Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08060


This item is only available as the following downloads:


Full Text
AMO XXXV. NUMERO 113,
Por tres mezes adtantadns 4$000.
Por tren meses vencidos C$000.
DIARIO
OliKTV FFIIt % 18 DE TI 1IO DE 1850.
Por anno adinnt.tdo 15$non.
Porte franco para o subscriptor.
^ m" -P, ______________________ ___
PEMIAMBUCO.
EICIRREUOOS DI SUSCRIPg.C NO NORTE.
Parahiba, o SrjJoao Rodolpho Comes: Nal.il,o Sr.Anlono
Marques da Silva*; Arnraty, u Sr.A. de Lemos Braga;Ccar,
o Sr.J. Jos de OiTeira;Maranhao, o Sr.Manad Jos Marliiis
Kibdra Cuimarek Pmuhy, o Sr.Jns Jonqiiim Avelino; Para,
o Sr. Justiuo J. Ramos; Amazunas, o Sr. Jeronvuio da
Costa.
PtrlTID DOS CORREIOS.
Olinda lodos os dias as nove e meia horas do di.
Iguaiass, Goianua e Parahiba as segundas e arrian miras.
S. Autao, Bexerros, bonito, Caruar, Aliinhu e Caranhuus
tas Ierras feiras.
Pao d'Alho, azarcth, l.imnciro, Ttrrjo, Pesqueira, Ingazei-
ra. Plores, Villa Helia, Roa-Visla, Ouiiruiy e l'x as
Hilarlas eiras.
Cano, Seriuhem, Rio Formoso, Una, ftarroiros, Agua Tre-
ta, l'iuieuleii'.is e Nalal quintas feiras'
(Todos os rorreios parlero as 10 horas da manhaa.
1UDIENCI1S DOS TRIRUNIES DI CAPITAL.
Tribunal do cnmiuercin: segundas e quintas,
Relacao: linas (oirs e sabbados.
Pazenda: lenas, quintas e sabbados as 10horas.
iuizo do conimercio: quintas ao meio di
Dilode orphaoa: Groas e sextas os 10 horas.
Prneira vara docivel: Ierras e sextas ao niein dia.
Segunda raa du en el: quartas e sabbados ao Dleo dia.
Er-HEMERIOES 00 HEZ DE 1110
2 l.ua nova as 7 horas e 45 minutos da larde,
!) (.loarlo cresccntc as lonas e :l!l iiiiiinlo da larde.
1li l.ua rhoia as G horas e 17 minutos da larde.
i 21 Quano miligiiante as Rhoras e 30 minutos da larde
PRF.AMAR ItF. BOJE.
. Primeira as 5 horas e 18 minutos da manha.
| Segundo as .i horas e i2 minutos da tarde.
UIIS DI SEKINI.
l! Segunda. "S. Joan Kepomueeno ronero ni.
17 lena. S. Pasnial Gavian t. : s. Pnridoneo.
|s (.loarla. S. Venanei ni.* S. Felis de Canlalirin f.
l!t (.luillla. S. Pedro l'.i'lesliini p. ; S. Ivo llolllor I.
2ii Sella. S. I'.ein.iiclnio de Sena : S. Pautilla v.
21 Sabbado. S. Mancos l>. ni.; S. Thenpotnpo m.
22 Domingo, s. lua de Cassia v.; s. Onilcria v. ni.
S. I baldo b,
EKC1RREC1D0S DI SUISCRIPQaO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falrjo Dias; Babia, o Sr. Jos
Martina Alves; Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martina.
F.M PIT.NVMP.LT.O.
O proprielaro do ni utIO Manle! Figueirna de Paria, na
sua livrana praea da Independencia ns. e 8.
V
u
f
\
I
*,

PARTE OFFICIAL.
GOVK>0 DA PROVINCIA.
r,a Ex^dl*Bt dla I* malo.
OtHcioaol.xm. presdeme do l.enra.-Para cum- do Monteiro. pelo toncle Jos Ai.sel.oo Rodrigue
[imnenlo do aviso junto por copia expedido pelo enmiuandonle do destacamento roanle de Pomos
toda villa do Inga/.cira.Do confnrmidade eomoof- fundn um imperio livre, e aqu rcstiluio a lber- traliallnis. O governador geral niaiidou agradecer
licio dchete de polica de ;I0 do abril ultimo, cous- dade aos sous subditos. aquellos habitantes o sen patriotismo por se pres-
tautedacopia junta, presle Son:. osau\iliosde for.a 2,s lare.in a concertar a dita estrada, a que deraui o
que lhe furein requintados para diligencias a bem ludia. nome de rorrea Komi, e promeltoa aj.ida-Ios. As .ras, alim de esperar all 0 sen sml ossor
do servico publico pelo capitn do 1'' linha Jos Ma Os llnleliin da facera-^do litada da India, quo obras principiaiaiu un dia !> de fevereiro
Kslaiuos ,'. espera do couselheir
A familia do eouselheiro Parras s|
para o Rio Grande, e elle segu boj
V despedida desea familia foi loi
o governador gcral mandn loara* os entuman- de numero de sonhoras a ira
Vul.'i.i.
iiio no dia 1:1
vapor Ck-
pranlo
:i'iiheiro' jiwlrauliro Herlhol
Hilo ao mismo. Passn ns mitos d
Dito no promotor publico da comarca do I.imoei- Una, tendo envernado 0 dito arcobispado por
v. lite, para re, bacharel Marco Tullo do- Reis l.ima.Pelo seo dos anuos
os convenientes oxaiues, a relacao .los oluerlos en- ollicio de H de atril ultimo, iique inleirado de
lados para essa provincia cora dustaio ao respee- ver Vine, no dia danuelle me/, entrado o e\
dos humedecidos, seooem eopi
(irande ueuiero de pessnas gradas a scgiiirain a
ao embarque, OU al urna longo distancia, eiu um
vapor
na Ferreira da Assiimp.-ao. subdelegado da Alaga recebemos pela ultima "mala, alc.inr.im al-ido
marco ultimo. dantas do primeuo liaialli.io de lacadores, e da
"i A India Portuguesa contina em soreg, guarda municipal, pelo inieresse une lein lomado
"l:' 7 "&'" *muU. dL; al,r'1 l"0V1"'0 ""- [>do delegado do termo de Palos da provincia da No dia H do fevereiro lalloceu o hispo deilo de eui fazercra frequenUr as escolas rogimenUes dos
v.m,.iL1..'i..c'ml.. 1 i- "* ',"a''5 os ''arahilia.Ooinmunieou-su ao chefe de polica in- r.nchini D. Joaqun) de Sania Rita II.....Iho, rigario (J""'i cornos, por um grande numero de aranas
*C?,'WL^J!W|*rcebr; poressa provincia o en- .r0. rapitnlar e -overnador temporal do arcebispado de dos meslos. S. Esc. mando,, lecomineudar a lo-
armis de ios os commandaules de coros e das piaras de
guerra as ordena rel.uivas obrigacao dos capellaes *1
ha- O tallecida prelado baria sido etnito hispo de Cn- de carpos o das anteas, de regerem publica egra- pcoTlda
iquelle me/, entrado no exer- eliim em de fevereiro de WW, mas nao obtere toilamenlo urna aula' de primeiras lellras, nao so Da que se ,1er no embarque do conselheira Fer-
CiCIO do cargo de promotor publico elleelivn deasa ser c.inliriilado em eonsoqueiicia das quesles sobre para os individuos militares, mas tanibeni para os ra lhe darel luiuda runta. '
para 0 qual foi moneado pnr portara do o pa Iroado portilguez, iie^audo-se a curia romana a paisanos que as quixorem truquenlar. i Al oulra rea.
iiiinunicoii-se aopreaidente da eontirmar os prelados eleilos para as dio, ese, sitas So dia 15 do ferereiro procedou o cabido da S 10 de abril de 1 .">'.), s G horas da manh.a.
i das tbesourarias provincial e em territorio brilannieo o cbinez. du (i.i eleb-ao ou novo vigario capitular, se- O vapor de guerra Apa segu d'aqui aalgumas
, Dos hispas eleilos que baria srestam atora duna sondo as diaposicoes do concilio J'ridiniino. ele- limas para "! '
Portara.O Sr. asento da companhio brasileira o de Malaca II. Joo Xavier de Sou/aTrindade, elei- gundo o couego da S patriarchal de Lisboa, D. An-
de paquetes a vapor mande dar passagem para a loem 5 de de/emliro de 1841, e o de l'ekim D. Joao toniu da Trindade \ ascomellos Pereira de Mello,
Kiode Janeiro ao en-coruela do 9" halalhiio de in- de Flanea Castro o Maura, eleilo em 5 de novem- bacharel em Iheologia, une fui secretario do falle-
,-! a,?^ ;' .'"!"' ,"4""1"- fulana Jos Ferreira, em um dos lugares de onve/. Uro do lueamoi........ o que presto,, milito I.....sser-
a. oel JnPe d'! u. 'i T '", ^"'""^ **"* para passageiros de es.ado. vicos, por mullos anuos na .:hia. mereuendo a dhv
a2FEJ!?l a' fc .',Ju"JUi "F'"'-')"; "'t Sr. agente da companhia brasileira do lincean'de ser la.nb.mi .....ando hispo pelo papa
v c nd ral '.'.'," '..... Pr" l""|,"'"'S a MPr' l";""1" ''" P^S"'" Para a c''"- P' '">'a d Jins^ China, o que' uo acellou.
tZid^^^^>Z? ^ '" P'-contado ministerio da gue,-,.,. no raporquu f.m .oda a Asia nao ha presentemente um nico
nt r,q .. "'"}"" se espera do norte a tregorio Cerdoso Perca, que hispe portugus, achanJo-so aiuda em Portugal,.
Dito ao coniinandanle supertor da guarda naci- teve baixa do servico no balalhao n. U. de ufan- bis ... de Mareo
sos, e ledas as aoiles abtseiiuprorisaoismresque eonterem algunsde seuslrUgosdbposicoes incons-
1, in sido muilo coiicorridos. iriucionaes
i'.ousl.ii que S. Iac. oilirinra ao vice-preside..... (I piocedimenlo da minoria censuravel, porque.
juranieulado para subaUUll-lo, e que so espera por enviando em.....las projeetada reforma das quaes
noticias do seo successor para seguir, o que caso afumas leen, sido aceitas pela uaiofia], parlcm
esto >e demoie seguir no Jouiolh d(Be lado discursos elsticos, requermentos de
'"' "' f"....."Ie wmi w olhus de tu- Corre que o lawlelhano Jos ..andel., Gomes man- luem ;1,iia,0Si ,,., 1 ,.ae ,uJo' i,pMI ir1d,d
llOS Un ir!.-, i'.'ii ii iiiiui..... ..iifkui. ,i m-ntiln :ir.-i 11 i t- i tmmi ii>,it,.> I.,,,......1.. .,....<, ......... .'. ........
ule. I in gran-
iliaram ao cul-
tivo meio balalhao
Dito ao couimaiid.inle das armas.Faro com es- enmarca
ir aprsenla! a \. Km-., para ser nsperrionado, o lu d,
re-rula Joauiim Jos vives Barbosa.launmuni-
,-ou-se ao ebefe du poliria interino.
Hilo ao mcHino.Queira V. Esc. informar sobre
o incluso reqiieriineulo de ManaJogepha da Cou-
reirao.
relaro e iusper.lon1
de (a/enda.
dar para aqui o irmao l.ui/ Candido para rer se
podia em sua despedida dar lamben una drun.us-
Iraeao de faalaasa que usl arezada gente muio
vil de l'orlo-Vlegre ; mas nos os Rio-Ciaiidensis
A nnva praea do arsenal de nterinba estere eheia reprnramos ta,-s infamias, e lomamos a peilodar
pin.,, que i.,ni intoressa uwnou parte noslades- deiaionslraeo de quaulo prezamos o aobre ,-ouse-
ll.nirn.
Nada alm disso ha de novo.
i Apa, em virtud.- .1,. mo lempo que tornan a
barr itupralirawl, s sal.io para Moulrvid.i no
dia I'.' do curenle, e boje ao amaulo-rer surgi de
novo.
Ja se d
cidoVatriarcha D. (iuilbcrmc I. O rbido, allen-
dendo a que o eleib*, que .se acha oui Lisboa, nao
pode per emquaulo entrar no evercicio do referiuo
idade do Rio Grande, '-, como Ih.
pi'omclli, vou dar-lhes uolici.is do que ocenrreii
tiesta cidade por occasio do embarque do couse-
lii.-ir.. Perras, tiu numoroso ronenrso das pesaoas
as mais gradas da capital, que oreara poi cerra de
100, desde as 2 borts da tarJ do dia 1t do cren-
te se reuni em palacio para ....oiipauliar o referido
nal desle rouiiicipio.-r*irva-se V. K\c. de expedir taria
as snas i.rdens para que seja dispensado do aquar- i
letamento o i
Sainos Porto
consulado.
nisliador.
Dito ao
tic,pando
re Silrino
do l"do
na cmara
das rsped
o coiumunic
i.oimnunicou-
na de (azeni
Dito ao
o de orph
AbaiSe transcreveinos a noticia que ,i o perindi- dlstncto, quo su
cargo, dudaron que eoiiiinuar a goveruar a diocese coiisulhein. al seo embarque, .- um sen numero
al que o inesruo eleito cliegue a Goa. de entras de todas as classes se accuuiuli.ii sobre a
Por portara do i." de inar,;o so mandn proce- nova praea do arsenal, para leslemunliar ao mes-
der a oleicao dos procuradores junta geral do mo conselheira o seu seniiuienio pela sua partida.
s procura,
nevera
roiilicar no dia 27 do A bordo do vapor Carias muilos de sena amigos de
mora o eouselheiro Anlao, e j .. ,-peia-
mos rom anria.
Neal
lein pronuiN'iado com iimila inrivilidade licenra
Contra o cousidlieiro lena/, ma- o lirada da SI,
que redigidopelo Allnasao Ko prime
t) Sr. presidente consc.lheiro Perras acaba de
deiiar Polio-Alegre, que durante muilos u,c/cs lhe
servio de capital. S. K\c dtegou an Rio-lirande,
onde brevemente deve receber o seu snccessiii-e
d.-pois deivar a provincia de S. Pedro do Sul, pro-
quer dizer simplesmenic protelarii,,, diaeusao in-
lermiiiavol ecodilho uoo.vameula.
O pra/o da segunda prnrogara,, expira no da 26,
atando nos na semana -anta, s poder! asetn-
bla fiiin-riouar em os dous ltimos das. 2 e 20,
nos quaes pnravelineute se bao de repetir as mes-
illa- aceas ,1,-sies ltimos dias, multo paianfrorio
e nada de ornamento.
(I que dirao esles hoinen> a provincia .piando se
retiraren] para os seas lares. dei\ando-a no mesmo
estado em que a acharam, sem as leis e providen-
cia- que ella reclama *
Ihcant padnani.
I) caso .' que lodos ellos di/em que riimprem o seu
iillinios das a inipreiisa oppqsirmnisla se dever..... mas. para o que l,-,u sido leilo ale aqu
nao hara necesaidade de assemMas provindaes,
K.-la ,- que 6 a venlade. t nalurnl que baja tuna
lerceira prorogaiao, a menos que i\ gnreroo se
qudia -ujeilar a lirarsem orcanienln, oque me pa-
rec- mu pi4iiro provavel.
Km iiiiuha opmiao, o Sr. Turres deve ir prora-
gando a as-embla al que ella compra o seu dever.
K Unto mais de admirar a maneira de proceder
da asa ambles provincial de S. Paulo, .piando todos
llontem um depui.i.lo da niaioria, depois de 1er
sentir a necessidado
peta, cunfinio
(neriuieiiln, cm'o
menlo fosse com
mniissao, alim de
s qnolas que pu-
ppareeer o deliril
?. a -00:00o8.
do pedido a pa-
nao lhe foi esta
dirigir-se, por-
Jos os niemoros
sorle que a mino-
, ou para as cadei-
lomar o iiie-nio
Gama, | Ene. o Sr. vce-presidenle da provincia manda de- '/airm pela alma da K\m. Uado, leudo igualmente
que b cnminandantedo destacamento e delegado de clarar a V. S. quo o inspector da thesourana pro-
itiilin.i di ii>.mn a.. ca..i>\ t..ir.A ...'. .-. r......^.:. .... .* '__..
polica do ernio de Santo Autao, \ (reguezia d
Ipojura, mide podara demorar--.- al 10 -dias, II-
rando o referido destacainenlo, din inte a sua au-
sencia, cnmmaiidndo pelo cadete sargento Manqui
vuionio de Maraes : assim o commiinico a V. S.
para sua imelligencia. t'.uiiiinunirou-.-e laiubeiii ao
.omuinudaiiie das armas.
Dito ao inspocUir da Ihesouraria de fazenda.
Visto que, segundo V. S. declara em seu ollicio de
honlem,.sabtt. xKl. acha-se esgolado o ere lito con-
cedido a esto ntoriiicia, no concille evercicio, p,,-
vincial lesa ordem para pagar a quanlia de 57*000
em que uipoi-lai-ain as diarias dos dous calcetas em
servico no quarlul desse corpo, vencidas do 1" de
jaoeiro a ultima de abril prximo Iludo, conforme
se ve da fulha, que acompanhou o ollicio de V. S.
de lionl,-ni sob n. lfNV |
Diloao capiicomuiaudante do destacamento de
Villa Relia.
assisiido a este acto muilos empregudos publiuos e
inultas paasoaa particulares de Indas as qualidades.
O forte dos Reis Magos den mu liru de meia em
meia hora, desile que colisin a niorte de S. K\c,
al ao dia seguinle, linda que foi a missa d re-
,/iiiem.
Tanto no dia antecedente, quniido leve lugar o
enterro,como na iiianhaa seguinle, no Um da mis-
" Sr. vice-presldeiile da pro- sa, houveraiii as salvas de arlilharia o fusilara, cor-
-----. ---------- ------- r ,,,,,., ut ,.,-.._,, uu u. -i.ii'.iiii./uut uj gii.iiu.i lia-
ra asd cooi a rnbrica-recrutamenlo e en- rional evisienle nessa villa, irlalivamente ao mes
gajarneulndo ministerio da guerra, pode. V. S. ,(,.
ir In, un In Sjwmiiiliil II iiuiii i iliili.l ni. as -l-ipa. I V
zas iicressnrias pda referida-nrlirlea.------- _
rincia, rvineltoado oesla dala ihesouraria pro-
vincial para os los Convenientes, ns prels na impor-
tancia de 183*520 do deslacaiucnlu da guarda na-
de marro ultimo assim
Dito ao mesmo.(ueira v. S. mandar pagar
sob minha resnonsabilidade.^nltciila a falta de cr-
dito para as despezas com "as obras militares, a
quantia d 38J, em que iniporluu a fulha de dous
eiupregadoi da respectiva repartien, qpo Iraba-
ll.aram nos dias uteis desde lli al'.lil de abril prn-
\ioio lindo.Communicou-se ao director das obras
militares.
Dito ao' consol geral do Brasil na cidade de l.s-
Ima. Na forma das ordeus imperi.es transmita ao
Sr. Vicenta Ferrdra da Silva, cnsul geral do Bra-
sil na cidade de Lisboa, a lista dos esirangeiros,
que viernm para esla provincia no brigue porlu-
guea r'lnrindu procedente da referida cidade.
Aproveito'eeln occasio para npresentar ao mes-
mo Sr. cnsul geral os protestos de minha estima e
,-onsideracao.(illicio.i-se no mesmo sentido aos
vice-consules as cidadesdo Havre e Porto, Irans-
miilindo ao primeiru a lista dos eslrangeiros que
vieran na galera franreza Aisle e ao segundo a dos
viudas no brigue porluguez S. JfaooW /.
Hito ao inspector do arsenal de marinha.Regres-
se a esse arsenal o Africano livre Agrippa, que se
acha ao servico da repartir,, de polica, devendo
Vmc. fuz-lo substituir por outro C.omiuunicou-se
an chefe de (olcu interino.
Dito ao commandante do preaidjft de Fernando.
Remello por copia a Vmc. a retafjlodos objectos
que seguem para o presidio de Fernando no hiale
.Strgipano,Reraotteu-se copia da mesma relacao
ao director do arsenal Je guerra.
Dito ao delegado e commandante do destacamen-
FOL1II l|>|
0 CACHIMBO TURCOO
Ifitt&KffaU 0HIAI13,
. wut l.-.-uil^Ul .
I
manda communicar a V
1....IU.
EXTERIOR.
respoiidenles importante digoidade de S. Ksc
{lloleliui do Oorerno da Estado da India.)
Ns dia 9 de fevereiro, nnniversario natalicio do
viseando do Torres Novas, gaveriiador geral da In-
dia, foi S. Exc. cumplimentado no palacio da sua
11...11I1 in ... i..l. Iinimi das leparlii.iius publicas,
empreftados ctvia, milnai-iw u wUuteuisUco*. ^iiih
numero de proprielarios, iiegnciaules, e oscapitaes
Ha galera Hobiut o da barca l>ui*-, do Lisboa, e do
brigue Leticia, de Mocambique.
O negociante Mucund Z.n-\, querendo festejar
este dia, o obsequiar o governador geral por um
modo distiiicto, den um esplendido baile na sua ca-
sa nova, o qual foi mniliicoucorrido e hrillianle, es-
lando preseutes mais de 60 .-roboras e de 150 ca-
valbeiros. Ao mesmo lempo houve um rico e va-
riado fogo du artillen, no Ijrgo frouteiro a casa do
baile.
No dia 13 complelou-se a linha tclegraphica
com lilas uniese declriui al Goa, abrindo-se um escriplurio para o
amanillas, em nina das anana, em lellrasdoiiradas, i pdico na casa du negociante Malinas Gomes,
Lisboa,
27 de abril de 185.
I.-se no Jornal da Commerciode Lisboa :
llouKMiii.M raxnioTKA.llouieiu pelasduas ho-
ras da tarde, o comiiiandaule e os olliciaes da cor-
vela brasileira lahianna, loram visilai- o real ja/i-
g'j de S. Vicente de Pota, e junio a,, sarcophago de
S. M. I. o R. o Sr. D. Pedro I do Brasil e IV de Por-
tugal, de inui gloriosa memoria, depo/eiam una
curoa de perpeluas, enlncada
re de carias do lenle da aunada lio
liando a conveniencia de se e.-labelece
reir de vapules para Mncamliiqu.,, e
idcomuiodas cmbarcac.oes qoe aiuda
durante certos mases, entre Goa, Rom
cambique. O mesmo OOlcial mostra la
reeiencia de proseguir esm a culmina.
ba, no districlo deLabo Delgado.
Garlas de Goa referein ter all che.
jui/. de direilo Crcspu
eclarsram que se
011 me hadara retirado arompaiibandn o sen chefe e pre-
slain.is sidenle (o Sr. Nebiasl. por entenderem que assim
prormeiies, da casa de Gustavo Cesar iiauna, aomens, que lodos comiiieltemos ana manir 011 me-
ero, inos- sendo promovido por este e pelo seu cimbado Gnu- 1 or escala, e tanto mais quaulo mais alln e
urna car-' liiibo, que foi demllido pelo conselheira Forraz, da collocodos, que quaulo a nos sao a causa do Sr. nroteSUi 111 soleiniiemf nte contra i
lugar das secretoria, e do quintal de urna casa prxima ......:o.,sell-i,u dever considerar falhada asna adm.ms-, |a ,.j mm ^ntoTnralrd^?*?j2*v
egam. s Dr. B.ireellos, en. qu'e mora Anloi.in da Gosta Tor- Iracao : a rerdadeira e nica causa dos .naos ,al"PnTn P diseussao do 01-
1111 e Mo- I res, amigo e coinmeus.il do mesmo llarcolb.s. soccessos una leve ., Sr. Fetmz nesla provincia, a \,,.3 r,',m aildl1 ,do slo i malrora
macn-i O .-.un desses fugeles foi respondido pervivas poltica i-uju emissano e apostlo S. rlxc. se consli- do denotado di minnria (o o> Pauto o iMTa
de Peni- dados ao coiise.heira Ferraz pelos que o acompa- tuio tolv,, mais pur ordei, superior que por con- Ztfft^St^SJS^^S o"
nliavan e pela msica que os segua. Tierno
1 o novo No v-.ipor Caxia*. e mesa que foca preparada se j Foi ,1 S. Kvc. que coube a triste larefa de inau-
reunirau mais de 300 pessoas, e se maiiifesluu o gurarenlre nos a chamada polilica de couciliae.u,
O governador geral parti nos lius de fevereiro mais completo desprnzer pela partida do presidente, \ asna syslema anli-r.iiisliluci.inal em sua esaeacia,
para aniao e Din, dirigiiido-se primeiro -a Bom-toqnal foi acompanbadn at as Podras Brancas por j corruptor ,-m saos eflUos, p.-ngnso em sua aeeao
baiui, onde foi recubido com todas as honras devi- 1 0111 grande niiiuero de seus amigos de lodos os ere- sobre o poro a desaires., em sua reacio sobre o d-
dds, e nao equivocas pruvas do cousidera$ao o ami- dos. ministrador.
zade pelo goveruader geral lord l.lpbinstoiie, que ; Ni! podia d.ir-sn mais solemne demonstraran de I F quaulo a nos foi essn svslema a causa de I.,-
uoz j 4i.)ii.....ii'ii. .1.. nuil, mi iiiirtii&tniafcgamur de I quaulo presado o eonsellieiro Ferraz. dos os desgoslos que S. Exc. soil'reu na provincia
""""."i "!? 'J""i1 ","" "*<-:*>&& v maiiife..m>, ,.irai-a -aluda dos uuialaes n.-m e do lodos ,.s males ,p,c sobre ,-sl 1 s,-a, iiam eui
A AOelha ae llombaiai desrirve n uiif extenso foi dirigida por h.imeini rtr-r.h-. iu ora eir.-ilo consi-queurHa'da a-iiuioUlra^iu de S. l.\a
artigo a reeeprao do riscoude de Torres Navas pelo : de inlcressos illicilos mallogrados ; nada exprime '
sel a seguinle inaeripeao: Corveta llrluaaaa,
lrit 26 de 185.- '
O commandante da corveta, no acto de depositar
a coi.'ia. disse que era urna liumonagem prestada no
glorioso imperador e rei em nomo da marinha im-
perial do Brasil.
O niajor ti. Manoeldo Souza, ajudantede ordnns
do marechal duque da Terceira, por ordem desle,
pedir a S. Km." o Sr. c-irdeal palriarcha a nneaa
saria licenca para esla visita, eassistiu ao que dei-
xamos relatado.
Este tributo de respeito dos cdados Rrasilciros
quoile que j ten. por si apunas as gloriosas recor-
dacoes da sua vida, um actu que sobre modo os
honra.
Ao p do tmulo osqiioccm os erros, e s lem-
brain os bciiollcios rocebidos, e Brasileiros o Por-
tugueses milito d.-veui .10 doque-mperndor Alm
oh.i-I.., mas
governador geral ingle/.. A Itceolurao dr. Srtembro contra a dignidad.- da provincia. Kmpregaila
de l do correnle transcreve esse artigo, que re- o Senador Siiiimlni em maior torea, foi geral
produziieiiiH.-.
{Jornal do Com icercio d.s Lisboa
INTERIOR.
junio da alfaodega. Assim, acha-se j Gua ligada
nao s com Hoiubaim, mas com todas as nutras es-
tacos lelegrapbtcas da.ludia ingleza. Os despachos
rorrem j, com toda a facilidade, nu s para Bom-
liaim, man pai Punta de Galle, cin l'.eylo, at on-
de chegu a linha lelegraphica.
t)s poros da ludia portugueza reconlicccndo a
vautagem que olTerecem as estradas para o com-
merco, reudo-se j boje grande numero de carros
as bellas estradas ltimamente construidas, c que
ligam a India portogueza com a ingleza. vo procu-
rando auxiliar ctlicazmeiite o goveruu do paiz para
conseguir dar maior desenvolvimento s obras pu-'
blicas desta especie. Cum esto fin os habitantes
das Novas Conquistas, o algdns proprielarios das
Velhas pediraui concertar a estrada de Sanquulim
para Reddigante, e que dalli so dirija a Massor-
dem, requerendo um engenbeiro para dirigir os
A iliuiiiiuu de urna vela.
O soldado sentir o coraclo estremecer-lhe de co-
lera ouriudo aecusar a Olha do priucipe Mouriakin
enmesse encarnirameiilodesapiedado.
Nao podia acreditar nos odiosos episodios que
lord Jorge W... cqntora da vida dessa mora, cujas
[cienes virginaes anuunciavam urna alma 'seraphi-
, a : mas quaodo soiabe que ella tutuca havia amado,
"I""-" seus corlesaoscr.ini apenas victimas sa-
crificadas aos seus caprichoscausou-lbe essa re-
velaeo urna alegra profunda.
Pelo seu raciocino apaixado, Veralchka devialer
um motivo secreto para conservar assim a altiva
independencia do seu coraco.
A crueldade de seu loureirismo explcava-se
semiduvda pelas prelences grosseiras dos seus
apaixuuados aue lhepareciara lio indiscretos como
os da casta e laboriosa rainha de Hhaca. Emfira
na elTervescencia de seus toncos sonhos, o suarda
esqueceu a humildade da sua posfeo, segundo a
hierarchia russa e sem se atrever p'retender ao co-
rarse da princeza, soffria por ver que oulro horaem
r julgava digno dessa felicidad.- suprema.
Foi pois com viro pesar que rio o ajudante de
campo, guiado poressa presumpcao eicessira que
a mocidade as rezesd, dirigir-so com urna espe-
cio de petulancia familiar para a bella Veratcbka e
abaixar-ie de repente cumu se lhe quizesse bejar
os ps. J lhe pareca que o enfatuado mancebo
eulouquereraquando viO-o apanhar um esplendi-
do ramalheto que a princeza deixra cahir e enlre-
gar-lh'o cora Derfeita graca.
Veralchka Qtou sobre recemchegado um olhar
glacialdesses que parecein dizer. 0 que queres
comigo ? nao to conheco.
Porm o ajajdante era um fidalgo genuino e nao
perda a Iramantana com essa friesa prevista : sor-
rio e com olhos mais radiantes de faluidade que de
paixo respondeu delicadamente poslropho ta-
cita da joven princeza.
Permita, minha senhora, que o seu rama-
lheto seja urna occasio de lhe ser apresenlado
um dos seus mais dedicados serros, Joan Tcherlo-
konsky, ajudante de campo, sobrinho do gene-
ral P...
Veralchka nem teria mudado de attitude para
melhor apreciar o embarao duolTieial, se estresse
a mas vio o pintolegrete do boyaido de cara fe-
chada, e tonto baslou para que sorrisse ao seu no-
vo enrtesn. Fjte, encantado com o primeuo suc-
reaso, aecrescentou rramenlc:
~ Nio fax idea, prinqeza de como eslou orgu-
ll.oso por ler conservado em nimbas mos por al-
guns niomentos esse feliz ramalhele cujo perfumo
lhe acariciara o rosto.
A esse comprimento inspido, o bayardo mudan
de coros e agitou-se com ridiculos oxforcos ua sua
aperlada fatioto de curte.
Veralchka nem se dignou responder a esse ma-
drigal em prosa e com negligencia estudada c so-
berna pegou no ramalhele e sem olhar para elle,
deixou-o cahir.
S. Pedro do Sul.
I'iiilii-Megre 1 <; de abril.
A provincia conlnua em plena paz-
lia poneos diaa que no districlo da Capirarr, pnr-
lencenle aollio Pardo, houve um principio de insur-
reico de escravos, por iiducr.es de duus deserto-
res de nome Rolelho, que lamben se pu/cram
testa desse movimauto. I)-seu Um era a liberdado
dos escravos, e o saque das villas da eucruzilhada,
f.arapava cidade do Rio Pardo.
lia lempo foi descobcrlo u plano, sendo presos
mais de 10 escravos, e se eradindo os autures du
criine. O commandante superior Audrade Neves,
logo quesoiibe disto, pz-se testa de una torea,
oque muilo conlribuio pay o feliz destecho desle
negocio. O presidente da provincia mandn gente
da polica com o mesmo Um. Os llulelhosse evadi-
r m para o Eslado-Orienlal, e tudu voltou ao auli-
go estado de paz.
Houve do f.huy um molmdc soldados do quinto
regiment de cavallaria de linha, que foram logo
presse desarmados pela guarda nacional.
Tchertokonski abaixou-se para a
ella disse-lhe com voz breve :
E intil, essas llores eslo faadas.
