
ralaba tomando a seu cuidado a cobratn-a de qual-
quer divida, qualquer que soja a importancia du
devedor.
Km casos exlraordidarios ou urgentes, fora das
horas do escriptorio, podera ambos os referidos
advogados ser procurados na rasa da sua residen-
cia na ra da matriz da Boa-Vista n. 33.
Recite 14 de maio du 1859.
Dr iionio llorgesda Fonseea.
= Precisa-se de urna ama para o servieo do casa
de pouca familia : na praca do Corpo Santo n. 17.
Attenco.
Prcvine-se pelo presente, que ninguein foca
negocio algum com um vale ou tica da quantia de
200$, passado pelo abaixo assignado em oiiluluo de
1858 a favor do Sr. Joao Manoel Pinto Chaves, ru-
jo vtlc ou tica se acba sem nenhuma validade coi
eonsequeiicia de nao ler sido realisado o negocio
que o originou, como bem sabe o Sr. Chaves c
para que ninguem posta allegar ignorancia, se faz.
o presente, pelo qual protesta o annuoeiante no
pagar dito vale, aceite 17 de maio de 1859.
Justino i7rmi. Vi'nrr.
de soda a 1$fj00 a hila, manteiga iugleza superior
a 8W, 1M:>0 e 1S2SII a libra, castanhas do Mara-
nho a Itin a libra, amendnas novas a 'S0 a libra,
ditas sem casca a 40 a libra, e lodosos mai g-
neros se vendem Muito barato.
Wiidem-se 9 escravos pecas de 16 a 20 an-
nos, 1 uiiilatiuho proprio para pagenn de 18 an-
uos, 1 dito de 13 anuos, 4 negras mocas proprias
para cnrhada.1 dita com 20 annos, muito bonita,
com habilidades de engommar c rozinhar, 2 mula-
tas tambera rom habilidades, c 1 negrinha de 12
annos ruin principio de costura : na ra larga do
Rosario i>. 22. segundo andar.
Vende-se o deposito de massas da ma Di-
reiln n. 31, cun ponciis fundos, ou so a annaio,
sendo a loja de tres portas de frente.
:^-. Vende-se urna prela moca o sadia, a qual
coziuha eeus*bna ; a fallar com liuilheritic da Sil-
va Gandes, na loja n. 3, prximo ao arco de Santo
Aulonio.
Farinha.
Na na da Madre de Dos n. 8, veiide-so farinha
do inaiidiftca muilo iiu\'a.i>or baralissiinu prego,
Meias de borracha.
CHECADAS LTIMAMENTE NO NAVIO l'IIANCF.7..
Na ra do Oueimado, na bem conhecida loja de
miudezas da Boa l'aiua n. 33, j. tem para vender
Eor preeo barato as muito procuradas meias aa
orracha, nicamente proprias e approvadas pard
luda e qualnuer euchaco nas pomas.
PA1.ETOTS.
Vendem-se palelolsde brim do puro linho, bran-
cos e pardos a 5S : na ra do (.birimado u. 22, loja
da Boa t.
h'VI MU
DE
Vendo-se osla agua a melhor que tem apparccl-
do para fingir o cabello e suissas de preto : na li-
viana universal ra do Collegio n. 20, d-se junto
I um impreso gratis, ennsndo a forma de applicar.
i!
> Kissel, rehijoeiro francez, vende relogios do /
> ouro e prala, eoncerla relogios, joias ennisi- M
^ cas, ja aqni lie conhecido ha muitos annos, ^J
- balda mi paleo do llosiiilal n. 17. <
^i_i 1A; i.XXkJ'. >.1-XJXAALit-iS
Loja das seis portas
EH
Frente do Livramento.
Grosdcnaplc preto para todos os preeos, manta
pretas de linho com bordados de seda, luvas de se-
da pretas para senhora a 1$, golliuhas bordadas a
a 1-, ditas linas a lgfjOO, manguitos a 39, lencos de
oda hrancos e encarnados a 800 rs., camisas fran-
cezas brancas e decores finas a SS, paleto!? hrancos
do bramante lino a 5$, ditos de brim pardo a 3g,
dilos de alpaca prelos a 4 c 59, ditos de casemira
de cores a jg, dilos de fuslo de cores a 5g: a loja
est aborta daa B horas da manha js 9 da noite.
Bonets ricos para meninos
Vendem-se bonets de panno muito finos e de
velludo o melhor que se pode encontrar, Unto uns
como outros ricamente enfeitados para meninos,
pelo baralissimo preeo de 4 e 6j cada um na ra
do Oueimado, na lieni conhecida Iota de miudezas
da Roa Faina n. 33.
Cognac.
Cognac superior em caixas de urna dnzia, vende-
sc eiu casa de lleur Brunn & C, r ua da Cruz. n. 10.
Algodilozinho avarado.
Vendem-se pecas de algndozinho eom pequeo
toque de avaria, rom 23 1/2 o 24 jardas, polo com-
modo proco de 2JC0O : na ra do Oueimado n. 22,
loja da Boa F.
= Vendem-se ps de larangclras de unibigo e
da china, ps de sapoti, de frucla-uao. e de liman
para cerca : na Ponle de l'choa, sitio da Viuva Car-
, nas pernas.
Vcnde-se este ungento no ostabelecimenlo geral
de Londres n.22i, .Strand,.. e na loja de todos os
boticarios droguistas e nutras pessoas cncarregadas
de sua venda em tuda a America do Sul, liavana o
llespanha.
Vende-se a 800 rs! cada bocelinha, conten urna
instruccao em portuguez para o modo de fazer uso
desle ungento.
O deposito geral he cm casa do Sr. Soum, phar-
maceutico. na ra da Cruz n. 22, em Pernambuco.
j Na loja da eslrellS.
Ra do Queimado n. 7.
F.ste- estabolocimento contina a ter o mais com-
pleto sortimento de fazcndas de todas as qualidadcs,
o se vendom por menos do quecm oulra qualquer
parle, assim como :
Chitas francezas, o covado 160
Cortes de casemira inglesa '2J-IKI
Ditos de dila muito superior, franceza,
o corle
Chapeos fraucezes para cabeca, finos
Cortes de calca de brim ll288
Casemira de' duas larguras muito fina,
0 covado 3|S0t
Taimas bordadas muito ricas.
Chapeos para meninas e senhoras.
Camisas para senhora, bordadas.
Cortes de collete de fuslo, bonitos padrees 000
Camisas de todas as qualidades para homem.
Carteras de perfumaras inglezas 5|000
Cazareques de fusto, fazeada muilo superior,
rolletes de velludo preto e de cores.
Palelotsde panno preto
Dilos de dilo superior a28g e
Calcas de caseiniras pretas e de cores.
F.sparlilhos para senhora
Paletots de ganga muito superior
Ditos de biim branco
Ricos vestidos de l de seda proprios para
baile e casamento.
Dilos de seda de todas as cores.
Ditos de cambraia eom babados 5$500
Lencos de soda a 500, 19280 e 2)000
Luvas de seda para homem u senhora 1J000
Chapeos de sol.
ipeoe ne sol de seda inglesa muito soperii
, tapete para sala, de lindos desenhos, a 1
o ; no ra do Queimado n. 19.
Chcguem ao barato.
