Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08049


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Full Text

AMO XXXV. HUMERO 102.
w
r
|
i
jv
po" tres mere adlantado 4$000.
Por tres mezes vencidos r.fOOO.
*
QUINTA FEIRA 5 DE IIUO DE 1850.
Untado ISgOOO.
Porte franco vara o nbsoriptor.
DIARIO
REGADOS 01 SUBSCRIPTO 0 RORTE.
PARTID D(b CORREIOS.
('linda todos os das as nove e meia huas do da.
Iguaiass, Goianna e Parahiba as segundas e sextas-feiras.
S. Antao, Besemos, Bonito, Caruar, Altiulio e Garanhuns
, o Sr. Joao Bodolpho Gomes: Natal, o Sr. An-l""as"Teras te'irs.' ijiV
".',1 3"^' J?fn*r,-Ca,y\.0 S','-" ^ l*'mos BraH Pau d'Alhu. Nazarelh, Hfcoeiro, Brejo, Pesqueira, Ingazei-
,'^L d1flT'!;Mjrl"lli"1' oSr. JosTei- ra, Flores, Villa Bella, Ba-Visla, Ourrury e Ex as
xeiradeMello; Piauhy, oSr. Jos Joaquim Av,li; Pa,-,,: quarlas feiras.
. Ramos; Amazonas, o Sr. Jcronymo daj Cabo, Scrinhem, Rio Formoso, Una, Barreiros, Agua Pre-
la, l'iiiionlciras e Natal quintas feiras
(Todos os eorreioa parletn as 10 horas da manhaa.
Costa.
lUDIERCIIS DOS TRIBUNES DI CAPITAL.
Tribunal do commorrio: segundas e quintas.
Heladio: tenas feiras e saliliados.
Fazenda: Ierras, quintas e sabbados as 10horas.
Jui/o dii i'iiniini ti -ni: quintas ao meio dia
Dito de orphaos: tercas e si>xtas as 10 horas.
I'riiueira vara doeivel: Ierras e sextas ao meio dia.
Segunda vara do rival: quartas e sabbados ao meio dia.
PARTE OFFICWL.
.!-. lugag
-l'.tiNllilillll-
i'jn tliHMtoritJadefl ircmcia
cou-ge ao chelo .! polica.
Imo an prisdAnlfl ila junta quallieadnra do Cu-
ralo da S.Ao&eu olUcio do hontem respondo dc-
rlaranda!
1."(,*un pnili a junta ((unliiradora ftmccioMrna
C.O VKH\1> DA PHOVI\< I V.
Expediente nudia 8de abril,
Ofllrio ao Exm. enriado extraordinario e minis- i"r,"ja da Misericordia, atiento o motivo que a im-
ito plenipotenciario do Brasil ero Condro*.=Ein ad- I"'1'1' de proceder aos seus Irabalhos na igreja ca-
ditameoto ao oflicio desta presidencia de 15 di.....- \ Ihedral.
vcmbre doaiino passado, declaro a V. Exc. que fui 2."= nTObhta re o seu oflkio de 2 do outubru ultimo, sol n. 13. ; "i"0 opporluna a adflpeao da providencia de ad-
llilo ao commamlante das armas.=Pelo oflicio, dinmento, rontida ein meu oflicio de hontem, enn-
que V, F.xc. dirigio-me eui 10 do frrenle, sol n. : linnarii a mesma junta a fiinccionar, inlerrompcndu
338, fiquei intratado de ter sido contratado para o smenlo os seus Irabalhos na quinta e scxla-fcrn
para im.iiIiiiu.i-Iiis imiiicdialanieiile do-
_.. p
siiviruda guarnirn, em virlude d.ts ordens impe- Sania,
raos, o llr. em medicina Manuel .Vives Itraucanle, Pnis.
com os vcnciinenlos, a que se refere o citado ofll- Dilo dircrcao da cnnipanh'a Pernamluicana.
rin.=:Commuuicoii-so ao inspector da Ihgsouraria Acenso rocebido o uUlcio, que hontem dirigio-me a
loiucBda. ,inn sa da imupauUia Pernanibumm, u-^jra. qon-MUHKte lu-esUr aun a lu\ o idaile n.-m I
rilo ao mesrflo,Ao ntido de V. F.xc. de 18 d
correle, sob n. 344, respondo declarando que j
mandn comprar a (anuda necessaril para o presi-
dio de Fernando. '
Hilo ao mesnio.Faro apresentar a V. V.xe., para
serem inspeccionados,'os reclutas Antonio Manuel
do Naseiim-nlo, Feliciano Jos dos Sanios e Miguel
Joaquiu. Coramunicou-se ao chele de polica.
Hilo ao cominandanle superior da guarda nacio-
nal do municipio do llerife.(.lucir V. F.xc. infor-
mar sobre o incluso requerimento do aleres Do-
mingos de llollanda Caralcanli de Albiiquerque.
Dilo ao prndente da relaro.Constando de
comitmnicaro oHici.il de 28dentaren ullimo que o
jui/ de direilo nnmeado para a comarca da Boa-Vis-
ta, pnr decreto de 15 de outnbro do anuo passado
rn-lhe a eommunicacao que me faz de assumir as
respectivas funcres.
Dilo cmara municipal de Olinda. Bemeiio
por copia cmara municipal de Olinda, parasua
iitellgcnria, os oflicios, que dirig ao jui/ de paz
presidente da junta quaiilii-adora do Curato da S,
em dalas de hoiilem e de boje, acerca dos Iraba-
lhos da mesma junta.
Dilo dita da Sanio Anio.Com o parecer junio
por copia, do conselheiro presideule da ivlai-.io, res-
pondo ao ollicio, que me dirigi a cmara munici-
pal de Sanio Anio, acerca do pegamento a I
custas.
Viirrcrr do presidente iln reanlo.
Illni. e Exin.Sr.=llcspondond de 8 desle mez, que colirio oque incluso dovol-
barharel Joao Francisco da Silva Braga, assumio o vo, da cmara municipal da culade da Victoria,e\-
everc.irio das respectivas funcres .o dia 7 do ci- | pondo a \ Kxc. a llovida ein que se acha, a rospei-
l.idn mez dn marco, assim O cominunicu a V. S. I do pagaineulo das cusas nos prucessos dos pre-
para seu conhecimonto. Commiioicou-su lambem s"s pobres, a que ella "brigada, em virlude da
ao ins|ieclor da lliesouraria de fazenda. i di-posieo do artigo 51 do decreto n. 159G de 3 de
Dilo an conimandanlc superior da guarda naci- marco de 1S55, cumpre-me dizer que a referida
naide Garanhuns.=l)eferiudo d requerimento do j cmara deve pagar nicamente an escrivao ascus-
capitao do balalhao n. 29 de infautaria da guarde 'as dos prucessos dos presos pobres, conforme o ar-
As oIt:i iihiic
F.xm. Sr. presideule da provincia, aulrtrisando ne.sl
ErHElERIDEt 01IEZ DE MI.
2 La ora as T horas e 45 minutos da larde.
9 (J na rio creacente as i horas e 30 minUp da larde.
16 l.ua cheia as C horas e -17 minutos da-tarde.
24 lu.iriu miguanie as 8 horas e W minios da larde.
PBF.AMAB DE nOJE.
Pdmeiro as 6 horas e 54 minutos da manhaa.
Sejgundo at 7 horas e 18 minutos da larde.
DAS DI SENt.
2 Segunda. N. S. dos Prazeres; S. Athanazio b.; S. Mafalda.
3 Terca. Invenan d.S.l'.ruz; S. Hodopiaun eF.aaocio ni.
4 (.lilaila. S. Momea mi de S. Agoslinho ; S. floriano m.
5 Quinta. 5. Pi V p.; S. Angelo m. c; S. Jui iniano m.
ti Sexta. S. Damasreno; Ss. Kliodoro e F.dberlo inni.
7 Sabbadd. S. Kstapi.sUo b. m.; Ss. Flavio e Augusto un.
P Di'iuiingodo Bom Pastor. Apparicao de S. Miguel AfCh.
ERCIRRE6100S 01 SUBSCRIPC* N SU.
Alagoas, o Sr. Ciaudno PaMItf Das.. Baha, o 8v Jos
Kartius Aires; Rio de Janeiro, 8j. Joao l'erer*Jltrlins.
BU PERNAUlCO,
4proprietario do' DIARIO Manoel l'igueiroa de Faria, aa
lujraria praca da ludcpandKia Da. 6 e 8.
Dilo andirivlor iuteriiin
ilicas.
Hilo ao mismo.Mande V. S. pagara importan-
cia do prel especial que Ihe (oi apresenlido por
parle do commandaute do W hatalnao de infama-
ra, conipreheiidendo veurmenlos al o tim do mez
correlo, das pncaa do 8" da mesma arma que se
recolheram do deslacainenln do Goianna e Un de
seguir para o lermo do Bonito.Cnmmuiiicou-sc ao do mesmo
comirlandanle das armas,
Dilo ciininiaudanle superior da guarda nacional
d mun'uipio do I.inmeiro.O decreto n. 11I3 do
15 de abril de 1X53, que den nova organisacari i
guarda nacional do municipio do l.imoeiro, manda
crear alli urna seceo de reserva com duas compa-
ulii.i. N
Nao pode pnis ser apprnvada a proposla que de- | que acompanliarain o sen olfcio de 10 d
volvo, por compreheuder olliciaes para tros cumpa- ullimo, .lim de ser levada em coala a despeza
libias.
Dito ao dilo da guarda nacional do municipio de
Villa-Bolla, lngazeira e T.icaral.Ileiouimeudo a
dala o inspector da lliesouraria provincial a ma
dar pa^ar au arrematante do empedpainento da es-
Irada da Victoria, vista do flrrlilicadn do estylo, a
(iiaulia do Sisgilllll rs correiondenle as III bracas
eiupedrameiiUi. Jo*' cnncluio no lugar
denominado Tigipi, latlrirafle Uaiioel .loaquini ;
assim o manda couiiiiiiiiicar* V. S. em rosposta
ao seu oflicio n. 95 de W do cjirrente.
Dilo ncommaudaiite do dtastacamenlo de Taca-
ral.O Kxiu- Sr. presidente da provincia manda
commiintcara V. S. que nejta dala remellen ao
inspector da lliesouraria de lir.euda nsdocumen
^ulfasijeei
n-ltta agr
s- MCilir
l, rata bem iMga de obter a soinma de pnidm ios de
em dia, linliamos iixadoo valor reproacnlalivo
[riculliira e .i imluslria rural da ilha de Cuba
nsiderarel soinma de 638,256:383 peso fortes
cerca de 1,276,512,566:000 ris moeda traca do"
Brasil,) n dos capitaes empregados em 427,279:783
pesos crea de 85i.558,5(i6;O0 ris rnoeda fraea) e
o dos productos annnaesem 57,190,815 posos (cer-
ca dgjl 1,393,630:000 ris moeda traca. ) Podi-ae
julaBo augmento que ohleve o coluro desde
<"IdABdata comparando os dous algarismos das
oxpcutfccoes dos productos do solo, cojo valor era de
21,1*00:000 pesos fortes em IRiO e actualmente e\-
i'de di' 32,UO0:IW0. Si, a exportadlo do assurar,
no ora cutio de 10,000:000 de arrobas, lermo me-
io, elevou-se a maisde 28,000;00ft. Examinando o
2578 rs., que \ S. fez cnnkluzes para o quarlel! ultimo balanco mercantil, que podemos obter, o dea
do destacamento sob sen enrasando desde 18 do ou-, 1t56, achamo's os algarismos seguidles, quenosser-
lubro de auno prximo passaaV al o ultimo de (e- t\J af^ajJi. fca i 1
vereirn do crreme. ~
i faii
iri, i ni
' .,-
a. ;;in disseelgn
ao exprimir-ine por *; modo, que sinto quasi ler reros de transilo A decifraVao di s~opMgma esi
evocado idea* que e\ercem sobreilw.moa rresis- ; na singular orgaoisarrio do ttHlwenvi.." Sab*-a
i i vm influencia. com elfcBD ruie a unioo das alfandegas allemas
Ro8 no *oogresso que esqmVa lMfe> iiiianlo \ appropriou n si o rgimen do veta da antiga IViea
acflbe dedfzer \at nao considereem oKai o ilcpu- aolacs, em que a(ip*iii;iode.um s membropo-
lado novel, nomff himiem poltico ; raas^ somorrtajiAaporalysar o voto de nodos os nutro membros
asada 69 Manidos
o linmem u\i lei, o' advogado, nao o adro,
um s cliente, otas o da nacv; o advngado
lica, di'ju'slica qua, como oDeo que co~--
jus-
tao o que Cicero vislumbren, 0 elerna, immulavel,
a mesma na Grecia e Franca, da juslica, qor nao fui jamis desallcnliila
Nos conselhns do KolUerein indis-
peasaMl a unauimidade para faivr passar urna reso-
jPla- lucfio qualquer.
Exporlaeo "indgena .
Beexportacao de produc-
tos eslrangeiros .
3t,0*W>16 pesos fortes.
969:311
tu
Manan
Sr
Exporlacao total
Imporlaco geral
O que'representa
. 32,062:827
. 31,7011.130
como se v, un)
nacional do municipio de Garanhuns Manuel Aure-
lianoCsvalraiili de Albuquerque, sobre que V. S.
infoiinou en seu oflicio dn 25 de marco ullimo, sol
ii. 23, o auloriso a mandar passar-lh a guia, de
que trata o artigo 15 do decreto n. 1130 de 12 de
marco de 1853, visto que tem ello de mudar a sua
residencia para a provincia de Alagoas
Dilo ao inspector do arsenal de marlnha.Apprn-
vandn o contrato que, segundo o termo annexo ao
sen ollicio de 16 do correiile. sob n. 123, fui cele-
brado com os individuos nelle mencionados, para
a construccao do caes desde o arsenal al o
Fprle do Matos, pelo lado da hacia do porto, e
margenido rio no bairro de s- Antonio, entre as
diiasponles'tenlio a declarar a Vnic. que essa obra
llcasob a asperono dn inspector das do porto.=
Commuuicou-sc ao inspector da Ihcsouraria de fa-
zenda.
Dito ao mesmo.Mande Vine, excluir ducompa-
nhiade aprendices niarinheiros, ou da de aprendi-
yes menores, se nella se acliaralislado.o menor Je-
reiiimu Honorio da Piedade.
Iiiloao direclor do arsenal de guerra. Confor-
m uido-me com o que Vine, propon ein sen oll'n m
de 18 do trrenle, sol n. 100, arbilrei em 50 a
gratincacao meiutal, que deve perceber Joaquim
loi de Carvalho Siqueira Varejao, por se adiar lec-
conaudo geomelria, mechanica e, desenho linear
aosaprendizes menores desso arsenal.Communi-
cou-se ao inspeclnr da Ihcsouraria de fazenda.
Dilo ao mesmo.ltespondo ao oflicio que Vmc.
me dirigi em 1 i do correle, snb n. 102. declaran-
do que approvo a nomaacaoile Bernardu Falcan de
Souza, para u lugar de guarda do armazem da pl-
vora desse arsenal.Cminiiuicou-se aa inspector
da therouraria de fazenda.
Dilo ao rommandanlc do preaidin de Fernando.
Em resposU a .sejis oflicios, que Iralam do pedido
de mais (orea para a goamicao de Fernando, e de
nao serem os rocrulas os mal proprios para essa
goaraicio, assim como dos inolivos, que leve para
uo cumprir a ordem da presidencia, que mandn
robrar d'alli as prar-as do balalhao 8., se me ofle-
rece o dizer :
Que n possivel mandar para ahi mais forca,
sendo baslaules as 180 pracas exislenlos para guar-
dar os presos, se houver a vigilancia precisa, o se se
tomarem iu cautelas necossarias, sem o que nao se-
a possivel evitar fugas, anda qiiaudo maior nu-
mero de soldados houvesse.
(,'ue aeonsideracao feita aceren dos reerntas, nao
procedo, porque a guarniao nao romposta driles
somenle, e porque o zelo" dos olliciaes em os disci-
plinar pude fazer que sejam elles melhores guar-
das dos presos do quo muitos soldados de m vida,
que l esl ivam, e que os remitas leui sulisliiuidii.
Approvo a deliberaciio que lomoii, de nao remol-
ler a fotxja do 8."
Tenhn, porm, a observar-lhe que em casos taes,
roma o de se uo cumprir a ordem do gnveruo eui
morimento de forca, mister que a juslilicacao dos
mutivusseja completa, para que Oque a certeza de
que s o r.elo pelo servico, e nao o desojo do ter
mais fnrcii, nbslou a etecuco das ordens.=Bemel-
liu-se copia deste oflicio ao commandaiile das ar-
mas.
Dilo ao rice-cnsul do Brasil na culade do Por-
to.Na forma das ordens imponaos, transmiti an
Sr. Jos Bellaiuio, vice-consul do Brasil na cidade
do Porto, a lista dassutiditos portuguezes, que vie-
ram para' esla provincia no brigue Promplidiio 11,
precdeme da referida cidade.
Apror.Mo esta occasiao para reiterar ao mesmo
Sr vice-consul os proleslosdo minlia estiman con-
sidera cao.
Dilo aojuiz de direilu da^fimeira vara. Guan-
do passar Vmc. oexercicio do cargo a seu substitu-
to o deve communicar ao presidente da relacao, o
rnurm que faca sentir a conveniencia dessa'eom-
municacao aos juizes municipaes e promotores, pois
que tam elU por tim evitar a demora de taes com-
miiiucaces, e despensar a secrolaria de as fazer.
Igual a lodos os oulros juizes de direilo.
Dilo ao jii de direilo da comarca do Brejo Dr.
Sebastian do llego Barros de l.accrda. Tendo-se
dado ltimamente na villa do Brejo um faci, que
pode ser grave por suas coitscqucncias, o pelas In-
trigas, que ha deproJBVor, qual o do rrime coni-
meludo pelo professor Manoel Joaquim Xavier Bi-
Ixuro.coira o conego Francisco Bochad, lenho
por convcnienlc, abem dos nleresses de sua co-
marca, que Vmc. parta paradla no da posterior ao
do eucerr.imento da assembla. alim dn que pelos
meios a seu alcance faca com que a juslica oblenha
a puniciio do criminoso, e nao possam as animosi-
dades, que o faci deve despertar, ararrelar maio-
res males.
Conlin em que Vmc. zrlnso como 6 pelo servico
publico, cumpra a recommendacao que Ihe faco'a
liem de sua comarca.
Dilo aojuiz municipal ede orphaos do termo de
Pao d'Alho.Cora o parecer junto por copia do
presidente da relacao, respondo ao ollicio, que
V me. me dirigi em 30 de marco ultimo sobre a
asaignalura das actas da ultima' sessao do jury.
Porecer do presidente da relaro.
Illm. e Exm. Sr.Emillindo o meu" parecer, em
satisfacao ao oflicio de V. Exc. de 8 do corrente
mea, sobre o conledo no oflicio incluso do jiiiz
municipal o de orphaos do lennu de Pao d'Alho,
que pergunta a V. Exc. se deve agora assignar as
acias da ultimo sessae do jury do anno passado, na
qual funecionara como promotor publico daquelle
termo, vista nao se tercm confeccionado no lempo
competente, lenho a dizer que, sendo presente-
mente as actas das sessoes do jury, depois do avi-
so circular de 33 de maree de 1855. que mandou
cnmprir o formulario sobre a marcha dos processos
criminaos, que tornee ser julgados pelo jurv, o
nieamo uno es termos das audiencias, laucados no
protocolo dos escriraei, nao se faz mister a assig-
natura do prumolor publico, porque, em observan-
do do dito formulario, devem ser mencionadas nos
respectivos autos toda as solemnidades proscriptas
as lcis, sondo pprm de notar-se que ateopres
sent aae se tniiham feito as actas da ultima ses-
sau do jury do anno prximo passado, que deviam
ser lenas diariamente, o, que revela omissao da
parte do juiz de direilo e escrivao.
Dos guardo a V. Exc.Igotiinho Ermtlino de
Uao.
Dito ao promotor publico da comarcado Brejo.
Inteirado do contexto do oIBcio, que Vmc. me di-
rigi em 14 do corrente, participando ler sido es-
pancadaneau villa o conego Francisco Rochad IV-
reirade Brito Medeiros pelo profassor Manoel Joa-
3uim Ribeiro. lenho a recommendar-lhe a maior
ligeucia em promover o andamento do processo
nstauadn, para que a punicn do criminoso, que
to puhlicamxnle escarnecen das leis, se lome cf-
fecttva. e possa fazer crer a todos que nao dado
pijssoa-algumalirar vfngauca de seus adversa-
nos.
Dilo ao commhndanle do corpo de polica,Faca
Vmc. marchar para a villa da Brejo, com a possivel
brevidade, um ofllcial de conflauca com 15 pracas
do polica cscolhidas, am de Bear all disposi-
os auxilios de forca da guarda nacional que houver Despachos rio dia IO de abril.
de rcqusilar-lhe o juiz c direilo da comarca do Boquerimeiilo de Carlos Roberto Folt, pedindo
U**" ,. licenca para retirar das malas do engenlio Passa-
Dtlo ao direclor interino das obras militares. gem Veiha, do lermo de Barreiros, 50 cavernas de
Ao seu ollicio de 18 do correle sob n, 99, respon- i sicopira, que com n consenlimeuto do proprietario
do dizendo que contrata^ptu Aiilonin Pereira de do mesmo engenho corlara para a coiislrucco de u que reprsenla romo se v um movimenlo
inmaraes a pintura e dJ^BHa casa que servd de j urna barcaca.I'asse-se portara roiirvdenun ao mercantil de 63,768:957 pesos fortes-
quarlel general pela quaUBJFde l:500j|, se por ven- supplieaute licenca para a ronducoao das 50 ca- Enlre os productos da exportaran indgena fizu-
tura nao se poder obter isso por menor preco. com- venias, una vez que lenham sido colladas em ma- 'rain, alm do assucar ja indirado| o caf por 169 12(
niuiiicando-nie Vmc. oque delinitivamente se Raer las particulares. arrobas; o tabaco em rama 12,120:151 lbrasi os
a este respeilo. Dilo do bacharel Gaspar de Drummnnd, pedin- cigarros 225.852 millieiros. O valor desloa qualro
Dilo ,1o director do arsenal de guerra. Mande do secerlilique a dala do sua nomeacao de pr- nicos productos cubanos de 21 4266I7 pesos
Vmc. concertar os movis que pertencem ao pala- | mero supphmle do juiz municipal do termo de Se-1 '"fes. Besfii pos una soinma de 9- 66-899 pesos
rio do govemo, e constam da relacao inclusa, assig- rinhaem.Sim. ) fortes para o valor dos outros productos exportados,
nada pelo societario do govemo. Dilo de Joaquim Antonio Rodrigues, cnulraladoi 'Ml pouco mais de um Ierro da cxpnrlarao douies-
Dilo ao juiz de direilo da comarca de Goianna. rio forneciuieiiln da uiadeira de sicopira para o ar- 'ira.
tindiilaonieu conhecinioiilo a nolicia de que um seal de mariuli.i, pedindo se Ihe d a necessaria Para ronhecer a imporlaro respactiva do com-
lllno de Antonio Francisco Pereira, scnlior do en- licenca para rorla-la as matas da propriedade de mercio que fuzem as divcrsa's polenrias as qnaes
genlio Bnjary dessa comarca, ferira com 4 lacadas Antonio Ramos de Oliveira, na Parahiba. o con- abriliberalmente as portas dorommer.iio da ilha
una escrava de seu pal, sendo levado a tal excesso duzi-la para esla cidai|e.=lnformc o Sr. inspector de Cuba o anligo governo de II. Fernando Vil cila-
por motivos reprovados, chamo pora isso a attencau do arsenal de marinha. remos as mais importantes, lato nos leva a exami-
de Vmc. recommendindo-lhe que tenha multo em Dilo rio bacharel Joaquim Jos de Oliveira An- liaras rclacdes dos Estados-Cuidos coma rica \n-
a o procedimento das autoridades no caso de drade. promolor publico da comarca do Pao d'Alho, lha hespa'nhola. Com efleilo vemo-los li-urar
ligo 99 da lei u. 2lil de 3dezeinbro de 18H, porm
na razio e proporcio da melado, a que ella o su-
jeila pelo diado art. 51, pois o sobredito decrelo
apenas marcou a laxa dos salarios e emolumentos
a nada innoven sobre a obrigacao de pagar, e direi-
to de haver cosas, conforme eslava disposlo e re-
gulado na legislaran anterior, aviso n. 404 de 29 di;
dezembro de 185o.
Dos guardo a V. Exc.=.ljosin/io llernnlino de
Lei'io. .
Portara O presideule da provincia, altendendo
aoque Ihe requeren Francisco Ferian Caslello-Bran-
co, resolve, de confrmidade com o aviso da repar-
licao-da marinha n. 110 de 19 de marco de 1858,
conceder-llie licenca para mandar cortar as ma-
las dos.seus engenhos Pao Ferro, Campia e Bocea
da Malla, do lermo de Barreiros, comarca do llio
FormosQ, os paos curvos de sienpira e nutras ma-
doiras, quo lnrem necess.irt.is para a riinslruccao de
duas barracas, e recniumeiida as auloriilade's l-
caos que nao ponliam embaracn algom ao corle e
condueo dessas inadeiras. leudo porm lodo o Cui-
dado para quo nao se deem abusos por occasiao
desta licenca.
Dita.O presidente da provincia, altendendo ao
que requeren o juiz de direilu da comarca da Boa-
Vista Hr. Joao Fiancisco da Silva Braga, resulve
ronreder-lhe iluus mazos de licenca com ordenado.
Dita.o presideule da provincia resulve demillir
0 guarda da alfandega Francisco da Silva Reg.
Commuiiicni-sc ao inspector da lhesouraria,de fa-
zenda.
Dita.O presidente da provincia resolve nomear
guarda da alfandega desta cidade a Thomaz Morei-
ra de Carvalho.Coiiiiuiiuirou-se ao inspeclor da
thesonraria de fazenda e ao nomeado.
Expediente do m-rtitrio do govemo.
Oflicio ao inspeclor da lliesouraric de fazen.la.
S. r.xc Sr. presideule da provincia. manda re-
metiera V. s., na confrmidade da disposicao 3a
do aviso do minislerio do imperio de 19 de Janeiro,
sob n. 11, una copia do inventario dos movis do
palacio da presidencia.
= 23 =
OIBcio ao rommanriaiiln das armas.Reqneren-
doodouior em medicina Francisco Jacinlhb da Sil-
va Cnelho para que subsista o contrato com elle
feito autor ionnenle, lenho resollido deferir a pre-
lencao do snpplicanle, gegnindo elle logo para
Villa Bella : o que coinniunico a V. Exc. paraos
ell'eilos necessarios, reiiiellendo-lhe a petieo in-
clusa.
Dilo ao mesmn.=Manile V. F.xc. porem liberda-
rie o recruta Hilario Soares da Bocha, que provou
ser casado e ler til los.
IJiln ao inesmo.Sirva-se V. F.xc. de expedir
suas ordens para que una guarda de honra aconi-
pauhe a procissan da Bessurreicao, que tem de sa-
bir dn convenio de Santo Antonio desla cidade
ainanha.i pelas 5 horas do dia. .
Dito ao mesmo__Mande V. F.xc. por em liberda-
de, visto ser rasado o rerrula Jos l.giirenlino dos
Santos, de que traa o seu olTicio de 23 de marro,
sob n. 219
corrente. acerca do espancamentn do conego Fran-
cisco Bochad Pereira de Brilo Medeiros se me of-
ferece a recommendar-lhe queme informe da mar-
cha do precesso que se houver instaurado, e tenha
o maior empenho em providenciar dn sorle quo da
exacerbaro das intrigas nessa villa nao rcsultem
novos crimes.
Dilo ao direclor interino das obras publicas.
Coufurmaiido-me com a informacao do cliefe do po-
lica cmistantc da copia junta, re'rommeiido a Vmc.
que n.io s mande fazer os reparos precisos na oa-
di'i.i de Olinda, mas lambem os queso necessarios
no aljaba.Communicoii-sc ao chele de polica.
Dilo ao commandanle do corpo de polica.Man-
de Vmc apresentar ao chele de polica no dia em
que seguir para o norte o vapor que se espera de
Mil, 2 pracas do corpo sob seu rommaiido alim de
escoltaren! al a capital da Parahiba o criminoso
Goncalo Nones Pereira.
Dilo ao mesmo.Ao aludo que Vmc. me dirigi
em 21 do corrente snb n. 175, se me oflcrec.o a di-
zer em resposta que, en cumprimenlo da ordem
expedida em 20 deste me/., deve seguir para a villa
do Brejo a forca disponivel do corpo do sou cum-
ulando.
Dilo ao subdelegado do dislricto de Calende.
Teiuln 5 vista o ollicio que Vmc. me dirigi ein 4
de marco ullimo, declarando que o commandanle
do balalhao da guarda nacional do municipio do Bo-
nito chama para as revistas os moradores desse dls-
trieto, se me offerece a dizer, em resposta, que,
s.-udo os individuos que. residen na colonia com
pcrmissn do respectivo direclor, considerados jco-
'.....s4e 3" alaste', [art, 15 do regnlamento annexo
ao decrelo n. 820 de. 12 de setembro de 1851) nao
oslando como taes sujeitos a outro servico quo nao
seja o militar esa casos extraordinarios, para a ma-
nuleiico de polica e Iranquillidade da colonia, na
ronformidade do art 24 do mesmo regulamunlo, e
fazendoesse dislricto parle do territorio da colonia
os individuos nelle moradores gozam do indulto
concedido pelo regulamcnto citado, que se mandn
por em pralira provisoriamente na colonia pelo of-
licio da presidenaia de 21 de raair.n de 1852, e por
conseguate uo se pode obrigar'os ditos morado-
res ao servico da guarda nacional, por serem consi-
derados colonos de 3' classe, como em ofcicio de
18 de junho de 1856 se declarou ao commandante
superior da guarda nacional do Rio Formoso, e ora
se declara ao da comarca do Bonito.Remetleu-se
copia deste oIBcio ao commandanle superior do Bo-
nilo, ehofe de polica e direclor interino da colo-
nia militar de Pimenlniras.
Dilo cmara municipal dn Rerife.Visto o que
pniidcia a cmara municipal do Becifo em seu of-
licio de 16 do correle, sob n. 41, aulnriso-a para
despender o que for preciso al o fim de corrente
exercicio con) os enlerrameiitos, Irabalhadores e
aceiu du cemitorio, pela forma solicitada no prcdilo
ollicio.
Dilo ao mesmo.=Mandc V. F.xc. por em liberda-
ric o recriila Claudiuo Pereira da Silva, de qiicm
Iralou o seu ollicio ele 7 do corrente, sob n. 306.
Dito ao niesmo.= ando V. F.xc. abrir assenla-
menlode praca ans Mrecrulas Onofre Antonio de
Miranda e Manoel Antonio dos Sanios, a queso re-
fere o uflcio de V. Exc. de 14 do crreme, sob n.
328.
Dilo ao mesmo.=Pelo oflicio, que V. F.xr. mr
dirigi em 18 do corrente, sob n. 317, fiquei in-
teirado do que se considerara ultimado o contrato
feito com o doutor em medicina Silvio Tarquino
Villas Boas, que servia na guarnirn desla cidade.
Dilo ao iiiesuio..-Bespoudeiido'aii ollicio que V.
Exr. me dirigi em 19 do correnle, sob n. 3(8, se
me offerece a dizer que o lenle Jos.* Manuel da
Silveira deve responder a coirselho de nvesllgaco
pela fuga do criminoso Augusto Vieira da Cunia.
licando pnsso at ver-sc o resultado do mesmo con-
selho.
Dito ao commandanle snpeiiorda guarda nacio-
nal do municipio do Becifc.=Expeca V. Exc. as
suns ordens para que um dos corposda guarda na-
cional desta cidade preste una guarda de honra pa-
ra acompanhar a procisso doSenhoraos enfermos,
que tem de sabir da matriz desla freguezia na ma-
nhaa do dia 25 do correte.
Dilo ao mesiiio.=Expe.-a V. Exr. as suas ordens
para que urna guarda de honra acompanhe a pro-
cisso da Bessiirreiran, que lein de sabir dn con-
venio de Sanio Anlnin desla cidade amanha pe-
las 5 horas do dia.
Dilo an marechal de campo Francisco Sergio de
Oliveira.=lnleirado de qoanto V. S. communira-
me em seu oflicio de 20 do corrente rabe-me de-
larar-llie que licam expedidas as Ordens aeeeesa-
rias relativamente inspecro, a que V. S. vai pro-
ceder na compainha flxa de! cavallaria, leudo por
secretario a aldante de ordens o capilo do corpo
do oslado maior de primeira classe Amonio Cle-
inenle dns Santos.illlirion-se sobre esleassnmp-
lo ao commandante das armas, inspector da llie-
souraria de fazenda e director do arsenal do gueara.
Dito ao alete de polica. =Tenho por convenien-
te que V.S. ordene aos delegados do polica da
provincia que Ihe remellara seinestralmenle a lista
de lodos os criminosos de seu termo, que so nao
arham presos ou alfiancados, e que seja essa lista
publicada nos jomaos mais lidos desta cidade, pa-
ra que a polica da provincia, por sua leilura, pos-
sa ronhecer as pessoasque devem ser capturadas.
J nrdeoeaosjniziM de direilo que me remetles-
sem lisias iguaes, as quaes paSBO s nios de V. S
para as fazer publicar.
Portarla.OSr. agente da enmpanhia brasileira
de paquetes a vapor mande dar passagem, no va-
por que se espera do norle, a urna praca do corpo
de polica da corte, que tem de seguir para alli. li-
cando sera efleilo a portara, que ueste sentido si:
expedio em (> do correnle.
Hila.OSr. agente da enmpanhia brasileira de
paquetes a vapor mande dar passagem para as Ala-
gues, no vapor que se espera do norle, a duas pra-
cas de preJ.
DitatjnKr. agente da companhia brasileira de
paquetes a vapor expeca suas ordens para que, no
vapor que se espera,' sejam transportados para a
Parahiba, o criminoso Goncalo Nunes Pereira e
dous soldados do corpo de polica,-que vo escol-
tando o mesmo criminoso at aquella provincia.
Dilo.I) presidente da provincia, altendendo ao
que Ihe requeren o promolor publico da comarca do
Pao d'Alhu, bacharel Joaquim Jos de Oliveira \n-
drade, resolve conceSer-lhe 20 das do licenca
com ordenado devendo enlrar no gozo delta o
prazodeSdias.
Expediente do secraterio do governo.
IHicie ao chote de pulira'.O F.xm. Sr. presi-
da provincia manda communicar a V. S., em
denle
rerposla ao seu oflicio n. 391 de 18 Jo corrente,
que nesla data expedio as convenientes ordens nao
so para que sejam Iranspurladas aos seus destinos
no vapor que. se espera do norte, as 3 pracas que
aqui se acli.-im, perlencentes i provincia das Ala-
goas e ao corpo de polica da corle, mas lambem
para ser receido a bordo do prmero vapor, que
passar dosul, u presj Goncalo Nunes Pereira, indo
acoinpauhado por dous soldados do corpo de poli-
ca, que sern apres,miad.is a V.S. por parle do
respectivo commandanle no dia na qne o mesmo
vapor nv.-r de largar desle porto.
Dito ao mesmo.S. Exr. o Sr. presdeme da pro-
vincia manda communicar a V. S. que o inspector
da lliesouraria provincial est aulorisado para pa-
gar a Antonio Augusto Maciel. proprietario da ca-
sa, que serve de caricia no termo do Barreiros, a
quanla de 5'JaOOO rs., em que importa o trimestre
do aluguel vencido no ullimo de marco lindo, con-
forme se ve da conta em duplcala,'que acompa-
nhou o oflicio de V. S. de 20 do correnle. sob n.
398.
Dito ao prmero secretario da assembla legis-
lativa provincial.N. 138.De ordem de S. Exc. o
Sr. presidente do provincia remello por copia a V.
S.. aflm de ser presente S assembla legislativa
provincial, as informaces que foram ministradas
elos juizes de dreito e municipal de Goianna, re-
ilivaraentc creacao da freguezia de N'ossa Senho-
Albuquerqiic, capitn
do iercero balalhao de ufantara da guarda naci- Esladns Unidos,
nal (municipio de Garaiiliiins) podndo um anuo de llespanha.
licenca.Passe-se portara concedendo ao suppli- Inglaterra,
cante um aiinn de licriira. Franra. .
Dilo do bacharel Pedro Camello Pcssoa, juiz de Allemanha .
direilo da comarca do Bonito, pedindo se prorogue Esl. Hesp. amer,
por3mezeso prazo marcado- para a apresenlacao Oulras uaces. .
da sua carta.Como requer.
Dito de Tissol Freres, pedindo permisso para Total geral
acabaren de earregar (.irada barra a galera fran-
eeza (tdetie.Sim, nao havendo inconveniente que
aconselhe o contrario.
Oflicio n. 316, do teneuto general commandanle
das armas, Iransmiltindo a conta da despeza feila
com a transferencia dns ulensis do segundo bata-
Iho de infantera da guarda nacional aquartelado