F. poz o pequeiiiuu e delicado p sobre o ramalhe-
le que o ajudante de campo lhe tiuha restituido com
lano disvelo. O mancebo coii fura da si. Cesto
to simples, patarras lao insignificantes, nunca t-
uliain produzido lo dramtica impresso. O dou
Juan cosmopolita olhou rom rara lao esp.1ul.1da
para o ramalhele que eslava a seos pea, que o pro-
prio bayardo se julgou bem viugado e lasliinou-o
com um generoso olhnrde piedade.
Tchertokonski hiimilhado, qoiz todava tirar a
desforra desse reres e iucliuando-se prnfoiidamenle
para occiiltar o rubor da face, munnurou com voz
alterada :
V. Exc. me conceder o favor de dansar co-
migo a prxima quadrilha ?
.Nao ilauso, senhor, dsse a princeza com um
momosuhii que traho-llu! a impaciencia, a dansa
cansa-me.
O ajudante de campo cada vez mais olTenddo era
sua vaidade, atormenlou com os dedos crispados
03 los de ouro das agulhctas : couliecia o ridiculo
de sua posico, mas a eostumadu presenca de es-
pirito tinlia-o abandonado.
Ouando ergueu para a princeza os olhos distra-
damente titos ho ramalhele desdenhado, notou
nesse formoso rosto om sorriso de croel irona.
O senhor perdeu alguma cousa? pergualou-
Ihe ella com Ungido interosse. Ah 1 talvez o seu
madrigal! Talrez anda se possa servir delle com
mais felicidad.' com algum outro ramalhele.
Tchertokenlky senlia os ps presos un soalho c a
lingua pegada no ceo da bocea. Coaiprimentou
desasadameute a princeza: o quandn seVelirava
ouvo-a dizer ao boyardo:
Ora ah tem, cond Relerckoft", os serviros dos
ravalheiros de hoje. Apanha-se u ma luva e esse Ira-
balho de Hercules deve ser pago com um sorriso.
Est vendo, incu chmenlo, Russn velho autlienlico,
nae o nico a moslrar-se exigente.
O boyardo alinhavnu nina resposla toda de inter-
jeires de duvidnso sentido.
conlr,:
menta
1 reprovada, e pelos proprios que boje .seguirn] s.-u
jesemplo, ou a .le.....tem, com esceprao dos Drs,
i Rarc, los e llillancoiirl, que eslao nos seus princi-
pios nesle ponto.
Incumb a um amigo de dar-lbe noticias do Rio
Grande, do que pur l suecedesse, e cont que as
tora em breve.
Do Gmenles lein.emigrado milita genio paros-
la provincia em virlude da reunio de toreas, or-
denada polas competentes autoridades.
Nada ha alm disto de que lhe avise. Pelas folhas
que lhe remeto ver por iiiiudo o que acabo de re-1
fetir-lbe.
{Carta particular.)
Rio Grande, S3 de abril de 1859.
....._......, ,-j.i .-.mi lairora. O pedido
poltica cujo emissano e apostlo S. rlxc. se consli- ;
1 que por enn-
uieiilo, lal qual esl, sendo discutido c com todas
.,- emendas .-remetidos, um verdadeiro tnonstro
Jiorariami. Alen; disso, o dencil resultante da appli-
caeo de Mas verbas elevar-se-ha a mais de dous
tercos da renda provincial.
Mease orcamento calculada a recto do anno
linanceiru futuro em mil n tantos contns. Isto '
que ae chama or. amento ad libitnm\ Realmente
nao se em qee se fundn ,1 cuminissao orgamsa-
dtlra, para prognosticar um lau lisongciro estado'a
le nttod.To~.!.re S,'r "?*"" #1'"""'" Wl"""" |MN"no!correnle .1 admnislracao se tem visto
do I o ri '..... "''"' 1'ar'1 r***" oael. por falla dedinhero no, cofres. Isto fez ver
,'"'', ,;',-. Sr. Torres em osen relalorio. demansljando Li-
es, r i Ln. ,1 ,',nP i,.'1 Ji' l'l",s"';'0 hav,a o oxhuberantemenle que a renda tem diminui-
i*. ripio qu, as pancadas que este e-eiipior h.-vou : do ronsideravelmentc equea despeza nao leni
foram mandadas dar pelo c'onsellieiro Ferraz.
(Curta /articular.)
s. PAiauo.
S. 1 "n 11 lo O de abril,
A assembla provincial contina a fa/.er brilhatu-
ras. A mam-ira de proceder, lanto da maioria co-
mo da minora, merece aeree justa censura: aquel-
la, por ler apresenlado em os paroxismos da ses-
ga o o projecto de reformas a Ihesouraria como
() Vide o Diario a. 48.
"- O preludio da orchestra aniiuncia urna masur-
ka, disse ella. Tome o tneii leque, conde Reter-
ckolf.
- Porm, princeza, nao acabou de doclarar qur
nao dan. n ,1 '
Loucent feunne vari, conde.
E um proverbio trance/ renovado do paraizo ter-
restre e naliir.ilisadn em todas as linguas. Porm, o
mou loque eslse impacientando, senhor.
Prometi ao menos s dansarcoiuigo ? disso o
boyardo com ar raoio spero e meio requebrado.
Conde Relerckoft, quando comprehender que
esses ares de lyranno nao adiantos) nada em meu
serrco Prefiro o vaudoville ao melodrama. Dei-
xemo-nos de roz grossa e caas de uielle medo.
Paca ecoiiouiias de despotismo para a sua la de
luel.
O boyardo pegn no leque rom graca equivoca e
inclinando-sn ao ouvido da maligna mora, disse-llie
com voz queixosa:
Veratcbka, lonlia piedade das iniuhas tor-
turas I
?la ronteve urna risada.
Suas torturas Ora conde, est dando em au-
tor de tragedias. Porque nao me honra com ...- ,-pi-
Ihclos de deshumana, cruel Nao esl pdlidn para
queni solfre torturas e nao est rostu.iiado a isso.
Solero realmente, princeza.
Taloy I no seu orgulho! Como de ordinario
ludo se curva s suas volitados, irrita-so por su cur-
var minha* Son coquetle? sou urna mulher ex-
quesila.sem alma, sem picdnde Isso ja historia
velha! Porm como oulros mo lom dito o mesmo,
quer que pur isso rulalhe o meu coracao? Nao, lo-
dos o querein inlciro. O que posso fazer a isso ?
Procure merec-lo. liidique-lhu o camiuhu bom,
procuro corrigir-lhe os defeilos que mais me irri-
1 1 m : nao isso generoso da minha parte ? Porm
nao, antes quer queixar-se, iniuriar-iiie. E j me
leu nina rica amostra da sua metainorpliose! Cui-
dado, senhor!
O conde Reterskoll", furioso com lico que lhe
olfeudia o carcter rudo e altiro, machucava cum
ira as varetas do leque. Ii.li.ilde procurara domar a
violencia natural do genio: opacar eslalava suba
presso dos dedos mol rbido.-.
Gonde, veja que eslo olhando para o senhor,
disse ella, e-leudendo-llie a inao alva o delicada :
na realidade parece que o meu leque lhe subi
cabeea, ese fosso meu marido, creio queso ser-
vira dos peda.;.,.- para me dar com cues,
Veralchka, por favor, poupe-me, batburiou o
pebre boyardo quera a colera fazia tornar S toda
.1 molesa primitiva.
Oh pesa-lhe a mascara! continuou framente
moca. Nem sequer podo obter de s a hypocresia
da docura. Ditera que as mulheres gustan, de ser
tratadas pelos maridos romo estes Iralam os escra-
vos. Nesse pool,, nao leoho patriotismo, conde. Re-
lerckoir. Professo ideas mais adiantadas. Perrer-
sidade inaudita! Eu nao desojara apanhar.
intil morderos labios, conde. Eu sou muilo fran-
ca. Ames quero domar um leo, do que fazer un
urso dansar. Agora rcslilua-ine o leque.
O condo lornara-se lvido ; lodo o sangue r.-llui-
ra-lhc pora o coracao: os olhos oarregados esla-
vam tilos na joven princeza como o dos animaos fe-
rozcsriue tem faro da presa; masa desapiedada
Vcratcka zombara com essa caira impotente como
o domador de feras com o tigre de enlas arregaza-
das e com as hyenns de spera lingua.
O boyardo quando quiz restituir tuachucou-ocom
tama forra que as varetas vo.iram em Betuneros.
Ohrigado pela lcrao, disse a altiva Riba de
Mouriakir rom singular sorriso. J sabe que nun-
ca conservo fmulo- desastrados ?
0 ajudante por detraz de um cachis linha assis-
iido a essa rpida sceoa e por sua vez honrou com
um olhar do commiseraco a derrota do boiardo.*
Este, que proco..iva fa/.er cahir o seu furor sobre
um inimigo menos invulneravel que a bella Verat-
cbka, j se diriga Tchertokonsky quando se voltou
oiivindo .1 princeza fallar com o mais socegado lom
com o gentilhnmcm dance/..
Nao, Sr. de Rocheblanclie, nao dansarei esla
noite, ,11/1:1 ella. Alm de que j ha de ter des-
aprendido a mazurka e a redowa, depois que as es-
topees se l..ruarain as suas salas ordinarias de
baile
Veralchka, dirigindo-se ao novo Nemrod das
Steppea havia deilado l'ctukolt um olhar prfido
que pareca dlzer-lhe:
Bem v que o seu rival nao mais bcra tra-
tado do que o Sr.
Este, nao se mecheu do lugar em que eslava, lao
grande era a fascinaran desses olhos encantadores
que lhe faziam esquecer a serna do leque c a pie-
dade um tanto importante de Tchertekousky.
O ajudante de campo coutinuou a observar a prin-
ceza ugindo por discripoao seguir pom os olhos as
ondas da mullid.io que esperara a rinda do czar.
M. de Koclieblancho apezar de seus recentes mo-
dos de fidalgo campouez, nao linha completamente
abdicado sua dislincro nalurai, e pur isso em vez
de irrtar-se com a recusa da priiicc/a, respondeu :
Princeza, nao tem piedade neuhiiiua Toda-
va ou esperara que eslivesse prximo o termo de
iiit-us dias de prov.u_.iu.
O nosso presidente aqu chegou a 17 do correle em que se acha a provincia, as passo que enva
s 10 horas da manh.ia, e sua 'familia no dia 15.! emendas .10 projecto de reformas exerlado 110 or-
Foram recebidos e tem sido visitados por todas as cntenlo.
cresri.lo durante a sua adnmiislraro. Fez 0 Sr.
Torres sentir assembla que a penuria existenle
nos cofres du maneira a exigir o erapresliino do
eruto e lanos eolitos para occorrer as despezas es-
.-enciaes e iuadiareis se deria allribuir em grande
parir rediic.-u operada ao imooslo de rafia sisa
-olue esi-ravos qnese venderem na provincia) e
iiiiiiiicipqlisac.io de algumas rendas que desfalra-
ram os cofres provinciaes era mais do cento e vin-
le contos.
- A assembla fez onvidos de mercador ; deixan-
eb^Z^1^3>Md<'e2S0 ,"""."""'-Id" d,!Parl" 1"a^l"" "Wtoa tendentes aderar a
^^^^^^.tAt^^^L^^\nn,'0^ou a "'P""""! inconsideradamente
dianle, e esta por protelar a discussao de nina le em mil e tantos cotilos
lao necessaria as actuaos e criticas circumslancias
pessoas gradas da cidade, que em geral sao seus
amigos.
Ocorpodo commercio quera dar um baile an
presidenle, do que este pedio dispensa por ler toda
a sua roupa j a cainitiho para a corta mu um barco
de vela, e estar propriamente em viagem.
Sua casa, durante sua estada, tem sido frequen-
lada por grande numero de p.. ,a> de ambos os sc-
Jacob servio a Labio durante quatosxe' anuos,
disse sorrindo a moca. Parece que os Frauce/es
sao um pouco menos' pacientes que esse riiluoso
palriarcha.
Sem descorocoar com esta replica bblica, M. de
Riichcblauche continunu cum roz triste e doce ':
Nao l.-ntiii eu obedecido aos seus desejos
mais secretos i Dizia iuie nao gosta va dos coi losaos
eUeraiiiadns. dos diplmalas de polka a do masur-
ka, desses gneros de antecmara e de parada I vi
como voluntario, una das peiores dampanhas do
Caucaso ; sogui os Gossaeos al a 1 ki ,1111a ; eiufim
lortiei-iue quasi um indgena dessas steppes, onda
desaprend tudu, excepto o habito de ser seu es-
craro.
Se contribu para a suj metamorphose, se-
nhor, disse Veralchka abanando-se com seu euro
bordado, julgo ter-vos feito um servico.
Serviro replicou o fidalgo, sorprezo.
Sctn durida, senhor, acresceutnu a princeza
lornaiido-sc sera. Nao era timbre sen em outro
lempo, comprometler as mulheres .' Pois bem,
quiz rnuiprouicllor a sua repulacao de seductor ir-
resistivel o cnusegt-o. Cracas a esse revez nunca
mais ver o seu nome uos bauhos de casa montos.
M. do Rocheblanchc fingi um sorriso, porm
occiilii.ii o despeito, e quasi no mesmo momeii-
lo aproveitou a occasio de vingar-se como um
verdadeiro fatuo. O vapor das lnuumeraveis velas
augmentara o calor intenso do salo ; Veratehka
por ransaeo ou c.oquellerie, deira cahir o lenco
que agilava com mo indolente e o fldalgo pensan-
do que ella nao linha dado por isso, apauhou-o fur-
tivamente, quando a mora pedia ao cunde Betukou*
que fosse procurar seu pai.
Mas quando o ousado fidalgo quiz occoltar o rou-
bo na algibeira da casaca, a priure/.a detove-o com
um olhar severo :
Senhor, esse lenro perteuce-me. Teui-se tor-
nado um tanto distrahido freqiienlaudo os Gossaeos,
disse-lhe ella.
O boyardo e o ajudante de campo deilarain urna
olhadella irnica sobre o infeliz fidalgo.
Princeza, disse elle surdamenle machucando
com despeilo o lem;o que restitua, obstina ao a
excilar-me ao papel de apaixouado selvagem e es-
clavo, pois bem, aceite-lhu as consequeucias,
Olhou com arana-a. ador para os seus riraes,o
coiiiinuou :
Juio-llie, Veralchka, que uenhum oulro (ton-
gor esta noile comvosco. Nenhiuii outro locar na
sua mo. Fez do iniu um selvagem ; o sclvafem
ama-la-haa seu modo. (Juizqueuuesquecesse os USOS
da sociedade : afioularei a etiqueta dus salos pa-
ra m por-Ib.- o meu amor.
A princeza lerou o lenco aos labios para1 com-
primir um accesso de "riso louco, causado por
essa brarala que contrastara singularmente com
os lo,iris cabellos, olhos vivos c esprituusus. e ex-
nreaao lina emordaz do rosto de M. de Roche-
hanche.
Infelizmente Inclinando-se para fraz, nao perce-
beu que seu vestido de. gaze. se agarrara haslc
espinhosa de ii m cactos, que o vento agitado por
seu brusco nutrimento linha destacado urna faisca
das reas occullasnos galbos das plantos exticas e
que esla faisca rocava pelo seu corplnho.
O porleiro das cereinotilas aunuuclara nesse mo-
mento em alia voz Suas Magestadee Imperiaes.
A mullida,, compacta dos lidalgos, ministros,
embaixadores, generaes, eaminhara como um s
corpo seleiune e magestoso ao encontr da impera-
trizedo rzar.
A lingua de fogo que rorara pelo corpoho de
Veratehka subir, c n'um momento rio-se ella cer-
cada de chammas antes de ler lempo de rol-
tar-se.
Os tres rracs, sorprendidos poresleacridenlo re-
peulino e terrirel, olharam espantados para ella
sem terem animo de lomar um panul,,.
A morajevatitou-se apeuas seuliu o fogo. porm
sera dar um grito: conservando o sangue fra e al-
tivez de sua attitude patricia procurou suir.ir.ir o
incendio com asmaos: foi debalde. Com o olhar
pro.-uroueiilaoseupai. 0 principe Mouriakin, aprr-
L-ido no meio dos corle/aos que tneudigavaiu um
sorriso do czar fazia estorbos ilutis para chegar-se
lillia.
A despeilo da le servil e implaravel da etiquita,
os visinhos de Veratehka, apoderados de terror p-
nico, fogiaiu em sen odioso nsliiiclo do egosmo
dessa encantadora creatura que ameacara levar
apoz de si o incendio.
Ji os admirareis cabellos da joren princeza, desa
lados em um esforro supremo, iam ser presas do
fogo : j sua rabera u bracos sahiam em sua intacta
belleza desse lurbilho qu ia derora-los, quando
um humem correu para ella, segurou-.i, apertou-a
ao pello, e quemaudu as nios, os pu nhos o o
bracos luclou heroicamenle cnnlra as chaminas.
Eui um inomenlo, o fogo redobra de iatensidade
ao contarlo desses dous eules reunidus peln mais
singular acaso : porm o huinein arranca com mo
prompta urna cortina de velludo, emuriilha cu, ella
Veralchka como n'uuia mana abafa esse braseiro
movedro, e leva aos olhos da raultido estupefacta
o seu precioso fardo para o paleo do palacio.
Ouve-se ento um gnlo do alegra no grupo dos
ftdalgos: mas esse grito do principe Mouriakin do-
pressa se perdeu in, magesloso preludio da orches-
Ira collocada em frente de throno, einquauto o sal-
vador de Veralchka depe a moca desmaiada sobre
a nev do paleo, comeram as dansas nos esplend-
dos sales.
O hoinem que, apezar da rhegada do czar nao
havia lido a cruel eoragem de ver quemar nina
mulher, era o soldado de guarda na porta da ga-
lena.
A dedicar., de Alexandrc impedida pela nasceu-
Ic paixo, j Uvera infinita reeompeosa. O soldado
apartara em seus bracos a juren princeza. I ni ca-
lafrio apaixouado perrorria-lhe os meinbrns e foi
com um senlimriito de pezar e de dr que a de-
tou sobre a nev em sua pesada mana de vel-
ludo. ,
Veralchka tornou a s porque as dores das queima-
duras a lorluiav.ini cruclui.-ni.-. Abrindo os olhos,
leu sobre as feires de Alexandrc a expresso de
tema solinlude de que ella era objecto. Olfendida
por excitar a compaixo do um hornera, cobrio-se
com as dobras da cortina de velludo toda sujo c
qu--imada ; depois, escoudend. o solfrimeiito, disso
ao guarda com um sorriso banal que inantiiiha a
distancia ofiicial filtre ulles':
Ser recompensado, senhor.
Alexandrc rrou': extiuguio-rc o sen xtasi e
olhou para a moca com pasmo como se essos pa-
lan-as crueis lhe pnrecessem olferecer odioso con-
traste com essa bocea forra.isa e ciiui essa voz ar-
gentina. Seu orgulho de inferior linha despertado
como a vbora entorpecida sob o peque a pisa, e
elle responden framente :
Sou fidalgo, princeza !
Veralchka sorrio. apezar de suas dores agudas.
Ah! orgulhuso, senhor L'iu cadete! com-
prebendo. M.-u pai bem visto na corte. Pedir
para o senhor adiantamento.
O cadete ergueu os hombros dizrndocomsigo :
Esta mulher ser toma ou tn .'
V. replicn em voz alta :
O procedimentnda maioria revela o seguinle dil-
lf ni a,a : ou haris de deixar passar a reforma da
Ihesouraria, ou lit-areis sem o orcamento. Isto
claro, visto comoo deputado da maioria que se en-
cacr.igou de fazer o enxerlo declarou assembla
que o nao retirara, quando a minora protestara
disritii-io amplanieiiic, por ser sua materia carace-
dora de una minuciosa e delalhada dLscossa.,, e
Assim, o poder legislativo, mdi longo de cumprir
a sua missao auxiliando o executivo, cra e desen-
volv- as diiliriiidades que seriamente se bao de
uppora sua marcha henifica e prudente.
De que serve decretar a assembla 70:0001 para
urna boa estrada, 40:000$ para outra e consignar
pequeninas .piolas de 5009 para estradinhas estire
insignificantes lugarejo*, quando sabe ou deresa-
ber que o governn nao poder.', curapri-ls por nao
ter dnheiro, e nao derer mesmo curapri-M8 por-
que nao lhe rumprc suhrecarregar e enerar a pro-
viuria rom emprcslimos, reconhecendo ser a sua
Senhora. conserve-vos cinco minutos em
niens bracos : eslou bem recompensado.
Veralcka cxlremeccu e olhou para a insolente
com seus olhos profundos c sombros.
EsqaeeSH), senliur, disse cum um lom do'ri-
vacidadeque nao lhe era familiar: ou julgare que
quer que lhe paguem caru de mais os seus ser-
ricos.
Alexandrc caluu-se, e ahaixou a cabera desani-
mado, lano lhe desolavam o coraro essa uioiis-
Iruosa jngralido, esse orgulho'insensalo, esse
dosdem feroz. Emfim nao pode conter o brado de
sua decepro:
Ah iiiiulia senhora, replicou elle, tem ver-
gonha sem durida de ter sido salva por um sim-
ples guarda. De rerlo, foi para mm grande ren-
tara Porm todos os seus nobro amigos se afas-
lavam da senhora e foi eiit.'.o quo me atrev....
Veralchka iulcrroiupeu-o com vozsecra :
Jl~ Se nao quera recompensa, nao me salvnsse. !
Nao gusto dos erndores de coraro, senhor! Gritei,
ped, Ii vi- medo ? entilo para que uliraja-inc impu-
nemente pur um serviru que de niqgueni un-
ptoraif
= oh ella nao tem alma elleslinliam razo!
dessa priso que anda mais realcara o mrito da
dedica, o desse imples soldado. O ajudante dr
campo principalmente deilou Aleandre um lhar
de odio murtal, em quem advinbava um riral se-
no, se a princesa se diguasse lembrar de seu sal-
vador, e encarregar-se de sua fortuna.
Ao passo que a carruagem se afastava do palacio,
o cadete, esquoeeado o seu futuro talvez distruido,
perguolava a s mesmo se a orgolho'sa Veralchka
se lemhrnria no dia seguinle que elle existia, e essa
duvida incensante lorlurava-n porque no mundo s
va a ella. Porm um apaixouado nao pode acre-
ditar por nimio lempo as imperfeicoes do seu do-
lo e anda quo fossem visiveis aos olhos de todos,
s elle nao as adtuiile, o s elle ucga-las-ha contra
lodos.
Foi por isso grande a sua alegra, quando' pas-
sado o seu raez de priso, vio apparecer-lhe o prin-
cipe Mouriakin.
Meu amigo, disse-lhe atfectuosamenle o di-
plmala ; se S. M. o csar deixou que fosse punido
por ter infringido as leis da disciplina, quer todava
recompensar hoje a sua eoragem. Subi ao posto
dsse o mancebo que senlio lagrimas de fogo quei-1 niarim-lhe as palpebras, ulhando para essa bella
mora de quem -ambara receber um sorriso em troca
de sua dedicaco.
Os crlezosda princeza chegavam s carn-iras e
iam desfazer-se em protestos de sentiment.,, mas
ella uo IheS deixou enmeear asdesculpas.
_ Vasa um lano lardu.seiihorcs; porm nao su
tan indulgente coma o proverbio, e ua minha opi-
nio, mais vale nunca que tarde. Se laboriosa-
mente apreudeu a dansar mal a mazurka, conde
lletukoll', e o senhor a errraros ursos a quinze pes-
sosde dislancia, M. de Rocheblanchc, pelo menos
"*.....queceram que mais glorioso ruinpi nnenlai
o nosso mouarcha do que salvar uiua mulher por
quera estis toncara.-ule apaixuuados. Eu olhava
para ros, senhores, quanto lorcia em miiihas mos
as dobras inflamadas do meu vestido Todava
aqu leudes um simples soldado que nao est apai-
xouado e. que violn as ordens para arrancar-ine
dessa horrivel morte Vos que podis ser jui/.es
em materia de eoragem, nao ser essa a boa, a ver-
dadeira '.'
Elle falln ao seu dever, dsse o invejoso
boyardo ; porm se OSUOSSOS soberanos nao tives-
sem chegado.qualquer um do nos tana outro tauto.
O senhor, acresceutuu vivamente M. de Ro-
cheblauche, me proporcionar occasio de ajuizar
de sua curagein por mm mesmo.
Reclamo tambciii esse favor! exetamou Tqhur-
tokonsky.
Ah provocara assim ao meu salvador mur-
muran a mora. levar um pouco longo o enlhu-
siasmo por mm.
O principe Mouriakin vinha chegaudo esbafori-
do, perturbado, tremcndo-lhc ns joelhos, cuidando
adiar a lilha mora ou orrivelraetitc desfigurada.
i.iiiaiulo a vio paluda e serena, quando oovio-u
fallar com esse sangue fro irnico deu un grito de
alegra, nclinou-se paia o roslo della, beijou-a
com transporte, filou-lheos olhos, e balcu-lhe as
mos cora o delirio de nina alegra tonca. Depois
erg,leudo- a com eaf..rco .supremo, ordeuou aos seus
criados que fossem buscar a sege o deilou Veral-
chka sobre os coxins com os cuidados minuciosos
e delicados de una mulher.
Est preso, Alexandrc, dizia no mesmo momento
.. inajur da companhia. baleado familiarmente no
hombro do joven guarda, sempre absorto om sua
. onleinplaco.
Os lies prctendcnles moslrar.im-se invejosos
do as iuformacesque nos mesraos fornecemos acer-
ca de su,, familia, educarn bnlhaiile e conduela
exemplar reconhecida por lodos os seus cheles, o
nosso gloriosa imperador quer fazer-lhe esquecer
os rigores do cdigo militar, e permita que v dar
parte de sua felicidade a sua mi.
I'.r, Ihou uina lagrima nos olhos do mancebo.
Principe, como recouhecure ..
Conheco a boa Nalhalia, continunu affectuo-
-.iinenie o principe. Viura de um ofiicial, vir-
tuosa, sem fortuna e sem i'bancas, nao tossA,
Aleandre, sua nica esperanra, sua unir raidade,
luda a sua alegra ? V, met amigo, que sei o seu
nuine.
O novo porla-bandelra pegou ua mi enragada
do relho rorleso e beijou-a
Oh! principe, euche-.ne de favores |
Nao me agradera, Alexandre. S flz Isso para
cumprir fielmente a rontade de minha lilha...
O guarda julgara ,-siar sondando. Cora eflfeilo,
era bem agradare! o sonho. Veralchka linha pen-
sado n.lli; reslilua-lhe a honra, Uaza-lhe como
uina toda a primeira joia de seu futuro militar, o
primeiro lo que devia aproximar o simples cadete
da joven princeza. Ah! como se vingavedo suas
dunda, olfensivas porm sbitamente um pensa-
mento sombro fez desapparecer todo esse jubila.
Nao seria essa a recompensa com que Veratcbka o
havia auiearado 1 Ella pagava a sua divida, e mais
nada. Pagava a sua dedicaco com urna patente
du porta-bandeira ; depois leri o direilo de esque-
cer o seu salvador. Aleandre apertou a testa as
mos ejolgou gue seu coraro se despedacara.
Meu joven amigo, dsse o principe o lindar
da piula, a pequea propriodade de sua mi tica
distanta do meu ,-.,-leilo de Beau-fllaive apenas urna
legua, e espero que eu e minha lilha possamos
contal em brere no numero dos nossos hospedes
o braro ofiicial cujo herosmo ser sempre supe-
rior ao nosso reconheciineiilo. Partimos hoje mes-
mu larde para o governo de Toula.
A estas ultimas palacras do principe Moureakin,
apenas Vl.iv.iinlre pode balbuciar alguns agradeci-
ineiilus confusos. Subir do inferno ao stimo co
para nos serrirmos de urna expresso familiar,
porque esse conrita devia partir de Veratehka atr-
aa aun desapparecer todo o vestigio de sua often-
sa involuntaria.
/Conlitiiiar--*a)
DP7' '' -'! -r '-.-.....



2
Diario de Pemambuco Quarta feira 18 de Maio de i859.
applicaro improductiva Km lties cli-.i para que
Mire.
II deputado, rcrcolheudo-sc aos seus lares, embo-
ta a tula c clama aos scus constituala! ; i l.
passo rain a instancias roinhas tacs c lacs quolaa e
rnnsignncoes para os mclhoranientos o, eugrandc-
cimento deste circulo; vede, pois, Srs. eleitores,
que tu cimpri ptimamente O mndalo que de
vos rocebi; cumprc-vos agora solilar do governo a
entrega das quotas referis. Hic labor e$t. Logo
qua comeen a vigorar o orcamouto, comer' igual-
mente a chuva de ulllcios das Cunaras inuulcipacs,
etc., efc, sobro o governo, coiitcndo lodos cllt
estas palaviasvtnha dinhtiro O governo nao
da, ptirqu-i a assembla provincial decrotou quo-
tas sen mcios do cumpri-las convenientemente, c
ilii lunilcs o governo mcilido em camisa do onzo
varas, no passo que o nosso deputado, verdadeiro
8 nico culpado, oanlia-sc cm agua de rosas tra-
tando da sua retleicao !... Ilccahe assini iinincre-
ciilam.ule lodaa gloria no deputado e lodo uodio-
so ao adminisiradur da provincia !
Km o auno pasando a nosso assembla dislinguio-sc
por aneio dos hieran, Esiellio,liurrage,cU:. ; osle
111110 pretende celebrisai-sc fazendu presente a pro-
vincia de un orramonto monslro ou oegando-lho
loda e qualquer especie de on-juienlo....
Ok,\ tmpora l)/i .' mures !
f. um lalinoro tedien, mas qua vem milito a
proposito. Cito-o por Ipmbrnr-me que a assembla
provincial so nao foi a prmeira cin algara lempo,
fui urna das primeiras do imperio do Brasil.
Muilii estiman-i que o Sr. Iones v prologando
a tensan at que a assembla compra o dercr
que conlrabio, dando um orcameiUo provincia,
ou se desconceilue em extremo desaliando a sua
m.ildirn.
finjo o nosso chefe de polica foi victima de
um ridiculo tiroWio na nsseinbla provincial. I n.
dc.otado da maioria o Sr A. dos Santos Junion
dei-larou tin alias rojees acaso cas caleras eslu-
pe. tatas .pie o Sr. Cavian, plantando a reaccao.
preparara o campo para as elcccs de Imo ,em
favor do partido liberal da provincia de s. Patffu !
E urna grande injiislica foila ao carcter c senti-
Wenlos q> lio digno magistrado, e o Sr. A. dos
Santos lonior dere recoulieco-lo, nao s p..rquc
nao apresi nloii fados que o devessem indii7.ii a for-
mar esse juizo do Sr. Cario, como porque em lo-
do O cnslelloque construoretiro.me ao sen dis-
curso] faro apenas algnns apoiados complaeeiites
mis o tres dcptados
dedo
O Sr. i.avi.'io, que tem cabalmente respondido a
algnns reparos que llie lem sido fcilos pela Impreu-
8a. de eerlo nao dexar de dar un sopro em o eas-
Icllu erguido pelo Sr. Alves dos Santos Jnior,
nlini (tuque nao passem desapercebidas nsproposi-
coes. que avaneou sem o miiiimu fundamento.
- 2.'i
Felizmente a chuva lem cessado ncslt-s ltimos
dias. ,
lieos permita que ella nos favoreea rom a sna
ausencia, alim de que os seus estragos possaut sor
reparado?,
Passou na assembla provincial o projeiio de
lei creando mais tres comarcas, mas anda nao foi
sanccinpado.
(Carla particular].
Concille asseverando que o banco do Brasil nao
precisa de redomas,nein em sua orgauisacu, uem
euiseu regiment; que ludo quanlo est feilo
ptimo, revela a sabedoria do sen autor, pode sa-
tisfazer aos grandes lins da sua institualo dando
inleresses importantes oos seus accionisias, salis-
fazeudo as necessidades da lavoura, do conuncrciu
das emprezas que te lem eslabelecido no paiz : e
dcscrevendo os resultado Jataes da coiilrarcao da
emisso se por ventura bWvilre da commissao fdr
adoptado.