Vende-se um pequeo sitio no lugar do Ar-
rabal, com bastante (ructeiras '. quem quizer, diri-
ja-se a ra do Rangel n. 62.
Vende-se no aterro de Boa-Vista, loja de
miudezas n. 72, por preeo commodo, as seguinles
obras de medicina : Cuido ou Medecien pratii ion
ou resume general de P.ilhnlogie interne et de The-
rapeutiqne appliques por P. I. J. Valleix, 5 rola-
mes ; Traite do Thcrapcnlique et de Maliere Med-
cale por A. Trousseaii, Ivolumes; l.eltres sur la
Syphiles Adressees par Ph. Ricord, 1 volume ;
Traite do Medicine Opcratoire e Bandages el Appa-
reils por lo Dr. Clt Sedillot, 2 obras 4 volnmes ;
Abreg Praliquc des Maladies de la Pean por M. M.
II. 1". Srhedel, 1 volume ; Traite Theorique el pra-
liquc de 1 art des Accoucberacnts por P. Cazaaux:
Piosi i; Iconographique de alcdieiiie Operoloire el
a Analomie Cbirurgicalc por II. M. les Dr. (1. Rer-
Jiard ; nictiomaire d'Hygin Publique el di; Salu-
brili por Amhmissc Tardieu, 3 volumes ; Traite
Pratique de I art des Accouchements por rhally
Honorc.
0 Leile 4 Irmo conlinuam a torrar merina preto
e de cores com duas larguras a 1*600 o covado,
cortes dn calca de nieia casemira s 2(300, lindos
cortos de colleio de cachimira a 1, cortea de cassa
de lindos desenhos a 2g, grosdenaple preto de
I9COO a 38 o covado, ricos manteletes de grosde-
naple preto, luvas de seda de diuerentes qualidades
pare senhora e menina, musselina toda encarnada
a 220 o covado, chita franceza de lindos desenhos
a 240 e 300 rs. o covado, cortes de calca de brim
de linho a 18800, lindos cortes de riacado francez a
5J800, pecas de cambraia lisa com 10 ardas a 2>440,
3*600. 4go00.5 e 5j600, toalhas de Hubo para me-
sa 3S500, chales de merino lisos a *|600. ditos ma-
tisados de lindos desenhos a 7g. ditos de lonquim
prelos, lencos de cassa muito linos e da lindas cer-
caduras a 3g a duzia, chapeos de sol de seda a
6sf>bM), paletots de alpaca mullo fina a 6g, chita da
lindos desenhos o cores fixas a 200 rs. o covado,
casemira prela de 2 a id) o covado, toalba de algo-
dan para misa 4g. panno tino de difiranles qua-
lidades, bramante para lencoes a 2300 a vara, ta-
petes parn entrada de sala a 3g, meias muito tinas
para senhora a 3g800 a duzia, ditas para menina o
menino de todos us tamanhos, grosdeiiaples de lui-
das cores a 2* o covado, corles de muito boa case-
mira a 6 e 7. calca de casemira prela a l>. saias
bordadas a 1SG00, 3 e 4, ditas de balan a GtjO.
pecas de madapoln a 3. 4, 4*300, 4*600. 4S0.
>S500 o 6S. cobertores de algodo a 1|280, uieas
croas muito finas a 5$ a duzia, chally de bonitos
desenhos a 880 e lg o covado, veneaitat proprta
para b ninas a 2g o covado, damasco de las de duas
larguras proprio para coberta de cama a2g400o
corado, hrilhantina assetinada de lindos padr&es a
700 rs. o covado, cspartilhos para senhora, peales
lo tartaruga a mperatriz a 11g, redes de palha a
6g, ti meas de fll muito bem entenadas a zj, vel-
ludo de cores de muito boa qualidade, fil liso com
i 1/2 varas de largura a 610 a vara, franquelim com
6 palmos de largura a 640 o covado, e outras muilas
(andas que so vendem por barato preeo, e de to-
do se dar amostra ; na ra da, Cadeia do Recite
n. 48.
Ricas chapellinas.
O Leite ,& Irmao, na ra da Cadeia n. 48, am-
bara do receber polo ultimo navio vindo de Pars,
um completo sorikneto di;ch.aoHias para*aho-
ra, e esli se vendando pele diminuto pfdc de IJ
cada uma ; a ellas, queja lem poucas.
Vende-w cal de l.ishna, novs, para engenho,
o ancoras muito boas para conducan de agurdente
mi mel, por ter vindo de encommenda, proco rom-
modo : na ra da Cadeia de Santo Antonio n. 2*
v. ? .


4
i
AAilUPE t PASTA DE CUUUNA K BEHTH.
As propriedades notaveis do \abopk e a Pasta
do Coueisa tem sido propaladas pelas labias ex-
Seriencias cliuicM e comparativas de Hauemiie,
mibikk n'AuERs, WiLLiuu GrBSOt, Martin So-
ln ktc, menbros do instituto de Franca, da aca-
demia de medicina, e mdicos dos hospilaes de
Paria.
As experiencias conlirmadas pelas recentes ob-
servacoes dus Srs. Asan, Vicia, C. Dciiost, proles-
sores "da aciildado de medicina de Paria, nu-di os
dos hospilaes de Pars etc., etc., tem demonstrado
que o Xarui'k e a Pasta du Codeiw de Bf.rtii-. sao
os remedios mais ellicazes para todas asdores nervo-
sas, agudas, e as vetes lio rebeldes ; e que all'roxa
rom urna rapidez maravilhosa, os accessns conse-
cutivos eque tanto causa:, do c.vtahriio, da tosse
convclsa, da hhoncmsx da piitiiisic.a iu i.uonar.
O Xarope e a Pasta de Codeisa de Bta ni: en-
contram-se em todas as pharmacias de Franca edo
eslrangeiro.
Para evitar a falsicacSo deve-sc exigir era cada
vidro a ASsioNATiRAje o komk Bertiik.
Dirigir os pedidos em grosso i casa M km i u & C
* 37, rm Sanie Croix de la Bretonnerie em
Piis.
SVSTEMA HKDI,:0 D II01.I.0W iv.
PILUI.AS HOLI.WOYA.
Este mesliraavel espeoili, o, caniposto inteiramon-
IC de hervns meilieinaes, nao cimtiii lllercuriii uilil
aiguma nutra substancia (Meciera. Bvneiinn i mais
lenra infancia, e I cuiiiplciciin mais delicada he .-
igualmente nruBMu o seguro para deaarreigar u mal
na tomp.cic.an mais robusta ; lio intfln.....ni,- inno- i' j
rento en. su.-, .pecdLe efetta*; pois busca eS
"??!*.?*'.....'";,s *,W...... especie r-gri.....r 8
ih.iis antipas o Icmi/es que sojam. IB
Entro milliares de pesfeai Curadas rom este reme-1R
dio. muitas qiirj.ielavaui;is portas da I.....le tire- -
seando em se,,,, ; eousegurraui reonbrar a mide
fn,vas. depoisde haver tentado intilmente lodos 1
| osoulrus remedios.
As mais aminas nao deven en l rogar-so adoses-''"
perarao ; fa. ain iimcuiiipeloi......usaio dnsoffleiies
Mfeitos deslaassombrosa medicina, o prestesreen-
perarao o beuellciu da saude.
Nao se po,,a lempo en lomar este remedio para
qualquer das seguinles entermidades
Accidentes epilpticos.