do quarlel de S. Francisco para o das Cinco Ponas,
na importancia de 21 j. Beoielldo ao Sr. inspec-
lor da Ihesauraria de fazenda para mandar salis-
fazer.
Dilnn 378, do Dr. chefe depolicia interino, apre-
seiiiaiido a conta da despeza feito un mez de marco
ultimo com o sustento dos presos pobres da cadeia
do lermo do Brejo, na importancia de 113$.Be-
mcltido ao Sr. inspector da, lliesouraria provincial
para mandar pagar, estando nos termos lngaes,
Dilo n. 36,do commandailedo presidio de Fer-
nando, Iransmiltindo os mappas diarios do movi-
menlo rta enfermara, portanesnass ao mez de mar-
co ullimo.Remanido ao Sr. inspeclor da lliesou-
raria de fazenda para os convenientes exames.
Dita n. 29, do mesuio.=luormaiido que alm da
nfllcina de sapatiro, se-pMd amabcler.ir naquel-
le presidio a de alfaiates.-^Informe o consellin ad-
minist rativo para foznerimeilodo arsenal de guer-
ra sobre a conveniencia da crearan de que se traa.
Dito n. 98, do director do arsenal de guerra in-
formando o requerimento de Simplicio da Silva
Barbosa. Remullido ao Sr. inspector da lliesou-
raria de fazenda para mandar pagar o que se dever
ao sudplicaute.
- 16 -
Beqiierimeuto de lunocencio Xavier Vianna, pe-
dindo licenca para earregar com deslino a ilha de
Fernando, um barco, no qual oll'erece lugar para
servico do governo,Passe-sc portara concedendo
a licenca requerida, devendu o supplieaute declarar
a deiiuminaco du navio, edirigir-se ao director do
arsenal de guerrajajjaato ao transporte de passagei-
ros e gneros por^^Bdo governo.
Dito de JeronyoMpelquiades Ferreira da Silva,
porteiro do arsenal de marinha, pedindo se encaa-
ndo ao governo imperial o em que solicita o aug-
mento de ordenado.Informe o Sr. inspector do
arsenal do marinha.
Dito do bacharel Lourenco Avelino de Albuquer-
que Mello, i-apilan da primeira companhia do bala-
lhao u. 45 de infautaria da guarda nacional do mu-
nicipio de Barreiros, representando contra o com-
mando superior respectivo, o lente coronel com-
mandante do mesmo balalli.i e o seu secretario.
Informe o Sr. commandaiiU.' superior da comarca
do Bio Formoso, ouvindo o comiiiaudaiite do bala-
lhao.
Dilo ao mesmo, juntando novos documentos para
complemento da reprsenmelo que dirigir coulra
o cumulan.laudanie superior da comarca do llio
Formoso, o commandante c o alteres secretario do
seu balalhao.Informe o Sr. commandanle supe-
rior da guarda nacional da comarcado Rio Formo-
so, ouvindo o commandanle do balalhao.
Dito do inesmo, reclamando contra a priso, com
que o fulmiuaram o mesmo commandante superior
e o commandanle do son balalhao.Informe o Sr.
commandanle superior da guarda nacional da co-
marcado Bio Formoso, ouvindo o commandanle do
balalhao.
pililo do inesmo, pedindo 6 mezes de licenca.
Nao pode o supplicaulc obter licenca, emquauio se
nao resolver sobre a regularidadc do procedimeulo
que Ihe valen a priso ordenada pelo commandanle
do balalhao. %
Dito de l.uiz Borges de Cerqueira, offerecendo o
ltate Sergipano, de sua consignara.!, para conduzir
gneros para o presidio do Fernando.Dirija-se
ao Sr. director do arsenal de guerra.
Ollicio u. 300, do lenlo general commandante
das armas, solicitando se mande, elfectuar no hospi-
tal militar os melhorameutos indicados aula que
ajunla, os quaes foram julgados necessarios na con-
ferencia que formaram os facultativos, o director,
almoiarifu c escrivao do mesmo hospital.Informe
o Sr. director das obras militares com o orr.araenlo
dnsobjeclos eme riepeudem de Sua reparticao, dan-
do ao mesmo lempo cumprimenlo ao que se Ihe de-
termiiiou em ollicio du prjmetro do correnle.
Dilo n. 375, do Dr. chefe da polica, informando
o requerimento de Felippe Santiago de Carvalho.
lniorme o Sr. inspector do arsenal de marinha.
Dito n. 97, do director do arsenal de guerra, in-
formando o requerimento de Manoel Francisco da
Silva Carrico.--Remedido ao Sr. inspector da Ihe-
sonraria de (aawiriaapara mandar pagar.
6,416.017
2,925,716
1,522.348
2,128.082
1.654.784
O velo do ducado de Brunswich, por exempln,
que abraca una extencon det leguas, e tem nina
4populacjo de 271 mil almos, basta para dolor em
por aquellos que, como vos, sao chamados ajulgaruaa eflcos o desojo de todos o oulras estados
as arcos humanas. confederados, qu raprosenMun juntos, um territorio
ou fallarle un tacto contemporneo com a de rilis de t mrl leguas quadradas ppvoadas de 32
mparcialidade ea moderadlo ^historia: porque I milhes da rumitantes.
os deputados novos somos posleridadc para es- Ora, qoasi imposslvel que urna reforaia, por
~''"s- mais provejosa que sojaaointereSRe geral. nao ve-
>eiihores.em todo o negocio- desta especie, o nha oflbattr o interesse parlicular, a vaidade a
q* euaapre masr-se ra prmero lugar a .....i I irlihilinVadi iu--------------i >- <..v<{Mf.<)< Rn.
guar a exislencia dn delicio. O delicio aqui indu-1 vernos que rnmpc o ZollwerenTesse goTerno en-
liilavel. Nn da 28 de agosto de 1853 o ministro da ; Io interpora o seu veto, e a medida projectada ca-
razenda D. Auguslinho Eslevo Collantes diclou urna : hir por falla de unanimidad-e.
real ordem mandando que, altendendo a necessida- Asm a Prussia, desde 1853, quo pede rada anno
de de fajer provino de grande numero de cargas de na conferencia geral que os dreilos de entrada so-
podra, procedesse o director das obras publicas ao bre os metaos eslrangeiros sejam rediizidos. laxa
contrato do 130,000 cargas, que se deveriam ret- I moderada de antes de 1841; a agricultura, o corn-
il r us lugares mais convenientes. O direclor das mercio, a industria e a maior parte dos goremos
obras publicas celebrnii um contrato com II. Ilde- i reconhecem c proclamam altamente a urgencia des-
fnuso Cuque para subministrar essas 130.000 car- | sa reforma. Ella rahe contra a resistencia das dolis
j.is de podra, km virtudo de oulra real ordem fe- governns menos importantes ; o ferro a barato pre-
raui removidos do canal de Manzanares os empre- co pedera diminuir [ o que elles receiam) os h-
gados prollssiouaes que all se acharaui, nomeando- tros que hoje acham no venda da madeira de suas
se para siibsttni-losarr. Joo Baplista Beratarro- grandes florestas coloniacs.
cba, lambem encarregadode receber as cargas de Na qajpsto do transito, a resistencia i reforma
podra. \ criticada esta substiluirao, appareceram i que o dfcr-aJo de Oleroburgo reclamava, vinha do
11 es cei-titii-adns do Sr. Beralarreeha em que aiRr- i gabint'- de Berliui. que o augmento de transilo
ma ler recebido as sargas de pedra contratadas ; e
em man de IS51 o miafelro deu oulra real ordem,
mandando pagar sya isKtrtanria.
Acha SO poreiii.prdfcs.de um modo evidente
quo n.-in urna s carga de pedra se deitouno lugar
cimveiicionado. que era a primeira comporta do ca-
nal de Manzanares. Neut os engenheiros, nem os
guard.as viraiu umas carga naquelle sitio.
E rlharo poia que se tez pagamento de urna
somraa por um servico que se nao elfecluou, e islo
constitue um delicio.
* Vejamos agora quem o responsavel. Senho-
res, segundo o expedieute que lodo o Congresse leu
cao. ciio.
8.71.150 11,581,368 23,294,018
8.347,711 4,621,288 12,971,999
6,990,193 13, -406,210 <| pnmeiro responsavel o Sr. Eslevo Coflanles. O cia hanov'eriana, urna notavereduccao do direi-
1,761,683 4,687,(29|,r- Collantes manda celebrar um conlrato sem ter lo de transito, segundo oulra versao, tra a Prussia
1,689,061 3,211.409 procedido s necessarias averiguacoes acerca da ur- que lomara a iniciativa. Eis como dizem. se ooe-
CC-J l-ie a -ni '... I 'erire ns ul.p. non en l..ii. r.-. t*--___i___ n...i- ..
|ue uma legislacao mais liberal produziria, lalvez
nao aproveilasse' direclamcnlc as estradas prussia-
nas, an passo que hoje a maior parle do rendiinento
coin ni o ni du transito vai para Berlim: usrendiineii-
los do Zollwereiu se dividem enlre os estados con-
federados uro rala a sua exlensao ou populaco.
O interesse particular da Prussia parece assim
nao concordar nessa queslao com interesse do Zoll-
werein : eisa razo porque o velo prussiano conlri-
buio para manter o amigo estado de cousas cujos
resultados liuanceiros acabamos de verificar.
Ha ludada algumas semanas que se espalhou o
boato de que a Prussia havia adherido, na conferen-
Entrados. Sahidos
2,096 1,888
991 809
500 480
76 89
87 62
122 '140
3.882
3.468
31,706,138 32.062.827 63,763.265
O commercin, pois, da ilha de Cuba com os Esta-
dos Unidos forma mais de um terco do geral, exce-
do ein tres quintos ao que taz a nietropole, e su-
perior s Iransar.ces reunidas rom a Inglaterra, a
Franra, e a Allemanha. As relares deduzidas da
navegara, anda sao mais notareis :
navios de:
Estados Luidos. .
Hespanh.l ....
Inglaterra.....
Franca .....
Allemanha ....
Oulros Estados. ,
Total. .
Para dar uma idea mais completado deseuvolvi-
nieiitn que tem adquirido o comiuerrio dos Estados
Unidos com a ilha de Cuba, retrogrademos pocas
anteriores,alim dever, em um s qua.lro, as duas
curiosas prograssAes, que.ifTererent a Confederaron
e a llespanha em suas Iransaccos merrautis ros-
peclivas enm a ilha. No intuito do reduzira corto
espoco o oslado dos rosemos de cada anno, spre-
senlaieinos apenas os valores medios, em cada po-
rtado quinqncunal, paritorio rio anno de 1826 :
WLOHKS UF.IIIOS no COMERCIO ANXrAL 111 ILIUI.C
CI'BA COM OS K.srillOS I VIIIOS K A HESPANIIA,
ana reaioM mSI unios.
Cent os Estadas l'nidos.
., *"nns medios. Importacio. F.xporlaco
1H26 a 18 .... 5,980,180 372I.65
1831 a 1835 .
1836 a 1810 .
1841 a 1815 .
1846 a 1N50 .
1851 a 1856 .
563,326 2,701,4081 e"ria da obra que se pretenda fazer, Esta ordem
1,839,708 3.191.492 "? rontem o orcamento da pedra, nem o da admi-
nislracoda obra ; orcanientos que leriam indicado
averiguacoes e Irabalhos anteriores. Nao os con-
3,921.147
5.619.9H5
1.951.293
7,487.225
10.911.332
3.402,540
3,391,518
3,725,629
4,358,348
6.21.S.232
6. (16,185
. .' 7,358,729
. 7.770,037
Com a llespanha.
826 a 1830 58Kil5fl
1K3I a 1835 .... 3,992,607
1836 a 1840 .... 6,120,567
18 ir a 1845 .... 5,892,014
1846 a 1850 7,249,559
1851 a 1856 8,850,276
V-se por esle estado que, uo obstante os dire-
tos mais elevados que pesara sobre a imporlaro es-
trangeira, na ilha deCuha, em favor da nacional,
esta exredeu com rifllculdude je s em alguna dos
ltimos annos) a importaeo americana ; mas aa
exportaces para os Estados-Unidos foram sem-
pre crescendo em proporces consideraveis em
quanto que para a metrpoli, foram ellas compara-
tivamente mnimas e apenas olfurecem um augmen-
to capaz de attrahir a attoncio. Os algarismos rio
auno de 1857, tomados isoladamente, apresentara
anda matares dilferencas. Durante essa anno as
iraportaces proredenles de Cuba representaram
uma somraa de 45.243,100 dollars ou pesos fortes
somenle excedida pelos valores importados pela
Graa-Brelauha e pela Franca, dos quaes os-pj-
meiroselevaram-se a 123.473,529 dollars e os se-
gundos a 47.792.827 dollars.
Nenhuma nacao mais se aproximou a taes va-
lores.
As importarnos mais consideraveis, depois das
mencionadas foram as do Brasil de 2l.460,i33 dol-
lars e as de llespanha de 10,703,097.
Ouanlo s exportaces feitas pelos Estados-Uni-
dos ilha de Cuba foram ellas de 14.923.443 dol-
lars ; cujo valur s sao superiores as exportaces
para a Inglaterra 177.SW.152 dollars : para a Fran-
ca 38.238,987 ; c para o Canad 16.574,895 dol-
lars.
Este succinto resumo da riqueza mercantil da
ilha de Cuba e da importancia de suas transan-oes
cautos Estados-Unidos da America do Norte basta-
r, sem du\ ida, prescindindo de oulrasavaliacies
e sem tocar em consideraces mais elevadas, bas-
tara, repetimos, para por b leitor imparcial em es-
lado de apreciar a gravidadn dos debates abortos
as assembtas da confederaran sobre o m!.>r ve-
nal da Rainha das Antilhas. Poder servir ao
mismo lempo para calcular o acolhimcuto que o
~ i; a naco hespauhola ha de dar a ossa pro-
tem : a responsablidade, por lano, s do minis-
tro.
f O servico das obras publicas, que tem uma or-
gariisac.ao especial, fui alterado, infringindo-se a
instruci-ao de 10 de mimbro de 1845. Creu-se sera
dunda que o corpo de engeheiros nao se prestara -
quillo aque parece ler-se prestado depois o Sr. de
Beralarreeha. Foi por issoquese enrarregou a
osle Sr. que um advogado o rccebimeiito e exame
ue elidios, que exclusivamente enf arregado pela
le a pessoas prolisaiouaes. Foi por isso que se
infringirn! os arligos 31 e 69 do regnlamento en-
taoeiu vigor,arligos que providenciara sobre o orra-
uieiilo dos matenaes e da direccao das obras.
< Anda mais: esse contrato, que se diz elfertua-
do entre o director das obras publicas D. Jos Mara
Mora a D. Ildefonso Cuque, infringe os arligos Io e
6" da lei de 1852, que. determina que esta especie
de negocios se facam sempre em hasta publica. O
ministro no se poda chamar igonorancia disto ;
pois, mandando fazer o pagamento a D. lldefnnso,
devia saber em virlude de que contrato linha esle
direilo a cobrar. As pessoas subalternas, que iulur-
veraui ueste negocio, obraraaa ueccssariauonto de
perfetto accordn com o ministro.
< Se n.in obraran de arcordo cora o ministro ; se
este nao linha um lini criminoso, porque razo se
rniiiinelliam lodes estas Inracces i Por que razan
se den a urdem real para n contrato Com que Um
se celebrou seinelhaule conlrato? Por que se cun-
liarain a um advogado funeces que a lei incumbe
expressamente a engenheiros ? Porque motivo se
prescindi das uforiuaces do nrr iinrnto da obra e
dadirercao f A rasan porque era necessario pro-
curar pessoas desconhecidas ; porque era preciso o
mystero nesle negocio.
Nao se trata ueste momento de determinar que
119,667 especie do delicio o de que nos oceupamos, e qual
1,102,209 seja a pena que Ihe corresponde; mas a respon-
1,518,217 I sabildarie de D. Auguslinho Eslevo Collantes, mi-
Convm anda que os mesmos delegados men- ra do O, licando assim satisfela a requisicao que
doiHm a residencia du criminoso, o o lugar pro- Iln a mesma assembla, como V. S. commnicou-
vavel emquese ocha hnmisiado.
Na occasiao de expedir taes ordens hajapnr bem
declarar aos uiesiuos delegados que devem fazer to-
dos os esforcos para a priso dos criminosos, que
resillara em seus termos, dcvcndo-lhes ser remet-
tidasas gazelas, em que taes publicaces forcm
feitas.
Dito ao mesmo.=Pelo seu olficio de 20 do cor-
renle, snb n. 400, liquei inteirado de ler V. S. na-
quclla data nomeario guardas da casado delenco
allermelino l.uiz de Carvalho e Alcxandre Joaquim
Coelho da Silva.=Commuiiicon-se ao inspector da
thesonraria provincial.
Dito ao inspector da thesonraria de fazonda.=A
me era seu ollicio de 5 do corrente, sob n. 37.
Dito ao mesmo.N. 139S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia manda transmiltir por copia a
V. S., alim de ser presente assembla legislativa
provincial, o ollicio que em data de 18 do correnle
dirigi oBvm. Sr. bispo diocesano acerca das in-
loruiaccs pedidas relativamente ao projecto n. 27.
Jlito ao masrao.N.110.-S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia manda remoller por copia a V.
S. a informacao ministrada pela cmara municipal
do llecife acerca rio requerimento de. Joo Ferreira
dos Sabios, sobre que versa o ollicio, que em 9 do
correnle, e snb n. 41, dirigio-me V. S.*em vir-
lude da resoluco da assembla legislativa provin-
1 ei.il
EXTERIOR.
A proposito do projecto que so discuto no con-
gresso de Washington sobre a compra da ilha de Cu-
ba, publica o Eco-lespano-anuncann o segrate
fragmento de um longo artigo do Sr. Ramn-de la
Sagra, sahido originalmente luz no peridico
Frunce cotoniale el maritime :
ClBA E OS ESTIDOS-UXIDOS.
vista do pedide junto mande V. S. adianlar anal-jcial.
moxarite do hospital militar a para ocenrrer ao pagamento das despezas daquelle Sr. hispo diocesano as informaces dos juizes de
eslabeleciinenlo al o tim Jo mez rnrrotite.=i;oin- direilo e municipal de Geianna, alim de dar sobre
ninnicou-se ao commandanle das armas. ellas o seu parecer acerca da crea?o da freguezia
Dilo ao mesmo.-=t isla a sua informacao de 12 do Nossa Senbora do O, como se ve da copia jun-
de corrente, sob n. 219, tenhn a dizec-le quoaojto: assim o coinmunico a V.. S., de ordem de S.
alferes Manoel Jos dos Santos Porlella devem ser "iC. o Sr. presidente da provincia, para conheci-
abonarios os venciineiilos correspondentes ao cor- menlo da assembla legislativa provincial, servin-
rente mez e ao de maio prximo vindouro, para se-, do-so V S de transmitlir-rae as referidas informa-
rein descontados peta quinta parle, como em caso cues, que para maior brevidade remelti heje em
idntico j determinei por olficio de 18 do corrente. 1 original, com excepeo dos dous oflicios quo foram
=Conimumcon-seao commandante das armas. por copia.
governo o a
pnsieB-BMe c
compra.
so do ministro ('i)llannti's.
Se o curso dos acontecimenlos polticos no de
masiado rpido, que faga imitis algumas rellexcs
sobre as consequencias'da compra da ilha de Cuba
oudosuapnsse pelos Estados-Unidos, voltaremos
provavelmenle a tratar desle assurapto.
No prsenle artigo proponin-nos nicamente a
subnietlera nnssos leitnr.-s alguiis dados relativos
ao Mfer da rica Anlilha, que a imaginaeo com-
niircialmcnte potica dos discpulos de. Moroe con-
sidera como unida ao Delta do Mississipi, e enlloca
no longo da desembocadura do Amazonas.
Todos os gneros de commercin teem doujvalo-
res : um fwi/iilo, intrnseco, iiriepenjenle do in-
teresse dos compradores; outro que Ihe relu/iroT
As circiimslancias ou os elementos que entrara na
fiiruiaeaii destes valores, relativamenle ilha de Cu-
ba, sao bstanle condecidas dn publico em geni e
dos hmeos de estado em particular ; como porm
nao succede o mesnio quanto aos algarismos que
ccrliflcam de un modo mais exacto a importancia
respectiva dos dous valores indicados, julgaraos op-
portuno apresentar um breve resumo.
A produceao c o comraercio da ilha de Cuba sao
as duas grandes manifeslaces do trabalho de sua
populacu activa, empregahdo as forras da intelli-
gencia e da malcra sobre um dos mais feriis solos
do mundo.
Erais 10, quandoo cultivo e a fabricarlo seacha-
Nas cortes hespanhotas linha sido vigorosamente
acensado por rrmc de prevaricacao o ex-minislro
1). Auguslinho Collantes, conde de S. l.uiz.
0 tacto sobre que se basca r accusaclo 6 o se-
ii i iit.- :
Oito ou dez mezes antes da revotarn do 1855
derlarou-se como causa de urgente ecessidade o
fa/erein-se'algiinsreparos no canal de Manzanares.
Compraram-se para i-A flm 130,000 cargas de
pedra, rujo pagamento, qm montava na qmntia de
975.000 reales (cerca de W.OOO.OOO rs. da nossa
moeda), foi ordenado peto ministro Collantes. Pro-
vou-se, porm, quo tal pedra nunca fora comprada,
e, anda mais, que nem erara necessarias as preten-
didas repararnos, entretanto que o dinheiro sahira
sob esse pretexto dos cofres publico. A ordem de
pagamento parece que fora dada mesmo sem pre-
ceder as informaces c documentos que em taes ca-
sos se exige. A vista disto era o ministro respon-
savel.
A arriisacao fui premeditada e proposla & cma-
ra pelos mrmhros da L'nio Liberal, e sustentada
na tribuna pelo deputado Alvares Bugallal, que se
exprimi nos segrales termos :
Senhores deputados.--Creio que tendes com-
prehendidn a gravidade desta proposta, pos vejo
como se achara povoados estes bancos. Entro com
pezar e com salisfaco ueste negocio ; com pezar,
porque sempre o ha em censurar e aecusar : com
satisfaro porque sempre satisfactorio pugnar
pela moralidade publica ultrajada e escarnecida.
Sem odios que tingar, sem a rabiones que satisfazer,
nao aspiro ao xito nem >o extrepit das tempes-
tades parlamentares. Em questes de moralidade
no ha, nao pode haver partidos, nao pode haver
(raernos nem amisades polticas; reste soraente
um sentmento de compailoineitinguivel ; resta
una solidariedade, mas a solidariedade tristissima
do crime.
_ O imperio que a moral exerco sobre a alma
to absoluto, que a essesdesgraciados, a quem um
crime ligou, succede o que Santa Thereza dizia
nistro da fazenda, essa est sufliciciilcincnle pro-
vada.
Promet! ser sobrio em facl03 e em considera-
cues. Cumpri a iniuha promessa. O congrosso e
a naco inteira, intoressadoa em que estes tactos se-
jam castigados, farao os commeulariosque me abo-
lir de fazer. A lgica, que inflexivel, far sen
ollicio : mostramos descarnadamente um crime ; o
tribunal competente, em seu dia, julgar c entrar
no exame das particularidades.
Duas palavras antes do concluir. Todos os
senhores deputados so tao dignos como nos para
iniciar e sustentrosla questo. Se ns, deputados
novos, cavalleiros novis sera divisa no escudo, ho-
ineus nasi-i Jos de hontem e entrados hoje na vida
publica, toinamos sobre nos esta trela, porque
queremos que seja essa a nossa primeira divisa.
Temos uma autoridad!' que vale tanto como a dos
annos: a autoriitade da innocencia .
Consultado o congresso, toi a proposla tomada
em consideradlo por unauimidade e em votarn no-
minal.
Achavam-sc na sala das scsses213 senhores de-
putados.
Por uma nota telegraphica de Madrid, datada de
21 do marco chegra a Paris a noticia de que nessa
nnile liuha-se reunido o enngrisso em sesso secre-
ta, e ou vira as explieaces do Sr. Collantes, o qual
protestara contra a irregularidadc com que se pro-
ceda conlra elle.
Beconliecciido tode a gravidade do delicto de que
o acensa.aiu, apresentou sua juslilicacao, bascada
sobre a pralica hahitualmoule seguida pelos mi-
nis I ros.
Assim, o 31-rainstrohespanhol, ao passo que re-
conhecia o crime, pretenda adiar justicacao na
pralica de outros crimes iguaos.
Esle negocio, que de uma grande importancia
para os Estados regidos pelo systema representati-
vo, attrahe naturalmente a nossa altenco e a dos
nossos leitores.
Acumpanha-lo-hemos pois at e seu desfechos,
A conferencia das alaudegas dos estados alle-
mes, reunida no Hanover desde 12 de agosto de
1858, encerrou-se ha pouco. O resultado de suas
tongas e laboriosas deliberac&es quasi millo.
Nao ha admirar se ha bom numero de annos, as
conferencias geraes que o Zollwerein rene animal-
mente, assim como as conferencias extraordinarias
as quaes se reunem por vezes os delegados alfaif-
degueiros dos estados alleuies, tem sido todas
igualmente esteris.
A reunan hannoveriana merece todava flxar a
atlenco, era prmero lugar por causa dos inciden-
tes curiosos e caractersticos que assignalaram o
curso de suas deliberadles; depois por que as
questes tratadas em Hanover nao eram quesloes
puramente germnicas, tinham um alcance interna-
cional, Iratava-se do direilo de transito c das por-
lagens do Bheno.
Na queslao do transito, o Zollwerein Oca mqito
atraz dos oulros estados do continente. A Franca
quasi que supprimio inteiramente pela lei de 9 de
junho de 1845 os direites de transito : procura a-
trahi-lo por muilas oulras concesses. K Hollanda,
a Blgica e oulros paizes tem-a seguido e precedi-
do uesse camiuho.
Todos esses estados tem comprehendido que o
interesse fiscal deve desapparecer ante os grandes
lucros que um vivo movimenlo de transito d a in-
dustria dos transportes, e em geral ao commercio e
a industria do paiz ein que elle tem lugar. S o Zol-
lwerein, mantendo direilos elevados, parece querer
prohibir as mercaduras estrangeiras de passar por
seu territorio, de ulilisar suas
Conscgue-o mui bem : o proprio interesse
que sacrilicam o interesse ecouomiajk sull're muito
sensn elmento com essa poltica estrato
rara em Berln essa conversan sbita.
No comeen do anuo de 1858, os delegados do Zoll-
werein, de iima parte, e da oulra, os d'Auslria. se
linham reunido em \ minia, onde deliberaram du-
rante muitos mezes. O lin de suas deliberacoes
''ira lirniai e tornar mais intima, por muluascon-
cessos, a unio das alfandegas de 19 de fevereiro
de 1853 enlre a Austria e o Zollwerein.
Entre as diversas medidas propostas para esse fim
pela Austria, hara tambi'm uma nova reduccaodo
direilo de transito : dsse direilo, que no medio
ile 5 silbergos <2 cntimos) por cenlner (50 kilogra-
mas| havia sido anteriormente abaixbdo um m-
ximo de 3 1/2 srg. para as mercadorias que rinbam
da Austria ; pedia-se agora em Vienna que fusso
rcduzido de 2 1/2 srg. 131 cntimos).
As conferencias de Vienna nao tireram resultado,
grac.is opposico que bulas as proposiciies aus-
triacas eiiroiitraraiii em Berln onde sao syslcinati-
raiiii-nle hostis ludo quanto leude a consolidar a
nnio das alfaudegas de 1853. A proposicao aus-
traca, relativa aos direilos do transilo toruno a ser
apresentada as conferencias de Hanover.
Era presenra do apoiu enrgico que enconlrava
na imprensa allema o na maior parle dos gover-
nns ronfederados, tornara-se moralmente impossi-
vel Prussia persistir em sua opposico. Besolreu
ella Rnlohxor pagar ninis o Austria, aieujjo sur-
gir nina proposla tendente a que a reducrao(2sgr.)
reclamada pelo governo de Vienna para o transi-
to austraco, fosse concedida indistinctamenle ao
transito de lodos osobjectos.
Se a conferencia ndherisse essa emenda, a
Austria perdia pelo menos a vaniagem do direilo
dilferencial de que al cuino havia gozado se a
emenda, milito larga na opiuio de certas governns,
arraslasse em sua queda a proposta austraca, o go-
verno do Berln, conservando sempre o seu reudi-
mento do direilo de transito fazia a Austria expe-
rimentar um revz.
O ninvel que inspirara essa emenda deixava pois
muiln desatar. Nao importa ; reuni prompta-
raenle os aula-agios quasi unnimes da conferencia
banoreriana ; olharam c anounciaram a- adopeo
delle como certa.
Porm no ultimo momento o grao ducado tic Ba-
de veio inlerpor seu velo suspensivo. A quarla par-
te que o grao ducado de Bade recebe norendimen-
tn actual dn direilo de transito i n lo i ra men te insig-
nificante, 5, 327 thalers, (19, 976 fraucos) no pri-
meiro semestre de 1858.
Por outro lado, o grao ducado de Bade ganharia
prnporcionalmeiitc mais que nenhum outro estado
Em 1840 por excmplo, o direilo de transporte
prnduza para o Zolwerein a somraa de 2 milhes e
606:270 francos : quinze anuos depois quand.0 ter-
ritorio do Zolwerein crescc 1/8 e sua populaco su-
bi de 26 milhes a 327 milhes de almas o rendi-
inento desceu a 2 milhes 111,300 francos : dous an-
nos depois (1857' c apenas de um milho 443,295
francos. Na poca enmprehendida entre o 1" de Ja-
neiro e 30 de du setembro de 1858, o rendimento
bruto do transito ahaixou a 1 milho 54,942 francos,
25 mil francos menos que o rendiiuenlo oblido na
do
reprobo por cxcellencia; Esse destratado nao sa- i corresp0ndeule de 1857.
be amar. Os criminosos nao so ainain. detestara- '
fe. Como me havia cu de propr a Iluminar as
intelligencias e inflammar os coracoes ueste deba-
te? Senhores, serei deliberadamente fri ; mas so-
rel imparcial c sobretodo lacnico. Devo declarar,
Esses algarismos sao concludentes.
Como ento que o Zollwerein ainda resiste t
tanto lempo aos interesses numerosos que recla-
mara a aboliro ou pelo menos a reducro dos di-
do Zcllowerein no desenvolviraento do transito que
soguera a reducen dos direilos : a grande vis de
transito que vai do norte ao sul da Allemanha, dos
portes de Brome e de Haraburgo para a Suissa, to-
ma do* caniiulios de ferro de Bade quasi o teo de
extenso (251, 6 kilmetros em um total de 828, 8
Kilmetros) ; acrescente se que os caminhos de
ferro de Bade so explorados pelo estado, de modo
que o ferro aproveitaria directamente com o aug-
mento do transilo. Todava por causa de razio em
cuja exposico no podemos enlrar aqui, o gover-
no de Bade, tem sido sempre contrario i reduceo
dos direilos de transito.
No pudendo mais em Hanover, perseverar abor-
ta menle nessa opposico, declarou adherir a reduc-
eo proposta se reduzissem ao mesmo lempo as por-
lagens do Bheno. Era trazer baila de um modo
disfarcado a regeirao da proposicao austro-prus-
siana.
Tomado isoladamente, o pedido do govemo de
Bade dos mais legtimos. As portogens do Bhe-
no, como ainda se recebem na Allemanha, sao um
anachronsrao, e um auachronismo muito prejudi-
cial navegaran desse- magesloso rio e ao desen-
volviraento econmico dos paizes rbeirnhos. O
tratado de 31 de marco de 1831, ninguem ignora,
aulorsa a reenpeo de um duplo direilo : o direilo
de reconhecimenlo que se paga, segundo a capari-
dade do batel, e o dreito de alfandega ou de entra-
da, que varia segundea nalureza do carregamente.
Sabe-se lambem que o Bheno, com quanto rio alle-
mo, entra cora bem notavel parte ,do curso por
territorios francezeschollandezes. Ora, a Hollan-
da desde 1850 que renunciou um e outro direilo :
Franca no Ihe ficou muilo atraz; pelo contrario,
estados rbeirnhos allomaos limitaram-se abru-
mas reducroes parciaes : o grao ducado de
Bade, a Bavicra e a Prussia, reduziram a 50 pbr
cont o dreito alfandegueiro para lodos os navios,
Hesp e Nassau o reduziram a um terco, e s para a
navegaco no rio cima.
Pondo-se do parte os inronvcnienles, os emba-
razos, as perdas de lempo e de dinheiro que os ba-
teleiros soflrem com o pagamento desses direilos
numerosos e diversos na parte allema do Bheno
esses direilos, notorio, eslao tora de proporcocom
as outras despezas da navegaran. Ha quarenta an-
nos quando o frele de Bolte'rdam Manhein era
de 2 florins e meio. os direilos do Bheno apenas
se Ihe accresccntavam um terco : hoje que a con-
currencia e os progressos tem feito descer o frote
a menos de um franco, as portagens, ainda que re-
ducidas constituem um accrescimo de cento por
cenlo. Esse accrescimo tira do Bheno a nica
vaniagembarato preco-com auxilio do qual a na-
vegaco fluvial, pode sustentar a concurrencia dos
caminhos de ferro.
J hoje, para bom numero deartigos que vo de
Liverpool para Bale, a viagm pelo Bheno mata
rust isa que o transporte peta va terrea.
Para remediar esse estado de cousas, o governo
de Bade fez em 1855 uma proposte de reforma so-
n bre a qual loma a faltar com louvavel perseveranca
vias de, transporte. |P "da reunan annual da commissio central do
rio interesse lscal a 'no, que faz sessoes era Mayenca. A reducro
sena de qualro quintos para os gneros que hoje
pagam a laxa inteira (Volgebuhr] e do um quinto
para as duas oulras cathegorias que pagam uma
quarta parte, o respectivamente, o vigsimo da ta-
xa inteira : os direilos seriara os mesmos em todos
os estados rbeirnhos c se imporiam em uma s
vez por toda a viagem que o batel dove fazer.
Essas proposices muito razoaveis, sao enrgica-
mente apoiadas pelo representante da Holllanda na
eoinmisso central de Mayenca : o representante
da Frailease diz aulorisado para adherir ao que
determinaremos oulros estados ribeirinhos; a Bavie-
ra pronuncia-s francamente pelas proposices do
governo de Bade ; a Prussia lambem parece bem
disposta. Porm o gro-ducado de Hesse, depois
de ter deixado o seu representante sem instruccoes
durante as sessoes de 1856 c de 1857 acaba eniim
de declarar em 1858 que a reduccao das portagens
ilhe causara muito sensiveis perdas, que na situar
A Al I
I I
. r-.


