Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08054


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Full Text
'
ANUO XXXV. NUMERO 107.
Por tres mezei adiaxttados 4$000.
Por rea meses vencidos 5$ Ql'ARTA FIARA 11 DE JIAIO DE 1850.
Por anno adiantado f S>$000>
Porte franco para o subscriptor
CosU.
PERNAMBUCO.
PARTID DOS CORREIOS.
Oliuda todos os das as nove e ineia horas du dia.
lguaiass, Goianna e Parahiba nas segundas e sextas-bina.
S. Autio, Bezerros, Bonito, Caruar, Alliulio e Garanhuus
lias tercas feiras
EUUIEIIDI S II SHISCRIPCaO 10 ROITE.
IshiBSiaSr. Jo io aodolpho Gomes: Natal, o Sr. An-
tonio Marqu-s da Sil ra; Aracaly, o Sr. A. de Lentos Braga;; Piu d'Alh'o, Nazarrth, Limoeiro, Ilrejo, Pesquoira, Ingazei-
Cear, oSr.'. Jos i e liveira; Maranho, o Sr. Jos Tei-! ra, Flores, Villa Billa, Boa-Vista, Ouricury e Ex nas
xeira de Melh; Piau y, o Sr. Jos Jnaquini Avcliu; Par, (piarlas (eiras.
u Sr. Justino J. Ka nos; Amazonas, o Sr. Jcrnuyinoda Can, Serinhaem, Rio Formes, Ona, Barreiroa, Agua Pre-
la, Pimciilciras e Natal quintas feiras
[Todos iis crrelos parlen as 111 limas da mandan.
AUOIEKCHS DOS TRIIUMES DA CAPITAL.
Tribunal do coniinercio: segundas e quintas.
Ilrlarau: trras (eiras e satinados.
1'a/ruda: Incas, quintas e sabhatlus as 10 horas.
Jui/n do coiiiinercui: quintas ao tocio dia
Dito de tupimos: tinas c sextas as 10 horas.
Prpnoira vara do civcl: tercas e scvtas ao ineio dia.
Seguida vara do civei: quarlas e sabbados ao uieio dia.
EPHEaURIQES DO HEZ DE MAIO.

2 l.ua nova as 7 horas e -15 minutos da tarde.
U (.litarlo crosceiite as "l huras e :l!l minute da larde.
1t Lua chela ai ti lloras e 17 iiiiuolos da larde.
24 Quario minguante as simias e 30 minutos da tarde.
PM.AMAIl DE BOJE.
Primciro as 11 horas e \1 minutos da manha.
Segundo as \1 horas e ti minutos da larde.
DliS DA SEMANA.
!t Segunda. S. GregorioNa/.iazonob. dr. tlaig.: S. Geroiicio.
10 Terca. S. Antonio are. de Floreara; S. Filadel|ilio.
,11 tluarta. s. Anaslarin m.; Se. Panto o eoclecio uim.
[li i.iiiiiila. S. .loaiina prioenza v.; s. Panrrariem.
I;l Sexta. N S. dos Hait res; S. I'cilni Regalado f.
l Sabbado. s. iiil; Ss. Bonifacio, Km-diuou Pouc-io imn.
15 Dumiugu. Patrocinio de S.Juse; S. Isidora larrador.
ENCAHHEfiAOOS DI SUBSCRIPCAO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Fah'jo Das; Rabia, o Sr. Jos
Martina Aires; Bio de Jaueiro, o Sr. Joau Pcieira llarlins.
FM PF.llNAMBUCO.
O proprietario do DIARIO Manuel Bguoiros de Paria, na
sua liviana pr.ira da Indepeiideiieia us. ti e 8.
SE
Hf.Y
ERIOR.
O imperado*
. *
Ao ver quao riv.n
ca a qnesliin da lUi
nosco que i* neta di
c. i cu un i de abafur.
, ira a qual bradara o boni seuso u o patriotismo da,prevenir profundas perturbaroes do quudoixar-
' Alleiiianlia. | sor|ii'chcudcr pe.- aconlc amentos.
A opini.io publica do ouiro lado do Bheno neslej VI.
a una musa que al
teressejl politices o
A llalli represen!
grandioso do qu
civilisacau, porqui
leda geriiiinarain m
riososexemplosqu
lia para ti ou I ras
c Illa i.
poleao III c a Italia.
i
Por rentara, o prinripi das nacionalidades
! que boje 0 lirado le reunan de Inda a Allrmaiih.i.
' nao ria protestar enrgicamente contra a Austria .
em semelhaiile lula puiiln lian se engaar em 18W e eiu HR, e al F.m Roma, o papa esl sb a guarda rcspoiln.-a e Ploermtlo, san partituras escripias pelos grandes
\ Inglaterra tinha combinad ns aens actos com grande luaioria dos Alternara desojara o Irioinpko ; vigilante das armas da Franca. Esta oceupaoao mi- mealres da nossa poca Feliciana David Im, lia-
assuas palavras; a sua diplomacia poderosa siisleu- da causa italiana : rararlcr republicano da rovo-1 litar d MU tacto anormal 0 neeessario ao mesmo remodIfeyerbesr, mas > tool teigueur lomt hun-
ente chama a atteiuao publi- ton a Italia em suas prclcin-ocs, romo a tinha aui- hnan'de ISt r que aterrara cun ra/.u a Hiela de lempn, que se boje cessasse, veramos entrar aun- unir : volleiuos obra uova do compusilor tirgi-
i. toda a gente pensar com- innilo no sen piiineiro impulso. Ilouv lalvez una Francfurt, e fazia especialmente com que se mos- uliaa para nos substituir a xuslria nu a revoliicao, nal que dala a sua gloria da primeira apparirn da
sas lo impossiveis de adoruie- hora de fortuna para a uaeioualidade italiana : e fui trassu mili circumspeclo o lado direilo desla asseui- As Dobres qualidados e as- iuleinoes generosas Bympliouia 0 tenlo, nina verdadeira obra-prima.
Mclhnr k piirLiulo estoda-l.i, i-ssa hora mili rpida em que os Piornantuzes ven- Wa, nas suas syiupatbias pula uaeioualidade la- do Pin IX, Dareriam reserrar-llic um papel excep- ( novo poeta Merv fox da erupeao do V'exui u do
amadnre c-la i' ,ip -ua-la por um ivaiue impar- cedores no Adigio se apnssaram de quasi inda a llana. cional na historia do poulillcado. Abrigara em scu Iransuordamnolodostemalde fogo.sahidodurepeule
cale sympajMto'en V/.de.exasperar |ielodesdem l.onib.irilia ; eni que Austria aleada pelo movi- j A r.i ni federa cao Germnica julgou-se amearada peito o palriolisiuo italiano jiinlauenle com todas de seu leiln.o iiistrumenlo da ju-uca divina, lii^ado-
oii ile iiWsfeOL'-la le srhniciu Ksse exame va- jnento geral que a abriga va a retroceder, iuquiela na sua independencia, e, linalmeule, alyiins olli-
- iinslazefcom ( siieenroeoeidesonos ulein uorseus reve/.es. nao uuerendo osar at o ultimo ciaes allemcsaSMguraram que a Hiibu do Jlincio
lerasob o ponto de vista estratgico necesaaria
i Alleuiauha, e haviam dado forca opiuio de que a
Austria dernl conservar a todo o trance cuino um
abrigo neeessario o paiz situado entre aquelle rio e
o Adritico
Ibeila de nulidades : Un entum ni na academia baixo dajanella de seu irmao. I.'m diiello lem lu-
mperial de msica, a Fada Carabona > o Fatulo, gar, condu/.-se Valenlim moribundo, ea pobre ra-
no /bealro lyrico, e anda ha punco o Prdo ile pariga vai luda confusas igreja ; ahi OOrgao e us
raulos religiosos misturados com as imprecan. :6es de
Mcphislophclcs e com os lameulaveis aeeunlos de.
Margarida, superiormciito tratad.
poltica, au decide se a ierra se mere ou se esta
immovcl no eeiilro du universo, se a ualiire/.a lem
un nao horror do vacuo, se oaangsa circula nu nao
fui cnrpii, s' se dere ascolbaf osla u aquella for-
ma de goveruu, composla de um pequeun uuuieio
de verdades primitivas, evidentes, universales, pre-
siicerivopscjo de sortnns utei> por seos reve/.es, nao quercudn jogar ali; o ultimo
;iii(co.s niais cnusiderareis in- lance esta partida tornaol com a de.-.es,ieracan e o
clig'osns da Europa. hcroisuio de ubi povo receloso por nutra' parle
na hedera o que c anula mais qiiantu revoluco na Allemaiiha, uirereceu o sa-
naiinualidade : represeula a crilicio do acto llual do enngresso de Vicua como u
essa l^rra abenenada o predi- preco da victoria e una eouccss para o rcsiabclo-
priacirios immortaes e osglo- cimento da paz.
uninram hmense poros. Alta-, A Austria propunha a independencia da i.ombar-
I tuque de aacinnalidade dado pelo lino da cpula
A l'russia acceitra esto ponto de partida para I do Sao Podro: desgracadameiile aobreveio a revo-
prinii'ir a Hiela urna especio de transaccao em que lucio que, alluciiiando e arrastaodn ns puros, fex
icijo^uais Ul, i|,u> nina irinaa dia e um goveru'u separado para Vene/a, sol a uui- pelo menos Iranslu/.ia una a sua syinpalhia pela retroceder os principes c accumiuulou os deseaga-
ca reserva do sen diruito de soberana. Kslas pro- causa italiana e a sua solieiludo pelosinleresses al-', nos lia alma de Pi IX.
r,as suas insliluiees, con- postas (oram expedida'
isla arte; e, em seguiua, os
s virtudes chrislias, e era digno de regenerar a ra dos chrislins perseguidos. Kllenersonilicou^i pa- 'IU0 lian seja una obra iiiuiln completa, (ni cantada
Italia. Fui esta a primeira inspiraian logo depois ganismo Iriuiuphanle nos dnus principes do oriente p"r madama Miulau Carialbo com a sua tai deu-
da sua evallaciu : a grande/a de Roma parecen re- d* lupia e Nicanor, ambos seguidn
viviu- miuiieiiliuiaueule suli a l'igora desle papa, e lados aos deuses du Olympn, alo
Turin, aple-, Vem/.a o Nilo sentirau-se ani- Idade, subre a divindade a corrutM;i
madas de um novo espirito e vigor ao niivireiii o do tributa anda iiuimllu fervenli
le .Nicanor sao iriuao e niiaa. Ileu e-I
II ultimo acto eheo pea Cena daprisao, a in- \ Sentes a todos os homeiis, por issn que sao hnin.ii-.
feliz, loaca de dores matn a seu lllho. II cadafalsn Mo ,,. aliri>t:t que exisle, que ha cornos, que lia
a espea I. coartado ella recusa-sv seguir de novo llm s,,r nflnlo, que son livre. que existe ordem no
0 seui eductor, vola-sc ao cadafalso e I morte.' |,lu,i, qae ba bem o mal, elle talla aos uniros do
Depois se transfigura na sna apolheoae. ; mes.....m,(,| que a mim ; essesBOueoa axiomasjul-
Ksla partitura mu bella em lanlns pontos, poslrr ,,, ln,|us as ,|^a3 q,. |,dem pa>sar pila caneca
directamente a hondee
e em Franca simiente bouve cnnhecimeulo deltas.
lumies. Segundo essn projecto, cojo relator fui. Xao por culpa de l'i IX se a autoridade lempo-
Sir. de liadowit/., a Austria devia conservar a liuha i ral que elle quera rofurmar so achoii de novo em
(1 seu genio e pm
quistas e obras prim ,
seusiuforlaiiius.at K,s ruinas
emliiii, na V amiga
os seus cnsules. Iri u
les, mrt\Tese papa
Iboetenb rirto ui
ca, na guerra, na leg slaeno civil e penal, mis arl..-,
na elnquencia, na pi m, ruino na i eligan, ella sobre as bases que acabamos de indicar ; no de ju- i vuueiiUi nacional que pn redera ou sucredera an cao i
lem sido a patria coi iinuiu de ledos us paites civ i- Iho, o Fieinonle achava-se ja evgol.ulo nessa lula I impulso del;i. A Hiela de Fmucforl nada fex, u jopo
usados. desigual, em que n.io havia de inexgotavel sean a
Pde-.se purlaulo d xer que anda nao hacessado sua coragem. Apetlou Pilln para a nlervenco
a.sya iullucncia no u uudn Depois de bave-lo sub- I ua Franca, e o governo do general l'.avaignac res-
jugado, illutuinou-o ; ipiaudn se desnioroiiou ueili- poodeu com una olferla de mediaeau a que devia
0 este Nicanor sao iriuao e iniiaa
pro-ciinsuladn da Grande Greciae insiruccies espe-
ciaes ci.ulra ns ehrislaus. l.luanln ella apunas fez
pa>s.u- Italia, e iiumi-diatameiile turnar a parlir
para ollrieiile sen herco cun a misso de embar-
gar ns prngressns d clirisliauisuio, azeiidii marlv-
res pela violencia, un apostatas pela seduciu. l'.lla
Uiuiia e devn- cuisa, pnr Radite com om cerdadeiro taleuiu e
voliipluosi- seinpre com.grande triumphu ; nao um desses
du vcllin miin- Iriumphos rnubados que se coulaiu lio atniaes do
F.sla lllvmpia lliealro. A decoracio esplendida.
V operado Meve'rbeer, o perdi de Ploinclna ope-
ra cmica, c unta ubra que assignala para o uiaes-
Iro nina uova, anta segunda maurira ; liala-se de
msica pastoril de nm cunh uneiramente origi-
nal; os uusains forara seguidos como lepreseula-
ees, ello diada primeira apparii'io ullirial, luda a
genio s Itnba nina voz sobre o mrito da obra, obra
de um maestro que nunca leve Iriumphos
dos houions, coiideiunain lodo sysleniaque osenu-
bale.
lis axioma* geomtricos n.io sao por corlo toda a
eo:notria, iieiu os aviouns dn seusn ciuiiiuuin lu-
da a pliilusophia ; mas nao ha geometra nem pln-
losuphia sem ellos nesses dmis casns iiiu se la-
la para assegurar-se que so alHrma, tan longe
Como parece eslar-se d'issas verdades senio de
remonlar-su aos primeirosprincipios de urna allir-
ini-.iii. nu de ilesi-ec ulliuias consequeocias e
coiifronla-lal. Fu aeroaeento que o sonso com-
iii a regeilar pele absurdo, porque ha intuios modos
Helios em i[in-in Nicanor larras subre o drama,
a i.iuileileracau Germnica nao ubleve ueiiliiiuia da
garautias de uuidade e de lilierdade de iiecao qua
pie em \\n Iratoude nielhnrar, e cujosabusos, mvsierius da nova fi
issivelfos.se, lioiivera emendado a sua pertoita reeoaheee um principe vassalln de Oijrmpia e Lilia que nos reconla essas eternas e\hisibicoes da Cor-
boiidade. sua unir. Ellos ciuifcssaiii a sua e Nicanor pe- loxia: 0)belaentammlode i,'aiho.lufacraE&aar-
licio do sjii duiiiiiiu
duminiu luaral. Ki> o
0 esipieciuieulii da
um.-rial, den romero o seu '"Uibem assocar-si- a Inglaterra. F.sla potencia ea
ipn! a historia no diz. i Franca coinplelamenle unidas no mesmo peusamen-
Enropa seria iiigralidao: da > '" tomarara por poni de partida das novas uegn-
g.uao. E poderemus
les que da sua exlinc
F.sla siluaci pe n papa a bracos cora tres gra- de a raerle para ambos ; mas Olympia mprossio-
leseav a, e sujeila inllueneia de duas grandes pu- vissimas dlllculdades que, como ja declaramos, nada eni continente da belleza do joven principe
leneias, s es|iera alguma eousa da sua rivaldade i ameaeain seriamente, a unsso ver, u pnder politice I chrislon, depois de ler mandado all'aslar Lilia, de-
ni-c.'ssaria. I ui.i e oulra ptasela isln cuudemna- '' cute papal, pnder uecCSsario sua independen- { clara-lbe que ella lem de balde procurado na sua
das a vsm' antagonismo que coiislilnc a cundicio da ca > i grandeza da sua missao religiosa. corle um re digno do seu anuir e que se quer mi-
na importancia. A l'russia, que leude a vir a ser) A primeira d'eslas dilliculdades enconlra-se no lar aos deoses do illyiupo, ella o lomar por es-
parle da Italia o esqi p.oiuienl seria sublime alie-' ciaces as bases que liuliam sido rejeiladas em Mi- \ a caliera do corpo germnico, lem um iininciiso in- rgimen adiuuislraliv n dos estados Romanos, que I'"s0-
ios pedir esie sacrilicio aquel- ''l0 IUilsi a Austria, victoriosa, dcclaroii sem robu-
a grandeza mi cuuservarain o l0 1"e "'10 eslava ja disposta a admiltir aquillo
nrgiillio do a tcrein j asllleado, e a esperanca de \ mesmo que foro reduzula a propor.
recuperaran andaui i dm alguus fragmentos dlla ? I ?i" euuinlo decidio-se que em Bruxellas seria ce-
I. se laiiOj peaisSPtiio J Ilaliii, nao leria elladirei- | 'elirado um enngresso, no qual a Franca deveria
lo de nos responder i mi esle pensameutn de Tari-1 ser representada por Mr. Tocquev ille o a Inglaterra
lo na Vi4a de Ayria la : 'feriamos at mesmo ; PC Sir Ifenry Kllis.
perdido a memoria m i o uso-da palana, se po-! K nolorio n que succedeu : a mcdiacao anglo-
desseinos aoniesmoi inpoesqiierer e euiudccer. I frasceaa mi chugou a cunsliliiir-sn ; niiviu-se o
kl | ] eslroudo do cauhio em vez da voz du diplomacia :
ui distinclos na quastaoda eraa arlilliaria de Novara
leresse'em coiiier a Austria, ao passo que conver- {*o mais do que a aulordade calholica applicada | Helios repellindo estas proposinjos, respondo por ,|,,J: a marque/, de la Bocha Piagotajr, o liara de
lendo-sc om sua alliada, se fazia ciimplicu da sua *0S interesaos da orden) lemporal. As leis da igreja | ""> canto de nina d nora e de nina segu-anca sera- la Toude ; o primciro c mu verdadeiio lidalgo que
propria decadencia e abalimenlo, fallando assim nao permillem a discusso o s mereccm respeito, piuca que Rager diz com muila sejueau. E' um l,,m Indas as qualidadessosceplinisilesc luzir urna
urna lgica cga an servicu das conccpcoes pes-
soaes. unir ennsa a razio, e o raciocinio, como
, o dsse Moliere :
fo/iwuawr. Esta obra repona sobre urna venia-: ,( Kl |eraiaoiiemeni en bauilla raison.
deira idea, uta que um hoinein iiunra irevelazerl v ,, alatili s,.m caf,.xila as ,\u as vurda-
uiii bello casamento, oque deve dcixar islo sumen- | l)c>s prmmTg ; itfma vem o raciocino, que,
le as mullieres. analysaud e deduxiii.1, ora BCba essas verdades,
Had. Remier lem una grande fortuna, lem urna B ra M (M,r(Jl. Na0 hn S(-, ,1U(. ,,:, ,,,,, B.
Iillia ja grande e e viuva, porein anida moca: na | ,.a,lo ,!.,. rllan|lu ja nhilosoplua. Adverlid,.
se, o objecln do corlas as.s.duida- ,- ,.Ss.-. exeinplos e receiaiid pnr nos niesmus.
abrigaiuo-nns sol o seus cniumiiui e pcdiuias
missao do Grande Fredericu
Fm resumo a queslao italiana, redil/id a a um
interesal nacional, desligada o isolada do elemen-
to revolucionario, cuntida e moderada em suas pre-
lenc.ues pelu prolccluradn moral da Europa, em na-
da pode ser ameaeadora para a Allemanha. l'elo
devendo-se considera-las como emanando da Divina dos mritos da par lora nova ler sabido enrouirar, mulhcr; purai Mad. Remier lembraiidn-sc que
Sabedoria ; porni a sociedade civil reclama a ana I lnl's mu dilfereules para piular os grupos contras- conrra a sua lilba e a ella o protector diz que esle
legislaciu do mesmo modo que a religiosa exige e lados de lllvmpia e de Nicanor, du Helios e de Lilia protector deve ser o marida de Clemeniiua ; ciosa
mantma sua. O direilo cannico, uflexivel assim I""' "n lado a raidade na sua aurora, o por ouiro | oo amor de sua lllha, cion de conserva-la sempre
comn dogma lica iinuiovel no ineio do moviuien- I as ultimas alegras das mylliologias antigs, pon- i ''' I' de si, procura um mancebo era fortuna, que
lo doa seculos, dislingue-se esseucialinenle do di- posas e brlhenles como mu cortejo dnsnl. Ihe deyeudo lud, nao liberlo do jugo maternal a
Contraro ; a sua solacio, se fura possivel, dara l !v'lu legal, variare] com as neressidades o os I m colorista musical, menos forte do que Felicia- sua felicidado Conjugal.
mais forca nacoiialidade allemia, e una garau la' 'olerisses da sociedade ; todava se u direilo cae- no David poderia sentir cuino elle a necessidade de
Italia ; Garlos Alberto impacientado pelas reinetas, irri- de segurnca e de equilibrio a lodos os Estados que i ""'" era apropriado e til nos primeiros seculos da mudar du lom, segundo fazia cantar os palacios es-
" elemento revolu ionario que corresponde a ita,,n Polas dilRculdade, .confiando aajua causa em-, a couipoeni. | civilisacao chrsta, quando Carlos Magno trasladara i trepilosos de fesiins ouas catacumbas illuminadas
Incurias subversivas e
iiieule iiicuiupai
da eivilisncao, o iaterksse religioso, a indepeiiaeii-
cia polilica da rrte p pal. paiz retirava-se veucido, porm u aviliado, de- | canieiile niteressada nimia soliicau nacional da
xaudo a sua cora. e a sua causa a.seu lllho que su-; queslao da Italia, devenios examinar como poderia
>ivs o a paiies' vilenlas' igual- penhara ludo nessa gloriosa leineridade. A lia- I IV | aos seus capitulares as regrase os preceilos la Iheo- l'dos rains que calieni da cruz. Uaa insuficiencia
ivels i nm a ordem europea a"s leis : "a succuniliia, pelo menos generosalnenle, e u mo-1 Depois de havermos demonstrado que a Inglaterra j naca, seria hoja deficiente para proteger o desen- da sua palheta leria podido Irahir a sua boa vonta-
' narcha eavallciro que souhara com a liberlacao do ''s| innralmenle empenhada, e a Allemanha politi-1 volvimcnto e progresso da sociedade moderna. de em mullos lugares.
Ha lodaviaum ponto essencial que mister nunca ada semelhante como o musen de llerculaiium.
perder de vista quaudo se trata do governo puuli- Iteade a primeira nula cantada por Helios o l.ilia.ali:
O elemento itacrona ,: que tem Ma nrigem na his-
toria e nas Iradiecos la Italia, e que corresponde
an que ha dn mais inq L-rioso e legitimo nas aspira-
mes ilos povo da Pert nsula. e al nas coudiees da
pornianenca e cortad lacn dos guenlos
O partido da rerniur io nao passaria de ser boje
um partidoimpnlenle' destruidor na Italia, lsolado
na Europa, o.ide felizi ente domina pnr toda a par-
le o espirito de ordem
onde sos, iiaria contra
res o religiosos, lia a
ma. e vor-se.>ha redu
sus. Gnndi'ninado peh
ra ; lelroi^ederia, sur
novo o slo italiano
a Mluacin desse iiobr
# O elcmeiilo nacioia
viUil ua Italia, c satis
dos poros edos gover
isolado mesmo na Italia,
ido' aos wuis proprios recur-
npinian, vcucidii pela [urca,
bia ao llirono nesse campo debitadla, depois de caraciciisar-se esta qneslin relalivanienle Kran-
ter rece du dezeseia balas no seu capote militar.' '.'a. Que [irelende a l'rauca ? Pretende, acaso, como
Hesde essa poca a uaeioualidade italiana s lem i "o lempo da republica e d priuiero imperio, re-
vivid no palriotismo o poltica do Piemonle, sus- coBStlStr a Europa, alterar as fronteras, refundir
tentados pelo apoio moral da alliailca ailglo-frau- ,s nacionalidades, deslhrouar os reis, e fundar dy-
ceza. | naslias.ou pretende sni[ilesmeiile consolidar e asse-
gurar a ordont etrropa, serviudo-se du sen poder
para remoreras dilliceldades que pnr ventura pos-
sam aineaca-la e cninproiuelle-la i
Eremos que desle modo a queslao est franca e
a sua tentativa nao sol a mais do qua urna avenl'u-
ii q.-laudarle de Novara Iremulon de novo naCn-u
K inca, onde o eveicilo sardo loioou parle nas lulas,
si us inleresses conservadu- prorSebs e victorias dos exercitos da Franca d In-
haria apoio em parte algu- : g'alerra. _
Finalmcule, os plenipotenciarios do re de Sai- ; claramente esclarecida,
denha vieraoi lomar ausente iracongresso de Paria ll primoro imperio, assim como a revoluco, li-
an lado das primeiras potencias da Kurupa, cuiipe- > uham em vala um liui geral inle u qual us iu-
raudo com e|tas para a soluc dos inleresses mais i Icresses naciunaea occupai am um lugar secuu-
coiisderaveis do mundo. dao.
iiconlestarel que a Sardenha deve a si mesma AEurop eslava colligada contra principios qae
o lugar que soulie couqmslai.....i IS-ib un meio das acaliavam de Iriiimphar em Franca, e sub cuja in-
grandes potencias, depois de ler sidn vencida em ; ilueucia ia operar-se una inmensa transformadlo.
Novara em 1SCJ ; pnrein deve-o taiubeiii ao apoio Eslavamos coiidemnados pnr inuiln lempn, quic, a
moral e directo da altianca angln-franceza, p espe- luclar SOXIlboS contra lodos, como duplo nleresse
cialmenlc, iiingueiu misar uega-lo nas regios di- de conservacao lerrilorial e d'axpansu moral em
plomalicas, lendencia perseverante e nolavel da pro dos onlros povos. Cnnipria-nos por COllseguinte
lnglaiena a eugrauduccr e a constituir asna i m por-a levantar por loda a parle, nas margen do lilieno
""''a- e do Escalda, nos Pyrenos e nos Alpes, fortalezas
pnlilic.ii ngleza relallvaineiile a llalla nao lem | ou poslos avancados", aIIni de siislenlaruin.s segundo
as circumstaiicias a nussa poltica sucecs.-uvmenle
uireusiva ou defensiva. Quanilo o imperado Napo-
leao l se fazia corear reda Italia, c proclamar pro-
tector da confederacao germnica, queria antes pro-
teger do que engrandecer n leiiilurin Ir.incez que
era bastante consideran I em seus limitas naluraes
para querer largar-so ; pnr esta forma consltuia a
iimbiria, piisanguentaria di
linda mais dolorosa ternaria
paiz.
represento o que ha de mais
az as esperaiiras rominuns
us da Pennsula. Lunge de
ameactr os Ihronos, leaba-os; palenleia ileilc
papal um papel iuipai ane c (Joposo que sedii/.io
por uui moineiilo mbre onraVAo de Po IX, e
loe, em 1SI7, rlieguu i a|irnximar no senlinienlo
aiiiinium do palriolisi io o rei de Sardenha e o re
de aples. Aiuda n ais, elemento nacional en-
Pedro Chanbord o preparador de chimica do lia-
ra ; elle se acha presvmte, discrclainenlo apaixo-
nado [lela bella rapariga, e se esquecendu eui um
suiho que parece mpossivel o trabalhn, que devj
lira-lo da sua obscura pobreza, fazond dol! um
grande sabio o marque/, de la Rocha Piugolay diz
que se se casasse com C.lemenliua, ella donara
Mad. Remier ua solidau,e que enlio poderia rea-
fieio, e reui a ser : a necessidade de respeitar o seu | a ulliina, suppoc-se ouvir o proprio genio do ebria-1 ** 0 sen charo projecto de loruar-se o esposo da
duplo carcter e conciliar 0 regimeni da igreja e da lianlamo, ao passo que Nicanor e sua irmia mer- baila viuva.
naci que a mesma n.io exerce. preciso eouci-1 griba os onrurles no solo do paganismo. Helios; Eis-ahi Podro Gbanbord caaadocomo por um pro-
lia-los sem os cnufuiidir. I perlurbuu-se ao responder, e Olimpia acaba oftere- ; ''io do eolitos datada. Nao teve ambicio, .'i leve
Esle que 6 o problema ; problema difficil na | cendo-lhe urna taca que nm aaeravo enebeu de nm anuir, e ei-l punido com um criminoso, o cas-"
verdaile, purlll de cuja solucao depende quic a I phillro poderoso c'eaulaudo-lhe com a mais bella ''g" da sua iniprudeiito irrellexio coineca como o
salrario do poder temporal d poiililicado. "" com a mainr arle de Mad. Itorghi Mamo um i primeira dia da lua de niel. Mad. Uernier e Cle-
Ell'erlivameiile, d'esla coufusao nascein grandes i brinde anacr......tico. muiiliiia sem tu rom con-ciciicia do que sea digni-
abiisus, iiidependenles dos homens n inliereuies i | Helios embriagado declara-lhe a sua paixao n um lado deum joven inajido, o conserva u'uma iude-
indole das colisas, abusos que excitan! eulre o puro frvido tomance em que a nota das narralcoes pcudeiicia absoluta, aulorisaiido desl'arle o mundo
romano um sentiineiilo que o tornar fcilmente l bi'in adiada, a mais bella pagina de Hcreulanuui, I'' "'" conjecluraa ; o unsso inleliz heme confuso ila
injusto o desconfiado o que s centn) a presenca o Dnal do priuuini acto s"a loucura preleudc UU'rlar-sc pojo Irabalho, con-
de nussiis soldados. Pesa sobre ni'is a resjionsaliili- No iiiiiineuto eui que Olympia arrastra para oseo
dade d'aquill que priitegcmns, e a nnssa occiipa- camariui a Helios siibjugad, um eslrailgutro veiu
cao ilesvirluar-se-hia- cumprninellenihi o nome 0 a perturbar a fesla, o pruphola Maguo vem predizer
inllueneia da Franca.se hoiivesse de prolou^ar-su as honras liiguhres que segnirain. Olympia e X-
liniiar as suas ndagaciies scieulilii as e dar sua
uiiilher um nome pela fortuna que ella Ihe dera
mas e furioso que elle acionpanhe islas seiihnraa
pelas suciedades, pelas campos, 0 uas viageus. Elle
com estas condicns. I canorse cnnipiumelleui, e "Feliciano lavi'd den an ] '' Ola a sua pobreza u reassumea sua iud.ipendeii-
E por isso qu o carcter absolutamente clerical; grande msico ns dilfereules aspectos desla scena. ';''. Irabalho que conserva urna o salvar da nu-
cuntra na Europa svu latbias inconlostaveis, por- porlanlo solfrido allerar.io desdo 1817 ; at inesino
jue se liga com os'pr uripins dejuslica, que sao f"i mais Imige do que mis : ao |>asso que a di|iloiua-
u'ora avante o alvo d poltica de lodos os gnvor- cia d" "'' '-1.'''- P'lippo infunda animo ao pensa-
nos, e ali nao Ihe falta oappoiuramal da allinnra ment auslrjacu, a itiplomacia da rainha Victoria
anglo-fauceza, formad, caire dous grandes Estados, alelara u peusameota italiano.
piicisameote como in arlo de prevenir as cumpl-j A inllueneia da Inglaterra nao deixou um nico
cactius europeas, wimp hjas desiulolligeucias entre I t'w' duraiiU! esses ouze anuos, de lomar a peiti
os povos e sustentar ul i toda a parte a causa do di- negocios da pennsula ; d signal de si nos priuei- [ independencia ao niesnin lempo que a iulluein ia da
relio das genu!i e da (ivUisaciu.
A luetaferra, efforli' ament, nao pode abando-
nar r Dalia ; porque t into ella como o seu gover-
no, os suas estadistas, a sua tribuna, e os seusjor-
naos lem-iia eonstaiitu lenln animado e sustentado
anda mesmo antes de 18.
Anda est bem pre onle na memoria ile todos a
uiudanea que so opon a na polilica do uliimo rei-
nado em consequoncia dos casimeulos hespanhoes.
O goveruo do reiLaiz 'ilippe oominelera o erro de r",s '''unidos para eslipularem as roudicoesda paz,
sacrilicar a allanca un lo-frauci'za a um nleresse 'V"1 Elarendon apoiou enrgicamente, rom a auto-
rus impelos de uaeioualidade que acolheram a exal- j nova Flaca, e suas aguias victoriosas levavam aos
lacio de Po IX, assim como nas tentativas de in- paizes estrangeiros, nao a escravidao, scuau a civi-
dependeiicia que mais tarde se concentraran] sub a lsacau.
baudeira da Sardenha ; v-se a sua mi uas suas
prelences inspiradas pela victoria, assim coiii.i nas i. ''''" *I"e u parliculannenle respeito Italia, o
negucices que se succodorain s derrotas. Final-! imperador explicou os motivos do seu dominio -
mente, quaudo conde Walewski, no enngresso de 'P""11'; PMl n'uuia das suas memeraveis cunversa-
Paris julgou dever chamar sobre a siluaco inierua
da Dalia a snlirilude callcmiiu dns pleuipolencia-
de familia, resullando dalu o seu uolamenlo na
Europa, e cuino o decl rou V. l'hiers u'uina discus-
so menioruvel : .< tal de sbito na dependencia
da Austria seguiudo orradamenle as inspiraces
desta na Dalia e na Su ssa".
E o que fez enlo a uglalerra ?
Tomn cunta do |W| A que perlcncia Franca, e
tomn cania delle exa geraudn-u.
EorUiulodesmnpen mu a missao que Ihe confia-
ra lord Palmerslou coi i um fervor que fui alui da
meta, excitando mp ciencias e illusocs quando
convinha sobreludo in ipuar moderaeao o sustentar; lamento, que possa susteulaJ na Italia oulra causa
I a nao ser aquella que ha qiiinze anuos a esta parle
A prumessa desse rolcclorado do gabinete de apoia o goveruo da rainha. EsU causa r.uiespiui-
Loudres, irazida i Piuinsula no proprio momento ide a ludo o que a Inglaterra rospeita, e lem missao
em que o gabinete da Tulherias pareca abdicar o de propagar pelo universo, enipenho esle a que n.io
mi.. Un. .i 11 m (i... ... 1. .i__!_ ...______Ll. T ..
ridaile parlicular da sua catbegoria e da sua louga
experiencia, os desejos du uiiiiislro do mperador
dos Francezis.
Verdado c que depois dessa poca passou a ou-
Iras nians adireccao da poltica ingle/a ; mas n es-
pirito ingle/, c que nao muduii : a Inglaterra una
naci liberal, e a sua grande aristocracia se
inanleve atravex de todas as crises das nossas trans-
formantes sociaes, por isso que ella sempre niar-
choii a frente do civilisacao e do progresso. Na
Gria-Rrelauha, au ha estadista, ministro uem par-
do governo-dos estados romanos sobo posto di
visia poltico nm coulrasensn, una causa activa de
desconlentameulu, e por conseguate, mu olemeu-
l de debilidade para 0 proprio ponlice e mu pe-
rign perinaneiite de revoluciu. A segunda dlfucul-
dade para o papa a que resalta da queslao na-
cional. Snbesle punto de vsia, a sua siluaco nio
mais franca nem menos porigosa. A iirilacau nos
estados romanos provem menns da falla de garau-
tias legues e da adiniuistracio clerical que do anta- i hel llelins. Os mchedos se abreni e ve-s o do-
goiiismn iiecessariaiueiile eslabelecido enlie a mis-' scrlor com a cabeca v nlupluusameiile apoada
sao do chele da igreja e a dn papa principe italiano, i sobre o joelho da rainha moto deilada e prolgali-
A causa da reviilucau de lSN fui primeirn que ludo sandii-llie as doriiras encantadoras do um cauto de
O segundo acto se passa entrada das calacuin-1lla- B** liqaid, esla forca inaior dn que o va-
has, no meio dus chrislins ajoelliadns, Lilia espera lmri elle a en.....ilra: una ulliina experiencia e a
u seu Helios. Nic.iuur sobrevem, dispersa o roba-1 "O" dnacaeerla < ceri i: porm esla experiencia
nho dns scrvnsde Heos. Apnilcra-se desla pieza pcriglisa, pude ser fatal, elle ser mor, ou a iiu-
que iiin lem torea para se debaler ; mas o cuo se i nortalidade de sen unme ser ouuaumada. V. de
decide cui favur da caslidade da virgeni rhrislaa. u l'mgnlay vai ao parlamente solicitar a sua Tulla,
relmpago rasga a iiavem e Nicanor calle fulmina- IV,I|'>' recusa, eutrcga-lhe nina caria para sua mu-
do. Salanazsahe do abvsinn vai torturar o cura- i ""'' cora recuinuieiidacio de Riiarda-ln al.- a noile,
io de Lilia e moslrar-liieans pos de Olimpia o in- e cunlinua asna ubra. O mntenlo supremo cho-
que Ihe aitribuiuai a h storia e a gographia, devia
iiecessaramenle abla a nossa inllueneia alm dns
Alpes : mas devia no i lesmo lemun inanler o cn-
Ihusiasmo nacional q o se manileshira desde a ex-
altacaoda PiolX, e'qi i tiode p'rAiiiplo veio com-
prumetter o espirito n voluciouario
A Italia j nao linhi fe na Franca, e por isso de-
posilava na Inglaterra toda a ana conlianca.
Preciso confessar- w que esla conlianca nao fo
Iludida.
A Inglaterra como ppleiica martima, nao poda
lomar parle n'umi luka continental entre o Pie-
moate ea Austria ; ms logo que a revoluco de 21
de lerereiro fez prcval|>r.crem Franca um poltica
que se devia suppr fvuravel independencia la-
liana, a Inglaterra nad racillou em deelarar-se con-
tra a dominaco austrikea.
A polilica btgleza sobre ene assumpto acha-se
resumida ifum ducun eulo da mainr importancia.
A 29 de ontubro de 18 [8. lord Palmerslou diriga a
lord Ponsouby, emba' ador da rainha da Graa-flrc-
tanha em Vicua, um ulliriu em que declara < que
nao ha prnhabilidade alguma de pudor a Austria
conservar de um modo til e pormaneute a alta Da-
lia, cujns babilantesprofessam todos um odio inve-
terado contra o evercito austraco.
E acresccnla:
Uue seria pur cerlp mais prudente da parte do
goyerno austraco, o]mais til forca real o pro-