Diarjojje Pernambuco Segunda fcira 23 de Maio de 1859.
un. \'i -...... i_ 7~r~~. ~~ ~ "---------- ---------------------------------------------------------_________________
- tmi **l .-
- \eiidem-se 13 escravos de 7 a 40 annos. en-
."L i'!s l'ardos prctos, de preco du 700S a I
l:Wg, assim como b esclavas de 14 a 21 annos I
entro estas pardas e preUs, cun Labilidades osen!
ellas de 1 1011 a IfiSOOf: na ,,,,, |li,v,ia 11.
PARA ACABAR.
fiiosdenaplesde cores do quadrinlios miudinlios,
padroes milito bonitos a iSBfJ o corado, cli.illy de
a *!'<> com Dores matizadas a 1 o cavado, fil de
Imho liso niuits Uno a 800 rs. a vara, dito bordado
n ISSBO, oainliraia de liulin miiilo lina a G00 rs. a
vara, superiores pantet de tartaruga para prender
cabellos, niulo fornidos, polo diminuto prnu de
' merino para criancas, bordados ricamente e rom

Alporcas.
A npulas.
Arenu (mal de).
Asi fama.
Clicas.
Convulses.
Uebilidadu ou extonua-
Cao.
DebQidadc ou hita de tor-
cas para qiuquereousa
Dysinleria.
Dor do garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza novontre.
Enfermidades no venlre.
Ditas no ligado.
Hilas venreas.
rebroto da especio.
illa.
Heuiorrhoidas.
Ilydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Intlainuiacoes. i
Irregularidades da mens-
truacao.
Lombrigas de toda espe-:
lio.
Mal de podra.
Manchas na culis.
Obstruecao de ventre.
I'lilvsiia ou coiisumpoao
pulmonar.
Rotenciio d
Enxaqueca.
|llcrysipola.
Pebre biliosas.
Febreto intoruilenle.
Vendem-ae estas p
ral de Londres n. 221.
Grande sortimento de fa- \
zendas pretas proprias
da quaresma.
Vestidos de grosdenaple preto com
babados bordado a vellud.....
Ditos ditos preto com babados borda-
dos a seda.........
Ditos ditos de cores e braneos. .
hitos de cambraia bordados ao lado .
Velludo preto o mellior possivel, co-
vado. ..."........
Grosdenaples preto liso, covado IJiCO
i
5S500
g00
2*W0
5*000
23500
1J800
1$5(J0
2S500
1S500
18400
1SO00
900
600
l$2bD
700
340
"SOO
3$500
l$ooo
040
j
4^800
Dito preto lavrado, covado 2J a .
Seliui preto maco, covado 2$t00 a .
Sarja prota hespanhola, covado 2g a
Grosdenaple liso de todas as cures, cu-
vado...........
Dito de quadrinhos miudos, covado .
Dito bramo lavrado, covado 1SIM) a
Dito de cores e preto com 4 palmos
do largura.......
Belleza da China e mauritana de soda,
covado..........
Follar de Paris e chaly de Dores, co-
vado...........
Popelina de seda e duquuza de Dores,
covado........ .
Frondeliua c barege de seda, covado.
Mein velludo preto ede cores, covado
Velbutina decores e prela, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado .2X0 a.........
Panno preto e de cor fino prova du
lnao, covado 3J500 a .
Casennra preta setim, covado l, Arlandys denovosdesenhostinas.vura.
Cassas francezas fiuas, vara. .
llantas de blond pretas e brancas. .
Ditas de linho o mais rico possivel.
chales de merino lisos de cor e relos
Ditos de dito estampados de 3 a .
Ditos de dito franja de seda ....
Ditos de dito bordados a seda e a vel-
ludo............
Ditas de seda prelos roxos e de cores.
Lencos-de labyrintho Unos de 1g a
Manguitos e gollinhas bordados finos.
Cntreiueios e liras bordadas. .
Collotes de velludo e casen)ira preta
bordadas..........
Cernidas de brim de aleudan c de li-
abo de 1J600 a......
Camisas francezas brancas e de cor
de 2$ a ........
Calcsesohrecasacos de panno pre-
to lino........r
Paletois de panno preto e do cores,
IcunoexM.........
Calen de casemira pretas e de cores.
ColleUsde seda de varias quididades
Chapeos francezes direitoseaTamber-
lick...........
/>alelois de merino setim prelos e de
cor forrados........
Ditos de alpaca prela e de cor com
e-Ha de velludo......
Ditos di-brim branco e de cor fina. .
Ditos de alpaca de varias qualidades
eWn golta de velludo.....
Ditos de alpaca prela e de cor mesrlada
PnssanlB o beoco da Congregaco, do lado direilo
em seguimenfo para o Livrameulo a nuarla luia de
tres portas com rtulos braneos
CHEGIEM
Ao barato.
0 Pregnica est Qncimando.
Na ra do Oueimado n. 2, esquina do beoco do
Peite Frito tem o Preguica para vender por bara-
Jissimo preo um completo sortimento de (azondas
bem como sjam corles de cassa o seda de lindis-
simos gostosi a 6g500 cada um, ditos de la o seda
de lindissimjis gustos e superior qualidade a 7JI ca-
da um, corts de cambraia branca com salpiros a
*|500, dtlosjdo dita com Dores de cores a 3,1800,
gan?ns niesladasde padroes e superior quali'dad
a 640 o cotado ; chitas escuras e claras de cores
Utas a 160J180, 200 e 240 res o covado, cambraias
adamascadas para cortinados de camas, pecas de
w varas a/llg cada urna, grvalas pretas e de'cores
C?,m muM m,,il nnas W e 1000, ditas sem
* a J2,e lgcada urna, dilas com molas muito
.an* Ti len^os de 8eda com alS"m pnfeito
"* "'"fiada um, grosdenaple de cor de boa
qutilidadd a lg800 o covado ; cortes de casemira
uim a 6SJ ditos de meia casemira a 2$, ditos de di-
t lnai*na a 2*600 cada "m-cortes de brim de '-
nhn a 1971X1 cada um, cortes de gorgurao para col-
otes a cada um, ditos de merino bordados de
lindos*>"4S500, ditos de casemira preta borda-
JWO0 cada um, cambraias lisas de 8 varas o
1S800
I
I
s
2J500
3S000
t
s
I
8
9$000
sgnoo
tigOO
5g000
:tS8fl
GRANDE SORTIMENTO
Roupas reilaseTazendas |
NO
Armazeme loja
lacosde troco a $ upar, ln
nmoa M500, laques muiti
Ges k Bastos
NA RIADOOIKIMADON. C.