O Sr. Cotlho de Castro, cuniprindo-llio, na qun-
hdade de membro da cuiumissno, defender o pare-
cer por ella aprusenlado, respondis objeccoes com
que o comboteu o Sr. accionisla queencelouo de-
bale. *
l'rini'ipiaudopor protestar quu nos signatarios do
parecer hn palriotismn bastante para iniibi-los de
concorrer para criar difliculdades e Iranslornos s
industrias da paiz. .h-rluiu que se limitar a res-
ponder a algumas observari.es que furaiu apresen-
Indas. '
Observa que a commissao nao dase que o tnico
objecto da le de ls.V! seja a coiisurriiro domeie
circuanle em um estado de apreciara' relativo ao
podri monetario, sendo eulrolaiilu ctrtu quu este
8 um dos seos lins, como se verifica pela confroii-
laeo dessa lei cora a de 11 de solomillo de Isiti,
e pela consideraeao de que o lucio circuanle o
assumpio mais importante de um eslebelecimenlo
de seioelliaule nalurcza. I'or isso a coutmisso
nao poda deixar de examinar o meio peloqualo
banco do Brasil poder auxiliar o gov.niiu na cxi -
curia da le referida.
ter-se direilu a um voto ; j as \ inte exigidas ac-
lualmonte um numero exagerado. Quizcra, pelo
contrario, que opossuidor de uina aeco podesse
rotar, porque, desde que accionista, tem o ines-
modircilo quequalquer oulro, niio tem culpado
ser pobre. A lem de que nao essa a onira res-
triccao que a-coinniissiio propoe para moralisar as
volaroes; lia oalros, como sejam os seiameres de
Erccedencia na transferencia dasacces, e aprolii-
ieao de So fazereui representar por procuradores
os occionisiai residentes ncsla cOrle.
Enlende qua os tres directores gerenta* bao de
fazerum papel singular, hiio do exorcer urna omni-
potencia cxtraordiiiiiria doqueo banco ha derese-
lir-se gravemente. Nada, purera, o mais inleres-
sanie duque aldea capital, de nao seren preeucbi-
das por rutaipo dos accionistas, as ragas dos direc
lores que reiiuiiciareni ou llcarem impedidos. I'e-
re-se oeste mudo os dirollns da assemlda geral o o
aibilriu toruar-si-li.i limito luaiur.
Se^ue-se rom a palacra o Sr. Hibeiro de r.ma-
lln, u qual diz que o banco Ulbu de um contratu
entre os accionistas i1 o governo, contrato nuedbu
privilegios e mpox unus : ora a coininissao, exa-
minando e.-se contrato, c reconliaeeii.lo que elle es-
t falseado, que j nao existe o e>qirilo que OdlC-
t'oi que o banco nao pdc ser o que compre que so-
ja para chegar a seos lins, o nico regulador do
inoiu circulante sem o que impossivel llie sa-
lsfarer u comproniisso' que conlrabio, ontendeu
que era preciso alterar o contrato ou pedir ao go-
verno que rcslabelcca as eoudicoes, para que con-
tinuo a baver o necessario equiliiirio, alim de que
este ealubelecimenlo possa cumprr os seus deve-
Seuiln o peiisaiueiiln do legiSRldiir que o banco I ms. ES-aqui o que emsiuuiiia o orador depre-
do Brasil convertirse as seas notas em metal, pa- bendeu do parecer da couiiuisso qiiaudo o as-
rece-llie que o banco coiiMIiiin-se na obrigaeo de i signoii.
trocar o sen papel por numerario, de iiianciia qo, Se ello tivesse o co-luiiie de fallar ao inieresse,
li.ij.i um eiiiieiiivo dejuecia.au do meio circulan-1011 qui/.esse iull.iliHli.ir o eiilliusiasmo da.assembta
te, n qual consiste na cuiilracco de >oa eniisfo, i r'eral, podeiia di.'du/ir argunieuti.s para mostrar
iiiii.i vez que nao se [..'.de realizar no Brasil o que I quu a eoinmssia, qo.oido proeedeii assiiu, nua li-
succedv em nulrospaizes onde o iustrnuieutoda cir-1 ulia.em (isla mais uo quu u inters-.- dos pccinis-
ciilaio nielali
Di pois de desenvolver algumas considcraces so-
bre esle poni, respoudendo as oi.>ervac'iesque a
Ial respeilo imam ofTerecidas, ropurla-sv *.is diver-
sas tentativas que em lempos anteiinres se li/eram
para lomar apreciado n meio circnlauledo pnii; e
uotaudo-que na ereario do banco do Brasil pase
pensameuto de toda a nossa hisloria llnann-n alla-
nieiile sobre.-abe, su-tiuila que se u niiMiKi banro
nao foi instituido rom a aruldade nica de emisso
na letra da lei, pelo espirito destacabalaiuule sede-
ministra que se nao puderao conseguir os seus lins
sean por essv meio.
Besnundu ao que dsse o Sr. Vaula Sanios a res-
pailo "da iiniuade e da pluralidad!.- da emissao,
ponderando que nao sabe di- que inaneira se possa
coosegair a conciliacao entro assea dous sysiemas
lio contrarios.
Naondinilli' a opinioquo na pluralidad!-da emis-
sao as olas i-ipiivalbain a letras commorciaes, pois
que islo s si-ria aduiissivel em paizescuio instru-
mento de i-irculaco motallico.
No desenvolvimenlo de consideraeoos relatiras a
este ponto, mostra que a mente do legislador au
poda s.-r contraria idea de sef a emissao privati-
va do banco do Brasil, oque por consiguile a
i eoucossae para emitir, fi-ila a uniros bancos, coa-
. liara aos lins da creacaoilo banco de Brasil
lliscorre o otailor Mibn- as dillicoldades f|ui-ha
las do banco, prorurauda
SUbsistmile, para que os
sobra si nao. >e augmuutum
que se Ibc rareearam os m.-ii
ue o contrata eouuuue
uus qo.- o baucu i..ni.o
na ra/jo dirvela eui
de levar a elfi-llo us
laiiria
si-lis lins. Mas, quaudo lala de quosloes lo vi-
laes couioi-slas, nao pode usar de oulra lingnagem
tenia aquella que llie recummunda a rieza do sen
pensauM^nlO.
K preciso, em primeiro lugar, considenai^eoque
representa una nota do banco, purlnuto devemos
ler o iiiaior receio ile iuiil.i-l.i sem perli-ilo conlie-
ciiiienlo de que ella vai representar na circulaco o
que vi.-rdadenaiiieiile lleve riqireseiitar. Se nos di-i-
I xarmos li-var pelo uesejo do lucro, augmentando
para esle lim n circulacao dasliolas de banco, teie-
1'""s ,lc' ''lr;lv s.....I,"'e- """^',e u,"l',ru "oo""-"!por-n bonve-se com a sua cos
I como nimia gente agr-dita. que so crea rabilaos | .n.A.rando fazer Justiea a lodos
Falln em ultimo lugar o Sr. l'ereira da Silva, o
qual, depois de declarar que a commissao nao foi
arraslada por neuhiiin desejo de innovar, c se limi-
lou a lomar conliecimento das proposlasque [..rain
apn-senladas em oulros anuos e apiadas com eu-
lliusiasiuopela assembla geral, trata de demons-
trar que nao se pode de modo algum allribuir
commissao a intenco de censurar directora, co-
mo nlguctn disse boje Da casa. Para se reconl.cn .
que nao louve Ial intenco, basta altender a que
tres meawros da commissao saliiram doseto da di-
rectora; oalcmdisso que na reforma propusta se
procurou garantir os directores do Banco, purquan-
lo flcaram iseulos do seren levados aos tribu unes
porqualqner accionisla sem previa delibera. J... da
assembla geral.
Depois de mais algumas consideraeDcj sobre ou-
Iras disposicoes eontidas no prujncto, o orador ter-
mina declarando que acerca desle a assemlda gi1-
ral pul.- rotar eonm Iho aprouvar, sem nenhnma
i'.iii.-ider.ie.'in aos membros da commissiu, osqunes
u.'oi llzeram mais do que dar seu parecer sobre
ideas albeias, sem iuuova' rousa algnma, como ja
uisse.
Quanlo ao prembulo do parecer, elle um pro-
testo da coininis.-o contra tendencias que podem
trazer grandes males ao paiz. I'.omo nao lem de
ser siijeilo' votario, ficar cada um com i sua
opiuao, o a commissao com a cmisciencia tranquil-
la, poique eiu lodo o lempo poder iti/.-i .> paiz
que procurou esclarei'-ln a esterespeito.
Itecoubeci-iido-s... nao baver numero para a vo-
l.icao. o Sr, presidente declara que a diseiusau Uca
encerrada, e convida os srs accionistas para com-
panc r.ini lo. da seguinle pela I lima da tarde.
tnml ilu CoiUiMrciQ do li...
mais de 9(10 francos aiinuaes ; porm nein asrazues
da pobre octogenaria nein sitas lagrimas movern o
corai ao endurecido do pmpretano.
Ella nao disislo, 110 segundo dia niandni-n cba-
ma.i e propoz-lho atiiial que visto a sua nladeja nao
poda durar milito lempo, e por sso n d.ixa.a por
sen herdeiro, toda a miuba mobilia ii votaa .!;/ a
inlolii nao me obliguis a sabir Jaqui.ou aquem
lic.ir, nao me tin-is o almoco, que quanlo sera
preciso cconomisar para vos pagar o augmento, que
exigs.
u senliorio observando a pobreza e vetustidnde
dos Iraales rio-se, o insisti na sua exigencia urme
como umaruclia.
A pobre vellia foi obrgada a mudar da casa, e
como para a despqxada inudanea livostn neessida-
de do vender algnns quadros, que possuia, i is que
entre elles se Bcliou nada menos que urna pintan
de Morales, que foi vendida logo por 17 900 francos
i.soiishiiiires, l--.fi(uriana quasique fuzcndnu-
deeei .i pobre iirtogeuaria.
A luarinba inurcaule de Franca coulara, nu 1."
de Janeiro di.-sle anuo, 14:0(10 navios da n
tinaos ll:iwu navegam nu uceauoe o resto nu mn-
dilerra.....i. lia alem disto 330 vapores, a saber IfiJ
no ocano, e 1 ls no niodileraiit-o.
subdelegado de l'o d Allio. .Nao pnieuraremos
por lauto fallar da impressao. que por ventura de-
vena ella causar no animo de algnns leilores mais
desprevenidos : a redaeco do btral que te a-
pavitue com a gloria de ler prevenido a rrtalisaco
daquelle aconlccioieuto, que-ali.is tinlia trausposto
j as salas da secretaria da presidencia no ilia, em
que fui auiiunciado ao publico ; ser ni lis um dos
Inuitos casos, em que se admire u sen talento de
ulurisad'.ra eminente .
x proposito da -'ibroJil i nolicia i:-gunt.iremo

4
do lyrismo cantante, appareceu a Sr." Helena Cou-
ran," estrella peregrina despresada do co baliia-
no, para uiiligii- um pouco as vivas saudades quu
o.-s licaram da i ompanhia-Marinangel.
llontem iioile, no salao do lliealro de Santa
Isabel, leve lugar o concert dado em seu benell-
cio. O concurso nao foi numeroso, mas nein por
isso doixou de ser lima rerdadeira festa, em que
se manifestou o bello a akcullentc melliodo de cau-
to da insigne virluota.
As fasoiaacoes do um eorpo esbelto, elegante c
smenle, e osle o fm pnucipal do [iretente arti- I flexivcl, reone ella a ricas do espirito c a luagi
go : 0 que ha de uotavel nessa noticia ? 0 que ha i do talento. ~
nella. que encerr, e fundamente esse terror, que I og diversWI varldos pedacos do msica exe-
o liberal se esfuna porincultr na populico acor- I rutados, alguns dus quaes nao estavam, pela forra
" das circumstanciM o estrelas exigencias do pr-
pa de pbanlMltcus predominios de lamida, c de
sonhadas oHgarchial ?
Todos ol que se dam a estados polticos sabnm
que o* oopi-.'g.ts derem s.-i- rnferidos aos boment
de talento, u rrtiidcs, e iiinguuin t-untesiar aduu-
trin.i de que os cargos poleiacs derem W'r dadot
ana horneas presliinosns das localidades, aquellesj
quelivereui niaiorinieresse ni manuleiieo da or-
deni, o paz publica, fiqueUes llnalineute que se
mostrarem bastante activse vigilau.-spara prove-
nir os dolidos, e auxiliara acraft dajustica na re-
etcoberta J.- ain kihikci-i/iIo. -i'.ominuni- pre&sao dos mesmus. Debaix desse*poni de \ s-
i/.eta dniiiloiiia, que ii'iiiu an- la que devil ser censo
CORRESPONDEHCIt DO DIARIO EPERilJiaBUCQ.
Aln^roriH.
M.ici-i.',, i'.t d abril de IsOO.
So miilvos imperiosos poil.-nam ler fi-ilo aispen-
dera remessade noticias tiesta provincia: la.l.i.ij
em (orereiro eserevi-lhe algumas linlias que nao
live n pra/.er de ver puldca lis. afta que possa en
issegurarsc furam causa desse eclvp.-e as uuvph
cam d.- lielmnlil
ligo claustro de Weslplialia, o superior, tnandandi
reparar algumas cmaras, descobriu o inanuscriplu
de Weii.jiis Paterculus, que ainda exista no seculo
\\l mas, que dopos liana desappareedo.
t' c.i.nina : a pro,iu..c,io de Acoupaye fui de8 kil-
metros e 2 grauunas uo mes de de/emlmi. i -t.i
prod.....;io representa U graioiins .- .; renliniiis por
pena, comprchoodcmln os diasempregados as la-
vagens. l tu empregado cVm a pessoos .'is tuas or-
dl-lis, olileve I kilogl Mlolll.. .le mil o, B lie-la quallll-
de acbava-M; um peda.-o cumopvsu de ./J.J grani-
mas.
I A villa de Siliaue, simada a duas leguas de
j I i. ge, lias
| CI.Ji.Jfi.nl
ri la a ni......acao do Sur.
Lutz de Alim pierque Maranhio o Liberal ponsm
lU-svia-s-- desse ponto, que o esseucial. eoiiuic.u
razoav. I para a qaetlio, o a!ii.i-se resoluta, ecal-
culadamenle paran canipu sem limites de soas ideas
de olig.ii.-aiia I urna tctica sou importancia pa-
ra os lioiiieiis. que ujo paliiili.uu na siip.-rlcie das
Colisas, e que ollldaitl e a;.lecialll os lacios Soc-
aes com a reltoxio, u seriedad^, que elles recla-
I1IJUI.
Niiiuom cieiiesi.i, era se trata de saber s<- o
Sur. liar.i de Cantaragw pertence a nina familia
iiuportanto, de qu.-ni ou deve ser considerado
orculo, como tu exprime o Hbtrat. o que se
|u.-r sabor oque tem esle fado com a nomeaejio
com a simples emissao de billules.
ilade que merera as honras de unvidade importail-
le, l au ser a Mlniinislraco interior do llr. Itol.er-
l.i Calhcirna de Mi-llo e agora a entrada do llr. A-
gostinho l.uiz da Pama para a pjcsidccia da, pro-
vincia.
O priineiro foi feliz nos seos j") dias de governo
turnada placidez,
m que algum
-......................->...... --- i i
illnras, quedumuiam o esdra, |ierlo de I de sillidelegada de Pin d'Alho: Ser esu nujuea-
ine, fui a Ji de ui.ir.o o Iheatru de una ejiu um arlo refor.-ador de predumini de familia
liurriu-l c.ilasirnplie. Viule u qiialrn easjs o duas | naqii.lla locali.lade S.i o l.ibrml pude explicar
por esse modo ; a sna idea favorita, o seo
talviv. exclusivo, ageitar looasas
las pelo inculcado tyatoma de
Duplo m.-nVio.I'na aventura que dore ser nepotismo, que elle, s c-llu descubre radicado na
mencionada as causas celebres captiva desdi- al- prurineia.< Osluituem iinparciaes vnria u urna
-un lempo a aiteiN-.io do publico bollando*, u Sr. I sumelbante nomeariu o auroveitameulu de um i-x-
e.-llente carcter, a escoma de um hornera inde-
peiident, i- abastado, que nada ganlia eao ser tu-
lon l.nle policial, e do quotu eiitrulautu se pode es-
perar relevantes serrieus.
i nulas, que cuiiipuiiliam a manir parle da villa, ; as citu;
oh-.or.'i'-'.i,", .nrrei.i li.iqiii. se o somtSreado dau- i!'"'"" wnsuuiidas pelas cliaunuas durante poucas lim principal, o i;
van de unirs correspondencias de niaior ininor-1 rs;, ..... |couas,o resolv
;i que de preferencia devia attender.
lio feve.iciro para c pouco se lem dado na ver-
il, de t Ireclit, depois deoliler, em cuisequencia d
um brilhanleexaiue o gi.m de mi-dii.....liiitar das
Indias, pi-.lioa mi di- madamoisclle que elle auiava
cxtreinosamoiile, e por queni era correspondida
cura igual airelo.
t) p.u da donzella acnUleU faioravelmeule a pro-
pusta, mas poz por c-jude-u que seu lillio, que li-
uha sido resellado no exarao para medico militar,
Depois de enunciar estas ideas geraeso orador, (ufi,,-,,-0 nello
jacto nulavel llie viesse trazer desgos
o que
.in oi. n i .o-n ",suu"u ourauor soure as oilliculaOes que lia I succei
..' m aiirii tie JRo, i era prevenir ou evitar as clises CommiTCiaes, nue I -Va
- \ '," .',S,','_ i,'"".","' a/'"embira geral em i lazem resultados* (ao faloes forluna publica e par-oY rec
V i u '~ r',p"l',|"'l:' 'I" Sr. vi-conde liculap; e ao mesino lempo declara que p.-rli'i..... VO do
lio UnUnn\i\-___l(,.iii\M.l1i niimop,. .-,,n:..;......^ .i.................. '. >
litlll
ij eOinilo da paz mi iiut' esicv6d iim-
occ.pa.se das relormas proposlas. coii.eeando por, f| RelirOB-at bem do seu interregno
ueclarar que a cnunussao nao fez ma,* do que dar I Iml| ,|0a ( n
o sea parecer sobre us traba bos que llie furam sub- d ,, owrtfcto no
'E*tl^'*!2Sm****nUm'd'mm' '" dt'sU; iez, seg..,udo-se lo^o a Semana
jMopIjrado algumas dessas altera, es nos esta- C '.,.,:,; ,ail,:ilrU<, apenas 13 das de vida :
..tos. emenden ella .,.- coniribua ara ,1, el I.orar a i., ,,s|n ,.jda Jllldl ^eurtajSra Merecer encomios
, ii vitiii)M'iu.s di.' um chroDiala iirivlciiU',
11 1:0,;!.':..'"''1' '''"-' '1S tU"Sas!''o peimille dizer do Kxin. Sr. A. l da .
'cedeules dev
.' 0|._ sabase approvadu un sen novo exai.K-.
m. I*. .. aceitn a eondieo e gr.-e-as aos seus la-
que me
una se-
liao que seus precedeules devem abonar a inleir
de scus actos e a regiilarril.Tile d
de llahorahy.Reunido numero suflicienle de ac-
circiistas, alirin-se a sesso aos ^0 minutos depois
do meio da.
in Sr. presidente cnnvdnu os Srs. Jerniiynio Jos
Texeh-a e Jarn deS. Uonralo aoccupariii usln-
; irs de priineiro e Segundo secrelarios.
l.i-u-se e approvou-se a acia da sessiio prece-
dente.
Seqdo a reunan da assembla geral destinada
apreciaco do parecer da commissao ent-arregada
tm sessit) de 2 de agosto de lHdc lomar em con-
sidornco ,-is nrpslas de reforma, cnlrou-se im-
inedi'atanieiilc na discussao do mesrao parecer.
0 Sr. 'aula Santos principia por considerar as
observoces .-.presentadas pela commissao no prem-
bulo rom que lral.ni de justificar as reformas i-ni
que rcinalouo seu parecer, porque est per
un de que nie podem passarsem reparo, vsl
suadi-
, -islo que-
na sua idnis'so resultara detrimento aos direilos
conii-lencias dos accionistas e aos inleresses da cola c Rural, as quaes augmentara aquanlidad
sncdade ein geral. meio circulaule.
aos goveriios ao monos allenuar
de laes crisis, pensameuto no qual
quaudo secreuu o banco do Brasil.
lihscrva igualmente que as crisis eomrncrciacs
se manifeslo em nosto paiz smenle porseUS ef-
feilos quando o cambio bata, }i n.-lo Wqailibriu
entre >i exportarn o a iiiiporlaeao, j poraciinieci-
ineutos polticos e por oulras causas, senda princi-
pio fundamental era lodos esses casos o desequili-
brio entre a qu.iiituiade do instrumento circuanle
e a massa do papel.
Parece-ll.e que, para se nao realizar a desapre-
ciadlo do valor do meio circuanle, o recurso di-
que se den- laucar man c a alia do juro, quendo
se nao conseguir o augnienU de produceau no mer-
endo.
Esse recurso, no entender do oradar, nao pode
ser nbliilo quando a pal da emisso do bono du
Brasil se api esiiilam as emissOes dos bancos x-i-
' do
ipie cuiilribua para uielliornra
marrlia afliiiiuislraliva dolianco.se nao inoineiila-
ii.-menle.'como iliuila
succedam, ao mciio.s para o futuro.
\ asseiubl.'-a geral revonhecc, a nao pode ueixnr
cunl.ecer, que o aclual sysleinii ailininislraii-
liancu precisa da nina reforma (uinilas a/wta-
as .-ousi-.lu.-ocias' ^0>i ; a prora que ella lem nomo.ido para esse
allend.-.i ee. o coninnssoes que lem propnsln medidas res- u^bbs da falla ; aperar do que leu, lempo para
. tnclivas. Mas quaudo e como sera folla essart-ur- .:_. a,.,. ,.,,, '......,, ? ... ,l,"l I-,,"1
...a? Oque se 'abe que a de que se trata nao 1.a i<"',, ,ud"S l'"" s""""a ocidadu e delua-
Porque no dia :i desle mei lem de abrir-se a as-
I semidea provincial, ests. Exc. alaroadu i un os
1 cuibra jo Sr. presidente que na sesso do ailo
EiJo sustoiilou-se no Senado que obrigaeo do
anco do Brasil inanter a relaco eslabelecida en-
tre O oro o papcl-mocda pela le de 11 de selem-
bro exardda no parecer, vai cninbal-la mostrando que
ao governo do paiz que compele fazer quauto
preciso para manler semelliaiite relaco, e que os
llrls do banco do Brasil san diflerentos daquelles
que Ibe aitribue a coiuuiisso, nao s pela le Ira
cOlOO "pelo espirito da lei de de jullio de 1853.
Celo arl. 1" dessa le o banco est ubrigado a
reiiai da circulaco annuoluieiile dous mil conlos
de ris de papel moeda, al completar dez mil con-
los, obngaejo que por maiieira alguma impor-
ta a de manler essa relaco entre u papel e o
ouro.
Se a lei qufzcsse dar-lhc esle,encargo, expressa-
menle o loria duclaradu ; raasliraituu-se ao que
se acha nella Btposto. dando ao banco, em compeu-
sa;o, a vantagem de conservar era circulacio o du-
plo de seu fundo disponivel, independenle de cou-
senliuienlo do governo. Sendo assiui, a" upiniao
sustenlada no senado e seguida no parecer llie pa-
rece nao ter fuudainenlo.
U Sr. Pnsidriite observa ao orador que nao est
era dlscranuq o que se disse no senado, e que con-
v.'inqiie cinja-sc nicamente ao que se acha com-
prebeiidido uo parecer da commissao,
^0 Sr. Paula juntos nao duvida acceder ao con-
vite do Si. presidente, bem que llie pare, a dilrlcl
dexartle referir-se is opinioes apresentadas pelo
legislador, quando trata de aunalysar a lettra .- o
espirit da le.
Vuc a le de 5 de jullin de 185:1 nao obrigou n
banco a manler a relaco entre o papel e o ouro, e,
no seu entender, forado loda a duvida, purquaulo
nao poaia entrar na mente du legislador incumbir
o Uraco daquillo que a le de 11 de selembro Je
18( encarrogop ao governo.
r.ni seguida a alcudias observacocs a respeito do
estado linnceiro do paiz at lsts, o orador refere
iocideiiies que liveram lugar quando em 1H53 foi
discutido un cmara dos depulados u projeeto de
le que creyu o banco do Brasil ; refero o que por
essa occasiao disse o Sr. Bandera de Mello em cou-
Irapos..;o s coosidciacoes apresentadas e.ilo pe-
loministro da fazehdn. I.cmlra que S. Exc., res-
pnudendo s objeccoes daquelle Sr. deputadn, pon-
derara que o meio ciiculaule nao era o ubjecto prin-
cipal da le que se vonfeccionava.
Observa que, se ad.iplar-se o pcnsamenl da
cuiumissiio, islo se se retirar o papel em circu-
lacao afiin de reslabelecer-se a relaco entre o pn-
pi .-iiim-da e o onrn, ronde r.ilnindade pesar so-
bre lamina, sobre a renda publica, sobre 'us es-
lanolecimentos de caridade, sobre todas as indus-
trias, que dcsappareccran na voragem da maiur
crise.
Nnln que mo procede o nrgunienlo de parolado
d.- que nsuii a commissao quando arg.inieiiluu com
u excinplo da lnjjlalerr e da Franca, por sso que
liifl ha dt-nlidadu de circumstaucia's e lempo entre
aquells paizes o o Brasil, pnrquanto all os bancos
i.iuilteui potas conversiveis em numerario a vonta-
d_e d.o portador, 4o passo que no Brasil a conver-
san se faz em papel-moeda uo couversivcl e
!ue enlrelaiito conslilue o fuudo disponivel do
anco.
-alga que uo compensara os sacrificios que ba-
ria de occaSlounr o systema a que se pode soceor-
rei- commissao de reduzir o numero das unida-
des monetarias na circulacao, visto como nao hn
aiuj; inconveniente que por algum lempo o caiu-
o solfra depreciaco.
Dorador lembra o quu succedeu na Austria em
1815, quaudo estabeleceu-se um banco cujasncces
erara de mito cem florios, cen dns quaes deviam
entrar em obro ou prala, o que se clinraava moeda
deronyncao, e mil no papel que faria o ollicio de
meio circulaule, e que erara lugo convertido seta
fundo bancario cotu V 110/0 de juro. Accrescenla
que em nllimo resultado o governo da Austria ci-
se na nefcRsidado de coiitralr na Inglaterra um
emprestimo em metal, cuja importancia uepositou
nos co(res#o banco, para substituir o papel que es-
te emillira em Iroca do seu.
Bahi deduz a improcedencia do argumento de
paridadede que usou a commissao, a qual, a seu
ver, faria grande semen se coiividasse u governo a
empregar a sua influencia para que.o banco do Bra-
sil foso- habilitado con. medidas tendentes a salvar
as industrias Ido paiz dessi proslra^ao que seria
consoquen.iaIdas medidas proposlas no parecer.
R sua opinfeo que o estado em que se acha u
5aiz resiiltajlii da crse que leve lugar nos Esta-
os Unidns i nh Europa, resultado que ha mais
lempo teria iroduzido lodos os seus estragos se
una mao pu. crosa, a do Sr. ux-ministro da fazen-
d.i, nao inte viesse para arredar os males que es-
lavara mniii Mies, dnndo providencias que pode-
riam faier ct m qun passassemos alravoz,dessa cri-
se sem gram rs Mflhmeatos. Nao sortirnm lodo o
elfeiio espero do, por ler tobrevindo urna inudanca
repintiiia de ostano, que unqiermillia que vies-
sera ao mere ido os productos de que dependa o re-
medio desej; du.
Esle tatoon so, porera, parece-lhe nao ser de na-
lurezalalqu iuduza o banco do Brasil a contra bu-
a sua emis o, como llie acoiisclhado no pa-
recer.
Para com alera asserco do parecer que por
oiii-tirern ou ros bancos com emisso nao tora podi-
do o banco o Brasil manler a relaco enlro o ou-
ro i! o papel -.menciona o que em 853 respondeu
o ministro a fazenda ao deputado Bandera de
Mello.
Contra ess i mesan asserco argumenta com o
facto de ten n sido os mnis avullados dividendos
Uo dous ll nos semestres para os accionisias do
banro do Bn sil.
Or-cUra na i ser sectario nem do srslema da plu-
ide. uei do_systema da imidade dos bancos
O orador, receaiulo lornar-se prolixo, deixa de
entrar em mnis larga annlyse das observa.oes a que
se tem referido, e conclu- declarando que sustenta
as ideas que semino de hatean parecer, porque se
acl.am peil'eilamenle de aecordo cora as suascon-
vicocs intimas.
Seguo-se mi d.-bale o Sr? contelheiro Sonza
Franco: como j fowe mais de Irea horas da larde
nao podemos acoinpaiibar S. Kxc. as diversas con-
sidpracoes que onpnz ao parecer da cuininisso.
O Sr. Vertir da gUtw, obl.-ndo a palavra pela
urdeiii, pondera que, l.avei.du o Sr. Sonza Franco
desn
de ser apprui ida.
Bespondendo a algumas objeccoes houleni e boje
feilas un projeeto, dizque, sea coiiunissau nao es-
le.den a tudas as pruviucias a dispnsco relativa
as apolicct d3 do Itin de Janeiro, foi porque emen-
den que liaeaixa matriz nao era possivel veiiliea-
rein-seas i ondiees que os eslatulos exigem para
lirni.ir a verdadeira garant., dessas caueoes. ll'nl.i
pode vir gran.le nial, ]irincipalnienle para as pro-
vincias onde o banco do Brasil liver cnixas liliai-s.
Propendo a reslrc.-o relativa s tirinas dos di-
rectores, a cuuiinissn leve era vislas luuialisar u
procedinieulo da directora, salva-la de que se pu-
desse repciir o que algores j se lem dito sem raaau
alguma.
Olanlo ao modo pelo qual a eojiimissao pnoeurou
cui.stituir a assembla geral, o orador o adnplou,
pnrque nesta queslo segu o meio termo. Para te
coiihecerom os incniueuiei.tes do BJtsleva aclual,
basta verificar o modo porque se acha constituida a
presente assembla.
A respailo da eonslilnico da directora o orador
lern j occasiao de expender nesta casa sua upiuio
(individual, e ven. a ser que o Banco do Brasil po-
, dia ser pcrCajlSiuenle dirigido por nove directores,
ileso'e que lodos fossera habilitados e dedicados ao
1 sen ico. Prcvaleceu enlrelanlo no seio dacommis-
Ksperninos que sua .idminislra.-.'.o n lialielile o
espinlos no sentido de consolidar as trenca
quelles que na adniinisli.u o Auiaral lii.larain
entre a neortera e o deverde acaeditaruu governo.
Sera islo j um grande bem para nos.
Esperemos : e logo podereinus foruiar iuizo.
111.
A febre aniarclla cnulnua em varios municipios
das romaicas to S. l'rnrisro, lendo ulliuiardciitc
reapparecido era r.oruripe, de que (O victima um
cxrcilelile cidadio o subdelegado Major Antonio da
boriOSOS CSforcOS leve a satisfaco de ver conferir
no seu futuro cuuhado o grao l desejado por toda
a familia, .'.las depois de obllo o diploma, o p.i
nao cuntir.non a prouiessa que hara feilo.
Esta falla de fu des-.-sperou os pobres amantes, que
iesolver.ini ii.onvi ambos. II ollicial obtuve ve-
neno, a donzella o p.eparou, ..- ambos o lomaran:,
succumbiniloella lugo.
M, II... foi coiiduzdo ao hospital mas nao lotnou
rein.-dio algum sem qu.- o medico Ibe cerlilica-se
sna administra- :''"'' sua ninanle e>lava salva u Ihe pedia que >e cu-
rasse. i.racas a este estratagema sua vida foi cou-
servada; mas apenas .eslabelecido, foi pn so.- nbri-
gado ucoiiiparccer diante do roliselhu de guerra.
ii coiiselho o coudumno.i a pena capital por cuiu-
plicidade de assas.-injo. II eundeii.uado reeorreu ao
tribunal superior, e ronll.u. n suadefeza ao joven
|S advogado Mr. Van-I.ier. Aperar dns c-forcos do mi-
s d'a- "'slei''0 publico, a krilhante defezadealr. Vau-l.i.-r
receben o de-iilu premio. Depois de 3 dlOS de de-
bales, o consellio superior acaba de declarar que o
Suicidio nao era punido pela le penal, e por isso a
cumplicid.lde desle facto tambera o nao poda ser.
<> ollicial foi absolvido.