* pna desse inipi-no, emancipar os paveado se.
i domiuiu, que senii*>e cousideravam romo um
jugo.
lord Palmerslou vnlendoqae esse jugo s pode
mauter-se por meio d* torca rospeitavuis, cusa
dn avulladaades)izas,'fl prerf que se ha Oe implo-
rar e couumler um auxilio estrangeiro. Que snnre-
dena nesse caso? I
NeslepouPi gabinj-lo d Londres nao deixa ao
gabinete de Vtenna illusa alguma sobre a opiuiiu
da Europa esobre a conducta da Inglaterra.
Giloremos lextualmeale o affioio :
Anda quando a guerra bouvesse de propagar-
so pete Europa toda pela torcida parlcipacao de
outraa potencias, toda ra nada nos leva a crer'que o
resultado final dnixc 3 Austria de pusse da algum
territorio lm das Alpies.
Alem diaso, a Austria devera considerar que
embora ostiressem diapostas as potencias suas I-
liadas e amigas a preslar-lhe auxilio se corresse
risco a sua existencia propria e legitima, ua Alle-
manha existe acercadas suas prelences a impuro
seu jugo aos Italianos um sciiliinent lio universal
da sua iiijiislica, que uoderia essa creieja dar lalvez
em resaltado o deiii-da com escasso auxilio noca-
so de catatar uina guerra como a de que acabo de
fallar. I
Nao 6 clara esta lioguagem ?
E possivel desnSletwar com mais franqueza a
Inglaterra e isolar rrtais completamente a Austria
.levantando entre lili e a Europa o itnlimenlo mu-
renal da injuttira dils suas preleiicesf
Lord Palmerston nem sequer adinille que em ca-
so de guerra a Austria possa cuntar com a Allema-
nha. Acaso o gobernador auslriarn ( diz ) esl
corte de que a sympathia da Allemanha acumpa-
nha-lo-ia nns seus esforcos para carregar mais o
peso do seu dominio sobre a naci italiana 1
Esta duvida nao fui' emitiida an de leve, e o emi-
nente estadista a motiva immedialameiile pur urna
i.i/.au lao poltica, lao evidente e lio juala, que po-
de considerar-so decisiva.
las a razio :
poderia fallar sem desmentir a sua historia e o seu
carcter.
F.m resumo, a queslao da Dalia nao pode dcixar
de ser, tanto para 0 goveruu ingle/, como para o
francez, um interesse nacional.
E urna qiiesli italiana, e nada mais. Nao po-
deria lornar-se franceza sem dcixar de ser europea;
porm conservando mesmo o seu carcter peculiar,
encontrara seguramente na Inglaterra as sympa-
tluas de urna naci liberal e de mu governo Ilustra-
do, porque para a Inglaterra corresponde aos ver-
dadeirns principios a que est ligado pnr una des-
sas allianeasque tem por base oscoslumes de um
povo, c que a sua cOHsciencia sanecioua.
111
Mostramos a poltica da Inglaterra, respectiva-
mente & Italia ; qual ser o interesse da Allemanha
nesta queslao 10 cso rollar da Austria, inleres-
sada em manter um estado de cousas favoravel ao
seu dominio. Trala-sc da Allemanha propriainenlu
dita.
o papa Pi IX dirigindn-ae ao mperador d'Aus-
tria no momento em que sustntala contra os Lom
bardos-Veneziauos una lucta duplamente dulorosa
para o patriotismo do principe Italiano e para o co-
rarlo do pontfice, defina os deveres c a misso
da Allemanha nesti-s termos : Temos conlianca
eui que a naco allemia, generosamente orgulhosa
de sua propria nacionalidade, nanromprometter a
sua honra em tentativas sanguinosascontra a naci
italiana, o antea a julgar iulenvssada em recnulii-
cera esla iiobremenle por irmia, ambas nossas (i-
Ihas, ambas charas ao uusso coraran, concordando
om habitar cada urna u seu territorio natural, onde
viv eriio honrada vida e abencoada do Seulior.
Assim lallavam a grande alma e sublime raciori-
no de Po IX. O espirito de concordia que inspira-
ra esle convite do pontifico elevava-se a um de-
signio poltico digno de um estadista.
0 imperador Napnleo I, n'um desses relances de
olhos que, laucava s raaos do alto do seu rochedo
para o mundo, liuha gcneralsado este pciisameulo
applicando-o a todas as uacoes :* l'm dos meus
pensamentos de maior vulto"liuha sido a aggloice-
raflao, a concenlrocao dos mesmos povos geogra-
pliicos, qup fnraiu dissolvidos ou relalludos pela
revoluciu e pela poltica : assim so rnntam na Eu-
ropa, posto que dispersos, mais de 30 milhes de
Francezes, 15 milhoes de ilesnanhocs, 15 milhes
de Italianos, ;tu milhes de Atlemaes. Oui/era eu
fazerde cada um destes poros um nico e mesmo
corpo de naci. Com tal comitiva seria bello aran-
es do Sania Helena, yuanlo aos Italianos, rti-
zia, a aggluiueraciu j eslava mu adianlada : fal-
la va-lhe s iuvelerar-se, e cada dia ia amadurecen-
dn a uuidade de principios e de legislaciu, a uui-
dade de pensar o de seulir que o Cimento mais
seguro e uifalliyel das das agglomeracoes humanas.
A reunan du Piemonle i Franca, e a de Pama, da
Tiiscana e de Roma, s as havia concebido com um
carcter transitorio, o ujh tinhan por objeeto se-
na vigiar garantir, e saaonar a educaco nacional
dos Italianos i
E nao se diga que esla idea tao generosa era na
eniisricnrin do glurioso proscripto a desculpa do
sen dominio perdido, porque realmente era a ins-
piraciu do sen genio poltico como bem o prora a
resposla oflicUI que den em 18t8 a M. Melzi, que
presidia a commissio encarrogada de Ihe olferecer
i cnri'ia de Dalia.
Essa resposla lanca o mais brilhante rain de luz
sobre esla quesui hislorica.
Nunca abandone! a idea, disse elle, de crear li-
vre e iudependeulea uaeioualidade italiana ; aceito
a corda, porm coiiserva-la-he smenle einquaulo
o exigirein 08 meus inleresses.
As caupanlias da revoluco e as conquistas do
imperio eram, por conseguale um meio vilenlo.
um recurso extremo de lula e de propaganda, mas
nao um syslema. Se imperador se apoderara da
Allemanha e da Dalia, era com o lim de prepra-
las para seren um da alternaos italianas.
A adversa fortuna surprohcmleu-o antes que se
podesse realisar este projecto de equilibrio euro-
peo, eo mais notavcl foi quealim de repell-lo pa-
ra a nutra parle du Itheno, e aquera dos Alpes, fui
inisler suscitar coulra elle o sentimento nacional
que elle compreheudia, e fazia entrar no seu vasto
plano como elemento da pacilicacao geral. A coal-
lisao conseguio reunir debaixo da sua baudeira a
Dalia e Allemanha, prometlcndo-lhes a sin inde-
pendencia,
A situacio da Franca em frente da Europa hnje
totalmente diversa. A revoluco trncela lerou a
cabo a sua tarefa nas constituices, nas leis e nos
costuuies, e a sua nilueiicia a fez sentir alm das
nossas fronleiras. o imperio, restabelecido depoi>
de mais de 30 anuos de lulas, oonquistou a allianra
de alguma.- das mais aatigas mnnarchias, a amsa-
de il.i ouIiis e o apreco,,i! a eslima de indas. Por-
lanlo,lao ha realo deque a nossa geracaoveja
de nnvii romperem guarras como as que ciislaram
tanto sanguee deram tanla gloria a nossos pas
Se a Franca que desoja a paz^sovase na dura
necessidade de declara! a gunrra^^Euaoaa devera,
sem dunda, cmroover -r. praiBoassu-i.ir-se,
pnrque nao se pnria em litigio a suciadei.....delicia.
A guerra, que felizmente nao p proravet, se uui dia
fnsse necesaaria, nao leria por objerlo mais do que
prevenir as revoiucoespor meio de satisfacis le-
gitimas dadas s necessidadjs dos povqs, e com a
pi uiccc.m e aranlia dos principios recoaherjdos
dos direiliis authenlicos da sua uaeioualidade.
0 imperador Napoleao I julgou dover'conquistar
as nacionalidades para emancipa-las, porm se o
seu succcssnr tiver um dia de as defender, ser
para emancipa-las sem as conquistar. Tamhcm po-
deriamosdizer i Italia o que di/.ia M, Thiers no dia
29 de Janeiro de 188 na tribuna, com tanta razao
como eloquencia ; Cammcltemos um erro quan-
do ha 50 ouos quizemos possuir a Haba, po-
'< rm esse erro era desculpavel, porque b possui-la
equivala a salva-la ; e o immenso imperio que
se esteudia desde Roma at Hamburgo nao foi
inais do quo nraa grande represalia do "celebre
a explosao da idea nacional. Do Vaticano deviam
parlir aa mesmo lempo o estimulo p o obstculo
reslauracao da iiaciunaldade da Italia. O papa ap-
poiava como soberano a causa da independencia, n
como chefe da igreja, censurava a guerra e negava-
sea rumper com a Austria. Cotlpcado enlioum du-
plo dever, via-se reduzido a sacrificar um ao ouiro
u sacrilicava necessariameule o dever poltico ao
espiritual : condemuarn, nao de pin IX, seno do
syslema; nio do homem senao da situacin, pnr
qiianln a situaran impoe an liomeiu a terrivel al-
lerualii a de sacrificar o principe ao pontfice ou o
puntillee ao prncipe.
Finalmente, exisle oulra difficuleade, que nao
menos grave, equecreou an papa a absoluta im-
possibildade em que se acha de formar nas ron-
amor inebriante
No Icrcutro acto sao as rodas de Olympia e de He-
lios : este ultimo ente despertar-se-lbe us remur-
sos, recorda-se de Lilia, (juer evitar a corle, os
prazeres, as grandezas, a ruina. Aquella o retem
SOb u encanto, e Feliciano llavidscmeou nesta par-
le tuda-as.suas parles. Emlim ella Ihe diz ; a li o
lliroiin, mi para lua noiva a morte. No palacio in-
do fesla penetra Lilia. Helios que cuida na amel-
en de olympia, repelle-a e renega-a. O lerceim
acto lalvez um punco fraco, mas as bellezas do
ultimo sao palpitantes !
1, a hura de ineia imito se passa. Pedro e Miguel
alcaui um grito de alegra ; porm a vozlc QleiUen-l
lina respondo a islo, ella era pobre menina, e
proiupla a morrer com son marido; tonta a pedir-
me um lugar em sua casa, um quinhio da sua pu-
lire/a c du seu amor.
O quinto acto se passa na'pobre habitarn de Po-
dro Cnanbord, Mad. Remier, restituida rompa de-
baivo de um nomo supposto o privilegio du seu geu-
ro mediante o premio de. 800 mil francos, que ilo-
vein dourar esle tecto esclarecido j com Lana feli-
cidade, e casa-sc com O marque/.
C. -V.
V
car para a pnslcridade e com a benco dos seculos. I conrelo de Plnitz. Esse lempo j passou
Julgava-me digno desta gloria. | mister que altaba saha que a Franca desoja
Oual i a nacao que tem maior interesse respecti- rola independente, livre c feliz.
vamente s nacionalidades do que a Allemanha?
E com rezio ciosa da sna nacionalidade. Desde 1815
3ue leude cada vez mais a reconstruir a sua unida-
o, e estamos vendo o ardor com que reclama da
Dinamarca os ducados de Holstein e de Schleswig.
Vamos por partes : a nacionalidade allemo lem no
sen amago urna causa de enfraquecimento, urna al-
teraraados sous diroitos o principios, o elemento
esir.nigeiro que a desfigura, juntando no grande cor-
po germano nm relalho da uaeioualidade italiana
Por isso u in dos Ilustres homens do Piemonte, o
marque/, de Azcglin, tinha muila razio quando for-
mulen esla censura :u A Allemanha esgrime pa-
ra obler a sua independencia econslituir-se em na-
cionalidade, e ao mesmo lempo arrenielle contra a
Italia dispulando-lhe us direilos que para si recla-
ma. ?Elfeclivanienle cuma incousenuencia, coa-
lla em Franca e na Europa homens de muito boa
fe, que perguntam se realmente existe urna queslao
italiana. corto qne essa queslao nao se, suscilou
nesles ltimos lempos por meio da guerra civil ou
estr.uigeira. mas deveremos diss iuferir que ella
niu existe 1 Nao essa a nossa opiuiao.
A queslao italiana subsiste pelas inquielacocs
que est causando Europa, e pela falsa posicao
em que todos as governos da Pinunsula se acharo
mais ou menos invehidos sb o imperio de causas
una commiins e diversas.
Vnalisenius n'um rpido Imsquejo estas causas
para que a upiniio publica da Europa reja se
possivel que continu o actual esteno das cousas
na Italia, c se nio fra mais prudente e acertado
dices acluaes um exercito italiano. Haldadas tem
sido todas as tentativas feilas para esse lim
Em resumo, existen!, pelo que diz re,
Roma, tres dilliculdades considerareis que corres-'
pondera a Ires neressidades urgentes que s :
1,u Ctuiciliar rgimen da igreja com um rgi-
men legal e regular mis oslados rumanos :
i." Dcixar o papa independente das quesloes de
narinnalidade, de guerra, de aruiamenlu, e de de-
fensa interiore exterior.
3." Constituir um exercito indgena e snbstiluir
nnssa orcupacao a proleccio de una for-.a italia-
na formal s ellicaz.
Tripla exigencia que nimio importa satisfa/.er,
sub pena de nina perlurbacio mentare! e lalvez
prxima, n interesse da Italia, da religian e de l-
dos us estados catholicos.
VII
O Piemonle cresceu sobremodo em importancia
e gloria, e conquisten um logar nos couselhos da
Europa, e uui papel nns destinos da Italia. Mas pa-
ra cimentar o sen poder iuleramenle moderno, e
garantir a sua seguraiua interior e evlerioriucnlc,
seu goveruo teve de salisfaxer a dous inleresses
que solfrem : o interesse nacional e religioso.
Xida italiana desde 1817 o movel e a razio
de tudus os arlos da polilica piemouleza, a paixao
do re Vctor Manuel e a baudeira do governo pre-
sidido pelo conde Cavour.
Porm como esla idea produzio ludo o que nas
acluaes circumstaucias Ihe era pcrmillido sob o
ponto de vista dos feitos militares, dos preparati-
vos de armamento, dos sistemas de defensa e das
mauifeslacoes polticas contra a Austria, nio pe-
der ai anear mais uesteca mi nho sem encontrar a
guerra.
Todava, o Piemonle nao pode permanecer sem
correr grave risco no ponto a que cliegou, nem de
suppur que lomasse em vio a iniciativa de um
mollinelo italiano para em seguida retroceder.
Necessila indUpensavelmeiite de adiar o meio
de salisfaxer as esperancas que excitou, sob pena
de perder toda a sua inllueneia na Dalia, e de ser
sobrepujado pelas paixoes que a sua actual popu-
laridade anda contera.
Dissemos que no Piemonle eslavain soffrendo
grave daimio os iuleressos religiosos e nacionaes ;
lurua-se, purtauto, pomiuitog motivos, urgente que
n'um paiz ralhhliro se n.io prolongue por mais lem-
po una srisio rom acorte de Roma que o um es-
timulo para as paixes revoloconarias, um motiva
de tristeza e um embaraco para as ronsciencias, e
um verdadero perigo para o governo.
0 clero pieinonlez nao odeia o governo repre-
sentalivu. Em 1848e 1KI7 apoiava quasi uuauime-
uiente o movimenlo liberal que dirigam o ronde
Ralbo e o abbade lioberli e muduu a sua altitudc
quando a le sobre o matrimonio civil e a das festas
ecclesiaslicas nriginaram una scisan com Roma.
Nio nos compete discutir estas leis, e nicamente
diremos que todas as pessoas illustradas do Pie-
monte deplorara este estado de cousas e desejam
quanto antes o sen termo. Temos demasiada con-
lianca na elevada inlelligeucia do primciro minis-
tro do rei de Sardenha para nao estarmos conven-
cidos de que nao a sua ventado o obstculo que
seoppe a urna rcconciliacao tao desejada, e bem
o prora a sua declaracio ua ultima legislatura
acerca da alienacio dos heos do clero que enrgi-
camente coinbateu levado, segundo disse, por mo-
tivos ou mais transcedente polilica.
mister porm nao crear illuses : esta rccon-
ciliacao nao fcil. Ha compromissos e amor pro-
Srio ofiendido, e mu diflicil ser o sabir desle cou-
icto sem a prolecro de algum grande acto que
podesse reconciliar os inleresses nacionaes com os
internases religiosos.
'Coiitimar-e-Ao/1.
Lilleralura.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERNAMBUCO
Paris, 7 le abril de i sr.:,
lleviila Iliteraria.
E noile, a calaslroplie est prxima, j lem jun-
eadu os arredores de cadveres ; mas a noiva anda
nao tem alcaucado o palacio de Olympia. Nesle
momento supremo Helios e Lilia se enconirain, elle
se arrpense ella ponina, e ambos cantam em um
, lom apaxooado o amor na patria celeste cujas por-
3 lasa morte abre aos ebrislios ; depois desle duelo
o Vezuvo cunlinua a sna destruicin.
Toda a obra mili bella, e esla maravilliusa au-
lithese da austerdade chnslia c do esplendor pa-
ga lem sub pensameulo de Feliciano David pro-
duzdu elfeilns maravilhosos.
Iloger. Mad. I.aubirs, Mad. Itorghi Mamn, nl.ir-
prelaram u grande maestro, como ns grandes artis-
tas, partilharam o Iriumpbo.
Mademoiselle Emma l.ivry anda a deliciosa
Spliide ; e quaulo mize ea sesaa parece que uun
Cl su fez nada na opera mais magnice.
Os espectadoras Bearam desluuibrados pelo es-
plendor dos Irajes, das armas amigas ; varias das
deeoraeoea sao maravilhas.
Passaremos desta peca para urna partitura de M.
Haaa, a Tuda Carnbuc urna obra phaulaslii a, que
encerra lindas cousas, e que ful bem succedida, pa-
ra chegar a urna grande e bella musa, u fausto de
Ch. uouuod ; anda una fada, mas a fada que
acallen lim um povo inteiro, urna leuda que se per-
de nos scalos passados, e que he eternamente
nova.
A parlilura de M. Gouooa se faz.escutar do prin-
cipio at u lim com interesse e muila vezes cono
admiracao. Se um maestro nao igualnu em todas
as occasies o poeta alientan, se nao derribou em
qualqucr reconlro um monstro sublime, com o qual
elle oiisavalular arca i arca ; como e possivel fa-
zer-se-lhe una censura .'
Muzart collaborando com W'eber c Rossiui, nao
sena de mais urna semelhaiile trindade de genios
para fazer cantar o co, aterra e o inferno, que Goe-
Ihe manobra com persouagem ordiunro uo inliiiilu
da criaro
Hi.qiuis de urna inirodiirco inslrumeulal de um
triste delirio o panno do tbcalro se levanta subre
a nova obra. Fausto Irahido pelu estado vai levar
aos labios a laca envenenada d suiridi. Alguu-
ahleies passam pur debaivo da janclta e as snas
rozos qne cantara ama caucan campestre enlrain
coi urna brisa vivificadora ua alcova denotada .
Faiislo presta ouvidos a eslcsclins do campo e o
vioe.iii Ihe cabo das milis : Mepllislophetes appa-
rece n'um ranipu, e eis que Faualu se alegra. A
apliarico da luura Margarida tem o seu enraiilo.
Tal o prulugu, Ires euros ; uui coro de snldadns,
uui cor de vellios, mu curo de uiulharcs e de ra-
parigas se reiiiirm em urna lula esplendida. Ha
um quadru de nina aniuiaco e de nina cor admi-
rareis. Por meio de semelhante pagina se reeunhe-
ce o mostr,
Depois da conjuraran do espirito maligno, Marga-
rida alravessa afestacomurn livro na mo, Fausto
dirige-lhe alguns galanteius, c as primeiras phrases,
que trocan] os dous amantes, motivara osbarpejos
mais suaves e mais delicados dos rebecas na or-
cheslra ; a voz de Margarida (madarae Miulanj
fresca c pura como una manliia de primavera, al-
tama como um raio do co as gracas da Kermesse ;
depois ao passo que a virgem enlra ua igreja, aquel-
las que sao menos urgentes lanram-se nos bracos
dus mancebos o walsam aosom'de urna harmona
embriagadora, cantada por uus, dansada por un-
iros, e applaudida por toda a sala.
No jardini de Margarida apparece Fausto, canta
urna aria deliciosa de um movimenlo lento, de um
colorido snave, de um occenlo profundo ; depois
Margarida canta a canco do rei de Tuteo, escripia
n'um tom de canto Aio que Ihe di um trnete
golhiro ; ella observa a caixiuha cheia de perolas-
que o tentador deposilou sobre o poal da sua mo-
desta habitaco, separa-se com certa garridire.
Marti,a sohrevm, porm Mephistopheles se encar-
rilar dedeslrui-la, c temos um mu nolavel quar-
teto ; Margarida despede Kauslo o na sua janella
ella exhala um canto cheo de aspirarlo,
O arlo seguinto se abre pelo romance de Marga-
rida abandonada, que sabe da rolla de seu irmio
Valenlim. Elle chega com os seus irmos d'armas
cantando nina marcha do maior effeito. Margarida
I.itterutura de un i nova pitilusi>phiu
Em nosso mundo musical, desla vez muilas pro- I nao vem abracar o irmo que se admira e se tn-
measaa se realisarant, e temos una rerdadeira CV-'quieta... julga que ve Fausto o Mephistopheles de-
lima nova philosophia, pelo menos para a
irania se aprsenla ha ja algum lempn.
Por una parle, urna vulla ao dcimo oilarn an-
ala, por oulra, urna uiporlacao da philosophia
alleinia de llegel.
N.io pretendemos exp-la longameule e refuta-la
pur parles ; rnnlrnlar nm hnmni com delerminar-
Ihe o carcter geral desla ve.; proporemos algu-
nias rellexes tambera geraes sobre a doulrida
e sobre o estado em quo ella uucontra a razio pu-
blica eaanliga philosophia franceza.
Esla philosophia se distingue do panlheism c d
aiheisiuo primitivo. Era quanto o paulheismn sn
a,limite unisere destroe ludo quaulo csUimos habi-
tuados a recouhecer por seres individuaes ; em
qu.mo ao ailiei-nin dos alonislas, com a sua abara
de aloraos iodilfereiiles, que se erabaracam no
vacuo, nega o infinito, a alma e a liberdade, essa
pliiln-nplua adinille um infinito do seres, que, por
una iiuva que Ibes piopria. tendera a desenvol-
ver-se, e, uesse dosonvolmilenio, caiuiuham para
a perfeicao ; assim ella pode conservar a per-una-
lidade, a liberdade, c alma espiritual e unmorlal, o
dever como o ideal da actividade, o urna ida de
iuliuilo noniiniein c de perfeicao no lim.
A que classe se deve levar essa doutrina. Nao f-
cil dize-lo; os homens crem em Dos, outros nao, us
primeiros sao os ibeisi.is, os segundos os alheislas ;
mas entre os theislas nns lem o espirito e o corarn
religioso, outros lem o espirito llieisla e o coracao
alhou ; entre os alheus, uns tem o espirito c o co-
racao alhru, nutres lem o espirito atheu e o cora-
cao religioso. O atheu perfeilo aquelle quo nao
lem idea mais uem cuida de oulra cousa quedo in-
finito ; o hornera religioso perfeilo o que i visla
de qualqucr cousa, se eleva ao infinito e ahi se cn-
leva.
Mas quanto diflicil ser-se consequenle com sigo
mesmo! Aquelle que nega obstinadamente o infinito
niu pode pensar nclle sem so sentir abalado, per-
de-se uas barreiras que se Ihe iinpOem ; ao passo
que o seu espirito se segura ao solo, seu corceo
rurva-se ; arrebatado pur alguma cousa de grande
que passa, pela belleza,"polo genio, pelo herosmo,
pela torea mysteriosa que sem jamis esgotar-se
pruduz Indos os pheiinuienos du mundo, provoca'o
germen sob a tena, Iroveja no ce, eleva as puleu-
cias u as insulta, /.uiiiba na vida e na morte. I.u-
creci represenla-se alheisla Di/.-se religioso s
poique ere em Des, porque na pde deixar de
crer, nao se inquieta com oulra cousa, ou se acaso
prosa ew todos s peusamenlos e acroes que Uie
allribue, o rebaixa, la/, delle um Dens de lliealro. O
que evidente ua nova doutrina, que ella nio ad-
inille um leos pessoal, o que tambera claro,
3ue os espilos que apropera por sua f indin-
ado e perfeicao, pelo sentimento que lem do pro-
gresso, ua nd'a e na natureza e no peusamouto po-
jen* ser contados cutre os mais religiosos desle
lempo.
Os homens sao acoberlados por sua sinceridadu:
leein direilo ao nosso respeito, o resto corre por con-
ta delles.
Olanlo a doutrina, ella nosperlcnce. Examina-
la-liemus em si mesma ; por ora estamos maravi-
Ihados da tctica que ella emprega : comprehen-
dendo onde val paral, previne-se anleriormenle
declina dos jui/.os do seuso commum, do sentimen-
to e al algumas vezes da ortica.
Em primeira lugar o sonso commum. Todos se
recordara com prazer seus despresos, e esperam que
dora ser mais uifallivel no futuro do que no passa-
do. Esse man querer natural: quaudo se lenta in
grandes aventuras nao agrada presencar-se nina
vigilancia ciosa, um censor que nos chama or-
dem ; mas natural tambera que aquellos que se
ariasla relliciam um pouco quando suspeilam fie
se pretende leva-Ios longe. Eu sei bem que osen-
so commum* anda na bocea de lodos, que lodos n-
ocain-o a proposito de ludo quanto lia contra os
outros, e que por essa razao haveriam lanas varie-
dades do senso commum quantos paizes, qnanlos
individuos c quanlas pocas ; mas o verdadero sen-
so rummiim nada lem que ver rm essas conside-
ran"-', o erm nao se, daqiiellos que o fazera
prniiriar-se em rousas que nada Ihe importara :
elle seproanncU sobre astroaomia, a phystcae a
aquellos que sao ousados, pcrmlssi do sentios li-
midos,
lina oulra prelenro da philosophia nova que o
sentimento nada tem com a verdado, c que couse-
giiiulemenle Indas as suas preleuces sao iauleis.
Parece-mc que os nossos plilosophostaxem aqu
como os operadoros que, antes de conrecarein
seu Irabalho, tornara iuseusiveis os pacientes para
imped-tea de gritar.
Em priineiru lugar ha una especie de scnliiuen-
los iuleramenle dislinrlos da inlelligeucia, como
o senlinieiitu inalernn ; dir-se-lia que ronlra esse- li
raciocinio nao pode prevalecer; em ia Inda a l-
gica aruiar-se-hia centra ellos, de baldeos princi-
pios que s atacassem parceeram os mais solidos e
as coiisequencias as mais rigornsps, aenhum sysle-
ma suslem-se contra esse simples morimcnlo do
eulranhas.
Eu bem sei que existe una oulra sorle de senll-
menlos, e estes si'guem um arlo de intelligencia
tal scnlimcnl moral, o seulimenl d bello, o
seiitiineiil religioso, que se pruduzem em nos,
qiiamln eniilii'reinus lipul, o bello, e o iuliuilo ;
pdas di/er que ellos sao o contrapeso da razao.
Aqui parece que us avalentas podom mais e que se
chegassem convencer d'erro essas ideas da ra/.iu,
ciiuveiiceriam por isso mesmo de erro esses seul-
mcnlos da sensibilidade.
A palavra liidoousiiii.
Eis aqui aiguns pbilosophos orgiilhosos de hare-
rom vencido alguns di'ssi-s prejuizns, mais anda
quaudo se jacteni diss, alguma cousa ha iipIIps
que sirva de proles! : aqnelte ipie nega rrp
senie-se mover, o que nega a pecsonaldade e a li-
bonlailu humana seule a sua turra, que senhur
de si, o que nesa a ordem dn mundo seule a har-
mona delle, o que'nega o hora, o bello, a perfeiro,
roi!imvc-se qii.-iud os eilconlra.
l'.-*s poderosos morintentos da natureza que a
rellev.iii nan lem creado; e quftlin pnuro intenta
destruir, n que se rhamao sentimento : idea ou
eiuncin, urdiiiarinmunlo os dous junios, iiiliiua-
uicnle unidos, urcullus noque ha de mais profun-
de em nnsso ser, onde obra sem nossa voulade,
corto em nosso corpo os iparellios da vida drga-
uica, pelos o.uaes u sangue circula e aspira, sahindo
guias vezes d'essiis profinilidades por golpes
brujanlos, ou para confundir os syslcmas dos ttuo-
lngus e dos pbilosophos, ou prra lembrar aos ho-
mens o que etles sao : piedadi; repentina nos al-
gozes, abalo ao hroe que dirige-se an perigo, sau-
dade da liberdade que se perMe. rasgo de patriolis-
iiio, tremor de admirarao, tristezas dos santos na
^vida anglica, sonhos religiosos na vida mundana
ta rrrdade, seria por de mais commodu dogmali-
sar, ,e governar-se, ou govemar 03 outros se se nao
podesse contar com o sentimento, mas nao ha meio
de cnnsegui-ln sem elle, e issoio que conslilue a
diHicuhlade de philosophar e de gorernar, e tam-
bera a difficuldade de viver
Isso acontece eom os nosses pbilosophos, *os
quaes por philosophareiu mais a seu gusto decla-
rara qne a esperularso nada lem que questionar
com a pralica. Fallemos eterametile.
Alguem acredita que stima doutrina abolisse a
carleta, nao Be dira que ella materia a vida intel-
leclual i que se abolisse a liberdade, a disMncrn
do b-ni o d mal, a immortalidade, nao a aceusa-
riam de matar a aclirdade moral '!
A pralica lem por tonto alguma aulordade so-
bre a especulaco para chama-la-ao verdadero
c.iiniiili. Dis-.iv lalvez alguem onclua que si' a
esperulaciii abule o Dos pessoal, r que se a prali-
ca a reclama, a raperuracin faz nuil. aqu que
so observa una queslao de vida, oii de morte. S
se enuncia tima verdade de fcil comprehenrio :
que,i liomem um ; que se a sui iuielligoiina p
sna liberdade obrassera i parte.ellelseria o duplo;
que se sua inlelligeucia e liberdade caminhassem
piu sentido contrario, o nouiem sena um monstro.
porque iine-aa nessas alturas a expeculacao i
pralica, que sumos daquellcs que cojlocam Dos na
siiciedade du mesinn modo que os ailtigos punhaiii
lal Heos em seus campos como um ekpaiilalho.
i.mitra a uova uhosupia appeilanus para sen-
so commum, para o sentimento o pana a pralica.
Agora una palavra sobre a propria doutrina. Se
acasjo om um syslema qualquer a siiuplicidade fr
ludo, esto ser o systfema perfeilo. mas alm da
>implicidadc, neeessario a verdade. Ora aqui abun-
dara as duridas, nao direi as pnncipacs. Eis-aqui
urna deltas.
Sem demorarmo-nos por mtnlo lempo nas con-
sideraros sobre o iuliuilo. onde a iutelligcucia to
fcilmente se perturba, isso por ventura a verda-
deira uuidade, o infinito real,essa tolalidade dse- '
res existentes, c a legitima perfeicao, esse incessau-
tn movimenlo pan a perfeiro? Quantos philoso-
phos diro : o que se computa nio nem o finito,
nem o infinito, o que se iperfeicoa, nio perfeilo.
Deixemos porm essas alturas onde diUicilmeiile so
sustenta o homem.
_ Urna oulra objecro se aprsenla, a elha objer-
can que a ra/.io commum oppc elernaiuenle .i sci-
encia ousada: d'oudn provin a harmona do mun-
do? Nio me occiipare dos astros: esU-s lem tiln
le que os goverua, creados ou nao, mister que
baja um principio que n- reja, e essa le pruduz a
variedade dos ntovinieiitOS que se nperam. Mas us
seres orgauisadns, ns vegel.ves, us animaps, ser
m.'iravlhnso do homem! corpo du hiimeiu. essa
machina de mil rodas, que respira, digere, circula,
ahsorvp, conserva-se e reproduz-se; esse appare-
lluide mil alavancos, ossos, humores, inembranas,
qnn-an mve, seule, ouve ove, servo deuinrspiri
lo intellignnle c activo; um mundo feui para elle,
e rile para o rauudo, um solo para os sous ps, a
luz para os olhos, oar para o seu saugue, para seus
denles, largse agorados, as horras e acame ; nos
uniros seres existenles milhes d'oulros problemas
com outros tantos dados: por toda a parto quer nos
animaos e quer mis homens, um iustinclo ignoran-
te, impetuoso e infallvel.
Tudo isso nao nem pode ser clfelo do acaso,
nem deum pciisamcnto ceg, nem d'nin principio
physico a quo se desse o nome de harmnico, capaz
de concertar tao altos designios. Debaldo se dir
que ludo isso obra da iiitclligencia. Eu oconfesso
humildemente lenho ensaiado e lodo o hornera, pe-
lo simples faci de se-lo ha de ler sem duvida pro-
curado explicar o mundo para si mesmo ; e um so
raciocinio, alias bem vulgar me lem sempre ven-
cido. Sem duvida para os seres que nao pensara e
que s obrara no teqipo, urna lerrivel dihtculdadc
conceller o pensameulo u a aclividado eternas, em
si, nu formando o mundo.
Mes emlim, se eu nao vejo claramente esse modo
de existencia divina, vejo comiedo que. o mundo es-
la organisado, eque jamis essa ordem poderia ler
partido delle. D'um lado a obscuridade d'oulro
a evidencia, coulra a qual nada podo prevalecer.
Eis urna ultima observarn. Abstrahind o dos
pessoal li'ra-se urna grande docura alma a que ne-
nhum ser, mais pereiln lem quo seja digno de adn-
r.ic.iu. arab,i-se uiu,a grande turca d'alma, arruma-
se a vida latinan.
Se Dos o lieos do liumem, se o homem lera a
ra/iue o corara, porque raiao Dos nao seria o
Dos da razio edo coracao humanoo Dcos dopen-
: /'i
"