H Ricas sobrecasacas de panno lino preto e
...; de cores com golla de velludo o forradas de
seda, loita com todo gusto e aceio a 233, 2S
28 e 30?. bem assim paletois do casemira de
i|iiadilnhos a 108, ditos de casemira oscuros,
>< padroes muilo iiioderuns, a 18 ditos a 1 W 'T S '''!''""T"'1 "a,
di,os_de alpaca preta e L 4 fJ Se | "^'tXS
.-.ii esiiiao i'olmtin .ni, .-. .,;u (i..,_ r.s .__ S *'ni'' m-so estoi
neis de palha para uio-
..... linos a 4f5O0, chales
, ile merino liso com franjas de lia a g, ditos muito
- luios com franjas du seda a (i, ditos burilados con
franja de lia a 7, corles de colleles de velludo
uito superiores a 7.10e 12g, panno tino preto,
nova do liman a 2, i e 5g o rovado, casemira pro-
lina a 2, :i e S o covado. luvas de soda para
mininas, bordadas e ricamente enfeitadas a fe'iiK) o
par, gorgurao do linho c seda muito superior e pro-
pno para colletee a 1 o covado. alpacas de coros,
entestadas, para paletois, pelo baralissimo proco de
6400 covado, e alem dislo um completo sorlineu-
lo de fazendas linas c grossas, que so vendem mui-
to em cunta : na rua do (.lueiniado n. 22. boa da
. Una F.
i Espartilhos francezes de nova
invencao.
! Vendom-se espartilhos francezes de niolas'e car-
rolis, o molliorque se pode encontrar nestegene-
ro, na beinfeitroia e na commodidade, a quem usar
1^1 j delles, pelo baralissimo proco de 0a, 7 e 8-j. Estes
te I espartilhos sao chegados
o s so encoiilram na
Vendc-so urna armacao prnprta para luja de
miudezas : para ver e tratar, na loja do sobrado da I
rua Direila n. M.
Farinha de trigo
<<.-..- illl II i;> IMJ | til 11 .... ,. miudezas: para vero tratar, na loa do sobrado da rflrinill IP tV&
para vender no son anna/.ein rnawreiun.r*. i m.jiiiiii. u3 uigv
da na ,l Aniorm n. 48, sujh- i> .~ a0(),phn.i ,. R SSSF.
r O" fUVlo til' l isboi flll WIPiHKI \UeiIIldUO II. I U, I, F.irnandes 4 Fin,,. tero sp,,i,r farinha de tai-
lareio ae Lisooa t m sa. eos | r -, % go u m.. a sssf 1.-^.1., .,. de 1........ +*
JI'.-llKlt'S r por filVro l'Dllllllliilu "'J m LiClir IV \AH H I. .. i'ii.tiui apie.nminlo omcoiiia; no seu armazem
.'a*4*-tl.tt*Jt A*ttrttS ^ Bonitos orgaudi-do uWniu listo a(MlOrs. rua da i.a.l. ,a u. '.i. b.wo da Madre de Dos n. I-'
?^AS^KeCoaIX 20K^ ., .
por p
Tonllius i.liiiiiiisc.-ulus.
T Fio devela.
^ Biscoitos.
Estopas.
Vendem-se em casa de Arkwiglrt W
g & C. na rua da Cruz n. 61, |ior ^
S preco commodo. yZ
mmmmuiimimmm
Milho, farinha, feijfio branco e
amarello, fardo e eevada.
Na travessa da Madre do lieos ns. 11 o 12, tem
sempre estes gneros eos ronde, mais barato do
que en] quabiuer nutra parte.
Bordados finos.
Ha na rua do Qneimado, loja do 4 perlas n. 17,
um completo sorliue'iitn de "'
Tumores.
Tico doloroso.
I'lceas.
Venreo (mal).
Malas no estsibelecimento ge-
Straud, e na loja de todos
ourina. r r____-
Itheuiualismo. i& esguiio elinhn pardo muito llno'a' 55, ditos Kii.
Syinplnmas .segundarios. "' luslao de muito goslo a 5,1, ditos do ganga w !j nn?lri^ "1 ."i""11'.0' P""" co,n-
de ,,a_5, ditos de bramante de linho loan- 51 do"frap die T, T J,a"'l'usV'l"' ^ C., rua
i" a 5J500, calcas de casemira prela o do cor S!
; US, 71 89. 95 o 10,1, colleles de fustn mui- |
( lo bem foitos a 255011 o a, ditos do gorgurao
, de soda a 5$, ditos de meluorqualidade a6J '
.................-,-..... ...j.. ,,.-., S >' 'S.dilos desilini maco a Gg, ricas mi- M
os bolicanos droguistas o oulras pessnasoncarroga- S de fuslao de diversas coi es o muito F
das dusua venda era toda a Aiuerica do Sol, llava- '.; grandes a S500, ceroulas de bramante a 2
na o Uespanha. .. ltGOtl cada urna, 1800, lg9(,0 e 2, dilas de -
vendem-ae as bocetinhas a 800 rs. cada una del- pamej de linho com borracha a 28500, colle- '
las comtem urna inslrucco em portuguez para ex- :.j u's de brim branco muito lino a ditos do S
pin ai- o mudo de se usar ibslas plalas. Md* branca a 5g, calcas de brins ile diversas T
Odopusilugeral heom casa doSr. Soun pharma- cores e padroes a 3, 9p00, o 51, ditas
ccutico, na rua da Cruz h. 11, ai Pernambuco. domis casemira, padroes miudiiiho's a 4> a
ditas de brim branco trancado de linho a 5,i w
j o 6, e oulras minias fazendas e obras qu ~
H so conj a vista que o froguez pdu avaliar o S
que i vender barato.
.
Bonitos orgaiidi-dn ultimo g.,-.ln a 'Hlui-
J Bolillos Barejos de II o seda jnali-.olas a CIO
rs. o covado.
..<, Bonitos fusloes de core- para tou|.....s d. se-
nhoraede meninos.-) 5C0rs. o evado. .
Bonitas idalinas rom lislras de seda o com 1
palmos a 8tMl rs. o covado.
Superiores chapelinas para SSjobora com veos
por commodo pino.
Bonitos vestidos do phanlasia do ullimo gosto
Calcado superior e barato.
I'tfci Oireitu n. 45.
- S.ipntos de trancinlia.
Bozpguins da trra de 3"> a ~>~,
obra boa a
Borzeguin de serihot a (Jol\;.
Ditos de liomem.
5^000
-80(l
8.S-80O
I.St.tlII

He cousa muito boa.
Voudo-se a verdadeira pomada para lingir ca-
bellos, polo barato precede I a eaixinha, non es-
cuvinha propria ; laubem sa vendo massa para
aliar navalhas a320 : na rua doQueimado. na bem
conhecida lua de uiiudezas da Ba Faina a. a3.
Na loja das seis perlas
EM
Loja
ttouets de panno fino e gor-
gurao.
Mui bonitos bonets do panno fino prelo enlejiados
com ncas filas do cliamalole, trancas do retro/ e
gaaoznho dourado, ditos de gorgurao furia-coros
sla loja os bons freguezes encontraran fazendas lindos gustos a lo 59, procos baralitsimus i
vista da supenondade da obra : na rua do Queima-
do, r.os .iiiatro cantos, loja d'aguia branca n. 10.
Vende-se urna ponan do saceos
Rua do Oueimado 22
Frente do Licvamento.