Na noto de ltipara 17 dn coi rento, bem que fus-
so .le excellenle luar, esle cae so o lampean a gaz
que lira aup de urna cu.-hcira del'ronle de S. l-'ran-
CSCO : sena dui ida este acto nao parti de empre-
ndes da eouipaulia e si.u de algum radia que
algiiein diz que esse
do lampean ;
Triudiide Nunes. A presidencia den pruiiiptameu- Sa. a aompantaa e sira dual
le as provUlencias, remetiendo para all o mdico I 'iuizdiverlir-se a cusa delia ealg,
do hiate .(l'arahiliauo-, munido de ambulancia. vau' e fUpragsrai pouco distan
o de doze directores,
apresenlado objec-Oes a que se devu resposta por! ltelativam.-nle aos tres directores gerentes, a qut-
parte dos membros da commissao, e estando adi- iia s0 chama ceasorfi, coiivm atlender-se a que nos
amada a hura, seria eonveniente adiar-se a dscus- cornos colle.iivus ha cortos lioiuei.s que por sejam
sao; c ueste sentido ull'erece um requerimi-nln.
Proc-de-se volacao do adiamenln, e nessa oc-
casiao o Sr. Airosa propoe que a volarn seja nu
iuii.ul. Suciu-se entao urna questo 'de ordem ;
e htvoildo Se enlralanls relirado muitn- dos Srs.
accionistas, dcclarou-se adiada a diseussio para bo-
je ser continuada.
-29-
mais dedicados ao trahalho. mais4nleligeulese es-
luih.no. tornan.-se superiores aos oulros, e oarre-
gain com m.-uor trabalhu : portanto leui elles dimi-
to inquestonavel a ser mais bem aquinhoados do
qileai|lleile.s uialer.al. ( Belamufott, )
Estes tres directores guardaram as Irad. oes do
eslabelecimeiito, minislraram i directora todos- os
dados que ela precisa, .- os miiiislrara.u cora a-
n____.. ,,, uauos que ella precisa, e os nnuislraraui com a-
ftWCC i... Bi.vsij -bessandans-eniblea geral ein quella lorca que deven ler actos pralicados e infor-
^ de abril de 1^9.-Presidencia do Sr. visconde lni,cOcs dadas por collegas. Alem dsso. cada um
._ ---; ------------ stmniea uautisllOI* fOllftC.
de Iialiorahy.-Tres quortosde hur.-, depuisdouie.o ,|eIies_ qBea S(,H irn0 ser-, nienluro,|a romrasso
da reunido numero tufficionte de accionistas, de desconioa. ir eonstantemenle guardando as n,.-
il.i.->easess,eappr..va-se a acta da anleccdeii- dros desse mportaDlissimo ramo do cslabeleci-
dcpois de algumas ligeras observaeoes nranto, porque nao acontecer, como i possivel ler
Uiscussno do pare radiada Ion-] acontecido, que iienliiim dos tres membros da eom-
l'.ontiiiuando
.... .11 ;. .. r---------. .---- -^t.inii., -in.. iieiiiniiii uu.i tus imiliMiii' un t.uiri-
lera talla em priineiro lugar o Sr. Di. Azaub.ij.-i, o m.sso de desconlos de uina semana lenha feilo
pial eomeea por aualysar alguns punios da exposi-
co que precede u projeeto de reforma.
1-jiteude o orador que a faruldado de emllir con-
cedida aos bancos Agrcola e Rural, na., foi que iu-;s;,, Como est organisnda, n.
i" 0 banco do Brasil de conservar .. papel circu- quanlo se deve exigir dola
lano a par do euro o o cambio uo p eiii que devia
estar; porquanlo lodos estara lembrados de que
no principio do auno passado, antes do banco Agr-
cola comecar a funccionar.e antes iiies.no do banco
Rural baver nblida n fnculdnde de emllir
do nossu papel circulante eslava longe de
liarle da couimissao da semana nuleredenli'
l) orador uo sabe so algu.-m traloii da coniniis-
so fiscal, mas dir de passag.-ui que essa coniiuis-
tao. como est oruanisada. nao pode
que inaior trahalho
..-...%. v ww|MBaHU j,.piM u umiuiilti
- Sobr esle flagello continua ainda o da cares- co"1" l'!'!" "Ppaireeea- iguaes desejus, bora ser,
lia dos gecros de primclra necessidade, que lem I 'luc Pubcia Irale de castigar.
alunebrad ludas as fnr.-as monetarias do rico o a- llla 10- Pe* hora, da noile, na estrada
uos Ailliclus, ii pelo .Sabino, cscravo de leronymu
l'iiiza, ferio cun mu caivete ao pelo l'.yriacu
Nao temos es-
uiii estado lo
bastado e anu.pillado as do pobre
pi-ranca dlt sabir cura brevdade d
aillictivo e ncabrunhador.
- As churas lera cahido em pequea quaulida-
dc ; o qu yai animando os criadores, que vinin o
sen godo ir iiiorreiido j fume u sede ; uquecer-
tamnlb lejrn de influir ainda muito para ncoiiser-
va.-o do preco actual de 3211 e 280 rs. por cada ar-
ratel de carne verde.
IV.
Boas fados particulares serviro de remate esla
pequea inissiva.
V das um ollicial daquelle hiate tlesfeiliou pu-
blcaineule a um moco empregado publico, t a se- "~ 4e"-0 <" rci frnm-eza I illa de II.
giinda vez .pn- ofliciaes de marnlia clcoleam "aqu Mr *"?*** ,lu "avr,> '-'u''"' 1-aiiinouier.
piililicaraoi.le pessoas de consideraeao: verUade l assageiros do b.aie braaileiro Aroaalu
une ambos estn omeess-uios n oi-i.miei otos fie uo Paril o Araraly :^Joao h. Ileges ilunilell
piiinu-araoi.ie a i
que ambos pslo piocessidos c pronunciados. Mas
s.-illpiO 'ii^^W" novar, i. pan-cu uuo devenios -
qui MrSt-OJBIP'nsleirii o unss.i clupeo a eslcTso^
cravo de Manuel de Barros Franca. Uui preso e vai
ser prncessado.
I'oraui recOlh..los.i casa de delem-o, no dia
lli do crrente, huuieu.se niulherej>, dos quaes
2 sao lvres, escravos e 1 |iara averiguarn do ser
ou uo esclavo; a ordem do llr. chote de polica i;
do subdelegado da regue/.ia do Hcejfe 3; duda
regue/ia de Santo Antonio 1 ; e do da freguezia da
Boa-V isla 1.
Passageiro da barca franreza lHUi de Kuul.nj-
:ie viudo do Havre Joo B. I.a.innniier.
Passageiro di. barca fraiu-.-za I i//a de lloiibm-
do para o
ia Ial.
t**ini -l.uiw A
Xracalv :=Joo V
rerreira
X uiiiini! ilnfa
lal -
Ileges t.luinlella, 11
'Z tdlios e 1 iterara
ingwillillii HU 5
respoiisabilidade dore caber a seus membros, dar
que, quando tivessem de vi.- assembla geral dar
cuita de sua nsso, estivesscui plcnainenle cm dia
cura Indas as oiciirreiicias do Banco. Assim, pois,
o valor era indispensavehque se os rcrouipeiisasse lano
liar-se : quanlo fosse sullicienle paro allenuar ti prejuizo
o pardo ouro u cambio regulara a apenaos por que lhes pudesse resultar do lempo que oceupassem
1? como boje i nesse iraballio. I I F
Se nlguem disser que naquelia poca nao se sus- Ounilio a trabar-te com os tapaHcntes, a dea
enlou o cambio a ti, porque o banco do Brasil uo que mninr ncolhimenlo leve na commissao e que
iralou a lempo de rralringirsua tiroalasaa o elevar parerin estar no intuito du transada assembla ,-
a laxa _d, juro, o orador declina desta discuss..,,, n r.-il. .Chamnr-se accionistas para oreli.
nliorcspor niedo de nina tercena
Ndda 21 desle m.-z fallr-ceu a miillicr pu juiz de
direilu Dr. Matbeus Casado de A. Lima Arnand, de-
pbla do um parlo feliz ein que deu luz duas cru-
alic.is que vivera.
Tem sido geralinenle senlidn esse passaiuenlo
pelas eloinenles virtudes de que era dolada esta
seuhora e por deixar 11 lilhns, sendo alguns meno-
res. Am.iiilia.i ser visitada sna" enva.
Desta vez acabo mili tristemente, mas provavel
que nem sarapre lenha para concluir o d.
Al oolra vez.
Firnius.
13 de maio.
Deixou de seguir a caria cima pelo Tocantins
azer""ludo '"'r "lu,'vo involuntario, chegar tarde, mas nao
' tautu como chegou ao couliecimeiilu do publico
a miiih.i oulra que Vera, p.iblrnu, rom'dat.i deS
de marco, no seu Diario de sabbado d'allclula.toda
mutilada e lo chela de .-iros lypograpliicds que m,-
eausou iiidisim-l desitostu, pois era isto qma pro va
evideiilissima de ha ver .-ido desprezadu o mcu pe-
dido anterior a sumelunte respeito-
r.erl.iiiK-iite que ein alguna tupeos estar illeg-
vel. Espero que Vine, nou consentir ein taes des-
cuidos.
liara Libania Lemus Fe.i
ti. -l.i.iw Ai Via.
reir
Ifatadoura publico.Matarain-se no din 1 i d
coirenle para o consume desta cidade 95 re/es.
Xo dia i do ateste di.
. So da lli do m.-smo !l.l.
Hospital ds caridade.I'.xistem 50 honiens. 17
mullieres, nacionaes ; 1 lio.nem cslrag.-iru e 3 es-
eravat; total Itil.
Finara visitadas as enfermaras: peloeirnrgiao
Pinto s 7 huras u 35 miiiulns da mai.ba.i, llr. Il.n-
nellas s8 huase III minutos da manlia, llr. Fir-
mo s 3 1.2 huras da larde de hontciil.
ilorlalidade do dia 17 :
Kduwiges Pelraailla Brnsilcira, parda, casada, 25
anuos, lllbcrcnbi poluionar.
Florinda Candida de Mnraes, branca, viuva, :(ll an-
uos, pthtisica.
Luciano, paulo. 2 annot, angina.
Cypriano Francisco tiomes de Mello, pardo, tolloira
13 anuos, iiilauiuaco el.roica
Mara, piola, escn.va, solleira,3.S annos, fraldade.
lliolida, parda, 5 anuos, i crines,
l'li.-reza, branca, 3 horas, [raqueza congenila.
Pedro, pardo, ijnezes, coiivolces
Abrio-se a assembla provincial no da cinco "' 'lomera, que foi adiado niorto sao nina es.-a-.la
qual su deve ser ventilada entre us seuhures que
se lm siiivciiido na admdstracao desle estbale-
cinieiilii.
Siippondn, poim, que a direcloria que enlnl
fiiuc.-imiavn hoavesse elevado n laxa do juro a tal I
poni que salisllzesse a commissao qne lioje Ihe ir-
ruga era sen parecer una gravissima censura, per-
gunla :A emissao concedida aos bancos Agrcola c
llura', foi que impetlioo nivelamcnlo da moeda-na-
pcl cora o onrn ? \'u, de eerlo. porque nao lia Ro-
ja quera deseo.iheea que a diminui-o prngreassva
da nossa produceau, drainuieo de que resolta o
desi-quililirioda irapnrl.ico crn a exportarlo, ea
verdadeira causa da baix do enrabio o pcrturbacSo
do svsicma monetario. (Apoiados )
Para que, pois, os membros dn c.immissao lauca-
ran! sobre os bancos Agrenla e Rural as cdlpaSdo
nosso estado acloal? Para que segniram o triste
exemplo do lobo da fbula ?
U orador concorda inteiramcnle cora a commis-
sao em que nao osla no poder dos accionistas do
banco do Brasil nem no de sua directora melhorar
de i linfre nosso systema monetario. Ainda mais :
nao depende isso nem do prnprin governo, porque,
cmquonto nao tvermns urna produceau abundante
cm coiisequencia de meiot mulo enrgicos, ini.s-
Iradot poaeslnhelecimvnlos de crdito, porum mais
a.-erlado syslema de coltu.isaco, pelas boas estra-
das de que carece o nosso bello territorio, nao con-
seguiremos aquello disederatum.
Um dos periodos do parecer, principalmente de-
pois do que disse houlem um membro da commis-
sao que se prouiiiiciou pela unidade baueara, nres-
la-se intelligenria de que a commissao j.ilga que
com loda a urgencia deve ser cansada a faculdadc
de emllir concedida aos bancos Agrcola e Rural
Oual sera, porm, a vantagem desemelhanle mo-
dida ?
Ncnhuma absolulameule. Esscseslabelecmcnlus
ver-se-hiam forendos n entrar em lquidaco, edahi
resullnrin grande prejuizo uo s para us individuos
que compruram acees liados no decreto do gover-
no, como para todos que so achara em n-lacao rom
laes bancos; rompur-sc-l.ia Inda essa cadeia', e nem
no menos o banco dn Brasil poderia cumplir a obri-
gaeo que contrahio pela lei de sua creaco. De
que serve porlanto que a directora lenha 'esse tai
iimpho?
Seria mclhor que ella dcclarasse categricamen-
te t) banco nao podo salisfazer seu compromis-
so na poca em que o paiz prosperara, em que a
nossn lavoura prnduzia niuilo, e o ouro estar a
par do papel circulante, nao previmos o futuro.
Antes islo, ntida mais, miles renunciar o baen o
direlo de emiss.rio, e rnltarmns uo antigo esladu em
que s o governo exercia essa faculdadc, do que
uina medida que ha de trazer conseqiiencias desas-
trosas.
O orador anroveitn n occasiao para pergunlar i
direcloria se exacto o boato que ltimamente se
lem espatbiMla dn que ella representara an gn-
encl.ereiu as
da tlircrluria nao tima inven.-o da conunis-
^-nraia medida pralicda enin vautageiu nos
paizes onde se conhece p.-rfeilainente ti rgimen
dSMSjCStabi-let'iiiienlos. E que mal vira llalli '.' Se
revilllr dgutn, a assembla geral u rorrigir punen
.k-puis.Jfc
Helnifvani.',nle ao voto do presidenle do Banco,
a eommissu nn fez inajsdo que explicar os est-
latas.
O orador concille deelaraiulo, em resenta 1
e que sondo
de que ennd
declco, nao quer a excessiva liberda
a anarchia, nem o monopolio que
leva ao despi lismo. Por consegunte nao admit..
o que a Ial re
O orador f.
peilo diz o parecer da commissao,
ssa i aprecia, o das reformas propns-
las pela com issao, confra as quaes se declara ab-
tolntsm-nt'-, luMentandu qu- cm neiilium dos ku-i
boatos ao obsivair.
ohjeccn doSr. llr. Az.-iiiibnj.i, qli d...anteo lempo
in qua leve parlo ni aaminisirae.in do Banco t
bem discriminad., quaes us rasus era que IJr.
ra devia recorrer sseniula g -ral quandolii
de representar ao governo.
l'sses casos sao aquells que versara sobre medi-
das que allerem os lins da assoiiaeo-. K pois de
crer que aclual directora nu se afasias.,,- dce
preei-denle.
O Sr. Joao Jos dos Res, tomando a palavra para
dar breves e>.pli.-,-.oocs por causa de algumas propo-
sicoes dos precedentes oradores, diz que a direclo-
ria, dirigindo aos supremos poderos dn Estado a
r. piesentaco aeonselboda uo prembulo du com-
missao, cingio-se inleiranienle disposi.-ao dos es-
tatutos que Ihe faculta esse diroiln, pudendo a as-
scmbln Bear tranquilla de que em tempo rnureni-
enleser iulerada do couledo daquella reprnsen-
laco.
Como de una das reformas tal ver. se deprehenda
que os uiuiii uros da commissao de desconlos des-
coiitavara as as suas proprlas letra quando esla-
vam eucurregados desle servico, oque seria um
abuso ujuslilicavcl por ir de encontr aos estatuios
do Baucu, declara que tal cousa nunca su prati.-nn,
e que por uuia dispusieran da direcloria est bem
delinda que os directores de semana nao podem
proceder desse modo.
Nao pode volar pela reformo, que nao permiti a
reeleico da direcloria, porque t; serapre foi de
opiuao que os socios sao os nicos que podem a-
qililatar o iiiereciiueiito da adinui-traco, negando
OU permiltiiido a reeleico. K lendo acabado o sor-
leio para n exclusiu da quinta parle dus directores,
de ennfotmidade de estatutos, asaspiraces legiti-
mas lorio occasio deoecupar os lugares, porque,
cora antecedencia de um anuo, ja se sabe os nonies
daquelles que aanligiiidade designa para serviruin.
Vola pela reforma que exc.lue osdireclores doca-
daslTO do Banco em quanlo se possa concluir que o
tira desta medida afaslar da dircco dn Banco pes-
soas que ihe podem prestar bous servieos, pelos
saus cnnl icimenlos i-spe.-iaes.
Enleude que as reformas ueeetsarias nao s.o as
que a conimissioapresenlouporque, seado quasi
as mesmas que em outra occasiao vieiaui ao conhe-
ciuieulo da asscdnibla geral, esta ja deu urna pro-
va de rejeicao, uo se reiiuiudn em numero sulli-
cienle pora' disculi-las.
l.hc parece que a prsenle occasiao a mnis im-
propria e inconveniente para reformas que nu se-
reno sabbado passado sobre a necessidade de ser -Ia"1 tendentes a melhorar o oslado deste eslahelcci-
revogado o decreto que concedeu emissao uos han- l menlo em referencia & emissn concedida ans lin-
des!
Un: de seus membros j apresenlou uina indica-
eSti, parase levar una q.ieixa ao supremo lrihuu.il
cunta cirios actos exorbitantes, sendo um delles a
loi.ne.icoj do tal Soiires saibamja, de que j Ihe
lallei, por ser contra a disposuo lillerel de una lei
provincial.
Esperamos a discussao, conforme o parecer da
commissao.
A presidencia vai regularmente e agradando
sua marcha, sem osleiilacoes, sonde a seu 1" acto
uotavel a uotncaco du promotor pohlicu:=para a
comarca da Malu Crunde, que recahio no llr. Jos
i..,,.,,, );" Auloi.io de Mendonca Jnior, imtlieact. que uo
1 1 i 11 i i 111 i i 1 a. ** i i
recto- ^^i^nu ue mostrar qii- us bacl.areiK da provincia ja
rase v'"' servi.idiipara alguma coima.
A fcbrsvamarella couliu.ia na cidade do IV-
nedo, onde consla baver della fallecido o capilau
Manuel Antonio, mano do senador Uantase desem-
liargador Uom.-s Hibeiru ; mas sube-se que em Cu-
ruripe tem decrescido, assira como em Pao do As-
sucar, Traip e ouims, lugares do S. fraacuco.
As chavas cahem abuiidanlemcnte desde o
sabbado noile 311 de abril e tem causado j alguns
estragos; mas veiihain ellas e van at o serijo,
como consta, a ver so uiclhoram os precos da car-
no e da brinda que cada vez encarece oais.
Nada por ora mais tie uotavel. A provincia
tica era paz.
t'-irmu*.
JT '______
Manuel, exposl
leslia
t
bran
S das, igiiura-se a mo-
do labrado, ein (ora de portas, braucu, 51) anuos,
apoplexin.
Joao de Sonza, hranco, solleirn, 33 anuos, inllaiu-
inacn ebrunica.
Candido Jos, pardo, solleirn 20 anuos, plhlisica
Jos, pelo, esrravo, snlleim, :i( anuos, inlenle.
CHRONICA JUDICIARIA.
eos Agrcola e Rural. A ser verdadeira osla noticia.
parece que no est muito liquido o dircito que as-
ssle directora para fazer somelhonlo representa-
cio sem vir previamente submclte-la t dclibciarao
da assembla geral.
Passando a Iralar especialmente do projeeto do
reforma, o orador diz que api ova os fundamentos
que teve a commissao para proporque nao pnssara
ser descontadas as Orraas dos directores, inclusive
os que no estiverem de semana, segundo se Ihe
alurnia em apartes ser a intelligencia do prnjnclo.
Enlende que se deve enneeder s senhoras e aos
accionistas nao residentes na corle a faculdadc de
se fazer representar na assembla geral por procu-
radores do fro ou por pessoas nao accionisias do
banco, porque pude acontecer que entre estes nSo
conlu-.-am nenhun a quera encarreguem essa tnis-
tto...'
Nao concordo com e iijcnc !: \i scefist
PERNAMftUCO.
REVISTA DIARIA.
vos Bancos c ao tm para quu esle foi creado
comquanto seja do opino que alguma conaa pre-
ciso reloiiu.ii na parle que trata dus directores e
sup-..lentes, enlende quu isso s poder ler lugar de-
pois do saber-se couiu o Banco do Brasil licar enl-
locado cm frente das diversas causas que leem em-
baracodo a sua marcha para u Cuniprinicuio dos
scus devoras.
Nao podemos tomar neiihum apontamento do
discurso que era seguida proferio o Sr. I)r. Correa
Nello, porque, declarando S. S. que ia disentir al-
gumas queslf.es iheoricas, h-vantarara-se e retira-
ram'-se inuitos accionistas cura grande susurro, era
consequencia da qual o orador limitou-se a provar
que nao hava contradierSo alguma entre o que se
diz no prembulo do parecer e oque expenden nn
primeira sesso um dos merhbros da commissao. K
a ipi-st') so ao governo o ao Banco do Pr
pou ri'B'.ilttf u mel njroekrale
Etrectiiuii-se hontein a prora oral dos candi-
datos qua se habilitan) para o preheucliimento da
cadeira de substituto a que couconcram.
No vapor esperado boje dos porlos do norte,
deve .'.-guir para acorte o Sr. Dr. l.uiz finarte Pe-
rera, suppleute de deputadn pelo 13." districto
desia provincia, que vai lomar aaSeMn na cmara
temporaria em falla do deputado cifociiv, que este
timo se acha empedido de o fazer.
-= Chamamos n nlleneo dn seu delegad.) de
lllinda para o facto que nos r.-ferem, de achar-se
i o.....i.o o Cnmi-s recolldo n endeia daquella cida-
dc, presn pelo subdelegado de Mara Fariuhn, era
jaueiru desle auno, sem que al O prsenle se baja
anda instaurado o competente procesan, uem se
verilicado si- exatn u soirrimeulo mental,' que Ihe
alriliuera. I'arece-nus que o que deu lugar a prisau
foi um golpe de navalha que o preso .lera em
nutro.
Ira jornal de Jlruxcllas diz o seguinle : O Boc-
lor liarle de Antuerpia acaba de curar a catara.-la de
urna inaneira notavel. purquo rcsliluo a vista a um
iMHvidun sem nperacau ; o mesrao llr. nansa que
todas, nu quas todas as eataractascristalinas, prin-
cipalmente quando nao sao antigs podem ser cu-
radas com o mesrao lialainenlo.
L-se em diversos jornaos que ns camellos e
dromedarios que foram da frica para alguns Esta-
dos ineridionaes da l'nio Americana, tem all dad.)
o melhor resultado, elles sin principalmente em-
pregadus no transporte das mercaduras para Texas.
A lierunr^ de una pobre lelhu.Vm jornal
de Paris cotila o seguinlo facto occorrdo n'um dos
bairros daquella capital entre um proprieUHo e
una velha soa inquiliua.
A pobre velha quecoulnja 89 anuos, oceupava, ha
muito lempo nina cmara muito modesta, onde mo-
rara s
Nao possuindo de renda mais de 900 francos
, 360:000 res ) com isto suppria as suas necessida-
des.
I'llmamciite, o seu proprclnrip adverlio-a; rom
toda a crueldade de um senliorio, que o aluguel da
casa sera duplicado.
A velha foiprorura-lo, e Ihe drz que sendo una
iiiquilina de :tfl amius n:uj hara mais duro do que
f>xiglr-lhe ogora uina renda dohrada, quando lie
icl'ia, luc ol!". uiiu poda tralraiberi c '.'M llh
TRIBUNAL D RELgSO.
SESSO EM 14 HK MAIO DE IS59.
rilESIlIKNi'.lt 1.0 P.XM. Sil. I.ONSKl.llKIHO KIlilCI.IXO
iii: i.kvu.
As 10 horas da manlia, prsenles osSenhores
de-. Hihargadures .liliraiia Luni-encu Santiago ,
Guerra, Silva Bumes, Caelane Santiago, pn.cura-
dor da cora, i- o llr. juiz dos feilos da fazenda
l.ch.'ia t:.'ivalcaiili, fot aborta a-e-san.
l'.issadiiS us feilns .- enlregues os dslribudns,
pinredeit-se aos julgaineulns si-giiinles :
.xrvri.i.Aci:s enjsnt*.
Appellantc, Benlo Francisco de Mando appel-
lado, o juizo.
l'.oulirmada a sentettea;
Appellunle, n promotor; anpcllado,Miguel Eduar-
do l-'A-ire.
l.uiilirniaran a s.-nl.-nca.
Appellaute. o juizo ; iippellada, Custodia Mara
da Coi.cc-icao.
Couliriuurain a sciileiica.
CIVKLS.
Appcllnnle, TibuTcio Vjleriaiio da Cosa ; appel-
lailu, Jos l'eruaudu da Cruz.
Ueforinoue a -i iiieina.
.Vppellaute, Joo Autouiu Comes i.uiuiares
lia.
canli.
i..i:n t.-ifeito o Sur. Itaraoha urna peasna in>-
purlanlena localidade, em qu reside, u uinguein
iiiai-lianililado para representar nella a fura viva,
0 activa da le.
n espaueaineul-i dn padre Vicente, .que dizem
seusadrersarws lersidu or elle tolecaVra, nunca
Ihe foi, uem Ihe lindera jamis ser atlrihuidu. E
Uina ac.-usicu lo vaga por parle de iuinigos, que
and.'iiu cala de fallas de lo.la a ordeul,.e que as
pl.aui:isiaui, quaudo uiio as eu.-oulraui, em si mes-
illa cuiitm o gormen, e lunlaraeulo de suadi-trui-
Heuias as ametScac^oOS rbeloricas, cas de-
clama, o.;- l"omba..-lieas. e chulas, de quu tjnlonbu-
sa o l.ibei'iilestaui j fra di rauda.
Ser norial o Sur. Mar.inho prenle, mi amigo
du Sur. barae de Caraangibe .' Nao u nem o Li-
beral o allirma, liinilaudo-se apenas a crear suspei-
las sobre este ponto, a que alias so rediiz lud a
sua censara : mas seja-o embora ; ser qiialqu.-r
tlaquellas qualidadet raoiivo suii-ienta para ser o
Sur. Maianho meiiospre/adu peto Sur. baro de
ainaragibe I Bnteuder por ventara a reacno do
Literal que, a miss.i dn actual adiniiiislrador di
provincia .leva ser operar iinni inversa o no pussoal
da polica, o da guarda nacional da niesm f Por
ventura essa i.l.-a pude constituir un. dos arligos du
redo poltico do Liberal '. Nao U acreditamos.
A ledacn desse peridico bstanle illuslr.da
para deixar de saber que a inisso dos goveroui
aproveitar, e dirigir as Careas di sociedade para a
reaUsacau de sua felici.lade. Era voz. de so uceu-
par porlanto coa essa poltica de contrapozo e
equilibrio, uu antes cum essa poltica reaetnra, que
j uu para a quadra aclual, o Liberal deve es-
i-nlhc-r oulro terreno, e asseiilai nello o seu campo
de batallia.
Creraosinesuio, ou pelo menos .-noi agradavel
iiiapler a .siuvicco de que u illuslre idmiuisliailor
da provincia, puudo laargem as quesloos uies-
quiuhas e odenlas de partidos, tratar cora lodo u
eiiipenho, e patritica solicitud.; de promover, e
asurar os vastos methoaaiueato* de que lauto .- .-
recemos. U cora eBbita, quaiidu lodo u te-rapo 6
POUCO para cura r-se de abrir aperfoi.oar as iios-
sas vas de coinrauniear-o, para so tratar de alen-
lar a agricultura, a industria por excelleucia Ua
provincia, e de m.-lhorar qu.iuo antes u nosso por-
10, queslau que huje ma.s duque iiiiuca, de um
alcance inoiueiilosu para a nossa iiillueucia, e pros-
peridad.- mercantil, parece que a queslo de parti-
dos, a que ii Liberal lauto se apega, uina queslo
sem sentido, nu p.-lo menos dn.im valor mui-
to nccuudario, principalmente se atleadermus que
i liemos no -seio de urna sociedad*, en que nao ha
ideas opposlas, que so debatan., nem creu.-as ho-iis,
qoe separem, corao iuinigos incaruieadns, os scus
homeiis de m.-ruciineuto.
VuhcMoj:^.,... ,r..;,... a situaei. djS_linii
as^^^v^ms iiescieveiii cun ai i..'.-,;- su.n-
brias de uui pessimismo atterrador e fatal, nao fa-
zeai mais do que levantar castello, para leresa a
gloria de combate-Ios. Pude excitar issu algum
inov imenlo de impaciencia uos que nu pensarea
coran nos: mas autos de ludo leiubn-ra-se esses
de que licito a qualquer pensar do rauju, porque
enlcuder mais acertado.
Nao queremos, nem uusamos pretender o papel
de houiem eminente ein poltica, ii.-ui ao in-uos
pudenius dizer que teraus grande lieao de nos-as
colisas ; mas o grU) do alarma levantado un Libe-
ral, niuiios dias depois de come.-ar a adiiiiuistruco
dn Sr. baro de Caraaragibe, o can. Im,com quesi
procura converter lodos os seus actos era arr.iu.os dn
familia, a pers.-vesanca, com que se lenta faze-ln
responsavel pelos aconleciuienlos anteriores sua
entrada na administracii. ludo indica que harendu
I principio lalvoz proposito'Urie de esperar pelas
lactosparaj.ilgar-.se o administrador |o que seria o
resultado de una prudente poltica) raudo.i.- por
lira de cousell.o, e foi resolvipa urna lucia tenaz e
cega.
Esso pciisaueuln parece consolidar-sa DMSS :i
vista do que diz o coiiiinunicanle.Oque appa-
receu ousa-lo e deslemido no Liberal de 12, todo
clieio de bros, e ardor marcial, ergueiido urna ter-
rivel anieaca sobre os deeinnies pre-enles, c fu-
imos du a. iual aduiinislraco.
lia impelo de jiiventude nesse arregauho, assim
c.iniii ha precipilacao nessa conducta o Liberal para
. .mi o Sr. harao de CainaragitMi.
O que lica dito provn-n sobejaineule.
Espereporni o Liberal ; esperamos todos que a
adminislraco se desenlie, ou se Iraduza ein fados,
pelns quaes possa ser decdame-ule apreciada e jul-
gada. .i.ialqu.-r oulro pr.i.-edimenin uo condig-
no cora o estado de nossa educacu poltica.
O Sr. harn4c Caraaragibe lira varan eminen-
te, goza de grande conceilo na provincia ; suasex-
c lenles qualidad.-s e virtudes lem sidn raesino
rocoiihecdas pela ri-daci-ii do l.iberul. Coran co-
nl.i-rednr das necessidades pubilcassem duvida al-
guma ha-de procurar salisfaze-las lauto quanlo ti
permitiri-ni os tenues recursos do thesouro pco-
vilicial. Mas se pouco. ou nada anda lera feilo,
por ler apen?s entrado na gerencia dos negocios
pblicos, para que tanto solTriguido em ceusu
ra-lo .
f. preciso mais ealnia, e menos impaciencia, se
querein sef tidos era coul;i de houiens circiiuis-
peclus e de pblicos de boa fe.
I'glhius
0
gramraa, na sua vpt, que utn mezzo Soprano ex-
tenso melodioso, a beneficiada inotlroa que ihi-
dn rom igual f.iclflil.iile.- macHria tentar a vehe-
luen.ia apaixouad.i do drama musical d.vJerdi, a
suavnladc luelai.roUca u lerna do cinto de frinizelli.
e ;iroiuetl,,ie, ch.-ia de encanln e ineignice, seria
o irnvt-ssa da msica serapre uu.a, sentpra tcinl.l-
lautee espirituosa, que anda lidie deleita e arre-
bala.
Se n'esse concert, que fura um improviso, sem
as illusos da scixna, siniplesmenle acompauhada
do piano, a artista conseguio fazer realcar o seu
cauto mavinso e puro, iiiipriuiindii-lbe toda a acen-
luaco de sua voz e Judo o senlinieilto de seu CO-
rncao, de pro-uinirque, ajudada dos accessorios
da sena e da orchestra, a sua ins|iirac.i lome
a/as e se oipauda. O pulilico lienernlo ai esclare-
i-i-hi, quelioulem Ihe pr.idignlisou ui.'recdos c svin-
p.illii.os appla.isos..a cscolliera eiilo com duplica-
do fervor e i-utliusiasm.