2
-


smente e da vida Admiro o rigor de nos dou-
li na, mas lia Iros cousas que so nao encontrara ahi :
n fraque/o, a dor, o amor. Nosso troquela se for-
tifico a|iru\im.iiulo-so de um ser porfi-ito pelo elan
d una alma que eonlcniplo a que adora, ns nossos
solfrimenlns imuiercrdns su a falaliilade quem
103 rere sem oomnensorio, ipianln 00 amor, ondo
ludo qoauto e do iiomcDi se concentra, se absorvo
se perdee desalia a morle.
Sob todas as siias formas e principalmente sob as
formas sagradas da familia, onde o mu pudor fei-
lo de todos os poderes do mando, a paizo o son-
gue.odever; quanlo ao amor, digo en, elle tea
sua lgica contra anossa : sadmilte um accidente
physico, una vea, ou um aorvo que so rooipa po-
do anmquillaressa sociedad* que tem formado, a
dispersar os elementes dol* no HDacopara esqoe-
cor-se e dcsconhercr-se para sempre.
V nova philosopMa he prtanlo una philosophia
da razao, pnrin nao urna philosophia humana !
cun u ser aquella quo mu dia for descoberla 011!
queja pnssuuaos.
(.loando se observa quaes as doutrioas do nossos
das que niais lom despertado aoiicncio o obrado
inais fnrtuuieulo sobre o inlcllgcucia publica, en-
enntra-so, incinticstavelmoiiie nu movimeulo Mr
l'rnudhou, e na reacio Mr. Vouillot. Una grande
ouloridade, o padre Ventura, ve n'esses moiimon-
los ape/ar do sua apparenciade puerilid.-do um dos ,
noinros tactos de nosso secuto, luso, he al-iima
cousa mais do quo niaravillmsas liri.es dizolle
Disso resulla a jiislincoen do evangolho o da f li
1 -nnrtemnarao dellnlliva de um racionalismo venci-
do pelos tactos, o por consequonria a gloriflcae,,,,
prxima do todo u passado da verdodeira igreia e
ato da media idade lo calumniada, tan disf.ir.-Bda e ,
tan gratuitamente dotado de tantas Irevas Os'ocon-
looimoiilos polticos dos ltimos lempos so haviam !
encarregodo do justillca-lo, e cisque (actos de urna
notureza oteiramonte cslraaha apresentam-so vin- :
Riiiido-a de urnacrednlidade supersticiosa. (Carta de
m. tudes de Husillo.) Durante u,dn eme lempo as
appaneues divinas se multiplicaran! e por caso modo
" viver ro todo de maravilhas. Logo que aiinilccu
os pliantasmas chegam. yuantoaos acontecinientos
para so dizer aviles una palavra olios foram a
uxuKacao de urna nova conscicncia humano, monos
nmoralae talvez menos providencial.
Para U. SI. l'rmidhon c Veuillot; nao he bastan-'
le dizer punco, fallemos d'elles tomado
Ka nao procuro distinguir o que ha ero II. Promi-
lnni de natural o de artificial 0 que elle po?. do soa
rcpiilocao ao servico de suas ideas, e de suas ideas
;'" ****f uo sua reputacao. Dos o sal* c 11 I
1 roudhon o ignora, forcou a sua voz e a dos-iros- '
tuniou do tom natural, embriagado da lgica alloma
jognu com todas as ideas laniando-as ao ar o lo- i
mondo-as1 de novo para lanoa-las segunda vez ar- '
rodando da admirai-o universal lieos e a soci'eda-
de, appareceredesapparecer as cousas em urna fan-
las magora donde so sali seui se sabor onde se'
esto, otlearabnu romo acabam algumas rezos as'
potencias, pela infaluacao.
r.nho muido dizor mal doM. Veuillot oque he
nina njuslieo. SnppUUdu qU0 elle nio existise o
que seamos nos t
Quando nao lia de que se possa fallar, de quem
quesea que so fallo sean de Mr. Veuillot"'
No da eui que U. Veuillot deisar de existir a
I ranea robrir-sc-ha de luto.
Voltaire escrevia, quo sen medico Ihe havia re-
eeitado o correr todas as maullas por esparo de
urna, ou duas horas e lodos sabem que esse 'exer- '
iian o fez ivor al a idade de 81 anuos. Somos ti- '
iho.te Vollairee rorremos o Veuillot e esse cr-
etino terna-no* vfda alegre, basta para Constituir
nosaa feheidade n'cste mundo e nos sai contado
no nutro.
Uual tem sido a misso de Jf. Vcuillol ? Vio-se
asa hornera cthprehender o ousndo cargo de des-
habituar os homem da razio, ataca-la em si mesma
II eui suas idOas, romhator com mesquihharios .1
liberdade poblica, a liberdade da conscioncia, a sc-
para< ao da ordetu civcl e da ofdom religiosa por
- ineio d'esscs paradoxos de bom gosto, tornar ludo
o num inspido para o loitor excitado.
M. Veuillot devora perianto oceupar esse hi"nr
importante na historia dos nossos tempds. NoV
ludo.
\ irnos n.ister om nossos das um novo eslvlo des-
ouliecido as lelras do que se chama cm francez
novo o ercintmcHl.
I'aroco quo esso oxercicio tem um grande encanto.
^ao podeudo comu Heos, fazer do nada algunia
cousa, faz-se de uada .urna cousa qualuuer, depois
odas as amarguras, odios, coleras e todo o veneno
qiro ha as enlranhas, segiisla mi isso. Yosla
airan do laucar um mimigo em Ierra, e de o niacnar
a nao mais poder, ha Tolupluosidades que fazem
"remer um tanto quando esse ininiigo o o
iiumip de Dos e dos homens, um revolucionario
de w ou um philosopho.
Depois uando mais tarde alguem referir a ha-
rona Ue iniciara dir-se-ha que lal creaoao ucrlence
a esse jornal intitulado o L'nirtrto religio?o que o
redaoi,,r dosso jornal linha esso bello talento que
llresela no lempo do imperio no meado .do secute
lia entre elle o.\l. Proudhon grandes relacues a
niateni de um paralello Plutarco. Ambos'lom o
Papua, cnlhusiasta ; e rjolento ; esli cima do
sonso rommum e da cjrilidade como Cesar cima
da gramtica ; M. I'roudbon M. Veuillot tocado
pearevolucaoe M. Veuillot Mr. Prondlmn locado
peta giaca a prnvideacia que vela pelo equilibrio
do mundo quo nao quiz que tstivesaem ambos do
misino lado.
Tratundo as inllucncias dominantes destes ulli-
inos annos eremos nada ler inventado uem aug-
uieolado.
Itepoia disso que figura, qnerefs sise facam 03
piiiloMpiuiscapiriiualisUi? Kllesnaotem milngres,
uem espirilos nem mediumo, lem como oulrora
-om os .sous proprjos oliios, so sabem do dassado
aquillo que Ih'es transmiti a historia ; e se resns-
MUm ubi secute lio pela cnidicao e intelligencia,
sem evocaren) ag menores sombras dos personagens
do lempo ; qanlo ao oliiro elles o ignoram abso-
lulaineii e a especulacio industrial jamis poderla
tirar d elle a mais pequea luz, nao chaman a niul-
iiduo pela audacia dasailirmaroe e das patevras ;
lizem o quesnUeni em linguagem discreta o os-
candalo Ibes desagrada, quando acontece duvida-
reni de alguma cousa clinmam-os orgulliusos, o
quando dnehdem as ideas do senso commum eha-
inain-os absurdos, quando resignados, enlileirom-
so para deiiarem pnssar o mundo novo que enreda
os homciiscoapeincipios, mostram-se pouco in-
lolligenU-s, mas resignam-se ainda. K misier nao
illudir-sii : a philosophia espiritualista passnu ao
estado dn honrosa curiosidade, ha de tiguror nos
muzeos orno oulras tantas ruinas das idades pri-
mitivas com os tribunos o etsas venerareis machi-
nas dos goveruos parlamentares que fazem rir nossa
iMlisacao, militas vezes tm-se-nos repetido que
oslamos morios e que acabaremos por irer. Con-
lesso que eesa conduiao n-niseus cncanlosj quan-
do o hoi.iem morre ualundmeute deia de ser olor-
iiioiiladu pelas paixis acabar-se o iuleresse pelas
consas dosle mundo-, e so slguma vez o hornero dc-
sejou gorerna-lo vendo o que tornou-se, consn-
la-sc.
Nao clijomos que se a plilnsopliin espiritualista
Irancnia dere um dia reapnarocer, ella reapparc-
enr* absolutamente lal qual existi, se quer ins-
pirar mu seculo e tomn o lugor que Ihe devido,
conven que seiba sob que condiu oes pode ler lu-
gar isso.
Nascida sob a proteccao dn Sarbona, educada
por dous hispos e pelos mongos Be Porto Beal. a-
presenloli-se mais tarde negahdu u quanlo se Ihe
havia ensinado para pro.ar qhe'era livre, e II-
iKiimenie cahio do alto dessas aventuras na sabe-
dona em que .1 vimos.
Sob esse til ulopermitilo-te-lhe enslnar a moci-
dade, e cssa elevada funcr-o ella satisfez plena
mente; satisfcita porm de reinar as escolas es-
queceu o publico, que por sua vez Ungi esque-
< -la tambero. Toroou inters* pelos sonhos en-
genhosOs desse escriptor ano a elevou ao co, con-
sontioque um mancebo de talento tratasse a nhi-
l..sophia como elle trsteu os primeiros philosophos
do dcimo nono secuto, pouco mais ou menos, sera
1 -onvenecr-se do svrtibolo da doutrina. segu cora
praaer esse raro espirito, que fez passar todos as
crenras por sua crilira, rompromeltedora e uusada
hogoii at a escutar a philosophia selvagem e so-
phislica dofs hniucm que se ve agora cabido, na
adiiraro do si mosmo, ser lalvcz mais tarde cap-
tivo dessa vasta philosopHia do. Hcgel a qual um
dos mais celebres pensadores deste lempa iutrodu-
zio em sua methaphisica.
Praza .1 lieos que a nosso philosophia cuido tam-
bom de fizor-so escolar, e de fazer durar, a reao'o
inevitvel que se ha de decidir emscu favor. Alni
das verdades do sensocoinuium e do espirilualignio
racionalista echrislo, lia questoes uasquaeg o cu-
liosiHade humana se obstina ; desse numero sio o
doslino futuro, as relaoes do oorpocom alma, e
lo mundo com Dcos. Ser bom tratar destes pro-
hlcmas, reanimar a pliilosophia que eolaoguece,
por ora s se trata de augmentar sua (or una.
Nao lne aconselliaremo.' que mude sua anligo
forma, querendo procurar renovnr-se.
I 111 esciiplor moderno que fez eacellenles con-
sas, e que superiora Indo quantnfez, tenlouisso.
Uuobrou o discurso no interrompido, enibellazou o
tom severo ; Mr. PcUo e Mr. Paulo reaolvem. as
mais terriveis dimeuldades caro o ar mais simples,
orgucni com_ as ponas dos dedos o peso das mais
fortes quesillos : toda a methaphisica petisco dos
dous espirituosos.
Ku fiouei encantado, porm nao sei quantos pa-
ginas d urna vivacidade encantadora, mas elevada
a uma outra escala llanto custa i'squccer-se as pri-
nieiras imprsssoe \\ no mete dos caprichos desta
discussao lio reubida, laslimava o Uisciusu do me-
1 lido, a amplldio da composirao, a gravidade, a
dignidade, a luodorario conrCnieiite dos grandes
objeclos do quo trata, essa grande luz que so ca-
lende aos extensos horisontes, todas essas qualida-
des exlernas que ferem e aihorlero o leitor.de ina-
neira que. se nio lira disso a verdade pete menos
aprende a respeiiar a sciencia. O toln desembara-
le 'liidir
Diario de PernambucoQuarta feira 11 deMaiodelS59.
luida? fcu.pensara que a I'ranea era um destes
paizes onde com bem pouca .icilidade pode-se
soltar as mius A iiielaphisica iiii[iuneroeiile. Entre
os Allemaes nada lia mais innocente do que um
systema molliaphisiro : cases homens tem asim-
plo/a depilrom em pralica aquillo em que aorodi-
i.iro, |Mao sabir dn .itilijecliro o do objeclicu tongas
tempestades mas nos nao somos por forma alguuia
allemas. Aqui o peii-.mienlo uma cousa ea pra-
tica outra, cada qual, logo que hascc collocado
no seio d'uma religoo, na qual ha de iicar, ensi-
nam-lhe dos dez aos doze anuos, ha nesse periodo
uro momento de vivo ardor, mas dentro cm pouco
elle conhece quesea f ooecupa inleiramente ella
nao guarda no mondo o mesmo lugar ; mis persis-
ten) c, ochando que o mundo quo faz mal, prope-
e a corrigi-te ; o grande numero muda, loma um
partido geral Ubre o queslo das rcvdacoea, dos
roilagrcs o dos myslerios, limita-so a uro modo de
religiao natural, vago onde arranja sua vida, entre
pessaasqnc se frequentam ; a religiio supposta,
e nao sedisculo mais; a Iheologia enviada ao se-*
miliario, a philosophia escola; nao ha bom sonso
em iiilroiuller^se em laes cousas, e nem bom gus-
to, querer amalar os autora a ellas; verdade
que se o lempo fosse passado em conversar-se so-
bre Dos o a vida futura, nenhiim mais nos resta-
a para nos occuparmosconi os romances de hon-
tem o coiu os acoiitcriiueutos de boje, porque a
vida curta ; os albeistas u panllioislas sao mal
vistos, porque mister ser como os mais, essas
frontes sempre i-arrogadas melom modo alerrori-
s;ini o publico ; um novo dogma pode pass.ir, nao
nurcsSario que delle se oceupem Indos, nina nova
doutrina porm nos chama, se licais iusensireis,
elle apoderar-so-ha de nosso espirito, se a deixais
obrar lomar conla de nossa possoa alim de refor-
mar nossos habites, o que se nao pode supporlar,
urna Ici que o homem recebe liga-o porm punco,
mas uma le que elle iinpoe a si uicsmn prende-o
o ningiiom quer estar preso. Pelo que diz rcspoiln
a este lempo em particular, ha menos perigo aiud.i :
nada baque temer dosson'ios e das vistas da phi-
losopbia. Oiilr'oraporguiitava-socomo so havia for-
mado o mundo.
Quanlo ao ontro mundo, nio grande cousa,
pois que nao se o pode por cm acedes. Aqui nao se
pretende pois contrariar o goslo alheio, masimplo-
ra-So aos positivistas, indulgencia para alguus me-
ditativos que nao fazem mal a ninguero e s ator-
mentan- lei. Klles por sou lado sempre desoja m
fazem e desfazcm o seu edificio, uus sempre ani-
mados niorrendo coro toda a sua ambicio, oulros
trislomorite assaxilailos neslas ruinas. Sao imitis
para o iiiiimenlo, mas quando ns lioinens, depois
de havorem contentados i inveja delles, importa-
rom novamule com a> cousaj divinas, olios ale-
grar-sc-hao porencoulrarem alguns solitarios que
Ihes cnsinem. Acaso eslios meslros de accordo f
Nao provavol e nem iioc.essario dizer-se.
Ha, na philosophia a verdade o a tedagacSo da
verdade, aquella por accideiiie e osla por essencia.
l'elizes aquello- cuja Ibrtitl estirer folla !
A philosophia faz por si mesuro sua fortuna,
sou erro, e p_ode bem ser que a sua honra. Os phf-
losophos eslao nesto iminilo para iiiqnielarnin os
espiritos, manlerem um pequeo numero de pro-
blemas, onino ns poetas para nquiclari-in as imagi-
uaooos e coraces.
Aquello que so quer viver podO prescindir dos
philosophos e dos poetas, roas para viver com dignl-
tlade nio se pode passar sem elles.
Enu$t Dersol.
lt. S.
PERNAMBUCO.
oado nao pode i'liidir sobro" a difficudade das co'u-
sas. porquanto a meUphbiica foi creada por M.
Pedro e M. Paulo. No mais, importa que a philo-
sophia corra, rompa os ares e o espaco c prove seu
direilo.
Dir-se-hia em Franca que dose que um hornero
pensa diffnrenlomenle d'outro, ludo est perdido a
opiniao eleva-so contra elle.
Na verdade, os philosophos sao acaso tio perigo-
sos, e um nao pode ler uma idea da qual a socio-
dado teme '.' A uelapbjska por esle modo te-
REVISTA DIARIA.
N.'in em vio que por vanas vezos temos falla-
do contra ns abusos dos trallcant<-3 de carnea ver-
des. Estes abusos sao geralmenle conhecidns pela
populaean ; das corto ainda ha alguem que duvi-
de de que a causa principal do alio preco porque
tem sido vendido este genero de priincir necessi-
dade seja o monopolio que delle fazero os mar-
chantes desla cidade, vamos referir a segunde
noticia dito nos foi loiiimunicada por possoa lido-
digna ; o gado qiie tom concurrido s lelras do Po-
dras do Pogo c Santo Autao, ha sido vendido de
39$ a 519 o bol, regulando os de 10 arrobas Mg, de
!)2S edc8tl'Jg. De sorlo que, voudendo-se a
carne pelo prbeo porque se tem vendido, os mar-
chantes lir.im mais de cincuenta por rento de lucro
sobre cada rez que mandam lalharl l'.oiuo j dis-
selnos, osla noticia nos foi transmitlida por possoa
fidedigna, incapaz de fallar verdade, a qual, para
maior prova nos declarou que olm de oiltros in-
dividuos, que compraram gado por esto preco, tam-
bero o llzeram os seuhores Virginio Horacio de
Pn-ilas, a ociedade e Jos dos .Santos Torres.
vista disto, eremos que ningiiem duvidar da exis-
tencia do monopolio, e que a nao ser osle abuso,
loriamos carne boje a 12, 14 e ib' polacas. Chama-
mos, pois, a atluncao da policio pora osle escn-
dalo inaudito, para esle flagcllo que ha tanto lem-
po persegu-o povo.
Tevc hontem lugar na faculdado de direilo a
primeira prova do concurso para o prehenebimen-
to de urna das vagas de substituto.
Os concrrentes foraro os senhores Drs. Aprigio
Guimaraes, Pinto Jnior e Pinto Pessoa
A souhora Coiam, prima-duna que canlou
no thealro da llahia o anno possjdo, acliando-so de
[rsenlo nesta cidade, val dar um concert no
lieatrn do Santa Isabel.
Hontem corroo o boato de que havendn sido
preso pela guarda da alfandega o legisla que ha
poucos dias fallir, fdrn depois solt pele sargento
da mesma guarda. Entraiido-sc, porm, em are-
riguaciios soubc^ae que a pessoa prosa por equivo-
co Ora o Sr. Dr. Braildao, que na occasiao de em-
barcar no vapor Cavaqragihe, com deslino a Ma-
cei, a guarda da alfandega o relivera, at que fos-
se reconheeido pelo snporior do da.
Fordm reclliidos a casa de detenoao, no dia
7 do crrenle, 2 homens, sendo ambos escravos; 1
a ordem do subdelegado d.t freguezia do Rccife; ou-
tro do da frcguazla de San los.
No da 8, 5 homens e 1 mulher, sendo linos *> e
escravo 1 ; a ordem do chefe do polica 1 ; db sub-
delegado da freguctia de San Jos 3 ; e do da fre-
guezia dos Afolados 2.
' ^ Jornut do Commtrcio de Lisboa se 1C o se-
guiulo :
Hi'siMCKtcu acu. O nosso sympatnico e
eximio artista, GuilhermeCossoul,foi agraciado por
S. M. El-Ttoi com o habito da Conceieao, em anun-
cio ao seu merecimeiiln artstico.
Foi no dia zU chamado ao paco para recober esta
honrosa dislinccio, e outra nio menos honrosa, de
Ihe sor o habito* lancido ao pcito por mi de S. A.
0 Sr. Infante D. I.niz
Nao se pode perder o amor arle, lendo um rei
que lio bem a compreheude. o uma familia real
qoe lamanbo esmalte Ihe aabe dar, nio se esque-
cendo de animar todas as vocacoes, em qualquer
genero que so uiamieslem.
llamos os parabens nu nosso etcelleule amigo, e
damos-lh'os sinceros, porque somos admiradores ib
seu grande talento. A greca recahio n'iim moco
quej um prolossor, que lodos admiram < fesl-
jain, e que rene a outros dotes appreciaveis urna
modestia pouco vulgar.
lio Commercint do Porto extractamos:
VtHWa ni: iihcHKio. -^Prepsra-s ero Anvers
(Blgica) uma viagero de receio volta do mundo
para a qual se arranjou um navio para recober sa-
bios e commei'i-iuules.que olferecerfi a uns lugares
reservados para seus instrumentos e suas collec-
riies scieuiilicas, e aos oulros o esparo para as suas
amostras.
Segundo o programmo do viagem, o navio devia
partir d'Anvers em Uns de marco para Lisboa, e
passando O Cabo da Boa F.speranca tocar em Sian,
Cochinchina, Java, Siugapore, Ung-Kong, Cutio,
leddo, (no Japol, Ilhas Kurlas, nos portus russos
da embocadura do rio Amor, e por Om penetrar no
golpho de Ochottk. A volta ser por S. Francisco
(California), Lima (Per), Valparaizo, costas do Pa-
tagonio, esiroilo de Magalhaes, e Rio de Janeiro,
qae ser a ultima eslacio do regresso Anvers.
Os hkportaiios iTAUAHoa..v'iima carta de
|.ondres, coro data de 2i de marco, lo-se o se-
guiule :
Ame-hontem corren cm Brislol o boato de es-
taram prximo a chegar da Irlanda, nma grande
parte dos emigrados napolilaoos. As O huras da
larde appareceu eflclivomente, avista do porto o
vapor Jurona procedente do Cork.
Milharcs de pessoas cobriam os roolhes, as va-
randas o jancllasdaslmmediacc.es c todas as ave-
nidas do porto : inilbarcs de chapeos e de lencos
saudavam os passageiras desse navio, logo que s-
teve ao alcaiice de se deslinguirem os objectos.
Apenas o Jurrtua tocava o molhe, quamlu com ris-
co de suas vidas, sallram a bordo muilos doses-
pectldrires. Tcvc-sc a precauco, nao obstante: dn
Dio dcixar descera cmara ondeiam ns emigrados,
senio as pessoas mais distinctaa da cidade, os jor-
nalislas o os depulados por Brislol.
Depois de varios discursos, a que responderam
os interpelladoa em italiano desembarcaran! estes
e com difficudade consegniram chegar as rarrua-
geus que os esperavam para leva-Ios ao hotel do
Anjo, cujo proprietario tinha ido a bordo oll'ereccr-
Ibes, livre de todo o gasto, a hospedara, todo o
lempo que permanessem naquelle pnrto. lima nu-
merosa banda de msica acompauhava a Illa de
carruagens dcscobertas em que iam os emigrados,
e com suas tcalas alegres, juntara aos vivas da
multidio, fazia realcar fegria daquella marcha
triumphal. ,
1 Mboi de deScancr uih pbuco no hotel, o Sr
i Domeoico Damfz sabio varando e probunciou um
discurso deagradecimeoto, que anda que, emita-
: liano, foi mutlo applaudido. Pouco depois circulou
oulro assiguado por Achules Argcntini, que dizta
assim .-
Ao generoso povo de Brislol .- Commovidos
profundamente con*) o calamos, -nos impossivul
expreaaor.os sentimenios de gralidio que experi-
mentan) iioKsiiscnracoc*.
t As sympaihias que a Inglaterra mauifeslou
sempre pela nossa desgranada naci a Italia, nio
pdem sor fructo de oulra'cousa senio de um amoi
o do uma affcicau verdadeira, e sem duvida dese-
; jaes a sua futura prosperidade.
i Nos, depois de uma morte de dez annos, senti-
mos em nosso aer o prazer de ter ressussitado
, aqui para uma vida nova. Sumpre temos admirado
um povo que lio gloriosamente marcha afrente da
liberdade e da civilisano, e quando termos desle
I pa (a-lu-hfuoa caro" a lucarna admirai-iu c res-
poilo poi elle, e o niesiuo amor nossa torra na-
tiva.
> Ainda lieavaui ero Cork outros cincoeuia c um
napolitanos.
IniiesTTii iik Piris.Publicou-se iillimamciile
om Paris uma eslatislica dos diversos ramos da in-
ducira parisiense, no anuo de 1858.
Segundo osla ostalislion, f>- iudo.slrias cnnlando
10,283 eniinczaritis, on-uparido 7i,H0 operarios,
rodiiziram om 1858 Irabalhu no valor loial de
raneo* 2t)U,IHM):000, nio so compreliendcndo nesta
cifra a3 fabricas d'espelho- o relogios.
Estas ilnas industrias tom 990 estabelecimen-
tos, que ropresentam uma produc-ao calculada no
valor do 14,800.-000 francos.
As 81 industrias de mobilagein sao exploradas
por 6,000 empresarios, o representan! um trabalho
a\ aliado cm 30,000 francs.
As 41 industrias decorlsirttRr&oc edificios, que
contam 1,080 omprezarins, necuparam [em 18o8'
I2.S00 operarios, o prodnziran um valor, de tra-
balho. de 15II,0IK):00U do francos. -
l'assageros da laucha nacional Flor do Uiu
Cr.indf, sabida para o lt:o tirando do Norte: \n-
lonio Flix do Luna e KstnVM Jos de Sonta.
Mnftalidmlr do dia 10:
Joan de Castro, blanco, solleiru, 20 anuos; feble
amarclla.
Joanna, parda, eserara, 15 mozes iullaiiimacao de
intestino
Francisca, prcta, sollcira, eacnva, 00 anuos; di-
senteria.
Bernarda, prola, oscrava, 8 mezes; telann.
Calharina da Cosa, preta, solleira, 08 anuos; gas-
Iro inierilc
Bcnediolo Antonio dos Rois, prelo, casado, |0 an-
nos ; cancro.
Maladouro publico. Jlataram-sc no dia 8
do correute, para o consumo desla cidade, 89
rezes.
No dia 9 do mosmo, 95.
No dia 10 do mosmo 86.
Hospital de caridadr.Existem IS homens, 11
mulheros, naoionacs ; 1 homem estrangoiro o 'i es-
erados ; lotal 98.
Foram visitadas as enfermaras polo rirnrgiao
Piulo as 7 huras nlfl minutos da mahha, Dr. Dnr- I
nellas s 8 I 2 hnras da luanhia, Dr. Firmo s i
horas da lardo do houlem.
Fallecou um enfermo de cancro.
CHRONICA JUDICIARIA.
TRIBUNAL Da REUgSO.
SF.SSAO KM 10 DEMAI DE1S59.
riiEsiiiiNcn no kx. su. c.onsi i.iii iuo iiivi i.ino
DE LrAO.
As 10 horas da llianhia, pre.-eutos OS Senhores
desembargadores Cilintna Loilreiieo Santiago ,
Guerra, Sil\a Coins, I.aciano Santiago, procura-
dor da corda, o o Dr. juiz du3 felos da fazonda
l.choa Cavalcanli, fui abolla a sessio.
Passados os (ellos o entregues os distribuidos,
pi'ucedeu-so aosjulganieuios seguinls :
OCHAVO.
Aggiavaule, Salvador dos Sanios Mouleiro Caval-
canli ; aggraradb, Joio Ftereutinu Cavalcanli Jo
Albuquerque.
Sorteados os Sis. descrobargadores citirana a
Santiago.
l-icini adiado.
Aggiavanle, llorinina de lllive'ua Forreira da Cu-
nha ; aggravado, Jos liara Teiseira da Cunha.
Sorluados os Srs. desembargadores Citirana, e
Guerra.
Proveram.
APFELLiGOBS r.KIMKS.
Appellanles, ns escravos Manuel o Antonio ; ap-
pellada, ajustica.
Nao lomarom conhecimeulo da appollaoio.
Appellanle, o juizo ; appelladu, .Uov*audro de
Arruda Nnguera.
A novo jury.
Appellante, ojui/o; appelladu, Francisco Cuulhu
Gulosa.
A novo jury.
Appellanle, n juizo ; appelhdo, Sabino Lopes de
Mcdeiros.
A novo jury.
UII.IC.KM-.ltS CHIMES.
Contrista ao Sr.dosemhargador prniuotordajiis-
lioa, as ap|.:-!lacos criines .
Appellanle, Italdino Forreira do Araujo ; appel-
lado, Jos lioncaln-s da Cosa.
Appellanle, 'joio Ferreira Gomes ; appellada,
Mana Benedicta.
Appellanle, Joan Cvriacode Souza ; appelladu, o
juizo.
Appellante, o promotor; appollado,Ignacio Gomes
Prente.
xnpollante, o juizo ; appelladn, Jos Pereira
Cardosii.
DISTIIIBCICOKS.
Distribuirain-so ao Sr. desembargadorGiliraua,
o aggrovo de policio :
Aggr.ivanlo, Seliasliio l.uiz Forreira ; aggravado,
Joaquim Jos de Souza.
Aggraionle, Jos da Costa Caslelln Uranio ; ag-
gravado, Honorato Jos do Olivuira Figuciredo.
Os recursos crintes ;
Recrranlo, o juizo ; recorrido, Mauoel Jos Gnu-
calves Braga c oulro.
Rccorrenle, o juizo ; recorrido, Iguacio Gomes
de Oliveira.
Hccorrenlo, o juizo ; recorrido, Mauoel de Gou-
vea Souza.
Asappellaioscrimos :
Appellante, o juizo ; appellado, Miguel Gomes
da Ilocha.
Appellanle, o juizo ; appellado, Manoel Antonio
da Cosa.
Appellanle, o juizo ; appellado, Mauoel Aiiluuiu
Teixera.
Appellanle, o promotor; appellado, Vicente Fer-
reira do Castro.
Appellaule, Joaquim Ferreira da Silva ; appel-
lado, o juizo.
As appellacocs cives :
Appellanle, I.aurinda Gomes Vilal; appellada,
Mana Rufina da Auiiuuciaoiu.
Appellanle, Joio Altes do Albuquerque ; appel-
lado, Mauoel Florencio dn llego.
Ao Sr. desembargador Santiago, o aggravo de
pclb-io :
Aggrav.-uile, Sebastiio l.uiz Forreira ; aggrava-
do, Joaquim Jos de Souza.
Os recursos i-rimes :
Uoenrreiile, o juizo ; recorrido, Jos Comes
Coiiulii'.i.
Recurrente, o juizo; recorrido, Antonio Caval-
canli de Albuquerque.
Rccorrenle, o juizo ; recorrido, Brasliano Nor-
berto da Cunha.
Heoorrento, o juizo ; recorrido, Miguel Francis-
co Camello.
As appellaios criines
Appellanle, o juizo ; appellado, Mauoel Marques
la i.iisia.
Appellante, o juizo; appellado, Francisco Alva-
ros lorreira Inojosa.
Appellanle, o juizo ; appellado, Manoel Joaquim
do l.yra.
Appellantp, Manoel Gomes; oppollado, o juizo.
Appeaulo, o juizo; appellado, l.uiz Correa da
Silva.
As appellaciii". eves :
Appellanle, Jos Jonqiiun Carneiio ; appellado.
Vicente Ferreira l.onguiuho.
Appellanle, o juizo ; appellado, Joio Viclor de
Araojn.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, o aggravo
de policio :
Aggra'vonle, Antonio da Cosa Soares Guima-
raes ; aggravado, u julio.
Os recursos criines :
Recrreme, o juizo ; recorridos, Jos Luz Pe-
reira.
Recorreole, o juizo ; recorrido, Joio Francisco
da Silva.
Ilocorrenlc, o juizo; recorrido, Pedro Jvno
de Moraes.
Recrreme, o jui/o Recorrido, Gabriel Ferrei-
ra do Naseimento.
Asappellacoes elimos ;
Appellante, u juizo ; ppellado, Amaro Jos.
Appellaiitc, Antonio Jos de Simas ; appellado.
o juizo.
Appellante, Auna Joaquina de Jess ; appellado,
o juizo.
Appellanle, o julio ; appellado, Joaquim Jos de
Azovudo.
Appellante, Christovio Gomes de Cerqueira ; ap-
pellado, 0 juizo.
As appcllaeriesCitis :
Appellante, Francisco de Paula Marinlio VVan-
dcrlov ; appellado, Paulino Augusto da Silva
Freir.
Appellanle, Rufina Mario do Conduelo ; appel-
lado, l.uiz Gonzirga dos Santos
As 2 horas 1/2 da larde encerrou-se a sessio.
siui pela forma segunde : Nao tundo ou querido
assignor a primeira escriplurn pela falta de paga-
mento, reltrei-nie, e passados muilos das o Sr.
desembargador Manoel Rodrigues Vtores, pai do
comprador, o bacharel Luz Rodrigues Villares, pio-
curou-mn ero minha caso pelas 9 horas da imito
para halar sobreest negocio, cnessa oceastao me
assegurou que poda en realisar a venda do sitio
que seu (libo estara arranjando o diuheiro para oslo
llm. Acreditei om suas palavras. c no dia seguime,
procuroii-nie o comprador c convidon-mc para ir-
mos assignar o escriptqra, que ja a achei lavrado, o
cujo resollado foi o que consta da certido passado
pelo tobclliio S, documento n. 1.
Porm diz o Cnridoso :
l'ossou-se a segunda cscrplnro. e o anciio que
j lnha recebido o preco ajustado foi sem demora
assignar, como realmente assignou, querendo at
dispensar a leilura da escrlplura.Pois bem, se eu
rocel como dizeis o proco ajustado ames du as-
signar a escriplura devia ler passadu ao comprador
algum recibo. Dir oCaridoso: a boa ( do cum-
prador dltfpcusou essa l'orinalidade. Ainda con-
cedo que isso se podesse dar, porm para i]ue
quando o labellio exigi oro presiuca das late-
iiiuiibas que se coolasse odinheiro nao dadamu o
comprador que j um havia pago, o pelo contrario
disso quu lundo contralailo n-vunder o sitio ao ne-
gociante Uenrt Gibson, ia comgo casa de-io se-
iihor para me pagar .' Nao acreditis, Sr. Carulosn,
no que ou vos digo, crudo porm no quo cerliliooii
o proDiio labellio que passou a escriplura iducu-
roeolo n. 1).
Nio sondo, coino nao fui pago no acto de assig-
nar a escriplura por promelter o comprador faze-ln
cm casa do referido Sr. Heury Gibson, rosla-me
somonte provar que lamliero o nao fui na Casa da-
quelle senhor, O que faro cMU a resposla que ello
ileu corto que Ihe dirig documento n. 2,1.
lima nica verdade disse o Caridoso, a mcu res-
peito, quo foi o ler eu, pela minha boa f, dispon
sado a leilura da escriplura, porque su o nao | dem do dia 1
vesso feilo, nio a assignaria sem a duclaracio di-
que fleava o Min|ir*dor obrigado pela solucau do
mea debito para curo a Sr.J I). Joaquina Mana Pe-
reira \ i.iiina a que.....(lava O dito silio hyp itheca-
do, o que previamente dodaroi ao comprador, e
desde j (iroteslo contra esse piocediuenlo, do
qual somonle agora live ronhecimonlo, por occa-
siio de ler liuo a publica forma quu maudei tirar da
referida escriplura.
Felizmente a paiernidadc d isso fado nao me
podo ser al tribuida, esim ao comprador que foi
quem maiidou passar a escriplura. Alni disto nao
sera cu lau imbcil quu rndeme por aOugOOO, I
nao h.iver aquello onus) um sitio que segundo
CONSULADO GEIIAL.
Bendimenlo do dia 1 a 9 .
dem do dia 10.......
DIVF.RSxS PROVINCIAS
llendimenln do dia I a 9 .
dem do dia lo ....;..
Transferencia.
il:5IIKsl|'j|
i smigto
' cnnoeil.i lyiico em benelicio da prima dnua
13:134$ 139 lielloua Couran annunciado para boje lica Irauso-
. i rido para soxla-feira 1:1 do corrate.
l 9sr.su
DESPACHOS DF. EXPOBTACAO PELA
CONSULADO DESTA COADF. NO DA 10
DE MAIOME1839.
CanalBrigue sueco drete, Henry Forsler 4
C., 60d saceos assucar mosca vado.
Valparaizo llnrca chilena iiriana), A. Irmios,
450 saceos assucar bronco,
LisboaBrigue porlugiiez florinda*, Amorim Ir-
inios, (K) saoco- assucar branco, o IHI ditos ililu
masca vado.
PortePatacho poriuguo/ tPrompitdju II, Frao-i
(colino J. Leal, 3 barricas assucar branca,
Lisboa : Uiigiie poriuguo/... Soberano, f. do A.'
Fonsoc.i a i'iiiin. o barris n -I.
Buenos-Ayres Poia.-a bwuanhala vuua Cluisti- i
na, nina Amorim i Filim, in pipas agurdenle,
f'xiiortac/ii.
Rio da Piala, palbabolo nacional l'iodade, do
211 toneladas, ivuidu/.io o sogiiinle : l,"...l)-;ac-!
ros assnrar.
RECEBBUOUIA DR RENDAS INTERNAS RAESI
DK l'KIINAMHUC).
Iteiiilimonio do da 1 a 0 .
Idom do da 10......
Avisos martimos.
1 11063309 i=*%\ da' 8 de abril fui encontrada pelo brigue
rc A P,ort"B"ez Sohtrano a galera franreza F.mma na lal
titride n. 2. 2'1. :1"0 Hroirilude O de Gr. S3f, l'l,
1 0, capilao Cailloi. Vinha de Nanluse segua para
terbon. Contavo 30 dias de viagem.
.0^
5:9I9SI75
l:ftliS728l
7 583S903
CONSULADO PROVINCIAL.
nendimoiilo do dia 1 a 9
es-
pala
o.iu ii.noi .iquuiie onus] uro sitio que segundo
roe nlnrinum foi revendido por G:0(KI>(HKI!
Conetueo Caridoso a sua historia o nien respeila
dizendlilloalinenle inciivol quo uro ouciiu des-
oonllado, quu duvida assignar o primeira escriplu-
ra, depois sem a menor hesil.ieao un demora so
prusti a assignar a segunda escriplura sem que es-
lea pago.
Ku porm Ihe rolorquirci que incrivel que lendo
ido de proposito a minha casa o Si. doseiubargador
* illares, que onlao niereci.i-mo o mais subido cou-
cei|, iiitervir iionogoeiii desou lili,o deitassu eu
de OSSlgliar sem a menor lieslacio a referida
criplura. u publico que nos iulgue u decida
quo iodo pende a balance da jnstica.
Oueiiam, Srs. redactores, dar pubcidade a es-
tas qualro linbas do son obrigado o criado
Antonio Jero*nmo Loms Pumita.
i b Antonio Jernimo Lopes Vioiiuo, que
In-faz o bom de leu direilo o justica, quo o label-
lio S atieste quem Ihe maiidou passar a escriplu-
ra do tema do sitio Caite, silo em Beberibe, o se o
supplicanlu leu, ou ouvio ler a escriplura, e se re-
ceben dinhe.io om sua piesenea, a se o osrrivio
porguntando quem Ihe pagava, o supplicanle Ihu
pagou, c disso que aSMguava a escriplura, porque
ia reoebor o diuheiro da mi do Sr. Dr. Villares
em caso do Sr. llenry Chson: por lauto, pode a
V. S.* juiz du direilo se digne mandar passar como
roqiicr.K II. Me. AtUkio Jernimo Luyes I i-
aniia.
Como requer. Recife 13 de agoslo de 1858.
Caraleont de Aluu Cerlilico que OM-rovendo no litro de olas do la-
bellio' companhoiri) Francisco Uaplsla de Almei-
da, pulo sou impodimeulo, a escriplura de venda
do sitio Caite, hu fteberibe, de .|ue faz mcuoio o
policionario Antonio Jernimo |j.pus Vianna.'feila
dila venda pulo referido Lobos Viauia, ao bacharel
l.uiz Rodrigues Villares, que foi quero mondn fa-
zer a dita escriplura, como costme, por ,., ello
o comprador, acontecen quu quanlo furnia do pa-
gamento, concordaron) ora mandar i-screver que
era feilo vista ; porque depois dn assiguada inain
elles euuiprador e vendedor casa do negocame
llonry llibsnn para ruceher desle o entregar ao ven-
dedor Lopes \'launa, o importe da venda : o que
assim concordado entre ambos, e peranle as leste*
niiiuliasnesli' sentido oscreti a uiuuciouada escrip-
lura assiguada por lodos foram o comprador u ven-
dedor realisar oque tuina cojichavndo.
Cerlilico que paro o p-gamenlo da escriplura que
roe cumpna exigir para entregar ao laboluo com-
pauheiro, a quero porteneia, dedaron o dilo com-
prador, bacharol Villares, quu nao lnha Irazido di-
nheiro (o que ou ji esperat a de sua pessoa) o enlin
i) vendedor Antonio Jernimo Lopes Viauna tirn
de sua algiboira o importe da escriplura que gene-
rosamente me oiilregou no intuito de ser iudeuiiii-
sado dlle em casa de Gibson, para ond iam O
que ) se passou nao se.
F. quanlo roe cUmpre cerllicar vista da exi-
gencia do rcqueriiueiito.
llocife l.-dc selombro de ls36.O labellio pu-
blico Joo Uapliilu de S.
Kslovo aseguinle torda desello: numero 09.
lfJOrs.Pagmi 100 rs. Recitoli de junbo de 1607.
Co llora.Can albo.
1: mais se nao continua em dlo documento que
me foi aprosentodu pora reduzir a publica forma
que e a presente, a que vai conferido, concerUido.
sulisciipto e assignado <:m publico e rozo seguinls
de que uso, nesta cidade du Recife de Pernambuco
aos J das do mez de malo de iar)9.Subscrevi e
assignei, em publico e razo seguinls de que uso.
Em luslouiiiuho de vordade, u labellio publico.
Francisco Baptixta de Almeidu.
V 2.Illin. Sr. llenry i.ili-un.Tendo eu assig-
nado nma escriplura de venda em fevereiro do au-
no rorrete da parle que lnha no sitio denomina-
do lu
!0:l50S82s
l:398|78l
2l:555$m8
Movimento do porto.
Ah ios entraiot nu dio 10.
Richmond:il dias, patacho americano A. I. II',
Appleij'irlh, equag..... 8, cargo 1,730 barricas
com annha do in;o : a Wballey l'orslor \ i:1.
NCUBt fallidos no menino dia.
Din Grande do NorteLaucha nacional Flor do lii
Uranjte, capilao .Miguel A. da Coala, carga a- Uil ["" "l-7-
zendas e mata gneros.
RO da Tratalliale nacional l'irdade, capitn Agos-
tuiho Comes da Silva, carga asaucar.
()/..*e.T(lco.
\pparecem ao norte tres eubarcacoes e ao sul
umo.
REALCOIYIPANHIA
IIK
Paquetes inglezes a vapor.
Adanisou, Ilotvio \ C. acham-so aulorisados pa-
ra tendero vapor ingle/ Camilla, prosnlenieole
emprHgado un serviru desta coaapannia entre o Itiu
da Prala o Itiu do Janeiro.
O Camilla de lole do .r.:lS toneladas, foi cons-
truido nu auno dulfet'J e i de (m. .i de M eavalli.s.
As uiacliinas foram iousliuidis polos Sis. Coales
\ oung do l'.ollasl.
i) plano do navio o mais inorinacocs na agencia
ra do Tropicho u. -12.
Para Lisboa dote seguir rom milita brevidade
o brigue poilii-guez Planuda, por ler promplo a
maior pone docarregameulu : para o rosto a trote
OU oara possagoiros, irala-so oom Amorim Instos,
ra da Cruz II. :!, ou ciun o capilao Augusto Anto-
nio do l'.oulo, na proco do comuiercio,
3f aranliiio e Para.
O voloiro o acreditado brlgti nscuna Kmcioao,
capilao o pralico Joio Jos de Souza, sabe na pro-
i senio soniana por ler a mainr parlo da carga
proinpta, jiara a pouca po lio- (alia Irala-so rom
los rnnsignatarids llrooida Gomes, Al ves C, ra
OBSKItVACOKS MUTRUROLOUICAS.
nu 10 nv: MU.).
Para o Porto.
6dam.
9 >
1/jdia
3 da I.
G .,
Ciimulus
S
SB
KSE