2
Diario de Pemambuco.Quinta feira 5 de Maio de 1859.
i.
;.
lempo acerca de
jircio do Rlieni cer-
rau prospera da navcgacao rhesana, uo julga de-
ver solTrcr.
O duendo de Nassau, depois Be se haver rccolhi-
do onmsigo durante doiis anndfe declara adoptar a
reforma dos porlagens do Hhfif o rom a cundido
de quu etilendam-se ao niesin
um solarte uniforme do cos;
ca da roducro das tarifas
acerca da dhiinuiro das L
levan'.am nos porto* rhenej
do direito pago para a p
xo das ponteeem urna
miillido de cousas cdjo reg' mi
vas e lorigas no|oeiMjoeS, dai int<
tagens dosRhanc-s ficarai tn setos.-
Issa duplarhentt Tnlojo j pafy o ducado de
Nassau que recebe a"s#fc o bi nellcio roorol de suas
Jprron, e o I malicio rnalerial de
BpOsjcaod Bate ; eis justamente o
Jiain a Wisjbail .
1 de Bode, anda que fosso legitima a
ilativa s pn agens do P.heno so-
: lino osso p oposla nao da alrn-
i ; uuia i uest.io internacional,
In/tUP* minissao central de
fon iu das porlagens do
Rhno- a condigno pnUsniii r de siiu adhes.io s
reformt.s do direito ubJmiis o, o gobern de Bade
asspRurava a queda 8S" iillto a reforma ; o que
juslaflu-nte qneriam cu CaTr Ime. Emflm o gover-
no prussiano previa be.ni qui tornando-se mais ex-
tapsiraa proposla austraca', taziam-a calor; o que
nao era contrario ajjp desojo; que eiu BeiLuu nu-
triam. ipezar da tendencia geral da nossaTBoea,
era facilitar de todo o iodo is rolarnos interhacio-
naes, aprzar da vivacidade rom quo a opinio na
Allcmanlia rociara de lia n uilos anuos a reforma
Uos direilos de transito o d s aprlagons do lllieno,
urnas e oulras continuarlo aiWa pbr muilo temp
a pesar sobre os relaroes e ouoniicas da Aliente?
nha.
m Es,e onno no1'* so dicidio ucni em Mayenra nem
era llanover.
As manobras que pfodazi iim csse resultado ne-
gativo poden Ser habis;! parecein-nos todava
pouco dignas do grande paiz no seto do qual le
l.iu: Kio.eerjoiuenle milito Iprojudiciaos oos into-
resses econmicos do Altoirjaulia que o Zollwercin
i chaiiisdu n desenvolver; oslan em opposioo tla-
graute com o espirito libertl' que hojo prevalece
ua legUlacso coinmercial dais alfandaigas dos esta-
dos mais ou monos adiantados. To'davta urna coli-
sa nru) consola; as veleidades anl-libernes, j o
tomos visto, sentem a necossidnde de dissimular
seujogo sob propoaicoea que tem um ar ultra libe-
ral, a opiuiao que leva as reformas e economas
ji bastante forte poro que seno alrevam a ollmn-
ta-laahcrtiucule : anda um poucu mais e vence-
r a resistencia disforrada. Alui disso esperamos
muilo da mudanza do ministerio que acaba de ter
lugar cm Berln. Facam o que lizcrcm, o voto de-
cisivo .ou pelo menos a influencia preponderante,
rabera sempre a Prussia em" lodos os negocios do
Zollwerein. Ora, a falsa direcrao econmica cm
que se envolver e em que o Zollwerein entrara
hara alguna anuos, fazia parle do complexo di
syslemn que o ministerio Mautcuit'cl segua, Essi
sjslnma esl boje posto de parle. A regencia e c.
ministerio Hobeuzollern-Auerswald nugueui po-
de diwidaradoptarn a respuiln dos questoes eco-
nmicas umo potilica liberal e firmemente progre
siva: obrarn assim para bem da allemanba
para a cousolitlaco da legitima preponderancia
prussiano, muilo melbordo que o puderam fazor os
manobras mais ou inuuos babeis das administra-
rnos precedentes.
J. E. Hortsf...
(Jaurnal des Debis.)
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERMMBUCO.
Parts, 1 de abril de i Mr,.
O imperador Napoleoo, na abertura do enrpo le-
gislativo de maneira alguma deixra manifestar-se
a vonlade ou o desejo de fa/.r,o guerra, declarara
que nao recuaria permite esta extremidade, e o fez
porque era misler provocar a s-olurDo de um oslado
relacoes, A eonstiluir.o de 1852 diz: os ministros
niki sito raspHiiswis. Parece que se cuida na res-
surrei^oda fir.cao de responsabilidade ministerial
que de eerto tero a sita razan de ser. Todava as
ciicumstancias acluaes, ecm quanto o imperador
nSotiver concluido a sda otro, obra que so elle
compreueuB e que s elle poile levar a clleilo,
parece ditfltil que esta antiga lkc,o constitucional
-belecida. Cuino WCW. san ei* o
'""ilaHP se prodiw
' re-itQ^n dailSo responsablli-
^ iico'MOccnpa da opim'o pessoal de
tal o tal ministro ; c folla de retirada, ebsoluta" ecu-me de que o nubru dntUado, a quetil
men(o'omo sobre O rgimen parlamentar; hio do, se acliavo baldo de razoes paraauslenlat
US pnferivel emajs justo que o fardo do poder '
possa
quadi
nesle'ni
disidido '!'Sintuem podero cntao se qu'eixor
de usurpacoes'o ablos que acompanha sempre a
marcha gvernamcnial. em toda a Darle onde nao
exlsle c responsabilidade -niidisterial, O cliefo do
estado lii-ar isentodessas cntiras. *
r.omoif^r que saja, as persowagens polticas que
tem a iiiteneao deprupor ab s< nodo urna inodifl-
eoi;ao para o reslobelerinii-nlo da resptinsaliilW.ide
iniuislcrial so teroo sem dovldo inflressionndo pela
disposieo da opinin publica paMraistiuguir mili-
tas vexes o imperador de seusministros as suas
apreciarles a ieriio julgado satuiar apiovchar-se
desla disli.icfao. '
Tudo quanlo so podo dizer pnr outro lado que
lodos os projeclos de disciissiio offerecidos ou por
olfwieer ao imperador em tal ou tal evenluiriidade,
n(ttem iu*ni podeni ler razio doler sob a consti-
lulQoacial, e nao pgderiom pois admitlir a ma-
nifestafSodo semthanlesj|pinl6es pesWaes iso-
lando-sc do pensamento director do chote do es-
lado.
Kostq que a Inglalono nao se ocaupn exclusiva-
mente wt ossens proprios negocios u que nao se-
a cslroqna ao que se passa no oxwrior, u sua gro-
le preoecupoco de momcnio aind.i a da refor-
ma aleitoral. O bil ".conlrou, nina verdadeira
hostilidade, os meeliugs se succe&ran agitados lu-
inulluarios opaivonailos. AssignaraBi-so peliuoes
contia elle; as emendas so inscreveraui no regis-
tro da ordcni do dia da cmara dos cminuns. Ao
lado da importancia intrnseca desla queslo, ha o
jogo dos partidos polticos, o desejo de conservar o
poder; n esperanca de o obler novamenic podu ser
lambem a esper^ka cilio a probobilidade de poder
liilrudii/li novos elementos de um carcter -
popular, lio urna grande arena de grandes o
lentas, mas ao mesmo lempo ha ns pequeas
nobras de mullos conventculas ; ha oelores por
delraz da cortina e entre os bastidores, o que torna
em verdade o drama menos heroico ; porem lem-
bem mais iuleressaulo (1 que mpressionou a pri-
inera Tisla a exlrcma reserva guardada pelos
principaes cheles guardada al o ullinio momeulo ;
o disL-ussio comeijou. John Uu.ssel oppoz-se ao
projeclo do gabinete, osen proprio projecto serie
de proposicoes que lord Palmerston com urna re-
serva que fara crer no desejo de evitar as cir-
cumslancias actuaos a responsabilidad!! de una dis-
soiucio parlaiiienlar. Posto que convencido da-in-
sulliciencia e dos coracii-res viciados do projeito
miuslerial, lord Palmerstnn temi provavclmonte
embaracar o gabinele no momeulo em que as com-
plicacocs exteriores podero fazer calar as dislinc-
coesc os rancori'S dos partidos.'Elle fez absoluta-
mente o que fez lord John Uussel a proposito do
bil da ludia ; evitando ser hostil ao gabinele, col-
locou-se na npioiao de urna inaioria improvisada
para emendar o bil as rondices. O aspecto da
situacioeuropea nao parece, mui trauquillisador
aos cslodistos da Inglaterra, u posto que, como
disse lord John Uussel, a presenea do lord Derby
no poder, nao possa ser considerada como a nica
garanta da conservaeao do pai<, os scus adversa-
rios nao quereriam que urna crise europea podesse
sorprender a Iugleterra durante urna crise interior.
Como quer quo soja, na segunda leilura lord IJer-
by solfreu o primeiro revoz. Urna maioro de trinla
ciiovp volos volou a proposicao de lord John Bus-
sel. Immeilialjiuciite depois da volacio lord Derby
pedio o adiamcnlo da cmara por tres dias. O ni-
co partido que lhe pareca restar depois do disba-
do cousas cuja pro'longar-ao era igualmente embar" 2toi*W2S^.^"l!L*ilS!r*-??-i diiisul"-
Se a cmara municipal do Hecile tivesse proposto ntalhu, ororam os Sis. Ilaptisla, Barros Brrelo,
essa desopropriacan nos termos dilei de 1844, ese Manuel Portella o Epaminoudas, sendo que este
da parte do respeclivo proprielario nao appareces- occopon a attenra da casa por quasi duas horas,
se reclamocio, ulgum fundamento havera para que Teudd dado a'hora, flenu a discussio adiado, re-
aiiuelles que sustentam a emenda pugnasseni por lirando-se os sculiorcs depulados, que eslo auno
Olla, mas existo por ventura proposla ? Conservou- deram Din ao bienio de sen mndalo.
so Joiio t'erreirra dos Santos silencioso T Nio, polo i A festa dos Prazeres est este anuo coni mui-
contrario a cmara impugna a desapropra^ao, e o tn arrojo, de modo a haver all grande concurren-
jftario tambeni ; como poia-ha.de esU.assem- cia eslas ultimas noiles.
is Miar crljicada a Iloulem pelas 9 horas do manha realisou-se
na cdade de Nazarelli a execuco do prdta que em
outro occosiio noticiamos.
No dia 2:1 do passado, na povoacio de Ipoju-
ca, BrazJos de Sania Anua ferio mortalmenle com
duas facadas ."i Manuel Jos Xavier. Foi preso e
Communicados.
atorisa-la, sem ao meno
sua nlilidode?
Jorcm se disse aqui jfi isto airrda mais ipnyen-
o n.i'jre aeoutadn, a quetn JBspon-
cn-
doi.que o que se quera ero fa/er noli recoOHOMa-
co cmara municipal. Pois, senhores, o direito est sendo pro.. --ido.
do propriedade lio punco imporlantcquo su j Pnram rerulhidos a caso de delenco no dia
rocommemle a sua violacio ? K de que pode ser- iJn corfenle 8 pessnas livres, .-.eiulo a ordiin do
vir essa recommendaiao, so a cantara mmiicipal, Itr. chele de polica 1 ;do delegado do 1." disirielo
coiisria dos si'ii.s di-veres, nlln esfa resolvida a 1 ; do subdelegado do llecile 1 ; do de S. ios fe
allendc-la, cuino Imulem nosaflirmou o nobre de-
piilado o Sr. Itophoel .'
Oeaiois ili'inniislrou-so a necessiilae, ou mesinu
ulilidodi' dessa recoinuienilopao ?
Um Si :lhpillado .Perfeilamenlo
O Sr. lirundiiii :Com que i
Um Sr. hputado .Com a loi de 1844.
O .SV. Iliaudiio :Ora, ineu scnbor, quando ao
trotada necesSidade, ou ulilidr.de de urna desaprn-
priaco, Irota-so de materia de facto, quo exige
prova, mas osts nao appareceu, e o que se vio foi
prdturar-SR dosniuraisar a cmara municipal,
como so ella nao fosso urna corporaco constitui-
da, e nio tivesse a mesma razio de existencia, que
esta asse-nihl. i.
Acho islo muilo mo, porque se desmorali
ns" ouiros corpns, que tem pelalciuina esp
accao; adentra da qnal obraoi, daromos um
cxmplo, e nio faltar quem lambem nos desmo-
ralise.
Similores, so algiima razio de affecio ac.luasse
no meu espirito nesta questio, seguramente en ve-
tolia pela emenda, que propoe a ilesaprdgnaeio
porque lenlio a respiiilo do Sr. Velloso afaBltio-
res ideas, mas uniendo que cima da amizHc, da
consjileroi'io pessoal, est o inleresse publico, o
respeitu lei, a veneracio i urna das primeiras
garanlins do nnsso parlo fundamental. Cabe aiii. grupulo nello.
Ilustro i-amara que anda uio H fa l'eu
cada o pergosa para todos liepois sob a influencia
dasrecordacesdo romero desle sei-uloc na reflexio
operada por 50 ahnos iiileiros das pessoas iutelli-
gentes ou mal inlencionadas, tem-se cspolhado em
loda a parle que o imperador quera a guerra, e que
se nma conflagrarn geral sainase das graves dilll-
culdades giladas a respeilo da questo italiana c
sobre a Franca que devera sor laucada toda a res-
ponsabilidade.
A primeiro nota do Jonieur se-pronunciou contra
essas odiosas e falsas imputococs, e com urna viva-
cidade e urna aspereza punco habitual S folha olll-
cial. Ella collocou cada unr no seu lugar, dandn-
Ihe a sua parte na crise actual. A opiniio ento se
agtou c na decluracio' de urna boa vnntade [iaci-
lica quiz ver una mudanca completo, um aban-
dona das iiWas generosas, manifestadas de tio alio :
omflm una retirada. Dentis tendo o principe a-
poleao deludo a pasla da Algeria e das Colonias ao
nii'smo lempo julgnu-se que era ainda islo o indicio
de ana grave dissenrio cnire.clle e sen primo, o
dizia-se que n imperador mudara de Benlnnenlns,
de vontade e de poltica a respeilo da duestao ila-
liana deque a Franca se bera o campean.
Islo nao podinser. I'.stabeleceii-se que este ultimo
facto dizia respeilo n umaqiiestodeoppnrtiiuidade
' di- mudaiieo depnssuu. Bcpois da sua cutrada nu
couselho, o principe eslava em opposico completa
sobre as qui'sloes de poltica extcrior'c'interior com
varios mentaros do gabinete. Esta divergencia de
opiniio que se manifestara cm todas as sortea-de
qiiesioes da aclualidadc lomara um carcter de tal
gravidaden vista dos ltimos aconlecimentos, sobre
tudo por ocrasiao da uola do Ifonileur inserida sem
que o principe tivesse sahido cousa alguma de an-
te-mi, que elle se achara na impnssibilidade di'
tomar parle no mesmo conselho que os ministros,
(i imperador aceitou a demissao de sen primo. Se
tivesse demillido seus ministros poderia fazer crer
em um systema adoptado para fazer a guerra a lu-
do o transe, e dar razio aos boatos da maledicencia;
nao o quiz, porm nao fez lio potico urna reinada,
como se dii. Alguna dias depois, una segunda uola
apparoceu afrente da gazela ollieial. O tom desla
ola diflercnlo. Ha entre as duas olas toda a dif-
ferenca que separa um homein despoitado c irrita-
do, de um hornera tranquillo e convencido. .
A diplomacia so tem especialmente preorcupado
com as posf agens em qae a folha declara, que se
nie preoecupa da queslio da Italia senao para rc-
solve-ln de occordo com os seus alliados e no inte-
nto dorepouso da Europa. Esta linguagem pare-
ca indicar o pensamento de runflar lis negoca-
cocs diplomticas o cuidado do prevenir as cala-
midades da gnerra, ou ao menos a esperanca senio
a certeza de concordar com as oulras potencias pa-
ra torna-las a3sim lio pouco geraes quaito pos-
siveis.
Emflm relativamente a Allemanha, o .Vom'eur
separo a causa da confederacio germnica da cau-
sa da Austria, e rcclamou cm nomo do governo tran-
ce tanta jusiica para suas inlenroes, quanlos svni-
patbios elle tem jara com a nacionalidad!' ane-
mia ; depois oppoe aos transportes do partido aus-
traco, que dala de oulra poca, o comporlamcnlo
da l'russia ; as oulras nacionalidades germnicas
reelamaram um lodos ns jornaes da confederacio.
Perguntou se era nos lacos dos congressos que
se pretenda algemar a independencia dos astados
europeos, pa.ia depois derriba-Ios ; sehoje se pu-
nham mios nos tratados italianos, amanha seria
nos tratados turcos, depois de amanha nos trata-
dos allemies. e fra islo aceitar esta arbitraria om-
uipotencia, que faz partir os suas ordeus do pala-
cio das Tulherias em lime da justica cdacivilisa-
cao. Oorgio ofDcial respomleu a imprensa alleinaa.
Alpropna imprcnsa ingleza tambera emprehendeu
asua caropoiiha.contra o pretendido despolismoda
:".?!''0..oircs.P0I,.dia0.() 1uer"'' respondido
lunilirar esta I Ilustre cmara q
nliamns systema roiiolitucionol un Brasil, qiiaud i
n decreto de 21 de main de 1681, j.i mandav.a que
religiosamenle se respeitossea propriedade iudiii-
dual, e que.s.i em casos muilo espeaos, o coma
procnchiinoiiln de militas lormalidades, fosse ella
lirada ao proprielario, para ser applicada ao uso
publico ; voin a pjinieira assombla li'gislalivo, e
iralou sem demora de confeccionar urna lei, a de 9
ile seleinbro de 1^21!, sobre esfa materia, no bu a I
se estabelei'erain as negras que*de\ ian ser observa-
dos as desapropriaces, portindo d& principio, de
queellasnioliiiaiu lugar sem prra requisirao,
ou proposta do procurador da fo/.enda publica :'sao
passodos 37 anuos da rgimen constitucional, e de-
pois dosso li-mpo que nos melhormenli' esclare-
cidos pela experiencia, o maior osludi do svstenu
ile governo que nos rege, llovemos ite Conietler
o escndalo di- autorisarinos una desapropriaeu
que nio foi proposla, e cuja ulilidado nao esta ve-
nficada ?
Creo. senhores, que a assembla provincial ib-
minho Ierra nio prolicari um acto oestes...
O Sr. I'. Duarle .Eu. eslou disposlo a volar.
O Sr. Ilrandto :Pode fazer oque quzir ; quan-
lo a mira, nio darei o meu voto para legitimar uui
alleiitodo contra a primeiro lei domen paiz.
Se passar a emenda, nio tardar em apparcrer
ouiras desapropriaces,etlvez muilo mais serias do
que essa da cocheirade Joio Ferroira dos Santos: o
precedente ficar aborto, o o assembla provincial
podnr a seu salvo dispor da propriedade indivi-
dual...
_ ti Sr. Depulado :Autorisa-se a desap'opria-
co, mas nao se prelereni as formalidades legacs.
OSr. II rundn-Oh Senhores, admira-iuo que
homens de tonto talento enuuciera proposicoes des-
la ordam Pois para aulorisar-seno nusler que
so tenha conheciinenlo da ulilidade de medido, que
se quer aulorisar TI Nao 6 necessario que essa
ulilidade haja sido previamente verificada?
Me parece que sim, porque do contrario seria le-
gislar sem base, seria aulorisar sem consciemia.
do de oa-Vsla I
Ilu Jornal inos n scguinl.i:
t U Gou[e*n- r a peiiili'nli'. Acercou-e de um
conlissioiiario i ui certa igre'a, urna menina, lilha
do boa familia, para cumplir o precito quiresnial
e entro ella e o ronfessor Iravun-se o scgiunlc dia-
logo :
.. Oonfessnr.A menina lem bulla ?
< Pmiilente.--N.io, senhor.
Conjessor.Porqui' '.'
Penitente.Porque meu pai niom'a comprnu,
o i'U nao disponho de diuheiro.
C.imessjr.Penin, a menina de corlo lia de entn-
prarju'lo nfenor olguin eufeile, alguma lila, ou iu-
vas, einsuinmo, qualquer objeclo.
" Penitenta.i; rerdade, mas & meu pai queiu
mi' il o dinlero, e dclle nao posso dispor para ou-
lras colisas
t Confessor.Com ludo, possivel dizer-lheque
qualquer d'csses objcclos que compra cusa mais
cato, on mesmo compra-lo mais barato, e cora
a sobra com[irar o bulia.
Ponilcnle. Isso mentir, o engaar meu
pai.
Confessor.A mentira o loo ino/wcnle, e alm
disso o para bem da sua alma, que niodevo ler es-
amor e puagida
rio do parlamento, mas esto meio extremo de um
resultado alias duvidoso oll'erece as circumslancias
acluaes graves perigos, e perguiilou-se se o minis-
terio, mudando de resolucio nao decidirla retirar-
se, para deixar a oulrnso'cuidado de levara elfeilo
osla gravo empreza da reforma eleiloral. No dia i
lord Derby na cmara des lords, II. de Isracli na
cmara dos coramunsaxpozeram o comportaraeiito
que leria u governo. O gabinete inglez resolveu em
presenfa dos difBcnldadcs exteriores perraonacer
no poder e dissolver o pai lmenlo. Esta dissolucao
sera pronunciada nos lns d'abril. As novas eei-' ,r'Uso* 7uabiueV'..ue Veiil.a sdnTopiui.Tde s! n
,.\ .?..ST.',',. 1?*./)a:?,? re""'a"_d!) "uv" Par"""en- Exc. sobre a desapropriacio de qae se traa, para *'
miiu nao lem forra, visto como nao vejo proposla
ila cmara municipal.
[Ha um aparte.)
O Sr. llrando : Supponha n nnbrc depulado
que a cmara do Recite nao cuida dos inleresscs ilo
iu muiikipio ; pergunto eu, islo muliro legili-
Um Sr. Depulado := presidente que verifica a
ulildadedo desapropriaejo municipal ja ctuittio a
sua opiniio em favor della.
O Sr. iraudiio : ss Nem o presidenle, nem osla
assembla sao coinpelcnles para maudarem fazer
urna desapropriai o por ulilidade municipal sem
proposta da cmara ; a islo oque diz o le de 1811,
ff n reltenle.Eu nao devo engaar meu pai : e
mentir sempre mentir.
i:oafessor.l'n^eii sem bulla nao posso ab-
solve-la.
Pentenle. Ni_ caso, eu contarri islo mas-
illo a meu pai, e se elle qui/er comprar-mc a
bullo...
'< Confessor.Nio lhe coule o que lhe lenho di-
ta, mas faca o diligencia de ler una bullo, por-
guntndii-ilie se todos nio sin olirigoduso estar
prvidos do bullas, para alcancarem militas indul-
gencia--.
i Pentenle. Paral o que o Sr. podre me acou-
selba.
< Confessor.Enln posso absolve-la.
< A menina reta para caso, e logo conloa oque
si- pas.s.ira na conlssao.
.Mentir sempre 6 mentir, mas como no inle-
resse .I.i religiiii, uio ha peceado.
i)s advogados do co assim o enlcndoin
da quando para e.-les peccodnhos innocente
Mas bous autores, mas Iheologos aulorisado* sus-
tentam que a mentira licit para salvar os iuteres-
ses inoteriaes do mentiroso.
" Islo .sTio eonlos largos.
Todava, ser bom observar que os qooCssores
nem sempre limitan a sua curiosidadn bulla ; sao
mais proiixos as perguulas, militas dallas cous-
loin de compendios bem conbeci.lns.
T"iilui:n pois os pas de familia muilns ascru-
pnlos lomos lonfessores a quem entregara as pes-
soas sobre as quaes lem auloiidade.
< Ha padres ruspeilaveis, cases si'j.im esco-
midos.
Pruriirem informar-se da vida e dos costuraos
dos confessnres, porque a enrrupcon mais perignso
a que se faz ao or. ido ; e sobre O sigtllo do cou-
Ilssionario.
Ha muitosovemplos.
l.luanto bulla, j est eslabelecidn ha milito
lempo que nio deobrigaein le-la, por issoo l'.xm.
polriarcha nao consulta que sojo imposto pelos con-
fessojes...
Clironicn tlrainnlii'a.
VIH
Vulla Margarida Gauthier vida louca e sensual
de Paris, o debalde lenta sulfocar o amor de Ar-
mando, que ello sacrificara i um v cilio honrado o
sua lillio pura e virgem Varrillu (o Sr. Lisboa,)
adorador fantico da deslumbrante dama das Came-
lias, pcnsairiuinpliar puf lint do Armando, c nio
seno um insimlenlo que Marsrida muve aos ca-
prichos de sua almo devorada
de um pozar eterno.
Abre-seoqui o quarlo arlo do drama. K umo sa-
la esplendida de baile, capricliosanieiiie adornada e
ouurlodi de luz. ns convivas Rojom com elegan-
cia, cas damassobrelndo primara pelorapricuo dos
toili'iles. Aiinoieln nao esperado, mas rem ao
baile. AITectai!do odiar i Mar-orda, mas sempre
moroso, ei-Io que dnvAira ao jogn, e provoca o Sr.
da Vorulle, que nmipe por filo do-lien, io. li una
si.no nleiessonie : a Olui.ilado de ilargorida, os
vivos Ir.iiispiiriesunej-llo abofa ieulrn no peilo, e
do oulro lodo a vehemencia, a mpcluosidade das
poixoesque arrebatara Armando, fjzoiu boma oes
irloros. No enl.inlo, Vorville Unge ler prorncido
a Armando para nina porlido (tu jugo, e Armando a
aceit primeiro e segundo vez, retiraudo-se lodos
depois, ,i xcencio de Margarida,i para a meso da
rea, que esl pdsla couvenienlenii'nle no fundo da
scena.
A infeliz Margarida, que nio se pode reprimir
eio seus lances apoixoiiailos, suspira ler-se com
Armando, afim de evitar que este, se den une em
i olera contra o Sr. duVatville, ea venha precipitar
na ultima degradoc^o. ti feliz elfeilo desla scena do
bailo indescriplivei ; o oidor do Armando, a in-
quielaeaq.de Margarida. snbeiu-nas exprimir os ae-
rares com muilo verdode dramtica. Margarida ain-
da aroava, sempre ardenlenieula, uo seu bom eter-
noArmando! Mas, aquella olma lio nobre jurara
s*rigrar-se pela pur/1 de una virgem, e o lerri-
vel juramento lhe alara os pulsos cora urna cadeio
de ferro. Islo lidolidado ou juramenta levla o ca-
rcter que Ilu. Iltins com ib,o, para nao dizer que
copiou d.i vida roal.de alguma exisiema mol falla-
da, que debalde leutasse resignar-sa pelo ardor dos
nobles senliineiilos. .Margarida, que com a virgin-
dado perder un futuro e as delicias de una vida
iuleira, adorara a sombra da virgem, para quefos-
se irahir o juramoato solemne quo prestara no
raaos de Doral. I" ilaqui, nosce natural u desen-
lace da arcan. Armando exprobra Margarida a io-
leidade de sen carcter; rene os convivas do bu-
le siimplun-.ii de ulvmpia. e depois do muilo sarcas-
mo pungente ...le muilo imuulaiMo ialaiuaiite olra
aos ps de Margarid:-. jtjsa holco de bino, que o
troco Cora que \unaa^Ble paga o sen amor. v
iiupressao, que esto seHucixa no espirito du es-
peclador, sento-se, mas nio se diz.
b a mesma dnlorosa inipressio, que fatiga na ver-
dado o esp'inlo do espectador durante o scena imn-
liurompida de urna vida que se carao lentamente,
comoa Ilor desbulada que rai pciidendo aos ardores
do sol. Margarida, aneciada de urna pblysica pul-
Ain- monar, fruclo de sua vida perdida na embriaguez
lies dos paixoes. morro iodos os momentos durante o
io cm julho.*rudo islo mu grave.
C. M.
PERNAMBUCO.
em urna carln particular do proprio imperador
Sir Francia Huod, um dos homens que em Londres
aco'.heuoutr'ora ao Exilado.
Esto documento 6 mui nntavcl a todos os res-
peuos e por isso nio posso deixar de reproduzi-lo
inlegralmenle.
Palacio das TsJherias. ,j
Meo charo SirFraiicis.=F.slimara que o meu ami-
go tivesse reunido, para m'os mandar os difleren-
tes arligos que tem inserido nos jornaes inglezes
com cfleiio Fine, me tem dado tambera a occasii
do lhe exprimir toda a minha grulidao para com os
soussenlimentosem meu favur.
Vi nislo e muilo me coninvcu, urna nova prova
de que os mcus anligos amigos da Inglaterra uio
me esqdeceran, cquu sal.era que scnipra lenho
conservado pora com o povo inglez a estima e syiu-
plhias de que dei proras duroulo meu exilio no
mcio delles.
Fscrevbhdn-lhe boje soprehendo-me em me re-
cordar como de um tempo feliz, aquello cm quo
proscripto cu o vi na Inglaterra. E porque mudando
dedeStmo, agente muda de alehrias e Irabalhos.
tlulr Ora as aflicoes de exilio eram smenlo oque
me apparecia ; boje vejo os cuidados do poder e um
dos mainres sem duvida ver-me mal comprohen-
dido e mal julgado por aquellos cora os quaes de-
sojo viver em boa nlelligencia. Assim julgo mui
natural que os paflidos quo o meu devor me faz
rombater e reprimir rae ulirogem e procurem os
meios de me offenderem ; mas que os inglezes de
quem lenho sidosempre o mais devotado e mais
Bel alliado mt ataquen! incissantementc nos jor-
naes da maneira mais indigna e alais inquieta, o
nenio posso comprehender. Comefteito de boa
6 nao posso descubrir o inleresse que clles tcem
ern excitar o espirito publico contra a Franca.
Se no meu paizeujulgassedever obrar tiesta
neira, me seria impossivbl reprimir depois.
aSSEMBLEft LESISL1TIV1 PROVINCIAL.
Sess.vo ordinaria km :1 he avio dk 1859.
Presidencia do Sr. Car neira da Cunta.
Ao meio dia bita a mamada, acnaramso pr-
senles 26 Srs. depulados.
Abre-so a sessao.
I.idn A ncla aulerinr npprovndn.
O Sr. \. Secretario d cont du seguinto
ezFBoiEim.
Um ollcio do secretario do governo, ronimuni-
cando une o l'.xiu. Sr. bario de Camoragibe, loniou
posse da adiuinislracio da provincia no dia il'J do
prximo passado.Inleirada,
dem do mesmo, que vai ler o conveniente desli-
no a representacio por esla assembla dirigida
assembla geral.Inleirada.
Idear; acensando o recebiinenlo dos immpromis-
sos que por esla assembla lhe foram renictlidos.
Inleirada.
Fui lida e anprovado a redaccio de dous compro-
misos, allendenilo-se as ulleraces feilas uela pnv
sidencia no acto de negar-lhe a' sanecao.
Entra em discussio e opprovado sem debato o
facer adiado da eommisso acarea do drama of-
ertado provincia por I). Joanna Mara de b'reilas
Carabea, com a seguinU' emenda :
Sendo ouvdo o conservatorio dramtico.Mello
llego [llaphael], .
OltDF.M DO DIA.
Terceira discussio do projecto n. :ifi d'esle anno,
que eleva a lalbegoria do villa a povoacio de S.
lenlo do termo deUarauhuns.
Vai li mesa e apoia-se a seguinle emenda :
Fica igualmente elevada a villa a povoacio de
f apocara com a denomina! io de villa do Bom Con-
sellio.P. Vitarte.Teixe'iru de Mello.
V. approvado o projecto, Uem como a emenda.
Continua asegunda discussio das emendas olle-
recidaa em terceira ao orcaruento municipal.
O Sr. Mello llego [llaphael) expende algumas
considerantes conlra a emenda que lera por lim e-
levor os veuciiucnlos dos dous amanuenses da c-
mara do Recita, que nio foram contemplados ua-
qunlla que passou era segunda discussio.
O Sr, Souza liis manifesla-su em favor da c-
meuda.
Encerrada a discussio, sio as emendas postas a
votos succossivainenle.napprovadas efcopro da
que autorsa a cmara do Bccife a despender 20
coutos de ris cora a factura de um logradouro pu-
blico.
Enlrou cm terceira discussio e sio approvadas
sem debate as posturas da cmara do Minocito.
O Sr. Souza Meir pede urgencia para a primei-
ra iliscusao das posturas deGaranbuns c depois de
lies discusses em que tomaram parte osSrs. Manoel
Curulcanli.Kpaminondas.So;o liis. Bnn-
l.s.l.
O Sr. P. Duarte combateu a urgoncia em um dis-
curso que ser dado no numero seguinle:
Verilicando-se nao haver casa.
O Sr. Presidente dosigna a ordem do dia c levan-
ta a sessao.
i pela desapropriacio, que se pretende
ama
paixes queed tivesse excitado, fenbosempre u__
grande adiniracao pelas liberdades do povo inglez,
mas lamento profundamente que aliberdade, as-
sim como todos as boas cousas, tenha Unibom os
scus eicessos. Deque serve que, em lugar de fazer
conhecor a verdade, ella ac lodos os seus esfor-
Tos para obscuroco-la ? De .4ue serve que. em lu-
gar de animar e desanvolver os seutimputos geno-
rosos ella propague a deseonUnca e o odio f Sou
pois feliz no meio do todas as suas maneiras de
mentiras por ter um defensor que guiado.lelo ni-
co amor Ja verdade, nao lera hesitada ern Ses op-
porasuavozle.ile dcsinleressada : acredite meu
charo Sir Prancis nos rueus sentimenlos de ann-
.Vapofeo.
Todo esle mez s se fallou em consa ministerial
total mi parcial, fallou-se sobretodo na retirada de
MM. watawski, HoDcher, Delongle, ministros qu
tiveram com o principe Napoleio as mais diflkew
.-.<; h~::/.?' ,:--' -v
Discurso do Sr depiitailo Itramlo,
liri.inm.-iadoBst Sessao de Sildu cor-
rente. JB
" Sr. Dradt: -Sr. presidenle, as discusses
dostacasa nestestres, ou quatro dias nltimos leem
sido eslabelccidas.BO terreno dos inleresscs indivi-
duaes, e como ollea so exigentes, e vividas,*nio
devo causar adtniracio, que os debates teuham si-
do algumas vezes ardenles.
Cada qual lera procurado ndvogar as prelences
dos seus amigos, e dahi tem resultado essas lutos,
que lodos nos llovemos presenciado; entretanto!
torcoso confessar que entre as questoes ogitados,
e que devem ser votadas, algumas ha que nio pn-
dem ser resolvidas sem um profundo exame dos
foctos, e do direito.
Eu pois, me oecuparei dolas e procurare! justifi-
car o voto, que lenho de proferir.
Vou tratar da queslaoVelloso ou da desapro-
priacSo da cocheira de Joio Ferreira dos Sanlos=
f^lai|uestioGuibson, ou do aforameuto do nanlan
jOliuda.
ffrinciarei
aulorisar
Quando honlem fallava um dos mambroa mais
nntavea desla casa, o Sr. Paula BoplUU, nia de-
xei de liearsorprchendido, por ouvi-lo proferrrato
posicaes, que me pareceram improprias o sen
grande tlenlo, e doconhccimcnto que elle tem da
legislacio do -paiz.
A poslco que sse illuslre membro tomou na
jjvestao=Velloso foi dlBcil, e nao puda deixar
de lastimar, que elle se visse obuigado a declamar
para sustenta-la.
O Sr. P. Potista : o meu costme.
"O Sr. II romn : = Nao, senhor, o contrario
disso, sempra o teubo ouvdo discutir com proeato
e vantaaem, e s a m canso o obrigou.a declamar^
porqaMM verdade foiurao duclamoraodittr, entre
oulras cousos,que a queslio se redimo a m lata
velhos c novos proprietorios, quondo s sell'J
ventilar, e saber, se as circumslancias allega,
a desapropriacio, que se pretende, ^nformecci.
as lels, c so esla assembla pode, e deve autori
sa-la.
Senhores, o arlo que de vos se exige 6 ura allan-
tado contra o direito de propriedade garantido pela
tal fundamental do paiz. Quer-so que violis a
consliluicio, cquo nem no monos vos recordis,
que em sentido contrario ao modo, porque se pre-
tendo desapropriar a cocheira de Joio Ferreira dos
Santos, existe urna lei bita por esta casa, a quem
por vossa propria dignidadu 'devela respetar :
conlra isto quo cu me levanto.
No Diario da fuhia se 1A :
lloje bom informados nodemos dar mais minu-
ciosas infnrraacis sobre o naufragio da barra hsiii-
burgue/.a Entina, o da comiuissiu du Sr. Sampaio
Viauna.
No dio 10 do correle ao meio dia chegou a
auhuneira Itnjaluj ao lagar do naufragio, levando a
cu bordo o Sr. ajudanle guarda-nir, dous guardas,
um alferes e mu piquete de polica. Beconheceu-
se enlio que o navu naufragara na Barra Nova, seis
inilhas oo sul do borra de llapicur. Proceda do
Rio de Janeiro com destino a Ncw-York, com a
cargo de 7*7 soceos de cof.i
......._.r~ ,.c.6.....u tu, t ,t,,o miiiiiu ni- naufragio siippiie-s ser decido a descuido do
ni., para que esla assembla iroiisgrido a lei, c ul-' l""".. 'I"e eslava de quarlo, o quol avisado pelo
marinheiro de viga de que havia Ierra vista, res-
pondeu-lhe que erara niivens. Ao segundo aviso,
reconheceudo que em reaUdado assim era, deseen
a chamar o capilio que dorma na cmaro e que
chegou a tolda a tempo unicamento de ouvir o es-
liendo do uncalhomento. para notar quo rabia-
se le .i cln.iin.mc.uarondo erro, pelo que preten-
di o ropitim arribar Jlernaml........
encalhanienlo ttve logaras lies horas da
nionb.io. '
Irapasse a rbita de suas altribuices"?
/'i Sr. Depulado :;^(l nobre depulado tan olhos,
e v que ha all ura defiilo na roo.
O Sr. llrando: Este aparte nio vem ao caso ;
quanto mais que, o eu devesse guiar-mc por iu-
tormaeocs, a iienhuinas dara inais peso do que s
dos honrados depulados, o Sr. llaphael, que di-
rector das obras publicas, e Manuel Covolcanl...
O Sr. M'inori t'iua/cuiii : Que nao procu-
rador da causa.
I'm Sr. Depulado :=IIa quem soja procurador da
juslca, u isso nao deshonra a ningiiein.
U Sr. Ilrjndo : .... os quaes plenamente me
satislizeraiu cora o que disseram liuiitem sobre a
molera.
Passarei agora a dizer algumas palacras sobre a
queslao Clbson.
Desde que aqu foi Irazido a discussio uhi pro-
jecto, que approvava o oforoinenlo feito pela cma-
rod'tlliuda do pantano da mesma cdade, ao Sr
Gibson, que cu proiiunciei-me conlra esse afora-
nienlo, por me parecer extravagante, e allontalo-
rio da tranquilidade, e direito de inuilos oulrns n-
dividuos. que ha longos anuos se achara betunan-
do diversas partes de.sse pantano, como servontias
dos scus predios ; continuo a manter a mesma opi-
niio que nianfeslei na primeiro discussio daqui lie
projecto, e direi, que se nio um patronato, quo
se pretende aulorisar, como se diz, pelo menos
urna injiislira, urna vexacio.
Presciiidindo de oulras consideraeocs, que acon-
selliam, que se nao afore a um s' individuo un
terreno que pode ser aproveilado por nuiles) cora
ulilidade publica, purguiilarui : justo que aquel-
los que ha dilatados annos ocenpam Oaaes lerrenos,
nu parle delles. sajara sacrificados ao capricho e
volitado dn novo fornico 1
Me parece que nao liaver quem responda pola
allirinaliva, a nao ser algum inleressado na queslao.
Ainda ha oulra consideracio a fazer: esse pan-
tano foi doado por Uarle Colho villa, boje i-ida-
dode Diinda, para pastagem dos-gados, que tives-
sein do ser applicados ao consumo da popula, o, e
prelendendo a cmara do.ltecife, como pretende,
aqullo lugar, para applico lo oo lira da doario,
isto para uelle estabelccer ura logradouro publico)
nao mais curial, e conforme a utcnruo do doa-
dor, que so lhe d a preferencia autes'do que ao
Sr. liibsou? porcerlni|iie sim.
Por ultimo pergunlarei ainda, levantnu-se a plan-
ta do pantano ? vcrillcou-se a sua exlencao ? Foi
elle avahado, romo manda a lei do 1." de outubro
de 182, Bit. 42?
Nada disto se fez, a como se pretendo aforar ao
Sr. Cibson com prelerleaoda cmara do llec.ife.que
o quer para um lim publico, e dos artuaes posaei-
n>s, que por longo lorapo ocenpam diversas partes
delle ? Seria o suprasuwmo do escndalo, se lal
oconlecesse.
Sao tres horas e rneia, Sr. presidenle, e por isso
conclu., volando contra osiemondos, qae aulorisam
a desapropriacio da rdcllet da JoiO Fojeira dos
sautos, e o aforamenlu do pantano de Otta'Oa a lien
ry Gibson
asols^Mi
:9
do
Discurso do Sr. nepntado X
I'ortella, pronaaciado na
X de inaio de 185i*.
O Sr. N. Porlella (primairo secretario]: Ou-
vihdo o que acaba de dizF o nobre depulado, eu
reconheco ijuo o pirpeer da coiumissio, bera como
a representacio. dejlam ler sido publicados ; nesta
parle me parece, que o nobre depulado tem razio
e enlondn que necessario que o jornal faca a pu-
blicorio... .
O Sr. Arruda Falco :-S
O Sr. JV. Portella: rr-tpl" que respeita oulra
parle da rcclamac.io daflim depuladq, islo
una publcaeio de algumas palacras que o nobre
depulado disse, bem comu uulros nobres depula-
dos.....
O Sr. Arruda Falcan '.TrAlgiimas palacras, nao.
OSr. JV. Portella: feu digo algumasa^Mav ras
referindo-mc ao que^isserom os mni Mr" ii
pinados, sei quo o nobre depul.
curso.
Mas vejo que islo nio esl publjando, reconheco
Eorm que tem sido sempre proxe aqu na assem-
la o nio se fazer publicar aquillo ajine se chama
queslao de ordem ; nos raesni
cordado nislo.
Entretanto como o nobre depulado quer que se
faca a publcaeio toda, en (ore cora que o coiilra-
dor fara cITecti'va essa publcaeio do que o nobre
depulado disse.
OSr. A. Falco,:Do quo u disse nio, do aue
disseram as pessoas que tomaram parle, na dis-
cussio.
O Sr. X. Portella: J disse, quando se. Infl,
questoes de ordem, nos temos assentidu emlj
nao faga a.publicarlo por exteuco, islo consti ,
mchlu dapeaas ojornal faz inensiofallaran! os__
nfiores depulados laes fe taes, c essa a falla quo
.oto na publicarlo.
Sr. A. Falcifi: Logo houverom duas faltas
ainda noto urna Icrceiro.
Sr. V. Portella :Eu forei cora que o jornal
faca a publcaeio do parecer, da rqaruseiilocio c
merrcao dos nobres depulados quo tomaram parle
na discussio de ordem.
REy'ISTA DIARIA.
Encerrou-sc honlciu a assembla provincial,"
leudo dorante a sessao smenle su oceupadoda re-
dacao do orcanienlu municipal e da discussio du
pareceres do commissoes. Sobre o quu deferia a
prelencao do alguns vendedores de agurdenle a
< O Sr. 1 lente Ignacio Fonseca, commandan-
le da canhnneira, iossando-se em jangadas com
parle de sua IripolacM para bordo da barca inandou
arrecadar lo.Iopolea.ue, ferragens e cabos, que fos-
se possivel, era quailn o navio se nio faza peda-
tos, como depois acinleceii.
i' Sr. Fonseca denorou-se durante alguns dias
na costa, traholhandj cora a sua gente, al que por
falla do aguada lev. de relirar-se.
Continen o Sr. Sampaio Vianna a remetter
pora bordo do hiato Monl-SerraUi que ainda ha-
vio .los salvados, fazendo depois lcilio dos restos
do Entina ja na cosl em muodacos.
Ncssa occasii cabio ^^ftrt'issimo temporal
que iinpcdiu seguirem para^Hp porlu os eiupro-
gados.
Os Sis. lenles Fnnseca e Leal, aquello com-
mondante do llitajahij e esto do hiato Mont-Serrat,
e o Sr. ajudanle do guarda-mr sao, segundo ros
const, dignos de lodo elogio.
Nio se deve tambera passar em silencio o no-
me do Sr. Bernardino de Sena Caslro, negociante de
liihamhupe, queso porten para com os enipregados
da ini.lhur forma.
1*u
doda aeran. Cada palacra quo se Ib
escapa do cororiu, em que a dor voi funda e .
remorsn pungente urna gula tapida do saugue,
qua se batanea borda do tmulo. Al que, por
lim, ciega o uiomeuto supremo, o Margarida abnn-
do os bracos paro a vida, que lhe est prsenle no
seu Armando, exhala u ultimo suspiro entre pro-
testos firmes de amor e aspiraeiies para a vida
d'alui tmulo, em que se lia o de'encontrar os que
se amara ueste mundo. Os estoicos scenicos, que
afir.'1 D. Mauoella realsa neste ultimo quadro, sio
realmente admiraveia. Na enfermidade do Margari-
da, nos ultimes transportes dessn existencia a!;-il.li-
laila de lanas dores e de Cintos primates ruidosos,
ha una cora de louros oara o lalenlo artstico da
Sr." D. Mauoella. Os mais severos julgadores do
Iheatro sa Iransportariam neste ulimu acto da lla-
ma das Camelias. Os lances dillieeis sio just-
menta os m.iis facis de vencer para o genio emi-
nentemente dramtico desta sublime actriz.
Muilo anda haveria 4dizer, seo tempo nos per-
millisse, depois desle Bgeiro esboco um juizo cri-
heu aprofundado do drama. Ua. A. DriAS lian o
fez cerlameule um Irabalho acabado. Se lio na Da-
ma das Camelias bellos episodios, grupos bem dis-
postos, figuras bem representadas, rasgos scenlcos
elo.inenles e onimadus, nio se dir todava que a
aei;io iscnta de justos ensuraa. -
A Dama das Camelias ha de ser ilina posla em
ar.c.io pela iiitelligente empreza, e para enlio nos
aguardamos. No eulanlo, julgamos prndenlo aoom-
pauhar rpidamente a aeran para desprevinir e des-
armar certas escrpulos que ella poder ler inspi-
rado. E, aqu consagramos este. Iigeiro juizo de um
lalenlo drjinalicu burilado que faz ptregrinaeoes
Iliterarias como bom Iliterato que o que muilo
explora o cultiva a materia :
A Dama das Camelias, que lano inleresse des-
perlou em Paris, lera ido scena no Sania Isabel :
O tom sido boiii doseiiiponhado.
O lomanco do niesmn Ululo de II, has filhn,
que dizein nio sor mais que a historia verdadeira
de urna infeliz, un de.sses romances, em que uio
o possivel deixar de uos senlirmns nupreasionados.
* Margarida: o oni.i pervertido que jnlga um
momento poder rehabililar-se. pelo amor;mas ji
a feliedade nao poda existir paro essa pobre alma,
aprisionado cm mu corpo corrupto ; c por isso, sa-
. rilicando-se pelo feliedade daquella quera nina,
ella succuiube victima de seus pe/ares ido mal que
lhe devora o peilo I
A Dama d'u Camelias nao 6 romaneo moral ;
mas delle que de lcoes deeorrem ?
O profundo Abii.iLah-ei-Kb.\tik ha de dizer a sua
palavra sobre o drama de SI. Dimas ; na apreciaran
da grande licio moral, que esto bello quadro encir-
ra ; ha para o dislinrto folhelinisla um assumplo
dramalico por excellencia. Aguardemos o juizo fir-
me do contemporneo illuslre, e aiinuucemos en-
tretanto aos nossos leilores que um pincel muilo de-
licado vai traear o esboco crilieo-aramalico da ac-
eto do Sr. L. A. Buhuain, que fui hoiilein levada .1
scena.
E a hora adianta-se, e n pobre csrrlplor esll ex-
hausto. Elle que nio lera' a esleril prolixidade
elctrica das bellas e elegantes formas de una co-
lumna que faz sempre o proprio epgrammu, asiles
se rende mil vezes do que morro urna s vez por
contado.
DiruitEs.
Odio vellw nao ranea.Conta o llraz Tizona
quo em Villa-Nova de Baya, ha ura homem, queso
veste de galla, quondo morra algnem da casa do
Terrerinbu, familia patricia, e que assim fez ago-
ra por occosiio do morle do bario do Corvo, que
partencia aquella casa. Diz o Direito que esse ho-
nieni nao s se vale de galla, mas que ossiin ves-
lulo vai a igrejo-assislir aos ofllrios fnebres que
se fazem pelos monihroaV.djquoMo familia. Cont
elle UO annos de idadoe lem xislo morrer durante
a sua longo vida, quasi lodos as pessnas daquella
familia veslindo-se ^gmprc de galla, como urna viu-
ganea. Parece que este odenlo velbo fflra obrigado
a emigrar era 1S2H. e que allribuira a influencias da
familia do Terreiriobn a sua cxpalriacio, c que da
qui dot loo enlronhado odio.
O Direito acrcacanfa que iodos os membro dessa
familia foram sempre inofensivos c bondosos, nio
perseguiudo pessoa alguma.
Mas nolavel lomanha constancia na vinganr.i, e
e original esla vinganca que se palenta jjio'r lal
modo, e que era poup us innocentes !
Passogeiros do vapor Iaaarwss, cnlrado dos
pintos do norle.
Manoel Lina Wanderlev, Manoel Francisco da Silva,
Manoel Januario Lopes Olivoira, Antonio Carlos
Costa, Joio de Doos Uoncalves, Manoel Antonio Si-
mos, Domingos .Vntanio Araujo, Malliiaa Francis-
co da Silva, Josio Alves l'eniandes e um escravo,
Antonio Jos de Carvalho, Manoel Jos Silva C.ril-
lo, Manuel HypuuMo de Mello, Manoel l.ins Waii-
derley Jnior, JosGemes de Amorini, Joaquim F.
f.. I., de Souza. rianrnlina de Ciies Nngueira, An-
tonio Homem Ludo, Jos Gomes Amorim Jnior,
Manoel Jos de Noum, Antonio P. Cusa Lina, Dr.
Amento Mililio de Frcias Cuimaries e 1 criado,
Francisco Antonio Covas, Joaquim Bodrigues da
Silva, Juio Francisco Ferreira, Antonio Candido An-
tones Olivoira e 1 eserarn, Join Rodrigues Cordei-
rn. Amonio Lopes Ferreira Mello, Antoniollauuel
Nascin.....lo, sua senhora e 2 ciudaaiJoaqiiiq tras-
to Sanios. Joaquim Ignacio ferchM* Antonio"~
neiro Mesquita, Jos I.oes Coetho, Domingos
Sabino Silva, Miguel Francisco Monto e 1 Crl
Raimundos. A. Pajsos, 1'rjiickcobeiresrlopnleSo"
Joan llodrlgdes Wftenlel, Monoei&eodoroColaBo,
Vicente 1-cireir Arrnda el crido Joio Xasclmcu-
lo Cordeim, Raime! Nunes BBncao, Cimillo Fer-
nandos Azevedo, Cabrol Arcbanjo tii'ies, Jos Gog,
Miguel AnloniSrva, Alexandrin Ferrei.ia Santos
Caniara, .Prandleo Costa Moia, Miguel Germano
Olireira .Sicopin, Antonio Bento Proes, Manoel Pa-
cinco de Andrade, Manoel de AlmeMa Bastos, Jos
da Silva Leal, Joaquim Moreiri Lima Jnior, Joa-
quii Jos de Mcdr-iros.. Jacinlho Jos de Medeiros,
temos con- 1""in"lnann|B Joaquim Alves Moreira, Joio Fran-
cisco Regia Ouiulrln.capiiin c giiarnicio do hiale
Catiro que se perdeu naa allnraa do Rio Grande do
Norte, li. Eulhalia Augusta I"roes el escrava, 11. Fs-
peranea Augusta Ferreira, Sevcriana Ferreira
Agutar c lescrava. Benedicta Francisca S. Prazeres
e dnustilhos. Dous estovaos a entregar.
Passageiro do hiata americano k'ate Weston. viu-
do de Naw-York, Daniel M. Rolliin.
Maladouro puUico. Hataram-se no dia 3
--urente, para 0 consumo desla cidade, 83
o dia, 4 do mesmo, 8!).
MMHalidade dn dia i :
Antonio Pedro da Silva, pardo, casado, 25 annos,
febre amarella.
Deslinda, parda, 18 onnoa, lore conculca.
Mara do Cormo Vidal de Negreiroa, parda, solici-
ta, 60 anos, tubrculo pulmonar.
Inspital decaridade.Exstem 51 homens, 43
mull.-res, naciouacs; 1 homem estraugeiro e 2 cs-
cravos; tulnl 97.
Foram visitadas as enfermariaa pelo cirurgiao
Pinto a 7 horas o 21 minutos, da manhoa. Iir.
Dornellas s 8 e 38 minutos da inanhia, l)r. Firmo
is 11% horas da tarde de honlem.
Fallcceu una enferma de tubrculos pulmonares.
Publicacoes a pedido.
.v III
"" t Ix. Si\ D. M. L. V. .
Elecez-lasoucent, cette mi r qui te Mil
V. lleco.
I-"'
-eii
Nao
Fu nao lenho pinceis finos, nem liidas,
P'ra pintar-te, senhora, e. leus priames ;
E nao lenho tambera paia olferlar-le,
Ricas per'las, grinaldas lindas dures.
timbera nao snu poet pr'a canlar-le,
em lenlinair'a sou.lar-le as exprsanos ;
Nao lenho lyro, nem lambem son bardo,
Pr'a drigir-tc divinis caneos.
Permlte, bella, que era ineus rudos versos,
Cante o que vales, podes crer, nio minio.
Transcripto nelles, s o p'rere e juro,
Asia verdade que em meu peilo siulo.
rons mais belleMb as crcassianas,
Maisgraea o miaMa* que as granadinas
No voz, que o Canto movise (> terno,
Da voz dos anjos um caucoes divinos.
Oueiii que deixa de sentir, senhora,
Essaa transportas do araxer affeilo,
Se ardenles snnsdidiciosos, tarnos,
Ouvir expressos do leu forte peilo ?
Se acaso vibras do piano as teclas.
Que a agilidade faz pasmar de encanto,
A quera O riso nan ossomo ans labios.
Nesles praaeres que extasiara lano?
t'um mar de entecos o seismal- eu quero,
livir-taavoz arrebolad i, lonco,
Trinando soas era re.pn brodos c.nilns
Que a voz mantudo osdeixa ouvir bem pouco.
A. A. II. iia,
Becffel. de maio de 1859.
pacif
Os habitantes honestos a pacificos do freguezio
dos Afogados sao actualmente ameacados de soffre-
reni umo verdadeira e doloroso orphandade, pela
demissiu que o uosso actual subdelegado, o muilo
honrado e illuslre Sr. Jos Gorgono Pacs Brrelo,
india por obler do digno Sr. Dr. ebefe de polica.
Se ha casos em que autnridade superior mesmo'
louvavel usar de um quasi conslraiigimnnto, dene-
gando a demissao pedida, por cerloo caso de quo
se trata. Assim, oom muilu louvornosso, piocedeu
o Sr. Dr. Agoslinho Luiz da Gama, quando chefe
de polica, indeferindo por mullas vezes as anticues,
que, a modestia du nubre subdelegado e nao, pur
certa, o enfado do aervico publico, lhe loro dilado.
Os immensosservicosque o Sr. PaesBrrelo tem
prestado ao districto, de que e mui digno subdele-
gado, lem Irazido aos dslrclai ios pacficos c hones-
tos o mais perfeila tranquillidjadc, e o mais doce
SOCCegO, que ocliialinenle disi uclomos. O Sr. Jos
Gorgonio, essencialmenle ninralisador, lera arran-
cado dos abismos da prostituirn a militas infeliSBS
\ ictimas de sedUCCes, que hoje, collocadas na hon-
rosa posicio de casadas, rogain aos cos mil hen-
eaos sobre seu bemfeitor; e um dio mais tarde te-
na os descendentesdestas de agradecer ao Sr. Gor-
gonio o Ibes ter afaslado, de sobre elles.a pecha de
bastardos.
A freguezia, por muilo tempo refugio de deserto-
res, quu uos iuculom sobre-salios, acha-se intoi-
r.nnenle expurgada delles, e lodos os habilantes
Iraiiqullisados. Igual resultado oblivenios a res-
peilo dos immensos ladrees de cavollos, que, per-
seguidos inrnsaailll llllllllu pelo Sr. Gorgonio, dei-
xoraui i -pavoridos o disriclu: o outros contra quera
recaheni sospeitan desles rrunes, viven de lal mo-
do vigiados, que nao dio o menor indicio de sua
existencia, deixando al suppr-se que loes suspei-
las sao immerecidas 1
Os assassinos j n.io achara abrigo nesta dislri.lo,
tal a vigilancia, o zlo do digno subdelegado.
Ainda vive na lenibranra de lodos o assasauuta
leu ro oso de urna pobre velha. mora por seu pro-
prio genro, que tratara igualmente ossnssnar sua
mulher. Esle malvado perpretando o delicio, refu-
giou-sa em Olnda, e dentro de 18 horas ah fui
preso por esse ineonsavul subdelegado, que, pondo-
SC lio encolen dessa fro, jamis OCSCaOCOU at lan-
ca-lo na prsiujjV
Oulro assassrnn Joaquim Paroi/o, refugiara-se na
freguezia, e imnediatanente esta diligente autori-
da.le desenvolveu loda a habilidade, que. o dislin-
guffe capluroii o asaassino antes que este cm lal
peusasse, e acha-se na cadeia, poro responder pelas
umitas morlcs por elle feilas. Finalmente, s.-r.i in-
finita a enitmeracio dos actos honrosos e earacteris-
licosde lio benemrito policiador, dcil e cavalhei-
r.i poro rom iodos, delicado e affavid paro cora os
homens e familias honestas, como inexoraval para
com os criminosos, a quem fere com a lei, e sua-
risa com a polnl.v do covailieiro.
lloje, por ionio, que fruimos loo lisongeira paz ; I
que estonios feliz...*s e descutdosos ib' IHtOinmodoH, 1
originados por malvados e viciosos, por isso que
por Mi ne. lo digno .le rontianca o Sr. Jos Gorgo-|
uta Paos nrrelo, que neniim dcsirictano tany por,
sua i id.i ou propriedade ; umo verdadeira cala-
midad.' a coucunii da exhoucraco de cargo de
subdelegado, pagana pelo dito Sr. liorgouio.
Non duvidomos de que oulr'ora se fez a polica
do Sr: Gorgonio inois ingenie, por isso que a gran-
de obro do Ironquillidode j elle a concluir : mas
ohi mesmo achara o nubru Dr. .hele de policio ra-
zio paro denegar lal demissao, visto cuino nao s
essa situacio pode ser alterado, como que, uio ha-
vendo buje un districto criminosos, desellles e es-i
lando assasvmidos os mol intencionados, non lera
u Sr. Gorgonio nolivu para queixar-se de insape-
rarel Irabamu.
Muilo confiamos na pessoa do dislinclo chefe de
polica anual, e do Kxni. virepresideiite, pora esr
perarnius que o nossa supplieo ser favaravelmen
deferida, denugandu-sc a demissiu pedida pelo Sr.
Gorgonio, que, como hora ri.ladio. que e, deve fa-
zer mesmo sacrificios pelo bem oslar de seus ilis-
Irictauos, que em todo o lempo lhe serio leconhe-
Cidos.
Os tifu>judeii*c*.
Afogados, 5 de malo do 1859.
COJOIERCIO.
PItACA no RECIPE 4 DE MAIO DE 1859.
AS i'IU'.S HURAS DA TARDE.
Coia.-.'ies olli.iaes.
Ceiiiiio sobra Londres 2-1 1 2 90 d V.
C.imiiio sobre Pars liKI rs. por frc. Di) vid.
Assuc.ir da America baixo- :i^50 e 3$KtjJ por ar-
robo.
lulo tlitn superior29600 por arroba,
Fred. Roliilliird, presidente.
P. Borges, secretorio.
Caita Filial do Banco do Brasil
em Pemambuco.
Paro facilitar0 exarae dos firmas, quo ligurarem
nos letras que se,on*ercrorem a descont lia Cala
l'iliol do Raneo do Orasil a directora desla ruga aos
Sis. negociantes e a q.....n mais a medida adopt-
do intervssar possa. que se diguem de air asslgnar
as suas ratoessaetees o firmas indiridnaes em tira
Mero creado para lal fin no referido cslabelcri-
uieulo.
ALFANDEGA.
Rondimenlo do dia 1 a :l .
dem do dia i......
:t:89.) 17:317|955
57:2085918
Descarrog.im hoja 5 de maio.
Barca inglezaFlooiing Cloud=mercadOrias.
Drigiio portugueiSoberanodiversos gneros.
Male americanoKate Wpston -iilem.
Sumaca iiarnnal=Hortenca -dem.
iliniMENIO DA ALFANDEGA.
Voliiraes entrados com hiendas
< com gneros ,
Voluntes sabidos rom fozendaa .
a a com gneros .
CONSULADO GERAL.
Rendimonln do dia la:! .
dem do dia I .......
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimonlo do .lia I a 8 .
dem do dia 1.......
411
. 568
-----COS
. 21.1
. 088
-----931
10:658090
4:211. $2111
30:8853591
l:457f367
gjooo
1. iG:l$3G7
DESPACHOS DE F.XPOIITAC.VO PFJ.A MESA Do
CONSULADO DKSTA CIHADE NO DA i
DE HAIODE 1859.
Havre rGalera france/o Adelu, diversos c.irrega-
dores. 1,100 saceos assuear mascavado, 200 dos
dito bramo, 1 barril agurdenle.
CanalBarca ingleza Panthea, Saundors Broten
\ C, 1,310 soceos ossiicar moscovodo.
i'bilodelphiarrltarea americana (Uuiont, Malhi us
A listn .S; I'. (00 sanos iis.-ucar moscavodo.
Rio do Piola Male brasileo Piedadc, Ainoriin
Irmos, lllll borricos asSncar bronco.
Volpor.iizo Parra chilena cOriana, a. Irmaos,
TlHI saceos ossucor broiico.
PortoPatacho porluguei Promplidoo II>, Hallar
iV Olivoira, 100saceos ossncar luaucn
RECE1IEDOU1A DE RENDAS INTERNAS GERAES
DE PER.NAMItUCO.
Bondiraenlo do dia 1 a 3 1-402J785
dem do dio-i....... 1:079J077
ftlf8
CNSUL\DO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 3 .
dem do dia 4 .......
7:72j79
2:22'Jli72
9:51123121
Movimcnlo do porto.
IVarioa entrados no dia-i.
Aoven44 das, patacho dlnamarquei Bolild, d
123 toneladas, oopilo N. H. Perlerson, eqoipo-
gem K, carga fozendas o mais [{eneros : a Isaac,
Curio ; >:'.
RabiaI dias, patacho nacional Punta d"Arrota,
do 130 toneladas, capitao Jos Toixeira de Aze-
veilo, equipagem 10, carga .NO arrobas de car-
ne ; a Aulonio I.. de O, Azevedo.
New-Yjirk-,-28 das, late americano Kale-Waton,
de 17(1 toneladas, capiliio Ellis, uquipageni ".rai-
go 253 barricas com forraba de trigo c mais g-
neros : o llenrv Pomter&C*.
Rio do Janeiro1(1 das, barca americana Menesola,
de 3|i; toneladas, capitn James Viacock, equipa-
geni 13, era lastro ; a Jolinstun Paterit C"
Nucios saliidos no mesmo dia.
Rio da' PiolaPatacho hospanhol Procer, capilio
Mollieus Millei, carga assuear.
ParahybaBrigue inglez I.ady Joselyn, capitao
Roberto (ivbsnn, rni lastro.
OBSKItVACOES METEOROLOG1AS.
DU 4 ilB MAIt).
VRNTO. I'CIIMOSF.TIIO
2 V -
O 4 o %m sj s
1 Sf" e a 3 a
^ O *- ts G o
te 5 15 2 c Es E
^ 3 J "5 fia niin.
Gdani. Cumalos SSK eg. 2(1.1 20.8 79 71 750
9 j SK Bon. 2ti.(i 21.3 WI75 755 8
1/2 dio i* s m 22.2 \-J T i.yo
3 da t. \iinbus y 21.7 si 73
6 * a 26,6 21.4 B0 < i
A mete estove clara com grandes nevoeiros, ven-
to SK icio para o ler al e assim amonbeceu.
Observatorio do arsenal de maruha I de maio
de 1S59.
ViEc.vs Jlsior.
Editaes.
O Dr. Anselmo Francisco Perell, commendador da
imperial ordem do Roso ejuiz de direito especial
do coinniercin desla cidade do Rerife, repilal d
provincia de Pcrnainbuco e seu termo por S.'M. 1.
o C. o Sr. D. Pedro II, que lieos Kuarde ole.
Foco saber aos que u presento edilal viren c del-
le noticia tiverem em como Jnao Luis Ferreira Ri-
boiro rao dingiu por escripia a petirao do theor se-
guinle :
Diz Joan Luiz Ferreira Hib.iro, commerciaule SS-
lahelecido ncsla tirara, ipjo acaba do recehesssfes
carias de aviso do escrvao dos protestos de letras.
coinmuicandu-llie a apreaentacao para protesto de
diversas letras era que se diz ligurar a firma do sup-
plicauto como respousavel pelo fallido Jos Duarle
de Olivoira Reg, apresenladas unas por porto da
Caisa Filial do Rauco, e oulras por parle de Rabe
Sehametau & C, Jos Nunes de Olivoira, Jos Bap-
tsta da Fonseca Jnior. Jos Fortunlo dos Sontos
Porto, DtogO Jos da Cosa, Alvaro & Magalh.ies e
Charles Chapront, e porque o supplicante nao liruiou
taes letras, sendo consequenlemente falsa a lirnia
que se diz ser sua, a exeepcao da que se acha u'urna
letra do valor de 2:9723 que o supplicante aceitn
ao dito fallido a vencer, a IS ib: julio, prximo
i minino, e que lhe const existir ua Coixa Filial,
vera protestar, como pela presente protesto peraute
este juizo, contra essafalstdado para eonservacao e
resalvo dos seus dreitos, e requera V. Exc. que se
digne de mandar temar por termo o seu protesto,
iPiui de ser intimado pcsoalnenle aus possuidores
H coubecidos das oulras letras cima referidas, e
yreditaos a ontros quaesquerquo forera desconho-
ridos nu ausentes bem como ao s.upplirado fallido
paro proilu/.ir os elfeilos de direilos. E assim pede
a V. Exc. lllm. eExra. Sr. Dr. juiz de direito do
comniercio deferiineuto, visto ser o procedimenta
requerido dos que pela demora licariam prejudica-
dos nos termos do art. 729 do reg. n. 737.=E R. M.
Advogado, Ur. llego.
iass"t .' l^TanjnWBjsnBHgen*~'*';. '
:

-
**
E mais se nao coulinba em dita pelicSo, que sen-
do-me opresenlada profer o despacho do tlioor se-
guinle ;
B. Tome-so por lermo o protesto dosupplicntc.a
sendo o mesmo protesto intimado na forma re-
querida. Recite i de maio de 185.=A. F. Perell.
E mais se nao contraria cm dito meu despacho a-
qui copiad i, em virtude do qual setos adislribui-
i.ao ao cscrivao Manoel Mara, Rodrigues do Nasci-
mento, que lavroo o termo de'protesto do theor se-
guinle :
Termo de prole >to.
Aos 2 dias do mez de maio de 1859, nesta cidade
do Recite de Peruoiiibuco, em meu carlorio appa-
rceeu Ji.oo Luiz Ferreira Ribeiro, e peraute niun u
as lestcinunlias infra assignadas disse, quereduzia
o Ierran de protesto a sua pelieoo, a qual utToreceu,
[i irle do prsenlo, que lira sendo : o de romo
a>Miii o disse e proteslou Ion. i este, era 0 qual de-
pois de lidn, se assignou cora as ditas leslcniunbas.
En Manoel Marta Rodrigues do Naseimenlo, es-
cii\ oo n oscruvi. Joan Luiz Ferreira sUDCro.=Loo-
poldn Ferreira M.irnos Ribeiro.=Autoiiio Goncal-
ves de Oliveira.
I', mais se nao conlinhs em dito termo ile proles-
loaqui copiado. E em cumpriineulu do mou oVapa-
cho fez o rsfudo os. rivao passar o presente edilal
pelo iheor dn qual intimo o hei por iulimadoaquel-
los a quera nleressar possa para licorera sciontes
de iodo n c.mieiidn na petirao o tormo de protes-
ta cima transcripta.
E para que clieguc noticia a todos mandei passar
ediloes que sern ollixados nos lugares do coslume
e publicados pela niprensa.
liado e passado neslo ridado do Rocife de Poma ra-
bilen ans 3 de maio de 1859. Eu Manoel Mara Ro-
drigues do Naso intento, cscrivao osubscrevi.
Anselmo Francisco Perell.
O Dr. Anselmo Prancisco Pcretli, corainerilador da
imperial oidora da Rosa e juiz de direito especial
do comniercio desla cidade do Recita capitel da
provincia'de Purnanbufo e seu tamo pnr8. M.
I. e C. o Sr. I). Pedro II, que Dos guarde ele.
Faro saber aos que o preseule edilal vireni e del-
le milicia liverein como Antonio Duarte de Olivoira
llego me dirigi por escripia u petico do Uieor se-
guinle : -
Diz Aulonio Duarle de Oliveira Reg, que rece-
bou honlem (J>dn correte) duas carias do cscrivao
dos protestos de luirs dosta cidade, avisando a elle
supplicante da aprsenlo, ao para protesto de di-
versas letras era que se diz figurar a sus firma como
respousavel pelo tullido seu lillm Jos Uparlo de 01 i-
i.ir.i llego, apresenladas unas pnr parto do Ca \a
Filial do Rauco, e oulras por parle da Robo Sena-
moln i C., Jos Nunes du Oliveira, Jos Fortna-
lo dos Santos Porto e Alvaro S Magalhirrs -K epor
que osupplicaiile nao firmn laes letras, oicep-
coo de duas, dos qlaos una foi sacada pelo dito
fallido ora 18 de fevereiru prximo passado a 5 mo-
zos, aceit por Joao Luiz Ferreira Ribeiro, c endo-
eodo nu abonada pelo supplicante cm 18 de marco
ultimo do valor de 2:9725, e oulra de 2:8508, sacada
por Jos de Mello kosla Oliveira, aceit pelo fallido
a 30 de noveinbro de 1858 a 6 inczcs, a endoc.idas
pelo supplicante a 17 de/.etnbro do mosiuo ann,
sendo conseguintonieule falsa a firma que so diz fi-
gurar como sua as demais letras cima indicados,
vera o supplicanle proleslar, como pelo presento
prnlosla peraute este juizo contra essa falsidado
paro ronservoi;o e resalva dos seus direilos ; ere
quer a V. Exc. quu se digne de mandar .lomar por
lermo o seu protesto, alim de ser intimado pessoal-
ni.ule aos possuidores daquellas oulras letras j
coubecidos, o por editos quaesquer uniros que to-
rera de.sconhecidos ou ausentes bem como ao snppli-
cado fallido para produzir os efteitos de direito. K
assim pode a V. Exc. Illm. e Exm. Sr Dr. juiz de
direito do commercio dclerimeuto, visto ser o proce-
dimenlu requerido dos que pela demora poderiam
licor prejudicados nos termos do nrl. 729 do reg. n.
737^F. II. M.=Adrogado, Dr. llego.
E mais se iiim coulinba em dito petro, que sen-
il, i-me opresenlada profer o meu despacho do llieor
seguinle :
D. Tome-se por termo n protesto do supplicante,
sendo o mesmo protesto intimado ns forma reque-
rida. Rerife 3 de maio de 1859.=A. F. Pcretli.
E mais se nao roulinha cm dito meu despacho
aqu copiado, em virtude do qal se fez a dislribui-
i.o ao cscrivao Manoel Macia Rodrigues do Nasci-
iiienio que lavrou o lermo de protesto du Iheor se-
guinle :
Termo do protesto.
Aos 3 dias de malo de 1859, nesta cidade do Recito
de Pemambuco, era meu carlorio appare.-eu o sup-
plicanle Antonio Duarle de Oliveira Reg, o disse
peraute mira c as leslamunh.i! infra assignadas,
que reduzia a protesto a sua pelico retro, quaoffe-
ri'i eu. como parle do presente :"e de como assim o
disse e proteslou lavroi esto termo, era' o qual de-
pois de lido assignou com as ditas toslomuuhas.=
Eu Manoel Mara Rodriguos do Nasciinenlo, escr-
vao o escrevi.=Anlonio Duarle de Oliveira Regn.=
Leopoldo Ferreira Marlins Ribeiro.=]lanouI do Re-
zende Rogo Barros.
E mais se nao coulinha em dito termo de protes-
to aqu copiado. Ecm cumplimento dn mea des-
pacho fez o referido cscrivao passar o presente edi-
lal pelo theor do qual intimo e hei por intimado
aquellos a quem nleressar possa, para licarem
scionles du todo o conleudo na pulirn c lermo de
protesto cima transcripta.
E paro que rhegife noticia a todos mandei passar
editaos que sero atlixodos flos lagares docoslumo
c publicado pela iniprensa.
Dado e passado nesta cidadn do Rerife de Per-
nambuco 3 do mata de 1859.=Eu Manoel Mara Ru-
driguesdo Nascimento, cscrivao o subscrevi.
^Anselmo EranciicoPerrfi.
O Dr. Anselmo Frinciscn Prelti, commendador da
imperial ordem da Rosa, juiz de direito especial
do i omiiiercio desla cidade do Bccife de Peinom-
biieo, ele.
Paco saber pelo presento que a requerimento dos
negociantes Southall Mellors & C., e outros bredd-
res do fallido Jos Duagn de Oliveira Reg, por
osle juizo fra aberta asua tolleiicia, pela Sentem.a
do theor seguinte:
Senlenca.
Tendo-se ausenlado Jos Duarle de Olivoira Be-
go, coramiTciante matriculado e estobellirido com
toja o ariinuem de fozendas na rija da Madre de
Heos u. 7, e lendn deixado de pagar as letras e va-
les de lis. 1 a fls. 10, visto que lem cessado os s'ns
pigaraentos: peto que declaro o mesmo Oliveira
liego era oslado de quebr e Oxo a poca legal da
existencia desta contar do dia 27 do correle. No-
niein para.curadores fiscaes os credores Southall
Mellors &C, e para depositarios interinos os ere-
dores Flix Sauvagc & C, e prestado pelos primei-
ros o juramento do estylo, e pelos segundes assig-
nado termo de deposito ; o escrivo remetiera copia
d;t presente aojuiz de paz competente para nposi-
cap dos sellos que mando so ponham em lodos us
nena, liyros e papis do fallido. E sendo esto sen-
tenca publicada na forma determinada nos arls. 812
do cdigo cominercial e 129 do regulouienlo u. 738
se doran as subsequentes providencias presrriutas
pelos inesnios cdigo e reguloiuento. Recite 30 de
abril de 185'J.Anselmo Prancisco Peretti.
Em cumprimeiito danta sentones convoco a todos
os credores do dito njnao, para no dia 5 de maio
andante cuiopareceroS no sala dos auditorios 6s 10
lloras da manhoa, afiqi de se proceder a noiuearu
de deposilorio ou depositarios.
i', para que cheguc noticia a todos ua credores do
auto-dito fallido, mandei passar editaos quesnro
afTn.idos nos lugares do costme o publicados peta
imprensa.
Dado c passado nesto cidade do Becife aos 2 de
maio de 1859.Eu Francisco Ignacio de Torres
Baiideiro, escrivau do juizo especial do commercio
o fiz esc.-ever.
Anselmo Francisco Perelli.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commendador da
imperial ordem da Rosa, juiz de dlreito,>speciol
do commercio, nesla cdade do Rocito do Per-
nambuco.
Faco saber pelo presente que Jos de Mello Cos-
a Oliveira me dirigi por cscripto a pelirao se-
guinle :
Diz Jos de Mello Cosa Oliveira commerciante
eslabelecido nesla praca quo acaba de receber duas
corlas de aviso do escrvao dw protestos de lelras
eominiinicando-llie a opresenlaco para proteslo
de diversas lelras cm que se diz* figurar a Orna do
supplicante como respousavel pelo fallido Jos
Uarte de Oliveira llego, apresenladas urnas par
parle da caixa filial do Banco, oulras por parte de
Rabe Schmettn ii C, Jos Nunes de Oliveira, Al-
varo e Magalhaes e Charles Chapront, c pelo que o
supplicante nao lirni.ni (acs letras a exeepcao do.
urna do valor de 2850JJ sacada pelo auppkcante
aceit pelo fallid em 90 de noventn da 1858 a
0 ni ezos, o ondossada lambem pido supplicante a
4 de dezeinbro do mesmo auno seado coasequen-
teraenlo a tirina, falsa que se diz figurar eomo sua
lias oulras cima indicadas, vem proleslar enmo
pelo presente protesta pirante este juizo ooiilra
essa falsidado pora rouservaroe reserva dos seus
direilos, e requer a V. Exc. que se digne de man-
dar lomar por tormo o sen proteslo, afim de ser in-
timado pessualmento dos possuidores d'aquellas
oulras letras j conheridose por editaes a quaes-
quer oulros que forem dcsaonhecidos ou ausentes
bem como do supplicado pira produzir os cuellos
de direito, assim pedo a V. Exc. Illm. e Exm. Sv.
Ur. juiz do commercio defurimenlo visto ser o
pr. cariam prejudicados nos loamos doarl. 789 do re-
glamento ii. 737.Espera receber morc.O ad-
vogado Dr. llega.
K raois se nao continha em dita pelico na qual
profer o despacho seguinte :
D. Como requer. Recito 2 d maio de 1858.A.
F. Peretti.
Em satisfarn desle despacho fflra a dita petirao
distribuida ao cscrivao que este subscrevvu o qual
lavra o lermo de prololo do theor seguinte :
.los 2 de maio de 1859 nesla cidade do Becife em
raen carlorio veio o supplicante Jos de Mello Cos-
ta Olivoira e peranle as lestemunhai infra assigna-
das disse que nos termos do sua policio retro que
fica sendo parte do presente, prolcstava .como de
faci protestado tem pelo seu conleudo e de como
assim o disse fiz este termo no qual depois do ler
se lirmou cora as mesmas testomunhas. Eu Fran-
cisco Ignacio de Torres Randeira, escrvao o escre-
vi. Jos de Mello Cosa Oliveira, Augusto Cesar da
Cunha, Joio Vicente de Torres Bandeira. Por tar-
ca d'aquclle despacho o escrvo*Francisco Ignacio
ue Torres Bandeira fez passar o prosenle e em vir-
tude do mesmo tem de se rem intimados por todo o
conleudo da peticao neste inscripto os possuidore "
-...,.