O prazer que seuiiuius, excito.i-n03 u desejo de
urna segunda, de una len-einst de urna serie de
audicoes, que nos f.imili.iriso enj.i vez mnis cora a
vncalisacii pura e correcta da Sr.a Couraii. Pate-
rnos, pois, vnlos para que o resultado do concert
lenha sido tal que animo a graciosa Helena-, n mi-
sar "non. nulo de coraran, apresrutaiidn-se era
coiidiejes mais favuraveit para qne o s.mi hrilhanle
talento s.-ja deililamente apreciado e applnudido.
O Sr. Hermano, que tantas proras de nffeicue
de estima ha recebde du publico desta cidade, es-
tamos persuadidos, uo se recusar a proporcionar-
nos este gozo, satisfa assim a Gregos e i Trva-
nos, nos linaliros do drama o ios admiradores da
opera.
Nn faltn Sr."' r.ouran a generosa c.ooperacfio
de seus irnios de arte, que. nesta cama em todas
as occasioes, pressurosus ctimpre.u os devores d:l
frateruidade, e estendem a mao da nmisade nobre-
uiente, desinteressadamente, poreflfalto dessa invs-
lernsa lei da altrar.-ao que torna gemios o tlenlo
o a necessidade, e solidarios todos os seres que vi-
vera dn espirito e d i coracao, qus soffrem pelo es-
pirita e pelocoracan.
OSr. Slneberg tocn na rnbeca duas lindas va-
ria, oes ora aquello' gosto-'apurado e discreto,
que caracterisa a sua exccii<;$rampto e correla. ,
l Sr. Smaltz oceupava o piano raagislralmeute
tocadu. e pareca eoinmnmrar no iWadii a sentida
expresso que s n verdadeiro tlenlo ten) o dora
de arrancar desse inslrninenln.qne a vulgarisavo,
ou antes diriauos profanaran iior mos inhaticis
ou pretenciosas, lera tomado lat importuno e ingra-
to cuino o iiioiinio-i i e fauhoso renlejo.
O Sr. Hiplito, nieo sympnlhicd, modesto, do-
tado de urna bello voz de barylou ., poi com a sus
recnslumada auiahilidadeao servico da benellcia.t i
o sen grande tlenlo, e colhcu merecidos applau -
sis, que esperamos ver convenid is em errara de
ouro, na noile do beneficio -qne pretende dar.
Al o Sr. It.iiiiouda, veterano invalido, que es-
tova em quarleis de invente, qniz pagar o seu
trbulo de sympalha o Sr.* Cutirn.
Evocando as recordacoes de sen passado, o reit-
nindn as suas turcas para pelejar por lo boa cau-
sa, aveuliiroii-se enm um eerlo enlrai* o desem-
penht. da parle de Dulcamara nn duela dn Kleiir
d Amare, es-e engracadn primor lo chein de ma-
licia da rea ga.hofeira de llonizzetlt. O Wais
que sahio-se perfeilamenle, excitando o riso eslu-
piloso do auditorio, qoft no pode esipiecer o trpn
do charlatncontiendo em' todo mundo e em
nutras parte maisembora se nprescnlasse traja-
do como uus miseros morlaes, a p o sem o lilho
amoroso, etnphaticainenlu apregoadu as pfa. is
publicas.'
E n coocluso permit a-nos a Sr.a Cnuran que a
fclcilemos pelo perfeito desempeuho de seu con-
cert, e que Ihe pecamos que nos de aruidas occa-
sioes do admira-la e do applaudMa.
11 de maio de ltt">9.
i
-,
Correspondencias.
Senhoresredactores. mistur erguer.a vozeou-
Ira a barbara cor.cussao di fazenda, queja vai tan
desreglada que nn mis respeila a diofito algum.
Sabem todos que em abril de 1817 fui prese por
-upp isto cnuiu de abusa da Iierdade de eapr'im.r
n pensameuto por meio da imprento, easae pi-u-
oessu celebre ilo.Ya:nrena me releve na cadeia al
lins de seteint.ro delSS, e envotvendo-uie na re-
volarn de nnvemuro desse anuo, leudo sido do no-
vo preso em 30 de marco de 18(u sti me deraui li-
unrusne o'T.x 211 du agusiii u.i
pellado, Dr. Antonio dus Saulus Siqueira Ca
uu-
val-
i.iniliriiia.l.i a senU-uca.
Appellaiile, Juaqutm Jos de Oliveira Sonsa
appellado. Custodio Domingos dos Santos.
l.-f.iiiuoii->e a seiileuca.
Astignon-se dia pan jolgameato das aegninlea
appellaces criues
Appeilaiile, Luciano llia.s Barbosa ; appellada, a
jusl.c...
0 juizo ; appelladii, Manuel Marques
Vppellaulo,
Fci reir Coco.
AppcIL.ule,
juizo.
Maiio.l Jo- do l.ai.lu ; appellado, o
llll.lllKNCIVS I.IVT.IS.
ii juizo ; appellado J
iquin Duarle
curador ao Dr. Alculuradii para o
appel-
Appi -llai.l- -,
\ranjii Silva.
.Niiraemi-se
presente feilo.
AppeUanle, Josepha Joaquiu da l'aixu
lada, a parda Virginia e lili.os.
An Sr. Alcufunido larabeui noineado curador.
lusriiiB. 1COKS.
Distriburaiii-si. ao Sr. deseinbargadurGiliraiia,
or reenrans erraes :
Botnenle, o eonego Francisi-n lloxa.-l de Briln
Medeirus; recorrido, o juizo.
Ao Sr. de.embarga.lur Santiago, .. aggraro de
pet'-au :
Aggiavaule, Jos Bibeiro Ponles ; aggravado, o
juizo.
Ao Se. desembargado! Silva Comes, o aggraro
de pe cao :
Aggravante, Jos Fihppe de Mello ; aggravado, o
juizo.
Vs 2 horas eni-errou-se a sesso.
Communicados.
O lom myslerioso e prophelcn. com que cortos
polticos espalhara a noticia de (actos, de que por
esta uu aquella mam-ira liveram previo coliheci-
nicuto, .' una dessas tcticas de partido, qne por de
mais sedir-j.s j nao podem fazer fortann. Esl nes-
se cuso a noticia, que u Liberal de 11 do crrenle
deu acerca da nomcaeo do Snr. tcnenle-coronel
I.U1 do Albtiquciduc Mjraitli>y par o cargo de
! nn; notti de l:'r. jioln prematura
iinn-ti- .l.i llin. Si-, coronel Sulx linio
!ks- .aCtista.
-i.
An iiiorle c.sfi da vida o complemento :
O remate da gloria para o justo.
A'.s.'ii uu ira.mci.u eternidade.
S Brrelo.
ti tmulo, que redas ludas as harmonas da vida
ao seu lgubre siiuuciu ; que ludo engole e sepul-
ta nos iuipciietraveis crceles de seus mysterios ;
o tmulo, esse .isodu lempo, que mofa da inex-
perta liumanid.idc, impotente para sullicar a
voz daSJazo e da ju-li.-a e destruir a meinoria
daquelles, que nn se niaiirharaui ua sua passagem
pela Ierra.
I) que nao Irilhou as vas da iniquidad, que lo-
men a Dcos, amoii o prximo c a sua patria, no
eucontra n.. luiuulu sena o um punto dnnde Ihe pro-
cede urna vida mais feliz, u lermo de sen desterro,
a recompensa de suas virtudes: uiorrendo, vo.i
Iriumphaate elernidade, ahencoadu dos bonse
chorado da patria.
Assim terniilinu seus dias o Sr. coronel Salvinn
Jo-.'- da Costa, 'ciiminandanle superior da guarda
nacional das -exla e stima comarcas da pro vin-
ria da Parahiba du Norte, membro de urna tas priu-
cipaes familias do Ierran de Pnuibal, unde resida.
V ni l'umbal iiiur.-har a flur de scus hoUiens, tom-
bar e quebrar-so una das suas columnas de mais
valor !...
O Sr. coronel Salcinnn pnssuia poneos conlicci-
mrnlus; mas esses poneos, que adquirir no Scmi-
nariode Olnd i, bastaram para fnrmar-lhe iimaedu-
e.-ico regiilarmenle religiosa e conveuiciilMiienie
civil. No era inniln abastado ; mas tinha o sulfi-
nienio para supprii o ii.-c.-ssnrin eo til Ja vida.
Nao viven coran sabin, mas como virtuoso : nao foi
ura giierreiro mais um cidado preslimoso e hones-
to, amigo das inslituicoes de seu paiz, ein prol das
unos mais de urna vez auxiliou, com seu braco a
irca publica.
Seu uome uo licou gravado nos grandes edifi-
cios pblicos ; mas llcou cerlamenlc nos corafoes
de seus amigos e as lagrimas da pobreza, que oun-
ca as derramou de balde na sua presenca.
Morreu !... l so fni manso dos justos cingr-se
dos louros com que Dos roroa as boas accoes.
Sirvam estas toscas linhas de consolarn i sna
chora consorte e seu digno genro e mea presado
patricio o amiga J. Jos da Costa.
F. de P. t S., primo.
-raraiarama.a.ta.araaaaraaaaaaaHraaaara
A Srn. Helena Couran e O seu con-
cert.
tiq.n;. je um longrj c triste crlipsc nai p-fjcs
.Nesle estado, sendo eu autes advogado por pro-
risao da relaco, uo o poda mais ser desde lni,,
entretanto o procurador liscal pru.uove centra mira
etecuco por parte da fazenda para pagarBftlZtl du
um ese. ipt.irin que dizem lor eu ti-Ju na ra do No-
gueira de lsi.s ,i LjiJ.
Anda mais sou citado .a dous dias por urna pre-
c nona do juizo dos feilos dirigida ao juiz des fei-
los da curio do imperio.
A concusso c varente, e o ate s.ijuudu a iniu
nao s os laiicai|orcs, como u etasuii prucuradnr
liscal estn incursos nas ponas do artigo Udo c-
digo criminal, protesto prora .ver contra esta* fuuc-
cionarioi processj do rcspaiiMailidido.
Algunm me acuusellu de pagar, porque a aJmi-
nistra.;o .la f.i/.euda anda lio ladra que eobra duas
e tres vezeso niesinn Iributo, nao obstante 50 llie
provar esso mi proucdiacal ; vV Vine. que. nn
por 1:1) que quesliou i, meu d.eeiti) que detoado
e que uo quero cnuculqad por litios administra-
dores da fazcu-Jj publica.
P.-di vista, e desean o na iulegridailu do Sr. Ur-
Alvaro lichoa.
l'ubliqueui esta sii miiiin respo'ieauidajt', vis-
to coran serapre respond e respondo por toda* at
publicacus que aut.iriso coi meu nomo.
ana. r. A. Sarjes di foumcu.
Becifel daataiode 16J8.
HII'CH:/.IV DK PAPACARA.
Srs. redactores. A aecusaeo dirigida ai) indi-
viduo auzenle e dislanle do ponto eW que se Scha
osen aggressor, d serapre a este urna grande van-
tagem. A na iu^.rcsiii|iueMpesBMbM,o acensado
qu i-i nunca pode sor UllSll Bltl>iU, seno
quando a resposta prompta, c a defeza nao chega
resfriada pelo lempo, ou nao e reueM jcAy 4 des -
favor da preveaco, drraityit fo jtfigp fdsracM-
Foi .-erlauenle contando com islo. que o Sr. ca-
pitn Pirmiaun Soares Vilella acaba de ajredir no
Liberal Per na mbucano de hontein, dn modo o mais
ilesroiu.uuual ao digno subdelegado de Papacara,
u Sr. capitn Manuel de Albuquerque Cavalcanu
eco, inpi)landn-lhe o calculo de urna persogui-
cn injusta, e assacaudo-lhe insinuaces lao eatum-
niosas, indlgnns tnnnerecidts; qO*1; nnnbslahle
o udio que o niesnin Sr. Firiiinuo raanifesla contra
essa auloridade, lio .n animou a assuinir a respon-
sabilidade de urna accdsacd franca C comprova-
da. liinilaudo-se nicamente .1 cobardes allusbes.
Amigos do Sr. eco, e enaltecedores do sea carc-
ter, nn consentiremos que t feio eTitdign ma-
nejo proiluza os seos effeitos-. e por isso propomus-
nos a dar urna breve resposla drt Sr"".' Plrmiuo, errt
qtianto a victima do seu odio, o nosso amigo, o nn
faz por si mesmo, como esperamos que o fr, ape-
nas lenha o couhecimento da correspondencia d'a-
quelle senhor.
i.iueixa-se o Sr. epito Frraiano do Sr. 'eco, e
n acensa, porque fura preso em Alagos, jrlbo fon-
ilnmenlu de qherer reduzir pessoa livw a eseravi-
din, v endeudo.i pardo llullno, que n Sr. Pirmiano
diz que comprara a seu primo, o tcnenele Anlonju
Anselmo.
Nao sabemos se foi o propriq Sr. eco qiiem re-
qusilou a prisao do Sr._ Firmiano mas se elle o
fez, olir.iu em regra ; visto como havendo rcebidii
deiiiinci.i de que esse Sr. capito, e cdmmaiidaule
interino da guarda nacional, conservara em seu po-
der e quera vender um pardo, que, nascendo ca -
tvo na comarca dn l.imoero, fora forro na pa pelo
seu padrinho, dercra disto fazer seieute amurilla-
do do lugar em que se acharas* o Sr. Pirmiano e n
dilu pardo, para que esta procc-desse as devidas ave-
riguaeoese deligencids, alim de evitar-se Ial crine.
Se essa auloridade, entrando em iridagac&cs. nie-
len o Sr. Firmiano na cadeia. porque rermenle
algum motivo descubri para isso, e n&o proceden
arbitrariamente, tanto mais quanto deve notar-so
que o Sr. Pirmiano nn diz urna palavra contra o
seu prucedimenlo. Se nu eslnmosraal infornia-
dos, o pardo (o requisitado pelas autoridades de
Caranhuiis, e ah o uu sino Sr. Firmiano, aperar dos
tilulns legtimos "que tinha, apezar da sna Innocen-
cia e da protecrail qoe Ihe nrestou o juiz municipal
suppleute, conseguio ver dado, tirar o pardo do
deposito : mas deu-se a esle o prazo de seis me/.es
para aprescnlar os documentos em que nioslre ser
forro. Por aqu v-se que o diroiln do Sr. Firojiaiqi
nao liquido : e avalia-se lamben) do procedimen-
lo do juiz, sobre o qual pedimos a alleneo dasan-
luridades superiores, sem a qual, decididamente,
u pardo licar escravo, anda que o nio seja.
Nao queremos molestar ao Sr. Fimiano, era iu-
jnria-ln, como ello pretendeu fazer com o nosso
amigo ; mas lenha paciencia quo entremos em ou-
lros promenores.
Se o Sr. capitn Firmiano o proprio que abona
a reeliedao do delegado de aranhuns, se e & elle
que deve o ter cessado vlolensla e pcrsesegico
que sollrera, consinla que a elle nos soccirratnos,
San mostrar-lhe qoe o Sr. eco rilo 6 a autorida-
e violenta c incapaz, de que nos falla a sua cor-
respondencia.
I.a-se o documento n. 3, e ver-sc-ha o qhe case
delegado diz do subdelegado de Papacara. -Se esse
subdelegado fosse o monstro qual 'ros pinta o
Sr. delegado, hornera justo e bonrndo, o que diz nn
seu attestad ? Como conciliar as assercoes o Sr.
Firmiano cum as dessas autoridades, e das detpais
da comarca, aceren do carcter o procedimeoto do
subdelegado de Papacba t v)em dsvsra ser arre4
- *
' ---.. "' '


^ .
Vi y- -
-


Diario de Pernambuco Quarta feira 18 de Maio de 1859.
i
*%
dilado de psefarenca. ( ik.l'iruiiafo, immigo do Sr.
oco, corad tifame ni istrarmoiV, porque quer ser
riniinanaitM'do habilito no feuarria nacional da-
quella freguti, 011 as Autoridades suportares, cu-
ures s do
h
*7
jo criterio cfopularo i oven ser suporio
sr. liriniano .
Continuando esse Si. na saiphilipica contra o
nosso amigo, lan>;a-se em uin charco de allusoes c
insinuacoes I2o torposi que elle mesmo envergo-
nliou-so do cotiverlc-li em aecusacoes positivas,
Ear temer sem duridil jesponsabilidado legal,
sse sysleina insidioso inm, smenle proprio
de caracteres despresivai, 'aMia muilo usada por
nquclles l> quem a propria conctencia condemna,
despcrtando-lhef n'almaj o recoio da piinicao que as
leis inlligem ao! calumniadores ; mas servo lam-
ben para dar a jnediji da petvorsidado dos que a
ella se sne-nrrem.
Seo sii!>dele;;.i lo dn Papacara o individuo
quent laes allusoes san dirigidas, se c elle o
lioniein que se leni entorto com Ins .rimes, por
que o Sr. Kirimano oliao acusa franca e formal-
mente pecante s aulilridades e Iriliunaes du paiz ?
So, comuicUdon crine, o que deve desojar a socio-
dado, oo que exigen i lei o a moralida-Je publica,
n son puiiioo ; por pi nao a prouinve o Sr. Fir-
imano, cm lugar do Ireeorrer 4 declarronse insi-
nuacoes improprias dn homem que se presa Por-
que, fim ve* de diriar sua quoixn pelos meios l-
gaos, quem de difoitn r\4 vem assim tornar-sc
echo de calumnias, t, dar um exemplo qoe pode ser
seguido com desvaulgem para si proprio ?
Por ventura cui-lsf o Sr. capitn Kirmiauo qu
il.lle nao ha quem diga cousas tan feias, mi jinda
indares, do que nsf que elle propala contra o Sr.
Xn/Si I So qui/.essiikv-, imitar au Sr. Kirmiauo, con-
taramos ao pobljca/diversasnuslnrias de certa au-
toridad.' que rendija proeossos. assirt como a de
corto sugeito auloildc um velbacadu contra o ca-
pitn Jos UalheiiS' e nutras cnusiulias m.iis. Ksso
mei de discutir, Iporm, nSn honi : deixemns a
q'nesto nesse p.l e permita Heos que o Sr. Fr-
uiiano comprcdenla bem a conveniencia de aban-
'lonar as insinu.n (ios. Desojamos nao ser respon-
savels p.|..((ue d'.l.i resultar.
Nao pode n Sr. r'irmiana passar sem chamar au
Sr. Seco fulndi> rnniniandanle da guarda na-
cional depoia 'lo havor-nos feitn asna hiogra-
pbia andn avisad* nao coiiliando-a ruaos allleias ,
na qual nao esquoecii mencionar que comiuau-
dante interino dd baXalhn da dita guarda.
Que toda a ogerisa do Sr. conimandante interino
contra o Sr. eco, irovm d'ahi, sabamos ns des-!
du niuilo ; porque laaibem sabamos que no anuo
' *|Hflo andou aqn Sr. l'rmiano pretendon4/lscr
confirmado na elfo liridade daquelle posto, para n
que procuran n F. m. Sr. Taques, peranle quem
nu descuidu-so le encarecer que modeslia ) os
proprios snicos, conrluinuo por pedir que nao se
N'aiKceSMm otile < mulo fosse occatiia.
Ignoramos se o i osso amigo oo nao prolendcn-
le ao caminando d sejado pelo Sr. Firuiiano, igno-
ramos so ha relian motivos para suppor-se que elle
soja nnrhp|iT}arii lol cargo ; mas o que sabemos
que o Sr.capilo rojmmandantc interino nao fui pro-
pdstq pelo l'.xm. Sr1.Taques ; assim como nao foi ap-
provada a proposl. por elle teila (sendo coinuiaii-
ilanle interino] par. ouleines do corpo ; a qual, se-
:nndq__foi dolarji! i pelo governo, eslava toda nisa-
da de rregunriaac es, lacuuas e vicios, c por isso
nao foi lom l'iMlemos sseve nr que para nenlium desse dous
malogros dfe prel nces do rommsndanle inlerino
cnnijorreu o Sr. Nco, quer directa, quer indireila-
meirtit... Jlasn sr. I'iriuiuno est persuadido ducon-
trarnjl'drhleM.i nsoiila aggressao an nnsso ami-
go, misturada rom a historia da fuudacao di1 Pa-
pacara pelos se'ql i Btepaseados, propo.Mio de una
violencia '
Oa, roulra a patarra apaixonada e suspeila do
Sr. capilo comnijiidnnte imuriuo Firmiauo, aqui
aprr/sfntoipos a p.il.ura deiiBleresshda ea npiniao
imparcial das laloridades de Garanluius ; essa a
malhor resoosta que. podemos dar aquello Sr., a
quem pediremos, .'ni c'oriclosao, .pie rollicta bem
sobre n resultado dassuas allusoes provocadoras.
llecife 12de maio.
O /nslo.
poccihnttos.
W. 1. l)\ Manuel de Albuquorqiic Cavalcanti
Netso, mnrtidUr na fregue/ia de Papacara deslo ler-
ni", que so Ihft* necessario que V. S." se digne
.'illwhtr o seguinle : 1." qual lem sido a conduela
du Hupplicante tro de.sempenho de sen cargo de
subdelegado (laqinHla.reguuia durante o lempo que
fniiecionn esse lugar; 2." se lem o siipplicaiito
oHtimellUin Mgmna violencia ou abuso, que des-
mcrecaa lonllapca das autoridades superiores ; 3."
liilalmeiite, senonsta a V. S.* que n .sopplicante em
aiguiii Usurpo j*' livesse valido de sua autnridade,
para perseguir/ os seus inimigos polticos ; ncsles
termos: J
Pude a V. 9' lllm. S. I)r. juii de direilo se ilig-
nrallestardH/qiie cabalmente souber.K It. Me
ifipwel de Aipuquerqtte Canakanli Seco.
Atiesto qui- n supplicante lem cumprido com
honra.-iledicaeio zclu, o lugar de subdelegado da
iregneaa de (Papacara, e por tal motivo o conside-
re) o misilstinclo subdelegado presentemenle em
icio do itoruio de Uarnubuii. O snpplicaule
ini sollado' do seus iiiimigos polllicos accusar.oes
do *ileociis, falmticnr.oes dcproi^ssos etc., po'rm
bj UmhU, nii-iiido nm ^rocossos de reponsaliilidade
leein mosifado n filsidade de taes aecusacoes, pon-
i reloro a sua probidade ea hncslidade
pregado, que sabe cumprir com os seos
! que leal escrpulos at de errar.e lauto e
! o snpplicaule seinore me consultara,
m
Porto- Brigue ponuguez S. Manuel 1>, l'bouia/. Gaspar, sen aulhado.
de Faria, 2110 saceos assucar branco. l'm cabo de Dragues.
lalUriiore Hiato americano A. I. ppla/.asl, Un ollicial ....
Whatley Forslcr 4 C, 1.281) saceof assucar mas- A senhora ltambarl.
cavado.
Rio dn Prala = Polaca hespanhala Alina f.hristi-
na, Viuva Amoriiu \' Filho, 100 barricas assucar
branco e tOO ditas dito mascavado
PortoPatacho portogue/. iPnimplidn II, diver-
sos carregadores. 70 barrjs niel, o 100 meios de
vaquetas.
Kvjiortaon,
Rio Grande do Sul, brigue yacional Camacuau.
de 180 toneladas, condu/io o seguinle. :=: 1,000
barricas, 50 saceos e '.i 10 barriqulnhas assucar.
RECKiiEDORIA DK RENDAS INTERNAS UEltAES
DE PBRNAHBIJCO.
Repdiinenln do da 1 a 10. H:i72|0i
Id mi do .lia 17 ...... 1:37^916
10-SOISMjII
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendinienlo do dia 1 a 10.
dem du dia 17 ".
:i2:fl ($95
1:158$X13
7j\773S228
L'inieiro.
Francisco.
Kibeiro
1). Jesiiina.
D. Carmela;
11. \ icencia.
Corroa.
Movimenlo do porto.
.Ytrios rnlr< nti ilin 17.
Rio de Janeiro 17 das, barca hespanhala f'oiu-
titixiiu. de 2:t'.l lonolada-, capiliio l'.dro Juan
Oliv.-r, equiparen 10, em laslro ; a viuva Amo-
rini \ Pililos.
f.ear22 das, hiato brasileira llmn Amigo, de 77
luiieladas, capitn Joan A. da Silveira, equipa-
geni 8, carga ma I. ii-.i de sedro, mil lio e inais g-
neros; a CacU'u.i i., da Cosa Uoreira.
Rio de Janeiro l'.l.lias, polaca hespaiihola .Vicio
Antonia, de 1U2toiielaJas, capilo Tabnla P.i.o-
ma, nqnipagun ll, em lasiro a BasUisiV l.ehios.
Havre ) das, bana (raticeu Villa t It.iulogif.
de 232 loueladas, eaplU'lO Pugibel, piipagein
1 i, carga uzendas u inais gneros a Tnssel
Frere ,V I'..
.\ui'i.n ftahidoi u'i mesmo Aracalylliale lirasilcir.i Aracaty, capilo JuSo II.
de Almeida, carga fazendas o inais generas.
(iibrallarSumaca loscaua Alfrtdo, capitad L. S.,
carga assucar.
UUSF-UVaCES METEOHUI.IWICAS.
nu 17 na jiio.
Amelia
l'ma criada......
lu Marinheiro.....
Marinheiros. soldados, ele.
PERSOMACENS DO DU AMA.
Vaii-Rrou.-.l,niarinlieiin Joccliu. Germano.
O Almirante de Saint llenan go-
vernador da Martinica. Tlioraaz.
O Cavallcim do Servrcs. Nimes.
Eduardo........Valle.
Korcadeck.......Gomia Vaaques,
Amelia, condesan.....D. Carmela.
Clotilde, sua sobrinho. ... D. Manuela.
O l'eiior.......Carvalho.
Marinheiros, negros ele.
A acro^iassa-sr, .. prologo na Rrelanlia, perlo
do l.ori'enl, en 17ii:!; 2.",3,*, i." O." uaMarlinica
em 17.s:!.
T.'rmiur.r o espectculo com a graciosa serna
OOnica pelo Sr. Oliveira Yasques :
O SRiXHOR
l'iincipiai as 8 horas.
A empreza lem a honra de aiinunciar ao respei-
i nel publico, que vai preparar ospoclaculos para os
domingos de larde queconeearo
s 41/2 horas.
LE1LA0
DE
Vparelho completo
para navio.
Scvla-fcira 20 to corrcnlc.
PELO AGEfcTB
Avisos martimos.
Caiveiro.
No Slipr.ldlln dia
aruiazem dos Sis. Uainedi
Corpo Sanio, o referido agente vender por cotila
de quem pertencor cu lotes ronlade dos lom-
[.radorus e
SEM RESERVA DE TRICO
Massame, polcme, (adrname, veame', vergas,
inaslareos, paos do ctelo en perfeito estado
para anarolno de um briguo com pecas de so-
brecellenle.
I ni nro cabrestanlc, viradtes e osnias em bom
uso.
lina ancora e un ancorle.
Dous escleres e muias inindezas que poden anro-
veiiar-sr.
A viuva Jane, denlisl.i.iein a honra de avisar ao
respeilavcl publico, que continua a purdenloa aiti-
flciai s de porcelana, assim como lamben lira as
carias dos naluraes, que lauto danniucan os don-
tes i'i'ooperam para u mo hlito da bocea, au
sendo liradas ; calsa os d.mtes turados com ouro,
rala, metal branco einaasa adamantina dado nic-
lior qualidadc. A annuqcianle .isacvera a todas
as pesfoas quee quizerem utilisar de sens servi-
cos com espe. ialidade as senhorasque devem pre-
ferir ser tratados por uulra senhora pela niaior de-
licadeza no tralialho e menos acanliaueuln que
natural experimenten que dispoe dos melhores
e nas peifeilos instrumentas para o seu trahalho,
e nao exige paga alguna nao ncando os denles
Lioben po proprios naluraes: na rda de Santa Rila o. C..
___Tiaen I,...,.,,.. ,,,;..., 18a.Joiio//fieeiro Basios, l. secretar
llldtLs il\ |Sil I aOS| Jos Alves da Sil
Attencao.
rW
O caiieiro que sotflhrece para lomar conla de
mne lab. roa por bataneo e d (ador, dirija-so a > ah;.i\o asignado avHi i puj.lico e a
ra Dircila n. 10, loia. corpo do romniercio, que nada devoro seo troci
/-^ 1 o Sr. M.inoi-1 de AsslsTarares, assiii ionio nao se
I.QS' D 1)01 1*0 lesp.oisabilisa por divida alguma que e-le ni.-mo
senlior routrnia sobre a Drma cxlioela de Tilles A
lavares. Recite 17 de maio de 1859.
ilaitoel Goncalcu Telles.
l'm pelo forro bom osinheiro olTereco-se para
qualguer casa: a Iralarna (reguezia de Sanio An-
tonio na da Palma u. 11 ou no Recite ra do llruiii
n. 26.
Josuilal Poiin^uez de Beneficpiitia Pin
Pppiiiiiiiliiiro.
De ordem do Sr. provedor se convido a lodos os
seuhores mentiros da junta administrativa do nos- Nao ten.O te reunido o numero de votos
ido Ho-.otal, para a sessTio dn dia ls do corrente, \ p,TSrt>l('S que exifi O art. l ilos estatu-
qoe (eicra l.-r lugar no esoeetiKi e.talieleciio.ii- ., i i ., i .,
lo. pelas 0 i......da larde. Re, ife 1C.de mab. de'tns da <-ompanlii:i do liVberibe pnvaquo
liaja si'ssni .l.i atsemblea dos accioniatat
n-
Companhla do Be-
beribe.
Avisos diversos.
l'.uinaraes. nao se p..d.,,- nroce
itlll I ,'t'sl"'1'"' possoalnienle de tuduS os seos amigos ,
a a cleiro da adininisli urna
que tem de funccionar e determinando o
seus rreguezes uno rondn...
. ] pela rapidez de sua viagem para a Europa, o faz
l t'Slar IICIIl SUpri(loS rom as P6*0 P"*Wfc. offerecemlo abile em toafaucr par- art. addlivo ao I dos memrjos estatutos
farnhaS tle Trieste das marcas I SnvVumrStato.PrCS,.....; ^^ dlSl-u"'a d-,a que ueste caso se laca sessa, coto o ..time-
o qoe tenha praiica! ro de votos presentes, s5o n ivamente
na roa do Domingos convidados os accionistas da mesraa coai-
Fontana
K primeira
assim tambera d
Richniond
('alego I
qualidade
as melhores do
DK
(j.la ni.
9
1/2 dia
:i da i.
C
Ciimulus
fresco
TlllMOMKTUO
2u.ii
27.1
28.3
27.7
27,1
20.1
21.7
22.6
22.2
l.3
71
ILQQ iNHIA
a vapor.
leles inglezes
peelaraeo ao publico.
O aliaxo aasignado leudo sido prese na edade do
Rio rormoso no dia 10, a n'qiiLsicao do Sr. Dr. che-
fe de polica, por niigcncia do Kim. Sr. iuixdoeoln-
nnri'io, para indagarles da alb-nria du neguoian-
in ni.
755.8
700
Adamson, Howie Jt r. arliam-se autorisados pa-
ra vender o vapor inglez Camilla, prcschlemento
empregado no servlro desla conpauilia eiUro o Rio
da l'rala e Rio de Janeiro.
O Camilla 6 dn loto de 538 toneladas, foi cons-
truido no anuo de 18IU e de loica de 250 cavallos.
As machinas foram cunslruidas pelos Srs. CoalOS
i\l Vouug de llelfast.
plano do navio e niaisiiforiiiacoes na agencia
ra lio Trapiche n. (2.
Para Lisboa deve seguir com limita brevidade
o brigue porlugue/. FITindaa, por ler promplo a
niaior parle do eairegamenio : para o resln a trole
ou nara passageiros, Irata-se com Aniorim Irnos,
ra da (5rui ii. 3, ou com o capilSn ngulo Aatu-
nio do lami, na praca do eommercio,
A u.iile esleve clara com alguus nenieir.is, \eiilo
SI', veio para o lerral c rondn ao amanhecer pelo S.
ubservalorio du arsenal de mariuha 17 de maio
de 1859.
Viscas Jcxion.
Dcclaracoes.
le .lo-Duarle de nlivuira llego. Buh denuncia de
alituuin, a pr.te\io.de ser o abaiM aasignado cai-
xeirodo fallido, eipi.-devia l.-r feilo coluar as ele.
ecomu prorasse esuDuranlumeulc o contrario da
lellra da dita denuncia pela ra/.."iu de nunca haver
dccupado einellianlo emprego cin aitaoelecinenlo
algn e nem lersiois negocios de ui f como cons-
ta de suas rcsposlas dadas boje ao l'.xm. Sr. Dr.
jnu do comm.rrio, que o mandn logo por em li- rua Keal JUMO ao .Uuiiguinlio, a (|ual se
achaemiuuilo hoin estado, teui bons
de negocio, e qne soja hbil
l'iies, padaria nova.