Uog.
II. III
i niMoMi n.o
5.5
as.o
28.3
27.7
27,1
20.1
ti .8
22.0
22 2
2L7
rom.
55.8
55.5
7r).r).N

co para
A noite esleto nublada tent SK
terral p ao auianhecer rondou polo S,
Observatorio do arsenal de marinlia 10 do malo
de 1359.
VieuasJlmoh.
Kdilaes.
O patacho portoguez Promptdo I, forrado e
e oncat libado do cuino, da priinoiro marcha c pri-
meira ela>se, sepilo sou desuno no dia 12, por j
ler o seu carregaiucitlo quasi completo, paran ros-
to o passageiras para os quaes lom ezcojleoles
ooroniodos Irala-so coro K. J. dos Sanios Anillado
A C, ra do Madre de Daos u. 32.
Para Lisl.ua pretende seguir com umiio bre-
11 id.idu brigue portugus Soktrau, por le |>l......-
| lo quasi lodo seu caricgaineutn ; para o reslo a fro-
I le, ou para passagoiros, Irala-se com T. du Aquillo
l'onseca A l-'illio, ra do V gario n. 10, ou com o
capilao AgosliuliuA.de Aliiii'ida, na proco do com-
mercio.
Maranho e Para.
Y.ii sahirein poucos dios por ter mais
ele mi-ia car;u prompt.i, o lindo e velei-
ropalliuboteNovac, recebe carga para
os portos cima mencionados, quem nu
mesmo qui/.er carrejar ou ir de passa-
/jem pode eoteodei-se com o capito Joa-
i|nim JdtMeudOnfj pr;u;a do Conimei-
uio ou com o pousigaalario E. li. Wvatt
ra do Trapiche a. 18.
O lo.....lie-coronel llodnlpho Joio ltarala de Al-
meido, ollii'ial da imperial ordem do lioso, coili-
inondaulo do 2'' balalb.'i.. de intontora da guarda
nocional do municipio do Recife por S. II. 1. C.
Foco sabor a quem quer que inl-rossar possa,
que no dia 15 do coitoiiIo pelas 0 boros do dia, na
motril da u-oguezia de S. Jos, so ha de insidiar o
conselho de qualilicacao 0 revino do balalhao. pu-
dendo seiein apresentadas dosle dia em dianle lo-
dos o quoesquoi- roclaliiaooi'S.
K pata que i -bogue a noticia a lodos, esle scaf-
S'iu na piula da inesina matriz, u ser publicado
polo Diario ,le Perntin.huiui.
Freguezia de S. .los do Recite 9 de inaio de lsr.0.
Ku Pedro Tertuliano da Cuiiba, capilao M-crelario
do conselho, o esorovi.
Uodulpho Juo ltarala de Almeidu.
Declarares.
Correspondencias.
.

Srs. rtdaetore. -Tendo a Providencia resolvidb.
que cu passosse da opulencia miseria resianei-
roe com os seus altos decretos, e reunludo os restos
dos minhas rorcas, rcsolvi-ni a procurar um uieio
honesto de subsistencia, anu de nu esmolar a
caridade dos fiis, bem pftlca actos reprovadus
pelo sociedade.
llei-mc pois oo pennsnlr.-ihdiho, para a minha
idade octogenaria, de cnsinar por chsos particula-
res o pouco que beb na infancia, c nu lendo
mais aspiracocs paste mundo, viva salisfeito da
minha surte e renda uracos ao Creador por me
facultar os muios de gouhar o pao. Assim pois eu
me considerava feliz, e jamis me persuada que
alguem viesse perturbar meo socego ; mas o Ca-
ridoso do Liberal Peruambucano veio arrancar-me
desta dooe iUosio em que eu viva ; visto como
lendo-se constituido o alguz do Si. coromeudador
Jos Pires Perroira, enteuduu que devia vomitar so-
bre mim parlo de sua bilis, calumoiondo-mo a-
Irozmcnte em seu enmmunicado publicado no refe-
rido jornal de 28 de abril prximo passado, per-
suadido sem duvida de que Gcuria sem res-
posta.
au, Sr. Caridoso, a pobreza e a velhce longe de
arrefecerem em minha alma os senlimeuloe de hon-
ra,- cada vez mais os aquecem e vivifican), lslo posto
entrarei no questao.
O faci ila veiida do mcu sitio Caite em Beberibe,
deu-se, nao como a seu geilo contou o Caridoso, e