Cassas francezas, fazenda nova, a ICO rs. o cova-
do, o a peca a 5 com 33 covadns, corles de cam-
braia com salpico a 3j3, ditos pintadas a 2$. lencos
de retro/, a 500 rs., luvas de seda pretis lizas e bur-
iladas para senbora a 1j, chales de merino com
barra estampada a 4?, niiissclina branca a 240 o
covado, dita encarnada a 32(1, velludilho do coros
para roupas de criancas a 800 e lg, lil de linho
preto, fazenda lina, a 1(280 a vara ; diio-se amos-
tras, e a loja est abulta das 0 horas da manbU s
0 da uoile.
ooas por pouco dinheiro, como soja : chitas fran-
cezas de padroes muito bonitos a 260 rs. o covado,
rucados escocezes muito bonitos com padroes d
seda a 160 rs. o covado, chitas escuras de cores li-
las a 200 rs. o covado, ditas linas de padroes nevos
I 260 o covado, corles de cassa pintada com 7 varas
cada um a 2$, bretanha de linho lina a 1 fj n p,.c,i,
com 25 varas, dita muito lina a muito larga com 35
jardas a 20, brim branco de linho a 1$ e1$280 e
muito superior a lSi 0 a vara, dilo pardo a klO rs
avara, dito decores a ^$ a vara, dilo liso de qua-
drinhos oscuros, fazenda muito superior, a 560 n
covado, brim liso muito fino a 10a a poca' com 20
varas, ganga amarella franceza muito tina a 320 o
covado, ditas escuras a 560 o corado, brim de cores
de linho puro, denominado arranca pregos, a (RIO
rs. a vara, bramante de linho muito fino com duas
varas do largura a 2S100 a vara, atoalbado adamas-
cado com duas larguras l 1S80 a vara, camisas de
meia ais, ditas cruas muito linas a 1*200. alnaca
prela Una a 640 c 800rs., o muito Ona a 18o ova-
do, meias de algodo cru para homem a 1$&00 e
21400, e iuglezas muito superiores a M a duzia
ditas para meninos e para meninas a 280 o par di-
tas brancas de seda para menina a 2$ o par lencos
braneos de cambraia para algibeira a 2,^400 e a'3<
a duzia, ditos muito grandes proprios para cabera
400 rs. cada um, franklim preto de la com 6 pal-
mos de largura a 800 rs. o covado, merino si t,m
pretb o de edr a 800 rs. o covado, meias brancas li-
nas para senbora a 3J6IIO a duzia, dilas malezas
muito sopenoros a 59 a duzia, luvas de fio d"e Es-
coda para criancas a 200 rs. o par, len.-os de linho
para rape n 400 rs., ditos de cambraia a,' linho
com bico largo em volla a 2S, e assim oulras mul-
tas fazendas que vendem-se muito baratas para apu-
rarte dinheiro: na na do Oueimado n. 22 ta
bem conhecida loja da Boa F
LOJA D\ BOA FAMA.
\ enilom-se por preco que Taz admirar rupiissimas
titas lavradas de lodas as cores c larguras, litas lisas
com ponta c sem olla, bicos braneos de seda de mui-
to lindos padroes e do todas as larguras, tramlas
aberlas de linho para babados a 120 o 160 reis a vara
jarros para Oores a2j o par,atacadores ou cofiadores
----- w.ww.. ,nuU UIM, l
3*>00,4j{. 43400, 4JJ800 o 58500 a peca, ditas tapa-
*f, 4g500, 5g800,6S500 e 7g200
das collO.varas a .
* p,^'! S2jes de "fgandys.
Una a :
propria
chlese
tos de i
a300
al&Oe
bertas
pun
gOStll3
fazenda muito larga e
_.0---------jt ._. ,. ..,,...., i.>gt
. il, alpaca preta com 6 palmos de largura,
lar amarras e capas de padres a 800 reis,
i lia finos com barra matizada a 4S500, di-
lerin lisos a 4800, ditos de dilo bordados
'a un, lencos braneos com liana do cor
reis rada um, chitas francezas para co-
ris o covado, brim branco de iislra de
io a 800 reis a vara, dito de lindissiiiios
._ superior qualidade a 18440 a vara, dilo
branco iuito fino a 1J280 e 1g400 a vara, cassas
de cores] de lindisslmos goslos a 360 e 400 rs. a
vara, mnsselina de cores a 320 o covado, dita en-
cjrnsda 1220 o covado, casemira preta a 2, 2g200
2|40O, i 900 e 4$ o covado, panno tino azul e cor
de rap le superior qualidade a 5g o covado, dito
Preto a J80O,'3500, 48, 4800, 5 e 58500 o co-
vado, al lacas de seda de superior qualidade a 900
rs. oico ado, rolos de bretanha com 10 varas a 2g,
JSJj'P*dP ""go muito fino com bonitos lavores a
i JJ80 a ara, luvas de fio de Escocia brancas e de
es a 0 o par, cambraias napolitanas rozas e
aznes de qnadros a 360 a vara, ou 220 o covado
riscadinhos francezes de quadros a 180 o covado,
braman! muito largo a 2400 o covado. velbutinas
ae limas ss cores a 720 o covado, meias cruas para
homem i 160. 290, 360 e 400 rs. o par, ditas para
sennorasi o> lodas as qualidedes, palelots de alpa-
ca preta ta 6|, ditos de meia casemira a 8, ditos
de pannoi pretose de cores a 10$, luvas de seda
P,l l!T i r" a.lSOlJSr' di1asde seda bordadas
de hndosl gastos a 2J20 o par, merino setim de
loaas as cpres a 720 o covado. e oulras muitas fa-
zendas qufc se deixam de mencionar, e se venderao
P MraJijSimospreces: e se darao amostras com
A 3JM0 pannos para cima de mesa, de tape-
te : na rualIHreiU n. 64. F
Ve liidinho de cores,
os mais lindls que tem viudo, c s se vende na rua
do Queimadi n. 19.
Sahidas de baile e mante-
de lindissim
n. 19.
letes
>S desenlies
't
na rua
do Oueimado
MMlBmiMOTS
asselinadas, c'om lindas flores grandes e muidas.
Ricos organdysc chal y
a 1$ a vara. ei$ o covado.
Vendem-se na ruado Qucimado n. 19.
.-----------------W ~ I------,.... ..uu, ....,.,, ,
seda de todasas coros para veslidos,ditos proprios
a espartilhos, tesouras do lodas as qualidades
. por diversos prec
com gollinha e manguitos, saiascom 3 babad _
bordados por Qg, dilas por 4-3, saias de Balao de
goslo moderno para 75, o oulras muitas mais fazen-
as, que oeste estabelecinieulo se vendem por pre-
co mais coniinodo une em ouira (fusique loja.
= Vende-so a verdadeira graxa ingle/a n. 97 dos
afamados fabricanlos Hay \ Marlin : ein casa de
James Crabtroci l'.. na rua da Cruz 11. 42. a olla
ante* que so acabe, pois s se receben 511 barricas.
Vendem *e em casa de C J. Astley
A Companhia :
Cabo da Russia e iiflez patente.
Salitre, alvaiude e verni/. bi unco.
Palliinba para marcineiro.
Vinhos linos de Moselle e Cliampagne.
Pedias de uiarmore para mesas e con-
sol!.
Baldes americanos.
Genebra e agurdenle de Franca.
Pregos de cobre e de /.'meo.
Aprecie o boni goslo.
Na loja do Serlancjo
n. 43 A.