I
i
i!
4
i
j


Diario de .Pernambuco.Quinta foira > de Maio de 1859
8
1
i


*
descontiecdos on ausentes das letras ra qiieslo e
igualmente o fallido .los Duarto do Oliveia Rcgo
para produzr os oireilos di' liireilo.
E paro que chcgue ao oonhecimento do quem
intorosjar possa man.lei passar editaos quo sorna
alllxadus nos lugares do costilmo c publicados pola
imprenta.
Dado e passado nesla cidado do Borifo aos 3 do
maio do 1859.Ku Francisco Ignacio de Torres
Baudeira, eserivo do juiz especial do commercio
o flz escrever.
Anselmo Francisco Peretti'
Dcclaracoes.
(illlm. Sr. inspector da lliosonraria provin-
cial mauda fazer publico quedo da 3 do correnle
por dianlese pagant os Ordenados o niais dospezas
proviuciaes, vencidas no nioz de abril provinio lin-
do. Secretaria da tbesouraria provincial de Fer-
aambueo i de main do 1859.1> secrolorio, Anto-
nio Ferreira d'Aiiminc.iaeo.
Conselho administrativo.
O conselhn administrativo, para Cornecimenlo do
arsenal do guerra, tem de compra os objeclos se-
guidlos :
tara provimento dos armazens do arsenal
de guerra.
Taimas de louro de assoalbo, duzias 20 ; laboas
de lonro de assoalbo do refago, dnzias 3: meios de
sola 4(10; linla prela para cscripluraio, garra-
fas 20.
Oliera quizer tender taes objeclos aprsenle as
suas propostas em cada [cebada na secretaria do
consellio s 10 horas da manhaa do dia li de mam
prximo vindonro.
Sala das sessoes do conselho administrativo pal*
foniceiinonto do arsenal de guerra 29 de abril de
1859.tuis Antonio Favilla, brigadeiro presidente
do conselho.Francisco Joaquinl l'ereira l.aLu, co-
ronel rogal secretario.
Conselho administrativo.
O conselhn administrativo, para fornerimonto do
asonal do guerra, tom do comprar os objeclos se-
guiule :
Vfara o presidio de Fernando.
3 barricas de forraba do trigo"de marca SSSF, 3
ditas de dita "alega, 2\ arrobas di- assucar branco,
2 arrollas de loucinbo do Iteino. lli libras do cha
verde, 2 chitas de alelria, 2 saceos arroz.
Oucm quizer vender toes objeclos aprsenle as
REALCOMPANHIA
DE
Paquetes ioglezes a vapor.
autorisados pa-
presnteuinnlu
r.io
Adamson, Ilowic &C. acham-se
ra vender o vapor inglez Camilla,
amoragado no serviro dosta compaahia onlrc
da Prata e Rio de Janeiro.
O Camilla 6 de teto de 538 toneladas, fui cons-
umido no annodel849e i do lona deijii oavalloa.
As machinas foram construidas pelos Srs. Cotes
tt Young de BeilasL
(i plano donaviu o mais informaroes na agencia
ra do Trapiche*!!. A>.
FUNDICAO
F.slo ulilissimn ostabole imenlo acha-se, ha pnuco lempo, augmentado lano no material como no
scu pessoal, e seus proprielarios habilitados para vencer qualquer opposiroo hostil e drsprezarom a ig-
noranlo vituperarn de malevolencia. Offerecem a scus numerosos freguezes c ao publico em geral, as
vantagens de sua'tonga experiencia e rocoihecida proniptfclo endeudado na execucao das obras as
mais importantes de engenharia, entre outraspde enumerai as soguinles : machinas de vapor de todos
os lamanhos, rodas d'agua de Lulos os dimetros, todas de forro ou para cubos de niadcira, moendas
ara caima todas de ferrb e indopondonlcs com os melhoramentns que a experiencia mostr ser in-
ispensavel, meias ditas com todos os preparas, lachas para engcnlin do indas as qualidadeso lamanhos,
rodas, rodetes, aguilhoeS, crivos o boceas para fornalha e todas as rragens para cngenbo, machinas
para amassai pao o bolacha, ditas par moer mandioca, tornos o prensas para farinlia, ponles de forro,
oaldeiras, tanqfes, boias e todas as obras de innchinisnio etc., ele.
suas propostas em carta techada na secretaria do
conselho s
rente me/..
10 horas da manhaa do dia 9 do cor-
Salados sessoes do conselho administrativo para
forneciincntn do arsenal di' guerra 2 do maio de
17559.Lwt; Antonio Farill'i, lirigadeiro presideiile
do consell>o.Francisco Joauuim l'ereira Lobo, co-
ronel vogal secretario.
Fii condnzidu a oslo jni/o pelo inspeelor de
qiartriro un crioulinbo de nomo iisliun, de ida-
do de 9paral0 anuos, que foi enronlradn na ra
de S. Francisco perdido sem saber aonde era a casa
de sua moraba, c sondo interrogado disse que ora
captivo do urna tiara do uome Joaquina, e que li-
nda viudo de Unianua lia dnus dios e que sua so-
nhpra o havia comprado em Goianna a Andr Fer-
relra, que sua uia rhama-sc Yicenca* e sen pai
Fachada, ambos escraros do dito Andr Ferreira,
que sahjra hontem de manhan para comprar pans
nfio voltando para casa por mi acertar com a mes-
illa : qiiom for sen legitimo senhor comparcen nes-
la subdelegara da rcguczi de Santo Antonio rom
as provas lgaos que llie ser enlreguc.= l iliaca,
subdelegado.
I'orordem do Ulm. Sr. Dr. juiz de capella, vai
a praca para se arrendar a casa de sobrado da ra do
llangel ji. 2i, avaliada em 5lK), perlencente a ir-
mandad das almas de Sanio Antonio, sendo a ul-
tima praca no "da 7 de maio : as pesspas que prc-
louderoni, dirjam-se sala da audieucia, na cadeia
reina; ao m'eio dia em ponto..fono da Silva Loa-
reiro, thesnureiro da irmandade.
THEATRO
. DB
Santa Isabel.
F.MPKF.ZV-GF.ItM.YXO.
11.a RECITA DA ASSIGNATURA..
QUINTA-FF.IUA 5 DE MAHl DK 1859.
Snbin scena o interessanle e excelleule drama
em 5 actos :.
LUZ DE CAMftES.
Terminar o cspelariiln com a nova e linda co-
mediaVAUDI'.VII.I.F.=cm un arto, original fran-
ca :
JKCMEMSBHSil'OTL.
PF.BSONAGENS.
Tamorlo.......Lisboa.
Cahbourcho t. *. Corroa Vasques.
Mi mi.......... 1). Mauoela.
Zizina.........U. Carmela.
Msica inslrumeiilada pelo Sr. Colas.
Principiar s 8 horas.
CASSINO POPULAR
Rio de Janeiro.
0 brigae Maria /.rio, capilo ffelmiro llaptisla
da Ponseca. pretend' sabir com brovidado. As
pessnas que Relie qui/er rarregar qneiram entou-
dor-si iiim os consignatarios Alinela Gomos, Al-
ros ; C-, roa da Cruzn. 27.
Para Lisboa deve seguir com muila brevidade
o brigue portnguez Florinda, por ler prompto a
maior parle docarrcgamenlo : para o resto a Irele
ou cara PfSSageiros, trata-se com Auorim Irmos,
ra da Cruz n. 3, ou com o capito Augusto Anto-
nio do Coulo, na prava do commercio.
Para Falmouth*
O brigue hamburguez Adolplio que segu via-
gem sexla-foira (ido corrente.leiu excollonles com-
moilos para 8 ou 9 passagcirfis o Irala-se na roa
do Trapicho Novo n. lll i-m casa de Paln Nash ; t:.
Para o Porto.
O patacho portusuez l'romplido II, forrado o
e encavilhado de cobro, da primeira marcha e pri-
meiraclasse, segu sen desuno no dia 12, por j
ter o sen carrcgamenlo quasi completo, para o res-
to o passageiros para os qnaes tem excollonles
comuioilos trata-so com E.i. dos Sanios Anillado
> C, ra da Madre de Daos n. :u.
Aluga-se urna casa de sobrado, o mais dous
quartos fOra, exiellente quintal para plantas, ou .prela uscrava, que lava, engomma, cozi'nha, o faz
Conlrata-se por seis annos os serviros de urna
Leiloes.
m N0
DO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Domingo 8 docorreute
Ncste dia hatera baile, e scro envidados lodos
os meios nnm de que reino a boa ordem e harmo-
na que sempre tem sido observada no baile Cassiuo.
A orchestra nesledia oxecutar, alm de nutras a
linda quadrillia Probidade dos Caixeiros, c a nova
quadrilha intitulada 29 ou Honro e (loria, oITcre-
ida generosamente pelo sen autor ao director do
Cassinr.
Do conformidade com o regulamenln approrado
polo F.xm. Sr l)r. chefe do polica, i absolutamen-
te prohibido o ingresan s pessoas qoe nao se a-
prosonlarom rom a devida decencia.
Os cjirloes de iligrosso oslaran a venda rio lugar
do r.osiuiiio, para homeiis 28 e damas gratis.
liovii-4 principiar as 8 horas e terminar s 2 da
manhiia
PubHcaQfio litteraria.
O CASAMHpWO CIVIL
0 CASETO RELIGIOSO.
Examc da proposta do governo apresen-
lado a amara dos deputados ua ses-
siode I!) dejulho do anuo prximo
passado.
PELO DOCTOR
BRA1 FLORENTINO HE.WQUES DE S0UZ4.
Lente cathedratico da faculdade
de ilireilo.
Tendo-so aberlo a assignrtnra desla obra, logo
depois de sua entrada no prlo, ra/.ao de "j por
r,ada exemplar, calculcndo-se que nao dara ella
milito mais de 120 paginas impressas, agora quo se
acha concluida a impressao, veriCca-se o erro dos-
so calculo, nao leudo o volunte na roalidade me-
nos de 310 paginas em 8" frauce/. K como nao so-
ja possitel cubrir ao menos o cusi de semelhante
impressO com o proco llxado para a assignatura,
provine-se aos Srs. asignantes (do quera alias an-
da so nao receben quantia algiima) quo Oca o dilo
preco elevado a 3S, pois alera de ser islo justo,
tambera o nico meio de occorrer com seguranra a
dospezas qu- dobraram. A mesma obra aeha-s
venda lias lvrarias dos impivssores Miranda o Vas-
oomellos, ra do Collegio,n. 21,% de Nogusira de
Souza Ji C. luulo ao arco de Santo Antonio.
Isaac l. Wcbb, capitn da barca americana Os-
enla, consignatarios Srs.41enry Forsler& C.) fa-
r leilo por nlerronro du agento (lliveira, em
prosenra do Sr. consufdos Estados-Unidos da Ame-
rica, o por coula o risco doquem perleiuer da re-
ferida barra, lolaio 158 toneladas inglezns, con-
demnada neslo porto, ondearrbon na sua rcenle
viagoui de poscaria, com toda sua maslreaoo, ve-
ame, ancorase corremos, tal qual se aoba anco-
rada junio a barrara do Sr. Araujo, era cujo lugar
podeiu os preleiidoiilos examina la antes do leilo,
quo lera lugarsabbado 7 do rorrenlo, as 11 horas
da manhiia em poni, fi porta da assoeiaeiio coins
niercial.
nilinuanio do leilo
DOS*
Tcrvcnos c casada cxtincVa
soeicAaAe de iiae&o e te-
eidos de algodao.
Segunda-feira i) do correnle.
NO AltMAZF.M DOAGHNTK
PESTAA.
Rila .1" \ s'i:'i,i ii. 11.
Man se lendo podido ultimar O leilo dos predios
e lenos prtenles exlincta socedade de liarn
o lecidos de algodo, por falla do roncurrencia em
razan da chava e distancia do lugar, ivsolvou-se
continuar o referido leilo no da cima designado
o pelas III horas da manhiia no arma/em do nn n-
ciunado agento, onde se acha a planta do lenono
e por olla desdo ja podero ver os pretendemos
que a casa erando e os mnlhoros torrnos sao os
que anda existem por arrematar.
Para todas as informarnos que possam exigir a
respeilo aettarao habilitado o supradito agente pa-
ra as salisfa/.er.
LEILO
nos
Gneros na taberna n. 8 do
altcTTo da Boa-Vista.
Terra-feira 10 do brrente.
PELO AGENTE
PERNAMBUCO %
CIDADE DO RECIFE
COLLEGIO D'AORORA
DIRECTOR 0 PROFESSOR JUBILADO
Silvano Thomaz de Souza lagalhacs.
O direrlordeste eslabelerimonto avisa aos senhores pas do familia e com especiali-
dade aos senhors pas de seus cullegiaps que se acha reslabilccido de Sua saude, assim
como na conlinuacio da directora de sen cnllegio.
Sempre solfcilo no inolboramenlo da instriircn de scus discpulos, i qual 6 dedicado
a 22 annos.apresenta agora ao respeiiavel publico em resumo oquailro da reforma, que
julgou adoptar para o pfggresso da ediicar.o da moridade que Ibe confiada.
Artigo 1. A inslTOcrao licu dividida em lies classes ; sondo primaria, secundaria e
recreativa.
Ait. 2." A instruefa primaria comprchcndc :
1." I.er e escrever:
2." Principios Bornes de moral;
8." Doulrina chrisl e rivildade ; .
4 F.xercicios graminaticaes.
5." N'oooes de arilhuiotica;.
0." Sen (lesciivolvimeulo em appliracoos pralras; quer em inleiros o quebrados,
quer em decimaesc regrasde prnpnrco
y~f\ 7-' O sj'sliina dos posos o medidas do imperio;
v\ 8." KlerneliU do j;oi,irapliia o historia, com ospecialidadc do Itrasil ;
F 9 (eninelria rectilnea.
Um A cadeira di> InstruccJiO primaria resida palo Sr. Mannel Francisco Coellio Jnior.
*JJ Art.lt A instrueco secundaria oonipiohrinlo :
! J! 1.* Analv se da gfamraalica pliilosopbica de Jernnymn Snarrs Barbosa. Isla endeira
W| regida pelo Sr. Mannel Barbosa de Araujo, acadmico do priineiro anuo da faculdade de
^SJu) iliroiln desla cidade o professor publico da provinoia do Sergipe ;
2." I.aliin.fisla cadeira regida pelo Sr. Mauoel Francisco Coelho, professor publico
da froKuozia de S. Jos ;
y." Francez, lido, escripto e follado. Esta cadeira resida pelo Sr. Or. em bellas le-
tras .loaquim dfcOliteira Souza, professor particular :
A Inglez, lido, psrnpto'o fallado. Ksla radeira resida pelo Sr. Ijiz do Nascimen-
lo Matignier, acadmico do segundo auno da faculdade de iliroiln dista cidade;
5." Arilbraelica, algebra e geometra. Fsta cadeira regida pelo Sr. Ilr. em medi-
cina Augusto Cnrneiro Monleiro da Silva Sanios, professor particular ;
0." l'hilosnphia racional e moral. Esta cadeira regida polo Sr. padre mostr
Joo do llego Moiira, professor publico do lirn da provincia da Paralaba c acadmico do
lerceiro anuo da faculdade dedireilo desla cidade;
7. Rhelorica, potica e analyse dos rlassicos. Esta cadeira 6 regida pelo Sr. Dr.
Antonio Itangel de Torres Randeira, professor publico do gymnasio desla cidade ;
8. Goographia o historia.
Arl. 4 a inslrucrio recreativa comprehende:
1. Dansa. Professor o Sr. Monoel Baplisla de Souza Pansa;
2." Msica vocal c instrumental. Professor o llvm. padre mostr Primo Feliciano
Tavares ;
3." Desenlio.
Arl. 5.g t'.ondicces de enlrada:
Pelo anno lectivo em quatro pagamentos adiantados;
Os alumnos internos a quein o direclor forneier medico e botica, pagaro re-
gulando cada quarlel na razo de 105................420jO00
Aquelles cirios pais fornecercm medico e botica pagaro resillando cada quar-
lel na razo de 90J.....................30OSO01I
Ap) Os sem-intonlospagarlo regulando cada quarlel na razo de 5IS. 2109000 (^,
A Os externos pagarao adianlados inensalmente por rada una das aulas. 500tl ^|N
I ^5 Att. 6." O collcgio d gratis lodos os alumnos internos e somi-inlordos urna aula, y*
x\\ 'odas as mais sern pagas na razio de 5ji era qnarteis tambera adianlados. m|
n direclor aproveita o ensojo nao sd (tara ainda desla vez agradecer aos Srs. pois do (i
Jsens alumnos o honroso loncoiloque neilo sempre bao depositado, como tamhcm allianrar- \Yo
Ihes que "seos distlos o cuidados nos meios de promotor o adianlamenlo de seus eolio- fif)
giaes jamis arreteccro um s instante.
CASA
mesmo para capm, silo nos Arrombados, defronte
do t'.ollegio : quera o pretender, entenda-se com
los Antones Guimaris, na ra de Apollo, arma-
zem n. 30, para tratar.
Vidal A Bastos, polo presento fazem scienle
ao respeitarel publico que lie de nenhum elTeilo
nina prntoraco bastante quo passaram a Antonio
de Mello Magalhaes para tratar de cobran_as esla
pra|a.
Precisa-so de um moro P.rosileiro ou Portu-
guez, que queira sor eaixeiro na villa do Pilar das
:s : qneni esliier neslas circumslancias diri-
ja-so a ra do Crespo n. 0, que achara com quem
tratar.
Pori!ou-se um molhn de chaves poquenas, da
ra do \igarinata ra da t'.nia ; quem as ochar,
qiiorendii restituir, leve-as roa da Guia n. 9, que
ser gratificado.
2, (olden Sijnarp, Londres.
HeR-cnt Stii'ol.
J. 0. OI.IVkIRaTendo augmentado, com lo-
mar a casa contigua, ampias o lareUcntea accom-
raodacoespara muito niuior numero de hospedes
de noto se reeommenda ao favor e lcmbranra^us
s.ns amigos o dos senhoros viajantes que tisilem
esta capital; continua a prostar-lhes seus serviros
e hons ollioios, guiando-os em todas as usas quo
precisen! conhocimento platico do paiz;clc Alem
do portuguez cdo inglez falla-so na casa o hespa-
uhol o francez.
Sabio luz o lomo 2." das biogrpbias de al-
guus pootas e. homeus illostres da provincia do
Pernambuco, pelo romuendador Aulonio Jnaquim
de Mello. Esle 2." volunto* ighalmento curioso, o
inleressante, como o 1.", ccoritm 92 documentos
inditos.
mmsmwtL
O Dr. Casanota, avisa a quempossa nteressai
que havendo determinado fazer nina tiagemo Fran-
ca, tem vendido indos os medicamentos que exis-
liam em sen consultorio; purera nao so tendn rea-
lisado essa viagem, tom novamenio recebido do Pa-
ria, urna olra collccco de medicamentos inleira-
meiite notos, o os mais beni preparados possitel,
oonio lainbeni carteiras mui ricas e livros : assim,
quem desoja os terdadoiros medicamentos podo pro-
|eura4ns em scu consultorio homeopalliico em l'er-
I nainbuioSS roa das Cruzos n. 28.
:".."..r\.\:A..~. ^." .-.. ..
i Cciisullorio central liomconalliico i
uo
DR. SABINO O. L. PIMO.
Ra,de Santo Amaro (Hundo oco) n. C.:
t'oulinuan as consultas c visitas du raes-
yc mo modo que d'anles. Aroiifiancaquo o ?S
." Ilr. Sabino deposita na pessua que fira ^B
';..' cnearregada do scu consultorio nao sri. '
j 3 desmentida.
'sj-3 Os pobres sero sempre tratados gra- ttfa
..' I Hitamente. |K
r : As correspondencias soro iuderecadas i,5
\ cora o subscripto ao Ilr. Sabino com" au- H
\ seucia ao abaixo assignado. ;,;
Manuel de Matfos Teixeira Lima. ?^
Professor em homcop.ilhia o secretario jS
do consultorio. L>;
iodo o mais servirn interno de una casa, sendo ao
mismo lempo boa quitandeia : a pessoa a quera
couvier osle contrato, pode appacecer na ra do
Ajiollo, armazem n.36, de Aniunes Alvos Barbos...
A pessoa que nu Diario de Pernanibuco di
30 de abril ultimo pedo um sitio poUjHBra ou ar-
rendamenlo; qnerendo i oraprar um pen da prora,
o qual tem as propore. s exigidas, tendn de mais
banho escolente o br.ua plantada de oapim para
JO cavallos, do vero o invern, dirija-fe ao pe
prielario do Diario de lVruaumbuco; que dir '
quem vende. t
Chegou pelo vapor do norle
Aliijja-se um sitio a margem do
Capih irie na ponte de Uclioa, com boa
casado viveada : a tratar na ra da Au-
tora n. 26.
Roga-seaolUm. Sr Francisco Ig-
nacio da Cruz, proprietaito Uo cugenlio
Cete deMaricOta do termo de Iguarassu'
o fvof dequando vier ao Recite, com-
pirecer n tua do Creipo loja n- l A,
pie se thedeseja fallara negocio de seu
interesse.