Retrata SO a oleo em ponto natural, e lamben
eopi.im-sc retratos daguerreolypus ao ponto natu-
ral a oleo : garaute-se, que, nao sendo bel, no
recebe paga de sen valor: aterro da oa-Vista n.
i. no lerceim andar.
Aluga-se nina pela perita engoinmadeira e
costurcira no aterro da Boa-Vista n. i.....lereet-
rfl andar.
Precisa-Mi de urna niulher de idade que se
queiiM encarregarda criacao de dras maneas, sen-
| du nina de i anuos, e oulra de 1, em casa de um
l'iimf l'-llillllic ,ii. \'/.\-.| boineni~o!leo: a Halar na na estrella do Rosa-
( OlllO lilllllllilS UC .\0\.l rio. trayessa para o Quciniad
iChai'lestowulaiiloex J\,%, ...
,, Hara Joaquina dasr.hagns, tilba de joa.piuu
tras COniO SUperiinaS. los das Chagas, natural da pio.mcia da lara-
: OSr. IcmciscoJos dos Santos 6 chamad a ?%" aeha- ri-sidindo en Venianburo, o aesi-ja
ajuslar is coalas dos fn.s que dev.i .lo terreno "" f"n suis Innaas irftoma Manado Rosario, e
que leinom Sanio Anianiihn, sub pona de se pro- ",,sa. Am""J 'fl"* ignorando a sua residencia,
ler aos termos de cuinmissn : pode dirigir-so a i!""''?" PeUe ils referidas que aiiiiiiiicicm por este
l!a\a!l |
& los.
Odance
Cnliimbia.
noath.
Bem
Orleanse
deposito de pao
rua dos Tires n. I i, aonde mora sollicilador .Ma-
nuel l.ui/. da ITeiga.
Altif;a-se a caa terrea n. Til sita na
bordado : e para que o publico suspenda qualquer
jui/o ino ou que sua rapiilacau soja posta em du-
vida, tai a presente declaracau da cansa de sua pri-
sao. Vproreilando a occasio agradece cordialmen-
loaos gana amigos que tanto o honraran, l'er-
nambueo 17 de maio de 1M59.
Etperidiao Barba u da Sifoa.
LOTERA
comtnoios, cacimba e quintal murado
com porto e porto de desembarque : a
tratar no sobrado u. G sito ruiiiesuin rua.
jornal a rua e numero do suas casas.
Instruccao
kmir.
i u snpplicaule somero me consultara, e
tnioho direcrao atlas menores colisas.
ieosupnlicante nunca se valen de sua
un asuro
de nm
deveres,
assim qi
quera
finalmente o supnlieante nunca se valen de su
autoridado para perseguir inimigos ; antes tem si-
do con olios generoso.
Iiar*nhnns2deal>rildc1859.O juiz de direito
do Afeas, JoaBandeira de Helio.
N.i.Atleslo que o supplicante que exeree o lu-
gar Ae subdelegado do districto de Papacara,lem ex-
cedente conducta civil e moral,e sabido'que cum-
preexoetameute curt OS seus deveres ; que me nao
consta que haja cnmmcilido cuines do respousabi-
lidado pibe excesso ou abuso de autoridado, mere-
cendo sempre a conlianca das auioridades superio-
res, sondo corto, purm, que lem desadeicoados
Eolticos na fregue/ia. Nao.me consta, aliuw, que
aja esercido persi-gonoes, valendo-se de sna au-
turdade contra os referidos descontentes polticos
de sua (rezucua "
Villa delararrliun's27 de abril de 1859.u juiz
municipal servindo de juiz de direito da Comarca,
Juo Prantaco Uarte Junio,-.
S. H.-.VUe*lo quanlu au primeiro quesitu da pe-
lico dosuppliranto.qiie a sua conducta no desem-
penbo do cargo do subdelegado lem sido exem-
plar ; ao seguiido.^ino o supplicante nao teiucom-
metldO|0 maiKir abuso ou violencia que o faca des-
mecea^qdar^ii plena cunllan.;a das autoridades
superiores i]esla comarca ; ao lerceim, que nao me
consta que se livesse valido de sua auloridade para
perseguir J Miis uimigos pulilicos nem a p.-s-
ilgo'ma ; u qoe ludo aflinuu em t dn ineu ear-
go e alio ao da rnrdade,
\ illa de fiaranhuns de abril de 1859.Fio -
reiUiun Cypriaiio da Coso.
[Kslavalu reuonhocidus u sellados .
Caixa Filial do Baiico do Brasil
em lMi-namlmco.
F.m 19 ilis malo de 1,H.%!
Directores da seniaaa os Srs. :
Aiiliuiio .Marques ite Auiurim ejus Percira da
Cimba.
A eaxn dy^bfy b-trasan premio de 8 0/0 ao au-
no, tiuii i saques sobre a praca do Ro de Janeiro,
e recebe dinbeiru a premio a'60,0 ao anuo.
NOVO BANCO
PE
PERiYlMIirCO.
F.M \1 DK MAIO DF. 1800.
S Banco descoula na prsenle semana a 80 0 i
o at o prazo du' 4 mezes, n a 9 0/0 alfi o' de _
metes, e toma d'riheiro em conla correle simples
du con juros pel premio c pra/.u que se ronveu-
clonar.
AI.FANDEA.
Rendimenlo do din 1 ,i 10. .
dem do da 17......
238.ll2lg7Gl
H:tilj0(19
S49:7b6t333
i maio.-
r.i o carean.
Dearreg,'aa boje ls de n
Rarca nflezd=|t|natiig Clouditerr
Barca ingieraCano.idah ddn.
Brigue ingle/. VgiuH =earro.
It.iroMnglokan. Aunaidom,
llrigue ingle'zMah- Werie=objectos para a esa
,u\d*. ; v,
Rarcil ttmam Soowdon bacalhSo.
frigue inglzleenodem.
alacha ligle i Briguo inglezKarl Gtey=iden-
Briguo poitnguezltelampagO".|iversii; gneros,
rlrigun brasiU'iroDamaodem
falaclio americano -Hacv lleleutaimado,
OVIMKMT DA ALFANDKllA.
Voln mes entrados com fazendas 282
< < con gneros
Pela subdelegada da eidade de tllinda sof/.
publico, que se achaui recolbidos cadea da ales-
na enlade os segiiinles escravos : Mara, olio diz
ser de II. Mara, viuva do Amorim, moradora na
Passageni da Magdalena ; Josepha, que diz ser do
Barodo Rio Vi rioso ; e Joaqun, que diz ser do
Dr. .Manuel Firininn, morador em B.b.iribe quem
se jolgar com direilo aos mencionados escravos
que foram presos, como fogidos. comparec na
ine..ma subdelegara com seus competentes docu-
mentos. Subdelegada da eidade de lllnda 10 de
maio de. 1859.r=J t'i/slo'/nio Matul ilonleiiu,
subdelegado em Cxereico.
= Pea subdelegara da fregue/.ia de Sanio An-
tonio ncha-se deposiladn nina cabra bicho! de cor
pela c tamanho regular que foi adiada por Ber-
nardino Juse lailn.sem saber quem soja sen dunu ;
quem se j.ilgar cmn direito lidia compareca nesle
1'aizo munido de suas proras. Recite 4 de maio de
859.Viilnrii, subdelegado.
=: Acba-se na casa de lU'leiieao recolhida a or-
dem do subdelegado de Santo 'Antonio una pula
de mean f.osla, que diz chainar-se Francisca e que
reprsenla ler a idade de 00 a 60 annos* e diz que
seu senlior .ebaina-se Manuel de tal, morador no
lugar do engenho Muribeca ; a qual foi ueste jiii/.u
apreseulada por nina oulra pela, dizendo que
aquella andava-fugida da casa do senlior, a pro-
cura de quem a comprasse ; islo desde o ldeno-
venibro do 1858. Este juizo j nnniinriou a prisio
desla escrava no referido mez de novembni prxi-
mo passado, e como nao npparecesse pessuo algu-
na em procura della, por isso torna a publica-lc
por 12 vezes, afini de ver si' apparece seu legtimo
senlior, que dever apparecer munido de suas pro-
vas legahsadas.--llecife i de maio de 1859107-
Ofa, subdelegado.
Conselhn administrntivo.
O conseiho administrativo, para fortiecimenlo do
arsenal de guerra, en eumpnneiito do art. 22 do
regiilaiueulo de 11 de dc/culu o de 1802. faz publi-
co, que foram aceitas as propostas dos seuhores
abaixo declarados.
Para o meto balallulo dn Cean.
Sanios CocidoPanno'azul, corados 54 a 28400,
mantas de laa 21 a 2jl00.
Para o viesmo bulnlhoo.
Antonio du Suo/.a MaiinhoRuucls 0 a 2$SO0.
Para a encola do 9." balalhdo.
Miranda t VascuiicellosPapel almaco, resmas 2
a 3>(100, peanas de ganeo 133 por 1(020, caivetes de
2 follias por 040, Unta prOta garrafas 2 a CO, area
piola, libras 2 a CO rs., rollucces de carias para
principianles, exemplares li a' CO rs., I limada.-,
exeuipiares 0 a 00 rs., graminalca porlugueza pur
Monto-verde, ultima edicao, exemplares 2 alirS.,
compeljius de arilhiiielica por Aula, exemplares
i a II, pautas 2 por 80 rs,, traslados colleccao urna
por le, lapis de pedra 8 a 320 rs.
/'ora a compaiiliia de arlificen.
l.ivro de 100 tullas com 15 1/2 pollegadas de
comprido e 10 1 2 de largo 1, livro de 200 folhas
as uiesinas diueusesl.
ti couselbo avisa aos seuhores cima menciona-
dos, que devem recolher os ubjeclns caniprados no
dia 21 du rente 10 huras da iuanliaa, na secre-
taria do mesmo consell.o.
Saladas sesses do cuuselho a.lniinislrativu para
furiiecinieiil,! do arsenal de guerra 17 de maio de
1859.Fraucisco Joaouim l'ereira Lobo, coronel
vogal secrelario.
n couselbo adninisireiivo do patrimonio dos
nrphos lem de continuar a levar em hasia publica
na sala do suas sesses, no dia 21 do curenle, a
renda de pane das casas do inesinn palrmonn,
abaivu mencionadas, pur lempo de um a ires anuos
de que lem dilderorrer do 1." de jiilho, segundo o
que dnpoem os arta. 28 e 29 dus esl itutos em i -
gor, a saber :
Rua do Crespo.
Ss.
3Casa de sobrado de Ires andares.
Roa do Rangel.
CCasa lerrea.
lina da Cadea do Recite.
17Casa de sobrado de dous andares,
lina da Madre de Dos.
22Casa (!* sobrado do uin andar.
SICasa do, sobrado de dous audares.
2.0Casa de sobrado de un andar.
M-Casa lerrea.
27dem.
30-ldem. ,
31-Idem.
31dem.
83dem.
34dem.
35dem.
36dem.
Os licitanteshajan de comparecer com seus da-
dores na sala das sessoes do mesaio cnnselhu s 11
horas da manbaa do mencionado dia 1\ do crlenlo.
Secretaria do conselho administrativo do patri-
monio dos orpli.ios 17 de maio de 1809.Dr. 1"i-
cenle Percira to leon, secrelario.
Pela subdelegada do i." dislrielo da fregue-
zi:i dos Afugados se faz (-utilice, que se achaiu de-
posila.los dous cavallos rucos, sendo un lomado
a um tal Anloninho, do Barro, e oulro a Mauoel de
Noronha, por suspeila de seren furlados, .segun-
do conslon a esla subdelegada : quent se julgar enm
direilo a ellos, compareca, que prevalido legaliuen-
le. Hit- aerad entregues! Afugados li de maio .de
1859.~J. Ilorgomo /'oes Hrrelo.
O, brigue nacional Helena,
segu nara o Ass al o dia 2II
com a carga que livor: a tratar
com Tasso Innos.

Pava o Avacaly
segu com bre\ idade u hiato Camueso, recebe car-
ga e passageiros : a tratar com Caetano Cjriaro da
C. II., no lado do r.orpu Sanio n. 25, primeiro
andar.
Maranlio e Para.
Vai sabir etn poneos dios por ter mais
de meia carga prompla, o lindo e velci-
ropallialioteNovaes, receba car;a para
os portos cima^nc'iicionados, quem no
mesmo quizer carregar ou ir de passa-
gem pode eateoder-se com o oapitao Joa-
quin Jos Mondes na praea do Commer-
cio ou com o consignatario E. II. Wyatt
rua do Trapiche n. 18.
llalli a.
O veleiro paliiabule *\ovo Accordo" ; para *sna
carga, Irala-se com son consignatario Antonio L, O.
de Azi'vedo. na rua da t'.ruzu. 1.
Maraubo e Para.
Salte no dia 2 do corrente para os
portos cima inenesonados o palhbote
Novaes, para o resto da carga tiata-se
com o capito na praca do commercio ou
com Eduardo II. Wyalt, rua do trapi-
che n. l.
O patacho porlugitez ffPronbtidao II, forrado e
enrarilhadii de cobre, de primeira marcha e pri-
meira (liare, sabe no dia 22 imprelerivelineute por
j ler seu carreganienlo quasi cmplelo : para o
resto e passageiros, para os ipiaes tem encllenles
comuiodii-, Irala-se enm Elias Jos dos Sanios An-
drade & C, rua da Madre de Dos n. 32.
II Sr. Ihesoureiro das loteras manila fazer pu-
blico que em ci.iisi.i|ueiieia do se tor reformado o
plano para a exlracao daslolerias foi misler alterar
n precn de algons bilheles da fia paite da -1 lole-
ria do hospital Pedro II, que ja se arliavain m-
pressos e por i.-lo lienhuma duvda se pode suscitar
nos biheies da dita lotera qne se amaren emen-
dados con tinta prela potune o esmb Sr. thesou-
reiro por ellos se responsaliilisa.
'rhesourariad.islulerias'll de maio de 1859.
1. M.da Cru/..
LOTERA
PROVINCIA
PEDIDO.
Pode-se ao Sr. Germano-
Francisco de Oliveira, que an-
tes de acallar as qiiiuzc recibas
queira ter a liondadc de levar
a ceda o Caslello das Sete
Torres ou l'edro Cen, e a co-
media a Corda Seusivcl, isto
lliepedeL'm assignunte que
reforma a sua assiguatura.
leudo o Ijun. Sr. presdanle da provinefa ap-
provado poroflicio de 9 do crreme me/, o novo
' ulano que ldc foi aprcsculado para a exlracao das
loteras desla provincia o Sr Ihesoureiro manda
publicar o mesmo plano, assim como participar
que se acham eipostos a vepd* lodos os das das II
horas da maullan as 8 da noite no pavimento ter-
reo da casa da rua da Aurora li. 20 e na casa com-
inissiounda pelo mesmo Sr. tliesuureiro na praca
da Independencia u. 22. at as ti horas da lardi
ini-nle, os bilheles e meios da 6" parle da 4~
ria du hospital Pedro II, cujas rodas develan anda
iiiipreleiiveluieule no dia 21 do corrente me/.
PLANO.
28110 bilheles a 5.......M'.OOOJiino
20 pur cdulo pata sello, beiielicio ele. 2:800%UIH)
112000)00
A mslruecao n elemenlo mafs apreciado para
se obter a cirilisacao e todas as vanlagens sociaei :
sob osles principios que urna pessoa de boa con-
dficia e convenientemente habilitada paraensinai
meninas as primeiras letras, e n inais qne Ibe diz
respeilo ; assim cono as rrannalicas nacional e
I france/a, osquaes idiomas falla e escreve rorreci.a-
^jiueiile, olTerece sen limitado prestio aos seuhores
fig I pas de familia que lhe qui/erem dar alloma de
S91 Ihc confiar SMS meninas, alianeaiido-llies que eiu-
B penhari lodos os eiforeos para" que suas alumnas
llabtenlian n desejado aperfeicoamento : no aterro
Suida lloa-Vista n. 50.
ALLIANCE
Estabeleeiiki cm Londres
i liARfiQ m mu,
CAPITAL
Ciuco miWvoes le lili vas
eslcvWnas.
ser encontrado das 10 1(2 horas !^u;1,;"lw
Rtare^si
O Dr. J. C. Bandeira de
Mello Fillio inudoii a sua resi-,
. "aunders TlrotliersiS C.'lem a boiira delnrnrmai
(It'llfia para a ntida Aurora Q. aesSra. negociantes, proprietarios de casos, ea
if ,,,.-,, i li oueiumais convier, que estn plenamente aulorisa-
1\ primeiro aildar, OlMle pode)dos pela dita compalua para eireetu.ir seguros su-
de lijlo e pedra, caberlos uc telba e
mente sbreos otijeclosque conliverem os nies-
nOS edificios, quer consista em inobilia ou em fazen-
das de qualquerqualidade.
ESCR.VVO FDGIDO.
Auseiilnu-se da casa de seu senlior, a 8 do cor-
redo, o esclavo de naci, de nome Jo&n, de idade
de ,i() anuos, penco inais ou menos,-baivo, magro,
levou calca branca, camisa azul, e gancho de ferro
no pescoco : porlanto, roga-se a lodosos caplloc
de campo e nalsautoridades, de o pegar leva-lo
.1 rua da Madre de Dcos n. 2, que serio recompen-
sados.
_ n= Est justa e contratada por compra a taberna
sita na rua das Cinco Puntas n. 82, no Sr. Manuel
los .la Costa Cabial: quem se jolgar cum direilo
a ella,annuncie, ou appareca no prazo de breadla!
.ou sua reclamacao no msmn eslabelecimenln
lindos us iiuaes nu se admiHii reclahiacao algu-
ma. llecife 1 i de maio de 1S59.
= O advogado Mauoel Jos l'ereira de Mello pas-
snii o seu esrriplorio e morada para o sobrado de
um andar do paleo do Carmt) n. .
Aliija-se uin sobrado na
estrada da ponte de l'choa a
inargeiii do rio Capiliaribo : a
Iralar na rua ta Aurora n. 24.
O abhixo assignado eslabelecdo com negocio
d. fazendas e moldados na villa de Barreros, ten-
do por noticia qoe por occasao da quebra do ne-
gociante matriculado dossa praca Jos Diinrle de
oliveira Reg so acharan varias letras na muor-
, i'"s lancia de nina grande somma acceilas pelo abaixo
.!.'...'." assignado, apressa-so em fazer Miente ao respeila-
vcl publico e inais a quem interessar possa que
com quanto na verdode tinha aceitado a esse Sr.
Jos Doarle de dlivera Reg varias letras prove-
nienles de fazendas a elle compradas todava ellas
nao passan de U:0S8J538rs. conforme consta do
suas .untas sendo que por conla dessas msalas lo-
Lciloes.
1 Premio de .
1 Dito de ....
1 Dilude .
2 Ditos de 2(>ir$(MI0 .
4 Hilos de lOOJJOOu .
C Ditos de lnjOOO .
10 Ditos de 20SUIKI .
20 Ditos de lOgIMI .
060 Ditos de 59000 .
70 Premiados.
21)05 Rrancns,
!i:000g00(l
1 :IH)llfl0tl0
KKlSOtH
400S00I)
III.SHIM
:ioiisjtioii
2nn SfNk;(HM)
3::t0ll{!lMKI
---------------11:200.}0(IO
Voluntes sabidos con fazendas .
, i t con gneros .
CONSULADO GP.IIAL.
Rendimenlo dn dia 1 a 16. .
dem do dia 17.......
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimenlo do dia 1 a 16. .
dem do dia 17.......
. -476
------758
. 181
. 201
-*-38i
63:179gn9i
2:45j789
05:9058(83
K',2
' ILIEIIID '
DE
niJIAfiMFICOl'BEIHO.
Qiiinla-fp'ira 19 do crrenle.
l'KLO ACEITE
PESTAA.
Aulorisado pelos COnsonhores dn casado sobrado
de mu andar silo na rua do Hospicio n. 1'J mide se ,_
aeha actualnienle o collegio l!q,m ConselllO, u lefe- S2
rido agento vender no da cima designado c pelas l SX
10 horas da nianh.ia, u mencionado predio que lem
Ires salas detrenle nutras lanas no fundo, qualro
evcellcnlesquarlos, um esp,ic,,su solo com seis
.piarlos. No pavimenlo taino leal duas salas de
cada lado com quarlos o ptimas accoiuoda. oc-,
cnsiiiha fra mu grande quintal com baslanles
arvures de ti uclo.
O sen rendimenlo aclual de um conlo de ris c
o importe das decimas que pago pelo iiiquiliiio
mas de n ivembro em diaule o seu arrendameuto ia
ser elevado a niiiiln maior quaulia.
Os prelt'iideules podeui desde j examinar este
bello edilicio o para melhores informal os dirijiiio-
se au referido agenle al ao dia do leilo que dever
ler lugar em seu rniazein da rua do Vigario n. 11.
LE1L0
\'a ma da Aurora n. 54, segundo andar.
Si:\TA-PEUIA 211 DO CORRENTE.
.Tost'' Piulo Nogueiratendo de
relirar-se |)ara o Cear, l'ar
leilo por inlervenrao
Do AG.\TE
2800 Bilheles.
Thesourarta das loteras 3 de maio de 1S59.O
thesiiurero, Francisco Antonio de Oliveira.
Approvo. Palacio do gorerno de Pernambuco U
da maio de 1850.Bario dp Camaragbo.
ConformeAnlonio l.eile de Pind.
Thesouraria das loleriasll de maio de 1S59.
J. M. da Cruz.
'at Cousuliorio ccnini liompo|ia!liico f^.
H do ~ f,;;
r^si DR. SABINO O. I.. PIN1IO.
'sfeRna^e Sanio Amaro (Hundo Novo) n. 6.^^
'??! Continiian as cnnsullas e visitas do nos- :..:
A rtmpanca que o ?JS
_ osila na pessoa que lira rXi
j{i encarregada du seu cousuliorio nao ser '?
W desmentida. jCs
ffi Os pobres serao sempro tratados gra- ^.
f& luitamente. ;.,
T?. As conespondencias setiio iuderecadas "'i
|> com osubseriptoao Dr. Sabino com' au- ^
j senciaao abaixo assignado.
Hauorlde Wollos Trireira Lima. *J
ProfesM.r em hoiueopalhia e secretario Hj
do consultorio,, ;
iras j lem rcmellido varios dinheiros e ordena co- ~ 1>rccis;'-se de urna ama para o pouco servico
mo consta dos compelenles recibos e carias qne uo "'"a caso com Irespessoas, paga-se-llie bein :
____.. '. M 'I I't I : I o V i,,', r, .r
tem em seu poder e por isso nao resta essaquanlia,
e pur tanto protesta pelo presente assim como o
far pelo jui/n compelenle contra a existencia de
mais letras do que essas como falcas e incapazes
de oobrigarpara rom a massa fallida. Barreros
11 de maio de 1859.Carlos lloberlu Toll.
Continua fgida a escrava do abaixo assig-
nado de nomo Josepha, parda muilo clara, baila u
bom cabella, costua andar ponteada, lem urna ci-
a rua do Amorim, segundo andar do sobrado n. 19.
= O abaixo assignado roga ao Sr. Candido, pin-
tor de carros, para tirar o mnibus da coedeira -da
rua do Hospicio n. 21, al o dia 211 desle mez, do
contrario se botar na rua por conla du mesmo se-
nlior./. &'. Romer.
= A aduiinislra.o geral dos eslabelecmentns
de caridade manda fazer publico, que no da 23 do
orrenle pelas 10 horas da manbaa, na casa dosox-
catrii do tamanho de urna nioeda de riulem no la- poslos, pagani-se as inensalidades das respectivas
Jtj mo modo que d'aules.
)X\ Dr. Sabino depn
doesquerdo do rosto junto a fnico oulra as cos-
as : quem a pegar leve-a em Afogados pateo da
Paz n. 3, que ser recompensado e o mesmo se far
a quem der exactas noticias della.
Joo Eduardo Pereira Borges.
= Em das do corrente mez fugio de Sao Miguel
0 escravo cabra de nomo Domingos, que represen-
ta ler 20 anuos, baixo, grosso, olhos grandes e na
llr da cara, muilo ladino, conversador, gasta de
agurdenle, natural da freguuzia do Traipu no
bairro do Rio de'S. Francisco, onde lem prenles o
foi du tinado professor Jos Demetrio e depos do
vigario Francisco Vital da Silva, c com este, estove
em Pernambuco e moslrou desejus de para alii vol-
lar Pertence bojean lenle coronel Mauoel Fran-
cisco Pacheco, seiihordu engeudo llrejo no l.rmo
desla villa : quem .o apprehender o poder entregar
n eidade de Pernambuco ao Sr. Joim de Siqueira
Ferian, em Ma.. i ao Sr. Francisco Ferreira d.; An-
drada, em S. Miguel a seu seuliorou a MaOoelflnto-
nio Percira Jnior, que osles seuhores salisfaro
ipiaesqucr despezase pagaro s pessoasqueocon-
du/irein generoaamente.
l'reparain-se bandejas de boliiiholos das me-
lhores qualidades e por procos muiln raznaveis i-o-
muein parle alguiiri ; assim tamben ponina ere- ,
mese pastis de nata. ele. : qnem liver nr-tas que de 1:000a, por um ongenho, vollando-se o axceden-
amas.
Adminislraio gerai dos cstabelecimentos de ca-
ridade 14 de maio do 1859.O escrivo, Anlonio
Jos qTomos do Correio.
O Bacal da freguezia de Sanio Anlonio, Ma-
nuel Joaqiiim da Silva Itiiiero, mudousua residen-
ca do paleo do Carino, para o largo de S. Pedro,
sobrado n. 4, onde outr'ora niorou o Sr. crurgio
Leal.
Pr dirija-se ao pato de S. Pedro n. 6, por cima do de-
posito du massas.
Aluga-se a grande casa do paleo do
Carmocnt 01inda:ua rua do Queiuiado,
n.48, loja.
$ DENTISTA FRANCEZ.
o Paulo Gaignoux, denlisla, rua das 1.a-
**"* rangeiras 15. Na mosma casa lem agua e
X P 3euliBco. ^
Troca-se um predio nesia praca,que rende mas
paniiia a rcunu'cm-se cin atsemblea no
dia 2. Jo corrente a uma hora da tarde.
Escriptorio da udministrarlo 17 de
maio Je IS.'j'J.Barliolonieu Francisco
de Souza, secretario.
A ttenro.
1 nnaiiu.nl' de Sania Cecilia.
l'm 1819 algucui chamen alteucao do lllm. Sr.
Dr. provedor de capcllas sobro a mesa que enliu
regia a irnandade de Sania Cecilia, pedindo que
[OSSO ella i-iiamada cuntas, sfendo que nesse teui-
po pomos rendinentos baan : boje que a ruiau-
dado lem anillado; condimentos mis vamos lau-
liem chamar attencao do mesmo Sr. Dr provedor
de capcllas sobre a aclual mesa, que da 5 mezes
nao loma cuntas au procurador, contra a disposcu
do art. (S S i e art. 51) do respectivo compromsso,
que determina que taes coutas sejam lomadas
ineusalmenle.
Colleetoriu pro\incial ta eidade do
Olinda.
Pela colleetoria de rendas prorinciaei de Olinda
se faz publico, que os 30 das uleis, marcados para
a cobranca da decima urbana do dislrielo da mes-
illa colleetoria, relativo ao segundo semestre do
aimu de IbS; a 1859, principian SO a colar do dia
1." de junho proviino fiiluro ; lindo os quilos in-
OOrreO na mulla de 3 U t) lodos us que deixareiu
de pasar no teferido prazo, na forma determinada
nn S 1." do art. 21, cap. 6 do regulamcnt de 1C
ib- abril de 1842. Colleetoria provincial de Olinda
10 de uiau du 1859.o escrvao.
Juo Coiirahes Uadriguci Franca.
O abaixo assignado lendo no Diario de Per-
ujuibuco do dia 14 do corrente mez de Inaio um
i antiiinuio de venda do um cngenbo, c rcim levada
i feila para moer com agua,sendo une, de presente,
i Irabana con animaos, e distante desta eidade d.>
I llecife dnas leguas. Nem s pelo anouymo no lodo
i do referido aununcin do engenho, como do sen
I proprielario e mais circ.umstanras, persuade-so o
, abaixo assignado que o incgnito engenbo oulro
i noo sejo sean o denoninado Combe ou Thelegra-
liho. So com eOeilu tureaU! o engenho atiiiiiuciado,
previne-sc a quem quer que o querr romprar.quc
nem sij a respeilo de suas Ierras cxisle pendencia
ilo (tizo {cartoriii do escrivo lamba i como que as
obras do prediclo engenho oslan enllocadas em Ier-
ras do engenho Sacomo, propriedade do abaixo as-
signado, comn bem mostrar com os ttulos que ui
seu poder lem. A ebromea do levanlamento du
engenho em queslao fela pelo tinado Jos Joa-
qun) Bczorra Cavalcanll, um laclo tan publico,
que ningueiii nesla freguezia de Jndoaln ignora.
poisqiic aquello Bezerra Cavalcanti pelenpoio qne
leve do fallecido deseuibargador Jos Telles de Be-
nezes que naquclla nrcasiao oceupava o cargo de
cliefe de polica'interino, levantou dito enguado,
.-enode viva furia armada, uao deixou.de coriscri-
lir que dito Bezerra Cavalcanti de publico condu-
zisse arniamenln para all, como all reunir grande
numero de doiiicns, culre olles faciubrosos e deser-
tores. F.s pois o motivo de achar-se levantando o
prediclo engenho cm Ierras do eugiilio Sacino, du
abaixo assignado, u que faz o presente annunrio
para csclarccimenlo de quem queira fazer qualquer
negocio, alim de evitar amidas para o futuro. En-
genbo SaComo 18 de maio de 1859.
Francisco de Paula Buarqut,
Precisa-se de um bom nuiassador que eulen-
da de corlar massas, para uma padaria em uu\a ei-
dade dislanle 1S leguas, paga-se bem : a tratar na
rua Augusta, casa de sotan junto da de n. 17.
Precisa-so alugar mu prelo forro ou captivo
para o excrciclo de um hnlel, d-se mais preferen-
cia ao escravo ; na rua do Trapiche Nuvu n. 12.
Ouein annuncion querer ser administrador de
engenho, e tem I escravos, dirija-se a rua Dircila
n. 15, que achara com quem tratar.
Precisa-so de 1:201)9 a premio, dando-so por
aranlia bens do raiz: quem livor annuncie para
ser procurado.
Para o termo de Tguarassi'i.
No lempo da insorreicio dos negros malungni-
nhos, em Caluci, foi preso porsen legiliiiio seulior
uma escrava c sen marido que iaiii ser surradns ;
podendo porm aquella evadr-se, prorurou o cen-
iro, ecomo forra lem vivido at hoje; suppSe-so
ler perleucido a unigSenhor de engenho das partes
de Catuc : a pessoa que se ulgar com direilo a
dla escrava, o quzCrdeHa ter noticia, dirija-sc ao
abaixo assignado, na rua da Cruz do Rdcifu n. 45,
por cima du escriptorio da viuva Amorim.
.liiiOTiin dos Sanios Caria.
Vende-se banha de porcu derretida a 80 rs. a
libra, touciuun grosso a 180 a libra, luguicas muilo
superiores a 61(1 a libra: na rua do llangej tt.JBp
Vendem-sc 4 escravos, sendo 2 machos o 2
torneas : qnem os pretender, dirija-se ps Cinco Pon-
as, casa de rancho da Teotonio Percira do Alpu-
querque, defronte da estacao da estrada de ferro.
.No bazar da ru Dirita n. 101), vtiije-saiiiiii
jogo de malas de iheio uso, o diversas eaixaa do
msica, assim como calcado de todas as qualidades,
pora liome.m esonbora. f
Veudem-se camas do torro para jsolteiros com
lonna e sem ella, a ditas con Ipnnn (Wa meninos:
na rui da Cadea do llecife, loja de ferrageos n. .
A 3J20II pannos para cima do mesa, de tape-
to : na rua Dircila ll. 64.
Botica central lioin.'o]Killioa
:<
tU Os procos
,,' acham estipulados
}4 homeopalhico.
THEATRO
DK
Santa Isabel.