tllela dosle, e com ella lur de pagor-ine a parlo,
que o mim comprara ; quera em obsequio da ver-
dado, o debauo de sua palavra de honra, declarar-
mu ao p desta, se eu com elfeilo recebi de V. S.a
algiiroa quaiilia du diuheiro nesta confonnidode,
nu so polo menos fui olguiuo vez s ou acompa-
iibado ilaquollo bacharel i casa du V. S. miro esse
lim, o o mais quu souher o respeilo, permillindo-
iiio fozer uso de sua resposla om juizo para defezo
do meus direitoa. e resiabeluciinouto da vstdede,
Tenho a honra de ser com a maior considera-
cao o rospe'.o. Sua casa dez de outubro de 1850.
Ge \. S.- aliento venerador obrigadu c criado.
Antonio Jernimo Lopes Yianuu.
Illiu. Sr. Anlunio Jernimo Lopes Vioniio. Km
resposla cario de V. S.J com dala de dez do cor-
rele e receida hoje, lenho a dizer que vnsso s..-
ulioria nunca receben diuheiro do mim, i-elaito ao
silio du Caite, uem me consta une V. S." me procu-
rarse nem sneni acoroiiauhado-poro tal tim.
He V. S.'criado c venerador.Wenru Cibnou
lecife 22 de outubro du l5(i.
Ili-coiilieoo verdadeira a assigualura supra de que
don fe. Cidade do Recita )3 de junbo de itc.tui
lesloiuiinho do verdade eslava o signal publico.0
publico. Joo Uaplista de S.
bbellii
Eslava a seguale verba do sello n. 0.- 1G0.
Pagou 1G0 rs. Recife 12 de junbo du 1857.Calaca.
Corvolho.
E mais se nio continua cm dita corta, que me foi
apresenlada para reduzir a publico furnia que a
presente,a qual vai conferido, coucurtado, subscrip-
ta e assiguada em publico c rozo seguimos, de que
uso nesta cidade do Recife du Pernambuco, aos I
dias do mez de inaio du la")9. Subscrevi o assig-
ui-i, om publico o razos seguinls de que uso.
Km losloniiinlindo verdade. o labelliio publico.
Francisco Itajitisla de Almeida.
(Min.mio.
NOVO BANCO
I'EK.Vt.Hlll.CO.
, KM 10 DE HAIfl DKlKiSJ
l) Banco descoma na prsenlo semana arl0/0an
auno ale n prazo de 4 tnezes, e o 9II 0 al o de 6
meies, e loma diuheiro em conlas crrenles simples
ou com juros pelo premio e prazo que se couteii-
ciuliar.
Cixa Filial do Manco do Brasil
cm Pernambuco.
Poi-a facilitar o ea'me das firmas, qu figuraren)
nos lelras que se fferecerem a descoulo no Caia
Piliol do Banco do Brasil a directora desta rogo aos
Srs. negociantes e a quem mais a medida adopta-
da intoressar possa, que se digunm do vir assignar
os suas rozes socioes e firmas indivuluaes em um
litro creado para lal llm no referido eslubeleci-
meulo.
ALFANDEGA.
Rendimenlo do da 1 o 9 .
dem do dia 10 .
111:6035871
17:525005
1M:182S876
Descarregam boje 10 de moin.
Barco ngleza^Flooling Clood=fazendas.
Barca ingleza=Canondol^fazendos.
Brigue inglez=Phaoloo=bacalho.
Sumaca he.spauliola=Claiidina=puas e barris de
vinho.
. MOVIHENTO DA ALFANDEGA
Voluntes entrados com fazeudas .
c t com gneros
Volumes sahidos com fazendas
t cota gneros
..
liw
51
------ 16i
66
k;i
------427
Dita dilaj83 ditas a C ditos dadita d. nm
rafas do dita dita.
lilla dlU15cixas a 4 ditas dita dila dt.,lrrafas de
corteja branca.
Hila dila15 ditas a 7 ditas dita dito de rotas garra-
fas de fra dila.
Chegsdos ltimamente de Liverpool i|0 navio
AdulphC. '.^j^o^sju,
LEILAO
- luis
Gneros nft tulierna n. i\o
atierroU Woii-VisUr.
0iiiiti-rira \1 do corwule.
PELO AHF.NTE
No dia acuna designado o pelas Oeiras da nm-
nha o referido agento autorisadp pio Sr. Anloin..
Jo-i', de Almeida Costa, venilr os gneros fx*-
leiilesom su.i taberna, siluado nu ligar anua do-
clarado COIIStOlldl)
DE
Cnelos notse quolidodes escullidas Indas prn-
prias dosle laenado, tiuluuat jerbilo estado o
bmii oeoiidiclonameiilo.
Quarlu-feira i\ do corrmiio.
ifl. de Borla
foro loilan no da cima ^signado no son arnia/em
do ru do Collegio n. 15. oslo boros em ooulu de
umo grande quantidado de obras do inarrineria,
prola, ouni. crvstacs e issiin romo de una caixa
coiilondo grande ponTinde chapeos surtidos, u de
nma oscrava, rrioula, idode 22 aunse com algu-
mas habilidades, sabeidn sohroliidn lavar do var-
nlo o sabio, ludo qioiilo est onnnciado ser
vendido sem resurta de proco algum.
A12 do corrate.
Isooel. Webb. capilao do barca americana Os-
ooola, Har leiln com aiilorisacio do llim. Sr.
iiisperlnr da alfandega, por inlervenoio do agente
Oliveira, o porcouta e risco de quero portencer. de
71 C0M-osd'agonda, I baleeiros, oOO ariobos eslopa,
I torran de cnriontes, 700 libras arcos de ferio,
16 barris carne de >acca, 1 ditos de porro, 5 pipas
lo holorha, i ailas farinho de Irign, 1 dllo rorvoj
o 255 libras do cobro velho, desembai-fados de bor-
do do dila barca : quinlo-feii-i 12do corrciilo, oslo
huras da inaiilrfta, no^rmazem alfohdegado dft fir.
Araujo, no ees d'Anullo.
------------1-------------_
COMPANHIABRASILEiRA^
PAQUETES A VAPOR.
ii vapor l'tntxi, comniand.iule o capiuM lenle
J. Leopoldo N. Toitos.io. os|.oia-si dos portos dn
sul em seguimeiiloaos do iiorleal o dia 14 du
onin-nlc.
lloi el-so desde ja p.issog.iros, frele de diiihairo
e eucommeudas e eugaja se a carga quo o vapor
poder enndu/ir, sendo os voliiroos despachados
com anlooedoniia al \espera de sua chegada :
agencia ra dn Trapiche n. 40.
= O secretario do meso regedora da rmandaJe
do aposlolo S. Vedro deslo ridode, abaixo assigna-
do, aviso seus corissimus irinius, que em cous
queucia do incommodo de molestia do llvin. Sr.
conego provedor, nao pude ler lugar o reuuiio da
mesa geral apnunriada para o dia 5 do correute ;
agora porin que o Hvm. Sr. provedor j su ocha
rustabclecido, convida de novo aos seuscarissinios
irmios, paro que qiioirain obsequiosa e encan ida-
mente comparecer uo dia quinto-fuia 12 do curren-
Ib pelos horas da tarde no consistorio do innaiida-
do, am de trataren] negocios importantes do mes-
illa ruiondadc, e rogo-Ibes que nio folloin o mesa.
Consistorio da irinoiidode de S. l'edro 10 de inaio
de 1859.Padre Manoel Adriano de Albuqucniue
Mello H '
= U conselho admistrativo do palrin|onin dos
mpliios loro de levar A basto publica, na sala de
suos sosses, no dia 11 do corrale, a renda de uma
parle dos casas do mesmo patrimonio, abono men-
cionadas, por lempo de mu a tres anuos, a Mular j
do |." de j ii I lio prximo liilnro, segundo o que dis- ;
poeni os arls. 23 o 29 dos estatales ero vigor, o I
sal" r :
Largo do Collegio.
Ns.
1=2." andar da casa dosobrodo dirmesiiiniiiiroero. I
l:=Loj.i pequea do dilo subradu.
lina do Collegio.
2. .Casa do sobrado do dous andares.
Una do Crespo.
IICasa de sobrado do IreVandares.
lirgo do Paroiao.
4=:Casa do sobrado de dous andar?.
llua das l.arangciras.
S=Casa lettea com solio.
Ilua dn Itangel.
G Caso terreo.
Proco da lloo-Visla.
7-..Cosa de sobrado de dnus andares.
Ilua \ elb.-i da Boa-Vista.
8Casa terrea.
Uno da Glorio.
V=Cas| de sobrado de um mular, o rnchoiro sepa-
rada.
llua de S. Golicalo.
llb=Casa terrea.
ll=Dilo dita
lluo do Sobo.
12-i asa lerrea.
Iluados Pires.
13=Casa lerrea de mei-agno.
lino do Posarlo do lioo-Vislo.
11 -i'.osa lerrea.
Os licitantes hajom do cumporocor oom *ons 11o-
dnres no salo dos sessoes do mesmo conselho s 11
hnras do manhaa do iiieuoiouado dio 11 dn correiilo.
Si-.-relnrio oo conselho odminislrolivo dn paiti-
inoino dos orphios 4 de inoio do 1859.Dr. Vicentr
Pereira do Heijo, secretario.
Mmi.
O bfigte iiiitoual IIku-na,
segu para o Ass al o dia li
eom a carga que liver: a Iralar
com Tasso niiaus.
Leiloes.
WLMt
DK
THEATRO
DE
Santa Isabel.
fe***lt?.4 GERM A XO.
12.a RKCTTA DA ASSINATt'RA.
UL'INTA-FElRA 12 DE MAIO DK ltl!.
ESTRA DA ATRIZ
Mar in l.ul/u de Oliveira.
Subir scena o iilerossonle drama em 5 ocios,
original franebr :
A MECADORA DE FL4DKES.
r*EBS()5ACfe!lS.
Carlos II re de Inglaterra. Germano.
O Marque/ de Uorlmer. Mues.
Leonel liurtiiner......Valle.
George Maxvel......Lisboa.
Gurih, marinheiro.....Fiuheiro.
I^ird Belgrave. ..... Ilibeiro.
Wilsou.........l.essa.
Harry.........Jesnnn.
O Chaiiceller.......Carvalho.
Berln, ricaproprietariadoCas-
lelln de Erikdale.....II. Mara Luir.
Luda Krikdale......II. M.moelo.
A Duqueza d'nsmond. ... f. Ji -nina.
A Condossa de Dorchester. i). Vicencia.
A scena passa-so em IG62, em luglaterro, no Cas-
lelln de Erikdale e em Richcmoiid.
Terminar o espectculo eom a graciosa scena
cmica pelo Sr. Pinh.iru
0 MANOEL D'BALADA.
Principiar as 8 horas.
Os bilhel.is vendidos pora o reeita do dio 10 e que
oi transferida tero entrada nesta noile.
lUNAUMFlCOI'REHIO.
Oiiinln-loii'u 1!) 1I0 fonviiip.
PELO AGK.NTI
PESTAA.
Aiiloris.nlo pelos coii-onhoros da roso do sobrado
do um oudar silo na ra do Hospicio 11.19 onde se
ai ha anualmente 11 colloyiu lluiu Consolhu, o refe-
rido agente vender no dio cima designado o pelas
10 horas da maulioa, o mencionado predio que tem
tres salas dorii-nle o oulras tontos no fundo, qualro
nxcelh-iites quartoa, nm espacoso solio com seis
quarta*. .No pavimento terreo tem duas solos de
cada lado com quorlus e uplimas aironiodocM-s,
i-Osinha fra o nm grande quintal com bstanles
arrpre do frurio.
I) seu rundiiuonln actual do um mulo de riS ?
o imnorle das decimos que pago polo iiu|uilimi
mas du nntoiuliro om dionle osen arrcudaiuculu 01
ser llevado o milito maior quonlia.
Os proloudeiiles podem desla j examinar esle
bol,, odilirioe paro molhores inforinocies diiijam-
so o.i referido ajenie al aodiado leilioque devor
le lugar om sen anuazem da ra do Vigoro 11. 11.
Leilao
Quarta-telra W Aeorrettte.
1M-LO AGESTE
PESTAA.
A requerimenlo dos curodors liscaes da masso
falliila do Jos Duarle do OMvoira Reg e por des-
pacio, doKxni. Sr. Dr. juiz do eommerrio, 0 refe-
rido agente veDdera per ennta de qiiehl perleitcer
no dia cima designado e belastfl horas do manhaa
No trapichi; to Barbosa.
1SG saceos oom assucar roasi ovado.
34 barris de 5" com niel.
i\o trapiche da compaahia.
100 sacros coro assucar mascarqdn.
LEILAO
Onarta-feia 11 do corren te.
PELO AGENTE
A' porta do iriiia/em do Sr. Aunes dcfrnnle da
olfondugo, o referido agente vender per conla do
quem pertenec- no da cima designado e pelas 11
horas da inauhia
Marca V com diamante 27 barricas o i duzios iada
umo de garrafas de ceneja preta.
a i
Avisos diversos.
, t> cuiupriuienlo de doveres, Uca paca quando
su anuuucar. llocife 10 do jnaio de 185.
A. J. M. Campos.
= Ollcrece-se uma mulata escrava paro se al ti -
garem caso do familia un homem soturna : qiteui
pretender dirija-se ra do l-'oguudes n. 1, segua-
du oudor.
Precisa-si' de uma ama para cosubar a Untr
as compras paro casa de homem solteni : un ra
do Livromeulo u 11.
Na noite do dia 4 do correte s 11 horas da
imitooi-Iiiiii-.m: nina enna no eaes da poni da es-
trada do forro, e por tur pessoas no dito lugar nao
fui o dila quebrada as travs da .punte a podras,
e dcbaisQ de lodo a lemaeslado foram duas pessoas
soltara dita cauda esperando tor ou sor rnrnm-
liciisodo do iiiusiuo dono : dirijn-so run Imperial
u. 37. opruseiilandoas signaos ser entregar*.
\luga-se uma ama para o snico interno e
externo do uma casa de pouca familia : na na da
i.onceii-oosinha do bairro da Boa-V uto n. .'ti.
l'rucisa-se de uro amassador para mostr de
inoceiro : na podara da ra largado Uuaarin n. 18.
l'rucisa-se fallar ao Sr. sargento Monteirn r|i>
" biialiifio de iriilharia, .po diz ser eropregado
no quarlol general o negocio qnc Ule diz respeilo
na Iravessa dos Cruzes n. H.
Precisa-se de umeaixeiro
que ententla de pliannacia : nif
va do Cabug botica o. li.
Cavallo pintado.
Fiirlarnm ao omanhecer de hoje 5 de malo do
penltimo sitio do Soledade a osqoerda, uta cavallu
c.islaiihn, novo, bastante gordo, com Os slghaes se-
guinls, ps e maoscaloados, pintas prelas cima
dos cascos, sem neuhuroa marca de ferro, signal
pequeo no testa, cauda grande e bola as dinas
pora a dimito, o qual anda di'sconHecido nesta
cidade por tor viudo ha pencos das da provincia
do Cear : quem der noticias certas uu desrnbrir
u ladran rrceber Oj; de |iulilleai;ao.
Muila atteeo.
Fligio houlem de pasa do ahairO assrgnado o e*-
crovu Luiz. irioulo, de t annos rte idV pnuco
mais uu menos, nao tem. barba, ton uma cicatriz na
testa, proveniente de ui cuucoile CBvallo.de mo-
iioiroquo qualquer pes-oo que ollioparn'ditf sica-
Irz nao precisa adormboi-, porquu parece qc Ihe
licou o casco do cavallo pregado na testa, levou
vestido umo calca decasemira esciiaa, camisa bran-
co e levou mais olgnma roupa do sobrecellonle.oom
como umo rede do dormir: roga-se-portento a cap- .
turo delle a todas as autoridades pohciaes e inesiuu
a qualquer particular o aae se avtifleararttm ge-
nenisidade.:=Joao du Rogo Uma.
Hoje depois da aiidicmtia do juizo niunicipal
da segunda rara tom de so arrematar por iros an-
uos, a renda da Cosa terrea d na -do Hamp-1 n A'i
por oveoiiciu do Anacilo Jos do Mcu Joucu contra
Domiio Uuncalves Rodrigues Frasca. s=Eseriviui,
Vthayde.
- Precisa-seda quaotia de lOOf juros sobre
liyiiother.i ou aluguel do um escravo '. qm-mqui/er
dn ij.i-su i roa Nova u. :tli.
^ A pesaaa que airounrinn qnerer cniiprnr mu
p.ilanquun d rnbuno, quorointo na em bom uso
dirija so ruada Santa Cruz na oa-Visl cssa n.
80, das 7 as 9 boros da manhaa i tardadas 3 a.
Jaiilares.
No ru dos Crur.es n. 41 deposito, foracce-se Jbo-
tares para fura poruommodp proco.
Dosapparei-iiu no dia Io de inaio o preto por
nomo ndru, noci Cabinda, boa estatura, ser.-o
11 corpo o tambeui dn rosto, tem uro dente de me-
.i i-: na frente, num idadu -10 a li anuos, fui de Flix
l'.ios da Silva morador em i.iqui e oi vista, na es-
Irada do Arroial, racoiumeudu os auAoridpdes puli-
oi.ios e cipiUies de campo que sondo pegada sn re-
com pensar generosamente ; este nrelo trabolha de
seriouioum vanas obras de pedreiro e tambero
gosl.i ...- irobalharcm sitio : na ra Imperial n. 37.
^6&ocii]o IppogrAphica
|JcvuflmiucflUA.
Am.iiihSa (11) liaver. sessio do coiisello direc-
tor As 7 horas da lardo.
Secretoria da A. T. P., 10 de maio de 1854. P.
-V. de A. Coulinho, prirneiro secrfclario.
208000.
Iw4e esta quantio a quem adiar ama camia de
corroir.i, do auiarell, e ainda ova, Pcom caver-
nas cun a marca fo n. 8H\ tendo ite comprimen tu
3 a 38 palmos, tea 8 us em um dos oncnlamon -
los, lom pequeos panoiro3 na pn'.a o mnpa, pre-
gados de cobre : qiieaj anchar leve rubricado
lolbasde. Aiiioiiio Carneiro da Cunta, nos i.oplhov
= lioaa-se h. Sr. ihesuureiro dos lateras o favor
d nao pagar qualqner premio que pnr ventura1
saia no blbele n. 1232 da quarta harte da tk lote-
no da matriz da Boa-Visto, eujo bilhele desenro-
nhou-se do obaitu assia.Kbi.
fVa>o Anmio dos S**:
rs Precisa-se de asa heatem jiro eniea* de
pialar-oes o tratar de ravallos para sfr fCinir de um
silio porto da prora : quem quiter nistn se empre-
gar dirija-sa ao obrado da rkado Saasa Thercza,
que chari com quem Iralar.
r= Precisa-so do uma possoa Ierra on captiva pa-
ra ^p aervico de cnAiulia e ouipras, poaeudp ate
dormir fura : na ru do Hospicio ao lado dirette,
casa n. 7.
Furtaraui daCapunga
um cavallo alazo cofn omd estrella n testa pu-
chando parao fueihho mo direita calcada uro pou-
co, irma bexgano espiuhoco : queih b pegar leve-u
Capunga a Joaquim Niza'ro, que receBer 20g.
Declarado.
0 iufra assignado faz vor a quem ti ver talo o edi
tal que annunvia i praryi de aous faeas penhorados
por eiocucio de D. Hara Joaquiaa de Mello e Sil-
va, quo nao deve a quanta pela qual est sendo
exeruiado, como pretende mostrar ua mesma ere-
coci para o que j podio vista quo Ihe sari ron-
cedida depois da mremataco e nao antes, por nao
le-la pedido logo depois tla'puuhura.Joa tonio Conralcrs da Hacha.
0 abaiio assignado niia a tedas as pewmas
que liverem peuhores em sen poder, que bsian
de o3 vir tirar no prazo e ludias, a contar da dala
deste : do contrario os vender para sCu pagamen-
to. Hccilo, 7 de inaio de 1809.Juo Adriano de
Mello Duha.
I
. --
^^:.:0.:-.-:^^-^ ,...-..-'^:-v.^^'- -


;
Sacca-sc para o Por-
to e Lisboa.
No cscriplorio de Carvalbo Nogueira & C, tua da
Crus n. II), primciro andar.
Aluga-se olereeiro andar e solio do sobrado
da ra cslioila dn Rosario n. 30, coni bastantes
coBimodos : arralar ua rea do Qucinudo, n. 12,
primuim andar.
l'recisa-s* de mu cainiiro: na toja du dura-
do na tua do Mvraraento n. 9.
O Sr. loso Augusto de Araujo queira ir i casa
dfl Sunndcrs Bro'Micrs i C na praca do Corpo tau-
lo, para ler noticia do ninas poras de machinisnio
que mandn concertar na Inglaterra.
precisa-sil de ama ama para coznhar e engom-
mar: na ria Nova n. 10, luja.---------------------------
= O abaixo assigiiaifn declara que deixou desla
dala em dianle de ler as transan-oes que tiulia eiu
a casa de cOBirnjsso de escravos lia ra do Livra-
inonlo ii. I, doSr. Marciano Acriolruns llanadas,
por se toaateamp senhor cl mimado., e jor estar
quito alwealanat, f/. presento annuncio; ao
mesmo lempo agrdecendo-lhe o bom Iralamcnto e
/'lo rom que sempra me traloq e a lllma. sua fami-
iia.=Sooo Miguel 41 Otc.'r j Urardo.
COMPANHIA
DK
Illiiminafio a gaz.
Acha-*e preparada para enllocar canos as casas
para lomeeimenin de gaz.
O preco do gaz de 10$ por mil ps cbicos.
Os canos que, ib collocarem desdo o rano prin-
ripal al. a aprla da casa ou sitio do consumidor,
sern enllocados a,cusa da companliia.
A collncaco dos canos no interior das-casas nu
sita caslar ao consumidor mil reis por pe ferino
uscaBiitros, bracos, lampones ele, serio de
proras rblalivos ds siors classes e qualidades, e os
proras *jo mdicos, e ira qualidades proprias para
todos os fies. K F 1
Tros ps cuhicos de gaz dao urna luz igual a cinco
Telas deesponiMcer \ ondulas aqu de 6 em libra,
ejjusuu^indo 25ti graos de tsprrmacete por hora.
te* pos cbicos de ga* costar somonte por hora
3 re.
Kmquanln que as velas euslam por lio 300 rs.
I. nina luz do azoito de coloya, de ideo ou dees-
permacole casta por hora 1fJ0 rs.
.Uga^Jv*Mrvand>dupiir rejrislro rendido ao
oonsnfnTOor soaaorte o que diariamente for eonsu-
, mido : osle registro deve ser guardado o ni ordeui
pela cowpaoMisenin Je pigmeiiio, eo.consumi-
, dnr o RlMiRinopelk rircumsuiiria do registro, sen-
do seMad para nao ser aberto sonata ein sua pro-
seara. '
Aqueltes^u^iloaejaroro ler gaz devem hiero son
pedido qcwnlo antes, pois que os primeiros viudos
Diario de PernambucoQuaria fefa 11 de Maio de 1859..
8
AMA.
Piecsa-sc de lima ama que seja lina cosinhoira
paro casa de pouca familia : a tratar na ra Nova
u. 20.
= Precisa-se de un raixeirn que lenlia pral'u a
do taberna para una que faz bstanlo negocio: a
tratar ua ra Nova ,,#).
FUNDIQAO DAURORA.
Este iililissimn estaheloi monto aeha-se, ha ponro lempo. augmentaJn tanto no material como no
sen pessoal, o soos propriclarins habilitados para volirerqualquer npposicn hostil o dospro/airin a ig-
noranle viluperaro de malevolencia, Ouorcceina seus numerosos reguezes e ao publico em geral, as
MQlagensde sua longa experiencia e reeonheeida promplidio e IldclidadG na oxiu-iico das obras as
mais importantes de engenharia, entre outras podo eiimiieai as segtiinles : machinas de vapor de lodos
os bunanhos, rodas d'agua de iodos os dimetros, todas de ferro ou para cubos de roadeira, moendaa
para ennna todas de ferio e indepondoiiios eom os luclhoramontos que a experiencia inu'.l re ser in-
dispcnsavcl, lucias ditas eom lodos os preparas, lachas para engenho de todas as qualidadese lamanhos,
rodas, rodetes, aguilhrs. rrivos e boiras para fornalha o lodas as ferragons para engenho, machinas
para amassai pao o bolacha, ditas para moer mandioca, fornos o piensas para tarinba, ponos de forro,
aaldeiras, tanques, hoias e todas as obras de inachinismo etc., ole.
I*
DE
Commissodecseravos.
Aluga-sc i iii'ainle casa lo pateo do
r,,iiiii(M'iiiOlinila:iii rua to Queinniilo,
ii. 18, luja.
Precisase tic
'.Altttiilit'fiiit'iilo ile
.Ma rua larga do Rosario
segundo andar.
la casa reo. hom-so csrrarns para
porcuiniuissjti por ronla di seu
n. i2,,os,,-,i2-
uma lataileini, i|iio
si: na i-ua jje Ilor-
srrao timbera servidos em primean) lugar de cojfc._teu do Carmu n. 24.
lormidaile con>as datas dos seos podidos.
^f*frtdki^tliiiiit*'sivt;is devem com-
parecer'pmr psciilherefai os npprelhns que Ibes
oimvem no nrmazvm dama da Cadeia de Santo An-
tonio onde adMrao um completo sorlimenlo.
Escriptoito da companliia. Recite 3 de maio de
M59.
= O hachare! Manoel Innocencio Pires de Fi-
gueiredo (".amargo, advoga no crime e civel, e pode
ser proedrado das 9 horas da manbaa s 3 da tai-
de. na rua do Collegio n. SI, escriptorio do Sr. l)r.
Rouza Res, nao so para tratar de qualquer causa
nos auditorios desla cidade, como nos de fura della.
Arrefto:-.se um sitio eom eiceitente casa de
Tivenda no logar da Torre i margeni do rio Capiba-
ribe confronle estrada do Uaiiguinho, cuja casa
alat de ser ediQca^a da em um ponto) do ria agradavel lano por della
avislar-sevtodas as casas da Capuuga, Passagem c
Ponuldo Jda, conim 4 salas de 30 palmos qua-
dradokeada uma, sendo 3 forradas de rico papel e
i lecio de estuque, 11 quarlos, sendo 5 forrados de
papel e olelo de estoque, cuziuha fra. bastante
espacoso, coeneira para 3 carros, quarlos de cria-
do e de ptetos, estribara para 6 ravallos, casa pora
gaUinheiro eanimaes domsticos, 2 cacimbas, irna
contaxcajlaute aaua djp beber, outra con bomba,
da yial ejla agupara^a coiade baeho que fica ao
e, iordii eom tiguras e jarros de. louca linos, mti-
flte eom "Tiortlro de ferro, baxa de capim
qpc sualenta anaual dous cavallos, pomar de laran-
gciras, selectas edeumbigo, alui de outras fruc-
leirasdojpat : os pretendeoles dirijam-se ao aterro
da lioa-v isla o. 2, segundo andar.
A viiiva Jane, dentisla tema honra de avisar ao
respeilavel publico, que continua a por denles arli-
lu-iaes dr porcelana, assim como lambem lira as
carias dos natures, que lano damnifican] os deu-
tos e cooperam para o mart hlito da borra, nao
sendo liradas ; cava os dontes furados eom ouro,
rala, metnl hranco c roaasa adamantina da de me-
Ihor qualidado. A annum ianle ussevera a todas
as pesSoas que sequilerem irtilisar de sena servi-
dos rom esperinliflade as senhoras que devem pre-
ferir ser tratados por nutra senhora pela mator dc-
linaexa'ffo Ir.ibalho o menos acanhamenlo que
natural eiperimeiiiein que dispe dos melhores
p mais peffeitos instrumenlos para o seu trabadlo,
e nao exige paga ulguma nao flcandn os denles
ln bem postes que nao se possam differeiirar dos
|iropiiosftaturaes : na rua de Santa Hila n.'63.
- Gustavo llabin chegado ulliiuamonle Be Pars,
o estacionado no hotel ingle/., qnarto n..r>, rua do
Trapiche, lem um completo sorlimenlo do joias-do
ulliiuo goslo, relogiosde repelirBu c chroiionielrns,
varias fazciidas de seda, chitas em cassa, meias
aberlas e outras de liuho e algodao, iniiilos.objoi-
los proprios para presentes, facas, caivetes, tesou-
jas, ele. Ponen se demorar nesta provincia, entres
lauto, convida as pessoas dista cidade a fazerem
algiini negocio retalho, assegurando que ludo
vender |ielo mais comniodo preco possivel, e es-
pera que ser a contento dos freguezes.
^r Pelas (1 horas da larde do dia 7 do correnle.
furlaiam da oseada do sobrado em que inora o Sr.
Antonio Joaquim de Mello ua rua flircila, uma cai-
\a de folha eom miudezas de venda, bem sonida,
rom os signaos seguidles : a caixi aohava-se enrol-
la n'uma coberla de chita o por cima dessa enro-
lava-se uma loalha de algodao ; pnuro mais ou mo-
nos ja se siispeila qnein seja o roiibador, e quem
da inesma souber e levar alguna noticia rua das
Graica u.... por rima da loja do cha segundo andar
ser generosamente recompensado.
s Preiisn-so lugaruma ama pan o servicode
casa de pouca familia, oxige-se que saiba eng.mi-
niar, pnga-se bem : ua rita Imperial n. 167, segun-
do andar-
O dono da casa de paslo da rua do Cordoniz
n. 10. achando-se enfermo relirn-se para fra da
tirara o poresse motivo vende ou d sociedado no
dito eslabeleciiuenlo : a pessoa a quem colivier
qualquer desles negocios dirija-se ao mesmo.
l'reciijrie.do uni uaixeii'o : na tabon.a da rua
da Senzala noVa n. 39.
= Prerisa-so alngar urna ama rom bom leilo,
paga-se bem : a tratar na rua do Hospicio, segundo
andar do sobrado amarello defronludu uiairiz.
A senhora que honleui arhou urna quaiilia, e
roslituio a son dmio, na rus dn Cadeia de Sanio
Antonio, queira npparcecr na loja de sapalos, junio
a qual den olla o dinheiro, para rscelier umagrali-
llcaoao por seu proceder ln digno de loiivor, n qui-
so uo toz na mesma necasio por osquci-inienlo, o
por nao ser mais encontrada quaudu logo depois a
proco rara ni.
Enveriiisa-se mobilia mullo em conla
COMPAMIIA
no pa-
Manoel Aires Ferreira At l.ima, fazeui scienle
ao respeilavel publiio, |irinripalinenle ao rorun do
commercio que o Sr. Nnrbertu Bezerra de Albu-
qiierque desde hojo deixou de ser m-u caiveiro.
llecile 7 de maio de 1859.
1'mascniiora ua rua dus Palos n. 13, ofTcre-
ce-se pari lavar o engommarconi pcrfei.o e por
preco i'oiiimodo : quem de seu presumo se quizar
ulilisar dirija-se mesma casa cima.
:= O proprielariu do engonho Siblr di Serra
deolara em lempo que no vencimenlo de suas le.
Iras relativas a compra que o mesmo fez do referi-
do engenho, lem prompto o dinheiro para o seu
resgatc : por sao qualquer excesso de lempo ven-
cido, nao pagar o juro estipulado por nao ser sua
a culpa de demora que possa haver em dilo rece-
bimento.LU; larbalho de Yaseoiicellox.
= Na rua Dircila n. 93, primciro andar, preci-
sa-se de um rapazinho para creado de 12 a 16 ali-
os : dasC as 9 da manliaa c das 2 pur dianlc da
larde.
COMPANHIA
DK
lliuminaeoagaz.
Carvao coke.
Na fabrica da illuiniuacao a gaz vende-se carvn
roke (carvao queiinado a l(ij a tonelada ; este car-
vao mais econmico do que qualquer mitro carvao
ou leulia, c serve para qualquer uso.
EaCRIPTOJUO HE AHMii.vr.lA.
O Dr. Antonio Borges da Fonseca lem seu escrip-
lorio na rua do r.ollcgio n. 17, primciro andar. An-
ligo advogado uosta cidade pensa ser bem couheri-
do para carecer de mullo recouimendar-so. Tendo
VM0 ulliuiaiiienle da Kurnpa est coinplctamele
habilitado para todas as questoes de direilo, nrin-
cipalmoiile commerciaes, pois que possue alem dos
melhores pralicos eslrangeiros, todos os eodig'os
comiuerciaes ciiuiecidos at boje.
Aduigi em cominiini eom o baebarel Joio Bap-
lisla do Amaral e Mello.
Sahem lodos quaiilo.o rejerido doulor se inleres-
sa lias queslies que loma a seu cargo, bem romo o
zelo e oclivide, quedajacnvolve.
Estar pois oo escriploiio de 9 horas da manha
s 3 da larde em todos os dias uleis, e quaiolo liaja
urgencio de fallar-llie pode ser procurado na casa
de sua residencia ma da matriz da Boa-Visla ir
33, onde lambem pode ser procurado o hachare!
Amaral depois de 5 horas da larde.
Itecife 6 de maio de 1859.
:= O Dr. Filippe ope% Nello, uo pudendo, peta
rapidez de sua viagem para o Havre, despedir-si
PERNAMBCO
CIDADE DO RECIFE
COLLEGIO DAURORA.
DIRECTOR 0 PROFESSR JUBILADO
Silvano Tliomaz de Sonza Magalhes.
O director deste eslalielecinienlo avisa aos senhores pais de familia e coin espec iali- Vil'
ilade anssenhoros pas de seus collegiaos que se a, ha reslabelecido de sua saude. assim /\\
como na eontiniiaeo da directora de seu ciillegio. i I >
Sempre solicito nomelhoramenlo'da inslmcriudeseiis discipnlos, i qual 6. dedicado vi
a 22 alios,aprsenla agora ao lospoitavel puhlieo em resumo oq,nadro da reforma, que \\ J
julgoii aihqitar para o progreSSO \.* odiiraeo da inocidado que lhe couliada.
Arligol." A iiistruceo tica dividida em Iri's classes : sendo primaria, secundaria e
recreativa.
Arl. 2. A inslrucco primaria coniprehcnde :
1." I.er e escrever;
2. Prineipios geraes de moral ;
3." Doiitriua clirisl ecivilidade ",
4 Kxercieios granimalicaes.
i* Noeies de arilhmeliea;
f* Seii desenvolvimeuto em appliraces pralicas; ~t\an em inleiroTe quebrados,
quer em derimaesc regrasde proporco ;
7." ti Systems dos pesos o medidas do impeli ;
8." Elementos de geographiae historia, rom o.<[iecialflt*dc do Brasil ;
9.'' feomerria rertllinea.
A radeira de instrucro primaria regida pelo Sr. MlnV.el Vianlsco Coclho Jnior.
Arl. :i A instrucro secundaria comprehode :
1." Analvse da graiuinalica philosophica da lernuymo Sonrr-s Barbosa. Ksla radeira
regida pelo Sr. Manuel Barbosa d>' Iranjo, acadmico do priiueiro anuo da l'aculJade de
direilo desla cidade o profesan publico da provincia de Sergipe ;
2." I.aliiu.Ksla cadena^regida pelo Sr. Manuel Francisco Coelho, professor publico
da frcgiieziado S. Jos ;
3." I'rancez, lido, escriplo e fallido. Ksla radeira regida pelo Sr. Dr. em bellas le-
tras Joaquim de Dlinira Sou/.a, professor particular ",
4." Inglez, lido. escriplo e fallado. Ksla radeira regida pelo Sr. I.niz do Nascimen-
to Havignicr, acadmico do segundo anuo da faruldado de direilo desla cidade
5." Arilhmeliea, algebra o gemetra. Esta rideira regida pelo Sr. Dr. em medi-
cina Augusto Carneiro Monleiro da Silva Santos, professor particular ;
." Philngophia racional e moral. K.-ia cadeirac regida pelo Sr. padre mostr
Jno do llego Honra, professor publico do liceo da provincia da Parahiba o acadmico do
lerreiro auno da (acaldada de direilo desla cidade;
7." Illietoriea, potica e analvse dos classicof. Ksla cadoira e regida pelo Sr. Dr.
Antonio llangel de Toares Bandeira, professor publico do gymnasio desla cidade ;
8." tieographia e historia.
Arl. i. K inslrucco recreativa cninprehende :
1." Dansa. Professor o Sr. Manoel Baptisla di- Sonza Dansa;
2." Msica vocal e instrumental. Proessur o Uvm. padre meslrc Primo Feliciano
Tarares :
3." Desenlio.
Arl. 5." Condiecoes de entrada:
Pelo auno lectivo eaa qualro pagamentos adiantados;
Os alumnos internos a quem o director forneccr medico e botica, pagars re-
gulando cada quartcl na ra/o de 105................420*000
Aquelles enjos pais furnocerem medico e botica pagano regulando cada quar-
tcl na razio de 9jJ.....................360,?ii(iil
Os semi-inlcrnospagaro regulando cada quarlel na razando 5I. 216011110
Os externos pagarao adiantados mensalmentc pur cada urna das aulas. 5jU00
Art. 6. O collegio d gratis todos us alumnos inlernos e semi-iulcrdos urna aula,
lodas asmis seo pagas na razan de 5$em quarlcis tambein adiaulados.
O director apioveila 0ensejo uo S para anda desla vez agradecer aos Srs. pais de
seas alumnos o honroso conceito que aolle sempre bao depositado, como lambem alliaucar-
Ibes que seus disvelos e cuidados nos ni eios de promover o adiaulameuto de seus co'llc-1
giaes jamis arrefecero um s matante
^^^^%^^S^^5
Nesta casa rereucm-se esclavos para seren ven-
didos por pommissao por ronla di seu- senhores,
nao se poupando clreos para que os inosmos se-
jam vendidos rom promplido, aflm de que mus
senhores nao soffram empale r.....a venda delh s ;
alliaioa-se o hnin tratamenlo a>-itn como a segu-
ranra para es mesmo-. Xesta rasa ha sempre pa-
ra vender escravos de ambos os sexos.
Uesappareceu no tlia t do corren-
te urna cadclla la tena nova, cor parda
e pes cali;.] dos de lira neo e acode pelo
nome de l.eoa : quem a levar a' casa
do Dr. Sarment ser recompensado.
Santo Anlao.
Fugto do engenho Estrella ou Macha-
do, junio a cidade do llio Fortnoso, ein
Itns de abril do crtenle auno, um mu-
alo de nomo Simo, eom dade de 20 ai-
nos potteo mais ou menos, queixo com-
prido e bom cabello, eom estatura re-
gular, tendo n'um tos culcanliares a ci-
catriz, ou taires a Herida) de urna ulcera
boubatica que teve lia pouco tempo, pre-
sume tallar bem e tocar violao, consta
(pie lora para Santo Antiio ein compa-
nliia de uma mulher conhecida vulgar-
mente pelo nome de Maricas Santo An
tao : q iKMn o prender lev -o ao dito en-
genho tpte era' recompensado ou ao He-
cife na ruado Sol n. 15 a J. J. de Mi-
randa.
' Precisa-se de nina mulher forra ou captivo
para ama de casa de pouca familia, para todo o ser-
vico interno, paga-se bem, a pessoa que esliver
beatas circunstancias apparera na liba dos Halos,
I casa de cinco carandas de Irenle.rom entrada para o
I boceo.
=; Miguel Mendos da Silva faz scienle aos senho-
res lierdeiros de Jos lloberto de Moraes o Silva, em
romo o mesmo s linioi no engenho Salgadinlio a
farra que compran ao herdeiro Manoel Gomes, |ie-
I qnanlia de l:6H0a, sendo que dila parle era de
l:50H3,c que ludo mais inclusiveis as obras que
em dito engenho existen! nortencem an aiiiiuucian-
lo, por isso, que tendo sido cilado para seren (fi-
las as obras por ambos, declaren no jui/.u de paz
queno quera entrar as nbras, e por isso fnram
ellas follas lo smenle pelo aniiunciautc. cuino
coiisenbor da maior parle do referido engenho.
A viuva I). Alina Isabel de Sonza l.eo faz
publico, que no engenho Timb do termo de Olinda
lem parle seus lilhos menores, herdoiros de seu
Uado marido Antonio I'. Santo Praga, o que faz.
publico para conhecimento do quera houver de fa-
zer qualquer negocio cora o proprietarin, ou con-
senhor do dilo engenho, e nao possa chamar-se a
ignorancia.
Hontem das 7 para as 8 horas da imite per-
deu-ee desde a rua da Cruz al a arco da Concei-
, cao do Becife duas camisas de menino, bordadas:
y fiede-Se a quem os achou leva-Ios loja da rua da
Cadeia dn llecifc n. Ct, que ser generosamente re-
compensado.
=; Para liquidar negocio vende-se urna armaco
por barato preco : na rua da Cadeia de Santo An-
tonio ii. 11 II.
Precisa-se d
casa de pouca familia : na piara do Corpo Santo
u.17.
j^ Consultorio ecnirai lioupopuiico'B
BBSBB^
Precisa-se dedous liahaloadores de anchada,
que sainan) plantar rapiut, para plantar t tratar da
uma pequea baiva i: esta enchuta : na rua dos
uuarteis de Peiieia, andarla n. 1s. Na mesas pre-
cisa-se ib- dous amassadoies
lamenta da masseira
adores que onlendam perfei-
e tendedeiia, e um loineliode* '"
REMEDIO INCOMPARVEL.
UNGENTO HilLI.OWAY.
Milharesde individuos de hidas as naces pdein
leslemunnaras vtrtades desle remedio nrouipara
re e prorar i ra raso niT.'Ssario, que, pelo oso que
delle h/er.iul lelo seo col |io o IllelllliroS illllililHI.nl
saos depois do h.irer eiii|uegado innlilmeiile nutro'-.
Iialanieiiios. Cada pesos pnder-se ha convenc-
dessas curas niaravilhusaapela bullir dospenodi-
tos, que Ui'as relalam todos us das JisjddUis an-
uos; e a maior part' delfas sao'fSfl twpreiMcnles
pn admirara os mediros mais celebres, (.inanias
recobraran!
seos brai'
soberano remedio o
|.orn.is, depois de ler peniia-
, nocido longo lempo nos hosp)taes, onde deylaln
puno ira ordoin : na mesma echarn eom quem
1''':'neci.sa-sede,.maamapar3oservicodeeugo,n-;^nil'vi'1"'l'lll'',':|;'' \"""" '''"'i'"'"!"" I'1"'"1"
mar: a passoa que quizur diiija-se prara da boa-"1''!''"1" **. 1>vlos d'' pajlocjmenlos para man
Vbjian >- Lsiibiuollerini essa operario dolom>a furam enra-
Precisa-Mdc urna ama para comprar e cosi-\'1" rompMjaienle, niedh.....i 0 udesse PTPos.i
nhar: a fallar na rua do Passeio Publico u. :!. I"*0- ,**&, '"- '"M"^"^ >' enfusao do
- Km dias du mes de mareo des.,, auno fegiram -""."'"nlo'-nceiiio declaramn esi,-> resuliaib- be-
do engenho Serigi na comarca deGoUnna, es- '"-*.^"^ ':l..ru rorr-g.-dor emdios ,nagi>.,.,-
cravos seguinles:r.usl.Kli, crioulode 25a M an-.u"'-."' '' inai*a.il.-iiU-.-ar.-in Ma rnai .'
Nmgueui deseaaorarui do i'Sisdo Ve sude se li-
nos pomo mais ou menos, barbado, bem relo,
altura regalar, cheio do corpo, olhos grandes, bem
Enllante, gosta de beber agurdente porem nao se
embriaga ; Nicacio, crioulo, da mesma fdule
punen mais ou menos, altura regular, beai preto,
cara redonda, nariz ahaln, nlhos urlicosegrandes ;
Joo, crioulo de 22anuos pomo mais nu menos,
altura regular, cheio do corpo, principiando a bar-
bar, o foicos regulares, todos perleiuenles an Sr.' Al|'oica-.
Miguel Joaquim Cesar proprietario do referido en-. Jjajmbras.
genbn: recommenda-sc a captura des meamos e a, -'"">-
i nlrega detles ou no dilo engenho ao -en seutior, "janci'rcs.
ou nesta praca a Manoel Ignacio de Oliveira A ti- '-orladuras.
Ibo na praca'dn i.omniercin, alliancando^e uma; "'"os de cabec.i.
generosa recompensa. das cusas.
Perdeu-se um pequeo embrulhn de papel
eom 3909 em sedlas, islo da rua da Praia a doi
Collegio, Iluda o larga do Rosario : quem os adiar]
e quizerrestituir dirija-se a loja de lirios por bai-
lo do esiiiptoiio do Sr. Dr. l'onseca e ahi se darn
signaos cortos o a graliti?aco do adiado.
= Sebaslio I.uiz t'cireira responde a Sra. II. Ma-'
lia da Assiinipco Cavalcanli de Albuquerque, que
a contaque di/ em seu annuncioinserto no inrio]
dr l'ernumbuco de boje 0 do correnle, j lhe fot
apresenlada pur vezes, a qual se nao dignou icce-
ber porque eslbem cerlo de haver um saldo a fa-
vor do amiiincianle de pertode seiscunlos de reis;
por cuja recusa lem de procurar que lhe seja a mes-
ma conla entregue de modo que nao possa haver
mais recusa ; certa de que mais resposla algiima
lhe darei pelos jornaes, e se agora assim procedo
apenas em alleiico ao publico. Itecife 9 de maio
de- 1659,
= Precias se de uma ama para casa de hornera
snlleirn, que saiba coziuhar hein e eiiguiiimar,. e
prefere-se rema : na rua da Senzala Nova n. 38,
sobrado de um andar.
Joo Kinilio Chardon relira-se para a Kurnpa.
- ; tlfferece se um rapaz para caixeiro, excepto
de taberna, o qual tem algiima prallra de deposito,
e est anda arrumado : os pretendeiile dinjam-se
ao paleo de S. Jos n. 43, que se dar infoiiiiaces.
'i nso baslaule roiilanra para ensaiar esteremediu
coii-ianieiio ule >eguimlo alguiii touipo u trataml-n-
loque neressilasse a ualure/a dn nial. Pujo resulta-
do seria prorar ineonlestavelmrtrtc : t,'ne ludo cura.
O ii.i^iK-nlo he ulil. mais |:i-li<-ul:ii-
lliente lilis segiiiuleseiisos.
Innaniuiaco da ni.i-lii/
l.epra.
U.ihs daspemas.
dos pellus.
de olhos.
Monlediirasde reptis.
Picadura de mosquilos.
Pulnies.
ueiiuadelas.
Sarna.
SiipuracOes pulridas.
Tinha, em qualquer parle
que seja.
Tremor de nonos.
Llceas na bocea.
-ilo ligado.
das arliculaces.
Veas ture -idas ou lindadas
as pomas.
dos nieninros.
I'.nfeianidados da antis em
geral.
Ditas du anas.
Kriipcoes e oseorlietiras.
l-'islulas no abdomen,
l'rialdade nu faltado calor
as extremidades.
Prieiras.
tiengiras escaldadas.
Ilohai'oes.
liillainaeodo ligado.
da bexiga.
Aviso.
Vende-se este ungento no estabeleciiuenlo geral
de Londres n.22i, Sammi.i e na luja de Iodos os
boticarios droguistas e outras pessoas eiicarregadas *
de sua venda em toda a America do Sul, ilavana B
Ilespaiiba.
lende-sa a 800 rs. cada boectinha, cnnlm uma
inslrucco em portugus para o modo de faxer uso
de.sle ungento.
O deposito geral he em rasa do Sr. Soum, phar-
niaoeiitico. na na da Cruz n. 22, em l'eriiaiubuco. .
Ricos enfeites eom viririihos
para cubera.
Vendem-se os mais riros enfeiles prelos e de
carea rom vidrilhos, pelo baralissimo preco de 4% e
SU cada lun : na bem conhecida luja de miude/as
i Boa Fama, na rua do vjueimado u. 33.
Na loja das seis portas
EM
O ahaivo assignado pretende relirar-se para In-
glaterra no seguate paquete inglez o faz publico
por esle lliarin que deba procuraon bastante
lias mos dos Sis. \v uli.nn i.haitou e Iticbard llroo-
nie, em conformidade eom o aniiuiicio feitn nesta
mesma folha pelo Sr. Joo Bavlisseui 23 de marco
prximo passado, para desta dala em dianle faz-
quaesquer comumnicaces en. relaeo anto co'm 0^^^"?^*^?^? E
Sr. George Furness como coin o Sr. Jolin Bsvliss
o abaixo assignado. llecife 7 de maio de 1859.
George llovtl.
Precisa-so de urna ama para o servir inler-
| no do uma casa de pouca femilia, agradando paga-
uma ama para o servicode uma I *'l--ni : na raa Bella ,,, 5.
:= O abaixo assignado lem contratado eom o Sr.
Domingos Barrenos a compra da armaco de sua
taberna, sita na rua das Cruzes, n.: quem se
jiilgarcoin direilo a ella, queira reclamar al o dia
12 do carrele. Becife 9 de maio de 1859. Jouo
Manuel Piulo Ilattos.
CASA DE SAUDE
SITA EM SANTO AMARO.
DOS
lio
DB. SABINO O. L. PIMO.
pnuatde Santo Amaro 'Mundo Noto) n. 6.
Continuara as consultas e visitas do mes- ^
; j, 1110 mono .pie d'antes. A coniiaiica que or
;** Dr. Sabino deposita na pessoa que llca I
?K, encarregada do seu consultorio nao ser i
?; desmentida.
Os puliros sero sempre tratados gra- H
liiitamenle. ::
As correspondencias sero inderecadas f$$
rom o .subscripto ao Dr. Sabino eom* au- i
-sciicia ao abaixo assignado.
Mirtiorl de Mol/os Teixeira Lima.
Professor em bomeopalhia e secretario
do consultorio.
Compras.
eom
Vpollu
; Compram-se um palanquim de rebuco
pomo uso : quem o livor dirija-se rua de i
11. 12.
Compra-se nina tabolela rom. 30 palmos de
rnmprido eom poquena dill'ereiua para mais nu
menos: a tratar na praca da Independencia ns.
Me.
Vendas.
Ncste estabcleriiuenlo ha as melhores ucominudacoes para se traan m doentes de qualquer calhe-
goria e sexo.
A diaria menor he de 28500, devendo a paganientu ser feitn por qninzenas adiantes.
llavera 11 maior zelo e empenho 110 tratamenlo dos doenles os quaes sero visitados pelo menos
duas vezes por dia pelos mdicos prupriclarios do eslahelccimciito.
Sp
Seguros maritimos
e terrestres.
ESTABtXW.UH NO Bl DE JANKIRO.
Cui o vapitul
RS .fiJoO.OOO^
Alicia nni 4a tm. n. 4o.
O agente etta coinpanl'iu netta capi-,
tal olferece TanUgeni nos seguros nao s
en e$ como em modiciade de 1
ptemios.
Vitrva Amorim 6 Filhos
sacam aobre l.iboa e Porto.
Cas de madama Routliier.
Masia franceza.
Kna l\va numero ofc.
I.nvaa de pcMio de Joovin, ricos enfeiles pelos
Daru.tibet. Br Mnhorajlrimjas braacas rom vidri-
lhos, MrbifAls rrt tneWnos, de seda e !< pnlha
bous prelos, lila de velludo, espartilbos, veos para
chapeos.
A ia\a taja de falcado frimcez
DE
iHrie Jnnior& Hartins
A CASA MF.NIF.B 4C* aquella que na Exposicio Universal de 1S5, naserraouas industrias
consagradas pharmacia e medicina, obleve a medalha de ouro, designada sob 0 nome de MEOAUU
n'iioMiA : ella se aprsenla pois aos phnrmaceulicos e aos cuiuiiierrianles do nosso paiz, cota todas as
garantas de uma repiitaco de capaeidade e honradez a luda a prora.
Do sen estaheleeimcnlo, o mais considerare! de Paria, a cuu Mimf.h fabrica e expede lodosos
artigas, que sao atis profisaao de pharmaceuticu e de medico. Pode-se jolgar da exteasio dos seus
de lodos Os seus amigos, o faz pelo presente an- m'gocios e dos serviros que ella deve prestar, nielhnr que qualquer nutro eslubelecimeiilo, peto quadro
nuncio, oirerecendo-lhes o seu presumo em Bruxe-
las, onde pretende deiiiorai-sc
^ Uma cubra .bicho eom uma cria, desappore-
ceu do aterro da Boa-Vista, ha cinco dias, e julga-
sc (miada pur ser milito mansa : quem a livor man-
de levar ao seu dono para livrar-se das coosequeo-
cias que Mure quem apo.-sa-se do alheio, pois des-
conlia-se quem seja u ratoueiro.
= Os abaixo assignados previoem pela ultima
vez aos seus devedores auligos de virein saldar
suas cuntas o mais breve possivel, do contrario te-
rao do ser taes dividas cobradas judicialmente ; o
que os abaixo assignados qiierem prevenir para uo
i haver desgoslos. Vidal \ Boatos.
(E Aati iLunfi-'jj Aanaiii,
2, (ioltli'ii Squarc, Londres.
Bearent Street.
J. G: OLIVEIRA Tondo augmentado, eom lo-
auiptas e
dos diversos capilnlus dos seus procos"correles geraes, livi-o ciccssivameule til aos phariiiace'ulicos
e todas as postoasqne se oceupam de sciecias.
Substancias natures [drogasj
Pos medicinaos ;
Prcparacoes pharmareutiras;
Productos rlumiros medicinaes:
Plaas medicinaes ;
Hedicajneatos especiaos c de patenle :
l'rcparacoes homeopalhicas ;
L'leiisilios e upparolho dochfmica ;
mar a casa.contigua, ampias e excellenles acrora-
mudacoes para mallo maior numero de hospedes-
de novo so reeommenda ao favor e bambranea dos
seus amigos e dos senhores viajantes que visitem
esta capital; contina a piestar-lies .seus snicos
e bons dulcios, guiandn-os em ludas as i-ousas que
precisara conhecimento pratico du paiz, etc. Alem
duporluguez edo inglez falla-so ua casa o hespa-
nhol e fianco/.
Tasso IrmAos avismn aos
sousiieguc7.es que tuuliuuaiii
Laboratorios de chinlica j montados ;
Instrumentos de cirurgia ;
Insimulemos de casutlionc vulcanisado ;
Machinas para fabricar aguas gazuzas ;
Instrumentos de phjscac de precisao ;
Bolulos e ornatos para pharmacia ;
Babancas de servico, de luxu e de analyse chlmica ;
Vas is de vidro, crystal e porcelana.
L.V\vos de,meiUeina4c \>\\-.\v\\t;n\u eAeseieneias.
A CASA MEMF.lt responde a quaesquer iiiformaeoes que se lhe peram. Encarrega-se de fazer
I oilas as despezas al a o porto de embah|ue (Iranspurles, despeza's de segur ele.,] qnando se lhe faca
qualquer eucommeiida de producios necessarlo mandar ao mesmo lempo uma letra de tal valor ap-
proxinialivaiiieiilo ou indicar em Franca ou na Europa, urna casa encarregada de pagar ou de servir de
garanta, os producios devendo sel-pagos em Paris, as despezas de cambio sao ao cargo dos eommot-
lenles.
Todas as cnconimcndas devera ser fritas n c\s\ Mkmeh &C.' n. 37, ras Sainlc Croixde lauree
sonnerie, em P.viiis.
Roii.-a ceiili-iil lioiiieopalliica
DR. SABINO O. I.. PIMO.
*X5 Contina a vender-se grande sortimenlo
j*i do medicaui'iitos homeouathicos taulocui
.; glbulos como em tintinas.
jj i)s piceos das cartearas sao os que se
H o ham estipulados no Uual do Ihesouro
,* honieopalliico.
" Cada tubo avulso......ISOtlII
Cada vidro de tintura. 2j000
Ihesouro honieopalhii-o nu vade-
mcum do hoineopatha, obra in-
dispensavel a todo pai de familias)
viajantes ele........11*000
Sil
m
PINTORES.
\ ende-se urna podra
fiara moer tinta : na
oja.
DENTISTA* DE PARS.
f rederieo dautiei,
Run do Cabuya n. 1G,
recebeu pelo ultimo navio francez o seguinte : ho-
lins de peluca branca para senhora, proprias para
casmenin tm bailes, obra mu delicada, ditos de ;
selm braneo, ditos do brim de seda sem gaspia,
ditos de bflnt gaspiodos, de verniz, todos de dura-
que preto e decores lambem para senhora e para
horuens, botins de Miliez de lastre o de bezerro
para boraem, dilos de carmirra prela, e diversos
calcados Unos e grossos, proprios para a prestte
estarn : a* mesma loja vendem-se os melhores
charutos da Babia.
I)-se efrerlivamenle dinheiro a premio sob
pi Muiros de ouro ou prata : na rua Augusta n. 18.

II estar heill SlipilllOS COin 8S cimrgo denlisla, eom pratica de seis annos no Rio dr- Janeiro e tres na lahia, alera do quena sua re-
Tl'llha<5 ri Tl*(>ii> il-iv mf^Oiic c,'"lt' T'aem n Franca pralieou dous annos como ajudaiile nos gabineles'flos primeiros dentistas de Pa-
US ns; e cnriqueeido dos aperfeicoamenlos c descoberlas mais modernas que se lem feilo, tem a honra de
aununciar ao respeilavel e Ilustrado publico que acaba de chegar a esta cidade aonde pretende llxar a
sua residencia o pralicar lodas as oporacies da sua arle, taes como limpar, limar, Chumbar c tirar den-
les, trabalho este que execula eom sum'uia habtlidad. Chumba denles coin OURO PIRO quaudu o per-
miltem o estado e a conformacoda caria, e nos mais casos emprega uma nova compuso.o branca como
o denle, fazendo corno cun elle, em a qual a cliunibagein se faz sem pressdncn dores, ,- que nunca
se altera nem muda de cor. Cnlloca denles artiliciaes eom perfeiro al hoie deseoobecida nesta ridade
os quaes imitain tambera os natures que nao se pudem dill'erencar e preenekem lodos osseus Fins, lan-
o para a falla e a masligaco como para coinpr as loic ios do rosto. Por isso, julga-se estar em cir-
ciinistaueias de allrahire merecer coiilianca, e convida'as pessoas .entendidas a dignarera-se houra-lo
eom a sua visita para se crTnveiicereiii da supenoridade do seu trabalho.
Aeha-se no sou gabinete lodos os dias das 8 horas da manha al aomeiodia C0M CERTEZA, e
4 da lardo quando nao tiver de ir em casas particulares.
=. Precisa-se de um menino portuguez, dos che-
! gados ltimamente : na rua do Collegio, loja n. 1.
Francisco Comes Castellao pede aos seus de-
vedores antigs que venhaiii saldar suas cuntas al
o lni do correnle raez ; depois desle prazo passar
a cobrar judicialmente.
Na rua Augusta, defronle do gaz n. 17, se dir
quem vende uma mulata eom alguuias habilidades
ede bonita igura.
Precisa-se alngar duas.amas que saihatu co-
ziuhar liem e eiigoimuar : a traa]'na rua da Cadeia
do Recito n 22, primciro andar.
Ilcnrique Bernardos de Oliveira vai a Europa
no prximo paquete inglez.
= Lavam-sc e enfeilam-se chapeos de palba de
lodas as qualidades, o se poeni na ultima moda, e
lambem se fzem chapeos de seda e enfeiles para
cabello : quem pn-lendar. dirija-se ao aterro da
Boa-Vista, loja do trastes n. 27.
O abaixo assignado. locatorlo do trapiche do
Ramos, faz scienle a i| u. m convier, que as pipas de
aguldente ou de nutro qualquer liquido que uo
taren armazenadas no mesmo trapiche, pagarao
por descarga lj por pipa.
Jos liara femanden Tliomaz.
Troca-se um predio nesta praca .que rende mais
de 1:000a, por um engenho, vnllando-se o axceden-
ie se merecer : contratarse ua rua da Guia n. Cl,
segundo andar.
Fontana
E primeira qualidatle
assiin tambem das melhores tle
Hichinonil
(riilego | Otlance
Ha\all | Culiuubia.
& Rescneath.
Bem como ai-inhas tle Nova
OrleanseCliarleslowii lauto e\
tras como superfinas.
jttttHHtt-mttti
DENTISTA FRANCEZ.
Paulo GaigUOUX, dentista
^i
^ rangeiras la. Na mesilla asa
% DO donlilbo.
at as
XzJULiXXiJJ. LW. \XXXX
% l'KDRAS PRECIOSAS.
M0M1RA&DUARTE
--
" OURO E PBATA.
t%_
CONSULTORIO
DO
Br. P. A. Lobo Hoscoso.
3 HUA A GLORIA, CASA DO HM)\0 3
Clnica por ambos os syslemas.
O Dr. Lobo Hoscoso d cousultas todos os dias pela manha ede lardo depois de 4 horas Con-
trata partidos para curar annualmcnto nao sopara a cidade como para osengenhus ou outras proorie-
dades ruiacs. '
Os chamados devem ser dirigidos sua casa al as 10 horas da manha e em caso de urgencia
a outra qualquer hora do di ou da noite sondo por escriplo em que se declare o nome da pessoa o da
rua e o uumero da casa. r
Nos casos que nio forera de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife podero remol-
ler seus bilheles a botica do Sr. Joo Rou.in A :. na rua da Cruz ou loja de livros do Sr. Jos Noguei-
tadeSouaana rua do llrcspoao peda ponte velha.
i,n~ Keef* lo* "' **? do nn"ncianle achar-se-ha constantemente os melhores medicamentos
noraeopalnicos ja bem conherldos e pelos procos seguiutes :
Bolica de 12 tnbos graudc's........... 1080011
Ditos de Ai ditos...............lSOo
Ditosde 36 ditos.........'.'.''' 2l>(((Htii
Wlo de 46 ditos...........'.'.'.'. SgOOO
Ditos de 60 ditos...............30:000
Tubosavulsos cada um.......... lCOmi
frascos dn linduras............'.'.' 2S0IH)
Manoal de medicina homeopalhica pelo Dr. Jabr traduzido
em portuguez eom o diccionario dos termos de medi-
cia, cirurgia etc.. ole. .... -.......20a0ul
Medicina domestica do Dr. Herinr, rom diccionario. 10HJO
Repertorio do Dr. Mello Moraes.........6J0UU
Aderecos de blilli.in-
tes, diaioaiilese perolas,
'r,' pulceiras, alliiieles, hriii- t
.^ cus o riiselas, boloi's e r
"\ aunis de dilh-reules gos- -
_\ los e de diversas podras
..i du valor. '.^
3 r.ompram, ve^dem, ou C
i Irocain piala, ouro, bri- C>
-. Ihanles, diamaules e pe- -
',! rolas, e outras quaesquer "
joias de valor, a dinhei- '
ros ou por obras. S
o eTrtnraTrrw ittw
Aderecos completos de <,.
ouro, lucios dilos, pul- >
ceiras, allinelos, brincos
I .oja de oiiriies
RUADOCABUGA'Nl-
Recebem por iodos os \ XSSAgSMS \
vapores da Europa as ti obras do mais nioderno
goslo tanto de Franca
como de Lisboa, as quaes
vendem por preco com-
uiodo como coslumam.
gio e outros inultos ub- .
^ Apparelhus cmplelos !v'.
<^ de prala paro cha, han-
- \ dejas, salvas, easlicaes, :-
: cnlheres de sopa o cli. o
-^ iniiitos outros objectijsdu
i prala.
fTTT fTT
...i"
CASA DE BANHOS.
Neste proveiioso estaheleeimcnlo, que pelos novos mellioramenlos feilos acha-so cnnvenienle-
menle montado, far-se-hio lambem do 1" de novembro em vante, contratos mensaes para maior com-
inndidiide e ecoiioniia do publico de quem os |iroprietorios esperara a reinuneraco de lanos sacrificios.
Assigiialura de banhos fros para urna pessoa por mez.....' lOJflOi)
mornos, de choque ou chuviscos por mez lfJJOfKI
Series de carios o banhos avulsos aos pucos anniinriados.
RELOGIOS DE PATENTE INGLEZ
EMC AS A DE
Rua Nova numero 22.
Nesta rasa acaba-se e senhora. Tambera veudc por 20aUX) uto relogio de prala dourada, sabonele eom 4 pedras em rubias.
I&IP I
O
roa das La- .>
tem agua e
= Precisa-se alngar nni preto eserara que sirva
para lodo o servico de uma cosa: na rua da Cruz
u.63.
COMPANHIA
AttlANCE
Estabclecia cni Lonilros
___________' llfcV
CAPITAL
tVinco mi\\\es Ac Wbras
eslevUnas.
Saunders Brothers Jt C." lera a honra de informar
aes Srs. negociantes, proprietarios de casas, e a
quem mais convier, que estn plenamenteautorisa-
dos'pela dila rompaiihiu para offecluar seguros so-
bre edilicios de lijlo e podra, coberlos de lelba e
igualmente sbreos objertos que rojitiverein OS mea-
mos edilicios, quer consista etu mobilia ou emfazeu-
das de qualquer qualidado.
SEGURO CONTRA FOGO
NORTHERN ASSURANCE COMPANY
LONDON.
CAPITAL S 1,500,000.
Agente Cl. \stlcy e C.
Offercce condicoej muilo favoraveis e premios
moderados.
IVdo-sc ao Sr, Joao Jos da Costa Sanios o
favor de appareccr na rua Nova n. 3U, ou do decla-
rar a sua morada para ser procu rado.
fiOMEOPATHlA,
0 Dr. I.asannva, avisa a quem possa interessar
que havendo di-lerniiiiadi) fazer uma viagem a Fran-
ca, lera vendido toflos os medicamentos que eiis-
liam em seu consultorio; porem nao se tendn rea-
lisado essa viagem. lem nucamente recehidn de Pa-
lia, nina nutra colleeo.io de medicamenlos inleira-
ineiile novos, e os mais bem preparados possivel,
como tambem rarleiras mili ricas e livros : assim,
quem desoja os verdadeiros medicamenlos pode rno-
cma-los em seu consultorio houieopalhico esa Per-
uambuco2 rua das Cruzes n. *<.
da c.iiu sua ruinpelenle tno,
a rua da Cadeia do llecife n.3.i,
Para senhora em tempo de
invern
Cazaveques de malha de la para senhora, cha-
les do la para senhora, rosoletas de la para cubrir
eabeea de seonora, ale : vende-se na rua Nova n.
2, loja de Nabuco \ C.
Para doente.
Vcnde-se na loja de Nabuco & C, na ma Nova
n. 2, camisas de flanella, ditas de la crua, ceroulas
de meia de algodao, meias curtas de la, ditas com-
pridas, etc., ludo proprio pava as pessoa doenles.
Vcndem-se filas cum ponta de metal para
atacar vestido, ditas para espartilho : na loja de
Nabuco & C na rua Nova n. 2.
Vende-sena loja de Nabuco & C, na rua No-
va n. 2, excellenle fumo para cachimbo, dito para
cigarro, cigarros de palha, hespanbes, ditos bota-
fugo, dilos habanos, e charutos da Baha.
Yendcm-se ricos penles de tartaruga para se-
nhora a 15, 20, 30 e :'"> cada um : na loja de a-
buco c. i: na rua Nova u. 2.
= Vendem-se capachos redondos e compridos
para sala, por preo commodo : na loja de Nabuco
ic C, rua Nova n.*2.
Vendem-se espartilbos de mola e sem ella,
para senhoras e meninas de 12 annos : na loja de
Nabuco C, na roa Nova n. 2.
Passeio Publico.
Loja n. 11
= Knronlraro as pessoas econmicas as seguiu-
tes fazendas: corles de caserairas de cores a l;J,
casemira prela a 2 o corado, panno fino prelo a
6$, dito a i?, ramio.lia francesa de cures muito fi-
nas a 04*1 a vara, chila frauceza de ricos padres a
320 o covado, vestidos de camhraia eom flores, di-
los de camhraia de seda, chales de merino borda-
dos a velludo, e deoulros muilos padrees, chapeos
do sol de seda e de cores para homens e senhoras,
chitas de dilfereiites padrdes, chal)' de gosto mo-
derno, grosdenaple prelo superior, brim braneo de
puro linbo e decores, loncos de alcobaca muilo li-
nos e grandes para tabaco, madapuloes, e umitas
outras fazendas que se vendero a preco que agra-
darn aos compradores ; do-se amostras cun pe-
nhor.
Para quem tiver gosto.
Veiidem-so duas vareas prximo a parir, sendo
crinlas e mansas de corda, e eslo muilo gordas,
o motivo da venda dcllas se dir ao comprador,
pcihincha : quem pretender, dirija-se a estrada de
Joo de llanos, siliu confronto a capella, se dir
quem as vende.
de retro* a 500 i
dadas para senhora a 15, chales de merino rom
barra eslampada a 4j, miisselina branca a 240 o
corado, dita encarnada a 320, velludilho de cores
para ronpas de criancas a 800 c lj, fil de linbo
preto, fa/enda fina, a* 1J280 a vara : do-se amos-
tras, e a loja esta aberti das 6 horas da manha s
9 da noite.
Bordados finos.
la na rua do (Jueimado, lbj de 4 'portas, n. 37,
um completo sortimenlo de liras bordadas muilo
proprias para ralcinhas de criancas, travesseiros
liara enfeilar casareques, gollinhas eom manguitos
do variados gustos e diversos precos, gollinhas para
OtIO, 800, 1S, 1J500, 2?, 2S550 e 33, manguitos, o
par l?60O al 3jt, cainisinlias bordadas para bapli-
sados por diversos precos, camisinhas pava senhora
eom gollinha e mangilos, saias cora 3 babadns
bordados por 6S, ditas por 4{(, saias de balo de
gosto moderno para 7, eoutras mullas mais fazen-
das, que neste rstabelecmenlo se vendem por pre-
co mais commodo aue em outra qualque loja.
Relogios
de ouro patenle ingle/, de um do
melliorcs fabricantes de Liverpool
chegados ltimamente pelo ulti-
mo paquete e alguns de nova in-
Yenco cobertot e descobertofe a
vontade do postuidor em caso de
Arkwi ight & C na rua da Cruz
n 61.
_. '^y ""y* Jft-w *--^v^B(>jMl.^B^?r-..j.. .-"
Ilicts sobrecasacas de panno lino preto a de
cores rom golla de velludo c forradas de seda, feitas
eom todo oslo e aceio a 23, K, 28 e 30, bem .1s-
sim nab luis de casemira de quadrlnlios a 10a di-
tos do casemirn escurs, padres muilo inodenids,
a 189, ditos a 149, ditos de alpaca preto e du cor a
4g, Olios de esguin e liuho pardo .muilo fin i 5$,
dilos du fusto de muito gosto a 5g, ditos du gaaga
decdr a 5J, dilos de bramante de linho braneo a
55501), calcas de casemirn prola c de bflr li ft'.'V.jg.
'.) e 10JO00, rolletes de fusto muito bein faites a
29500 e 3S, ditos de gbrgurao de ieda a^J, dlos
de mellior qualidado a 6 e 79. ditos de setiui maco
a 6g, ricas colchas de fusto de diversas cores e
muilo grandes a 69500, ceroulas do bramante a
I3C.1111 cada uma, 19800, lg'Jutl e i-), ditas de panno
de linho 00111 borracha a 2jj)5o0, calales de brim
bronco muito fino a 3$, ditos d soda branca a 5$,
calcas do hrins de diversas cores e padres a 39,
3$50O, 4 c 58, ditas de meia casemira, padres
miiidinhus a 49, ditas de brim braneo trancada do
linho a 5 e 09, o outras militas fazendas e obras que
s eom a vista que o freguez podo avahar o que
vender barato.
Phosphorcte,
No arma/era de Ferreira 4 Martlns, travessa da
Madre do lieos n. 16, vendem-se mu superiores
phosphorosde slalo em raixinhas, desembarcados
noje de bordo da barca Floaling Cloud, procedan-
te de Liverpool, por proco razoavel, Ionio em por-
co como a retalho.
IVchhia
sem igual. i
Lindas \ ir lorias de lo de quadros, do superior
qualidado. )iolo baralissimo proco de foff rs. o ca-
vado, fa/enda que sempre se venudeu por 19 o co-
rado, do-se as amostras para qualquer familia es-
cullid' em casa : na loja do sobrado amarello, nos
quatro cautos da rua -do (jueimado a. 29, de Jos
Moreira Lopes.
J = Na raa estrella do Rosarlo n. 11, ventle-se.
oude-se urna fabrica de velas eom lodos os |eile do vacca desde as 6 1/2 da manha em dianle,
Eerleuces, o muito afreguezada, c em multo bom 1 3 :)20 rs.
ligar : a tratar na praca do capim, taberna n. 8.
Pura a sinoio presente.
Vendem-se ns melhores borzegnins, sapaloes e
sapalos de bezerro, ltimamente chegados de Fran-
ca : ua rua Nova n. 7, loja de Jalahy & C.
Vendem-se duas caldeiras grandes c muilo
fundas {novas: apropriadas para estufas de enge-
nho, 011 para deposito ; aenlcnder-se na villa de
Barreiros, cora Jos Maria Ferreira Braga.
= Vcnde-se uma prela de idade de 30 anuos,
um moleque de 12, uma negrinha de 9 : na roa da
Praia n. 27, labema.
Vende-se
urna casa terrea, no pateo do Paraizo, prnpria para
qualquer familia : a tratar na rlii do l.iv-runicnlo n.
11. loja de calcado.
-. '" ''':-:. :z\;<
Z X4R0PE DE SALDE DE VRIIAILI
para curar efbeazmente, sem o uso do mercurio, as molestias cerusas, stpmuticas,
iihf.1 hvtisso, as i.nisipci.vs naioniCiS, rsircrs pe pki.i.i: icuiinv/es, as 1 xi.kius ihhhh-
das o MunmoEims de um icioavMuiAice e Liarurnco, as bboxchites e phki Miiaa de-
pendentes de sviuiilis, as bobas, os iiahtbos, as iscioBss, a opilacao, D outras umitas ea-
lermidades deste genero.
As molestias do tinao. Indos os desarraujos e irregularidades da jir-ssTRrvcvo, a llis-
n.RiA e os mais solfrimentos della provenientes, como cores rAmnis, i.osriie^tos brw-
cos, rthiiNi/ n\i-i., iiu.mihi 1 o ult.i i,k tamira.
Balsamo infallivel de Arraull
para cicatrizar complelainenle em 24 horas 03 golpes o rr.uiMsde qualquer qualidado que
sejam.
Pos purgativos de cilralo de magnesia gazoza
em p para preparar as limonadas c em garrafas j preparadas.
Esta limonada c a mais bem preparada que se conhece al boje nao s pelo gbla kor f ^'
onpie 1.111 a vantageui de su poder couservar 110 estomago 0 mais rxfifalW.
Veiide-se no deposito geral, rua da (Juitanda n, 5,dcfioiitc do Corrrio Mtrcantil,
mo p
KM CASA DE
HOVZA lt \S I OS f COMP.
Agencia, em Pernambneo rua da Cruz n, 24.
.
",';, ~ <
.
5i,iaBE25
' *
Wmz*
f. :r.'-".^3BBS^aa