Ricas sabidas de baile do melhnr posto que podo
haver, lano em fazenda como em proco, laazinhas
de quadros miudos e graudosa 4211 o .(lili rs. 0 co-
vado, chapeos de velludo prelos a 7$, ditos de al-
'"" I'"'1.'" commodo : na travessa da Madre de Dos x endom-se os melhores borzeonins, sapair.es e Par'1 "'"dos de seda, muito commodos para andar
" 1S- sapatos de bezerro, iilliinamctile chegadus de l'ran- a rPSCa a 2S'"0- gollinhas de diversas qualidades
ca : na rua Nova n. 7, loja de Jalahv & C. .S 1S200, IgfjOo, 2g2(HI e 2S800 gollas e man-
ItiOlS i'lil'.'ili.c fi\tt\ viAmXltna Builn< -i 35500, 49 e 5S500, manguitos, gollas o ca-
l\M.Uh CllieiteS COIIl Vltll llhOS : izinbasat, 7 0111?, colleles feiis de velludo
1 )1 l'il ClbeCd a '* ^'*'' ^' ca,c;as dv casemiras de cures, foi-
Vendem-se o, mais ricos .feites protos e de g K ^a,ea"de^tte"^'JS
da Boa i .1 n. ni I x ^ *" e de muito goslo a 7,Se Sacada nina, ricos pan-
ua 110a rama, na rua do Oueimado n. 3.1. nnr.n ....-, .. m..!ln aZ 7 o*..- L:.....
_.__ r_....... .. ,.,.,..-, vasios que jjg ----
loram do carnauba, uiutln proprios para amazona- jT^^^ ^ -^ W ^ ,IOf
res doasaocar, e por pn-co muilo commodo- os '''"de-se em casa de Sattnders Brolhers & C,
pretend tes poden dirigirle a rua Direita n 00 prara d0 >'"rpo Sanl. relogios do afamado fabri-
loja de erragens, que acharao com quem Malar '!cante HOSkell, or procos commndos. e
- \ onde-su amendoa sem casca, de superior 'ra1"-*""
qualidade, chogada ullimamenle de Lisboa uo bri- ?usl-
' Soberano, oin.barricas de una a tres arrobas, | para a estaoiio presente.
\ endom-se os melhores borzegnins, sapaloea
lambem
js mesmos, de excelleute
XAROPE DE SAUDE DE ABRMT ~
;u?^iT1P,>"1" o so do mercurio, as molestias c.riNEvs, nrailutWM, o
m,i. ^ v1ci..su'iiii.nic e liwbatico, as hkox.iiirKs o n.KiaoMAS do-
As molestias do i-raao, lodos os dcaarranios irregularidades da meustrlaco a nts-
ro-: \^xssx^rsis^eS- --
Balsamo iiifallivH de ArraiiH
pararicalrizar completamenle eaj 21 horas os GOLrES o iKa.nisde qualquer qualidade que
Pfepurgativos de curato de magnesia gazoza
i m p para preparar as limonadas c en, ganaras j preparadas,
un nnmrdti^*be!Pari,,la 'l'"" '0"'"'';e n, ''"i" nio Pel g08 -
mo porque leu, a v anlagcnv de <*\H,,.T conservar no estomago o mais excitado.
Vender no deposito goral, rua da Quitanda n. 58, defronte do Corraio Mercantil, '
EM CASA III.
SOUZA 15 tS 1 OS 4fc COM
Agencia em Pernambuco rua da Cruz n. 24.
n
f*e>m!Z3a&Bgmsi
Vende-so una earroca propria para urna pa-
dana, por ser muito baixa": na rua dos Pescadores
ns, 1 o 3,
Na rua Direila n. C6, vendom-se eseravos de
ambos os sexos, com habilidades ou sem ellas, do
todas as idades o cores, tanto a prazo eomoad-
iro. e encontrara una franqueza, que cusi-
Corles de coetes
baratissimos.
Vendem-se corles de colleles de fuslio a 4001
.:. ......,...,.-, .,... t, ,..,- oiiuem-se conos ue colleles de fustn a400r
nco,,.rar-se em quem principia con, seniell,.-,,,- e muito tinos a 13M. assim como ditos de goro-
FINDICAOLOVV-MOW,
Kua daSen7.alalVovan.042.
Neslo estabelocimento continua a haver um com-
pleto sorlimouio deinoendas e meias inoemlas para
engouho, machinas de vapor e lauasde ferro bati-
Uo e coado.de lodosos taiuanhos liara dito.
TACHAS
para
Na fundico de ferro tle .
W. Bowman, na rua do lrum,
passando o chafan/., continua a
haver um completo sortimento
de tachas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bica,
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conheridn e acreditado deposito da rua
da Cadeia do Kecife n. 12, ha para vender potassa
da Itussia e da do Ilio de Janeiro, nova e de supe-
rior qualidade, assim como tambem cal virgen em
pedra : ludo por procos muito razoavois.
Km casa de Rabe Scl.mettnn & C.
rua da Cadeia n. 37, vnuleinsu elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
mnnn du Hamburfjo.
Ghapcosinhos para crian-
cas.
Vendem-se chapeosiuhns ricamente enfoiladns,
pelo mdico proco do ti o T, assim como honeJs di
........; ............. u,.- ,uus us quaiiuailos
as que he possivel enconlrai-se agulheiros
emarfim e oulras muitas qualidades, lilas de col-
udo de todas as qualidades. bolcinhasde ramurca
Quilo luidas para meninas de escula, frasquinh,,
com cardinal a mellior cousa que tem apparecido
para tirar nodoas em qualquer qualidade de azen-
da. pelo muilo barato proco de 2J, trancinhas de se-
da de todas as cores muilo lindas proprias para en-
fetar roupinha para meninos c meninas, c oulras
muitissimas cousas que se allam-a vendor-sc ludo
por preco baratissimo : na rua do Oueimado na bem
conhecida lo'ia de miudezas da boa fama.
Vende-se no armazem do caos do llamos n
4, superior milho em saceos grandes chegado ull
mmente do ltio de Janeiro, ditos com arroz, de
casca, ditos com farinha de mandioca, superiores
esleirs de peperi do 10 oordues. molhos de aba-
nos, cordas de embira, lauto para paslar como pa-
ra jangada, ditas do croar, aseste do carrapato tan-
to em caadas como em garrafas, dito de eoco ; lu-
do mais commodo do qu em oulra qualquer parle
a vista do conjurador.
Manguitos.
Vendem-se manguitos de cambraia bordados pa-
ra meninas, pelo baratissinnT proco de 1 o nur
ditos muito finos para senbora a 2500e 48 o par-
ta rua do Oueimado n. 22, na loja da Boa F.
Aviso.
No armazem de Adamson, Howie, & C., rua do Tra-
piche n. 42, vende-se sellins para homem e senhora,
arreos praleados para cabriolis, chicotes para car-
ro, colleiraspara cavallo etc.
H Vende-se um excellente cabriole!
IhB^^rry de duas rodas .le patento inglez, fci-
ZSSLJLJ to em Londres, um dos melhores
que tem aqui vindo, tendo sido o seu insto primiti-
vo em Londres 114 libras esterlinas, quem n pre-
tender dirija-se a na da Aurora n. 2(i.
Livraria econmica.
N. 2RL'A DO CaKSPON. 2
Defronte do arco do, Sanio Antonio.
Manual de contas.
1 ara compra o venda de sssucar, algodo, conros,
e outros objectos do peso, obra muito reconinien-
davel a todas as pessoas que uegociam com ditos
gneros, e aos senbores de engenhos, pois com um
lance de vista podem saber o importe de quaesquer
porcao de arrobas c libras, e que pelo niethodo
usual levara mais lempo a fazor; 1 volunie bem
encademado por 5$ vende-se na livraria cima
indicada.