Botica central homcopaiira
6 loja ao p do arco de Santo Antonio, un com-
pleto sorlimonlo de bicosc rondas do todas as lar-
garas, assim como ricos lencos o tonillos do labj-
rltitho proprias para baplisado ; assim como uio
rico sorllmmto de vestidos do seda de todas as co-
ros, e entras Inuilas fazendat que se veiidem por
conimodo preco,* como tambcmcbntm urasorli-
mento do obras de miro para senTiora,
Precisa-sa! dii um eaixeiro que tonh'a pratica
de taberna: no pateo do Torco n. 21.
= OuempnTisar de urna ama de raeia idade pa-
ra rasa de pouca familia, dirila-sc a ra da Roja
*
HoteLAdolpho.
Rita Dirciia n. SI.
O proprielarjo deste hotel avisa ao publico uuo
obleveumboA cozinhelro, or issu acharo osprc- '.
tendentes bons peliscos o jantares, ou quaesquer
comidas mensaes ou avulso, com presteza, aceio c
procos razoaveis.
Arrenda-seou vende-se oengenho Sapucasy
de cima, na freguezia da Estada, o qual Di i un
quarto de legua distante da eslaro da estrada do
ferro, c se acha moente correnle,' cora boas torras
de produceao,. o me com agua ; os prclendenlos
podero contratar qualquer negocio no engenho
Sapucag;.- de bailo, com o seo propietario, o le-
nente-coronel Jos Francisco d Fana Salles.
Prerisa-se do un hornera para trabalhar com
um carro ; na ra da Lingoota n. 10; o na mesma
casa so veudem o carros u 4 bois de Irabalbo.
Justino Pcreira de Andrade.
= Roga-se ao Sr. Francisco da Silva Lisboa, an-
gameuie morador nesla provincia, vulgarmente
Mohecido por ico Magro] ou a alguma pessoa do
sua familia, se ello j nao vive, quo se digne dar
.'ligninas informarnos da familia do sen fallecido ir-
idio Thomaz, especialmente do una (Una deslo,
afllliada da annuneiante ; o que pndera dirigir em
carta fechada ao Sr. G. G. l'ozl Office, box n. 2l
Glasgow.
Urna cabra (bicho' com nma cria, desappare-
eeu do aterro da lioa-X isla, ha cinco dias, e julga-
se tortada por ser muilo mansa: quem a livor man-
de levar ao seu dono para litrar-se das coiisoquen-
cias que solfre quem apossa-se do alheio, pois des*
confia-sc quem'seja o ratoneiro.
^= Precisa-so de um pequeo de 10a l anuos,
com alguma pratica de taberna : na ra Imperial
ii. 39.
Precisa-so de una ama d" leilo forra o sem
lilho: na ra da Saudade (bairro da Boa-Vista),
quarla casa terrea com solo, ou na ra da L'uiao,
rasa da Sra. II. Anua l.ins.
Aluga-se ura niulatinliode 12 anuos de idade
para pageui ou outro qualquer serv, o : a tratar
aira/, do S. Goncalo, sobrado de 7 janellas.
Caixciro.
*
SITA EW! SANTO AMARO.
M ii'.b
DB. SABINO O. I.. PIMO. .*;
Conlina a vcndor-.se grande sorlimonlo "j'
y. de medicamentos hoinoopalhjcos tanto em i-Jj
.*. glbulos como em unturas. Xg
' Os preros das carloiras sao os que so **'*
facbam estipulados no final do Ibesouro 1
homeopalhico.
'ICj Cada tubo avulso......lgOOO
Wk Cada vidro de Untura. SgOlK)
?*< Thesouro homeopalhico ou v.ldo-
T v s? dispensavel a lodo pai de familias, 2
^ viajantes etc........11*000 8X5
Precisa-so de urna ama para cnzmliar o eirgoni-
mar : na roa Nova n. 10, loja.
2:000$ de gratificado
No dia 2 de maio pordeu-se desde a rua Imperial
al a rua do Caldereiro um embrulho em papel de
diario contendo 7:6209 em sodulas sendo qualro
ci.ntos-era sedlas de 500/ c o resto em diversas
olas : quem o acliou querondo restiluirlete a rua
do Oueiniado n... a entregar ao Dr. Vicente Pereira
do Regoem son cscriptono ou na do Hospicio
sobrado junto oogjninasioqoo sorgralilicado com
a quaulia cima.
l'rocisa-so de nina ama para o servico de urna
rasado pouca familia : na piara do Corno Sanio
Ira hontem portuguez achando-se
com toda pratica o conhecunentos ne-
cessarios j no bom solo o vigilancia
no Ir.ilamenlo dos dorlos, pralico lias
distribuKoes de remediosedietas, ru-
rolvos de feridas etc., ert., todo se-
gundo as ordens medicas, saliendo
tambera sangrar, tirar denles eappliear
rentosas ludo com perperau e delica-
deza, oslo ta> desoja enipregar de enfer-
[ ineiro era qualquer um eslabelo. imon-
[ to nesta pr.ua ou fo,a dola, dando pro-
i vas do sua conduela o conduiio mo-
| rigerado o sonborque pretender man-
de dirigir a esta lypograplii.i em caita
I fechada comas iniciaos I. E. 1'.. al as
j 11 horas da manhiia do dia li, carta fe-
. chada dizendo o nomo do senhor'com
[_qui.'ra se deve tratar, roa e numero.
a^.*5 tf7b. ^w^r
Precisa-so di-
era Fra de Portas,
um Irabalhador de relina,
roa do Pilar n.
120
No dia cima designado o pelas 10 horas da ma-
ffha o referido agente aulonsado peloSr. Antonio
Jos, de Auneida Cosa, vender os gneros eiis-
toulescm sua taberna, situada no lugar cima de-
clarado enlistando
lili
Gneros notos o qualidades escolhidas todas pro-
prias dosle mercado, ludo em peifeilo oslado a
bom ariiiidcionameiilo.
LILAO
No armazem n. 2 no
caes do Ramos.
Nosie eslabelecimenlo ha as melhores acommodacoos para se iralaiem doenles de qualquer calhe-
goria e soto.
Adiara menor he de2J500, devendo o pagamento ser feilo por quinzeaas adianles.
llavera o maiorzelo ecmpenho ito#hlaraonlo dos doenles os quaes scrc visitados pelo menos
duas tezes por dia pelos mdicos propietarios do ostabelecimeulo.
A CASA HEN1F.R 4 C. aquella que na Exp0sir..vO Universal de 1855, na sereno das industrias
consagradas pharmacia e medicina, obteve a medalha de ouro, designada sol o nonio do ICHALUA
o'nonu : ella se aprsenla pois aos pharmacnuticns e aos commercianles do nosso naiz, com todas as
garantas de nina repntaco de capacidade e honradez a toda a prova.
lio seu ostabelccimnto, o mais considrate! de Pars, a casa.Himf.rfabrica e expede lodosos
arligos, quo sao litis proflsso do pharmaceutico e do medico. Podc-se julgar da cxlenso dos seus
negocios e dos serricos que ella deve proslar, melhor que qualquer oulro cslaholocimeiilo, pelo quadru
dos diversos captulos dos seus procos correntes gerocs, litro excessivamenre ulil aos pliarmaceulicos
e todas as pessoas que se occupain do sriencias.
Siibslaucias naturaes drogas)
P6s medicinaos;
Jicinacs;
Proparai oes pharmaceuticas;
Productos chimicos medcinac:
Plaas medicinaos;
Medicamentos espociaes c de patente :
l'ioparacoes homcopathicas;
Utensilios o apparelho do chfmica ;
T.aboralorios de chimica j moulados;
Instrumentos de cirurgia :
Instriiuientos decOsuthonc vulcanisado ;
Machinas para fabricar aguas gazezas ;
Inslrumentos de physica e do preciso ;
Holulos o rnalos para pharmacia ;
Balaucas de servico, do luxoe de analyse chimica ;
Vasis'de vidro, cryslal e porcelana.
IAytos de medicina Ac \na\*macia c Ac seiencias.
A CASA MENIER responde a qnaesqoer informaroes que so lhc peram. F.ncarrega-se de fazer
lodasasdospo/as al ao porto do embarque (transportes, despezas de segur etc.,] quando se lhc fac
qualquer encnmnieiula do producios necessarlo mandar ao raesmo lempo urna elra do tal valor ap-
|iro\iinalivamoule ou indicar em Franca buna Europa, nina casa encarregada de pagar ou do servir do
garanlia, os producios devendo ser pagos em Paris, as despezas de cambio sao ao cargo dos coniiuot-
tentes.
Todas as cncommendas detcm ser fcitas a casa UEBlBa & C." n. 37, na Sniilc Croix de la Urce
son nfre, era Pars.
DENTISTA DE PARS.
ii. 17.
ArrcniTa-se
um sitio com e.xceilcnte casa de
vivenda no lugar da Torro margem do rioCapiha-
libo confronte estrada do Manguinlio, cuja rasa
alera de sor edificada cora muittl goslo e ser colloca-
ila eni um ponto de vista agradavel linio por dola
avistar-se todas as casas da Capnnga, Passagem o
Ponte de OchAa, contera 4salas do 110 palmos qua-
dradoscada nma, sondo aforradas do rico ppele
0 lodo de estuque, 11 quartos, sendo 5 forrados de
papel o o ledo de estuque, cozinha lora, bstanle
espacoso, eocheira para carros, quartos de cria-
do o do prelos, estribara para 0 ravallos, casa para
gallinbeiro e animaos domeslicos, 2 cacimbas, u'iia
com excelleule agua do beber, oulra com bomba,
da qual deita agua para a casa de banho que Uva ao
pe, jardim cojm liguras o jarros de louca linos, mu-
rado na frenl com portao de forro, baixade eapim
que sustenta annual dous cawillos, pomar de laran-
geiras, soleras edeumhigo, alm de outras fruc-
leirasdo paiz : os pretendentes dirijam-so ao aterro
da Boa-Vista i. 2, segundo andar.
= Lavara- o o ehfcilam-se chapeos do palha de
ludas asqual dados, e se piem na ultima moda, o
tambora se fi sein chapeos de seda e enfeites para
cabello: quim prolondor. dirija-se ao aterro da
Boa-Vista, lo a de trastes n. 27.
RiU Lucia de Castro Fensera, Francisco
l.nrio de Castro, Augusto Elisio de Castro
Fonseoa, loaquim da Fonseca silva o suas
manas agradcelo cordialmente a ledas as
p.issoas .uo s. dignaram assislir as exequias
.le seo mui presado esposo sogro o pai .Ma-
nuel ila Ponseca Silva, no dia 1 do maio, e
coni idaui a lodos os seus amigos, assim romo
os do tinado para ouvirem no dia 0 do cor-
relo polas 5 horas da manhaa ulna missa
polo ivpouso eterno do sua alma na igreja de
Santa Hila de Cassia.
I ni eaiveiro que so acha arrumado deseja mudar
le arrumarn, a pessoa que o pretender annuncin
noreste Diario que se dir o motivo o )unla-
:ui alo para Halar, islo pira lahcna Ou padaiia.
Precisa-s.' de uinj^arrocotro para trabalhar
ora iiiuacarroe.i. iio piteo do Tarnio n. 3, por ci-
ma da botica.
O abaivo assignado faz
ciento ao publico em como o
Sr. Flix Francisco de Souza
Magalhaes achanse cncarrega-
do de seus negocios e compe-
Leut para receber quaesquer
(fuantias^ seus devedores, e
aproveita a oceasio para agra-
decer ao niesmo senhor o inte-
resse que toinou na gerencia de
sua casa durante A mezes que a
exereeu, por carta (pie Ihe diri-
gi do reino de Portugal.
Joaquirn .los de Oliveira.
Tasso Irmos avisam aos
scus freguezes (pie conlinuam
a estar bem supridos com as
farinhas de Trieste das marcas
SSSF
Fontana
E printeira qualidade
assim tarabem das melhores de
UiclunoMil
Galego | Odance
Haxall | Culnmbia.
& llesencalh.
Rem como farinhas de Nova
OileanseCbarlestown tanto ex
Iras como superlinas.
Gorrci freguezes a pechin-
cha antes que se acabe.
Ccnto de ceblas de Lislioa a i.*, titn-
bemdo Kio Grande (jue o prer-) s a
vista dos freguezes.
Precisa-so de una ama escrata on forra para o
servirn p.irln-ular do urna casa de pouca familia :
quera a liver pode dirigir-so a rua estrella do Ro-
sario n. 28,segundo andar.
=z Pri'cisa-se de urna ama que saibahem cozi-
nhar, para casa do honiem sollciro: a tratar na
rua do (.racimado n. !U, loja.
COMPANHIA
ALLIANCE
EsUitii'.Iccida era Lonilrcs
CAPITAL
Clneo mVWiocs de libras
csterWnas.
Saundors Itrolhers A C lem a honra de informar
ais Srs. negociantes, proprielarios de casas, na
quem mais couvier, que esto plenamente autorisa-
dos pela dita enmpanhia para eflerluar segaros so-
bro odilicios de lijlo c podra, cohertos de telha o
igualmente sobro os objeclos que coulivorem os mes-
nios odilicios, quer consista cni mobila ou em fa/on-
das de qualquer qualidade.
Utenco.
Caixeiro.
QinU\-lV\ra 5 do correnle.
PELO AGENTE
PESTAA.
No lugar e dia acama designado o polas 10 ho-
ras da manhaa o referido agente vender sein re-
serva de preco :
1 rico o elegante adorero do brilhanles.
1 rica secretario do mogn.
1 dita do amarollo.
Diversas ojrleiras de nina e duas faces.
Lavatorio^, camas france/as, ditas do armarn.
Guarda louoas, armarios, estantes.
Commodas, espelhos, mesas, s..fs, marquesas.
Hologios e oulros mullos objeclos.
Urna negra morado bonita figura prnpna para to-
dos serviros do urna casa e um negro de nieia
id.iiie proprio para servi.-o do campo.
Na mesma eeeaswu vender una pono de barris
equarlolas va/ias.
Cl(e\tllCl.
Avisos diversos.
ririirgio denlisla, com pratica de seis annos no Rio de Janeiro o Iros na Baha, alem do|que na sua r-
cenle viagem a Franca praticou dous annos como ajudanle nos gabinetes dos primeiros dentistas do Pa-
rs; o enriquecido dos aporieroamontos o descoberlas mais modernas que se lera feilo, lora a honra de
.uiiiiiniiar ao respeilavujAluslradu publico quo oraba de chegar a osla cidade aonde piolen.le livar a
sua residencia o {.ralicaa^BliS as opera, nos da sua arlo, taos como lirapar, limar, chumbar c tirar .i. li-
tes, Iraball.....slo que e.xnWa_cnm summa habilidad.;. Chumba denles comOCltt PURO quando o per-
muten! o oslado o a conformacloda caria, o nos mais casos eiuprega urna nova coraposioo branca como
o denlo, (azendo corno com elle, com a qual arhumbagem sr taz sem pressonejm dona, e que nunca
se ollera nem muda de Cor. Colloca denlos arliliciaes com perfoi.o at bojo dosconhi'oida nesla cidade
osquaes irailain lamboni os naturaes que nao se podom dill'orenrar e preenchomwdos osseuslins, lan-
o para a falla o a masligaco como para comporas foieoes do rosto. Porisso, ju!ga-se eslar em cir-
cunislan iasdo atlrahir o merecer conlianea, o convida'as pessoas entendidas a iguaiem-so honra-lo
rom a sua visita para se rniivencerora da superioridado ilo son. Irabalbo.
Acba-so no seu gabinete lodos os dias das8 horas da niaulia at ao raeiodM COJl CEP.TF./.A, e
al as i da tardo quando nao liver dcircni casas particulares.
AluiiM-se um mude sitio na estrada
dos ARicloij, com miiitus IVutciras, laran-
jeiras, co(|cpos, fiucla-pio, ele, com
pi-opoi-ces!paca/laurceas de IcHc, a
ir;iiai- nesla lyMgraBhiaM comAnUuiio
"' so iantcii'o na rua na l'raia.
assignado, locaiorlo do trapicho do
ralo a quera couvier, que os pipas de
do oulro qualquer liquido que nao
ladas no mesmo trapicho, pagaro
I por pipa.'
los Maria Fernandos Thomaz.
m predio nesla prara.quu rondo mais
do 1:0008, por um engenho, vollando-se ooxcedon-
niitnla-se na rua da Guia n. l,
Compras.
da Cosa Ib
O abaivo
Ramos, fa/. sei
agurdente ou
(orem arma/..
por descarga 1
c se merecer
segundo andar
Precisa-
na povoaro ilo Monleiro
Marinado Freir na mesma.
;
ile
um caiseiro para urna taberna
a Iralar cora Nicolao
; t v i { *

V"
DErtTISTA FRANCEZ.
^j PBDRAS PRECIOSAS,
<\ Adereces do brilhan-
' los, diamantes o pendas,
2 pulcoiras, allineles, brin-
o eos e rosetas, ln.ir.es o
aunis de diucrcutes gos-
AiDLVIlTE
OIIUO F. PK.VTA.
RUADO CA
llecebem
j los o do diversas podras '_ ynpon'S (]
.; do valor. W .
I-oja de onrivos
A'N.,7.
todos os
Segu comlbretidadc o hiate Correio do Norte
recebo carga i frele c passageiros: a tratar con!
t.aelann Cjria o da C. M., ao lado do Corpo Santo
o. 25, prinicin andar.
Ha
anhad e Para.
O tnleiro o i creditado brigue escuna Graciosa,
capitaoe pralu > JoaoJosdo Souza, sabe na pre-
sente semana ior ter a maior parto da carga
prompta, para pouca que lhc falta Irala-se com
os consignatari isAlmeida Gomes, Altes & C. rua
da Cruzo. 27.
~ ceabA
Segu para o >ara al o dia C do corrento o bom
conhocido e te e*o patacho llora Jess, por j
Ir dous tercos de sua carga a bordo : para o reslo
trata-se na rua da Madre de Dos n. i.
iiiiFiim
a
A viuva Jane, dentista lem a honra de avisar ao
respeiiavel publico, que continua a por dnlcs arli-
liciaes do porcelana, assim como lamboni lira as
capas dos naturaes, que tanto damnifican! os den-
tere cooperara para o mo hlito da bocea, nao
sendo liradas ; calsa OS dantos forados com ouro,
rala, metal branco omaaso adamantina da de me-
lhor qualidade. A annuneiante aasetera a indas
as pessoas que so quizeroni ulilisar do sons serv-
ros com especialidad!! assenhoras que den'in pre-
ferir s.r tratados por oolra senhora pola maior de-
licadeza no Irabalbo o mono- acinliameiilo que
natural experimenten! que dispoe dos melhores
o mais perfeilos inslrumi utos para o seu Irabalbo,
e nao exige paga alguma nao litando os denles
lo bem poslos qoo nao so pussara difTerencar dos
proprios naturaes : na rua de Sauta Hila n.CJ.
Gratilicacao
Perdeu-se da rua da Cruz do Recife al a ruado
Forte, 3 chutes seguras por urna iicqueua enrente
de prata : quera as achou, qnerendo leva-las diU)
rua da Cruz, armazem n. 7, ser generosamente
grlicadn.
J. II. Decker, na rua eslreila do Rosario, em
casa do Ilr. Aulran n. 30, primeiru andar, entina
em sua casa o em casas particulares as liuguas o
seiencias seguintes.- francez, inglez, lalim, alle-
mo, hollaudez e grego, geogaaphia e outras seien-
cias.
,j Compram, vendem, nu
< Irorara piala, ouro, bri-
<< lliantes, diamantea e pe-
rolas, e unirs quaesquer '
obras do raa
gosto twito de FrancjA
como de Lisboa, as quaes
2j.iiasdevaior,auinhe-c vendem por jn-eoocom-
<; ros ou unr obras. h* f i ** .^.
^TTTTT"
rTT^. modo como coslnmam.
-.) Adereoos completos do .
*j ouro, nietos ditos, pul- )
"2 coiras, allineles, brincos
J o rosetas, rnrdoes, tr.in- '...
< soliiis, medalha, cornil-
linOpa aS ,,,s p enfpiles pira rolo- ''
. 1 gio e oulros miiilos ob-
moderno H jnos de ou.
3 Apparelbos coniplelos
2 do prata para cha, ban-
2 dejas, salvas, casliraos,
3 culher'eS dfe sopa o o'b o
! muitosoulrosobjeclj-.I
" prata.
urrTrrrrrtxrrrr'
X
DE BANHO
Neste proreitoso eslabelecimenlo, que pelos nnros melhoramentns feitns acha-se contenienlo-
menlo montado, far-se-liao tambem do 1" de notembro em tanle, conlralns mensaes para maior com-
raodidadeeoconomia do publico de quera os proprielarios esperara a romuneracio de l.inloo sacrilic
Assignatura de banhos fros para urna pessoa por mez.....' 1"->II(HI .
mornos, de choque ou ehiiviscos por mea 1^*000
Series de carlOes o banhos avulsos aos po-os annunrindos.
fita.
O abaixo assignado declara no respeiiavel pu-
blico o parlicolermenle ao corpo do commercio,
que cumprou ao Sr. Diogo Jos da Costa Fot a
taberna sila na Iravcssa do paleo do I'araizo n. 18,
livre o desembaracada'de todos os onus, os dbitos
a quem a mesma estoja obrigada : por isso quera
se julgar rom dimito mesma taberna, aprsenle
scus documentos no prazo de Iros dias, ao dloSr.
Fonlcs. llecifc 3 do maio do 1S59.
Custodio ColUira l'creirn Jnior.
= No dia 5 do correnle niez, pelas 10 horas da
manhiia, se bao de arremalar por venda, em praca
pol.lira, que ter lugar lias lojas ns. 1, :l e 5 da
piara da Independcnria, as fazendas e miudezas
eiisiontes as dalas lojas, perlenrentes a heranca
do Uado .los Jnaquim Horgosde Castro, pclojuiio
municipal da 1.* vara, escrivao Baplista.
_ Ollerece-se um rapez para eaixeiro e cob
^a ou iiicsinii do baleo de qualquer estbelecin
bran-
..nion-
to, o qual lem pratica de commercio e da fiador ,.
sua conducta : quem prensar dinjvseurua doJar-
diui ii. 20, ou aniiunrio por esto jornal.
~ O bacharelPedro deAJbvquerquc Antrautcm
aborto o son escriptorio de sdvocacia : as pessoas
quequizerem honra-lo com o patrocinio de suas cau-
sas, podom procura-lo na rua do Quoiniado |,_ 12,
primeiro andar, das 9 horas di manhaa s 3 da
tardo.
Manoel Gomes de Pinho declara que do1."
de maio correle em diante se assignar por Ma-
nuel Jus Comes de Pinho. Keciu I." de maio do
1859.
Joslino Pereira do Andrade, Brnsileiro, va
Eurupu tratar de sua saude.
I I l I .
o^o. Paulo Gaignoii*; denlisla, rua das La- <. Z
- ^ rimgeiras 15. Na nn-ma .asa lem agua e
""" p uentilico.
SEGURO CONTRA F060
NORTUEKN ASSUKA.NCE CMPANY
LONDON.
CAPITAL 1,000,000.
Agente C.l. Ascy c C.
OfTerece condicoes muilo favoraveis c premios
moderados. .
= O Si. lenente-coronel redro Borges de Pa-
rias lem duas carias \ toas do Pora, na rua da Ca-
deia do lenlo 11. 1j, prapiiro andar, e o Sr. Jos
lleiiriques Cordeirn do Castro, una.
= A quem lhe fallar tuna barrica com hacalbn
dirija-se rua llireila n. 7S, quedando oslgnal cor-
lo do nomo que est escriplo no lampo da mesma
barrica, lhe ser entregue, ou o sen importe.
j>,Sr. Beinardino Joaqjjim da Silva tem urna
cada^inria de Portugal : na loja junto ao arco do
Sanlortnlonio.
.'^= Prccisa-e de ura eaixeiro que entenda de
pharmacia : na Indica da rua do Collegio n. 11.
Franqueo Antonio de Abren Pereira relira-se
para Europa a tratar de sua saude.
-: John Clark son Cay, subdito brilauico, retira-1
se para os Estados Luidos.
(I abaixo assignado, estabelccido com confei-
laanarua nova de Santa Hila n. A'i, declara ao
publico o com ospccialidado aos seus freguezes, que
no dia 20 do crrente despedio o seu eaixeiro Joa-
quirn t'.oncalves Guimares, o que, portaulo, dessa
dala nu dante sii oobaixo assignado o compelen-
te para receber o que sclhedever, assim como qoe
nao se responsabilisa por deb!' algum coulrahido
por 011I1 vii, em nonio delle aiinuncianle. Recife
PaTdc maio de 1859.
Jos Alces Guimdrtt e Vanla.
lio sillo do l'.aibalhp, do Jos Czariodo Hel-
io, fiigiu i. esoravo Conrado, erioulo, natural da
tirovincia ii. Para, ...in os signaos --eguintes : alto,
em retinto, usa de bigude, sem sor- as, falla bom
seo corpo 6 do grossura regular : queru o appre-
heuder leve-o ao referido sitio do ltarbalho, ou
casa de ilelenco, que sera recompensado, obrigau-
do-SC scu senhor pelas despezas que su lizooin.
Aviso.
A assislonle Mara Francisca da Cnnccien, que
morava na rua de Horlas, casa 11, 7H, ra'udou-se
para a mesma rua 11. 08, casa que (lea no meio de
dous sobrados.