3:052J59
eiijion
3.696J859
DESPACHOS DR EXPORTACAO PELA ESA DO
CONSOLADO DESTA ClDADE NO DU 17
DR WAIt) DF. 1859.
CanalBrigun siiecd drele, Henr? Forilcr t\
a., 600 Mce-m sMttcar ms'ravd".
EHPUEZ.V GI 'IIIIAM),
43.a UF.CITA UA ASSIGNATUR.4.
UINTA-FEIRA 19 DK MAIO DE 1859.
Subir scena o novo o iuleressaiito drama cm
4 actos e 1 prologo, original francez :
JOCELIN
0 \RIM1EIU0 DA MARTINICA.
PERSNAGENS DO PROLOCO.
locelin. Cerinaiio.
t) conde I.un j'Kagrlgnv, Lisboa,
floraban, pMilor ; fMtrern Yt9fUf
no da cima designado s 10 horas cm ponto dos
olijeclos abaixo mencionadospertencenles au mes-
mo : pxcellenles mobilias, npumo piano, cadeiras,
banquinbas, sofs, toiletes, eommodas, guarda
vestidos, guarda roupa. cama fraiiccza, marquezas,
guarda louca, mesa elaslica, aparadores, ulencis
de casa, tren de cosinha, npparelhos de varias
qualidades para olmoca e Janlar, vidros para sen i -
ce de mesa, candeeiros de diversor feitios. Linter-
nas, candelabros, enfeilcs de porcelana e crvslal
para sala, tapetes b ootros mullos objerios de dl-
ferentes qualidades quo f.lra desuecessftrio on-
nunciar.
LEILO
A i 9 do corrate.
I Ii-m icjue Brunn & C. I'aiao leilo por
intervenco do agente Olifeira, de gran-
de sortiinento de fazendas de algodao,
Ida, linho e de seda as m>$ prprias do
mercado : quinta-feira 1 9 do corrente,
as 10 horas da manliSa no seu armaRcrri
rua dn Ctu* do Beoifo.
pn. SAUINOO. I-. PIMO.
Continas vnder-se grande aortimenlo
^ do nq'dicameuios bnuieopalhicos tanto cm i'J\
rt glbulos como em Unturas. ['%'
das carteiras sao os que se KX
no liual do lliesouru .''.
-.^
Cada lobo avnlso......IgOOO ,,'
. Cada vidro. de luilura. 2U0 ;i
.--. Iliesouro dnieopalhico ou rade-
od ""-'cum do lioni.opallia, obra in- ';.'
; 1 dispeuFavcl a lodo pai de familias, "
."-'. vinjaules ele......j 1lO00 >-',
,.":.fc.;"..-.'J:V.'>;.r'. .:\:.t\\.;-.,;<..'\:~.-&:l
agencia dos fabrii'anttvs ainericunos
t.iome:' A. Ituker.
Macliinas de coser : em casa de Samuel P. Jo-
dnslon & C, rua da Senzala Nova n. 52.
Na rua do ltangel, casa n. 77, segundo andar,
tirecsa-se alugar uma preta que seiba eugomnar
lem, assim uono que coziiide o diario de urna casa
e faca as c.nnpras da inesina, dandu-so o aluguel
ailianlado de 3 a 4 mezes.
Pracisa se alugar nina ama que faca lodo o
servico do portas a denlro: quem pretender diri-
ja-se aprai.ada Independencia us. 36 e 38.
Na fu da Paz
( outr'ora do Cano J casa do marrinera, lava-se e
engomma-se roupa de dmeme dosendora por pro-
co comuiodo, e fornece-se guarda roupas o guarda-
vesliilos de amarello de raiz. Na mcsina casa fa/-
se luda a qualidade do comidas para fura, pelos si
Endites procos : jantarparn urna s pessoa a
mez : sendo par mais de 3 pessoas, a razan di
almoeo e janlar 30J! rs., islo com toda a lirftpeza.
= O bacharel Manoel Innocencio Pires de Fi-
gueredo Cainargo, advngn no crime e civel, o pode
ser procurado das 9 horas da manbaa s 3 da lor-
ie, na rua do Cpl|egi0 u. 21, escriplorio do Sr. Dr.
lienza leis, nao s para Iralar de qualquer causa
nos auditorios desta eidade. como nos de fra della.
SEGURO CONTRA FOGO
NORTHERN ASSUKANCE COMPANY
LNDON.
CAPITAL t 1,500,000.
' ore1
Costo mam lomar bolinholos e pao-dc-lu s lardes
di- vendagein, ou mesmo pam alugar alguma, diri-
ja-sc rua da l'enh.i n, 25, que achara cum quem
faean ajuste. *
Xa rua Dircila u. 21 se dir quem compra
um sobrado de uin andar ou uma casa lerrea en
bom estado e em lina rua.
Prrcisa-oe de um eaixeiro na rua DireHa n.
2!. padaria.
~- O al.ai-.o assignado faz publico quo leudo
forrad., gratuitamente o sen -escrio Antonio, o
ionio eate por iugrado se ausinlaase de sua ca-
sa no dia 31 do marco do preseuiu puno, por este
motivo dudara nu i'.sponsibilisar-Se pnr qualquer
divida i;ue o nesm.0 boa em seu iiunie. llecife
16 do maio de 1859.Suoel Germanoo Amoral.
Francisco Jos Lopes uo pndemlo pela ra-
pidez de sua viagem despedir-so de alguna de
seus amigos, o faz pelo prsenle olieron ndo-lhes
sin limitado presumo em Pars onde pretende de-
nranuMt por algnm lempo.
= Desapparecen no da 12 do corrente mez urna
preta, eriona, de idade 22 anuos, por nome Mi-
quilluo, estatura regular, feicues grosseiras, com
man as de bexigas, clieia do corpo, desembaraeada
no fallar, levnu roupo de chita rxa ja usado o
dous vestidos mais, sendo um de lia e nutro de
oassa de cor do ramagens : roga-se pnrtanto as au-
loridades, capies de campo de a aprehender e
levar rua do C.abug n. 6 OU rua Helia sobrado
novo, prximo a mar primeiro andar, que ser
recompensado.
A viuva do fallecido Joaqom Pereira da Cos-
a, I). Marta Magdalena da Cosa, faz publico, que o
pouco que pnssiio perlence a seus filhos que san
molino, lier.leiius do sen Tinado muido, e leud-
se casado segunda voz com Manuel Candido Crrela,
IW Biez de uuliibrn do aonu pronio passado de
18uH) c leudo elle.passado uiu papel de controlo de
nada querer, e coin s mesmas condices o como
elle a fin de 5 mezes depois do casamenlu se lives-
se ri.'liradu cum tildo que trouxe, o eslejamus sepa-
rados, e cono eo seja zeladora dos bens dos meus
lilhosl faco publico, para conhocimento de luda e
qualquer pessoa qucnzer negocio i .nu s vistas nos
bens dilles, que nao lera volimeiito algn, e para
que mi., pnssa-s.; chamar ignorancia fe/, esta. Ci-
dade do Rio Foruioso 26 de narro de 135!).ifaria
Magdalena du ('osla.
A pessoa que annuncion querer vender un
sobrado de un andar e solo, apaKdro na rua do
iiiomado n. 5.
Agente C I. iVstiey c C.
OlTerece condicoes muito favoraveis e premios
moderados.
i= O Sr. Anlonio Anuos Jacome Pires queira de-
clarar quaudo esl em casa ou em oulra qualquor
parle para negocio de sen interesse.
Prerisa-sc de urna pessoa para estar em um
sitio : fallar no aterro da Boa-Vista n. 37.
Ama de lei te.
Pr-"clsae de uma m de hite: na roa da (ion-*
irdiii n. d;i cwi ooitfroni*ao inniundii w'.
IColegib de PWssa Se-pg
nhora do Bom Con-J
selho, rua do llos-1
picion.19.
Neste esl ili'lecimenlo preciSJMe con-
tratar um ^acardole para i apel.o.
Precisa-se de urna ana para o ser-
vico interno de uma casa de 'ainilia : na
rua do Pilar em Tora de Portas talierna
?ii 9k defrente do Bewo Largo,
IJVROS.
Selectas c diccionarios nancer.es da ultima edi-
rao e bem cncaderuados : vmuloni-se por prefn
mais rommoilo do que em oillra qualquer paito,
nn aterro da Boa-Vista, loja de miudezas n. 54.
Tapetes para sala
a 5$U( catn mu.
Na rua do Uiieimadn n. 10. vendoin-se teles
para sala, pelo barato preco do y$, corlea do mea-
do francez a 29801), gollinhas bordadas a 19.
=: Vende-so urna escrava de bonita llgura e com
habilidades: na rua do Collegio u. 25, terociro
andar.


Canoa.
Vcnde-se urna bonita canoa para familia, bem
construida e uovamente acabada : para vfr, na rua
da Concordia, eslaleiro do Sr. Carvalho, para tra-
tar, na rua das Crazes u. J8) tdrtejro andar.
Rua Novan. 1.
I'\iste nesta casa um grando e novo sortimenlo
de calcado francez dos melhores fabricantes de
Paris que se troca por dintero, |pelo menor preco
quo possivel encontrar.
Mlis.
10 se merecer : contraa se ua rua da Guia u. 6i,
segundu andar.
Escriptorio de advogaeia.
O abaixo assignado lendo IHado denilivamciite
sua residencia nesla eidade, lem escnpU)rio de ad-
vogada na rua do Collegio n. 17 primeiro andar,
onde pode ser procurado das Olieras da manlia as
:( da tarde en iodos us das uleis.
Trabadla en eouunum cum seu genro o bacharel
Joan l'.aplista lio A ni ii ral o Mello.
Habilitado para o crime, civel, urpbos, c coin-
mercial, olfereceseu prestimo a todos que delle se
quizerem utilisar.
ie!o)o-se oci.'iipado fta Entona especialmonle do
esludodndiraiui comneraial, lemlodaa legislaco
dos paizi.'S eslraugeiros c os melhores expositores.
Advogam gralis em favor dos pobres.
O escriptorio est organisado de modo que pode
o abaixo assignado tomar qoaesquer causas para
os termos da Ksrada, Serinhem, Rio Formoso,
Barreros e Agua Preta, o para a provincia da l'a-
radiba tomando a seu cuidado a cobranca de qual-
quer divida, qualquer que soja a importancia do
devedor.
Km casos exlraordidarios ou urgentes, fora das
horas do escriptorio, poden ambos os referidos
advogadns ser procurados na rasa da sua residen-
ca na rua da matriz da lloa-Vista n. :t:t.
Recite 14 de maio do 1859.
Dr .tnloiiio Bnrgrsda Fanseea.
Deseja-se arrumar um moco brasileim em al-
guma casa de negocio, o qual ten 15 anuos do ida-
do e j tem alguma pralica, a informar na rua es-
trella do Rosario n.l.
= Precisa-se de uma ama para o servico de una
casa de punca familia : na praca dn Corpo Sanio
n. 17.
ao.
Na rua do Oueimado n. 2, lerceiro andar, apron-
ptam-se bandejas com bolos para casamenlos, bap-
tisados, bailes, etc., ele. : na mosma casa precisa-
se .le piolas para vender na rua.
Precisa-se alugar
um prelo para o servico de casa : na rua das Cru-
zes n. 41, deposito.
Km dias da semana passada pcrdnu-se do
largo do Livramenlo at a rua da Cadea do Recifc
indo pelo paleo do Collegio, cinco chaves pequeas
do csrleira : quem as achou e quizer entregar, diri-
ja-se a loja de ferragens da niesiua rua n. 53, que
ser recompensado.
Joan Praeger & C. avisan ao corpo de com-
mercio qoe Cassiniro F.nzobio de S Pegado deixuu
de ser sen caiieiro desdo o dia 1 i do corrente.
AtleiiQao.
Provine-so pelo presente, que ninguem faca
nesecio algum com um vale nu tica da quantia de
2IHIv, passailu pelo abaixo assienado em oiiloliro de
1858 a favor do Sr. Joo Manoel Pinto Chaves, co-
jo vale ou tico se acha sem nenduma validado em mar a casa coniigua, ampias e excetfentes arcom-
consequeneia de nao ler sido realisado o negocio modacoes para muilo miior numero de hospedes
que u originen, como bem sabe o Sr. Chaves: e i do. novo se rccommeuda ao favor r lcinhranra dos
para que ninguem possa allegar ignorancia, se faz seus amigos e dos senhores viajantes que visiten
Botinas de seda gaspiados de verniz obra mais
perfeila que al boje lem viudo ao mercado: ua
rua Nova u. 1.
Para s^tihes.
Botinas de s.lim prelo sean gaspias abra muilo
delica.da a 7 n par : u,i ma Nova esquiua da rua
das Triiix/iras.
Para meninas.
Bolinas de setin branco e pretosem gaspias oh
milito perfeita pelo baixo preco de 5J o par i
rua Novan, 1.
ira
ua
Bolinas de N'anlcs aSjopar: na rua Nova n.l
esquina d rua das Trncheirs.
Sapalos de borradla.
Para bornesesenhoras : na rua nova n. 1.
^: A endose a laheraa debato di nolirii'dii
da Soledade, a dinhoiroou a prazo :
laiierua grande da Soledade.
na ou
li.ilar na
2, Uolilea Squans Lonili-cs.
Resent Street.
J. C. OI.IVEJA Tenflo me'nvfqnH,), com to-
b presme, rielo qual protesta o oniiuncianle nao
pagar dito vale Recite 17,de maio de 1859.
.l/onio Carnes Villar.
Prcciso-sn alugar tuna cncrava para hida o
HrnfO dct'.lrt) <[: cosa : ri'c !*va 'M.
esla capital: contina aprestar-Ibes seus serviros
e bons olfleins, guiando-os em ludas as cousasque
nrncunm conhecunento pratico d># poz, ele. Aiem
do portuguez o do iiigl,*z fnll^- na cana u lie.pa*
i "bol IrUnHi
h

\ M m\ %
'--. .



FAB. NACIONAL
Diario de Pernambaco Quarta fera 18 de Maio de 1859.
DA RA DA
14.
FLORENTINA.
\j MM1 m. JEJ\J9 de (odas as qualidades, m m
Orando sortimcnto de _______________________ _
Tinturarla, MACHINAS DE COSER, garantidas'
m
DE
Commissiiodeeseravos.
.Pechincha econmica na
ra to Crespo n. l( B,vnde-se i'
\ na;- nina aerara perita engommadeira,
mzinheira. e nutras habilidades, h un molequode
la ra ilo Padre Floriai...... 27.
Bonels de panno lino e gor-
ila ra larga do Rosario n. 22,
segundo andar.
Nesta casa recebom-se escravos para seren ren-
didos por commisso por cunta de seus senhores,
nao se poupando esteraos para que os mesmos sc-
jam vendidos com promptidiio, aflm de me seus
senhores nao snfTram empale com a venda delles ;
aulaiu-a-sc o bom tratamenlo assim como a segu-
ran para es mesmos. Nesta casa lia sempre pa-
ra vender escravos de ambos os sexos.
Precisa-se de urna ama para coznliar e engom-
mar: na na Nova n. 10, loja.
Em mas do mez de marro desle anuo fugiram
do engenho Serigi na comarca de Goi.iiiii.-i, os es-
cravos seguimos : Custodio, crioulode 25 a 30 ali-
os pouco i,mis ou menos, barbado, bem prelo
altura regular, cheio do corpo, olhos grandes, bem
tallante, gosta de beber agurdenle pmvm nc se
embriaga ; Nieaeio, crioulo, da mesma (dade
pouco mais ou menos, altura regular, bem prelo,
cara redonda, nariz ..halo, olhos branrns e grandes ;
Joan, crioulo de 22 anuos ponen uiais ou menos,
altura regular, abete do corpo, principiando a bar-
bar, fci.oes regulares, todos perlencentcs ao Sr.
Miguel Juaiiuiui Cesar proprietario do referido en-
genho : recoiiimenda-sr a captura des mesmos e a
entregadnllesou no dilo engenho ao seu senhor,
ou nesta anca a Mannel Ignacio de (Hiveira : F-
Ibo na praea do Commcreio, alliaui;aiido-se urna
generosa recompensa.
= A queui conrier um sitio para lavrador de
lio1"1 ai?"1.3uUilencia ae safrejar annualmenle de
o a 800 pies de assurar, eiu terreno de vanea e
ladeira, coberto de grossas caporiras, e nao longe
doengenhn ; enlenda-se com o proprielario do en-
genho Velho de Santo Amaro de Jahoalao, pois
que o sitio cima i ofendo do niesmo engenho ; e
bem assim nao convindo a quem quer que seja lo-
mar o predito silio como lavrador, dar-se-lhe-ha pa-
ra levantar um ptimo c maneiro engenho, que
tenido moer com agua, tendo para este Um quosi
prompto o acude, ueste ultimo caso mater exten-
sa.) de terreno lbe ser dado com sullicieocia para
so safrejar 2000 pies auuuaes.
Declararn.
O hachare! Francisco tniz Correa d'An- *J
dradeda Silva, trausferio o seu escriptorio *|
da ra do Collegio para a do Queimado. 2
-Uii, uo 1" andar do sobrado n. 11, |>ude i
nsf procurado a qualquer hora para os *!
trabalhos de advocarla, lauto nesta cidade '
como fora della. Assevora tomar o niaior
#j interesa* pelas causas que lbe forein con- ?
liadas. Por tanto o seu melhor desem- ?
peuho.
- Vendern-se si,.iras da
las, e barrica com farinha de
modo : no escriptorio de Mal
do Trapiche n. 3.
India para forrar sa-
inillio, a prem coui-
iiiiis Austin A >'.., ra
por hando proco algodao com
16 varas com pequeo toque de
a\ aria a 1$, 1$G00 <> *S.
Jos Nuiles de Paula leni
para vender no seu arma/.eni
ili i-ni ,!,, ..,..:... .. iu i "" """ 'l|,alr" cunos, loja u agina Urania n. IB. I T I t .
uaiUdUO Amorimn. 48, SUpe-1, Veiide-se urna porcio de saceos vasios que 1 |\*1 IA1*1 IQC GA16 IWU'I'K
rior farelo do I sho mu u^^^fc^w^B^pM^iw"""- Liniuia uao ocio iHfiitn
ian,iuutusuoauil BnCCOS nos de aasucar, e por greco mullo eommodo: os:
grandes e por proco eommodo. i !"''l'."di,|"es Pnuem dirigir-so ma inreiia n. w.
gu rao.
Mu bolillos bonels de panno fino prelo enhilados
com ras lilas de chanialole, Iranias de relio/, e
galozinho dourado, ditos de gorgorito furia-cores
e de lindos gustos a 4e 55, preros haratilsimos
vista da superioridadi' da obra : na na do Queinia- conll
do, nos qualro cados, luja d'aguia branca n. 16.
He cousa nuiiloboa.
Vi-iule-se a verdadeira pomada para tiuglr ca-
bellos, pelo barato pirro ib- l a oaxinha, rom ea-
rovinha propria ; lambem se vende massa para
aliar navallias a 320 : na ra do Queimado, na bem
ida lo,a de niiudezas da lloa Fama 11. 33.
sorlimoulo d<
Ip
roupas lalas
azt'inlas no armazem >
DB
loja
GOES&KASTOS.
Ra (h Qucijmulo n. 46.
3f* -,
XA10PE M SAIIIK DE ARRAILT
preleiidenles podem
' loja de ferragens, que acharan com quem tratar,
i BBaHaa^HgS Espartilhos traucezes de nova
Toalha, adamascadas. invenCO.
Vendem-se esparlilhos franeczes de molas e car-
releis, o melhor que se pode encontrar nesle gene-
ro, na bemfeilrnia e na comniodidade, a quem usar
delles, orlo baralissimo preco de 69, 7 e 8. Sales
esparlilhos sao chegados no" ultimo navio dances,
e s se encontrada na ra do Queimado, na brui co-
ndecida loja de uiiudezas da Boa Fama n. 33.
Fio de vela.
Biscoitos. .
Estopas.
Vendem-se em casa de ArLwigiit
& C. na rita da Cruz n. 61, jior
preco eommodo.
LOJA DA BOA FAMA.
> endem-sc por preco que faz admirar i iquissimas
filas lanadas J.- lodas as COKS r larguras, lilas lisas
Con |ionla e seiu rila, biros branrns de seda de iu(li-
lo luidos padioes e de lodas as larguras, Iranioias
aberlas dellnho para habados a 120 B 160 reis a vara,
jarros para flores a2 o par,atacadores ou rnfiadores
de seda de lodasas cores para vrslidns.dilosproprio.s
para esparlilhos, lesouras de lodas as qualldades
as mals fluasque he possivelencnnlrar-se.agulhriins
de marfim e oulras muitas qualldades, lilas de vel-
ludo de todas as qualidades, bolcinhasde raiuuna
mullo lindas para meninas de escola, frasquiulio
com cardinal a melhor cousa que tem appareeido
para tirar nndoas em qualquer qualidade de blen-
da, pelo muilo baralo preco de 2g, Irancinhas de sr-
Almeida Gomes, Alves & C.a
VENDEM NO SEU ARMAZEM
%1 RA DA CHUZ gf
CHAPEOS de tellro sorlidos, da fabrica acreditida
de Carvalho Piulo, do Rio de Janeiro.
SA.RA0 das fabricas do Mi de Janeiro.
VINIIil de champagne de superior qualidade.
SALVAS bandeiias e oulras obras de prala.
Parinha de trigo
SSSF.
Fernandos & Filhos lem superior familia de Iri-
go da marca SSSF rhegada antes de honlem que
Venden s preco minio em coma ; no seu armazem
ra da Cadna n. 63. becco da Madre de Dos u. 12.
EM
Frente do Lirramento.
Cassas tranceus, Cszenda nova, a 160 rs. o cova-
do, e a pera a 5a com 33 ovados, corles de cam-
braia com salpico a 3$, ditos piuladas a Js\ leneoa
de relroz a 500 rs., luas de seda prens lizas e bor-
dadas para senhora a 19, chales de merino com
barra eslampada a 4j, inusselina branca a 210 o I
corado, dita encarnada a 320, velludillin de cores '
para roupas de enancas a 800 e Ij!, fil de luiho
prelo, (alenda lina, 18280 a vara ; diio-se amos-
Iras, e a loja esl abrrla das 6 horas da luanhaa as
0 da iimii .
Ricas sobrecasacas de panno fino preloe de
cores com gila de velludo e forradas de seda feilas
com lodo goslo e arrio a 22, 2.J, 28 e 30?, bem as
siin palelols do cascinira de ipiadhiihos 10), di- j
para curar elliraznirnle, srm o uso do mercurio, as molestias ittvnii*, svfhii.itic.is o
iiuiimiisiii., asnnsicn vs fii.....tu, 1111 cr.is 1.1. iti.i.k eKKHMzis.as 1 l. i:ius iwktkii-
h\s e iiKciM.i.Mis de mu viciominino e 1 inmuno, as iuu.n.iutks e riikniuxns de-
pendentes de siniu.is. as aoB.is, osuartbos, as inpiuKXs, a ortLAijvo, e oulras muilas en-
Icruudades desle genero.
As molestias do rreno, iodos os desarranjos e irregularidades da nKvsrarirvo, i rs-
inais siilfrimeiilos della provenientes, como i.ohks PALLlUiS, i.oimiiii \ios m\-
i'iiiiiw/ 111 rni:iio\nuu e ku.iv ni. irrETITE.
Tl.llll '
adroes muilo modernos,
da de lodas as cores muilo lindas proprias para en- rl*liln ciiiuv..;,,,, |inn(n
felarroupinhapara meninos e nienin'as, e oulras I VJdltdtlO SUDCI 101 C OdUllO.
miiiii.-iin-.. i...,..... <** -/._.. ______j_ 1
Kua Dtreita n. 45.
ti
mmlissimas cousas que se aflanca vender-se tudo ',
por preco baralissimo : na ra do QueiiiiadJia bem
conhecida Iota de miudezasda boa fama.
= tende-se um caixio de casa, repartido para
dous sobrados, na ra dos Coelhos, esquina da jua
do Jasmini c junio ao sobrado do Sr. Anaclelo : a
tralar no aterro da Iloa-Visla n. 18, loja.
Gaarnieoes de ramhraia com gollas
e manguitos proprias para luto alivia-
do, se vendem na loja da ra do yuei-
mado 11.10, de l.eile & Concia.
Ss'OOO
4800
HsSOII
IM.OII
== Precisa-se de um relluador; na roa Imperial
n. 10.
= A pessoa que annunciou querer vender um
sobrado por 5:000g, appareca na piara da Indepen-
dencia n. 18 e 20, loja de relojoeiro*
= Precisa-se de urna ama do leile para acabar
de criar urna manea, paga-se bem : quem quizer,
dirija-se a ra Imperial n. 167. segundo andar.
= I.ava-se e eugomnia-se com aceio c prompti-
dao : no pateo do Terco 11. 5.
= Tendo Manoel C.'c. oe ir ao Rio de Janeiro,
pede os sous devedores de pagarem suas cuntas
na i'ldade do Rio Forn.oso at o dia 20 deste mez,
e at o dia 30, em Pernanihuco, em casa de Vicen-
te Jos de frito, na da Cadeia 11..6I ; e quem se
julgar credor pode apresenlar suas conlas para ser
pago.
= *at sor publicado um pequeo diccionario
dos termos scientificos das molestias, acompanhado
de mn ndice guiado pelos termos populares, con-
tend, os prvncipaes symptoiuas das molestias, as
dilferencas e altA-aci.es que as dislinguem unas
das nutras, a descripcao dos principaes orgaos que
ntrala na composieao do corpo humano, 011 anato-
ma, una exposicao resumida sobre a liomeopalhia
e upia descripcao abreviada da circulacao, do mag-
netismo animal. Obra oecessaria a lodas asnessoas
que se. dedicara ao estudo e pralica da medicina :
subsrreve-se no paleo do Hospital do Paraizo, so-
brado de um andar 11.13.
Oferrce-se una inulhrr para lavar e runom-
inar com perfeicao : lia ra Augusta 11. 84. luja.
VeHdas.
Vende-se um carro novo de qualro rodas: na
: Sanio Amaro n. fi Mundo Novo).
Vende-se um excellenlu cabriole)
de duas rodas de patente inglez, fri-
to cm Londres, um dos melhores
que tem aqui vindh, leudo sido o seu cusi primiti-
vo cm Londres 111 libras esterlinas, quem o pre-
tender dirija-se a iua da Aurora 11. 26.
Fazendas baratas.
No :>rma/.pm da ra do
Queiinado n. \*,>.
Cambraias de cores imilando chai y a 200 rs. o eo-
a-A 1'"r'es de 8azi" de seda com Ucovadosa
4gi00, cortes de cassa aqullle a 1S600, ditos ae
chifa larga % 8$.
VelWinho de cores,
os mais lindos que lem vindo, e s se vende na ra
do (Jueimado 11. 19.
Sabidas de baile e mante-
letes,
de liodissimos desenhos : na ra do Queimado
n. 19.
asselmaiUs, com lindas llores grandes e miudas, e
o mais fino qua lem havido : na ra do "ueimado
n. 19.
Ricos organdys e chally
a 1$ a rara, e i$ o novado.
Vendem-se u,i ra do Queimado n. 19.
Chapeos de sol.
Chapeos ne sol de seda inglezu muito superiores
a 108, tapete pata sala, de lindos desenhos, a 2S o
covado ; na rflf do Queimado n. 19.
Vende-se um papagaio muito tallador, urna
maracan muiu falladeira, e varios passaros muito
cantadores, con o seja, um eerix, um metro de Lis-
boa, canarios, ima carauna, e outros passaros, lo-
dos muito bons : no paleo de S. Pedro, sobrado de
um andar n. 1 .
;= Vende-se ameudoa sera casca, de superior
qualidade, chef ada ullimamenle de Lisboa uo bri-
gue Soberano, m barricas de urna tres arrobas,
do: na travessa da Madre de lieos
Milho a 10,000 o
sacco.
Na ra do Vigario n. 6, ven-
dem-se os afamados saceos com
25 ctiiasde superior milho.
Vende-so um cabriolel muilo forte, de boa
conslriici-ao,- com coberta, quasi novo. no C\ui-
econmica.
N. 2Rl.A DO CaESPOX. 2
Dclroite do irrco d Simio Anlonio.
Manual de contas.
l*-ira compra e venda de nssurar, algodo. rouros,
e outros objeclos de peso, obra mullo recnmmeii-
davel a todas as pessoas que negociara com dilos
gneros, e aos senhores deengenhns, pois rom um
lance de visla podem saber o importe de quaesquer
poreo de arrobas e libras, e que pelo niel hodo
usual levara mais lempo a taz.er; 1 volunie iH'm
enradernado por 5S vende-se na livraria cima
indicada.
Passeio Publico.
.oja t. 11
=: Encontraran as pessoas econmicas as seguin-
les telendas : corles de casemiras de cores a .rj!,
caseimra prela a 2 o covado, panno lino prelo a
bg, dito a -te, cambraia franre/.a de cores muilo li-
nas a 040 a vara, chita trncela de ricos padrbes a
321! o i-ovado, vestidos de t-anibraia com llores, di-
los de cambraia de seda, chales de merino borda-
dos a velludo, c deoulros minios padrees, chapeos
de sol de seda e de cores para homeiis e senheras,
chitas de dilfereutes padrees, rhall.v de goslo mo-
derno, grosdenaple preto superior, brim brauco de
puro liuho e de cores, lencos de abobara muilo li-
nos e grandes para lbaro, madapoloes, a umitas
oulras fazendas que se vendero a preco que agra-
daran aos compradores ; dao-se amostras com pu-
lidor.
Borzefjuins da trra de 35 a 57,
obra boa a
Boiv.euius tle senbora (Joly).
Ditos de liotnem.-
Sapatos de Irancinlia.
PUNDICiO LOW-MOW,
Rita da Senfala Nova n. 42.
Neste eslabelccimentoconllmia a haver nm cm-
plelo soiliniriiio demoendas e mciasmoendas para
engenho, uiarhinas de vapor e tallas de ferro bali-
do e ruado, de todos os taiuaiihos para dilu.
por preco com
n.18. '
Vende-se em casa de Saunders Brothers & C,
praea do Corpo Santo, relogios do afamado fabri-
cante Roskell, por precos commodos, e lambem
Iranrellins e adelas para os mesmos, de eu-rlleulc
'.oslo.
I'iiru n -siai-ao presente.
\ endem-se os melhores borzeenins, sapates e
sapatos de bezerro, iiltimamenle cliegados de Fran-
ca : na ma Nora n. 7, loja do Jatabv A C.
Ricos ettfeites com vidrilhos
para cabeca.
Vendem-se os mais ricos enfeites prelos e de
cores rom vidrilhos, pelo baralissimo preco de 4$ o
69 cada um : na bem conhecida loja de miudezas
da Roa Fama, na ra do Queimado n. 33.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem ronhecido e acreditado deposito da ra
da Cadeia do Recite n. \%, ha para vender potassa
da Russia B da do Rio de Janeiro, nova e de supe-
rior qualidade, assim como tambem cal virgeui em
Podra : tudonor procos muilo razoavris.
= Vende-se trelo de Lisboa em saceos grandes,
milho, arroz de casca, saceos com feijio niiilaliuho,
branco e prelo, farinha de mandioca de boa quali-
dade, gonima de mandioca, doce de goiaba muilo
novo, esleirs de palba d- carnauba, COurnllOSde
cabra, saceos com farinha de trigo para engordar
aiiiuiaes, de 5g por 43, tudo por proco muilo eom-
modo : na ra esfreila do Rosario, armazem n. 29.
Em casa de Kabe Sclmettan & C.
ruada Cadeia n. 57, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
ma nn de Hamburgo.
Pechincha
seni igual.
Lindas Victorias de lao de quadrus, de superior
qualidade, pelo b.irats. lado, fazenda que sempre se venndeu por ls o co-
do l'iehnmla r,>'i.n.> C,,...i:.l 1 vado, diio-se as amostras para qiftlquer familia es-
Ib (le ICITO lUlltJidO e La- | eolher em rasa : na loja lo sobrado amarcllo,
tos de casemua escuros, p
a1189, dilos a 1 s, dilos de alpaca prela e de cori
M, ditos de esguiao e liuho pardo muilo lino a5<,
ditos de rusti de muito goslo a5J, ditos dr gaoga
de cor a 5, dilos de bramante de Hubo bramo a
u.SuOO. calcas dr casemira prela e de cor a i, 7, S.