Vende-se um relogio de ouro patente suisso
com urna cadeia moderna ou sem ella : na taberna
da estrella do pateo do Paraizo n. 14.
* Azeitonas.
Na travessa da Madre de Dos ns. 11 e 12, ven-
dem-se azeitonas muito novas.
Cevada a 2$ a arroba.
Na travessa da Madre de Dos ns. 11 c 12, vende-
se cevada muilo nova a 23. a arroba.
Milho do Egypto redondo.
Vende-sena travessa da Madre de Dos ns. 11 e
12, mais barato do que em qualquer outra parle.
MHho do Egipto redondo.
Na rua da Madre de Dos n. 8, vende-se milho
muito novo do Egypto, mais haraio do que em
qualquer ouUa parte.
Grande pechincha, com avaria.
Na loja do Preguica, na rua do Oueimado n 2
ha para vender madapolao lino cora pequeo loque
de avaria a 4 e 4S500 a peca, algodo branco com
16 varas a 2j, 2JM00 e 3j|500 a pera.
MACHINISMO
PARA
,r """ iP'-iu momeo proco debe .8, assim como bnneJs do
ua quacs se acnam a venda por'' "'"ul"","fp"i"Jns a-^: lia bem conhecida oia
preco commodo e com promp-
tidao, embarco-se ou carre-
gao-se em carro, sem despezas
ao comprador.
Para criancas.
Mui bonitos e delicados chapeozinhos de merino
o setim bordados e enfeitados. com aba cabida, ul-
tima nioda, mu proprios para baplisados ou .....s-
mo passeio, pelos baratissimos procos de 5 e O9OOO
na.i do Ouoiinado, loja da Aguia Branca n. 1C.
Relogios
w de ouro patente inglez detimdos M
s melhores fabricantes de Liverpool
^2 chegados ltimamente pelo ulti- g^
"l:
- -- w3
Na fnndico de ferro do ent^enheiro Da-
vid \V. Bovvman, na rua
do Iiriiin, passando o chafariz.
Ha sempre um grande sortimento dos seguinles
objectos de mecanismos proprios para engenhos, a
a saber : moendas e meias moendas da mais mo-
derna coustruccao ; tachas de ferro fundido e bati-
0 mais fin6'qii.i tem'havidoT a'ruTdo Ou'eimi'.ln d'. deJSU?c0r tua,i,,ade e de ,odos os '""'"hos ;
n. 19. wueimado rodos dentadas para agua ou animaos, de ludas a3
proporcoes ; envos e bocea oe forualha e registros
de boeiro, aguilhes, bronzes, parafuzos e cavi-
lhoes, saoinhos de mandioca, etc. ele.
NA MESMA FUNDIQAO
hegados ltimamente pelo _
mo paquetee alguns de nova in-
a veni-o colertos e descobertos a
g|jj vontade do possuidor em casa de
?2 Arkwright 4 C na rua da Cruz
5$ n 61.
Manguitos para seuhoras e me-
ninas.
Manguitos bordados de cambraia fina transparen-
te, para seuhoras e meninas, pelos baratissimos
precos de 1 e la6H) o par, pecinhas deentremeio
de mui bonitos bordados a I96OO : na rua do Ouei-
mado, nos qualro calilos, loja da aguia branca
Carteiras grandes com chaves.
Vendem-se pnr preco muilo barato carteiras
grandes com chave, proprias para guardar dinheiro
e letras : na rua do Oueimado, na bem conhecida
loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Luvas de todas as
qualidades.
Acaba de chegar & loja d'aguia branca um novo e
completo sortimento de luvas de todas as qualida-
des, sendo as verdadeiras de Jouvin brancas, cor de
caima e pretas para homem o senhora a 2>500 o
par, lisas de seda brancas o antarellas para senhora
a 1;>2K0 o par, dilas cura borllas a 13000, dilas
bordadas com lindas palmas a 2$, dilas mui finase
bonitas eufeitadas com palmas e bicos a 23OO, di-
las pretas tambem de seda com palmas e bicos eu-
feitadas com vidrilhos a 2$500, ditas com palmas o
lisas a 2J e 1$600, ditas do torr.il mui Onas com
palmas de vidrilhos a 2$, dilas lambem linas com
palmas do retroz e lisas a 18500 e 18200, ditas de
iociUpar'a .me"inas a i200, ditas para homem a
lSoOO ; assim como muitas nutras de diversas qua-
lidades, como de lio de Escocia brancas e de cores
brancas de castor, mui boas e fortes, e de algodaoj
proprias para montara c guardas nacionaes, aos
baratissimos procos de 1$ at 320 o par : na rua
do Oueimado, nos qualro cantos, loja d"asuia bran-
ca n. 16.
f Mi BiramiTIIlIlHirDS.
Visporas e dminos.
Visporas em bonitas caisinhas de madoira enver-
insadas, com 2 trancas a 2J, em nutras caisinhas a
S3UU e lj>. dminos mui bem fcitos o seguros a
lMOOelS20: na rua do Oueimado, loja d'ai/uia
branca 11. 10.
Nova invenco aptffeicoada
DE
Bandes ou almofadas
de crina para penteado de
senhoras.
Na loja de Leite & Irmao, na rua da Cadeia do
Itecife 11. 48.
Arados americanos e machinas pa-
ta lavar roupa : em casa de S. P. Johns-
ton & C. rua da Senzala 11. 42.
mim
cobertos e descoborlos, pequeos e grandes, de ou-
rLTf '^Fe""n'FF"0m S"Peri0- r'--lt4s&crnem^
modidVdeem^o.00'0 ^ ^^ """"['ft ,.quele "''": Km CMa Se outhaU fiSl-
Pulseiras de froco.
Vendem se pulseiras de froco eufeitadas com fi-
las e bicos de seda, pelo baralissimo proco de 3S
na bem conhecida loja da Boa Fama 11. :t:t.
oo-Aterro da Hoa-Visla-SS
Com de Poirier.
Vende-se 11111 cabriolel de 4 rodas, som coberla,
com un asscnlo atroz para criado, ora bom estado!
Vende-se
um lindo cabriolel americano de 4 rodas, sem co-
berla, com o seu escolenle cavallo ; na rua da Paz
n. A, cocheira amarella.
Vende-se superior linlu de algodo, brances e
do coros, em uovello, pura costura : em casa de
Seuthall. Mellori C, rua do Torres 11. 3.
Enfeites prelos e de cores
com vidrilhos..
Na loja d'aguia branca acharan as seuhoras de
bom goslo um lindo e novo sortimento de enfeites
prelos ede corea com vidriihos e de mui buuilos
desenhos aos baratissimos procos de 4, 5e 08: na
rua do Oueimado, luja do miudezas d'aguia branca
11. lli
nos para mesas, o muilo linos a 7g, 8,S .!);>, ricos
casaveques de fuslio o do mellior goslo que pode
baver a 1 j$ e l>j>, ditos de mussulina muilo bom
enfeiladus a US, 123 e 13, e avisa ao espeilavel
publico, que manda de qualquer urna fazenda amus-
tras para ver se agrada, assim como lambem da a-
moslras deixando iienhor.