,. -*>;'-'^t^.v^;.;..^^^^^-:^^ :

*m*?--
Precisa-se de um eaixeiro que lonha pratica do
luja de forragens: a Iralar na loja da ruada Cadeia
do Iloefo n. Ci.
= Precisa-se de1:000jdando-se una prela mo-
ca tii^ i.lado de 2:1 anuos perita rosinbeira, ongoni-
niadeftac coslureia, para seguranca da dita quau-
lia e por Ires mezes: na Boa-Viste na do Sebo nu-
mero ;!.
Malillas Jos Alves de Araujo sub-
dito portusuez vai a Portii";nl tratar de
suasuude edeixa por seus procuradores
durante sua ausencia os Srs. Jos Joa-
quirn lavares de Barros e Manoel Viei-
ra Bernardes.
Precisa-se de urna ama de leite :
na rua do Colicgion. 1 6, primeiro andar.
O abaixo assignado declara em lempo, que 110
dia 21 do mez correnle appareceu em sua propric-
dade a escrava Benedicta, que diz pertcncer a una
viuva da cidade do Beoifc, o pela qual nao se res-
ponsabilisa at que soja procorada. F.ngcnho Pa-
trocino, no Icnno da illa do Passo de Camaragibo
22 de abril de 1859.
Manoel Joaynim Concalces Braneo
Aterro da Boa-Vista n. 5.
Madafce (auliez, modista franceza ha poueoclie-
gada de Paris, tora a honra do provenir ao respei-
iavel publico, quo lem intenoo de oslabeloeer-se
uosta cidade ; por consequencia enearrega-M do
fazer vestidos, chapeos, manteletes, e ludo o mais
que compoe o toilette das senhoras, o assegora fa-
ze-los por menos proco que em oulra qualquer
parte.
Antonio Jos Vicente Alonen faz scienlo ao
publico que inu.Iou seu nomo para Antonio Jos
Vicente Uartha.
O abaixo assignado, rotirando-se para a Eoro-
pa, doa por seus procuradores os Srs. Joo Jos
Rodrigos Mondes, Jonuino Jos Tacarese Joaquim
l'inlo Lapa, os qnaes licam cuenrregados de lodos
os seus negocios. Recife 3 de maio de 1859.
= Um individuo que sei^iropoe a ser criado,
quer de pessoa solleira, quer de familia, podo ser
procurado na rua da Clona da Boa-Vistan. 8.
OlTero -e-so mu inoee (to-li anuos para cai-
xeiro de loja de f.i/eudai. dajO algum lempo em
[uaiil.i nao lem pratica, afianrando-se a roiidurla :
nem quizer dirija-se a rua d Litramcnto n l.
Qualquer pessoa quo quizer fazer negocio com
cinco letras no valor de dfcz cuinos qualro centos o
tantos mil ris, a teucer-se antes de um anuo,
leudo para seguranca a hypolheca em um engenho
e 4 esr rovos, cojo engenho prximo villa do
Agua-1'reta, quoira dirigir-so a rua do Aniorim n.
33, segundo andar, que ah adiar cora quem
tratar.
Offerece-se. um rapaz para eaixeiro de cobran-
cas, que d fiador a sua conduela: quera precisar
aiiiiuncio por esle Diario.
Precisa-so do dous ainassadurcs : na padaiia
do Forte do Mallos.
Aluga-se urna escrava com muilo bom leilo
para criar urna enanca : nacasan. 1 sita no alaga
do Varadouro, em (Huida, junto a ponte, achara
com quera tratar.
O fiscal do municipio de Olinda avisa a quem
contier, que se achara era deposito dous estallos ;
um desde 14 de marco c outro desde 16 de abril
prximo passado, osquaes so achavam soltosd's-
rtMHodo lavouras dos eugenhos Fragoso o Forno da
Cal : quem se julgar com diroilo aos inesnios, sp-
pareca munido de seus documontos e preparados
para o pagamento das despozas, e da respectiva
multa. Olinda 3 do maio de 1859.^0 fiscal,
Malinas Jus da Lapa.
-= Os abaixo assiguados provinem pola ullin
tez aos seus devedores antigos de virom saldar
tscenlas o mais breve pn-sr.'elJto contrario to-
tao de ser lees dividas cobradas jWicialmcnto ; o
qae os abaixo assiguados quorera prevenir para nao
hater desgosios. Vidal i llantos.
Na botica do Sr. Barlliohi'iiro Fr*Uco de
Sooz.1 tem urna carli viuda da l'arainba pora o Sr.
Dr. Framisro l. is le s ,u.m lian.' !.
;as Na suxla-loira da p.iixo, um aioo que aeom-
panboo a procissao de iriumpho, per leu um banco
nato com l.ibvriulh.) em roda, e com as seguints
iniciaos I*. 'I. i*. C. : pede-so a quem o achou, quei-
ra leta-ln a na do Queimadn, loja de miudezas n.
C:, que sera recompensado.
Precisa-ap na urna ama para o serv, o de pou-
ca familia : na rua Direita u. 8, primeiro andar.
_ Em Olinda se niuga urna rasa dr sobrado do
um andar na rua de Malinas Ferreira : a tratar rom
o sen proprietario, uo Recife, rua da Mocda, arma-
zem n. da lianoel Marques deOUteira.
=; Envernisa-so mobilia muito em coala': no
pleo do Canil) n. 14.
--
Compram-so peridicos a HgiOO a arroba : na
esquina da rua do Horlas nS, taberna.
=s Compram-sc, na rua Nova n. 22, moedas de
ouro portuguezas ou brasileiras,
Compra-se.
Compra-se urna carrora para ura bni, ime estoja
era bom uso ou mesmo nova e que soja do virar :
na rua Oirelta n. 70, esquina do boceo dos Pecados
Moraos.
Vendas.
Na loj de miudezas de Joo Augusto, no
aterro da "Boa-Vista n. 38, vende-so um ptimo bi-
nculo de vistas, por prcro commodo.
Banha fle porco.
Da mais superior que se pode enrontrar hoje no
mercado a 5011 rs. a libra, om barril a 410 : nn ta-
berna da rua Imperial n. I!9.
Vende-so un esoravo coznheiro, tindo do
nuil'' no ultimo vapor : na rua Direitan. 06.
AS80RS.
12)
Cassas finas francezas. estampadas com notos
desenhos, chegadas reccnlomonte do Pars : no
aterro da Boa-Vista, lojas ns. 54 c 58.
MACHINAS DE COSEB.
Vendem-so om casa de S. P. Johnslon & C,
agentes dos fabricantes americanos Grover 4 Baker,
na da Seala Nova n. 42.
Vende-sc urna porco de saceos ttsios qoe.
foram de carnauba, muito proprios para armazena-
rios de assucar, o pol proco muito commodo : os
pretendentes podom dirigir-so a roa Direila n. 06,
lujado ferragen, que acharo com quem Iralar.
Navalhas para
barba.
Vcndom-se as melhores navalhas para barba,
que lem vindo a esto mercado, c por un prero.
muilo razoavol : na loja de harbeiro, na rua estrel-
la do Bosario n. 3.
= Vendo-so urna porro do trates de 25 e 30
palmos : na rua da Gloria n. 3.
Novidadc no mercado.
F.xcellenles presuntos inglezes para fiambre a 0(0
l libra : vendem-so no armazem de I.ulz AonesJa-
roino, no largo da alfandega n. 7.
Balancas decimaes
Na loja de forragens da rua da Cadeia do Beclfe,
de Vidal A Bastos, cxislem blanrasde.-iinaes, mui-
to proprias para armazem de assocar, o redem-se
por prORO c.iniiiiodo.
Manuel Femando* da Cosa tem para vender
na rua da Son/ala n. 13C, una boa armaran propria
para qualquer oslabolecimonlo, assim "como um
bom braco do batanea Bomo cora poso de nioia
quilla a nma arrolla, lies tornos de medidas de
folba, um dito do medidas da pao, o urna balan.'.t
(rancoza nova.
.1 Vendo-ae nma porco de rolos de ntadoira do
Mpoiba para Liniau.us : a rua Imperial, no ulliui.i
ir armai'i ni de sal.
PM-ETOTS.
Vendem-ao paletols de brim de puro linho, brin-
cos o pardos a y}: na rua do Ouoimado n. 22. loia
da Boa P6.
Allenco.
'sai .i do Viga o n. 211 ha para vender volas fio
latibannrae docouiposi.''i, sondo do todos os
lai .'iJm^e mais Barato pie om nutra qualquer
HAM.
VenJe-Je um bom jimuo d;: Torina |>er-
pendtcular, do .icn>.lit.ido autor Bloudcl
Coja qualidade muilo conheci Ja por su-
do* que vende o Sr. Wigaex a qiioiu fui
comprado : a tratar na ru i do CUegrO
caa de lcilef.



Aviso aos scnhores do
engenho.
Correntes Dar almanjarra, techadoras pora pasa
lo purgar, foles para ferreiro, safras, tornos para
forreiro, espumadeiras, passadeitas de forro galva-
nisado para engenho, onxodasertrtugueras i-airadas
do aro, ditas azuladas americanas lambem d ac
ferro suisso, aro de milao, Urnas do todas'** quaii-
dades, ferramenla cnmpleta' para tonoelro, o min-
ios outros artigos do ferragens, po s*vedcni por
commodo preco : na laja de ferrogeos de \ i.lal A
Bastos, roa da Cadeia do Recite.
Camas de ferro.
As melbores camas do forro que tom viudo ao
mercado, tanto para solloiro como para casados
Diario de Pcrnambuco.Quinta feira ;> (ieMaiodel859.
>-ilil\ 1 ti bU lil.t II
4 l Bastos.
TACHAS
BRACOS DE ROMJj) I Bonets para meni-
para batanea. nnc
Bracos de Romiiopara batanea*debalean bracos! llvISa
^"doarPaa^os3'' ^TnCOrrP'',CJ ' Terifc"oh dotoSSES m 75 2" ?" P"* tac*, ricamente rnfeitadoa, pelo barafiasl- '
irrogeos de Vidal & Bastos. moprci.0 dp 4|_ dilos ,,,. velludo wiito superiores
tanraam entintados a 65 : na na do OtiohOado n
22, loja da lloa F.
Manguitos de fil.
Vondem-se manguitos de fil do linbo nniitl li-
no, ricamente bordados a 5; o par; a ellos, qno
sao poneos ; na ra do Ouoimado n. 22, na loja
da Boa F.
. dMDiuLMiDismr.
Ricas gollas do lit de tintn niuito largas p bor-
dadas, rom limito gosto, pelo modiro preio de
1S2II cada urna, eslo-so acabando : na ra do ;
Queimado n. 22, na toja daBoaF.
ccoHomicsnmoricaiias.
\endem-so escaas de todos os lamanhos, e por
proco commodo : na loja do ferragens da roa da
Cadeia do Recite de Vidal i: Bastos.
Guarda comida.
Guarda comidas, redondas, qundradas, de lodos
Grande sortimento de fa-
YJ\OYainveDfO aperleifOada zendas prctas proprias
da quaresma.
DE
. Bandees ou almofadas
vendem-se no ruada Cadeia do Recite, loja de fer-, "s lamanhos, lampas para pratos, do ai
ragens de Vid*! A Bastos. tal, facas c garios de marflm, nniconic, metal, via-
I u. bfalo, e ac de todas as qualidades, encarlas,
, pauellas, frigideiras, assadoiras, chalonas, p'anellas
I pora cozinhar peixe, tornos francezes para assados,
i vassouras para varrer solos de cabello e palha ;
' bem como muitos outros artigos para uso domes-
tico : vendem-so na loia de terragous de Vidal &
w. ft.,.irtS ~ < V "asios, ra da Cadeia do Recite.
iva funuicao de ferro de D. r..i.^u- u ?
W.Bonun, na ra do Brun., r'?^l!^^?^|*! Crma Para Pentca<,0 <>
ha poro vender mndapolao fidO rom pequeo loque D0I) 11A 1*1 S
deavarian4e4$50()opooa, algodao branco com' ,, OCHIIUias.
10 varas a 2, 2J40 c 3$500 a peca. "a loja de Lcitc 4 Irmo. na ra da Cadeia do
MACHINISMO
r*M : ra lavar roupa: em casa de S. P
ton & C. ra da Senzala n. 42.
Moinhos pandes para
[\. 19.
Ra do Qucimado,
Ricas sabidas de baile proprias pora o llieotro,
Vondem so moinhos grandes rom roda pora moer os mais lindas qnoVm viudo, chales do raohomi-
j caf, bem como de militas nutras qualidades, e ', ra estampados coni lislras de seda, dilos de merino
proprios para rasas parlieolnros, por rommodo pro- : bordados a velludo, dilos lisos milito linos, galli-
na ma da Cadeia do Recito, loja de ferragons, olas de lllde linho ,1 1J, I$500 o ij, Manguilns
do Vidala lia
passaiulo o chafari/., continua a
haver um completo sortimento
de taohasde ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bica,
as quaes se acham a venda por
preco commodo e cora promp-
tidao, embarcao-se ou uarre-
gao-seem carro, sem despezas
ao comprador.
Loja das seis portas
Vestidos de grosdenaple prole
hallados bordado a velludo. .
rolo com
F.M
Frente do Livramcn1 to.
Grosdenaple preto para todos os procos, mantas
prelas de linbo rom bordados de seda, ludas de so-
rd.nlas a
neos de
sas fran-
hranros
Ditos ditos preto com babados borda-
dos a soda.........
Ditos dilos decoros e branros. .
Dilos de eambroio bordados 00 lodo .
Velludo proloo melhor possivel, co-
Arados americanos e machinas pa-'Grosdonoplespreto'liso,'covodo 160
Johns- .a............
Dilo preto lavrado, corado 2{ o .
Selim prelo macan, royado 2$8O0 a .
rv \cnde-se superior ltnha de algodo, brances e Sarja preta liespanlmla, corado 2$ a
\.i fiMwi;,.,,, .1 "_____*- ..i,;.. n i <*s, em nojello, para costura: om casa de Grosdenaple liso de todas as cores, eo-
lia III 11(11( ;iO (le ICri'O (JO Cll^CIIIICirO Ua Soulhall. Mellor & C. ruado Torres n. 38. vado.
vid W. liowman, na ra
da prelas poro senhoro a la, gollinlias b
o 1>. ditas linas a l.sWH), manguitos a :i;,
soda branjros e encarnados a 800 rs., cam
cozas brancas o de coros linas a 2$, paleto!
de bramante lino a 5J, dilos de hriiu pardo a 33,
dilos de alpaca pretos a 4 o 59, ditos doToasemira
do cores a 5g, ditos de fuslao do cores a 51: a loja
est aberha das 6 horas da manhaa s 9 jila noile.
Frinha de trigo
SSSF.
Fernandos & Filhns tom superior farinha de Iri-
go da marca SSSFxhegada antes do hoitlem que
vendonJ a prero milito em eonta no s.^u rmazom
ni3 da fadeia n. :f. becco da Madre do Ueds 11. 12,
Calcado superior c barato.
Kua Uireita n. 45.
Bor7.efjnins da trra de a 7)1,
o\>tk boa a 5J600
Corzfguins tle senliora (Jt.Iy). 'i.sSOO
Ditaj de hometn. 8.s'80(l
Sapatosde-trancinha. IjbOO
(MUEN
Ao barato, i
i 0 Prejaiira est Qneiitiantlo.
N^ roa do Queimndn ji. 2, esquina do becco do
Peni! Frito ten o Prnguica para vender por bara-
tissiino prero um completo sortimento defa/endas
beh como sejm corles de rassa e seda de lindis-
simps gostos a CgSIKI cada um, ditos de laa1 o seda
do lindissinios goslos e superior quolidade a 7J ro-
da um, cortes de enmbraia branca com salpicas a
3g5tM, ditos de dita com llores de coras a 3*100,
gangas meseladasde padroes e superior quolidade
a 540 o rovado ; ahitas escuras o claras dio cores
ixas a 160, 180, 2tKI e 240 reis o corado, camhraias
adamascadas para cortinados de camas, pecas de
20 varas a US cada una, grvalas prctas e decores
com molas limito linas a NH) e IjlKXL ditas sem
ellas a 800 o 1g cada nina, ditas rom %iol.is milito
tinas a 1JC00, lencos de seda rom algun onfeilo
a isIMI reis cada um, grosdenaple de cor do boa
qnalidade a IgHOll o rovado ; corles de ciseniira
lina i lij, dilos do meia casemira a 2g, dilos do di-
la mais Pa a 2JJ0H0 cada un,corles de Inin ile li-
nho a 1J700 rada um, corles de gorguro pata rol-
lles a agrada um, dilo de merino bordados de
lindos goslos 4g500, dilos de casemira preta borda-
dos.! 3g800cadaum, cambroias lisas de 8 i-aras a
3g5O0,4MSi00, -ISSO0 o 5g500 a poca, dtlas lapa-
das com 10 raras a g, 48500, S800,Dg500 e 7g2lH)
a pera, corles de orgaudys, fazenda muilo largor
lina a2g600, alpaca preta rom G palmos de largura,
protiria poro somarras e capas de padres a 800 reis,
chales de laa tinos com liana matizada a 4g00,di-
tos do merino lisos o 48801), dilos de dilo bordados
[200 cada um, lencos blancos com horra (de cor
a lUOe 140 reis cada um, chitas francesas para cu-
bera, a 240 reis o corado, hiiin hranco de lijlra de
puro linlio a 800 reis a vara, dilo de lindsimos
goslus e superior qualidade a ljMO a vara, dito
brauco mnilci lino a 1g280 e lgtOO a vara, bassas
decores de lindisslmos goslos a 360 o 400 rs. a
vara, imisselina de coros a 320 o rovado, dita en-
cornada a_220 o corado, casemira prela a 2?, 2g200,
2gl00,3g500 e4g o corado, panno Uno azul e cor
de rap de superior qualidade a 5g o cavado, dilo
preio a 28800, 3g50O, 4g. 45800, 5 e 5J500 o co-
rado, alpacas de seda de superior qualidade a MMI
rs. o cavado, rolos de bretanlia rom 10 vara- n 2g,
aloalhado largo muilo lino com bonitos lavores a
1g28>.l a vara, luras de lio de Escocia brancas o de
cores a 320 o par, condignas napolitanas rilas e
autos de quodros a 360 o varo, ou 220 o rovado,
riscadinhoa fronrezes de quodros a 180 o corado,
bramante minio largo a 2i00ocovado, velbuliuas
do todas as coros a 720 o rovado, nioias rruas para
hosMOral60, WO, :IWI e 400 rs. o par, dilas paro
senhoros, de todas as qualidedos, paletols de alpa-
ca prela a 58, dilos de meia casemira a 88, dilos
de pannos prelns e de cores a lOg, loras de seda
para senhora a 1J200 o par, ditas de seda bordadas
de indos goslos a 2g200 o par, merino selim de
lodos as cores a 720 o eovado. e unirs militas ta-
zemlas que se deixam do mencionar, e se venjorao
por barolissimos piceos; e se doran amostras ,C(/m
penhnres
Milho novo :i 10S o sacro.
Vendem-se soceos muito grandes de superior
milho, livre de bicho, lauto om poreoes, como em
sarco : na ra do Vigario 11. 6.
AGENCIA.
FlMDICJlO LOW-HOW,
Kua da Senzala $ova n. 42.
Neste estabelecimenlo continua a haver um com-
plelo sorlimenlo de moendas e meias moendas para
eugonho, machinas de vapor e la ivas de ferro bati-
do e roado. de lodos os lamanhos para dito.
Esparlilhoi lrancezes de nova
invencao
Vendem-se espartilhos francezes de molas e car-
relc, o melhor que se pode onconlfar neslo gene-
ro, na bemfeilroia e na cominodidadc, a qnem usar
driles, neto haralissinio prero de. 69, 7 e 89. Estes
espartilhos sao chegados no ullimo navio bancez,
e s se oiiconlram na roa do Ouoimado, na bei co-
ndecida loja de wiudezas da lloa Fama n. 33.
Gomes, Alves k C.:'
VENDEM NO SEU ARMAZEM
Sf RA DA CRUZ %J
CHAPEOS de feltro sonidos, da fabrica acrcditid
de.Carvalho Pinto, do Rio de Janeiro.
SABAO (fts fabricas do Rio de Janeiro.
VINIIO de champagne de superior qualidade.
SALVAS bandeaos e outras obras de prala.
Hecousa muito boa.
Vende-se a yerdadeira pomada para Ungir eo
bellos, polo barato proco de la a caiiinha, coro es-
covinha pmpria ; tamhem se vende massa para
aliar naval has a 320 : na ra do Ouoimado, no bem
do Brum, passando o chafariz.
lia sempre um grande sortimento dos segninles
objectos de mecanismos proprios pora engenhos, a
a saber : moendas e meias moendas da mais mo-
derna coiislrurcan ; lachas do forro fundido o bali-
do, de superior qualidade e de lodos os tamanhos ;
rodas dentadas para agua ou animaos, de todas .13
propon-oes ; orives o borra de fornallia o registros,
do boeiro, aguilhes, bron/es, parafu/os e cavi-
Ihoes, moinhosdo mandioca, etc. ele.
NA MESMA FUNDICO
so ovecnlao Indas as encomniendas com a superio-
ridade j condecida com a devida presteza e com-
modidade em croco.
Camisas nglczas.
Vendem-se superiores camisas ingle-
zas : na ruado Collegio loja n. o.
Enfeites pretos e de cores
comvidrillios...
Hilo de quadrinhos miudos, covodo .
Dilo hranco larrado, rovado 1g200 o
Dilo de cores o preto com 4 palmos
de largura.........
Belleza da China c mauritana do seda,
corado..........
Follar de Paris e clialy de flores, eo-
vado...........
Popelina de seda c duqif**a de flores,
corado.
Na loja d'aguia branca aeharao as senhoros de
bnm gasto um lindo o novo sorlimenlo de. enfeites
pretos o de cores com vidrilhos e de mui bonitos
desenlias aos baratissimos prergs de 4, 5 e 6: na Frondelina o barege de seda, corado,
ra do Oueimado, loja de miudezas d'aguia branca Meto relludn prolo e do cores, eovado
n- VelbutUh decores c prela, eovado
Bonets ricos para meninos %ofS?,cr.cbra!e.C8,:um,.C:
Vendem-se bonels de panno muito finos e de Pan"". Pf"'1" ^ .le cor lino prora de
velludo o melhor que se podo encontrar, lano mis
limai
vado 3g500 a
como outros ricamente enfeilados tiara meninos Iaon'.'ra preta selim, eovado IJWW a
pelo haralissimo proco de 4 e Gg cada um na ra %'
do Ouoimado," na tieni couhecida loja de miudezas
da Boa Fama n. 33. *
Chapeos enfeilados.
Tom na ru'i do Ouoimado, loja de 4 portas n. 37,
lodo sorlimenlo de chapeos Dar meninas, de seda o
de palha ricamente enfeilados, dilos para senhora,
'- palha o do folleo, enfeites de froco para 3$500e
Relodos.
Voiidem-sorologiosdeouroinglezesdep
no armazem de Anguslo C. de Abreu. ra da Ca- V^attSa?C Snhc- 57fc^SSa"! ^"C08 lahyrinlho linns de 1g a
M, do Uecife 30. 1&.VSSSSS JTS^ d' Seda K di^SO I *%? r^SLfia!?" "'""
O Leite & lnnao continuara.a E"*!^'*'^^
Arlandvs d*iiovosdesenhoslinas,vara,
t'.assas iraneexas linas, vara. .
Montas de bloml pelos o brancas. .
Hilas do I tu 111 > o mais rico possivel.
Chales de merino lisos de cor o pretos
Hilos ile dilo estampados de 3$ a
Hilos de dilo franja de seda .
Dilos de dito bordados a seda c a vel-
ludo..
S

8
535OO
2SGO0
2-tiOO
58000
900
ISsnii
18500
2J500
tf500
18100
1S000
ono
tu id
1S2S1I
7U0
340
78500
SjSOO
SIKK)
m
Com loque
de avaria.
Eslnpa larga propria para cubrir ranos o 1G0 rs.
vara, pecas de chitas linos de lislras escores ale-
gres, dtlas de dilas do gaz : veiidein-se na ra do
Crespo, loja da esquina que volla para a ra da
Cadeia.
= Vendem-se 2 bois proprios poro carro da al-
fandega : em. Santo Amaro, 00 p da fuudicao. ta-
berna de Jos Jaciulho de Carvalho.
Arreios para carro.
Ilenry Forster & C. tom osrollenlos arreios pro-
prios para carro : na roa do trapiche.
Una Direita u. 17.
Na fabrica do espirilos de Jos Joaquim l.ima
Bairao, na roa Uireita n. 17, ha conslanlenionle
espirilos de todos as qualidades para bem servir a
seos freguozes, e sempre quanlidades promplas
para embarques, e que se garante a boa quolidade
e acondiciona mrnto.
de eambraia aiuii
. lino e lai^o,
linos, lir.-iiu.iuli' di- Imli.i muilo
piin-
n.
&m SHHSlRlSS
Acabam do (hogar as iih'lloiros poneiras que ten,
viudo ao mercado, tanto de aromo amarello cono
gahanisado, o de lodos ns lmanle : vendem-so
por prero rommodo, na roa da Cadeia, loja de lor-
ragansde ^ ida) A Bastos.
= Vendi'ui-so atacado on a retalho Iraves, on-
eliames de 21 a 60palmos de cumplido com lia 7
pnllcgodos, do qualidades, e muilo em conta; as-
sim como um mnlci|(|t rrioiilo de lli anuos,; a Ira-
lar na ra do CrospCn. 10, lerreiro andar.
ufflinssii*.
No armazem de fazendasda ra
do Qucimado n. 19.
Modopnlao lino de jarda com um pequeo delei-
to, cendo as pecas de ll jardas a 8m00. 9 a 9J500,
oslo laseada menos da melado de sen valor, es-
ta-se ai-aliando, lencinhos para meninas o meninos
o SO rs. cada un, ditos de cambala pora algibeira a
S a du/ia.
Manguitos para senhoras o rae-
ninas.
Manguitos bordados do eambraia fina transparen-
te, poro senhoros o meninas, pelos baratissimos
procos do 13 e IsfilII o par, peeinbas deeolremeio
de mui bonitos bordados o 160l): no ra do Quei-
inado, nos qualro calilos, loja da aguia branca
n. 16.
franco/ haralo pora homem,
na toja de Nabueu & C. no ra
Cognac.
4$800
isso*
CSOWI
s
1S800
8
monos que en, onlro qualqiier parte assim os re- i ""J^ ,""' ,'"""" '""- Pr0,;l
giiozes lenham a bondade de comprar ; lambem so rp ,..' .^ ;, ," ',-' rfn' H'
encontr um sorlimenlo de toros para 4 e tg. f',r '"'' JlP d' al'"l'"> P f '"
No armazem de Henry Fotsler 4; C, ra do L "" ",'t'"1 a \ [ '
Trapicho ,,. 8. venoem-so pregos americanos, pro- I C^,lBS "ai""/ns 1,r:lncas C deC0F
pnos para armazem de assucnr. I c^r-^sobrecsalos de- ponno prd
Aviso.
torrar.
Mnssulina loda encarnado, covodo 220 rs., eam-
braia lisa muilo lina a 3j|00, 4g800, 58200 e 5$t>00
rs. a peca, de 10 jardas, brini de tintn pora calca
de bouilos padroes a 880rs. a vara, corles de meia
casemira a 38000 rs. rada um, lencos de eambraia
deliuho a 8$i(Ml o mnito linos a 4|500 rs. du/ia,
chales de tonquim pelos, dilos de merino prelos,
ditos de merino liso de lodas as cares a 48800 rs., e
bordados a 68800 rs., chitas trncelas de cores li-
llas a SfiO, 840,260,280 nSMO rs:o eovado, roadapo-
lio a 2S800, 38200, 38X00. 4J000, 4S'2tH). 4SWHI,
.ri8lHHI e 5$500 rs., o muilo lino a 6JII00 rs. a peca, de
U varas, paulla de alpaca muilo linos a 08000 rs.,
cortes de coletea de casemira a GS000 rs., esparti-
lhos para senhora a4, Ge 8srs., e dos modernos a I
93 rs.,saias pora senhora a 1?000 rs., bordadas a :t>!
rs., e muito superiores a 49 rs., gollinhas muilo senhoros c nteiiinas, pelo baratissinio proco de
bem bordadas o 3950)1 rs., manguitas o cami/.iiilias 'S," l,ar. ditos miiitissimo linos a 3 o 5f, dilos de
muito linas para senhora, corles de eambraia do'1"1'' J<-' )'"lio muilo finos com lindissimos bordados
gaz a4rs., lapetos-iiara sala a^SOII rs., para por- i :' I lambem s.! vondem gollinhas de eambraia
bde sala a 49 rs., e pora cabriolel o 2(6)10 rs.,
meias muito tinas p|rr senhora 2.->niio rs. a du/ia,
rieascolelias de llamasen de Seda a 5e3tt rs. cada
una, corles di. 1 assa de lindos desoiilios .1 29 rs.,
boas chitas escuras o de lindos padroes a 200 rs. o
eovado, nioias de Indos os lauanlios para menino e
menina, gnardanapns a -i rs. o du/ia, pecas de
eambraia lisa de 12jardas a t-J rs., iniissiilina bran-
ca a300 rs. o corado, loalhaspara mesa o 49 rs., re-
dos de folha a Osrs.-, e lia nutras militas fa/i-ndas
(pn' se vende por barato proco, e de ludo se dar
amostro.
No armazem do Adamson, Howo, SC, ra do Tra-
piche n. 42, vende-so sollins para homem e senhora,
arreios proteidos para cabriolis, chicotes para car-
ro, colleiras oara cavallo ele.
Manguitos para senhoras c
meninas
\ endem-se manguitos bordados do eambraia pa-
bordadas muito linas o as mais lindas qno se pode
encontrara3 e4$: na ra do Quetmedo, pa bem
contienda loja de miude/.os do Boa Faino n. 33.
Vendo-so um cono ingle/, do 4 rodas, de pa-
lmillo inaneirn, e qua-i novo: quem qui/er
na Boa-Vista
Bnnl.a.
Na roa Direita n. tilia Gxcollenle banha refinada
pmpria oara cabello o pliarmaeia em pequeas la-
las de 10 libras a (SIIIHI cada lata ; a ella que nova
c alvo.
> i fiiMTin
nrYTTTiTY'J.o.S.*
,T v *
<
-^
Kissot, rolojooiro trance/., vende rologiosde Z)
jf nuro o prala, roncera relngios, joias o miisi- <
(^ cas, ja aqu he ennhecido ha muilos anuos, ^j
) habita 110 paleo do Hospital 11. 17. <3
"''tHtH'tt' ft.t ?..*,* S-S-AS
Em asa de Kabe SctiRieUata di C.
ruada Cadeia n. 57, vi ndcni sej elidan-
tes pianos do afamada fabricante Trau-
mniin de Hamburgo.
Vendeni-se harria novos mui bem construido::
a balar no roa Direita n 93.
Vende-se seno refinado do Porto om pao oom
velas, cera de Carnauba e de orelha, velas puros o
de. coiuposicoo, de iodos os lmannos, lio da Ba-
ha, pellos de cabra, saceos vasios para larinha :
na roadaCiuz, armazem a. 33.
- .
" :
GR ANDE SORTIMENTO
ni.
.; Roupas feilas e Tazcnjas