Algodaozinho a variado.
Vendo di- se peros de algodnzinhn rom pequeo
toque de w aria, rom 23 1/2 e 24 jardas, pelo roni-
modn pree de 2}t00 : na ruu do Quemado II. 22,
toja da Bo. F.
Armazem de fazciulns ha-
ratas.
A. f Rua do iii-iiiimlo n. 1.
Algodao raneado americano con un pequeo tu-
que de avo ia, prnpriu pora roupa de escravos e
toallias a 2;
S
n. 19.
pera, hsl.vse acabando.
Vellujlinho de cores muito
lindos.
ndeni na ra do (Miniado, armazcm

ARA ACABAR.
uvas ui: si-a para
enfeiladas a 95(10 n
Grnsdoiia desde cores de qnadrinhos miudinlios
padroes mi ito bonitos a 1$20 o covado, chally de
sida nuil ores matizados a 1j o. covado, filudo
linliu liso a uilo fino a 800 rs. a vara, dito bordado
a 182*0, ra ubraio de linlio inuilo lina a |ki rs a
vara, superiores paes de tartaruga para prender
cabellos, 111 uto fornidos, pelo diminuto prero de
4f, ditos vi idos a imperatriz. a 12, sapatohos de
merino par enancas, bordados ricamente e rom
lacos de fn -o a 23 n par, bonelsde pallia para m.-
iimn a 2i0 ), loques muito. finos o 4S500, diales
de merino 1 so .-om franjas de laa a 5S, ditos muito
finos com fi lujas de soda a Ojj, ditos Wdados con.
franja de ia a i, cortes de rlleles de velludo
mu.lo supe mies;, 7, 10 e12S. panno fino prelo.
prova de hi lao a 2. 4 e 5g o covado, rasemira pr
la fina a.2,r, o 4$ o covado, luvas
meninas.' dadas e ricamente enfel
par. go-.rgur o de liulio esoda muilo superior e pro-
pno paru c, \\cles n i9 0 COvado, alpacas do rores
entestadas, ara paletols, pelo baratissimo prero do
finio rovad e alem disto mu completosorlimen-
1 de fa/einl s finas e grossas, que se veiidem mui-
efola : na rua Jo Uueimado n. 22, loja da
Boa F.
Velbu tilia propria para colchas
a l#;hh> i'wvultt.
Na na do Quemado 11. 19, tambem se vendem
gollinhas no dadas para senhoia a 19 cada urna.
= Vendei i-se atacada un a retalho travos, cucha-
mes de 22 a 3 palmos de coraprdo, rom ti a 7 pol-
legadas, de < lalidades. ein conta ; assim como un
moleque crio ilo, de 16annos: a tratar na ruado
Cullrgio n.l terceiro andar.
Cognac.
Cognac sup ?ricir em caitas do urna duzia, vende-
Uenr ltrunn & C, r ua da Cniz n. 10.
niadeira de sirnpira, propria para
varaos de carrfleas 011 cirros, e bem
spara canoas : tratar uo Chura-me-
nino com los Antonio Marques.
Para criancas.
Mui bonitos e delicados chaprnzinhos de merino
e selim borda os e enfeitados, com aba cabida, ul-
tima moda, mlii proprios para baplisados 011 mes-
mo passeio, palos baratissinios piceos do 5 e UglNH):
ua rua do Quemado, loja da Aguta' Branca 11. 16.-
MillioalU#osacco.
Vendem m saceos com milho muito
nojjo em i| oal em grandeza de saceos :
na rua do ) gario n. G.
e= Vende-si muito boa caibraria : na serrara
de Jos Hygin de Miranda.
= Vende-si um escravo do 3G annos. ptimo
caiador, por 7( 9 por scrdcfeiluusn de um pe : na
Livraria econmica.
N. 2RA 1)0 CaF.SPO-N. 2
Dcfrute to arco de Sanio Auloiiio.
Manual de coiUas.
P ira compra renda 8e sss.irnr, aludan,rnnrns,
e 011 Iros nutrios .lo peso obra muito reeoniiuc,-
uovoi aludas as pessoas que uegoriam com ditos
gneros, e aos senhon-s de flngcnhns, pois con mi,
laiueito vista poden saber o importo de quaesquor
poreao de arrobas o libras, o que pelo methodo
usual levara mais lempo a fa/.er; 1 rolme hein
eucadeniao por J vende-se na linaria cima
indicada.
= Vende-so a loja do barbeiro junto a taberna
grande da Soledado, muito boa, propria para prili-
cipiaute : a tratar na mcsuia.
= Vende-so um carro de ennduar gneros, de
"lia inieira, que Irabalha com 1 e 2 bois, muilo
lorie, com o compleme encerado ; lamben -o
Tendera rom os boisou sem ellos : no cus do- lla-
mos n.l i.
Vinho.
Conlnua-so a vender o bom o barato vinlin de
300 1* a garrafa, e ZJ5M a ranada : no acreditado
deposito do largo da ribeira de S. Jos n. 15: no
iiiesniu coiupraiii-se moedas de Ouro.
Pechincha.
Diario de PernambucoQuarta feira 11 deMaiode 1859.
Loja
^\que*m^
se em casa de
Vende-; j
pinas, cubos
assim cavern
rua Dircila u.
Ays i
aossenhoresde
cogenho.
trrenles V>' a alnionjarra, fechailurns para casa
de purgar, fole para ferreiro, safras, tornos para
ferrriro, espum, deiras, passadoiras de forro galva-
insado para eug inho, ornadas portuguesas calcadas
de aro, ditas a/, ladas americanas tambem de ac,
Ierro siiissu, un de milo, limas de todas as quali-
dades, ferramen .1 cmplela para lauoeiro, o mui-
los oulros artig s de ferrogens, que ge vendem por
cinimodc) proco na loja de ferrageua de Vidal A.
Bastas, rua da Ckdeia do Becife.
Camas de ferro.
As melUnres dinas do ferro que lem viudo .10
Antes que se acabe.
Una Ao QuaimaAo a. 19.
Cambraia de cores muilo finas imitando ch.illv a
1 n' oovado- a 900 n. o corado, cirios de rambraia aquillo a
IS'iOO, cortes de gaze de seda, leudo cada corle 1 i
ovados (que sevendiam a 1 i{ por' (S500, corles
ile (-lula larga a 2g, inadapnliio c- de jarda muilo li-
no, lendo urna pora 40 jardas, com pequeo defei-
tii a ag.
. \ende-se trelo de Lisboa, muilo superior,
em saceos grandes, e por menos do que om nutra
qualquor porte : no caes do Apollo, no armazcm da
cosa onde se dao os bailes de mascaras.
= Vende-se
casas de pedra e cal, bstanle lena, coquonos, la-
rangeiras, limeiras, e nutros muilos anuredos de
Iraelo, miii(o productivo para planlac&es, capini
etc.: a tralar na praca da Independencia, loja n. 17
Ij/cinlai tl.i ultima moda
para lloiiiiiis
'f-Te
-'Jk\" Stiilious f Meninos
Grande sortimenlo de fa-
zendas prctas proprias
da quaresma.
Vestidos do erosilenaplo prelo rom
babados bordado a relindo. ... t
Ditos dilos nrelo com babados borda-
dos a soja......., e.
Ilihis dilos decoros c hraucos.
llilns ilo cambraia bordados au lado J
Velludo prelo o mellior possivel, in-
vado..........
Grosdenaplesprelo liso, covado lgoo
D$500
2S600
Hilo prelo lavr.iilo, covado 2 a jliOO
Seiim prelo maeio, covado IgSOO a 5^000
Sarja preta bi^panhola, covado 2> a 200
Crosdenaple liso de todas as cores, co-
.*........... tffiM
Dilodo qnadrinhos miudos, covado 1)(NI
Hilo branco lanado, covado l}!2tKI a 25UU
Dilo do coros c protocolo 4 palmos
do largura......... lgOO
Belleza da China c mauritana de seda,
''vado.......... lgtio
I-ollar de Poiis e chalv de (lores, ro-
do........... isooo
Popelina de seda, e duque/a de flores,
covado.......... 1)00
Froiideliua o barego do sitda, corado. 000
Moio velludo prelo e de enes, covado 1S280
Vclbutina decores o piola, covado 700
Chitas fr.incv.as claras e escuras, co-
vado 2s(l a. 340
um sillona lloa-\ lagcm, com duas fmm prelo e de cor
KA
/iiv/ iln Queinmdo n. 22
Nesta loja ns lions freguezes enconlraran fazendas
boas "por pomo dinheiro, como seja : chilas fran-
eezas do padroes muilo bonilos a 260 rs. o covado,
riscados escoceses muito bonilos com padroes de
seda a 160 rs. o covado, chilas escuras de cores li-
sas 200 rs. o covado, ditas linas de padrees un\ os
a im o covado. corles do cassa piulada com 7 varas
cada um a 2S, brelaiiha de linho lina a I 9 a peca,
com 2-t varas, dita muilo lina e muilo larga con 35
jardas a 209, brim bramo de linho a 1S o lg280, e
muilo superior a Ig4i0a\ara, dilo pardo a 800 rs.
a vara, dito decore a 1g o vara, dilo liso de qna-
drinhos oscuros, fazoiida muilo superior, a 560 o
covado, biim liso muilo lino a itfe a peca com 20
varas, ganga aman>lla franreza muilo lia a 320 o
i-evado, ditas escuras a 500 o covado, brim de cores
de linho puro, denominado arranca pregns, a (00
rs. a vara, bramante de linho muilo lino com duas
varas de largura a 23400 a vara, atoalhado adamas-
cada com duas larguras a 1g280 avara, camisas de
nii'Ki a 1;, ditas eraos muilo linas a lg200, alpaca
piola lina a 60 e 800 rs., e nimio lina a lj o cova-
do, nielas de algodao cru para hoineni a IgsUO o
2,S00, e inglesas muilo superiores a T>jt a duzia,
diias para ineninoa e para meninas o 280 o par, di-
Loja das seis portas
F.M
Frente do Livramcnto.
Grosdenaple prelo para lodos os precos, mana
pnlasde linho com bordados do seda, l'uvasde se-
da pulas para s.-uhora a 15, gollinlias bordadas a
1 l>, dilas lina-a IgOIHI, nangtlilos a 3?, lencos de
oda orticos e eiieaniadosnoflOrs., camisa.-, frau-
ce/as brancas e de cures linas a 2S. palelols blancos
de bramante lino a 5J, ditos de brim pardo a 3g,
ditos di '
de con
esl abeita
le alpaca pelos a -i e 5?, dilos de cascatira
es a ag, dilos do fustas de cores a 5g : a loja
dan (i horas da inanhaa is 9 da uoile. i
SYSTEM A MEDICO DE 00LL0WAY.
P1I.UI.AS Miil.l.WilVA.
I.sle neslimavel esperjfieo, cojnposlo inleiranicii-
le de lionas ineilicinaes, noronleu merrorio, min
algunia unir substancia deleeleiia. Ileneliuo mais
fera infancia, a 1 oinpleican mais delirada be
ignmiiieulo prumplu e si-guro para dosarreigar 11 mal
na cuiipliiraii mais robu si a ; lie iiilciramcnlc i......-
lenle em suas operaem-s eeDeilos; pois buseae
ri-inove as doein-as de qualquor especie o grao por
mais antigs o leazos que sejain.
I'.iilio niilhares do pessoasi liradas com osle reme-
dio, minias queja eslai.ini as piulas da unirlo, pre-
sen ando em sen uso : conseguirn rerobrar a saudo
o lonas, depoisde haxor bulado iiiuliluienle lodos
I OSOUlros reuiedios.
As mais allullas nodeven enhocar-so a deses-
I porai-ao faeaui mu ciuipeleule eusaiu dos elliazi >
-'Teiins desla assiunluosa medicina, e prestesrecu-
Milno, l'ariiha,_feijao branco e
ama relio, fardo e cevada.
Na Iravcssa da Madre do Dos
sempre estos general eos vende,
queeiii qualquer oulra parle.
Na iravossatta Madre d#"l>.
doiu-se azoilona muilo novas.
llevada a ^^j arroba.
Na Iravessa da Madre de ItotR ns. 11 e 12, veiulo-
se cevada muilo nova a 2?. a aiToba.
Milho lo Ejs\ pto redondo.
Vende-se na iravessa da Madre de lieos ns. lf*
12, mais barato do que em qualquor oulra parle.
ns. 11 o 12, lem
mais barato do
II e12, ven-
las brancas de seda para menina a 2g o par, lencos "7 ..... 111a, o prestes recu-
braucosdo cambraia para algibeira a 2.<00e 3S 1'"v-'"' b",""l'"' 0-
a duzia, ditos muilo grandes proprios para rabera a ,,:,'"' 'I?'" .""','" '|".,"l"" fe ""'lli'" l'aia
MI rs. ,a.la um, frankliui prelo de lia com 6 pal- T !LaE2" "S^i" ;
mos de largura a 800 rs. o covado, merino seUm .' S '-lulepucos. te,.,-!,, da especie.
econmicas americanas.
* eiuleni-se escodas de lodos os lmannos e por
rireco commodo : na loja de ferragens da rua da
l.adea do Recite, de Vidal & Bastos.
Grande pecbiucha, com avaria.
Na loja do Preguica, na rua do (.lueimado n 2
ha para vender madapoln lino rom pequeo loqu
de ana a i e 4S5O0 a poca, algodao bronco con
10 varas a 2, 2*400 e 3jj5tKI a pera.
MACHINISIYIQ
mercado, lano
vendem.se na ru
ara snlleiro romo
n so,1,no mnio liara casados :
da Cadeia do Becife, luja de fer-
ra^eiisde Vidal i : Bastos.
TACHAS
para
Na fund
W. Bwma
passando ol
cao de ferro de 1),
i, na rua do Brum,
chafariz, continua a
haver um (ouiplelo sortimento
de tachas d i ferro fuudido e ba-
tido, de 3 i 8 palmos de biea,
m quaes se acham venda por
preco com iodo e com promp-
tido, emburco-se ou carre-
gao-se em < arro, sem desjiezas
ao comprad ur.
Farin ia de trigo
SSSF.
Fernandes A Pili os lem superior farinha de tri-
go da marca SSSF rhegada antes de honlem que
vendem a preco mi ilo em conta ; no sou aruiazem
rua da Cadeia n. K becco da Madre de Dos n. 12.
Calcado si iperiore barato.
Ba Dirata n. 45.
Borzeguins da t ;rra de 35 a 57,
obra boa a
Borzeguius de cultora (Jol\).
Dilo de lime i
Sapuios de 1r.ii cinha.
i\a fuudico de ferro do eii^eiihciro Da-
vid W. Bowman, na rua
do Brum, passando o chafariz.
Ha sempre um grande sortimenlo dos segiiinles
objcolns de mecanismos proprios para engenhos, a
a sabor : moendas o meias moendas da mais mo-
derna eonstrucco ; lachas de ferro fundido e bali-
do, de superior qualidade o de lodos os tamaitos ;
rodas domadas para agua ou animaos, de todas as
propon-oes; crivos e bocea de fuinalha e registros
de boajro, agullhoes, bronz.es, parafuzos e cavi-
Ihoes, niuinhosde mandioia, ele. ele.
NA MESMA FUNDICAO
sei eseeulio todas as eucommendas rom a superio-
ndade j conhecida com a devida presteza e com-
luodidade en nreco.
Camisas inglczas.
Vendem-K superiores .camisas injjle-
ia$: na ruado Collegio loja n. 5.
ra
Ao barato.
0 Preguica est QiieimandQ.
Na rua do (.lueimado n. 2, esquina do becco do
Peixe Friln tem o Preguica para vender por bara-
tissimo preco um completo sortimento de fazendas
bem como sejam corles de cassa o seda de lindis-
simos gustos a C$500 cada um, ditos do laa e seda
de lindissiinos gustos e superior qualidade a 7J i a-
j'-"^' 00rl,'s '' "nibraia branca com salpicos a
agoOO, dilos do dila com llores de coros a 3S800,
RanJJs moscladasde padrees e-superior qualidade
a 510 o covado ; chitas oscuras e claras de cores
fixas al60, 180, 200o 2i0reiso covado, camnalas
adamascadas para cortinados de camas, pecas de
10 varas a I1g onda urna, grvalas prelas e de cores
('nm '"ojos muilo linas o 800 e IgOOO, dilas sem
ellas a 800 e ig cada una, ditas com molas muilo
linas a 1J600, lencos de seda com algiim enfeilo
a M) res cada um, grosdenaple de cor de boa
qualidade a 1S800 o covado ; cortes de casemira
lina a 6$, dilos de meia casemira o 2J, ditos de di-
ta mais lino a 2$600 codo um,corles de brim de li-
nho a 18700 cada um, corles de gorgorito pora col-
jetos a 3S codo um, ditos de merino bordados de
lindos
. rolo e de cor lino prova de
liman, covado 3.S500 a 7S500
Casemira prela setim, invado ig'jiMI a 3500
Arlandys denorosdesenhosOnaavvara. Ijiihki
Cassasfiaiicezas linas, vara. ... 010
Maulas de blund piolas e brancas. $
Hilas de linho o mais rico possivel. $
Chales de merhi lisos de cor e pn-los 4.SN0O
Dilos de dilo eslampados de 3$ a 1$500
Dilos de dilo franja di-seda .... ti^OOO
Hilos de dilo bordados a seda c a vel-
ludo............ 8
Ditos.de seda relos roxose de cores. )J
l.i n. os de laliM'iulho linos de 1$ a 1.S80
Maiiguiliis e goiliuhas bordados linos.
Knlremeios e liras bordadas. ... >
Colleles de velludo e coseiuira pela
bordadas......... 8
Comillas do brim de algodao e de li-
nho do 18600 a...... 2$500
Camisas francezas brancas c de cor
de 28 a........ 3S000
Casacos e soluecasacos de panno pio-
lo lino.......... 8
l'aleloli de panno prelo e de cores,
francez.es......... 8
(".alcas de Casemira prelas e de cores. J
Colleles de soda de varias qiialidailes J
Chapeos francez.es diieiloseaTaiuber-
lick........... g
Paletols de merino selim prelus e de
cor forrados........ Ditos de alpaca preta e de cor com
golla do veUodO...... SSOOO
Ditos de brim bronco e de cor lino. UgOOU
Dilos de alpaca do varias qualidades
com goiia de velludo..... 5J00S
Hilos de alpaca prejo e decor inesclada 9f800
l'assaiidn o becco da Congregacao, do lado diieilo
om seguimenlo para o l.inainenlo a quarta luja di-
lles portas com rollos bramos
} '(ii;iict;4- ; ffXXXXX
tTTrvua ^
r.jooo
4S80
8.S8(M
i.st.oo
\ Si^T|GI\
FUNDICAO LOW-MOW,
Rua da ienzala Nova u. 42.
Neste estabeleci nenio continua a haver um com-
pleto sortimento c i moendas e meias moendas para
oogenia., niachini s de vapor e taixasde ferro bati-
do e coado. de to< os os tamanhos para dito.
Espartilho.i Irancezes de nova
nvenco.
Vendem-se osp rlilhos fraucezes de molas e car-
retis, o melhor ( e se pode encontrar nesle gene-
ro, na bemfeilroia e na commodjdade, a quem usar
delles, pelo barat ssimo preco de 6j, 7 e 89. Estes
espariilhos sao rt egados no" ultimo navio tiancez,
e so se enconlraui na rua do Quoimado, na bem co-
ndecida loja de Aiudezas da Boa Fama n. 33.
Almeida < iomes, Alves & C.a
VENDEM
NO SEU ARMAZEM
Heco
$1 RUI DA CRUZ
CHAPEOS de fel o sonidos, da fabrica -acreditada
de Carvalho Pi iltr, do Rio de Janeiro.
SABAli das fabri as do Rio de Janeiro.
VINHO de cham1 age de superior qualidade.
bALVAS bandei as e oulras obras de prata.
lisa muito boa.
Vende-se a ve dadeira pomada para tingir ca-
bellos, pelo barat 1 preco de 1 a eaiiinha, com es-
covinha propria ; lambem se vende massa para
aliar navalhos a! 20 : na rua do Queimadi, na iM-m
conhecida lua d miudezas da Boa Fama-11. 33
HA HIAS DE COSER.
Vendem-se e 1 casa de S. P. Johnslnn i c.
agentes dos fabri antes americanos Grover A Baker'
rua da Senzala o ova n. 42.
Vende-se nana poreao de saceos vasios que
foram de carnaul a, muito proprios pora ormazeua-
nos de asnear, 1 por preco muito commodo os
pretendentes po em dirigir-sc a rua Dimita n. 66
loja de ferrageim, que acharao com quem tralar.
Guarda comida.
Guardacomida!, redondas, quadradas, de todos
os tamanhos, tan pas para pralos, de aramo e me-
tal, facas e garfoi de morm, unicorne, melal, via-
do, bfalo e ac de todas os qualidades, cacarolas,
panellas, frigidei s, assadeJras, chaleiras, panellas
para coznharpet e, fornos francezes para assadns
vassouras para arrer salas de cabello e palha ;
bem como muitoi oulros arligos para uso domes-
tico : vendem-se ia loia de ferragens de V idal ev
Bastos, rua da Ca eia do Recite.
ATTE
Jtwv
Kissel, relojooiro francoz, vende rolngios de
ouro e jirala, coueerta reoslos, joias o musi- <
cas, ja aqui lie coiiliecido lia_ minios annus, ^,
i*l paleo do Hospital n* 17. 3
S.- iii.i..i.-i tt'
habita
mucos !i;
a peca, corles de organdvs, fazenda muito larga c
fina a 28000, alpaca pceta com 6 palmos de largura,
propria para amarras e capas de padres a 800 reis
chales de laa Unos com barra matizada a 4Sr>00, di-
los de merino lisos a 48800, ditos de dilo bordados
a 68200 cada um, lencos broncos com barra de cor
a 100 e 140 reis cada um, chilas francezas para cu-
bera a 240 res o covado, brim bramo de lislra de
puro linho a 800 reis a vara, dilo de lindissimos
osla, ,. superior qualidade a 1.5-140 a vara, dilo
bronco muilo tino o 18280 e 18400 a varo, cansas
de coros de lindissimos goslos a 360 e 400 rs. a
vara, musseliiia de cores a 320 o covado, dila en-
carnada a_220 o covado, casemira piola a2,2JB00,
lS'00, 38000 e4$ o corado, panno lino azul e cor
de rape do superior qualidade a 58 o covado, dilo
pieio a 28800, 38500, 48, 4*800. 5 e 58500 o cil-
iado, alpacas de seda de superior qualidade a 900
rs. o covado, rolos de brelaiiha com 10 varas a 28,
atoalhado largo muilo lino com bonitos broma
1S280 a vara, luvasde fio de Escocia brancas e de
cores a 320 o par, cmbralas napolitanas roxas e
zoes de quadms a 360 a varo, ou 220 o covado,
riscadinhos francezes de quodros a 180 o covado
bramante muilo largo a 2i00 o covado. velbulinas
de lodas as cores a 720 o covado, meias cruas oara
hornera a 160, 200, 360 e 400 rs. o por, dilos paro
senlioras, de lodas as qualidedes, paletols de alpa-
ca prela a 58, ditos de meia casemira a 89, dilos
do pannos pretos e de cores a 108, luvas de seda
para senhora a 1S200 o par, ditas de seda bordadas
de lindos gostos a 28200 o par, merino selim de
lodas as cores a 720 o covado. c oulras nimias fa-
zendas que se deixam de mencionar, e se venderao
por baralissiuios procos; e se darao amostras com
pcnhnrcs
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes de patente
no armazem de Augusto C. de Abreu, rua da Ca-
deia do Recite n. 36.
O Leite fe Irmo continuara a
torrar.
Mussulina toda encarnada, covadn 220 rs., cam-
braia lisa muilo tina a 38800, 48800, 58200 o 58600
rs. a peca, de 10 jardas, brim de linho para calca
de bonitos padroes a 880 rs. a vara, corles de meta
casemira a 38000 rs. rada um, loncos do cambraia
de linho a 88200 e muilo Unos a 4$500 rs. a duzia,
chales de touqiiim pretos, ditos de merino pretos,
dilosde merino liso de lodas as cures a 48800 rs., e
bordados a 68800 rs., chitas francezas de cores li-
las a 220. 240,.2(iO, 280 e300 rs. o covado, madapo-
ln a 28800, 38200, 38800. 48000. 48200. 48800,
5,8000 c 58500 rs., e muilo Um) a 68000 rs. a peca, de
20 varas, palilols de alpaca muilo Unos a 68000 rs.,
corles de coletos de casimira a 68000 rs., esparii-
lhos para senhora ai, 6e 85 rs., e dos modernos a
99rs.,saias para senhora a I36OO rs., bordadas a 3}
rs., e muilo superiores a 49 rs., gollinhas muilo
bem bordadas a 39500 rs., manguitas e ramizinhas
muito Unas para senhora, corles de rambraia do
gaz a I51-., tapetes para sala al9800 rs., para por-
ta de sala a 49 rs., e para cabriole! a 29500 rs.,
meias muito Unas parr senhora a 298OO rs. a duzia,
ricas colchas de damasco de seda a 25 e 32* rs.cada
nina, corles de cassa de lindos desenhos. a 28 rs.,
boas chilas escuras e de lindos padrees a 200 rs. o
covado, meias de lodos os tamanhos para menino e
menina, guardanapos a 4 rs. a duzia, peca
para hu anca.
Bracos de Romn para balanca de balean, bracos
grandes para armazem, assim como crrenles pro-
prias para os inesmos : vendem-se na rua da Ca-
deia do Recite, loja de ferragens de Vidal & Bastos.
Attmcao.
Vende-se urna ptima escrava de 36 annos, de
muilo boa conduela, o que se garanlc, sabomlo co-
zinh.ir o diario solfriveliuonie, e lambem esceilen-
te ipiilandeir.i : a tratar na ruados Marlvriosn.14.
Arabam de chegar as mol luiros peneiras que lem
viudo ao mercado, lauto de rame amarell como
galvanisado, e de lodos os laiuanhos: veadem-se
por preco commodo, na rua da Cadeia, loja de fer-
ragens de Vidal & Bastos.
Manguitos para senhoras e me-
ninas.'
Manguitos bordados de rambraia fina transparen-
te, paru senhoras c meninas, pelos haralissimos
precos de 19 e lclil 0 o par, peinillas de entreluci
de mui bonilos bordados a I96OO : na rua doQuei-
inadn, nos qualro cantos, loja da aguia branca
n. 16.
Carteiras grandes com chaves.
Vendem-se por proco muito barato carteiras
grandes com chave, propras para guardar dinheiro
e letras : na rua do (.lueimado, na bem conhecida
loja de miudezas da Boa Fuma n. 33.
Luvas de todas as
qualidades.
Acaba de chegar aloja d'aguia branca um novo o
completo sortimenlo de luvas de lodas as qualida-
des, sendo as verdadeiras deJouvin brancas, cor de
cantn e prelas para lionioin o senhora a 28500 o
par, lisas de seda brancas e amarollas para senhora
a 18280 o por, dilos com borllos a I96OO, dilas
bordadas com lindas palmas o 28, dilas mui finase
bonitas enfoiladas com palmas e bicos a 2g5ll0, di-
las pulas lambem de seda com palmas e bicos en-
foiladas com vidrilhos a SSTifJO, ditas com palmas e
lisas a 2S 6 18600. ditas de lorcal mui linas com
palmas de vidrilhos a 25, dilas lamben Unas com
almas de relroz. e lisas a 18500 e 15*00, dilas do
seda para meninas a 19200, dilas para liomem o
1S600 ; ossim como muilos oulras de diversas qua-
lidades, como de fio de Escocia brancas e de cores,
brancas de castor, mui boas e fortes, e de algodao.
propras para montara e guardas iiacinuacs, aos
baratusimos precos de IS at 320 o par: no roa
do i.iuoimado, nos qualro cantos, loja d'aguia bran-
ca 11. 16.
AOS
senhores donos de casas.
Vwide-se na rua da Cadeia do Recifc, loja de fer-
ragens de Vidal & Basles, um cmplelo sortimenlo
de talladuras de lodas as qualidades. dobradicas,
pregos, parafusos, e ludo quanlo se faz misler eni
una obra ; e se vende barato, na loja de ferragens
da rua da Cadeia do Recite de Vidal i Bastos
Visporasc dminos.
Vsperas em bonitas ramullas de madeira enver-
nisadas, com 2 tramas a 28, em oulra? camuhasa
18500 e 1J. dminos mui bem feilos e seguros a
l9500e1S2(SO: na rua do "uoimado, loja d'a"uia
branca 11. 16. 'o
Nova inveof o aperfeif oada
DE
Bandes ou almofadas
de crina para penteado de
senhoras.
Na loja de Leite & liman, na rua da Cadeia do
Recife n. 48
Arados americanos e machinas pa-
ta lavar roupa : em casa de S. P. Jolina-
ton . merino selim
prelo o de cor a 800 rs. o covado, meias brancas li-
nas para senhora a :19611o a duzia, dilas inglczas
muilo superiores a 59 a duzia, luvas de lio de Es-
cocia para criancas a 200 rs. o por. Ionios de linho
para rap a 400 rs., dilos do cambraia do linho
com bien largo em volla a 29, o assim oulras mul-
las fazendas que vendem-se muilo baratas para apu-
rar-se dinheiro : na rua do t,)uciniado 11. 22, na
bem conhecida loja da Boa F.
.Man gu iltis.
Vendem-se mangdjdus de cambraia bordados pa-
ra meninas, polo earalissimo preco de I9 o par.
dilos muilo finos para senhora a 29500 e 48 o par:
na rua do Uiieiuiado u. 22, na lujada Boa F.
Rua da Cruz n. 50.
No armazem deSeve, Filhos & C, ha para ven-
der nina rica oarleim de mogim do melhor goslo que
aqu lem apparerldo, com bstanles commndos,
propria para escriptorio ou adrogado : ainda i-visto
um rico piano forlo, de novo methedo ao afamado
fabricante llarch.de Pars.
~ Vendo-so una casa terrea nn bairrode S. Jo-
s : quem a pretender dirija-se a rua .Nova n. 58,
priineirii andar.
Na loja ao p do arco
de Santo Antonio
vendem-se pecas de algodao americano com peque-
nal toque do avaria a 29 a peca.
= Vendem-se duas moradas de casas na rua da
Praia de Sania Hila ns. 7 e 29: os preleiidenles
dirijam-se i ilha do lleliro na l'assagem, otaria, ou
Iravessa do (.lueimado u. 1.
Aviso.
No armazem de idamson.Uowie.&Crua do Tra-
piche ii. 42, vende-se sellins para liomem e senhora,
arreos proteidos para cabriolis, chicotes para car-
ro, colleiras para cavallo etc.
Vende-se superior linha de algodao, hrances e
do cores, em mu ello, para costura : em casa de
Soulliall. Mellur i C, rua do Turres n. 38.
Enfeilcs pretos e de cores
com vidrilhos..
Na loja d'aguia branca acharao as senhoras de
bom goslo um lindo a novo sortimento de enfeites
piolse de cores com vidrhos e de mu bonilos
desenhos aos haralissimos precos de 4, 5e 69: na
rua do QneimadO, loja de miudezas d'aguia branca
11. 1C.
Bonets ricos para meninos
Vendem-se bonets de panno muilo finos c de
velludo o melhor que se podo encontrar, lano uns
romo oulros ricamente enlejiados para meninos,
pelo baratissimo prero de 4 o 0 cada um na rua
doQueimado, na bem conhecida loja de miudezas
da Una Fama n. 33.
Manguitos para senhoras e
meninas
Vendem-se mangudos bordados de cambraia pa-
ra senhoras e meninas, pelo baralissimo preo de
18,0 par. ditos muilu-simo linos a 3 e 53, dilos de
lil de linho muilo linos com lindissimos bordados
a 59 ; tuiubem se veudeiu gollinhas de cambraia
bordadas minio finas e as mais lindas que se pode
encontraras o4$: na rua do Queimedo, na bem
conhecida loia de miudezas da Boa Fama n. 33.
Chapeos enfeitados.
Tem na ma do Quemado, loja de 4 portas n. 37,
todo sortimenlo de chapeos para meninas, de seda e
de palha ricamente enlejiados, dilos para senhora,
de pslha e de fellro, enfeites de troco para 3g500 e
6g, ditos de relroz com vidrilhos pretos c decores
a 49, gravatiiihas para senhora, de froco, a 2g, e
todo o sortimenlo de chapeos de seda,dilos de sol
para liomem e senhora, que ludo se vender por
menos que em oulra qualquer parle assim os fre-
guezes teiiham a blindado de comprar ; lambem se
ncoirira um sorlimento de focos para 4 e 2$.
Alporcas.
Alu potas.
Amas (mal de).
Asi luna.
Colieas.
laiuvulsocs.
ilebilidade ou exienua-
oao.
Dcliilidode 011 falla de hir-
cos para qiialqucrcousa
liysiiitoria.
Ilor de garganta.
de barriga.
nos rius.
Dureza un nutre.
F.iiforiiiidades no venlre.
Hilas lu ligado.
Hilas venreas.
Knvaqueca.
llerysipela.
Pebre biliosas.
Febrelo iuleruileiilo.
i.olia.
Iliiiioi 1 huidas.
Ilvdropesia.
Ictericia,
ndigesloes.
liillammociM'S.
Irregularidades da mens-
truaciio.
Uunbngas de Inda espe-
cie.
Mal de podra.
Mam-lias na culis.
Illisiinoi-ao do venlre.
I'lilvsiea 011 ciiiisiiinpcan
pulmonar.
Iloieni ao de mirilla.
liliouiualisiuo.
Syinptiinijs segundarios.
Tumores.
Tico doloroso.
I leers.
Venreo (mal).
Allencao.
quapiucr
Vendem-se oslas pilotas no o4slabolecinienlo ge-
ral de Londres u. 22, cStrand,.e na loja de iodos
os boticarios droguistas e oulras pessoas enearrega-
dos de sua venda em luda a America do Sul, llava-
110 o lles|iaulia.
Vendem-se as boeelinhasa 800 rs.cada nina dol-
as conten urna instrurro en portugus para ex-
plicar o modo de se usar distas pilla.-.
(i deposito geral be en casa do Sr. Soun pbarma-
ceulico, na rua da Cruz 11. 22, 0111 IViiiaiubuuc-
Farinha de man-
dioca.
Vende-sa snnerior i'arinlia de mandio-
ca cliegada pelo Mate Nones, a ti atar
nos armazcm de llenaetero & Irino e
AndradeiSi Cum|M:llo 110 largo t|a Assein-
bla ou com o consignatario E. II. Wyatl
na ruado Trapicnc n. 18.
Bonels de panno' fino e gor-
guro.
Mui bonilos bonets de panno fino prelo entintados
com ricas tilas de cliamalole, trancas de relroz o
golooziiiho dourado, dilos de gorgur'ao furia-cores
e de lindos goslos a 4 o 5, preces baralsimos
vista da superioridad!- da obra : na rua do Om-iiua-
do, nos qualro cantos, luja d'aguia branca 11.16
Bonitas bareje de la seda goslos mu- f
HJ demos que se eslo 1 endeudo pelo bacilo *g
g* preco de 010 rs. o covado. ua loja da IS
J|^ roa do Quemado 11. 10, de Leite A
Vende-se um sllio un lugar dennminado l'i-
ranga, freguezia dos Afogados, com casa dj) viven-
da, senzala. Iros cacimbas, com bastantes fvoco-
dos. Irrreno propro, viveim rain peftes e lugar
para fazer-se mais, com pasto para seis a oilo van-
eas.....un lijslaulo terreno para plaamos: queui o
quizer comprar dirija-se a rua larga do Itosaro
n. 4-i.
vS-WrJWrst-Ji-t-^-Jrst-*-* *-* ..* *%"*
Jg lis mais bonilos fuslocs de coref pro-
i|^ prios para vestidos do senhora, o lainbeiu g*
'j para luupa de meninos, se lendein na lo- %'1
^ ja da ma do (J111inKi.i1. n. 10, de l.cile 4 J
12 Corris. ^
Vendem-se era casa de C. J. Aslley
iSi Companhia :
Cubo da Kussia e nf^lez patente.
Salitre, alvaadee verniz branco.
I'olliinlia para marcineiro.
Vinhbs (nes de Moselle e Cliampagne.
Pedras de marraore para mesas e con-
solos.
Raides americanos.
Genebra e agurdente de Franca.
Pregos de cobre e de zinco.
\n deposito de padaria de Joaquiui Amaro da
Silva Paseos, na rua doVigarion. 20. ha urna nova
fabrica de velas de carnauba e de cnmposi.ao de
boa qlidade, lam......lem sebo do Porto retinado
011 curado, o mais alvo que tem viudo ao mercado :
vende-se ludo mais em coola que oulra
parlo.
Ao barato freguezes.
No grande armazem de fazendas de Souz.a Barros
& (.., na rua Nova a. 42, defronte da igreja da llon-
ceicao dos Militares (a elle*, ames que se aeabemj
cholos de lao oscuros o bous padroes, proprios para
andar om casa a 2, ditos de merino trancado tar-
dados a velludo, e dilos a relroz, fazenda superla-
liva a 123, chilas largas matizadas a .'120 o covado,
liinssiina agua do Oriento a 5 a garrafa, chapeos
de folln amazona para senhora a 1*9, dilos con
veo a I i?, ditos de alpaca pelos a I aniberlqiiu,
proprios para homoni a :|J, alpaca de quadros com
lislras avelludodas a 500 rs. o covado, niiisselina
encarnada propria para cubera a : fnslao de qnadrinhos proprios para cabo, fazenda
muilo encornada, a 1* a vara, Dnisaimos cazaveques
de fuslao guarnecidos com franjas a 17j< dilos de
musselnaa 12j, dilos de cambraia com .lpicos a
', meias de seda branca pora menina a 2-J upar,
e ditas o 2,^100, e alem das fazendas mencionadas,
oulras militas por preco commodo.
Peanas de rolas.
V oudem-sc pennas de rula propras para traves-
seiros e colchies : na rua do Oueiiuado, loja de
foriageus n. 14.
Vendem-se duas rasas lerreas, urna na rua
dos Potadores e oulra na rua do Forte : a Iralar
lia rua do l.iviamenlu n. 21, primelro andar.
== Vende-sa na rua Imperial n. r3, talle sem
mistura a 320 agarrafa, das 7 s 8 horas do dia.
jIUIioiIo EjCTylo i'i'donilo.
Xa rua da Madre de Dos 11. 8, vende-se milho
muilo novo do Kgyplo, mais baraio do que em
qualquer nuUa parte.
= Vendem-se sacos grandes com farelo, e mi-
Ihu milito novo : na taberna grande da Solcdade.
= Vendem-se saceos com farello de Lisboa, dilos
com milho, espirita de vinho, ludo por barato pro-
co : na rua das Flores, taberna confronte ao Porto
das Canoas.
Ao barato freguezes.
No grande armazem de fazendas de Snuza Barros
& C., no rua Nova n. 42, defroule da igreja da tui-
ceirao dos lililares, ha riqnissimot cirios de ves-
tido de gazo de seda, superior fazenda. de niudei-
oslo a 308 o corle, dilos de dilos igual fa-
aquille a 30$, dilos de sala pn-la
Vende-se lera rasa "le Saunders nVnlhers & I'..,
pr.ua do Corno Sanio, relogios do afamado labn-
eaule Ro>kell, por preros 1 inmundos, o lambi-m
Iraajjailiiis < mdcias paca os iiiosiuos, de e\cellei>le
Jfrsi'' Nnnes ilo Paula, Ien1
I tat vniJ'i'ost:ii.iiini/.i 111 ila
i'UsVdo Aiiioriiii n. /iS, siipi.-rui'
l'uraloiieLislHiat'in sneens gran-
lse por jireoolominoilo.
^JMJpppo iIji Hoa-Vsla--s.'>
('asa di' Pntrirr.
Vende-se um cabriolelde 4 rodas, sem robera,
om um nssenlo atrazpara criado, em boh> oslado.
Navalhas para
barba.
Vndom-se |
|iie lem vindii
melnores navalhas para barba,
a osle mercado, e por 11111 proco
mullo ra/oavel:
la do IIosario o. 3.
a loja da estrella.
Rua do Quemado n. 7.
F.sle estabeleci ment contina a tero mais com-
pleto sortimenlo de fazendas de todas as qualidados^j
o se vendem por menos do que em oulra qualquer
parle, assim-como :
(.hilas francezas, o covado
Curtes de rasemira ingleza
Hilos -do dita muito superior, franceza,
o corle
Chapeos francezes para cabeca, finos
Corles de calca de brim
Casemira de duas larguras muilo fina,
o covadn
Taimas bordadas muilo ricas.
Chapeos para meninas e senhoras.
Camisas para senhora. bordadas.
Cortes de collele de fuslao, bonilos padroes
Camisas de lodas as qualidades para homem.
Carteiras de perfumaras inglcz.as
Cazaveques de fuslao, fazenda muilo superior,
Colleles de velludo prelo*! de cures.
Paletols de panno preto
fulos de dito superior a 28$, e
Calcas de casemiraa prelas c de cores.
I.spaililhns para senhora
Paletols de ganga muito superior
Ditos do lui ni branco
Bicos vestidos de lil de seda proprios para
baile o casamento.
Dilos de seda de todas as cores.
Dilosde cambraia com babados
Lencos de seda a 500, 1*280 e
Luvas de seda para liomem e senhora
Abridores de luvas
1G0
2S40
C8500
('.$800
152S0
3g500
500
59000
161000
30J00
5g500
a?500
4$800
51500
2J0O0
fpoo
a 1^500
cambraia lisa de 12 jardas a" S'rsT, mssu'lm'a'"bran-
ca a 300 rs. o covado, loalhas para mesa a 4a rs., re-
des de fnllia a 6rs., n ha oulras muitas fazendas
.mosteru;Dde Pr barat PreC- de lUd se<*f|'1'im"0Pqete'ingrez7\.u' cesa"d7s0Vl.alTl!e-
lors qe (-.
coberlos e descoberlos, pequeos e grandes, de ou-
ro patente inglez, paro homem e senhora, de um
los melhores fabricantes de Liverpool, vindos pelo
Na rua do Quemado, na loja de miudezas da Boa
Fama n. 33.
Toalhas de linho para mesa.
Na bem conhecida loja de qualro portas, na rua
do Quemado n. 37, tem para vender um completo
sortimenlo desias loalhas, as quaes se venderao
conforme os lmannos, c por proco muilo com-
modo.
Vendas.
Relogios de ouroe prala, coliertose descoberlos,
palele ingle/, os melhores que exislcm no mer-
cado, e despachados boje, vendeui-se por precos
razoaveis: no escriptorio do agente OUveira, rua
da Cadeia do Recita n. 62, primeiro andar.
Atlencao.
V endem-se velas de carnauba sem composco e
nem mistura, arroba a 13?, sendo-libras a 410 : na
rua du Ilusorio da Boa-Vista, casa n. 16.
Vendo-so una crioula de lina figura, cora 15 a
10 anuos, e com una cria de quasi dous mezes, e
com muilo I...iii leite, propria pora criar qualquer
enanca na rua Dircila, padaria do Sr. Miranda.
Noinlios grandes para
tf
Vendem-se minhos grandes com roda para moer
cafe, bem como de militas oulras qualidades, c
proprios para casas particulares, por commodo pre-
co : na rua da Cadeia do Kecife, loja de ferragens
de Vidal & Bastos.
Superiores lencos do linho para mao
pelo barato preco' de i, a, t'cj cada
duzia, na loja da rua do Quemado u.
10, de Leile Correio.
nissimo _
zonda de gosl
lacrada a limador a 509, ditos de larlalaua n
llores bordadas a 7g, rambraia adamascada com 1(1
1,2 palmes de largura propria para carlinadoS a
11440a vara.
XAIIOPE E PASTA DE CODEINA DE BERTII.
As propriedades notavels do Xahopf. e a'Pasta
de Comisa lem sido propaladas pelas sabias ex-
periencias clnicas e comparativas de HaaMtabc,
Hahbieh u'Ahikns, Williams Qbkbobv, Vmitis So-
los etc., membros do insliluloih' Franca, da aca-
demia de medicina, e mdicos dos bospitacs de
Pars.
As experiencias conilrniadas pelos recentes ob-
serraees dos Srs. Abas, Vic.la, ti.Disost, profes-
sorea da faculdadc de medicina de Pars, mdicos
dos hospilaes de Pars ele, ele., lem demonslrado
que o ASBOK c a Pasta de CODEINA de Bnirii sao
os remedios mais ollicazes para Indas asdures nervo-
sas, agudas, e ns renal lio rebeldes : e que aRrova
ooin una rapidez inaiavilliosa, os accessos conse
Cutiros o que lauto causoni. do CATUMUW, da tossf.
com i.si, da buiim.iiite eda paTUUMC* ri lsonab.
O JUaori e a Pasta de Coueisa de Bf.htiik en-
coiiiiam-se em lodosas pharmacas de Franca e do
eslrangeiro.
Para evitar a falsillcacno deve-sc exigir em cada
vidro a assiusatiha, e o'souk Beiitiik.
Dlrii
. 37.
Pabis.
."
B Ricos chapeos para senhora, rhegadot ul- K
'. limanieule, assim eanm veos pora os mes- pl
mos, se vendem na loja da rua du Quemado U
^ u. 10, de Leile A Corroa.
'.
na loja de barbeiro, na m.i eslrei-
= Vende-si' farelo de Lisboa em saceos grandes,
milho, arroz de rasca, saceos com fejo ninlatinho.
blanco e preto, farinha de mandioca de boa quali-
dade, gomma de mandioca, doce de guiaba minio
nuvo, esleirs de palha de carnauba, oourinlmsde
cabra, saceos com farinha de trigo para cugorda
animos, do g por 4fl, ludo por preco milito com-
modo : na rua esfreila do Rosario, armazem n. 20.
N;i rua Imperial n. 7 vende-se
um excedente preto, crioulo de mi-
nos, copeiro, bom para pagem, o mo-
tivo da venda se dir' ao comprador.
Em casa de Babe Schmettan & C.
rua da Cadeia n. 37, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado lubricante Ti.au-
mnnn dellamburgo.
Cortes de colleles
baralissimos.
Vendem-soVerles de colleles de fustn a 400 rs.,
e muilo linos a 1SS0, assim como dilos de gorgo-
rito, pelo diminuto preco de Sa ; melles, que.' so
oslan acabando : na rua do Quemado n. 22, na loja
da lina F.
Bataneas decimacs
*
Na loja do fe ragens da rua da lladcio do* Reelo,
de Vidal & Bastos, exislem balanrasderimaos, mbi-
lo propras paro armazem de assucar, e vendem-se
por proco cuinmodo.
Ilcchegado a loja do Lcenle, alerro da Boa-
Visla n. 70, excclleiile leile virginal de rosa bran-
ca, para refrescar apelle, tirar pannos, sardas ,
pinbas, igualmente o afamado olep babosa para liiu-
e fazercrescer os cabellos; assim corno p impe-
rial do lyrio de Flnreuca para bortocjase.asperio.i-
dos da pello, conserva a frescura e oaveilududo da
ir os pedidos em groase 'i casa M mu & C*
i-u Sunle Cruix d* ia trelonnerie em
primavera da vida.
Farinha*
Na rua da Madre de lieos n. 8, vemle-se farinha
de mandioca muito nova, por baralissiim preco.
Escravos fgidos.
No dia 11 de agosto do anuo prximo passado,
fugiram do engenho Sele llanclios, fregtiezta.de
Nossa Senhora da Ksrada, comarca da ciliado da
Victoria, osseguiutesescravos: llamiao, crioulo, de
2 anuos de idade pomo mais ou memo', crtala,
boicosgrossose uieioarrebii-ido, tem uimi ricaln/
na testa i.rovojiieule de uiimoicC de animad, p*'mas
tillas o alburno cousa arqueadas para foro, esmaluia- "
do, espadiiadii, altura regular, eeslo biicandn ago-
ra. Ja. mllio, crioulo. do ifti annos de idade ponen
mais ou menos, altura regular, cor prela, pum.i
barba, beicos grossiisefazcertugeiloiiabona quau-
do falla, lem nina cicatriz em uuia dos faces, pernos
linas/esmalmado, fuma, e locador do viola, (i
primeiro fui comprado oo Sr. Joaa Francisco llarbo-
za da Silva Cumar, e o segundo diz que foi escra-
vo da familia do Sr. Joan Nunes, da fazenda do Sil m,
em Paje de Flores e comprado aa praca de Per-
nambuco. Consta que dilos escravos eslo em Pa-
je de Flores por portadores que inandei ede I* vie-
ra ni : roga-se as autoridades policiaes e-eapiiesd.
campo de os pegar e levar ao referido engenho, i
Bernardino Barhoza da Silva ou ua praca ilo Pei-
na ni buen aos Srs. Manuel Alves Ferreirai tima, na
ruada Moda n. 3, segundo andar, que serao re-
compensados rom a quanlia cimo.
150(l(r0dii lio engoiiiio Baiz, fregiiezio da Escada, fugio no
dio 13 de fevreiro prximo possadix'p escravo de
nonie Klaulorio, criolp. idtnj*. 6 ajiife batan.
aias de balo
\ r>S cada mu.
Na rua do Crespo n. 16, loja de Adriano & Castro.
Chapeos Prololype dos
mclhorus i[nc tem viudo ao
mercado
V \7**$ cada um.
Na rua do Crespo n. 16, loja de Adriano \ Castro.
Queijos de manlcga.
Vendem-se queijos muilo frescaes mulos do llio
Orando do Sul, por proco muilo em conta : ua rua
eslreita do Itosaro n. i"J,.
Apreciem o bom goslo.
Na loja do Sertanejo
n. 3 A.
Bicas sahidas de baile do melhor goslo que pode
haver, lauto em fazenda como em preco, hazinhas
de quadros miudos e grandes a 4211 e 460 rs. o co-
vado, chapeos de velludo pretos a 7g, dilos de al-
paca forrados de seda, muito cummodos para andar
a fresca a 2jJ400. gollinhas de diversas qualidades
a lga lgOO, IgOOO, SgOO e 2g$00 gollas e man-
guitos a 3x500, 4e 5$ll, manguitos, gollas eco-
luizinhas a 6a, 7ae10!, colleles feilos de velludo
a 10J, 11 c 12g, cabos de casemirasde cores, fei-
tas, ricas bengalas de massa lingindo unicorne a 7g
8}j e lOg, grosdenaples de er a IjRHIO o 2^000, seda
branca lacrada, ricas camisas para senhora com pre-
gas e de milito gusto a 7$ e 89 cada una, ricos pan-
nos para mesas, e muito finos a 7g, 8$ e 93, ricos
casaveques de fusto e do melhor gosto que pode
haver a 15$ e 18g, ditos de mussulina muilo bem
enfeitados a llg, 1*50 1:la, e avisa ao respeilavol
publico, que manda de qualquer urna fazenda amos-
tras para ver se agrada, assim como lambem da a-
mosira-doi\.-indi 1 ncnhor.
Vendem-se moinhos para caf, de novo mo-
dello, com roda e sem ella, por baralissimo proco,
facas u garfos a 29600 a duzia, ditas a 2js00, dilas
a 3$, dilas linas com cali de balanco a 59600, dilas
multo linas a 69400, dilas com cabo preto a 6g, di-
las a tis)bO 5$800, ditas com cabo de marl'un a 12jJ. dilas muito i to lindos padroes
finas a 13g, caiiuhas com agulhas francezas muilo abortas de linho paro babados a 120 e"l60 reis a vara,
finas a 300 rs. a caia, utas de todas as qualidades i jarros para llores a2g o par.oloradoros 011 entiadores
por baralissimo preco, bicos, rendas, salitre refina-1 de seda de todasas cores para vesiidos.ditosproprios
do a 79800, dilo a 8g500, panellas, chaleiras, ca-j para espariilhos, tesouras de todas as qualidades
as mais finas que he possivel encnnlrar-se.agulheiros
de marflm e oulras muitas qualidades, filas de vel-
ludo de todas as qualidades, I.lombas di- canniiva
muilo lindas para meninas de escola, frasquinho
com cardinal a melhor cousa que tem apparecide
para tirar nodoas ero qualquer qualidade le fazen-
da. pelo muito barato preco de 2g, Irancinhas de se-
da de todas as cores minio lindas propras para en-
feilar roupinha para meninoe e meninas, e oulras
muitissimas rousas que se afiance vender-se tudo
por preco baratissimo : na rua do Queimadu na bem
cotilleada loia de miudezas da boa fama.
Potassa da Russi^
E CAL DE LISBOA.
No bom conhecido e acreditado deposito da ma
da Cadeia do Becife n. 12, ha para vender polassa i grosso, cara redonda" nariz chalo," lem o offio din-i-
da Russia eda do Rio de Janeiro, nova e de supe- lo cobeito do nina ldidetju;rBqa grossas, quaudo
rinr qualidade, assim como lambem cal vrgem em anda lem geilo come quii nunef; eSe' escravo
fui comprado ao Sr. Joao do Silva'Mello, bofe mo-
rador no lugar Tona Nin'a de Pao d'Alho', onde lo
supposicoes eslejo acnolado, por fer dito nearo l
irmaos, 011 un lugar Varzeo braude, e tamberri 110
engenho Bello .Monte que foi-do majar llego, ou om
Bom Jardim (ragenho) tudo Bo terruo'de Po d'A-
lho, oonde inorou dito escravo : noga-ee.as ouliiri-
dodes policiaes, ca pitaes do campo, ou qiiajunei
pessoa que o apprehender, levom-uo a keu sonlior,
ou 110 Becife aos Srs. Cantoso & Souza, na ruu
Nnva.
No da 21 do marco fugio da casa do abatan
assignado asna escrava de iioiue Thereza, den
Angicu, tem os signaos 110 rosto, elUWira regular,
idade 40 annos, punco ^us 011 menos, faz corlo
geilo com o corpo quando ando, cosluma carnigar
agua 110 bairro do Becife, j foi vista nps
da Cinco Poutas e do pateo, da Ribriaa.; rhgs-
auloridades policiaes e captes de campo a ca'plu
ra da referida escrava, ca enlregaifla mesma a son
sonlior na praca da Boa-Vista, esquina da rua do
Uagiion. '.it.~Htoim Frati(i$CKda$ .ftvit.
100$ de graGcacau.
Ainda continua eslar fgida a escrava crenla de
nomo Joaquina, que se ausentou no inez de Janeiro
do oorTenli- auno, do engenho Trapiche du Cabo,
propriedado do Exm. Sr. visconde da Boa-V isla. Os
signaos desla escrava sao os seguimos : alta, corpo
reforcodo, lem folla do denlo na reuleJe uui cico-
iriz na testo, falla muilo 1 ihii iiiliiiiijijaii 1111 _
ps grandes, cosluma andar sempre com unSairou\.'i
de roupa, e inculca-se ser lavadeira ; levou vesti-
do de chita e cosluma andar de chatas. Suppe-se,
o lem sido encontrada na Passagem da Magdalena,
Nazarelh el'o d'Alho, e oulros lugares que j foi
vista, guiando um cego : roga-se pois "autoridades
policiaes e captes de campo a apprehensio desla
escrava, c sua entrega a seu senhor ao ongenho
Trapiche do Cabo, ou ao IIIm. Sr. tuncjile-coninel
Sebaslio Lopes Guimares, na rua Nova, que qual-
quer um dos dous gratificar com lOOg.
Fugio no meado do mez passado do engenho
i'.iiiambuca um negro de nome Victorino, baixn,
grosso, lesla alta, olhos um pouco salientes, loca-
dor de violas ; foi comprado ha pouco lempo no
engenho Mallo Grosso : quem o achar oo dclle li-
ver milicias, dirija-se ao engenho Cuinrahuca, 011
Vende-se esta agua a melhor que tem appareci- nesla praca, a Iratar com Jos Antonio Pinto, rua
do pora tingir o cabello e suissas de prelo : na li- da Roda 11.17.
vraria universal rua do Gollegio n. 20, .la-so junio
um unii 1 esso jralis. eusinando a forma de applicar.
Vinho Bordeaux.
Em casa de Henr Brunn 4 C, rua da Cruz n. 10,
vende-se vinho Bordean do dilTerentes qualidades
como Lafolle, Ch, teoville, l.s. Julicen, em caixa
de urna duzia cor barato preco.
Meias de borracha.
CHEGADAS LTIMAMENTE NO NAVIO FRANCEZ.
Na rua do Quemado, na bem conhecida loja de
miudezas da Boa Fama n. 33, j lem para vender
Cor preco barato os muilo prorurodas meias de
o larda, unicamenle propras e approvadas para
loda e .luabiuer oncliooo nos pomas.
LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-se por preco que taz admirar nquissimas
fitas lacradas de lodas as con-s e larguras, lilas lisas
com puna e sem ella, bicos branros de seda de mu-
de lodas as larguras, tramoias
podra : ludo por precos muito razoaveis.
Toalhas niiuinuscaJas.
Fio devela.
Eitopas.
Vendem-se em casa de Arkwiglit
& f". na rua da Cruz n. 61,
Rua da Senzala Nova n. 42.
Vendo-so m casa de S. P. Jonhslon jt C. vaque-
las de lustre para carros, sellins e silbos ngb-zos,
candoeiros e casticaes bronzeadns, lonas inglezas,
lio de vela, chicle para carrns, e montana, arroius
para carro de um e dous ravallos, e relogios d'ouro
palele inglezes.
PALETOTS.

Vendem-se paletols de brim de puro linho, hran-
ros e pardos a 59 : na rua doQueimado n. 22, loja
da Boa Fu.
Em casa de Tisset Fren rua do
Trapiche n. ti, ha paia vender os se-
seguintes gneros por prn;o commodo :
superior champagne da morca Duc de
Montebello, licores (nos em gnalas de
vidro e em, caixas de duzia, vermouth
em epixas, absinlho, garraius vazias em
caixas, superior cognac em caixas, vinho
bordeaux tanto era caixas como em quar-
tolas. superior marrasquino, vinho de
hourgogne superior (cliambertin.)
W AGUl
DE
que
aleiros, ca-
mas de vento, espingardos de fecho c espoleta, de
lodas as qualidades, bandejas, colhercs para sopa e
cha de todasas qualidades, poi baratissimo preco,
ferragens, miudezas de todas as qualidades, mais
barato do que em oulra qualquer parte, lachos de
cobre da melhor qualidade, a 19 a libra, tesouras
finas para costura a 240, ditas a 320, ditas a 480,
dilas muilo linas a 840, louca de porcellano da me-
lhor qualidade a 460 a libra, ceraem velas de Lis-
boa a l|4RO a libra, ps de ferro propras para tirar
rea a 19200 cada urna, ditas a 19400: na rua Ui-
reila u. 64.
Ainda ron le iian fgidos dous Jos
se haviain ausentado no dia 23 de marco prjimo
possado do engenho Tabeos, perlenrentc a Fran-
cisco Antonio Cabral do Mello. Os nomos e signaos
sao os seguinles: Joaquina, prelo, representa ler
20 anuos de idade, baixo. seceo do corpo o soui bar-
ha; lem muitas marcas de bisosnos pos: beou
urna argola de ferro no pescore. edmiso nova de al-
godao da Babia, seroula velha e chapeo de courn
velho. K ib' suppnr que leuha buscado asimmedia-
coes do l.iinoeiro, d'onde linha vindo em poder do
Sr. Iir. Sabor, por compra que delta lizera, e depos
ior aulorisaco sua foi vendido ao anniintiaulepe-
ii correlor Souza, nesta praca. Nicolao, prelo, al-
to, cheio do corpo, reprsenla ler 22 annos du ida-
de ; levou calco branca, camisa de riscado o urna
baria nova lem as rostas marcas de castigos le-
ve alguns principios de carpiua : vrio do Haranho
para ser vendido nesla cidade. Este preto, com os
compoiiheiros Joao, Marcelino e bzequiel, leudo si-
do preso no engenho Miranda da freguezia de Goi-
aniia, poude lu nar a fugir. Roga-se pois, as au-
toridades policiaes e capites de campo, a appre-
hensao desles dous escravos, e sua entrega a seu se-
nhor no referido ongenho Tabocas, freguezia de N.
S. da Luz, e no Recife a Monoe! Antonio Goncalves.
rua doCabug n. 3, ou uo engenho Acahu, ao Sr.
Francisco Tarares de Mello, que qualquer dos quaes
gratificar com cem mil reis por cada um dos dilos
escravos.
PERN.: TYT. DB M. t. DE PABIA- II



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