Vendom-se camas de Ierro para solteiros com
loiina o sera ella, o ditas com lumia para meninos:
na rui da Cadeia do Itecife, loja de ferrageus n. 00.
Tapetes para sala
a 5#0 cada um.
Na rua do Oueimado 11. 19, vendom-se tapetes
para sala, pelo barato oreen de Bj, corles do ruca-
do francei a 28800, gollinhas bordadas a 19".
Vende-se um escravo pardo, moco, boa figu-
ra, onleiido de serrador, por proco coinmodu : na
rua llireila n. 17.
Canoa.
Vende-se urna bonita canoa para familia, bem
construida o novamenle acabada : para ver, na roa
da Concordia, eslaleiro do Sr. Carvalho, e para tril-
lar, na rua dasCruz.es 11. 28. Icrceiro andar.
Rua Novan. 1.
Esisle nesla casa um grande e novo sortimento
do calcado bancos dos melhores fabricantes de
Taris que so troca por dinheiro, pelo menor proco
que possivel enioulrar.
le genero.
Na rua da Cadeia do Recile n. 7
loja de Antonio Lopes Pereira de Mello &
C vende-se urna muala de muito boa
ligura: ijuem a pretender duija-se a
inesma loja acin~.a.
Vende-se banba de pnreoderretida a 480 rs. a
libra, louciiiho grosso a 480 a libra, lingiiicas muilo
superiores a CO a libra : na rua do Itangel n. 3"i.
Vende-se superior couro do luslro a 4SS0Oa|f*a"'" Antonio, frnq
pollo o bezerro de Nanlesa IJIHI: no alono da Boa '"" grande sortiul
Vista n. 72 A.
Negocio.
Yendo se a armacao cnvoinisada o envidracada
do deposito n. C da rua de S. Francisco, por b.iralo
preco : no pateo do Carao u. 9, primeiro andar.
Toalhas.
Vendem-se toalhas para rosto, de panno de linho.
com labvrinthoe bieo as ponas, pelo barato pro-
co de 4*500 : no pateo do Carino n 9, primeiro
andar.
rao, pelo diminuto preco de 2 ; a ellos, que se
eslao acabando: na rua do Oueimado n. 22, na Inia
da Boa V.
Os abaixo assignados ostabolccidas com loja
de ourivos na rua do Cabug u. 11, esquina que
lira em frente a na Nova e pateo da matriz di'
' un para escnlha do publico
...... do mas obras,.du ouro as
mais ora moda o do dilTerentes Kuslos. cora coral,
, pcrolas, esmaltes, diamantes, bnihanles, o.de puro
, liso com graveras, por proco mais ma couta do que
em nutras partes : os compradores receberao urna
1 cunta com recibo declarando as qualidades do oui u
de 11 ou 18 quilates, conforme a escolha.
Strophim i Inuaii.
Mlis.
Bolinas de seda gaspiados de
perfoila que alhojo tem viudo
rua Nova n. 1,
verniz obro mais
ao morcado : na
Para senhoras.
Bolinas de setim prelo sem gaspias obra muilo
delicada a 7 o par : na rua Nova esquina da rua
das Triuxeiras.
Para meninas.
Botinas de setim branco c prctosem gaspias obra
muilo postala pelo haixu proco de 5g o par : na
rua Nova n. 1.
Id.
Bolinas do Nantes a89 o par : na na Nova
esquina ila na das Trincheiras.
n. 1
Ao grande armazem tle rotipa
l'eita na rua Nova n. 49, jun-
io a Conceico dos Militares.
Neste .11 iiKi/em encontrar o publico
utn grande evaritdo sortimeulo de rou-
pas feitaspara homem, rapazese meni-
nos e se nao agradaran comprador algu-
mus das obras le tas se apresentara' ou-
tra com toda a presteza e perfeicao,sen-
do a mesma obra (cita em menos de
urna liura avista do comprador.
Attencao
loja da diligencia
NA
7/h do Oueimado n. 03.
Joaquira Jos da Costa Pajosos Jnior taz scienle
ao respoilavel publico e aos seus freguezes, que
seu estabelecimenlo se ar.lia completamente soni-
do de miudezas todas novas o goslos superiores, e
que atianca vender a dinheiro mais barato do qne
outra qualquer parte ; assim como tein um rifo
soi lmenlo de litas do seda lavradas. gestos inlci-
ramenlo novos e de todas as larguras, pontos de
tartaruga muitissimo bonitos o de varias qualida-
des, ricos enfeites para cabrea, lauto de flores co-
mo de froco e vidrilbo, trancas de seda, o franjas
de lodas as cores elarguras, e minios outns miu-
dezas que se dcixan de annuiici.ir por se lomar
cufadonho.
VinhoBordeaux.
Vendas.
Relogios de ouro e praia, cobertos e descobertos,
patente inglez, os melhores que eristem no mer-
cado, o despachados Imje, vendem-se por procos
razoavois: noescriptorio do agente Olneira, rua
da Cade'ia do Recite u. 62, primeiro andar.
lie chegado a loja do Leconto, aterro da Boa-
Vista 11. 70, excellente leite virginal de rosa bran-
ca, para refrescar apelle, tirar pannos, sardas e es-
i pinhas, igualmente o afamado oleo babosa para lim-
I e fazer crescer os cabellos; assim como p impe-
rial do lyrio de Florenea para borloejss o asperida-
|des da pello, conservas frescurae o avelludado da
, primavera da vida.
Escravos fgidos.
Em casa de Henr Brunn 4 C, rua da Crnz. n. 10,
vende-se i inho Bordeam de dilTereutos qualidades
cumo Ladillo, Ch, Leoville, l.s. Juliceu, em caixa
de una duzia por barato preco.
No dia 14 de agosto do anno promo passado,
; fugiram do engenho Sele Ranchos, freguezia de
| Nossa Senhora da Kscada, comarcada cidade da
i Victoria, osseguiulosescrotos : Darnhio, criouln. 25 anuos de idade pouco mais on menos, cOrfula,
bonosgrossose meioarrehilados, tem orna cicatriz
na testa provonientodtt um coree de animal, pomas
linas .- aliinia cousa arqueadas para tora, esiooluia-
do, espaduado, altura regular, ee3t bucando ago-
ra. Jaciiitho, cnoulo, de28 annos de idade punco
mais ou menos, altura regular, cor preta, poura
barba, boicos grossose incerto eitd naUbcc quan-
do talla, lem urna cicatriz em urna das faces, peinas
linas, esiiialmado, fuma, e tocador de viola. O
primeiro foi comprado ao Sr. Joao Praneiseo Barbo-
za da Silva Cumar, e o segundo diz que foi osera-
voda familia do Sr.Joo N irnos, da fazenda do siim,
em Paje de Plores e comprado na prara de Per-
nambuco. Consta que ditos eseravos es'tao em Pa-
je de Plores por portadores que maudei ede l Vie-
ra m : roga-se as autoridades policiaes ecapitesde
campo de os pegar e levar ao referido engeoho, a
Beruardino Barboza da Silva ou na praca do Per-
nambuco aos Srs. Manuel Alves Ferreira 4 Lima,-na
rua da Moda n. 3, segundo andar, que serio ro
compensados com a uuautia cima.
Dos premios da sexta parte da quarta lotera a beneficio do Hospital Pedro 11,
extrahida a 21 de Maio de 1859.
NS. PBKMS.
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