NA BUAD(iyi!KlM.VDO N. 46.
ronhecida loia de miudezas da Boa Fama n. 33.
Vendas.
Relogios do 011 ro e prala, cobertose descbenos,
patente inglez, os melhores que existen no mer-
cado, e despachados boje, vendem-se por pretos
razoaveis : no cseriplorio do agente Oliveira, ra
da-Codoio do Becite u. 62, primeiro andar.
llerhegado a loja do Leconte, aterro dajjoa-
Visla n. 70, eicellente leite virginal de rosa Man-
co, para refrescar apelle, lirar pannos, sardas e es-
pinhas, igualmente o afamado oleo babosa par lim-
eta zc re rosco r os cabellos; assim como pimpe-
rial (lolyrio de Florenca parabortoejaseasprida-
des da pelle, conserva a frescura e o avelludado da
primavera da vida.
Veode-ae urna preU moca, ptima engomma-
deira, coznha, lava e faz o mais servlco de urna
rasa: na ra do Queiniado n. 18, segunda faja vin-
do do Panizo.
"'-
nE
GOKS c BASTO.
. -
>
,-, -.----------- --------------__.
"'.-i Ricos snbrocasacos do panno lino prolo
com golla de velludo % sem ello a 223. u pf>*
ils saceos de casemira de cores BP
258, paletols saceos de easemira de coks
Q escuras a 109. ditos sohrocosacos padroes
<4 modernos a 15S o 189, dilos de alpaca pro-
5la e ^ 00r ^' 'l"s d'- ^r'nl pardo
^gMrancodn muilo boa qualidade a 58, dilos '
.si deesguiaoda Cliiiia a 58, calcas de brim
<<|9 de edres a 3g, 38500, 4, dilas' de li pa-
2*3 driles modoinos e miudiuhos o 49. dilas
^1 brancas do brim de Indio a 58, dilas de
3 casemira preta e de cores a 63, 78, 88 e
3jj 9S. corontas de bramante a 1 gtHK). 18800
g o 29, palolots de meia casemira a 73, col-
<4% leles de gorgorao de seda a 58, dilos dese-
timmarioiaf, ditos de velludo prelo a.
-"% "8 otOS. dilos de brim e fuslao a 98500 |
e 39, luvas do Jnuvfli de lodas as coros a'
1$MI0, camisas de esguiao muilo fino a
a 33500 e oulras mutas fozendas e ron- |
pas feilas quo s visla que se podo
avahar a pechincha;
NA MltSiVU LUJA HA
Casacas para a quaresma
mandondo-se fazer por medida garantir)- )g
do-se o aceio e bemfeitoria da obra, sen-
do lambem de muilo bom panno prova de &>
limao pelo diminuto preco do 35,8, assim
como do melhor panno Vi eaeolha do fre-
[ guoz a 408, alionrando-so seren lodos for
radas de selim maco 011 soda.
lente.
pode ver na casa do Sr! I'oirier,
u. 55.
Arroz de casca.
No armazem detronte do trapiche do olgoilTio,
junio ao armazem do Sr. Ooorra. vende-so arroz de
i casca per rommodo preco.
Cevada a 2^000 a arroba.
Na Iravossada Madre de Heos n. 11, vende-se
cevada muilo nova, em saecos, a 29 a arroba.
Vendem-se por se querer acabar com o calca-
do fraile/., sapatoes de lustro oom clstico a 4S500,
ditos com filos o 49, borzeguins de pellica o panno
ao o 88. botinas de lustre o marroquim para me-
ninos a 19200: na loja de coloado da ra das ru-
tea n. 2.
Vende-se chapclinas de seda onteilados e
uarnecidas de blond para senhora u 159: na loia
de Nobnco i C. na ra Nova n. 2.
Na loja da estrella.
Ra do Qucimado n. 7.
Este estabelecimenlo conlina a loro mais com-
pleto sorlimenlo de blendas de ludas as qualidades,
o se vondem por menos do que em outrqualquer
parle, assim como :
Chitas francesas, o eovado
Cortes de casemira inglez.o
Dilos do dila muilo superior, froilcezo,
o corle
Chapeos froneo/ospara cabera, finos
lories oV colea de brim
Casemira de duas larguras muilo fina,
o corado
Taimas bordadas milito ricas,
tjhapeos para meninas e senhora3.
Camisas para Senhora. bordadas,
lairlcf de collelo de fuslio, bonitos padroes
Camisas de todas as qualidades para liomein.
Caggjras de perfumaras inglesas 55OOO
CaAreques de fuslao, fazenda muilo superior.
Coetes do velludo piolo o de cores.
I'alelnlsde panno prolo
hilos do dilo superior a28j o
Calcas de casemiras prelas e de cores.
Espartilhos para senhora
Paletols de ganga muito 1
Dilos de biim branco
Ricos vestidos de fil de sedo proprios par;
baile e casamento.
Dilos de seda de lodos as ceros.
Dilos de eambraia rom babados
Lencos de soda a 500, 1|280 e
l.uvas de seda para homem e senhora
Sal,
Sal do Ass : a tratar na ra da Cruz n. 27.
superior
100
28400
BfSOO
6SSO0
18280
38500
.11(1
103000
30S000
58500
51500
4SX0O
58500
28000
18000
8
asaoo
ssooo
8
M. A. Caj & C. lem resollido nao so ler roupa
lena como conlinuaKier um sorlimenlo de dilTe-
renles fazendas uaosa paratfactura das obras, co-
mo ler um variado sorlimenlo do dillerenles fazen-
das do le o de goslo, lauto para homem romo pa--
ra senhora ; inouuletes pretos bordados com fian- Cognac superior em caixasdc urna duzia, vende-
jas, casasequesde fuslao bordados rom franjas, di- se em casa de llenr Brunn & C, r ua da Cruz n. 10.
los do seda para montara, lindos sabidas do batle r**.i i*rt *__ i____.
bordados dedih-erentescores e goslos, cholo, de UtTteifM grandes COII1 CltaveS.
merino de (indos goslos e cores boidadi as duas I Vendem-so por proco muito barato earteiras
poiiias, ditos de troco de lindos corea, ditos pretos! grandes com chave, proprios pora guardar dinhero
de la o seda, ditos di' rores mais ordijiarios, eaini-| o letras : na ra do l.)neimado, na bem conliecida
sinlias com manguitos de lindos bordados lano loja de miudezas da Boa Fama a. 88.
para senliora como para meninas,' grosdenaple I
prelo para vestido, gravanlias de velludo e de se-
da, meias de seda pretos o de rores, ditas de algo-1
dao de difierenles qualidades, lindos enfeites para !
cabera, meias de algodao para meninos de ambos
os sexos, ricas luvas decores c prelas eiiteiladas,
dilas de Jouvin para meninos, chapeos de sol de so-
da com mola e sem ella, dilos do palhinha onteila-
dos p.u meninos, tocas e sapalinlios, bolcinhas
pora dilos, ligas do seda, lindas caixas do busio,
concha e morisco, casacas paro lioniem do difieren-
es cores e qualidades, sobro c paletols de panno o
casemira pelos i decores, de alpaca o de seda,
calcas de casemira prelas e de cores, ditas de brim
de difierenles qualidades, jaquelos de brelonbo,
ditas de riscado, de alpaca e panno, cnllotes de vel-
ludo prelos e de cores, dilos de selim. gorgurio e I lisas a 2$ e 13000, dilas de tonal mui lias com
casemira bordados, djlos do fuslao broncos e do co-1 palmas de vidrilhos a 2$, dilas lanihem linas oom
res, comisos froncozos brancas com peilos de linlio, j palmas de nlroz o lisas a 1JKO0 e lfSOO, ditas de
Bonets de panno fino e gor-
guro.
Mui bonitos bonets de panno fino preto onteilados
com ricas filas de rhamalole, tramas do relroz o
galaozinho dourado, ditos de gorguro furlo-rnres
o de lindos goslos a e 59, procos haralitsimos
\ isla da soperioridade da obra : na roa do (.lueimo-
do, nos qnnlrn cantos, loja d'aguia branca 11.10.
Na loja de NalHICO & C. no ra Nova n i, ven-
de-so chalen do la para senhora, rasavoqurs de la
para meninas e senhora, nioias de la enras crom-
p-idas, corontas de meia. camisas de llanolla ludo
pora lioineiii ele ludo por prero coiuniiido.
Calrrdo francoz barato.
Vende-se estrado
senliora e meuiuus :
Nova 11. i.
Vondem-se ein caa de C J. Ast'ey
A Companhiu :
Cabo da Knssia e inglez. patente.
Salitre, alvuiade e verniz, bronco.
Palliinlia paca morcineiro. ,
Vinlios linos de Moselle e Champagne.
Pedras de mannore para metas e con-
sol*.
Rnldes americanos.
Genebra -e agurdente de Franca.
Pregos de cobre e de zinco.
P.vUA AI.ABAK.
Vendem-so loalhas de panno de linho com labr-
rinllio e lueo, por diminuto preco de 49500, bono-
ttK de eliorar de diversos lamauhos a IsOO a du-
/ir.. agua de Colonia muilo superior, om fraseos
comprlos, .a 500 rs. cada um, brinquedos para
enanca de lodas as qualidades o formas, por barato
preeo, o igualmente urna armaoo envernisada e
envidraeada, da mesma loja,. que serve para qual-
qnor ouirn estabelecimenlo : no paleo do Camin.
0, tiriineiro andar.
Luvas de todas as
qualidades.
Acobo do cnegar 6 luja d*aguia branca um novo o
completo sortimento do luvas de ludas as qualida-
des, sendo as rerdadeiraa de Jouvin brancas, cor de
rauna e prelas para hoiiioin e senliora a 2(500 O
par, lisas de sedo broncos o aniorellas paro senhora
a 18280 n par, dilas rom borllas a 1K00, dilas
bordadas rom lindas palmas a 2$, dilas mili finase
bonitas enfeitadas com mialmas e bicos a 2s500, di-
las prelas lambedi do soda com palmas o bicos en-
feitadas com vidrilhos a 28500, dilas com palmas i
Escravos fgidos.
100 Me gratificado.
Ainda conlina estar fgida a osera va crinla de
noine Joaquina, que so ausonlou nu moz do Janeiro
do correnle anuo do engenho Trapiche do Cobo,
propriedode do Kxm. Sr. visronde da Boa-Vista. Os
signaes desla esrrara s*o os segninles : alia, rorpo
reforrado, lem falla de denle na frcnlo, e urna cica-
triz na tosa, falla muifo cdcsembararadamenlc,
pos grandes, rostuma andar sempre com iima trooxo
de roupa, e inculca-se sor tavadeira ; levou vesti-
do do chita e costuma andar de chatos. Sunne-so,
e lem sido encontrada na Passogom da Magdalena,
Nazarelh e l'o d'Allm, o outros lugaresque j foi
vista, guiando um ceg : roga-se pois^autoridades
policiaes o rapilaes de caarpo a pprobensao desla
escrava, o sna entrega a seu senhor no engenho
Trapiche do Cobo, ou no lllm. Sr. tenenle-cnronel
Setiostiao l.lpesCuimaros, no ra Nova, qiiequal-
quer un dos dona gratificar com 100J.
Paletols do panno prolo e de coros,
francezes......... S
Calcas de casemira pretos e de coros. 8
l'.ollelos do seda de varias qualidades S
Chapeos trance/es direiluseaTainher-
lick........... 8
Paletols do merino selim pretos c de
cor torrados......" 9S0O0
Ditos de alpaca preta e lie cor com
golla de velludo...... 8S0O0
Dilos de brim branio o decnr lina. (8000
Diios de alpaca do varias qualidades
com golla de velludo..... r.!000
Dilos de alpoco prelo o decnr mcseloda 3-,'SOO
Passando becco do Cnngregacao, do lado direito
om seguiuii'iiin para o Livramento a iiuarla luja de
tres perlas cun rollos lu-oocos.
Presuntos.
Ra da Crfcz h. 50.
No armazem de Seve, Fiho'ft C. haponf^endor
urna rica rarleira de mogno do inelhnr goslo que
aqu lem appaiooidn com baslanlos eommodos, pro-
pria para eseriplorio ou advogado : ainda isle
um rico piano lorie do novo methodo do afamado
fabruanle Daschi, de Faris.
AOS
scnhores donos de casas.
f Vende-so na roa da Cadeia do Becite, loja de fer-
ragens de Vidal & Bastos, um completo sorlimenlo
de techadoras a lodas as qualidades, dobradieas,
pregos, parafusos, o ludo quanlo so taz misler'em
urna obra ; e se vende baralo, na loja de ferrageos
da ra dCadeia do Becite de Vidal Ji Bastos.
Voane-se um excedente carrinho americano,
de 4 rodos c 4 asscnlos, para ser puchado por um
s cavallo, em muilo bom oslado: no aterro da
Boa-Visla, cocheira de Miguel Soug.
IPilI IDHTCiEraiEHirdDS.
Visporasedomips.
Visporas em bonitas caixinhas de madeira enver-
nisadas, com 2 trancas o 28, em oulras caixinhas a
1S500 e 18. dminos mui bem feilos e seguros a
l500e 18^80: na ra doQueiiuado, |0ja a'agUia
branca n. 16.
= Vendc-se arroz bom da Ierra as cuias a 320
na ra Direila n. 72.
cobertos e deseobertts, pequeos o grandes, de mi-
ro palele inglez, para homem. o senliora, de um
dos mellinres alu ieanles de Liverpool, viudos pelo
ultimo paquete inglez: em casa de SouthaU Mel-
lon A- C.
Abridorcfdc luvas
a 1^00
Na ma do Queimado, na loja de miudezas da Boa
Fama n. 33.
Toalhas de linho para mesa,
Na bem conheda loja de qualro portas, na ru
do Queimado n. 37, tom pora vende um completo
sortimento destas toalhas, as qnaes so vendero
conforme os tamanhos, u por inoro-aauilo com-
modo. *^
Aos fumantes.
Na loja do Nahuco & C. na ra Nova n. 2, ven-
de-se o;vcrdadeiro fumo francoz caporal proprio pa-
ra cachimbo, e cigarros, chegado pelo ullimo navio
francoz e excollente charutos da fabrica c cigarros
bola fogo.
Na roa Direila n. 0 ha presuntos do l.umogo de
primeiro qualidade, c. dos ltimos chegados a osle
mercado a 480 rs. a titira : a elle que e pechincha.
A nualidade mostra-se de graca.
Vende-se lila para atacar espartilhos, meias
do algodo para senhora e meninas, espartilhos
para meninas de 12 anuos, Indo por proco comino-
do : na ra Nova n. 2, lujo de .Nahuco ,\ I).
XAMOPER PASTA Di: UODKINA Di: BEHTIIK.
As propriedadea iiuUwia do \ahopk e a Vasta
de CooRISA tein sido propaladas pelas sabias ex-
perieneias rlinicas a comparativos de iIaukndik,
I', u; io i i; n'AlllLNS, WlLUAMS GhF.C.OBV, .MmiIIN So-
i.os Kic, membros do inslilulode tranca, da aca-
demia de medicina, c mdicos dos hospilaes de
l'aris.
As expenenciascnnnrmadas pelos rcenles ob-
servacoes dos Srs. AraH, Vua.v, f. Disiont, proles-
sores do taculdade de medicina de l'aris, mediros
dos hospilaes de l'aris ele, ele., lem demonstrado
que o Xabock e a IVisia de Coiieina de Bkbthk sao
os remedios mais etlico/.es para lodas asdoros nervo-
sas, agudas, e as reaes laq rebeldes ; o que affroxa
com urna rapidez maravilliosa, os accessos conse
cutiros o que. lano caiisam, do catauhiio, da tosse
COHVCA, da RRONC.ilITE O da PHTIIISIi.A I'ILMONAH.
O Xarope o a Fasta do Codeika do Bkhtiik en-
ronlram-sc em lodas as phannacias de Franca edo
eslrangeiro.
I'ara evilor a falsilicacao deve-sc exigir em cada
vidro a assiomatdra, a o nojie Heuth.
Dirigir os pedidos om grosso cvsi Mknifh& C."
i'. 37, rne Sanie Crina de la Urelunnerie om
I'MUS.
Aprecien, o bom gosto.
IVa loja do Scrlanejo
n. 43 A.
Ricas sahidas de bailo do melhor goslo que podo
haver, Ionio em (azendaflhio em preco, lazinhas
de quadrosmiudos e granosa 420 e .o rs. n co-
rado, chapos do velludo pretos o "8. dilos do al-
paca torrados de seda, muilo rommods para andar
o desea a 284IHI. gollinhas de diversos qualidades
a 18 a lfSOO, 1800". 28200 o 2SJSM gilos e man-
guilns o :l*500, 45e 5$500, manguitos, gollas e ca-
mi/.inhos o 09, 7o108, rlleles feilos dA velludo
a 105. lis o 128, calcas de casemiras de cores, fei-
las, ricos bengalas de massa lingiiido uncnrite a 78,
88 o 10, grosdenaples de cor a 18900 o 28000, seda
branca lavrada, ricas camisas para senhora com pre-
gas e de muilo goslo a 78 e 8a cada urna, rirosj
nos para mesas, e muilo linos a 78, 88 e9#, 1
cosoveques de fustoo e do melhor goslo que p
haver a 158 ''W, dilos de miissulina muilo bem
enfeilados a 118, 1230 138, eavisa ao respeitarel
poltico, que manda de qualqiier uina fazenda amos-
tras para ver se agrada* assim como lambem d a-
moslrasdoixando uenhor.
Potassa da Russia
ECALDE LISBOA..
No bom BOTiln iHatiaaii'ditailu deposito da ra
do Cadeia do Recife nv12. ha para vender potassa
da lliissia e da do Rio ao Janeiro, nova o de supe-
rior qualidade, assjni eomn taiulieni cal virgeni em
iiedra : ludo por procos muilo ra/oaveis.
| To,illios niliimascailas.
Ji| Fio llvela.
tf? lstupas.
^>| Vendem-se era casa de Arkxvightl
0- & C. na ra da Cruz n. (I.
ditas de miisselina, dilas de fustn, dilas para me-
ninos, chapos prelos francezes, ditos de velludo,
dilos do Chvli, ditos de feltro, dilos de baela, dilos
de paiiniuhn, bonels de velludo, de selim o de
panno lano para homem como para meninos, lu-
vas de Jouvin brancas e prelas, ditas de lio da Es-
cocia, dilos de algodao bronras, um sorlimenlo de
bengalas de lindos goslos, meias para horneas, cha-
peos do sol desi'da, dilos de paiininho grandes e
pequeos, lenolfc. de seda, dilns de chita e oulras
mullas fazendas que a vista dos compradores sea
patente polo preco mais commodo que se pode en-
contrar.
Era casa do Tisset Freres ra do
Trapiciien.il, ha puta vender os se-
seguiotef 'eneros por preco commodo :
superior chninpugne 'J:i muir., Duc de
Montehcllo, licores irnos em gnalas de
vidro e coa caixas de duzia, verinoutli
era Cfixas, abaintiio, garraias vazias em
lcuixas, sii|ierior cognac em caixas, vi n lio
Bordeaux tonto em caixas comoenatiuar-
tolas. superior inarrusijuino, vinlio Je
bourgoge superior (cliainbertin.)
seda para meninas a I521I, ditas para homem a
1_$000 ; assim eomn muilas nulras de diversas qua-
lidades, romo doli de Escocia brancas e decores,
brancas de castor, mui boas e fortes, e de algodo,
proprias para montara e guardas naeionaes, aos
I. ir.ilis-imos procos de 18 at 320 o par: na ra
doUueiniodo. nos qualro calilos, loja d'aguia bran-
ca n. 10.
Vondo-s
do para Ungir o
vi-ana q^M-rsal
pre:
agua a melhor que lem apparecl-
cobellii e suissos de preto : na li-
ma do Collegio n. 20, d-so junio
um impTssogratis, ensinandoa formado applicar.
Vende-se em casa
praca do Cono Santo, relogios do afamado fabri-
cante Boskell, por procos eommodos, e lambem
tiancellins o cadeias para os mesmos, de excallente
goslo.
Jos.Nunes tle Paula, tem
para vender no seu armazem ta
na do Atnorim ti. AS, superior
la rolo deLisboa em saceos gran-
des c por prero eoinmoilo.
=: Vendo-so moa escrava crinla muito moca o
propria para lodo o servjeo : a tratar rom Jos
Caelano de Uedeiros, mi Porto do Mallos, prensa
de Manoel Ignacio de Oliveira Lobo, dos 10 horas ao
Ftijfjo lioiilciii 2 do correnle, peln 2 ho-
ras da i i nlc, da casa do aliaivo assi^uado,
a sita escrava crnala de noine HnHna; re-
Iiitmmi la ler \ 0 a unos de dado, serca do
cor|o, esJ.aliira recular; levawlo sai de
iliita com flores mitidas encarnadas, ca-
lieran de algodaozinho e panno da Costa;
Coi visla cm roiupanliia de um escravo de
Sr. Miguel Filirio, por noine Paulo; he do
supor-se andar pelos Prasero pessa
sanndors Ttroihors & c, | que a levar cm casa de seu senhor ta ra
da Palma, ou dola der noticia sera ge-
nerosamente recompensado.
Thomaz Jos da Cosa e S.
meio dio.
Vendem-so so
a.
Tende-se
umndo cabriole! americano de 1 rodos, sem co-
berfa; com sCu cxcellenle cavallo : na ruada
Pai a. A.
, railiio, arroz e
Ra da Senzala^Nova n. 42.
Vende-se om casa de S. V. Jonhston 4 C. vaque-
las de lustre para carros, sollins o silbos inglozos,
candeeiros e easliraes bronzeados, lonas inglezos,
lio de vela, chicote para corros, e montara, arreios
(ara carro de um o douscavallos. c relogios d'ouro
patente inglezos. *
03&A,
confronte ao Rosario, em Sanio Antonio, avisa a
i seas fregaezes que j receben fumo franco/..
= Vende-aeum bonito escravocrioulo.de idade
"I aanos, o qualaAmn carreiro : ua ra da Auro-
B.36. '.
Na cocheira do porto do capim vende-sc um
I cabriole! patele inglez.
= Vende-se fareto de Lisboa om soceos grandes,
milho, arroz de casca, soceos com feijao mulatinho,
branc" '- *---.........: ...-_ _...
meo e prelo, farinha de mandioca de boa qnali-
! dado, gomma de mandioca, duce de goiaha muilo
novo, esleirs de palha de carnauba, eourinhosde
cabra, saceos com farinha de trigo para engordar
camarao.
^embarcados boje de bordo do vapor CrMUJro -13SStt% ^I^JrT^ muito",-!
, f* dC" '' d0 Mr,rfnlhI01 "odem-se lodns ni01j0 Ila r,.shJ do B( ^^ ,,,., ^
les gneros na Iravessa da Madre de lieos n. 60, M .
mazem de Ferreira & Harlins, porprecos moilo | "a lua Imperial n. I vende-Se
Desembarcados boj
do
astea
armazem
eommodos. "" um excellente preto, crioulo de 22 an-
Couros de lustre de superior qualidade. ulli-'_________ i_
mmente chegados em casa de C.V Aslley &C., |n.*'(?0FK',ro' bom. "ara PaCem, O mo-
rua da Cadeia a. 21. I tivo da venda se dir' ao comprador.
Vinbo Bordeaux.
Em casa de llenr Brunn & C, ra da Crnz n. 10,
vende-se vinho Bordeaux de dilterenles qualidades
como I.afolle, Ch, l.eoville, l.s. Juliceii, em caixa
de urna duzia onr barato proco.
Meias do borracha.
ClIECADAS LTIMAMENTE NO NAVIO FBANCEZ.
Na na do Oueimadn, na bem conheeida loja de
miudezas da Boo Fama n. 33, j lem para vender
Eor preco baralo as muilo procurados meias de
arrecha, unicamcnle proprias e approvadas para
lodo e quahuicr enebaeao n.-is pernos.
LOJA DA IU) 4 FAINA.
Vendem-se por preeo que faz admirar nqnissimas
filas tarradas de lodas as rores e larguras, lilas lisas
com ponta e sem ella, bicos brancos de seda do mui-
lo lindos padrees edo lodas as larguras, Iramoias
abortos deliuho pora babados a 120 e 1C0 reis a vara,
jarros para llores aSJ o par, atacadores ou enliadnres
de seda de todas as coros para vesiidos.ditosproprios
para osparlilhos lesouras do lodas os qualidades
as mais linas que he possivel cnronlrar-so.agulheiros
de inarliui o outros muilos qualidades, lilas de vel-
ludo de todas as qualidades, bolcinhas de camua
muilo lindas para meninos de escola, frasqiiiuho
com cardinal amelbor couaa que ten apparecido
paro lirar nodoos emqaalqoer qualidade de fazen-
da. peln muilo baralo preco de 2j, Irancinhas de se-
do de todos os cores multo lindos proprios para en-
teilar roupinlia para meninos o meninas, e oulras
as colisas ipie se ofianfa vender-se ludo
laialiaio : na roa do Queimado na bem
loia tlW miudezas do boo tomo.
Chocolate.
Na ra Direila n. fi vendo-so chocolate de quali-
dades e do melhor fabricante de l'aris, por menos
do que om nutra qualquar paite, sendo de 10 libras
pora cima se far dlSKa razoavcl; a elle, se-
nhoros, que a ostocioJ^fcipria.
Vendem-se moinnWiiara col, do novo mo-
dello, com rodo c sem ello, por borolissimo preco,
focos e gorfes a 2S000 a duzia, dilas a zgHOO, ditas
a 3f, dilas finas rom cabo de bataneo a sGOO, dilas
minio linas a 69400, dilas com rabo prelo a fig, ili-
los a C$800, dilas rom cabo de viado linas a 4}e
5S800, dilos com cabo de marflm a \i. dilos minio
linos a 13$. caixinhas com agolhos franee/as muilo
linas a 3(10 rs. a caixa, Olas de Indas ns qualidades
por liaralissiiaoproco, bicos, rendas, salitre relina-
do a 7atMI. dJjaal aSOO, panellas, ehaleiras, ca-
das de lecho e espoleta, di1
is, colheres para sopa e
, por haralissimo proco,
las as qualidades, mais
oalquer parle- tai los de-
le, a 19 a libra, lesouras
. dilas a 320. ditas a 480,
ia muilo linas a 040, luuea de porcellana da me-
or qualidade o 460 a lilira, cera em velas de Lis-
ia a Ijioo a libra, ps de (erro proprias para tirar
ria a lsSOOcada urna, dilas a 1>100 : na ra Di-
reila n. li I.
Com pequeo to-
que de avaria.
IJambnigo fino a 210 o 320 rs. a vara, coborloros
de algodao blancos o grandes a 500 cKOO rs pecas
de algodaozinho liso a 2|B00, dilas de dilo ameri-
cano largo a 3$ e 3$500 : vende-se na roa do Cres-
po, loja d esquina que volla para a ra da Codeio.
\ emle-se om rabfiolel o um corro americano
de 4 rodas, do goslo moderno, pora um o dousca-
vallos, com OS aireios, tudo em muilo bom osla-
do, e por preco comoiodo : 110 alerro da Boa-Visla
n. 17.
Armazem de fazendas
baratas.
Ra do Queimado n. 10.
Cambraias chinezas muiln4argas rom lislras imi-
tando seda a 200 rs. o eovado, cortes de gaze de
seda com 14 rovados por 4g500, cortes de eambraia
chinczacomS 1/2 varas de quadros e lislras de se-
da a 3JI, ricos organds dos mais lindos desenlies
que lem viudo, pelo haralissimo preco de lg a va-
sa, rhilinhas de cures linas a 1G0 o corado.
da
li de
(erragen
baralo do qnJ
cobro do me
as poro costura
larras oom farinha do norte, por
preeo rommodo : no armazn) rJosSrs. 11 < mole/io
c lnnao, del'ronle do trapiche do algodao.
Cigarros do Rio de
Janeiro.
Vendem-se cigarros de popel bronco e pordo, fi-
nos, a 200 rs. o moco : na roa do Cr.ispo n. (, loja.
= Vendem-se qudljoa a 29, ario/, pilado da In-
dia a 3$ a arrobo : no taberna n. 10, confenle a
ru do Florentino.
.>;--Aterro da Boa-Vista55
Casa de Powier.
\ende-so mu cobriolel do 4 rodos, sem coborlo,
com um ossonlo alrazporo criado, em bom eslado.
= Vondein-se duas casas sitas na ra do S. Jos
ns. 2 o 4 nesla oblado, sendo a II. 2 da esquina, de
novo Modificada desde os seos alicorees, com pare-
des deliradas, coso um grande sjilao a-snliradodo :
quemas pretender, dirija-so a ra do Crespo, loja
da esquina que mlla poro a roo da Cadeia, que
achara Com quem trotar.
Ricos enfeites com vidrilhos
para cabeca.
Vendem-se os mais ricos enfeites pretos e de
cores com vidrilhos, pelo haralissimo proco de 41 e
69 coda um: na bem conliecida loja de miudezas
da Roa Famjyia ra do Queimado n. 33.
\;i loja das seis portas
KM
Frente do Livramento.
Casaos francezas, fazenda nova, a 160 rs. o eova-
do, e a peca a 59 cooi 33 rovados, corles do eam-
braia com salpico a 3$, dilos pintadas a 2$, loncos
do relroz a 500 rs., luvas de seda prelis tizase bor-
dadas para senhora a ls, chotes de merino com
barra eslampada a 4$, miissolina branca a 240 o
eovado, dila encarnada a 320, velludilho de cores
para roupas de enancas a 800 e lg, fil de linho
prelo, fazenda fino,al$280 avara: do-se amos-
Iras, e a loja esl aberta das 6 horas da monh.ia s
9 da noile.
Bordados finos.
Ha na ra do Ouoimado, loja de 4 portas n. D7,
um completo sorlimenlo de tiras bordadas muilo
proprios para calcinitas de crioiicas, Iravesseiros
para enlejiar casaveques, gollinhas com manguitos
de variados gostos o diversos precos, gollinhas para
600,800, \g, 1f500.'2j, 21550 e 39, manguilns, o
par I96OO al 3<, cainisiuhas bordadas para bapli-
sados por diversos precos, camisinhas para senhora
com gollinha o manguilns, salas rom 3 babados
bordados por G$, dilas por 49, saias or baljo de
goslo moderno para7>, eoulras muilos mais fazen-
das, que ueste .slabelecimoiilo se vendeill por pre-
co mais commodo uuc em outra qualque loja.
Rcloffios
de o uro patente uglez de um dos
melhores fabricantes de Liverpc
chegados ltimamente pelo ulti-
mo paqpete e alguns de nova in-
vencao cobertos e descolados a
vontade do possuidor em casa de
Arkwright & C na ra da Cruz
n. 61.
Fugio no meado do mez passado do engenho
r.iiiambiica um negro de nome Victorino, baixo,
grosso, testa alta, olhos om pouro salienles,.lora-
dor de violas ; foi comprado' ha pouro lempo no
engenho Mallo ('.rosto : quem o arhar ou delle li-
vor noticias, dirija-so ao engenho Cniambuca, na
oesla praca, a Iralor rom Jos Antonio Piolo, ma
ila liona n.17.
= Fugio do ahaixo assignado, no dia 16 do cr-
reme 1110/. a noile, o son escravo crioulo por nomo
Vnsilmn, iilade de 27 a 28 annos, rom paleto! de
riscado azul e calcos do mesmn oscura, socco do
rorpo, punca barba, olhos espantados, e al c.inho-
lo : reeommeiida-so as autoridades policiaes e eo-
pilaes de campo, 011 quem delle livor noticia ou
soulier.o prnndam e levem-no na do Sania Rita,
sobrado n. 85, grotifirando-se de seu trnbalhn o
possoa que o pegar. Recito 26 de abril rio 1859.
llrmtlei'io Macil da Sitio.
KlSOOOde eratiOeaco.
Arha-se ausento desde o dia 22 do correnle mez
do abril do engenho Ifcirhalho (do Cabo) o escravo
crioulo, de noine Antonio, appellidado chalo, por
ler o nariz niuilo ctiato, cora lar^ta, boiioe bstan-
le giosso d corpo, fies largos, bocea grandor com
lodos os denles : roga-se a quem o apprcgonder.
ile o levar ao referido engenho, od a roa da Ca-
deia do Recite n. SI a Luiz do Moraes Uomas Fer-
reira.
DE GUATIFICACA0.
Ainda ennlinuam fgidos dous dos escravos que
se liariam ausenlado un dia 23 de loarruprosiiuo
passado do engolillo Tabcoas, pertencen'le a l'ron-
cisco Antonio Cabrol de Mello, (l.s nonios e signaos
sao os segninles : Joaquim, prelo, reprsenla ler
20 anuos do idade, baixo. socco do corpo e sem bar-
bo; lem muilos marcas de Idilios nos ps: levou
urna argola do ferro no pescoce. comisa novo de al-
godonada Babia, seroula vellia o chapeo de rouro
velhn. fi desuppor que leuha buscado asimniedio-
i;oes do l.iinoeiro, d'oiide linha viudo em poder di
Sr. Ilr. Nolior, por compra que delle lizera, e depois
por autorisacoo sua.toi vendido ao aiinuuiaiile pe-
lo correlor Son/a, nesla proco. Nicolao, prelo, al-
io, cheio do corpo, reprsenla ler 22 annos"deido-
de ; le ou calca bronca, camisa de riscado e iimo
baela nova lem nos cusios marcas de castigos ; le-
vo alguns principios de carpiua : vrio do Mor.iuhao
para ser vendido nesla cjjjade. Este prelo, com os
componlieirns Joao, MaAlino e f.zequiel, lohdo si-
do preso no eogeoho Miranda da freguezia de Goi-
anua, pondo tornar a fugir. Roga-so pois, s au-
toridades policiaes e copilaes Je campo, a appre-
honso desles dous esclavos, o sia entrega a seuse-
nlior no referido .uigcnho Tabocas, freguezia ilP ti.
S. da Luz, i- no Recife a Manoel Antonio Goncalrrs,
ra do Coluig n. 3, 011 no engenho Acaliu, ao Sr.
Francisco Tarares de Mello, que qualqiier dos quaes
gratificar com cem mil reis por cada um dos dilos
escravos.
L2?
Milho, feijao amareilo, branco e
preto
cevada, arroz com casca e tarlo : vende-se na Ira-
vessa da Madre dolieosii.il, mais baralo do que
om qualqiier oulra parte.
Farelos.
Vende-sc na Iravessa da Madra de Dos n 11,
mais baralo do que em outra part.

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...M
Agua de amor.
Vende-se na loja de Nahuco & C. na
ra Nova n. 2, agua de amor propria
Cara limpar o tirar dores de denles das
ellas o refrescar a bocea, por preco
_ commodo. ___
mmmmMwmwum
Azeitonas.
Na Iravessa da Madre de Dos n. 11 vendem-se
ancorlas com azeilanas muilo novos e muilo em
conla.
yc^^ > >-.%~
No da 14 de agosto do anno prximo passado,
fugiram do engenho Sele Ranchos, freguezia de
Noss.i Scn]inra da l'scada, comarca da ddade da
Vjcloria, ossegiiiutes escravos: Damiao,crioulo,de
25 anuos de idade pouco mais ou meao, cor fula,
boieos grossos e meio arrebitados, tem urna ciratfiz
na testa provenienlede um roice de animal, pomas
linas o algiuna cousa arqueadaSM/a fora, esmalma-
do, ospadiiodo, altura regulor.^fcalA bncamlo ago-
ra. Jaciulho,crioulo, de 28 annos de idade pono
mais un menos, altura regular, ofir preta, pouca
barba, boieos grossos e faz cerlogeite na bocea quau-
do falla, tom urna cicatriz em urna das faces, liornas
linas, esmalmado, fuma, e locador de ola. O
primeiro foi comprado aoSr. Joo Francisco Barbo-
za da Silva Cumar, e o segundo diz que foiesev-
voda familia do Sr. Joao Nuiles, da fazenda do Sitio,
em Paie de Fld|k* e comprado na praca de l'cr-
nambifeo. Consta que (filos escravos eslo era l'a-
' de llores por portadores que mondei e de- la vie-
im : roga-se as autoridades policiaes e rapilaes de
mpo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Remardino Rarlioza da Silva ou na praca de Per-
nambuco aos Srs. Manoel Alves Ferreira & Lima, na
ruada Moda n. 3, segundo andar, que serio re-
compensados com a quaiilia cima.
= Fugio no da 1." do correnle a escrava Jose-
plia, parda, bastante clara, baixa, magra, feices
grosseiras, cabello corrido,-reprsenla ter 35 40^
anuos, costuma andar ponteada, tem alguma taRa
abollo no logar do repnrttulWo, urna cicatriz
no lado esquerdo do roslo, o outra as rostas, am-
bas do lainanlio diuilia moeda do vintrm, foi cas-
ligada ly. dia om que tugio por insulwrdiiuicao, por
isso lem niorra de roldo r*l* corpo; levou dous
vestidos de cassa chita, alguns de chita, e camisas
de madapolao, entre ellos alguraaa abertas de ren-
da, e um chales de louqoim usado : qaom a pegar
levo-a ao aboixo assignado, cm Afogades, pateo da
Paz n. 3, ou na ra Imperial ao eapilo Joaquim
Pedro do llego Hrrelo, que ser gratiOrado. O
ahaixo assignado protesta proceder co todo rigor
da lei contra quem a livor acontada. Advertimln
mais o aboixo assignado une a alguma pessoas ello
coaluma dizer ser forra, a oulras ser poiingucza.
Joao Kduardo Perei** Barga.
= No dia 30 de abril desencaminhou-se da Ca-
punga em segiiimcnlo a Estancia, urna 'prela afri-
cana de nome Rila, baixa c cheia do corpo, condu-
zindo urna cesta de 4 azas com flores; lovou saia
de algodao trancado de lislras azues e panno da
Cosa j usado : roga-se a quem a tiver pegado, 011
delta liver noticia, leve-a seu senhor 110 sobrado
de 2 andares defronle da capella da Estancia, que
ser gratilicado.
PRN.: TYP. DE M.f. OT FAJIIA. 1859.

t.


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