!l e Kigojxi, eolleles de fusiao muilo bem feilos a
ZgouU n ,1^, dilos de gorgurao de seda a iij!, dilos
de melhor qualidade a li e 73. dilos de srlim maro
i (..*. ricas colchas de fuslao de diversas cotes e
muilo grandes, a IferHjO, i-mulas de bramante a
1*600rada nina, IjWIHI, 1J9. Oe 2?. dilas de panno
de linbu com borracha a tM, colmes de brim
branco muilo fino s :>!. dilos de seda branca a ">J,
raleas de brins de diversas cores e padres a :?'.
:i-j^Nl, ( .",f!, dilas de lucia ra>rmiia, padres
miudinhos a 3, dilas de briui branr trancadu de
luiho a o e 69, contras muilas fazendas e obras qu
sromarislae que o fregus pode avallaron
veiidei baralo.
para cicatrizar rompletamenti
sejam.
I
iiiliillivel de Arranll
em 21 horas os golpes e vi:ninisde qualquer qualidade, que
Pspurijalivos de cilralo de magnesia gazuza
p para preparar as limonadas e em garrafas j preparadas.
Esta limonada a mais l.eni preparada que.se conliecu at boje nao s pelo goslo co-
mo poique lem ;, vanlageni de -, poder conservar 1.....slomagou m,is emtado.
\riidr ,. iiodeposiioun.il, ma da yuiaiida 11, S8. delronle do Carrti Urrcantil,
IM CASA DE
SOIZA KISTOS *fc COMP.
igeneia em Pornambvco ra da Cruz n. 24.

Vende-se
MILHO.
Vendem-se saceos rom mitin
Ireila do Rosario u. 29 .
Milho, farinha, feijo branco
amarello, farelo e cevada.
Na Iravrssa da Madre de lieos ns. 11 a 12, lem
sempre estes gneros eos rende, mais baral
que era quabpicr oulra parle.
Bordados finos.
Ha na ra do Queimado, loja de 4 portas n. !17,
um completo sortimenlo do liras bordadas muilo
proprias para calcinhas de crianras, Iravesseiros
para eiifeilar casaveques, gollinhas com manguitos I
de vanados gostos e diversos preros, gollinhas para '
W0.800, 18, 1J500, M, W& ,. a, manguito*; o
par I96OO al A$, camisiuhas bordadas para bapli-l
sados por diversos preros, eamisinhas para senhora I
com gollinha e manguitos, saias com :l habados'
bordados por 6S. dilas por 4-3, salas de bal.io de
gosto moderno para 79, e oulras muilas mais buen- si'""os, e cortes com baados, por preco eommodo,
das, que nesle .-slaliehclmenio se vendem por pre- eBeW'<,s recenlemeiile de Pana : no atorro da Boa-
qualque loja. x ls,;b .'"Jas ,IS- M e 5.
Vendem-se dous ornamentos de leladeoum,
,iim branco e Oulra encarnado, muilo lindos, para
misas de um s padre : qoem quizer, procure na
linaria acadmica de Miranda A Vasrom-ellos, na
ra do Collegio.
ST^BBSBC.
nina excelleule cabra bicho' que' V. i i i_,i
da bns.a.ile leile. propria para criar meninos: LeisCOS UO lai)VPljHhO.
quem pretender, dirija-se ao sillo de Caixo-bod i- i ,"':, i i J, i ,. ,
em Olinda, alraz da palacio. (; sortimenlo de neos de labynntho. che-
gailos a esla loja prlo ullimvi vapor viudo do uor-
a 9$: na ra es- i''' "" r"U ""*'" "" *' '"^ do viann-
TACHAS
para
Na fundictio de ferro de D.
W. Bowman, na ma do Brum,
passando o chaariz, continua a
haver um completo sorliinento
A S80 a vara.
Cassas finas franrezas eslampadas com novns lle-
co mais coinmodo uue era oulra
Machinas
dr
nos
Jos
qualro cautos da na du Queimado n. 29.
Morena Lopes.
Agua de colonia.
Agua de colonia a 500 rs. o frasco, boa, e em
frascos eompridos : no pateodoCarmo n. 9.
o.'iAtiM'i'o da Iloa-Visla33
Casa de Poirier.
Vende-so um cabriolel de 4 rodas, seni robera,
com um assenlo alraz para criado, em bom estado.
na ra do Queima
oja da Aguia llranra n. 10.
Azeitonas.
Na Iravessa da Madre de Dcosns. 11 e12, ven-
dein-se azeilunas muilo novas.
Cevada a 2$ a arroba.
Na travessa da Madre de fleos>is. 11 e 12, vende-
se cevada muilo nova a 2g. a arroba.
Milho ilo Ejr,vplo redondo.
Vende-se na Iravessa da Madre de Dos ns. 11 n
12, mais baralo do que em qualquer oulra parle.
Milho do E&iplo redondo.
Na ra da Madre de lieos n. 8, vende-se milho
muilo novo do Kgvplo, mals baraio do que rio
qualquer onlja parle.
Grande pechincha, com avaria.
Na loja do l'regulra, na ra do Queimado n 2,
ha para vender uiadapnlao lino com pequeo loque
de avaria a 4 e 4S50 a peca, algodao branco rom
ib varas a 29, 2*400 e 3J50 a pera.
MACHINISMO
tido, de 3 a 8 palmos de lea,
as quaes se acharn ventla por
preco eommodo e com promp-
tidao, embarciio-se ou carre-
gao-se em carro, sein despezas
ao comprador.
Para criancas. Vende-se
eZthSS!!2u!!V2*f* dfmcri,'' omlndocariolel americano de 4 rodas, sem co-
U.ua m odf.mnKn 7',1". 'i C l"'r1"-'""' seu **** eavallo : na na da Mz
urna moda, mu p oprios para baplisados ou mes- A cocheira aman-la
^STSM^J^SS^! ?5W ""5W= = Hi ptri*T55* m. moteta, que sabe
bem cngnnunar e co/inhar u diario ou niesiuu al-
giim extraordinario, e bem mora, ou mesma se tro-
ca por urna prela com as mesmas habilidades. (I
motivo de ser vendida se dir ao proleuilenle :
quem quizer comprar pode dirigir-se ra Nova de
Sania Rila n. 23, que se dir quem c.
Manguitos.
Vendem-se manguitos de cambraia bordados pa-
ra meninas, pelo baralissimo preco de 1 o par,
dilos muilo finos para senhora a 29500o 4g o par:
na ra do Oueimado n. 22, na loja da Roa Fe.
Aviso.
No armazem de Adamson.Howie, & c, ra do Tra-
piche n. 42, vende-se sellins para homem e senhora,
arreios praleadns para cabriolis, chicles para car-
ro, colleiras para eavallo .-ir.
Vende-se superior linha de algodo, brances e
do cores, em novallo, para costura: em casa de
Seulhall. Mcllor C, ra do Turres n. 38.
Enfeites pretos e de cores
com vidrilhos..
Na loja d'aguia brama senario as senhoras de
bom goslo um lindo e nuvo sorlluienlo de enfeites
pretos ede cores com vidrilhos e de moi bonitos
di-senhos aos baralissimos procos de4, 0 o 69: na
ra do Queimado, loja de iniiide/as d'aguia brauea
II. 1U
de ouro patente inglez de um dos
inelhi es fabricantes de Liverpool
cliegados ltimamente pelo ulti-
mo paquete e alguns de nova in-
vencao cobertos e descobc-rtos a
vontade do possuidor em casa de
Arkwrigbt & C na ra da Cruz
n 01.
No grande ar
42, vendem-se
toque de agua
tpolio avarlado.
0)
Na fundieio de ferro do engenheiro Da-
vid \\. Bowman, na ra
de lti-nin, passando o chafariz.
Ha sempre um grande sorlimento dos seguintes
objeclos de mecanismos proprios para engenhos, a
a saber : moendas e metas moendas da mais mo-
derna coiistruccao ; tachas de ferro fundido e bali-
do, de superior qualidade e de todos os lmannos ;
rodas dentadas para agua ou animaes, de todas as
propon-oes ; envos e bocea de fonialha e registros
de_ lioeiro, aguilhoes, bronzes, parafuzos e cavi-
lhoes, moinliosde mandioca, etc. ele.
NA MESMA FUNDIQAO
sh executao lodas as encommendas com a suDcrio-
azem de fazendas, na ra Nova n. 1 ridade j conhecida com a devida presteza e rni-
cas de madapolo com pequeo
ce, a 3g a peca.
** beurat sir est que ma mo.
No grande arnazem do fazendas na ra Novan,
'cas de cambraias lisas linas com
ditas muilo finas com 10 varas a
e seda de urna largura a 19800 o
42, vendem-se p
8 1/2 varas a 4,
7J200, damawo
covado (estao-se
para casa a 2J.
O armaze
Chapeos de fel
de me a de laa 1
finas
modulado cm creco.
0 Leite & Irmo continuam a
torrar.
Mttssulina toda encarnada, corado 220 rs., cam-
Manguitos para senhoras e me-
. ninas.
Manguitos bordados de cambraia fina Iransparen-
le, para senhoras e meninas, petos baralissimns
prmis de 19 a IsObl) o par, pcinhas de enlieineio
de mui bonitos bordados a I9OOO: na ra do Quei-
mado, nos qualro cantos, luja da aguia branca
n. 1C.
Cartearas grandes com chaces.
Vendem SO por preco muilo baralo caileirns
grandes cun chave, pruprias para guardar diiiheiro
e letras : na ra do Qtieiiuadu, na bem Conhecida
loia dr miudezas da Boa Fama n. 33.
Luvas de todas as
qualidades.
Acaba do chegar loja d'aguia branca um novo e
completo sortimenlo de luvas de ludas as qualida-
des, sendo as verdadeiras de Jouvin brancas, cor de
calina e pelas para liomem r senhora a 2g500 o
par, lisas de seda brancas e amarellas para senhora
a 1S2S0 o par, dilas cora borllas a l9G0t|,' ditas
bordadas com luidas palmas a 2, dilas mui Altase
bonitas entenadas com palmas e bicos a 2*500, di-
las pretal tambera de seda con palmas e bicos en-
feiladas com vidrilhos a 2$500, dilas com palmas e
lisas a 2$ e 1$600, ditas de tonal mui finas com
palmas de vidrilhos a 2J, dilas lambem linas com
palmas de relroz e lisas a lg500 e I92OO, dilas de
seda para meninas a lo200, dilas para houtera a
1S600 ; assim como muitas oulras de diversas qua-
lidades, como de fio de Escocia brancas c de cores,
brancas de caslor, mui boas e fortes, e de algodao,
proprias para montara e guardas naciouaes, aos
baralissiraos precos de 1$ al 320 o par: na ra
do Queimado, nos qualro cantos, loja d'aguia bran-
ca n. 16.
)l-
Dagiierrpoh po e pholograpiria.
fio superior qualidade, podendo r-ir retratos,
paisagens, copias, ele, sobre vidro e papel, e sobre
lamina ; r-las machinas eslao completas, leudo
rliMinras, laminas, e lodo o mais nrressaiio para
se Irabalhaiduraule algn lempo.
, MCHMS
para fazer limonada aaxpsa.
MACHINAS
para fazer caf,
de nova invenrao.
para tirar vistas
por nu-io de um lapis.
Todos entes objeclos se vendem por preco eom-
modo : no Recite, roa da Cruz, arinazein n 7.
= Vende-se a rerdadeira grasa inglez.a n. 97 dos
I afamados fabricantes Da; & Martin: em casa de
James Crablree\ C. na mi da r.ruz 11. 42. a pila
antea que se acabe, pois s se receben 50 barricas.
VcndetD-seemcaia.de C J. Asiles
iV Companbia :
Cubo da Kussia e tibiez patente.
Salitre, alvuiade e verniz lii-.uico.
I'alliinlia pura inarcineiru.
Vinlios linos de Moselle e Champagne.
Pedias de tnarinore para mesas e con-
solos.
Baldes americanos.
(enebra e agurdente de Franra.
Pi-egos de cohre e de zinco.
Aprecien, o bom goslo.
Na loja do Serlanejo
n. 43 A.
nicas sabidas de baile dn melhor goslo que pode
haver, lano em Hienda cuino em preco, laaziuhas
de quadros miudos e graudos a 420 e 460 rs. o co-
vado, chapeos de velludo prelos a 7g, ditos de al-
paca forrados de seda, muito commodos para andar
a fresca a 2$400. gollinhas de diversas qualidades
i lia 1J200.13000, 2J200 e 2SsflO gilas e man-
guitos a 88500, 4a o 5S..O0. manguitos, gollas eea-
iniziiihasa69, 7-3 elOg, rlleles Irilos de velludo
a 105, 119 e 12g, cairas de raseiniras de cores, lej-
as, ricas bengalas de massa lingindo ntenme a 7,-i
US e IOS, grnsdeuaples de Cor a 100 e 2JJ000. sed.!
branca lavrada,jiras camisas para senhora rom [lie-
gas e de muilo goslo a ~$ o 89 cada nina, ricos pan-
nos para mesas, e imiilu tinos a 7S, 8$ efth ricos
MSadequea de fuslao e do melhor Rosto que pode
have|- a 1.j} e 18g, ditos de luussiilina muilo bem
II i enfeiados a US, 1*sc1;l9, > avisa au resm-it uel
oels-r icos para me n 11 ios p_Mk. j manda d,- qu.i,uer ,....a ia/.da amos-
Vendem-se bonels de panno muilo finos e de
velludo o melhor que se pode encontrar, tanto uns
como oulros ricamenle enfcilados para' meninos,
pelo baralissimo preco de 4 e 6$ cada um na ra
do Queimado, na liem conhecida loia de miudezas
da Boa Fama n. 33.
Cognac.
Cognac superior em caixasdu urna duzia, vnde-
se em casa de Ilenr Brunn & C, r ua da Cruz n. 10.
Algodozinho .variado.
Vendem-se pecas de algodaozinho com pequeo
toque de avaria, com 23 1/2 c 21 jardas, pelo cora-
modo preco de 2S600 : na ra do Queimado 11. 22.
loja da Boa K.
HTfT?! yTTYT-TrrTTTryrr!.r.iA*
*> ----------------------------------------. <}
* ----------------a---------
> Kissel, relojoeiro franrez, vende relogios de <
ouro e prala, roncera relogios, joias e musi- <
cas, ja aqui he ennhecido ha inultos aniius, ^
> habita uo paleo do Hospilal 11. 17. 3
^_UlAAA?.AA..? *-ti.JL&.iJt.i.i.lt.i.tf!
Loja das seis portas
ATTEN(liO.
barate tro qnev.na.
casemira a 3$000 rs. cada um, lencos de cambraia
delihho a 3>'20O e muilo finos a 4$500 rs. a duzia,
rod boa qualidade a 4g, camisas 1 ehalesde louquim pretos, dilos de merino prelos,
pilo linas para homem'a 29500 dilusde merino liso de todas as cores a 4$800 rs., e
le duas larguras prela e de cora ; bordadosa 6S800 rs., chitasfraucezas de cores II-
3J00 o covado, cirles de ditas de cor para calca a : ,as a 22. 2-W. 26. 280 e 300 rs. o covado, madapo-
6|200, palelols de brim de seda de quadrinhs a lao 2S800, 3g200, 3S800, 4S000, 4J200. 4g800,
5j, grvalas de sida de apurado goslo a 100. c 5S000 e 5S500rs., e muito fino a68000rs. a peca, de
dilas de gorgurao i 1, lencos de linho proprios pa- 20 varas, palitots de alpaca muito finos a 6S0OO rs.,
ra rap, cor lixa, aj3S600a duzia. | cortes de coleles de casemira a 68000 rs., esparli-
"ll'l I W'ici A hite noen minn "iospara senhora a4, 6e 89rs., e dos modernos a
ViIld[ICUSlIIIlU3 Jiard ti ldn- 99 rs., saias para senhora a 19600 rs., bordadas a 3
braia lisa muito fina a 3S800, 4J8IK, 5$200 e ag600 | nisadas, com 2 trancas a 2g, em oulras caixinhas a
J8J00 e 1S, dminos mui bem feilos e seguros a
19500 e 1$2H0 : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
acabando! chalesde laa escuros i ?- ,a p'a- ^e 10 jardas, brim de luiho para calca
cufies ac i.ia oscuros de bomlos padroes a 880rs. a vara, cortes de meia
Nova invencao aperfeicoada
DE
cas.
rs., e muito superiores a 49 rs., gollinhas muilo
bem bordadas a 39500 rs., manguitas e camizinhas
Vendem-se chaplosiiihos ricamenle enfeilados "',lilo,l;"as para senhora. corl.-s de cambraia do Arados americanos e machinas pa-
1^ D- o_____ i<,.l v..j u nielas tilinto tintw f.arr senliorn a 7SKIMI r a diuia tCItl iv f. run rta santa i n AO
pelo
lill
da Boa Fama n. 33:
Pulseras de Troco.
mrias ninito finas parr senhora a 29800 rs. a duzia,
ricas colchas de damasco de seda a 25 e 329 rs. cada
una, cortes de cassa de lindos desenhos a 29 rs.,
boas chitas escuras e de lindos padres a 200 rs. o
covado, uieias de lodos os tamaitos para menino e
\ endem se pulsaiias de troco enteitadas com fi-: menina, guardanapos a 49 rs. a duzia, pecas de
lase tacos de seda, helo baralissimo preco de 3$ : cambraia lisa de 12jardas a 3 rs., mussulina bran-
na bem conhecida lia da Boa Pama n. 33. icaaSOO rs. o covado, toalhas para mesa a49rs.,re-
Vende-se um hbriolel de 4rodas com caval-des de folha a 6>rs., e ha oulras muitas fazendas
lo ou sem elle: a
HULi
V isporas e dminos. em
Vsperas era bonitas raixinhasde nadeira enver- FpPnlP (lrt I .VPlTilPnli
Grosdenaple preto para todos os precos, mana
prelasdo linho rom bordados de seda, luvas de se-
da pelas para senhora a 19, gollinhas bordadas a
o lj, ditas linas a lgfjOO, manguitos a 39, lencos de
seda broncos e encarnados a 800 rs., camisas' fran-
cesas brancas e de cores finas a 2$, paletots brancos
de bramante lino a 5S, ditos de brim pardo a 3j,
dilos de a I para prelos a 4 e 59, dilos de casemira
de cores a ;>8, dilos de fuslao de coros a 5$ : a loja
esl aborta dan G huras da inanhaa s 9 da noitc.
Com pequeo to-
que de avaria.
Xa loja de fazendas
da ra do Queimado n. fi,
defronte da botica,
vende-se madapnlao liuissiino rom 4 palmos de lar-
go, pelo barato proco de 3S500 a pera, dito da mes-
** i ma qualidade com pequeo defeilo'a -S500 a peca,
cobertos e descoberlos, pequeos e grandes, de ou- dito perfeilamenle limpo a 5$ a peca, algodaozinho
ro patente inglez, para homem e senhora, de um sicupira muilo incorpado a 29500a pea, dito da
Bandees ou al mofadas
de crina para penteado de
senhoras.
Na loja de Leile & Irmo, na ra da Cadeia do
lletifr 11. 48
ton & C. ra da Senzala n. 42.
Cuides, na ra do
e tratar na cocheira do Sr. qu* se vende por baralo preco. e de tudo se dar; ultimo paquete inglez: em casa de Southall
I amostras. I iors _
dos melhores fabricantes de Liverpool, viudos pelo
el-
raesma qualidade rom pequeo toque de avaria a
3g a peca : ebeguem a pechincha, antes que se
acabe.
tras para ver se agrada, assim como lambem d a-
moslras dcixando nenhor.
Aos ecclesiaslicos.
Vende-se a importante obra dos casos de cons-
ciencia, de Benedicto Xiv, e os exercteio* da snaly-
se grammalical, lgica e coestrncCi* de phrase :
na ra do Queimado n. 43, loja de miudezas.
Vende-sv urna prela moca, engomma, farra,"
cose e faz o mais servieo de unia casa ; na ra do
Queimado u: 18, segunda loja vindo do Rosario.
^ Vende-se um engenho duas leguas distante
desta praea, nao lem muilas trras, mas as que
tem silo muito boas e chegam para safrejar 1,500
pies de assucar animalmente ; me rom animaes,
mas pode muer com agua, para cojo lim j.i tem .i
levada feita Irala-se ua ra da Cadeia dn Recite
n. 9, primeiro andar, escriptorio.
Vende-se o engeiiho denominado r.ueira, silo
na freguezia de Sanio Amaro, onde limita com a
da Escada, junio ao engenho Matapu-urna, e i legos
Relogios palele siiissos.
Grande sortimenlo dr ndogins de prala (Inorados
e foleados, patentesuissosc horisoulaes, pelo mais
baralo preco que sr lem visto nesle mercado : na
ra Nova n. 20, luja du Vianua.
Espingardas tron-
chadas .
Loja to Vianna, na Nova n. 20
Grande sorlimento de espingardas tronchadas, do
mais lino at o mate ordinario, sendo ,i......i edous
canos, nova qualidade apnrovada ua Clposicode
Taris.
Caf a vapor.
Glande sorlimento de machinas de fazer caf em
um qiiarto de hora, nova invenrao : na roa Nova
ii. 20, loja do \ launa.
Metal foleadd.
Grande sortimenlo de metal lino toteado, imitan-
do prala, para lodo osmiro de una mesa: na
ra.Nova n. 20, loja do Vianna.
Vende-se um bonita esclavo crioulo. dr 22
anuos, apto para ludo serrieo : na ruj da l'raia 11.
13, primeiio andar.
Negocio.
Vende-se a armacao envernisada envidraeada
do deposito u. G da ra de S. Francisco, por baralo
preco : no pateo doCarno n. 9. primeiro andar.
Toalhas.
V endem-se toalhas para roslo, de panno de linho,
rom labvrinlho e bicO lias ponas, pilo baralo pre-
10 de Ij500 : no paleo ^o Garmo 11 9,' primeiro
andar.
Ao grande armazem de roupa
feita na ra Nova n. 49, jun-
io a ConceiQo dos Militares.
Necta ai-iDuzem euconti-ai o publico
um gran, le e variado soitimeuto ieiou-
|us teitaspara liomem, rupazese meni-
nos e se nao ugradarno comprador algu-
inas das obras leitas se apresentaru' ou-
lra cora toda a presteza e pei-fricao,sen-
do a mesma obra fi ita em menos- de
tuna hora a vista do comprador.
Attenco
loja da diligencia
NA aj
Hua do Queimado n. 63.
Joaquim Jos da Cosa l'ajo/.es Jnior lazscienle
au respeilavel puhli..... aos seus fregueses, que
seu eslabelecimenU se acha roiiiplulaiiieule surti-
do do miudezas lodas novas e gosios superiores, -
que aflanca vender a dinheiru mais baralo do qne
oulra qualquer parle ; assim romo lem um neo
sortimenlo do lilas de seda tarradas, gostos inu-i-
ramenle novus e de todas Xs larguras, penles de
larlaruga miiilissirao bonitos e de varias qualida-
des, ricos enfeites para cabeca, lauto de flores co-
mo de froco e vjdrilho, trancas de seda, e franjas
de todas as cores e larguras, muilas nutras miu-
dezas que se dcixaiu de aununciar por se tornar
eufadniho. .
Camisas inglezas.
Vendem-se superiores camisas ingle-
zas : na ra do Colleo loja n. 5.
Relogios.
FABRICA.
de machinas e caldeiraria.
FUNDIQIO
de ferro e bronze
de Francisco Antonio Correia
l'anloso.
Kslo anligo eslabetecimenlu aclia-se enllocado
no glande edilicio cnislroidn para esle lim pelos
Srs. Mosquita i Oulra, ua ra do Bruro n. 28, em
frenle ao arsenal de mariuha. No mesmo eslal.e-
lerimenlo acbarau seos numerosos frcguezrs e
amigos sempre promplos: alambiques de cobre de
qualquer lamaulio, simples e cnnliuuos, que alan-
i-nni seu bom Iraballin, e podem dislilar 3 a 4 pi-
pas de aguldenle em 21 huras, e sao da melhor
i onslruorao possivel, raldeiras, tachas, bombas e
robres para engenhos, bicas e ranos de qualquer
melal para dilos, casas ou navios. Fas a roncera
machinas e bombas de qualquer ualureza que si'ja.
ruin a brevidade e perfeicao possiveis, e ludas as
obras perlencentes as arles de que consta sua fa-
brica r (iindirao de ferro c bronze, romo sojaw :
moendas e mrias moendas para carro, de qualquer
lamanl.....qualidade, irnos e portas de forualha
para assenlamcntos de engenhos, distilacoes e tor-
nos de padaria, hornos e rezislos para ditas, agui-
lhoes de trro batido e fundido, cruzetas e parafu-
sos para rodas de agua, rodas de agua todas de
ferro ou para cubos de madeira, rodas dentadas
angulares c direilas, cairelase ctuzelas para moen-
das de qualquer Ininanho, eitus./lrillius e mapgas
para carro.-a. simples e ue palele, ruajicacg pora
eslrada de ferro, escoveus e boleneles para nanos,
e Indo mais que pussa ser preciso e ulil para ofa-
bricn dr eugeuhus, casas e navios, de cobre, bron-
ze, eslanlio, zinco o chumbo, ferro balido ou fun-
dido por ler na direecao de si-us trabalhos, um dos
melhores e mais au|;o eugeuheiro e inachinista
inglez James Spiars. Nao poupando o dono desle
eslalieleciinenlo exdircos e fadigas para bem servir
seus numerosos fregiiezes e amigos, o lodos n> S4>-
nhores que mais o qoi/ereiu honrar com sua con-
flanca.
Roiulas bar ejes de la. o seda nialisadas ;'J
que se vendem pelo baralissimo preco de 640 -%
" rs. o covado, na loia da ruado Oueimado n. B
SI III de l.eilr J la.rreia.
.. -!a
= Vimde-se por iHKMHOoO um sobrado de um
.andar com solao, que rende annualmenle mais de
Og, e piio reiuler 0005! quem quizer anliuncie
por Cste Diario.
H A 3J50b a duzia.- &
< Superiores meias de cores que se eslo <'?
^~ veudriido pelo baralissimo prei-o de 3$j00 ^
c a duaia, na loja da roa do "ueimado n. 10 <^
< do l.eile \ Pllallis -.O
iimHHHHI-
.-;
?
Corles de colletes
haralissimos.
Vendem-se corles de colletes de fuslao a 400 rs.,
e muilo linos a I$280, assim cuino ditos du gorgu-
rao, pelo dimiiiulo preco de 2o ; a eiles, que se
eslao acabando : lia ra do Uueimado 11. 22, na loja
da lloa l'.
- As mais superiores camisas ingieras de
:' lodos os lamaiihos com pregas largase es-
H-i licitas se vendem ua Iota da ro* do Quei- !
'H' mailo n. lllde l.eile Correia.
Mt
-;.-
ao sul de Sanio Antao, muilo bom de agua, moen- I no armazem de Augusto C. de Abreu. ra da Ca-
to ntrenle e com (erras de muito boa producan : J
quera o pretender, dirija-se ao engenho Pao Sanio,
a fallar com seu proprielario Braz Carneiro Lelo.
Vendem-se relogios de ouro inglezes de patente
1 armazem de Augu '
deia do Recite n. 36.
Ra da Senzala Nova n. 42.
Vende-se em casa de S. P. Jnnhslon & G. vaque-
tas de lustre para carros, sellins e sillines inglezes,
randeeiros e rasuraos bronzeadns, lonas inglezas,
lio de vela, chirote'para carros, e montana, arreios
para carro de nm e dous ravallos. o relogios d'nuro
patente inglezes.
PALETOTS.
Vrndem-sc palelols de brim de pino linho, bran-
cos e pardos a 09 : na ra do Oueimado n. 22, loja
da Boa F.
- '. .
Abridores de luvas
a 1^500
Na ma do Queimado, na loja de miudezas da Boa
Fama u. t:l.
Manguitos para senhoras e
meninas
Vendem-se manguitos bordados de cambraia pa-
ra seuhuras e meninas, pelo baralissimo preco de
ljjl o par, dilos miiilissiniu linos a a e 5J, ditos de
lil do linho muilo linos com lindissimos bordados
a 5a ; lambem se vendem gollinhas de cambraia '
bordadas muilo Unas e as mais lindas que se pode
encontrar a U c4j: na ra do Queimedu, na bem '
rouliccida loia de miudezas da Ba Fama n. 33. i
Chapeos enfeitados.
Tem na ra do Queimado, luja de 4 portas n. 37,
todo sorlimento de chapeos para meninas, de seda e
de palha ricamenle enteitadus, dilos para sen hora,
de palha e de feltro, enfeites de troco para SgSOO e
6J, dilos de relroz com vidrilhos pretos rt decores
a 48, gravatinhas para sonht-ra, de froco, a 2J, e
todo o sortimenlo de chapeos de seda,dilos de sol vende-se vinho Bordeaui de diiferenles qualidades
para homem e senhora, que tudo se vender por como Lafolle, Ch, Leoville, Ls. Julicen, em caixa
menos queem oulra qualquer parte assim osfre- i de una duzia or barato preco.
guezes lenham a bondade de comprar; tambem se u J a. i
nconlra um sortimenlo de focos para 4 e 2g. HCiaS UC DOPraCha.
Toalhas de linho para mesa, chf.gadas ltimamente no navio fbancez.
Na bem conhecida loja de qualro portas, na ra Na ra do Queimado, na bem conhecida toja de
do Queimado n. 37, tem para vender um completo miudezas da Boa Fama n. 33, ja tem para vender
sorlimento destas toalhas, as quaes se vendero por preco barato as muito procuradas meias ea
conforme os tamaitos, e por preco muilo com- | borracha', nicamente proprias e approvadas pard
mdo. | toda e qualouer enchacao as pernas.
-.
DE
\pn*k*-s' esla agua a nmlhnr que i>m appareei-
do para linxir o cabello e siiissas de preto : na li-
vraria universal ra du ColLeg&e n. SO, d-se junto
um imnressu aralis, ensinamloa forma de applicar.
Vinho Bordeaux.
Em rasa de Henr Brunn & C, ra da Crnz n. 10,
lt>lllll_CIt lilil.. Di.0il.ift.IH ll.i lUf.annliLji ....l.'J.I
Vendas.
Belogios de ouro e prata, cobertos e descoberlos,
patente inglez, os melhorea que existem na. mer-
cado, e despachados hoje, vendem-se por preros
razoaveis : no escriptorio do ageule Oliveira, ra
da Cadeia do Becite n. 62, primeiro andar.
_ Hechegado a loja do Leconte, aterrada Boa-
Vista o. 70, excellente leile virginal de rusa bran-
ca, para refrescar apelle, tirar pannos, sardas e es-
pinhas, igualmenle o afamado oleo babosa para lim-
c fazer cresccr os cabellos; assim como p impe-
rial do lyrio de Floreara para bortoejas e asperida-
des da pelle, conserva'a frescura e o avelludado da
primavera da vida.
Farinha.
Na ma da Madre de Heos n. 8, vende-se farinha
do mandioca muilu nova, oor baralissimo preco.
Escravos fgidos.
No da 14 de agosto do anuo prximo pausado,
fugiram do engenho Sele Balichos, freguezia de
Nossa Senhora da Focada, comarcada cidade da
V icloria, os seguintes escravos: Damio, crioulo, de
25annosde idade pouco mais ou menos, cortla,
beicosgrossose meio arrebitados, tem urna cicatriz
na testa proveniente de um rotee de animal, pemas
linas enlgiima cousa arqueadas para tora, esmalma-
do, espaduado, altura regular, eest bucando ago-
ra. Jarmtho, crioulo, de 28 annos do idade pouco
mais ou menos, altura regular, corprela, pouco
ai "p's 8rosos e faz cerlo geilo na bocea jan-
da falla, lera urna cicatriz em urna das faces, pernas
linas, esmalmado, fuma, e tocador de viola. O
primeiro foi comprado au Sr. Joao Francisco Batbo-
za da Silva Cumar, e o segundo diz qne foiesrr.-
voda familia do Sr.Joao Nunes.dafaiendadoSitio,
em Paje de Flores e comprado na Braca de Per-
nambuco. Consta que dilos escravos eslo em Pa-
je dr Flores por portadores que ro.ndai ede lrie-
ram : roga-se as autoridades polidaes ecapitaesde
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Beniardino Barboza da Silva ou na praea dePer-
nambuco aos Srs. Manoel Alves Ferretra a Lima, na
ruada Moda n. 3, segundo andar, que seo re-
compensados com a quantia cima.
~pN.:~TrP. DE U.t. MFA*IA.-WBt.
I
-f*
H
-
\.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ETDN6SF99_EZUKE2 INGEST_TIME 2013-04-26T23:45:16Z PACKAGE AA00011611_08060
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES